Team Vestas, o retorno

Por: Redação -
22/05/2015

O Team Vestas Wind está prestes a voltar à Volvo Ocean Race depois que o barco ficou espetado em um banco de areia no Oceano Índico, durante a segunda etapa da regata. Reconstruído, o veleiro deixou, nesta sexta-feira (22), o estaleiro Persico, que fica em Bergamo, na Itália, com destino a Lisboa, em Portugal. O objetivo da equipe é correr as últimas pernas da Volta ao Mundo. O comandante australiano Chris Nicholson acompanhou todo o processo de perto e classificou o retorno como um ‘milagre moderno alcançado’. Pelos danos causados no impacto e pelo tempo de reconstrução – quatro meses de trabalho – a afirmação do atleta não é nada exagerada.

“É uma grande conquista para todos, pois o trabalho foi difícil. Tinha tanta coisa para fazer que quase decidimos não voltar. Temos um novo barco”, disse Chris Nicholson. “Conseguimos, inclusive, adiantar nossa programação de liberação em um dia. Isso pode significar mais horas na água treinando”.

O plano da equipe é transportar o barco por navios e caminhões para Lisboa para se juntar aos outros seis times, que neste momento disputam no Atlântico Norte a sétima etapa.

Mas para colocar o veleiro na disputa foi preciso uma operação de logística especial que começou no ano passado, dias depois do acidente. A empresa GAC içou o barco dos recifes de coral e um navio Maersk Line transportou a embarcação até a Malásia. De lá, o Team Vestas Wind foi para o estaleiro Persico, na Itália. A construção de um barco leva, no mínimo, oito meses, mas conseguiram em metade do tempo.

“O estaleiro Persico assumiu o risco de fazer este projeto. Eu tiro o meu chapéu para eles. Foi um milagre moderno. Sem esses caras isso não teria acontecido”, finalizou Chris Nicholson.

Enquanto isso, no meio do Atlântico, os outros seis barcos disputam a sétima etapa de Newport até Lisboa. A diferença do líder provisório – Dongfeng Race Team – para o último – Team SCA – era menor do que 15 quilômetros na última posição registrada da manhã desta sexta-feira.

A bordo do Mapfre, o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca escreveu sobre a etapa. “Agora vamos um pouco mais ao Norte, perto da zona de exclusão de gelo. Parece que os barcos que estão por aqui andam mais rápido. Em pouco tempo vamos rodear por Leste o anticiclone dos Açores. Vamos com boa velocidade e as mudanças de vela são mais por questões de regata do que pelo andamento e rendimento do barco. A bordo estamos otimistas e seguimos lutando”.

Nos últimos dias, os tripulantes estudaram os modelos meteorológicos que receberam da organização para decidir que rota seguir tendo em vista o anticiclone dos Açores. Os barcos devem chegar em Lisboa até a próxima quarta-feira (27).

Fotos Brian Carlin / Team Vestas Wind

 

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      Em Floripa

      Por: Redação -

      Começaram ontem (21) o I Seminário Sustentabilidade Náutica – Praias e Marinas e o VIII Workshop Anual do Programa Bandeira Azul, em Florianópolis. O propósito dos dois eventos é discutir alternativas para promover a sustentabilidade por meio da melhoria na qualidade dos serviços, bem como as boas práticas de conservação ambiental.

      A realização é do Instituto Ambientes em Rede, com apoio da Acatmar (Associação Náutica Catarinense para o Brasil) e Grupo de Trabalho de Turismo Náutico da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte. O presidente do GTT Náutico SC, Leandro ‘Mané Ferrari’ destacou uma das principais iniciativas que contam com a parceria do GTT: o Projeto Limpeza dos Mares. “Em três edições retiramos cerca de quatro toneladas de lixo do fundo do mar. Essa iniciativa demonstra que o setor náutico está preocupado com a conservação do meio ambiente e sustentabilidade. Ninguém quer navegar em mar sujo”, afirmou.

      O diretor de negócios da Acatmar e coordenador executivo do GTT Náutico SC, Álvaro Ornelas, falou sobre as novas tendências do turismo no mundo todo e a importância de inovar e oferecer serviços de qualidade aos visitantes. “Os destinos turísticos – e isso vale para todos os segmentos do turismo náutico – precisam se posicionar no mercado. Destinos de mergulho, por exemplo, devem focar na promoção dos atrativos e características positivas para conquistar novos visitantes. Hoje o turismo está ligado diretamente aos valores e às experiências humanas”, enfatizou.

      Ainda durante a manhã desta quinta, a coordenadora Nacional do Programa Bandeira Azul, Leana Bernardi, falou sobre os requisitos necessários para a obtenção do selo internacional, que pode ser conquistado por praias e marinas. “A Bandeira Azul comprova que o município ou o empreendimento está comprometido com a preservação dos recursos naturais e promove a interação sustentável com o meio ambiente”, explicou. Outro destaque da programação desta quinta-feira foi a palestra da espanhola Paloma Arias, que trabalhou durante 20 anos na entidade que desenvolve o programa Bandeira Azul na Espanha, a Asociación de Educación Ambiental y del Consumidor.

      O Seminário e o Workshop estão sendo realizados no auditório da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL), localizado na Rua Eduardo Gonçalves D’Avila, 303 – Itacorubi, Florianópolis. A programação continua nesta sexta (22), com mesas redondas com interessados em obter a Bandeira Azul em praias e marinas, além de capacitações para consultores. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo e-mail [email protected].

      Foto Divulgação

       

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        Pesca ilegal

        Por: Redação -

        Barcos de pesca chineses operam ilegalmente na costa da África Ocidental, segundo denunciou o Greenpeace nesta quarta-feira (20). A organização apresentou, em Pequim ,os resultados de uma grande investigação. O número de barcos de pesca com bandeira chinesa ou pertencentes a empresas do país tem aumentado desproporcionalmente, passando de 13 em 1985 para 462 em 2013, segundo a ONG de defesa ambiental.

        Em oito anos, a ONG afirma ter detectado 114 casos de pesca ilegal realizadas por esses navios nas águas da Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Mauritânia, Senegal e Serra Leoa. Estes navios operam principalmente sem autorização ou em zonas proibidas.

        Sessenta destes casos estão ligados à maior empresa de pesca deslocalizada da China, a estatal China National Fisheries Corporation (CNFC), de acordo com os resultados desta pesquisa de dois anos realizada pelo Greenpeace Leste da Ásia e Greenpeace África.

        “Num momento em que o governo chinês está eliminando certas práticas de pesca destrutivas de suas próprias águas, as lacunas existentes em sua política levam à implementação de padrões menos rígidos na África”, lamenta a ONG em comunicado.

        Segundo o texto, os casos foram registrados pela Unidade de Coordenação de operações da Comissão Regional de pesca com base em Dakar, e pelo Greenpeace.

        As ONGs explica que os casos mais recentes foram observados por seu navio “Esperanza”, que navegava nas zonas econômicas exclusivas (ZEE) do Senegal, Guiné-Bissau e Guiné entre 26 de outubro e 21 de novembro de 2014.

        “Somente nas águas guineenses, o navio documentou 16 atividades de pesca ilegais por 12 navios de bandeira chinesas ou empresas que pertencem a este país, ou seja, a média de um caso de pesca chinesa ilegal a cada dois dias”.

        Fonte revista Pesca Esportiva

        Foto Divulgação

         

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          Em construção

          Por: Redação -

          O estaleiro holandês Wim Vander Valk, especializado em construção de embarcações totalmente personalizadas, acaba de divulgar imagens do trawler de 78 pés que está sendo construído em alumínio. O modelo com flybridge chamado de 2395 é o primeiro de uma nova série semi-custom desenhada Guido de Groot.

          A embarcação com camarotes para até 12 pessoas, será equipada com dois motores MAN de 1200 hp cada e, segundo o estaleiro, poderá navegar com velocidade máxima de 18 nós e eficiência no consumo de combustível.

          Ainda sem dono, o trawler 2395 deve ficar pronto em 2016 e está à venda. O preço não foi divulgado.

          Fotos: Wim Vander Valk/Divulgação

           

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            Warm Up

            Por: Redação -

            Além das disputas em quatro dias de regatas, a partir deste fim de semana (23 e 24, 30 e 31 de maio), a 2ª Etapa da Copa Swift Sport, válida pelo Circuito Ilhabela de vela oceânica, oferecerá aos velejadores várias atrações e promoções no Yacht Club de Ilhabela (YCI). As tripulações conhecerão o lançamento da Suzuki, o S-Cross, nova geração de crossover; participarão do sorteio da Wind Charter e ainda contarão com serviços sem custo da veleria North Sails.

            Das quatro etapas anuais da Copa Swift Sport, esta segunda tem o apelo de anteceder a Ilhabela Sailing Week (ISW), por isso é chamada de Warm Up para a ISW, que neste ano será disputada de 4 a 11 de julho. A competição que reúne as classes C30, HPE, IRC, RGS Geral e RGS Cruiser, será especial para a HPE nesta etapa porque as regatas serão simultâneas ao Campeonato Brasileiro da classe, entre 28 e 31 de maio.

            “Se a primeira etapa já foi ótima com nove barcos HPE, a segunda será ainda melhor, com tripulações vindas de outros estados, além de São Paulo. Espero pelo menos 20 veleiros na raia, não apenas pelo Brasileiro, mas também pela proximidade da Ilhabela Sailing Week”, considera Fábio Bocciarelli, comandante do Atrevido, vice-campeão da Ilhabela Sailing Week em 2014, atrás do Ginga, líder da HPE na Copa Swift Sport 2015. Na primeira etapa, em março, correram 32 barcos, entre todas as classes.

            As inscrições serão feitas no YCI em 22 e 23 de maio. Dia 22 das 18h às 21h e dia 23 das  8h às 11h30 na secretaria do evento no YCI, com valor de R$ 85 por tripulante, exceto tripulante-mirim, isento de taxa. A classe HPE 25, excepcionalmente, terá 50% de desconto devido ao Campeonato Brasileiro, disputado simultaneamente no segundo fim de semana (30 e 31 de maio).

            Também nos dias 30 e 31 de maio, a organização da classe RGS, com coordenação de Martin Bonato e do medidor Alexandre Martin, estará no Yacht Club de Ilhabela para prestar serviço especial às tripulações que desejarem medir seus barcos na classe RGS para correr a 42ª Ilhabela Sailing Week, principal competição de oceano da América Latina, entre os dias 4 e 11 de julho.

            “Queremos facilitar o processo de medição oferecendo o serviço aos comandantes que pretendem correr na RGS. Basta levar a embarcação ao Yacht Club de Ilhabela durante o segundo fim de semana da 2ª Etapa da Copa Swift Sport. O certificado será emitido sem qualquer custo”, afirma o diretor da Comissão de Regatas (CR), Carlos Sodré, o Cuca. Os interessados em aproveitar a oportunidade devem entrar em contato com a organização pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone 11/97147-4229. O agendamento é indispensável.

            Foto Marcos Méndez / Sail Station

             

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              A flotilha da Volvo Ocean Race passa por uma das águas mais famosas do mundo. Foi no Atlântico Norte que ocorreu o naufrágio do Titanic, no ano de 1912. A história, que virou filme sucesso de bilheteria, é de um transatlântico que bate numa enorme massa enorme de gelo. Para evitar que o problema se repetida, a organização da regata fez uma zona de exclusão para a sétima etapa, que saiu dos Estados Unidos com destino a Portugal. Nesta quinta-feira (21), as seis equipes não passaram muito distantes do local – 75 milhas (138 quilômetros) ao sul do naufrágio do Titanic.

              Porém, o fato que mais prejudicou uma das equipes foi uma simples caixa de madeira. O barco Abu Dhabi Ocean Racing, líder da classificação geral, foi obrigado a perder um tempo para tirar o objeto da quilha. Um tripulante mergulhou na água fria – 10 graus – para arrumar o problema. O time árabe voltou para a regata e ocupa a terceira posição na etapa.

              “Nós não temos de pensar em vencer a perna, mas ganhar o campeonato. A estratégia de Ian Walker foi sempre terminar as etapas entre os três primeiros”, explicou Matt Knighton, repórter do Abu Dhabi Ocean Racing.

              Além dos imprevistos, do fantasma do Titanic e do frio, a sétima etapa da Volvo Ocean Race é a mesma onde ocorreu a última morte e o último naufrágio da regata. Em 2006, o holandês Hans Horrevoets morreu ao ser varrido do convés por uma onda. No mesmo período, o barco Movistar naufragou no Atlântico. O comandante do Team Brunel, Bouwe Bekking, viveu essas duas experiências. “Eu não penso mais sobre isso. Foi uma pena, pois era uma campanha muito bem preparada. Serviu de alerta”.

              Em duras condições meteorológicas, o Bouwe Bekking do Movistar na época viveu um dilema: ou tentar salvar seu navio ou não colocar a tripulação em risco. Ele escolheu a segunda opção e seus companheiros foram resgatados pelo Abn Amro Two, que também estava o corpo do falecido Hans Horrevoets.

              Bouwe Bekking admitiu que o aniversário do ocorrido serviu como um lembrete dos perigos do Atlântico, embora tivesse certeza de que os Volvo Ocean 65 são mais bem preparados e robustos para os desafios do oceano.

              A sétima etapa é liderada provisoriamente pelo Mapfre, do brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca. Team Brunel, Abu Dhabi, Team Alvimedica, Dongfeng e Team SCA estavam atrás na primeira posição da tarde desta quinta-feira. A diferença entre eles é menor do que 15 quilômetros. Os barcos devem chegar a Lisboa no início da semana que vem.

              Foto Stefan Coppers / Team Brunel

               

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                Febre dos Drones

                Por: Redação -

                O estaleiro da Nova Zelândia, Oceania Marine, especializado em dar nova cara a grandes embarcações, acaba de reformar um iate de 46 metros construído pelo estaleiro americano Palmer Johnson e lançou um vídeo, feito por um drone, para comemorar o retorno ao mar do gigante de alumínio.

                O iate de 2010 é um Palmer Johnson 150’ Super Sport Yacht Series e acomoda até 12 pessoas a bordo.

                Assista:

                Imagens Oceania Marine

                 

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                  Fera a bordo

                  Por: Redação -

                  A nova equipe da America’s Cup, a SoftBank Team Japan, será liderada por Dean Barker, que foi nomeado capitão e CEO do desafiante japonês para a edição de 2017 da competição. O velejador neozelandês de 43 anos está há 15 na competição e já disputou o troféu a bordo de um veleiro quatro vezes.

                  “Esta é uma oportunidade incrível para construir uma nova equipe do zero”, declarou Barker em Bermudas onde ele e o gerente geral da equipe Kazuhiko “Fuku” Sofuku estão acertando os detalhes da participação do sindicato com os organizadores da regata.

                  “É uma honra para assumir a responsabilidade de skipper e CEO da SoftBank Team Japan. Estamos preenchendo as vagas na equipe o mais rápido que podemos. Acho que estamos reunindo uma equipe muito forte e nós queremos competir em pé de igualdade com as outras equipes e estamos montando uma equipe que é capaz de fazer isso. Nosso objetivo na America’s Cup é vencer”, completou Dean Barker.

                  A SoftBank Team Japan foi confirmada como desafiante da America’s Cup no início do mês e tem uma longa lista de trabalho pela frente já que eles querem estar no primeiro evento da America’s Cup World Series em julho, na cidade de Portsmouth.

                  “No curto prazo, o nosso objetivo é estar pronto para competir em Portsmouth”, disse Fuku. “Somente depois disso nosso foco irá mudar e vamos começar a investir em uma equipe japonesa”.

                  Dean Barker já venceu uma edição da America’s Cup a frente do sindicato kiwi Team New Zealand, em 2000.

                  Foto SoftBank Team Japan/ Divulgação

                   

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                    Rumo aos 1 000 testes

                    Criada há 27 anos, NÁUTICA está a apenas dois barcos de completar a marca histórica de mil testes de lanchas, jets e veleiros publicados, como os que você pode conferir a seguir.

                    Velamar 28

                    Velamar 28_001_OK

                    Apresentado na 1ª edição de NÁUTICA, recebeu de nosso avaliador o seguinte comentário: “Embora feito para cruzeiros, não faria feio em uma regata”. Previsão 100% confirmada.

                    Luna 180

                    Luna 18_038_OK

                    Construída pelo antigo estaleiro Mykonos, baseada na americana Bayliner 18, foi a 100ª lancha testada por NÁUTICA, na edição 38, de outubro de 1991.

                    Phantom F6

                    Phantom F6_v2

                    Criada pelo estaleiro Kiwi Boats (atual Schaefer Yachts) esta 19 pés tinha como ponto forte a robustez do casco, “preparado para enfrentar o mau humor dos mares do sul”. Foi o nosso 200º teste publicado.

                    Real Revolution 40

                    Image

                    Lançada pela Real Powerboats, esta 40 pés se destacou em nosso teste de nº 300 pela combinação de esportividade e conforto, mesmo na categoria das velozes offshore.

                    Especial 400 testes

                    Image

                    Após testar 399 barcos (em que se somam as avaliações feitas nas revistas Mar, Mar Vela & Motor e NÁUTICA), contamos a nossa história e revelamos como são feitos os nossos testes.

                    Intermarine 46

                    Intermarine 46_123_OK

                    Chegamos ao teste 500 voando na lancha a diesel mais veloz do Brasil, até então, com a marca de 56,6 nós — ou 105 km/h! —, com dois motores de 689 hp cada.

                    Delta 36

                    delta 36_OK

                    “Um barco com bom acabamento e instalações caprichadas, para quem gosta de velejar rápido”, avaliou NÁUTICA. Era o teste de nº 600, publicado em setembro de 2002.

                    Skipper 30

                    Skipper 30_OK

                    Nosso 700º barco testado foi o primeiro veleiro da série, e de cara se mostrou muito bom, tanto para passeios como para disputar regatas, autêntico dois-em-um que é.

                    Thorus 305

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                    Construída pelo campeão mundial de jet Alessander Lenzi, destacou-se em nosso 800º teste pelo feliz casamento da cabine alta com o cockpit completo.

                    O’Day 23

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                    Criado na década de 70, este pequeno veleiro foi reapresentado aos leitores de NÁUTICA no teste de nº 900, carimbado com selo de “usado”, ótima opção para quem se inicia no mundo da vela.

                    Fotos: Arquivo NÁUTICA

                     

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                      Pesca

                      Por: Redação -
                      20/05/2015

                      O programa do final de semana é pescar, mas o seu barco não é específico de pesca? Sem problemas. Marcio Dottori afirma que é possível pescar bem numa embarcação de passeio e ainda explica como. Assista!

                      Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

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                        Happy Hour Schaefer

                        Por: Redação -

                        Considerados os maiores destaques no último Rio Boat Show, os barcos de alto padrão da Schaefer Yachts estarão novamente em exposição durante happy hour na sede do estaleiro, na cabeceira continental da ponte Hercílio Luz, em Florianópolis. O evento será nesta quinta-feira (21/5), regado aos produtos da vinícola Pericó, revelação catarinense no setor que conquista cada dia mais prêmios por seus vinhos e espumantes. Os seminovos seguem em exposição até dia 23 (sábado).

                        A Schaefer Yachts já produziu mais de 3 mil embarcações e conta com três unidades fabris na Grande Florianópolis. Trata-se de uma indústria genuinamente catarinense que conquistou reconhecimento em todo o mundo, além de ser a principal responsável pelo desenvolvimento do polo náutico de Santa Catarina, um dos maiores do país. Também no mês passado, a Schaefer Yachts conquistou o prêmio Barco do Ano na feira internacional de Busan, na Coreia do Norte, com a lancha Phantom 30 3, considerada o maior sucesso náutico nacional, que tem mais de 1,4 mil unidades vendidas. A aproximação com os coreanos propiciou a instalação de uma fábrica do estaleiro naquele país, prevista para os próximos anos.

                        Imagens: Divulgação

                         

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                          50 anos de Soling

                          Por: Redação -

                          A flotilha de Soling do Veleiros do Sul vai estar presente no Mundial da classe que ocorre na Itália em Castiglione della Pescaia de 22 a 28 de maio. O evento celebra os 50 anos da classe Soling e espera 50 barcos de 15 países para a comemoração.

                          Representam o Brasil na festa três tripulações gaúchas: a equipe Equilibrium de Nelson, Felipe e Gustavo Ilha, a equipe El Demolidor de Kadu Bergenthal, Eduardo Cavalli e Renan Abrahan pelo Veleiros do Sul e pelo Rio Grande Yacht Club Henrique, Pedro e Fernando Horn Ilha.

                          Segundo Kadu Bergenthal do El Demolidor, “nos últimos seis anos o Veleiros do Sul tem representado o país e nestas participações temos bons resultados, como o vice-campeonato de Cícero Hartmann, André Renard e Flávio Quevedo. Neste não poderíamos faltar. Nossa flotilha é de alto nível e esse reconhecimento está explícito na vinda de tripulações estrangeiras para nossos campeonatos”, avaliou.

                          E a expectativa para esse ano é positiva, conforme o Kadu. “Esperamos manter o top 5 dos últimos cinco anos, obtidos com Nelson e Cícero”, diz, confiante na participação do Veleiros do Sul.

                          Foto: Ricardo Pedebos/VDS

                           

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                            Vaga com conforto

                            Por: Redação -

                            Somando-se barcos de lazer, turismo e serviço, a cidade de Manaus é considerada um dos maiores centros náutico de todo o Brasil, ao lado de grandes polos, como São Paulo, Rio e Brasília. Estima-se que a sétima cidade mais populosa do nosso país, com quase 2 milhões de pessoas, tenha um barco para cada nove habitantes! Ou seja, grosso modo, daria para transportar, de uma só vez, todos os moradores a bordo. E ainda sobrariam lugares. Outro orgulho da capital amazonense é o fato de ter a maior quantidade de grandes barcos do país.

                            Pensando nisso, o projeto de um novo complexo náutico foi lançado hoje (21) em Manaus. Desenhado em um terreno com mais de 380 mil metros quadrados, na orla da Ponta Negra, o endereço mais nobre da Amazônia, o empreendimento Aqua Ville Tarumã, criado pela construtora Colmeia, será uma nova experiência de viver bem, perto da natureza tranquila do Rio Tarumã, um afluente do Rio Negro e um dos principais destinos de donos de barcos da região. Um dos grandes charmes deste novo empreendimento, que terá apartamentos de 127 m² e 256 m² com plantas inteligentes e possibilidade de personalização, será uma marina privativa, batizada de Aqua Marina, para os condôminos. Serão cerca de 300 vagas cobertas para barcos de até 50 pés. Nada mais perfeito para pessoas anfíbias que não passam um único fim de semana sem aproveitar as águas de Manaus de alguma maneira. E quase sempre a bordo de um barco. Veja as primeiras imagens do Aqua Ville Tarumã.

                            Fotos Divulgação

                             

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                              Futuro promissor

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                              A próxima edição da Volvo Ocean Race já começa a ser pensada e as projeções para a temporada 2017-18 são animadoras. O novo e melhorado barco Volvo Ocean 65 vai custar o mesmo valor do atual, as regras devem ser mais simplificadas, os equipamentos de comunicação de ponta e muito mais. Contente com a edição em andamento, o CEO da Volta ao Mundo, Knut Frostad, revelou ao público em Newport, nos Estados Unidos, as intenções para o evento seguinte. A mais significativa afirmação do representante maior da Volvo Ocean Race foi que a edição 2017-18 poderá ter até 10 barcos correndo.

                              “É uma grande conquista ter barcos para duas edições. Queremos também que novas equipes se juntem à regata. Projetamos de oito a 10 veleiros como ideal”, disse Knut Frostad.

                              Todos os sete barcos idênticos da 12ª edição do evento, que termina em Gotemburgo, na Suécia, no fim de junho, serão devolvidos para uso em 2017-18, mas a regata vai construir mais dependendo da demanda.

                              Knut Frostad revelou que os custos de um recém-construído Volvo Ocean 65 continuam em € 4,5 milhões, o mesmo valor de três anos atrás quando o novo barco foi lançado. Melhorias serão feitas nos modelos atuais, mas a confiabilidade e a segurança permanecem como figuras centrais do projeto.

                              As melhorias serão anunciadas em uma feira de bacos na Holanda, em novembro deste ano. A flotilha será reaparelhada entre novembro de 2016 e maio 2017.

                              O CEO da regata disse também que pretende ver a bordo melhorias de comunicações para manter a mídia abastecida a todo instante. Está prevista até a utilização de drones para cobertura das provas. “Cada barco vai levar um desses drones. Eu tenho 100% de certeza que vai acontecer”.

                              Em abril, durante a parada de Itajaí (SC), Knut Frostad chegou a dizer que o Brasil merecia ter novamente um barco para a próxima edição. “Quem sabe o Brasil 2?”, disse o ex-integrante da tripulação verde-e-amarela na edição 2005-06.

                              Foto: Ainhoa Sanchez /Volvo Ocean Race

                               

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                                Limpeza do paraíso

                                Por: Redação -
                                19/05/2015

                                A empresa Lanchas Ilha Grande, que faz passeios de barco pela Baía de Ilha Grande, em Angra dos Reis, organizou um mutirão para limpeza da região começando pela praia Grumixama que, para a alegria do grupo, estava bem menos suja do que nos fins de semana anteriores. Ainda sim foram encontradas muitas tampas de garrafa, palitos e sacos plásticos que, mesmo sendo pequenos, levam anos para decompor e acabam poluindo a bela praia.

                                Já na praia dos Macacos, outro ponto escolhido pelo grupo para esse primeiro mutirão de limpeza, foi encontrado muito lixo no mar como sacos plásticos, latas e até garrafas de vidro que além de agente poluente pode machucar os turistas que frequentam a região.

                                O cenário mais devastado pelo lixo era o da praia da Baleia que estava tomada de lixo por todas extensão e novamente o plástico era o principal vilão.

                                Cerca de 36 pessoas participaram da ação que recebeu apoio da empresa que presta serviço para prefeitura que emprestou 8 rastelos e 3 garfos para ajudar na coleta.

                                “O mais importante disto foi ver o prazer dos participantes em ajudar o local que amamos todos felizes e no final de tudo emocionados por ver tanta crueldade com um paraíso como a Lagoa Azul. Vamos continuar o trabalho”, declarou Jorge Luiz, proprietário da Lanchas Ilha Grande e morador do local.

                                O mutirão de limpeza aconteceu no último fim de semana (16 e 17 de maio) e foi uma iniciativa dos próprios frequentadores do local.

                                Fotos: Lanchas Ilha Grande/Divulgação

                                 

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                                  O próximo verão ainda parece distante, mas para quem deseja estar de barco pronto para navegar na época mais desejada do ano precisa estar atento a oportunidades e ter planejamento. Evidente que a escolha por um barco usado é uma das maneiras menos onerosas e procuradas por quem está sempre de olho no mercado, porém, é preciso tomar muito cuidado na hora de investir.

                                  Existem algumas ferramentas onde é possível encontrar as melhores ofertas. A melhor delas são os Classificados da Náutica. São diversos anuncios dos mais variados tipos de barcos, lanchas, jets, veleiros, tudo o que o interessado procura e muito mais. Inclusive, o site também é recomendável para vender seu barco, caso ele não entre na troca proposta. Tudo para que o amante da náutica veja produtos e tenha certeza de que seja visto.

                                  Mas, a compra de um barco é muito mais complicada do que somente achar uma embarcação interessante por um preço atrativo. Há muita coisa por trás, cuidados que devem ser levados em consideração. A TV Náutica produziu uma reportagem especial, onde estrevistou brokers e pessoas importantes do ramo dos negócios de barcos usados. A intenção foi acumular dicas para que o cliente não saia mais lesado de uma compra e saiba muito bem o produto que está comprando antes de depositar o dinheiro. Confira abaixo.

                                  Agora, com todo este conhecimento, basta seguir as de como se dar bem no negócio e realizar o sonho de, muito em breve, sair navegando por aí. Bons negócios!

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                                    O lançamento da Arth 215 no Rio Boat Show 2015 recebeu muitos elogios dos visitantes. Recentemente, o estaleiro paulista Arthmarine entregou a segunda unidade do modelo em São Paulo. “Uma está em Bertioga e outra em Barra do Una. E seus proprietários estão bastante satisfeitos. As duas unidades foram equipadas com motores de centro-rabeta de 220 ho, gasolina. A Arth 215 está navegando muito bem, com casco que corta bem as ondas e espaço bem distribuído agradando adultos e crianças”, comenta Arthur Fusco, proprietário do estaleiro.

                                    A grande sacada na lancha é o uso de motor centro-rabeta o que libera a plataforma de popa para churrascos e diversão da garotada sem o perigo da proximidade do motor. É uma lancha bem equipada com atuador elétrico para subir a tampa do motor, como item de série, além de duas bombas de porão, bomba de água doce, entre vários outros itens.

                                    Fotos: Divulgação/Arthmarine

                                     

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                                      A tecnologia de impressão em 3D está se desenvolvendo ainda mais a cada dia que passa e, também, ajudando muitas pessoas e animais. Um bom exemplo foi mostrado ao mundo, na semana passada, quando uma tartaruga marinha ferida pôde voltar para seu habitat natural graças a uma prótese feita em 3D pela empresa turca BTech Innovation.

                                      A tartaruga perdeu parte das mandíbulas superior e inferior e não conseguia se alimentar sozinha. Para ajudar o animal, a BTech Innovation escaneou a cabeça da tartaruga e fez um molde para projetar um novo bico. Depois de receber aprovação dos veterinários, a nova mandíbula foi impressa em 3D utilizando um tipo especial de titânio.

                                      Após a cirurgia e recuperação, a tartaruga marinha voltou para o mar com um novo bico e uma aparência robótica. Esta foi a primeira vez que uma prótese de mandíbula foi criada e aplicada com sucesso.

                                      A tecnologia de impressão em 3D também está sendo utilizada para fazer próteses para humanos. A startup Open Bionics apresentou na CES 2015 alguns modelos de próteses feitos em 3D e com baixo custo, para tornar membros robóticos mais acessíveis para a população.

                                      Foto: BTech Innovation /Divulgação

                                       

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                                        Comemorando 15 anos da primeira infusão bem-sucedida no Brasil, Jorge Nasseh — primeiro a construir um barco por esse processo e maior especialista brasileiro no assunto — irá ministrar pessoalmente o primeiro curso de infusão a vácuo da Barracuda Composites que é a principal empresa no desenvolvimento de construções e estruturas em materiais compostos.

                                        O curso foi desenvolvido devido a escassez de mão de obra qualificada no mercado, as­sim como a crescente procura por novas soluções em materiais e técnicas. O curso visa dar aos interessados o conhecimento necessário para que possam realizar seus próprios projetos de forma independente, segura e eficiente.

                                        O curso acontece no próximo dia 20 de junho na sede da Barracuda, no Rio de Janeiro, e não tem data limite para inscrições que devem ser feitas pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone 21/2267-8877. O curso tem duração de 1 dia e inclui aula teórica e prático.

                                        Foto: Divulgação

                                         

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                                          A Seakeeper, um dos principais fabricantes de estabilizadores marítimos, acaba de desenvolver seu primeiro estabilizador giroscópico movido à bateria DC. Projetado para barcos de 30 à 40 pés de comprimento, o Seakeeper 3DC é um produto de última geração, que reduz o balanço lateral em até 95% em uma ampla gama de condições do mar. Agora é possível ter segurança, estabilidade e conforto, durante a navegação ou com o barco parado, sem a necessidade de um gerador.

                                          Baseado no modelo de sucesso do já consagrado, Seakeeper 5, o Seakeeper 3DC compartilha do mesmo tamanho de chassis com 76,2cm (C) x 76,2cm (L) x 63,5cm (A) e peso de 358 quilos. Com um baixo consumo de energia, entre 500 à 1000 watts, dependendo do estado do mar, o gerador começa a ser distribuído para o mercado já no mês de junho deste ano.

                                          Como todos os giroscópios da empresa, o Seakeeper 3DC dispensa o uso de apêndices externos que reduzem a velocidade e é extremamente silencioso. Pode ser instalado em vários pontos da embarcação, se necessário, oferecendo grande flexibilidade para novas construções e reformas.

                                          Este é o primeiro sistema de estabilização de movimentos movido à bateria DC do mercado para barcos. Mais de 2 400 estabilizadores de movimento da Seakeeper já foram instalados em todo o mundo. Com tecnologia que possibilita montar mais de uma unidade no barco se necessário, estabiliza navios de 30 à 220 pés de comprimento.

                                          A Marine Express é representante da Seakeeper no Brasil.

                                          Imagem: Divulgação

                                           

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                                            Pan 2015

                                            Por: Redação -

                                            A equipe brasileira de vela que vai disputar os Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, em julho, está definida. O grupo de atletas selecionados, entre novatos e veteranos, soma 32 medalhas na competição. Entre os destaques está Robert Scheidt, que volta à competição em busca de sua quinta medalha, sendo a quarta de ouro. Além dele, Claudio Biekarck, dono de oito medalhas, retorna para sua nona participação no Pan. Ele compete desde 1975 e conquistou a última medalha em Guadalajara, no México, em 2011: o bronze na classe Lightning.

                                            Pela primeira vez como Coordenador Técnico da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), Torben Grael, dono de cinco medalhas olímpicas, vai acompanhar a equipe em Toronto com boas expectativas. “Esperamos um bom resultado. Acredito que temos condições de brigar por pódio em todas as classes, mas claro que não vai ser fácil. Depende muito do momento de cada velejador”, comentou. O treinador ainda acrescenta a importância dos Jogos Pan-Americanos no ciclo olímpico de 2016. “É uma etapa importante. No caso da Martine Grael e da Kahena Kunze, por exemplo, dá uma dimensão a elas do que é uma competição assim. Quando chegarem aos Jogos do Rio, já terão essa experiência”.

                                            Com o mesmo número de medalhas olímpicas que o Coordenador Técnico, Robert Scheidt volta ao Pan após ficar fora da competição em Guadalajara. O velejador estreou na competição há 20 anos, em Mar Del Plata, na Argentina, em 1995, quando conquistou a primeira medalha de ouro na competição. “Tenho muito orgulho de voltar a representar o Brasil no Pan. Tenho ótimas memórias dos Jogos Pan-Americanos. Na minha última participação, em 2007, no Rio de Janeiro, não pude fazer uma boa preparação porque já estava em campanha olímpica na Star. Neste ano, porém, o foco é totalmente na Laser”, comenta o atleta, que emendará o Mundial da classe Laser, também no Canadá, com o Pan.

                                            Entre os demais velejadores que compõem o time do Brasil na competição estão as estreantes Martine e Kahena, atuais campeãs mundiais na classe 49er FX, e o veterano Ricardo Winicki Santos, o Bimba, da classe RS:X, que pode conquistar o tetracampeonato pan-americano consecutivo. Ele venceu em 2003, 2007 e 2011.

                                            Confira todos os representantes da vela brasileira no Pan de 2015

                                            Robert Scheidt – Laser Masculino
                                            Fernanda Decnop – Laser Feminino
                                            Ricardo Winicki – RS:X Masculino
                                            Patrícia Freitas – RS:X Feminino
                                            Martine Grael / Kahena Kunze – 49erFX
                                            João Augusto Hackerott – Sunfish Aberto
                                            Alexandre Paradeda e Lucas Huyer Aydos – Snipe Aberto
                                            Claudio Biekarck / Gunnar Ficker / Maria Hackerott – Lightning Misto
                                            Claudio Luiz Teixeira / Bruno Oliveira – Hobie Cat 16 Aberto
                                            John King / Daniel Santiago / Alexandre Saldanha / Guilherme Hamelmann – J24 Aberto

                                             

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                                              Por: Redação -

                                              O Dia Mundial do Meio Ambiente (DMMA), celebrado em 5 de junho, foi criado pelas Nações Unidas para estimular ação e conscientização global em prol do meio ambiente. Na cidade paulista de Jundiaí, este ano, o alerta é para o consumo racional da água, com a exposição “Linha D’Água – Travessias oceânicas de Amyr Klink e suas lições sobre a água”, aberta ao público de 2 a 27 de junho, no Museu Histórico e Cultural de Jundiaí. Trata-se de uma mostra fotográfica, gratuita, que reúne 30 fotografias do acervo do velejador Amyr Klink, que, além de ter realizado mais de 40 viagens oceânicas, tornou-se referência nacional quando se fala em consumo consciente, especialmente da água.

                                              Segundo dados da Organização Mundial da saúde, a média de 100 litros de água por habitante seria o bastante para realização das atividades domésticas e de higiene diárias. O navegador brasileiro Amyr Klink, porém, passou 100 dias num barco a remo consumindo 2,7 litros de água por dia, e garante que foi suficiente. Essas e outras curiosidades tornam a exposição imperdível, principalmente em tempos de crise hídrica, em que quanto mais economia, melhor para todos.

                                              “Linha D’Água” é dividida em 3 módulos, que remetem aos três barcos usados por Amyr Klink em algumas de suas principais expedições: barco a remo I.A.T., Paratii e Paratii II. Ao todo são 30 fotos das expedições do velejador, dispostas em painéis que também contém textos sobre as viagens. Todo o material expositivo é montado em base sustentável, seguindo assim os princípios do projeto, de estimular a reflexão sobre consumo consciente. O projeto inclui a distribuição de cartilhas e de catálogos do projeto e, além disso, as visitas à exposição contarão com monitores.

                                              O Museu Histórico e Cultural de Jundiaí – Solar do Barão fica na Rua Barão de Jundiaí, 762, no Centro. A exposição “Linha D’Água – Travessias oceânicas de Amyr Klink e suas lições sobre a água” pode ser visitada de terça a sexta das 10h às 17h e aos sábados das 9h às 13h.

                                              Foto: Divulgação

                                               

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                                                Como saber que o motor está no ponto certo de ser menos exigido e gastando menos combustível? Saiba tudo sobre a velocidade de cruzeiro de um barco neste vídeo da TV Náutica.

                                                Inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

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                                                  O dia 18 de maio de 2006 entrou para história da Volvo Ocean Race. A data marca o triste aniversário da morte do holandês Hans Harrevoets. O velejador de 32 anos morreu afogado após uma onda varrer o convés de seu barco, o Abn Amro Two. A situação da etapa entre Nova Iorque e Portsmouth ficou ainda mais negativa, pois o barco com o corpo do holandês a bordo foi resgatar a tripulação do Movistar, comandado por Bouwe Bekking, que afundou no mesmo período no Atlântico Norte. Foi a última das cinco ocorrências fatais da Volta ao Mundo em 42 anos de história.

                                                  “A regata é um álbum de fotos repleto de sentimentos fortes e momentos de emoção. Eu nunca vou esquecer do discurso de Petra van Rij, viúva de Hans Horrevoets que tragicamente perdeu a vida na edição de 2005-06. Na cerimônia de entrega de prêmio, ela pediu para ninguém esquecer o que a regata significa. A Volvo Ocean Race é real”, disse Knut Frostad, CEO da Volvo Ocean Race.

                                                  Hoje, os velejadores estão no mesmo Atlântico disputando a sétima etapa entre Newport e Lisboa. Os barcos deixaram os Estados Unidos no domingo (17) e devem demorar até nove dias para completar o percurso de mais de 5 000 quilômetros até Portugal.

                                                  “Se você olhar para a história, a etapa reserva quebras de equipamento, um barco afundado e uma pessoa que perdeu sua vida. Sabemos que estamos indo para a Europa e as equipes vão levar ao extremo”, disse Bouwe Bekking, hoje comandante do Team Brunel.

                                                  No placar, Dongfeng e Abu Dhabi puxam a fila da liderança. Os dois disputam claramente o título desta edição. Atrás aparecem quase iguais Mapfre, Team SCA, Team Brunel e Team Alvimedica. Mas as posições mudam constantemente.

                                                  Foto: Divulgação

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                                                    Pan 2015

                                                    Por: Redação -

                                                    Apenas quatro dias após o Mundial de Laser de Kingston, no Canadá, disputado entre 29 de junho e 8 de julho, Robert Scheidt vai a Toronto, a cerca de 260 km de distância, para buscar sua quinta medalha em Jogos Pan-Americanos. Conforme a divulgação da Confederação Brasileira de Vela nesta segunda-feira (18), Scheidt foi confirmado na equipe brasileira no Pan de 2015. O intervalo curto entre as duas principais competições do ano será um desafio, mas nada que intimide o velejador.

                                                    “Com tão pouco tempo entre uma e outra competição, não haverá condições para uma recuperação plena. Mas certamente o esforço valerá a pena. Sinto muito orgulho de voltar a representar o Brasil no Pan. Na minha última participação, em 2007, estava em campanha olímpica na Star, por isso não pude fazer uma boa preparação. Agora o foco é todo na Laser, e estou muito confiante”, destaca Scheidt.

                                                    Assim como nas Olimpíadas, onde soma cinco medalhas (dois ouros, duas pratas e um bronze) entre as classes Laser e Star, a trajetória de Scheidt nos Jogos Pan-Americanos é vencedora. O brasileiro foi ao pódio em todas as edições de que participou, sempre na Laser: ouro em Mar del Plata/1995, Winnipeg/1999 e Santo Domingo/2003, prata no Rio de Janeiro/2007.

                                                    “Tenho ótimas memórias da competição. Foi no Pan de 1995 que conquistei minha primeira medalha de ouro em nível mundial. Foi emocionante”, lembra Scheidt.

                                                    A confirmação de Scheidt como representante da classe Laser no Pan de Toronto coroa o seu retorno ao pódio, após um período de afastamento das competições, em março, devido a uma lesão no joelho esquerdo. O velejador ganhou a medalha de bronze na etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela, na França, em abril, e a prata na Semana Olímpica de Garda, na Itália, no dia 10 deste mês.

                                                    No retrospecto dos dois últimos anos, o velejador também foi o melhor do País na classe. Depois de uma temporada perfeita em 2013, com destaque para a conquista do 11º Mundial de Laser, em Omã, Scheidt acumulou outros quatro pódios importantes em 2014: ouro na Copa Brasil, na Semana Olímpica de Garda e no Sudeste Brasileiro de Laser, prata na etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela. Além disso, foi o quinto colocado no Mundial de Vela de Santander.

                                                    Foto: Thom Touw

                                                     

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                                                      Por: Redação -

                                                      Cada vez mais, Porto Alegre firma-se como um dos mais relevantes polos de jet ski do Brasil. Prova disso foi o passeio realizado sábado, dia 16, que reuniu exatos 82 jets e 120 participantes. “Nos últimos 15 anos, tenho certeza de que este foi o maior passeio realizado aqui”, comemora Julio Gil, o Homem Jet, que organizou o evento juntamente com Leonardo Maier, dono da marina Ilhas Jet.

                                                      O ponto de partida e chegada foi a marina, que fica na Ilha da Pintada. Os participantes navegaram até a Barra do Ribeiro e testemunharam belas paisagens e um lindo pôr-do-sol, na altura do Gasômetro, na região central da cidade. Depois, confraternizaram em um restaurante na Barra. E improvisaram também uma corrida de jets na marina.

                                                      “O mais incrível disso tudo é que o passeio foi organizado ‘na raça’, usando apenas as redes sociais e grupos de whatsapp, sem patrocínio de ninguém”, comenta o Homem Jet. Que já convida a todos para um próximo passeio, ainda maior, em setembro. “Vamos armar o maior evento que já houve no Brasil, com mais de 250 jets na água, aqui em Porto Alegre”, anima-se.

                                                      Fotos: Julio Gil

                                                       

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                                                        Por: Redação -

                                                        A sétima etapa da Volvo Ocean Race marca a volta da flotilha à Europa e a regata está cada vez mais próxima de sua conclusão. As equipes já velejaram cerca de 90% das milhas totais da Volta ao Mundo, mas ainda há 1/3 dos pontos em disputa. Por isso, as tripulações não podem errar na reta final. Uma quebra ou um erro de estratégia – por menor que elas sejam – pode custar pontos decisivos. “Obviamente vamos ficar perto do Dongfeng Race Team”, disse Ian Walker, comandante do Abu Dhabi Ocean Racing, líder do evento. O barco árabe tem seis pontos de vantagem para o veleiro chinês na classificação geral.

                                                        O Dongfeng corre atrás do prejuízo! Depois de ter o mastro quebrado na quinta etapa, a equipe já se recuperou vencendo a perna anterior e quer tirar mais pontos. “A gente sabe que será bem difícil pegar o Abu Dhabi, mas não podemos esquecer dos que estão logo atrás no pódio. A pressão será maior, é claro, pois se a gente ganhar e eles (Abu Dhabi) chegarem em último fica tudo igual. Vamos ver o que vai ocorrer”, contou Charles Caudrelier, comandante do Dongfeng. “As primeiras 24 horas serão lentas e complicadas, a tripulação vai estar ocupada e concentrada”.

                                                        Em terceiro na tabela está o Team Brunel, seguido por Team Alvimedica e Mapfre, que estão empatados. Para o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, é hora de acelerar com o Mapfre. “Nosso objetivo é terminar no pódio e para isso é preciso fazer uma boa regata do começo ao fim”.

                                                        A largada deste domingo (17) teve vento médio e quase ninguém se desgarrou. Mais emoção está por vir. “Pouco vento nos espera nas primeiras 24 horas da sétima etapa. Precisamos ter atenção com saída do porto de Newport por causa do número de navios nessa região. O primeiro dia será lento até entrar no vento”, resumiu André ‘Bochecha’ Fonseca, do Mapfre.

                                                        A etapa transatlântica deve durar de seis a 10 dias. Os barcos precisam lidar bem com as correntes do golfo, os icebergs e evitar acidentes fatais, como o ocorrido em 2005-06 com o holandês Hans Horrevoets.

                                                        Foto: Ainhoa Sanchez / Volvo Ocean Race

                                                         

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                                                          – Frutas são opções saudáveis e fáceis de ser consumidas, tanto frescas quanto secas. O melhor é priorizar as mais práticas de comer, como pera, maçã, banana, ameixa, pêssego, laranja e tangerina, e escolher sempre as menos maduras, para que a durabilidade seja maior. Para acompanhar, uma boa escolha é granola ou aveia, também não-perecíveis e com alto valor nutricional. No caso das frutas secas, as opções também são muitas: passas e frutas desidratadas – preferencialmente, sem açúcar – como damasco, banana, maçã…

                                                          – Oleaginosas como amêndoas, castanha-do-pará, castanha-de-cajú e nozes, além de recomendadas por nutricionistas, são práticas para manuseio no barco e têm uma boa durabilidade, sem precisar de refrigeração. Pode servir como lanche da tarde ou na hora que bater aquela fominha.

                                                          – Pães de forma podem ser consumidos em até uma semana ou um pouco mais, caso o ambiente não seja muito úmido. O ideal – caso vá fazer uma viagem longa – é levar este tipo de carboidrato para a primeira semana e depois optar por torradas, que aguentam mais tempo. Para recheio podem ser utilizadas geleias e margarina. Lembrando que as embalagens devem ser menores, para não ficarem abertas por muito tempo. Legumes secos, como tomate seco, por exemplo, também podem servir de recheios para o sanduíche ou, quem sabe, para uma bela salada.

                                                          – Enlatados e conservas são ótimas opções para levar de barco. Vale patê, atum, sardinha, palmito, ervilha, milho, grão-de-bico, seleta de legumes. No entanto, eles devem vir em potes pequenos, para serem consumidos de uma só vez, pois apesar da boa duração, não devem permanecer abertos sem refrigeração.

                                                          – Queijos do tipo cream cheese embalados individualmente são fonte de proteína e podem servir de recheio para sanduíches ou serem consumidos sozinhos. Além de ter embalagem prática, há várias versões: light, gorgonzola, pizza, provolone… Biscoitos, cookies, barras de cereais e bolos sem recheio também entram na conversa. Práticos, são boas opções de lanche.

                                                          – Para barcos maiores, que contam com fogão – por menor que ele seja – as opções aumentam. Nesse caso, uma boa carne seca pode ser feita para o almoço/jantar. É o caso, também, dos legumes como cenoura, batata, beterraba e cebola que, por possuírem menos água, são mais resistentes e não exigem refrigeração.

                                                          – Quem tem fogão, pode, ainda, ter a sorte de comer um bom arroz e feijão, ou outros produtos não perecíveis, como macarrão, lentilha, farinha… Sopas prontas também podem entrar no cardápio.

                                                          Foto: Fotolia

                                                           

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                                                            Por: Redação -
                                                            15/05/2015

                                                            A Royal Mariner, estaleiro pernambucano que produz lanchas entre 21,5 e 37 pés, já está em fase de teste do seu maior modelo, a RM 460 HT. A nova Royal Mariner foi anunciada em junho do ano passado e já tem data oficial de lançamento, início de junho.

                                                            A lancha tem dois camarotes fechados, banheiro, sala e cozinha na cabine, além de design esportivo. Com 14 metros de comprimento e espaço para 15 pessoas em passeios diurnos e seis pessoas em pernoite, a RM 460 HT aceita motorização dupla de centro-rabeta entre 320 e 430 hp cada.

                                                            Veja fotos da RM 460 HT na água:

                                                            Fotos: Divulgação

                                                             

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