Intech Boating e Regatta alinham planos para ampliação da rede de atendimento Sessa Marine

Por: Redação -
23/06/2021

Visando a excelência no atendimento, o estaleiro Intech Boating recebeu, na última semana, a visita da equipe de pós-venda da Regatta Yachs, representante da marca Sessa Marine em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Seguindo todos os protocolos de saúde e segurança que o momento pede, os presentes puderam participar de um treinamento sobre o programa Pit Stop e realizar uma reciclagem sobre o processo de entrega técnica. Eles ainda conheceram os setores do estaleiro e puderam acompanhar todas as fases de construção das embarcações até a sua finalização e preparação para entrega ao cliente.

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“O estaleiro Intech Boating segue padrões de execução e atendimento em todas as suas ações para atender da melhor forma todos os seus clientes, seja através da equipe própria ou representantes credenciados. Mesmo não sendo possível, neste momento, reunir todo grupo ao mesmo tempo, trazer pessoas-chave ao estaleiro nos permite compartilhar conhecimentos e alinhar procedimentos que poderão ser multiplicados aos demais membros das equipes”, disse Henrique Galízio, Gestor de Pós-venda e Assistência Técnica da Intech Boating sobre o objetivo do encontro.

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A ação serviu, também, para formalizar a parceria com o novo representante técnico da marca. “A Intech Boating é o terceiro estaleiro que visito e, a nível nacional, acredito ser a marca mais conceituada na sua categoria de atuação, o middle size. Nosso trabalho junto com o estaleiro começou há 3 anos de forma esporádica através da Regatta Yachs, aos poucos foi se intensificando e, hoje, é uma honra formalizar essa parceria e fazer parte desse time tão conceituado”, conta João Gabado, da empresa Gabo Service, que agora passa a atender as embarcações da Sessa Marine na região do Rio de janeiro, em parceria com a Regatta Yachts.

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    Volvo Penta expande atuação com aquisição de empresa de baterias marítimas

    Por: Redação -

    A Volvo Penta está expandindo sua área de atuação, experiência e alcance ao se tornar a acionista majoritária da ZEM AS, uma empresa norueguesa pioneira em sistema de baterias marítimas e soluções de transmissão elétrica.

    A empresa adquirida pela Volvo possui 12 anos de experiência na área como fornecedora desse ramo e com uma forte abrangência na Noruega, representando o mercado de e-mobilidade marítima.

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    O diretor de tecnologia da Volto Penta, Peter Granqvist, contou: “Como parte das grandes iniciativas de eletromobilidade do Grupo Volvo, a Volvo Penta tem uma base tecnológica sólida para alavancar. A eletromobilidade marítima, no entanto, tem um conjunto único de requisitos. Existem considerações muito específicas que são de extrema importância em relação ao ambiente de instalação, segurança, bem como o caso de uso em si, além da atual falta de infraestrutura de carregamento.”

    Essas são questões desafiadoras que exigem experiência e solução de problemas inovadores. Além disso, as regulamentações marítimas diferem das da estrada.

    “Acreditamos que reunir diferentes perspectivas e experiências é fundamental quando se trata de desenvolver e progredir no campo da eletromobilidade marinha”, continua o diretor. “A ambição desta fantástica aquisição é dar mais um passo em frente no desenvolvimento da eletromobilidade, graças à competência e oferta marítima especializada que a ZEM tem hoje”.

    A equipe central da ZEM tem um histórico em eletromobilidade que remonta a 1993. Em 2009, a empresa norueguesa foi fundada, como consultora para o setor marítimo e offshore, para projetar soluções híbridas e de baterias.

    Hoje, ela oferece soluções de bateria para muitas aplicações diferentes, que vão desde balsas, navios de abastecimento offshore e navios de passageiros de alta velocidade, até barcos salva-vidas e o setor de aquicultura em expansão.

    A Volvo Penta explicou que o intuito, do momento da aquisição em diante, é apoiar o crescimento da ZEM por meio de sua rede estabelecida, enquanto a experiência da ZEM ajudará a Volvo Penta a acelerar os projetos de desenvolvimento.

    Juntas, as empresas irão expandir e acelerar o alcance e as capacidades da Volvo Penta em eletromobilidade marítima.

    O fundador da ZEM, Jan-Olaf Willums, também deu seu relato e explicou que “a união de forças com a Volvo Penta marca o início de uma fase nova e empolgante para a ZEM. Nossas duas empresas estão alinhadas em valores fundamentais como segurança e proteção ambiental e ambos temos o espírito pioneiro escandinavo. O nome e o alcance de mercado da Volvo Penta ajudarão a nos impulsionar para novos mercados de eletromobilidade, apoiando nosso crescimento”.

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    Para completar as medidas de sustentabilidade, o Grupo Volvo também anunciou que está redirecionando mais recursos para acelerar o desenvolvimento de seus produtos.

    A ambição é alcançar emissões líquidas de zero por meio de combustíveis renováveis ​​e livres de fósseis, elétrica e tecnologia híbrida, ao mesmo tempo em que continua a fornecer soluções eficientes para a indústria naval.

    “A visão da Volvo Penta é se tornar um líder em soluções de energia sustentável, onde estamos conduzindo a transformação em terra e no mar em direção a uma sociedade mais sustentável”, explica Heléne Mellquist, presidente da Volvo Penta.

    Ela continua: “Com essa aquisição, agora podemos oferecer soluções de transmissão para clientes marítimos por meio da ZEM, e também contribuir para uma pegada mais ampla de eletromobilidade marítima por meio do fornecimento de bateria. É um passo à frente em nossa transformação e também permitirá que a Volvo Penta capture novas oportunidades. ”

    Por enquanto, a ZEM permanecerá operando sob sua marca atual e sob a liderança de Egil Mollestad, o CEO de longa data da ZEM, e um pioneiro reconhecido no setor marítimo. A colaboração entre a Volvo Penta e a ZEM deve crescer gradualmente a partir de então.

    “Estou ansioso para trabalhar com a Volvo Penta. Isso nos permitirá crescer, tanto em tecnologia quanto em canais de vendas e suporte pós-venda ”, afirma Egil Mollestad.

    Para finalizar, Heléne Mellquist completou o relato, afirmando que “a mudança da tecnologia baseada em diesel para a eletrificação será um elemento-chave em nossa transformação, junto com outros novos avanços tecnológicos. A jornada de eletrificação será reforçada por meio de forte colaboração com as partes interessadas — clientes, parceiros de negócios e especialistas da indústria com ideias semelhantes.”

    Esta transação não tem impacto significativo nos ganhos ou na posição financeira do Grupo Volvo, de acordo com as diretrizes da empresa.

    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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      Empresas se unem para criar robô capaz de identificar e recuperar resíduos plásticos marinhos

      Por: Redação -

      A Razer, marca norte-americana de eletrônicos e acessórios gamer, anunciou recentemente uma parceria com a startup de limpeza de resíduos marinhos ClearBot, de Hong Kong.

      A colaboração é mais um dos passos do plano de sustentabilidade da companhia para os próximos 10 anos, que já tem feito uma série de investimentos “verdes” em apoio a jovens empresas focadas no meio ambiente.

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      O objetivo é simples: aperfeiçoar um robô, capaz de identificar resíduos plásticos marinhos e recuperá-los para o descarte adequado — ou, resumindo, usar inteligência artificial ativa na limpeza dos oceanos.

      O que primeiramente motivou a parceria foi a dificuldade que organizações que trabalham pela limpeza dos oceanos frequentemente enfrentam, com tecnologias ultrapassadas, altos custos e baixa eficiência.

      Ao todo, aproximadamente 11 milhões de toneladas de plástico chegam aos oceanos a cada ano – número que pode triplicar nos próximos 20 anos, o que deixaria um acúmulo de 600 milhões de toneladas à deriva nos oceanos até 2040, segundo estudo feito pelo Pew Charitable Trusts, um instituto de pesquisas independente.

      Para driblar esses obstáculos, a ClearBot projeta robôs que utilizam IA (inteligência artificial) para identificar diferentes tipos de resíduos plásticos marinhos e coletar informações sobre esses poluentes nos oceanos para proteger a vida aquática.

      As máquinas são programadas para recuperar estes resíduos, que posteriormente podem ser descartados de forma responsável.

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      razer clearbot

      “Estamos extremamente felizes com a oportunidade de trabalhar com uma startup focada em salvar o meio ambiente. A ClearBot tem uma IA única e tecnologia avançada que permitirão e capacitarão governos e organizações de todo o mundo a ampliarem seus esforços de sustentabilidade”, afirma Patricia Liu, diretora da Razer.

      Pela parceria, os principais engenheiros e designers da Razer se voluntariaram para ajudar a transformar um protótipo em um produto que possa ser produzido em escala e comercializado em massa.

      O resultado foi a evolução do robô da ClearBot para um modelo mais inteligente e eficiente, totalmente automatizado e equipado com recursos de ponta de IA e machine learning.

      Com os novos atributos, o equipamento será capaz de detectar plásticos marinhos em até dois metros de distância, mesmo em águas agitadas, e coletar até 250 kg de plásticos em apenas um ciclo, funcionando com energia solar.

      “Com o novo modelo de robô, estamos confiantes em ampliar nosso alcance globalmente a fim de proteger as águas marinhas, começando com parceiros como os operadores de portos marítimos na Ásia e ONGs que já manifestaram interesse no projeto. Junto com a Razer, esperamos realizar mudanças positivas para o mundo”, diz Sidhant Gupta, CEO da ClearBot.

      E a líder de tecnologia gamer continua na busca por novos investimentos sustentáveis: “Pedimos a outras startups inovadoras que procurem a Razer em busca de oportunidades de colaboração enquanto nos empenhamos para tornar o mundo um lugar mais seguro para as gerações futuras”, finaliza Patricia.

      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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        Brasileiro vence disputa de canoagem na Alemanha e se classifica para Olimpíadas em Paris

        Por: Redação -

        O canoísta Pedro Gonçalves conquistou, no último domingo (20), o ouro na modalidade Slalom Extremo da canoagem, durante a Copa do Mundo, em Markkleeberg, na Alemanha, classificando-se para as Olimpíadas de Paris, em 2024, quando a modalidade fará a estreia no programa olímpico.

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        “Foi uma das provas mais difíceis de que participei, mas escutar o hino nacional e a bandeira subindo fez tudo valer a pena, todo o trabalho, toda a luta. Estou aqui há dois meses me preparando para os Jogos Olímpicos. Isso só revigora ainda mais o nosso gás. Essa é minha primeira medalha na modalidade depois que entrou oficialmente no programa olímpico e estou muito feliz”, explica Pedro.

        Pedro, ou Pepe (apelido pelo qual é conhecido) estará em Tóquio pelo K1 Masculino nos Jogos de Tóquio, previsto para acontecer ainda este ano. Há dois meses na Europa, o atleta fez um período intenso de treinamento em Praga, na República Tcheca.

        pedro gonçalves canoagem

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        Na semana de sua vitória, ele e a (também canoísta) Ana Sátila retornam ao Brasil para um pequeno período de descanso, viajando rumo a Tóquio logo em seguida para os Jogos Olímpicos.

        Pepê e Ana Sátila são integrantes da categoria Pódio, a principal do Bolsa Atleta, programa de patrocínio individual do Governo Federal Brasileiro, executado pela Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania.

        pedro gonçalves canoagem

        A categoria Pódio é voltada para os que se qualificam entre os 20 melhores do mundo em sua modalidade, e prevê repasses mensais de 5 mil a 15 mil reais para que o atleta possa se dedicar exclusivamente à prática esportiva e representar o país em competições internacionais.

        Quanto à posição de Ana, depois de ficar em 9º lugar no K1 Feminino no sábado (19), a atleta competiu a semifinal do C1 e ficou em 17º lugar. Só as dez primeiras garantiam vaga na final. Sua irmã, Omira Estácia, também disputou a prova e também ficou na semifinal.

        O evento contou com a participação de mais de 200 atletas de 30 países. Ao todo, quatro brasileiros participaram da disputa: Ana Sátila, Omira Estácia, Pedro Gonçalves e Mathieu Desnos.

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          Primeiro barco: veja tudo o que rolou no Loucos por Barcos desta quarta

          Por: Redação -
          22/06/2021

          Na noite de quarta-feira (23), foi ao ar, ao vivo, o terceiro programa Loucos Por Barcos, um bate papo descontraído semanal sobre os temas náuticos mais pedidos pelos leitores e seguidores.

          Nesta semana, o assunto foi Primeiro barco: qual o tamanho certo para começar a navegar? Com convidados muito especiais: Tarso Marques, ex-piloto de Fórmula 1 e louco por barcos desde a infância; Marco Garcia, especialista em barcos de entrada há quase 30 anos; e César Silveira, empresário mineiro que entende muito sobre o processo de entrada no mundo náutico: começou com uma 18 pés, depois passou para uma 27 pés, pulou para uma 34 pés e hoje navega em uma lancha de 56 pés.

          Mais uma vez, Guilherme Kodja comandou com maestria uma grande troca de informações sobre barcos, sempre com a interação em tempo real dos telespectadores por meio das redes sociais e o chat do YouTube.

          O Loucos Por Barcos vai ao ar quartas, a partir das 20 horas, na TV NÁUTICA, no YouTube. Se inscreva para não perder!

          Se você tem alguma dúvida ou comentário, converse com a gente pelas redes sociais ou envie sua dúvida para [email protected].

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            Gravidez no Caribe enche de alegria o veleiro SV Ventura, de Lorena Kreuger

            Dizem que é doce viver no mar. Mas, e se durante um cruzeiro de longa duração, a bordo de um veleiro de 38 pés, a co-comandante do barco descobre que está grávida? Esse é o caso da catarinense Lorena Kreuger, que em março de 2019 iniciou, em Itajaí, uma viagem sem rumo certo nem hora para voltar ao lado do marido, o americano Zac Watson, e do filho, o pequeno Ian, atualmente com 4 anos. Um ano depois de chegar ao Caribe (o que aconteceu em fevereiro de 2020, quando o veleiro SV Ventura ancorou em Tobago), ela descobriu que estava esperando um bebê. Hora de voltar para casa, certo? Nem pensar. O neném deve chegar em outubro, possivelmente em Grenada, nas Antilhas. Até lá, Lorena diz que continuará “dando um rolê” pelas paradisíacas ilhas caribenhas”. E afirma que é, sim, doce viver no mar, apesar dos enjoos e das possíveis indisposições que a gravidez possa provocar.

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            A notícia encheu a vida a bordo do SV Ventura ainda mais de alegria. E serviu de contraponto ao período em que a família teve de permanecer em total isolamento dentro do veleiro de 38 pés (que corresponde 11,5 metros), em consequência da pandemia. “Duas semanas após nossa chegada a Grenada, em março de 2020, a ilha registrou seus primeiros casos de Covid-19 e fechou suas fronteiras, entrando em lockdown. As regras foram rígidas. Passamos 30 dias sem poder sair do barco, apenas para comprar comida três vezes por semana. O Ian permaneceu todo esse tempo a bordo, sem descer. Foi um desafio enorme e desgastante”, conta Lorena.

            Por conta das fronteiras fechadas em diversas ilhas do Caribe e da aproximação da temporada de furacões, eles decidiram permanecer em Grenada. “Foram nove meses morando a bordo, nessa pequena bolha caribenha, que nos conquistou”, lembra a velejadora, que, garante, em momento algum se arrependeu da ousadia em largar a casa e o comando da empresa da família em Santa Catarina para dividir a cabine de um veleiro com o marido e o filho.

            Para quem não sabe, durante dez anos (entre 2008 e 2018) Lorena presidiu o estaleiro Kalmar, referência em marcenaria naval no Brasil. Quando trocou a casa por um barco — e, de quebra, deixou o comando da empresa —, ela levava consigo a disposição de criar seu próprio estilo de vida, apostando que no mar está o verdadeiro poder de transformação dos homens. “Não queria ser tão refém do trabalho. Sonhava com alguma coisa diferente. É preciso de muito pouco para ser feliz, e isso é o que importa na vida”, diz.

            Dentro desse horizonte, a chegada do segundo filho não apenas foi bem recebida como comemorada. Estava tudo planejado. Desde o momento em que trocou alianças com o velejador Zac Watson, em 2014, Lorena deixou claro que seu sonho era ser mãe. E mudar de vida.

            “A gente queria ter um filho. Só não sabia se iria velejar antes e depois encomendar o bebê ou se teria a criança e sairia para velejar com ela a bordo”, explica a ex-comandante do estaleiro Kalmar. À época, ela achava que não daria para embarcar com uma criança recém-nascida. Mas aí começou a pesquisar na internet e descobriu várias famílias que optaram por criar os rebentos na liberdade de um barco. Foi o impulso decisivo para tocar simultaneamente o plano de maternidade e o projeto de viver a bordo.

            “Vi que a galera mora em veleiros, sim, com bebês a bordo. A recompensa sempre acaba superando os riscos. Então, perdi o receio de ser uma mãe marinheira”, revela a agora cruzeirista. Para se adaptar às novas condições de vida, um ano antes de soltar as amarras, a família passou a morar a bordo do SV Ventura (o SV é de Sail Vessel), veleiro de madeira muito confortável e seguro, projetado por Roberto de Mesquita Barros, o Cabinho.

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            Enfim, chegou a hora de soltar as amarras. O Ian tinha menos de 2 anos quando fez sua primeira travessia em alto mar, de Itajaí a Ilhabela, cerca de 250 milhas náuticas, que levou dias para ser concluída. “Foi uma etapa superexigente, pois saímos com vento sul, condição sempre tempestuosa”, avalia Lorena.

            Navegando e aprendendo, eles vagaram lentamente pelo litoral brasileiro durante dez meses, até se sentirem seguros para apontar a proa rumo ao Caribe. “Enquanto conhecíamos os recantos da nossa costa, víamos nosso filho crescer livre e se desenvolver. Os estímulos naturais formatavam sua composição e seu caráter, enquanto nós cuidávamos de desfralde, alimentação e as famosas birras e batalhas de uma criança normal de 2 anos”, recorda a mamãe zelosa.

            Nem tudo foi mar de almirante. “Enfrentamos diversas aventuras e desafios em alto mar, o que, muitas vezes, me fez questionar a nossa escolha. Eu tinha muita dificuldade em dar atenção ao Ian com os enjoos dos primeiros dias no mar, e muitas vezes me vi cuidando sozinha do barco e da criança, enquanto o Zac descansava. Dividíamos o turno da noite em dois e cada um dormia cerca de 4 horas, sem muita opção para sonecas profundas ao longo do dia”, diz ela, descrevendo os primeiros meses de vida a bordo.

            Com uma energia típica de uma criança de dois anos, o Ian despertava antes do sol, fazia birra antes de tomar banho ou passar o protetor solar e se divertia a valer com a vida a bordo.  Assim, foi crescendo de pés descalços, imerso nas coisas simples e aprendendo a observar e interpretar a natureza à sua volta.

            Depois de passar o Natal de 2019 e o Ano Novo ancorado em Cabedelo, na Paraíba, o SV Ventura partiu rumo a Tobago, no Caribe, um trajeto de 2 000 milhas náuticas. “Preferimos fazer essa longa travessia em três pernas, com a ajuda de uma tripulante a mais, nossa amiga Juliana Mota”, explica Lorena. Foram 800 milhas, e seis dias, até ilha de Lençóis, no Maranhão; depois, cinco dias em alto mar até a Guiana Francesa, uma jornada dura, em que o veleiro chegou a ficar à deriva, por conta de um problema no leme; e outros três dias e meio em alto mar de Kourou até Tobago, porta de entrada do Caribe para quem vai do Brasil. Uma eternidade para quem só fazia pequenos cruzeiros ao longo da nossa costa.

            “Finalmente estávamos em águas calmas e azuladas novamente. Não víamos a hora de pular de ilha em ilha em curtos velejos, depois de nove travessias”, confessa a ex-empresária. De Tobago, a família partiu para Grenada, a ilha seguinte, onde — ao lado do marido e do filho de 2 anos — Lorena passou três meses isolada, em consequência da pandemia de coronavírus e da aproximação da temporada de furacões, sendo 30 dias sem poder sair do barco, por conta do lockdown. Foi nesse clima de intimidade que o casal decidiu encomendar um irmãozinho para o Ian. Que já chegará ao mundo acostumado à rotina de velejar. Um bebê marinheiro.

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              Segunda unidade da lancha NHD 280 acaba de chegar em Istambul, na Turquia

              Três meses depois de exportar sua primeira lancha de 28 pés para a Turquia, o estaleiro catarinense NHD Boats acaba de entregar a segunda unidade da lancha NHD 280 em Istambul. Esta lancha cabinada de 8,35 metros de comprimento pode levar até 11 passageiros, além do piloto, em passeios diurnos.

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              Conta com o diferencial da marca, o Open Deck, uma abertura lateral que amplia a área da popa, além de sofá em U e mesa central conversível na cabine, possibilitando o pernoite de um casal na cama de 1,95 m de comprimento. O banheiro possui pia com torneira, vaso sanitário, ducha higiênica e espelho.

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              O acesso à proa se dá através de degraus ao lado do painel e conta com guarda mancebo em inox, circundando toda esta região, para possibilitar mais segurança ao solário. A lancha enviada para a Turquia é equipada com um motor de centro-rabeta Volvo de 300 hp, a gasolina.

              Confira o vídeo que mostra a chegada da lancha:

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                O que você pode fazer, sem esforço nem sacrifício, para evitar os assaltos a barcos e continuar navegando tranquilo

                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                1. Evite chegar à marina com ostentações
                Celulares e eletrônicos mais avançados já estão chamando a atenção dos piratas, que, às vezes, mantém “olheiros” na região onde os barcos ficam guardados.

                2. Atenção ao desembarcar
                Com os ocupantes distraídos pela ação de desembarque, fica até mais fácil para os ladrões agirem. Antes de atracar num píer e pôr os pés em terra-firme, não custa nada fazer como fazemos ao sair de casa: checar movimentos suspeitos.

                3. Escolha muito bem o seu marinheiro
                Não são raros os casos de informações passadas aos ladrões, que facilitam os ataques — às vezes, até involuntariamente pela tripulação. Opte por marinheiros discretos e que tenham boas referências.

                pirataria

                4. Apague tudo a bordo
                Se notar um barco suspeito se aproximando à noite, desligue tudo: som, tv e, principalmente, luzes. Isso mostrará aos ladrões que você já notou a presença deles. E, mesmo que mantenham o intuito, no escuro será mais difícil, o que pode levá-los a desistir.

                5. Ao partir, evite dizer para onde está indo a muita gente
                E diga ao seu marinheiro para fazer o mesmo. Informe apenas à marina, como manda a segurança e o bom-senso e, melhor ainda, com seu plano de navegação por escrito, que é o mais correto e adequado do que a chamada pública no rádio vhf.

                6. Mantenha contato frequente pelo rádio com barcos próximos
                Serve para tranquilizar você e os outros também. Caso alguém passe a não responder aos chamados, desconfie.

                7. Desconfie se o seu barco for seguido por muito tempo
                Pode ser apenas coincidência, mas, se ele se aproximar demais, é prudente mudar temporariamente de rumo.

                8. Reduza e cheque antes de parar
                Ao receber um pedido de ajuda, cheque primeiro se ele realmente está em apuros. Uma boa maneira de fazer isso é, antes de parar totalmente seu barco para ajudar, rodear a embarcação, a certa distância e velocidade.

                9. Desconfie na medida certa
                Na água, os donos de barcos tendem a adotar uma mentalidade inocente e achar que todos à sua volta são companheiros, só porque estão no mesmo ambiente.
                Desconfie especialmente de supostos barcos de pescadores.

                10. Quando for dormir a bordo, leve o cachorrinho junto
                Animais têm sentidos bem mais apurados que os nossos e latidos ainda são um ótimo alarme.

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                11. Use o radar como alarme
                Se o seu barco tiver um, é possível ajustá-lo para ecoar um aviso sonoro caso algum barco chegue muito próximo ao seu. Use este recurso mesmo quando estiver em movimento.

                pirataria

                12. Tenha sempre algum dinheiro a bordo
                Ladrões costumam ficar irritados quando não encontram nada do que buscam. Algum dinheiro em espécie pode deixá-los menos nervosos. Vale muito mais perder alguns trocados do que arriscar a integridade de todos a bordo.

                13. Evite áreas onde já houve casos
                Nas abordagens a barcos, os bandidos tendem a repetir os locais de ataques, porque já criaram rotas seguras de fuga. É raro haver um caso só; são sempre vários.

                14. Recolha e guarde a bordo o seu bote inflável
                Além de ser um dos itens mais visados pelos ladrões, ele pode ser usado para ajudar na fuga dos próprios bandidos.

                15. Desconfie se for abordado com muitas perguntas
                Mesmo que elas venham de supostas “autoridades”. Autoridades de verdade só checam documentos e material de salvatagem.

                16. Beba pouco ou mantenha alguém sóbrio a bordo
                Bebidas alcoólicas reduzem a percepção, os reflexos e a capacidade de atenção e vigilância. Além de tornar alguém embriagado perigosamente inconveniente para os bandidos.

                17. Não fique mais do que uma noite ancorado no mesmo local
                Isso impedirá que os mal-intencionados tenham tempo de criar um plano de ataque.

                18. Tranque a cabine quando desembarcar ou for dormir
                Faça isso especialmente em dias de tempo ruim, porque os ladrões sabem que, com chuva e frio, a vigilância diminui. Mesmo nas marinas.

                pirataria

                19. Se for dormir a bordo, fique junto a outros barcos
                A presença de mais de um barco no mesmo local tende a inibir a ação dos bandidos — mas não impede que eles passem de um barco para outro. Portanto, mesmo assim, fique atento à noite.

                20. Nos pernoites, opte por águas bem tranquilas
                Assim é mais fácil ouvir remadas ou um motor de popa vindo ao longe.

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                  Conheça a scooter subaquática que pode mergulhar a até 3 metros de profundidade

                  Por: Redação -

                  Dois hélices separados são a grande novidade da Searover, a nova scooter subaquática da HGLTech. De acordo com a empresa, o sistema melhora a potência, a estabilidade e a experiência do piloto, transformando dois motores elétricos de 1.500 W em “super empuxo”.

                  Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                  Com um metro de comprimento e pesando 15,5 kg, o Searover promete de uma a duas horas de duração da bateria, que pode ser recarregada em 2 horas e meia. O equipamento prevê, ainda, segundo informações do fabricante, uma velocidade máxima de 21,6 km/h, pouco mais de 11 nós,

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                  Uma tela TFT de 2,8 polegadas mantém o usuário informado sobre a velocidade e o alcance da scooter. E não é apenas um brinquedo de superfície, ao contrário de alguns modelos, o Searover pode mergulhar até três metros abaixo da superfície.

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                    Estado entrega oitava lancha para fortalecer segurança nos rios do Pará

                    Por: Redação -

                    Fortalecer a segurança nas regiões fluviais do Pará é um dos objetivos principais das ações articuladas pelo governo do Estado, que por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) entregou, nesta sexta-feira (18), mais uma lancha com motor de 150 hp, equipada com rádio, sonar, GPS, kit de salvatagem e sirene, além de outros equipamentos que facilitarão o trabalho do sistema de segurança no município de Abaetetuba, no Baixo Tocantins.

                    Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                    A entrega da embarcação integra o plano de modernização da frota do Grupamento Fluvial de Segurança Pública (GFlu). A lancha vai auxiliar as ações policiais, preventivas e ostensivas, e prestar apoio à comunidade da região em casos de emergência. Também foi entregue uma carreta.

                    “Fortalecendo a nossa estratégia de segurança pública, voltada aos rios, nós estamos entregando, em Abaetetuba, uma lancha de 150 hp, que vai ser usada pelas forças de segurança que atuam na região de forma integrada. Abaetetuba está sendo contemplada hoje com umas das nossas lanchas, porém nós temos o compromisso de trazer mais embarcações para a região, equipamentos e dar melhores condições de trabalho para os órgãos de segurança que atuam na região, dando proteção a cada cidadão abaetetubense”, reforçou o secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Ualame Machado.

                    Esta é a oitava embarcação entregue pela Segup, incluindo duas lanchas blindadas que estão à disposição do GFlu. A embarcação será utilizada pelas polícias Militar e Civil e Corpo de Bombeiros Militar. Para o diretor do Grupamento Fluvial de Segurança, delegado Arthur Braga, a nova embarcação fortalecerá as ações integradas de segurança realizadas na região, auxiliando o combate à criminalidade nos rios.

                    “Com a entrega dessa embarcação nós conseguimos fortalecer ainda mais as ações de segurança publica nos rios, principalmente considerando que os municípios vizinhos, Abaetetuba e Igarapé-Miri, apresentam um percentual acentuado de criminalidade nas áreas fluviais. Com mais essa lancha nós estaremos cobrindo a região, intensificando as ações integradas de forma contínua, a fim de combater a criminalidade utilizando equipamentos de ponta, garantindo assim maior sucesso nas ações de segurança nos nossos rios”, destacou o delegado Arthur Braga.

                    O secretário Ualame Machado disse ainda que, “além da entrega, nós já temos programada uma nova lancha de 350 hp, e ainda outras embarcações menores, para auxiliar no policiamento. Temos também a implantação de um estudo de base integrada fluvial, que irá integrar toda a região estratégica do Baixo Amazonas, reunindo os órgãos de fiscalização e de segurança, para proporcionar mais paz a toda nossa população”.

                    Já receberam embarcações os municípios de Igarapé-Miri, São Sebastião da Boa Vista, Marabá, Cachoeira do Arari e Abaetetuba. A capital, Belém, dispõe de três lanchas, duas blindadas.

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                      Omã sediará 50º Campeonato Mundial de Vela Juvenil ainda este ano

                      Por: Redação -

                      A Oman Sail e a World Sailing anunciaram que a 50ª edição do Campeonato Mundial de Vela Juvenil será realizada no grande hotel Mussanah Sports City, no país da Península Árabe, de 11 a 18 de dezembro de 2021.

                      A World Sailing recebeu duas propostas para sediar o Mundial Juvenil de 2021, com Omã selecionado à frente de Valletta, em Malta. A análise ficou sob a responsabilidade de um painel de avaliação até chegar à aprovação final, dada pelo Conselho de Diretores.

                      O Mussanah Sports City já foi palco de vários eventos olímpicos de vela, incluindo o Campeonato Mundial de Laser em 2013 e o RS: X World Championships, em 2015. Em abril deste ano, o local sediou o 2021 Mussanah Open Championship, um evento de qualificação em Tóquio 2020 para os africanos e nações asiáticas.

                      Mussanah Sports City
                      Mussanah Sports City

                      Ele é conhecido por suas condições de navegação de alta qualidade durante todo o ano. Durante dezembro, as temperaturas devem ficar em torno de 24 graus celsius em média, enquanto a força média do vento deve ficar em torno de 10 a 17 nós.

                      Comentando sobre o evento, o Dr. Khamis Al Jabri, CEO da Oman Sail, disse: “Estamos muito satisfeitos por termos sido escolhidos como país anfitrião do Campeonato Mundial Juvenil de Vela de 2021, após um processo de candidatura muito competitivo”.

                      Ele continua: “Omã tem um histórico comprovado de hospedagem de grandes eventos esportivos internacionais, e estamos ansiosos para receber os melhores jovens velejadores de todo o mundo para experimentar a lendária hospitalidade e as águas majestosas do Sultanato ainda este ano. Com suas excelentes instalações marítimas, Mussanah é internacionalmente reconhecida como um destino líder para eventos de vela”.

                      dr khamis ceo oman sail

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                      Quanhai Li, presidente da World Sailing, acrescenta: “Nas últimas cinco décadas, os Campeonatos Mundiais Juvenis de Vela proporcionaram a jovens atletas de todo o mundo a oportunidade de mostrar seu talento e se testar contra os melhores adversários”.

                      “O Mundial da Juventude também permite que os jovens velejadores aprendam sobre a importância do esporte e da competição justa, e construam amizades duradouras com pessoas de todos os cantos do mundo. É um evento extremamente importante em nosso calendário e estou confiante de que Oman Sail fará um show fantástico”, completa o presidente.

                      Quanhai Li ceo-world-sailing

                      David Graham, CEO da World Sailing, afirma: “Os velejadores do Youth Worlds são as futuras estrelas do nosso esporte e nosso objetivo é proporcionar a eles a melhor experiência possível. Ficamos realmente impressionados com as propostas de Omã e Malta, e foi uma escolha difícil para o painel de avaliação, com ambas as instalações demonstrando experiência para sediar um campeonato memorável. As excelentes instalações e condições de navegação de Omã ajudarão a tornar este Mundial da Juventude memorável para todos os envolvidos”.

                      O último Campeonato Mundial de Vela Juvenil foi realizado em Gdynia, Polônia, em 2019, quando 409 velejadores de 66 nações competiram em nove eventos juvenis, incluindo as divisões masculino e feminino do 29er, 420, RS: X e Laser Radial, bem como o Misto Multihull, o Nacra 15.

                      Campeonato Mundial de Vela Juvenil, em Gdynia, Polônia, no ano de 2019
                      Campeonato Mundial de Vela Juvenil, em Gdynia, Polônia, no ano de 2019

                      O 2020 Youth Worlds estava programado para ser realizado em Salvador, no Brasil, em dezembro de 2020, mas o evento foi cancelado devido à pandemia de Covid-19.

                      De acordo com Oman Sail, o planejamento da edição deste ano do evento levou em consideração todas as precauções relevantes exigidas para todos que viajam para Omã, com mais informações sobre o evento a serem anunciadas em devido tempo.

                      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                        Segunda unidade do modelo Azimut Grande Trideck é lançada na Itália

                        Por: Redação -
                        21/06/2021

                        A Azimut Yachts anunciou que a segunda unidade de sua série Azimut Grande Trideck foi lançada nas instalações da marca em Viareggio, na Itália. A notícia chega poucas semanas depois que a primeira unidade de seu Azimut Grande Trideck foi entregue. Esta segunda unidade do modelo inclui um convés extra, criando um efeito de cascata de terraços de seu convés superior até o oceano.

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                        O Azimut Grande 38/12 apresenta arquitetura naval pela própria Azimut Yachts. As suas linhas exteriores são assinadas por Alberto Mancini Yacht Design, enquanto o seu interior é da autoria de Salvagni Architetti.

                        Seu layout com três decks, incluindo a adição de um convés extra, completa uma área social para a popa, criando uma área de clube de praia de altura total e transforma sua cabine em uma área privada com recortes para favorecer a entrada de luz natural.

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                        O segundo Azimut Grande Trideck foi cuidadosamente projetado para combinar seus espaços internos e externos. Seu espaço interior é aproveitado para funcionalidade e bem-estar, com áreas de estar confortáveis e acomodações que podem receber até 10 pessoas em pernoite.

                        O modelo apresenta arquitetura naval de última geração, com um casco D2P (deslocamento para planagem), desenvolvido pensando em oferecer uma navegação tranquila e economia de combustível.

                        O segundo Azimut Grande Trideck é equipado com dois motores MTU 2400 ou 2600 hp de potência, dependendo das especificações do proprietário.

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                          Estaleiro italiano lança série de superiates que une luxo e conceito

                          Por: Redação -

                          O estaleiro italiano Sanlorenzo lançou uma nova série de embarcações, chamada de X-Space Explorer, e que já vendeu dois superiates de 44 metros (144 pés).

                          Além desses dois novos barcos, mais dois seguirão na linha de produção. Os quatro cascos lançados estão em construção na cidade portuária italiana de La Spezia, em diferentes fases de conclusão.

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                          O novo SL X-Space oferecerá grande volume, cinco conveses, casco de deslocamento total. Ele inclui uma série de novos recursos que, segundo o estaleiro, refletem sua “profunda capacidade” de atender à demanda do mercado.

                          A série representa “um novo tipo de superiate, projetado para proprietários experientes que amam explorar destinos distantes, sem abrir mão da elegância inconfundível das linhas de Sanlorenzo”.

                          O conceito é de “uma villa flutuante”, mas com um convés exclusivo para o proprietário. Esse andar serve como espaço privado do dono, oferecendo o máximo de independência das demais áreas.

                          sanlorenzo x-space

                          O local inclui um escritório, uma sala de estar e uma grande cabine principal, emoldurada por paredes de vidro, com vista para uma área privativa na proa, solário de 30m² e piscina.

                          A primeira entrega da série está prevista para 2023, com perfil externo produzido pelo Studio Zuccon International Project e interiores projetados por Piero Lissoni.

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                          Na concepção do exterior, o arquiteto Bernardo Zuccon colaborou estreitamente com a equipe Sanlorenzo, e contou que “nunca foi tão importante, como neste projeto, buscar a identificação com o proprietário, que será o grande comandante deste barco. Daí a vontade de criar um convés inteiro dedicado às suas necessidades”.

                          Ele explicou que “esta é uma solução que normalmente se encontra em barcos maiores e mostra que se trata de um superiate onde o proprietário terá o luxo de poder passar muito tempo a bordo”.

                          Já Piero Lissoni, responsável pelo design interior, comentou que “o X-Space foi forçado a se tornar um barco quase inteiramente de vidro: há grandes painéis desse material, grandes janelas e algumas das acomodações nem mesmo têm vigias, mas paredes de vidro .”

                          Ele acrescentou: “Acho que esta é a linguagem mais inovadora que já vi em um superiate e tornou possível criar um barco compacto, mas com proporções extraordinárias e a qualidade única de Sanlorenzo”.

                          sanlorenzo x-space

                          Em termos de novidades a bordo, destacam-se na área de popa do convés principal, que inclui um grande terraço multitarefa com uma piscina de 18m² com vista para o mar, e que pode ser fechada quando necessário.

                          Uma sala ao ar livre, à disposição do proprietário e convidados, pode ser ampliada em mais 18m², graças às varandas rebatíveis e que estão ligadas à zona de estar no seu interior.

                          O movimento do comando para o flybridge permite que o convés superior seja o convés privado do proprietário, mas também permite uma área de socialização bem no topo do barco. Para completar, além da suíte master no convés superior, há quatro suítes no convés inferior.

                          Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                            Tudo o que você precisa saber para enfrentar as ondas numa boa

                            Por: Redação -

                            Ondas pela Proa

                            Normalmente, quando o mar engrossa, é natural navegar a favor das ondas, porém, em águas muito agitadas, é sempre melhor navegar com vento e mar pela proa (e não pela popa), porque ela é mais reforçada, mais alta e projetada para isso mesmo: cortar as ondas.

                            Encarar as ondas de proa (mas com certa diagonal em relação a elas) também diminui o adernamento (balanço lateral do casco), embora aumente o caturro (a “cavalgada” na água), o que, no entanto, pode ser amenizado diminuindo-se a velocidade.

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                            ondas

                            Se não houver arrebentação forte à frente, mantenha o rumo em cerca de 45 graus em relação às ondas, para o barco recebê-las pelas bochechas do casco, na proa.

                            Baixar um pouco os flapes e o trim do motor também ajuda, desde que a proa não fique muito para baixo, o que pode ser perigoso. A aceleração deve ser constante, porém baixa, cuidando para o barco não embicar.

                            Se acelerar muito na subida, ele poderá “saltar”, como se a onda fosse uma rampa. A tática é subir e descer em baixa velocidade, deixando as ondas passarem pelo barco.

                            Ondas pela Popa

                            Quando o mar não estiver demasiadamente grosso, a opção mais confortável é navegar com as ondas vindo pela popa, o que deve ser feito também em baixa velocidade, para não embicar na onda avante, acelerando nas subidas e desacelerando nas descidas.

                            ondasSe erguer um pouco o trim do motor e tirar os flapes totalmente da água, será mais fácil subir nas ondas e evitará embicar na descida. Mas se o barco tiver motor de centro ou for um veleiro, evite receber as ondas diretamente pela popa, para não perder o controle do leme.

                            Neste caso, manobre para que as ondas venham pelas alhetas. Se o barco ameaçar ficar sem governo, use o acelerador rapidamente, para obter uma resposta rápida do leme. Navegar com ondas pela popa é bom, mas exige cuidados.

                            Entrada de Canais ou Águas Rasas

                            As ondas ficam mais altas e escarpadas à medida que a profundidade diminui, o que torna a navegação nas proximidades de praias e canais estreitos mais difícil e arriscada.ondas

                            Se tiver de encarar uma situação dessas, procure navegar em ziguezagues (já que não haverá espaço para avançar numa simples diagonal), mas evitando receber as ondas de través e mantendo distância mais que segura de tudo em volta.

                            Arrebentações de Praia

                            Se tiver de encarar ondas arrebentando de frente, aborde-as diretamente com a proa, em ângulo de 90 graus, para não correr o risco de capotar. Acelere até a crista, mas desacele na descida.

                            Já se a arrebentação vier pela popa, acelere apenas o suficiente para se manter logo atrás da onda da frente — e antes da crista dela. Mas o melhor mesmo é evitar todo tipo de arrebentação, porque barco não é prancha de surf.ondas

                            Aliás, evite também “surfar” nas ondulações maiores, porque você pode perder o controle do rumo e acabar atravessando o barco, recebendo as ondas pelo costado, o que é sempre muito perigoso.

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                            ondas

                            As 5 Regras das Situações de Risco:

                            1. Feche gaiutas, vigias e registros:

                            Se o barco for atingido por uma onda maior, a água tende a entrar por todas as aberturas que houver — mesmo as mínimas. Como frestas nas tampas dos paióis e nas vigias e gaiutas da cabine. Feche tudo. E bem.

                            2. Só fique no mar se o barco permitir isso:

                            Se o seu barco não foi projetado para navegar em águas abertas, volte ou procure um refúgio assim que o tempo começar a virar. Já barcos de grande porte devem fazer exatamente o contrário: ficar longe da costa, porque o mau tempo diminui a visibilidade e aumenta o risco de acidentes nos obstáculos do litoral. Já se o barco for um veleiro, diminua as velas e decida se é melhor enfrentar o mar ou recuar.

                            3. Jamais pegue mar de través:

                            Se receber altas ondas pelo costado, ou seja, de través, seu barco poderá virar, porque nessa circunstância a área do casco exposta à força da água será bem maior do que de proa ou popa.

                            4. Mantenha a aceleração:

                            Nas tormentas, deixe o leme e o hélice sempre em contato com a água, para garantir a direção e propulsão do barco. Caso contrário, ele ficará sem controle e será levado pelas ondas.

                            Mantenha o motor ligado e siga avante, mas devagar, evitando que ele fique de través para as ondas. A aceleração correta é a que permite controlar o barco, sem que o casco fique batendo demais ou seja jogado pelas ondas.

                            Nos veleiros, o ideal é manter uma vela de tempestade na proa, para ter controle do rumo. Ancorar no meio do mar e deixar passar, nem pensar! Continuar navegando permite um certo controle da situação. Já parado, você ficará à mercê das ondas.

                            5. Não saia do barco:

                            Só pense em abandonar o barco se ele já estiver afundando mesmo. Do contrário, será sempre mais seguro ficar a bordo dele do que de qualquer bote de apoio.

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                              Por: Redação -

                              O Yacht Club de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, recebeu, neste fim de semana, a 1ª etapa da Copa Mitsubishi – XXI Circuito Ilhabela de Vela Oceânica.

                              Com duas regatas, uma no sábado e outra no domingo, 27 barcos fizeram uma boa disputa no Canal de São Sebastião, com vento Leste no sábado e Sudoeste no domingo. No sábado, foram 23 milhas de percurso, que passou pela praia da Fome e, no domingo, foram cinco pernas de percurso pelo canal de São Sebastião, com ventos de até 25 nós.

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                              Na principal classe, a ORC, o barco Xamã F1 Sales, do Yacht Club de Ilhabela, dominou as ações, venceu as duas regatas e pulou na frente na disputa com dois pontos perdidos. O veleiro é o atual campeão Brasileiro da classe IRC e vencedor da última etapa da Copa Mitsubishi no ano passado. É comandado por Sérgio Klepacz e a tripulação conta com os caiçaras locais Atanawe Boechat e Paulo Tinah Jesus, que reformaram o veleiro no ano passado, após o mesmo ter sido abalroado e parcialmente destruído no fim de 2019.

                              Na segunda colocação, ficou o Rudá Blue Seal, do Clube Internacional de Regatas, de Santos, comandado por Mario Martinez, com um terceiro e um segundo, somando cinco pontos perdidos. O Zorro, do Yacht Club de Ilhabela, está em terceiro com sete pontos perdidos, com Gonçalo Sá liderando.

                              “Tivemos um fim de semana com ventos fortes que é a condição que o Xamã está preparado para essas condições, tripulação muito bem treinada. Tivemos um balão que estourou, por sorte tínhamos outro e conseguimos ter boa performance neste domingo também. Fizemos dois primeiros lugares . Vamos ver o que reserva o final do campeonato para continuar na briga para manter nossa posição”, disse Sérgio Klepacz.

                              Na classe C-30, o Caballo Loco, de Mauro Dottori, venceu as duas regatas e lidera com dois pontos perdidos. O barco do clube tem dois pontos perdidos e está a frente do Kaikias, de Eduardo Mangabeira, com seis pontos perdidos e do Kairós, de Alessandro Penido, com sete pontos perdidos.

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                              Na BRA-RGS, o veleiro Beleza Pura, do Ubalegria, do Ubatuba,venceu as duas regatas e lidera a frente de Boccaluppo e do Criloá, veleiro com tripulação totalmente feminina.

                              “Foi show. Um clássico fim de semana em Ilhabela com leste no sábado e sudoeste no domingo, regatas bem montadas, diferentes das mais batidas”, disse Felipe Ferraz, comandante do Beleza Pura. “Nossa expectativa é que tenhamos ventos bons iguais a esses e percursos diferentes e que continuemos o bom treino que é esta competição para a 48ª Semana de Vela de Ilhabela (24 até 31 de julho)”, finalizou.

                              A competição segue no próximo fim de semana com mais dois dias de regatas e definições dos campeões.

                              Confira os Resultados Parciais da 1ª etapa

                              ORC 

                              1 – Xamã F1 Sales – 2 pontos perdidos

                              2 – Rudá Blue Seal – 5 pp

                              3 – Zorro – 7 pp

                              4 – Asbar IV – 8

                              5 – Inaê 40 – 10

                              6 – Lucky V – 12

                              7 – Zeus – 17

                              8 – Aventador – 17

                              9 – Montecristo – 21

                              10 – BL3 Urca – 22

                              11 – King – 23

                              12 – Boto V – 26

                              13 – Jazz – 26

                              14 – Orson – 32

                              15 – Sextante I – 32

                              BRA-RGS

                              1 – Beleza Pura 2 – 2

                              2 – Boccaluppo – 7

                              3 – Criloá – 7

                              4 – Brazuca – 10

                              C-30 

                              1 – Caballo Loco – 2

                              2 – Kaikias – 6

                              3 – Kairós – 7

                              Bico de Proa 

                              1 – ZAP – 2

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                                Por: Redação -

                                O estaleiro austríaco Silent Yachts abriu dois novos escritórios (em ambos os lados do Atlântico): um em Maiorca, na Espanha, e o outro em Fort Lauderdale, nos Estados Unidos.

                                A escolha foi estratégica: a filial europeia de Maiorca — em Port Adriano, mais especificamente — fica em um dos principais portos de iates do Mediterrâneo Ocidental.

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                                Por enquanto, dois Silent 55 se encontram ancorados em frente ao escritório, prontos para levar os possíveis clientes ao mar, em um test drive. Ainda este ano, a intenção é ancorar, também, o novo Silent 60, que promete impressionar os futuros compradores.

                                silent yachts
                                Silent 55

                                silent yachts
                                Silent 55

                                Já nos Estados Unidos, a nova filial de Fort Lauderdale fica na Flórida, um estado com grande tradição náutica. O local fica próximo ao Fort Lauderdale International Boat Show, com acesso direto à água e uma sala de conferências para demonstrações de produtos.

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                                A Silent Yachts ainda aproveitou a oportunidade para falar sobre as suas entregas mais recentes, como a nova versão do catamarã elétrico solar Silent 55. Esta embarcação foi direto para a Suíça, onde mora seu mais novo proprietário — e é a sétima unidade do modelo construída pelo estaleiro austríaco desde 2018.

                                A nova unidade tem configuração standard, mas a versão mais vendida tem uma porta extra no salão principal, que permite o acesso direto a um salão aberto na proa com vista panorâmica.

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                                O plano do convés inferior é, portanto, diferente: quatro camarotes de hóspedes com banheiro privativo são igualmente alocados entre os lados de bombordo e boreste do barco, enquanto a versão padrão apresenta uma suíte master de largura total à proa.

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                                Quanto à propulsão, o novo catamarã foi equipado com um par de motores eletrônicos de 250 kW, um gerador a diesel de 100 kW e baterias de lítio de 210 kWh. Como outros modelos Silent Yachts, o Silent 55 promete navegar um dia inteiro contando apenas com a energia solar elétrica, e sem vibração, ruído ou exaustão.

                                Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                  Por: Redação -
                                  19/06/2021

                                  O estaleiro alemão Lürssen Yachts lançou um vídeo mostrando seu novo megaiate de 115 metros, o Projeto Enzo, anteriormente conhecido como Projeto Testarossa, indo para a água pela primeira vez.

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                                  O modelo foi encomendado, em setembro de 2018, por um cliente recorrente da Lürssen, que anteriormente possuía outra embarcação de 86 metros projetada por Nuvolari Lenard. O estúdio também assina Enzo, que teve lançamento técnico nas instalações do estaleiro na Alemanha em setembro de 2019.

                                  O megaiate é descrito como “voltado para a família”, com várias instalações esportivas e de lazer a bordo, incluindo uma “academia extragrande” no skylounge e área de bem-estar no convés inferior.

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                                  “A linguagem de design de Enzo é toda sobre conectar seus seis conveses – tanto os elementos navais e tecnológicos como o espaço em um todo”, disse o cofundador da Nuvolari Lenard, Dan Lenard.

                                  O modelo foi projetado pensando em tecnologia de ponta e sistemas de engenharia, incluindo um sistema de recuperação de calor nos geradores para aquecer a piscina e Posicionamento Dinâmico para ancoragem eletrônica.

                                  O Projeto Enzo marca a terceira colaboração entre Lurssen e Nuvolari Lenard após o Quattroelle, de 86 metros, e Redwood, de 139 metros, atualmente em construção.

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                                    18/06/2021

                                    A família da Tethys Yachts vai aumentar! De acordo com informações da marca, 2021 tem sido um ano promissor para o estaleiro, com um dos crescimentos mais significativos do mercado. Com os caminhos traçados para exportação, e a ampliação do mercado nacional, a Tethys Yachts anuncia a nova lancha de 66 pés na versão fly, sendo o maior barco que será produzido pela empresa.

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                                    O projeto, concebido pela equipe de design e engenheira do estaleiro, teve como principal objetivo o conceito adotado pela marca de um “paraíso exclusivo”. Além da grande novidade, o estaleiro anuncia também duas unidades pré-vendidas no Brasil.

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                                    O layout do modelo conta com quatro camarotes, sendo duas suítes e dois camarotes atendidos pelo banheiro social. Pode levar até 18 pessoas em passeios diurnos. “O estaleiro sempre buscou o conforto e a conexão do cliente com a natureza, por isso, um dos diferenciais está nos materiais selecionados para compor o acabamento e dar ainda mais beleza ao projeto”, diz comunicado da empresa.

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                                      Por: Redação -

                                      O estaleiro italiano Azimut Yachts lançou a 18ª unidade de seu modelo  Azimut Grande 35 Metri em suas instalações de Viareggio, na Itália.

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                                      Apresentando um casco GRP e superestrutura de fibra de carbono, o iate de 35 metros estreou oficialmente no Cannes Yachting Festival 2017 e apresenta um exterior assinado por Stefano Righini.

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                                      O interior foi projetado por Salvagni Architetti e oferece acomodação para 10 pessoas em cinco camarotes, incluindo uma suíte master com terraço estendido, suítes VIP e duplas. Os alojamentos da tripulação, entretanto, acomodam um total de seis funcionários.

                                      O tender de cinco metros e o jet são armazenados em uma garagem lateral no terceiro convés “projetado de forma inovadora”, deixando a popa livre para um clube de praia de 12 metros. Uma segunda área semelhante a um clube de praia fica na proa, completa com sofás, uma área de solário e uma jacuzzi.

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                                        A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), emitiu alerta de ventos de direção Leste a Nordeste, com intensidade de até 60 km/h (33 nós) na faixa litorânea entre os estados de Santa Catarina, ao norte de Laguna, e do Rio de Janeiro, ao sul de Arraial do Cabo, entre a tarde desta sexta-feira (18) e a manhã de domingo (20). Pode ocorrer agitação em alto mar.

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                                        A Marinha do Brasil mantém todos os avisos de mau tempo em vigor no endereço eletrônico. Adicionalmente, as informações meteorológicas podem ser visualizadas na página do Serviço Meteorológico Marinho no Facebook, no link, e por meio do aplicativo “Boletim ao Mar”, disponível para download na internet, tanto para o sistema Android quanto para iOS, desenvolvido em parceria entre a Marinha do Brasil e o RUMAR – Instituto Rumo ao Mar.

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                                        Alerta-se aos navegantes que consultem essas informações antes de se fazerem ao mar e solicita-se ampla divulgação às comunidades de pesca e esporte e recreio.

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                                          Em ação conjunta com a Marinha, a Polícia Federal (PF) apreendeu um veleiro carregado com grande quantidade de haxixe a cerca de 420 quilômetros da costa do Recife, em Pernambuco.

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                                          A corporação informou que a droga ainda será pesada, mas estima que o total ultrapasse duas toneladas. Os dois tripulantes do barco foram presos e devem responder por tráfico internacional de drogas.

                                          A abordagem do veleiro se deu em águas internacionais, com o emprego do Navio-Patrulha Oceânico Araguari, no qual estava embarcada uma equipe da PF. Segundo a corporação, a embarcação teria partido de Portugal.

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                                          A operação contou com a colaboração da Aduana francesa, do Centro de Análises e Operações Marítimas – Narcóticos (MAOC-N) e de autoridades das Ilhas Virgens Britânicas.

                                          Em nota, a Polícia Federal ainda informou que “a apreensão confirma a existência de uma rota marítima transcontinental de tráfico de haxixe para o Brasil, pela qual transitaria remessas da droga em grandes quantidades. Com a formalização da ocorrência, será instaurado inquérito policial para apurar as circunstâncias dos fatos”.

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                                            Começa neste sábado (19), a 1ª etapa da Copa Mitsubishi – XXI Circuito Ilhabela de Vela Oceânica. A competição acontece até o dia 26, no Yacht Club de Ilhabela, cidade no litoral norte do estado de São Paulo.

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                                            A organização espera reunir entre 30 e 35 barcos para a disputa da primeira etapa, que começa com regatas a partir das 12h deste sábado pelo Canal de São Sebastião e nos entornos e as ilhas de Toque Toque, Búzios e Vitória. No domingo, dia 20, mais regatas e a competição seguirá no outro final de semana, dias 26 e 27.

                                            As classes em disputa são a ORC e BRA-RGS, C-30, Clássicos e Bico de Proa e as inscrições estão abertas com aviso de regata no site do evento.

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                                            “Tradicionalmente, realizamos duas etapas compostas por dois finais de semana cada, no primeiro semestre e duas no segundo. Este ano, tomamos a decisão de adiar a primeira etapa, prevista para março, por uma questão de responsabilidade. O cenário de evolução da pandemia era ainda muito incerto e não convinha a realização de uma competição naquele momento. Com um cenário mais controlado, inclusive com a vacinação em andamento e ressaltando-se, sob um rígido protocolo de segurança, entendemos ser possível retomar a competição com responsabilidade”, explica Mauro.

                                            De fato, a sede do evento, o Yacht Club de Ilhabela, estabeleceu um rígido protocolo de segurança. Por exemplo, todas as atividades na sede estão suspensas, como a tradicional confraternização das equipes após as regatas. A secretaria do evento será ao ar livre e as inscrições estão sendo feitas totalmente on-line. Todos os participantes terão sua temperatura aferida na entrada do clube, que aliás, também não terá serviço de restaurante.

                                            “A vela é um esporte praticado ao ar livre e as equipes, entre si, já têm este compromisso de segurança, afinal, estão todos literalmente no mesmo barco. O que estamos cuidando é para que haja a menor circulação possível de pessoas no clube, diga-se de passagem, um espaço ao ar livre. A exemplo do que já fizemos no ano passado, sem casos registrados de transmissão do vírus entre os tripulantes”, completa Mauro.

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                                              Comparada à piscina pública de Bondi Beach, na Austrália, a piscina do Arribas Sintra Hotel, em um dos cantos da Praia Grande, uma baía cercada de imponentes falésias a cerca de 12 quilômetros de Sintra, em Portugal, difere da Bondi Icebergs Bath por dois quesitos principais.

                                              O primeiro deles é o tamanho: a portuguesa tem o dobro do tamanho da sua musa inspiradora australiana (são infindáveis 100 metros de comprimento, simplesmente o dobro). E o segundo é o fato da piscina vir com um hotel acoplado.

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                                              bondi beach
                                              Portugal

                                              bondi beach
                                              Austrália

                                              Construída nos anos 1960, a piscina do Arribas Sintra Hotel tem o comprimento de duas piscinas olímpicas enfileiradas e mais de 30 metros de largura.

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                                              Capaz de comportar mais de 6 milhões de litros de água (salgada, do mar), tem uma profundidade que varia de 0,80 a 3,95 metros e dois trampolins a exatos 3,10 metros. Aberta geralmente de abril ou maio até setembro, a temperatura da água gira entre os 19º e os 24ºC.

                                              bondi beach

                                              É possível frequentar a Bondi portuguesa, uma das maiores piscinas oceânicas da Europa, mesmo sem ser hóspede do hotel, pagando uma taxa de day use, que varia conforme a estação.

                                              bondi beach

                                              Para começar, o hotel consegue um feito raríssimo em Portugal: estar realmente pé na areia. Depois, todos os quartos têm vista para o mar e varanda debruçada sobre a piscina. Por fim, todo o clima lembra os balneários e clubes dos anos 1980.

                                              Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                                Por: Redação -
                                                17/06/2021

                                                As batidas incessantes do martelo e o ir e vir dos carrinhos de mão carregados de madeiras desgastadas pelo tempo agora fazem companhia ao canto dos pássaros e à sinfonia calma das ondas na Ilha das Cobras, na baía de Paranaguá.

                                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                A mudança repentina na rotina de sossego absoluto do local indica que o paraíso ecológico do Litoral paranaense começou a mudar de cara. O primeiro ato da força-tarefa que vai transformar a antiga residência oficial de veraneio do governador do Estado em escola de gastronomia, turismo e educação ambiental começou oficialmente na segunda-feira (14).

                                                O investimento do Governo, feito pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo no projeto é de R$ 2,2 milhões – R$ 1,8 milhão na reforma estrutural das cinco edificações existentes no local e mais R$ 400 mil na elaboração do plano de manejo do parque.

                                                “O que era usado para o lazer da família do governante passará a ser um instrumento de educação para milhares de pessoas no Paraná. O mundo moderno não admite mais essas mordomias. É um compromisso meu acabar com tudo o que for supérfluo no Estado”, destaca o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

                                                O primeiro grupo de operários já firmou acampamento no Parque Estadual da Ilha das Cobras. A ordem é botar ordem na casa. Primeiro um inventário geral, finalizado ainda na segunda-feira, seguido por uma grande limpeza que marcou a terça-feira (15). E aí sim avança para a obra estrutural, começando pela troca do telhado (ou o que sobrou dele) da imensa casa cor de tijolo que por anos atendeu ao chefe do Poder Executivo do Paraná. O prazo de conclusão é de 360 dias.

                                                “Essa primeira fase vai demorar de dois a três meses. O abandono acabou com o detalhado e foi responsável pela infiltração de água no imóvel. Conforme formos avançando, vamos ampliar o número de trabalhadores para entregar tudo a tempo”, explica o engenheiro responsável pela obra, Leonardo Patrício Valério.

                                                É justamente a residência oficial, uma casa de plano baixo cercada de conforto como piscina e churrasqueiras, que vai abrigar a futura escola. Madeiras descompensadas, corrimões enferrujados e ventiladores desmontados indicam que por ali não passava ninguém oficialmente há muito tempo. E também que a empreitada vai dar trabalho. “Sabe como é reforma, não é. É só começar a mexer para encontrar surpresas inesperadas”, afirma o engenheiro.

                                                Reformulação que precisará de um grande amparo logístico para avançar. Os materiais para a construção só podem chegar à ilha por meio de balsas, com saídas de Paranaguá ou Pontal do Paraná. Após o desembarque, são mais cerca de 300 metros de caminhada para levar os insumos até o ponto da reforma.

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                                                Adaptações, porém, que não tiram o contentamento do grupo. Eles sabem que estão ajudando a dar uma utilidade pública a um imóvel tão representativo, capaz de fazer inveja a grandes resorts espalhados pelo País. “Esse lugar é lindo, encantador”, diz Valério, com a experiência de quem mora na vizinhança e costumava pescar na infância com o pai na região, tendo o belo cenário da Ilha das Cobras como pano de fundo.

                                                Reorganizar a ilha e dar vida útil ao imóvel por anos abandonado consta no plano de governo de Ratinho Junior e é tratado como prioridade dentro do Estado. “Queremos qualificar as pessoas que vão atender nossos turistas no futuro, movimentar e desenvolver o Litoral. A Ilha das Cobras vai se transformar em uma ilha sustentável, com foco na educação ambiental e no ensino profissionalizante”, ressalta o governador.

                                                Além da reformulação da sede principal, o programa contempla a reforma de duas edificações à beira do mar. Uma delas será transformada em laboratório para pesquisas e a outra em alojamento para os próprios pesquisadores. Haverá ainda um ponto de segurança e outro para guardar o gerador de energia elétrica.

                                                A Copel também confirmou o investimento de pouco mais de R$ 4 milhões na implantação de um sistema de geração solar-fotovoltaica associado a baterias de última geração para fornecer a eletricidade necessária à ilha. A Sanepar, por sua vez, vai construir no local uma estação de tratamento e distribuição de água.

                                                “A Ilha das Cobras é um local de uma riqueza ambiental imensa. Pretendemos com esse projeto aliar turismo, gastronomia, hotelaria, capacitação, pesquisa e educação ambiental. Um programa de meio ambiente, seguindo os moldes do que o Projeto Tamar faz em outros pontos do País”, afirma o diretor de políticas ambientais da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Rafael Andreguetto.

                                                O Projeto Tamar a que se refere Andreguetto busca promover a recuperação das tartarugas marinhas, desenvolvendo ações de pesquisa, conservação e inclusão social. Com o tempo, contudo, o trabalho se expandiu, com o apoio ao desenvolvimento das comunidades costeiras, de forma a oferecer alternativas econômicas que amenizem a questão social, reduzindo assim a pressão humana sobre as tartarugas marinhas.

                                                As atividades do Tamar são organizadas a partir de três linhas de ação: conservação e pesquisa aplicada, educação ambiental e desenvolvimento local sustentável. Desde o início, o projeto cria técnicas pioneiras de conservação e desenvolvimento comunitário, adequadas às realidades de cada uma das regiões onde tem bases de pesquisa.

                                                Além das capacitações voltadas para a gastronomia regional, turismo e hotelaria, o Governo do Estado planeja oferecer outros cursos no local, como de aquicultura (produção de ostras, mariscos e camarão) e de educação ambiental. A ideia não é ter uma escola focada em um único tema, mas diversificar as atividades de acordo com as necessidades da região, incluindo aulas de idioma e educação ambiental.

                                                O local também tem potencial para se transformar em um centro de apoio ao artesanato caiçara regional. Há possibilidade, ainda, de abrigar um restaurante-escola aberto para a visitação de turistas, e locais para conferências e apresentações.

                                                Localizada na Baía de Paranaguá, a Ilha das Cobras tem 52 hectares de área remanescente de Mata Atlântica e é parada de descanso e alimentação de tartarugas marinhas jovens. A estrutura do local – que conta com trapiche, casa de força, espaço de apoio, alojamento de pesquisadores, residências do guarda e a casa principal – será toda adaptada para receber a escola profissionalizante.

                                                A casa principal é dividida em três. Na primeira ala ficará o alojamento, que conta com um espaço de 202 metros quadrados, dividido em oito suítes com dois leitos cada. O espaço vai atender os participantes do curso e usuários da ilha.

                                                A segunda ala tem 220 metros quadrados e será reservada para o apoio e capacitação. Além de quatro suítes que atenderão professores e equipe, vai contar com biblioteca e uma sala multiuso, que será utilizada para aulas e reuniões. A ala central vai abrigar a cozinha industrial, com uma bancada para atender até 16 alunos, e um restaurante com cerca de 60 lugares.

                                                Com a reforma concluída, o Governo do Estado vai abrir processo de chamamento para definir o modelo e a formato do convênio que será estabelecido com a instituição que administrará a Escola do Mar.

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                                                  Emergindo do Rio Hudson, no topo de um buquê de 132 colunas em forma de tulipas gigantes que praticamente imploram para estar no Instagram, está o recém-inaugurado Little Island, o mais novo parque de Nova Iorque. Aberto em 21 de maio, a nova área verde de Manhattan fica pertinho do Whitney Museum e do Hudson River Park, mais precisamente no mesmo local em que ficava o Pier 54.

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                                                  O projeto, assinado pelo inglês Thomas Heatherwick, o mesmo que desenhou o The Vessel, no Hudson Yards, foi apresentando pela primeira vez em 2014 e ficou por anos embargado sob alegações de que a obra prejudicaria a fauna do Rio Hudson. O tempo passou e as agências ambientais autorizaram sua construção. O Little Island é ligado a Manhattan por duas passarelas de pedestres e exibe 35 espécies de árvores. O grande charme é um anfiteatro a céu aberto virado para o rio que pode acomodar 687 pessoas.

                                                  Os portões de acesso estão localizados na 13th e na 14th Street. O parque fica aberto das 6h até 1h (do meio-dia até o fechamento é preciso agendar a visita pelo site) e não há limite de tempo de permanência.

                                                  O projeto teve um custo de 260 milhões de dólares e foi patrocinado pela fundação que é mantida pelo casal Barry Diller, um dos criadores da Fox Broadcasting, e a da estilista Diane Von Fursterberg.

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                                                    Marinha do Brasil terá novos submarinos na defesa das fronteiras até 2022

                                                    Por: Redação -

                                                    Dono de extensa costa marítima, o Brasil conta com cerca de 95% do comércio exterior movimentado por hidrovias, de acordo com informações da Agência Brasil. Além de rotas comerciais estratégicas, uma série de jazidas minerais altamente valiosas estão localizadas em territórios marítimos.

                                                    Segundo o almirante de esquadra, Almir Garnier, comandante da Marinha, o patrulhamento e a defesa das fronteiras aquáticas brasileiras estão prestes a receber o reforço de quatro novos submarinos e de fragatas classe Tamandaré.

                                                    Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                    Segundo o comandante, o primeiro submarino será recebido pela esquadra brasileira até o final deste ano, enquanto as três outras embarcações serão finalizadas no decorrer de 2022.

                                                    submarinos marinha do brasilA construção de submarinos é tida como indústria estratégica pelo governo brasileiro, já que impulsiona o desenvolvimento industrial e tecnológico, além de prover treinamento e patrulhamento ostensivo na imensa costa brasileira.

                                                    “Esse é o sistema de gerenciamento da Amazônia Azul. Todo esse patrimônio brasileiro precisa de um sistema de gerenciamento e coordenação que enxergue tudo do alto, de lado, de baixo”, afirmou o comandante da Marinha em entrevista.

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                                                    Almir Garnier também informou que um dos papéis da Marinha é definir as fronteiras marítimas brasileiras pela presença de navios e contingente em vigília constante, que monitoram e defendem interesses nacionais de acordo com a legislação vigente.

                                                    submarinos marinha do brasil

                                                    Esse é um dos muitos trabalhos que a Marinha tem feito durante a pandemia, em que, Garnier ainda ressalta o apoio logístico à distribuição de medicamentos, alimentos, roupas, vacinas e insumos para famílias em locais isolados do território nacional.

                                                    “Estamos envolvidos completamente nisso [combate à pandemia]. O nosso centro tecnológico, juntamente com a Universidade de São Paulo (USP), desenvolveu e produziu respiradores, que no início da pandemia eram muito críticos. Fizemos desinfecções de lugares públicos com a nossa equipe de capacidade de guerra bacteriológica, fizemos atividades de vacinação em todo o país, onde é mais difícil o acesso”, afirmou.

                                                    O almirante de esquadra lembrou ainda que a Marinha atuou na distribuição de alimentos para caminhoneiros no início da pandemia, quando a maior parte dos estabelecimentos comerciais de rodovias federais foram fechados.

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                                                      Nesta quarta-feira (16), foi ao ar o segundo programa Loucos Por Barcos, um bate papo descontraído semanal e ao vivo sobre os temas náuticos mais pedidos pelos leitores e seguidores.

                                                      No segundo programa, o assunto foi Como Navegar à Noite: tudo o que você precisa saber! Com os #loucosporbarcos Herman Júnior, especialista em meteorologia e criador dos Grupos MayDay, Marcello Souza, da escola náutica Argonauta e presidente da Abenau (Associação Brasileira das Escolas Náutica) e o experiente velejador Silvio Ramos, com muitas milhas navegadas e uma volta ao mundo no currículo.

                                                      Nesses encontros vamos trazer sempre convidados especiais e o nosso especialista náutico, Guilherme Kodja, que comandará essa troca de informações com a possibilidade da interação em tempo real dos telespectadores.

                                                      Esperamos você todas as quartas, a partir das 20 horas, na TV NÁUTICA, no YouTube. Se inscreva para não perder!

                                                      Se você tem alguma dúvida ou comentário, converse com a gente pelas redes sociais ou envie sua dúvida para [email protected].

                                                      Nos vemos todas as quartas no #LoucosPorBarcos!

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                                                        A atuação de um proprietário de barco não para no momento da escolha do modelo para comprar ou nas saídas para navegar. Pelo contrário! Isso é apenas o começo, É essencial estar atento à manutenção da embarcação para não ter surpresas e aproveitar ao máximo o melhor que o mundo náutico pode oferecer.

                                                        Para ajudar você nessa, NÁUTICA separou algumas matérias que tratam do tema. Vale ficar de olho:

                                                        Veja como foi a estreia do programa Loucos Por Barcos sobre manutenção 

                                                        O melhor momento para fazer revisões no barco é agora! Veja

                                                        Os principais equipamentos que exigem manutenção frequente nos barcos a motor

                                                        A manutenção que você mesmo pode fazer ou controlar no seu barco

                                                        40 dicas de manutenção para você aplicar no seu barco

                                                        Confira dicas de limpeza e manutenção para manter a boa conservação de seu barco

                                                        Náutica Responde

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                                                          16/06/2021

                                                          O que você faria se, de repente, ao entrar na barra, a visibilidade caísse para zero? Com a chegada do outono e a aproximação do inverno, os nevoeiros tornam-se bastante comuns na costa sul do Brasil.

                                                          O porto de Santos é um dos que mais sofrem com o mau tempo, nesta época do ano. Imagine-se, portanto, voltando de uma pescaria no final da tarde, quando, a poucas milhas da barra, a visibilidade cai para zero.

                                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                          Pior! Esta região tem tráfego intenso de navios e de barcos pesqueiros. Seu barco tem GPS, sonda e cartas náuticas. Mas não possui radar. E agora? O que fazer?

                                                          nevoeiro

                                                          a) Jogar a âncora ali mesmo e esperar a visibilidade melhorar?

                                                          b) Acelerar para tentar chegar à marina antes do nevoeiro piorar ainda mais?

                                                          c) Reduzir a velocidade, mas ainda continuar seguindo em frente, devagar?

                                                          O certo é…

                                                          Definitivamente, jogar a âncora não é uma boa ideia num local de tráfego intenso, como o Porto de Santos. Tentar chegar à marina, o mais rápido possível, aumentando para isso a velocidade, menos ainda, já que quanto mais rápido você estiver menor serão as chances de desviar a tempo de uma boia ou outro barco.

                                                          O certo, portanto, é reduzir a velocidade e segui em frente, atento mas bem devagar (alternativa c). Ao reduzir a velocidade sob forte nevoeiro, deve-se acender as luzes de navegação e usar, também, o apito ou buzina para informar sua presença na área.

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                                                          De acordo com o Regulamento Internacional Para Evitar Abalroamento no Mar, um barco a motor, navegando em condições de visibilidade limitada, deve emitir um apito longo, no máximo a cada dois minutos.

                                                          Já um veleiro (quando estiver usando somente as velas como propulsão) deve emitir um apito longo, seguido de dois curtos, também a cada, no máximo, dois minutos. Na dúvida, apenas apite.

                                                          Também aumente a atenção e evite trafegar no canal balizado, por onde entram e saem os navios. Use a sonda para auxiliar a navegação e, se tiver mais uma pessoa a bordo, incumba-a de ficar de vigília. E, no caso do Porto de Santos, tome cuidado extra ao cruzar a rota das balsas que fazem a travessia para o Guarujá.

                                                          Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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                                                            Por: Redação -

                                                            A Two Oceans Marine Manufacturing, uma dos poucas grandes fabricantes de catamarãs personalizados do mundo, lançou o Catamarã Two Oceans 850E Power, na Cidade do Cabo, África do Sul.

                                                            O Two Oceans 850E é um catamarã a motor, com design personalizado pela Du Toit Yacht Design. Dentre os diferenciais na construção da embarcação, estão o epóxi E-glass, o núcleo de espuma de PVC e a fibra de carbono, para suporte local e estruturas de reforço.

                                                            catamarã two oceans

                                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                            O proprietário tinha requisitos específicos para a embarcação que foram aplicados no projeto, incluindo cascos mais largos e camarotes maiores abaixo do convés.

                                                            A Du Toit Yacht Design também contou que criou as linhas de catamarãs para serem elegantes e cheias de estilo, acentuadas por luzes subaquáticas de LED, azuis.

                                                            O projeto se concentra na sensação interior-exterior, mantendo todos os confortos e luxos. Para isso, a construção investiu até em tecidos da marca Ralph Lauren nas espreguiçadeiras e almofadas externas. Além disso, os pisos de teca são complementados pelo design em dois tons presentes nos móveis, que apresenta painéis brancos e uma sólida inserção de nogueira.

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                                                            O interior do Two Oceans 850E, por sua vez, conta com uma espaçosa cozinha no convés principal, projetada para facilitar a experiência de culinária social, onde os hóspedes podem assistir a sua refeição favorita ser preparada — tanto do cockpit quanto da área do bar.

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                                                            A cabine de popa foi projetada como a principal área de estar e jantar a bordo, com uma grande mesa de madeira que pode acomodar 10 pessoas. Ela também tem um flybridge espaçoso e área de estar superior, mesa de jantar, bar e banheira de hidromassagem.

                                                            O Two Oceans 850E pode acomodar até oito hóspedes, divididos em cinco camarotes — um camarote para o proprietário, dois de casal (com banheiro privativo), dois camarotes de tripulação avançados e que acomodam até quatro tripulantes.

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                                                            A garagem ainda pode armazenar uma grande número de brinquedos aquáticos, incluindo um RIB personalizado de 5 metros, um RIB de 6,1 metros e dois jets. É possível içar todos os brinquedos através de um grande guindaste hidráulico.

                                                            O Two Oceans 850E é movido por dois motores Cummins, de 610 hp.

                                                            Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

                                                            Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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