Paraná recebe área para implantação da Base Náutica de Guaratuba

Por: Redação -
08/07/2020

A União autorizou a cessão ao Governo do Estado de um imóvel para a implantação da Base Náutica de Guaratuba, no litoral do Paraná. Localizada na rua Capitão João Pedro, no centro da cidade, a área tem cerca de 2,5 mil m², incluindo terrenos da Marinha, e conta também com um espaço físico de 520 m² construído em águas públicas.

A portaria da Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União que autoriza a cessão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (6).

A Base Náutica contará com um ancoradouro para embarque e desembarque, com capacidade para três embarcações simultaneamente, além de um receptivo náutico para atendimento ao público e estacionamento.

“Este é mais um projeto do Governo do Estado para o desenvolvimento do litoral paranaense”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Guaratuba e os outros municípios litorâneos têm muitas belezas e uma capacidade enorme de receber mais turistas. O governo busca incentivar e prover a infraestrutura para ampliar essa visitação, o que gera emprego e renda na região”, diz.

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A secretaria de estado do desenvolvimento sustentável e do turismo e a Paraná Turismo já contam com um projeto para a ocupação do local, elaborado pela Paraná Edificações. A previsão é que seja feita uma concessão à iniciativa privada, processo que está em fase de estudo e de viabilidade, para avaliar como será a construção e a gestão da Base Náutica.

A locação ou arrendamento do imóvel para exploração comercial estão previstos na portaria, desde que sejam feitos os procedimentos licitatórios previstos em lei.

“O terreno locado em Guaratuba pertence à União e o Estado precisava dessa autorização para poder utilizar o espaço”, explica a diretora Técnica da Paraná Turismo, Isabella Tioqueta. “A cessão de uso nos adianta uma etapa e facilita o processo de concessão”, ressalta.

De acordo com a portaria, o prazo de cessão do imóvel será de dez anos, contados a partir da assinatura do contrato, prorrogável pelo mesmo período. A implantação da Base Náutica tem um prazo de 24 meses após a assinatura, que é condicionada à obtenção de todos os licenciamentos, autorizações, documentos e alvarás necessários ao funcionamento da estrutura náutica.

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    Privacidade a bordo: a possível fórmula de proteção contra paparazzi nos iates

    Por: Redação -
    07/07/2020

    Recurso pode trazer mais segurança para quem busca uma experiência totalmente privada

     

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    Questões de segurança e maneiras de proteger seus bens, tripulação e convidados de perigos como piratas ou paparazzi estão no foco dos proprietários de iates há anos. E cada vez mais, os proprietários de barcos estão encomendando sistemas que possam monitorar, detectar, rastrear, classificar e alertar automaticamente os operadores sobre a aproximação de objetos. Para ajudar nesta questão, existem alguns dispositivos técnicos normalmente implantados para melhorar tal proteção.

     

    Quando se trata de paparazzi, um dos dispositivos mais úteis seria a proteção antidrone. Esse equipamento detectaria e identificaria drones comerciais dentro de um alcance de mais de 20 km, fornecendo o posicionamento GPS do drone e do piloto juntamente com a velocidade e a direção do objeto.

    Equipamento anti-papparazzi

    Como funciona esse sistema? Quando um drone é detectado, o sistema permite a criação de uma “zona de exclusão” eletrônica de 500 metros ao redor do iate. Uma vez que o dispositivo se aproxime desta zona, seus sinais de controle e de vídeo serão bloqueados, forçando-o a pousar ou retornar ao operador.

     

    Um dos exemplos mais populares de proteção anti-paparazzi é do bilionário russo Roman Abramovich, proprietário do clube inglês de futebol Chelsea. Ele decidiu instalar um sistema especial de proteção contra paparazzi em seu megaiate Blohm + Voss Eclipse, de 162,5 metros, construído em 2010.

     

    Segundo o The Times, o dispositivo é capaz de fixar a atividade dos elementos fotossensíveis nas câmeras digitais e os desativa com um raio laser direto. O sistema funciona nos modos automático e manual. O Eclipse foi avaliado em aproximadamente 350 milhões de euros. Porém, com os equipamentos adicionais, o valor poderia saltar para 800 milhões de euros.

     

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    Iate antena

    De acordo com uma entrevista feita na revista Forbes com Johannes Pinl, representante da empresa de proteção e privacidade de superiates MARSS, hoje em dia, o controle interno a bordo, o controle de acesso (sistemas de travamento de porta) e os sensores de pressão montados no convés, provavelmente formarão a base da maioria dos pacotes de segurança padrão para superiates.

     

    Por Felipe Toniolo, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

     

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      Entenda: como uma sala de pânico pode ser implantada por medida de segurança em iates?

      Por: Redação -

      Uma tendência que vem sendo levada em conta para trazer mais segurança em eventuais ataques de piratas

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      Apesar de rara, a pirataria é tema frequente em discussões sobre riscos no espaço náutico. Como se proteger em uma situação assim? Uma solução implementada pelo mercado imobiliário, há décadas, com o conceito de uma sala de pânico em que os proprietários poderiam se esconder em caso de assalto à mão armada, poderia funcionar, também, no iatismo?

      Simon Rowland, CEO da empresa de segurança Veritas International Consultants, indica que a preocupação geral com questões relacionadas a esse tema no mundo está crescendo e, assim, acabam sendo transmitidas ao setor de iates. “Se você voltar cinco anos atrás, ter uma sala de pânico a bordo seria uma coisa inviável, mas nas circunstâncias atuais, está se tornando uma prioridade”, afirma Rowland.

      Quarto de pânico

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      Existem funções importantes que uma sala de pânico deve executar. Além de, obviamente, preservar os passageiros, a comunicação entre os abrigados no local e o mundo exterior é essencial. Entre as recomendações para a instalação do espaço, está a localização dela na área da tripulação, onde seria mais barato equipá-la, já que conta com itens importantes, como abastecimento de água e banheiros.

      No entanto, a sala de pânico não precisa ficar limitada à área da tripulação. Rowland relata que já aconselhou vários clientes a equipar seu quarto ou banheiro como salas secundárias, para que pudessem se esconder em situações extremas. Ele salienta, ainda, que é muito mais comum ter uma sala segura totalmente equipada em embarcações de 70 metros ou mais, pois pode ser bastante problemático instalar essa sala em um iate menor.

      Por Felipe Toniolo, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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        Inacreditável conceito de megaiate espanhol que alia sustentabilidade e tecnologia

        Por: Redação -

        Moderno projeto de megaiate promete atravessar o mundo utilizando o mínimo de energia possível

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        Sinônimo de modernidade e tecnologia, o megaiate HOP, de 120 metros de comprimento, conta com design chamativo – com área de popa em duas alturas – e tem como uns de seus focos a sustentabilidade e autossuficiência, graças ao uso de energias renováveis.

         

        Mega-iate HOLP
        Lateral megaiate HOP

        O modelo foi projetado por Iván Salas Jefferson, designer espanhol que colaborou com a frota Royal Falcon, da Porsche. “Tentei mesclar todo o conhecimento de diferentes áreas do design para agregar valor e criar novos projetos no estúdio, junto com toda a equipe. O projeto ajudará a promover um portfólio de projetos próprios e com uma grande demanda”, destaca o designer.

         

        Mega-iate HOLP
        Projeção do megaiate HOP

        A embarcação é composta por terraços ao ar livre e diferentes ambientes, incluindo uma sala dupla que se comunica com os camarotes, incluindo também uma ampla janela. Todo o projeto foi pensado para promover o contato entre o interior e o exterior da embarcação. Os hóspedes podem aproveitar ao ar livre e, ao mesmo tempo, desfrutar do conforto que o megaiate proporciona.

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        Este design permitiu que Iván Salas estivesse entre os finalistas do International Yacht & Aviation Awards 2019, que premiou os melhores designs de interiores de iates do mundo. Segundo a Iddes Yachts, “conceitos como os que foram explorados no HOP, trazem o equilíbrio a um barco. Se bem trabalhada, a conectividade inteligente de formas geométricas dentro de uma forma orgânica, pode resultar em uma combinação de espaços bem pensados, mas acima de tudo, com requisitos mínimos de energia”.

        Por Felipe Toniolo, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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          Imponente megaiate explorador de mais de 250 pés é lançado na Holanda

          Por: Redação -

          A Damen Yachting acaba de lançar seu megaiate explorador de 77 metros, La Datcha, em Vlissingen, na Holanda. Esta é a maior das embarcações SeaXplorer da marca atualmente em construção e conta com uma variedade de itens, como barcos de apoio, brinquedos aquáticos e sistemas autônomos que fazem dela uma plataforma de cruzeiro que pode ser utilizada em todo o mundo.

          Com cinco conveses, o Damen SeaXplorer 77 personalizado apresenta design exterior assinado plea Azure Yacht Design & Naval Architecture, que trabalhou com a equipe de engenheiros da Damen Yachting. Seu interior foi projetado para acomodar até 12 pessoas em seis camarotes, incluindo duas suítes master e uma suíte VIP.

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          Uma tripulação de até 25 pessoas incluirá pilotos e equipe de expedição para ajudar a operar submersível, barcos de apoio, brinquedos e aeronaves. O extenso convés de popa do SeaXplorer 77 poderá receber dois helicópteros em rotação total, os quais podem ser armazenados com segurança no hangar abaixo do convés. Quando não estiver em uso, o deck de popa pode ser transformado em um deck de entretenimento. O iate vem completo com recursos de reabastecimento e quebra de gelo a bordo com um casco em conformidade com o Código Polar IMO.

          La Datcha também carrega seu próprio centro de mergulho submersível e totalmente equipado com uma câmara de descompressão, duas scooters de neve ou quatro jets.

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            Marinha do Brasil prorroga validade de documentações e vistorias em decorrência do Coronavírus

            06/07/2020

            A Marinha do Brasil publicou, na última quinta-feira (2), no Diário Oficial da União, a prorrogação da validade dos Certificados de Aquaviários e não Aquaviários, Certificados Estatuários de Vistorias e outros documentos em decorrência da pandemia do coronavírus. A decisão já está em vigor desde a data da divulgação do DOU.

            A medida considera as restrições sanitárias e de deslocamento em todo território nacional, a fim de evitar limitações às atividades marítimas e auxiliar no controle da disseminação do vírus COVID-19.

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            Fica decidido:

            • Prorrogar por até 120 dias:

            1. A validade dos documentos discriminados na Portaria nº 85/DPC, de 19 de março de 2020, que estejam em vigor até 31 de dezembro de 2020;

            2. As vistorias em embarcações e plataformas previstas para serem realizadas até 31 de dezembro de 2020;

            3. A validade dos documentos discriminados na Portaria nº 86/DPC, de 24 de março de 2020, que estejam em vigor até 31 de dezembro de 2020;

            4. A validade dos certificados discriminados na Portaria nº 155/DPC, de 12 de maio de 2020, que estejam em vigor até 31 de dezembro de 2020.

            • Nas vistorias citadas acima, deve ser considerado:

            1. Essas prorrogações deverão ser solicitadas às Sociedades Classificadoras e às Entidades Certificadoras, e por elas efetuadas, mantendo a DPC informada sobre as embarcações cujas vistorias foram postergadas;

            2. Nos casos em que houver uma segunda prorrogação decorrente do discriminado na Portaria nº 85/2020, as embarcações ou plataformas deverão ser vistoriadas pelas Sociedades Classificadoras e Entidades Certificadoras de modo a garantir as condições satisfatórias de segurança que permitam a sua operação durante o período concedido por esta portaria. Devem realizar as vistorias, inspeções e perícias técnicas que, conforme o caso, julguem necessárias para a consequente prorrogação dos certificados e manter a DPC informada sobre as embarcações cujas vistorias foram postergadas;

            3. No que diz respeito às embarcações certificadas pelas Capitanias, Delegacias e Agências da Marinha do Brasil, os seus proprietários ou armadores deverão solicitar as prorrogações às respectivas Organizações Militares, as quais deverão adotar o mesmo procedimento mencionado no parágrafo anterior;

            4. Os certificados dos equipamentos de detecção e combate a incêndio e dos equipamentos de salvatagem não estão sujeitos à prorrogação mencionada no enunciado deste regulamento.

            • Postergar o prazo para adequação aos preceitos estabelecidos pela Portaria nº 459/DPC, de 23 de dezembro de 2019, para 31 de dezembro de 2020.

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              Novo maior iate do mundo, o REV Ocean, de 600 pés, terá a missão nobre de proteger os oceanos

              Por: Redação -

              Com quase 183 metros de comprimento (600 pés), o REV Ocean vai superar o gigante Azzam (590 pés) e assumir o posto de maior iate do mundo. Mas não se trata de uma embarcação de lazer, como o Azzam (que pertence ao xeique Khalifa bin Zayed Al Nahyan, dos Emirados Árabes Unidos), e sim de um navio de pesquisa e expedição, daí o REV do nome.

              Sua construção faz parte de um projeto de conservação dos oceanos assumido pelo bilionário norueguês Kjell Inge Røkke, maior acionista da Aker ASA, holding de um punhado de empresas com atuação nas áreas de petróleo, biotecnologia marinha, pesca, construção e engenharia offshore.

              Dono de uma fortuna estimada em US$ 2,4 bilhões, o empresário ingressou em uma grande rede de filantropia (a Gates-Buffett The Giving Pledgem, que tem como signatários Bill e Melinda Gates, Warren Buffet, Mark Zuckerberg, Larry Ellison, Michael Bloomberg e Mackenzie Bezos, entre outros), comprometendo-se- a doar mais de 50% de sua fortuna à causa ambiental.

              Como primeiro passo, em 2018, ele fundou a REV Ocean, uma organização sem fins lucrativos que tem como objetivo abrir os olhos das pessoas para a degradação de mares e oceanos e promover ações para recuperá-los.

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              Como a grana é alta, a REV Ocean encomendou uma embarcação que se enquadrasse na categoria iate “explorador”, ou “navio de expedição”, por conta de sua missão ecológica. E ganhou logo a maior do mundo, com acomodações para até 60 cientistas e convidados. Preparado para realizar missões que cobrem todo o ecossistema marinho, terá, entre outros equipamentos, dois submarinos: um, operado presencialmente, que chegará a 2.300 metros de profundidade, e outro operado remotamente, que chegará a 6 000 metros de profundidade.

              De acordo com Nina Jensen, a CEO do REV Ocean, a embarcação será usada de forma livre e gratuita por cientistas de todo o mundo, com a missão de consertar tudo o que há de errado nos oceanos.

              Uma das principais funções do megaiate será retirar grande parte dos resíduos plásticos que se espalham pelos oceanos. Para isso, terá um sistema de aspiração.

              A fase inicial de construção do REV Ocean já foi concluída, no estaleiro Vard Tulcea, da Romênia. Nas próximas semanas, seu casco será rebocado desde o rio Danúbio até o estreito de Bósforo, em Istambul. Depois, atravessará o Mediterrâneo, sairá pelo Estreito de Gibraltar e finalmente chegará ao estaleiro da Vard em Brattvag, Noruega, onde será finalizado, com a previsão de ir para a água em 2021.

              Por Amanda Ligorio, sob supervisão do jornalista Otto Aquino

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                Protótipo de vela inflável feito com material de paraquedas é apresentado na Suíça

                Por: Redação -

                Com histórico de dar vida a ideias malucas, os parceiros Edouard Kessi e Laurent de Kalbermatten apresentaram, recentemente, em Genebra (Suíça), uma de suas invenções: a vela inflável IWS instalada no casco de um antigo veleiro de corrida de 5,5 m de comprimento. O design da vela conta com ondulações e acabamento que imita uma asa, prometendo aerodinâmica eficiente, arrasto baixo e operação com menor intensidade de vento.

                Fotos: Paul Wyeth

                O sistema é acionado por meio de um interruptor. Ele ativa o compressor que bombeia ar para um mastro de alumínio de 13 m que se eleva dentro da vela. Quando a vela sobe, a bomba principal para e dois pequenos ventiladores são responsáveis ​​por inflá-la.

                O pano de vela utilizado é um material básico de paraquedas. De acordo com os idealizadores do sistema, não é caro, é muito leve e a pressão que precisa para manter a vela inflada é de apenas 2 milibares, cerca de 1,5 gramas/cm². “Isso é mil vezes menos que a pressão no pneu do seu carro. E como a pressão é baixa, não precisamos nos preocupar com vazamentos, pois é preciso muito pouco para mantê-lo inflado”, afirmou Kessi.

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                A navegação promete ser simples, mesmo em locais pequenos, com “obstáculos” que poderiam dificultar manobras, já que a plataforma não possui coberturas e pode girar 360°. Porém, este tipo de vela também traz suas desvantagens, como por exemplo o peso, a menos que seja fabricada com materiais de alta tecnologia, que aumentariam o preço de produção.

                Kessi e Kalbermatten acreditam que o IWS fornece muitas respostas viáveis ​​para o mundo do transporte, enquanto o mundo procura maneiras de reduzir as emissões de embarcações (apenas 15 dos maiores navios emitem mais óxidos nocivos de nitrogênio e enxofre do que todos os carros do mundo juntos, de acordo com um relatório do The Economist).

                Mas talvez a indicação mais reveladora de que o sistema possa entrar no cenário da vela seja a implementação por um dos maiores estaleiros do mundo, de acordo com os criadores do sistema. “A Beneteau está trabalhando na produção de um novo catamarã de cruzeiro com uma plataforma IWS que estará disponível em dois anos”, disse Kessi.

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                  Casal brasileiro fará viagem de dois anos a bordo, saindo da Austrália em direção ao Rio

                  Por: Redação -

                  Passando a pandemia do covid-19 a bordo de um barco a vela ‘Car 54’, os dois brasileiros navegarão mais de 13 mil milhas náuticas, em dois anos e meio

                  Felipe Bouzon, de 32 anos, e Bruna Sanches, 27, conheceram-se na Austrália, em uma escola de mergulho em Gold Coast. Felipe é paulista formado em administração de empresas, tem familiaridade com o mar através do surf; Bruna é do Rio de Janeiro, advogada marítima e nadadora. De fato, os dois têm a relação com o mar em comum, porém chegaram à Austrália com intenções distintas.

                  A carioca teve como objetivo aprimorar seu inglês, já Felipe queria morar no país que considera como um dos melhores locais para se surfar no mundo. Quando se conheceram, Felipe e Bruna descobriram que compartilhavam de um mesmo sonho: ter um barco e morar a bordo. Após passarem a pandemia do Covid-19 a bordo de seu barco a vela ‘Car 54’, ancorado no rio de Brisbane, o casal resolveu adiantar o projeto da tão sonhada volta ao Brasil navegando em seu barco, e estão ambiciosos que realizarão o sonho o quanto antes.

                  “Esse projeto de voltar ao Brasil de barco era um sonho que estava distante, mas com a pandemia, resolvemos tornar realidade e estamos preparando nossa partida para abril de 2021”, conta Bruna.

                  Serão mais de 13 mil milhas náuticas percorridas em dois anos e meio. Segundo o casal, o momento de passar a pandemia velejando vem sendo desafiador, mas ao mesmo tempo, fez a dupla seguir à risca as regras de distanciamento social com mais facilidade.

                  A dupla diz que não há jeito melhor de estar perto do mar. Com todo o processo, poderão conhecer novos lugares e ainda voltar com sua então “casa”, o barco, para o Brasil. Segundo o casal, uma das inspirações para que o projeto se concretize, é uma jovem que atravessou o mundo aos 14 anos de idade e voltou para a Austrália aos 16: “Nos inspiramos na viagem da australiana Jessica Watson, que deu a volta ao mundo por dois anos”, completou Felipe.

                  Velejando no ‘Car 54’

                  Felipe Bouzon e Bruna Sanches
                  Foto: Felipe Bouzon e Bruna Sanches

                  O casal, que se mudou para o barco em julho de 2019, acredita que o ‘Car 54’ necessita ser aprimorado e melhor preparado para a viagem, para que se consiga completar todo o trajeto: “Assim como qualquer outro barco que vai ser colocado para fazer uma viagem internacional, só tem uma forma de sabermos se ele aguenta: fazendo!”, diz Bruna. Um possível motivo do planejamento pode estar relacionado com os dois estarem na Austrália com vistos de estudante.

                  De acordo com o portal SBS Português, o barco de Bruna e Felipe, comprado em Mackay, cidade ao norte de Brisbane, tem 33 pés e conta com sala, cozinha e banheiro conectados por um corredor no bordo do veleiro, além de um camarote equipado com cama e armário. Segundo Bruna, o barco é planejado para ser compacto e funcional.

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                  Jessica Watson
                  Foto: Jessica Watson

                  Existem diversos desafios que precisarão ser levados em conta na viagem. Por exemplo: a economia de água potável, pessoas e lugares desconhecidos, a necessidade de estar sempre alerta ao movimento do barco em mar aberto e o cansaço.

                  O casal também se colocou a meta de  usar o motor e o combustível o mínimo possível. “É comum entre velejadores – e motivo de orgulho -, que, ao viajar a vela, não se use o motor”, diz Bruna.

                  Planejamento

                  O plano é partir de Brisbane em abril do ano que vem (2021). O ‘Car 54’ seguirá para Cairns, no norte da Austrália, depois para Darwin, e de Darwin para a Indonésia, onde os dois precisarão ficar, pelo menos, 9 meses, devido às condições climáticas. Após isso, o casal seguirá por Christmas Island; Madagáscar, no Oceano Índico; sul da África; e Salvador, já no Brasil, terminando a viagem no Rio de Janeiro.

                  Felipe Bouzon e Bruna Sanches
                  Foto: casal Felipe Bouzon e Bruna Sanches

                  A previsão de gastos, incluindo o valor que pagaram pelo ‘Car 54’, é de AU$ 100 mil. Os recursos financeiros serão gerados por trabalhos esporádicos que a dupla conseguirá durante no ano (eles já fazem trabalhos freelancers nas áreas de hotelaria e atividades recreativas ao ar livre). Bruna e Felipe também contam com o apoio de seguidores do seu canal no youtube e redes sociais. São chamados de “No experience on board”. Em breve, possivelmente, irão lançar novas campanhas.

                  Por Felipe Toniolo, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                    Santa Catarina tem chuva em todas as regiões e previsão aponta para novo ciclone

                    Por: Redação -

                    A semana começou com instabilidade em Santa Catarina. Após o aumento de nuvens e a chegada da chuva no domingo (5) ao estado, nesta segunda-feira (6) a instabilidade deve continuar ao longo do dia em todas as regiões.

                    Esta semana tem previsão de um novo ciclone no estado, mas com menos força que o ciclone bomba que atingiu 188 municípios na semana passada e fez o estado decretar situação de calamidade pública.

                    Na terça-feira (7), um novo ciclone extratropical deve trazer chuva para Santa Catarina, segundo o meteorologista da NSC, Leandro Puchalski. Há previsão de chuva forte no Oeste, Serra e Sul catarinense.

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                    Pode haver rajadas de vento, no entanto, mais fracas que o ciclone bomba de 30 de junho. O vento deve ser mais forte nas áreas litorâneas, podendo chegar a 80 km/h. Há uma semana, as rajadas passaram de 100 km/h na maior parte das cidades, chegando a 134 km/h no Sul do estado. Com o vento, o mar deve ficar novamente agitado no litoral catarinense.

                    Já na quarta, ainda há chuva no estado, com chance de temporais e ventos. Ainda de acordo com o meteorologista Leandro Puchalski, o tempo deve melhorar no decorrer do dia e o sol deve reaparecer entre nuvens. A partir de quinta-feira (9) o tempo deve voltar a ficar instável em Santa Catarina, conforme a Epagri/Ciram.

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                      Marine Broker é a nova representante exclusiva da NHD Boats em São Paulo

                      Por: Redação -
                      03/07/2020

                      Receba as notícias da NÁUTICA direto no seu celular clicando aqui.

                      Com experiência de mais de 15 anos no mercado náutico, a Marine Broker é a nova representante exclusiva do estaleiro catarinense NHD Boats em São Paulo, grande São Paulo e todo litoral paulista. Com sede nas dependências da Porto Marina Astúrias — uma das principais marinas do país, em Guarujá, litoral paulista, com heliponto, restaurante e hangares fechados — a loja Marine Broker terá no seu cardápio cinco lanchas (de 27 a 34 pés), modelos que atualmente fazem parte da linha de produção do estaleiro NHD, uma evolução da lendária HD Mariner, tradicional marca dos anos 1990 e 2000.

                      A loja Marine Broker, nas dependências da Porto Marina Astúrias, em Guarujá

                      Feliz com a nova parceria, o empresário Paulo Schumacher, CEO da Marine Broker, destaca que um dos grandes diferenciais da NHD Boats é o design que os seus barcos oferecem para os clientes, ou seja, uma identidade única e inovadora, como a inédita área de popa com laterais retráteis do novo modelo NHD 340.

                      “A NHD 340 traz uma confortável área na popa que pode ser usada tanto para circulação quanto para um churrasco entre amigos. É a maior plataforma de popa da categoria, com seis metros de largura!”, avalia Schumacher.

                      3D da proa da NHD 340
                      Os amplos espaços da NHD 340

                      Além do atual carro-chefe do estaleiro NHD Boats, a nova lancha NHD 340, outras embarcações estarão disponíveis para os clientes da Marine Broker conhecerem, como a NHD 270 e a NHD 280. Futuramente, informa Schumacher, a Marine Broker também disponibilizará barcos para os clientes que se interessarem em experimentar na água, com agendamento prévio.

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                      “Atualmente, por conta da pandemia, o atendimento aos clientes tem funcionado com horário marcado. Estamos tomando os devidos cuidados de higienização necessários dentro dessa nova realidade”, acrescenta Schumacher.

                      Veja mais fotos da nova NHD 340:

                      Interior do NHD 340
                      A área de popa e o cockpit da nova NHD 340
                      Direção do NHD 340
                      Posto de comando da nova NHD 340
                      Passagem para a proa do NHD 340
                      A ampla área de proa da lancha NHD 340
                      Por Felipe Toniolo, sob supervisão do jornalista Otto Aquino

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                        Novo Azimut Magellano 25 Metri fará estreia mundial no salão náutico de Cannes

                        Por: Redação -
                        02/07/2020

                        O novo Azimut Magellano 25 Metri será apresentado ao público pela primeira vez no Cannes Yachting Festival 2020. O novo iate nasce da colaboração inédita entre o estaleiro e o arquiteto Vincenzo De Cotiis, que projetou o interior. Este primeiro casco é descrito pela marca como “um iate que combina as características típicas com a beleza de uma obra de arte”.

                        Magellano 25 Metri tem as linhas externas projetadas pelo designer Ken Freivokh e é caracterizado, também, pelo amplo uso de carbono e pela avançada tecnologia de bordo. Entre os elementos do iate, está o uso ornamental de fibra de vidro. Pela primeira vez, portanto, a fibra de vidro assume uma função não estrutural, mas puramente decorativa.

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                        Com o objetivo de traçar uma nova dimensão estética sem distorcer as características funcionais de toda a linha, o modelo combina layout, conforto e privacidade, elementos essenciais para cruzeiros muito longos, típicos da frota de Magellano. O modelo conta com quatro camarotes, incluindo a suíte do proprietário.

                        Vincenzo De Cotiis trabalhou na percepção da profundidade dos espaços, criando ambientes sem separações excessivas, para permitir um contato visual contínuo com o mar e propor um espaço mais amplo do que o tamanho típico de um barco. Com esse mesmo objetivo, formas fluidas caracterizam até o mobiliário e muita atenção foi dada para criar um senso de continuidade.

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                          Por: Redação -

                          A Nautor’s Swan Iançará seu mais novo modelo, Swan 98, durante uma transmissão virtual ao vivo, no dia 15 de julho, às 10h no horário de Brasília (15h no horário da Europa).

                          O Swan 98, projetado por Germán Frers, foi criado para ser uma embarcação de alto desempenho que possa refletir o estilo do seu proprietário, contando com uma variedade de personalizações. O modelo conta com a opção de dois layouts internos que apresentam a suíte do proprietário localizada à proa ou à popa, com a adição de um ou dois camarotes duplos.

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                          Com uma lista abrangente de especificações, a empresa afirma que não existem dois Swan 98 iguais. A primeira unidade, por exemplo, foi construída com layout de camarote principal à popa e um interior finalizado em esquema clássico em azul marinho.

                          A marca já construiu mais de 2 mil iates, entre 36 e 131 pés, ao longo de cinco décadas. A última geração de iates Swan inclui os Swan 120, Swan 98, Swan 78, Swan 65, Swan 58, Swan 48 e os ClubSwan 125 e ClubSwan 36.

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                            Por: Redação -

                            A 7a edição do Monaco Solar & Energy Boat Challenge teve início na última terça-feira, 30 de junho, e ganhou um novo formato em 2020 devido à pandemia pelo novo coronavírus. Segundo Bernard d’Alessandri, secretário geral do Iate Clube de Mônaco, era impossível cancelar o evento, então, foi decidido mantê-lo de forma virtual.

                            Dezoito equipes de 12 países diferentes participam da competição, que busca refletir o compromisso de pesquisadores, acadêmicos, futuros engenheiros, inventores e profissionais do ramo de iatismo e energia, e é organizada pelo Iate Clube de Mônaco ao lado da Fundação Prince Albert II.

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                            Até o dia 4 de julho, cada equipe mostrará seu trabalho por cerca de dez minutos via Zoom (aplicativo que possibilita conferências remotamente). A edição conta com três prêmios em disputa: Prêmio de Inovação, que será concedido à equipe com o projeto mais inovador, “ seja na eficiência energética do barco projetado ou no seu design”; Prêmio de Concepção Ecológica, para o projeto mais ecológico em termos de eficiência dos materiais, nos processos utilizados e na contribuição científica; e o Prêmio Espírito, para o projeto mais criativo.

                            Como um desafio adicional, os participantes terão que apresentar seu trabalho final em apenas 1 minuto e 20 segundos. A cerimônia de premiação também será on-line, às 11h do dia 8 de julho, e cada vencedor receberá um cheque de 2 mil euros.

                            Por Amanda Ligorio, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                              Sítios arqueológicos submersos de, pelo menos, 7 mil anos são descobertos na Austrália

                              Por: Redação -

                              Os primeiros sítios arqueológicos aborígines subaquáticos foram descobertos no noroeste da Austrália. Eles foram datados de milhares de anos atrás, quando o atual fundo do mar era terra seca.

                              As descobertas foram feitas através de uma série de levantamentos arqueológicos e geofísicos no arquipélago de Dampier. O trabalho é parte do projeto Deep History of Sea Country (DHSC), financiado pelo Discovery Project Scheme do Conselho de Pesquisa da Austrália (ARC, na sigla em inglês).

                              Os artefatos aborígines descobertos na costa de Plibara, na Austrália Ocidental, representam o caso de arqueologia subaquática mais antigo da Austrália.

                              Uma equipe internacional de arqueólogos da Universidade Flinders, da Universidade da Austrália Ocidental, da Universidade James Cook, da ARA – Airborne Research Australia e da Universidade de York (Reino Unido) fizeram parceria com a Murujuga Aboriginal Corporation para localizar e investigar artefatos antigos em dois locais subaquáticos que produziram centenas de ferramentas de pedra feitas por povos aborígines, incluindo moagem de pedras.

                              Em um estudo publicado na revista Plos One, os antigos locais subaquáticos, em Cape Bruguieres e Flying Foam Passage, fornecem novas evidências dos modos de vida aborígines de quando o fundo do mar era terra seca, milhares de anos atrás.

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                              As paisagens culturais submersas representam o que é hoje conhecido como País do Mar para muitos aborígines australianos. Eles têm uma profunda conexão cultural, espiritual e histórica com esses ambientes subaquáticos.

                              “A Austrália é um continente maciço, mas poucas pessoas percebem que mais de 30% de sua massa terrestre foi submersa pelo aumento do nível do mar após a última era glacial. Isso significa que uma grande quantidade de evidência arqueológica que documenta a vida dos aborígines está agora embaixo da água”, alertou o professor associado Jonathan Benjamin, coordenador do Programa de Arqueologia Marítima da Faculdade de Humanidades, Artes e Ciências Sociais da Universidade Flinders.

                              A equipe de mergulho mapeou 269 artefatos em Cape Bruguieres em águas rasas, a profundidades de até 2,4 metros abaixo do nível do mar atual. A datação por radiocarbono e a análise das mudanças no nível do mar mostram que o local tem pelo menos 7 mil anos.

                              O segundo local, na Flying Foam Passage, inclui uma nascente de água doce subaquática 14 metros abaixo do nível do mar. Estima-se que esse sítio tenha pelo menos 8.500 anos. Ambos os locais podem ser muito mais antigos, pois as datas representam apenas idades mínimas.

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                                Com a volta gradual das atividades esportivas na Europa, Robert Scheidt já tem data para o retorno às competições. O bicampeão olímpico vai disputar a tradicional Semana de Vela de Kiel, na Alemanha, entre 5 a 13 de setembro. Para isso, intensifica a preparação no Lago di Garda, na Itália, onde mora com a família. Após 20 dias de velejada solitária com seu Laser no mês de maio, revezou treinos com equipes italianas e francesas nas duas últimas semanas. E pretende repetir a dose entre julho e agosto.

                                “Foram dias muito produtivos e estou contente. Primeiro vieram seis velejadores italianos e depois, na segunda semana, chegaram os franceses. Treinei muito com o Jean-Baptiste Bernaz, com quem tenho uma parceira há algum tempo. Ele é hoje um dos top 5 do mundo e é muito importante ter um parâmetro para avaliar minha velejada. Encerrei essas sessões me sentindo bem fisicamente, sem lesões e andando próximo a ele. Ainda tenho pontos a evoluir, mas foi muito bacana encarar esse volume de trabalho intenso”, explica Scheidt, que vai disputar a sétima Olimpíada em Tóquio, em 2021.

                                Com a formação dessa pequena flotilha de elite, com dez barcos, foi possível simular regatas no Lado di Garda, com direito a marcação de raias e simulação de largadas. “Aproveitei para fazer testes de velocidade e experimentei um novo barco e novos equipamentos. Como disse, ter um cara como o Jean-Baptiste como parâmetro é importante, porque ele é muito veloz, especialmente em vento forte”, conta o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios.

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                                A Semana de Kiel vai ser o primeiro grande evento de vela após a quarentena em função do novo coronavírus. Por isso, além da tradição do campeonato, a expectativa é para uma disputa de alto nível. “Eles restringiram as inscrições para 70 barcos e vi pelo menos 20 velejadores top na lista. Acredito que a tendência é abrir para novos atletas, o que vai deixar a disputa mais forte ainda. Estou bem animado com a possibilidade de competir em alto nível ainda nesse ano, depois de tudo o que aconteceu. Espero condições duras e muito frio no norte da Alemanha em setembro, mas vamos que vamos”, completa Robert, que deve chegar em Kiel poucos dias antes da estreia da classe Laser, que será disputada entre os dias 10 e 13.

                                Evento centenário da vela, a Semana de Kiel ocorre, normalmente, na última semana de junho, em pleno verão europeu. Como promove disputas de classes olímpicas e não olímpicas, costuma reunir cerca de dois mil barcos e cinco mil velejadores. Robert tem três títulos de Laser e dois de Star (sendo um europeu disputado na cidade) em Kiel. Além das regatas na Alemanha, a programação do bicampeonato olímpico para 2020 inclui a disputa do Campeonato Europeu de Laser, programado para o mês de outubro, em Atenas, na Grécia, mas que ainda precisa de confirmação de datas.

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                                  Novo projeto de catamarã elétrico traz design moderno e inovação na construção. Confira

                                  Por: Redação -

                                  A nova marca Voltaire Electric Yachts anunciou o início oficial de suas operações com o lançamento do seu primeiro modelo – um catamarã de 9,9 metros de comprimento movido a energia elétrica.

                                  O novo Voltaire 33 SKY possui dois cascos finos para máxima eficiência e alta estabilidade e foi pensado para cruzeiros diurnos em águas costeiras. A empresa empregou a fibra de linho como material padrão para seus barcos, na intenção de uma produção mais sustentável, além deste material oferecer propriedades técnicas avançadas, como isolamento aprimorado e estanqueidade completa, de acordo com a marca.

                                  O exterior do Voltaire 33 SKY foi projetado por Jonas Hertwig e é caracterizado por formas dinâmicas e distintas. O convés conta com ampla área de jantar e espaçoso lounge, ideais para relaxar e socializar. Com a mesa de proa abaixada, dá-se lugar a um solário de 3,5 m x 1,8 m. Ambas as áreas podem ser cobertas por guarda-sol.

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                                  O modelo é equipado com dois motores Torqeedo Deep Blue com potência conjunta de 100kW ligados a acionamentos de eixo. Duas baterias BMW i3 de 42kWh fornecem energia para o barco. Uma unidade solar opcional de 600Wp pode ser integrada ao T-Top.

                                  O catamarã já pode ser encomendado para entrega em 2021 e será fabricado pela Daedalus Yachts na Carolina do Norte, EUA.

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                                    Por: Redação -
                                    01/07/2020

                                    Por Cap. Herman Jr*

                                    “O termo em inglês ´Perfect Storm´ (ou ´Tempestade Perfeita´, em português) não significa necessariamente algo bom, pelo contrário, mas algo incrível pelo ponto de vista da combinação de eventos significativos que podem ocorrer ao mesmo tempo e causar grandes desastres.

                                    Apelidado de “Ciclone Bomba”, nesta terça-feira (30), um grande ciclone se formou no oceano de forma bastante atípica, pois além de estar muito próximo à costa, se formou com grande intensidade entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina com ventos registrados de até 97 nós, ou seja, 180 km/h! E deste sistema, uma grande linha frontal de instabilidade se formou, principalmente, nas regiões de Santa Catarina e Sul do Paraná.

                                    Mas vamos aos fatores que se juntaram e como isso aconteceu.

                                    Um ciclone possui baixa pressão atmosférica em seu núcleo. Como o ar se desloca de um lugar de alta pressão para um de baixa pressão, esse vento vai em direção ao núcleo do ciclone. Nesse caminho, ele sofre uma deflexão que é responsável pelo formato circular que o mesmo adquire. Essa deflexão é causada pelo movimento de rotação da terra, um efeito conhecido como força inercial de Coriolis. Ao girar, o ciclone suga o ar para dentro de seu núcleo.

                                    Como estamos falando de um evento de escala sinótica (uma escala grande o suficiente a ponto de podermos visualizar em um mapa), o ciclone desta terça teve, por estar muito próximo à costa, a capacidade de sugar o ar de regiões do interior do país. Como se formou na região Sul, esse escoamento que sai do continente em direção ao núcleo criou uma curva enorme de instabilidade sobre o estado de Santa Catarina.

                                    Não foi só esse deslocamento de ar para o centro do ciclone que causou todo o problema, mas sim uma série de tempestades que se formaram nessa linha de instabilidade

                                    Quando falamos em linha de instabilidade, estamos falando de chuva e tempestades. Essas duas podem se combinar numa explosão conhecida como Microburst ou Downburst. Essas explosões acontecem quando nuvens de desenvolvimento vertical, como as CBs (Cumulonimbus) – que mais parecem um cogumelo no céu – se formam, ficam carregadas e, quando despejam a água, produzem uma grande turbulência que espalha o vento de forma radial.

                                    Ou seja, para todos os lados, em alta velocidade. Esses eventos duram pouco tempo, mas são capazes de produzir rajadas que destelham casas, derrubam árvores e podem até virar um barco.

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                                    Na tarde da última terça (30/06), tivemos esse fenômeno criando, então, esses diversos pontos de tempestade, e podemos dizer, também, que o vento do escoamento para dentro do ciclone contribuiu para muito do que vimos em imagens e vídeos compartilhados nas redes sociais, mas não foi o grande vilão causador do desastre.

                                    Devido à baixa resolução dos modelos numéricos, é difícil prever alguns eventos menores, como essas micro explosões, que possuem um tamanho, em média, de 4 km. Os modelos numéricos geralmente estão com uma resolução acima de 9 km, que nada mais é que o tamanho da área transformada em uma grade de célula tridimensional usada por supercomputadores para realizar os cálculos da previsão.

                                    O entendimento desses fenômenos certamente trará mais segurança e confiança à navegação

                                    A tendência, a partir daí e para quarta e quinta-feira, é que, com a dissipação dessa linha de instabilidade, ainda ocorram rajadas que trarão mais frio do que chuva, e devemos sofrer uma queda de temperatura em toda a região Sul e Sudeste, mas com céu limpo que é uma característica pós frontal. Contudo, o mar deve continuar agitado, por toda essa turbulência gerada no oceano, até a região de Cabo Frio.

                                    Importante salientar que algumas tragédias anunciadas, no que diz respeito a questões meteorológicas, estão sendo cada vez mais observadas e estudadas. Desses estudos e da ciência da previsão, hoje dotada da tecnologia da meteorologia numérica, surgem muitas possibilidades de se evitar certos problemas. Vimos portos operando normalmente, barcos no mar, e tudo isso pode custar vidas e perdas consideráveis. O entendimento desses fenômenos certamente trará mais segurança e confiança à navegação.”

                                    *Cap HERMAN JUNIOR é Especialista NÁUTICA em meteorologia e fundador dos Grupos Mayday e iNavegate.

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                                      O estaleiro catarinense Evolve Boats, que está comemorando 10 anos de atividades, anunciou que exportará a primeira unidade do seu modelo Evolve 360 HT para Assunção, no Paraguai, em agosto. A lancha irá por via terrestre.

                                      Com fábrica em Palhoça, região metropolitana de Florianópolis, a Evolve Boats já entregou em nossas águas mais de 30 unidades da Evolve 360 HT, que é o maior modelo da linha e foi totalmente desenvolvido e projetado pelo estaleiro.

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                                      Recentemente, o estaleiro catarinense, que tem o empresário Ricardo Wilges à frente, exportou duas lanchas deste mesmo modelo para os Estados Unidos, uma para Miami e outra para Pensacola, ambas cidades da Flórida.

                                      NÁUTICA avaliou recentemente o carro-chefe do estaleiro. Lançada no início de 2017 e apresentada pela primeira vez no São Paulo Boat Show 2018, rapidamente a lancha caiu no gosto do brasileiro. A Evolve 360 HT é uma lancha que impressiona pelo espaço interno Veja abaixo:

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                                        O USS Portland, LPD da classe San Antonio, abateu com sucesso um pequeno drone usando sua nova arma de energia dirigida a laser. O navio foi descoberto com o sistema instalado ao deixar seu porto em San Diego, Califórnia, em dezembro de 2019.

                                        O teste da arma a laser do Portland, formalmente conhecida como Laser Weapon System Demonstrator (LWSD) Mk 2 Mod 0, foi feito pela Marinha dos Estados Unidos em 16 de maio no Oceano Pacífico.

                                        “O Demonstrador do Sistema de Armas a Laser de Estado Sólido é uma capacidade única que o Portland obtém para testar e operar para a Marinha, enquanto abre caminho para futuros sistemas de armas”, disse o capitão Karrey Sanders, comandante do Portland, em comunicado. “Ao realizar testes avançados no mar contra UAVs (veículos aéreos não tripulados) e pequenas embarcações, obteremos informações valiosas sobre as capacidades do Demonstrador do Sistema de Armas a Laser em Estado Sólido contra ameaças em potencial”.

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                                        A Northrop Grumman desenvolveu o LWSD Mk 2 Mod 0 para a Marinha como parte do programa Solid-State Laser Technology Maturation (SSL-TM) e o entregou a San Diego para instalação no Portland no final de 2019. O serviço havia anunciado que o navio da classe San Antonio seria o primeiro a transportar esta arma a laser em 2018 e planejava realizar os primeiros testes no mar até o fim de setembro de 2019.

                                        A Marinha espera que o sistema forneça aos navios uma linha de defesa adicional contra aeronaves não tripuladas e frotas de pequenos barcos. O laser também pode atuar como um ofuscador, cegando sensores ópticos e buscadores. O sistema completo pode usar suas próprias câmeras de vídeo integradas, que são usadas para rastrear alvos e apontar a arma, além de conduzir a vigilância.

                                        Vale a pena destacar que esta não é a primeira vez que a Marinha dos Estados Unidos instala um sistema operacional de armas a laser em um navio. O USS Ponce transportou o sistema de armas a laser AN/SEQ-3 (LaWS) enquanto estava no Oriente Médio entre 2014 e 2017. A Northrop Grumman desenvolveu o LaWS, bem como o Demonstrador Marítimo a Laser (MLD), o que ajudou no desenvolvimento do LWSD Mk 2 Mod 0. Com 150 quilowatts, a nova arma a laser é significativamente mais poderosa do que o MLD da classe de 15 quilowatts e o AN/SEQ-3 da classe de 30 quilowatts.

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                                          Ciclone extratropical causa estragos na região Sul e deixa Sudeste em alerta

                                          Na tarde desta terça-feira (30), um ciclone extratropical, fenômeno também chamado de “ciclone bomba”, atingiu a região Sul do país, como mostra o vídeo de Joinville, em Santa Catarina (abaixo). As condições de mar na região Sul e Sudeste do país, em especial na área C (Charlie) do Cabo de Santa Marta (SC) ao Cabo de São Tomé (RJ), ainda merecem muita atenção.

                                          Ventos sudoeste (SW) continuam entrando em toda a região com intensidade de moderada a forte, podendo alcançar os 30 nós – com mais de 40 nós de rajadas – em pontos da costa de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Sul do Rio de Janeiro. Tais eventos devem ocorrer ainda nesta quarta-feira (1º), entre o meio da manhã e o final da tarde.

                                          No Sudeste, porém, os efeitos serão menores. O ciclone deve apenas tangenciar o Estado de São Paulo em sua passagem pela região. Ainda assim, a previsão do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) é que as temperaturas na capital paulista cheguem a 8º C entre a noite de quinta e a madrugada de sexta-feira. Em cidades como Florianópolis e Balneário Camboriu, em Santa Catarina, a passagem do fenômeno deixou um rastro de destruição.

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                                          As previsões da IPM (Iniciativa Pro Mar) de três dias atrás se consolidam, com o aumento de mar criado pela força dos ventos que atingem a costa. Até o próximo sábado (4), já com forte redução dos ventos a partir da manhã de quinta-feira em quase toda região da área C, devem haver eventos de ressaca em toda a linha costeira do Sul e Sudeste, com ondas de, praticamente, 4 metros. A previsão de condições favoráveis à navegação voltam somente a partir de sábado, em especial em São Paulo e no Rio de Janeiro.

                                          De acordo com o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Heráclio Alves, ciclones extratropicais são relativamente comuns e são formados por áreas de baixa pressão atmosférica. Este que passa pelo Brasil surgiu próximo ao Paraguai e vai cruzar diversas regiões continentais até chegar ao oceano, onde ainda atua por algum tempo e depois perde força.

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                                            Por: Redação -
                                            Arqueólogos aguardam aprovação do Parlamento para iniciar escavação no mês que vem. Porém, a preocupação com a possível deterioração do material é grande

                                            A Noruega começou a desenterrar o primeiro barco viking a ser escavado no país em mais de 100 anos. Uma descoberta incomum que ajudará a saber mais sobre um período que carrega um grande número de informações.

                                            Escavação de barco viking
                                            Foto: escavação de barco viking, na Noruega

                                            Enterrado a cerca de 50 centímetros de profundidade em um monte que cobre uma sepultura viking, o barco de Gjellestad, nome da localidade do sudeste norueguês, foi encontrado e detectado há dois anos por meio de um georadar.

                                            Como os restos estão em um estado muito deteriorado, de acordo com as primeiras observações, as autoridades norueguesas decidiram extraí-los rapidamente antes que se degradem completamente.

                                            Até agora, apenas três navios vikings em bom estado haviam sido descobertos na Noruega. A última escavação remonta a 1904, com o barco Oseberg. Todos os três estão agora em exibição em um museu perto de Oslo.

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                                            Em comunicado, o arqueólogo Knut Paasche, do Instituto Norueguês de Pesquisa do Patrimônio Cultural, disse que o descobrimento desse grande número de barcos fará com que muito conhecimento seja acrescentado.

                                            “Com tão poucas embarcações descobertas, um novo barco Viking terá um grande impacto na compreensão dos navios em si, mas também fornecerá informações valiosas para a compreensão do período histórico como um todo”, completa Knut.

                                            O costume dos povos vikings, que eram os guerreiros e comerciantes do norte da Europa, era viajar pelos mares no período entre os séculos 8 e 11, mas também, enterrar reis que estavam a bordo.

                                            Barco viking

                                            O ministro do Meio Ambiente e Clima, Sveinung Rotevatn, ainda afirmou que a descoberta tem um âmbito mundial. “O navio Gjellestad é uma descoberta de grande importância nacional e internacional”, completa. Todo o processo levará cinco meses, segundo os especialistas e arqueólogos.

                                            Por Felipe Toniolo, sob supervisão do jornalista Otto Aquino

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                                              30/06/2020
                                              O iate do ex-piloto Nelson Piquet, tricampeão de Fórmula 1, foi encontrado em um possível processo de desmanche no litoral do Ceará

                                              Recentemente, o site francês Linfo Web, especializado em estatísticas, listou o Pilar Rossi, do brasileiro Nelson Piquet, entre os 10 veleiros mais caros do mundo. Parecia fazer sentido. Afinal, o trimarã, de 64,35 metros de comprimento (211 pés), estava avaliado em 59 milhões de euros. Naqueles mesmos dias, sem que ninguém soubesse das suas intenções, o ex-piloto, tricampeão mundial de Fórmula 1, já havia deslocado o seu iate para Camocim, cidade litorânea do Ceará localizada próxima Jericoacoara, onde possivelmente passou por um processo de desmanche.

                                              Barco Pilar Rossi
                                              Foto: barco Pilar Rossi sendo docado

                                              Leitor de NÁUTICA, o cearense Adauto Correa Motta Júnior, que mora em Camocim, nos enviou as fotos que ilustram esta reportagem e escreveu alertando: “O Pilar Rossi teve seu fim decretado na placidez do Rio Coreaú, em Camocim, Ceará, naquele que talvez seja o estuário mais bonito do estado”. Seria verdade? Imediatamente, entramos em contato com Piquet, para saber quais são os seus planos para o trimarã. Porém, até agora, ele não nos respondeu, apesar de nossas mensagens insistentes.

                                              Barco Pilar Rossi
                                              Foto: barco Pilar Rossi

                                              Ao mesmo tempo, entramos em contato com jornalistas da região, como André Martins, do blog de Camocim, que confirmou a informação de que o iate estava lá, em seco, mas não soube precisar se em processo de desmanche ou a caminho de uma grande reforma. “Há dois meses, o barco foi desprovido do seu mobiliário, embalado em contêineres e seus mastros, antes visíveis de grande parte da cidadela, foram arriados”, explicou.

                                              Foto: barco Pilar Rossi após mudança

                                              Para docar a embarcação, Nelson Piquet teria alugado uma área que, nas décadas de 1930 e 1940, servia de base para hidroaviões que faziam escala em Camocim. Durante um tempo, nessa área, foi montada uma pequena empresa de reparos em embarcações offshore, e alguns rebocadores passaram por manutenção ali.

                                              Atento à movimentação no estaleiro improvisado, no bairro de Areal, Adauto Correa voltou a nos enviar notícias sobre o trimarã, acompanhadas de imagens que não deixam dúvida: Pilar Rossi teve um fim melancólico!

                                              Barcp Pilar Rossi
                                              Foto: barco Pilar Rossi

                                              “Conversei com um rapaz que participou da operação e ele confirmou que o Pilar Rossi mesmo foi desmontado. O barco foi cortado no maçarico e a ‘pedaceira’ está solta na beira do rio. Não há mais nada”, garante. “Além disso, na retirada dos mastros, um deles se soltou do guindaste e ficou avariado”, ressalta Adauto.

                                              Barco Pilar Rossi
                                              Foto: barco Pilar Rossi

                                              Segundo Adalto Correa — que pretende desenvolver um estudo sobre as embarcações do litoral cearense — há algum tempo falou-se que o Piquet pretendia investir na região, com planos de montar um estaleiro. “Seria muito bom, uma vez que as águas são muito abrigadas, o fundeio é espetacular e o clima super adequado à construção de embarcações”, avalia. Porém, esses planos ficaram em suspensos, possivelmente por conta da crise financeira do país. Ironicamente, aquelas mesmas águas foram testemunhas do desmanche do seu famoso iate.

                                              Barco Pilar Rossi
                                              Foto: barco Pilar Rossi após mudança
                                              Peças do barco Pilar Rossi
                                              Foto: partes do barco Pilar Rossi

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                                              Nelson Piquet:
                                              “Ao lado dos carros, sempre gostei muito de barcos. O primeiro que tive foi uma lancha (chamada Piquet, original, né?) com motor de popa, que usava para esquiar no Lago Paranoá, em Brasília. Depois, comprei outra lancha, maior e muito mais rápida (que saudade da Bang Bang), que guardava em Angra dos Reis e usava uma vez por ano, quando voltava ao Brasil. Na Europa, fui morar em Monte Carlo e convivia diretamente com aqueles barcos todos que tem por lá. Não demorou muito e resolvi comprar um.

                                              Botei na cabeça que iria aprender a velejar e comprei um veleiro. Era um Swan de 36 pés, muito bonito (como todo Swan) e bem cuidado (o seu dono original era um cara muito caprichoso) com um nome imponente de Le Must, que conservei. Como nunca tinha tido um veleiro, a primeira coisa que fiz foi sentar com o antigo proprietário e aprender tudo que podia com ele, porém ser dar na vista que era um capitão de primeira viagem. Foi o que fiz e logo depois estava já ao largo do Principado, em Pleno Mediterrâneo, de velas enfunadas.
                                              Bem no início, me atrapalhei um pouco, mas logo, logo, estava lá fazendo “tacks” e “jibes” com desenvoltura, um verdadeiro aprendiz de Torben Grael. Já me sentia pronto até para participar de a America’s Cup de tanto que estava à vontade no timão. E olha que tudo isso era só no primeiro dia, já imaginaram?”

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                                              Em outro momento, Piquet explicou os motivos de morar a bordo de seu iate, o Pilar Rossi, em Mônaco: “Nunca quis ter casa fixa na Europa. Então, tive a ideia de morar num barco, porque poderia mudar de endereço toda hora, com puta conforto. Em 10 dias, morava em Mônaco, na Riviera Francesa e em Malta. A necessidade de morar num barco era por não ter raízes na Europa”, diz o ex-piloto.

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                                                Por: Redação -

                                                A Automobili Lamborghini fez uma parceria com a Tecnomar, marca do The Italian Sea Group, para um novo conceito de embarcações inspiradas em supercarros chamado Tecnomar para Lamborghini 63.

                                                Alimentado por dois motores MAN V12 com cerca de 2028 hp de potência cada, o modelo de 19,2 metros de comprimento promete ultrapassar os 60 nós de velocidade e irá para a água em 2021, combinando estilo esportivo com design náutico. Detalhes incluem uma capota rígida inspirada nos carros esportivos da Lamborghini, que fornece proteção contra intempéries enquanto contribui para o desempenho aerodinâmico do iate. As luzes no modelo lembram as luzes dianteiras em forma de Y vistas no carro-conceito Lamborghini Terzo Millennio e Sián FKP 37.

                                                 

                                                Os controles e painéis de navegação também são inspirados nos cockpits de carros esportivos. Todos os detalhes são acabados em fibra de carbono, enquanto o leme foi projetado para se parecer com o volante de um carro. Os botões de partida são os mesmos usados ​​para dar partida no motor de um carro Lamborghini.

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                                                Sua produção será limitada a apenas 63 unidades – número escolhido pelo ano de fundação da Lamborghini, 1963 – com cada uma custando US$ 3 milhões (aproximadamente R$ 16,2 milhões). Os compradores podem personalizar quase todas as partes do iate, incluindo a cor do casco, o convés e o layout do interior.

                                                “Se eu tivesse que imaginar um Lamborghini na água, essa seria minha visão. Estou muito satisfeito por celebrar essa colaboração bem-sucedida”, disse Katia Bassi, diretora executiva de marketing e comunicação da Automobili Lamborghini.

                                                O fundador e executivo-chefe do Italian Sea Group, Giovanni Costantino, acrescentou: “Hoje apresentamos Tecnomar para Lamborghini 63, um modelo a motor que se tornará um ícone tão futurista quanto o carro em que se inspira. Proprietários selecionados em todo o mundo possuirão não apenas o iate a motor Tecnomar mais rápido da frota, mas também uma obra-prima da Tecnomar para a Lamborghini 63. Tenho orgulho de ter escolhido criar esse projeto inovador e desafiador com a Automobili Lamborghini, que une tecnologia, design supremo, qualidade e desempenho”.

                                                A Lamborghini já havia se aventurado no mundo náutico nos anos 1980, entretanto fazendo motores. Esta é a primeira vez que seus carros inspiram um design.

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                                                  Ecovix acaba de alinhar um acordo com a chilena ASMAR para construir o primeiro navio polar em seu estaleiro na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. O novo projeto visa ajudar o setor naval brasileiro a se desenvolver ainda mais. Além disso, a Ecovix aposta em uma nova diretoria para dar uma guinada na companhia e retomar sua participação em grandes empreendimentos.

                                                  A união das empresas contam com o apoio da consultoria VSK, para a construção do Navio de Apoio Antártico, que dará suporte à base brasileira no continente, reinaugurada no início deste ano após o incêndio ocorrido em 2012.

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                                                  “Elaboramos um plano que visa um crescimento considerável na carteira de negócios e temos muito a explorar. O nosso estaleiro é muito bem equipado. Temos tudo para fazer a construção de navios de qualquer porte e acredito que também temos espaço para fazer reparos e manutenção. Existe mercado e estamos buscando as oportunidades. Vamos focar mesmo agora nessa nova possibilidade de construir a primeira embarcação polar no Brasil. E isso me anima bastante”, afirma Luiz Fernando Pugliesi, diretor responsável pelo desenvolvimento de negócios da empresa.

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                                                    29/06/2020

                                                    A Brunswick Corp está entrando na onda virtual devido ao coronavírus. A empresa promoverá dois dias de evento para apresentar produtos do Brunswick Boat Group, Mercury Marine e os vários negócios da BC P&A, além de alguns parceiros, que incluem fornecedores de áudio, eletrônicos, acessórios e serviços.

                                                    O evento acontecerá em 21 e 22 de julho, ao vivo. De acordo com o grupo, esta ação “permitirá que os participantes interajam com todas as marcas, em seu próprio tempo, por meio das equipes que estarão on-line para responder perguntas nos dois dias”.

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                                                    A Brunswick também usará o evento virtual para promover o Freedom Boat Club (FBC), que registrou um aumento de popularidade nos meses desde o início da pandemia de Covid-19.

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                                                      Após a incerteza trazida pela pandemia do Coronavírus nos últimos meses, o British Motor Yacht Show está confirmado. Normalmente programado para maio, o salão náutico irá acontecer de 1º a 9 de agosto, das 10h30 às 17h30, na Swanwick Marina, em Southampton, no Reino Unido.

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                                                      O evento, que oferece ao público uma oportunidade de adquirir o primeiro modelo ou trocar de barco, com acesso aos mais recentes modelos, exibirá lanchas de marcas como Azimut, Bavaria, Chris Craft, Fairline, Jeanneau, Prestige, Princess, Sunseeker, entre outras. O salão náutico seguirá recomendações de distanciamento social, com visitações agendadas, por exemplo.

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                                                        Por: Redação -
                                                        O craque português aproveitou o descanso entre uma partida e outra para um agradável passeio náutico

                                                        O jogador de futebol português Cristiano Ronaldo, craque da Juventus, da Itália, é também fã de barcos. Na semana passada, o atleta reservou um tempo para repousar em alto mar. Ao lado da mulher, Georgina Rodríguez, a estrela portuguesa desfrutou de um dia ensolarado a bordo de um iate luxuoso, avaliado em pouco mais de 16 milhões de euros, no Mediterrâneo.

                                                        Se isolando das críticas que havia recebido após perder a final da Copa Itália para o Napoli, no último dia 17, a estrela portuguesa, que estava sem a companhia dos filhos, viajou com a mulher quase em lua de mel, visitando a cidade costeira de Viareggio, comuna italiana da região da Toscana.

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                                                        Georgina publicou uma foto em sua rede pessoal no Instagram, na qual ela pode ser vista relaxada e feliz tomando um banho de sol. A modelo argentina completou: “A única coisa que eu mais gosto do que você é nós”, escrevendo sobre o jogador.

                                                        Por Felipe Toniolo, sob supervisão do jornalista Otto Aquino

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                                                          Por: Redação -

                                                          O estaleiro catarinense NHD Boats apresentou as primeiras imagens do lançamento NHD 340, finalizado na fábrica da marca. Com 34 pés de comprimento, a nova lancha tem 7m de plataforma de popa com double open deck – solução que amplia a área útil da embarcação na região da popa, proporcionando mais espaço e comodidade na utilização desta área, que inclui espaço gourmet e é a “queridinha” dos brasileiros.

                                                          Versátil, o modelo une os benefícios de uma lancha de proa aberta com as comodidades de uma cabinada. Traz cockpit amplo, sem degrau de entrada, e layout tradicional com sofás em L, porta-copos, posto de comando com banco duplo para piloto e copiloto. Tudo protegido por uma capota rígida.

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                                                          Um dos diferenciais deste modelo é a proa mais larga, melhorando a circulação na área. Ela abriga um solário para três pessoas, onde os passageiros podem aproveitar para relaxar. Internamente, a NHD 340 conta com cabine com banheiro e cozinha, além de pernoite para quatro pessoas em duas camas – uma na popa e outra à meia-nau.

                                                          A New HD Boats é uma evolução da lendária HD Mariner, dos anos 1990 e 2000. Atualmente, o estaleiro conta com quatro modelos no seu portfólio: NHD 270 e NHD 280; NHD 270 e NHD 280 com motor de popa; e NHD 330.

                                                           

                                                          Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                                                            Um novo sistema de propulsão a jato de água híbrido elétrico está sendo lançado pela neozelandesa HamiltonJet, que inventou o barco a jato em 1954, quase 70 anos atrás. A empresa, agora, fabrica jatos d’água para praticamente todos os tipos de barcos e finalidades possíveis: recreação, aquicultura, incêndio, busca e salvamento, militares, balsas, etc.

                                                            Ben Reed, CEO da HamiltonJet, diz que a empresa vem colaborando em um grande número de projetos híbridos elétricos em todo o mundo, tornando-se integradora especializada em tecnologias elétricas híbridas e levando ao design deste produto, conhecido como EHX.

                                                            “Quando se trata de soluções elétricas híbridas, sabemos que um tamanho definitivamente não serve para todos”, diz Reed. “É por isso que criamos um sistema escalável para projetos de embarcações individuais. Motores, capacidade da bateria e componentes são todos selecionados especificamente com base nas necessidades personalizadas. Isso significa que podemos garantir o melhor resultado pelo menor custo”.

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                                                            Recentemente, eles adquiriram um catamarã de alumínio de 15 metros, que está sendo reformado com os novos jatos de água EHX, para teste. O barco, White Morph, foi projetado e construído por outras empresas da Nova Zelândia, Teknicraft e Q-West.

                                                            O barco de recreio foi originalmente equipado com dois motores a diesel Yanmar de 720 hp, juntamente com os jatos da série HJ da HamlitonJet. A reforma será feita pela Q-West, instalando os jatos mais recentes, um sistema de acionamento elétrico da Danfoss (além dos Yanmar) e baterias de íon de lítio Corvus Dolphin.

                                                            O sistema de jato de água híbrido elétrico EHX controla tudo – baterias, máquinas elétricas e motores a diesel. Os testes e o desenvolvimento do barco se concentrarão em como o barco funciona em quatro modos: totalmente elétrico, diesel, geração de diesel e aumento de diesel, o que aumenta a velocidade máxima combinando a máquina elétrica com o diesel.

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