Visita ilustre em Ilhabela

Por: Redação -
03/07/2016

Baleias jubartes tornaram-se espectadoras privilegiadas da Regata Ilha de Toque-Toque, abertura da Semana de Vela de Ilhabela para a classe C30 neste domingo (3). O barco Katana Portobello, de Florianópolis, venceu a prova de percurso que começou com vento fraco, de quadrante nordeste, em torno de cinco nós. No início da tarde o vento rondou para sul e a intensidade chegou a oito nós. O diretor de Meio Ambiente do Yacht Club de Ilhabela (YCI), Júlio Cardoso registrou o salto de uma das baleias.

A disputa pela primeira colocação foi acirrada entre o Katana Portobello (César Gomes) e a tripulação paulista do Caiçara (Marcos Cesar). A mesma situação prevaleceu entre o atual campeão brasileiro e da Semana de Vela, Loyal (Marcelo Massa), e Zeus Sailing Team (Inácio Andersen) na briga pelo terceiro lugar. Em seguida, +Realizado, Kaikias, Barracuda e Caballo Loco cruzaram a linha de chegada, respectivamente. A regata desta segunda-feira (4) também será válida pelo Grand Prix de C30.

“Fomos agraciados com a presença das baleias junto à Ilha de Toque-Toque, enquanto travávamos disputa acirrada com o Katana pela liderança da regata”, comentou o comandante do Caiçara, Marcos César. Para o timoneiro do Caballo Loco, as jubartes tornaram-se a principal atração do dia. “Na ida para Toque-Toque optamos por velejar no meio do canal e ficamos para trás. Não conseguimos nos recuperar, mas em compensação fomos contemplados com o espetáculo proporcionado por três baleias à nossa frente”, relatou Mauro Dottori.

Disputam Semana de Vela, Grand Prix e Campeonato Brasileiro: Caballo Loco (Mauro Dottori), Caiçara (Marcos de Oliveira César), Loyal (Marcelo Massa), Kaikias (Felipe Echenique), Barracuda (Humberto Diniz) e +Realizado (José Luiz Apud), todos de São Paulo, além dos dois barcos de Florianópolis: Zeus (Inácio Vandersen), campeão em 2014, e Katana (Cesar Gomes). O Loyal defende os títulos, Brasileiro e da Semana de Vela, ambos conquistados em 2015, enquanto o Caiçara é o atual campeão do Circuito Ilhabela. Nesta segunda-feira (4) haverá regata especial para convidados a bordo.

Foto: Marcos Méndez / SailStation

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    Na frente

    Por: Redação -

    A 43ª Semana de Vela de Ilhabela teve início neste domingo (3) com 135 barcos inscritos e com a realização de três regatas de longo percurso, uma tradição do maior evento de vela oceânica da América Latina. O Canal de São Sebastião amanheceu encoberto pela névoa do mar e sem vento. Mas o sol e uma brisa de 6 nós logo apareceram para marcar a estreia da competição em 2016. Às 10h35, o veleiro Cisne Branco deu a largada para as provas. Os vencedores da Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil (80 quilômetros) só serão conhecidos hoje. Já nas provas de menor distância, os ganhadores foram Phoenix (André Fonseca) na Ilha de Toque-Toque por Boreste (45 quilômetros) e Ginga (Breno Chvaicer) na Renato Frankenthal (35 quilômetros).  Os resultados completos ficarão disponíveis no site oficial do evento: svilhabela.com.br/2016/resultados.

    André ‘Bochecha’ Fonseca, atleta de três olimpíadas e três edições da Volta ao Mundo, levou seu HPE 30 à vitória na Ilha de Toque-Toque por Boreste, que reuniu veleiros das categorias C 30, HPE 30, Mini, Bico de Proa, Clássicos e BRA-RGS C. ”A gente conseguiu pegar vento do início ao fim, que apenas ficou fraco no contorno à ilha. Terminamos em primeiro logo no começo do campeonato e isso é bom”, conta Bochecha, que fez três campanhas olímpicas em Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008.

    Já a regata Renato Frankenthal, dedicada aos HPE 25, foi vencida novamente pelo Ginga, que mantém o troféu transitório da prova. A tripulação de Breno Chvaicer é uma espécie de Real Madrid ou Barcelona da vela, terminando em primeiro lugar os principais campeonatos na classe HPE. ”O segredo para o sucesso é treinamento. Estamos contentes por ficar com a vitória mais uma vez, principalmente pela regata ter sido bastante complicada com ventos fracos e rondados”, diz Breno Chvaicer.

    Entre os dois J70 que também fizeram a Renato Frankenthal, o primeiro lugar ficou com o Tô Nessa (Renato Cunha). A categoria que substitui a J24 no mercado náutico terá, ao todo, cinco veleiros nas regatas programadas para a Semana de Vela de Ilhabela.

    A regata mais longa da competição é Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, que passa a madrugada em atividade. Os barcos das classes ORC, IRC, BRA-RGS A e B e RGS SILVER sofreram com a falta de vento, principalmente após contornar a Ilha da Sapata. Na largada, os veleiros saíram com vento de popa e corrente a favor. Na volta o vento diminuiu muito – quase parando em alguns pontos – e a situação se inverteu com vento contra e corrente também. Esse fenômeno limita a velocidade dos veleiros.

    Nesta segunda-feira (4), os barcos das classes HPE30 e C30 aproveitam o dia de descanso da Semana de Vela de Ilhabela e voltam à água para o Grand Prix dos 30 pés. O desafio é uma das atrações paralelas do evento, com regatas programadas até terça-feira, valendo para um campeonato à parte. O objetivo é colocar em prática habilidade, investimento e entrosamento das tripulações num evento de nível internacional.

    De segunda (4) à sábado (9), mais de 100 regatas estão programadas para o Canal de Ilhabela, começando pelo torneio por equipes e o Grand Prix dos 30 pés na segunda-feira (2). Durante o período também será definido os vencedores dos campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC.

    Em paralelo com o evento esportivo também acontece, diariamente, uma programação cultural completa com shows musicais, espetáculos culturais, palestras e gastronomia no centro histórico da ilha. No sábado (9), haverá o tradicional desfile das embarcações com a presença do Navio Veleiro “Cisne Branco”, embarcação utilizada no treinamento de formação nas Forças Armadas, a partir das 10h. No mesmo dia, à noite, será realiza a premiação dos campeões.
    Foto: Fred Hoffman/Fotop

     

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      C30 na ilha

      Por: Redação -
      02/07/2016

      Os próximos dias serão os mais intensos da temporada para a C30 e sua expressiva flotilha de oito embarcações, para uma classe one-design, formada por paulistas e catarinenses. Este domingo (3) marca a abertura da 43ª Semana de Vela de Ilhabela com a regata Ilha de Toque-Toque por Boreste para os barcos de 30 pés. As provas seguem até 9 de julho, válidas também pelo Grand Prix C30, até o dia 5, e pelo Campeonato Brasileiro da classe até 8 de julho.

      Os barcos paulistas têm travado disputa equilibradíssima no Circuito Ilhabela, o que mantém perspectivas de emoção do início ao fim das três competições simultâneas. “Chegamos à Semana de Vela com a tripulação bem entrosada. Devemos ter condições bem variadas, mas com predomínio de ventos fracos e médios que exigirão mais desempenho, taticamente. O +Realizado se comporta bem nesta situação, mas se considerarmos a competitividade da classe C30, precisamos manter concentração redobrada para brigarmos pelo pódio”, afirma o trimmer (regulador) da vela balão do +Realizado, Ricardo Apud.

      O +Realizado é o vice-líder do circuito de 2016 (Copa Suzuki) com 20 pontos perdidos, após duas etapas, mesma pontuação do líder Caballo Loco, do comandante Mauro Dottori. “O principal fator da C30 é a possibilidade de vitória aberta a todas as tripulações, o que mantém a motivação sempre elevada para se velejar. É delicioso você competir na classe em que as regatas são decididas em cima da linha de chegada e os campeonatos, por apenas um ou dois pontos”, enfatiza Dottori.

      Disputam Semana de Vela, Grand Prix e Campeonato Brasileiro: Caballo Loco (Mauro Dottori), Caiçara (Marcos de Oliveira César), Loyal (Marcelo Massa), Kaikias (Felipe Echenique), Barracuda (Humberto Diniz) e +Realizado (José Luiz Apud), todos de São Paulo, além dos dois barcos de Florianópolis: Zeus (Inácio Vandersen), campeão em 2014, e Katana (Cesar Gomes). O Loyal defende os títulos, Brasileiro e da Semana de Vela, ambos conquistados em 2015, enquanto o Caiçara é o atual campeão do Circuito Ilhabela. Na segunda-feira (4) haverá regata especial para convidados a bordo.

      Foto: Marcos Méndez/SailStation

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        43ª edição

        Por: Redação -
        01/07/2016

        As regatas da 43ª Semana de Vela de Ilhabela começam neste domingo, 3, no litoral norte de São Paulo. Serão 13 classes de barcos disputando mais de 100 regatas, que fazem do evento o maior da modalidade na América Latina. O clima de Olimpíada dará o tom da competição neste ano com as presenças de pelo menos dois atletas que disputarão no mês que vem a Rio 2016: Samuel Albrecht – representante da NACRA – e Jorge Zarif – velejador de Finn. Além dos velejadores, outros profissionais estarão envolvidos com Semana de Vela de Ilhabela e olimpíada, como os árbitros Nelson Ilha, Cuca Sodré, Fábio Bocchiareli e Cláudio Buckup.

        ”Será a minha oportunidade de descansar um pouco e mentalizar a Rio 2016. Nesse período vou dar uma pausa nos treinamentos de NACRA com a Isabel Swan para depois voltar com tudo para os últimos treinos antes da olimpíada lá no Rio de Janeiro”, contou Samuel Albrecht, comandante do Crioula, que mede nas classes ORC e Soto40.

        A regata que abre a Semana de Vela de Ilhabela será a Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil. A prova, com largada prevista para 10h, tem ao todo 55 milhas – quase 100 quilômetros. ”Esperamos uma regata muito interessante levando em conta a dificuldade do percurso e a força das tripulações em seus barcos, disse Cuca Sodré, organizador do evento.

        Os barcos das classes ORC, IRC, BRA-RGS A e B e RGS SILVER farão a Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, no domingo, 3. No mesmo dia, a Semana de Vela de Ilhabela promove a Regata Ilha de Toque-Toque por Boreste para C-30, HPE 30, Mini, Bico de Proa, Clássicos e BRA-RGS C. Para os HPE25 e J70 será disputada a Regata Renato Frankenthal.

        Ilhabela está pronta para o evento! Em toda a ilha, os turistas e a comunidade local são impactados pela Semana de Vela, competição que atrai um número expressivo de turistas nas férias de julho. As pousadas, restaurantes e o comércio estão preparados para receber o campeonato. “Será uma grande Semana de Vela, com as competições dos monotipos, onde tudo começa; as acirradas regatas de vela oceânica, com a organização do Yacht Clube Ilhabela, e ainda uma vasta programação cultural nas noites da Vila. Será um grande evento, à altura da Capital Nacional da Vela e que envolverá nossos moradores e os turistas que nos visitam”, destacou o prefeito de Ilhabela, Toninho Colucci.

        A Vila de Ilhabela vai receber nas férias de julho uma programação cultural completa em paralelo com o evento esportivo. Nesta sexta-feira, 1º ocorre a abertura oficial, a partir das 17h. No sábado, 2, destaque para o show dos Paralamas do Sucesso. Outros shows musicais, espetáculos culturais, palestras e gastronomia na Vila terão vez diariamente no centro histórico da ilha.

        Na sexta-feira, 8, a organização reeditará a festa com premiação na Marina Porto Ilhabela (Av. Almirante Tamandaré, 304), a partir das 20h. No sábado, 9, haverá o desfile das embarcações com a presença do navio-veleiro Cisne Branco, da Marinha do Brasil, a partir das 10h. A premiação dos campeões será à noite.

        Foto: Aline Bassi

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          Reforçando a competição

          Por: Redação -

          O Yacht Club Paulista (YCP), um dos mais tradicionais da Represa Guarapiranga, levará experientes velejadores à 43ª Semana de Vela de Ilhabela entre 3 e 9 de julho. O barco L200 Triton correrá na classe HPE 25 com tripulação do YCP Sailing Team, que ainda estará representado na Star por Maurício Bueno e pelo atleta olímpico Jorginho Zarif, em campanha de Finn para os Jogos Rio 2016.

          O L200 Triton faz parte da flotilha Gil Souza Ramos, do YCP Sailing Team. Em Ilhabela, o barco habitualmente comandado por Maurício Bueno na Copa YCP, terá no leme, Frederico Hackerott, presidente do Conselho do YCP, ao lado de Beto Hackerott, Matheus Biekarck e Pedro Quezada, acostumados às regatas de Snipe e Lightning. O campeão brasileiro de Laser Radial, João Hackerott e Luiz Eduardo D’Almeida, ambos do YCP, estarão no HPE 25 Takra.

          André Fonseca, o Bochecha, participará no comando do YCP Sailing Team Pajero, líder da Copa YCP na HPE 25. O velejador olímpico é o único brasileiro com três regatas Volta ao Mundo no currículo. A ideia de fortalecimento da vela é defendida também pelo comodoro José Francisco Agostini Roxo. “Apoiamos a vela incondicionalmente através das relações com clubes, Fevesp e CBVela. Nossa ampla estrutura está à disposição para campeonatos e treinamentos. Possuímos dois hangares que em breve serão reformados para atender às necessidades de campeonatos internacionais”, revela o comodoro, que estará a bordo do For Sale para competir na RGS durante a Semana de Vela.

          Em preparação para os Jogos Rio 2016, Jorginho Zarif dará uma breve trégua aos treinos intensos de Finn no Rio de Janeiro para correr na classe Star em Ilhabela ao lado de Arthur Lopes (Tutu), com quem venceu a Regata dos Campeões em junho na Guarapiranga pelo inédito Classic Sailing Festival do Yacht Club Paulista. O medalhista olímpico e tetra mundial de Star, Bruno Prada, também do YCP Sailing Team, foi o campeão da classe na Semana de Vela de Ilhabela em 2013, ao lado de Robert Scheidt.

          O comandante “interino” do Triton L200, Frederico Hackerott, levará à raia de Ilhabela a longa experiência iniciada na vela em 1964, no próprio YCP. “Meu pai comprou para mim um Snipe quando eu tinha apenas 14 anos. Apaixonei-me pelo esporte e nunca mais parei. Muitos campeões marcam a trajetória do YCP durante estes 85 anos de existência: Joerg Bruder, Dino Pascolato, Eduardo Souza Ramos, Guga Zarif, Bruno Prada e Jorginho Zarif, entre outros. Hoje, felizmente, vivemos movimento de resgate da vela como esporte prioritário para o clube. Recentemente experimentei o HPE 25 e me surpreendi com a competitividade do barco nas condições da represa. Agora o desafio será no mar”, aguarda o comandante Fred.

          Foto: Luhan Grolla

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            Cisne Branco

            Por: Redação -

            O navio-veleiro Cisne Branco, da Marinha do Brasil, já está no litoral norte de São Paulo e permanecerá na região durante a Semana de Vela de Ilhabela. A embarcação atracará no porto de São Sebastião no sábado, dia 2, e será aberta à visitação no próximo dia 7, das 14h às 17h. A entrada será gratuita e exige a apresentação de documento de identificação com foto e acompanhamento de pais ou responsáveis, no caso de menores de idade.

            Com 76 metros de comprimento e 31 velas, o Cisne Branco foi construído em Amsterdã, na Holanda, para a comemoração dos 500 anos do Brasil. A embarcação representa a Marinha em grandes eventos náuticos e contribui na formação de marinheiros. Apesar de ter sistema de tecnologia avançada, o modelo faz as manobras de convés e vela exatamente como ocorriam no século 19.

            Foto: Reprodução

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              Com energia

              Por: Redação -

              Com o objetivo de oferecer o mais completo serviço de pós-venda aos seus clientes, a empresa paulista Navetron — que distribui, no Brasil, equipamentos náuticos de ponta de 48 marcas multinacionais — iniciou um programa de treinamento e certificação de sua rede autorizada para serviços de instalação e manutenção, tanto preventiva quanto corretiva, de geradores marítimos da Kohler Power Systems. Uma das líderes deste segmento no mundo, a Kohler integra, desde fevereiro, o portifólio da Navetron, e seus produtos foram apresentados no Rio Boat Show 2016.

              A primeira etapa do treinamento foi ministrada esta semana por Frank Formas, gerente global de serviços de campo da divisão marítima da Kohler, que veio especialmente dos Estados Unidos para acompanhar o curso. “É um projeto de longo prazo que compreende não só a venda mas, também, uma gama de serviços para o cliente ficar sempre bem atendido”, explica Thiago Menezes, diretor de engenharia da Navetron, que também ministrou o curso para os brasileiros, ao lado de Frank, na planta da Kohler-Maquigeral, em São Paulo.

              Inicialmente, a Navetron vai formar 15 dealers de sua rede no país, que, assim, estarão capacitados para fazer diagnósticos e serviços em geral nos produtos Kohler. “Nossa ideia é expandir este programa ao máximo, para termos a melhor cobertura possível no território nacional”, reforça Menezes. “O proprietário de um gerador da marca poderá ter a certeza de que vai contar com o melhor serviço de pós-venda do mercado”, assegura Augusto Forcione, diretor de marketing e vendas da Navetron. “Além do treinamento de serviço, estamos fazendo um grande investimento em peças de reposição, estrategicamente localizadas no Brasil”, ressalta Forcione.

              Além da presença de Frank Formas, Menezes e Forcione, esta primeira parte do curso de treinamento contou com a participação de Roberto Skuplik, gerente de área para América Latina e Caribe da Kohler, e de Elson Paixão, gerente comercial da Navetron. “Esta parceria com a Kohler é um divisor de águas para nós, da Navetron, pois a Kohler é uma marca que faltava no nosso portifólio. Agora, vamos nos preparar para atender todo o litoral brasileiro, 24 horas por dia, sete dias por semana e 365 dias por ano, inclusive no verão, sem interrupções”, destaca Paixão.

              Na foto em destaque, da esquerda para a direita, Frank Formas, Roberto Skuplik, Augusto Forcione, Thiago Menezes e Elson Paixão.

              Foto: Tarcísio Alves

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                Uma ou duas âncoras?

                Por: Redação -

                Âncoras são um dos principais temas nas rodinhas de conversas entre donos de barcos. O motivo é fácil de entender: elas são o mais importante equipamento para garantir uma ancoragem bem-sucedida, que é o início de qualquer agradável passeio náutico e estada na água. E, também, são indispensáveis por conta da segurança a bordo, porque, se o motor pifar, somente sua resistência evitará que o barco seja arrastado pelo vento ou correnteza.

                Não há como abrir mão de uma âncora a bordo, que, além de obrigatória (a Marinha exige apenas uma com, no mínimo, 20 metros de cabo ou amarra, para barcos de médio porte, ou seja, acima de 5 metros de comprimento, tanto em navegação interior quanto costeira), deve ser leve, fácil de guardar e eficiente. Mas há donos de barcos mais precavidos (e com espaço suficiente nos paióis) que não saem da marina sem levar, no mínimo, duas âncoras a bordo. Contudo, apesar de obstinados em oferecer um passeio, acima de tudo, seguro, muitos navegadores experientes — e, principalmente, os que não tem tanta intimidade assim com o assunto — não sabem a resposta da pergunta a seguir. É permitido (e aconselhável) o uso de duas âncoras simultâneas, uma na proa e outra na popa, durante ancoragens em enseadas e praias, a fim de evitar o giro natural do barco causado pelos ventos e pela correnteza?

                A edição do mês de NÁUTICA, que está nas bancas de todo o Brasil e, também, na loja online traz a resposta para você. Não perca!

                Foto: Otto Aquino

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                  UberBoat

                  Por: Redação -

                  A empresa Uber começou a oferecer o UberBoat em diversos lugares de Istambul, na Turquia. Com o serviço, no lugar do carro, você pode chamar um barco e viajar pela água. O trajeto aquático é feito por Bósforo, um curso que liga os continentes asiático e europeu na Turquia, e a viagem tem valor fixo de US$ 19 (cerca de R$ 60) no percurso entre os pontos da cidade.

                  O Uber firmou parceria com a companhia local de barcos Navette-Tezman Holding para que os passageiros tenham acesso a barcos Beneteau, que podem carregar entre seis e oito pessoas de uma vez só. No entanto, o serviço ainda precisará competir com os concorrentes locais, e informações indicam que o valor cobrado ainda é mais caro que barcos públicos, que passam por até 20 rotas e custam menos de US$ 1.

                  Foto: Reprodução

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                    Mundial de Freeride

                    Por: Redação -

                    O surf é o trunfo que o catarinense André Martins conta para garantir boa performance no 15º Jet Waves World Championship. O piloto de Tubarão participará das disputas, que também serão válidas pela quarta etapa do Circuito Mundial, de 15 a 17 de julho, na praia Stella Maris.

                    “Meu diferencial sempre foi o surf e me considero entre os melhores surfistas de jet do mundo e espero explorar esse aspecto favorável. O regulamento determina 50% da nota para o surf e outros 50% para as manobras aérea, mas na realidade o surf foi sempre uma dificuldade para a maioria dos pilotos e o público fica mais impressionado com os saltos.  Nessa disputa em Salvador acredito que o surf será mais importante, pois os saltos estão cada dia mais semelhantes entre os pilotos”, prevê o catarinense, que participou da competição em 1999, 2006 e 2012 e sua melhor colocação foi o nono lugar.

                    Será a primeira vez que Martins competirá em Salvador e não conhece as condições de mar da praia Stella Maris. Explicou que as ondas sempre são diferentes, entretanto, com um curto período de observações e treinos, já será possível saber como as ondas quebram. “Uma boa conversa com surfistas locais também ajudam muito”, acrescentou.

                    A programação do 15º Jet Waves World Championship terá início no dia 15 com inscrições e treinos livres no período das 8 às 11h30. Das 10h30 às 12h30 haverá treinos livres. Às 14 horas, acontecerá a reunião com os pilotos. Às 14h15 haverá a solenidade de abertura. Às 14h30 começa a pré classificatória e às 16 horas será realizada a segunda pré classificatória No dia 16 a movimentação tem início às 9h30 com a reunião dos pilotos. Às 10 horas está prevista a classificatória com chave de 20 pilotos e às 11h30 a última chance. Às 14 horas começarão as disputas das oitavas de finais. Às 15h30 está programado o Best Jump. No dia 17 às 10 horas tem início às oitavas de final, às 14 horas, as quartas de final, às 15 horas, a semifinal.  Às 15h30 será realizada a disputa do terceiro lugar e às 15h45, a decisão do título e às 16 horas, haverá a entrega de prêmios.

                    Foto: Mauricio Brandão

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                      Quinta Essentia

                      Por: Redação -

                      O estaleiro italiano Admiral Yachts já fabricou nada menos que 139 embarcações de luxo – é uma referência no domínio de iates super luxuosos – e seu mais recente modelo é o Quinta Essentia. Combinando novas tecnologias de navegação, conforto e sustentabilidade nos seus 55 metros de comprimento, este iate possui interior desenhado por Michela Reverberi, podendo acomodar 12 hóspedes em seis camarotes, incluindo uma suíte master, além de 13 membros da tripulação.

                      Concebido para ser menos poluente, o modelo construído em alumínio está equipado com um sistema de propulsão convencional combinado com um sistema de propulsão híbrido. Há, também, quatro motores que estão ligados aos geradores com velocidade variável, permitindo que o iate navegue a uma velocidade máxima de 24 nós.

                      Foto: Divulgação

                       

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                        Por: Redação -

                        A 43ª Semana de Vela de Ilhabela reunirá no litoral norte paulista barcos de 13 classes diferentes, de 1º a 9 de julho. Entre as mais de 100 regatas programadas para o período estão confirmados, em paralelo com o evento, os campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC, além do torneio por equipes e o Grand Prix dos 30 pés. A regata que abre a competição no dia 3 de julho será a Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil. A prova, com largada prevista para 10h, tem ao todo 55 milhas – quase 100 quilômetros. As duas classes, que usam regra de rating – precisa de uma fórmula para definir os resultados – estão inscritas nessa prova de abertura e nas demais.

                        Explicando tecnicamente, a IRC simplifica as regras usando apenas um coeficiente de rating constante, o TCC, que não varia em função da distância ou intensidade de vento da regata. Ou seja: em cada contorno de boia é possível estimar a sua colocação. ”A ABVO (Associação Brasileira de Veleiros de Oceano) recomenda a participação de tripulações cujo investimento no esporte seja de tempo de treinamento ou mesmo recursos técnicos esteja num padrão amador, tal qual nós do Saravah. Para aqueles cujo investimento esta em um padrão profissional ou semi, fica sugerido a regra ORC. São mudanças importantes que permitem uma disputa entre iguais em ambos os níveis. Tenho certeza que esta estratégia ira incrementar a vela de oceano, principalmente dentre os comandantes de Cruiser Racers, que muitas vezes acabam por abandonar as raias por não conseguir competir com orçamentos profissionais e patrocinados”, disse Pierre Joullie, representante nacional da IRC e velejador do Saravah.

                        A ORC tem um cálculo matemático maior, mas prevê diversos tipos de rating, do menos ao mais sofisticado. Em 2016, a organização confirmou a realização do XVIII Campeonato Sul-Americano da categoria. O evento é composto por duas etapas: a primeira foi o Circuito Atlântico Sul Rolex Cup e o último será a Semana de Vela de Ilhabela. Barcos da Argentina, Chile e Uruguai estão confirmados.

                        Entre as equipes, estarão nomes como Jorge Zarif e Samuel Albrecht, representantes da vela brasileira na Rio 2016, o medalhista olímpico Lars Grael e o campeão pan-americano Maurício Santa Cruz, além de outros velejadores misturados entre os profissionais e os amadores. O evento ainda contará com barcos da Argentina, do Chile e do Uruguai, caso do Cristabella, campeão da ORC no ano passado.

                        Outra novidade será o Torneio por Equipes, que é uma regata montada da seguinte forma: clubes, associações ou times da mesma região se juntam e formam os grupos e disputam todas as provas da semana de vela. Quem somar menos pontos no final vence. São com quatro embarcações para cada nas classes RGS, IRC ou ORC. O vencedor fica com o troféu transitório Pen Duick II. Já o Grand Prix dos 30 pés será disputado na segunda-feira (4) e terça-feira (5) entre os veleiros das classes HPE30 e C30. As regatas valem para um campeonato a parte entre os barcos da Semana de Vela de Ilhabela.

                        Foto: Aline Bassi

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                          Desenvolvida no Brasil

                          Por: Redação -
                          30/06/2016

                          Reconhecida mundialmente pela qualidade de suas lanchas e iates, a italiana Azimut Yachts vende seus barcos em 70 países ao redor do planeta. Com cinco fábricas na Itália e uma no Brasil (a única fora da Europa) — instalada numa moderna planta em Itajaí, Santa Catarina, de onde já saíram mais de 100 barcos em seis anos de existência — é, atualmente, o único estaleiro nacional com a certificação ISO 9001, um conjunto de normas de padronização na produção dos barcos.

                          A Azimut 56 foi desenvolvida no Brasil a partir da Azimut 50 importada, ícone da coleção Flybridge de lanchas do grupo. Assim, a nova 56 pés manteve a boca da irmã menor, porém teve o comprimento do casco aumentado, na área do cockpit na popa e no flybridge. Além disso, a propulsão e os lemes foram deslocados para a extremidade da popa — o que é outro bom apelo para uma lancha já recheada de virtudes. Como resultado, a nova Azimut apresenta características bastante atraentes, preservando desempenho e agilidade.

                          A NÁUTICA testou a nova Azimut 56 e você pode conferir tudo sobre o modelo na edição do mês de junho, que está nas bancas de todo o país e, também, na loja online.

                          Foto: Alberto Sodré

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                            Clássica esportiva

                            O estaleiro italiano Riva apresentou nesta semana, na Itália, a mais recente integrante de sua família de clássicos. A Rivamare mede 11,88 metros e pode ultrapassar os 40 nós equipada com motorização Volvo Penta D6 400, segundo a marca. O modelo conta com acomodações para o proprietário na ampla cabine, que vem com banheiro. Um de seus destaques é a plataforma dobrável, além do design moderno e elegante.

                            Foto: Divulgação

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                              43ª edição

                              Por: Redação -

                              A equipe do Itajaí Sailing Team – time de vela que representa a cidade em competições oficiais – tem a meta de ficar entre os primeiros colocados da 43ª edição da Semana de Vela de Ilhabela, maior desafio do time em 2016, entre os dias 1º e 9 de julho. A equipe itajaiense vai disputar o campeonato na classe IRC. A equipe terá nomes importantes no cenário da modalidade como Marcelo Gusmão Reitz, sob o comando técnico de André ‘Bochecha’ Fonseca, que disputou a última edição da Volvo Ocean Race como único tripulante brasileiro.

                              A competição deve reunir 150 barcos de 13 classes diferentes no litoral norte paulista. A regata é a consagração da vela brasileira de oceano, mas a sua fórmula fundamental é colocar em um mesmo evento desde a elite da vela até os competidores de fim de semana, permitindo que ídolos e fãs participem juntos, divirtam-se e troquem experiências. A Semana de Vela de Ilhabela também estará abrigando o 3ª Campeonato Brasileiro da Categoria IRC.

                              De acordo com Alexandre dos Santos, idealizador do projeto Itajaí Sailing Team, a expectativa é chegar ao final da semana entre os melhores do Brasil. “Sabemos que lá estarão alguns velejadores de categoria olímpica, mas o time itajaiense vem treinando desde o começo do ano para alcançar um bom resultado”, destaca Alexandre.

                              Desde que adquiriu um veleiro modelo Soto 40, considerado um dos mais rápidos da classe Oceano, o time está participando de competições em nível nacional na categoria IRC. A categoria é uma regra de classificação que permite que diferentes projetos de barcos de oceano possam participar da mesma regata. O “rating” de cada barco é calculado levando-se em conta as medidas do barco, seu comprimento, peso, calado e área de vela.

                              O corretor de tempo resultante, o chamado “TCC”, é o handicap do barco. Depois da regata, o tempo real decorrido para completar o percurso de cada veleiro é multiplicado pelo seu TCC, resultando no tempo corrigido. O barco com o menor tempo corrigido é o vencedor da regata.

                              Foto: Divulgação

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                                Novidades em motores

                                Por: Redação -

                                A BRP anunciou nesta semana o lançamento da próxima geração de modelos G2 Evinrude E-TEC: G2 150, 150 HO, 175 e 200. Combinando performance, design inteligente e tecnologia, o novos motores Evinrude poderão fornecer até 30% mais torque, até 15% melhor eficiência de combustível, e até 75% menos emissões em comparação com os principais motores de popa de quatro tempos. Os novos modelos contam, ainda, com aparência diferenciada, personalizável, que permite aos consumidores a combinação direta com o barco.

                                “A tecnologia G2 E-TEC, da Evinrude, agora é o ponto de referência para motores fora de bordo”, disse Alain Villemure, vice-presidente e gerente geral da divisão de sistemas de propulsão marinha da BRP. “Ao expandir esta premiada linha de produtos, os consumidores podem se beneficiar ainda mais do desempenho de Evinrude E-TEC G2”.

                                Disponível com direção assistida integrada e i-Trim, os modelos G2 proporcionam manipulação confiante e desempenho ideal em qualquer velocidade e condição de mar. A linha de produtos G2 E-TEC possui garantia de cinco anos. Juntamente com este lançamento, a marca anunciou seu novo painel virtual, que oferece controle direto do motor de dispositivo móvel – o Evinrude E-Link. O sistema transmite dados importantes do motor G2 E-TEC através de uma rede NMEA 2000 via Wi-Fi a qualquer dispositivo iOS ou Android.

                                Evinrude E-Link espelha os dados mostrados na tela do motor, dando aos usuários acesso fácil a informações como RPM do motor, fluxo de combustível, nível de óleo, além de outras funcionalidades, como registros de viagem, etc. “Evinrude E-Link torna a gestão dos motores Evinrude E-TEC G2 ainda mais fácil. Agora, os navegadores podem ter toda a informação que necessitam na palma da sua mão”, disse Villemure.

                                A Evinrude também expandiu a linha de produtos 2017 com dois modelos 60 H.O. disponíveis em configurações de 20 e 25 polegadas. Estes modelos oferecem aos consumidores o melhor desempenho da faixa de 60 cavalos de potência e são um ajuste perfeito para as aplicações em que se deseja desempenho adicional. Os motores de popa Evinrude E-TEC 60 H.O. vêm com garantia de três anos ou 300 horas sem manutenção programada.

                                Foto: Divulgação

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                                    Por: Redação -

                                    Dentro do propósito de fomentar as atividades náuticas não somente no mar, mas também em rios, lagos e represas, representantes da Associação Náutica (Acatmar) esteve em Brasília esta semana, onde estabeleceu diversos contatos para desenvolver o setor, diretamente ligado na região ao lago Paranoá.

                                    A agenda contou com palestra de Leandro ‘Mané’ Ferrari, presidente da entidade, à diretoria do Iate Clube local sobre o projeto Marina Legal, que tem histórico de regularização de diversas estruturas náuticas.

                                    Além disso, a entidade participou no Ministério do Turismo, do júri nacional do programa Bandeira Azul, analisando as  praias e marinas cadastradas que receberão a certificação neste ano.
                                    Dentre os analisados esta o Iate Clube Veleiros da Ilha, que poderá ser o primeiro Clube/Marina do Sul do país a adquirir o reconhecimento.

                                    “Também estamos estudando a criação de um grupo de trabalho no Distrito Federal para auxiliar na legalização de marinas e outras ferramentas para a atividade náutica. Os problemas são muito parecidos com o que temos no sul do país”, afirma Ferrari, avaliando também a criação de uma regional da Acatmar em Brasília. “A entidade está com uma capilaridade cada vez maior no país em busca do desenvolvimento do setor”, finaliza.

                                    Foto: Divulgação

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                                      No Paraná

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                                      Evolução da Triton 350 HT, a nova 36 pés tem 11,20 metros de comprimento e vem com hardtop, proporcionando mais conforto, tanto em dias de sol forte quanto em dias frios ou chuvosos. Com capacidade para 12 pessoas em passeios diurnos e quatro em pernoite, a Triton 360 HT pode ser equipada com um ou dois motores de 220 hp a 380 hp, gasolina ou diesel.

                                      Já a Triton 330, tem 10,35 metros, vem com solário na proa e cabine para acomodar até quatro pessoas em pernoite, em camas de casal à meia-nau e na proa. Vem com um ou dois motores, a diesel ou gasolina. Hoje, a marca conta com 14 modelos, de 20 a 50 pés.

                                      Foto: Divulgação

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                                        Pensando na natureza

                                        As estudantes Miranda Wang e Jeanny Yao desenvolveram um protótipo de bactéria capaz de transformar plástico em CO2 e água. A tecnologia, que está sendo utilizada para limpar as praias e para produzir matéria-prima para confecção de tecidos, é composta por duas partes. Primeiro o plástico é dissolvido e depois as enzimas de catalização quebram os componentes em pedaços mais maleáveis. Esses componentes são colocados em uma estação biodigestora, em que tudo será compostado. O processo leva, no máximo, 24 horas para acontecer.

                                        As jovens, que vêm trabalhado na ideia desde os tempos de colégio, já estão vendo os resultados de seus esforços: duas patentes, uma empresa e cerca de U$ 400 mil dólares de investimento inicial. Ganhadora de cinco prêmios, a dupla ficou famosa por ser a mais jovem a ganhar o prêmio Perlman de ciência. “É praticamente impossível fazer com que as pessoas parem de usar plástico. Nós precisamos de tecnologia capaz de quebrar o material. Tudo deveria ser biodegradável”, disse Wang.

                                        Foto: Reprodução

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                                          Semana de Vela

                                          Por: Redação -

                                          A experiente tripulação do Zeus é uma das confirmadas para participar da classe C30 na 43ª Semana de Vela de Ilhabela. O barco catarinense de casco azul-marinho foi o campeão da classe em 2014 e terceiro colocado na última edição, candidatando-se como um dos favoritos ao evento do Yacht Club de Ilhabela nesta temporada, válido também pelo Campeonato Brasileiro de C30, entre 3 e 8 de julho.

                                          Enquanto os barcos de São Paulo têm aproveitado o Circuito Ilhabela de Oceano no aprimoramento técnico de seus velejadores, o Zeus tem disputado regatas com frequência em Florianópolis. “Treinamos muito nos últimos finais de semana competindo em Jurerê”, afirma Felipe Linhares, o Fipa, tático e timoneiro do Zeus. “Ao mesmo tempo em que respeitamos as demais tripulações, estamos cientes da nossa capacidade, principalmente após os resultados obtidos em 2014 e 2015”.

                                          A classificação do Circuito Ilhabela após duas das quatro etapas de 2016 comprova o equilíbrio na C30. Apenas um ponto separa os três primeiros colocados: o líder Caballo Loco soma 20 pontos perdidos, assim como o vice, +Realizado, contra 21 do Caiçara. “A classe está realmente evoluindo em relação às tripulações. Os barcos são os mesmos, mas aumentou a capacidade técnica dos velejadores. As regatas neste ano estarão ainda mais disputadas”, prevê Fipa.

                                          O velejador catarinense espera viver também, uma semana repleta de confraternização fora da água. “A Semana de Vela de Ilhabela é a competição ideal para velejarmos e revermos os amigos. É um período muito gratificante para todos nós”, considera Fipa, que há mais de dez anos participa do evento praticamente com a mesma tripulação. O atual Zeus, da classe C30, correrá pelo terceiro ano.

                                          Outro barco de Florianópolis, Katana, disputará o Campeonato Brasileiro de C30 e a Semana de Vela de Ilhabela com uma equipe mesclada por norte-americanos e catarinenses. O comandante César Gomes Neto, recém-chegado de Miami, onde residiu nos últimos nove anos, veio ao Brasil em meados de 2015 e disputou a Semana de Ilhabela como tático do Zeus, do Iate Clube de Santa Catarina, chegando em terceiro lugar na C30.

                                          Entre mais de 100 inscritos, a flotilha da C30 estará composta por oito embarcações, número expressivo para uma classe one-design: Caballo Loco (Mauro Dottori), Caiçara (Marcos de Oliveira César), Loyal (Marcelo Massa), Kaikias (Felipe Echenique), Barracuda (Humberto Diniz) e +Realizado (José Luiz Apud), todos de São Paulo, além dos dois barcos de Florianópolis: Zeus (Inácio Vandersen) e Katana (Cesar Gomes). O Loyal defende os títulos Brasileiro e da Semana de Vela, ambos conquistados em 2015.

                                          Foto: Gabriel Heusi

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                                            29/06/2016

                                            O São Paulo Boat Show 2016 acontece entre os dias 6 e 11 de outubro e, entre seus expositores, está a Garmin, inovação em tecnologia GPS nos mais diversos segmentos, incluindo o náutico. Um dos destaques da marca é o GPSMAP® 7416xsv, linha projetada para praticantes de pesca esportiva, marinheiros e velejadores que procuram em um chartplotter a soma de alto desempenho, integração completa de recursos e facilidade na operação.

                                            Possui uma ampla tela multitoques de 16”, sonar CHIRP duplo integrado, além de sonares de varredura CHIRP DownVü e CHIRP SideVü, que proporcionam imagens mais claras na água. Seu GPS interno de 10Hz atualiza posição e direção 10 vezes por segundo e o oferecem conectividade Wi-fi® integrada. Também tem suporte a transdutores de motores de proa de 50 kHz/200 kHz, 77 kHz/200 kHz e Minn Kota® além de MotorGuide®.Totalmente compatível com a rede, incluindo a Rede Garmin e NMEA 2000 (radar, piloto automático, instrumentos, visores múltiplos, FUSION-Link, sensores, sonar de caixa preta, switching digital, câmeras térmicas, GRADE e muito mais).

                                            Foto: Divulgação

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                                              Melhorias

                                              Por: Redação -

                                              Nesta quinta-feira, 30, a Prefeitura de Ilhabela realiza a abertura da escola de vela Eduardo Espiaut, na Praia do Curral, a partir das 17h, após a inauguração da revitalização da orla em frente à Ilha das Cabras, que acontece às 16h. O prefeito Toninho Colucci iniciou a entrega de uma série de reformas na cidade. “São obras que melhoram diretamente a qualidade de vida da população e convido a todos a participarem das solenidades”, destaca o prefeito.

                                              Nesta quarta-feira, 29, por exemplo, acontece a entrega da ampliação do Centro de Apoio aos Pescadores Antonio Rafael de Souza, na praia de Santa Tereza, próxima à Vila. O local recebeu a reforma do telhado, pintura, construção de novos banheiros com acessibilidade, uma estrutura de segurança para guincho, aumento da área de carpintaria e elétrica e uma área de convivência com cozinha. No píer, reforma dos três banheiros, almoxarifado e escritório, e a construção de uma área administrativa. O investimento foi de aproximadamente R$ 150 mil. “Com esta obra, melhoramos a estrutura para atendimento dos pescadores da Ilha, proporcionando um espaço totalmente adequado para o trabalho”, destaca Colucci.

                                              Foto: Reprodução

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                                                Por: Redação -

                                                 

                                                O Mussulo III, considerado um dos favoritos nas provas disputadas na classe RGS, ganhou a companhia de mais uma embarcação patrocinada pela Angola Cables, na Semana da Vela de Ilhabela, que acontece entre os dias 1º e 9 de julho, no litoral de São Paulo. Assim como o premiado barco, o Mussulo 40 também chega contando com o apoio da empresa internacional de Telecom.

                                                O Mussulo III participa das regatas com uma tripulação formada por 11 integrantes, incluindo brasileiros e dois angolanos. Entre os integrantes do time do barco comandado por José Guilherme Caldas estão: Carlos Eduardo Maia, Marcos Lobo, Luiz Bolina, Junior Gentil, Emerson Passos, Marcelo Surf, Rafael Martins e Alberto Vita. “Na edição desse ano optamos por trazer uma equipe mais experiente para brigarmos pela primeira posição na prova de Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil. No ano passado conseguimos um ótimo resultado com o terceiro lugar na classe IRC e o décimo na classificação geral. Mas para essa edição temos a perspectiva de melhorar essas posições”, afirma Caldas.

                                                Já o veleiro Mussulo 40 será usado apenas na Regata Alcatrazes, que abre o calendário de provas no dia 3 de julho e tem 55 milhas de distância. Na tripulação, ao lado do comandante José Guilherme, estará o skipper Leonardo Chicourel. “No caso do barco de 40 pés, a motivação será completamente diferente. Nosso objetivo principal será testar o barco e treinar para a regata Cape2Rio. Mas se os ventos soprarem a favor, quem sabe não podemos surpreender com um bom resultado”?, indaga o comandante.

                                                Foto: Divulgação

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                                                  O São Paulo Boat Show é palco para os mais recentes lançamentos náuticos, entre barcos, motores, acessórios, utilidades náuticas em geral, etc. E, em 2016, não será diferente. A Kapazi, já confirmada para participar do salão, que acontece entre 6 e 11 de outubro, apresentará o Nano Kap Náutica, para limpeza de barcos.

                                                  Indicado para limpeza a seco de metais, vidros, fibra e plásticos polidos, o produto promete deixar a superfície polida e com uma camada que retarda o incrustamento, graças ao seu sistema de limpeza quatro em um (limpeza, polimento, brilho e proteção). Segundo a empresa, Nano Kap Náutica é biodegradável e não poluente, livre de silicone, possui fácil aplicação e remoção, e tem PH neutro.

                                                  Foto: Divulgação

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                                                    Volta ao mundo

                                                    Por: Redação -

                                                    Dura, intensa, e com quase três vezes mais milhas de navegação pelo Oceano Antártico em relação à edição anterior. A Volvo Ocean Race 2017-18 será a mais longa da história do evento de Volta ao Mundo com aproximadamente 45.000 milhas náuticas, cruzando quatro oceanos, cinco continentes visitados e 11 grandes cidades como parada – incluindo novamente Itajaí, em Santa Catarina. A regata de 43 anos de história é uma verdadeira maratona no oceano, na qual disputam os melhores velejadores do planeta.

                                                    A regata começa na espanhola Alicante no final de 2017 e, logo de cara, as equipes terão um sprint de 700 milhas náuticas para Lisboa. A partir da capital portuguesa, a flotilha mergulha no Atlântico para o sul, mais precisamente para a Cidade do Cabo, na África do Sul.

                                                    Do continente africano, os barcos enfrentarão semanas de tensão numa das pernas mais longas da história, passando pelo Oceano Antártico e subindo para o norte em direção a Hong Kong SAR, China. Depois, a flotilha faz uma transição sem pontuação para Guangzhou, na China, onde uma regata in-port e um conjunto completo de atividades serão realizados na stopover chinesa.Os barcos voltam para Hong Kong e partem, agora sim valendo para o campeonato, no sentido de Auckland, na Nova Zelândia.

                                                    Da Oceania é a vez de encarar novamente os mares do sul e enfrentar um dos marcos da navegação – o Cabo Horn. Depois desse longo caminho, a parada será o Brasil, pela terceira vez consecutiva a cidade brasileira de Itajaí recebe a Volvo Ocean Race.

                                                    A partir daí, como na última edição, os barcos voltam para o hemisfério norte em direção à costa leste dos EUA, em Newport, Rhode Island. Depois é a reta final sentido Europa pelo Atlântico Norte. Os britânicos de Cardiff recebem a Volta ao Mundo depois de 12 anos à capital do País de Gales. Na sequência entra uma curta, mas potencialmente brutal perna para a penúltima parada: Gotemburgo, na Suécia. A edição 2017-18  acaba com um grand finale em Haia, na Holanda.

                                                    A distância total do percurso é maior em comparação às edições anteriores do evento, que nasceu como o Whitbread Round the World Race, em 1973. Apesar de estabelecer o recorde de 45 mil milhas náuticas – 83 mi quilômetros – de percurso, a competição terá um mês a menos. “Mais ação, mais velocidade, mais milhas difíceis para percorrer e mais locais de parada, mas será uma regata mais curta – é uma evolução na direção certa e um movimento que leva a regata mais perto de suas raízes. Ao mesmo tempo, melhoramos a seu forte valor comercial e excelente case de negócio para os patrocinadores”, disse Mark Turner, que assumiu como CEO da Volvo Ocean Race no início deste mês.

                                                    Só pelos mares do sul serão quase 12.500 milhas náuticas de regata. As ondas gigantes, ventos fortes de 70 nós – 130 km/h, as águas frias, o gelo ao redor da Antártida e nada de terra por perto são alguns dos desafios. Na edição anterior, as equipes navegaram cerca de 4.500 milhas náuticas pelo Oceano Antártico.

                                                    “Em 2017-18, vamos visitar algumas das cidades de vela mais famosas do mundo como a Cidade do Cabo, Auckland e Newport, Rhode Island, além de novas paradas”, disse Mark Turner. “Paramos em Hong Kong, uma cidade incrível, que irá funcionar como um ponto de encontro para os fãs do sudeste asiático e convidados VIP. Em seguida, seguimos para Guangzhou, na China – sendo a primeira vez que a regata vai visitar uma das quatro cidades do país com o padrão Tier 1”.

                                                    ”E, finalmente, Cardiff, voltando para o Reino Unido pela primeira vez desde 2005-06. A Grã-Bretanha é o berço da Whitbread Round the World Race, que teve a sua primeira partida de Portsmouth em 1973 e mais tarde se tornou a Volvo Ocean Race em 1998.”

                                                    Olhando para o futuro, Mark Turner acrescentou: “Também é ótimo registrar a quarta vez consecutiva que a regata começa em Alicante. Além de voltar para cidades familiares, onde estamos construindo um legado para a regata como Lisboa, Itajaí, Gotemburgo e Haia.

                                                    Richard Mason, diretor de operações da Volvo Ocean Race, comentou: “Na última edição recebemos mais de 2,4 milhões de visitantes e mais de 70 mil clientes corporativos nas nossas cidades-sede. Estamos determinados a oferecer uma experiência ainda mais emocionante em 2017-18 para  fãs, clientes e parceiros. Estou muito tentado em voltar a velejar, mas mas o meu novo CEO me proibiu”.

                                                    O Oceano Antártico tem desempenhado um grande papel na história da regata. Nos primeiros anos da Whitbread, a flotilha foi a fundo nos mares do sul, enfrentando os icebergs e ventos ferozes dos Roaring Forties e Fifties Furious. Em edições mais recentes, os barcos já correram para o norte através do Oceano Índico para o Oriente Médio – e só voltaram para o sul e seu clima mais extremo para a perna mais curta em frente ao Cabo Horn. “É claro que a segurança continua a ser fundamental”, disse Phil Lawrence, diretor de regata. “Com sistemas de rastreamento e comunicação via satélite, juntamente com o acesso a informações de rota em profundidade, podemos ficar um passo à frente das condições e limitar a exposição dos atletas. No entanto, sempre haverá perigo. Os velejadores sabem que colocam suas vidas em risco quando aceitam o desafio de enfrentar o chamado ‘Everest´da vela profissional. Isso é o que a Volvo Ocean Race proporciona. Encarar as condições mais difíceis que a Mãe Natureza lhe oferece e conseguir superá-las”.

                                                    Foto: Divulgação

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                                                      Expansão

                                                      Por: Redação -

                                                      Com mais de 25 anos em atividade, a Fibrafort é uma empresa em constante expansão. O estaleiro iniciou os trabalhos customizando produtos de fibra, ampliou os serviços de acordo com a demanda de mercado e, atualmente, é a maior fabricante da América do Sul em número de barcos produzidos e exporta para mais de 42 países.

                                                      Em 2015, o estaleiro retomou intensamente as atividades de exportação, realizando quatro vezes mais que o esperado para o ano que passou e, em 2016, não está sendo diferente, pois a marca atingiu a meta definida para o setor externo ainda no primeiro semestre.

                                                      Seguindo com o mesmo objetivo de fazer o mercado externo um grande aliado, as ações direcionadas ao mercado externo são intensas. Em busca de uma fatia ainda maior do mercado mundial, recentemente foram abertas novas revendas na Europa, Emirados Árabes, América do Sul, América do Norte e Ásia, tornando, assim, o produto Fibrafort reconhecido mundialmente por sua qualidade, ainda mais evidente em parceria com a Porsche Consulting.

                                                      Até o final de 2016, o estaleiro já tem participação confirmada, através do seus dealers, em três feiras do setor náutico mundial. Em julho, modelos Fibrafort serão exibidos no Sydney Boat Show, com participação de seu dealer local, que investiu US$ 8 milhões em um complexo náutico para divulgação da marca Fibrafort. Em setembro, será na Exponáutica, no Peru; e, em outubro, estarão no Barcelona Boat Show, na Espanha. No próximo mês, haverá, ainda, a inauguração da nova loja do dealer Fibrafort em Buenos Aires. De acordo com Ingrid França, gerente de exportação da Fibrafort, a empresa está recebendo uma excelente aceitação de seus produtos no mercado internacional, devido à sua qualidade, navegabilidade e design.

                                                      Foto: Divulgação

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                                                        O tradicional salão internacional Cannes Yachting Festival acontecerá entre os dias 6 e 11 de setembro e contará com grandes novidades, como de costume. A italiana Azimut apresentará o novo Azimut 66, com amplo flybridge e recursos hi-tech inspirados no mundo da automação residencial e automotiva; Blue Ice exibirá a versão renovada do histórico 38 V; e Blu Martin vai mostrar pela primeira vez o novo Sea Top 13.90, best-seller do estaleiro, que foi completamente renovado, com um design mais contemporâneo e elegante.

                                                        O evento contará, ainda, com modelos como o revolucionário e esportivo Evo 43, com área de praia conversível; 535 Maine e 545 GS, da Cantieri Estensi, que está relançando a marca. A CMC Marine vai participar pela primeira vez do salão com seus sistemas de estabilização inovadoras e os designers do Zuccon Internacional Project estarão disponíveis para falar sobre seus projetos mais recentes. Três modelos desenhados pelo estúdio serão apresentado pela primeira vez: Ferretti Yachts 450, Ferretti Yachts 850 e Navetta 37 por Custom Line.

                                                        Foto: Divulgação

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                                                          Por: Redação -

                                                          A 43ª edição da Semana de Vela de Ilhabela começa nesta sexta-feira, 1, com várias atrações para os fãs da vela oceânica. Entre as mais de 100 provas programadas para o período de 1º a 9 de julho, a organização confirmou o Torneio por Equipes, o Grand Prix dos 30 pés para C30 e HPE30, e o desfile dos barcos na vila. O objetivo é colocar em prática habilidade, investimento e entrosamento das tripulação num evento de nível internacional. ”Da primeira à última regata, os velejadores são testados. A ideia é continuar fazendo um evento imperdível, misturando profissionais e amadores. As regatas por equipes incentivam a rivalidade entre os clubes e associações, sem deixar a amizade de lado, que é o grande propósito da semana de vela”, disse o organizador do evento, Cuca Sodré.

                                                          A Torneio por Equipes é uma regata montada da seguinte forma: clubes, associações ou times da mesma região se juntam e formam os grupos e disputam todas as provas da semana de vela. Quem somar menos pontos no final vence. São com quatro embarcações para cada nas classes RGS, IRC ou ORC. O vencedor fica com o troféu transitório Pen Duick II. Em 2014, a Escola Naval foi a vencedora com os barcos (Bijupirá / Breklé / Dourado / Quiricomba). No ano passado, o ganhador foi o ate Clube do Rio de Janeiro (Seu Tatá / Magia / Kalymera / Kybixu). O nome do troféu é em homenagem ao Pen Duick II, veleiro do francês, Eric Tabarly, vencedor da regata em solitário transatlântica Ostar, em 1964.

                                                          Já o Desafio dos 30 pés será disputado na segunda-feira,5, e terça-feira, 6, entre os veleiros das classes HPE30 e C30. As regatas valem para um campeonato a parte entre os barcos da Semana de Vela de Ilhabela.

                                                          O desfile irá ocorrer novamente em 2016. Os barcos farão uma passarem rente ao píer da Vila, que fica centro de Ilhabela, próximo ao Yacht Club de Ilhabela (YCI). O público terá a chance de conhecer os barcos de diferentes tipos e tamanhos.

                                                          Foto: Eduardo Grigaits

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                                                            Foto: Divulgação

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