Dono de extensa costa marítima, o Brasil conta com cerca de 95% do comércio exterior movimentado por hidrovias, de acordo com informações da Agência Brasil. Além de rotas comerciais estratégicas, uma série de jazidas minerais altamente valiosas estão localizadas em territórios marítimos.
Segundo o almirante de esquadra, Almir Garnier, comandante da Marinha, o patrulhamento e a defesa das fronteiras aquáticas brasileiras estão prestes a receber o reforço de quatro novos submarinos e de fragatas classe Tamandaré.
Segundo o comandante, o primeiro submarino será recebido pela esquadra brasileira até o final deste ano, enquanto as três outras embarcações serão finalizadas no decorrer de 2022.
A construção de submarinos é tida como indústria estratégica pelo governo brasileiro, já que impulsiona o desenvolvimento industrial e tecnológico, além de prover treinamento e patrulhamento ostensivo na imensa costa brasileira.
“Esse é o sistema de gerenciamento da Amazônia Azul. Todo esse patrimônio brasileiro precisa de um sistema de gerenciamento e coordenação que enxergue tudo do alto, de lado, de baixo”, afirmou o comandante da Marinha em entrevista.
Almir Garnier também informou que um dos papéis da Marinha é definir as fronteiras marítimas brasileiras pela presença de navios e contingente em vigília constante, que monitoram e defendem interesses nacionais de acordo com a legislação vigente.
Esse é um dos muitos trabalhos que a Marinha tem feito durante a pandemia, em que, Garnier ainda ressalta o apoio logístico à distribuição de medicamentos, alimentos, roupas, vacinas e insumos para famílias em locais isolados do território nacional.
“Estamos envolvidos completamente nisso [combate à pandemia]. O nosso centro tecnológico, juntamente com a Universidade de São Paulo (USP), desenvolveu e produziu respiradores, que no início da pandemia eram muito críticos. Fizemos desinfecções de lugares públicos com a nossa equipe de capacidade de guerra bacteriológica, fizemos atividades de vacinação em todo o país, onde é mais difícil o acesso”, afirmou.
O almirante de esquadra lembrou ainda que a Marinha atuou na distribuição de alimentos para caminhoneiros no início da pandemia, quando a maior parte dos estabelecimentos comerciais de rodovias federais foram fechados.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Nesta quarta-feira (16), foi ao ar o segundo programa Loucos Por Barcos, um bate papo descontraído semanal e ao vivo sobre os temas náuticos mais pedidos pelos leitores e seguidores.
No segundo programa, o assunto foi Como Navegar à Noite: tudo o que você precisa saber! Com os #loucosporbarcos Herman Júnior, especialista em meteorologia e criador dos Grupos MayDay, Marcello Souza, da escola náutica Argonauta e presidente da Abenau (Associação Brasileira das Escolas Náutica) e o experiente velejador Silvio Ramos, com muitas milhas navegadas e uma volta ao mundo no currículo.
Nesses encontros vamos trazer sempre convidados especiais e o nosso especialista náutico, Guilherme Kodja, que comandará essa troca de informações com a possibilidade da interação em tempo real dos telespectadores.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A atuação de um proprietário de barco não para no momento da escolha do modelo para comprar ou nas saídas para navegar. Pelo contrário! Isso é apenas o começo, É essencial estar atento à manutenção da embarcação para não ter surpresas e aproveitar ao máximo o melhor que o mundo náutico pode oferecer.
Para ajudar você nessa, NÁUTICA separou algumas matérias que tratam do tema. Vale ficar de olho:
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O que você faria se, de repente, ao entrar na barra, a visibilidade caísse para zero? Com a chegada do outono e a aproximação do inverno, os nevoeiros tornam-se bastante comuns na costa sul do Brasil.
O porto de Santos é um dos que mais sofrem com o mau tempo, nesta época do ano. Imagine-se, portanto, voltando de uma pescaria no final da tarde, quando, a poucas milhas da barra, a visibilidade cai para zero.
Pior! Esta região tem tráfego intenso de navios e de barcos pesqueiros. Seu barco tem GPS, sonda e cartas náuticas. Mas não possui radar. E agora? O que fazer?
a) Jogar a âncora ali mesmo e esperar a visibilidade melhorar?
b) Acelerar para tentar chegar à marina antes do nevoeiro piorar ainda mais?
c) Reduzir a velocidade, mas ainda continuar seguindo em frente, devagar?
O certo é…
Definitivamente, jogar a âncora não é uma boa ideia num local de tráfego intenso, como o Porto de Santos. Tentar chegar à marina, o mais rápido possível, aumentando para isso a velocidade, menos ainda, já que quanto mais rápido você estiver menor serão as chances de desviar a tempo de uma boia ou outro barco.
O certo, portanto, é reduzir a velocidade e segui em frente, atento mas bem devagar (alternativa c). Ao reduzir a velocidade sob forte nevoeiro, deve-se acender as luzes de navegação e usar, também, o apito ou buzina para informar sua presença na área.
De acordo com o Regulamento Internacional Para Evitar Abalroamento no Mar, um barco a motor, navegando em condições de visibilidade limitada, deve emitir um apito longo, no máximo a cada dois minutos.
Já um veleiro (quando estiver usando somente as velas como propulsão) deve emitir um apito longo, seguido de dois curtos, também a cada, no máximo, dois minutos. Na dúvida, apenas apite.
Também aumente a atenção e evite trafegar no canal balizado, por onde entram e saem os navios. Use a sonda para auxiliar a navegação e, se tiver mais uma pessoa a bordo, incumba-a de ficar de vigília. E, no caso do Porto de Santos, tome cuidado extra ao cruzar a rota das balsas que fazem a travessia para o Guarujá.
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A Two Oceans Marine Manufacturing, uma dos poucas grandes fabricantes de catamarãs personalizados do mundo, lançou o Catamarã Two Oceans 850E Power, na Cidade do Cabo, África do Sul.
O Two Oceans 850E é um catamarã a motor, com design personalizado pela Du Toit Yacht Design. Dentre os diferenciais na construção da embarcação, estão o epóxi E-glass, o núcleo de espuma de PVC e a fibra de carbono, para suporte local e estruturas de reforço.
O proprietário tinha requisitos específicos para a embarcação que foram aplicados no projeto, incluindo cascos mais largos e camarotes maiores abaixo do convés.
A Du Toit Yacht Design também contou que criou as linhas de catamarãs para serem elegantes e cheias de estilo, acentuadas por luzes subaquáticas de LED, azuis.
O projeto se concentra na sensação interior-exterior, mantendo todos os confortos e luxos. Para isso, a construção investiu até em tecidos da marca Ralph Lauren nas espreguiçadeiras e almofadas externas. Além disso, os pisos de teca são complementados pelo design em dois tons presentes nos móveis, que apresenta painéis brancos e uma sólida inserção de nogueira.
O interior do Two Oceans 850E, por sua vez, conta com uma espaçosa cozinha no convés principal, projetada para facilitar a experiência de culinária social, onde os hóspedes podem assistir a sua refeição favorita ser preparada — tanto do cockpit quanto da área do bar.
A cabine de popa foi projetada como a principal área de estar e jantar a bordo, com uma grande mesa de madeira que pode acomodar 10 pessoas. Ela também tem um flybridge espaçoso e área de estar superior, mesa de jantar, bar e banheira de hidromassagem.
O Two Oceans 850E pode acomodar até oito hóspedes, divididos em cinco camarotes — um camarote para o proprietário, dois de casal (com banheiro privativo), dois camarotes de tripulação avançados e que acomodam até quatro tripulantes.
A garagem ainda pode armazenar uma grande número de brinquedos aquáticos, incluindo um RIB personalizado de 5 metros, um RIB de 6,1 metros e dois jets. É possível içar todos os brinquedos através de um grande guindaste hidráulico.
O Two Oceans 850E é movido por dois motores Cummins, de 610 hp.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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A parceria entre o estaleiro Princess Yachts, o estúdio Olesinski Design (ambos no Reino Unido) e a empresa italiana Pininfarina, começou com a criação do barco esportivo R35. Agora, a colaboração entre os três tem alicerces muito bem definidos com o nascimento da Princess Y72, de 74 pés.
É possível perceber o esforço da associação em manter sinergia e coesão entre o exterior e o interior do barco.
O Princess Y72 pode ser o menor modelo da linha Princess Y, mas o espaço a bordo parece amplo e bem organizado. Além de tudo, ainda existem curvas em torno das articulações do barco e molduras nos móveis do fly que ecoam no convés principal, e até mesmo nos camarotes.
No convés de proa, por exemplo, os encostos se projetam do solário dianteiro para criar um banco voltado para a popa, oposto ao sofá e em forma de U.
A embarcação ainda conta com cabine bem protegida — ou flybridge, com uma variedade de opções de layout em sua extremidade traseira — aliados à espreguiçadeiras individuais, além de armazenamento para um tender Williams 395 ou similar, através de um guindaste.
O convés do salão divide o espaço interno entre a cozinha e a mesa de jantar na popa, além de exibir uma área de descanso espaçosa, mas aconchegante, à meia-nau, onde amplas janelas laterais proporcionam vasta entrada de luz natural.
O acesso às acomodações, definidas por quatro camarotes (mais uma dupla para a tripulação, à popa) é dividido por uma escada central. À frente, conduz aos três camarotes de hóspedes — sendo dois deles privativos — e uma escada em espiral, separada do salão principal, leva à suíte do proprietário à meia-nau.
Quanto ao desempenho, a embarcação de mais de 50 toneladas é impulsionada por motores Twin MAN V12, com potência entre 1 400 e 1 650 hp.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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A Yacht Harbor Association (TYHA) anunciou que Yalikavak Marina, na Turquia, recebeu 5 credenciamentos Gold Anchor Platinum, o mais alto nível do esquema Gold Anchor, que distingue a marina como uma das melhores do mundo.
O credenciamento visa reconhecer um pequeno número de marinas no mundo que atendem “os clientes mais exigentes que esperam os mais altos níveis de instalações, infraestrutura e atendimento ao cliente”.
Yalikavak Marina é uma marina para superiates com serviço completo, localizada na Baía de Yalikavak, na costa do Mar Egeu da Turquia, ao norte da península de Bodrum. Ela é a primeira na Turquia a receber o prestigioso credenciamento 5 Gold Anchor Platinum.
A marina oferece 620 vagas para iates e cruzeiros de todos os tamanhos. Super e megaiates de até 140 metros são todos ancorados no Med, com acesso direto a uma avenida circular repleta de boutiques sofisticadas, lojas náuticas, bares, restaurantes e o luxuoso Yalikavak Beach Hotel.
O gerente geral da TYHA, Jon White, comentou: “Estou muito satisfeito em confirmar o prêmio para Yalikavak Marina e gostaria de parabenizar Deniz Alkatan e sua equipe da marina por esta conquista significativa”.
“Para atingir esse nível de credenciamento, Yalikavak Marina precisava atingir uma pontuação quase perfeita em cada um dos 89 critérios separados da Gold Anchor, cobrindo todas as áreas das operações da marina, com um foco particular no atendimento ao cliente. Também gostaria de agradecer aos avaliadores da âncora de ouro Mieke Vleugels e Murat Tuncer por seu profissionalismo na condução do processo de avaliação”, continuou.
A Yacht Harbor Association foi estabelecida para desenvolver a indústria de marinas, apoiando especificamente os membros da Marinha Britânica e os Membros Internacionais. Ele ajuda os usuários de barcos a encontrar marinas de boa qualidade e ajuda as empresas de marina a melhorar seus serviços e operar de acordo com padrões modernos e elevados.
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Pioneira no país na fabricação de produtos ecoeficientes, à base de plantas, para limpeza e conservação de barcos de fibra, a NautiSpecial está completando 25 anos de atividades, com muitas conquistas a comemorar. Nascida da inclinação do seu idealizador, Marcelo Huertas, para a defesa do meio ambiente e conservação das embarcações, a empresa surgiu pequena, mas ao longo dos anos se consolidou no mercado, pela qualidade de seus produtos, com destaque para os itens da linha verde, que usa componentes naturais na sua formulação, em vez de minerais.
“Temos o orgulho de oferecer o melhor dos produtos ecoefecientes para limpeza de embarcações com distribuição para todo o Brasil”, conta Marcelo Huertas.
A cabine do seu barco cheira a mofo? O banheiro tem aromas de esgoto? Os vidros estão manchados? Sem problema. Do flybridge ao porão, não há nada da lancha ou do veleiro que a linha de produtos da NautiSpecial não resolva, muitos dos quais sem o uso de ingredientes químicos que causam poluição ao serem despejados na água após a limpeza. São vários itens na linha verde, com fórmulas exclusivas, que produzem um impacto ambiental mínimo.
“Cada vez mais, nosso foco é meio ambiente, com o desenvolvimento de produtos de limpeza à base de ingrediente 100% naturais e sustentáveis”, diz o empresário. Que acrescenta: “Nosso objetivo é causar o mínimo impacto possível ao meio ambiente com os produtos NautiSpecial. Não basta produzir um produto que limpa, seja barato, tenha um rótulo de barquinho, mas polui. Nossa missão e desenvolver produtos de limpeza ecoeficientes, que limpam, não poluam e ofereçam o melhor custo”.
Além dos treinamentos de capacitação que dá aos marinheiros de seus clientes, Marcelo é mito conhecido no meio náutico por conta da estratégia que adotou para divulgar e vender seus produtos: dirigindo pelo país seu motorhome Mercedes Sprinter.
A bordo de sua van, ele é figurinha carimbada em boa parte das marinas e lojas náuticas brasileiras, de Vitória a Porto Alegre, sempre divulgando itens ecoeficientes para limpeza e conservação de lanchas, veleiros e jets.
“Nessas viagens, explico como usar nossos produtos de forma eficiente, sem causar danos ao meio ambiente”, conta Marcelo, que, sem deixar de ser empreendedor, encara seu trabalho como missão. “Ao mesmo tempo que vendo o meu peixe, aproveito para promover noções de sustentabilidade e educação ambiental, principalmente aos marinheiros e colaboradores das marinas”, garante.
“É a forma que encontrei para dividir conhecimento, em troca da preservação e de cuidados com a flora e a fauna marinhas brasileiras”, explica Marcelo, que compartilhou sua alegria pelo 25º aniversário da NautiSpecial interagindo com seus clientes e amigos no Instagram, cada vez mais, uma poderosa ferramenta de marketing digital.
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A Marine Express, distribuidora de produtos náuticos para embarcações de esporte, lazer e comerciais, acaba de instalar o estabilizador giroscópico Seakeeper 5 em uma lancha Schaefer 510, ano 2020, que passou por refit no Iate Clube de Santos. Nem todo mundo sabe, mas a instalação do estabilizador em barcos usados a partir de 23 pés também é possível ser realizada. Basta o cliente contatar a equipe da Marine Express, representante oficial da Seakeeper no Brasil, e a empresa enviará um técnico especialista para avaliar os possíveis locais de instalação do equipamento e especificar o modelo mais adequado.
De acordo com Murilo Ferreira, engenheiro da Marine Express, para barcos de até 40 pés, a Seakeeper possui modelos que só utilizam energia DC dos bancos de bateria, ou seja, não depende de gerador ou energia de cais. Já para barcos acima de 40 pés, são disponibilizados os modelos AC, que dependem da energia do cais e gerador. “Como seu consumo é muito baixo, semelhante ao de um secador de cabelos, não é necessário trocar o gerador para um de maior potência, o que facilita a mão de obra e o reduz o valor investido pelo proprietário”, afirma Murilo.
No caso da Schaefer 510, a primeira etapa do projeto foi viabilizar o acesso à praça de máquinas através da retirada da tampa localizada na praça de popa. O local selecionado para instalação do Seakeeper foi na longarina à frente dos motores e, dessa forma, foi necessário remover alguns equipamentos (bomba de porão, filtro racor e mangueiras) para posterior redistribuição.
A etapa seguinte foi o isolamento da área para preparação para lixamento da fibra para maior aderência dos reforços estruturais. Na sequência, foi instalado um gabarito de madeira para, então, ser feita a base em placas de aço inox de 15mm de espessura. Logo após essa etapa, foi feito o reforço da estrutura através de 7 camadas de tecido combinado triaxial e, então, o acabamento com pintura gelcoat. O processo seguiu com o içamento do Seakeeper, fixação na estrutura e ligações elétricas e hidráulicas, finalizando a instalação do equipamento.
Depois da instalação do equipamento feita, a lancha passou por testes na água pelo fabricante para medir a eficiência do equipamento, ou seja, o quanto o Seakeeper estabilizaria esse barco, e o resultado foi de 90% de estabilização nesta lancha, segundo o fabricante, levando em conta a medição de vento e ondas no dia da realização do teste.
O Seakeeper 5 foi projetado para eliminar até 95% do deslocamento do barco em barcos de até 20 toneladas e é totalmente interno, podendo ser instalado em praticamente qualquer lugar da embarcação. Para garantir que os padrões sejam atendidos, a marca desenvolveu um aplicativo para registrar os testes de mar, tanto para IOS quanto Android, o que permite aos donos do barco medir realmente a eficiência do que comprou. Para tal, basta acessar sua App Store e digitar Seakeeper, o aplicativo lhe guiará em como realizar o teste.
O encapsulamento a vácuo do equipamento permite que o volante gire cerca de três vezes mais rápido, reduz o peso do volante em dois terços e reduz pela metade os requisitos de energia. Além disso, como os componentes críticos (volante, rolamentos e motor) são vedados permanentemente no vácuo, eles ficam para sempre isolados do ambiente marinho.
O controle ativo do Seakeeper promete otimizar o torque do giroscópio, proporcionando mais desempenho. Ao contrário de um giroscópio controlado passivamente, que deve ser desligado nas condições mais adversas e/ou em velocidades mais altas, o modelo foi projetado para ser eficaz em todas as velocidades e pode ser usado em todas as condições do mar, de acordo com o fabricante.
O estabilizador pode ser controlado por um botão no novo visor de painel. A tela foi pensada para ser simples de usar e se integrar às unidades de painel existentes para um desempenho ideal.
A garantia padrão do Seakeeper é de 2 anos ou 2 mil horas de funcionamento, mas os clientes contam, agora, com um programa de extensão de garantia. O pacote Silver dá extensão de 2 anos de período (totalizando 4 anos e 2 mil horas); o Gold, extensão de 2 anos de período e mil horas de funcionamento (totalizando 4 anos e 3 mil horas); e o Platinum, extensão de 3 anos de período e 2 mil horas de funcionamento (totalizando 5 anos e 4 mil horas).
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O estúdio australiano de design Nick Stark Design acaba de divulgar seu conceito mais recente: o megaiate de 94 metros, batizado de Projeto Cristal, que impressiona com design diferenciado.
O Projeto Cristal foi nomeado após sua característica mais aparente: uma estrutura semelhante a um cristal, que envolve sua superestrutura.
Nick Stark contou que a intenção era “criar uma estética que fosse comemorativa. As linhas fluem para cima e para baixo, elevando o olhar e também orientando-o para o que nos rodeia: as pessoas, a comunidade e o meio ambiente”.
O design de casco, definido por muitos como um verdadeiro exemplo de elegância, foi implementado para otimizar sua hidrodinâmica. No lugar das tradicionais cúpulas de satélite, o barco apresenta um sistema de antena, que se integra às suas linhas externas.
As considerações ambientais também foram fundamentais para o design do Projeto Cristal. O modelo apresenta hélices de passo controlável, um casco otimizado, sistemas de propulsão híbridos e arranjos de envidraçamento, que minimizam o ganho solar.
O megaiate apresenta um heliporto no convés de proa, bem como três piscinas separadas a bordo, dentre elas, uma jacuzzi privativa no convés do proprietário.
As outras duas consistem em uma piscina aquecida com piso envidraçado e uma piscina no convés de popa. O piso envidraçado da piscina oferece um efeito difeenciado aos aposentos do proprietário, localizados abaixo.
O designer ainda completa: “A sensação de santuário é fundamental para o design — nosso objetivo é criar um espaço seguro e relaxante, que seja bonito de se abordar e de experimentar a bordo”.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Junho é um mês especial para a Nova Zelândia. No dia 5, foi comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e no dia 8, o Dia Mundial dos Oceanos. E ambas as datas combinam perfeitamente com os espíritos de preservação e sustentabilidade exercidos no país. Atualmente, há um esforço conjunto liderado pelo governo para integrar a sensibilização ambiental a muitos aspectos da cultura do país: vida cotidiana, negócios, sociedade, economia, turismo e outros.
O conceito da cultura Maori (advinda dos primeiros habitantes da Nova Zelândia, povos indígenas originários da Polinésia) de ‘kaitiakitanga’ é fundamental para que a sustentabilidade seja pilar no cotidiano neozelandês. Os nascidos no país acreditam que são guardiões da terra para as gerações futuras e que seu dever é cuidar e protegê-la.
Não faltam números para comprovar as iniciativas em torno da preservação do meio ambiente: cerca de um terço das terras (33,4%) da Nova Zelândia são legalmente protegidas e gerenciadas pelo Departamento Nacional de Conservação.
As águas do país – cercado pelo Oceano Pacífico e pelo Mar da Tasmânia- são igualmente conservadas. O Parque Nacional de Milford Sound, um imponente fiorde na Ilha Sul, guarda um dos ambientes marinhos mais intocados do mundo, acima e abaixo da superfície de água. Além desta maravilha da natureza, existem outros 13 espetaculares e preservados fiordes (entradas de mar entre montanhas) espalhados pelo território neozelândes.
Em 2018, em colaboração com parceiros dos setores público e privado, o Turismo da Nova Zelândia estreou a Promessa Tiaki, iniciativa pela qual viajantes internacionais e domésticos são convidados a conhecer o país de uma forma que garanta a segurança de todos, protegendo o meio ambiente, respeitando a cultura local e preservando o país para gerações futuras.
A Promessa Tiaki, em sua totalidade, descreve o que viajantes e turistas podem fazer para cuidar da Nova Zelândia, viajar com segurança e agir como guardiões de terras, cursos d’água, animais e oceanos do país.
Com o propósito de pensar em iniciativas sustentáveis para o setor de turismo, recentemente o governo estabeleceu uma força tarefa por meio de uma parceria público-privada independente. A ideia é mapear as mudanças que a Nova Zelândia pode fazer em seu sistema de turismo, enriquecendo o país, seus habitantes e seus visitantes. A grande meta é fazer com que o país seja a maior referência do mundo em turismo sustentável e detentor de rigorosas políticas de preservação.
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A Federação Internacional de Vela, World Sailing, divulgou que o Conselho Executivo do Comitê Olímpico Internacional (COI) aprovou o Kiteboard Masculino e Feminino (Formula Kite) para as competições olímpicas de vela nos Jogos de Paris em 2024.
As provas de Kite substituirão os eventos de Kiteboard Misto a Corrida Offshore Mista que haviam sido selecionadas para os jogos, mas precisaram ser revistas devido aos desafios que trariam para sua realização, como segurança, complexidade e custos.
A decisão foi tomada na reunião do Conselho Executivo do COI, na última quinta-feira (10), em Lausanne (Suíça), seguindo uma recomendação da Comissão do Programa do COI.
”O Kiteboarding Feminino e Masculino trará grandes oportunidades em termos de universalidade, desenvolvendo a vela feminina e o apelo da mídia para esses eventos emocionantes. Esperamos, agora, apoiar nossos atletas na jornada para o Paris 2024 e apresentar o esporte nas belas águas da Marselhesa, no sul da França”, afirmou David Graham, CEO da World Sailing.
O presidente Quanhai Li disse: “A comunidade da World Sailing teve tempo limitado para decidir sobre o evento alternativo a ser considerado pelo COI. Gostaria de agradecer ao nosso Conselho, às Autoridades Nacionais, ao meu Conselho de Diretores e à gerência por seus grandes esforços para garantir que tivéssemos um evento alternativo decidido democraticamente em um curto espaço de tempo. Agradeço também ao COI por seu apoio no processo”.
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A NX Boats acaba de realizar um envio triplo em menos de uma semana. O estaleiro pernambucano está exportando a primeira unidade de sua lancha de 40 pés com hardtop para os Estados Unidos e outras duas unidades estão indo para a Suíça e para a Turquia.
Apresentada no São Paulo Boat Show 2019, a NX400 HT Horizon traz amplas áreas de cockipt e plataforma de popa, além de opção de porta de vidro de três folhas entre o salão e a praça de popa (criando dois ambientes distintos, um ao ar livre e outro climatizado). Conta, ainda, com itens de conforto como cervejeira (espécie de frigobar) e tv com lift de acionamento elétrico.
A NX400 HT tem capacidade para seis pessoas em pernoite, em um camarote fechado na meia-nau com cama king-size, outra camarote na proa e um sofá que vira cama. A altura na cabine chega a 2,00 metros, com 1,90m no banheiro, que tem box fechado de acrílico.
A cozinha conta com opcionais como fogão (cooktop), micro-ondas, frigobar, tv e ar-condicionado. Seu teto solar (o chamado hard-top, item de série) cobre boa parte do cockpit. Opcionalmente, o estaleiro oferece um toldo elétrico do tipo stobag para cobrir a plataforma de popa. Na motorização, 2 x 270 hp diesel Mercury.
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Se o intuito do Grupo Ferretti é manter a tradição náutica com a Custom Line, o estaleiro não deixou a desejar. Isso porque o Navetta 30 foi lançado com uma proposta principal: enfatizar a navegação através de um estilo atemporal.
A nova Custom Line Navetta 30 cumpre esse objetivo ao mesmo tempo que consegue trazer modernidade para a linha. Para isso, o estaleiro contou com as linhas exteriores de Filippi Salvetti e interiores de Antonio Citterio Patricia Viel.
Ao revisitar materiais como madeira, couro e corda, bem como uma paleta de cores tradicional (de azuis e marrons e adicionando um toque de sua autoria), o resultado foi uma alternativa moderna para os usos monocromáticos de vidro e aço.
Além da ênfase na navegação, a embarcação oferece amplos espaços de socialização com vistas do exterior, graças às amplas janelas panorâmicas e orientação cuidadosa dos móveis baixos e independentes.
O requintado convés com sofá de teca e linho, corrimões de corda e bar voltado para o convés de proa no lugar de solários e banheiras de hidromassagem usuais é um destaque.
O layout segue as convenções, colocando o salão, a cozinha e a suíte do proprietário no convés principal com a área de jantar, o sky lounge e fly no convés superior.
Os quatro camarotes de hóspedes estão à meia-nau, no convés inferior, com a área da tripulação à frente e a casa de máquinas e a garagem à ré.
O modelo é equipado com motores de 800 a 1 200 hp.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Seu barco tem banheiro? Então, também deveria ter como tratar ou guardar os dejetos. Não é a melhor coisa os dejetos do banheiro do seu barco diretamente na água, mesmo sendo algo pequeno e facilmente absorvido pelo mar, é melhor se não precisa ser assim!
O que nunca se deve fazer é liberar esgoto perto da costa, onde as correntes não têm como dissipá-los adequadamente.
O correto é armazenar todo o esgoto e levá-lo para terra firme ou, melhor ainda, tratá-lo a bordo do próprio barco, eliminando assim as, digamos, “sujeiras” antes de descartá-las na água.
Complicado demais? Que nada! Já há no mercado náutico vários sistemas (com ou sem tratamento de dejetos a bordo), que, se bem utilizados, são exemplos de educação e civilidade e não agridem em nada o meio ambiente. Pelo contrário, o protegem.
Vai ajudar muito quando as marinas estiverem certificadas Bandeira Azul, por exemplo, e isso significa que há sistema de retirada (coleta) de dejetos dos tanques de contenção dos barcos (caixas negras).
Três soluções para um velho problema:
Vaso químico portátil
A água da descarga fica armazenada ao redor da própria bacia, que se comunica com um tanque de contenção, que, por sua vez, contém um produto que transforma detritos sólidos em líquidos. Ao final do passeio, é só retirar esse tanque e esvaziá-lo no banheiro da marina mesmo.
Vantagens: não precisa de instalação nem faz furos no casco, além de custar pouco.
Desvantagens: o tanque comporta poucos litros e pode não servir para viagens mais longas.
Quanto custa? Cerca de R$ 700 o modelo Ecocamp, da Nautika, para 20 litros.
Tanque de contenção fixo
Os dejetos ficam armazenados em um tanque até serem sugados para o esgoto da marina (por meio de uma bomba ainda rara no Brasil) ou despejados longe da costa, ou seja, a mais de três milhas do litoral. Exige um respiro para a troca de ar e usa substâncias desodorizantes e aceleradoras da degradação dos detritos sólidos.
Vantagens: tem vários tamanhos, de 11 a 100 litros, de acordo com o barco.
Desvantagens: exige energia elétrica, instalação adequada e manutenção.
Quanto custa? Cerca de R$ 11 000 o da marca Jabsco, com capacidade para 28 litros.
Tanque com tratamento de esgoto
Ecologicamente, é o mais correto de todos. O mesmo tanque contém uma miniestação de purificação do esgoto, na qual os detritos são decompostos e filtrados até que a água restante se torne adequada para ser despejada no mar. Também exige um respiro e a adição periódica de substâncias para decompor os dejetos e evitar mau cheiro.
Vantagens: tem diversos tamanhos e, principalmente, não polui a água.
Desvantagens: também exige energia elétrica, instalação adequada e manutenção.
Quanto custa? R$ 3 500 um modelo pequeno, da Kälte-Tec, para 12,5 litros ou quatro pessoas.
Embora corriqueiro, o cheiro estranho que costuma assolar os banheiros de alguns barcos não deve ser aceito como algo normal. Veja aqui de onde ele pode estar vindo
As mangueiras podem não ser próprias para esgoto, sendo, portanto, permeáveis aos gases do tanque de contenção.
Pode haver algum vazamento nas mangueiras ou conexões. Mesmo que pequeno, ele gera um fedor intenso.
O tanque de contenção pode ter sido instalado em um nível acima do vaso sanitário, deixando parte do seu conteúdo retornar. Cheque a válvula de não-retorno.
A saída do respiro do tanque de contenção pode estar jogando o ar de volta para dentro do barco, o que é bem frequente.
Se você usar água do mar na descarga, o mau cheiro pode vir dos microrganismos mortos dentro do encanamento.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O Brasil chega com chances de medalhas aos dois principais torneios internacionais de vela nas próximas semanas. A equipe nacional, formada por atletas de 12 a 15 anos de idade, disputará os campeonatos Europeu e Mundial da Classe Optimist – a porta de entrada da vela, onde campeões olímpicos como Robert Scheidt, Martine Grael e Kahena Kunze iniciaram suas carreiras.
O Campeonato Europeu acontece de 20 a 27 de junho, em Cadiz, na Espanha. É o segundo evento mais importante da classe Optimist. Em 2019, o Brasil foi vice-campeão com Fernando Menezes. Em 2021, terá um time promissor, formado por quatro velejadores. As maiores chances estão com Arthur Back do Rio de Janeiro, de 12 anos, campeão brasileiro infantil de 2021.
Já o Campeonato Mundial, será realizado de 30 de junho a 10 de julho em Garda, Itália, local onde hoje mora o brasileiro Robert Scheidt, ganhador de 5 medalhas olímpicas. É o torneio mais importante da vela sub-16. O Brasil venceu a competição por equipes na última edição e busca o bicampeonato. Os destaques são Lucas Freitas (atual campeão brasileiro), Alex Kuhl, Eduardo Zeitone e Luiz Felipe Giagio – esses dois últimos campeões brasileiros por equipe.
Além deles, o time tem Douglas Said, de 14 anos, garoto de origem humilde que teve sua vida transformada pelo esporte. Vindo de uma comunidade carente de Ilhabela, começou a velejar em um projeto social e hoje está na equipe principal do Brasil.
A tradição brasileira na vela já revela sinais de continuidade com atletas como a carioca Gabriela Berlinsky, de 14 anos, 3ª colocada (feminino) no Campeonato Norte-Americano, realizado semana retrasada, com dezenas de representantes de EUA, Canadá, México e outros países.
Além de Gabriela, o fluminense Lucas Freitas, de 13 anos, se destacou semana passada ao levar a medalha de ouro no Torneio de Vilamoura, em Portugal, evento preparatório para os países que participarão do Mundial, mês que vem.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Um mergulhador sobreviveu nos Estados Unidos após ser abocanhado por uma baleia. Michael Packard é pescador profissional de lagostas e estava mergulhando a trabalho quando foi parar na boca de uma baleia jubarte na costa de Cape Cod, em Massachusetts, na sexta-feira (11).
Inicialmente, ele achou que estava sendo vítima de um ataque de um tubarão, já que tudo aconteceu muito rápido. “De repente senti esse tranco e tudo ficou escuro”, disse em entrevista às televisões norte-americanas.
Ele percebeu o engano ao notar que não estava sentindo dores e não havia nenhum dente perfurando sua pele. Foi quando entendeu o que estava acontecendo.
Packard, de 56 anos, imaginou, então, que seria engolido e que iria morrer. Ele disse que pensou em sua família, especialmente em seu filho, mas que logo a baleia emergiu, chacoalhou a cabeça e o cuspiu. Ele foi resgatado por seus colegas de trabalho, que estavam em um barco nas proximidades.
Ele estima ter passado de 30 a 40 segundos dentro da boca do animal, onde conseguiu respirar graças ao seu tanque de oxigênio.
O mergulhador foi levado a um hospital, com ferimentos relativamente leves. “Tive um joelho deslocado e apenas danos nos tecidos moles das minhas pernas. Também fiquei com medo de ter sofrido uma lesão de mergulho por ter subido muito rápido ou uma embolia, mas está tudo bem. O médico disse que estou bem”, explicou.
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Comemorando o Dia dos Oceanos e a Semana do Meio Ambiente, o projeto Limpeza dos Mares retornou, neste domingo (13), ao local onde tudo começou e que sediou diversas das 24 etapas realizadas até agora: a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo. Com a ação, o projeto chegou à marca de 106,2 toneladas retiradas do fundo do mar, praias e costões.
“Foi impressionante o número de plástico encontrado no costão do Saco do Capim, além de lixos no fundo do mar. Foram 235 garrafas pet, 11 galões, 2 contêineres grandes de lixo urbano, três bolas, uma garrafa térmica de café, chinelos, sapatos, botas, espumas, resto de barco, baldes, cinco redes de pesca, bonecas, isopor, parafuso e outros. Totalizando mais de meia tonelada de lixo”, conta Michele Castilho, diretora da Acatmar, realizadora da iniciativa.
Devido à pandemia, a embarcação do projeto foi com a metade da sua capacidade – no total, 30 voluntários entre mergulhadores e demais pessoas fizeram sua parte. A etapa também teve a participação de embarcação da Marinha do Brasil e do ICMBio.
O Limpeza dos Mares também contempla um sério programa de conscientização sobre a preservação. “Em todo esse tempo também escolhemos as escolas para palestras e ações junto às crianças, garantindo um futuro mais sustentável”, conta Michele.
“Se cada um fizer a sua parte, teremos condições melhores em breve. Nosso apoio vai além do patrocínio, pois estamos engajados com colaboradores da rede atuando como voluntários”, explica Leandro Hommerding, gerente regional de marketing do Fort Atacadista, patrocinador do Limpeza dos Mares.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro britânico Sunseeker Yachts divulgou uma novidade: a marca está com um remake do Sunseeker 90 Ocean. O iate a motor de 27,1 metros apresenta um volume 20% maior em relação aos seus antecessores, de acordo com o fabricante.
O primeiro casco do Sunseeker 90 Ocean, batizado de Quid Nunc, foi exposto no Palma Superyacht Show, na última semana. O Diretor de Vendas da Sunseeker, Sean Robertson, não perdeu tempo e aproveitou o evento para contar algumas novidades dos designs mais recentes do estaleiro.
Para começar, o Sunseeker 90 Ocean é construído com um casco e superestrutura GRP, e sua arquitetura naval, estilo interno e externo são projetados pela divisão de construção do próprio estaleiro Sunseeker.
As linhas externas do iate foram modificadas para aumentar o volume e o espaço a bordo. Esta modificação exterior também permite que o clube de praia se torne um espaço amplo, de 6×4 metros, criando um ambiente para socializar e desfrutar do tempo perto da água.
A área ainda conta com uma churrasqueira embutida, espreguiçadeiras que podem ser operadas eletricamente (que permitem ao hóspede escolher ficar de frente para a área de assento do cockpit ou abaixar para ficar de frente para o clube de praia traseiro), e acesso ao mar.
Na área mais à proa, o modelo apresenta solários com encostos ajustáveis, poltronas e mesas laterais para bebidas. No final do dia, os hóspedes têm a opção de transformar este deck em um cinema ao ar livre com projetor a laser e tela de 140 polegadas.
A área de convés da garagem é equipada com uma grande plataforma hidráulica, para segurar e lançar seus vários brinquedos — incluindo jets. Para isso, a porta da garagem também ganhou updates, com um projeto que maximiza o espaço e armazenamento.
O flybridge foi outro que chamou atenção no Palma Superyacht Show por ser excepcionalmente espaçoso, principalmente em comparação com iates de tamanho semelhante. Os proprietários também podem optar por integrar uma piscina para complementar os assentos em forma de U, além de cobertura.
As outras especificações do fly incluem um aparador com uma segunda churrasqueira, bar com uma máquina de fazer gelo e uma geladeira. Os corrimãos são cobertos em teca com vidros abaixo para garantir vistas panorâmicas ininterruptas.
A embarcação foi equipada com teto rígido de fibra de carbono, cobertura retrátil para fornecer sombra ou luz e a possibilidade dos proprietários escolherem entre um espaço para refeições ao ar livre no local ou um ambiente plano aberto.
Já no interior, o Sunseeker 90 Ocean usa materiais que proporcionam uma estética elegante e moderna. O salão principal tem comprimento de 8,8 metros, chaise a bombordo, janelas do chão ao teto que proporcionam entrada de mais luz natural e portas de correr. Uma área de jantar para até oito convidados pode ser posicionada a bombordo ou estibordo.
O número de hóspedes varia entre 8 e 10 convidados, divididos em 4 camarotes — uma suíte master que oferece vista panorâmica da janela de 2,5 metros e 3 camarotes para convidados.
Quanto ao desempenho, o Sunseeker 90 Ocean será movido por motores com potência de 3 800 hp.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Umidade? Só debaixo do casco! Se a umidade do ar dentro do barco ficar acima ou abaixo de certos limites, tende a afetar a saúde dos tripulantes. E, também, dos equipamentos.
O excesso de umidade a bordo dos barcos costuma causar manchas de bolor, cheiro de mofo e o aspecto de cabine mal cuidada. Mas isso é o de menos.
Bem mais sérios são as eventuais reações alérgicas que a umidade pode causar nas pessoas e os problemas no funcionamento dos equipamentos do barco. Exagero? Então, confira as respostas para as dúvidas mais comuns sobre o assunto.
1. Qual o melhor índice de umidade do ar para o conforto das pessoas na cabine de um barco?
Uma umidade relativa do ar (UR) entre 40% e 70% é ideal para o ser humano. Abaixo de 40%, pode provocar problemas no sistema respiratório. Acima de 70%, leva à sensação de “abafamento”, o que é mais frequente nos barcos.
Neste caso, a temperatura corporal diminui e o organismo passa a gerar mais transpiração, aumentando a sensação de desconforto.
2. O que, afinal, a UR mede?
A UR indica quanto de vapor de água está no ar. Ela tem de ser calculada para cada temperatura específica. Quanto mais quente o ar, mais vapor de água pode estar misturado nele.
Com uma UR de 100%, começa a condensação do vapor, formando aquele “suor” sobre os objetos ou uma espécie de névoa. Isso ocorre tanto quando há calor demais quanto frio demasiado.
Por exemplo: num calorão de 30 graus Celsius, se houver 26 gramas de vapor de água misturado a 1 quilo de ar, a UR atingirá 100%. Já num frio de 10 graus, ela chegará a este índice com apenas 8 gramas de vapor.
3. Usar o ar-refrigerado diminui a umidade relativa do ar na cabine?
Sim, e muito. Quando o ar da cabine estiver a 30 graus e com uma UR de 80%, haverá 21 gramas de vapor por quilo de ar. Mas, tão logo este ar passe por aparelhos de ar-refrigerado, diminuirá para 10 graus.
Como, nesta nova temperatura, só pode haver 8 gramas de vapor de água, 13 gramas de vapor irão se condensar dentro do aparelho e sair pelo dreno. Ou seja, cada vez que for filtrado pelo ar-refrigerado, o ar perde parte substanciosa da sua umidade.
4. A umidade relativa do ar também pode prejudicar os equipamentos?
Sim. E bastante. Quando a umidade está elevada, pode provocar a condensação do vapor de água no interior dos equipamentos, causando curtos-circuitos, mal-contato ou correntes de fuga, que são capazes de levar a danos irreversíveis.
Os equipamentos mais sensíveis a esses efeitos são aqueles não previstos para uso náutico, como tv, dvd, blu-ray e micro-ondas. Já o oposto, ou seja, a UR baixa demais, tende a causar o acúmulo de eletricidade estática no corpo humano (aquela que nos faz tomar “choques” ao encostar em algo) e, se ela for descarregada num equipamento, poderá danificá-lo seriamente.
5. Esterilizadores e secadores de ar funcionam?
Esterilizadores não alteram a UR do ar. Só eliminam fungos, bactérias e resolvem o problema dos mofos e ácaros. Já os secadores podem, sim, operar como os ar-refrigerados, fazendo o ar passar por compostos químicos que absorvem a umidade.
Alguns destes compostos têm um prazo de validade. Outros, como a sílica gel, contam com a vantagem de serem reaproveitados, por meio de um aquecimento, que elimina a água absorvida.
6. Proteger os equipamentos com capas plásticas ajuda contra os efeitos da umidade?
Depende. Para se ter uma proteção realmente eficaz contra a umidade do ar, a capa deve impedir qualquer circulação de ar no equipamento. Se isolar o aparelho apenas parcialmente, pode ter o efeito contrário, por acumular ainda mais umidade e impedir que o ar exterior, mais “seco” que dentro, passe por ele. Se não tiver certeza se a capa é realmente estanque, melhor não cobrir os equipamentos.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro gaúcho Tethys Yachts acaba de anunciar mais um modelo em sua produção. Trata-se da Tethys 35HT, uma lancha que foi projetada para unir esportividade, desempenho e conforto em passeios e pernoites com a família e os amigos.
Alexsandro Ferreira, presidente do estaleiro, destaca o sucesso do modelo recém divulgado nas redes sociais da marca: “Já são três unidades vendidas, uma no Brasil, para o estado de Minas Gerais, e mais duas que serão exportadas para Estados Unidos e Europa.”
Segundo o estaleiro, todos os detalhes foram pensado prezando a seleção de excelentes equipamentos e o amplo espaço de cockpit com pé-direito de 1,98 m de altura. Com 35 pés, a embarcação pode levar 13 passageiros, além do piloto, de dia, e possui dois camarotes para pernoite. A lancha poderá ser equipada com motorização de centro-rabeta ou de popa.
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A Yamaha Motor Europe firmou uma nova parceria de 5 anos com o estaleiro ucraniano de barcos de pesca Finval Boats, que terá toa sua frota de exportação equipada exclusivamente com motores de popa Yamaha até 2026.
A Finval foi fundada em 2008, em Kiev, e constrói barcos de pesca de alumínio com garantia de casco de 10 anos, destinados às pessoas que gostam de explorar e praticar esportes náuticos.
Fabrice Lacoume, Diretor Marítimo da Yamaha Motor Europe explica: “Finval constrói barcos de pesca esportivos rápidos que oferecem um nível extra de luxo e conforto sem comprometer o respeito arraigado pela resistência e durabilidade. Na Yamaha Motor, temos o compromisso de capacitar o cliente, aplicando novas inovações tecnológicas na busca direta de uma melhor experiência na água. Com Finval, seus clientes são nossos clientes, e seus valores compartilham uma sobreposição muito prática com os nossos – e isso é algo com que nos sentimos muito confortáveis na Yamaha”.
Fundada em 1955, a Yamaha Motor projeta, desenvolve e constrói produtos e passou mais de 60 anos combinando inovação em engenharia na busca da sensação de profunda satisfação e empolgação que você obtém quando encontra o excepcional.
Motivados para melhorar a experiência do cliente, os motores de popa da Yamaha combinam leveza e durabilidade. Distribuída em cerca de 180 países em todo o mundo, a linha atual oferece um amplo espectro de opções de motores de popa quatro tempos, desde o XTO 425hp V8 da linha de produtos Premium até o modelo de 2,5hp da linha portátil.
Além dos motores de popa de 80 hp, 70 hp e 60 hp do segmento de potência média, esses motores de popa incluirão modelos de alta potência de 200 hp a 90 hp, bem como o V6 de 300 hp, da linha Premium. Tendo feito sua estreia na Europa em setembro de 2020, a linha VMAX SHO da Yamaha também deve ser relevante para os clientes Finval.
A busca da Yamaha por inovações de motor que afetam diretamente a experiência do usuário também será a chave para os clientes Finval de várias outras maneiras. O premiado sistema Helm Master EX (HMEX), por exemplo, permitirá aos proprietários de barcos Finval de 5,5 m e acima, desfrutar de um controle de joystick altamente refinado, bem como manter uma posição em um local de pesca favorito.
A frota atual da Finval compreende 10 barcos de 4,5 a 6,5 metros de comprimento, em quatro linhas de produtos principais: o Rangy; Evo; Sport Angler; e linhas FishPro. Embora cada um deles vise uma atividade sutilmente diferente, todos eles são projetados para validar a confiança do cliente, colocando a navegabilidade, resistência e conforto em primeiro lugar.
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A 48ª edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela está confirmada para o período 24 a 31 de julho de 2021, no Yacht Club de Ilhabela (YCI), no litoral norte paulista. O grande encontro da modalidade terá as principais classes de vela oceânica como a ORC, RGS, Bico de Proa, Clássicos, C30 e HPE25.
”Não medimos esforços para realizar a 48ª edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela. Vamos içar as velas com responsabilidade redobrada. Vamos trabalhar juntos para garantir a segurança de atletas, organizadores e principalmente dos moradores de Ilhabela”, disse Alex Costa Pereira, comodoro do Yacht Club de Ilhabela.
O evento também terá regatas virtuais, como no ano passado. As provas organizadas pelo YCI em parceria com a Prefeitura Municipal de Ilhabela atenderão a todos os protocolos de segurança oficiais relacionados ao COVID-19. Uma das novidades para 2021 é a exigência de teste de PCR com 72 horas de antecedência para o credenciamento.
“A realização deste evento é de suma importância para a nossa cidade, assim como a Semana de Monotipos, que por diversas vezes consagrou diversos campeões nacionais e mundiais, sempre fomentando a náutica em nossa região e município. Estamos confiantes de que realizaremos uma ótima Semana da Vela e de Monotipos” disse Toninho Colucci, prefeito de Ilhabela.
A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é parceira histórica da Prefeitura Municipal de Ilhabela na realização das regatas, que atraem mais de 100 embarcações de vários tipos e tamanhos, atletas olímpicos, profissionais e principalmente amadores, além de movimentar a economia local nas férias de inverno. Antes do evento, de 16 a 18 de julho, ocorre a Semana de Monotipos, que conta com barcos de classes olímpicas, pan-americanas e da vela jovem.
Para o medalhista olímpico e campeão mundial Lars Grael, este é o evento mais importante da vela nacional. “Conquistar esse título passou a ser motivo de orgulho! Competição que coloca a vela no principal balneário do litoral Brasil, na belíssima Ilhabela, no canal de São Sebastião. Tem também participação de barcos e velejadores internacionais, medalhistas olímpicos e campeões mundiais, então, é um evento que todos têm como referência. Todo mês de julho me dá uma vontade imensa de estar lá”, afirmou Grael.
A competição volta a ser disputada no Canal de São Sebastião depois de dois anos. Na temporada passada, ocorreu a edição virtual de 2020 com o aplicativo Virtual Regatta e o Talks, série de palestras online sobre o mundo do mar. Já a última regata presencial, foi realizada em 2019 com mais de 120 veleiros de todo o País e nações vizinhas.
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Se o seu barco está parado, mas você pretende usá-lo em pouco tempo, não espere mais para fazer a revisão: o perigo é maior do que você imagina.
Caso o seu barco tenha ficado mais parado do que navegando, ou se você pretende usá-lo pra valer nas próximas férias, aceite a nossa sugestão: não espere a semana da sua viagem chegar para fazer aquela completa e necessária revisão.
Ao contrário, o momento certo para isso é pouco antes das altas temporadas, quando existe disponibilidade de mão de obra tanto nas marinas quanto nas oficinas náuticas. Assim sendo, o que levaria um mês ou mais de reparos durante as épocas de maior procura, pode ser resolvido em apenas uma ou duas semanas, se feito antes.
Além do mais, se deixar para levar o barco aos mecânicos só às vésperas das férias, você, além de correr o risco de ficar na mão, certamente pagará mais caro pelos mesmos serviços, porque as oficinas náuticas costumam ficar lotadas nesses períodos e, como não precisam de novos clientes, podem cobrar mais, pelo “custo da demanda”.
Ou seja, a antecipação da revisão implica também em alívio para o bolso.
Além disso, com a manutenção antecipada, é possível programar direitinho o prazo no qual o barco ficará parado, sem prejudicar seus passeios futuros nem correr o risco de perder as férias de verão.
Como um bônus, você ainda consegue fazer tudo com calma, o que também representa fazer benfeito. E o melhor: sobra tempo para (se for o caso) pesquisar melhor a compra de peças, especialmente se elas forem importadas, o que demanda mais tempo para os consertos.
Também os preços da mão de obra são bem melhores nesta época do ano, quando o movimento não é grande. Já a partir de novembro, por exemplo, o prazo pedido pelas oficinas de serviços náuticos é quase sempre bem maior do que a ansiedade dos donos de barcos em voltar a usá-los.
Portanto, para não ficar a ver navios (da terra) em pleno mês de férias, comece a se mexer desde já. Não, não é tão cedo quanto parece.
O que você precisa fazer?
A manutenção mais frequente nos barcos que pouco navegam:
No caso de lanchas que ficam em vagas secas, ou seja, em galpões fora d’água, o mais importante é cuidar do motor. Dependendo do número de horas de uso dele, pode ser necessária uma simples revisão (troca de óleo e filtros) ou uma bem mais complexa, com limpeza e até troca dos bicos injetores.
A parte elétrica também merece especial atenção. Verifique luzes de navegação, bombas e acionamentos automáticos de porão, quadro de interruptores e fusíveis. Se tiver guincho a bordo, cheque o seu funcionamento.
Convém lubrificar todos os cabos de comando do volante e do motor, porque barco parado emperra rápido.
No caso de motores a diesel, é bastante conveniente mandar limpar também o tanque de combustível, porque o diesel marítimo comum costuma formar uma espécie de “borra” interna no tanque, após mais de dois meses parado.
Veleiros exigem ainda mais manutenção, especialmente nos estaiamentos do mastro, nas catracas (que devem ser desmontadas e lubrificadas) e nas ferragens, que se tiverem danos, devem ser substituídas logo.
Se o barco tiver banheiro e/ou motor de centro, confira o estado das válvulas do fundo do casco, bem como as mangueiras, abraçadeiras e os respiros do tanque de combustível.
É hora também de tirar eventuais trincas no casco e de um polimento geral no gelcoat.
No caso de barcos que ficam na água, será preciso limpar e pintar o fundo do casco. Além disso, aproveite para fazer a troca dos anodos de sacrifício do motor e verificar se há empeno nos eixos ou danos nos hélices.
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Após cinco dias, a última etapa da 14ª Regata de Superiates Loro Piana, na Itália, organizada pelo Yacht Club Costa Smeralda, chegou ao fim. O Diretor de Corrida Principal, Peter Craig, deu a largada para a divisão Multicascos pela primeira vez no evento, no dia 1º de junho.
Com vento leste entre 8 e 10 nós ao longo dos dias de competição, ambas as divisões — Multicascos e Superiates — foram confrontadas em um percurso de cerca de 15 milhas, que os levou a contornar a ilhota Monaci.
Eles foram obrigados a deixar o farol, no porto da ilhota, para entrar no Golfo delle Saline, contornar a Secca di Tre Monti e, só então, seguir para a chegada em Porto Cervo, através do passe de Bisce.
A frota que participou do Southern Wind Rendezvous (uma outra regata), por sua vez, navegou até a baía de Cala di Volpe, onde ancorou para almoçar, antes de retornar à marina de Porto Cervo para a entrega de prêmios.
Na divisão de Superiates, o Missy, de 33 metros, levou a melhor para concluir o evento com um recorde perfeito de quatro vitórias.
O segundo lugar geral foi para o Swan 115 Shamanna, e o último lugar no pódio foi para o Wally Y3K. Já na divisão Multicascos, o líder do dia e o vencedor geral foi o Gunboat 68 Highland Fling. O segundo lugar geral foi para o HH66 R-Six, apenas um ponto à frente do time Allegra, que ficou em terceiro.
“Foram quatro dias fantásticos em termos de condições e de corrida”, comentou o Comodoro do YCCS, Michael Illbruck. “Os proprietários e velejadores ficaram muito felizes de estar aqui, e por estar de volta à vela navegando: um sinal muito positivo de reabertura para todos. Os meus agradecimentos também vão para todos os concorrentes, à comissão de regata, ao júri e à toda a equipe do YCCS por contribuírem para o sucesso deste evento”.
A temporada de corridas no YCCS continua com o primeiro Swan Sardinia Challenge — The Nations League, agendado de 21 a 26 de junho.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Assista novamente a estreia do programa LOUCOS POR BARCOS abaixo:
NÁUTICA apresentou mais uma novidade para você: a estreia do programa Loucos Por Barcos, um bate papo descontraído semanal e ao vivo sobre os temas náuticos mais pedidos pelos leitores e seguidores.
Nesses encontros vamos trazer sempre convidados especiais e o nosso especialista náutico, Guilherme Kodja, que comandará essa troca de informações com a possibilidade da interação em tempo real dos telespectadores.
No programa de abertura falamos sobre Manutenção: o que fazer e quando? E recebemos os #loucosporbarcos Marcio Dottori, Fred Paim e Christiano Sestini.
Se você tem alguma dúvida ou comentário, converse com a gente pelas redes sociais ou envie sua dúvida para [email protected].
Nos vemos todas as quartas no #LoucosPorBarcos!
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Uma instituição que tem como objetivo mitigar os impactos causados pelo descarte indevido dos resíduos plásticos no meio ambiente já transformou mais de 70 toneladas de lixo marinho em novos objetos. Desde 2002, a organização não governamental (ONG) é responsável por ativações ambientais de limpeza de praia, principalmente no litoral Sul e Sudeste do Brasil.
Por meio de logística reversa, a ECO Local Brasil realiza centenas de ações, entre coleta de resíduos nas praias, visitas a escolas para conscientização dos alunos e doação de objetos feitos com a matéria-prima reciclada – como quilhas de surf e brinquedos. Para isso, também conta com uma rede de projetos parceiros em todo o litoral Sul e Sudeste. Eles enviam os resíduos para a instituição, que os devolve em forma de matéria-prima transformada.
“O que nós entendemos, como ONG, é que não basta ficar apontando para o problema. É preciso também chegar com a solução. Por isso a gente encabeçou essa responsabilidade.” conta o fundador da ONG, Filipe Oliveira. “Nós entendemos que seria importante também sermos responsáveis pelo transporte e por dar um destino final àquilo que a gente coleta”.
Após 16 anos de atuação, em 2018, seus participantes entenderam que não bastava recolher, era preciso também tratar. Então, a ONG se reorganizou e criou também uma empresa na área de prestação de serviços para fazer o gerenciamento do material por categorias.
O plástico retirado das ações ambientais é transformado em pellets (grânulos) sustentáveis, com os quais as indústrias fabricam novos produtos plásticos, também conhecidas como indústrias de 3ª geração, as transformadoras. A empresa também produz seus próprios objetos, que vão desde bancos de praça e lixeiras até quilhas para pranchas de surf. É a única instituição na América Latina que transforma plástico dos oceanos em matéria-prima sustentável, segundo Oliveira.
Reciclagem em números
Em 2019, o Brasil reciclou 838 mil toneladas de plástico, um aumento de 10% em relação a 2018, segundo dados da pesquisa da reciclagem do Plástico, realizada anualmente pelo PICPlast. O estudo também mostra diminuição de 15,1% nas perdas do processo de reciclagem. Ainda que o país tenha avançado quando o assunto é reciclagem, há muito a ser feito.
Quilhas de prancha fabricadas com material reciclado, oriundo de redes de pesca, doadas para projetos de surf.
O Movimento Plástico Transforma, que tem como objetivo reforçar conceitos como consumo consciente, destinação correta dos resíduos, reciclagem de plásticos pós-consumo e transformação em novos produtos, avalia que é necessária uma adaptação da indústria e dos consumidores à nova realidade. Segundo a instituição, a pesquisa demonstra que os principais motivos de perda no processo da reciclagem são de contaminação da sucata por descuido no descarte e, também, por triagem desqualificada. Cerca de 45% dos materiais coletados são PET, material reciclável.
Ainda que grande parte dos resíduos plásticos descartados incorretamente no meio ambiente seja de produtos finais, como embalagens, a perda dos pellets pela indústria do plástico também é uma fonte de preocupação. Atenta a isso, a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) é licenciadora do Programa Pellet Zero no Brasil, do qual a Braskem é signatária. A iniciativa tem como objetivo prevenir a perda de pellets, matéria-prima usada para fabricar os produtos plásticos. Para o Movimento Plástico Transforma, a iniciativa é importante para mitigar a perda dos pellets no meio ambiente, já que é também responsabilidade da indústria do plástico seguir um cronograma focado em conceitos da economia circular. A recuperação desse material não só evita problemas ambientais como pode significar diminuição no custo de sua produção a longo prazo.
Pellets e a mobilização da cadeia do plástico
A ABIPLAST é licenciadora do programa ® desde 2014 e do Programa Pellet Zero aqui no Brasil desde o fim de 2019. A iniciativa consiste em evitar e conter vazamento de pellets (grânulos plásticos antes da transformação), os quais podem ser levados para córregos, rios e mares. A Braskem é signatária do PPZ pela Plastivida (também licenciadora) e já alcançou a última estrela do programa.
O PPZ-OCS® visa ao engajamento de todo o setor dos plásticos em uma ação contínua e eficaz de contenção dos pellets e demais formas de resina, evitando a contaminação dos corpos d’água e, consequentemente, do oceano.
No Brasil, existem 274 municípios ao longo de 8.500 km de costa, segundo o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar. Esses números ilustram o tamanho do desafio do combate ao lixo no mar. Trata-se de um problema complexo, que demanda uma nova postura de todos os setores da sociedade na execução de ações que sejam, ao mesmo tempo, desafiadoras, pragmáticas e viáveis.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Electric Sea Racing Limited (E1 Series – versão do mar da Formula E e da Extreme E) e o PIF (o Fundo de Investimento Público) selaram parceria e anunciaram campeonato mundial de lanchas elétricas em 2023. A novidade veio no mesmo dia do lançamento do novo design da lancha elétrica RaceBird.
RaceBird conta com design completamente novo e foi co-criado por Horne e Acampora após um extenso processo de validação. A inspiração veio da natureza e dos pássaros voando baixo sobre a água. O modelo possui um motor de popa, capota fechada para segurança e tecnologia de hidrofólio, que permitirá aos barcos subirem acima da superfície da água, visando arrasto mínimo e máxima eficiência energética.
Ser levantado acima das ondas não só melhora o desempenho, mas também promove uma corrida disputada e competitiva com uma esteira reduzida ao seguir um oponente. “Eles conseguiram desenvolver uma lancha inovadora com um design atraente e baseada em soluções práticas prontas para competir. Em breve, também anunciaremos nossos parceiros de trem de força e eletrônicos; estamos dentro do cronograma para entrar na água em breve”, contou Rodi Basso, cofundador e CEO da E1.
RaceBird foi pensadp para regatas e promete velocidades de até 50 nós com os pilotos demonstrando suas habilidades em circuitos estreitos e técnicos localizados perto da costa, no coração de áreas urbanas. Com o projeto agora validado, o RaceBird entrou na fase de produção com os engenheiros especialistas da Victory Marine concentrando seus esforços e recursos nos próximos meses na fabricação de uma frota completa de lanchas elétricas prontas para competições.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Dedique atenção especial ao equipamento de salvatagem, como bóias, foguetes e sinalizadores. Eles devem estar sempre em bom estado e na validade.
Luzes
Sempre que possível, teste o estado das luzes de navegação. É uma maneira de evitar acidentes noturnos.
Direção
Lubrificar o sistema de direção é fácil e ajuda a manter o volante sempre em bom estado.
Sanitários
Para não haver surpresas durante o passeio, dê descarga em todos eles para checar se funcionam.
Cunhos
A cada passeio, veja se os cunhos, amarradores e olhais de amarração não estão frouxos.
Gaiútas e vigias
Não tenha vergonha de jogar baldes de água sobre as gaiútas e vigias para testar se o vedamento está em bom estado.
Conexões
Cheque mangueiras, conexões e abraçadeiras. Se estiverem gastas ou com má aparência, troque-as imediatamente. Custam pouco, mas podem comprometer a segurança a bordo.
Limpe o porão você mesmo toda semana. Isso evita que a bomba de esgotamento entupa.
Casco
Não basta lavar com água doce. A presença de trincas, bolhas ou fissuras na pintura do fundo do casco pode indicar infiltrações.
Anodos
É fundamental troca-los a cada seis meses, para evitar que a corrosão se espalhe pelo seu barco.
Rotor
É uma das peças mais importantes do motor. Deve ser trocada, no máximo, a cada seis meses, sob o risco de superaquecer ou pifar o motor.
Baterias
Para que elas funcionem bem, faça uma inspeção nos terminais e conectores, pelo menos, a cada seis meses.
Filtros
Os filtros de água salgada e de combustível devem ser limpos, para evitar panes no motor.
Fiações elétricas
Verifique se a fiação está bem presa e se o quadro elétrico está em boas condições. Curtos-circuitos são uma das causas mais comuns de incêndios a bordo.
Cabine
Areje a cabine uma vez por semana, para evitar mau cheiro e mofo a bordo.
Âncora
As soldas da âncora, bem como o estado da sua corrente e o mecanismo de recolhimento, são itens de segurança e devem ser checados, pelo menos, a cada 15 dias.
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#LoucosPorBarcos estão sempre em dia com a manutenção da sua embarcação. Confira aqui o que você mesmo pode fazer ou controlar:
TODA SEMANA Você mesmo:
Checar as luzes de navegação para evitar acidentes à noite;
Limpar os filtros de água para evitar superaquecimento do motor;
Limpar o porão para tirar água e evitar entupimento da bomba;
Arejar a cabine para evitar mau cheiro e mofo a bordo;
TODO MÊS Você mesmo:
Polir as ferragens para evitar ferrugem e não desvalorizar o barco;
Verificar as pás do hélice para evitar perda de rendimento;
Verificar a bomba de porão. Se ela parar, o barco pode afundar;
A CADA SEIS MESES Você mesmo:
Trocar os anodos de sacrifício para evitar que a corrosão tome conta do seu barco;
Checar os conectores das baterias para evitar curtos e perda de condutividade;
Lubrificar os rolamentos da carreta. Se o rolamento travar, a roda pode soltar;
Lubrificar o sistema de direção para manter o volante sempre macio;
Lubrificar as fechaduras e dobradiças para aumentar vida útil de portas e armários;
Mecânico:
Lubrificar os cabos de aceleração para manter o acelerador sempre macio;
Trocar o filtro de ar do motor para evitar a perda de potência;
Trocar o filtro de combustível para não perder potência e não soltar muita fumaça;
Verificar a caixa de reversão. O óleo pode estar contaminado e o cabo, desregulado;
Trocar as velas de ignição do motor para não prejudicar partida e não danificar marcha lenta;
Trocar o rotor da bomba d’água. Se perder pressão, o motor pode superaquecer;
UMA VEZ POR ANO Você mesmo:
Limpar o tanque de combustível para não prejudicar os bicos injetores dos motores a diesel;
Pintar o fundo do casco para retirar cracas e melhorar desempenho. Pode ser feito por um pintor;
Testar a vedação das gaiutas para evitar vazamentos na cabine;
Verificar as válvulas do casco. Se elas vazarem, o barco pode afundar;
Checar os equipamentos de salvatagem para ver validades e funcionamento;
Verificar os extintores de incêndio para certificar que eles estão aptos a ser usados e evitar maiores danos;
Mecânico:
Trocar o óleo da rabeta para evitar a entrada de água no motor pelo retentor;
Trocar a mufla do motor para evitar o aquecimento dele;
Eletricista:
Verificar o estado das fiações para evitar curtos e panes elétricas.
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