O Yacht Club Ilhabela convida sócios e amigos para o I Grito de Carnaval, que será realizado no domingo, 7 de fevereiro, a partir do meio-dia, na sub-sede do clube no Saco do Sombrio. Na ocasião, os presentes saborearão uma deliciosa paella ao som da banda Yuna. Os ingressos para o evento, limitado a 100 pessoas, estão a venda no departamento social do Yacht Club Ilhabela no valor de R$ 150 por pessoa, incluindo água, cerveja e refrigerante, e não havendo cobrança de rolha, caso o convidado queira levar sua própria bebida. Mais informações pelo telefone (12) 3896-2300 ou via e-mail [email protected].
A empresa americana GetMyBoat acaba de lançar no Brasil sua plataforma online e gratuita de aluguel de barcos. Presente em 143 países, com mais de 40 000 barcos cadastrados, a ferramenta possibilita a conexão de quem tem algo para alugar com quem quer alugar, já que serve, também, para quem tem interesse em esportes náuticos.
“De veleiros a lanchas, para pesca ou passeio, GetMyBoat tem o mesmo espaço para caiaques, pranchas de SUP, rafting, ducking, windsurf e o próprio surf. Se o lazer ou esporte for na água, GetMyBoat tem uma opção para você”, resume Luís Peazê, representante da GetMyBoat no Brasil. Você pode listar um ou mais barcos, ou outros itens de uso, transporte ou manejo em rios, lagos ou no mar, ou encontrar um desses meios para alugar. Até mesmo apenas para pernoitar. Trata-se da funcionalidade Sleep Aboard, que funciona como uma alternativa de hotel.
Já no seu lançamento em águas brasileiras, a plataforma já conta com mais de 500 embarcações, desde veleiros luxuosos e modernos, oferecidos pelas empresas de yacht charter tais como a Wind Charter e a Brasil Yacht Charter do Grupo Sailing. Proporciona, ainda, um opcional de seguro com pagamento por dia de uso. GetMyBoat pode ser utilizado via navegação tradicional da web, ou com aplicativos para Android e iOS. Basta realizar o cadastro gratuitamente, informar a cidade, e as opções nas imediações aparecem automaticamente.
O Boot Düsseldorf encerrou mais uma edição de sucesso, após nove dias de apresentação na Alemanha. O evento contou com um total de 1 800 expositores, em 17 salas de exposição, além de 247 000 visitantes de 52 países diferentes, elevando a taxa de participação em 2,8% desde o ano passado.
Confira algumas imagens do evento:
Foto: Divulgação
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A Equipe Brasileira de Vela brilhou na primeira competição no ano dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. No último sábado, 30, no primeiro evento que reuniu os 15 velejadores brasileiros classificados para a Olimpíada, Jorge Zarif, na classe Finn, e Robert Scheidt, na Laser, conquistaram a medalha de ouro na etapa de Miami (EUA) da Copa do Mundo da Federação Internacional de Vela (ISAF). Na 470 feminina, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan ficaram com a medalha de bronze. Nas dez classes olímpicas em disputa, a Equipe Brasileira marcou presença em seis regatas da medalha.
Com as três medalhas conquistadas, a Equipe Brasileira igualou seu melhor resultado em etapas da Copa do Mundo. Também em Miami, em 2013, o Brasil faturou dois ouros e um bronze. Em total de medalhas, o desempenho mais expressivo aconteceu no ano passado, em Hyères, na França, com quatro subidas no pódio (um ouro, uma prata e dois bronzes). No total em etapas da Copa do Mundo (desde 2009), o Brasil soma 37 medalhas, sendo 19 de ouro, nove de prata e nove de bronze.
Na Baía de Biscayne, em Miami, na Flórida, Zarif manteve a tranquilidade na disputa da regata da medalha. O campeão mundial em 2013 largou bem, velejou com extrema maturidade e chegou em segundo lugar na regata da medalha. Ele ficou em primeiro no geral com 38 pontos perdidos. O vice-campeão foi o dinamarquês Jonas Hogh-Christensen, com 45, e o bronze ficou com o russo Arkadiy Kistanov, com 46.
As águas de Miami fazem bem para Zarif. As duas outras medalhas do velejador em etapas da Copa do Mundo foram conquistadas na cidade americana. Em 2013 e 2014, o brasileiro havia faturado o bronze. “Estou bem contente com o resultado. Tentei ficar calmo na regata, pois não é fácil enfrentar o dinamarquês, vice-campeão olímpico em Londres-2012. Cometi alguns erros durante a semana que não posso repetir nos Jogos Olímpicos do Rio, mas tive uma grande melhora em relação aos últimos campeonatos. O barco está rápido e estamos trabalhando duro”, avaliou Zarif.
Classificado para sua sexta Olimpíada, Robert Scheidt segue brilhando na Laser, classe em que é bicampeão olímpico. Na regata da medalha, ele começou atrás do francês Jean Baptiste Bernaz, seu rival na briga pelo ouro. Mas se recuperou na disputa, ultrapassou o adversário e chegou em quarto, totalizando 53 pontos perdidos. Ele ficou com a medalha dourada um ponto à frente de Bernaz. O bronze foi para o neozelandês Sam Meech, com 69.
“Foi uma regata tensa, com vento fraco. O francês começou na frente, mas consegui me recuperar. Foi uma boa semana encerrada com um ótimo resultado”, disse Scheidt, que agora soma 13 medalhas em etapas da Copa do Mundo, sendo nove de ouro, três de prata e uma de bronze.
Na 470 feminina, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan deixam Miami com a medalha de bronze. Elas terminaram a regata da medalha em décimo, finalizando a competição com 48 pontos perdidos. O ouro ficou com as chinesas Shasha Chen e Haiyan Gao, com 35, e a prata com as austríacas Lara Vadlau e Jolanta Ogar, com 40. Esta foi a quinta medalha da dupla em etapas da Copa do Mundo. Elas já tinham conquistado quatro ouros.
Na RS:X feminina, Patricia Freitas terminou a regata da medalha em sexto, encerrando sua participação no quarto lugar na classificação geral, com 77 pontos perdidos. O ouro ficou com a britânica Bryony Shaw, com 34, a prata com a holandesa Lilian De Geus, com 47, e o bronze com a chinesa Peina Chen, com 59.
Na 49erFX, as campeãs mundiais em 2014, Martine Grael e Kahena Kunze, terminaram a regata da medalha em quinto. No geral, também ficaram em quinto, com 124 pontos perdidos. O ouro foi para as neozelandesas Alexandra Maloney e Molly Meech, com 75, a prata para as dinamarquesas Jena Mai Hansen e Katja Salskov-Iversen, com 100, e o bronze para as suecas Lisa Ericson e Hanna Klinga, com 101.
Na RS:X masculina, Ricardo Winicki, o Bimba, chegou em quinto na regata da medalha, terminando em oitavo no geral, com 114 pontos perdidos. O ouro foi para o holandês Dorian Van Rijsselberge, com 37, a prata para o britânico Nick Dempsey, com 43, e o bronze para o chinês Aichen Wang, com 46.
Nas demais classes, a Equipe Brasileira ficou fora da regata da medalha. Na 470 masculina, Henrique Haddad e Bruno Bethlem terminaram em 12º. Na Laser Radial, Fernanda Decnop foi a 21ª, Odile Ginaid a 25ª e Gabriella Kid a 55ª. Na Nacra 17, João Bulhões e Gabriela Nicolino terminaram em 22º, enquanto Samuel Albrecht e Isabel Swan foram 34º. Na 49er, Marco Grael e Gabriel Borges terminaram em 55º. Por conta de uma virose de Gabriel, a dupla somente conseguiu entrar na água nesta sexta-feira.
Também não disputaram a regata da medalha Bruno Fontes (12º na Laser), Bruna Martinelli (20ª na RS:X feminina) e Gabriel Bastos (30º na RS:X masculina).
Na última segunda-feira, dia 1°, a prefeita de Guaratuba, Evani Justus, anunciou que a Base Náutica de Guaratuba, que completa a recuperação do acesso público à baía de Guaratuba, deve sair do papel ainda neste ano.
Na sessão solene, o presidente da Câmara de Vereadores, Mordecai Magalhães de Oliveira, destacou a importância do apoio de todos na aprovação de projetos importantes para Guaratuba e que a Mesa Diretora envidará esforço para reduzir despesas, melhorar processos internos, qualificar o pessoal, manter os compromissos em dia e trabalhar com transparência.
O projeto foi anunciado em dezembro de 2012 pela então ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann e, em 2013, foi nomeado como Base Náutica Edmundo Sadzinski, em homenagem ao falecido empresário que trabalhou durante décadas no antigo Mercado Municipal, que ficava no mesmo local e onde moradores das comunidades rurais traziam pela baía seus produtos para comercializar. A Base Náutica é um dos projetos de revitalização turística e de reocupação pública das margens da baía no centro histórico de Guaratuba.
Além do embarcadouro público, a base vai contar com praça de alimentação e uma sala que funcionará como espaço cultural. Com a sugestão da prefeita, a área destinada à circulação de pessoas e para manifestações culturais será ampliada. A obra está em trâmite na EcoParaná, órgãos do governo estadual, que agora aprovou o projeto e anunciou a aprovação.
Ideias mirabolantes podem ser vistas em todos os setores, até mesmo no náutico. Conheça 10 delas em forma de iates que NÁUTICA selecionou especialmente para você. Quem sabe um dia não apareça alguém mais ousado do que os idealizadores para colocá-las em prática, não é mesmo? Afinal, estamos sempre nos surpreendendo.
Why
Com casco triangular, de 190 pés, o Why traria estampados no casco os nomes de duas marcas poderosas: o estaleiro francês Wally e a grife Hermès. Até agora, porém não teve nenhuma unidade produzida.
Trimarã Audi
Desenvolvida pela designer Stefanie Behringer, a lancha-conceito da marca alemã chama atenção pelo casco múltiplo, de 50 pés, ao qual se acoplariam dois jets.
Xhibitionist
Além do casco com configuração de trimarã, linhas de automóvel superesportivo e um nome um tanto estranho, este megaiate de 246 pés promete até um heliporto retrátil na proa.
Infinitas
Com 300 pés e formato de nave espacial, esse projeto delirante da Schöpfer Yachts prioriza a estética e as tecnologias de ponta. Só falta agora sair do papel.
Phoenicia
Com 295 pés, este barco-conceito é uma mistura de um antigo veleiro fenício com um navio de guerra grego, muito comum no mar Mediterrâneo milhares de anos atrás.
Chronos
O projeto prevê que este iate terá características sustentáveis, como revestimento de bambu. O design é inspirado em animais marinhos e oferece a opção de ser movido pelo vento.
Jazz
Este iate de 420 pés, projetado pela arquiteta iraquiana Zaha Hadid para o estaleiro alemão Blohm+Voss, lembra um exoesqueleto, com “ossos” ligando todos os deques.
Oculus
Primeiro projeto do estaleiro americano Schöpfer Yachts LLC, de Boston, com 246 pés, teve seu desenho inspirado em uma baleia, com suas poderosas mandíbulas e os olhos típicos.
Strand Craft 122
Duas coisas impressionam neste projeto da sueca Strand-Craft: a motorização (dois Rolls Royce, que somam 14 mil hp) e a garagem na popa, que já vem com um carro superesportivo.
Streets of Monaco
Ilha-iate inspirada no Principado de Mônaco, do qual simula algumas atrações, como o Cassino de Montecarlo e o Hotel Paris. Custo da extravagância: um bilhão de dólares!
Alguns posts atrás, publiquei um texto sobre os barcos de apoio, conhecidos lá fora por Chase Boats. Agora, volto ao assunto com algo que fica difícil de batizar em português, de uma forma que não seja “iate ou navio de apoio”, conhecidos lá fora por Shadow Boats.
O chamado Shadow ou SupportVessel nada mais é do que um outro iate, que tem a função de complementar os espaços e a logística do barco-mãe (Motheryacht). Criado inicialmente para dar suporte a iates que realizavam expedições, passou a ocupar um lugar de destaque no lazer de seus proprietários.
Shadow Yacht em operação
Tudo começa com a construção ou adaptação de um iate ou outra embarcação à nobre função de apoio de um iate-mãe. Dentre suas funções estaria transportar equipamentos e embarcações de menor porte, a fim de atender as necessidades do iate onde o proprietário e convidados ficariam acomodados. Portanto, sem a necessidade de espaçosas cabines e salões, este volume passaria a ser dedicado a alojar uma quantidade enorme de brinquedos flutuantes, como botes de apoio, lanchas de pesca, motos-aquáticas, infláveis, hidroaviões, submarinos, pranchas de todos os calibres além de oficinas de reparo, paióis para peças sobressalentes, câmaras frigorificas, despensas para alimentos, lavanderia, ambulatório,spa, academia, central de comunicação, oficina, alojamento para os tripulantes de ambos, mas principalmente algo complicado de se instalar e operar em um “barco-mãe” que seria um amplo heliponto, apto a receber e até estivar e transportar aeronaves de diversos tamanhos.
Os estaleiros europeus não perderam tempo e lançaram vários projetos de barcos de apoio, de 18 a mais de 100 metros de comprimento, com opções dedicadas a todos os tamanhos e necessidades. Porém, não se iluda, estes barcos não são rebocadores forrados de fórmica e cheirando a oficina, são iates diferenciados que possuem elevado padrão de conforto, mesmo não realizando o pernoite do proprietário, pois o mesmo o utiliza como extensão de seu Iate principal, contando com ele para diversões aquáticas, spa, acomodação de mais hóspedes e mesmo para embarque e desembarque através de seu já citado heliponto.
De forma pouco mais econômica, é possível transformar um pequeno navio de apoio e suprimento de plataformas de petróleo, que chamaremos genericamente de SupplyVessel, em um SuperyachtSupportVessel. Vale dizer que esta transformação não é das mais baratas. Além de herdar equipamentos de propulsão de necessidade duvidosa, como inúmeros motores destinados ao DP (Posicionamento Dinâmico) e um consumo de combustível que costuma ser bastante elevado. Como vantagem estes navios já nascem atendendo as mais duras regras de segurança e possuem enormes espaços, o que permite instalar o já comentado heliponto com toda a estrutura necessária, assim como garagens e sistemas de lançamento para todo tipo de veículo.
O Thunderbird 2 é utilizado para lançamento de um mini-submarino
Um fator importante é que o custo de construção de um Iate luxuoso tradicional é bastante elevado, e investir este capital em área construída dedicada exclusivamente ao proprietário e convidados, deixando as áreas técnicas a bordo do barco de apoio, seria o mais inteligente a se fazer. Com isto, sobra mais espaço para piscinas, áreas gourmet, restaurantes, bares, boates e salas de cinema, deixando a oficina, paióis e outros espaços menos cotados de fora.
Apesar de ser uma moda recente, anos atrás visitou a Marina da Glória a pequena frota de um empresário norte-americano que passou algum tempo por aqui. O barco-mãe tinha algo como 120 pés, e se fazia acompanhar de um trawler de 90 pés, equipado com oficina e despensa, e ainda escoltava uma lancha de pesca esportiva de 70 pés, cuja tripulação se dedicava a pescar Marlins ao redor do mundo, no sistema tag-n-release (pesca-etiqueta e solta, em tradução livre). Assim como ele, hoje em dia, vários outros Armadores adotaram este sistema de “flotilha” e o próprio Roman Abramovich encomendou dois SeaAxe’s de 50 metros cada, para apoiar seu Megayacht Eclipse de 162,5 metros (533 pés). Estas “pequenas” embarcações tem velocidade máxima de 28 metros e atendem, segundo consta, às necessidades do armador.
Um é bom, dois é melhor ainda!
A pratica é que o SupportVessel chegue ao local da diversão antes da chegada do iate-mãe, assim os convidados já irão dispor dos brinquedos quando chegarem ao destino, e não terão de aguardar a tripulação “montar a praia” após terminada a manobra de fundeio.
No Brasil, que não possui ainda muitos superiates em suas águas, não se tem notícias que indiquem que algum SSV estará em operação nos próximos meses, mas certamente algo semelhante deverá aparecer por aqui em breve. Levando em consideração que os iates produzidos aqui costumam ter pouco ou nenhum espaço dedicado a manutenção, estocagem de peças e alimentos, sem falar na pobre acomodação de tripulantes, nada impede que possamos identificar lanchas mais antigas, modificadas e passando a servir de apoio para iates de maior porte. Nelas, poderiam ser guardados motos e pranchas, botes e peças, alimentos e bebidas além de permitir até o descanso de tripulantes que passaram a noite acompanhando turmas de jovens em baladas, e que de dia precisam se recuperar para a próxima noitada, enquanto seus pares atendem aos proprietários e convidados de outras gerações, durante o dia.
Alguns anos atrás uma família de empresários brasileiros comprou e reformou uma grande escuna, que passou a operar uma enorme e muito bem equipada cozinha, apta a atender ao grande número de familiares e convidados dentro de sofisticados padrões gastronômicos. Ela se posiciona em algum lugar da baía da Ilha Grande e a cada momento um dos barcos da família recorre a ela para consumir alimentos, bebidas e conforto, utilizando-a como um tipo de barco-restaurante privado, que presta apoio especializado a todos. No caso do SSV, eles viajam com o barco-mãe para outras regiões, prestando o suporte logístico necessário a frota, permitindo uma experiência única a seus proprietários.
Um transportador de flotilha
Seria como enviar o barco de apoio a Fernando de Noronha e ao chegar, você teria um pequeno submarino à sua disposição, assim como uma lancha de pesca e um bote para operação de mergulho autônomo. Caso necessitasse, poderia utilizar o estoque de combustível e água do barco de apoio e, ainda, desembarcar (com sorte) um quadriciclo na praia do Porto. Isto sem falar em SUP’s, bicicletas de trilha e até um ultraleve, tudo para seu deleite.
Ao que parece, este mercado não tem mesmo limite. O que começou com um pequeno bote de apoio, depois virou um Chase e agora cresceu para um navio de apoio, também inclui enormes flutuantes rebocáveis, verdadeiras ilhas artificiais onde cantos-gourmet se misturam com piscinas e toboágua gigantes. Quem sabe, no futuro, um magnata deste não vai comprar e adaptar um porta-aviões, a fim de poder pousar seu jato em seus giros ao redor do mundo.
Mesmo nascendo à sombra de um grande Iate, estes barcos já possuem luz própria e um lugar garantido no mercado, pois aliam mobilidade, estilo, segurança e permitem o acesso ao que há de mais moderno em termos de diversão. Tudo em nome do prazer!
Alvaro Otranto é navegador de longas travessias, um dos mais antigos colaboradores da revista Náutica e criador da Moana Livros, primeira livraria na internet especializada em temas de mar e aventura.
A Microsoft anunciou esta semana uma ação um tanto quanto inusitada: a empresa pretende construir os data centers mais econômicos e autossustentáveis do mundo. O Project Natick, como é chamado o novo projeto, consiste em uma série de esforços para posicionar os futuros servidores da Microsoft no fundo do mar.
O principal problema com a manutenção de data centers é a refrigeração: são necessários sistemas complexos (e caríssimos) para manter as máquinas em uma temperatura ideal. No fundo do oceano, os racks estariam sempre refrigerados de forma natural, o que simbolizaria uma economia absurda nesse quesito. Além disso, a empresa também acredita que poderá fabricar servidores autossuficientes, que usam turbinas para gerar sua própria eletricidade.
A Microsoft já desenvolveu um protótipo funcional de servidor marítimo. Batizada como Leona Philpot (em homenagem à personagem da franquia Halo), a máquina consiste em um conjunto de computadores selados em um container pressurizado e recheado com nitrogênio. Mais de cem sensores foram instalados para monitorar umidade, pressão e outras variáveis que podem acarretar problemas.
Embora sua existência só tenha sido divulgada agora, o protótipo foi lançado no mar em agosto de 2015, permanecendo em atividade durante 105 dias corridos. A equipe responsável pelo projeto afirma que o teste superou as expectativas. Agora, a companhia pretende aprimorar ainda mais esses servidores aquáticos a ponto de torná-los comercialmente viáveis. Se tudo der certo, seus arquivos do OneDrive estarão guardados em computadores submersos daqui a alguns anos.
A Autoridade Marítima Brasileira, por intermédio da Diretoria de Portos e Costas (DPC), divulgou que o balanço de 2015 do Sistema de Atendimento ao Público (SISAP) teve um aumento expressivo de demandas pelos usuários do SISAP em busca de informações sobre os mais de 130 serviços prestados pelas 27 Capitanias, 14 Delegacias e 22 Agências que integram o Sistema de Segurança do Tráfego Aquaviário (STA), bem como os Centros de Instrução do Ensino Profissional Marítimo. No decorrer do ano, a DPC registrou cerca de 340 mil e-mails recebidos, contra 200 mil em 2014, o que representa um crescimento de 70% no atendimento à sociedade. O número total de documentos produzidos no ano foi 224 858.
O SISAP foi criado em 2012 com o objetivo de aprimorar as atividades oferecidas às Comunidades Marítima e Náutica. O Sistema amplia a transparência e a interatividade entre a Marinha do Brasil e o público externo, ao permitir que o usuário acompanhe o andamento processual pela internet. Ao dar entrada em seu processo na Organização Militar, o interessado cadastra seu e-mail e número de telefone celular para receber as informações e ter conhecimento das pendências a serem solucionadas, evitando deslocamentos desnecessários e agilizando a conclusão dos pedidos.
No início de 2015, a DPC implementou a ferramenta de envio de mensagens por SMS, o que agilizou ainda mais os processos que entram nas Capitanias, Delegacias e Agências, além dos Centros de Instrução Almirante Braz de Aguiar (CIABA) e Almirante Graça Aranha (CIAGA). Durante todo o ano, mais de 185 mil mensagens por SMS foram encaminhadas pelo SISAP.
Outro dado que chamou a atenção foi o volume de consultas virtuais aos processos (189.242). Ao ampliar o atendimento ao público por meio do SISAP, a Marinha do Brasil tem a oportunidade de divulgar a importância do trabalho exercido pelas Organizações Militares que atuam para garantir a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana no mar e a prevenção da poluição hídrica a partir de navios.
Este ano, a DPC vai premiar as Organizações Militares que se destacaram nas áreas do Ensino Profissional Marítimo e da Segurança do Tráfego Aquaviário. O “Prêmio DPC de Qualidade” deve ocorrer ainda no primeiro semestre e vai agraciar as Capitanias, Delegacias e Agências que tiveram o melhor desempenho nos Indicadores de Produtividade e Qualidade dos serviços prestados ao público.
A St. Maarten Heineken Regatta, maior evento marítimo do Caribe, já tem data marcada para de 3 a 6 de março e deve receber, neste ano, mais de 5 mil convidados, incluindo marinheiros e turistas. Em sua 36ª edição, o evento, terá, além da competição, quatro noites de shows gratuitos com alguns dos principais nomes do cenário musical do mundo.
Entre os nomes já confirmados, estão a dupla de produtores Theron e Timothy Thomas, conhecida por R. City, responsáveis por canções de diversos artistas de sucesso, como Usher, Justin Bieber e Rihanna, eles se apresentarão no dia 5 de março, em Kim Sha Beach. Já no dia 6 de março, domingo, o cantor Akon deve agitar o público do evento.
A St. Maarten Heineken Regatta incluirá, ainda, um novo mercado ao ar livre, o Boardwalk Market. Segundo os organizadores da competição, o objetivo é ampliar a experiência dos participantes do evento e oferecer um local para os artistas mostrarem seu trabalho.
“St. Maarten conta com vários artistas talentosos, e percebemos que muitos visitantes nunca tiveram contato com esse lado da ilha. Esperamos que o público possa apreciar o nosso Boardwalk Market”, disse a diretora da St. Maarten Heineken Regatta, Michelle van der Werff.
O mercado também estará aberto para organizações sem fins lucrativos que queiram utilizá-lo como plataforma para mostrar ao público o que seus grupos representam.
O estaleiro italiano Sanlorenzo anunciou hoje que seu mais novo explorador, o Sanlorenzo 460, completou a primeira viagem para entrega ao proprietário. A travessia transatlântica começou em Viareggio, na Itália, em 11 de dezembro, com uma tripulação de oito pessoas mais o capitão, dirigindo-se a Palma de Mallorca, antes de seguir para Saint Martin, onde chegou em 6 de janeiro. Já no dia seguinte, a embarcação viajou mais 1 100 milhas para chegar em West Palm Beach, na Flórida, no último dia 10.
Segundo o estaleiro, após mais de 5 600 milhas náuticas, um mês no mar, viajando a uma velocidade média de 12,5 nós, o explorador não mostra qualquer sinal de desgaste e não sofreu nenhum problema grave. Concluído em 2015, Moka, como é chamada a nova embarcação, apresenta um design exterior de Francesco Paszkowski e foi revelado na última edição do Monaco Yacht Show.
Seu layout é composto por cinco cabines e um ginásio no convés inferior, bem como uma vasta suíte do proprietário no convés principal e dois salões no convés principal e superior. Projetado para cruzeiro de longo alcance, o 460 Exp é alimentado por motores CAT C32 ACERT que proporcionam uma velocidade de cruzeiro de 11 nós e uma gama de 4 000 milhas náuticas.
Desde sua estréia em Mônaco, Sanlorenzo vendeu cinco unidades do 460 Explorer. Quatro unidades estão, atualmente, em construção nas instalações do estaleiro.
O velejador paralímpico Bruno Landgraf falará sobre sua história e importância da força de vontade e do desejo de superação em uma palestra inédita no Sesc Santo André, nesta quinta-feira, dia 4. Reserva de Rogério Ceni no gol do São Paulo Futebol Clube em 2006, o atleta viu sua vida dar uma enorme reviravolta após sofrer um acidente automobilístico e perder praticamente todos os movimentos dos braços e pernas.
“A vela surgiu como uma forma de reabilitação. Porém, quando velejei pela primeira vez, senti uma liberdade maravilhosa e me apaixonei pelo esporte. Vi ali um novo caminho a seguir”, explica Bruno Landgraf. Atleta nato, ele não queria apenas treinar. Queria competir e representar o Brasil pelo mundo afora. “Em 2012 tive a oportunidade de representar o Brasil nos Jogos Paralímpicos de Londres e isso foi algo muito especial em minha vida. Eu sonhava em jogar futebol nas Olímpiadas e a vida me surpreendeu com essa nova oportunidade”, afirma o velejador.
Neste ano, Bruno Landgraf participará dos Jogos Paralímpicos e tem treinado diariamente no Rio de Janeiro para conquistar o melhor resultado possível. Considerado um provável sucessor do renomado goleiro, Bruno construía uma bela carreira no clube, onde entrou aos 11 anos, na categoria de base. Passou pela dente de leite, infantil, júnior, juniores , sub 15, sub 17 e sub 20, quando precisou mudar os planos de sua vida, em agosto de 2006. Após passar meses no hospital, com a fala limitada e pouca perspectiva de voltar ao esporte, Bruno começou a fazer fisioterapia e tratamentos de reabilitação. Como tempo, foi apresentado à vela adaptada, algo que mudou a sua vida.
O litoral capixaba foi palco para o 2º Passeio Vitta Náutica, que reuniu 300 pessoas e 130 motos aquáticas no percurso entre Vitória e Guarapari, no último dia 16. “O evento foi novamente um sucesso e já está virando tradição”, comentou Bruno Ferreguete, proprietário da Vitta Náutica, organizadora do passeio e concessionária dos produtos BRP em Vitória (ES). O grupo canadense é responsável pelas motos aquáticas Sea-Doo e motores de popa Evinrude, assim como pelos veículos da Can-Am.
“A ideia é realizar o passeio sempre em janeiro, para gerar expectativas e abrir a temporada entre amigos e com muita diversão. Acredito que no ano que vem conseguiremos reunir um número ainda maior de participantes”, continuou Ferreguete. O ponto de partida foi a Marina Lounge, onde todos foram recebidos com café da manhã reforçado. Além de segura, a navegação em grupo permitiu aproveitar locais como Três Ilhas e Praia da Bacutia, além de Guarapari, palco da chegada ao meio-dia.
“Os participantes gostaram muito do evento e destacaram as belezas do nosso litoral, muitos não conheciam o trajeto. A recepção em Guarapari foi no Hotel Porto do Sol, onde houve grande festa de confraternização com DJ e show”, concluiu Ferreguete. Para saber mais sobre os eventos organizados pela Vitta Náutica, os contatos são o telefone (27) 3200-3810 e o site www.vittawww.nautica.com.br .
A prefeitura de Ilhabela, litoral norte de São Paulo, está com a iniciativa de oferecer cadeiras anfíbias para pessoas com mobilidade reduzida, temporária ou permanente, que visitarem algumas das praias da ilha. Por enquanto, 14 unidades destas cadeiras, que tem pneus desenvolvidos para flutuar na água e não afundar na areia, estão disponíveis em sete praias da região para facilitar o traslado do usuário até dentro d’água.
As cadeiras anfíbias ficam disponíveis durante todos os dias do ano, e as pessoas com deficiência podem procurar os locais acompanhadas de familiares ou amigos para conduzi-las ao banho de mar. Com agendamento prévio, a prefeitura pode disponibilizar o equipamento para ser utilizado em outras praias, basta assinar um termo de responsabilidade ao retirar e se comprometer em devolver no prazo combinado.
A Secretaria de Esportes está aberta à inscrição de voluntários para atuarem junto ao projeto. Mais informações pelo (12) 3896-1765 ou 99714-3830, durante o horário comercial.
Confira as praias e os locais que disponibilizam os equipamentos:
– Praia Grande (sul), no Quiosque Taka Taka
– Praia das Pedras Miúdas (Ilha das Cabras), na DK Sup
– Praia dos Castelhanos, no Quiosque Canto do Gato e Restaurante do Alemão
Robert Scheidt começou o ano a todo vapor. Acabou de conquistar seu segundo título consecutivo na classe Laser e segue firme na busca da sexta medalha olímpica na Rio 2016. No último sábado, 29, terminou a medal race da etapa da Copa do Mundo de Miami em quarto lugar e garantiu o primeiro lugar da competição.
“O título mostra que estou no caminho certo e que o trabalho vem sendo bem feito. Ainda tenho muito a fazer até a Olimpíada. Mas é bom voltar a vencer uma competição grande, que reuniu os melhores. Dá uma certa confiança para a caminhada. Mas preciso continuar com o pé no chão e trabalhando bastante para chegar bem na Rio 2016”, resumiu Scheidt.
O bicampeão olímpico enfrentou uma competição muito disputada em Miami, com 98 velejadores de 43 países, entre os melhores da atualidade. Foram 11 regatas com diversos vencedores, mostrando o equilíbrio das provas. O próprio Scheidt só venceu uma vez, mas foi regular em outras sete regatas. Isso foi determinante para seu título. Ele somou 53 pontos, contra 54 do francês Jean Baptiste Bernaz.
“Fiquei muito contente pela reação dentro da competição. Os dois primeiros dias foram ruins, mas depois velejei muito bem, fui regular o suficiente para garantir o título numa medal race muito equilibrada e tensa”, analisou Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.
Para conquistar a sexta medalha, com expectativa para o terceiro ouro olímpico, Scheidt está trabalhando pesado neste início de ano. Há duas semanas ganhou o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro e depois do título em Miami vai concentrar seu foco no Trofeo Princesa Sofía, na Espanha, de 25 de março a 2 de abril. Em seguida disputa a etapa francesa da Copa do Mundo de Vela, em Hyères, de 25 de abril a 1º de maio, e o Mundial de Laser, de 10 a 18 de maio, no México.
Robert Scheidt foi ao pódio em todas as Olimpíadas que disputou, mantendo 100% de aproveitamento com dois ouros, duas pratas e um bronze, entre Laser e Star, além dos 14 títulos mundiais nas duas classes.
O próximo dia 6, sábado de carnaval, será agitado para quem estiver por Angra dos Reis. Além da típica folia brasileira, a cidade irá receber o show do Fatboy Slim – uma das cinco apresentações que o DJ e produtor inglês fará durante o Carnaval 2016 no Brasil – no Café de La Musique, a partir das 17h. A turnê, batizada de “Put Your Hands Up For Brazil, I Love This Country – 15 Years”, comemora os 15 anos de temporadas no país, trazendo no repertório os maiores hits do músico, além de performances energizantes.
A compra antecipada dos ingressos já pode ser feita pelo site, nos valores de R$ 200, feminino, e R$ 400, masculino, pista, 1º lote. O show tem classificação etária de 18 anos. O Café de La Musique Angra tem capacidade máxima para 1000 pessoas, acesso para deficientes e possui acesso por terra, pela BR 101, no KM 509,5, Condomínio Porto Frade, e pelo mar, 22º59′,665 S / 44º26′, 215 W. Quem preferir, pode utilizar o transfer marítimo oficial operado pela Angra Way Turismo, com capacidade para 30 pessoas, que sai de hora em hora da Creperia do Frade, no valor de R$ 40 por pessoa.
É importante lembrar que só é permitido o desembarque de um barco por vez, a área do píer conta com margem de segurança de 30m de afastamento, só será permitida ancoragem a partir de 100m da ponta do píer, há uma área de marcação de 40m com entrada proibida e o canal de entrada direcionado para embarque e desembarque deve ser respeitado.
Para mais informações, entre em contato pelos telefones (24)3365-0232 ou (24)7834-0052, ou pelo e-mail [email protected].
O estaleiro italiano Benetti está se preparando para o lançamento do seu mais novo projeto, o superiate de 90 metros FB 262, que será chamado de Lionheart, em Livorno. Ele será o maior modelo da marca até agora, na sequência do modelo de 86 metros Nabila, agora chamado de Unido 5KR, lançado em 1980. O proprietário do novo modelo já é cliente Benetti e possui uma embarcação de 63 metros da marca, entregue em 2006, renomeada de Lioness V.
No próximo domingo, 31 de janeiro, Angra dos Reis irá receber a travessia Costa Azul By Regatta Supday, promovida pela rádio Costa Azul e apoiada pela Regatta. A organização estima a participação de mais de 100 pessoas no roteiro que sairá da Praia Grande, região da Vila Velha, famosa pelo mar calmo e a bela paisagem, passará na Praia das Flechas, na Ilha da Gipóia e retornará à Praia Grande.
Em um formato descontraído, durante o percurso os participantes poderão desfrutar do som dos Djs da Costa Azul FM e das bandas convidadas. Haverá, ainda, sorteio de brindes, e o evento contará com uma estrutura na praia com futevôlei, hidroginástica, vôlei e recreação para a garotada.
A Regatta irá disponibilizar algumas pranchas Stand up Mistral e coletes Salva Vidas da Ativa Náutica como empréstimo durante o passeio, além do Big Sup, maior prancha de stand up paddle inflável do mundo, para clientes da marca.
Está chegando! A 17ª edição da tradicional regata Ilha de Caras Revista Náutica vai agitar mais uma vez as águas de Angra dos Reis no próximo dia 27 de fevereiro. As inscrições já estão abertas pela central de inscrições online e têm o valor de R$ 125 por tripulante.
Entre as classes convidadas para a regata, estão: ORC , IRC, BRA RGS, APS, CRUZEIRO, MULTICASCO e FEMININO. Além da competição, os participantes desfrutam da tradicional feijoada na Ilha de Caras, em um almoço comemorativo, selando o sucesso da parceria entre a Revista Náutica e a Revista Caras.
A charmosa regata é considerada um dos principais eventos da vela brasileira e marca o verão de Angra do Reis. Em 2015, reuniu cerca de 100 barcos e 650 tripulantes que singraram as águas da Baía de Ilha Grande, fazendo uma grande festa náutica e, neste ano, promete ser novamente um sucesso. Participe!
Está chegando! A 17ª edição da tradicional regata Ilha de Caras Revista Náutica vai agitar mais uma vez as águas de Angra dos Reis no próximo dia 27 de fevereiro. As inscrições já estão abertas pela central de inscrições online e têm o valor de R$ 125 por tripulante.
Entre as classes convidadas para a regata, estão: ORC , IRC, BRA RGS, APS, CRUZEIRO, MULTICASCO e FEMININO. Além da competição, os participantes desfrutam da tradicional feijoada na Ilha de Caras, em um almoço comemorativo, selando o sucesso da parceria entre a Revista Náutica e a Revista Caras.
A charmosa regata é considerada um dos principais eventos da vela brasileira e marca o verão de Angra do Reis. Em 2015, reuniu cerca de 100 barcos e 650 tripulantes que singraram as águas da Baía de Ilha Grande, fazendo uma grande festa náutica e, neste ano, promete ser novamente um sucesso. Participe!
Aconteceu no último sábado, 23, o Encontro Náutico Itapuã da Lua Cheia 2016, no vilarejo de pescadores conhecido como Vila de Itapuã, localizado no extremo sul do Lago Guaíba (RS). Organizado pela Sup Adventure e pela Náutica Barreto, o evento reuniu mais de 40 pessoas, com a presença de empresários da região e experientes navegadores.
A saída aconteceu às 20h, da Náutica Barreto, acompanhada por lancha e veleiro, onde os participantes que não quisessem remar poderiam subir a bordo para não deixar de ir ao passeio, e seguiu roteiro rumo à praia da Chácara Velha para curtir o local onde o sol e a lua se encontram.
O local abriga uma infinidade de belezas naturais para a prática de atividades náuticas como SUP, vela, wakeboard, etc, além de possuir a Reserva de Itapuã com 5,5 mil hectares e mata nativa, podendo ser comparada com diversas praias e ilhas no Brasil, como Angra dos Reis e Santa Catarina.
A questão alfandegária foi um dos principais temas abordados em reunião com todas as autoridades portuárias do país e o ministro chefe da Secretaria de Portos da Presidência da República, Helder Barbalho, na última terça-feira, 26, no Porto de Suape, em Pernambuco. No encontro ficou definida a criação de alguns grupos de trabalho com objetivo de tratar de pauta comum a exemplo do plano de modernização, guarda portuária, dentre outros.
Logo após a reunião, a presidente da Companhia Docas da Paraíba, Gilmara Timóteo, informou que a Secretaria de Portos vai implantar um plano nacional de modernização dos portos. “A ideia é existir um modelo comum para todos. Um modelo só de estatuto, de regulamento. Isto vai facilitar a gestão portuária”, avaliou.
Com relação especificamente ao Porto de Cabedelo, a Secretaria de Portos assegurou a sinalização náutica, o projeto de aumento da dragagem para 11 metros; além da definição de áreas do porto que têm potencial para investimentos e a reestruturação do berço 101, área onde atracam os navios petroleiros.
Acatando proposta da presidente da Companhia Docas da Paraíba, Gilmara Temóteo, o ministro Helder Barbalho decidiu que a questão alfandegária dos portos será tratada em reunião em Brasília com os dirigentes da Receita Federal. A Secretaria de Portos vai intervir para solucionar o problema comum a diversos portos.
Na reunião realizada no dia 30 de novembro, 41 demandas foram pleiteadas pelos gestores dos portos e a Secretaria de Portos, que atendeu a 64% desses pleitos, incluindo a pauta do Porto de Cabedelo. “Essas reuniões têm sido positivas”, concluiu a presidente da Companhia Docas da Paraíba. O próximo encontro com os gestores dos portos será em 10 de março, no Porto de Santos.
Organização da Barcelona World Race, única regata de volta ao mundo em dupla, publicou, esta semana, o primeiro aviso de regata para a realização da quarta edição da corrida que começa e termina em Barcelona. A regata non-stop (sem paradas) já foi aprovada pela Federação Real Espanhola de Vela e pela classe IMOCA e tem data prevista de largada entre os dias entre 20 de dezembro de 2018 e 7 de janeiro de 2019.
A quarta Barcelona World Race será disputada em veleiros da classe IMOCA 60, como no passado, e nenhuma alteração de rota está prevista. A organização também está de mãos dadas com o meio-ambiente e irá cooperar com cientistas na coleta de dados oceânicos por onde os barcos passarem.
A última edição da regata terminou no dia 25 de março de 2015 com a equipe Cheminées Poujoulat, dos skippers Bernard Stamm (Suiça) e Jean Le Cam (França), em primeiro lugar. Eles estabeleceram um novo recorde para regata após percorrem 23 321 milhas, pouco mais de 43 mil km, em 84 dias, 5 horas, 50 minutos e 25 segundos.
A Coral é uma marca bem conhecida, principalmente entre os donos de barcos de Angra, área onde a empresa, com fábrica em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, mantém uma base de apoio. Recentemente, o estaleiro se dedicou ao projeto e construção de lanchas maiores. Na ponta desta nova seara figura a Coral 46 HT, um barco rápido, equipado com teto rígido e capaz de acomodar bem até seis adultos em pernoite, numa cabine que conta até mesmo com máquina de lavar e secar.
Com duas boas suítes, uma na proa e a outra à meia-nau, a Coral 46 HT, equipada com o pacote Full, destaca-se pela relação completa de itens de conforto e navegação e, ainda, pela boa performance com dois motores a diesel da Mercury, de 370 hp cada. Para saber tudo sobre esta embarcação, confira a NÁUTICA deste mês, que ainda está à venda nas bancas de todo país e, também, pela loja online.
A Feadship acaba de lançar o seu mais novo iate – o primeiro de 2016 – Vanish. Com 66,25 metros, o modelo foi projetado por Eidsgaard Design e conta com escada ladeada por uma parede de vidro ao longo de três pavimentos, suíte do proprietário com varanda extensível e painel de popa com design inovador, projetado para atender um desejo do proprietário. Além da suíte do proprietário, Vanish tem quatro suítes e um camarote VIP no convés principal que pode ser convertida em duas suítes.
O lançamento aconteceu no último sábado, com o que o estaleiro nomeou de “a rock’n’roll ceremony”, em tradução livre “uma cerimônia de rock’n’roll”, com centenas de convidados. Os proprietários do iate estiveram muito envolvidos na criação de seu novo iate dos sonhos. “Vanish foi projetado para atender a necessidade deles, que gostam de passar o tempo a bordo, com muitas opções de lazer”, diz o diretor da Feadship, Jan-Bart Verkuyl.
Vanish é construído em aço e alumínio e pode chegar a uma velocidade máxima de 17,5 nós, e uma gama de 5 200 milhas náuticas. Pode acomodar 17 tripulantes, e outras características incluem um clube de praia, spa com sauna, sala de massagem e salão de cabeleireiro, além de cinema ao ar livre e heliponto.
Aconteceu no último sábado, 23, o IX Rallye Náutico YCI Copa Kia Motors, em Ilhabela. Marcado por um clima de grande confraternização e pelo sorteio de um automóvel Kia Picanto, o evento teve como vencedora a equipe do barco Dudu Loco. A embarcação do comandante Luis Claudio Volpe acumulou apenas 6 pontos, em uma vitória apertada contra a equipe da embarcação Atlantis, de Marcelo Curtanello Campos, que acumulou 9 pontos.
Neste rallye de regularidade as equipes tinham que cumprir um percurso determinado pela organização, com rota e velocidades exatas, divididas em vários trechos. Em cada um destes trechos havia um ponto de checagem “pc”, que comparava o tempo real de passagem da embarcação com o tempo ideal da planilha de instruções.
Para cada segundo adiantado ou atrasado, a embarcação acumulava um ponto, o que significa que o primeiro colocado e o segundo, tiveram uma diferença de apenas 6 e 9 segundos na prova inteira, respectivamente. Para se ter uma ideia da regularidade destes dois competidores, o terceiro colocado, a embarcação Valentina, de Fabiano Carrieri acumulou 46 pontos.
Após a competição, a festa continuou com o churrasco de confraternização na subsede do Saco do Sombrio e terminou com a cerimônia de premiação, na qual a Kia Motors, com a presença de seu presidente, José Luis Gandini, sorteou entre as embarcações participantes, um automóvel Kia Picanto.
Aliás, o sorteio do automóvel trouxe uma expectativa adicional à premiação. À vista de todos os participantes, foram colocadas em uma urna fichas com os nomes de cada uma das embarcações. Foram sorteados, então, cinco embarcações, que escolheram cada um uma das cinco caixas com chaves do automóvel.
O estaleiro catarinense Fibrafort acaba de lançar seu mais novo modelo, a Focker 265 FX, indicada para esportes aquáticos, como Wake Surf, Wake Board, Wake Skate, Sky e boia e, também, para passeios com a família e os amigos. O barco possui proa aberta e targa específica em aço inox com suporte para as pranchas e, entre os opcionais, estão alto falantes e compatibilidade com flaps para estas atividades.Com capacidade para até 14 pessoas, a Focker 265 FX possui design esportivo, ideal para quem busca velocidade com conforto e segurança.
“A Fibrafort desenvolveu esta lancha para atender a demanda dos consumidores que pedem mais opções de barcos esportivos”, afirma Barbara Martendal Yamamoto, gerente comercial da fábrica catarinense. Outro ponto que diferencia o modelo das outras embarcações da consolidada linha Focker está na cor do painel, para-brisa, casco e saídas de ar são na cor preta, atendendo à solicitação dos consumidores. Este é um dos primeiros modelos a ser desenvolvido inteiramente no Brasil e foi fabricado no estaleiro catarinense com assessoria da Porche Consulting.
A baía da Babitonga é bem menos conhecida do que deveria. Ou mereceria. Com raras exceções, só mesmo os donos de barcos da região de Joinville, ou um ou outro de Curitiba, costumam aproveitar as ilhas (são 24, tanto dentro quanto fora) e prainhas (estas, incontáveis, pois rodeiam toda a área) desta tranquilíssima baía, que, em área navegável é quatro vezes maior do que a de Guanabara. E são apenas os frequentadores habituais da Babitonga que costumam aproveitar todas as suas delícias, como rústicos restaurantes de frutos do mar na beira d’água, prainhas de águas quentinhas e um cordão de ilhas permanentemente abrigadas, dentro da baía. Sem falar nos rios repletos de robalos que nela desaguam, nos manguezais preservados das margens e no extraordinário visual das montanhas da Serra do Mar ao fundo. A NÁUTICA Sul de janeiro, que ainda está à venda nas bancas de todo o Brasil, pela loja online e disponível para download, traz tudo sobre esta linda baía para você. Não perca!
A Azimut Yachts é uma das marcas que estão no Düsseldorf Boat Show 2016, que vai até o próximo domingo, 31. A empresa, que conta com fábrica no Brasil, aproveitou o evento para fazer a estreia mundial da nova embarcação de 20 metros Azimut 66 Flybridge, que vem para completar a coleção Flybridge do estaleiro italiano.
Com exterior desenhado por Stefano Righini, a nova Azimut possui janelas laterais em forma de barbatana de tubarão e um espaçoso fly, com amplos espaços sociais e para banhos de sol. A superestrutura em fibra de carbono faz com que o modelo seja mais leve, em particular, permitindo aumentar o seu volume interior. O designer Carlo Galeazzi, que cuidou do interior do barco, teve atenção especial na otimização do espaço e nos detalhes dos acabamentos.
A embarcação vem com deque principal que se abre para uma ampla sala de estar. É equipada com mesa para refeições, cozinha e bar, além de quatro camarotes no deque inferior. A Azimut 66 Flybridge é equipada por dois motores Cat C18, podendo chegar a uma velocidade de cruzeiro de 28 nós e máxima de 32 nós.
O estaleiro turco Numarine anunciou a nomeação de vários novos concessionários em todo o mundo, incluindo Mediterrâneo, Turquia, América do Norte e do Sul, Rússia e região da Ásia-Pacífico. As novas nomeações vêm depois de alguns meses agitados para a empresa, com dois novos contratos assinados em setembro para a construção de seu modelo mais recente 105HT e a entrega de seu sexto modelo 102 RPH no verão passado, entre outros projetos em andamento.
Sobre a expansão, a empresa afirma que, nos últimos meses, estavam preocupados não apenas em construir novas embarcações – como os novos 60 Fly, 70 Fly e 105 HT -, mas também tem trabalhado duro para melhorar o alcance da sua rede de concessionários. “Os resultados falam por si. A Numarine agora está presente na Espanha, na Itália e na Suíça. Além disso, em Malta, Marrocos, Tunísia e Egito”.
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