Rio-2016

Por: Redação -
23/12/2014

A Confederação Brasileira de Vela (CBVela) anunciou neste sábado durante a Copa Brasil de Vela, em Niterói, os primeiros nomes escalados para as Olimpíadas do Rio 2016. São eles: Jorginho Zarif, da classe Finn, Ricardo ‘Bimba’ Winicki, e Patricia Freitas, da RS:X, e Martine Grael e Kahena Kunze, da 49er FX.

“Foi um alivio receber a confirmação. Agora o objetivo é chegar nos Jogos com chance de brigar pela medalha”, disse Martine, que, assim como Kahena, fará sua estreia em Jogos Olímpicos.

Já Bimba disputará as Olimpíadas pela quinta vez. “Estou muito feliz com o ano, estive sempre em segundo no ranking, bem perto do primeiro. A indicação para os Jogos um ano e oito meses antes é um peso a menos nas costas. Assim posso velejar tranquilo e fazer um trabalho melhor”, disse Bimba.

Jorginho, um dos mais novos da Equipe Brasileira de Vela com 22 anos, vai para a segunda Olimpíada. Patrícia, aos 24, vai para a terceira.

“Este foi um ano muito bom para a vela, com o título mundial da Martine e da Kahena e com o bom desempenho da equipe brasileira no Evento Teste e nas duas edições da Copa Brasil de Vela. Isso mostra que estamos no caminho certo para os Jogos”, disse Marco Aurélio Sá Ribeiro, presidente da CBVela.

Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

 

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    Novidade em Angra

    Por: Redação -
    22/12/2014

    A Ação de Angra, iniciativa educacional de NÁUTICA pela preservação das nossas águas traz, todos os anos, o lema “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, com desenhos criados pelo grande cartunista Ziraldo. A Ação distribui kits com uma cartilha de conscientização, brindes e o novo Guia de Angra 2015, com o que há de novo e melhor na região.

    Além do incentivo, os turistas poderão, também, conhecer o novíssimo motor de popa Evinrude E-Tec G2. A embarcação que participa da Ação é a primeira do Brasil a receber o motor que também é amigo do meio ambiente. Lançado em junho nos Estados Unidos e em setembro no Brasil, durante o São Paulo Boat Show 2014, o novo E-tec G2, um motor dois tempos com injeção direta, consome cerca 15% menos de combustível graças ao novo bloco V6 de 3,4 litros com cilindros mais eficientes. A primeira unidade brasileira tem 250 hp de potência e está instalada em um Flexboat 760.

    A Ação de Angra é uma campanha de conscientização de crianças e adultos sobre a importância da limpeza das águas de mares e rios. A iniciativa de NÁUTICA acontece pelo 17º ano consecutivo e tem o apoio de Faber-Castell, Johnson & Johnson, Volkswagen e Boat Show.

    Veja o vídeo sobre a novidade em propulsão de popa que acaba de chegar ao Brasil.

     

    Foto: Divulgação

     

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      Não está mais encalhado!

      Por: Redação -

      O barco Team Vestas Wind, que encalhou em uma remota ilha do Oceano Índico, foi retirado do banco de areia neste domingo (21). O processo de resgate durou três dias e contou com especialistas na área e a ajuda do comandante da equipe dinamarquesa, Chris Nicholson. O veleiro estava preso desde o dia 29 de novembro, data do incidente que tirou o Vestas Wind da segunda perna da Volvo Ocean Race. Agora, o próximo objetivo é juntar os cascos e ver se o barco pode ser reformado.

      “A recuperação foi possível graças a um planejamento meticuloso, com vários cenários analisados e detalhados. O plano foi resgatar o mais intacto possível”, disse o chefe de operações da Volvo Ocean Race, Tom Touber.

      Após ser cuidadosamente retirado do banco de areia, o barco foi içado em um navio cargueiro da Maersk Line. O gerente do Team Vestas Wind, Neil Cox, e o comandante do barco, Chris Nicholson, supervisionaram todo o processo.

      “Estamos aliviados em saber que a operação de levantar o barco foi um sucesso. Também graças ao grande trabalho em equipe envolvendo Maersk, a nossa equipe, a Volvo Ocean Race e as pessoas locais”, disse Morten Albæk, coordenador a campanha dinamarquesa na Volta ao Mundo. “Queríamos preservar as questões ambientais, primeiramente. A missão foi cumprida”.

      No início de 2015, o Team Vestas Wind vai anunciar quais serão os caminhos tomados pela equipe no decorrer da Volvo Ocean Race. O barco será transportado das Ilhas Maurício, local do acidente, até a Malásia, antes de seguir viagem para a Europa, mais precisamente para a Itália, onde deverá ser reconstruído.

      Foto: Divulgação

       

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        Aplicativo

        Por: Redação -

        Santa Catarina ganha o primeiro aplicativo (APP) totalmente voltado à promoção e apoio à comercialização de produtos de mergulho no litoral. Quem fizer o download terá acesso a uma lista de escolas, empresas e pontos de mergulho no estado. A ferramenta também possibilita a troca de informações entre os usuários.

        A iniciativa é do Grupo de Trabalho de Turismo Náutico da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, e foi viabilizada por meio do Sebrae/SC e da Associação Náutica Catarinense para o Brasil (Acatmar). Participam as prefeituras de Florianópolis, Porto Belo, São Francisco do Sul, Itajaí e Bombinhas.

        “É uma ação que se enquadra na construção dos avanços necessários ao desenvolvimento do turismo que desejamos para Santa Catarina”, afirma o secretário estadual de Turismo, Cultura e Esporte, Filipe Mello.

        Conforme o presidente da Associação Náutica Catarinense para o Brasil (Acatmar), Leandro ‘Mané’ Ferrari, a elaboração do aplicativo é a primeira de uma série de ações para divulgar os atrativos náuticos do estado. “A iniciativa faz parte do nosso planejamento 2014-2018 e está sendo operacionalizada como fruto da cooperação entre poder público e iniciativa privada para o desenvolvimento do turismo náutico”, destaca.

        “A criação do aplicativo está vinculada às ações de promoção do Mar Catarina – produto estratégico de divulgação dos atrativos relacionados ao turismo náutico no estado”, complementa o coordenador executivo do Grupo de Trabalho de Turismo Náutico da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Álvaro Ornelas.

        Para o coordenador regional do Sebrae, Wilson Sanches, o aplicativo é uma importante ferramenta de informação ao mergulhador. “Vai facilitar a vida de quem já pratica o mergulho, bem como a dos turistas que chegam ao estado e querem saber quais os melhores locais”, destaca.

        O download do aplicativo pode ser feito pelo link marcatarina.com.br. Já está disponível para o sistema Android, e no iOS deve entrar em operação em duas semanas.

        Foto: Fabrício Floripa Silva/Divulgação

         

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          Copa Brasil de Vela

          Por: Redação -

          Terminou neste sábado na praia de São Francisco, em Niterói, a segunda edição da Copa Brasil de Vela. Mais de 160 velejadores, de mais de 20 países estiveram presentes nos sete dias de evento. Com a disputa das medal races (ou regatas da medalha) bem pertinho do público, foram definidos os campeões das dez classes que estarão nos Jogos do Rio 2016.

          As primeiras classes a irem para a água foram a 49er e a 49er FX. Como o vento demorou a entrar, as largadas foram dadas com mais de 2h de atraso. Na raia mais próxima da praia, as meninas fizeram a torcida sofrer com o vento rondado e ainda bastante fraco. No final, as holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duelz venceram a regata e ficaram com o título da competição. Martine Grael e Kahena Kunze foram segundas na regata e ficaram com a medalha de prata. Entre os homens, o título ficou com Marco Grael e Gabriel Borges, que também venceram a regata da medalha.

          As classes seguintes foram a RS:X masculina e Nacra 17, que não teve nenhum representante brasileiro. Entre as pranchas, Ricardo ‘Bimba’ Winicki foi quinto colocado na regata que tem peso dois, e fechou a sua participação na Copa Brasil em quarto. O vencedor foi o inglês Nick Dempsey, prata em Londres 2012.

          Na classe Nacra, nenhum representante brasileiro. O título ficou com os franceses campeões mundiais Billy Bresson e Marie Riou.

          Assim que as regatas acabaram, o vento baixou novamente e os velejadores tiveram que esperar mais um pouco antes da largada das classes RS:X feminina e Finn. A raia mais próxima da praia permaneceu no mesmo local, porém a outra teve que ser mudada mais para perto do morro do Morcego por conta de uma rondada no vento.

          Entre as meninas, Patricia Freitas garantiu a medalha de prata ao terminar em quinto na medal race. A campeã foi a inglesa Bryony Shaw.

          Entre os homens, o inglês Giles Scott já tinha garantido o ouro nesta sexta-feira, mas ainda assim quis velejar no sábado e venceu também a regata da medalha. “O vento não estava muito bom, mas fiquei feliz de conseguir vencer a medal race. Vencer as duas edições da Copa Brasil e o Evento teste, em agosto, com certeza me deixou mais confiante para as Olimpíadas”, disse o campeão mundial.

          Nas duas regatas seguintes, mais uma vez com vento fraco, veio a primeira medalha de ouro do Brasil. As gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan confirmaram o bom desempenho durante a semana e ganharam também a medal race. “Foi um campeonato bem difícil, com condições diferentes, com raias bem particulares dentro e fora da baía. Conseguimos manter uma boa média durante a semana e acho que isso nos levou a ganhar o campeonato. Foi um presente do papai Noel, para encerrar o ano. Ainda mais por ter sido na raia olímpica, então é um ótimo sinal”, disse Ana.

          Entre os homens do 470, os vencedores foram os campeões mundiais Mathew Belcher e Will Ryan. A dupla, que venceu também o Evento Teste, volta confiante para casa. “Foi um dia complicado, voltamos da água quase às 17h, quando deveríamos ter ido para a água às 13h. O vento estava bastante rondado e fomos segundos na medal race, mas fizemos o que tínhamos que fazer para vencer. Treino nunca é demais, apesar de velejarmos bem relaxados aqui, mas a ideia é nos acostumar o máximo possível com a raia do Rio de Janeiro”, disse Belcher.

          A última classe a ir para a água foi a Laser. No masculino, Scheidt provou por que é uma lenda viva e, ao cruzar a linha de chegada na terceira colocação, garantiu mais um título na carreira. “Foi uma regata muito complicada, não larguei muito bem e na penúltima perna tive que tomar uma decisão difícil, que acabou dando certo e consegui passar o holandês Rutger Van Schaardenburg, que estava na briga pelo título. Estou aliviado agora. Este ano foi bem duro pra mim, não tive resultados excepcionais e ganhar aqui na raia olímpica é sempre uma afirmação que estou no caminho certo”, disse Scheidt.

          Já as meninas foram as que mais sofreram com o vento rondado e fraco. No final, o título ficou com a belga Evi Van Acker.

          Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

           

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            21/12/2014

            Assim como o verão, o Guia de Angra 2015 já chegou em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. E a primeira angrense a receber seu exemplar foi a prefeita Maria da Conceição Caldas Rabha. O Guia Náutica Angra dos Reis 2015 traz, mais uma vez, não só o que há de novo, mas também, o melhor de toda a região. A prefeita aproveitou o encontro com Ernani Paciornik, presidente do Grupo 1 Editora e da Boat Show Eventos, para elogiar a reportagem da edição de aniversário de NÁUTICA, que completou 27 anos. Na edição comemorativa, Angra dos Reis, a capital náutica do verão brasileiro, foi tema da reportagem de capa.

            A edição de aniversário de NÁUTICA está nas bancas de todo o Brasil.

             

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              Copa Brasil de Vela

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              20/12/2014

              Terminou nesta sexta-feira a fase classificatória da Copa Brasil de Vela. O evento, que reúne mais de 160 velejadores de mais de 20 países, terá hoje (sábado) a disputa das regatas da medalha, que terão pontuação dobrada e serão realizadas dentro da enseada de São Francisco, em Niterói, pertinho do público. As dez classes estarão na água a partir das 13h. Participarão os dez primeiros nas classes que têm mais de dez inscritos, e os cinco primeiros nas classes com até nove inscritos. O Brasil tem chance de medalha em seis classes, com a disputa mais acirrada na Laser, entre Robert Scheidt e Bruno Fontes.

              Assim como na quinta-feira, o vento estava fraco nas raias de fora da baía de Guanabara, como explica o australiano Wil Ryan, campeão mundial e líder da competição na classe 470: “Tinha pouco vento lá fora, muito rondado e bem difícil, com bastante corrente, uma condição que ainda não tivemos aqui no Rio. Estamos felizes, pois estamos aqui pra aprender a velejar na raia olímpica”.

              Quem também está muito feliz é a gaúcha Fernanda Oliveira. No dia do seu aniversário ela assumiu a primeira colocação na classe 470 e passa para a medal race como favorita ao título da Copa Brasil de Vela, que também é válida como Campeonato Brasileiro da classe.

              “Foi um dia bem difícil e a diferença de pressão era muito grande, então às vezes tinha barco que vinha com mais vento e outro não. Tivemos que ter muita paciência. Estivemos bem em alguns momentos e em outros não, mas o saldo é positivo. Estamos brigando pelo grupo da frente, que é o nosso objetivo e estamos bem felizes com a semana. Na medal race queremos velejar o melhor possível, sem marcar ninguém. O foco é em nós mesmas, já que estão todas as duplas muito próximas na pontuação”, diz ela.

              A outra dupla feminina brasileira, formada por Renata Decnop e Isabel Swan, também se classificou para a medal race, na sétima colocação. O Brasil não terá representante entre os homens.

              Na classe RS:X, tanto Ricardo ‘Bimba’ Winicki, quanto Patrícia Freitas garantiram a vaga na final e podem brigar pelo pódio. Bimba está em terceiro e Patrícia em segundo.

              Na Finn, Jorginho Zarif caiu uma colocação, mas garantiu a vaga na final. Ele passa em sétimo, com 48 pontos, enquanto o inglês Giles Scott, sucessor da lenda Ben Ainslie, nem precisará correr amanhã, uma vez que abriu 24 pontos do segundo colocado, o holandês Pieter Jan Postma.

              Na Laser Standard, a briga pelo ouro é entre dois brasileiros. Scheidt irá para a água neste sábado na primeira colocação, enquanto Bruno Fontes entra em segundo, sete pontos atrás.

              “O dia foi bem complicado, com duas regatas na raia do Pão de Açúcar, com vento muito rondado. Não velejei muito bem na primeira regata e fui um pouco melhor na segunda. Felizmente consegui manter uma boa média, ficando entre os cinco primeiros. A pontuação está bem apertada com o Bruno Fontes e com o holandês Rutger Van Schaardenburg, então a ideia é fazer uma boa regata e ficar de olho neles”, disse Scheidt.

              “A primeira regata foi uma das mais disputadas da minha vida, com seis barcos disputando o tempo inteiro. Na segunda acabei não indo tão bem, então para a medal race está tudo ainda muito em aberto. A ideia é velejar e ser feliz”, disse Fontes.

              Na Laser Radial, o Brasil terá duas representantes. Fernanda Decnop se classificou em nono, enquanto Tina Boabaid foi décima. “O dia foi bastante duro, com o vento bastante rondado na raia do Pão de Açúcar. Consegui me classificar para a medal race entre as melhores velejadoras do mundo, algo que me deixa muito orgulhosa e me faz pensar que é possível conquistar uma medalha olímpica em 2016”, disse Fernanda. A líder é a sueca Josefin Olsson, seguida um ponto atrás pela belga Evi Van Acker.

              Entre as meninas do 49er FX, Martine Graele e Kahena Kunze fecharam o dia na segunda colocação, com as holandesas Annemiek Bekkering e Annete Duelz em primeiro. Na 49er, que tem a menor flotilha, com apenas 3 barcos brasileiros, a dupla Marco Grael e Gabriel Borges fechou o dia na primeira colocação, com 4 pontos de vantagem sobre Dante Bianchi e Thomas Low Beer.

              A Nacra 17 não terá nenhum brasileiro. Os líderes são os italianos Vittorio Bissaro e Silvia Sicouri.

              Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

               

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                Brasileiro de 470

                Por: Redação -

                Terminou nesta sexta-feira (19) a fase classificatória da Copa Brasil de Vela e embora não tenham se classificado para a medal race, duas duplas do Veleiros do Sul estão confirmadas na Equipe Brasileira de Vela Olímpica de 2015 com apoio da Confederação Brasileira de Vela: Geison Mendes e Gustavo Thiesen na classe 470 masculino e Samuel Albrecht e Geórgia Silva na classe Nacra 17. Ainda com o resultado, a dupla Geison Mendes e Gustavo Thiesen (Banrisul/Corsan) conquistou o bicampeonato da 470, já que o campeonato também validaria a disputa nacional para a classe.

                O vento esteve fraco nas raias de fora da baía de Guanabara e não ajudou classes como a 470 onde Geison Mendes e Gustavo Thiesen do Veleiros do Sul não entraram na medal race por dois pontos, terminando a disputa em 11º. Os cariocas Henrique Haddad e Bruno Bethlen ficaram em 12º.  No 470 feminino, as gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan assumiram a primeira colocação e passam para a medal race como favoritas ao título da Copa Brasil de Vela.

                Na Nacra 17, Samuel Albrecht e Geórgia Silva (Wind Brasil) também chegaram perto da medal race, terminando em 12º lugar como os brasileiros melhores colocados na classe. Já Marcos Pinto Ribeiro e Valéria Fabiano encerraram a competição em 20º lugar. Na Laser Masculino, Antônio Cavalcanti Rosa terminou a competição em 23º. Confira os resultados finais da fase classificatória.

                Hoje acontece a disputa das medal races na enseada de São Francisco, em Niterói, pertinho do público. Participarão os dez primeiros de cada classe. O Brasil tem chance de medalha em seis classes, com a disputa mais acirrada na Laser, entre Robert Scheidt e Bruno Fontes. O evento está reunindo cerca de 160 velejadores de mais de 20 países.

                Foto: Fred Hoffmann/CBVela

                 

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                  Princess 30M

                  Por: Redação -
                  19/12/2014

                  A Princess 30M é o novo modelo da linha M Class da Princess Yachts que já tem dois modelos: 40M e 35M. Os desenhos divulgados revelam um iate de linhas modernas e espaços amplos. As janelas panorâmicas também têm grande destaque neste projeto do estaleiro inglês. Outro destaque da embarcação é o flybridge com hard top e teto solar e banheira de hidromassagem.

                  A Princess 30M já está em produção no estaleiro e deve ficar pronta em 2015.

                  Foto: Divulgação

                   

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                    Nova mudança

                    Por: Redação -

                    O velejador olímpico Iker Martínez será substituído no comando do Mapfre na terceira etapa da Volvo Ocean Race, entre os Emirados Árabes Unidos e a China. O motivo é mais do que especial: o atleta quer manter as chances de disputar os Jogos Olímpicos de 2016 do Rio de Janeiro na classe Nacra 17. O espanhol Rafa Trujillo entra no lugar dele. “Tenho confiança na minha equipe e tenho certeza de que a união dos velejadores fará a diferença. Todos passaram pela maioria das funções nas etapas anteriores e acredito que nós vamos continuar em evolução”, disse Iker Martinez.

                    O Mapfre segue na quinta colocação da Volvo Ocean Race após um sétimo e um quarto lugares nas etapas iniciais. Na ausência temporária de Iker Martínez, que promete voltar depois das seletivas, Xabi Fernández será o comandante do barco, que também tem o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca como integrante. “Ser o comandante exige mais responsabilidade. Não dá para comparar com as etapas anteriores, pois o Iker estava. Porém, temos um grupo preparado”, disse Xabi Fernández.

                    Rafa Trujillo é medalhista olímpico de Finn e treinou os brasileiros Bruno Prada e o campeão mundial de 2013, Jorge Zarif.

                    Os velejadores receberam uma folga de natal e voltaram aos seus países antes da regata local de Abu Dhabi, marcada para 2 de janeiro de 2015.

                    Foto: Divulgação

                     

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                      Disputa

                      Por: Redação -

                      Robert Scheidt teve mais um dia inspirado na defesa do título da Copa Brasil de Vela. Campeão da edição disputada em janeiro, o velejador venceu a primeira regata desta quinta-feira (18) e terminou em segundo na outra, retomando a liderança do torneio na Laser, com 16 pontos perdidos. A briga continua entre ele e o catarinense Bruno Fontes, vice-líder com 22.

                      No terceiro dia de disputas, o vento demorou a entrar, atrasando as regatas da classe Laser, disputadas dentro da Baía de Guanabara. “Foi um dia bem desgastante. Entramos na disputa só às 16 horas. A última regata foi praticamente uma regata noturna”, contou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. “Mas velejei de forma bem consistente, sem erros. Consegui prever bem o vento, que esteve fraco e rondado, principalmente na segunda prova.”

                      A Copa Brasil vem sendo disputada nas cinco raias dos Jogos do Rio 2016 e a Scheidt corre hoje na raia do Flamengo. “É outra raia complicada, quase embaixo do Pão de Açúcar, também com ventos rondados. Estou na briga com o Bruno e tenho uma boa vantagem sobre os outros adversários, mas não posso cometer erros graves, pelo descarte que já tenho. Preciso ir bem novamente “, apontou Scheidt.

                      Classificação após oito regatas e um descarte

                      1. Robert Scheidt (BRA) – 16 pontos perdidos (5+3+2+[29]+1+2+1+2)
                      2. Bruno Fontes (BRA) – 22 pp (3+1+[11]+1+3+4+3+7)
                      3. Rutger Van Schaardenburg (NED) – 29 pp (1+6+6+5+[12]+6+4+1)
                      4. Jean Baptiste Bernaz (FRA) – 43 pp ([29]+9+3+9+2+1+13+6)
                      5. Elliot Hanson (GBR) – 46 pp (4+4+1+7+10+10+10+[29])
                      6. Charlie Buckingham (USA) – 46 pp (6+7+[12]+10+6+5+7+5)
                      7. Francesco Marrai (ITA) – 52 pp (8+[13]+7+6+8+3+11+9)
                      8. Lorenzo Chiavarini (GBR) – 54 pp (7+8+8+2+[19]+13+6+10)
                      9. Christopher Barnard (USA) – 57 pp (11+2+5+4+14+12+9+[15])
                      10. Jesper Stalheim (SWE) – 63 pp (14+14+19+[29]+4+7+2+3)

                      Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

                       

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                        O motor é a parte mais valiosa do barco e quando mal instalado ou em má conservação, ele interfere diretamente no desempenho da embarcação. Mas o que fazer para melhorar a velocidade da lancha sem ter de gastar muito para trocar o motor? Marcio Dottori responde na seção Quero Saber.

                        Assista ao vídeo aqui e inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                         

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                          Vela Jovem

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                          A flotilha da classe 420 do Yacht Club Santo Amaro (YCSA) terá força máxima no Campeonato Sul-americano em Porto Alegre. O Audi YCSA Sailing Team contará com sete duplas nas regatas do Rio Guaíba, entre 19 e 22 de dezembro. A programação oficial começou nesta quarta (17) com a inspeção de equipamentos. A quinta foi reservada para treinos, congresso técnico e cerimônia de abertura. O Veleiros do Sul, à margem do Guaíba, é o clube-sede.

                          Eric Belda e Rodrigo Dabus correram em outubro na Semana de Vela de Buenos Aires. Ficaram em quarto e competirão novamente contra adversários argentinos e chilenos que enfrentaram no Rio da Prata. A dupla foi campeã paulista e brasileira júnior neste ano, venceu as Taças Almirante Tamandaré e Flotilha da Garoa e se classificou entre os finalistas no Mundial de 420, em Travemunde, na Alemanha.

                          “Nas últimas semanas os treinos foram reduzidos devido às provas escolares de final de ano letivo, mas estou confiante em nossa capacidade e vamos obter um grande resultado”, afirma Eric Belda, desde domingo (14) em Porto Alegre com o Audi YCSA Sailing Team. “As condições para velejar estão muito boas. Temperatura elevada, água quente e ventos entre 10 e 20 nós (18 a 36 km/h), porém muito variados. O desafio será manter a estabilidade e a velocidade do barco”, relata Eric.

                          Entre os principais adversários, ele menciona o carioca Leo Lombardi, André Fiuza, também do Audi YCSA, e os gaúchos, por correrem em casa. “Os argentinos e chilenos também devem proporcionar boas disputas”. Outras seis duplas do YCSA viajaram a Porto Alegre: André Fiuza e Stephan Kunath, Marco Peek e Marina Bomeisel, Adriano Peek e Antônio Mazzucco, Marcelo Peek e Vitor Gil, Luisa Ferreira e Lisa Reimer, Olivia Belda e Marina Arndt. O Veleiros do Sul espera receber cerca de 20 tripulações.

                          Foto: YannaCFotografia

                           

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                            O terceiro dia de regatas da Copa Brasil de Vela foi mais uma vez marcado por sol forte. Já o vento acabou não entrando nas raias de fora da baía de Guanabara e apareceu rondado e variando de intensidade nas raias de dentro. Quem soube aproveitar melhor todas as rajadas e rondadas, acabou se dando bem.

                            Este foi o caso de Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, que tiveram um dia quase perfeito na 470. A dupla gaúcha somou um segundo e um primeiro lugares, subindo para a segunda colocação geral. As líderes são as francesas Camille lecointre e Hélène Defrance.

                            “Foi um dia excelente, mas o vento estava muito rondado e foi difícil para todo mundo”, disse Fernanda. A classe velejou na raia do Pão de Açúcar, conhecida pelo vento bastante inconstante. “Tinha hora que dava para ficar pendurada no trapézio soltando vela, tinha hora que tinha que ficar dentro do barco”, completou Ana, se referindo à variação de intensidade do vento.

                            Os homens saíram mais tarde da praia e foram para a raia da Ponte, onde o vento esteve mais forte o dia todo. Geison Mendes e Gustavo Thiesen continuam sendo os melhores brasileiros, na nona colocação. Os australianos Mathew Belcher e Wil Ryan, campeões mundiais, assumiram a liderança.

                            Na classe RS:X, com mais três regatas realizadas na raia da Escola Naval, os resultados permanecem os mesmos. Patrícia Freitas é a segunda colocada entre as meninas, com a inglesa Bryony Shaw na primeira colocação. Entre os homens, Ricardo ‘Bimba’ Winicki segue em quarto, com o polonês Pawel Tarnowski em primeiro.

                            O mesmo acontece na Finn, que permanece com Jorginho Zarif na sexta colocação. O inglês Giles Scott, campeão mundial, segue em primeiro.

                            A classe Nacra 17, que velejou fora da baía de Guanabara, teve um dia longo. A flotilha de 23 barcos foi para a água pouco depois do meio dia e só voltou depois das 17h. As três regatas foram feitas com vento bastante fraco e os velejadores nem chegaram a sair no trapézio.

                            “O dia foi muito complicado. O vento parecia que queria entrar, mas não tinha força. Tivemos duas regatas boas, mas na última acabamos perdendo uma rondada do vento e fomos muito mal. Esta é a minha primeira vez no Brasil e estou gostando muito. O espírito do carioca, de estar sempre sorrindo, é algo incrível. E o clima e o lugar também são muito bons”, disse o italiano Vittorio Bissaro, que ao lado da proeira Silvia Sicouri foi quarto colocado no Mundial da classe, em setembro, e finalizou o dia na segunda posição, empatado com a dupla francesa campeã mundial Billy Bresson e Marie Riou.

                            As classes 49er e 49er FX, que estavam programadas para também velejar nas raias de fora, acabaram vindo para dentro da baía, na raia do Pão de Açúcar, onde tinha mais vento. Entre os meninos, Marco Grael e Gabriel Borges lideram com um ponto de vantagem. Entre as meninas, Martine Grael e Kahena Kunze seguem na segunda colocação, com as holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duelz em primeiro.

                            Fase classificatória chega ao fim nesta sexta-feira:

                            Mais duas regatas acontecem hoje para as classes 470, Laser Standard, Laser Radial e Finn e mais três para os Nacra 17, 49er, 49er FX e RS:X. No final do dia, os dez melhores ranqueados nas classes com mais de dez inscritos e os cinco melhores nas classes com menos de dez inscritos se classificam para a disputa da medal race, que serão disputadas no sábado, na enseada de São Francisco, em Niterói. Todas as regatas terão pontuação dobrada e não poderão ser descartadas.

                            Foto: Divulgação

                             

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                              18/12/2014

                              A dupla Martine Grael e Kahena Kunze venceu, nesta terça-feira, o prêmio Brasil Olímpico, entregue pelo Comitê Olímpico Brasileiro aos melhores atletas do ano. O prêmio veio como reconhecimento pela temporada com seis títulos conquistados na classe 49er FX, entre os títulos está o inédito Mundial da classe. As meninas impressionaram tanto que também foram eleitas as melhores velejadoras do mundo pela Federação Internacional de Vela, a Isaf.

                              Martine e Kahena disputam nesta semana a Copa Brasil de Vela nas águas da Baía de Guanabara.

                              Foto: Divulgação

                               

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                                Por: Redação -

                                O iate World is not Enough, algo como “O mundo não é o bastante” em inglês, foi desenhado por Frank Mulder e construído pelo estaleiro Millenium Super Yachts, estaleiro americano especializado em grandes embarcações, e é o único iate particular que pode alcançar os incríveis 70 nós, cerca de 129 km/h. O feito só pode ser possível com a instalação de dois motores diesel Paxman 18VP185 que somam 5436 hp de potência.

                                A embarcação foi originalmente construída para o magnata do automobilismo John Staluppi que anos depois preferiu trocar o World is not Enough por um iate com menos potência nos motores e mais espaço a bordo.

                                Foto: Divulgação/Millenium

                                 

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                                  Volvo Ocean Race

                                  Por: Redação -

                                  O futuro do Team Vestas Wind ainda está indefinido, mas o objetivo de todos os envolvidos é colocar o barco novamente na disputa da Volvo Ocean Race 2014-15. O primeiro passo será o mais difícil: tirar o veleiro que está preso em Cargados Carajos Shoals (St Brandon), uma ilha do Oceano Índico. O comandante da equipe, Chris Nicholson, voltou para o local do incidente para supervisionar a operação de retirada do barco. Talvez seja o momento mais complicado da história e nada como o líder para ajudar nesse processo.

                                  Chris Nicholson voou na noite de quarta-feira (17) para as Ilhas Maurício e se juntará o Neil Cox, que está conduzindo o processo. Cox é um dos homens mais experientes nesse segmento. “A nossa meta, que daria uma medalha de ouro se tivesse em disputa, é fazer com que o barco flutue novamente e saia de onde está espetado. Precisamos passar por uma pequena lagoa e chegar a uma área segura”, disse Neil Cox. “Primeiro vamos evitar que o barco se desintegre. Depois ter chance de rebocar de volta para Maurício ou para um rebocador da Maersk Line”.

                                  O Team Vestas Wind encalhou no dia 29 de novembro, andando a 19 nós (35 km/h) e forçou Nicholson e os outros oito tripulantes a abandonar o barco. Todos saíram ilesos.

                                  A equipe de resgate montará base em um navio, já que não há nenhuma maneira de ficar na ilha. Barcos de pesca locais foram fretados para atravessar todos os dias a ‘lagoa’ existente na ilhota. “Esta regata me colocou em situações bastante inusitadas como atleta, mas agora digo que isso é único, jamais visto. Precisamos saber como está o barco, se está podendo suportar. Nós vamos tentar levar todas as partes conosco para tentar reciclar ou fazer um novo”, contou Neil Cox, que já correu outras edições da Volvo Ocean Race.

                                  Os outros seis barcos e suas equipes estão descansando esperando o início da terceira etapa, que larga no início de janeiro de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a Sanya, na China.

                                  Foto: Divulgação

                                   

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                                    O estaleiro catarinense FS Yachts comemora o fechamento de 2014 como um dos anos de maior sucesso na história da empresa.

                                    O ano de 2014 foi marcado como a abertura da FS Yachts para o mercado internacional. Contratos de venda foram estabelecidos na Ásia e Europa, mas a grande surpresa veio dos Emirados Árabes.

                                    Não existem indústrias náuticas no país, portanto todas as embarcações são importadas, mas as FS estão entre as que mais fazem sucesso dentre as marcas mundiais que estão se estabelecendo na região.

                                    Além da surpresa com a abertura do mercado externo, o estaleiro FS comemora as vendas acima do esperado de seus lançamentos 2014: FS 275 Concept e FS 275 Wide. Atualmente o estaleiro fabrica 11 unidades da FS 275 por mês, ou seja, uma a cada 2 dias úteis. O diretor comercial do estaleiro, Renato Gonçalves afirma que “este sucesso é fruto de muitos clientes satisfeitos na marca, afinal são mais de 1 000 proprietários de lanchas FS 230 navegando no país, e boa parte deles migrando para a FS 275”.

                                    E a última grande novidade veio no final de 2014: a FS Yachts abriu simultaneamente duas lojas-conceito no estado de Santa Catarina, uma loja na avenida principal de Joinville (a maior cidade do estado), com mais de 1 000 m² e toda a linha de barcos em exposição, e outra loja na Marina Pier 33 em Biguaçú, a mais charmosa marina da Grande Florianópolis, com toda a linha de embarcações disponíveis para test-drive. O estaleiro pretende ampliar sua participação no mercado náutico catarinense, que está começando a crescer agora na demanda por barcos de pequeno porte.

                                    Agora o estaleiro se prepara para expor sua linha com ainda mais novidades no Rio Boat Show 2015.

                                    Foto: Divulgação

                                     

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                                      Segundo dia

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                                      O segundo dia de regatas da Copa Brasil de Vela foi marcado por vento forte a médio em todas as raias da competição e muito sol. Os brasileiros souberam aproveitar bem da situação e subiram na tabela da classe Laser Standard e RS:X feminino.

                                      Na RS:X, Patricia Freitas teve um bom dia e assumiu a segunda colocação. A líder é a inglesa Bryony Shaw, que tem apenas dois pontos a menos.

                                      “Estou bastante satisfeita com o resultado, pois a flotilha inteira mudou a técnica da velejada e eu continuo velejando com a técnica que sempre usei. Comecei o campeonato um pouco insegura, mas no final das contas eu estou rápida, com um ângulo bom e com vento mais forte, que não é a minha condição preferida. E velejando em casa, então, é sempre melhor”, disse Patricia Freitas.

                                      Entre os homens o líder é o polonês Pawel Tarnowski. Ricardo ‘Bimba’ Winicki caiu uma colocação e aparece em quarto e permanece como melhor brasileiro da classe.

                                      Na classe Laser Standard, Bruno Fontes foi o melhor do dia e assumiu a liderança da competição após seis regatas e um descarte.

                                      “O dia foi ótimo. Três regatas com vento bom. E apesar de não ter largado muito bem, estou com uma boa velocidade e com a entrada do descarte consegui assumir a primeira colocação”, disse Bruno Fontes. Robert Scheidt aparece em segundo, um ponto atrás.

                                      Entre as mulheres, a belga Evi Van Acker assumiu a ponta com a entrada do descarte. Fernanda Decnop é a melhor brasileira na sétima colocação. A lituana Gintare Scheidt, esposa de Scheidt, que estava em primeiro ontem, caiu para a quarta posição.

                                      “Não tive um dia muito bom hoje, mas não tem problema. Estou andando bem, mas hoje não consegui pensar muito bem na tática. Ainda não decidi se vou tentar a vaga para a olimpíada, pois temos dois filhos que são a minha prioridade. Mas eu gosto muito de velejar aqui. Fora que quem quer e pode ganhar medalha nos Jogos, está aqui”, disse Gintare Scheidt.

                                      Na 470 feminina, a briga entre as duas duplas brasileiras segue acirrada. Fernanda Oliveira e Ana Barbachan fecharam o dia na quarta colocação, empatadas com Renata Decnop e Isabel Swan. As líderes são as britânicas Sophie Weguelin e Eilidith McIntyre.

                                      “Nós temos treinado muito em busca da vaga na Equipe Brasileira de Vela e chegar no mesmo nível da Fernanda e da Ana faz parte deste processo. Com duas duplas tão fortes, brigando sempre por boas colocações em todos os campeonatos, só aumenta o nível da classe no Brasil”, disse Renata Decnop.

                                      Entre os homens, os líderes são os americanos Stuart McNay e Dave Hughes. Os gaúchos Geison Mendes e Gustavo Thiesen, em oitavo, são os melhores brasileiros.

                                      Na Finn, depois de seis regatas e o descarte do pior resultado, Jorginho Zarif aparece na sexta posição. O inglês Giles Scott segue na liderança.

                                      “Velejei um pouco melhor hoje do que ontem. Nos últimos quarenta dias eu estava treinando de Star para a final da Star Sailors League (SLL) e a velocidade de aceleração do barco e a tocada são diferentes. Mesmo depois de treinar dez dias de Finn, ainda não peguei a mão. Mas é o preço que se paga”, disse ele que foi quarto colocado, melhor classificação brasileira na SLL deste ano.

                                      As regatas da Copa Brasil de Vela continuam hoje no Rio de Janeiro.

                                      Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

                                       

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                                        Por: Redação -
                                        17/12/2014

                                        Entre os dias 5 e 8 de março de 2015, acontece a 35ª St. Maarten Heineken Regatta. Promover o mesmo evento ano após ano pode ser desafiador, especialmente depois de 35 anos, e por este motivo a próxima edição terá mudanças. Sempre há muitas mudanças nas corridas, logística e regras de segurança, tudo bem pensado, com foco nos competidores e o comitê de corridas tem se dedicado para chegar a uma variedade de opções e novidades, de acordo com o clima.

                                        Os organizadores da regata anunciaram no início deste mês que a popular Gill Commodore’s Cup agora será aberta para todos os participantes – exceto os da classe Lottery. Com isto em mente e para ajudar a acomodar mais 200 inscritos que o evento recebe a cada ano, o início das inscrições foi antecipado em um dia, para 3 de março, e permanecerá até o dia 5.

                                        Para aqueles que cuidam da agenda da tripulação, a regata ficou menos complicada.
                                        O comitê optou por simplificar este ano e todas as partidas e chegadas das corridas serão em Simpson Bay.

                                        Atracar a embarcação e fazer a reserva do hotel ficou muito mais fácil, já que a tripulação e o barco podem permanecer no mesmo local todas as noites. No sábado, 7 de março, as corridas não acabarão em Marigot, no lado francês St. Martin, como nos anos anteriores, mas sim em Simpson Bay.

                                        Há também novas Regras Oficiais de Segurança, que serão implementadas em todos os dias de competição. Este regulamento pode ser acessado clicando aqui.

                                        St. Maarten, ilha que sedia o evento, é reconhecida por sua diversidade cultural, assim como a regata. Com um esforço contínuo em fazer uma corrida melhor, mais animada e mais competitiva, o comitê de corridas confirmou que, com a permissão do tempo, será possível oferecer duas regatas no dia 8, para algumas classes, ao invés de uma só, o que permite aos competidores terem mais oportunidades.

                                        St. Maarten é a menor ilha do mundo compartilhada por duas nações – Holanda e França -, fato que lhe confere atmosfera europeia com toque caribenho. Localizada no extremo norte das Pequenas Antilhas, a ilha de 37 quilômetros quadrados tem 37 praias deslumbrantes e é o lar de muitas atrações históricas e orientadas para a família. Durante o dia, a ilha é ideal para a prática de esportes aquáticos, destaque para o mergulho. À noite, sua capital Philipsburg se agita com a movimentação em torno das diversas lojas, cassinos e discotecas.

                                        Foto: Divulgação

                                         

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                                          ISO 9001

                                          Por: Redação -

                                          A BRP reforçou o compromisso com a qualidade dos serviços prestados no Brasil por meio da certificação ISO 9001, auditada pelo Bureau Veritas Certification. A conquista mostra excelência na padronização do sistema operacional da empresa no país, a qual é responsável pelos veículos off-road e roadsters da Can-Am, pelas motos aquáticas Sea-Doo e pelos motores de popa Evinrude.

                                          “A padronização permite o controle maior de todos os procedimentos que envolvem a comercialização dos produtos no Brasil, passando por itens como recebimento, armazenamento e expedição até garantir a entrega com qualidade aos concessionários e consumidores”, resumiu Alexandre Gregório de Moraes, coordenador de pós-vendas e responsável pela gestão do sistema de qualidade da BRP Brasil.

                                          “A conquista da certificação significa que a BRP passou por um processo rígido e foi aprovada com base nas normas pré-estabelecidas pela ISO 9001, que garantem ainda mais confiança ao cliente final e aos concessionários. Todos já sentiram melhorias nos procedimentos e a nossa busca pela excelência é constante”, continuou. Para confirmar a certificação, a BRP contou com o empenho total dos colaboradores. “A equipe esteve 100% envolvida durante youtube to mp3 todo o processo, sem dúvidas foi uma conquista muito importante”, concluiu Moraes.

                                          Foto: Divulgação

                                          Informações: assessoria de imprensa

                                           

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                                            Por: Redação -

                                            Nesta terça-feira foi dada a largada para a segunda edição da Copa Brasil de Vela. O evento está sendo disputado na praia de São Francisco, em Niterói, até o próximo sábado, dia 20, e conta com a presença de mais de 160 velejadores, de 23 países, incluindo campeões olímpicos e mundiais. Destaque para a família Scheidt, que lidera a classe Laser Standard com o multimedalhista Robert, e sua esposa, a lituana Gintare Scheidt, que lidera na Radial.

                                            “Foram regatas bem difíceis, com vento de 6 a 7 nós. Nas primeiras duas favoreceu muito o lado direito e a largada foi um momento muito crítico da regata. Ficar entre os cinco primeiros nestas condições é sempre bom. Agora é torcer para aumentar um pouquinho mais o vento”, disse Scheidt.

                                            Ainda na classe Laser Standard, Bruno Fontes venceu a segunda regata do dia e volta para a água amanhã na terceira colocação.

                                            Na classe 470, que está disputando também o campeonato Brasileiro, são duas duplas estrangeiras que estão na liderança. Entre as mulheres, a primeira colocada é a dupla Austríaca Lara Vladau e Jolanta Oger. As gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan vem em segundo. “Foi um primeiro dia difícil, com vento fraco. Chegamos a liderar as três regatas do dia, mas acabamos cometendo alguns erros com a troca do vento, mas estamos bem felizes. Conseguimos somar resultados mais baixos, que é o objetivo do primeiro dia”, disse Fernanda.

                                            Entre os homens os líderes são os americanos Stuart McNay e Dave Hughes. Os gaúchos Geison Mendes e Gustavo Thiesen são os melhores brasileiros na competição, na sexta colocação, a apenas cinco pontos do terceiro.

                                            Na classe Finn, a liderança é do campeão mundial Giles Scott, da Inglaterra. Jorginho Zarif é o melhor brasileiro, na quinta colocação.

                                            Tanto a 470 quanto a Finn velejaram na raia de Copacabana com vento de médio a fraco.

                                            A classe 49er é a menor flotilha da competição, com apenas três barcos brasileiros. Isto porque em novembro foi realizado no Rio de Janeiro o Campeonato Intergaláctico, que reuniu diversos velejadores estrangeiros nas classes 49er e 49er FX. Com isso a briga pela vaga na Equipe Brasileira de Vela de 2015 está acirrada entre Dante Bianchi/Thomas Low Beer e Marco Grael/Gabriel Borges. E nesta terça-feira quem se deu melhor foram Dante e Thomas, que venceram duas das três regatas.

                                            Entre as meninas do 49er FX, Martine Grael e Kahena Kunze, que acabam de conquistar o Prêmio Brasil Olímpico, estrearam na segunda colocação. As líderes são as holandesas Annemiek Bekkery e Annette Duelz.

                                            As duas classes velejaram na raia do Pão de Açúcar com vento que variou entre 10 e 14 nós (18 km/h).

                                            A classe RS:X foi a primeira a acabar as três regatas do dia. A raia utilizada por eles foi a da Escola Naval e o vento por ali estava na casa dos 12 a 15 nós (27 km/h), condição que foi considerada por muitos perfeita para a estreia da competição.

                                            “O lugar é incrível e as pessoas são muito simpáticas. O único problema ainda é a barreira da língua. Mas o dia estava ótimo hoje e deu para me divertir bastante”, disse o holandês Dorian Van Rijsselberge, campeão olímpico em Londres, que finalizou o dia na sétima colocação.

                                            “O dia foi bom, venci a primeira regata e fui quarto nas outras duas. Não fui o melhor do dia, mas foi um bom começo”, disse Bimba, que estreou em terceiro.

                                            Entre as mulheres, Patricia Freitas estreou na terceira colocação, empatada com a segunda. A líder é a inglesa Isobel Hamilton.

                                            Já na classe Nacra, os franceses Billy Bresson e Marie Riou mostraram por que são os atuais campeões mundiais ao somar apenas seis pontos em três regatas. Os melhores brasileiros são Clínio Freitas e Gabi Nicolino, na sétima colocação.

                                            Foto: Fred Hoffmann/Divulgação

                                             

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                                              630 MY

                                              Por: Redação -
                                              16/12/2014

                                              A Lagoon, divisão de catamarãs do grupo Beneteau, apresenta seu novo modelo de catamarã a motor que deve ser lançado no próximo ano, o 630 MY. Com 63 pés de 10 metros de boca, o 630 MY tem 5 opções de layout interior com camarotes centrais ou laterais. Na opção de camarotes centrais o proprietário pode optar por 4, 5 ou 6 camarotes. Já para camarotes laterais há duas opções 4 ou 5 camarotes.

                                              O catamarã tem duas opções de motorização dois motores de 260 hp ou dois de 300 hp e o tanque de combustível tem capacidade de 3000 litros.

                                              O projeto é do escritório VPLP (Van Peteghem-Lauriot Prévost) e o interior foi projetado pelo escritório www.casinobonuses.io Nauta Design. O 630 MY foi inspirado no Lagoon 620, um belo modelo a vela do estaleiro francês. 

                                              Fotos: Divulgação

                                               

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                                                Por: Redação -

                                                A Volvo Ocean Race informou, nesta terça-feira (16), que está apurando mais incisivamente o acidente com o barco Team Vestas Wind. A embarcação da Dinamarca encalhou em uma ilhota no Oceano Índico durante a segunda etapa da Volta ao Mundo. O incidente ocorreu no dia 29 de novembro em Cargados Carajos Shoals (Saint Brandon), 240 milhas a nordeste das Ilhas Maurício. A tripulação deixou o barco sem nenhum arranhão, mas foi obrigada a abandonar a regata.

                                                A organização da Volvo Ocean Race contratou peritos e especialistas em navegação para apurar as causas do problema com o Team Vestas Wind. O relatório será assinado pelo almirante Chris Oxenbould e entregue até 31 de janeiro de 2015.

                                                Os representantes da Volvo Ocean Race planejam tornar público o documento para toda a http://onlinegamblinglobby.com comunidade e fãs da Volta ao Mundo. Isso deve acontecer na parada de Auckland, entre 27 de fevereiro e 15 de março de 2015.

                                                O Team Vestas Wind, comandado por Chris Nicholson, e os patrocinadores trabalham em conjunto com os investigadores. O relatório será importante para a Volvo Ocean Race tomar decisões futuras para garantir segurança dos times.

                                                Foto: Divulgação

                                                 

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                                                  Por: Redação -

                                                  O dia 25 de outubro de 2015 será o dia da largada da 12ª edição da Transat Jacques Vabre, que terá o Brasil como destino final. Após um pouco mais de uma semana de festa em torno da marina Paul Vatine em Le Havre, as quatro classes presentes na aventura largam para um desafio de 5.400 milhas. O evento é disputado de dois em dois anos e tem a América sempre como destino final. Como manda a regra, os barcos devem ser tripulados por apenas dois velejadores, que torna a disputa ainda mais interessante.

                                                  Há 22 anos que a cidade de Le Havre, na Normandia, sedia a largada da Transat Jacques Vabre. “Para a cidade de Le Havre, a Transat Jacques Vabre é, a cada dois anos, uma imensa festa náutica. Este ano ainda, a cidade de Le Havre fará o máximo para receber os 350.000 visitantes em torno da bacia Paul Vatine, do dia 17 ao dia 25 de outubro de 2015”, declara Edouard Philippe, Deputado Federal e Prefeito de Le Havre.

                                                  Pela segunda vez, a linha de chegada da Transat Jacques Vabre será em Itajaí, no Brasil. “Itajaí insere definitivamente seu nome no cenário dos grandes eventos esportivos internacionais ao voltar a receber a Regata Transat Jacques Vabre, uma das mais importantes provas náuticas do mundo. Nos sentimos honrados e felizes, agradecemos a organização do evento pela confiança em nosso trabalho e esperamos por todos na nossa cidade!”, explica Jandir Bellini, Prefeito de Itajaí.

                                                  Em 2015, a Transat Jacques Vabre reunirá quatro classes de monocascos e de multicascos, de 12, 18 metros a 32 metros. São elas Class40, Multi50, Imoca e Ultimate. “O evento vai receber os barcos de alto-nível da vela oceânica. A 12ª edição promete ser muito empolgante”, explica Manfred Ramspacher, organizador da regata.

                                                  Foto: Divulgação

                                                   

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                                                    A ProWake passa a ser a representante exclusiva no Brasil dos maiores estaleiros do mundo especializados em barcos para a prática de wakeboard, esqui-aquático e wakesurf: as americanas Mastercraft, Moomba e a Supra Boats.

                                                    Dirigida pelo empresário Mario Manzoli, que trabalha na importação e comercialização de equipamentos para wakeboard desde 2001, Manzoli passa agora a se dedicar exclusivamente à ProWake.

                                                    “Fico muito feliz em iniciar meu novo negócio com os maiores estaleiros do mundo ao lado da ProWake. O aumento do número de praticantes de wakeboard e wakesurf vem mostrando que a comercialização de barcos só tende a crescer”, avalia.

                                                    A ProWake atuará na venda de barcos novos, semi-novos e usados, na comercialização de acessórios para barcos e na assistência técnica dos barcos no Brasil.

                                                    A ProWake já oferece mais de 20 modelos das marcas Moomba, Supra e Mastercraft, com diversos opcionais disponíveis que permite o proprietário configurar a sua lancha de maneira personalizada. Destaque para a MastercraftX23 (A X23), o mais recente lançamento da Mastercraft. Com 23 pés de comprimento, esse modelo foi desenvolvido para produzir as maiores e mais longas ondas para wakesurf do segmento. São 1360 kg de lastro aliados ao premiado sistema Gen 2 Surf que permitem a configuração do formato e comprimento da onda com apenas um toque no painel Touchscreen. Também há espaço para até 15 pessoas e um novo assento na plataforma de popa.

                                                    Foto: Divulgação

                                                     

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                                                      Por: Redação -

                                                      Mais de 100 velejadores, de 23 países, já estão com seus barcos nas areias da praia de São Francisco, em Niterói, prontos para o evento mais importante do ano da vela olímpica brasileira: a Copa Brasil de Vela. Serão cinco dias de regatas para as dez classes que fazem parte do programa olímpico. No sábado, último dia da competição, serão disputadas as medal races, com pontuação diferenciada e mais perto da praia, para que o público possa assistir e torcer de pertinho. Estarão na água as classes Nacra 17, Laser Radial, Laser Standard, 470 masculino e feminino, RS:X masculino e feminino, Finn, 49er e 49er FX.

                                                      “Queremos melhorar um pouco em relação à última edição da Copa Brasil. Este foi um ano de bastante evolução para nós e ainda estamos aprendendo a ser um pouco mais constantes em relação aos resultados. Queremos diminuir os erros grandes e ter um pouco mais de constância na velejada, pois sabemos que temos capacidade para acompanhar os melhores. Este campeonato vai ser um pouco diferente, pois teremos uma flotilha muito forte, com quase todos os top 20 do último mundial. É uma oportunidade grande de competir contra eles, velejando em casa”, disse Henrique Haddad, o Gigante, que está na briga pela vaga da 470 ao lado de Bruno Bethlem.

                                                      Além da briga pela vaga na equipe olímpica de 2015, a classe também disputará o seu Campeonato Brasileiro e contará com nomes de peso na água, como os australianos Mathew Belcher e Will Ryan, campeões mundiais, e os britânicos Luke Patience e Elliot Willis, quartos colocados no Mundial.

                                                      “Estivemos pela primeira vez aqui no Rio em agosto, durante o Evento Teste, e foi muito bom. É bem difícil velejar aqui e queremos conhecer o máximo possível da raia. É um caminho longo da Austrália para cá, mas o pessoal é muito simpático e amigável e faz valer a pena”, disse o Will Ryan.

                                                      As regatas estão programadas para largar às 13h. A previsão do tempo indica vento fraco nas raias dentro da baía de Guanabara.

                                                      Foto: Divulgação

                                                      Informações: assessoria de imprensa

                                                       

                                                      Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                        Azimut 83

                                                        Por: Redação -

                                                        A equipe da Azimut Yachts do Brasil – filial do grupo italiano Azimut-Benetti – iniciou a produção do maior modelo já fabricado na sua unidade brasileira. Trata-se da nova Azimut 83, uma embarcação de 83 pés – 25,2 metros de comprimento. O modelo traz toda estrutura, design e padrão da italiana Azimut 80 e agrega elementos tropicais especialmente ao cliente brasileiro.

                                                        “A Azimut 80 é um modelo internacional lançado em Cannes no ano passado que conquistou as mais importantes premiações do setor náutico mundial. Nosso objetivo é fabricar a mesma embarcação no Brasil e adicionar características que, comprovadamente, atendem nossos clientes nacionais, como é o caso de um amplo espaço gourmet na plataforma de popa com uma churrasqueira adicional e área externa para lazer e refeições”, explica o diretor comercial da Azimut do Brasil Francesco Caputo.

                                                        “Este novo modelo com certeza irá surpreender os brasileiros, principalmente os mais experientes que já têm um iate e buscam por inovações, design diferenciado, espaços privilegiados, luxo e muito conforto a bordo”, complementa o CEO da Azimut do Brasil Davide Breviglieri.

                                                        Para um aproveitamento ainda maior das experiências ao ar livre, inspirada não só no clima tropical do Brasil, mas também no estilo e no gosto do brasileiro, a principal diferença para o modelo internacional (Azimut 80) é que a nova Azimut 83 apresentará, além de um amplo flybridge, uma praça de popa um pouco maior com um espaço gourmet equipado com churrasqueira.

                                                        “Com um clima que permite a navegação durante o ano inteiro, ao contrário do que acontece na Europa, e devido à cultura do brasileiro a Azimut 83 privilegia as áreas externas”, destaca Francesco Caputo.

                                                        Com uma área de 42 m² o flybridge possui além de uma segunda estação de comando, dois jogos de sofás que podem ser transformados em sunpads e uma área para cadeiras de sol. Também está equipado com geladeira e pia além de um bar e uma TV de 42 polegadas. O teto é retrátil favorecendo o uso do espaço no período da manhã até a noite.

                                                        A Azimut do Brasil produz hoje embarcações de 42, 43, 48, 60 e 70 pés. A aceitação da marca no país é comprovada através do sucesso em vendas obtido nas últimas temporadas náuticas. Uma das metas da empresa é a fabricação de modelos cada vez maiores como é o caso da nova Azimut 83 – que atende as exigências de seus clientes e demonstra a evolução do setor náutico no país.

                                                        Foto: Divulgação

                                                        Informações: assessoria de imprensa

                                                         

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                                                          Quais são os pontos positivos de se pagar mais por uma embarcação com motor a diesel? E de pagar menos por uma lancha equipada com motor a gasolina? Por outro lado, existem pontos negativos em ambos. Marcio Dottori explica tudo sobre eles em mais um vídeo da seção Quero Saber.

                                                          Assista ao vídeo aqui e inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                                                           

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                                                            15/12/2014

                                                            A Volvo Ocean Race 2014-15 é a mais equilibrada da história e os números comprovam o sucesso do novo barco de design único, o Volvo Ocean 65. Após duas etapas disputadas, três equipes dividem a liderança com apenas quatro pontos perdidos. Outra estatística chama a atenção: os vencedores de cada perna cruzam a linha de chegada bem próximos dos vices. Na etapa da Espanha até a África do Sul, o Abu Dhabi venceu o Dongfeng por diferença de 12 minutos. No último sábado (13), o Team Brunel superou o Dongfeng por 16 minutos de vantagem. “Não dá para relaxar. Qualquer erro, o adversário te passa”, disse Bouwe Bekking, líder do Team Brunel.

                                                            Depois da segunda etapa, entre a Cidade do Cabo e Abu Dhabi, a parte do meio da tabela de classificação tem o Team Alvimedica, em quarto lugar, o Mapfre, em quinto, e o Team SCA, em sexto. O Team Vestas Wind, que encalhou em um banco de areia no Índico, perdeu oito pontos e está em último.

                                                            “A última perna foi cheia de altos e baixos”, disse Charles Enright, comandante do Team Alvimedica. “Tivemos momentos importantes, como a ajuda ao Vestas, que estava encalhado nas Ilhas Maurício. Temos muito para refletir e muito o que melhorar”.

                                                            O último barco a chegar em Abu Dhabi foi o Team SCA, completando a regata, neste domingo, em 25 dias, 6 horas, 23 minutos e 34 segundos. O time 100% feminino repetiu a sexta colocação da perna inicial. A bordo da equipe está a holandesa com coração brasileiro Carolijn Brouwer. Com português perfeito e conservado – a atleta morou mais de 10 anos no Brasil – Carolijn falou das dificuldades da etapa.

                                                            “A etapa foi bem desgastante. Os ventos foram bem diferentes do que de costume na metade da regata. Acabamos cometendo erros e não conseguimos pegar boas rajadas para buscar os barcos da frente. Porém, é uma regata muito longa e ainda dá tempo de se recuperar”, disse Carolijn Brouwer.

                                                            Classificação geral:

                                                            Team Brunel (Holanda) – 4 pontos perdidos
                                                            Abu Dhabi Ocean Racing (Emirados Árabes Unidos) – 4 pontos perdidos
                                                            Dongfeng Race Team (China) – 4 pontos perdidos
                                                            Team Alvimedica (EUA/Turquia) – 10 pontos perdidos
                                                            Mapfre (Espanha) – 11 pontos perdidos
                                                            Team SCA (Suécia) – 12 pontos perdidos
                                                            Team Vestas Wind (Dinamarca) – 12 pontos perdidos

                                                            As equipes terão agora um tempinho para retomar o fôlego durante as festas de Natal. A regata local de Abu Dhabi, também chamada de In-port race, será realizada em 2 de Janeiro. No dia seguinte, a flotilha parte para a terceira etapa, entre os Emirados Árabes Unidos e a China, prova que terá 4.670 milhas náuticas.

                                                            Foto: Divulgação

                                                             

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