E tudo ficou para hoje

Por: Redação -
17/08/2016

A falta de ventos impediu a realização das Medal Races da classe 470, Masculino e Feminino, na tarde desta quarta-feira, 17, na Baía de Guanabara. Ambas foram canceladas pela organização, que remarcou as disputas para a quinta-feira. O destino da categoria seria decidido na raia do Pão de Açúcar, que, a propósito, registrou esse tipo de problema algumas vezes ao longo da última semana.

Com isso, hoje será um dia cheio para o calendário da vela olímpica, que, em sua última data, terá um total de quatro Medal Races. É que, além dessas duas regatas, acontecerão as provas decisivas da 49er e da 49er FX, em que as brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze contam com grandes chances de faturar uma medalha — inclusive a de ouro.

A série de disputas está programada para ocorrer a partir das 13h05. Isto é, se os ventos soprarem forte o suficiente na região costeira da Cidade Maravilhosa.

Foto: Divulgação

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    Guanabara Bay

    Por: Redação -

    Hoje é dia das Medal Races da classe 470, Feminino e Masculino, mas o Brasil não tem nenhuma possibilidade de figurar no pódio. Sem chances de conquistar medalhas, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan buscam fazer uma despedida honrosa na última prova da categoria na Rio-2016, com início planejado para as 13h05. Descontada a pior pontuação, elas figuram na oitava posição geral, com 68 pontos — as terceiras colocadas, Annie Haeger e Briana Provancha, somam 48 pontos, enquanto as britânicas Saskia Clark e Hannah Mills navegam tranquilas rumo ao ouro, com 28 pontos.

    Já a Medal Race da 470 Masculino, programada para começar às 14h05, nem sequer terá a presença dos brasileiros Henrique Haddad e Bruno Bethlem, que ficaram apenas na 23ª colocação na classificação geral, com 167 pontos — somente os dez primeiros participam da última prova, cuja pontuação vale em dobro.

    E, aqui, a Croácia tem grandes possibilidades de ficar com o ouro, depois da inédita medalha de prata (e primeira olímpica), conquistada ontem por Tonci Stipanovic, na Laser. Sime Fantela e Igor Marenic estão isolados na liderança, com 27 pontos, sendo seguidos pelos gregos Panagiotis Mantis e Pavlos Kagialis, com 38 pontos, e pelos australianos Mathew Belcher e Will Ryan, que têm 40 pontos.

    Foto: Divulgação

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      Nova linha

      Por: Redação -

      Chega ao mercado nacional, por meio da Marine Express, a nova linha eS de displays multifuncionais da Raymarine, que será apresentada no São Paulo Boat Show 2016. Disponível nos tamanhos de 7, 9 e 12,1 polegadas, os displays possuem tela touchscreen e, também, um teclado físico com joystick unicontrol (dotado de botão giratório na base e tecla direcional central), formando um conjunto de design ergonômico e interface bastante intuitiva. Isso significa que você pode tanto operar o equipamento diretamente na tela — que conta com o recurso “pinch-to-zoom” (algo como “pinça para controle do zoom”), o qual permite ampliar ou diminuir manualmente uma imagem —, enquanto o teclado físico possibilita comandar o display com chuva ou mar agitado, condições nas quais a operação por touchscreen fica prejudicada pela água e balanço da embarcação.

      O display conta, ainda, com comando a partir de um smartphone ou tablet, de qualquer lugar a bordo, via WiFi e por meio de aplicativos Raymarine. Também permite a atualização online do software de operação Lighthouse 2 e acesso a previsão do tempo (precipitação, ventos, ondas, temperatura da água, etc) via WiFi diretamente na tela do equipamento. Possibilita ainda a leitura de arquivos pdf (podendo acessar os manuais do barco na tela do equipamento), conexão de câmeras Raymarine por IP com gravação de vídeo nos displays multifuncionais e ainda saída HDMI para ligação em TVs. Possui recurso de rota automática (quando com cartas 3D ou 4D) que constrói rotas navegáveis de acordo com as características da embarcação, conectividade sem fios com a nova antena de radar Quantum WIFI, bem como as sondas Downvision e CHIRP integradas.

      Ainda como novidade, possui o recurso “sonar chart live” onde o equipamento captura as informações de profundidade da sonda e insere em tempo real estas informações na carta náutica, criando até linhas isobatimétricas adicionais, e aprimorando a cartografia da região. Conta com a possibilidade de monitoramento e automação através dos módulos dedicados Raymarine.

      O São Paulo Boat Show acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

      Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

      Foto: Divulgação

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        The World

        Anunciado como o maior navio residencial do planeta, esta embarcação tem 644 pés de comprimento com 12 deques, conta com 165 apartamentos privados, seis restaurantes, vários bares, boutiques e lojas, duas piscinas, um spa, academia, campo de tênis, teatro e galeria de arte. A maioria dos 142 proprietários vivem a bordo de três a seis meses por ano. Os apartamentos variam de tamanho – vão de estúdios a uma cobertura de 3 000 pés quadrados e podem ser decorados como os proprietários desejarem.

        Ao contrário de um navio de cruzeiro, The World, como é chamado, passa mais tempo nos portos do que no mar, com estadias mais longas em cada um deles. O navio visita, em média, 100 portos por ano, todos determinados por um conselho de moradores que escolhem as paradas com três anos de antecedência. Desde o seu lançamento, em 2002, The World já visitou mais de 900 portos em 140 países.

        Foto: Reprodução

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          O ouro possível

          Por: Redação -
          16/08/2016

          Quinta-feira, dia 18, marcará o encerramento da participação da Equipe Brasileira de Vela na Rio-2016. E com chance de medalha de ouro, já que Martine Grael e Kahena Kunze, após as regatas classificatórias finais da 49er FX, realizadas hoje, terminaram na segunda colocação geral, com 57 pontos. Porém, descartando-se os piores resultados, tanto elas quanto as espanholas Berta Moro e Tamara Dominguez, além das dinamarquesas Jena Hansen e Katja Steen Salskov-Iversen, estão empatadas, com 46 pontos cada uma.

          Dessa forma, Kahena e Martine — filha do multimedalhista olímpico Torben Grael e sobrinha de Lars Grael, dono de duas medalhas — podem fechar com chave de ouro uma irregular participação do time brasileiro. E, por tabela, inaugurar uma nova geração olímpica vencedora na modalidade, inclusive, dando força para os que deverão participar do próximo ciclo olímpico, como Jorginho Zarif, dono do quarto lugar na Finn, nesta Rio-2016.

          Na 49er, por sua vez, quase deu para Marco Grael e Gabriel Borges. A dupla brasileira assegurou o 11º lugar, somando 109 pontos, apenas 0,7 atrás dos poloneses Pawel Kolodzinski e Lukasz Przybytek, que somaram 108,3. De qualquer forma, valeu a luta de Marco e Gabriel.

          Na 470 Feminino, cuja Medal Race acontece nesta quarta-feira, 17, a dupla brasileira, formada por Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan, cumpriu o programa de regatas classificatórias e garantiu sua vaga. Elas figuram na nona colocação geral, com 71 pontos, porém, não têm mais chances de lutar por uma medalha.

          Já Henrique Haddad e Bruno Bethlem nem sequer conseguiram classificação para a Medal Race de sua classe, a 470 Masculino, que também ocorre amanhã, na Baía de Guanabara. Após as regatas classificatórias finais realizadas hoje, a dupla de brasileiros conseguiu apenas a 23ª colocação na classificação geral, com 167 pontos — somente os dez primeiros participam da última prova, cuja pontuação vale em dobro.

          Foto: Divulgação

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            Tipo exportação

            Por: Redação -

            O estaleiro paranaense Triton Yachts, com 14 modelos de lanchas de passeio de 20 a 50 pés em sua linha de barcos, acaba de anunciar expansão para a América Latina, com o envio de dois de seus modelos para a Argentina. As embarcações, de 24 e 27 pés, serão distribuídas pelo estaleiro Bermuda, que atua no mercado argentino há mais de 50 anos.

            A marca tem como foco inicial a Argentina e prevê enviar outras 12 embarcações para o país, ainda este ano, além de esperar um crescimento de 80% nas exportações para 2017. Segundo Allan Cechelero, diretor de marketing do estaleiro, a Triton já vinha estudando estratégias de exportação, o que foi colocado em prática neste momento por ter se mostrado um negócio viável e atrativo para a empresa, que pretende ampliar ainda mais sua área de atuação.

            Foto: Acioni Cassaniga

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              Bateu na trave

              Por: Redação -

              Na terça-feira dourada da vela olímpica, não pintou nem sequer um bronze para o Brasil. E não foi por falta de aplicação dos nossos atletas — no caso, Robert Scheidt, na Laser, e Jorginho Zarif, na Finn —, que demonstraram muita garra nas águas da Baía de Guanabara, esta tarde. O insucesso de ambos, no sentido de beliscar uma medalha, deveu-se, principalmente, à falta de regularidade ao longo das regatas classificatórias. Dessa forma, os brasileiros chegaram às suas respectivas Medal Races dependendo não só de suas forças, mas, também, de combinações de resultados que envolviam supostos maus desempenhos de seus oponentes — o que não aconteceu.

              Robert Scheidt deu show na raia do Pão de Açúcar. Aproveitando bem os ventos na casa dos 10 nós, liderou a prova final durante quase todo o percurso, numa estratégia agressiva, buscando sempre a layline (linha imaginária na extremidade da raia, em que é possível rumar direto para a boia, sem cambar), algo que seu parceiro de vela por 13 anos, Bruno Prada, lhe havia sugerido antes da Medal Race. E funcionou: Scheidt cruzou a linha de chegada com autoridade. Mas isso não foi suficiente em termos de pontuação geral. O neozelandês Sam Meech, seu principal concorrente, controlou o barco de maneira a cumprir uma prova apenas regular, porém vitoriosa. Terminou em quarto lugar e ficou com o bronze na classe. Na classificação geral, Scheidt ficou na quarta colocação, arrancando aplausos emocionados do público que acompanhava tudo da praia.

              “Vou começar pelo lado positivo: ganhar a Medal Race, num dia maravilhoso, com essa torcida, com essa energia toda, e sendo minha última regata de Laser numa Olimpíada, é uma coisa muito especial”, falou o multimedalhista olímpico de 43 anos, ao final da Medal Race, após receber um forte abraço e um beijo consolador da mulher, Gintare (que defendeu a Lituânia na Laser Radial, terminando o torneio no sétimo lugar geral). “Por outro lado”, prosseguiu ele, “não cheguei no meu objetivo final, que era a medalha olímpica”. E concluiu: “Eu sabia que tinha uma chance hoje, ainda, mas sabia, também, que era uma chance pequena. Lutei com todas as armas pra chegar nela — quase deu! —, mas acho que o neozelandês teve muito sangue frio de ‘segurar’ a regata dele”.

              Scheidt confidenciou aos jornalistas que chegou a “frear” o barco, na tentativa de causar um incidente (“Uma colisão, protesto ou algo assim”, falou), mas, analisando friamente a situação, sabia que, se isso acontecesse, o francês Jean Baptiste Bernard, que estava fora dessa briga mas vinha na sua cola, em segundo lugar, poderia ultrapassá-lo, o que seria ainda pior. “Fiz o que deu pra fazer. Eles foram um pouco mais consistentes que eu durante toda a semana, a realidade é essa”, sentenciou. “Tive uma semana com um pouco de altos e baixos. Não que tenha sido uma semana ruim, mas foi um pouco inconsistente da minha parte, com três regatas que causaram essa defasagem de pontos (Robert Scheidt amargou um 23º, um 26º e um 27º lugares, este último descartado, mas que, na somatória da pontuação, o afastaram do pódio). Acho que isso acabou custando a medalha de bronze.”

              Na classificação geral, descontadas as piores pontuações, Robert Scheidt somou 89 pontos contra 85 de Sam Meech. Já o medalhista de prata, o croata Tonci Stipanovic, fez 75 pontos — a propósito, foi a primeira medalha olímpica na vela para a Croácia, que, paradoxalmente, tem larga tradição no esporte. O ouro ficou com o australiano Tom Burton, que marcou 73 pontos.

              A Medal Race seguinte foi a da classe Finn, também realizada na raia do Pão de Açúcar, e a tarefa de Jorginho Zarif era pra lá de complicada. O brasileiro, no entanto, fez uma regata, senão brilhante, cheia de garra. Chegou, inclusive, a liderar a prova, mas cruzou a linha final num honroso terceiro lugar — o que lhe rendeu a quarta colocação geral na categoria, com 87 pontos (já descontada sua pior nota), a 11 pontos do terceiro colocado, o americano Caleb Paine (76). O ouro ficou com o britânico Giles Scott. Apontado pela imprensa de seu país como sucessor do multimedalhista Ben Aislie, ele venceu com larga vantagem (36 pontos), enquanto a prata coube ao esloveno Vasilij Zbogar, que marcou 68 pontos.

              “A diferença entre ser quarto e terceiro é muito pequena, né? Se olhar a pontuação, antes da Medal Race, minha classe estava muito equilibrada. Dei meu máximo. Nos últimos quatro anos, minha vida foi só vela. Uma pena… Não deu e vamos partir pra próxima!”, desabafou Jorginho, um tanto desolado, após deixar a água. “Se tiver condições, como eu tive nesses últimos quatro anos, de treinamento, com técnico, infraestrutura boa, com material… a gente tem uma boa chance de, quem sabe, dar um próximo passo”, avaliou ele, que, de toda forma, saltou de um 20º lugar em Londres-2012 para bem perto do pódio nesta Rio-2016. “Queria ter ganho uma medalha aqui, mas meu sonho fica para Tóquio-2020.”

              Outras duas Medal Races ocuparam as raias da Baía de Guanabara esta tarde. Na Laser Radial, sem a presença de uma atleta brasileira, deu Holanda em primeiro lugar, com Marit Bouwmeester, Irlanda em segundo, com Annalise Murphy, e Dinamarca em terceiro, com Anne-Marie Rindom. Um detalhe é que a holandesa comemorou dando um mergulho na Baía de Guanabara, o que surpreendeu a todos, dada a polêmica em torno da qualidade da água — o que foi, inclusive, frequentemente comentado pelos velejadores que participam da Rio-2016.

              Já a Nacra 17, que fez sua estreia olímpica nos Jogos do Rio, terminou com vitória da dupla argentina, formada por Cecilia Carranza e Santiago Lange. A medalha de prata ficou com os australianos Lisa Darmanin e Jason Waterhouse, enquanto os austríacos Tanja Frank e Thomas Zajac faturaram o bronze — sem chances de medalha, os brasileiros Samuel Albrecht e Isabel Swan terminaram a prova em oitavo lugar. Velejador mais velho desta Olimpíada, Lange, de 54 anos, fez tratamento contra um câncer de pulmão durante o ciclo olímpico. E, não bastasse ter chegado ao lugar mais alto do pódio na classe, coroando sua luta dentro e fora da água, pretende figurar entre os velejadores que irão a Tóquio-2020.

              Foto: Divulgação

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                IAA 2016

                Por: Redação -

                O brasileiro Roberto Sholl Bailly foi escolhido para julgar o International Achievement Award 2016 (IAA), importante prêmio internacional design e inovação náutico da Industrial Fabric International Association (IFAI), em duas categorias: powerboat (soft enclosures) e sailboat.

                Entre os itens avaliados na premiação estão as especificações do projeto, se ele atendeu o objetivo e as solicitações do cliente, seus diferenciais e complexidades, além de seus resultados finais. Os critérios de avaliação incluem complexidade, design, qualidade, originalidade e funcionalidade.

                Por mais de seis décadas, o IAA reconhece anualmente os trabalhos verdadeiramente espetaculares, com excelência em design e inovação da indústria especializada mundial. Os juízes são escolhidos entre especialistas, editores, mestres e profissionais de design. “Estou orgulhoso de ter sido escolhido. É um reconhecimento internacional de nosso trabalho”, afirma Bailly, que, em 2010, teve empresa campeã do prêmio na categoria “Capotaria Náutica”.

                Foto: Divulgação

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                  Novidade

                  O estaleiro Sedna Yachts e a importadora e distribuidora Marine Coating selaram parceria. Todos os modelos de  embarcações Sedna – do menor ao maior – vêm, agora, com o Propspeed aplicado de fábrica. Para a Propspeed, este formato de aplicação é o ideal, já que é comum as embarcações irem para a água sem nenhum tipo de proteção na propulsão, que é uma das partes mais caras do barco.

                  “Este é um ponto que está sendo melhorado na percepção dos clientes e dos próprios estaleiros, que passaram a oferecer a aplicação do produto como opcional. No caso da Sedna, isto ainda vai mais além, o principal diferencial é o produto ser aplicado já de fábrica”, afirma Januário Gagliardi, sócio diretor da Marine Coating, que vê a parceria como uma vitória de mercado, tanto para a Propspeed, quanto para os estaleiros, que irão agregar maior qualidade a seus produtos e, claro, para o consumidor, que contará com uma proteção a mais para seu barco.

                  Propspeed é um anti-incrustante à base de silicone ecologicamente correto, não tóxico, utilizado para evitar ou reduzir a incidência de “cracas” nos propulsores e demais partes metálicas e plásticas abaixo da linha d’agua. O silicone fecha totalmente os poros dos metais, reduzindo o atrito das superfícies com a água e, assim, o efeito da cavitação – que aumenta o consumo de combustível, a vibração e o desgaste dos motores, além de aumentar o índice de avarias –  e vibração nos eixos, hélices, motor e transmissão. O produto é indicado para aumentar a vida útil dos motores e melhorar o desempenho das embarcações, seja em velocidade final ou na grande redução de consumo de combustível (10%, em média).

                  “A Sedna tem muitos anos de mercado e preza pela qualidade de seus produtos, o que casou com a ideia de mercado que a Propspeed prega e toda a nossa proposta”, finaliza Gagliardi.

                  Foto: Divulgação

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                    Por: Redação -

                    O navio veleiro Cisne Branco confirmou, nesta semana, presença na 28ª edição da Regata Recife Fernando de Noronha (Refeno), que será realizada dia 24 de setembro.

                    A tradicional embarcação da Marinha do Brasil, construída em Amsterdã, na Holanda, mede 76 metros de comprimento e é utilizada durante a formação dos marinheiros, principalmente os aspirantes da Escola Naval.

                    O Cisne Branco, que participou da Refeno em 2007, apesar de possuir sistemas de tecnologia avançada, faz todas as manobras de convés e vela da mesma forma que ocorriam no século XIX preservando as tradições náuticas.

                    Foto: Reprodução

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                      Vela vive seu dia D

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                      A vela olímpica vive uma terça-feira dourada na Rio-2016. Com o adiamento das Medal Races da Laser e da Laser Radial para hoje, vão ocorrer quatro Regatas de Medalha no total, esta tarde, na Baía de Guanabara. A mais aguardada delas acontece daqui a pouco, a partir das 13h50, na raia do Pão de Açúcar, com a presença de Robert Scheidt, que tem a possibilidade de garantir o bronze na Laser e se destacar como o maior medalhista olímpico brasileiro, com seis conquistas.

                      No momento, ocupam as raias atletas das classes 470 (Masculino e Feminino), 49er e 49er FX, além da Laser Radial, com a lituana Gintare, esposa de Scheidt, na batalha. As outras duas Medal Races serão as das categorias Finn, na qual Jorginho Zarif luta pelo bronze, e Nacra 17, em que Samuel Albrecht e Isabel Swan não terão possibilidade de medalha. Mas é claro que o fato de todos eles terem chegado à regata final já é motivo de orgulho para nós, brasileiros.

                      Foto: Divulgação

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                        Novidade

                        Por: Redação -

                        Um dos destaques da Marine Express durante o São Paulo Boat Show 2016 será o radar Raymarine Quantum Wireless Chirp, que é nada menos que a primeira antena radar wi-fi do mundo. Isto significa que este equipamento se conecta sem fio a quase todos os monitores da marca inglesa. Além disto, esta nova antena de radar dispensa o magnetron, o que significa menor consumo de energia, comparado aos radares convencionais. Leve e com alto poder de captação, detecta alvos entre 6 e 24 milhas de distância do barco.

                        O São Paulo Boat Show acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                        Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

                        Foto: Divulgação

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                          Segurança na navegação

                          Por: Redação -

                          De 20 a 23 de outubro, o Colégio Naval de Angra dos Reis receberá a XIV edição do Simpósio de Segurança do Navegador Amador, com a intenção de transmitir noções de segurança aos navegadores amadores através de palestras e demonstrações. Haverá, ainda, a aplicação de provas para aqueles que desejarem se habilitar como Arrais, Mestre ou Capitão Amador.

                          Um dos eventos constantes da programação é o “Dia de Mar”, que consiste em atividade prática embarcada, onde serão aplicados vários treinamentos relacionados à segurança e que terá validade como atestado de embarque para os candidatos a Arrais Amador.

                          Também como atividade extra, será realizado no dia 20 de outubro, anterior ao Simpósio, a capacitação para motonautas, que atende às novas determinações na NORMAM 03, que prevê treinamento prático para aqueles que desejem pilotar moto aquáticas.

                          As inscrições poderão ser feitas através do site do evento, onde consta a programação completa. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 3056-3044.

                          Foto: Reprodução

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                            Ferretti 450

                            Nascido da parceria entre o Grupo Ferretti e o estúdio de design Zuccon, que cuidou do design exterior e interior, o novo Ferretti 450 apresenta linhas elegantes e dinâmicas, que dão a este iate de 45 pés um ar esportivo. O modelo é composto por três deques e esbanja conforto, possibilitando que os hóspedes aproveitem todos os momentos a bordo, e traz, ainda, plataforma de popa com área submersa que pode ser usada como clube de praia ou para concurso de até 2,80 metros.

                            Em seu interior, Ferretti 450 abriga, no convés principal, cozinha equipada com bancada, armários, geladeira e freezer, além de sala de estar central com dois sofás e mesa de jantar, e posto de comando. Três camarotes, com acomodações para seis pessoas em pernoite, estão localizados no convés inferior. O exterior do iate possui amplos espaços, incluindo flybridge com sofá em “L”, bar e solário para duas pessoas. Outro solário pode ser desfrutado pelos hóspedes na proa da embarcação.

                            Ferretti 450 está equipado com dois motores Cummins QSB 6.7. Os proprietários podem escolher entre duas opções de motor, com 425 Mhp ou 480 Mhp. A segunda opção possibilita uma velocidade de cruzeiro de 27 nós com uma velocidade máxima de 31 nós, segundo testes preliminares. O novo iate também pode ser equipado com um sistema de joystick, prático para fazer manobras e ainda mais fácil na amarração.

                            Foto: Divulgação

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                              Segunda sem vento

                              Por: Redação -
                              15/08/2016

                              Não é à toa que os velejadores tecem inúmeros comentários sobre a Baía de Guanabara. Para além das polêmicas condições de salubridade, as correntes e os ventos que serpenteiam por entre os morros — sem falar nas ondas, muitas vezes, gigantes — são assunto constante na fala dos velejadores. E eles estão certos. Após um início de tarde ensolarado, com 26 °C de temperatura, as regatas previstas para acontecer na raia de Copacabana (as três últimas séries da 470, Masculino e Feminino) e na raia do Pão de Açúcar (as Medal Races da Laser Radial e da Laser) foram postergadas.

                              Com isso, a grande expectativa pela possível sexta medalha de Robert Scheidt em Jogos Olímpicos (ele pode alcançar o bronze na Laser, o que o tornaria o maior medalhista brasileiro, com seis conquistas) ganhou novos ingredientes de tensão, que se acumularão até amanhã, para quando essas duas Medal Races foram remarcadas, com início, provavelmente, às 13h05 — e um detalhe é que a mulher de Scheidt, Gintare, estará na finalíssima da Laser Radial, representando a Lituânia.

                              Da mesma forma, todas as seis regatas classificatórias finais da categoria 470 que foram adiadas hoje serão realizadas nesta terça. E não deverá haver descanso para as Medal Races da classe, uma vez que estão agendadas para o dia seguinte. Na 470 Feminino, as brasileiras Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan ocupam a oitava posição geral, com 65 pontos, e têm grandes possibilidades de figurar na Medal Race. Enquanto isso, Henrique Haddad e Bruno Bethlem, na 470 Masculino, seguem na 24ª colocação e tentam melhorar sua classificação.

                              Na raia de Copacabana, apenas os leves e rápidos barcos da 49er cumpriram as três baterias programadas. Ao fim dessa disputa, a dupla brasileira, formada por Marco Grael e Gabriel Borges, ficou na 10ª colocação, com 81 pontos. A três séries finais serão realizadas amanhã e eles tentarão se manter entre os dez primeiros, a fim de participar da Medal Race da categoria, marcada para quinta-feira, 18.

                              Por sua vez, as três séries de hoje da 49er FX, que tem como nossas representantes Martine Grael e Kahena Kunze, aconteceram na raia de Niterói. Na sétima e na oitava, elas ficaram em terceiro lugar; na nona série, porém, finalizaram em 11º. Com isso, caíram da primeira para a terceira colocação geral, somando 46 pontos — a mesma pontuação da dupla neozelandesa, composta por Alex Maloney e Molly Meech. Na liderança estão as espanholas Tamara Dominguez e Berta Moro, com 43 pontos.

                              Como se pode ver, a disputa pelas primeiras colocações está bastante acirrada. Martine Grael, inclusive, considerou normal a troca de posições no topo da tabela, dado o alto nível das competidoras. E ressaltou: “Ainda tem mais um dia!”, lembrando que as três regatas classificatórias finais acontecem também amanhã, junto com as dos homens.

                              E que dia deverá viver a vela olímpica nesta terça-feira. No fim da tarde de hoje, uma frente fria fez a temperatura cair na Cidade Maravilhosa, trazendo muitos ventos e previsão de tempestade para a noite. Assim, as regatas de amanhã serão disputadas em condições bastante diferentes. Amanhã, se tudo der certo, o dia promete ser “quente”. Além das duas Medal Races da Laser e da Laser Radial, ocorrem outras duas Regatas de Medalha.

                              A primeira será a da Finn, com a presença de Jorginho Zarif, a partir das 13h05. Em sexto lugar na classificação geral, no entanto, Jorginho está distante de conseguir mesmo o bronze, sendo necessária uma complexa combinação de resultados (ainda que ele saia vencedor na batalha final). A outra Medal Race será a da Nacra 17, na qual a dupla brasileira, composta por Samuel Albrecht e Isabel Swan, não terá possibilidade de medalha — os dois estão na 10ª posição geral, com 120 pontos. “Nos sentimos honrados por levar a bandeira brasileira a marcar presença na final da Nacra 17”, escreveu Albrecht em sua conta no Instagram. “Nesta terça, estejam também conosco!”, pediu.

                              Foto: Divulgação

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                                Sonho adiado

                                Por: Redação -

                                Primeiro foi a falta de ventos; depois, o cronograma apertado para acomodar todas as regatas previstas para hoje na Baía de Guanabara. Com isso, a tensa espera pelo início da Medal Race da Laser, com a presença do multimedalhista olímpico Robert Scheidt e de outros nove velejadores, ganhou um capítulo inesperado. E, se a natureza colaborar, o desfecho será amanhã. A organização, no entanto, não definiu ainda um horário para a regata final.

                                Dono de dois ouros, duas pratas e um bronze, Scheidt é o quinto colocado na classificação geral, empatado com o britânico Nick Thompson (ambos somam 87 pontos), e tem chance apenas de agarrar o bronze. Esse resultado, porém, já será suficiente para fazer do velejador paulista o maior medalhista olímpico brasileiro (Torben Grael também é dono de cinco medalhas).

                                Mas, para que isso aconteça, além de fazer um excelente trabalho na raia e da colaboração da natureza, Robert Scheidt precisará ficar de olho em dois concorrentes à sua frente. São eles o francês Jean Baptiste Bernaz, que soma um ponto a menos (86, lembrando que, nessa comeptição, quem tem menos pontos fica mais bem colocado), e o neozelandês Sam Meech, que está com 77 pontos. Na Medal Race, a pontuação é em dobro.

                                As velejadoras da Laser Radial chegaram a ir para a água, com expectativa de largada às 16h15 (para se ter ideia, essa Medal Race seria a primeira do dia, com início às 13h05), mas a prova também foi cancelada e remarcada para amanhã. A prova, contudo, não terá a presença da bandeira brasileira na raia, uma vez que Fernanda Decnop ficou na 24ª posição geral e a Medal Race reúne somente as dez melhores da classe.

                                Foto: Divulgação

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                                  Segundo a empresa, já foram vendidos nove unidades da série 95 Yacht desde o lançamento do projeto no Cannes Yachting Festival 2015. Outros cinco iates estão, atualmente, em construção na fábrica da marca.

                                  Foto: Divulgação

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                                      16ª edição

                                      Por: Redação -

                                      A Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Esportes, promove no dia 27 de agosto, um sábado, às 13h, a 16ª Regata do Camarão, também conhecida como “A regata mais saborosa do Brasil”, já que ocorre em conjunto ao 21º Festival do Camarão. A prova já virou tradição e reúne às classes de vela de Oceano e de Monotipos.

                                      A regata terá largada em frente ao Píer da Vila, com contorno na Praiado Perequê (aproximadamente em frente ao Restaurante Deck), seguindo em direção à Praia do Sino retornando ao mesmo local de largada. O percurso pode ser alterado pela Comissão de Regatas.

                                      As instruções de regata estarão disponíveis na retirada do kit de inscrição.

                                      Os prêmios serão concedidos do 1º ao 3º colocado de cada classe.

                                      Inscrições

                                      Classes de Oceano: Os barcos e competidores da classe Oceano deverão se inscrever na Mar & Vela loja náutica, localizada na Avenida Força Expedicionária Brasileira, 324, em frente ao Yacht Club de Ilhabela. Informações pelo telefone (12) 3896-2921 ou pelo e-mail [email protected].  O valor da inscrição é de R$ 30.

                                      Classes de Monotipos: Os barcos e competidores das classes de Monotipos deverão se inscrever na sede da Escola Municipal de Vela, localizada no antigo Campo da Aviação. Informações pelo telefone (12) 3896-6737 ou pelo email [email protected]. A inscrição é gratuita.

                                      Os interessados podem se inscrever nos dois locais até o dia 27/8, às 11h.

                                      Foto: Divulgação

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                                        Com capacidade para três pessoas e um casco robusto, o VX Cruiser com motor tricilíndrico quatro tempos de 1 049 cm³, batizado de TR-1 High Output, será destaque da Yamaha durante o São Paulo Boat Show 2016. Segundo a marca japonesa, o propulsor é 13% mais potente, 20% mais econômico e 26% mais leve que o antecessor, o motor quatro cilindros de 1 052 cm³ que equipava a série VX. O modelo chega de fábrica com controle de manobras e desaceleração RIDE e casco construído a partir da tecnologia nanoxcel, um processo que o deixa mais leve.

                                        O São Paulo Boat Show acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                                        Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

                                        Foto: Divulgação

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                                          Rio-2016

                                          A segunda-feira é dia de Medal Race para a classe Laser, dos brasileiros Robert Scheidt e Fernanda Decnop, na Baía de Guanabara. No masculino, Scheidt veio obtendo resultados irregulares durante as regatas classificatórias e ocupa a 5ª colocação geral, com 114 pontos. Já na Laser Radial, a representante Fernanda Decnop está fora da regata da medalha, que classificou os 10 primeiros colocados da lista geral. A brasileira ficou no 24º lugar após 10 regatas, com 191 pontos.

                                          Hoje é dia de competição, também, para as classes 470 e 49er. Donas do melhor desempenho nas regatas deste domingo, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan, da 470 feminino, classe que ainda tem três regatas classificatórias a serem realizadas, contam com uma 21ª e uma 9ª colocação nas regatas de hoje, figurando na 8ª posição geral, com 65 pontos. Na 470 Masculino, segue dura a batalha de Henrique Haddad e Bruno Bethlem. Na primeira bateria do domingo, obtiveram apenas a 27ª colocação; na segunda, se recuperaram, ficando em 9º lugar. Mesmo assim, estão apenas na 24ª colocação.

                                          Classe dos representantes da família Grael, a 49er masculino conta com Marco Grael e Gabriel Borges na 10ª colocação geral, após seis regatas. Já Martine Grael e Kahena Kunze, ocupam a 6ª colocação da 49er FX feminino. A categoria terá, ainda, outras seis regatas classificatórias – tanto no masculino quanto no feminino – antes da Medal Race, que acontece na quinta-feira, 18, último dia de competição da vela nos Jogos Olímpicos Rio-2016.

                                          Foto: Divulgação

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                                            Por: Redação -
                                            14/08/2016

                                            Duas regatas decisivas, três medalhas de ouro. Nenhuma delas foi para o Brasil, o que não tirou o brilho da competição nas polêmicas águas da Baía de Guanabara. Assim como o holandês Dorian van Rijsselberghe, da RS:X Masculino, já havia garantido a medalha de ouro por antecipação, apenas ratificando o título no dia de hoje, foi a vez de o britânico Giles Scott, da Finn, fazer o mesmo. Na décima e última regata classificatória de sua classe, ele ficou em segundo lugar, o suficiente para deixá-lo isolado (e inalcançável) no primeiro posto, com 32 pontos. Jorginho Zarif classificou-se para a Medal Race, a ser disputada terça-feira, dia 16, mas segue em sexto lugar na classificação geral e distante de conseguir mesmo o bronze, sendo necessária uma complexa combinação de resultados (ainda que ele saia vencedor na batalha final).

                                            Mas, antes dessa verdadeira surpresa na Finn, que veio no fim da tarde, o que mobilizava o público era a disputa derradeira na classe RS:X. E muita gente aproveitou o dia ensolarado no Rio de Janeiro, comparecendo em bom número à Praia do Flamengo, logo após o meio-dia, para ver de perto as regatas da categoria, nas séries Masculina e Feminina. Os homens foram para a raia primeiro. Com a Medal Race valendo o dobro de pontos (o primeiro colocado ganhava 2 pontos, o segundo 4 e assim por diante), o “pega” foi grande pela terceira colocação, já que os dois primeiros lugares no pódio já estavam garantidos desde a regata anterior: o já citado holandês ficou com o ouro, enquanto o britânico Nick Dempsey assegurou a prata.

                                            A medalha de bronze acabou ficando com o francês Pierre Le Coq, que somou 86 pontos — apenas dois a menos que o polonês Piotr Myszka. A comemoração foi especial. Enquanto o segundo e terceiro colocados, Nick Dempsey e Pierre Le Coq, surfaram até a areia e foram celebrar junto do público na Praia do Flamengo, envergando, cada um, uma bandeira de seu país, Dorian van Rijsselberghe foi convocado para dar uma passadinha, de bote, no iate da família real holandesa, que, assim, prestou uma homenagem improvisada, mas oficialíssima, ao bicampeão olímpico.

                                            Nosso representante na categoria, Ricardo Winicki, o Bimba, cruzou a linha de chegada na sexta posição, figurando na sétima colocação geral do torneio. Maior nome da classe no Brasil, aos 36 anos, ele se disse satisfeito por estar entre os dez melhores, disputando a Medal Race na Rio-2016, e não descarta participar de outro ciclo olímpico, com vistas a Tóquio-2020. “É a quarta final olímpica que faço. Sabia que seria difícil e saio de cabeça erguida”, avaliou ele, que teve como melhor resultado olímpico na carreira um quarto lugar em Atenas-2004. “Enquanto estiver entre os dez melhores do mundo, vou estar velejando”, prometeu.

                                            Entre as mulheres, emoção não faltou. Mais da metade das dez velejadoras que estavam na raia tinham chance de beliscar uma medalha — inclusive a nossa Patricia Freitas. Ela conseguiu chegar em quarto lugar na Medal Race, mas terminou o torneio na oitava posição — o que não foi suficiente para garantir uma medalha. “Foi uma regata de performance, porém mais em relação ao equipamento”, comentou ela, ao fim da disputa, que teve como grande campeã a francesa Charline Picon. A chinesa Peina Chen e a russa Stefanyia Elfutina completaram o pódio da RS:X Feminino, ganhando prata e bronze, respectivamente. Charline foi bastante saudada pela torcida e, em especial, por compatriotas na chegada à Praia do Flamengo. “Com seis velejadoras com chances de medalha, foi uma luta muito boa. Talvez tenha sido até uma disputa inédita”, disse a francesa. “Foi inesquecível”, completou a russa.

                                            Nas demais regatas disputadas hoje à tarde na Baía de Guanabara, o melhor desempenho coube a Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan, da 470 Feminino, classe que ainda tem três regatas classificatórias a serem realizadas. Mas não será tarefa fácil. Com uma 21ª e uma nona colocação nas regatas de hoje, elas figuram na oitava posição geral, com 65 pontos — para efeito de comparação, a dupla austríaca, que ocupa o terceiro lugar, soma 44 pontos. Na 470 Masculino, segue dura a batalha de Henrique Haddad e Bruno Bethlem. Na primeira bateria, obtiveram apenas a 27ª colocação; na segunda, se recuperaram, ficando em nono lugar. Mesmo assim, estão apenas na 24ª colocação.

                                            Finalmente, na Nacra 17, hoje foi o dia de Samuel Albrecht e Isabel Swan darem adeus às possibilidades de medalha. Após as três regatas do dia, os dois figuram na 10ª posição, tendo 120 pontos. Com isso, estarão na Medal Race, que, a exemplo da Finn, ocorre na terça, 16. Nesta segunda, será dia de Medal Races para as classes Laser e Laser Radial. Na primeira, Robert Scheidt, em quinto lugar na classificação geral, tentará o bronze, mas na segunda o Brasil não terá representante, já que Fernanda Decnop terminou a fase classificatória na 24ª colocação.

                                            Foto: Divulgação

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                                              Por: Redação -

                                              Em um dia de sol e calor no Rio de Janeiro, com temperatura na casa dos 26 °C, todas as atenções na Marina da Glória — sede das competições de vela na Rio-2016 — voltam-se para a classe RS:X, que terá, daqui a pouco, a sua decisão, com a realização das Medal Races. Apenas dez atletas participam de cada uma das chamadas Regatas da Medalha, e há dois brasileiros na disputa: os velejadores Ricardo Winicki, “Bimba”, e Patricia Freitas, da RS:X, classificados em 7º e 9º lugar na geral, respectivamente.

                                              Bimba é quem vai para a raia primeiro. A previsão de largada às 13h05, no entanto, foi revista, em razão da falta de ventos. Porém, tanto a primeira quanto a segunda colocação na RS:X Masculino já estão definidas — com sabor de repeteco. O holandês Dorian van Rijsselberghe, dono do ouro em Londres-2012, fez o mesmo na Rio-2016. Assim como o britânico Nick Dempsey, que ficou com a prata nos Jogos de Londres e, agora, repete a posição nos Jogos da Cidade Maravilhosa. Ambos só perderão suas posições se forem desqualificados na regata derradeira, o que é, praticamente, impossível.

                                              Assim, resta o bronze, mas, infelizmente, Bimba não tem mais condições matemáticas de conquistá-lo. Resta a ele, então, cumprir um bom desempenho na raia da Praia do Flamengo. Os melhores resultados do velejador brasileiro em Olimpíadas foram um quarto e um quinto lugar, em Atenas-2004 e em Pequim-2008, respectivamente.

                                              No caso da RS:X Feminino, com largada prevista para as 14h05, está tudo em aberto, mas as chances de Patricia Freitas são difíceis, matematicamente, já que, além de uma boa performance, ela precisa de uma combinação de resultados para subir ao pódio. De qualquer forma, em sua conta no Instagram, a atleta pediu, ontem, a ajuda dos brasileiros para conseguir o possível e o impossível na raia. “(Estou) Convocando toda a torcida para fazer muito barulho na Praia do Flamengo, amanhã”, escreveu.

                                              Além das Medal Races na classe RS:X, haverá, hoje, disputas regulares nas categorias 470 Feminino e Masculino, Nacra 17 e Finn.

                                              Foto: Divulgação

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                                                Depois de muita instabilidade climática no Rio de Janeiro, a sexta-feira terminou com os velejadores Ricardo Winicki, “Bimba”, e Patricia Freitas, da RS:X, classificados em 7º e 9º lugar na geral, respectivamente, para a Regata da Medalha, que acontece domingo, dia 14.

                                                O dia foi de estreia para os atletas brasileiros da 49er – estreantes, também, nos Jogos Olímpicos -, Marco Grael e Gabriel Borges , que ficaram em 10º e 11º lugar nas regatas de hoje, ocupando a 12ª posição na colocação geral; e Martine Grael e Kahena Kunze, que ficaram em 9º e 1º lugar nas regatas de hoje, ocupando a 2ª posição na colocação geral, atrás somente das canadenses Erin Rafuse e Dannie Boyd.

                                                De volta à água hoje pela Laser, Robert Scheidt melhorou seu desempenho, chegando em 4º e 5º nas duas regatas desta sexta, e subiu do 4º para o 2º lugar na colocação geral. Estando classificado para a final, o atleta tentará sua sexta medalha olímpica na medal race que acontece na segunda-feira, dia 15. A brasileira da Laser Radial, Fernanda Decnop, ocupa a 24ª colocação geral.

                                                Já na 470, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da 470 feminina, que haviam passado da 4ª para a 9ª colocação geral, ocupam, agora, a 7ª posição, depois de ficar em 10º e 2º lugar nas regatas do dia. Henrique Haddad e Bruno Bethlem, da 470 Masculina, passaram da 23ª para a 24ª posição.

                                                Abaixo, “Bimba”, competindo pela RS:X masculino:

                                                Foto: Divulgação

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                                                  Horizon FD 85

                                                  A primeira unidade do Horizon FD 85, da Horizon Yachts, foi lançada e está pronta para ser entregue ao seu proprietário. Medindo 25,99 metros de comprimento, este novo modelo apresenta design interior e exterior assinado pelo estúdio holandês de design Cor D. Rover e é a primeira embarcação da nova gama de deslocamento rápido do estaleiro. Sua boca (largura) de 7,07 metros resulta em volume interno 25% maior do que a maioria dos iates desta classe, segundo a marca.

                                                  Conta com acomodações para 10 convidados nos cinco camarotes disponíveis, além do alojamento para até três tripulantes. As janelas do chão ao teto foram pensadas para maximizar a entrada de luz natural no salão principal e na sala de jantar. O acesso ao flybridge é feito por duas escadas externas, que levam à piscina do convés superior e à cabine do piloto.

                                                  O modelo pode ser equipado com dois motores Caterpillar C18, de 2 272 hp no total, atingindo uma velocidade máxima de 16 nós. Aos 10 nós, Horizon FD 85 tem um alcance de 1 670 milhas náuticas, graças a capacidade de combustível de 10 200 litros.

                                                  Segundo a Cor D. Rover, planos para um modelo menor, chamado Horizon FD 65, já estão em desenvolvimento.

                                                  Foto: Divulgação

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                                                    O Parque Estadual MacKerricher, perto de Fort Bragg, no estado norte-americano da Califórnia, abriga uma inusitada praia, Glass Beach, formada por um tapete de pedras de vidro multicolorido. O local foi, durante vários anos, usado como lixão pelos moradores, que depositavam ali todo tipo de eletrodomésticos e garrafas.

                                                    Dizem que o lixo era atirado pelos moradores dos penhascos que contornam a costa da região, e que a prática era tão comum que muitas vezes se produziam incêndios para reduzir o tamanho da pilha. Somente em 1967 as autoridades deram fim à prática ilegal, proibindo o descarte e iniciando a limpeza da área para sua recuperação ambiental.

                                                    Hoje, Glass Beach, que passou por ação da natureza – o mar foi quebrando os vidros abandonados na areia, formando pedras de diferentes tamanhos, formatos e cores – é uma área de proteção ambiental aberta à visitação pública e vem se degradando graças aos turistas, que mesmo proibidos de recolher os pedaços de vidro que compõem a principal característica do local, ainda o fazem. As áreas protegidas da curiosa praia abrigam, ainda, muitas plantas nativas em perigo de extinção, assim como uma grande variedade de caranguejos e moluscos.

                                                    Foto: Reprodução

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                                                      Hoje é dia decisivo para os velejadores da classe RS:X. No último dia classificatório, a classe disputará Regata da Medalha no domingo, 14, e conta com Ricardo Winicki, o Bimba, e Patricia Freitas como representantes brasileiros da modalidade. Os atletas estão na e 8ª na 5ª posição, respectivamente.

                                                      Na Laser, Robert Scheidt conseguiu dois bons resultados nas regatas de quarta-feira, um 11º e um 2º lugar, mas os 23º e 27º lugares nas regatas de segunda e terça-feira devem pesar no resultado final do atleta que tenta sua sexta medalha olímpica. Scheidt é o 4º na classificação geral, mas precisa de resultados mais regulares para subir para a zona de medalhas na medal race que acontece na segunda-feira, dia 15. A brasileira da Laser Radial, Fernanda Decnop, ocupa a 23ª colocação geral.

                                                      Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da 470 feminina, passaram da 4ª para a 9ª colocação geral e também velejam hoje, assim como Henrique Haddad e Bruno Bethlem, da 470 Masculina, que ocupam a nada confortável 23ª posição.

                                                      Estreia do dia, a 49er traz Marco Grael e Gabriel Borges na disputa masculina e Martine Grael e Kahena Kunze, na feminina. Marco e Martine trazem a vela no DNA. Em Atlanta-1996, o pai deles, Torben Grael, conquistou o ouro na Star ao lado de Marcelo Ferreira; e o tio Lars Grael foi bronze na Tornado com Kiko Pelicano. Marco e Gabriel são estreantes nos Jogos Olímpicos, assim como as representantes femininas Martine e Kahena. Que os bons ventos soprem para o lado do Brasil!

                                                      Foto: Divulgação

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                                                        Para a realização da obra, um aqueduto foi levado a cabo e foram feitas calçadas nas laterais da estrada, para que nem mesmo os pedestres ficassem de fora. Hoje, as pessoas transitam pela construção, que tem três metros de profundidade. Por dia, cerca de 28 mil carros passam pelo local, enquanto os barcos podem navegar sobre a ponte.

                                                        Foto: Reprodução/Divulgação

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                                                          Um dos destaques do São Paulo Boat Show 2016 será o Williams Turbojet 385. Projetado para servir de embarcação de apoio em lanchas e veleiros acima de 60 pés, este barco inflável de Hypalon, feito na Inglaterra, tem acabamento de primeira e performance invejável, passando com facilidade dos 40 nós. Usa motor a gasolina quatro tempos de 100 hp e propulsão hidrojato, o que proporciona agilidade e segurança, além do fato de poder navegar em águas rasas.

                                                          O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, que, modernizado, terá 90 mil m2 de área total de exposição e mais de 4,5 mil vagas cobertas de estacionamento. O local ainda fica a 3 km do aeroporto de Congonhas e próximo do Rodoanel, o que viabiliza o transporte de barcos sem a necessidade de passar pelas vias da metrópole.

                                                          Os ingressos para a 19ª edição do São Paulo Boat Show já estão à venda, acesse o site do evento saopauloboatshow.com.br e garanta o seu. As novas lendas do mundo náutico aguardam por você.

                                                          Foto: Divulgação

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                                                            Por: Redação -

                                                            A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável de Palhoça e o Sebrae/SC realizarão o curso de Gestão Financeira para as empresas do setor náutico localizadas no município de Palhoça, abordando temas como planejamento financeiro, fluxo de caixa e planejamento de investimentos. Serão 20 horas presenciais mais duas horas de consultoria, de 15 a 26 de agosto, das 19h às 22h30, na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável. A inscrição é gratuita, com ficha disponível na internet, e conta com vagas limitadas. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (48) 3283-0169.

                                                            Foto: Fotolia

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