Estúdio Italiano cria barco com casco inovador em prol da acessibilidade

Por: Redação -
03/03/2021

O estúdio italiano Verme Yacht Design (que desenvolve projetos para importantes estaleiros Europeus, como Ferretti, Mangusta e Azimut-Benetti) apresentou um projeto inovador: o GerrisBoats, que consiste em uma plataforma com elementos móveis.

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Projetado para navegar com motorização elétrica, o GerrisBoats promete grande autonomia, pouco formação de marolas, muita estabilidade e a possibilidade de ajuste de altura da plataforma ao nível de quase todos os píeres, facilitando o embarque e o desembarque. Isso o torna, por exemplo, uma embarcação perfeita para o transporte de cadeirantes e pessoas com dificuldades motoras variadas.

Não por acaso, além de modelo padrão, de passeio, o GerrisBoats terá duas versões: “táxi” e “hidro ambulância”, que permitem o transporte ágil de portadores de necessidades especiais e o fácil embarque (lateral) de uma maca.

O projeto é objeto de dois pedidos de patente de invenção e seu desenvolvimento está atualmente no âmbito social de uma startup inovadora, criada especificamente em fevereiro deste ano, atualmente financiada pelos seus inventores Massimo Verme e Roberto Rossi.

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Na prática, é o protótipo de um barco de transporte coletivo para um número não muito grande de pessoas e voltado à acessibilidade, já que possui rampas retráteis num dos bordos, que facilita a entrada e a saída de cadeirantes.

Veja abaixo o vídeo que demonstra como o barco seria e suas funções:

 

Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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    Sozinho, bombeiro espanhol realiza sonho de velejar o mundo pela segunda vez

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    Completar duas voltas ao mundo sozinho, sem escalas ou assistência é um sucesso ao alcance de poucos velejadores. Nesse cenário, Didac Costa se tornou o primeiro velejador espanhol a completar duas edições da Vendée Globe, que terminou há pouco menos de um mês.

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    Além disso, o mais surpreendente é que Didac Costa nem velejador profissional é. Na realidade, ele é um bombeiro de Barcelona que realizou seu sonho de viajar pelos oceanos mais inóspitos em duas oportunidades.

    Didac Costa na Vendée Globe – Imagem: Reprodução

    97 dias, 6 horas e 27 minutos. Esse foi o tempo que Costa levou a bordo do One Planet, One Ocean para circunavegar o planeta. Foram 28 mil milhas a uma velocidade média de 12 nós. Terminou na vigésima posição numa frota de 33 skippers, dos quais, ao final, restaram apenas 25.

    Missão cumprida pelo espanhol, que melhorou o seu rendimento em 11 dias na edição anterior e conseguiu dar a volta ao mundo em menos de 100 dias. E, fora isso, uma curiosidade: Costa completou 40 anos durante a regata, em águas australianas.

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    Costa pronto para retornar a vida “normal” – Imagem: Reprodução/Instagram

    O catalão, nativo de Barcelona, já retomou sua vida em terra, mas afirma que é difícil esquecer os grandes momentos a bordo e assume uma vontade de viver essa experiência novamente. Didac Costa cravou seu nome na história da vela espanhola e da vela mundial.

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      O terroir de cada vinho: você sabe o que quer dizer?

      Por: Redação -

      Terroir, pronunciada “terruár”, é uma palavra muito utilizada no vocabulário dos grandes apreciadores de vinho e causa certa confusão acerca do que representa. Mas você sabe o que significa? Confira o guia separado pela Evino para entender o significado e como utilizá-la.

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      Terroir é o termo, de origem francesa, que define uma extensão limitada de terra. Ao longo do tempo, o universo vinícola foi se apropriando do conceito, e passou a compreender características específicas referentes à geografia, à geologia e ao clima de um lugar. Além disso, também é o responsável pelos detalhes finais e íntimos do caráter de um vinho, além das diferenças entre dois engarrafamentos de um único vinhedo, feitos da mesma maneira, pela mesma pessoa.

      Tudo isso influencia nas características que a uva vai desenvolver ao longo de seu cultivo – a mesma uva pode se adaptar a diferentes regiões e ainda mudar suas características com isso. Portanto, a palavra também é bastante utilizada para definir a singularidade que diferentes variedades de uva assumem em cada região em que são plantadas.

      Por exemplo: “A Cabernet Sauvignon adaptou-se magnificamente ao terroir do Vale do Maipo, no Chile”, ou então “A Chardonnay é uma casta bastante versátil, já que é capaz de se adequar aos mais diferentes terroirs e abraçar inúmeras identidades”.

      terroir

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      Algumas regiões souberam se consagrar internacionalmente em virtude das características agraciadas de seus microclimas. No entanto, é comum encontrar locais onde o terroir não é muito valorizado, já que produtores investem em plantações de grandes rendimentos (o que acaba sugando todos os nutrientes do solo e deixando os frutos menos ricos).

      Uma outra estratégia é colocar, em um só blend, uvas colhidas de diferentes lugares. Isso não é necessariamente ruim, já que barateia bastante a produção e propõe um estilo diferente – mais leve, simples e fácil de beber.

      É fato: para se fazer um bom vinho, o produtor necessita conhecer o terroir da sua região. Dependendo da região, o terroir terá uma influência mais marcante que outra. Isso não diz nada sobre a qualidade do vinho, mas sobre os objetivos pretendidos e o que o produtor deseja entregar com aquele líquido.

      Um fato curioso é que as denominações e apelações europeias surgiram, em parte, com o propósito de estimular a valorização dos diferentes terroirs. Por exemplo, limitando o número de parreiras por hectare ou pré-definindo espécies viníferas para a elaboração de um vinho.

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        Catamarã elétrico com hidrofólios ganha concurso francês de inovações

        Por: Redação -

        O L’Overboat foi o grande vencedor do InnOvations 2021, concurso focado em inovações para empresas que rola na região Occitanie, na França. Não é para menos, o projeto do estaleiro Neocean é sensacional!

        Com apenas 3,1 metros de comprimento (10 pés), o barco é um catamarã elétrico com hidrofólios que praticamente levanta voo, mantendo apenas as lâminas e as pernas na água depois de decolar. E o melhor: sem custos operacionais (não usa combustível fóssil) nem ruído e com zero emissão de poluentes. Não por acaso, o pequeno catamarã recebeu ainda o certificado Solar Impulse, de benéficos ao meio ambiente.

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        O concurso, como o nome sugere, procurava por projetos com caráter inovador, que fossem viáveis e tivessem impacto econômico-financeiro, fosse regional, nacional ou internacionalmente, induzindo cooperação entre meios os acadêmicos e econômicos.

        São várias categorias, e o melhor projeto seria aquele que atendesse a todos os requisitos. Os jurados foram checando e selecionando, ou eliminando, cada um dos inventos, até que acabou elegendo o L’Overboat como projeto número 1.

        Criado pelo oceanógrafo Vincent Dufour, o L’Overboat está equipado com um banco de baterias de 48V, com 70Ah de capacidade, além de um motor de 4,5kW que dispensa a licença obrigatória de navegação — bem, pelo menos na maioria das jurisdições. Com o uso dos hidrofólios, o catamarã sai da água a 7,5 nós, e atinge 15 nós de velocidade máxima. Na velocidade de cruzeiro, de 11 nós, a autonomia é de 2 horas.

        O design — fruto de uma parceria entre a Yacht Design Collective e a JB Epron — alia engenhosidade e proeza em um só barco. Para navegar, o piloto desliza as baterias para um compartimento na cabine e coloca as asas do hidrofólio manualmente na água. No caso de águas muito rasas, basta retrair as folhas e seguir em frente, sem o recurso do hidrofólio.

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        Para que o L’Overboat possa “voar”, o peso é fator determinante. Para isso fosse possível, o apoio da Universidade de Montpellier e de muitos de seus laboratórios foi decisivo, além da participação do Estaleiro SCC, experiente em compostos gerais e asas de alumínio, que contribuiu para a embarcação passasse a deslocar apenas 100 quilos.

        A certificação ambiental indica que o L’Overboat apresenta baixo consumo de energia em relação à velocidade e 90% menos emissões de CO2, já que motor elétrico com acionamento direto que consome 3 vezes menos energia do que um motor térmico com a mesma potência.

        Depois de  vencer o concurso, a equipe Neocean revelou que seu passo seguinte é desenvolver uma versão desse mesmo catamarã para duas pessoas. No vídeo abaixo, confira como o barco funciona:

        https://youtu.be/0D_e_k2Qkew

        Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Otto Aquino.

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          Designer brasileiro de carros de luxo faz sucesso na Europa projetando barcos únicos

          Por: Redação -

          A cidade de Helsinki, capital da Finlândia, abriga um dos grandes nomes brasileiros do design: o mineiro Felipe Palermo, de 33 anos. Nascido em Belo Horizonte, Felipe já morou em oito cidades pelo mundo e é um dos grandes exemplos do encanto que o mundo náutico proporciona.

          Formado em design industrial, pós-graduado em automóveis, ele já trabalhou em grandes marcas automobilísticas, como a Mercedes-Benz. E foi um salão náutico, o Dusseldorf Boat Show, que mudou sua trajetória de vida.

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          Depois de se formar ainda no Brasil, Felipe seguiu direto para a carreira internacional. Fez mestrado em Milão, na Itália, e, nessa época, desenvolveu uma série de projetos para empresas como Audi, Volkswagen e Lamborghini.

          Com o portfólio maior, Felipe voltou ao Brasil. No Rio de Janeiro, aplicou seu conhecimento em projetos de infraestrutura. Destaque para o VLT, sigla para Veículo Leve sobre Trilhos, também conhecido como trem bala brasileiro, além de projetos diversos, de mobiliários a projetos de postes de luz.

          A partir de então, novas propostas surgiram. Na Áustria, Felipe inaugurou seu estúdio de design independente com Volvo e Hyundai como clientes. Em seguida, a Alemanha foi o país escolhido: Felipe foi para um estúdio multicultural onde explorou o design puro, tanto interior quanto exterior.

          Já na Holanda, depois de passar por uma rigorosa seleção, Felipe teve o design escolhido para trabalhar em umas das principais empresa de caminhões do país, a DAF, e viu sua vida tomar outro rumo.

          “Sempre procurei estar antenado no mercado de luxo, além dos carros. Na Holanda, visitei o Dusseldorf Boat Show. No primeiro dia do salão náutico, andei pela feira toda e, no fim, gostei de um único barco. No estande dessa lancha, toda preta, decidi conversar com um atendente. Para minha surpresa, ele não era um vendedor, mas o desenhista do barco”.

          Depois de trocar contatos e visitar o estúdio, na Finlândia, Felipe não pensou duas vezes ao mergulhar de cabeça nessa nova área. Apesar de ser uma oportunidade completamente inusitada, o objetivo era usar a própria expertise em carros e aplicar no produto em si. A região em que passaria a trabalhar é marcada por uma tradição náutica muito grande, o que ele diz ter facilitado muito em toda a adaptação.

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          Há mais de dois anos, Felipe passa os dias debruçado no design de lanchas. Dois dos seus principais clientes são a Axopar e a Brabus, além dos projetos privados (de lanchas a grandes iates de 250 pés). A Brabus, inclusive, é uma marca de carros esportivos que resolveu investir em barcos depois do dono comprar uma lancha Axopar, de onde surgiu a parceria.

          “A lancha da Axopar me chamou atenção no Dusseldorf Boat Show. O seu design é completamente escandinavo: limpo, todo preto, com materiais de altíssima qualidade, madeira no design interior. Uma linguagem totalmente diferente. E perceber que todos esses detalhes são reflexos da própria cultura dessa região europeia foi uma descoberta incrível para mim. O frio e a escuridão da Finlândia afeta a dinâmica das pessoas, é muito diferente do que nós, brasileiros, estamos acostumados”, explica Felipe.

          No inverno, são cerca de 5 horas de luz por dia. No verão, são cerca de 5 horas de escuridão. “Isso faz com que eles valorizem muito as embarcações para aproveitar o dia. Ou seja, o design para as embarcações nesse país até inclui cabine, mas valoriza muito mais o conceito amplo e aberto que possibilita o proveito total da lancha.”, acrescenta.

          Na Finlândia, Felipe assina os projetos da lancha New Axopar 37 Suntop/Cabin, com desenho próprio no interior e exterior; a lancha 37 Brabus Shadow 900 Black OPS, premiada na Alemanha. Em breve, uma nova lancha: Axopar 22 Spyder, com data de lançamento prevista para 2021.

          A lancha New Axopar 37 tem 11,50 metros de comprimento, com capacidade para 12 passageiros e, segundo o fabricante, velocidade máxima de 48 nós. Para atender a todos os públicos, foi projetada a Axopar 37 Revolution, agradando a quem valoriza um design mais chamativo. Já o o 37 Brabus Shadow 900 Black OPS tem 11,73 metros, com capacidade para 10 passageiros e velocidade máxima, segundo o estaleiro, superior a 60 nós.

          Felipe conta que as lanchas Brabus são, basicamente, as versões esportivas da Axopar. O casco, apesar de ter a mesma estrutura, passa a ser equipado com fibras de carbono. O motor é substituído por outro mais potente, alguns componentes são alterados, e tudo isso acaba elevando o valor da embarcação. Todos esses modelos são limitados — em torno de 30 a 40 exemplares — e supervisionados desde a escolha dos materiais até a costura do estofamento.

          Para desenhá-los, Felipe parte da ideia de que “o finlandês não consome algo que não precisa. Eles vivem nessa clima frio e escuro e tendem exibir comportamentos muito introspectivos para enfrentar o cotidiano, o que os torna muito próximos da natureza e, por vezes, melancólicos. Eles valorizam os períodos de sol e tudo isso impacta o design, que só adiciona o que for necessário. O pensamento é ‘se não preciso, não vou comprar.’ Assim, os projetos precisam ser muito mais clean, minimalistas e limpos.”

          Sobre a possibilidade de voltar a atuar no Brasil, Felipe afirma que é uma ideia bastante promissora, principalmente no ramo das consultorias. Para ele, o país natal é repleto de oportunidades dentro do design, e ainda reflete muito a sua cultura nas embarcações — característica muito valorizada por ele.

          O fato de ser um local com muita luz é algo que muda completamente a linha de raciocínio na hora de projetar um barco, mas ele explica que gosta mesmo é de design de qualidade, independente da vertente. O que importa é adquirir um produto que, mesmo 20 anos mais tarde, ainda seja um produto elegante.

          Apesar de não ser muito fã de tendências, Felipe gosta do fato da amplitude estar cada vez mais na moda. “Essa coisa de ter barco mais fechado e com layouts travados é ultrapassado! Cada vez mais os cascos proporcionam plataformas de mergulho, convés abertos e muita luz natural”.

          De qualquer forma, para o designer, o importante mesmo é ter coerência, ou seja, aliar simplicidade e identidade nas criações, para que todas as características estejam convergindo em um ponto.

          Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Otto Aquino.

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            Cooperativa tenta reviver a tradição de construir barcos de madeira na Nova Escócia, no Canadá

            Por: Redação -

            A Nova Escócia é a província canadense que mais reflete tradição náutica. Lá, precisamente no município de Mahone Bay, existe uma herança enraizada em seus habitantes: a construção de barcos de madeira. No entanto, com tantos estaleiros espalhados pelo país, é difícil que tal tradição sobreviva. Sendo assim, a Heritage Boatyard, uma cooperativa sem fins lucrativos, trabalha para reviver esse legado.

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            Por mais de 200 anos, a construção de barcos foi o centro dessa comunidade. Os barcos construídos em Mahone Bay atendiam a demanda das cidades vizinhas envolvidas na pesca, transporte e comércio. Majoritariamente, qualquer barco de madeira que navega na região foi produzido nesse pequeno município de apenas mil habitantes.

            Um dos barcos já construídos na região – Imagem: Reprodução

            O presidente da Cooperativa, David Houston, disse estar empolgado pela tentativa de retomar essa herança deixada pelos antepassados. “A cidade já tem essa tradição de construir barcos de madeira. Logo, devemos fazê-los”, brincou em entrevista ao site CBC News.

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            O lugar onde a mágica acontece – Imagem: Reprodução

            Portanto, com apoio de empresas locais, voluntários construíram um galpão para produzir essas embarcações. Lá, são feitos barcos de até 25 pés e todos de madeira, claro.

            Para participar dessa oficina de construção, não é necessário nenhuma experiência prévia. “Eu não tinha ideia de como fazer isso. Aprendi como fazer o molde, a cortar a madeira corretamente… está sendo difícil”, disse Tim Creedon, novato nessas confecções.

            Galpão por dentro – Imagem: Reprodução

            De pouco em pouco, a ideia por trás dessa organização vai se consolidando: honrar a cultura local e aproveitar para que a comunidade trabalhe, por diversão, pelo mesmo objetivo. Além da intenção de não deixar esse legado cair no esquecimento dos mais jovens.

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              Entenda a diferença entre vinhos orgânicos, biodinâmicos e naturais

              Por: Redação -
              02/03/2021

              Que a sustentabilidade é um tema cada vez mais abordado, não é novidade. Mas você sabia que ela está presente até nos vinhos? Foi assim que surgiram as três nomenclaturas: vinho orgânico, vinho biodinâmico e vinho natural. E, apesar de similares, esses  nomes denotam três vinhos, diferenciados pela Evino.

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              Um vinho orgânico é aquele que não utilizam em sua produção nenhum tipo de agrotóxicos ou outros defensivos agrícolas, como pesticidas, fungicidas e fertilizantes. Nesse modelo, os defensivos não são utilizados de forma química, mas podem vir a ser utilizados caso sejam orgânicos. Um exemplo dessa prática é a aplicação do adubo orgânico, que pode agir como um fertilizante, ou a disposição de plantas entre as videiras, que devem estimular a diversidade e a saúde do solo.

              Além de tudo, o processo de vinificação não é muito diferente dos convencionais. Os enólogos precisam garantir que os cultivos ocorram de forma orgânica, buscando um equilíbrio entre a biodiversidade presente em seus vinhedos. Eles também procuram controlar surgimento de pragas ou qualquer outro tipo de ameaça às vinhas. Assim, toda a cadeia de produção desses líquidos é sustentável, não utilizando nenhum tipo de composto químico para aumentar a rentabilidade ou a qualidade das bebidas.

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              Um produtor pode levar, em média, cerca de três anos para converter a sua produção convencional em orgânica, mesmo sem a necessidade dos vinhos orgânicos serem – isso é uma escolha dele. Outra motivação que os leva a aderirem ao cultivo orgânico é fazer com que seus clientes não venham a ingerir nenhum resíduo de pesticida por meio da bebida. Um exemplo claro de vinícola que segue à risca a técnica do cultivo orgânico é a espanhola Petit Verum.

              vinhos organicos petit verum

              Os vinhos biodinâmicos, por sua vez, são aqueles que se utilizam da Antroposofia em seu cultivo, ou seja, o “conhecimento do ser humano” – ou técnicas ancestrais aplicadas –, tanto no cultivo das uvas quanto no funcionamento da própria vinícola. Eles partem do pressuposto de que o vinhedo seja um sistema vivo, interconectado e interdependente.

              Vinhos biodinâmicos também são orgânicos. A diferença é que, neste modelo, além de não usar nenhum tipo de composto químico na elaboração do vinho, a agricultura aproveita inteiramente de elementos que a natureza proporciona, como o uso de preparações à base de nove ervas e minerais, chás para auxiliar na mineralização do solo ou o engarrafamento seguindo os ciclos lunares. O exemplo biodinâmico é o espumante Edoné.

              evino

              Já os vinhos naturais são os mais complexos de classificar, uma vez que não existe, de fato, algum tipo de norma ou regulamentação para essa agricultura. Em um consenso geral, eles podem ser considerados como aqueles que fazem a fermentação de forma espontânea. Também não são adicionados nenhum artifício químico que corrija a acidez ou taninos presentes no vinho, ou seja, vinhos naturais também são orgânicos e podem ser biodinâmicos, caso utilizem as técnicas citadas anteriormente em sua produção.

              Geralmente, a proposta dos vinhos naturais, além de promover a saúde e o cuidado com o produto final, é manter as características naturais da uva, resultando em líquidos puros. Também é importante ressaltar que essa produção conta com pouca ou quase nenhuma intervenção do enólogo, ou seja, nessa escala de produção, ele auxilia com um acompanhamento do processo.

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                Confira algumas dicas para escolher o melhor vinho pelo rótulo

                Por: Redação -

                Embora o ditado diga que não se deve julgar um livro pela capa, para escolher um bom vinho, a recomendação é outra. Pode parecer uma tarefa fácil para quem tem esse costume, mas a verdade é que é necessário ter algumas informações para executar bem essa tarefa. Veja o guia feito pela Evino.

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                Para começar, é importante citar que a primeira diferenciação entre os vinhos são aqueles de Velho Mundo e de Novo Mundo. Quando um vinho é denominado de Velho Mundo, diz mais sobre o local onde ele foi cultivado do que sobre a uvas utilizadas em si. Isso significa que ele é oriundo de um país europeu, onde a vinificação é uma tradição antiga do local.

                Algumas características comuns entre eles são o equilíbrio entre sabor, aroma e textura; teor alcoólico equilibrado, taninos macios, complexidade de aroma e valorização da identidade do local de cultivo.

                Por outro lado, os vinhos de Novo Mundo já abordam uma categorização mais específica: a rotulação de acordo com as uvas. É perceptível a versatilidade, inovação e implementação de novas tecnologias, desde o plantio à colheita e vinificação — processos valorizados na hora da comercialização.

                É comum que esses vinhos sejam reconhecidos pela textura mais macia, teor alcoólico mais elevado, acidez reduzida e sabores mais frutados. É um vinho que pode ser consumido mais jovem, de acordo com o seu público.

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                Vinhos de Velho Mundo

                Como são vinhos categorizados de acordo com o local de cultivo, a primeira informação aborda, justamente, a região da produção. Elas são divididas em “Apelação”, “Denominação de Origem Controlada” ou “Indicação Geográfica Típica”, no rótulo. É importante se atentar a essa informações, já que cada classificação dessas significa um conjunto de normas.

                França

                No caso desse vinho francês, em primeiro lugar vê-se “Château Simard”, que é a vinícola. Em seguida, a região onde foi produzido, “Saint-Emillion”. Logo abaixo, “Apelação de Origem Controlada”, que significa que o vinho foi elaborado sob uma série de regras, e feito ainda com as uvas clássicas de Bordeaux, como Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot.

                Itália

                Já a região do Piemonte, em virtude de sua proximidade aos Alpes e ao Mediterrâneo, é tomada diariamente por uma forte neblina. Esse fator, determinante para o terroir local (mistura entre fatores climáticos e geológicos que se refletem na taça), salienta os pontos mais altos de suas colinas. Isso possibilita o melhor amadurecimento da difícil uva Nebbiolo.

                Tais pontos geográficos contemplam denominações de origem prestigiadas, como Barolo, onde os tintos mais longevos são produzidos. Fica evidente aqui a importância da região para as características do vinho. Somente a palavra ‘Barolo’ escrita  num rótulo já pressupõe uma infinidade de elementos relevantes para a sua elaboração.

                Para ser um Barolo, o vinho deve, obrigatoriamente, ser um DOCG – Denominação de Origem Controlada e Garantida.

                Lembrando que, isso não se relaciona à qualidade de um vinho, mas às características dele. Cada país possui suas próprias denominações, o que pode causar uma certa confusão.

                Espanha

                A mais alta das classificações da Espanha é o DOCa – Denominação de Origem Calificada. Nela, se encaixam apenas regiões que tenham, pelo menos, dez anos de existência. Hoje em dia existem apenas duas: Priorat e a renomada Rioja, que é mostrada na foto acima.

                É claro que a Tempranillo reina absoluta, e como consequência, se tornou regra que os vinhos de lá fossem elaborados 100% com a uva.

                Se um vinho é classificado apenas como D.O – Denominação de Origem, isso significa que ele satisfaz algumas especificações, como castas utilizadas, viticultura e localização.

                Mas não se esqueça que, quando falamos de Espanha, existem algumas outras classificações que devemos levar em conta.

                Vinhos do Novo Mundo

                Vinhos com o nome Zinfandel significam um tinto de corpo médio, com certo açúcar residual e versatilidade para a harmonização. Caso o vinho seja um Merlot, com estágio em barrica, já antecipamos taninos sedosos e aromas de frutas e especiarias.

                Curiosidades:

                • Mis en bouteille à la proprieté, au domain ou au château, como sugerido acima, indica que o vinho foi engarrafado na vinícola onde as uvas foram colhidas e vinificadas. O outro caso é o método que os negociantes usam, por exemplo, de comprar uvas de pequenos produtores que não têm infraestrutura para o processo todo.

                • Vieilles Vignes, em francês, significa ‘vinhas velhas’. Faz alusão à idade avançada das parreiras que deram origem aos frutos presentes naquele vinho. Trata-se de um elemento capaz de agregar valor ao rótulo, já que vinhas velhas possuem raízes mais profundas e maior intimidade com o ecossistema. Isso gera frutos mais complexos e ricos em nutrientes.

                • Elevé en Fûts de Chêne é o indicador de que o vinho francês, ou eventualmente marroquino, foi amadurecido em barris de carvalho.

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                  Você sabe qual a influência da barrica no vinho?

                  Por: Redação -

                  Você já viu alguém girando a taça de vinho e dizendo que sente aromas amadeirados? A Evino explica que, no processo de amadurecimento, o vinho entra em contato com carvalho da barrica (ou tonel), justamente para gerar uma complexidade de aromas e sabores, além de contribuir para uma estrutura mais robusta da bebida.

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                  O tonel de carvalho é considerado adequado para armazenar vinhos até quatro vezes, sendo que a cada uso o efeito torna-se mais sutil, já que o vinho terá mais facilidade de suportar a influência do contato com a madeira e com o ar. Uma barrica de primeiro uso deve ser utilizada apenas em vinhos super estruturados, já que é o momento em que seus poros estão mais abertos – e, portanto, mais agressivos. Embora existam muitas espécies de carvalho, os mais interessantes para o vinho são o americano, o francês e o esloveno.

                  O carvalho teve seu uso popularizado na idade média e não era usado somente para estocar líquidos, mas também para conservar carnes e guardar moedas, por exemplo. Foram os romanos que descobriram um pouco das maravilhas que a barrica pode fazer com o vinho, como amaciar os taninos, trazer mais equilíbrio e até adicionar alguns aromas.

                  Um dos grandes diferenciais do tratamento do vinho com o carvalho é a influência no aroma: baunilha, café, chocolate, caramelo, coco queimado, tostado – a lista é grande. Isso se deve ao contato extenso com a madeira (mais de 6 meses), que vai transferindo mais características com o tempo.

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                  Os vinhos brancos também estão inclusos: um exemplo clássico que envelhece em barrica são os Sauternes. O resultado disso é muita cremosidade e untuosidade, e um vinho branco com maior potencial de guarda. Além, é claro, de aromas mais voltados para fruta em compota e mel.

                  A barrica possui pequenas entradas de ar para auxiliar no amadurecimento, mas a garrafa, que não possui esses orifícios, permite apenas o mínimo contato com oxigênio através da rolha. Somente os vinhos bem estruturados conseguem envelhecer da melhor forma e adquirir complexidade com o tempo, enquanto os mais simples devem ser consumidos ainda jovens, já que vão perdendo seu potencial e se degradando ao longo do tempo.

                  É importante falar também sobre o tamanho do barril. Quanto menor for o recipiente, maior é a influência do carvalho na bebida. O contato aumenta a quantidade de compostos liberados, trazendo ainda mais complexidade no vinho.

                  O que harmonizar com vinhos barricados

                  Quanto à harmonização com vinhos barricados, vai depender muito de onde o vinho foi cultivado e o tempo de amadurecimento. No geral, aposte em carnes mais gordurosas quando for um tinto, ou massas mais encorpadas. De qualquer forma, harmonização é teste, e o importante é encontrar algo que funcione pra você. Agora, se for um branco envelhecido em madeira, pode apostar em aves, como galinha ou peru.

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                    Sommelière da Evino, Jessica Marinzeck indica os vinhos que não podem faltar em um barco

                    Com talento, carisma e um enorme conhecimento sobre o ofício, Jessica Marinzeck conquistou o posto de sommelière da Evino, maior importadora de vinhos do Brasil e principal e-commerce da América Latina, com mais de 1 milhão de clientes, um marco na história do e-commerce.

                    Com o dom de se expressar em uma linguagem acessível e didática ao falar sobre vinhos, Jéssica conquistou essa posição pela capacidade de compartilhar seus conhecimentos sobre a mais viva das bebidas com iniciantes e iniciados.

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                    Formada em artes plásticas, a paulistana entrou no mundo do vinho há 8 anos, por gosto, vocação e formação — e que formação: Jéssica se certificou pela Court of Master Sommeliers e pela Wine & Spirit Education Trust (WSET Diploma), de Londres. Sem contar uma série de cursos de especialização.

                    Foto: Jussara Martins

                    Em 2019, Jessica foi considerada um dos 50 nomes para o futuro do vinho no mundo pela Future 50, lista elaborada pela International Wine & Spirits Competition (IWSC) e pela WSET em celebração de seus 50 anos. Com mais de 600 nomes indicados, figuraram na lista apenas três nomes sul-americanos e dois brasileiros.

                    Jessica Marinzeck é sommelière da Evino, maior importadora do Brasil de vinhos provenientes da Itália, França e Espanha, e principal e-commerce de vinhos da América Latina

                    Antes, sua familiaridade com a bebida se limitava a experiências eventuais. Novas nuances se abriram quando ela começou a trabalhar como comissária de bordo da Emirates, principal companhia aérea dos Emirados Árabes. “Fui morar em Dubai, e comecei a viajar pelo mundo. Lembro que em uma das minhas primeiras férias na Emirates visitei vinícolas da África do Sul, e isso começou a virar um hobby”, conta Jéssica, que já experimentou vinho em 51 países diferentes.

                    A experiência contribuiu para transformar o prazer de tomar uma taça de vinho em uma grande e eletrizante paixão. Daí até virar especialista no assunto foi um pulo. “Fui morar em Malta, uma ilha perto da Sicília, e comecei a trabalhar como sommelière em um restaurante. Depois, passei para a parte de vendas de uma importadora”, explica Jéssica, detalhando sua trajetória inicial pelo mundo do vinho.

                    Ao mesmo tempo, ela começou a fazer o curso da WSET, em Londres, chegando ao nível mais alto, chamado de Diploma, que exige dois anos de estudos. “O currículo vai desde a produção das uvas, com aulas práticas, no vinhedo, até a parte mercadológica, com a construção de uma marca. Isso me abriu bastante a mente para o segmento de negócios”, conta Jéssica, que hoje tem o status de uma das melhores sommelières do país.

                    Foto: Jussara Martins

                    A entrada na Evino, importadora criada em 2013, foi o próximo capítulo. Desde o início, a empresa — comandada por Marcos Leal e Ari Gorenstein, os dois CEOs — apostou na educação do seu público, com informações sobre receitas e harmonizações, para aumentar as vendas e popularizar o negócio. Jéssica, então, adotou a estratégia de desmistificar e simplificar o vinho, tirando dele a pesada armadura de dogmas, regras, tabus e rituais. Além disso, como sommelière, assumiu a missão (a um só tempo doce e espinhosa) de eleger os rótulos que a empresa vai trazer para o Brasil, entre todos os vinhos disponíveis no mundo.

                    A atuação de Jessica como sommelière, educadora (ela também dá aulas sobre vinhos) e empreendedora, com experiência em seleção, negociação e importação contribuiu para a Evino alcançar e consolidar sua liderança no país e na América Latina, apostando todas as fichas no e-commerce.

                    Para Jessica, os vinhos que mais combinam com o astral a bordo, com o sol refletindo na água e a brisa soprando, são os brancos, rosés e espumantes

                    Em 2017, vislumbrando um futuro como empreendedora, ela deixou a Evino e, em 2018, abriu uma empresa própria, que contou com um quiosque de vinhos em um shopping center da Avenida Paulista, no qual imprimiu seu estilo, sem regras antiquadas nem palavras difíceis. No mesmo ano, criou o projeto Beverage Business Meetup, que contou com importantes nomes do universo das bebidas, dialogando com o público em workshops exclusivos sobre marketing, tendências e mercado.

                    Sua aposta em conteúdo coincidiu com os planos da Evino, que via ali uma iniciativa certeira para atrair novos clientes. E Jéssica foi convidada a voltar, em 2020, passando a ser a porta-voz da empresa nas plataformas das redes sociais, aliadas poderosas em qualquer estratégia de e-commerce. “Dentro do conteúdo, desenvolvemos diversas frentes, começando pelo nosso canal no YouTube, onde postamos um vídeo novo a cada semana, e pelas lives no Instagram, também uma vez por semana, em que contamos com um público fiel, que nos dá uma resposta muito boa”, explica.

                    A Evino também oferece cursos gratuitos, em que Jéssica ensina como são feitos os mais diferentes tipos de vinho, descreve as características das uvas usadas na produção da bebida (tintas brancas) e revela os princípios e os segredos da harmonização — este, um dos assuntos preferidos dos clientes, junto com a degustação. “O consumidor tem muito medo de errar na hora da compra. O nosso objetivo é deixá-lo mais seguro para fazer suas escolhas”, conta a sommelière. Para se ter uma ideia dessa sede de informações, o curso mais recente recebeu mais de 10 mil inscrições!

                    Mesmo cuidando do conteúdo, Jéssica não descuida do portfólio de vinhos da empresa. Por suas mãos passam entre 200 e 300 rótulos (oriundos de todas as grandes regiões vinícolas do mundo, desde os tintos leves, da América, até os grandes clássicos franceses, passando por marcas “fora da caixinha”, provenientes de países como Marrocos, Grécia, Romênia e Hungria) que a Evino mantém em estoque.

                    Além de conhecedora de vinho, Jéssica é uma grande apreciadora do valioso líquido, professando preferência ora pelos tintos (como o espanhol Ferrer Bobet, do qual se confessa fã), ora pelos brancos (como o levíssimo italiano ZioBaffa Pinot Grigio, uma joia da Sicília perfeita para acompanhar frutos do mar e carnes brancas em geral). “No meu dia a dia, tenho consumido mais os vinhos brancos, que em alguns casos são tão complexos, ou mais, que diversos os tintos. São vinhos surpreendentes”, diz ela.

                    Dizem que existe um tipo de vinho para cada momento. No caso de um passeio de barco, os vinhos que mais combinam com o astral a bordo, com o sol refletindo na água e a brisa soprando do mar, são os brancos, rosés e espumantes, que harmonizam com peixes e frutos do mar. Mas esse mandamento da gastronomia não pode ser levado a ferro e fogo.

                    “Existem alguns peixes que são mais encorpados, e como tais combinam bem com tintos mais leves, como os feitos com as uvas pinot noir ou gamay”, explica a sommelière. Assim, em uma adega náutica também não podem faltar alguns tintos, para quebrar o friozinho da noite ou para acompanhar alguns pratos.

                    10 rótulos importados pela Evino para brindar a bordo

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                      Sem passeio de gôndola: canais de Veneza secam devido à falta de chuvas e maré baixa

                      Por: Redação -

                      Os famosos canais de Veneza secaram no sábado (27) pela segunda vez nos últimos três anos. A falta de chuvas e a maré baixa impossibilitaram a locomoção de gôndolas e barcos na região. No domingo (28), o nível da água ficou abaixo de 50 centímetros.

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                      Além disso, acredita-se que o fenômeno esteja relacionado à lua cheia de fevereiro – também conhecida como ‘lua da neve’ – quando as luas cheias causam as maiores flutuações nas marés da lagoa veneziana. Segundo meteorologistas, esse cenário se modificará apenas no final desta semana, quando é esperado um avanço da maré.

                      Imagem: Reprodução/R7

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                      Isso ocorre porque o alinhamento do sol e da lua, que é necessário para provocar uma lua cheia, significa que ambos estão exercendo uma poderosa atração sobre os mares e oceanos da Terra, causando principalmente marés altas e baixas. Sendo assim, Veneza também é uma cidade conhecida por seus alagamentos. Agora, o drama é outro.

                      Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                        Veleiro de expedição chileno é lançado após 2 anos de construção

                        Por: Redação -

                        A KM Yachtbuilders acabada de lançar o modelo de expedição Pelagic 77. Seus dois mastros de carbono foram montados imediatamente após o lançamento e seu nome oficial agora é “Vinson da Antártica”, em homenagem à montanha mais alta do continente Antártico.

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                        O modelo será usado para viagens fretadas de Puerto Williams, no sul do Chile, bem como para fins particulares e é uma propriedade de Nicolás Ibáñez Scott, empresário chileno.

                        O veleiro está em construção desde o verão de 2019. A primeira viagem será para a Noruega. Depois do verão, a tripulação planeja embarcar para a América do Sul, terminando em Puerto Williams, no Chile, o lugar habitado mais austral do mundo.

                        “Este veleiro de expedição baseia-se no sucesso do Pelagic Australis e foi concebido e projetado para viagens de expedição de alta latitude. Isso exige um alto nível de autossuficiência, facilidade prática durante a navegação e, claro, dada a filosofia Pelagic, sistemas simples que podem ser facilmente mantidos mesmo em áreas remotas sem ajuda de um especialista”, diz Skip Novak, que representa a Pelagic Yachts.

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                        O modelo conta com design moderno e dois mastros de carbono para que a área das velas seja distribuída e todos os sistemas, como guinchos e rolos de lança, ainda possam ser operados manualmente.

                        Com 150 hp, os dois motores Yanmar fornecem ampla potência, diz a KM Yachtbuilders. Existem seis camarotes duploes e dois banheiros e chuveiros comuns, tendo seu estilo do interior leve, com móveis de bambu.

                        Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                          1 000 km de jet do Rio a Floripa: grupo de amigos em nove máquinas Sea-Doo chega a Ilhabela

                          Como quem diz vamos até ali e já voltamos, um grupo de catarinenses está navegando — a bordo de 9 jets Sea-Doo — do Rio de Janeiro a Florianópolis, uma expedição de 1 000 quilômetros. Na tarde desta segunda-feira, 1º de março, os 15 amigos — com idades entre 21 e 59 anos — chegaram a Ilhabela, vindos da Ilha Grande, uma travessia de cerca de 200 quilômetros.

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                          Mesmo com as 8 horas de viagem, o cansaço acumulado não afetou os ânimos desses malucos por jet. Pelo contrário. “Fizemos uma travessia sensacional. Apesar do mar desafiador, com muitas ondulações, que exigiu o máximo dos equipamentos e dos pilotos, chegamos muito bem aqui”, conta Gérson Schmitt, um dos líderes do grupo, batizado Rotas e Rodas Marítimo.

                          Apesar da aparência de aventura, a viagem teve todos os seus detalhes planejados minuciosamente. “Aventura seria se saíssemos pelo mar sem nenhuma organização. Nossa expedição, ao contrário, foi pensada e está sendo executada nos mínimos detalhes”, garante Gérson. “Recebemos todo apoio da Capitania dos Portos, cumprimos todos os trâmites burocráticos e fizemos revisão dos equipamentos. Com isso, estamos navegando tranquilos”, explica.

                          Nesta terça-feira, 2 de março, está programada uma volta à Ilhabela, um lugar abençoado pela natureza, com lindas praias urbanas de um lado, ainda selvagens do outro e uma exuberante Mata Atlântica em todo o resto. Num cenário assim, um passeio de jet fica ainda mais prazeroso.

                          Próxima etapa, dia 3 de março: de Ilhabela a Itanhaém, um cruzeiro de 180 quilômetros, comparada em Santos para abastecimento. A expectativa é de encerrar a expedição no fim de tarde do sábado 6 de março, no Iate Clube Veleiros da Ilha, em Florianópolis. Acompanhe a progressão da viagem aqui.

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                            área marítima sob sua jurisdição com emprego do Navio-Patrulha “Guajará”,
                            subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Sul-Sudeste. A Operação teve início no último dia 22 de fevereiro.

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                              Por: Redação -
                              01/03/2021

                              O sul-africano Zirk Botha fez história, neste sábado (27), ao quebrar o recorde da travessia transatlântica a remo. O navegador de 59 anos fez o percurso da Cidade do Cabo, na África do Sul, até Cabo Frio, no Brasil, em 70 dias, numa distância total de 7 200 km ou 4 000 milhas náuticas pelo Oceano Atlântico.

                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                              O ex-oficial da Marinha sul-africana de 59 anos deixou seu país em 19 de dezembro de 2020 a bordo do Ratel, um barco de 6,5m de comprimento. Zirk Botha foi recebido com festa na sede de Cabo Frio do Iate Clube do Rio de Janeiro.

                              ”Quando comecei a planejar esta viagem, há dois anos, as pessoas disseram que eu estava louco! Quero encorajar a todos a sonhar grande, fazer o máximo e nunca permitir que ninguém os desanime. A vida é uma grande aventura”, comemorou o navegador.

                              Em sua trajetória entre continentes pelo Atlântico, Zirk Botha encarou com os múltiplos desafios de mares selvagens, privação de sono, isolamento, o risco de encontrar navios.

                              ”Embora tenha tido condições climáticas quase perfeitas para facilitar uma travessia recorde, foi tudo muito intenso, com apenas dois dias calmos em toda a travessia. A natureza implacável do clima tem sido física e mentalmente desgastante. Não estava preparado para esse tipo de desafio”.

                              Com o nome Row2Rio2020, a expedição de Zirk Botha se tornou a principal façanha a remo e o recorde mundial foi do sul-africano com folga. A marca anterior pertencia à dupla Wayne Robertson e Braam Malherbe, que fez a travessia em 92 dias, no ano de 2017.

                              Ele fez uma linha transatlântica sem suporte desta magnitude, acima de 4000 nm, que incluiu lidar com o Cabo das Tempestades. ”Estou à espera de verificação, mas creio que esta é a distância mais longa remada por um remador solo sul-africano em qualquer percurso”.

                              Acompanhado por uma flotilha de barcos e recebido por moradores da cidade fluminense, Zirk Botha infelizmente não teve apoio de familiares, já que os sul-africanos estão atualmente impedidos de entrar no Brasil, devido às restrições de viagem relacionadas à Covid-19.

                              Zirk Botha estava ansioso para comer alimentos frescos e não processados. Ele perdeu uma quantidade significativa de peso, cerca de 10 kg, e está lutando para consumir comida suficiente para atender às suas necessidades de energia agora.

                              ”A primeira coisa que fiz ao chegar foi comer um hambúrguer com batatas fritas e uma Coca Cola, que estavam incríveis. Eu sei que preciso começar a reconstruir meu corpo agora, com alimentos saudáveis ​​e frescos. Estou fisicamente exausto”.

                              O Cônsul Geral da África do Sul no Brasil, Tinyiko Kumalo, parabenizou Zirk Botha. ”Só podemos imaginar os desafios que você enfrentou e teve que superar durante sua jornada solo e sem suporte enquanto navegava pelo oceano Atlântico por muitos dias. Que homem valente você é! A nação se orgulha de seu sucesso”, disse.

                              A façanha de Zirk começou a ser construída na montagem do barco. Sem recurso, o sul-africano fez valer a expressão brasileira de ”se vira nos 30” à risca. ”Embora eu tenha sido generosamente patrocinado pela Juwi e outros patrocinadores em parte dos meus custos e equipamentos, inicialmente não tive nenhum grande patrocínio que me permitisse comprar um barco a remo oceânico totalmente equipado desde o início”, afirmou o remador.

                              ”Tive que aprender sozinho a trabalhar com epóxi e construí o barco no meu jardim. Eu mesmo montei todo o equipamento e fiz toda a fiação elétrica. Além disso, algo que tive que aprender a fazer sozinho”.

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                              Patrocinado pela Juwi Renewable Energies, Botha completou o extraordinário feito em apoio ao desenvolvimento sustentável e na promoção da energia renovável como uma solução para questões ambientais e mudanças climáticas.

                              “Eu queria usar o #Row2Rio2020 para destacar o impacto dos combustíveis fósseis e do consumismo irresponsável no planeta, que será o lar de nossos filhos e das gerações futuras. As energias renováveis ​​são essenciais para um futuro sustentável. ”Durante toda a minha navegação fui 100% autossustentável. Isso fornece uma vitrine perfeita para apoiar a mensagem de que energia 100% renovável é a solução”.

                              Sobre o barco

                              A norma atual é que os barcos a remo oceânicos sejam construídos em compensado marinho ou em um molde de fibra de vidro e epóxi. Ratel difere disso por ser construído em um projeto de Phil Morrison usando espuma de célula fechada com fibra de vidro e resina epóxi.

                              O design específico incorpora princípios de construção em favo de mel, o que o torna muito forte quando considerado superleve. ”Antes de começar a instalar escotilhas e equipamentos, eu podia levantar e virar Ratel sozinho. Com todo o equipamento, peças sobressalentes e alimentos carregados, ela pesa no máximo 550 kgs. Com comprimento de 6,5m e feixe de 1,62m é superleve”, disse Botha.

                              ”Para operar meus sistemas, tenho 2 baterias de 12 V conectadas em paralelo com uma capacidade combinada de 200aH. Estas são baterias de ciclo profundo adequadas para carregamento com painéis solares. Eu escolhi os painéis solares flexíveis da Solbian por causa de seu bom histórico em iates e barcos”, acrescentou.

                              Botha contou com um dessalinizador instalado a bordo e o que para ele foi o mais importante, o rádio VHF com GPS, AIS (que permite obter um aviso prévio de embarcações nas proximidades) e e DSC (que permite comunicar com embarcações de forma semelhante a SMS. Também possibilita chamar barcos em canais marítimos normais).

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                                O estaleiro catarinense NHD Boats acaba de entregar a primeira unidade da lancha NHD 280 em Istambul, na Turquia. Esta lancha cabinada de 8,35 metros de comprimento pode levar até 11 passageiros, além do piloto, em passeios diurnos.

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                                Conta com o diferencial da marca, o Open Deck, uma abertura lateral que amplia a área da popa, além de sofá em U e mesa central conversível na cabine, possibilitando o pernoite de um casal na cama de 1,95 m de comprimento. O banheiro possui pia com torneira, vaso sanitário, ducha higiênica e espelho.

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                                O acesso à proa se dá através de degraus ao lado do painel e conta com guarda mancebo em inox, circundando toda esta região, para possibilitar mais segurança ao solário. A lancha enviada para a Turquia é equipada com um motor de centro-rabeta Volvo de 300 hp, a gasolina.

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                                  Mais de 4 mil tartarugas marinhas são resgatadas de águas geladas no Texas

                                  Por: Redação -

                                  Voluntários se unem para resgatar cerca de 4 500 tartarugas marinhas atordoadas pelo frio em águas geladas, no Texas, Estados Unidos. Os animais, que já estão ameaçados de extinção, foram gravemente afetados pelas temperaturas recordes e exibem consequências graves nessas situações. Esse é o único local do estado onde ninhos de todas as cinco espécies de tartarugas marinhas que vivem no Golfo do México foram encontradas — todas em perigo ou ameaçadas de extinção.

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                                  Os especialistas explicam que, quando a temperatura da água fica abaixo dos 10°, as tartarugas ficam atordoadas devido à baixa frequência cardíaca. Conforme a frequência cai, os animais perdem a capacidade de nadar ou até mesmo manter a cabeça acima da água, e acabam se afogando.

                                  A Sea Turtle Inc., uma organização de proteção aos animais, se prontificou ao resgate de milhares de tartarugas desde o início da tempestade de inverno que vem assolando ao sul do Texas. Com a ajuda de voluntários, também conseguiu salvar uma série de répteis de sangue frio ao longo da costa, que foram transportados para locais com temperaturas mais amenas.

                                  Por conta desse frio, as últimas semanas foram alvo de grande demanda de energia no estado, que acabou sobrecarregando a rede elétrica da região: a busca pelo aquecimento nas casas foi tão grande que resultou em blecautes em vários locais. Temendo um quadro ainda mais grave, a Sea Turtle Inc. fez um apelo à comunidade, que sucedeu na doação de um gerador para ajudar no aquecimento das tartarugas sitiadas, feita pela empresa SpaceX.

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                                  SpaceX, nome comercial para Space Exploration Technologies Corp. é uma empresa de sistemas aeroespaciais e de serviços de transporte espacial sediada na Califórnia, do empresário Elon Musk. Ela ofereceu tanto suporte ao resgate às tartarugas que chegou a treinar seus funcionários para patrulhar e observar as tartarugas marinhas da forma correta durante esse período.

                                  O Centro de Convenções South Padre Island também contribuiu diretamente com o programa: depois que o campus da Sea Turtle Inc. ficou sem espaço para abrigar além de 500 tartarugas, o Centro disponibilizou suas instalações para abrigar cerca de 4 mil animais marinhos.

                                  Depois de toda essa movimentação, algumas das tartarugas acordaram e começaram a se mover com o aquecimento do corpo. No entanto, só é possível descobrir se houve alguma sequela (e quantas) depois de alguns dias de confinamento. A Sea Turtle Inc. foi fundada em 1977, com o objetivo tanto de resgatar e reabilitar tartarugas marinhas quanto de educar o público para ajudar nos esforços de conservação. Os acontecimentos recentes foram todos consequência da temperatura rigorosa, mas a organização tem o costume de resgatar animais feridos e prejudicados pelo lixo no oceano também.

                                  Wendy Knight, diretora executiva da Sea Turtle Inc., explica que “o gerador da SpaceX colocou um band-aid em uma ferida crítica. Sem dúvida, este evento somado à suspensão da eletricidade e da energia, pode ter sido catastrófico. Pode ter destruído uma década ou mais de nosso trabalho”.

                                  Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                    Dupla olímpica vence teste de resistência com Volta à Ilha de Santa Catarina

                                    Por: Redação -

                                    A equipe de Nacra 17 Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino realizou nesta sexta-feira (26) o desafio Volta à Ilha de Florianópolis de Nacra 17. Os velejadores contornaram a ilha da Capital catarinense velejando, estabelecendo a marca de 6h38min08s para o barco olímpico. Para a dupla, a intenção com o desafio, que também serviu como treino intensivo, foi colocar à prova superação, resistência e persistência, valores presentes no esporte olímpico, além de mostrar o trabalho da dupla mista, reforçando a igualdade de gênero, maior característica da classe Nacra 17.

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                                    Após uma largada com céu nublado pela manhã às 10h17min, o desafio foi concluído com sucesso no fim da tarde da sexta às 16h55 debaixo de muita chuva no píer da sede de Jurerê do Iate Clube de Santa Catarina, mesmo ponto de largada, ao norte da ilha.

                                    “Enfrentamos muita onda e vento já na saída. Depois foram quase 5h de contravento, chegando a 25 nós (46km/h) em alguns momentos. Quando contornamos a ponta sul, foi uma alegria” brinca a proeira Gabi.

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                                    A ação foi registrada no perfil da dupla no Instagram, acompanhada por uma grande torcida dos seguidores. Para criar o desafio, a dupla se inspirou em uma tradição náutica da vela brasileira e catarinense, a Regata Volta à Ilha de Santa Catarina, realizada há mais de 50 anos, onde o recordista, o barco Itajaí Sailing Team, da classe Oceano, completou o trajeto em 7h43min46s em 2018. Como os barcos são de classes diferentes, foi estabelecida uma marca para o barco olímpico no desafio, abaixo das 7h previstas pela equipe.

                                    A distância média cumprida em um treino normal da dupla é de 25 milhas (40 km) e no desafio a dupla velejou 83,85 milhas (134,9 km). Durante o trajeto, a dupla optou não parar para comer ou descansar. Para repor as energias, foram se hidratando e consumindo suplementos e barras de cereal sem sair do trapézio (cabo de sustentação que prende os velejadores ao barco). O técnico da equipe Paulo Roberto Ribeiro, acompanhou os velejadores, em um bote.

                                    “Foi um bom treino, não paramos para descansar ou comer. Se o vento fosse mais de sudeste, a gente teria feito um tempo melhor, talvez desse para fazer um bordo direto, mas o vento vinha de sul, o que dificultou bastante. Foi uma boa velejada, vencemos o desafio e vimos que resistimos bem além do que a gente imagina. O barco também aguentou bem, ele é muito forte” comemorou  o timoneiro Samuca.

                                    A dupla, que representa o país nos jogos de Tóquio em julho, finaliza o segundo período de treinos deste mês em solo catarinense neste final de semana.

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                                      1000 km de jet do Rio a Floripa: grupo de amigos em nove máquinas Sea-Doo chega a Angra dos Reis

                                      27/02/2021

                                      Navegar do Rio de Janeiro a Florianópolis a bordo de nove jets Sea-Doo e dois botes infláveis de apoio, varando 1.000 quilômetros de mares. Essa é a proposta de 15 amigos catarinenses, um mais entusiasmado por jet que o outro. Em 2013, eles foram Florianópolis a Angra dos Reis.

                                      Agora refazem a expedição cumprindo o roteiro no sentido contrário (de Angra para Florianópolis) e acrescido de 62 milhas, uma vez que a expedição teve início no Rio de Janeiro, aonde o grupo chegou de avião. Tempo estimado de expedição: 9 dias. Percurso total: 621,37 milhas, ou 1.000 quilômetros!

                                      A rota inicial, entre a Marina da Glória e a Ilha Grande, teve início na manhã desta sexta-feira, 26 de fevereiro. A moderna tecnologia de navegação permitiu que os 15 amigos atravessassem esse percurso, de 100 quilômetros, com o máximo de conforto e segurança.

                                      Para evitar qualquer surpresa desagradável, eles se dedicaram a um treinamento intensivo. “Todos os fins de semana desde dezembro foram utilizados na preparação física dos tripulantes. Fizemos inúmeras voltas à ilha de Santa Catarina, em Floripa, um percurso que se assemelha ao que iremos percorrer diariamente”, explica Leandro Ibagy, um dos líderes do grupo, batizado Rotas e Rodas Marítimo.

                                      Para dar ainda mais segurança à missão — e atender à Portaria 127/CPRJ, das Normas e Procedimentos da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, bem como às exigências da Capitanias de Portos de Santa Catarina —, o grupo submeteu seu plano de viagem à Marinha, e recebeu feedback dos capitães Caio César e Ricardo Jaques.

                                      “Nos repassaram normas adicionais de segurança e inscreveram a expedição nas orientações marítimas de toda a região. Com certeza esperamos não necessitar de nenhum auxílio, mas, saber que temos esta disponibilidade é uma enorme segurança adicional”, destacou Leandro.

                                      Graças a isso, ao atracar no Saco do Céu, uma baía bem abrigada no lado de dentro da Ilha Grande (lugar perfeito para recarregar as energias), o grupo era só alegria. Ou quase. “Foi um dia muito tranquilo. O mar estava excelente para navegação. Pouco vento e ondas baixas. Costeamos bem da Marina da Glória até a Ilha Grande, passando perto de todas as praias famosas do Rio de Janeiro. O único registro negativo foi a enorme quantidade de lixo acumulada no mar, coisa a que não estamos acostumados em Santa Catarina.

                                      Por duas vezes tivemos desconforto com as turbinas dos jets — um deles aspirou uma corda; o outro, sacos plásticos. Além disso, o hélice de uma das embarcações de apoio bateu em uma pedra, mas conseguimos contornar, sem problema”, conta o navegador, que agora se delicia explorando os atrativos do Paraíso ecológico do sul fluminense.

                                      Sim, o grupo reservou o fim de semana (dias 27 e 28 de fevereiro) para sair livremente pelas águas calmas e da Baía da Ilha Grande, visitando ilhas e as praias (são cerca de 100 opções, como a Lopes Mendes, que figura entre as tops do mundo) e as atrações ecológicas e gastronômicas desse lugar mágico. O grand finale consiste em uma volta completa da Ilha Grande.

                                      Próxima etapa, dia 1º de março: de Ilha Grande à Ilhabela, um “tiro” de 200 quilômetros. Chegada às 15h, no Itaguá Iate Clube. A expectativa é de encerrar a expedição no fim de tarde do sábado 6 de março, no Iate Clube Veleiros da Ilha, em Florianópolis. Até lá, NÁUTICA acompanha passo a passo a trajetória desses 15 apaixonados por jets.

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                                        Por: Redação -
                                        26/02/2021

                                        Passeio ou desempenho, qual jet tem mais o seu estilo? Para quem acelera nas águas (por diversão ou em competições), mas não abre mão dos passeios com os amigos (ou vice-versa), a escolha pode parecer uma decisão difícil.

                                        Para facilitá-la, a Sea-Doo criou o RXP-X RS 300, modelo 2021, um jet originalmente de performance (com um potente motor de 300 hp e casco desenhado para disputar corridas), mas que vem com um tanque de combustível de 70 litros (que permite ir mais longe, comparado ao modelo anterior, que tinha 60 litros), sistema de som (imprescindível nos passeios) e banco de um lugar que pode facilmente ser substituído (opcionalmente) por um mais longo, para duas pessoas.

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                                        Uma semana antes da apresentação ao público durante o São Paulo Boat Show 2020, a BRP (Bombardier Recreational Products), em uma ação de marketing criativa, escalou os pilotos Rubens Barrichello e Nelsinho Piquet (na foto abaixo) para serem os primeiros a acelerá-lo na Raia Olímpica da USP. Ao final da experiência, ambos eram só elogios ao desempenho da nova moto aquática.

                                        Em uma ação de marketing genial da Sea-Doo, o São Paulo Boat Show 2020 recebeu com exclusividade, uma semana antes de sua abertura, os pilotos Rubens Barrichello e Nelsinho Piquet, primeiros a acelerar o novo jet RXP-X RS no Brasil

                                        Para checar se o Sea-Doo RXP-X 300 correspondia mesmo à expectativa, NÁUTICA o levou para o mar, nas imediações da Praia da Enseada, no Guarujá. De imediato, quando se assume o comando, chama atenção a ótima ergonomia, por conta de um sistema de apoio lombar chamado Ergolock-R, que é ajustável em até 5 polegadas para frente ou para trás — o piloto se encaixa durante as curvas e na aceleração. A sensação é de estar “vestindo” o jet, o que resulta em uma navegação segura e estável ainda maior do que já se tinha nos modelos anteriores da marca canadense.

                                        O novo RXP-X 300 é a maior prova do compromisso da Sea-Doo em levar as inovações ao limite da excelência

                                        Assim que o motor é ligado, automaticamente o jet fica na posição “neutro”. Se tocar a alavanca esquerda no guidão, você ativa o conhecido Sistema de Freio e Ré Inteligentes (iBR) da Sea-Doo. Para avançar, basta dar um toque no acelerador com a mão direita. Feito isso, em poucos segundos vem a certeza: passar algum tempo no comando do RXP-X RS é uma experiência empolgante.

                                        O casamento do motor de 300 hp (o Rotax 1630 ACE) com um casco leve (354 kg, peso seco) e com V profundo (chamado T3-R) resultou em um jet confortável e que anda muito, facilitando a aceleração de qualquer posição do piloto. Na prova de arranque, o RXP-X 300 precisou de apenas 3,7 segundos para ir de 0 a 50 nós. Na velocidade final, chegamos a 62,4 mph (ou 53,9 nós).

                                        Repleto de tecnologia, o RXP-X 2021 é o jet em série mais veloz da história da Sea-Doo

                                        Em virtude do V frontal mais aprofundado, o casco T3-R corta a água com grande precisão, permitindo curvas em alta velocidade muito bem feitas. Além disso, o centro de gravidade mais baixo permite melhor desempenho em águas agitadas e elevado controle nas manobras. Tudo isso, repita-se, com a segurança do Sistema de Freio e Ré Inteligentes (iBR), que permite frear muito antes do que nas versões antecessoras.

                                        O RXP-X 300 também oferece no guidão o chamado Sistema de Trim Variável (VTS), para ajustes do trim com base na preferência do piloto, nas condições da água e no número de passageiros. Tem ainda um sistema de refrigeração em circuito fechado, que evita que a água salgada corrosiva e os detritos do mar entrem em contato com o motor, aumentando a sua vida útil.

                                        Líder mundial no mercado de jets, todos os anos a Sea-Doo presenteia seus fãs com grandes inovações. O RXP-X 300 é um exemplo: uma máquina esportiva que agrada de competidores a iniciantes

                                        Da mesma forma, para tornar a pilotagem ainda mais agradável, há um sistema de som com 100 watts de potência (você pilota ouvindo música, se quiser), com conectividade bluetooth, totalmente à prova d’água.

                                        Outra novidade bem-vinda: o aumento do espaço para guardar objetos pessoais. A Sea-Doo acrescentou 40 litros no compartimento frontal de seu novo jet, que agora soma 143 litros de capacidade total. Para quem gosta de fazer longos passeios, isso faz muita diferença.

                                        Por sua vez, o porta-luvas ganhou um compartimento estanque e à prova de choque para o smartphone, já disponível em outros modelos da marca, e uma porta USB que, apesar de ser apenas um item opcional, é uma ótima pedida, para manter o celular sempre carregado. Ainda no painel, há uma tela digital de 7,6 polegadas com caracteres e símbolos de fácil leitura, inclusive sob o sol forte.

                                        Mais uma novidade útil e agradável: a plataforma está maior, além de ter sido projetada com o já conhecido sistema de fixação LinQ (exclusivo da Sea-Doo), que permite a instalação rápida de acessórios ao jet, como cooler, bolsas e reservatório extra de combustível, entre outros itens.

                                        E ainda possibilita a armação de um mastro de inox, para puxar esqui e wakeboard, desde que haja duas pessoas a bordo (o piloto e um acompanhante, que deve ficar de frente para quem estiver praticando o esporte).

                                        Só isso? Não. O novo RXP-X RS vem com um bonito guidão de competição, com design arredondado, para maior conforto e aderência. O design baixo e inspirado em competições melhora a alavancagem do piloto para uma dirigibilidade mais arrojada.

                                        Com assento esportivo e casco com quase 30 kg a menos do que a versão anterior, o novo RXP-X 300 corta as águas com grande precisão, permitindo manobras perfeitas em alta velocidade

                                        Para os passeios de fim de semana, o apoio lombar traseiro ajustável pode dar lugar a um segundo assento (vendido como acessório), permitindo o embarque do segundo passageiro. Ou seja, o jet de competição dá vez ao jet de passeio. Na hora de correr, banco simples; na hora de passear, banco duplo. Uma combinação, enfim, tentadora.

                                        Caraterísticas técnicas

                                        SEA-DOO RXP-X 300
                                        Velocidade máxima:
                                        62,4 mph (53,9 nós)
                                        Capacidade: 182 kg (2 pessoas)
                                        Combustível: 70 litros
                                        Potência: Motor Rotax 1630 ACE de 300 hp
                                        Preço: a partir de R$ 129 mil

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                                        Reportagem: Tatiane Guerreiro
                                        Edição de texto:
                                         Gilberto Ungaretti
                                        Edição de vídeo: TakeBoom Produções
                                        Fotos: Divulgação, Rogério Pallatta e Victor Oliveira/TakeBoom

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                                          Sua obra constitui-se de quadros e pranchas pintados com uma técnica mista, com o uso de tinta acrílica, resina epóxi (material atóxico), concreto e gesso, além de objetos de decoração e utensílios de cozinha, como tábuas, bandejas, porta-copos etc. “São peças singulares, para quem está cansado de coisas em série, fruto de um trabalho artesanal”, explica Marcus, que pega onda no litoral Norte de São Paulo, como surfista de fim de semana, e alimenta planos de adquirir um veleiro brevemente.

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                                          Com incrível maestria, o antigo publicitário retrata praias, mares, atóis e corais (cuja inspiração pode vir das Maldivas ou da Polinésia Francesa, por exemplo) em telas, painéis e pranchas de surf, requisitados na França, nos Estados Unidos e até no Japão, além de objetos de uso diário, como mesinhas, bandejas, tábuas para petiscos, tábuas de corte, porta-copos, cestos, relógios e espelhos de parede. Tudo revestido com a alma do mar.

                                          “Viajo por mares calmos, mares bravos e por praias, sejam de areia preta no Havaí ou de areia quase branca, no Caribe”, diz Marcus, explicando como coloca água em suas telas. Impossível não gostar.

                                          Para quem ficou curioso, o nome do estúdio, Billy Wonka, é uma referência, claro, ao célebre personagem do filme A Fantástica Fábrica de Chocolate, aproveitando que Billy é o apelido de Marcus desde os tempos da faculdade.

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                                            Estaleiro holandês apresenta megaiate ecológico de 308 pés

                                            Por: Redação -

                                            O estaleiro holandês Feadship revelou as primeiras imagens do Projeto 817, um megaiate ecológico de 94 metros de comprimento construído sob encomenda. O projeto inovador acaba de deixar o estaleiro Feadship em Kaag pela primeira vez.

                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                            Equipado com sistema de propulsão híbrido avançado, o modelo terá todas as emissões de escapamento tratadas por meio de conversores catalíticos Tier III e filtros de partículas de diesel. Um grande banco de baterias garantirá a carga ideal do gerador e uma rede elétrica uniforme.

                                            Outras tecnologias sustentáveis incluem a planta de tratamento de resíduos e sistemas de recuperação de calor. “Muito trabalho foi feito para otimizar a eficiência do ar-condicionado para evitar o consumo excessivo de energia”, disse Feadship em um comunicado.

                                            “Isso é especialmente importante em um iate com janelas de vidro do chão ao teto, algo que exigia uma abordagem diferente do projeto estrutural a fim de compensar a ausência completa de baluartes”.

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                                            O design com bastante uso de vidro é uma característica proeminente exterior da Feadship, do Studio De Voogt e Azure. Eles também desempenham um papel fundamental no interior em estilo de casa de praia aberta por Peter Marino Architects.

                                            A filosofia “menos é mais” do proprietário influenciou todos os aspectos do design por dentro e por fora, com uma abundância de linhas simples. Por exemplo, todas as portas nas laterais da superestrutura, que normalmente seriam articuladas, foram instaladas como portas deslizantes elétricas. Fechando-se nivelado com a superestrutura sem puxadores, dobradiças ou reentrâncias, esta soluçãofoi aplicada a todos os acessos da tripulação, convés e portas de acesso para convidados.

                                            Com uma pintura especial em branco pérola, o casco foi projetado e construído para ser o mais eficiente possível e reduzir a potência do motor necessária para mover o Projeto 817 pela água.

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                                              Por: Redação -

                                              A Naval Yachts, localizada na região de Antalya, na Turquia, lançou seu mais recente modelo – o modelo de expedição XPM 78 de 23,9 m com casco de alumínio.

                                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                              O iate é movido por motorização a diesel Gardner de 120 hp e conta com interior projetado pelo Naval Studio, e o exterior por Dennis Harjamaa, da Artnautica, na Nova Zelândia.

                                              A construção do XPM 78 levou mais de dois anos. Dinçer Dinç, cofundador da Naval Yachts, disse que a construção demorou muito devido aos extensos trabalhos de pesquisa e desenvolvimento. O plano é terminar o próximo em 18 meses.

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                                              O XPM 78 foi projetado com foco na resistência, segurança, economia de combustível e capacidade para um longo alcance. Conta com soluções, como tanques integrais, compartimentos com tampas vendadas, que impedem a entrada de água do mar se o iate for danificado abaixo da linha de água.

                                              O XPM78 conta com uma rede de sensores Maretron para monitorar e controlar quase todos os aspectos dos sistemas do iate. O XPM78 foi construído para um casal canadense-americano.

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                                                Por: Redação -
                                                25/02/2021

                                                Depois de muitas especulações, os organizadores do Mônaco Yacht Show definiram a data para o salão náutico deste ano. O evento acontecerá entre os dias 22 e 25 de setembro, e contará com algumas mudanças para aprimorar a sua execução. Dentre elas, estão as novas parcerias, o incentivo à uma conexão maior entre expositor e visitante e melhor identificação daqueles que não são da equipe pré-estabelecida.

                                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                Começando por aqueles que pretendem visitar o evento, é importante saber que a identificação agora será diferente. Serão entregues três tipos de crachás, separando-os entre clientes de superiates, consultores e visitantes comerciais. Para isso, é necessário que haja uma diferenciação prévia, no momento do cadastro on-line.

                                                Quanto à divisão no local, alguns visitantes poderão contar com uma “exposição privada” nas docas. De início, a área do cais ficará aberta somente para visitantes de iates que já são clientes, proporcionando um tratamento diferenciado para quem prefere conferir tanto os iates quanto as propostas logo no início. Assim, os compradores, consultores e corretores poderão se reunir em um espaço mais íntimo.

                                                E, para beneficiar aos visitantes de forma geral, duas novas entradas e áreas de reunião serão instaladas na configuração do local. Foi adicionado um espaço para exposição de parceiros de luxo, um espaço para relaxamento e um espaço para quem sentir a necessidade de um distanciamento social ainda maior.

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                                                Falando em distanciamento social, um grande cuidado da equipe foi em relação às medidas de prevenção à Covid-19. Eles prometem dobrar o cuidado com distanciamento, rastreamento, triagem e providências do tipo.

                                                Uma parceria que sempre traz bons resultados, de acordo com a organização, é a da Sapphire Experience. Essa empresa identifica alguns participantes novos na indústria e oferece um programa exclusivo a eles, garantindo tratamento especial aos pré-selecionados. Não é um processo seletivo fácil, sendo que, em 2019, a própria Sapphire afirma ter aprovado somente 17% dos candidatos, para garantir que eles ainda não estão conectados à indústria.

                                                Além de todas as novidades, os convidados ainda poderão se envolver na proposta do evento. Eles encontrarão atividades, palestras, demonstrações especializadas, explorações, debates com foco em design e sustentabilidade e inúmeras formas de interação, conectando os compradores em potencial com o estaleiros, e mostrando todo o potencial que a vida náutica pode oferecer para quem ainda não entrou nesse universo.

                                                Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                  AYamaha Engine Factory acaba de anunciar um acordo para fornecer todos os motores para os barcos do estaleiro italiano Invictus Yacht, segundo o site espanhol Nauta360. 

                                                  Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                  A Invictus Yacht tornou-se conhecida em todo o mundo pelo seu design de barcos elegantes e vanguardistas, no qual se destaca o design de meia-proa invertida.

                                                  Lancha do estaleiro Invictus Yacht já usando motor Yamaha – Imagem: Reprodução

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                                                  Agora, todas as lanchas da marca estarão equipadas com motores de popa Yamaha.

                                                  Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                    Por: Redação -

                                                    O protótipo de embarcação ULAQ AUSV (Armed Unmanned Surface Vehicle) autônomo e controlado remotamente que faz parte do programa AUSV Autóctone iniciado em outubro do ano passado pelo estaleiro ARES e a METEKSAN Defense na Turquia vai passar por testes de mar, de acordo com informações do site Poder Naval.

                                                    Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                    O modelo foi construído a partir de compostos avançados e promete alcance de 400 km, a uma velocidade de 65 km/h, capacidade de visão diurna/noturna e comunicação criptografada. Pode ser operado a partir de veículos móveis e quartéis-generais ou de plataformas marítimas, como porta-aviões ou fragatas.

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                                                    Ele será usado para missões como inteligência, vigilância, reconhecimento, guerra de superfície, guerra assimétrica, missões de escolta e proteção de infraestrutura estratégica. Seguindo este protótipo, outros AUSVs para atividades incluindo busca e salvamento estarão prontos para fabricação.

                                                    Capaz de hospedar inteligência artificial, o ULAQ AUSV será equipado com diferentes variações de sistemas de comunicação e inteligência, como sistemas de interferência e guerra eletrônica, para corresponder às diversas necessidades operacionais. O navio será capaz de realizar operações conjuntas com outras tecnologias.

                                                     

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                                                      Capitania dos Portos do Paraná previne a poluição no ambiente marinho no litoral do Paraná

                                                      Por: Redação -

                                                      A Capitania dos Portos do Paraná focou na prevenção da poluição hídrica em proveito das 55 012 ações de Inspeção Naval no Litoral do Paraná. Durante a campanha de “Combate ao Lixo no Mar”, os navegantes foram alertados sobre o impacto do lixo descartado irregularmente nos diferentes ecossistemas e o prejuízo para as atividades econômicas, como o turismo e a pesca, além da saúde humana.

                                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                      No dia 13 de fevereiro, uma mobilização da CPPR, do Serviço de Sinalização Náutica do Sul-Sudeste (SSN-8) e do Navio-Balizador “Faroleiro Mário Seixas” (NBFMSeixas), com apoio da Prefeitura Municipal de Paranaguá, moradores voluntários e do Instituto Água e Terra do Paraná, recolheu 894 kg de lixo na Ilha do Mel e nas margens do Rio Itiberê, na Ilha dos Valadares e na área do Centro Histórico de Paranaguá.

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                                                      A iniciativa da Marinha no Paraná faz parte de uma ação da Força Naval em todo o país com a campanha “Mar Limpo é Vida”, cujo objetivo é a preservação da Amazônia Azul, a área marítima de 5,7 milhões de quilômetros quadrados em que o Brasil tem jurisdição.

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                                                        Por: Redação -

                                                        No ano de 1872, um barco era encontrado à deriva no meio do oceano Atlântico. Um mistério que encontra-se sem solução até os dias atuais. 

                                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                        O veleiro norte-americano Mary Celeste foi encontrado por uma embarcação canadense que estranhou os movimentos do mesmo.

                                                        O Mary Celeste não estava apenas sem tripulação, como também apresentava vários detalhes estranhos e que não explicavam exatamente o que tinha acontecido. Apesar do veleiro estar em boas condições para navegar, por exemplo, o bote salva-vidas estava ausente, indicando que seus marinheiros haviam abandonado o Mary Celeste. Se a tripulação tivesse feito uma saída calculada do barco, teria levado comidas e objetos pessoais, porém esses mantimentos ainda permaneciam no interior da embarcação — esses foram deixados, na maioria, intocados.

                                                        Apenas os documentos e instrumentos de navegação foram levados, sinal de uma saída às pressas, em meio a uma situação de desespero, e não uma ação planejada.

                                                        A tripulação até poderia estar com medo do veleiro afundar, mas eles não corriam risco. Até foi encontrada água no porão, mas estava longe de apresentar uma ameaça de afundamento para um navio daquele porte. Também não foram encontrados sinais de brigas ou focos de incêndio.

                                                        Mais tarde, o relatório do procurador-geral responsável pela audiência mencionou manchas de sangue e arranhões no casco do veleiro que teriam sido causados por um machado.

                                                        A teoria elaborada seria de que ocorrera um ataque dos tripulantes contra o capitão, ou então um encontro com piratas; ignorando a ausência de evidências indicando brigas. Essa especulação foi derrubada definitivamente pela verificação científica de que as manchas não eram de sangue, e os arranhões tinham causas naturais. A carga de álcool desnaturado do Mary Celeste também estaria intacta, o que também não faria sentido dentro dessa explicação.

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                                                        Outra hipótese levantada foi de que o capitão da embarcação norte-americana teria entrado em pânico em meio a uma tempestade ou tromba d’água, julgando que a água do porão estava enchendo muito mais rapidamente do que de fato estava. Vale dizer aqui também que o capitão Benjamin Briggs seria um marinheiro experiente, o que coloca em questionamento a ideia de que o mesmo teria sido movido por um medo irracional.

                                                        Resultado de imagem para mary celeste
                                                        Mary Celeste

                                                        Por não ter nenhuma conclusão, o mistério recebeu diversas hipóteses, até mesmo sobrenaturais como lulas gigantes e monstros marítimos.

                                                        O mistério da embarcação encontrada à deriva aparentemente sem explicação ainda inspirou uma história do autor britânico Arthur Conan Doyle, todavia, houveram diversas modificações em relação ao que de fato aconteceu, incluindo a troca do nome do navio para “Marie Celeste”.

                                                        Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                          Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino se desafiam com Volta à Ilha de Florianópolis de Nacra 17

                                                          Por: Redação -
                                                          24/02/2021

                                                          Nesta quinta-feira (25), a partir das 10h, a equipe olímpica da classe Nacra 17 Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino realizará o desafio Volta à Ilha de Florianópolis de Nacra 17. Além de servir como treino intensivo para a dupla que representará o país nos Jogos de Tóquio, a ação tem por objetivo estabelecer uma marca de navegação de Nacra em torno da Ilha de Santa Catarina, promovendo valores como superação, resistência e persistência, presentes no esporte olímpico. O desafio também mostra o trabalho em dupla mista, onde a força dos atletas se equivale, reforçando a igualdade de gênero, maior característica da classe Nacra 17.

                                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                          Para criar o desafio, a dupla se inspirou em uma tradição náutica da vela brasileira e catarinense, a Regata Volta à Ilha de SC, realizada há mais de 50 anos em uma regata de 75 milhas náuticas (120 km) que mobiliza velejadores das mais diversas classes da vela. Na regata, o recordista atual é o barco Itajaí Sailing Team, da classe Oceano, que em 2018 completou o trajeto em 7h43min46s.

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                                                          A largada do desafio ocorre diante da sede de Jurerê do Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha e o trajeto percorre o entorno da Ilha de Santa Catarina em Florianópolis, passando por pontos turísticos como o Forte de Sant’Ana e a Ponte Hercílio Luz.

                                                          A dupla, que já costuma realizar sua rotina de treinos de mar aberto a partir de Jurerê (navegando uma média de 25 milhas em um dia de treino), projeta contornar a ilha em cerca de 7h, desafio inédito para um barco da classe Nacra 17. “Nosso objetivo, além do treino de resistência, é estabelecer uma marca para quem sabe, no futuro outras equipes possam tentar. É uma forma de divulgar a vela olímpica e promover os valores do esporte trazendo visibilidade aos nossos esforços e objetivos”, pontua o timoneiro Samuel.

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                                                            Encomendado em 2015 por Roman Abramovich ao estaleiro alemão Lloyd Werft, o megaiate “Solaris” está quase pronto e deverá ser entregue até o fim do ano ao dono do time de futebol inglês Chelsea, de acordo com o site internacional The Sun. Solaris teve sua primeira imagem divulgada na última terça-feira (23), no Twitter do Superyachts.com, em uma doca da cidade alemã de Bremerhaven, onde fica a fábrica do Lloyd Werft.

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                                                            O megaempresário russo Roman Abramovich é conhecido pelos seus gostos caros e por sua paixão pela emoção e pelos lucros vindos do futebol. Frise-se que o bilionário já é dono de um dos maiores megaiates do planeta, o lendário “Eclipse”, que tem 163 metros de comprimento. Já o primeiro iate de Abramovich foi o “Pelarus”, de 115 metros e lançado ao mar em 2001, e vendido em 2011.

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