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O São Paulo Boat Show encerrou na última semana na capital paulista com a venda de 215 embarcações. O estaleiro nacional Triton Yachts divulgou um crescimento de 40% no valor geral de vendas na edição deste ano da feira, em comparação com os resultados da sua participação no evento do ano anterior.
“Os brasileiros estão buscando embarcações cada vez maiores. Eles querem passar mais tempo no barco e aproveitar mais a experiência da navegação com a família. O reflexo foi percebido nesta feira, onde comercializamos um número menor de barcos, porém com um crescimento de vendas nas categorias com maiores dimensões, acima de 37 pés. O consumidor percebeu como a navegação pode oferecer muitas vantagens para o turismo”, explica Allan Cechelero, diretor de marketing da Triton Yachts.
Entre as lanchas mais procuradas, destacam-se os modelos com cabine para a pernoite a bordo, amplas áreas de lazer externas e de convivência. É o caso da Triton 470 FLY que visa unir conforto, espaço, design contemporâneo, tecnologia e acabamentos diferenciados. Tem capacidade para até 14 pessoas durante o dia e cinco em pernoite. Possui área de estar e jantar, cozinha e duas amplas suítes no interior, além de ambientes para convivência, refeições e relaxamento na área externa. Vem ainda com espaço gourmet com churrasqueira e pode ser equipada com plataforma de banho com acionamento elétrico, características que também conquistaram o público.
Durante os dias de feira, além da Triton 470 Fly, os visitantes tiveram a oportunidade de conferir de perto outros três modelos expostos pela marca, como a 250 Open. “Outro nicho importante de observar foram os interessados em embarcações menores, de entrada na marca. Um público que está ingressando no mercado náutico e que deseja comprar o seu primeiro modelo”, conclui Cechelero.
A Triton Yachts também expôs outros dois modelos de médio porte: a 300 Sport, com inovações no layout, e a 370 HT, um dos modelos mais vendidos pela marca no país.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
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A Kapazi aproveitou o São Paulo Boat Show 2020, que aconteceu de 19 a 24 de novembro, para lançar o piso náutico Thermo Deck Comfort, que promete aliar a qualidade e durabilidade dos revestimentos tradicionais com uma base macia, permitindo um deslocamento mais confortável dentro da embarcação.
Projetado para atender um pedido dos navegadores que buscavam revestimentos mais macios para as embarcações, o Thermo Deck Comfort une a qualidade do piso teka sintética para barco, com a durabilidade do PVC e uma base em EVA, que garante a maciez. Com detalhes de acabamento, os frisos e as cores do produto podem ser personalizados de acordo com o interesse do consumidor.
Além de apresentar a inovação ao mercado, a Kapazi Náutica exibiu no evento novos padrões de cores da linha de EVA soft tech para jet e lanchas. Também foram apresentados produtos diversos e novos modelos para as áreas internas das embarcações, acessórios e revestimentos náuticos.
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Um veleiro com filmes solares no casco vem chamando atenção na Marina Itajaí. Nomeado de Nirvana IV (@nirvana_sail), a embarcação modelo RO 340 passou os últimos cinco meses sendo preparada para, quando totalmente finalizada, se jogar nas águas do Atlântico, navegar e construir sua própria história.
Seus 34 pés de comprimento (10 metros), somados aos 3,25 metros de boca e acoplado às placas com filme solar, dão um ar imponente ao veleiro construído pelo Skipper profissional Vanir Tiscoski, de 33 anos, natural de Florianópolis. Apesar de ser seu primeiro barco, Vanir se mostra confiante em seu projeto. “O Nirvana foi preparado e construído para que eu pudesse navegar sozinho, introduzir pessoas ao mundo da vela e fazer charter”, conta.
Nirvana IV navegando – Imagem: Vanir Tiscoski
Mas, por que Nirvana?
“Nirvana é um estado de ser. Vem do budismo. As pessoas só adquirem através das boas práticas, meditação, autoconhecimento e cultivo da paz. Conseguir o Nirvana é fazer desaparecer maus sentimentos. Quero poder levar isso para outras pessoas também, e que elas possam adquirir isso através da navegação. Está vinculado ao meu propósito de vida”, detalha.
Segundo Vanir, o Nirvana é o primeiro barco no mundo com a tecnologia OPV (do inglês, Organic Photovoltaics) para a geração de energia solar instalada no casco. E tudo começou há três anos, quando ele visitou a fábrica de filme fotovoltaico Sunew, em Belo Horizonte.
Placas solares ao longo do casco – Imagem: Vanir Tiscoski
“Tive a ideia de elaborar essa tecnologia. Parecia meio maluca, mas fomos evoluindo e instalamos em um Stand Up Paddle”, disse e fez. A “ideia maluca” foi validada, o Stand Up carregava o motor com a luz solar, e o mais importante: deu certo.
Portanto, com a ideia e o projeto mais sólidos, Vanir começou a trabalhar na embarcação do Nirvana quando só tinha o casco e o convés, depois fez hidráulica, elétrica, deck e móveis. Em seguida, passou a projetar e instalar os filmes no casco da embarcação. Um trabalho que envolveu laminador, engenheiro de materiais, eletricista, e pesquisas para que se tornasse uma solução sustentável, hidrodinâmica, segura e eficiente em geração de energia.
O interior do Nirvana é bem espaçoso. Além de dois camarotes, um na popa e um na proa, o veleiro tem um espaço interno de 18 m², o suficiente para acomodar até dez pessoas. Há também um banheiro logo atrás da mesa de navegação, além de uma cozinha, que apesar de não ter tantos utensílios, é essencial para longas navegações.
Parte social do interior do Nirvana
O benefício técnico da energia solar
De acordo com Vanir, o material produzido pela Sunew é orgânico e exige baixa demanda energética para ser produzido, além de emitir menos CO2. Ao todo, o sistema cobre uma área de 7,5 m². Apesar do projeto estar em fase de testes, é sabido que os filmes instalados geram em torno de 55 watts por metro quadrado.
“O barco já está na ativa, o sistema funciona e está 80% aprovado. Design, estética, aderência ao casco e produção de energia estão em ordem”, conta. No entanto, algumas dúvidas ainda perambulam na cabeça de Vanir, que ainda não sabe o quanto de energia é produzida e em quais situações.
Consequentemente, há dúvidas quanto a intensidade do sol, o reflexo da água, a energia produzida em dias nublados, com o barco navegando, adernado ou na marina. Além disso, há dúvidas quanto a durabilidade das placas a partir do contato com a água. Tudo isso ainda precisa ser testado, e só será possível saber quando o Nirvana IV cair de vez na água.
Em suma, a intenção é que o protótipo funcione e que essa tecnologia esteja mais presente. “Essa tecnologia sustentável busca dar autossuficiência energética nas embarcações, mantendo bom desempenho hidro e aerodinâmico. Assim que o protótipo for validado, buscamos disponibilizar essa tecnologia desenvolvida aqui no Brasil para o mundo, trazendo mais sustentabilidade para ao setor náutico”, finaliza.
Interior durante confecção
Camarote de proa
Camarote de popa
Cozinha
Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A Propspeed, empresa neozelandesa especialista na produção e comercialização de revestimento para hélices de barcos, aproveitou o 23º São Paulo Boat Show para lançar o Foulfree, produto que promete ajudar a promover a transmissão precisa do sinal subaquático.
O Foulfree é um anti-incrustante ecologicamente correto à base de silicone, não tóxico, utilizado para evitar a incidência de crescimentos marinhos (cracas) nos transdutores. A incrustação na face dos equipamentos pode reduzir a sensibilidade, diminuindo o retorno do eco. Isso prejudica a precisão com a qual o transdutor identifica a presença de peixes ao redor da embarcação.
O revestimento da Propspeed usa a tecnologia foul-release (auto-limpante), criando uma camada lisa de produto que impede a aderência de crescimento marinho; a durabilidade média do efeito é de 12 e 24 meses. Certificado pela Airmar, líder mundial em tecnologias de sensores ultrassônicos para aplicações marinhas e industriais, o Foulfree promete melhor desempenho sem causar efeitos adversos aos transdutores e sem prejudicar o ambiente marinho.
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Zimarine, marca fundada há 20 anos em São Paulo (onde possui sua fábrica), tem sua especialidade em “pisos em teca”, uma espécie de madeira. Nesse tempo em que está no mercado, a empresa vem atendendo aos principais estaleiros do Brasil e Estados Unidos.
Com opções em teca tanto para o interior quanto o exterior de embarcações, a empresa conta também com uma linha de acessórios e bancadas gourmet, além de produto especial para limpeza de teca.
A Zimarine chegou a 23ª edição do São Paulo Boat Show com um produto novo, o tampo de silicone com 100% teca. Produto que leva vantagem dos demais por ser muito duradouro, de acordo com seu fabricante, possuindo vida útil de mais de 80 anos sem nenhuma deformação na peça.
Sobre o produto destaque dessa edição, a empresa o faz totalmente sobre medida e por conta disso não possui um preço inicial já tabelado.
Por Amanda Ligório, sob supervisão do jornalista Maristella Pereira
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Por Tchello Brandão
A FF Marine com a presença de seu proprietário, Francisco Marrara Neto, apresentou o novo Fly Mormaii durante o São Paulo Boat Show 2020, que aconteceu pela primeira vez na água, tendo como palco a Raia Olímpica da USP.
A nova prancha de levitação aquática, também popularmente conhecida como “fly board” ou “hydro fly”, foi totalmente desenvolvida no Brasil e conta com os mais modernos recursos para o voo, tanto para prática recreativa como para os que se aventuram em grandes manobras.
Confeccionada em alumínio, braçadeiras em inox e mangueira de 18 metros emborrachada por dentro e por fora, a prancha promete resistência e durabilidade, além de pouca manutenção. Ela ainda possui um sistema que permite que os pés se movam independentes um do outro, o que possibilita mais manobras e um voo mais fácil.
O Fly é compatível com a maioria dos jets do mercado, bastando apenas desmontar a parte do direcionador e encaixando um kit que já vem pronto para cada modelo de jet. Também existe a possibilidade do uso de um engate rápido, caso o cliente queira andar com o jet sem ter que remontar o direcionador original.
Para usar o fly board, basta se equilibrar como em um skate parado, com a devida instrução, e em 5 minutos a pessoa voa em baixa altura, progredindo e subindo conforme a prática e confiança. É preciso uma profundidade mínima de 2 metros para que o equipamento seja utilizado. Existe um controle remoto via wireless pelo qual pode-se comandar sem ser necessário um piloto para o jet. Os profissionais, como no caso do Patrick Araújo, que se apresentou no Boat Show e roubou a cena com manobras ousadas, chegam a voar a uma média de 15 metros de altura.
O equipamento vem para popularizar o esporte, vendido por R$ 14 mil mais acessórios.
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Passeio ou corrida, qual jettem mais a sua cara?Paraquem acelera nas pistas, mas não abre mão dos passeios com os amigos (ou vice-versa), a escolha pode parecer uma decisão difícil. Para facilitá-la, a Sea Doo criou o RXP-X RS, um jetoriginalmente de performance (com motorde 300 hp ecasco desenhado para disputar corridas), mas quejá vem com um tanque de combustível de 70 litros (que permite ir mais longe, assim como o modelo GTX), sistema de som (imprescindível nos passeios) e banco de um lugar que pode facilmente ser substituído por um mais longo, para duas pessoas — na hora de correr, banco simples; na hora de passear, banco duplo.Uma combinação, enfim, tentadora.
Para apresentá-lo ao público, durante o São Paulo Boat Show 2020, a Bombardier escalou o piloto de automobilismo Nelsinho Piquet, que o acelerou na raia olímpica da USP. Ao final do teste, em depoimento a Guilherme Kodja,diretor técnico de Náutica, Nelsinho (que costuma andar de jetem expedições comandadas por seu pai, Nelson Piquet, como uma recente volta completa em torno da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis) deu suas impressões sobre oRXP-X RS.
“É um jetconfortável, estável, que faz curvas muito bem feitas eque acelera muito, ainda mais em uma água lisa, como essa. Você vira tudo e acelera. Acelera até o final da reta e vira. É preciso se segurar firme, para não cair fora dele”, contou Nelsinho. “Ao mesmo tempo, tem som (eu andei ouvindo música) e espaço para guardar muita coisa. Os jets de hoje têm muita tecnologia e conforto”, acrescentou o filho do tricampeão de F1.
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O mercado náutico acaba de ganhar um novo estaleiro: o AG Catamarans. Sob comando de Amilton Gutierrez que, desde 1981, já conta com a experiência de mais de 600 barcos construídos, a marca traz em seu portfólio o lançamento AG Cat Sail 48, um catamarã a vela com 14,6 metros de comprimento e 8 metros de boca, que será construído em Guarujá, no litoral de São Paulo.
Criado pelo projetista argentino Alejandro Bottino, que participou de projetos como Wally 100 Alexia e Wally 130, o catamarã AG Cat Sail 48 será construído por infusão em compósito de fibra de vidro/carbono. “Dessa forma, o AG Cat Sail 48 será leve, resistente e oferecerá ótimo desempenho”, afirma Gutierrez.
O projeto apresenta ampla área envidraçada para possibilitar vista panorâmica do exterior e iluminação natural. Sua área externa contará com beach club que poderá ser montado na popa, com plataforma hidráulica; flybridge para até oito pessoas; e a proa, com um solário que poderá ser transformado em uma área de refeições mais informal, com uma mesa retrátil.
No interior, o salão principal terá uma cozinha que atenderá, também, à praça de popa. O catamarã contará, ainda, com opção de três ou quatro camarotes, com suítes e acomodações para o marinheiro.
A AG Catamarans pretende entregar a primeira unidade do AG Cat Sail 48 em abril de 2022, mas o novo estaleiro paulista já tem planos para expandir seu portfólio com um veleiro catamarã de 40 pés ainda em 2021.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
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A Volvo Penta Inboard Performance System (IPS) é um exemplo de tecnologia que dá um passo confiante para aumentar a eficiência e reduzir as emissões, ao mesmo tempo que continua a melhorar o desempenho do produto. O IPS oferece capacidade de manobra e desempenho avançados, fácil manutenção e facilidade de manutenção, e é capaz de oferecer novos níveis de conforto a bordo. A empresa já vendeu 30 mil soluções Volvo Penta IPS em todos os setores marítimos e comemorou tal marca durante o último São Paulo Boat Show, que aconteceu de 19 a 24 de novembro, na Raia Olímpica da USP.
O Volvo Penta IPS foi uma revolução na tecnologia marítima quando foi lançado pela primeira vez no setor de lazer marítimo, em 2005. O design inovador e exclusivo do sistema tem hélices duplas contra-rotativas voltadas para a frente que ficam abaixo do casco para uma incrível ‘aderência’ de a água. Os drives IPS direcionáveis individualmente são vinculados à função de encaixe do joystick integrada. O joystick torna a atracação – considerada um dos aspectos mais estressantes da navegação – mais fácil. O Volvo Penta IPS oferece uma gama de benefícios que variam dependendo do tipo de instalação. Em comparação com as instalações de eixo interno tradicionais, a Volvo Penta IPS oferece:
A marca aproveitou para apresentar, ainda, o sistema Forward Drive, que tem hélices contrarrotantes, ou seja, elas ficam posicionadas para a proa do barco e não para a popa como nos sistemas de rabeta comuns.
A Volvo Penta FWD reduz significativamente o ruído, vibrações e praticamente elimina vapores no convés, uma vez que escape do motor fica debaixo do barco. Ele também oferece capacidade de resposta superior, aceleração, economia de combustível e versatilidade, permitindo uma variedade de atividades, incluindo wakesurfing e wakeboard.
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No estúdio flutuante de Náutica na raia olímpica da USP, durante o São Paulo Boat Show 2020, Guilherme Kodja,diretor técnico de Náutica, entrevistou o empresário Paulo Thadeu, presidente do Real Powerboats — estaleiro do Rio de Janeiro que já produziu mais de 12 mil lanchasem 34 anos de atividades e de cuja linha de produção saem atualmente 15 modelos de lanchas, de 22 a 60 pés, incluindo dois lançamentos: a Real 40 HT e a Real 40 Fly, que têm a mesma configuração de cabine e de cockpit; a diferença está na parte de cima:hard-top (teto solar) ou flybridge (a área mais aberta no topo do barco, que oferece uma visão panorâmica do mar).
Na conversa, o executivo da Real Powerboat disse que o Boat Show 2020 marcou a recuperação do mercado náutico, com números acima das expectativas. E comemorou a chegada ao setor de um novo público.“Os ventos voltaram a soprar a favor. E com muitos clientes novos. Em 25 anos que tenho de náutico, nunca vi um crescimento de novos clientes como neste ano. De 20 a 30% do total das vendas são para novos clientes”, destacou.
Ao mesmo tempo, segundo ele, aumentou a procura por barcos de tamanho médio para cima. “Neste o Boat Show, por incrível que pareça, as lanchas de 40 pés tiveram mais cotação do que a 22 pés, que é a nossa lancha de entrada, e do que a Real 330, que é a nossa campeã de vendas”. A explicação para isso talvez esteja na maturidade do setor. “Tem muita gente fazendo upgrade, pessoas que estão no terceiro ou quarto barco e que agora estão mudando de faixa de tamanho”, explicou Kodja.
“É verdade, mas não é só isso. Além dos critérios estéticos, o cliente está muito preocupado com o conforto e a funcionalidade”, observou Paulo Thadeu. “E aí, o fato de eu também ser navegador, e de passaros fins de semana em Angra dos Reis conversando com donos de barcos, me permite oferecer soluções práticas para o dia a dia a bordo”, disse ele.
“Por exemplo: a novas lanchas da Real têm tomadas USB e lixeiras embutidas espalhadas pelo no cockpit. Têm também petisqueira (uma pequena geleira rasa para ser usada como uma mesa de frios) e champanheira, que é uma geleira com fundo mais alto com encaixe para garrafas abertas, sem perigo do champanhe ou do Prosseco entornarem dentro do gelo”, acrescentou o executivo da Real Powerboats.
Quanto ao novo palco da exposição de barcos paulista, Paulo Thadeu foi só elogios. “Participei de todas as 23 edições do São Paulo Boat Show, e desta vez a sensação que temos é a de não estar em São Paulo. A energia foi outra, pelo fato de os barcos estarem dentro d’água. Aenergia da água mesmo faz com que a exposição seja diferente do que em um pavilhão fechado. Até a maneira de se vestir das pessoas foi diferente. Estava todo mundo com roupas mais descontraídas, sentindo-se mais à vontade”, avaliou o presidente da Real Powerboat. E concluiu: “O segredo de um vendedor é transportar o cliente para dentro do barco, no uso, no divertimento. Com o barco já dentro d’água, isso fica muto mais fácil”
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Encerramento da maior feira náutica da América Latina, realizada dentro das normas da vigilância sanitária, continua trazendo boas perspectivas econômicas e empregatícias para o setor
Após seis dias de evento, a 23º edição do São Paulo Boat Show terminou com saldo positivo. Mesmo diante de um ano atípico, sem precedentes e com menores números que ano anterior, a maior feira náutica da América Latina registrou boas perspectivas econômicas e na geração e manutenção de milhares de empregos para o setor.
Entre os dias 19 e 24 de novembro, respeitando todas as normas estipuladas por lei, pelo Plano SP e vigilância sanitária, o Boat Show recebeu aproximadamente 18 mil pessoas (até 1 990 pessoas simultaneamente) e movimentou R$ 155 milhões. Ao todo, foram comercializadas 215 embarcações e os negócios gerados na feira devem refletir pelos próximos três meses para os expositores e, consequentemente, para o segmento em geral. Isso inclui, principalmente, empregabilidade para os profissionais do setor, já que a cada nova embarcação vendida, a cadeia náutica emprega 5 pessoas diretamente e 3 indiretamente. Ou seja, a cada mil unidades construídas são 8 mil empregos diretos e indiretos, e 120 mil empregos em todo o Brasil, incluindo marinas, lojas, serviços e assistências técnicas.
Ao longo de seis dias, o Boat Show contou com a presença dos amantes de práticas náuticas, que vão desde atividades com canoas e pranchas até navegar em grandes embarcações. Neste ano, realizado pela primeira a céu aberto, na Raia do USP, o evento proporcionou aos visitantes diversas vivências na água, com mais de 1.000 pessoas experimentando atividades náuticas como caiaque, pedalinho, canoa havaiana e vela nas águas da universidade.
“Mesmo diante dos inúmeros desafios causados pela pandemia, sabemos que a feira é um dos principais pilares que fomentam o segmento náutico no país, girando a economia e empregando milhares de pessoas. Por isso, após a liberação dos órgãos governamentais, optamos por fazê-lo acontecer. Ao final, conseguimos levar a muitas pessoas, com segurança e responsabilidade, uma boa e inédita experiência”, comenta Ernani Paciornik, presidente do Boat Show.
O São Paulo Boat Show foi aprovado pela reitoria da USP, que recebeu um valor de aluguel da raia, melhorias na estrutura (balizamentos e troca de cabeamento) e preservação do espaço, além da doação de um barco de 18 pés, avaliado em 70 mil e 50% da renda do estacionamento do evento destinada à CEPEUSP.Com isso, somados esses investimentos, o Grupo Náutica, idealizador do evento, espera deixar um legado em torno de R$ 400 mil para a Raia da USP. Neste ano, feira ainda arrecadou mais de 100 mil reais para contribuir com a CUFA (Central Única das Favelas).
Sobre o Grupo Náutica
Com mais de 40 anos de atuação, o Grupo Náutica é a principal empresa relacionada ao fomento do setor náutico brasileiro, com frentes em comunicação, infraestrutura e eventos. O grupo é detentor da Revista Náutica, pioneira e líder absoluta; do Boat Show, maior evento náutico da América Latina, com edições em São Paulo e no Rio de Janeiro; da Metalu, uma das maiores construtoras de píeres do mundo; e da Ilha dos Coqueiros, espaço de eventos localizado na região da Costa Verde de Angra dos Reis, no RJ. É também iniciativa do Grupo Náutica as ações de responsabilidade social “Só Jogue na Água o que Peixe Pode Comer” e “Por Uma Cidade Navegável”, além dos principais guias de turismo náutico do país.
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O Três Marias, de 36 pés, é tão importante para Aleixo Belov — foi com esse veleiro que ele realizou as três primeiras de suas cinco voltas ao mundo — que o velejador, de 77 anos, decidiu eternizá-lo. Para isso, adquiriu um casarão histórico n e o transformou no Museu do Mar de Salvador, a ser inaugurado no início de 2021, no qual ficarão expostas diversas peças e conhecimento adquiridos durante as suas viagens (cartas náuticas, cronômetros, fotos dos lugares que visitou, búzios de todos os oceanos, objetos diversos e toda a sua biblioteca), além, é claro, do veleiro histórico, que foi construído pelo próprio Belov no quintal de sua casa, na capital baiana, no fim dos anos 1970.
“Cheguei à conclusão de que, se eu morresse, todo o meu acervo ficaria perdido. Estava com muito medo e quis fazer o museu para guardar todo o meu acervo. Se alguém um dia quiser aprender o que é preciso para fazer viagens como eu fiz, será muito mais fácil”, explica o velejador.
Há cinco meses, o barco foi colocado no casarão onde o museu funcionará, no Largo Santo Antônio Além do Carmo, no Centro Histórico de Salvador. Foi necessário um guindaste para erguer o veleiro, de 7,5 toneladas, e colocá-lo dentro do museu. “Já está descansando”, comemorou Belov ao concluir a operação.
Porém, na hora de fechar aquela abertura no teto, o mastro armado não coube na nave (sobraram três metros). Para preservá-lo, seria necessário manter uma abertura no telhado. “Consultei a Superintendência do Iphan na Bahia sobre a possibilidade de atravessar uma claraboia no teto. Depois de permitir fazer a claraboia verbalmente, negaram por escrito”, lamenta o velejador.
E agora? Fazendo graça com a situação, o arquiteto e urbanista Lourenço Mueller, que preside a Fundação Aleixo Belov — que funciona como um centro de estudos, pesquisa, fomento e discussão de temas ligados à navegação em outro casarão histórico no centro de Salvador e responderá pela administração do museu do mar —, levantou uma polêmica:
“Mutila-se o barco em sua expressão fálica, cortando um pedaço do mastro, para caber no pé-direito, ou solicita-se à comissão que preside o museu permissão para atravessar uma claraboia?” Uma terceira hipótese seria manter o mastro intocado ao lado do veleiro. “Qual é a sua opinião?”, perguntou ele.
Era só uma brincadeira, pois Belov não quer nem ouvir falar em corte do mastro. “Seria uma mutilação”, protesta o velejador, que precisa terminar a obra para inaugurar o museu e torce pela uma mobilização dos velejadores em favor de sua causa.
“É preciso protestar contra esta ditadura. Como pode, uma arquiteta jovem, com poderes para mutilar o barco que deu três voltas ao mundo em solitário, uma preciosidade, um mito nacional”, diz ele, que lamenta ainda mais pelo fato de ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional caber justamente proteger e promover os bens culturais do País.
Criado em Salvador, cidade em que chegou quando tinha apenas 6 anos de idade, Belov considera-se meio ucraniano, meio baiano. Seus barcos em todas as suas cinco circum-navegações levaram a bandeira brasileira.
A primeira viagem do Três Marias foi iniciada em 16 de março de 1980, uma época em que não existia o GPS para navegação nem telefone global. A segunda, em 1986. O barco, um Bruce Robert de 36 pés e oito toneladas, foi construído do zero pelo próprio velejador. O nome é uma homenagem à suas duas filhas Marias e à ex-mulher, Maria Belov.
Agora, ancorado no piso do futuro Museu do Mar de Salvador (onde foi colocado para servir de inspiração a futuros velejadores), o barco precursor da saga de Belov em solitário pelos mares do mundo aguarda por uma efetiva proteção da Superintendência do Iphan na Bahia, por conta sua relevância histórica. E isso inclui a manutenção do velho mastro armado, com imponentes 13,20 metros de comprimento.
E vocês, o que acham? Vamos pressionar o Iphan para que autorize a instalação de uma gaiuta (claraboia) no museu? Vamos pegar está briga?
Antes da publicação desta matéria, Aleixo Belov nos pediu para fazer uma ressalva e um acréscimo. A correção é em relação à jovem arquiteta que teria exigido o corte do mastro do Três Marias: “A culpa não é dela e sim do seu chefe Bruno Tavares”. O adendo: “As casas do centro histórico de Salvador estão cheias de claraboias”.
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A partir desta terça-feira, dia 1º, Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino, dupla da classe Nacra 17 que representará o país nos Jogos de Tóquio, disputa a Copa Brasil de Vela na Marina da Glória, no Rio de Janeiro.
O evento, organizado pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela ), contará com a participação de cerca de 200 atletas nas classes olímpicas, pan-americanas e vela jovem e será realizado na raia olímpica da Olimpíada de 2016 até domingo (06). Durante os treinos no RJ, Samuca e Gabi concentraram os treinos na mesma raia da competição, que será a primeira disputa do ano para a equipe.
“Estamos muito motivados, porque voltaremos a competir depois de um ano sem correr regatas. Neste tempo, pudemos investir no nosso aprimoramento técnico e tático, chegando para a competição bem afinados. Esse é um grande momento para a dupla”, afirma o timoneiro Samuel.
Samuel Albrecht, timoneiro, 39 anos, gaúcho de São Leopoldo e Gabriela Nicolino, proeira, 31 anos, fluminense de Niterói, são velejadores da classe Nacra 17, única classe mista da Vela. Será a primeira participação nos Jogos para a Gabi e é a terceira Olimpíada para o Samuca.
A dupla, além de ser atual campeã brasileira e sul-americana da Nacra, é medalhista de bronze da classe Nacra 17 dos Jogos Pan-americanos de Lima no Peru em 2019 e conta com o trabalho do treinador Paulo Roberto Ribeiro, técnico medalha de bronze na olimpíada de Pequim em 2008. A equipe conta com patrocínio da ENGIE Brasil e da Lojas Renner via Lei de Incentivo ao Esporte.
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Decisão do ministro Napoleão Nunes Maia, do Superior Tribunal de Justiça, anulou o embargo do Ibama em imóvel de 60 mil m² do estaleiro Schaefer Yachts em frente ao Rio Biguaçu, na cidade homônima, em Santa Catarina, onde seria construído um novo estaleiro.
Atuaram na defesa os advogados João José Ramos Schaefer e Nelson Schaefer Picanço. O relator destacou que a decisão do TRF-4 contrariou a prova dos autos e desconsiderou as perícias realizadas. Decisão transitada em julgado, ou seja, uma decisão da qual não se pode mais recorrer.
Vale lembrar que as obras da nova planta da Schaefer Yachts no terreno estavam embargadas desde 2010. A partir de agora, dez anos depois, com a decisão do Superior Tribunal de Justiça, o estaleiro catarinense poderá voltar ao plano original de usar o espaço para projetar e construir novos grandes projetos, já que o local fica em uma área de fácil acesso ao mar. O atual maior modelo da marca é o iate Schaefer 25 M, de 24,75 metros de comprimento. Com a vitória, barcos ainda maiores devem ser lançados em breve.
Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Em janeiro de 1881, há exatos 140 anos, a corveta Vital de Oliveira completava a primeira circum-navegação brasileira. Foi o primeiro navio incorporado pela Marinha Imperial do Brasil, e, partindo do Rio de Janeiro, visitou Lisboa, Gibraltar, Toulon, Malta, Port Said, Ismailia, Suez, Aden, Point des Galets, Singapura, Hong Kong, Nagasaki, Yokohama, San Francisco, Acapulco, Valparaiso, Port Otway, Punta Arenas e Montevideo.
A viagem durou 430 dias, sendo 268 de viagem e 162 nos portos, e percorreu 35 044 milhas. Além de completar a primeira volta ao mundo brasileira, a excursão tinha uma segunda missão: levar para a China a primeira missão diplomática brasileira que buscava trazer ao Brasil mão de obra chinesa, em substituição ao trabalho escravo.
Uma corveta, por definição, é um navio de guerra de porte médio, com boa mobilidade, movido a vela, de três mastros e com uma só bateria de canhões. A corveta Vital de Oliveira, de construção mista (casco de madeira e corpo de metal, movida a motor e a vela), tinha 66,66 m de comprimento, 11,22 m de boca e 4,15 m de calado. A propulsão auxiliar era um motor de 200 hp e atingia velocidade de 8,5 nós.
O navio era considerado um belo exemplar da nossa arquitetura naval, mas já contava com mais de doze anos de uso e não apresentava as condições ideais de navegação para enfrentar as fortes tempestades que acabaria encontrando pela frente.
Assim, surgiram muitos contratempos durante a travessia. Ao regressar ao Brasil, o barco se encontrava em péssimo estado, e a população, drasticamente reduzida. Seu casco foi mandado vender na administração do Dr. Antonio de Almeida, inicialmente em 24 de maio de 1883 e terminada em 6 de julho de 1884.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A empresa brasileira Zigmo, que está há 5 anos no mercado, participou do São Paulo Boat Show 2020 apresentando os anodos de fabricação própria – a marca produz mais de 400 modelos do produto que tem a função de proteger as peças da embarcação contra a corrosão. Todos os anodos produzidos pela Zigmo são certificados pela norma ABNT.
A empresa conta, agora, com uma impressora 3D, que está sendo muito útil para customização de anodos, já que alguns barcos são diferenciados de todos os demais, otimizando assim, o tempo.
A Zigmo aponta seu diferencial para qualidade, com produtos específicos para cada tipo de água. Por exemplo, zinco para água salgada e magnésio para água doce, além de todas as peças serem fabricadas no país.
Por Amanda Ligório, sob supervisão do jornalista Maristella Pereira
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Com estande próprio e a presença do diretor e proprietário Carlos Borges, o Grupo Portobello apresentou os produtos e serviços que tornam seus empreendimentos referências para o segmento náutico na 23ª edição do São Paulo Boat Show, o maior evento náutico da América Latina, que aconteceu até 24 de novembro.
O portfólio de participação no evento incluiu os empreendimentos de Paraty, que contemplam a Marina, o Loteamento e a Pousada Porto Imperial, e os de Mangaratiba: Marina Portobello, Portobello Resort & Safári, além do condomínio, dos lotes de canal e da pista de pouso integrada à um píer privativo.
Entre os destaques do complexo em Mangaratiba, está a pista de pouso que atende ao projeto Fly Inn, utilizando asfalto ecológico com dimensões de 1270x30m. Com capacidade para operação de pouso e decolagem de aviões de até 45 lugares, o produto atende, também, à Marina Portobello, que dispõe de 40 vagas secas e vinte vagas molhadas para barcos de até 100 pés e 3 metros de calado na maré zero, e ao Portobello Resort & Safári.
A 23ª edição do São Paulo Boat Show foi realizada na Raia Olímpica da USP, oferecendo uma experiência única em um evento ao ar livre, paralelamente à marginal do Rio Pinheiros, no coração da maior cidade do país. O evento investe em todos os segmentos do mercado náutico brasileiro: luxo, lazer, mergulho, acessórios, inovações para navegação, entre outros.
A feira aconteceu dentro das normas estipuladas por lei, seguindo recomendações da Vigilância Sanitária e demais órgãos envolvidos, com protocolos de segurança que protejam a saúde e o bem-estar de todos os participantes.
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A empresa carioca Kelson’s levou ao São Paulo Boat Show sua linha de revestimentos desenvolvidos para estofamento náutico e, também, decoração externa.
A partir disso, pelos produtos possuírem ação antibacteriana, proporcionam facilidade para limpeza e, também, maior resistência e durabilidade — inclusive quando aplicados em áreas externas.
Para a feira deste ano, a marca, à pedido dos próprios estaleiros, apresentou como novidade uma nova gama de cores e de estampas diferenciadas, visto que anteriormente eram apenas estampas lisas.
Por Gustavo Baldassare, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A Kamell, empresa capixaba consolidada há 8 anos no mercado, participou da 23ª edição do São Paulo Boat Show 2020, com sua gama de acessórios para montagem de embarcações.
A empresa, que começou sua produção com ferragens e foi aumentando seu mix de produtos, é uma distribuidora atacadista fornecedora para o país inteiro, trabalha com equipamentos desde bomba de porão, ferragem, até mesmo vaso sanitário e a nova linha de decoração.
Entre os destaques da Kamell no salão de 2020, estão as bombas de porão, contendo até mesmo a marca própria Kamell K, volantes italianos e vasos sanitários compactos.
A nova linha de decoração foi projetada para se aproximar mais do público feminino. É produzida com material mais resistente, como a melanina, usada na louça, e que evita quebras, e a tritã, utilizada em taças que imita o cristal e é bem resistente evitando até mesmo o trincamento das mesmas.
Como diferencial, a Kamell aponta seu relacionamento com clientes e estaleiros
que faz com que a confiança aumente gradativamente, podendo até mesmo fazer produtos exclusivos para estaleiros, caso seja necessário.
Por Amanda Ligório, sob supervisão do jornalista Maristella Pereira
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
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A Silent-Yachts é pioneira na produção de iates movidos, exclusivamente, por energia solar. Agora, o estaleiro austríaco está produzindo um catamarã elétrico movido através da energia solar e terá um sistema de acionamento eletrônico promovido pela Volkswagen. Além disso, o modelo será projetado pela CUPRA, marca de carros esportivos de Barcelona.
Esse projeto representa a aliança perfeita entre empresas que se completam. Enquanto a CUPRA é caracterizada por sua esportividade contemporânea de design, a Volkswagen oferece sua matriz de transmissão elétrica de última geração; e a Silent-Yachts, por sua vez, tem 15 anos de experiência em fontes alternativas de energia para embarcações.
A partir disso, esse novo catamarã promete uma navegação silenciosa e autonomia ilimitada com sistema de propulsão alternativo. Essa nova experiência náutica será possível graças a energia elétrica solar desenvolvida pela Silent-Yachts, que alimenta a propulsão elétrica das embarcações e todas as suas necessidades pela energia doméstica.
“Estou feliz por cooperar com nossos parceiros neste novo projeto emocionante”, disse Michael Köhler, fundador e CEO da Silent-Yachts. “O Grupo Volkswagen é um dos mais avançados no mercado de carros elétricos e tenho certeza que juntos podemos fazer algo realmente especial na água”, conclui.
Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A Marcon Yachts, uma das expositoras do São Paulo Boat Show 2020, trouxe uma proposta inovadora para o 23º salão náutico. Há 20 anos atuando na área de manutenção e revitalização náutica, a Marcon atualiza sua forma de trabalho a cada dia.
A marca, especializada em soluções náuticas, se apresenta com uma identidade nova. O que antes era uma sociedade, passou a ser um trabalho de forma autoral. O projetista responsável pelo desempenho da empresa é Vagner Marcon.
A Marcon Yachts levou três propostas principais de revitalização de embarcações para o Boat Show deste ano: a plataforma submergível, o hardtop e o espaço gourmet. De acordo com eles, são as atualizações mais pedidas pelos donos de barcos nos últimos tempos. O intuito é ressignificar os espaços para otimizar a utilização e ampliar a experiência náutica, sem precisar se desfazer de uma embarcação para acompanhar as tendências e inovações de mercado.
Primeiro, é feito um briefing com o cliente para entender qual a necessidade dele. Em seguida, monta-se um projeto que tem a atualização do barco como objetivo principal. Dessa forma, é possível aliar a vida útil daquele barco às novidades que podem ser instaladas sem descaracterizar o modelo original.
De acordo com a empresa, os últimos lançamentos foram a plataforma submergível com lift, que amplia o espaço de uso e o hardtop, que tem sido aderido principalmente por embarcações pequenas e conta com mecanismo retrátil, teto de vidro e teto solar, que podem ser acionados de forma mecânica ou automática.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A Regatta também está marcando presença na Black Friday. A loja, referência no mercado náutico brasileiro, com 38 anos de tradição, anunciou 10% em todo o site e frete grátis para todo o Brasil (exceto nas categorias botes, motores, caiaques e coletes).
A Regatta está presente em todo território nacional por meio de lojas físicas e do e-commerce, ou loja online, a modalidade de comércio eletrônico cuja demanda neste ano superou as expectativas, chegando mesmo a ganhar protagonismo.
Recentemente, uma nova loja da rede foi inaugurada em São Paulo, dotada de tecnologias interativas que atiçam os sentidos dos clientes. E em um endereço já conhecido pelos donos de barcos: o nº 2121 da rua Alvarenga, no Butantã.
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A construtora dinamarquesa X-Yachts, conhecida por exportar seus veleiros de luxo dentro do território europeu, lançou o novo modelo da marca: o X5⁶, um veleiro de cruzeiro de 56 pés.
O veleiro foi projetado para médias e longas distâncias, seja velejando pelo Atlântico, ou explorando as diversas ilhas que cercam a costa de países como Espanha, Inglaterra, Portugal, ou mais adentro do velho continente.
No entanto, a ideia do estaleiro é de promover o X5⁶ a tempo da temporada de verão na Europa, de junho a setembro, visto que com a pandemia do coronavírus, os barcos se tornaram um refúgio em todo mundo.
Agora, a X-Yachts promoverá alguns testes em água para consolidar o projeto. Depois, voltará para a montagem para os ajustes finais, sobretudo do interior. O lançamento mundial está previsto para o início de 2021, em Haderslev, cidade sede do estaleiro, na Dinamarca. A previsão é que custe a partir de € 921.900,00.
Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A BRP anunciou seus resultados financeiros para o terceiro trimestre do ano fiscal 2021, bem como os dados do acumulado dos nove primeiros meses, encerrados em 31 de outubro.
Os resultados de agosto a outubro refletiram a retomada das vendas em importantes mercados. Ao mesmo tempo, a Sea-Doo, marca de motos aquáticas do grupo, apresentou sua nova linha de produtos, com destaque para a nova geração do RXP-X 300, no qual a empresa deposita grandes expectativas de vendas.
Nesse mesmo período, as receitas da BRP registraram aumento de 1,9%, passando a CA $ 1.674,7 milhões (dólares canadenses). Esse crescimento foi impulsionado pelo ambiente de varejo mais favorável em comparação com os meses anteriores. Além disso, o mix de produtos contribuiu para o aumento da receita, compensando, parcialmente, o baixo volume disponível para a reposição de estoque global.
As vendas na América do Norte, seu principal mercado, aumentaram 16% nesses três meses. Mesmo número do período do ano anterior. Tal aumento foi incentivado pelo desempenho das vendas de modelos usados durante o ano todo, assim como os veículos para a neve.
Com isso, o lucro bruto da BRP no trimestre somou CA $ 486,9 milhões, alta de 10,2% comparando com o mesmo trimestre do ano fiscal 2020. Já o lucro líquido foi de CA $ 198,7 milhões que, diluídos por ação, resultam em CA $ 2,22, um aumento de CA $ 0,73 por ação.
Para o lucro líquido normalizado, o montante foi de CA $ 190,6 milhões, resultando em um lucro diluído normalizado por ação de CA $ 2,13, um aumento de $ 0,62 por ação ou 41,1%.
“Estamos muito satisfeitos com esses resultados, uma vez que a nossa estratégia de negócio se concentrada em ampliar a participação de mercado globalmente. O aumento da procura pelos nossos produtos nos ofereceu uma grande oportunidade e estamos trabalhando para manter esse ritmo de vendas. Esperamos que essa tendência positiva permaneça no próximo trimestre”, comentou José Boisjoli, Presidente e CEO.
O executivo ainda citou as dificuldades do cenário de pandemia. “Também gostaria de agradecer a notável dedicação de nossos funcionários, revendedores e fornecedores que estão à altura da ocasião, o que nos permite continuar a entregar resultados excepcionais aos clientes, e ainda assim garantir a saúde e a segurança de nossas equipes em todo o mundo”, concluiu.
No acumulado dos nove meses, as vendas no varejo, na América do Norte, aumentaram 23% ante idênticos meses do ano passado, impulsionadas pelas vendas de UTVs e quadrículos. As vendas de barcos cresceram 8% em igual comparação.
Com o encerramento do terceiro trimestre do ano fiscal 2021, o lucro bruto acumulado caiu 9,3% ante o mesmo período do ano anterior, somando CA $ 970,4 milhões. A variação cambial, a suspensão temporária da produção e os custos relacionados com o encerramento das atividades da Evinrude tiveram grande influência nesse resultado. Em contraponto, a variação de preços e alguns programas de incentivos de vendas deixaram o ambiente mais favorável ao varejo mundial.
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Em entrevista ao Canal de Náutica no YouTube, o presidente do estaleiro Pernambuco NX Boats, Jonas Moura, fez elogios rasgados ao formato do São Paulo Boats Show, pela primeira vez realizado ao ar livre dentro d’água, na Raia Olímpica da USP.
“Foi uma grata surpresa para nós, expositores. Nos seis dias do evento, a presença do público foi muito boa, excepcional em alguns momentos, por se tratar de um lugar bonito, bucólico”, disse Jonas. Tudo, segundo ele, se materializou — e aí está o melhor da história — em ótimos negócios. “Apenas da lancha NX 340 Sport Coupé, apresentada pela primeira vez no salão, fechamos a venda de oito unidades”, garantiu o presidente do estaleiro, que fez o lançamento dessa 34 pés no começo deste ano e deste então já tem 22 unidades vendidas (contando as oito do São Paulo Boat Show 2020).
Advogado, empresário, usuário e amante da náutica, Jonas Moura fundou seu estaleiro 2014. “A NX Boats nasceu com o objetivo de apresentar algo novo no mercado, baseada em 4 pilares: inovação, design, acabamento e navegabilidade”, explicou. Atualmente, mantém oito modelos de barcos em linha de produção, de 25 a 40 pés. No São Paulo Boast Show 2020 ficaram expostas as lanchas NX 250, NX 290, NX 340, NX 370 e NX 400 HT.
Elogiado pelas inovações que vem introduzindo em seus barcos, o estaleiro — com sede em Jaboatão dos Guararapes, na região de Recife — vem conquistando um número crescente de apaixonados por lanchas, com vendas distribuídas por boa parte do país, e não apenas no Nordeste. Para isso, investiu na contratação de um escritório especializado em projetos de barcos modernos, o Ricardi Yacht Design, que criou uma identidade visual para as suas lanchas.
A NX 340 Sport Coupé oferece o espaço e aproveitamento de uma lancha de proa aberta, embora não seja uma (é uma cabinada normal), com capacidade para 15 pessoas, sendo que a cabine oferece pernoite para dois casais. “Trata-se de um barco de grande acessibilidade. Que você usa de popa a proa”, definiu Jonas, que destacou também a espaçosa plataforma de popa com espaço gourmet com churrasqueira embutida, uma espécie de extensão natural dos cockpit, como o brasileiro gosta.
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Jet Surf, empresa que está no país desde 2012, apresentou sua proposta inovadora no São Paulo Boat Show por mais um ano. Trazida para o Brasil por Martin Sula, piloto de fórmula 1, a prancha motorizada feita de fibra de carbono e kevla foi pensada para todos os tipos de água, desde as mais calmas até as mais agitadas, com ondas gigantes, e é indicada até mesmo para quem nunca surfou.
Como grande diferencial do produto, a empresa destaca sua versatilidade e sua potência, tendo um motor de dois tempos (mistura de álcool com gasolina) com injeção eletrônica, sendo o motor mais compacto, potente e menos poluente
que já existiu segundo certificados dos EUA e da Alemanha. O motor possui 100 cilindradas e atinge quase 17 hp.
O produto promete chegar à velocidade máxima de 60 km/h, possuindo um tanque de 2,8L que dura em torno de 1h15 de diversão, após isso, é preciso somente reabastecer o tanque. Com o peso de 18 kg montado e sua capa que tem forma de mochila, o equipamento se torna muito acessível e versátil para carregá-lo por onde for preciso, cabendo por exemplo, em qualquer carro. O preço? US$18 mil.
Por Amanda Ligorio sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A catarinense Jett Deck, no mercado há 20 anos, apresentou suas soluções em pisos náuticos em EVA no São Paulo Boat Show 2020. Os pisos da marca unem conforto e maciez ao toque, não esquentam sob o sol, têm alta aderência quando molhados – o que significa mais segurança -, têm boa durabilidade, fácil instalação, diversas opções de cores e personalização e não acumulam sujeira.
Os tapetes da Jett Deck podem ser instalados em diversos tipos de embarcação, e são resistentes a vinho, suco de uva e sangue de peixe, tanto que vem sendo utilizado em barcos de pesca.
A marca acredita em seus produtos e na confiança do público, e os clientes podem escolher diversos tipos de cores e combinações, e quem sabe até bordar alguns desenhos nos pisos de seus barcos.
Por Gustavo Baldassare, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Que os barcos são o prato principal do São Paulo Boat Show todo mundo sabe, mas o mercado náutico vai muito além das embarcações. A Grow Deck é uma marca de pisos náuticos em EVA que pode ser aplicada em diferentes tipos de barcos, de lanchas a veleiros.
Os lançamentos que a marca trouxe para a feira são novas texturas de EVA. É padrão desse tecido ser “escovado”, e a partir de feiras nos Estados Unidos e na Europa, a marca trouxe para o Brasil um tecido “bolinha”, que prometem dar mais aderência em cada pisada.
Além disso, um diferencial que a Grow Deck apresentou, são os tapetes anti-fadiga, que prometem ser mais confortáveis que o padrão do EVA e são especialmente produzidos para veleiros, onde é necessário ficar muito tempo em pé.
A partir disso, todos os pisos são customizáveis pelos cliente, que pode escolher as cores ou até mesmo bordar algum desenho. Além de trabalhar com projetos e aplicar o piso nas embarcações, a empresa oferece as placas avulsas para que o próprio cliente faça por si mesmo a instalação.
São placas frisadas, de 2m X 48,5 cm X 8 ou 10 mm de espessura, que permitem que o proprietário do barco faça o recorte dos moldes com estilete ou tesoura elétrica e tenha o material, agregando o luxo e o conforto do EVA em seu barco, por um custo menor.
A marca disponibiliza dois tipos de fita adesiva: uma em PVC, para pisos regulares, sem ondulações; e outra é a fita verde, de massa acrílica, própria para superfícies irregulares.
Por Gustavo Baldassare, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Marca referência no mercado náutico brasileiro, com 38 anos de tradição, a Regatta levou novidades em tecidos náuticos para a 23ª edição do São Paulo Boat Show. Única representante da Sunbrella no Brasil, a marca apresentou novas texturas e cores para diversificar as embarcações espalhadas pelo país.
A Sunbrella representa os legítimos tecidos para áreas externas, mas podem também ser utilizados em áreas internas, pela sua maciez e conforto: os típicos tecidos para sofás. Além disso, essa gama de tecidos são recomendados para embarcações pela facilidade de limpeza.
Outro diferencial da Regatta, visando exclusivamente o setor náutico, são os tecidos atoalhados, essenciais para capas, espreguiçadeiras e colchonetes, importantes por terem bastante, e fácil, absorção. Além dos tecidos atoalhados, um novo adicional da Regatta são materiais estofados de acrílico para a capotaria náutica.
A Regatta pode atender diretamente aos estaleiros ou aos consumidores finais que se interessarem por tecidos de qualidade a bordo de seu barco. Todas essas inovações e outros produtos da marca podem ser encontrados na nova loja da empresa, localizada na Rua Alvarenga, no Butantã.
Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Ele entende de carros e de velas. Durante o São Paulo Boat Show 2020, em entrevista à apresentadora Millena Machado para o canal de Náutica no YouTube, o argentino Pablo Di Si — presidente da Volkswagen do Brasil eda América do Sul — revelou que já foi velejador, que ainda tem muitos amigos ligados ao esporte e que se mantém apaixonado pelo atividade que praticava em Buenos Aires, a cidade onde nasceu. Talvez até tivesse feito até algumas travessias de barco, não fosse sua mudança muito cedo para os Estados Unidos, onde estudou Administração e Finanças e começou a trabalhar.
Mas, mesmo longe da água, Di Si afirmou que costuma fazer analogias entre os negócios e a navegação. “Há muitos ensinamentos na vela. Para se chegar a um objetivo, é preciso ajustar as velas e o curso”, comparou. Sem contar o trabalho em equipe. O empenho e o sincronismo de cada membro do time são fundamentais para vencer os obstáculos e não deixar o barco afundar.
No mar como na terra, desde cedo Di Si se revelou um grande líder. Recentemente, em meio à pandemia, comandou o mais importante lançamento da Volkswagen no ano: o Nivus, um carro totalmente desenvolvido no Brasil, que foi apresentado ao mundo em um evento totalmente digital, que chegou a 150 mil pessoas em 60 países.
“A estratégia se mostrou muito acertada. Nada menos que 2.500 carros foram vendidos em 48 horas sem que o carro estivesse presente na loja”, garante ele. A multinacional alemã também implementou uma espécie de “venda de carros remota” onde o vendedor vai até o cliente “com tablet e óculos de realidade aumentada para que ele possa fazer tudo digitalmente”.
Voltando ao mundo náutico, o comandante da Volkswagen ressaltou que o Brasil tem um potencial incrível nesse setor. “Tem lugares únicos, como Ilhabela, Angra dos Reis, Recife e Florianópolis, que são um sonho. Então, há muitas oportunidades”.
Quanto ao palco do São Paulo Boat Show neste ano, ele foi só elogios. “Ficou fantástico. É um ambiente super agradável, ao ar livre, muitas famílias. O desafio agora é voltar ao modelo anterior. Não tem como voltar”, disse. Di si mostrou entusiasmo também com os barcos da exposição. “Cheguei ao Brasil no ano 2000. Quando vejo os barcos construídos hoje eu vejo o mesmo progresso que houve com os carros. Têm mais tecnologia, design bonito e muita segurança. Fiquei impressionado com os itens de segurança incorporados às embarcações. Não deixam nada a desejar em relação aos estaleiros internacionais”, afirmou.
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