Equipes de vela oceânica fizeram uma regata-treino em Santos, no litoral paulista

Por: Redação -
17/05/2022

As equipes Phytoervas 4Z, Inaê Soto Amstel Ultra e King fizeram regatas de treinamento, no último fim de semana, em Santos (SP), para ganhar ritmo de prova e testar equipamentos para os principais eventos da modalidade em 2022. Os três veleiros utilizam os Soto 40 e competem na ORC nas competições nacionais.

Simulando uma regata real, os três barcos tiveram os mesmos procedimentos de largada de uma prova de oceano, além do percurso para testar a velocidade das embarcações no contra-vento e no chamado vento de popa, que enche as velas balão e dão máxima velocidade aos barcos.

O treino de luxo levou a Santos (SP) praticamente todos os integrantes das equipes que correm com os os Soto 40, veleiro criado na década retrasada como classe de one design projetado pelo renomado argentino Javier Soto Acebal no estaleiro MBoats.

”Estamos muito contentes com o dia de hoje! Corremos quatro regatas no primeiro dia, foi um treino de luxo para todos. Pegamos uma média de 15 nós de vento. Nosso objetivo foi trocar posições e executar as manobras para chegar à excelência”, explicou Marcelo Sansone, integrante do Phytoervas 4Z.

Bayrad Neto, do Inaê Soto Amstel Ultra, ficou contente com a união dos tripulantes, que elevaram o sarrafo da categoria dos Soto 40. ”Fazer treinos deste nível é mais do que fundamental para as equipes. Os barcos mais velozes estão treinando cada vez mais forte para chegar à Semana de Vela em julho cada vez mais regulados e com o S40 na mão”, contou Bayard Neto.

O Inaê Amstel Ultra ganhou o patrocínio da cervejaria holandesa e em março de 2022 adquiriu o S40 Crioulla, barco vitorioso da vela nacional e sul-americana. Já o Phytoervas 4Z está desde julho de 2021 com o apoio da empresa de cosméticos utilizando a máquina de regata.

Os três veleiros estão inscritos nas principais competições do ano. A segunda etapa da Copa Mitsubishi será realizada nos dias 28 e 29 de maio e 4 e 5 de junho, em Ilhabela (SP).

FICHA TÉCNICA S40 ORIGINAL

Comprimento total: 12,3m

Boca máxima: 3,75m

Calado: 2,6m

Área Vélica: 100m²

Deslocamento: 4,2ton

Projetista: Javier Soto Acebal

Material do Casco: Fibra de vidro e carbono

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    Tempestade subtropical deve afetar Sul e Sudeste da costa brasileira a partir desta quarta

    A partir desta quarta-feira (18), no fim da manhã, a Tempestade Subtropical Yakecan deverá afetar as regiões Sul e Sudeste do país. São esperados ventos de W (Oeste) sustentados, de 24 a 33 nós com rajadas de 40, mantendo-se por todo o dia e aumentando à noite, enquanto ronda para SW (Sudoeste), já na madrugada e dia de quinta, atingindo seu pico de força com ventos de 35 a 42 nós com rajadas frequentes de 48 a 52 nós.

    Dependendo das características micro-regionais, como, por exemplo, o canal de São Sebastião, a aceleração do vento pode levar a rajadas de 55 nós ainda na quinta-feira. A partir de sexta, o vento inicia queda rápida de força.

    A ondulação esperada desde o final da noite de terça, atingirá toda a área Charlie (C) com grande intensidade, chegando a 4 metros de média, por SW, com pico de 4,8 a 5 metros nas regiões de SC, PR, litoral norte de SP e centro e norte do Rio de Janeiro.

    Avisos de mau tempo da Marinha já foram emitidos, assim como avisos de ressaca nestas regiões.

    Recomenda-se muita atenção e cuidado, mesmo que em terra, nas regiões costeiras!

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      Joinville será palco para Schaefer Yachts Weekend no próximo fim de semana

      O Joinville Iate Clube, em Joinville, Santa Catarina, receberá a primeira edição do Schaefer Yachts Weekend. De 19 a 21 de maio, quinta a sábado, o público poderá conferir as lanchas Schaefer 400, 450 (lançamento 2022), 510 GTS, 660 e V33. Estarão presentes os representantes Lattitude Sul, de Joinville, e Campos Yachts Paraná, de Curitiba.

      Localizado na Grande Florianópolis, o estaleiro — um dos responsáveis pela revolução de qualidade que a indústria náutica nacional passou nas últimas décadas, e vem passando — existe desde 1982. Nesses 30 anos já colocou na água mais de 3 500 barcos. Já as exportações ganharam projeção na última década, com a entrega de lanchas em países como Suécia, Noruega, Espanha e Estados Unidos, com a criação, inclusive de um braço de sua empresa.

      O Joinville Iate Clube foi fundado em 1978 e está entre os melhores do sul do Brasil, primando pela qualidade no atendimento aos sócios. A apenas 15 minutos de carro do centro da cidade, permite privilegiado acesso à Baía Babitonga.

      Apresentando amplas instalações físicas, o JIC está sediado em terreno com 150 840,80 m², soma 9 384 m² de área construída, sendo 8 188 m² em 10 galpões para embarcações. Um pátio com 14 454 m² de pátio concretado atende embarcações de todos os tipos e tamanhos. E ainda, um trapiche flutuante com 36 vagas, para embarcações de até 80 pés, além de dois trapiches para embarque e desembarque e um para abastecimento.

      Serviço:
      Schaefer Yachts Weekend
      19 e 20 de maio, das 14h às 20h
      Dia 21 de maio, das 10h às 20h

      Joinville Iate Clube – Rua Prefeito Baltazar Buschle, 2850
      89228-001 – Espinheiros Joinville/SC
      Latitude: S 26º17.521
      Longitude: W 048º46.843

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        Jetco, concessionária Yamaha, inaugura filial em Balneário Camboriú. Conheça

        16/05/2022

        A Jetco, concessionária oficial Yamaha, está com uma nova loja, agora, em Balneário Camboriú, tida como a Dubai brasileira, em Santa Catarina. A empresa está no mercado desde 1990, e oferece jets novos e usados, motores de popa, peças, acessórios, veículos off-road, além de contar, ainda, com serviços de oficina.

        “Estamos muito entusiasmados em estar presentes em Santa Catarina, que sempre foi um polo náutico muito forte, e estava totalmente carente na parte de Yamaha. Vamos fazer todo o possível para ativar novamente os clientes da marca no estado”, afirmou Valdir Brito Júnior, da Jetco.

        Com matriz consolidada na avenida dos Bandeirantes, na capital paulista, a inauguração da nova loja retrata a expansão da marca, levando os produtos Yamaha cada vez para mais perto dos clientes. A filial está localizada na rua São Paulo, número 105, no bairro dos Estados, em Balneário Camboriú.

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          Robert Scheidt conquista a marca de 183 títulos com vitória na Europa Cup de Laser

          Por: Redação -

          Robert Scheidt segue aumentando sua coleção de troféus e medalhas. Neste domingo (14), conquistou o 183° título da carreira, ao vencer a Europa Cup 2022 da classe Laser, competição sediada no Circolo Vela Torbole, no Lago di Garda, na Itália. Aos 49 anos, o bicampeão olímpico era o atleta mais velho na flotilha de 52 barcos e se manteve dominante ao longo da disputa, com vitória em seis de oito regatas.

          “O vento veio mais fraco e inconstante neste último dia. A primeira regata foi de recuperação. Errei no primeiro contravento, mas consegui chegar em terceiro lugar, resultado que já me garantia o campeonato. Mesmo assim, corri a segunda regata e ganhei. Estou feliz em voltar a competir e sentir a adrenalina da competição. Minha performance acabou sendo acima do que eu esperava”, comentou o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, contando com o apoio do COB e CBVela.

          Scheidt afirma que sua performance o surpreendeu porque entrou na Europa Cup na base da diversão, sem grandes expectativas, aproveitando o fato de a competição ser próxima de sua base na Itália, em Torbole, às margens do Lago di Garda. “Foi bom voltar a ter contato com a classe e medir forças com velejadores mais jovens”, comentou. Além disso, foi seu primeiro campeonato de Laser após os Jogos Olímpicos em Tóquio, onde se tornou recordista brasileiro em participação em Olimpíadas, com sete aparições.

          Com o título na Europa Cup, Scheidt se aproxima de igualar seu desempenho em campeonatos dentro e fora do Brasil. Agora, soma 91 títulos internacionais e 92 nacionais. O próximo desafio é a preparação para a SSL Gold Cup, competição entre nações, no formato da Copa do Mundo de futebol, na qual é o capitão do barco brasileiro. A tripulação nacional se reunirá para um período de treinos em agosto, na Europa.

          Na Gold Cup, todos os países competirão em pé de igualdade. Os veleiros one design são fornecidos pela organização. O barco SSL47 – uma versão do RC44, categoria bastante usada em regatas mundiais – tem regulagens do original que não podem ser alteradas. ”A ideia da SSL Gold Cup é interessante, pois são barcos iguais e o que conta é o trabalho da tripulação”, atesta Robert Scheidt, camisa 10 da seleção brasileira, que já está classificada para a fase final, no mês de novembro.

          Robert Scheidt – Carreira

          Cinco medalhas Olímpicas:
          Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na Classe Laser)
          Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)
          Bronze : Londres/2012 (Star)

          183 títulos – 91 internacionais e 92 nacionais     

          Laser
          – Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013
          *Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt
          – Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000
          – Na Olimpíada Rio 2016, terminou em quando lugar, vencendo a medal race, televisionada para o mundo todo.

          Star    
          – Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*
          *Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe
          – Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012
          – Integrante fundador da Star Sailors League, um circuito global de competições em franca ascensão, como uma ATP da vela, com ampla cobertura midiática. Scheidt foi o campeão da primeira edição, em 2013, ao lado de Bruno Prada, e vice-campeão em 2017 e 2018, com Henry Boenning

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            Triton 250 será primeira embarcação náutica comercial com motorização elétrica WEG no Brasil

            Por: Redação -

            O estaleiro paranaense Triton Yachts acaba de embarcar em um novo projeto de propulsão elétrica para embarcações comerciais, em parceria com a Espadarte Group, startup nacional de tecnologia e soluções para barcos, e a WEG, multinacional especializada na fabricação e comercialização de motores elétricos.

            Trata-se da primeira embarcação náutica comercial com Powertrain WEG no Brasil! “A Triton Yachts está sendo pioneira nessa parceria com a Espadarte-WEG para equipar as nossas embarcações com motorização híbrida. O modelo de 25 pés será o primeiro a ser equipado dessa forma e logo será testado na água”, conta o diretor de marketing da marca, Allan Cechelero.

            O modelo de propulsão, chamado de Hybdor, tem sistema de híbrido plug in, aplicável em qualquer barco de 25 a 40 pés, capaz de obter a performance da propulsão a combustão e a autonomia da motorização elétrica. “O sistema híbrido permite funcionamento independente. A confiabilidade de um sistema elétrico (motor, bateria, inversor) é bastante superior a um motor a combustão. E tendo elétrico e combustão separados, temos o melhor de ambas as motorizações e um barco que é muito mais seguro, eficiente, confortável e sustentável”, informou Tiago Mance, CEO da Espadarte Group.

            A autonomia da embarcação apenas com a motorização elétrica é de uma hora com velocidade de 10 nós. O tempo de carregamento com energia padrão pode ser feito em apenas 4 horas, com eletricidade padrão.

            “Com esse projeto mostramos que nossa tecnologia de Powertrain, testada e aprovada em veículos de transporte urbanos, é eficiente também para aplicações náuticas. Junto com a Espadarte Group estamos viabilizando uma embarcação comercial mais eficiente, econômica, sustentável e inteligente”, explica Manfred Peter Johann, Diretor superintendente da WEG Automação.

            A nova propulsão além da performance promete ter uma longevidade maior e menor necessidade de manutenções. “Além disso, a propulsão híbrida que desenvolvemos possui menor peso, menor consumo, mais eficiência e maior performance em iates entre 25 e 40 pés. Conseguimos desenvolver uma arquitetura elétrica superior que mantem a eficiência, reduz a quantidade de CO2 e resíduos na água e do ruído que para o ambiente e para o conforto da navegação buscamos aprimorar”, acrescentou Thiago Marquardt, CTO responsável pela tecnologia Hybdor.

            A produção comercial do modelo Hybdor deve começar em janeiro de 2023 na fábrica da Espadarte em São José dos Pinhais, no Paraná.

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              Linha Thermo Deck Kapazi une proteção e decoração. Conheça as principais vantagens

              Por: Redação -
              14/05/2022

              A linha Thermo Deck, da Kapazi Náutica, chegou ao mercado unindo proteção e decoração em um mesmo produto. Trata-se de um piso sintético com aparência e característica de madeira teka, com as vantagens de um tapete, pois não necessita de furos no piso para sua fixação, feita com fita dupla face de alta performance.

              E tudo isso com o custo de ⅓ da teka de madeira, de acordo com informações da marca. Além de ser antiderrapante, uma de suas principais vantagens é a durabilidade, permitindo anos de vida útil. O piso Thermo Deck é comercializado de acordo com o molde de seu barco, prometendo primor de acabamento, e é indicado para todos os tipos de embarcações. A linha Thermo Deck da Kapazi é dividida em três produtos. Conheça melhor cada um deles:

              THERMO DECK COMFORT

              Aliando a durabilidade do PVC à maciez do EVA, o Piso Thermo Deck Comfort foi pensado para atender clientes que presam pela qualidade e acabamento sem abrir mão do conforto. O diferencial deste tapete é possuir uma base macia, feita de Neoprene, o que possibilita a sensação de conforto ao caminhar sobre o piso. Pensando na durabilidade do produto, o Thermo Deck Comfort traz, ainda, o PVC como uma das suas camadas. O tapete é aplicado com uma fita dupla face de alta performance e é indicado para utilização em lanchas de até 40 pés. “Com este produto é possível ter todas as qualidades da teka sintética, só que com muito mais conforto”, de acordo com a marca.

              ► Acompanha fita dupla face de alta performance;

              ► Alta durabilidade;

              ► Antiderrapante;

              ► Conforto térmico;

              ► Proteção antimicrobiana;

              ► Resistência ao calor;

              ► Segurança e praticidade;

              ► Sofisticação e elegância;

              ► Sensação de conforto ao pisar.

              Cores: Areia, branco, cinza e natural

              THERMO DECK BEACH

              O piso Thermo Deck Beach é um produto 100% em PVC que chegou ao mercado náutico unindo decoração, proteção e diversas possibilidades de personalização. Por ser um piso náutico com aparência e característica de madeira teka, é conhecido como teka sintética. Possui friso com perfeito acabamento, o que permite diversificação nos layouts do revestimento da embarcação. “Um produto que se diferencia do mercado pela sua sofisticação, elegância, características térmicas, acabamento e proteção”, afirma a empresa. Tem a vantagem de ser sob medida, acompanha fita autocolante (dupla face) de alta performance e tem garantia de 2 anos, seguindo as instruções de uso. Além de ser antiderrapante, uma de suas principais vantagens é a durabilidade, que permite anos de vida útil e um simples processo de lixamento realça seu aspecto de novo. O produto também possui exclusivo tratamento bactericida Kher.

              ► Acompanha fita dupla face de alta performance;

              ► Alta durabilidade;

              ► Antiderrapante;

              ► Conforto térmico;

              ► Proteção antimicrobiana;

              ► Resistência ao calor;

              ► Segurança e praticidade;

              ► Sofisticação e elegância;

              ►  Personalização.

              Cores: Areia, cinza, madeira e natural

              THERMO DECK CLASSIC

              Quem gosta de um aspecto clássico na embarcação precisa conhecer o piso náutico Thermo Deck Classic. Fabricado com friso no padrão americano, ele é unicolor e apresenta um material que deixa o barco mais bonito e protegido ao mesmo tempo. Disponível para as áreas internas e externas, ele é produzido 100% em PVC e acompanha uma fita autocolante de alta performance para a instalação, que não agride nem danifica a embarcação. Disponível em quatro cores e 30 opções de frisos, o Thermo Deck Classic possui a garantia com 3 anos de duração e pode ser entregue e instalado em todo o Brasil.

              ► Acompanha fita dupla face de alta performance;

              ► Alta durabilidade;

              ► Antiderrapante;

              ► Conforto térmico;

              ► Proteção antimicrobiana;

              ► Resistência ao calor;

              ► Segurança e praticidade;

              ► Sofisticação e elegância.

              Cores: Areia, branco, cinza e natural

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                Arqueólogos encontram navio de guerra naufragado perto de Alexandria, no Egito

                Por: Redação -
                13/05/2022

                Uma expedição de arqueólogos encontrou, perto de Alexandria, o naufrágio de um navio de guerra que data do século 2 a.C. Os profissionais do Instituto Europeu de Arqueologia Subaquática (IEASM) também descobriram os restos de um cemitério grego no local.

                A descoberta na Baía de Qir, Egito, revela parte da cidade perdida de Heraclion, submersa há aproximadamente 1,2 mil anos. Alguns de seus artefatos tem mais de 2 milênios de história. O navio de guerra de 25 metros de comprimento encontrava-se no fundo da baía, coberto por 5 metros de lama.

                A escavação resultou da parceria entre o IEASM e o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito, contando com arqueólogos egípcios e franceses. Segundo publicação do ministério, o navio de guerra se movia por meio de vela e remos, como era comum às embarcações da Antiguidade que navegavam o Rio Nilo. A nau teria afundado em um canal próximo a um templo que desabou sobre o navio.

                Arqueólogos encontraram vários artefatos no local do naufrágio / Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito.

                As ruínas do cemitério datam do século 4 a.C. e sugerem a existência de um assentamento de comerciantes gregos em Heraclion. A cidade já foi o maior porto do Egito no Mediterrâneo, superada apenas após a fundação de Alexandria, em 331 a.C. Heraclion acabou destruída por uma série de terremotos e grandes ondas que atingiu o delta do Nilo.

                “Antes dessa descoberta, navios helênicos deste tipo eram praticamente desconhecidos entre arqueólogos”, comentou Frank Goddio, presidente do IEASM e líder da expedição. “A descoberta de embarcações rápidas do período ainda são extremamente raras, e o único outro exemplo até hoje é do Navio Marsala, que data do ano 235 a.C.”, acrescentou.

                Peça de ouro descoberta no local do naufrágio / Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito.

                Por Gabriel Caldini, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                  Pontos positivos e negativos de diferentes tipos de lanchas no Loucos Por Barcos desta semana

                  Por: Redação -
                  12/05/2022

                  Nesta quarta-feira, 11 de maio, o canal NÁUTICA exibiu mais um episódio da temporada de Loucos Por Barcos. Um bate papo descontraído semanal sobre os temas náuticos mais pedidos pelos leitores e seguidores.

                  Guilherme Kodja e convidados destacam os pontos positivos e negativos dos diferentes tipos de lanchas, além de pontuar a melhor opção para cada tipo de utilização.

                  O bate-papo conta com grande troca de informações sobre barcos, sempre com a interação em tempo real dos telespectadores por meio das redes sociais e o chat do YouTube.

                  O Loucos Por Barcos vai ao ar às quartas, a partir das 20 horas, na TV NÁUTICA, no YouTube. Se inscreva para não perder!

                  Se você tem alguma dúvida ou comentário, converse com a gente pelas redes sociais ou envie sua dúvida para [email protected].

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                    Navio medieval é desenterrado no meio da capital da Estônia

                    Por: Redação -

                    Uma equipe da construção civil descobriu os escombros de um navio mercante medieval no meio de Tallinn, capital da Estônia. O barco de 700 anos de idade estava enterrado sob uma rua próxima ao Porto Velho.

                     

                    Acredita-se que a embarcação tenha pertencido à Liga Hanseática, confederação de mercadores prevalente nos mares europeus entre os séculos XIII e XV. Priit Lätti, pesquisador do Museu Marítimo da Estônia, declarou: “O navio provavelmente foi construído no início do século XIV, de acordo com uma análise dendrocronológica, um exame dos anéis de árvores encontrados nos restos de madeira do navio”.

                     

                    De acordo com Lätti, o barco foi enterrado a uma profundidade de 1,5m. As diferentes camadas de areia presentes no local levam a crer que o processo de soterramento tenha ocorrido gradualmente, ao longo dos séculos, por ação do mar.

                     

                    Os pesquisadores encontraram diversos objetos em seu interior, incluindo peças de cerâmica, tecidos, barris de madeira e ossos de animais. A expectativa de encontrar mais artefatos é alta, conforme a parte traseira do navio é escavada. Tais achados podem ser úteis para melhor calcular a idade da embarcação.

                    Um sítio arqueológico tão bem conservado é algo significativo para estudiosos, que poderão aprender mais sobre o comércio e a construção naval na Idade Média. Os objetos encontrados a bordo, por sua vez, ajudam a entender como era o cotidiano da tripulação.

                     

                    O próximo passo da operação consiste em transportar o navio de 24 metros a um ambiente mais controlado, onde estará protegido de intempéries.

                     

                    Por Gabriel Caldini, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

                     

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                      Ação da Marinha reduziu o número de acidentes navais no verão

                      Por: Redação -

                      O litoral brasileiro é o quinto maior do mundo em área, e suas lindas praias atraem milhões de banhistas todos os anos. Nossos rios, por sua vez, são inúmeros e também atraem muita gente às suas margens. Um número tão grande de pessoas resulta em um alto risco de acidentes com embarcações, sobretudo no verão.

                      Por isso, a Marinha do Brasil criou a Operação Verão, uma ação coordenada e complexa que visa a intensificar a fiscalização de embarcações de esporte e recreio. Apesar do nome, ela não se restringe à estação mais quente do ano, mas ocorre em todas as épocas que registram alta concentração de banhistas.

                      Além de fiscalizar as embarcações, os agentes da autoridade marítima visam incrementar a segurança das mesmas, bem como zelar pela vida humana, conscientizar a população e prevenir a poluição por parte dos barcos.

                      A inspeção naval consiste na verificação do cumprimento do cartão de tripulação, da habilitação do condutor e de vários itens essenciais, como o equipamento de salvatagem. Inclui também a verificação do nível de álcool no sangue dos condutores através de um bafômetro (etilômetro).

                      “Durante o período da Operação Verão, ocorre o aumento do efetivo de militares nas capitanias dos portos, delegacias e agências, espalhadas por todo o país, para poder ter uma mais intensa fiscalização”, afirma o Vice-Almirante Sergio Renato Berna Salgueirinho, Diretor de Portos e Costas.

                      Responsável pela operação, a Diretoria de Portos e Costas analisa os dados enviados pelos Comandos dos Distritos Navais sobre os períodos de alta do número de embarcações em cada localidade. A partir dessas informações, é planejado o calendário da Operação Verão do ano seguinte.

                      De acordo com Salgueirinho, a operação deste ano resultou em um aumento nas abordagens e uma redução do número de notificações, o que indica uma melhora na conscientização e comportamento dos condutores de embarcações. “Cerca de 83 mil embarcações foram fiscalizadas no período de execução da Operação Verão deste ano, sendo 4.300 notificadas por terem alguma não conformidade com o que preconiza a legislação e 700 foram apreendidas”, declarou.

                      A fim de garantir uma navegação segura a tripulantes, passageiros e banhistas, Marinha do Brasil recomenda a atenção e o cumprimento dos Dez Mandamentos da Segurança da Navegação. Veja abaixo:

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                        Barco histórico restaurado pode servir de espaço para memória da navegação Amazônica

                        Por: Redação -
                        11/05/2022

                        O histórico barco a vapor Benjamin, cuja última viagem foi em 1995 pelas águas do Rio Negro, pode ser transformado em um importante espaço de memória da navegação na Amazônia, caso haja interesse do poder público ou da iniciativa privada em investir na sua recuperação. Pelo menos essa é a expectativa de seu proprietário, Dahilton Cabral. Ele diz que está aberto a parcerias e que um Memorial da História da Navegação na Amazônia, tendo Benjamin como símbolo, seria um atrativo turístico a mais, além do valor histórico. As informações são do portal da revista local Cenarium.

                        “O Benjamin está sendo recuperado na parte das chapas, que foram trocadas. Inclusive, ele flutua. A ideia é que ele volte a funcionar. Estamos abertos a projetos de turismo para nossa região. Se tivermos algum tipo de apoio financeiro, poderíamos acabar a reforma desse importante navio histórico, um marco para a navegação a vapor na Amazônia. O investimento no turismo é a longo prazo. Eu estou sempre aberto para parcerias para nossa terra”, diz Cabral, que também é proprietário do primeiro barco a vapor do Amazonas, o Justo Chemont.

                        Com 55 metros da proa à popa e nove metros de altura, Benjamin começa a ser recuperado após quase três décadas repousando em meio a um capinzal e muito lixo, na orla da Avenida Lourenço da Silva Braga, conhecida como Manaus Moderna. Foi muito importante para o transporte de passageiros e de produtos do extrativismo entre o Acre e o Amazonas.

                        Lançado nas águas em 1905, fez a primeira viagem em 1912, “batizado”, inicialmente, de Baturité. Movido a lenha, foi construído nos Estados Unidos, por encomenda da empresa de navegação Nicolaus & Cia.

                        O tradicional vapor tem uma forte história ligada ao Estado do Acre, pois, no período áureo da borracha, entre o século 19 e o século 20, fez centenas de viagens levando mantimentos e famílias entre o trajeto Belém – Rio Branco – Belém, sempre passando por Manaus. Apesar de não ter mais capacidade de fazer grandes viagens, como antigamente, pode servir à sociedade novamente como um atrativo, símbolo da época áurea da borracha na Amazônia, de quando navegava pelos três Estados.

                        Cabral também é proprietário do Justo Chermon, um barco de 48m², construído em 1895 na Inglaterra. “No passado, levamos turistas e mercadorias de extrativismo até o seringal, no Rio Negro”, conta. Para ele, ambos os barcos são parte de sua própria história. “O passado é um legado da história de que vivi. E eu tenho um amor pela preservação da história. Vi os bondes sendo levados como sucata para o sul do País. Vi também pedaços dos bondes jogados na beira do rio. Um passado que jogamos fora. Os navios são uma joia rara”.

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                          China lança seu primeiro navio porta-contêineres autônomo

                          Por: Redação -

                          Autoridades chinesas estão relatando que colocaram o primeiro navio porta-contêiner elétrico autônomo do mundo em serviço comercial após um período de extensos testes. O navio, que foi desenvolvido através de uma ampla colaboração de instituições chinesas, é tido como um navio de demonstração que fornecerá aprendizado significativo para o desenvolvimento futuro da tecnologia.

                          O Zhi Fei (chinês para Sabedoria Voadora), iniciou sua primeira viagem regular em 22 de abril. A embarcação tem 384 pés de comprimento com uma boca de 57 pés e uma profundidade de aproximadamente 32 pés. A propulsão é feita por um sistema elétrico DC que promete uma velocidade máxima de aproximadamente 12 nós e uma velocidade operacional normal de 8 nós. O Zhi Fei foi construído pelo Estaleiro de Qingdao.

                          O projeto do navio foi construído pela Bestway em cooperação com o Shanghai Jiahao Ship Design Institute e a Dalian Maritime University. O contrato inicial de construção foi assinado no final de 2019 com obras iniciadas em maio de 2020. A embarcação foi lançada em abril de 2021 com os primeiros testes no mar em junho e os testes nos sistemas começaram em setembro passado. A avaliação técnica foi concluída em março de 2022, e o navio está agora operando entre o porto de Qingdao, na província de Shandong, e Dongjiakou, administrado pela Navigation Brilliance (BRINAV).

                          De acordo com os relatórios, o navio adota um sistema de propulsão elétrica de rotação completa baseado em tecnologia híbrida e integra baterias de grande capacidade e grupos geradores por meio de rede DC para obter otimização inteligente da eficiência energética. Os chineses estão dizendo que é a primeira vez que um sistema de energia DC foi combinado com operações inteligentes.

                          O porta-contêiner é capaz de operar em três modos diferentes, condução tripulada, condução remota e condução não tripulada. Os sistemas inteligentes fornecem planejamento de rotas independente, prevenção inteligente de colisões e operações de controle remoto. A embarcação emprega 5G, satélites e outros sistemas multi-rede.

                          As informações desenvolvidas a partir deste projeto e a operação do navio estão contribuindo para os esforços de construção de navios porta-contêineres autopropulsados semelhantes com capacidade maior de 500 a 800 TEU.

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                            Cyclone radar, da Raymarine, promete mais precisão, alcance e definição. Equipamento é oferecido pela Marine Express

                            Por: Redação -
                            10/05/2022

                            A Marine Express esteve no Rio Boat Show 2022, onde mostrou diversos produtos, dentre eles seu novo e avançado radar, o Cyclone, da Raymarine. Lançado no Miami Boat Show deste ano, o equipamento fez sua primeira aparição no Brasil durante a feira carioca.

                            Diferentemente de seus antecessores na marca, este modelo de estado sólido não faz uso de microondas. Isso se traduz em uma alta precisão, longo alcance (72 milhas náuticas) e grande definição dos alvos. Por exemplo, o radar consegue identificar e representar, com muitos detalhes, ilhas pequenas e distantes. Também mostra as condições meteorológicas locais, inclusive formações de nuvens, o que permite ao capitão evitar tempestades.

                            Outro destaque do Cyclone é seu Sistema Doppler, que traz um esquema de diferenciação de alvos. Objetos parados são representados em cinza; já os que se movimentam aparecem em verde e vermelho. O verde diz respeito a embarcações que navegam no mesmo sentido do barco do proprietário, enquanto o vermelho mostra as que se encontram em rota de colisão. Esse esquema é particularmente útil no período noturno e em ambientes com alta concentração de barcos.

                            Os amantes da pesca também podem comemorar a chegada deste radar, já que ele se mostra um grande aliado nesta prática esportiva. Seu modo pássaro identifica aves nas proximidades, o que auxilia na descoberta de cardumes.

                            Sua antena vem em três tamanhos e atinge velocidades de rotação de até 60 rpm. As pequenas aberturas em cada lado da estrutura permitem a refrigeração da antena, enquanto sua estrutura fechada evita a condensação de água em seu interior – e o consequente prejuízo ao equipamento.

                            Cristiano Sestini, diretor executivo da Marine Express, afirmou, em entrevista à NÁUTICA, que o modelo foi uma solicitação da Guarda Costeira americana. O órgão em questão desejava um equipamento que, mesmo em uma embarcação a 100 km/h, fosse capaz de identificar rapidamente alvos no mar.

                            Confira a conversa na íntegra:

                            Por Gabriel Caldini, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                              Por: Redação -

                              A Kapazi, um dos mais tradicionais expositores dos salões de São Paulo e do Rio de Janeiro, apresentou, recentemente, durante o Rio Boat Show 2022, sua linha completa de tapetes náuticos, com direito ao lançamento do EVA Soft Tech Premium, com toque mais aveludado e possibilidade de cor única para piso e friso. Disponível nas cores madeira, prata e champanhe.

                              Pensados para equipar do menor ao maior barco, os pisos Kapazi estão disponíveis em cores variadas, para atender melhor ao gosto e necessidade de cada cliente, além de poder estar presente tanto na área externa da embarcação – no caso do EVA – como na área interna – com os tapetes e carpetes da marca.

                              Mas, engana-se quem pensa que a Kapazi é “somente” pisos, tapetes, carpetes… A marca conta, ainda, com bolsas térmicas que prometem garantir resfriamento por mais de 24 horas! As bolsas estão disponíveis em formatos diversos, como acompanhamos no vídeo de Guilherme Kodja.

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                                2ª etapa do XXII Circuito Ilhabela – Copa Mitsubishi já tem data para acontecer. Confira

                                Por: Redação -

                                O Yacht Club de Ilhabela sediará, nos dias 28, 29 de maio, 4 e 5 de junho, a 2ª etapa do XXII Circuito Ilhabela – Copa Mitsubishi, convidando as classes  ORC, BRA RGS, C30, HPE25, Bico de Pra e Duplas para as competições, que têm largada programada para o meio-dia.

                                As inscrições podem ser feitas on-line no site do Circuito Ilhabela, e o pagamento deverá ser realizado até o dia 28 de maio, depositando o valor total do comandante e dos tripulantes da sua embarcação, indicando o nome do barco no depósito.

                                O valor é de R$ 150 por tripulante masculino e R$ 75 por tripulante feminino. Um tripulante-mirim por barco é isento de taxa de Inscrição. O valor especial para Bico de Proa e Duplas será de R$ 30 por tripulante. Lembrando que os barcos que não correram nenhuma etapa da Copa Mitsubishi no ano de 2021 terão 50% de desconto.

                                As próximas etapas do XXII Circuito Ilhabela – Copa Mitsubishi estão previstas para 8,9 e 15,16 de outubro (3ª etapa), e 26,27 de novembro e 3,4 de dezembro (4ª etapa).

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                                  Marinha do Brasil doa embarcações para naufrágios controlados que acontecerão ainda este ano

                                  Por: Redação -

                                  A Marinha do Brasil doou à Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (Setur) o casco do navio-varredor “Anhatomirim”. O ato aconteceu durante a cerimônia de assinatura do termo de doação realizado na sede do Comando do 2º Distrito Naval, no bairro do Comércio, em Salvador.

                                  Durante a cerimônia de transferência do navio, o secretário de Turismo da Bahia, Maurício Bacellar, anunciou que o casco do “Anhatomirim” e o ferry-boat Juracy Magalhães, também doado pela Marinha do Brasil, serão submetidos a um afundamento controlado na Baía de Todos-os-Santos (BTS), com o objetivo de tornarem-se recifes artificiais e proporcionar o desenvolvimento do habitat marinho no local.

                                  “Receber esse navio doado pela Marinha Brasileira, para que a gente possa fazer o naufrágio controlado dele, é estimular o turismo náutico da Bahia e em particular o turismo de mergulho. O naufrágio controlado, quando bem dirigido, se transforma em um recife artificial que desenvolve a vida marinha”, declarou o secretário de Turismo da Bahia, Maurício Bacellar.

                                  A iniciativa também visa incentivar o turismo subaquático na região. Antes de ser naufragado, a embarcação será preparada para garantir a segurança do procedimento, com a retirada de peças e de todo material potencialmente poluente, de forma a preservar o meio ambiente.

                                  Além do secretário, estiveram presentes o Vice-Almirante Humberto Caldas da Silveira Júnior, comandante do 2º Distrito Naval, representantes do trade turístico, da Fundação Baía Viva e da Associação dos Mergulhadores Recreativos da Bahia (Amerb).

                                  Para o Vice-Almirante, o projeto, além de estimular o turismo, ainda será capaz de destacar a importância dos mares em outros setores como o comercial e o náutico. “Além da doação do casco para atividades de mergulho, nós temos como atividade um fim importante, o desenvolvimento da mentalidade marítima”, destaca o comandante do 2º Distrito Naval.

                                  O “Anhatomirim” era um navio-varredor, da classe “Aratu”, construído na Alemanha e incorporado à Marinha do Brasil em 1971. Permaneceu subordinado ao Comando da Força de Minagem e Varredura até sua baixa do serviço ativo da Armada, em 2016.

                                  O ferry-boat Juracy Magalhães, que está fora de circulação, também será afundado na Baía de Todos-os-Santos. “Vamos abrir a licitação para realizar as duas operações, com estudos ambientais e escolha da melhor localização no mar. Os naufrágios deverão ser realizados até o fim do ano”, explica o titular da Setur-BA, Maurício Bacelar.

                                  Em 2020, o ferry Agenor Gordilho e o rebocador Vega passaram pelo mesmo processo. No fundo da baía, ainda se destacam três embarcações de naufrágios históricos: Galeão Sacramento (1668), Vapor Maraldi (1875) e Clipper Backdader (1905).

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                                    O ano era 2008. Christopher Wilson lia os classificados quando um anúncio capturou sua atenção. Tratava-se da venda de um cruzeiro alemão de 1955 com 89 metros de comprimento.

                                    A curiosidade o levou a visitar a embarcação, que encontrava-se em um estado deplorável, com lixo por todos os lados. A despeito disso, foi amor à primeira vista, e Christopher imediatamente comprou o navio, que batizou de MV Aurora. Desde então, o ex-programador vem dedicando seu tempo e energia à sua restauração.

                                    Com o passar dos anos, Chris foi descobrindo novas informações sobre o Aurora e completando o quebra-cabeça de sua fascinante história. Originalmente com o nome de Wappen von Hamburg, o navio foi fabricado pelo estaleiro Blohm and Voss e compôs a primeira linha de cruzeiros alemães após a Segunda Guerra Mundial.

                                    Parte do casco do Aurora antes do início das reformas.

                                    As décadas seguintes presenciaram sua ascensão ao showbiz. Nos anos 70 e 80, serviu de inspiração para a série “O Barco do Amor”. Porém, mais importante foi sua participação no universo do espião mais famoso do mundo. Ele mesmo, James Bond, o 007. A embarcação serviu de quartel-general para a organização Spectre no filme “Moscou contra 007”, de 1963. Na época, Sean Connery encarnava o papel do agente.

                                    Chris inicialmente pretendia usar o Aurora como um iate particular, mas, ao saber de seu passado, decidiu abri-lo ao público. “Eu gostaria de transformá-lo em um museu e deixar as pessoas fazerem tours“, afirmou.

                                    Essa tarefa, no entanto, não tem sido nada fácil. Vários portos abrigaram o cruzeiro nos últimos 14 anos, e houve uma época em que Chris levava até três horas para chegar ao seu destino. Isso eventualmente plantou uma semente em sua cabeça: por que não morar no Aurora? Foi então que ele, ao lado da companheira Jin Li, deixou sua casa em Santa Cruz e estabeleceu-se na residência flutuante.

                                    “Quando me mudei para o navio, muitos dos meus amigos e familiares ficaram incrédulos. Era uma grande mudança de estilo de vida. Mas eu vejo mais como um upgrade, apesar de estarmos meio fora do mapa e usando geradores e placas de energia solar”, confessou.

                                    Casco após as reformas.

                                    O custo da reforma pode chegar à casa dos 3 milhões de dólares, ou R$ 15 milhões de reais. “A escala do projeto é enorme. É como refazer 15 casas sozinho”. Hoje, além de Jin Li, Chris conta com a ajuda de voluntários para tornar este sonho uma realidade.

                                    A fim de divulgar a reforma, ele criou o “Aurora Restoration Project”, um canal no YouTube onde mostra seus avanços. A conta tem sido um sucesso: além de conquistar 77 mil inscritos, atraiu centenas de voluntários para o projeto.

                                    Entre os destaques do Aurora estão suas 85 cabines, piscina, teatro, lounge com deck privado e cozinha espaçosa. “Restauramos um pequeno número de cabines, mas temos muitas mais pela frente. Logo vamos oferecer ao público a oportunidade de patrocinar a restauração de uma cabine”, declarou Willson.

                                    Por enquanto, não há previsão para a conclusão do projeto, mas Chris espera terminar a cozinha e a área de jantar até o final de 2022.

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                                      Teste Triton 52 Fly: revelamos todos os detalhes da maior lancha da Triton Yachts

                                      08/05/2022

                                      Estaleiro fundado em 1984 e que já colocou na água cerca de 2 000 lanchas, a paranaense Way Brasil, detentora da marca Triton Yachts, atualmente tem uma sua linha de produção 16 modelos de lanchas de passeio, de 23 a 52 pés, números que o colocam em destaque entre os fabricantes nacionais.

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                                      A mais nova integrante da família é esta: a Triton 52 Fly — aquele tipo de barco à prova de engano, porque todo mundo ama, já que vem com um agradabilíssimo espaço extra na parte mais desejada pelos usuários, o flybridge.

                                      Baseada na lancha Triton 52 HT, essa confortável cabinada com flybridge de 15,80 metros de comprimento preserva as melhores características da versão hard top — leia-se cabine muito boa na altura e no espaço interno. Tem três camarotes, dois banheiros, cozinha adequada e um salão com uma altura generosa, que acomoda todos os passageiros sentados.

                                      Para testá-la, NÁUTICA viajou para Belém, a encantadora capital do Pará, que oferece diversas opções de navegação fluvial, a começar pela Baía de Guajará e pelo Rio Guamá.

                                      Logo na entrada, percebe-se que Triton 52 Fly preparou-se bem para conquistar os brasileiros: vem com uma plataforma de popa com dimensões generosas. São 3,27 metros de largura por 2,07 m de comprimento (1,40 m na opção submersível), o que resulta em quase 6,80 m² de área útil. Uma escada de quatro degraus serve apoio para quem vai para a água, enquanto um chuveirinho com água quente e fria aguarda a quem volta do banho de mar.

                                      Sem esquecer o indispensável espaço gourmet, que nesta 52 pés é bom, com churrasqueira a carvão ou elétrica, tábua de carne, pia com água e área de apoio. Para iluminar essa área, há a opção de instalar dois canhões de led na estrutura traseira do flybridge. Todo o espaço pode ser coberto por um toldo manual (ou, opcionalmente, elétrico). E para animar os passeios (ou a atividades de lazer na popa do barco) há espaço para instalar dois alto-falantes na estrutura do flybridge que protege a praça de popa.

                                      O acesso ao convés principal pela popa é feito por uma única escada a boreste. A praça de popa, com bastante espaço livre e pé-direito de 2,05 m, tem uma mesa de madeira e um sofá em “L” para cinco pessoas (sem nenhum aperto), além de um paiol, uma lixeira exclusiva para latinhas de bebidas e — na amurada de boreste — um painel elétrico, com todas as chaves muito à mão, e a entrada da toma de cais.

                                      Para o acesso ao fly, há uma escada (a boreste) bem segura, com seis degraus largos e ótimo apoio para as mãos nos dois lados. Um opcional interessante (que beneficia a praça de popa) é um terceiro aparelho de ar-condicionado exclusivo para a área, de 16 mil BTUs.

                                      O acesso à proa é feito por duas largas passagens laterais idênticas, uma a boreste, outra a bombordo. Ambas com pega-mão bem posicionados e um guarda-mancebo bem firme, que começa com 45 cm, sobe para 75 cm à meia nau e chega a 95 cm na proa.

                                      Em frente ao grande para-brisa, de folha única em curva, há um solário/poltrona, com encosto reclinável e regulagem do ângulo, para duas pessoas, além de porta-copos de inox e apoio para as mãos. O sistema de som, opcional, voltado para o solário, fica no bico-de-proa e cai muito bem para o uso mais animado do espaço com o barco parado. Os seis cunhos, de 30 cm cada, são muito bem dimensionados.

                                      A proa sextavada, que otimiza e aumenta o espaço de convivência a bordo nessa parte do barco, foi uma inteligente e moderna aposta do estaleiro e funcionou muito bem, com o detalhe dos dois banquinhos de madeira no bico de proa.

                                      Por sua vez, o flybridge, com espaço para 10 pessoas sem aperto, oferece uma área imensa de solários, ou de sofás, pois um se converte no outro, e vice-versa. O posto de comando, a boreste, está bem integrado à área social, pois o sofá, em “L”, fica bem avançado, a bombordo. O encosto da poltrona do piloto é alto e confortável, sendo o espaço para duas pessoas. Atrás dele, há um armário, com pia e geleira. A posição de pilotagem é confortável, com apoio para os braços, volante com regulagem e manetes bem à mão.

                                      A inclinação do painel ajuda a reduzir o reflexo do sol nos instrumentos, e nossa sugestão seria a instalação de duas telas de pelo menos 9 polegadas com integração dos instrumentos, tipo touch screen, como o modelo Raymarine Axiom 9 — uma 52 pés como essa pede esse detalhe. Para as manobras de atracação, há o comando por joystick. Porém, para o piloto desfrutar de um passeio mais agradável, faltam um porta-copos, uma entrada USB para o celular e um bom porta-trecos.

                                      Entre a praça de popa e o salão há uma porta de vidro de duas folhas que, quando aberta, integra os dois ambientes. No salão, a altura começa em 1,95 m na entrada e chega a 2,13 m próximo ao posto de comando, o que resulta em maior sensação de conforto. A cozinha (com pia, gaveteiro, geladeira, freezer de três gavetas, lixeira, micro-ondas e um fogão de indução com apenas uma boca, mas grande) fica na entrada do salão, a boreste e é escondida pela marcenaria dobrável.

                                      Quando não está em uso, desaparece e deixa o salão com aspecto clean. Tem uma área de apoio bem à ré, que na unidade testada já estava sendo bem usada, com cafeteira, açucareiro, xícaras etc., sobre a qual fica uma tv, que faz frente para o sofá de bombordo.

                                      A área é bem iluminada, mas falta uma abertura nos vidros para entrada de ar. A ventilação nessa área depende da janela que fica ao lado do posto de pilotagem. A poltrona do comandante tem assento alto, com encosto duplo e bem ergonômico. O painel tem espaço para duas telas de até 12 polegadas. O para-brisa inteiriço favorece a visão do piloto, mesmo com a proa um pouco levantada, na navegação de cruzeiro.

                                      No convés inferior, há uma suíte vip na proa (cuja cama tem 2,00 m de comprimento x 1,45 m de largura), um camarote a boreste (também com cama de casal, em vez das duas camas de solteiro tradicionais) e a suíte máster à meia-nau. Nesta, a altura na entrada é de 2,13 m, com 1,80 m na área em torno da cama de casal.

                                      A entrada de luz natural também é eficaz, por conta da distribuição das janelas, sem esquecer de vigias para a ventilação natural. O aproveitamento de espaço é outro ponto alto, com muitos gaveteiros e armários. Por sua vez, o banheiro dessa suíte tem 1,88 m de pé-direito, claraboia e vigia para ventilação natural, armários, prateleiras e um ótimo box fechado para banho com chuveiro móvel. Tudo em seu lugar e bem dimensionado.

                                      O acabamento e a decoração a bordo da Triton 52 Fly podem ser feitos como o dono quiser. Trata-se do que os estaleiros chamam de “processo custom”. No caso da lancha testada por náutica, o proprietário optou por anteparas no corredor da entrada da cabine com a aparência de uma pedra rústica.

                                      Para a manutenção, há dois acessos à casa de máquinas, um deles sob a mesa (num espaço já recortado), mas que depende de apoio para acessar, e outro no centro da praça de popa, para o acesso operacional. A aproximação dos motores é tranquila, com bastante espaço para as operações. Todas as instalações elétricas são de excelente qualidade, com fiação estanhada, como deve ser.

                                      Destaque também o ótimo revestimento termoacústico em toda a área da casa de máquinas, inclusive nos costados, até a área de linha d’água. O gerador, de 7.5 Kw, cobre bem as necessidades do barco, embora um de 9 Kw fosse o mais indicado, até pelo número de máquinas de ar-condicionado. Os dois tanques de diesel (total de 1050 litros) estão bem posicionados, com transferência de combustível. E o boiler, de 80 litros, foi muito bem calculado.

                                      Como navega

                                      A Triton 52 Fly foi testada nas águas doces e calmas do Rio Guamá, em Belém. A lancha estava equipada com dois motores diesel de 400 hp cada Volvo Penta D6, de centro-rabeta, e levava a bordo quatro pessoas, 55% da capacidade dos tanques de combustível, 70% de água doce e ventos de 5 nós. Tudo em ordem, aceleramos firme até alcançar 3 590 rpm (o giro máximo).

                                      Na melhor passagem, a lancha alcançou a casa dos 29 nós. Em seguida, reduzimos para 3 000 giros, alcançado a velocidade de cruzeiro econômico, e adicionamos um pouco de flapes, o que deixou a lancha “trimada”.

                                      Nessas condições, a resposta foi excelente. Navegamos confortavelmente, sem pancadas ou solavancos, tanto em velocidade de cruzeiro econômico quanto em cruzeiro rápido, e mesmo enfrentando os “marolões” produzidos pela própria lancha, em 45 graus, de proa. A aceleração de 0 a 20 nós levou 14,6 segundos.

                                      O barco é ágil e seguro, aderna o suficiente e responde rápido, fazendo curvas com excelente raio de giro. Uma das boas características dessa 52 pés é a capacidade do casco de cortar ondas de maneira macia. O ângulo do V na popa do casco, de 18 graus, faz uma enorme diferença. Em resumo, a Triton 52 Fly é um barco muito agradável, inclusive na hora de pilotar.

                                      Características técnicas

                                      Comprimento total: 15,6 m (51,18 pés)
                                      Comprimento do casco: 11,8 m (38,7 pés)
                                      Boca: 4 metros
                                      Calado com propulsão: 1 metro
                                      Altura do salão na entrada: 2 metros
                                      Ângulo do V na popa: 18 graus
                                      Combustível: 1050 litros
                                      Água: 600 litros
                                      Capacidade dia: 16 pessoas
                                      Capacidade pernoite: 6 pessoas
                                      Peso com motores: 18 200 kg
                                      Potência: 2 x D6 370 hp a 2 x 440 hp (IPS 600)

                                      Pontos Altos

                                      » Espaço interno muito bom
                                      » Navegação ágil e firme
                                      » Construção bem-feita
                                      » Opção de propulsão IPS ou centro-rabeta
                                      » Interior pode ser customizado

                                      Pontos Baixos

                                      » Escada para cabine com degraus estreitos
                                      » Tanque de combustível poderia ser maior
                                      » Faltam porta-objetos no comando superior

                                      Quanto custa?

                                      Cerca de R$ 3,5 milhões, já equipada com dois motores de 400 hp cada Volvo Penta D6 centro-rabeta a diesel (a versão testada por NÁUTICA). Preço pesquisado em fevereiro/2021. Para saber mais sobre o modelo testado, acesse o site oficial da Triton Yachts, www.tritonyachts.com.br.

                                      Quem fabrica?

                                      Dá para acreditar que o engenheiro José Maria Cechelero Júnior começou montando bugues? Para a sorte do mercado náutico, há quase quatro décadas, ele direcionou os esforços para a produção de barcos de pesca do tipo bassboats e pequenas lanchas de passeio, fundando o estaleiro paranaense Triton Yachts, que mantém planta na cidade de São José dos Pinhais.

                                      Em 2013, a empresa passou a se dedicar exclusivamente à construção de lanchas para cruzeiro (de 20 a 38 pés inicialmente). Com a Triton 52 Fly, a tradicional marca chega à faixa dos 50 pés, fabricando barcos de muito bom padrão de acabamento e conforto, além de ótimo custo-benefício. São características deste estaleiro, que hoje já soma mais de 2 000 lanchas produzidas. E não para de investir em novos produtos.

                                      Reportagem: Guilherme Kodja
                                      Edição de texto:
                                       Gilberto Ungaretti
                                      Edição de vídeo: TakeBoom Produções
                                      Fotos: Luciano Cavalcante/TakeBoom e Maickson Ribeiro

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                                        Para agregar e ampliar o potencial turístico de Natal, no Rio Grande do Norte, entrou na pauta de discussão a identificação de um local para que a cidade possa receber a sua primeira marina. A secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo coordenou uma reunião para avaliar a documentação e direcionar os estudos para uma área que tenha viabilidade técnica, econômica e ambiental para construção desse equipamento náutico. Participaram da reunião, representantes do Ministério do Turismo (MTUR), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional  (Iphan/RN) e do LabTrans de Santa Catarina/SC, além dos titulares da Semurb e da secretaria de Turismo de Natal.

                                        Para o secretário da Semurb, esse momento é um desdobramento das reuniões que aconteceram  no Ministério do Turismo, que incentiva a exploração do turismo náutico pelas capitais brasileiras. Anteriormente, foi realizada uma visita técnica com representantes do MTUR e da Universidade de Santa Catarina (UFSC), entidade que compõe a equipe técnica do ministério para apontar a melhor área de viabilidade técnica, econômica e ambiental e que poderá elaborar os projetos.

                                        “Visitamos quatro áreas que vai da Via Costeira a Redinha. Vamos analisar os documentos, os estudos de viabilidade e após a elaboração dos projetos, partiremos para uma nova fase que será a de atrair investidores para uma parceria público/privada para instalação da nossa primeira marina”, disse Mesquita.

                                        O secretário de Turismo de Natal (Setur), Fernando Fernandes afirmou que finalmente Natal vai explorar o turismo náutico. Uma atividade que vai trazer uma nova modalidade, além do turismo sol e mar e realizar o sonho dos que fazem turismo na cidade. “Vendemos sempre sol e mar, mas nos temos um potencial muito grande que é a atração de barcos, veleiros, ou seja, de embarcações, que possam usar o ponto estratégico que é Natal, que devido a sua posição geográfica, as correntes marítimas chegam no Brasil por Natal e abrem norte/sul e com isso temos um fluxo muito grande de embarcações na nossa costa”, ressalta ele.

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                                          07/05/2022

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                                          Uma das mais belas lanchas criadas pela italiana Sessa Marine — e produzida no Brasil pela Intech Boating, de Palhoça, Santa Catarina —, a Sessa C44 ganhou uma versão renovada e com visual ainda mais arrojado, chamada New Sessa C44, que foi apresentada no Brasil durante o São Paulo Boat Show 2019 e já está com alguns cascos em nossas águas. Como convém a uma lancha HT (hard-top), seu estilo é esportivo, bem moderno e tipicamente italiano, com um desenho longilíneo e grande teto solar na capota rígida. Veja no vídeo completo abaixo:

                                          Repare nas janelas laterais, grandes e bem posicionadas, que (junto com o hard-top) favorecem a ventilação e a entrada de luz natural, tanto na cabine como no cockpit. Outro diferencial dessa lancha é que o proprietário pode decidir entre duas configurações de cockpit: a clássica, com amplo solário e garagem para um bote, ou a versão com duas mesas e dois grandes sofás na praça de popa, com acomodações bem amplas para até 12 pessoas.

                                          Muito conhecida por construir no Brasil, sob licença, as luxuosas lanchas da italiana Sessa Marine, a Intech Boating foi criada em 2007 com foco no desenvolvimento e fabricação de embarcações de serviço. Sob o comando do empresário José Antonio Galizio Neto, o estaleiro logo se destacou no mercado por produzir embarcações de alto desempenho, que priorizam eficiência e baixo índice de manutenção.

                                          A parceria com a Sessa Marine teve início em 2011, quando a Intech passou a produzir quatro modelos da famosa marca italiana. Atualmente, o estaleiro catarinense detém também a representação da Key Largo. De sua linha de produção saem cinco lanchas de lazer da Sessa Marine (C36, C40, C42, C44 e F42 — e vem aí a F5X), duas da Key Largo (KL 27 e KL 28). Além disso, mantém a sua própria marca, a Intech Professional Boats, de embarcações de uso profissional, como a IB360 Intech.

                                          Repleta de bons atributos, a nova Sessa C44 — gerada pelo Centro Stile Design de Ímola, na Itália, com inovações desenvolvidas especialmente para atender ao consumidor brasileiro — é um de seus destaques. Contando a plataforma de popa, seu casco tem 13,85 m de comprimento total, o equivalente a 45,4 pés.

                                          A New Sessa C44 é uma lancha realmente nova e não apenas uma versão maquiada de sua antecessora. Basta ver o desenho aerodinâmico das janelas — que confere esportividade ao casco —, o acabamento impecável e o design elegante e refinado do barco. “Fizemos muitas intervenções para ser consistente com um segmento de mercado mais sofisticado”, explicou Davide Cipriani, CEO do Centro de Estilo e Design de Ímola (Centrostiledesign) que desenvolveu o projeto para a Sessa Marine.

                                          No cockpit, a bombordo, há um sofá em semicírculo, em torno de uma mesa retrátil, para quatro pessoas, sem apertos — com o acréscimo de pequenas cadeiras ou banquetas, dá para acomodar mais duas, mas aí, contando com a boa vontade de todos. Já o espaço atrás do posto de comando, a boreste, é ocupado por uma cozinha compacta de apoio (a principal fica no convés inferior), com freezer de duas portas e geladeira auxiliar.

                                          A iluminação natural é generosa, garantida pelas janelas, pelo teto solar de acionamento elétrico e pelo uso de novos materiais, que, na definição dos projetistas, “dão a possibilidade de explorar a luminosidade vinda de fora para criar, mesmo por refração, contrastes claro-escuro, opaco-brilhante”.

                                          O banco do comando é duplo, com regulagens e rebatimento para pilotagem em pé. Há apoio para os pés. O painel é bem completo, com espaço para um eletrônico de 9 a 12 polegadas, mas alguns mostradores ficam muito horizontais, o que pode dificultar a leitura, caso haja muita luminosidade. Entre os muitos opcionais, é possível instalar e monitorar até mesmo a casa de máquinas, através de uma câmera.

                                          O sistema Glass Cockpit, da Volvo Penta, agrega muita informação. Basicamente, tudo que você precisa ter na sua frente quando está pilotando (carta náutica, sonda, dados do motor, piloto automático, controle de som etc.) que pode estar disponível em uma tela exclusiva, multifunção, sensível ao toque.

                                          Por conta da motorização Volvo Penta IPS, todas as unidades já vêm com joystick, que permite manobrar com precisão, inclusive em áreas restritas. A lancha testada por NÁUTICA estava equipada com o Joystick Driving, também da Volvo Penta, que permite ao piloto comandar o barco em todas as velocidades, e com precisão, como se houvesse um timão, e não apenas nas manobras de atracação. É um opcional muito interessante, embora o timão permaneça sendo quase indispensável com o barco andando em velocidades mais esportivas.

                                          Embora a ventilação natural seja abundante, a superestrutura pode ser 100% fechada, inclusive na popa, permitindo climatizar toda a área do convés superior, onde fica o posto de comando, o que se traduz em mais conforto para o piloto e 11 passageiros. Especialmente em pernoites na marina, esse recurso faz muita diferença. O barco testado por NÁUTICA contava com três equipamentos de ar-condicionado de 16 mil BTU cada um, sendo dois para climatizar a cabine e outro só para a área do cockpit.

                                          Na popa, o proprietário pode decidir entre duas configurações: a padrão, com um solário e garagem de acionamento elétrico para um bote de 2,40 m (com motor desmontado), ou a versão opcional com cockpit duplo (ou sala estendida), que vem com uma segunda mesa e dobra o número de assentos para até 12 pessoas — ou seja, com muita área de convivência, como o brasileiro gosta. E tanto as mesas como todo convés são revestidos com a bela madeira teca.

                                          A plataforma submersível, com 1,80 m de comprimento por 3,65 m de largura, tem capacidade para 400 kg, podendo suportar, por exemplo, um jet Sea-Doo GTI SE 170 com tanque cheio ou qualquer modelo mais leve. Ao descer, a parte submersível, com 1,10 m de comprimento, monta uma escada robô, também de teca. Porém, junto a ela, falta um pega-mão.

                                          Na versão brasileira, como não poderia deixar de ser, há um gostoso espaço gourmet. A grande sacada do projeto é que todos os elementos desse espaço (churrasqueira elétrica, torneira com água quente e fria, porta-copos e área de apoio) fazem parte de um móvel retrátil, de acionamento elétrico que “some” quando não está sendo usado. Para isso, basta apertar um botão. Outro recurso da plataforma de popa é um bem-pensado paiol para cabos.

                                          Já na proa, o projetista tirou bom proveito da boca máxima do barco, de 4 metros, à meia-nau. Bem larga, essa área permitiu a instalação de um solário de 1,78 m x 1,80 m, com encosto rebatível — outra tropicalização feita pelo estaleiro, necessária para atender o mercado brasileiro. E ainda há um bom número de porta-objetos e porta-copos, caixas de som com controle independente e um guarda-mancebo firme, com 65 cm de altura, de aço inox 316 L, material bem resistente à corrosão.

                                          Ainda na área externa, os porta-defensas são de inox, os cunhos são bem dimensionados e os passadores de cabo têm aparadores no casco, para evitar riscos e deformações quando o barco estiver amarrado — detalhes que fazem a diferença.

                                          Descendo para a cabine, entre as duas suítes há uma sala de estar com tv e espaço para quatro pessoas — sendo que o sofá pode ser usado como cama — e uma cozinha completa (com móveis de laca, fogão vitrocerâmico de quatro bocas, bancada e pia de aço inox com misturador de água quente e fria, porta-garrafas, gavetas, geladeira de 100 litros, micro-ondas e lixeira), formando um ambiente integrado, ventilado, claro e muito agradável. Na lancha testada por NÁUTICA, os paióis estão sendo usados para armazenar garrafas de bebida, solução inteligente.

                                          Com 1,83 metros de altura, a suíte de proa tem uma cama de casal conversível em duas camas de solteiro (essas, medindo 1,70 m x 0,64 m), que se abrem em V. Seu banheiro, com pé-direito de 1,85 m, tem duas portas, servindo também às pessoas que estiverem no barco durante os passeios diurnos. Na suíte máster (sob o cockpit, com 4 m de boca), a cama de casal (com 1,96 m x 1,60 m) fica na posição diagonal, outra solução inteligente.

                                          Embora tenha 2 m na entrada, a suíte à meia-nau não é tão alta quanta à da proa. Ainda assim, é diferenciada entre as lanchas desse segmento, justamente pelo espaço proporcionado pelo posicionamento na cama na diagonal. A sensação de amplitude é maximizada pela iluminação, abundante, por conta de janelas nos dois bordos. Chama atenção também o acabamento muito bem executado e o bom gosto da decoração. O banheiro dessa suíte tem vigias para ventilação natural. Dentro do box, a altura chega a 2 m. Os tanques de combustível têm capacidade para 980 litros de diesel. Os de água, 400 litros.

                                          Na motorização, desde o projeto ficou definido que a lancha seria equipada com o sistema Volvo Penta D6-IPS 600 (2 x 440 hp), ou com o D6-IPS 650 (2 x 480 hp). Porém, o estaleiro oferece a opção de dois motores D6 com rabetas DPI e hélices contrarrotantes, que não recomendamos, por não seguir o projeto original deste ótimo casco.

                                          Na casa de máquinas, o acesso aos motores para manutenção é muito bom, pelos dois lados, embora a altura seja um pouco baixa. O gerador, de 10,5 kVa de giro variável, controla suas RPM conforme a carga elétrica consumida a bordo.

                                          Por sua vez, as baterias estão guardadas nas devidas caixa e estão bem protegidas. Ainda na casa de máquinas, na área de popa, encontram-se todas as conexões elétricas e hidráulicas, além das bombas de porão. E, por se tratar de um barco com certificação europeia e americana, toda instalação elétrica é muito bem-feita (com fios devidamente estanhados e sem pontos de aperto ou curva acentuada), padronizada e etiquetada, mais uma garantia de segurança e durabilidade.

                                          Como navega

                                          Testamos a nova Sessa C44, equipada com dois motores diesel Volvo Penta IPS 600 D6 de 440 hp cada, na região de mar aberto do Guarujá, em São Paulo, em um dia sem grandes vagas. A bordo, quatro pessoas, cerca de 490 litros de diesel e o tanque de água praticamente cheio. Para avaliar melhor a capacidade de amortecimento do casco, além de enfrentar algumas ondulações de mar aberto, cruzamos as nossas próprias marolas, bem como as geradas por outras embarcações.

                                          Em todos os casos, a Sessa C44 navegou com suavidade, mesmo na velocidade de cruzeiro alta, que foi de ótimos 28,7 nós. Além disso, mostrou muita agilidade nas manobras, reagindo rápido aos comandos do joystick — sim, a lancha testada por NÁUTICA estava equipada com o Joystick Driving, que permite ao piloto comandar o barco em todas as velocidades, e com precisão, como se houvesse um timão, e não apenas nas manobras de atracação.

                                          O sistema Volvo IPS ajuda muito. O tempo todo o barco se manteve estável e equilibrado, respondendo muito bem aos comandos. Em sua melhor passagem, a lancha Sessa C44 alcançou 36,1 nós de velocidade final, uma excelente performance. Na aceleração, foi da marcha lenta aos 20 nós em apenas 8,5 segundos, outra ótima marca e uma prova do feliz acerto do conjunto casco, motorização e propulsão.

                                          A Sessa C44 é uma elegante cruiser hard-top com uma navegação muito macia, firme e absolutamente convincente, em especial pelo ângulo do V do casco na popa, de 16 graus, que fica entre o profundo e o mínimo, bem acertado neste caso.

                                          Durante curvas mais fechadas, e mesmo navegando em linha reta, se a proa estiver mais levantada, as grandes janelas da Sessa C44 ajudam muito a visão nos dois bordos . Além disso, atento a questão da visibilidade durante a navegação, a Sessa Marine instalou um ótimo apoio estendido para os pés, que permite ao piloto navegar em pé sem esforço, com visão de 360 graus por fora do teto solar. Enfim, uma lancha de passeio com ótimos atributos.

                                          Características técnicas

                                          Comprimento total: 13,85 m (45,4 pés)
                                          Comprimento do casco: 10,72 m (35,2 pés)
                                          Boca: 4 m
                                          Calado com propulsão: 1 m
                                          Borda livre na proa: 1,87 m
                                          Borda livre na popa: 1,39 m
                                          Altura do salão na entrada: 2 m
                                          Ângulo do V na popa: 16 graus
                                          Combustível: 960 litros
                                          Água: 400 litros
                                          Águas negras: 97 litros
                                          Capacidade dia: 16 pessoas
                                          Capacidade pernoite: 4 pessoas
                                          Peso com motores: 14 800 kg
                                          Potência: 2 X Volvo Penta IPS 600 (D6 440 hp Diesel)

                                           

                                          Planta New Sessa C44: versão clássica com grande solário na popa e garagem fechada

                                           

                                          Planta New Sessa C44: versão opcional com duplo cockpit

                                           

                                          Planta interna New Sessa C44: suite à meia-nau, sala de estar com cozinha e camarote na proa

                                          PONTOS ALTOS

                                          » Enorme espaço no cockpit
                                          » Qualidade da construção
                                          » Bem equipada de série
                                          » Navegação firme e ágil
                                          » Excelente acabamento interno
                                          » Suíte master bem espaçosa

                                          PONTOS BAIXOS

                                          » Tela do comando reflete o sol quando o teto solar está aberto
                                          » Falta corremão na escada da plataforma de popa submersível
                                          » Acesso a casa de máquinas pela popa é estreito

                                          Quanto custa?

                                          A New Sessa C44 custa a partir de R$ 3,2 milhões, equipada com dois motores Volvo Penta IPS 600 (D6 440 hp Diesel). Preço pesquisado em outubro/2020. Para saber mais sobre o modelo testado por Náutica, acesse o site oficial do estaleiro.

                                          Quem fabrica?

                                          A Intech Boating foi criada em 2007 com o objetivo de atender às demandas do mercado náutico, com foco no desenvolvimento e fabricação de embarcações de serviços. Sob o comando de José Antonio Galizio Neto, logo destacou-se no mercado por produzir embarcações robustas e de alto desempenho, que priorizam eficiência e baixo índice de manutenção. A Intech usa a tecnologia de laminação por infusão em molde aberto e está sempre em busca de aprimoramento e melhores técnicas.

                                          Em 2011 ampliou a sua área de atuação ao iniciar a produção de quatro modelos da famosa marca italiana Sessa Marine. Atualmente é detentora dos direitos de representação de três marcas no Brasil: a Sessa Marine, Key Largo e a marca própria Intech Professional Boats.

                                          A experiência, tecnologia e o design inovador transferidos pela Sessa Marine, aliados à força de trabalho e ao conhecimento da Intech Boating do mercado do Brasil, resultaram no sucesso alcançado. Hoje já são mais de 300 embarcações produzidas e navegando em mares brasileiros.

                                          A Sessa Marine também mantém no Brasil o Pit Stop Sessa, maior programa de pós-venda náutico do Brasil. Pelo menos uma vez ao ano, todos os clientes da marca têm seus barcos vistoriados gratuitamente em atendimentos pré-agendados, cumprindo um check-list geral do estado da embarcação, independente do período de garantia de fábrica do barco estar ou não em vigência e do proprietário ser ou não o primeiro proprietário. Veja como funciona na reportagem abaixo:

                                          Reportagem: Guilherme Kodja
                                          Edição de texto: Gilberto Ungaretti
                                          Edição de vídeo: TakeBoom Produções
                                          Fotos: Rogério Pallatta e Victor Oliveira/TakeBoom

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                                            Por: Redação -

                                            Um novo manual foi publicado pelo Governo Federal para orientar municípios quanto à construção do Plano de Gestão Integrada (PGI) do Projeto Orla, que busca harmonizar as políticas ambiental, urbana, patrimonial e de turismo no cuidado com áreas litorâneas. A publicação é um dos instrumentos de implementação do projeto, que promove a descentralização de políticas públicas a partir da incorporação de normas relacionadas à qualificação dos espaços e à ampliação da mobilização social no processo.

                                            O ministro do Turismo, Carlos Brito, defende a união de esforços pelo adequado aproveitamento do potencial de áreas do tipo no país. “Estamos falando de alguns dos maiores atrativos turísticos do Brasil, as nossas praias, conhecidas mundo afora por suas belezas, sejam marítimas, lacustres ou fluviais, entre outras. Apoiados pelo Governo Federal, os municípios podem garantir a correta utilização dos terrenos, com reflexos altamente positivos na geração de emprego e desenvolvimento”, frisa.

                                            O Projeto Orla resulta de um trabalho do Governo Federal em conjunto com os ministérios do Turismo, da Economia e do Desenvolvimento Regional. Fruto de um processo de atualização realizado em 2021 e 2022, o manual é assinado pela Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União do Ministério da Economia (SPU), a Secretaria Nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do MTur (SNDTur) e a Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano do Ministério do Desenvolvimento Regional (SMDRU).

                                            O novo manual do Projeto Orla foi desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – em parceria com a Fundação Universidade do Rio Grande (FURG-RS) -, e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a partir de um Termo de Execução Descentralizada firmado em 2018 com a SPU.

                                            O secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do MTur, Fábio Pinheiro, ressalta que o lançamento do manual representa mais uma iniciativa voltada à ampliação do setor náutico. “Estamos promovendo um amplo pacote de medidas de estímulo ao turismo náutico, que passam por isenção tributária, capacitação e reconhecimento profissional, crédito e promoção”, destaca, indicando que as ações podem ser conferidas no site.

                                            ORIENTAÇÕES
                                            Ofertar assessoria técnica para a elaboração de Planos de Gestão Integrada municipais é o objetivo do projeto “Brasil, essa é a nossa praia”, desenvolvido pelo Ministério do Turismo. Organizada em conjunto com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a ação também proporciona apoio para ações de sensibilização quanto à aplicação de práticas sustentáveis junto a gestores, a visitantes e ao trade turístico, de forma a operacionalizar as iniciativas relacionadas ao Projeto Orla.

                                            O projeto “Brasil, essa é a nossa praia” conta com a participação de nove municípios selecionados por meio de chamada pública: São Sebastião (SP), Barreirinhas (MA), Salvador (BA), Natal (RN), Cruz (CE), Cabo Frio (RJ), Vila Velha (ES), Paraty (RJ) e Imbé (RS). A definição dos escolhidos levou em consideração critérios a exemplo de participação no Programa Investe Turismo do MTur e da certificação de praias pelo programa “Bandeira Azul”.

                                            ESTRUTURAÇÃO
                                            A definição do Plano de Gestão Integrada do Projeto Orla se concretiza a partir da realização de um diagnóstico preliminar e, posteriormente, da promoção de oficinas locais de planejamento e consultas públicas por equipes do Governo Federal, com a participação de gestores municipais e representantes de instituições e organizações da sociedade civil.

                                            Ao longo da última semana, uma oficina do tipo foi promovida em Angra dos Reis (RJ). Durante o mês de abril, haverá visitas técnicas de avaliação nos municípios de Cruz (CE), Barreirinhas (MA), Vila Velha (ES) Paraty (RJ) e São Sebastião (SP), que também receberão oficinas entre maio e o início de setembro. Já a realização das consultas públicas é prevista para os meses de junho, outubro e novembro.

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                                              Por: Redação -
                                              06/05/2022

                                              Imagine um lugar perfeito para navegar e praticar esportes náuticos. Uma bucólica cidadezinha do interior paulista, margeando uma linda represa de água cristalina. Acrescente bosques e trilhas para fazer caminhada ao orvalho do nascer do sol. O projeto de empreendimento de luxo já existe, em Rifaina: o condomínio Harbour.

                                              Para tornar tudo ainda melhor, o condomínio ainda permite sair de barco por píer exclusivo — e tudo isso com a estrutura de uma cidade exemplar em organização, segurança e limpeza.

                                               

                                               

                                              A proposta, irresistível, faz parte de um projeto da Hindy Construtora, que — em uma área de dois hectares — está implantando um condomínio vertical moderníssimo às margens da belíssima Represa de Jaguara, que banha Rifaina, bem na divisa de São Paulo com Minas Gerais.

                                              Vista aérea de cidade de Rifaina e da belíssima Represa de Jaguara, ao fundo, na divisa de São Paulo com Minas Gerais

                                              O projeto do condomínio Harbour propõe um novo jeito de se viver (um misto de morar e passar férias), harmonizando lazer — a começar pelo náutico —, luxo, natureza e uma vista simplesmente incrível.

                                              O que torna o condomínio Harbour tão especial é que ele está envolvido pela natureza. O projeto foi inspirado em temas náuticos e em seu cenário à beira d’água na Represa de Jaguara

                                              Junto com a possibilidade de navegar nas mais lindas águas do interior de São Paulo e Minas Gerais, o condomínio Harbour oferecerá uma série de mordomias, como restaurante gourmet, pool bar, academia, quadra de tênis, coworking center, uma piscina maravilhosa com borda infinita, áreas adequadas para entreter as crianças, espaço pet, guarda-barcos e um píer exclusivo nas águas limpíssimas da Represa de Jaguara.

                                               

                                              “A parte social e recreativa do prédio é tão completa que, a rigor, os condôminos só precisariam usar os apartamentos para dormir”, avalia Mariana Araujo, diretora administrativa da Hindy Construtora, realizadora do projeto. O condomínio Harbour terá 24 pavimentos, em uma torre única, com muito espaço interno e plantas de múltiplas escolhas.

                                              Por sua vez, o arquiteto e designer Paulo Pratti, responsável pelo design exterior e interior, classifica o projeto como um empreendimento de nível internacional. “O que torna o Harbour tão especial é que ele está envolvido pela natureza. Se olhar ao redor, você verá que está cercado de água doce, de ar livre e de céu azul”, conta ele.

                                              É um projeto pé na areia, que se destaca pela impressionante silhueta, que mescla natureza a uma vista de tirar o fôlego – Paulo Pratti, arquiteto do condomínio Harbour

                                              Para quem não conhece a região, o uso de adjetivos generosos para defini-la — como sofisticada, luxuosa e admirável — pode parecer exagerado. Nada disso. Quem chega a Rifaina surpreende-se tanto com a beleza e a transparência das águas de Jaguara, quanto pelo padrão das casas (muitas delas, verdadeiras mansões) que dominam as margens do lago. O condomínio Harbour é a cereja no topo do bolo.

                                               

                                              Com 35 quilômetros de extensão, a Represa de Rifaina é formada por água limpa, cristalina e transparente nas partes mais rasas, e de um desconcertante verde esmeralda no restante. Daí uma visão de paraíso. Difícil encontrar outro lugar igual. Quem a conhece não quer saber de outro lugar para navegar.

                                              À distância, a icônica torre única de 24 pavimentos: um projeto pé na areia que se destaca pela natureza ao redor e uma vista de tirar o fôlego

                                              A história de Rifaina divide-se em antes e depois da construção de uma série de barragens ao longo do Rio Grande. Foram as barragens que geraram a represa de Jaguara, ao conterem as águas do rio que, ali, divide os estados de São Paulo e Minas Gerais. Vários municípios foram alcançados pela inundação da área, na década de 1970. Mas nenhum soube aproveitar isso tão bem quanto a pequena Rifaina.

                                              A proximidade com cidades desenvolvidas e ricas do interior de e São Paulo e de Minas Gerais converteu a cidade em um polo de lazer dos bem-sucedidos empresários da região. Apenas 160 quilômetros a separam de Ribeirão Preto e pouco mais de 60 de Franca, as duas maiores cidades da região, no lado paulista. Já do lado mineiro, são 90 quilômetros até Uberaba, 100 quilômetros até Araxá e 190 quilômetros até Uberlândia.

                                              Lindas paisagens nas margens e uma água de incrível qualidade: os donos de barcos da região de Franca, Ribeirão Preto e Uberaba não querem saber de outro lugar para navegar

                                              Tudo isso provoca um lindo desfile de pessoas e barcos nos fins de semana e feriados, transformando a cidade em uma paisagem utópica de lazer. Nesse cenário singular, a Hindy Construtora entregará em poucos meses o seu primeiro projeto em Rifaina, o Aquas.

                                              O programa preferido dos frequentadores de Jaguara é sair de lancha para passear nos “cânions”Agora, prepara-se para a construção do condomínio Harbour, projetado para garantir a seus privilegiados moradores total conforto, sem preocupação com a manutenção do empreendimento. Afinal, o empreendimento vertical contará com serviço de zelador, diaristas e restaurante, tudo com acessibilidade e a par com os justos preços praticados no interior.

                                              Tudo isso e mais aquela vista para um lago que tem uma água tão clara que é difícil de acreditar. Detalhe: como o lago serve para regular o nível das barragens, seu volume de água varia pouco, ao contrário do que ocorre em outros represamentos.

                                               

                                              Para quem tem barco, é garantia de passeios o ano inteiro. E para quem tiver um apartamento no condomínio Harbour, a certeza de um dos destinos mais elegantes e descolados do país. Um lugar para quem, além de barco, tem bom gosto.

                                              Fim de tarde no lago: o sol só não desce até a água porque é barrado pelas montanhas que marcam o início da Serra da Canastra. A represa é linda dentro e fora d’água

                                              Para saber mais detalhes sobre o condomínio Harbour, acesse o site do empreendimento ou entre em contato pelos telefones (34) 99153-2442 e (34) 99171-0255.

                                               

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                                                resort panamenho Bocas Bali anunciou recentemente a conclusão de sua nova atração: a primeira praia flutuante do mundo. O pequeno balneário fica suspenso em uma plataforma acima do nível do mar.

                                                O hotel se situa em meio a um exuberante manguezal na ilha de Colón, parte do arquipélago de Bocas del Toro, considerado um Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

                                                Batizada de Kupu-Kupu Beach (“praia da borboleta”, em uma combinação dos idiomas indonésio e inglês), esta faixa de areia branca tem 30 metros de comprimento e conta com palmeiras, espreguiçadeiras e um quiosque que oferece drinks e petiscos.

                                                O acesso à plataforma se dá por uma passarela de madeira que atravessa o ecossistema local sem prejudicá-lo, enquanto uma escada de quartzo verde facilita a entrada na água. A programação turística inclui mergulhos com snorkel e passeios de caiaque.

                                                Antes mesmo de inaugurar a Kupu-Kupu, o Bocas Dali já esbanjava 16 vilas flutuantes, além do Elephant House, um restaurante centenário que antecede a construção do resort.

                                                Todas as estruturas do hotel funcionam à base de energia solar. O fornecimento de água potável fica por conta de um sistema de tratamento de chuva com capacidade para 100 mil galões.

                                                Dan Behm, fundador e proprietário do Bocas Dali, conta que a proposta da atração é oferecer mais privacidade aos hóspedes e “criar uma experiência única que homenageia o cenário natural incomparável”.

                                                Por Gabriel Caldini, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                                  Com dois grandes lançamentos em 2019, a Schaefer Yachts está atualizando em ritmo rápido seu portfólio de mais de uma dúzia de modelos, de 26 a 83 pés. São barcos cada vez melhores em tecnologia, estilo, conforto, segurança, design e navegabilidade. A Schaefer 770, que foi para a água em novembro, é a mais recente integrante da frota, e uma das joias da coroa.

                                                  Com 23,56 metros de comprimento (pouco mais de 77 pés), é uma lancha para quem procura inovação e modernidade. Seu grande diferencial são as duas plataformas laterais simétricas que se abrem para ampliar generosamente as áreas de convivência sobre o mar. Mas suas armas de sedução vão muito além dessas varandas — que, aliás, dão a sensação de que o barco é maior ainda do que é.

                                                  Como ela é

                                                  Projetada pelo próprio comandante do estaleiro, Marcio Schaefer, a Schaefer 770 é um quase iate de casco bonito e elegante com 23,56 metros de comprimento total (77,3 pés). Tem nada menos que quatro suítes, sendo que a principal, a máster, é quase um apartamento inteiro e ocupa sozinha o segundo convés inferior da lancha. As outras três suítes ficam um nível acima. Uma delas tem duas camas de solteiro, que podem ser unidas e formar uma cama de casal. A suíte vip, com anteparas de madeira, fica na proa. No corredor de acesso há uma adega, um armário com prateleiras bem grandes e (em um nicho escondido) uma máquina de lavar e secar roupas.

                                                  Com 1,98 m de altura, a suíte máster tem uma cama de 2,00 m x 1,78 m, armários, penteadeira, sofá e tv, além de caixas de som espalhadas por todo o ambiente. O acabamento é excelente. Não por acaso, o barco recebeu certificação para ser vendido no mercado norte-americano. Porém, notamos a escolha do estaleiro pelo uso de policarbonato nas janelas da suíte máster, e não gostamos, porque esse material risca com muita facilidade. No banheiro, há uma pia com duas cubas; box com um chuveiro gigantesco, do tipo panela; duas janelas e uma vigia para ventilação. A persiana é do tipo blackout. Quando aberta, oferece iluminação natural com privacidade — quem está do lado de fora não vê dentro.

                                                  O salão, com piso de madeira clara, divide-se em três ambientes: cozinha, sala de jantar e outra de estar, que, integrados à praça de popa, somam cerca de 50 metros quadrados, sem nenhum degrau atrapalhando a circulação. Tudo muito bem iluminado e ventilado por grandes janelas e decorado com cores neutras e claras, que dão a sensação de espaço e fluidez. Por sua vez, a iluminação artificial está muito bem balanceada, com spots de luz amarela com veios de iluminação indireta branca. A altura do teto em toda a extensão dessa área, desde a praça de popa até a parte logo atrás do posto de comando, é de 2,04 m.

                                                  A sala de estar fica próxima ao comando e tem dois sofás grandes (um deles em “U”, a bombordo), uma mesa de centro e, mais à frente, um terceiro sofá — este, reservado a quem pretende fazer companhia ao piloto. A cozinha americana (a ré e a bombordo do salão) tem pia, bancada, fogão, geladeira vertical e freezer grandes. É perfeita para quem gosta de cozinhar, mas, ao mesmo tempo, quer ficar perto dos convidados. A bancada vira mesa para os drinques e petiscos, mas também serve para separar os ambientes.

                                                  Além das grandes janelas, há duas portas de vidro espelhado que, com o barco parado, dão acesso direto às varandas (as tais aberturas laterais, com quase 7 metros de extensão cada, o grande diferencial do barco) que se abrem no costado, por acionamento eletro-hidráulico. Uma delas (do lado da cozinha) se torna um bar. Nada se compara ao prazer de assistir a um pôr do sol, ou apenas contemplar o mar, acomodado nesses terraços.

                                                  Grande e adequado a uma lancha de 77 pés, o flybridge agrada em cheio. Está montado com sofá em “J” para seis pessoas, uma mesa dobrável para refeições ou aperitivos, bar independente, grelha, armários, geladeira e uma grande área de relaxamento, com duas espreguiçadeiras e uma hidromassagem! No comando, o painel tem duas telas multi-touch de 12 polegadas. O volante é escamoteável e as manobras podem ser feitas por joystick. Porém, o comando de flapes não dispõe de um medidor apontando seu exato posicionamento quando acionado.

                                                  Em todo o barco, nota-se que o projetista deu atenção aos detalhes operacionais. Na proa, os cabos de amarração são cobertos por passadores, que protegem o gelcoat; por sua vez, os cunhos foram reforçados, assim como a trava do paiol de âncora. O espaço aqui também é bem aproveitado. Junto ao solário, dimensionado para três pessoas, com encosto rebatível, o projetista instalou um sistema de iluminação de led de acionamento local, que deixa o ambiente bem agradável. Com o barco parado, pode-se também instalar uma tenda (item opcional). Já a praça de popa tem um grande sofá e uma mesa para oito pessoas. Um detalhe aqui e que não poderia faltar: o terceiro comando, para manobras, bastante útil na atracação.

                                                  Por sua vez, a plataforma de popa tem 4,28 metros de largura por 2,00 m de comprimento e submerge 30 cm abaixo da linha d’água. As pessoas que voltam do mergulho dispõem de uma escada com armação automática, do tipo robô. Atrás de uma porta que abre e fecha por acionamento eletro-hidráulico, há uma grande área de armazenagem, e que recebe ainda um bote e um jet.

                                                  Em relação aos motores, a Schaefer 770 se destaca por estar equipada com três IPS 1050, de 800 hp cada, estes, os primeiros da linha com blocos de 12.8 litros, o que garante torque e força mesmo em baixas rotações. Isso mesmo, um trio de motores Volvo Penta com propulsão IPS, que tem as rabetas fixadas no fundo do casco e os hélices contrarrotantes voltados para a frente.

                                                  A casa de máquinas é contigua à cabine dos marinheiros (que tem duas camas em beliche, banheiro e uma pequena cozinha independente), com acesso por meio de uma escada estanque sob o piso da praça de popa. Espaçosa, oferece fácil acesso aos três motores e a todos os equipamentos: leia-se dois geradores (um auxiliar, de 13.5 KvA, e o principal, de 21.5 KvA), aparelho de ar-condicionado, dessalinizador e bancos de baterias — estes, distribuídos pelos dois bordos.

                                                  No posto de comando principal, no salão, o banco de pilotagem duplo oferece muitas opções de ajuste, com regulagem de altura, encosto e distância. O controle dos flapes está à mão. O problema, aqui, é o mesmo do comando externo, no flybridge: sentimos falta de um indicador de posição dos flapes. Há duas grandes telas de 15 polegadas de eletrônicos multifuncionais sensíveis ao toque (multi-touch) e bastante espaço para instrumentos de navegação. A lista de itens de conforto inclui piloto automático, áudio bluetooth, saídas de energia usb, bússola, radar, porta-copos e bancos de couro. Todo o comando é integrado, inclusive com auxílio de câmeras, e a visibilidade é quase total, graças à grande área envidraçada. Ao joystick, que já não passa de um instrumento prosaico nas embarcações mais modernas, são reservadas as manobras de baixa velocidade, especialmente as de atracação.

                                                  Como navega

                                                  Luxo, conforto e beleza a gente sabe que a lancha tem. Mas, como a Schaefer 770 navega? Para avaliar o desempenho, embarcamos nas águas abrigadas do Canal de Bertioga, no Guarujá, e depois saímos para o mar, pelo lado de fora do Guarujá, em um dia com ondas de um metro com período curto e regular e ventos de 8 nós. A bordo estavam 9 pessoas, aproximadamente 95% da capacidade de combustível, 55% de água e, importante citar, tanque de águas cinzas com 45% de sua capacidade tomada, gerando mais peso a bordo.

                                                  A motorização — três Volvo Penta IPS 1050, de 800 hp cada, diesel D13, de 12.8 litros, 6 cilindros em linha, common-rail com um turbo de entrada dupla e um turbocompressor — entregou torque e força em baixa rotação, entre 1 700 e 2 000 rpm. Sem ser nervosa, a lancha respondeu rápido na aceleração, conseguindo alcançar a velocidade de cruzeiro (que ficou entre 22,4 e 26,5 nós) com bastante estabilidade. Além disso, fez curvas de forma extremamente firme, cruzando as ondas, mesmo curtas, sem solavancos, com primor. Sente-se pouquíssima vibração durante a navegação, mesmo nas curvas. O raio de giro não é muito curto, mas adequado. O barco perdeu pouco mais de 2 nós nas curvas mais fechadas, o que é totalmente normal, contudo as retomadas de velocidade foram bem rápidas.

                                                  Além da ausência de vibração, outro benefício do sistema IPS, da Volvo, em relação à propulsão convencional, foi o baixo nível de ruído a bordo. A lancha fica bastante silenciosa e, no flybridge, mal se percebe que está ligada. Na proa, o barco levanta aproximadamente 5 graus, que é a média de embarcações desse porte. Regulada pelos flapes, volta um pouco e mantém ótimo alinhamento de linha d’água (que neste caso é de exatos 60,5 pés), oferecendo uma excelente visibilidade da proa, mesmo a partir do comando interno.

                                                  O casco se mostrou extremamente sensível à regulagem pelos flapes. Mesmo com a lancha muito carregada (repita-se: tanques de diesel cheios, 55% de água potável, 45% de águas cinzas e 9 pessoas a bordo), atingiu 30 nós de velocidade máxima, constante e regular, sendo que, após ajuste fino dos flapes, bateu a marca dos 32,3 nós. Outra demonstração de força e “fôlego” dos motores foi a boa aceleração: a lancha precisou de 13,8 segundos para ir da marcha lenta aos 20 nós — desempenho capaz de fazer brotar um sorriso no rosto do piloto.

                                                  Quanto ao consumo, na velocidade econômica de cruzeiro (22,4 nós), o trio de IPS 1050 apresentou uma demanda na faixa dos 312 litros por hora, que é um pouco puxada, mesmo com a tecnologia IPS de propulsão. A autonomia (baseada em 90% da capacidade do tanque, que no caso da Schaefer 770 é de 3 800 litros) foi de 246 milhas (a 2 000 rpm).
                                                  Em resumo, a Schaefer 770 é um barco confortável e extremamente macio, que responde rápido às manobras. O projeto entrega tudo o que imaginávamos que poderia entregar.

                                                  Características técnicas

                                                  Comprimento total: 23,5 metros
                                                  Comprimento do casco: 18,44 metros
                                                  Boca: 5,91 metros
                                                  Calado com propulsão: 1,58 metro
                                                  Borda-livre na proa: 2,53 m
                                                  Borda-livre na popa: 2,50 m
                                                  Altura da cabine na entrada: 2,04 m
                                                  Ângulo do V na popa: 14 graus
                                                  Combustível: 3 800 litros
                                                  Água: 1 100 litros
                                                  Capacidade dia: 20 pessoas
                                                  Capacidade pernoite: 8 passageiros + 2 tripulantes
                                                  Peso com motor: 48 700 kg
                                                  Potência sugerida: 3 x Volvo IPS 950 (725 hp) a Volvo IPS 1050 (800 hp)

                                                  Quanto custa

                                                  A Schaefer 770 é oferecida a partir de R$ 17,6 milhões (com três motores de 800 hp cada). Preços pesquisados em fevereiro/2020.

                                                  Quem faz

                                                  A Schaefer Yachts, de Santa Catarina, é um dos maiores estaleiros brasileiros, com o início das atividades em 1992. Em quase três décadas de atividade, passou a marca de 3 500 lanchas laminadas, com 14 modelos na atual linha de produção, de 26 a 83 pés. Para saber mais, ligue para tel. 48/2106-7451 ou acesse www.schaeferyachts.com.br.

                                                  Veja mais fotos da Schaefer 770

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                                                    Com sede em Palhoça, região metropolitana de Florianópolis, o estaleiro Evolve Boats tem bastante prestígio no país, já com 10 anos de operação, comemorados no ano passado.

                                                    Uma história que, na verdade, começou um pouco antes, quando a gaúcha Piaggia Boats lançou as lanchas Evolution 210 e 240, de grande sucesso de vendas. Em 2009, o empresário Ricardo Wilges entrou no negócio.

                                                    A partir da aquisição dos moldes das duas lanchas Evolution, ele fundou a Evolve Boats. Desde então, fazendo jus ao nome (tanto em português quanto em inglês, Evolve significa evoluir), o estaleiro não parou de crescer. E a Evolve 360 HT é o melhor exemplo disso.

                                                    A Evolve 360 HT está na linha de frente da marca. Lançada no início de 2017 e apresentada pela primeira vez no São Paulo Boat Show 2018, rapidamente a lancha caiu no gosto do brasileiro. Já são 33 unidades na água, segundo o estaleiro. A navegação estável e com bom desempenho, mesmo com motores de menor potência, é um de seus diferenciais, junto com o ótimo aproveitamento do espaço e a construção cuidadosa, que chama muito a atenção.

                                                    Outro diferencial do estaleiro é permitir que o cliente escolha a cor e os acessórios internos. A lancha ganha a cara do dono. No caso da 360 HT, a possibilidade de customização permite, por exemplo, o fechamento do camarote principal com uma porta de correr, o que resulta em mais privacidade.

                                                    Como ela é

                                                    A Evolve 360 HT é uma lancha com cobertura de fibra sobre boa parte do cockpit e teto solar rígido, de acionamento elétrico. A abertura é bem grande, com mais de 1,80 m de largura, e garante entrada de muito sol, vento e grande luminosidade natural. O fechamento protege o cockpit das intempéries.

                                                    Ou seja, como é típico nas HTs, há a flexibilidade de se tornar um barco fechado em momentos de vento, chuva ou frio, e aberto nos dias mais quentes. As janelas laterais são generosas e dão o tom da estética do barco, e ainda garantem que, mesmo com tudo fechado, ninguém perca o contato com o mar. E tudo (janelas, design do casco, guarda-mancebo) combina perfeitamente bem.

                                                    O posto de pilotagem, com banco duplo, tem painel completo, sistema de joystick, bom acabamento e visão adequada para o piloto, por conta do bom tamanho e altura do para-brisa. Para a pilotagem em pé, o banco pode ser rebatido e há apoio para os pés. No outro bordo, ladeando o posto de comando, há uma chaise-longue de 1,85 m com encosto de cabeça, onde se pode estender as pernas confortavelmente.

                                                    No cockpit, há uma pequena cozinha (a cozinha principal fica na cabine) e um sofá grande, em forma de “J”, o que resulta em ótimo espaço de circulação. Esse sofá, com encosto alto e assento largo, é bem confortável. Uma mesa de aperitivos pode ser montada e retirada fácil e rapidamente (há um nicho para guardá-la sob a tampa do acesso ao porão e encaixes para os pés de inox sob o banco). O pé-direito sob o HT é de 1,85 m e o aparelho de ar-condicionado, de 16 mil BTUs, tem saída para essa área.

                                                    O acesso à proa é excelente. São duas passagens laterais, cada uma delas com 30 cm de largura, protegidas por um guarda-mancebo alto (com 66 cm de altura, em média). E ainda há providenciais pega-mãos pelo caminho. O solário de proa, com encostos rebatíveis individuais e dois porta-copos na cabeceira, é bem largo para duas pessoas. No bico de proa, há um bem sacado banco de madeira. Você pode já ter visto isso em barcos maiores, mas, em uma lancha de 36 pés, é uma novidade muito bem-vinda.

                                                    Por sua vez, na popa, há muito o que se usar. A plataforma, com 3,25 metros de largura e 1,75 m de comprimento total, tem uma boa parte (exatamente 1,25 m) submersível, com acionamento por controle remoto sem fio ou por comando elétrico instalado no posto de pilotagem. Uma escada do tipo robô arma-se sozinha, conforme a plataforma móvel vai “afundando”. E há ainda uma segunda escada, para os momentos em que a parte móvel não é acionada.

                                                    Ainda na área de popa, o barco conta com o infalível espaço gourmet, com churrasqueira, porta-copos, pia e geleira, além de um excelente paiol, perfeito para armazenar sapatos, máscara e snorkel, extintor e tudo o que é necessários estar à mão nesta área. Esse paiol conta com uma tampa “inteligente”, que é armada com um braço de inox e se transforma em área de apoio para a churrasqueira. Para cobrir essa área, pode-se instalar um toldo (opcional), que abre e fecha por acionamento elétrico.

                                                    Perfeita para passeios durante o dia, levando até 13 pessoas, a Evolve 360 HT se destaca pelo ótimo espaço interno. Nada menos que seis pessoas podem dormir a bordo. A cabine, com até 1,80 m de altura, divide-se em três ambientes. O primeiro, na proa, é o do camarote principal, de casal, com cama de boa dimensão (2,08 m x 1,47 m), um sofá auxiliar, tv, janelas laterais e vigias com estofados tipo blackout. Sob a cama, há dois espaços para o proprietário armazenar suas coisas, além de material de salvatagem, como coletes salva-vidas. O aparelho de ar-condicionado, instalado bem no cantinho, não atrapalha a área.

                                                    O segundo ambiente é formado por um sofá-cama e pela cozinha, que é completa, com geladeira, fogão, micro-ondas, pia e armários. Quando aberto, o sofá se converte em uma terceira cama, com 1,00 m de largura por 1,75 m de comprimento, em que, com jeitinho, podem dormir duas pessoas. Sem esquecer o camarote de meia-nau, com cama de 1,92 m de comprimento por 1,20 m de largura, boa iluminação natural e cortinas de fechamento, do tipo blackout, que garante comodidade térmica e uma certa privacidade.

                                                    O conforto se estende ao excelente banheiro, com box fechado e altura de 1,85 m, tudo bem feito e sem apertos. Há disponibilidade de água quente e fria em todo barco. A possibilidade de customização oferecida pelo estaleiro permite o fechamento do camarote principal, na proa, com uma porta de madeira de correr, o que resulta em ainda mais privacidade. Também é possível customizar as cores dos móveis e dos estofados.

                                                    O painel de instrumentos é bem completo, inclusive com sistema de manobra por joystick, entre outros acessórios. Destaque também para as instalações de hidráulica e elétrica. Na hidráulica, o estaleiro usa o sistema quick italiano, de engate rápido. Há abraçadeiras duplas nos encaixes e todo encanamento, de água quente e água fria, é devidamente sinalizado. Na parte elétrica, a fiação completa é estanhada e codificada, com conexões protegidas por conduítes, inclusive abaixo da linha d’água.

                                                    O quadro elétrico foi muito bem feito, seguindo a mesma linha das instalações gerais do barco, com cabos e placas minuciosamente etiquetados e numerados. O barco tem projeto elétrico específico e dimensionado exatamente para tudo que vem embarcado, o que é ótimo. Para a manutenção, o acesso (em sua grande parte) é fácil e rápido, com tudo muito à mão, o que ajuda a manter o barco em ordem. Além do espaço gourmet da plataforma de popa, há um segundo, de apoio, na praça de popa, com fogão por indução de uma boca, bancada, pia de inox, torneira, gavetas e uma discreta lixeira.

                                                    Quer dizer, a Evolve 360 HT não é apenas uma lancha confortável e moderna. É também uma 36 pés muito bem equipada, com ótimas instalações e um cuidado primoroso nos detalhes de construção e acabamento. Tem tudo para satisfazer a quem procura por uma lancha cabinada de médio porte com pernoite para até seis pessoas. E que também navega bem, como provou no teste de mar que fizemos em Balneário Camboriú, Santa Catarina.

                                                    Como navega

                                                    Navegamos com a Evolve 360 HT nas imediações de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, em um dia de mar “encarneirado” (ou seja, batido), com ventos que chegaram a 15 nós. Mesmo com o mar mexido, o casco enfrentou as ondas com suavidade, batendo mais forte em raríssimas e inevitáveis ocasiões, e isso apesar da boca mais larga na proa. Mérito do bom V do casco na popa, de 17,5 graus.

                                                    A lancha estava equipada com dois motores diesel de 270 hp cada, com rabetas Bravo III Racing e sistema de controle por joystick. A bordo, três adultos, 540 litros de combustível (a lancha tem dois tanques de 365 litros cada) e 270 litros de água. Começamos acelerando forte para entrar rapidamente em planeio. O uso dos flapes foi essencial para ajudar o barco a estabilizar o cruzeiro. Com 19 nós, aliviamos os manetes e parte dos flapes. O barco ficou leve, estável, e deu respostas rápidas, batendo muito pouco ao cruzar a marolas bem mexidas.

                                                    Não foi apenas nas retas que a Evolve 360 HT se saiu bem: estável e firme, a lancha também fez curvas fechadas com facilidade e sem jogar água pra cima. Não fosse o vento mais forte, não teríamos nem respingos no para-brisa, após várias manobras e aceleradas. Em curvas de nível médio, na velocidade de cruzeiro econômico (que foi de 23,1 nós, a 3 300 giros), deu apenas uma adernada sutil, sem nenhum estresse. O raio de giro é bem pequeno. Durante todo o teste, casco se mostrou seco, sem borrifos no convés.

                                                    A facilidade de navegar, mesmo com motores de menor potência, é um dos diferenciais da marca. De fato, empurrada pela dupla de motores diesel de 270 hp, a Evolve 360 HT demonstrou que tem força de sobra para navegar com tranquilidade. E quando o joystick entra em operação, manobrar passa a parecer brincadeira de criança.

                                                    Nas medições de desempenho, registramos 32,3 nós de máxima, uma boa performance. No teste de aceleração, cravou o tempo de 15,7 segundos para ir da marcha lenta aos 20 nós, já esperado pela característica do casco, que anda mais leve e melhor após os 19 nós. No consumo de cruzeiro, a 3500 rpm e 25,7 nós, outra boa marca: 84,8 litros/hora.

                                                    O casco, bem largo, com 3,45 metros de boca avançada até a proa, exige certa técnica de quem está no comando. É preciso entendê-lo, saber o momento certo de usar os flapes e de dar motorização. Mas nada que uma rápida convivência com a Evolve 360 HT não resolva, de maneira tranquila.

                                                    Pontos altos

                                                    • Qualidade da construção
                                                    • Bastante espaço a bordo
                                                    • Pernoite para até seis pessoas

                                                    Pontos baixos

                                                    • Sofá da cabine tem pé-direito baixo
                                                    • Tanque de água poderia ser maior
                                                    • Faltam porta-copos na proa

                                                    Características técnicas

                                                    Comprimento total: 11,02 m
                                                    Comprimento do casco: 7,86 m
                                                    Boca: 3,45 m
                                                    Calado com propulsão: 0,90 m
                                                    Altura da cabine na entrada: 1,90 m
                                                    Ângulo do V na popa: 17,5 graus
                                                    Combustível: 730 litros
                                                    Água: 270 litros
                                                    Águas negras: 100 litros
                                                    Capacidade dia: 12 pessoas
                                                    Capacidade pernoite: 6 pessoas
                                                    Peso com motor: 8 300 kg
                                                    Potência: 2 x 260 a 430 hp

                                                    Quanto custa

                                                    A Evolve 360 HT custa a partir de R$ 683 mil, com dois motores gasolina de 300 hp cada com montagem básica. Já com dois motores de centro-rabeta a diesel de 300 hp cada, equipada com ar-condicionado, gerador, guincho elétrico, gps, som, geladeira, teca de EVA, churrasqueira, tv, microondas, flapes, aquecedor de água, rádio vhf e farol na proa, custa cerca de R$ 820 mil. O modelo testado por NÁUTICA, equipado com dois motores de centro-rabeta diesel de 270 hp cada, com a lista completa de opcionais acima, além de joystick para manobras, piloto automático, plataforma submersível e madeira teca, custa cerca de R$ 1,150 milhão. Preços pesquisados em março/2020.

                                                    Quem faz

                                                    Da linha de montagem do estaleiro Evolve Boats, atualmente saem três modelos de lanchas: a 235 Cab, a 270 Cab e a 360 HT. São barcos que se destacam pelo conjunto design-navegação-inovação, além da atraente relação custo-benefício. Para saber mais, ligue para tel. 48/3374-3015 ou acesse www.evolveboats.com.br.

                                                    Veja mais fotos da 360 HT

                                                    Edição de texto: Gilberto Ungaretti
                                                    Edição de vídeo: TakeBoom Produções
                                                    Fotos: Rogério Palatta e Victor Oliveira/TakeBoom e Mariana Boro/Divulgação

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                                                      A fabricante britânica de automóveis de luxo Bentley conta com uma divisão de serviços de design e personalizou o veleiro de um cliente, na Holanda, para que ele combinasse com seu carro Continental GT cupê.

                                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                      O Contest 59 CS, que mede 18,5 metros de comprimento, ganhou a tonalidade metálica de azul no seu casco, com faixas brancas na porção inferior, na intenção de replicar a barra cromada na lateral do cupê.

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                                                      No interior, o modelo foi totalmente composto com as cores vermelho e branco, além de detalhes em preto brilhante, e revestimento de madeira em tom claro.

                                                      O destaque ficou por conta dos painéis nas paredes e no sofá da área principal da embarcação. Com tecido branco, essas áreas recebem a clássica costura da Bentley em formatos triangulares (chamados pela marca de diamantes). Cada forma feita no acolchoado leva exatos 712 pontos de costura, feitos por uma máquina exclusiva da fabricante britânica. No Continental GT, os arremates estão nas portas e nos bancos.

                                                      Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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                                                        Empresa desenvolve tecnologia capaz de dessalinizar a água do mar através de navios movidos à energia nuclear

                                                        Por: Redação -

                                                        Empresa do Reino Unido responsável pelo desenvolvimento de soluções de propulsão com energia nuclear, a Core Power lançou  uma nova linha de negócios para usinas de dessalinização flutuantes. Apesar das usinas utilizadas para dessalinizar a água do mar em terra tenham sido construídas no mundo inteiro, incluindo na Austrália, Arábia Saudita e Norte da África, o custo de construção, fornecimento de combustível e manutenção para essas instalações é elevado e eles também utilizam combustíveis fósseis para energia, de acordo com a própria empresa em seu relatório.

                                                         

                                                        Utilizando instalações flutuantes, construídas em cascos de navios tradicionais, alimentados por micro reatores de energia nuclear, os navios-conceito podem disponibilizar energia elétrica e água dessalinizada.

                                                         

                                                        Esses navios poderiam produzir água em uma taxa entre 60 mil a 450 mil m² por dia, correspondendo à escala das instalações construídas para dessalinizar água do mar existentes. Os navios se beneficiaram das eficiências da construção do estaleiro, reduzindo o tempo e o custo de instalação, sendo mais flexíveis em seu movimento, ou seja, seriam capazes de expandir ou reduzir rapidamente dependendo da demanda, de acordo com a empresa responsável.

                                                         

                                                        Segundo Mikal Bøe, CEO da Core Power, de todas as dificuldades enfrentadas pela empresa, a emergência global de água potável será a crise mais precária. Sendo assim, será necessário desenvolver soluções a longo prazo, flexíveis e sustentáveis como o uso da energia nuclear, para que seja possível realizar o fornecimento de água potável para onde e quando for necessário em grande escala.

                                                         

                                                        Os navios utilizados para dessalinizar água do mar movidos à energia nuclear da Core Power podem disponibilizar água doce para todos os estados do litoral, com sustentabilidade, segurança e sem emissões devido à fonte.

                                                         

                                                        As mudanças severas nos padrões climáticos significam que é necessária a instalação rápida, sem os anos de planejamento e construção necessários para que sejam construídas as instalações de novas usinas em terra utilizadas para dessalinizar água do mar.

                                                         

                                                        Enquanto os cascos de navios comuns disponibilizam a flexibilidade de instalação e trânsitos mais fáceis entre os locais, as estruturas flutuantes movidas à energia nuclear trazem uma maior flexibilidade de implantação e trânsitos mais fáceis entre os locais, além de uma maior resistência aos efeitos climáticos adversos.

                                                         

                                                        A ideia inovadora da Core Power é projetada com base em um casco de navio contendo um reator de energia nuclear flutuante e sistemas de dessalinização de água através da osmose reversa. A modelagem da Core Power, levando em conta as mudanças climáticas e a expansão da população, estima que a demanda por dessalinização atinja 266 milhões de metros cúbicos por dia até 2050.

                                                         

                                                        Além da Core Power, que busca água potável através da dessalinização da água do mar, pesquisadores da Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL) desenvolveram um novo filtro de água que utiliza apenas energia solar como fonte de alimentação.

                                                         

                                                        Foram unidos químicos, biólogos e físicos em um único projeto para desenvolver um aparelho muito barato, eficiente e que não necessita de nenhuma fonte de energia além da solar.

                                                         

                                                        Durante os testes, os pesquisadores descobriram que apenas os nanofios de dióxido de titânio, material utilizado no projeto, já conseguiam purificar a água de forma eficiente quando expostos à luz solar.

                                                         

                                                        Ao adicionar outros materiais chamados de nanotubos de carbono neutro, foi possível obter uma camada extra de descontaminação, matando patógenos como bactérias e vírus.

                                                         

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                                                          Em parceria com o piloto Daniel Ricciardo, BRP promete a moto aquática de alto desempenho mais exclusiva já criada pela Sea-Doo. Que jet será esse?

                                                          Um dos pilotos mais carismáticos (e arrojados) da Fórmula 1, o australiano Daniel Ricciardo, da equipe McLaren, também é apaixonado pelo mar.

                                                          Sempre que pode, larga o volante do carro para acelerar um jet, entre outras embarcações. Como uma coisa leva à outra, a Sea-Doo fez uma parceria com ele para o desenvolvimento da moto aquática de alto desempenho mais exclusiva já criada pela marcar.

                                                          Bem, pelo menos é o que promete a empresa, que acaba de lançar um vídeo em que o Ricciardo aparece acelerando a nova máquina nas águas de Miami, a ensolarada cidade do sul da Flórida que neste domingo, 8 de maio, realiza a primeira edição do Grande Prêmio de Miami.

                                                          Que jet será esse? Repare nas cores e na carenagem, de fibra de carbono. Pelas imagens, tem muita gente apostando em uma nova versão do RXP X, jet de alta performance, com um potente motor de 300 hp. Será? Qual é o seu palpite?

                                                          Por enquanto, a Sea-Doo limita-se a lançar uma charada: “Arrojado, único, com uma atitude que comanda a água – assim como as pessoas que apertam o acelerador. Não poderíamos estar mais animados para o que está por vir! Fique atento!”.

                                                          Enfim: mistério. Um mistério que, suspeita-se, será esclarecido durante (ou após) o GP de Miami. Vale a pena esperar. O que se sabe é que a novidade certamente será lançada no Brasil durante o São Paulo Boat Show 2022.

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                                                            05/05/2022

                                                            Não é exagero afirmar que o estaleiro catarinense Schaefer Yachts, do empresário e projetista Márcio Schaefer, é um dos responsáveis pela revolução de qualidade que a indústria náutica nacional vem passando. De suas três unidades de fabricação, projetos e montagem no entorno de Florianópolis saem barcos de bom padrão de acabamento, laminação de ponta (com larga escala do processo de infusão nos modelos acima de 40 pés) e linhas harmônicas.

                                                            schaefer 400schaefer 400

                                                            A Schaefer 400 Fly veio para preencher uma lacuna aberta na linha de lanchas do estaleiro com a descontinuidade de produção da Phantom 385. Em relação à sua antecessora, a nova e elegante 40 pés com flybridge ganhou motorização de centro-rabeta (a Phantom 385 usava motores de centro com linha de eixo) e muitas melhorias no acabamento e no padrão de construção. Porém, continuou com a mesma configuração interna de sua antecessora, com apenas um banheiro para servir os dois camarotes, que acomodam quatro pessoas, sendo um casal na proa e dois solteiros (ou mais um casal, já que as camas individuais podem ser convertidas em uma king-size) no outro camarote.

                                                            schaefer 400schaefer 400

                                                            Em relação às acomodações, o grande destaque desta lancha é a cozinha que ocupa todo o lado de bombordo do salão, completa e com bons equipamentos. Trata-se de uma lancha nacional com padrão de acabamento comparável a algumas importadas e preço na casa dos R$ 2,2 milhões, já pronta para navegar. Nesse segmento, ela não tem concorrentes diretos no mercado.

                                                            COMO ELA É

                                                            Como toda lancha com duplo comando na faixa dos 40 pés, a Schaefer 400 Fly tem superestrutura e flybridge compactos, compatíveis com o porte do casco. Na parte mais alta da lancha, além do banco individual para o piloto, há um sofá para três ou quatro pessoas a boreste e um solário individual na parte de ré do convés superior. Já o posto de comando superior tem pouco espaço tanto para a instrumentação dos motores quanto para os equipamentos eletrônicos de navegação. Falta também um suporte apropriado para os pés do piloto, essencial nos cruzeiros mais longos.

                                                            schaefer 400schaefer 400schaefer 400schaefer 400

                                                            As mesmas deficiências praticamente se repetem no posto de comando inferior: falta apoio para os pés do piloto e espaço para a instrumentação dos motores. Além disso, a visibilidade não agrada. Em compensação, a área para os eletrônicos é boa, já que o painel comporta dois monitores de até 9 polegadas cada. Além disso, a altura no comando interno tem 1,93 m e até uma luminária vermelha fixada no teto, bem acima do piloto, item que facilita a navegação noturna sem ofuscar a visão — embora o melhor lugar para timonear à noite seja mesmo o flybridge.

                                                            Entre os pontos altos, destaca-se a invejável iluminação natural no salão, graças às grandes janelas laterais de vidro. A cozinha também merece destaque, com uma grande bancada a bombordo, fogão elétrico de duas bocas, micro-ondas, geladeira, lixeira, gaveteiro para talheres e louças e espaço para algumas panelas e mantimentos.

                                                            schaefer 400schaefer 400schaefer 400Na entrada do salão, ao lado da cozinha, a bombordo, fica o quadro de disjuntores, o controle do sistema de som e uma pequena cristaleira. A boreste, um sofá para quatro adultos com folga e uma mesa de centro completam as acomodações. Na praça de popa, há três sofás para até nove pessoas e uma mesa de centro. Já na popa, além da plataforma submersível de bom tamanho, há o clássico móvel gourmet no centro, com passagem pelos dois bordos.

                                                            Entre os destaques, a cozinha integrada com a sala e os muitos sofás na praça de popa

                                                            Em relação às acomodações, a Schaefer 400 Fly tem o camarote principal na proa, com 1,92 m de altura e cama de casal com 1,90 m x 1,40 m, servido por armários e vigias nos dois bordos, além de uma gaiuta. O gerador e ar-condicionado são itens de série. O outro camarote, com 1,89 de altura, tem duas camas de solteiro, respectivamente com 1,78 m x 0,64 m e 0,77 x 0,76 m, que podem ser convertidas em uma de casal.

                                                            schaefer 400schaefer 400schaefer 400

                                                            O banheiro, bem iluminado, é compatível com o porte da lancha e vem com box fechado para banho. Para completar o quadro de elogios, o compartimento dos motores tem bom acesso pela praça de popa, com espaço de sobra para manutenção tanto dos propulsores como do gerador, dos equipamentos elétricos e hidráulicos, uma solução muito bem bolada.

                                                            COMO NAVEGA

                                                            Como olhar não mata vontade, pusemos a Schaefer 400 Fly para navegar. Dada a partida, vem a certeza: passar algum tempo no comando é pura diversão. O barco é ágil e seguro. Uma das suas boas características é a capacidade do casco de cortar ondas de maneira macia, mesmo na pior situação, que é quando encaramos as vagas de proa.

                                                            schaefer 400schaefer 400

                                                            Comprovamos isso navegando fora da barra da Baía da Guanabara, dois dias depois de uma ressaca ter agitado um pouco as águas de um dos lugares mais movimentados da costa brasileira. Com dois motores de centro-rabeta a diesel Volvo D4 de 300 hp cada, passamos suavemente pelas ondas de 80 centímetros de altura mantendo a rotação em 2 600 giros, a quase 18 nós. Na situação inversa, a favor do sentido de propagação das ondas, passamos pelas vagas a 22 nós com a mesma tranquilidade.

                                                            O desempenho é bom, mesmo com motores compactos, que ainda ocupam pouco espaço

                                                            Muitas lanchas com cascos maiores não têm esta capacidade, desejável em todo barco construído para navegar em mar aberto. Por outro lado, não gostamos tanto das manobras nas velocidades de cruzeiro entre 18 e 27 nós. Em curvas mais fechadas, não radicais, a lancha aderna de maneira desconfortável, principalmente para quem estiver no flybridge.

                                                            schaefer 400
                                                            A casa de máquinas tem espaço de sobra para a manutenção da parte mecânica, graças aos compactos motores Volvo D4/300

                                                            Este comportamento merece um reestudo por parte da equipe de projetistas do estaleiro, no sentido de abaixar o máximo possível o centro de gravidade do barco, aliviando o peso da superestrutura e concentrando mais peso nas partes baixas do casco — ou mesmo anexando estabilizadores laterais. Não passamos por nenhuma situação perigosa nas várias fases do nosso teste, quando a lancha foi colocada em situações mais severas que as de costume. Porém, a condução ficaria mais agradável se o barco não tivesse inclinado tanto nas curvas, lembrando que uma manobra mais brusca pode ser necessária em nossas águas, tão carregadas de entulhos.

                                                            Em relação aos motores, gostamos do desempenho dos dois compactos Volvos a diesel, de quatro cilindros e 3,7 litros, acoplados a rabetas com hélices contrarrotantes. Esse conjunto apresentou agilidade nas manobras, economia no consumo e boa aceleração, com a marca de 10,4 segundos no teste de velocidade até os 20 nós.

                                                            schaefer 400

                                                            Características técnicas

                                                            Comprimento máximo: 12,15 m
                                                            •Comprimento do casco: 10,80 m
                                                            •Boca: 3,80 m
                                                            •Calado com propulsão: 1,05 m
                                                            •Borda-livre na proa: 1,44 m
                                                            •Borda-livre na popa: 1,27 m
                                                            •Ângulo do v na popa: 18 graus
                                                            •Altura da cabine na entrada: 1,96 m
                                                            •Altura mínima do banheiro: 1,93 m
                                                            •Combustível: 700 litros
                                                            •Água: 300 litros
                                                            •Peso com motor: 10 000 kg
                                                            •Capacidade (diurno/noturno): 13/4 pessoas
                                                            •Motorização: Centro-rabeta
                                                            •Potência: 2 x 300 a diesel

                                                            Quanto custa
                                                            A partir de R$ 2,2 milhões, com dois motores a diesel Volvo D4 de 300 hp cada, mais gerador, ar-condicionado, plataforma de popa submersível, guincho elétrico para âncora e pronta para navegar.

                                                            Quem faz

                                                            schaefer 400

                                                            Schaefer Yachts, de Santa Catarina, é um dos maiores estaleiros brasileiros, com o início das atividades em 1992. Em 26 anos, passou a marca de 3 500 lanchas laminadas, com 10 modelos na atual linha de produção, de 30 a 83 pés. Para saber mais, ligue para tel. 48/2106-7451 ou acesse www.schaeferyachts.com.br.

                                                            Este teste foi publicado pela Revista Náutica na edição 358, em junho 2018. 

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