Mergulhadores descobrem navio naufragado em lago nos Estados Unidos

Por: Redação -
30/07/2021

Uma equipe de mergulhadores descobriu os destroços de um navio que naufragou no final do século 19, enquanto exploravam as águas do Lago Huron, próximo à cidade de Grindstone, no estado norte-americano do Michigan.

Os restos da embarcação, localizada durante o mês de junho, estavam a 2,5 metros abaixo da superfície, segundo a estação norte-americana WNEM. Na ocasião, Cindy Lynch, o marido Mike Lynch, e o companheiro de mergulho Kevin Jimkoski, estavam apenas tendo um dia descontraído para aprimorarem suas habilidades subaquáticas.

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Eles tiveram uma grande surpresa. “Ficamos maravilhados porque o navio estava em águas rasas, mas ainda em boas condições”, conta Mike. “Até a quilha estava lá. Você podia identificar a proa, podia ver a popa – havia muitos artefatos nela”.

Inicialmente, o grupo acreditou que a embarcação era o rebocador Tug Margaretta, que naufragou próximo ao porto Austin, em Grindstone, no ano 1907. Porém, após realizarem outra expedição na região do naufrágio, os mergulhadores concluíram que os destroços eram de um veleiro com mastro.

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Embarcação do final do século 19 estava a 2,5 metros abaixo da superfície (Foto: Michigan Divers, LLC)

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A embarcação passou pela análise do historiador Robert McGreevy, que a classificou como um barco Mackinaw — um modelo à vela comum no Lago Huron há cerca de dois séculos. O achado foi descrito como “emocionante” pelo Departamento de Recursos Naturais de Michigan (DNR), devido à sua raridade.

O arqueólogo marítimo da pasta, Wayne Lusardi, informa que há cerca de meia dúzia de naufrágios na região do porto Austin. Mas muitos dos navios menores que afundaram – como é o caso dos barcos Mackinaw – ainda não foram registrados.

“Eles estão muito sub-representados no registro arqueológico de naufrágios porque eles não afundam, normalmente, e quando você os encontra, eles foram abandonados intencionalmente”, explica Lusardi.

Ainda segundo o especialista, essa categoria de veículos marítimos era facilmente pilotável por uma única pessoa e era voltada para a pesca comercial. Além disso, o estudo dos destroços pode datar o navio em questão com maior precisão, embora saber sua procedência exata seja difícil.

Em comunicado, o grupo de mergulho responsável pelo achado, Michigan Divers (LLC), relatou (também em junho) a descoberta do que se acredita ser o navio Jacob Bertschy, perdido durante uma tempestade em setembro de 1879. O barco, que transportava telhas e trigo, encalhou com 51 pessoas a bordo, mas todas foram salvas.

Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Maristella Pereira

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    Instituição lança treinamento náutico on-line em parceria com a Guarda Costeira dos EUA

    Por: Redação -

    O American Boat and Yacht Council (ABYC), com sede em Maryland, nos Estados Unidos, anunciou que se associou à Guarda Costeira dos Estados Unidos para lançar uma nova série de treinamentos on-line com o objetivo de minimizar riscos no projeto e na construção de barcos recreativos.

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    A Série de Mitigação de Risco USCG foi projetada para ser uma série regular de programas com discussões interativas e profundas sobre questões relacionadas à construção de barcos de lazer.

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    treinamento online

    O primeiro evento, intitulado “Regulamentações e Eletrificação”, será apresentado no dia 9 de novembro de 2021, com conteúdo focado na transição para sistemas elétricos em embarcações de recreio, incluindo propulsão e alternativas de banco de energia de bateria aos geradores.

    “Esta colaboração com a Guarda Costeira dos EUA nos permite discutir tendências e questões de segurança em um fórum aberto e inclusivo”, disse o presidente da ABYC, John Adey. “Quando a Guarda Costeira nos abordou, não hesitamos.”

    Para conferir, basta acessar o site da ABYC, clicando aqui.

    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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      Estaleiro italiano apresenta iate de 100 pés que será lançado em Cannes

      Por: Redação -

      O estaleiro Vittoria Yachts anunciou um novo modelo de iate para o seu portfolio: o Veloce 32 Raised Pilot House, de 32 metros. A estreia da embarcação está prevista para o Cannes Yachting Festival, que acontecerá de 7 a 12 de setembro de 2021.

      O Veloce 32 RPH foi projetado pelo designer Sergio Cutolo, da Hydro Tec, com design baseado em dois conceitos principais: a capacidade de navegação durante todo o ano e o alto desempenho em qualquer velocidade. Segundo o estaleiro, as linhas são “ferozes e contemporâneas” com o design “inspirado em embarcações de patrulha rápidas”.

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      Assim, seguindo a caracterização, a estética exterior ganhou três grandes marcos: um arco vertical, linhas arrojadas e uma amurada elevada. No convés superior, o iate também apresenta uma plataforma com cobertura para banhos de sol, permitindo que o espaço seja protegido das intempéries e utilizado durante todo o ano.

      Para ajudar a conectar o interior e exterior, uma ampla varanda aberta, acessada da área de jantar, oferecerá muito ar fresco e uma sensação ao ar livre.

      “Estamos orgulhosos de apresentar, apenas 4 meses depois de embarcar neste desafio, nossa quarta divisão. O projeto Veloce nasce de um momento eureca no píer: combinar velocidade com materiais de alta qualidade”, comentou Michele Zorzeonon, CEO da Vittoria Yachts.

      Ela ainda completou: “Em seguida, desenvolvemos a ideia com um parceiro industrial importante — Sergio Cutolo, da inestimável Hydro Tec —, que cuidou do processo de design, incluindo o interior do modelo. Começaremos a construir o Veloce a partir de outubro, mas apresentaremos o design ao público no maior show náutico em águas europeias, o Cannes Yachting Festival”.

      Assim, o interior será “leve, fresco e moderno”, segundo seus construtores, e contará com móveis sob medida. Além disso, portas deslizantes contínuas serão utilizadas, bem como grandes janelas para proporcionar vistas de todo o iate.

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      vittoria yachts

      O casco e a superestrutura do Veloce 32 RPH serão construídos em alumínio, e  ambos os projetos contam com soluções inovadoras. Mattia Duò, engenheiro de vendas da Vittoria Yachts, também complementou a declaração Michele, e disse que  “o Veloce é o culminar de toda a experiência adquirida pelo Estaleiro Vittoria para enfrentar os desafios da construção nos setores militar e paramilitar. Investimos todas as nossas competências neste projeto e procuramos reinterpretar os conceitos de lazer e viagens, adaptando-os ao iatismo: segurança, conforto, eficiência e inovação, aspectos dos barcos que serviram e continuam a servir os maiores marinhas nacionais e internacionais e corpos militares”.

      Em termos de desempenho, o estaleiro diz que o iate será equipado com dois motores MAN D2862 LE476, que lhe proporcionam uma velocidade máxima de 20 nós e um alcance de 1 800 milhas náuticas em um cruzeiro a 15 nós.

      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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        Robert Scheidt garante vaga na medal race em sua sétima Olimpíada

        Por: Redação -

        Bicampeão olímpico brasileiro entra na regata da medalha na 6ª colocação. Disputa está marcada para a madrugada desta domingo, a partir das 2h30.

        Aos 48 anos, Robert Scheidt luta pela sexta medalha olímpica na madrugada deste domingo (1), a partir das 2h30, na raia de Enoshima, no Japão. O brasileiro entra na medal race da classe Laser, na 6ª colocação na classificação geral em sua sétima olimpíada (recorde entre os atletas do Brasil). Em todas as anteriores, chegou ao final lutando pelo pódio.

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        Apenas os dez melhores velejadores do campeonato disputam a medal race, disputa que tem pontuação dobrada. Scheidt entra na regata da medalha com 86 pontos perdidos. Está a 12 pontos do 3° colocado, o croata Tonci Stipanovic (74pp); a 15 pontos do 2°, o norueguês Hermann Tomasgaard (71pp); e a 39 do líder Matt Wearn, da Austrália, que acumula 49 pontos perdidos.

        O bicampeão olímpico do Brasil encerrou sua participação na fase de classificação na madrugada desta sexta-feira (30), no seu dia mais discreto na raia de Enoshima. Com vento fraco — a nona e penúltima regata começou com 7 nós, caiu para 4 e terminou em 6 — Scheidt largou em 23°, chegou a recuperar um pouco na boia de popa (19°) e terminou em 24°, resultado que acabou se tornando o seu descarte na classificação geral.

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        A situação do tempo não mudou para décima e última regata da fase de classificação. Com vento entre 6 e 7 nós, Robert iniciou a prova na 17ª colocação, montou a primeira boia em 14° lugar e cruzou a linha de chegada em 16°. O alemão Philipp Buhl, atual campeão mundial, venceu a disputa. Na prova anterior, que abriu a programação desta sexta-feira, o velejador mais veloz foi Karl-Martin Rammo, da Estônia.

        Além das últimas regatas da fase de classificação, Scheidt tem conseguido ser regular na Olimpíada de Tóquio. Ele entrou na zona de medalhas na classe Laser no terceiro dia da competição. Para se manter em top 10 e garantir vaga na medal race, Robert obteve os seguintes resultados: 11°, 10°, 4°, 3°, 17°, 5°, 8°, 12°, 24° e 16°. Com os resultados desta sexta, ele passou da 4ª para a 6ª colocação geral.

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          Conheça o megaiate em que Jennifer Lopez comemorou seu aniversário de 52 anos

          Por: Redação -

          Jennifer Lopez aproveitou o último sábado, 24 de julho, para comemorar seu aniversário de 52 anos em um passeio de iate ao lado do namorado, o ator Ben Affleck, pela Riviera Francesa. O casal navegou a bordo do megaiate de luxo Valerie, propriedade do bilionário ucraniano e guru de serviços financeiros RInat Akhmetov, um dos homens mais ricos do mundo.

          Foto: Reprodução DailyMail

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          Listado no site da Dynamiq Sales & Charter, a embarcação é avaliada em 110 milhões de euros e foi construída em 2011, conquistando o posto de uma das quatro maiores do mundo na época. Em 2019, passou por uma extensa reforma e está à venda por US $ 130 milhões.

          J-lo e Ben puderam desfrutar de nove cabines de hóspedes com acomodações para 17 convidados, juntamente com cabines de funcionários para 27 tripulantes.

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          Listado no site da Dynamiq Sales & Charter, o iate inclui ainda um spa totalmente equipado, acesso por elevador a todos os níveis do convés, deck para helicóptero, deck privativo e uma piscina de 6 metros.

          O enorme navio pode acomodar 14 pessoas em sete cabines atendidas por uma tripulação de até 27 pessoas. Lançada em 2011, a embarcação possui piscina de seis metros a bordo e jacuzzi. Com uma academia a bordo e uma área de jantar espetacular ao ar livre, o barco foi projetado com o icônico hotel Claridge’s de Londres em mente.

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            Pesquisadores encontram navio de guerra e cemitério em águas egípcias

            Por: Redação -

            Pesquisadores realizaram uma expedição subaquática nas águas oceânicas, próximas ao atual município de Alexandria, onde existiu a cidade de Heraclion, no Egito. A cidade estava submersa há 1,2 mil anos e escondia certas peculiaridades embaixo d’água.

            Com ajuda de aparelhos de escavação subaquáticos, os arqueólogos descobriram nessas águas — da Baía Qir, próximo à Alexandria — a carcaça de um navio de guerra, naufragado no século 2 a.C., e os restos de um cemitério grego do início do século 4 a.C.

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            A descoberta aconteceu durante uma expedição realizada pelo Instituto Europeu de Arqueologia Subaquática (IEASM) e revela somente uma área da cidade perdida de Heraclion. Os resquícios do navio (de mais de 25 metros de comprimento) estavam cobertos por cerca de 5 metros de lama sólida no fundo do mar.

            expedicao egipcia

            Frank Godeu, chefe da missão arqueológica da IEASM, confirmou em comunicado que o achado é muito raro, dado que a embarcação é de origem grega. Isso, porque quaisquer embarcações gregas eram praticamente desconhecidas, até a descoberta recente do navio Boniqi Marsala, cujo naufrágio ocorreu em 235 a.C.

            A embarcação recém-encontrada tinha estilo clássico e design idealizado para navegar no rio Nilo, de acordo com os estudos. Movido a vela, o grande barco apresentava enormes estruturas de remos e mastro, com características típicas de outros navios construídos no Antigo Egito.

            Depois de sua construção, a previsão era de que a embarcação atracasse em um canal que fluía ao longo de um templo egípcio, mas o barco não chegou ao seu destino e afundou, conforme conta Mustafa Waziri, secretário-geral do Conselho Superior de Arqueologia do Egito. Logo em seguida, blocos de pedra do antigo local de culto caíram, fazendo com que o navio ficasse submerso junto aos destroços do recinto religioso.

            expedicao egipcia
            Artefato encontrado durante a expedição realizada pelo Instituto Europeu de Arqueologia Subaquática (IEASM) no Egito (Foto: Reprodução/Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito/Facebook)

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            A outra descoberta, o cemitério grego, estava na entrada de um canal na região nordeste de Alexandria. Segundo os especialistas envolvidos, o cemitério indica a existência de um grupo de comerciantes gregos que viveram na região egípcia.

            A população da época acreditava na vida após a morte e também estabelecia muitos templos funerários próximos a um santuário principal, dedicado ao deus Ámon, entidade associada ao vento. Não por acaso, foram achados alguns artefatos, que apontam para o surgimento desses templos.

            expedicao egipcia
            Item descoberto pelos arqueólogos durante mergulhos na região da cidade de Alexandria, no Egito (Foto: Reprodução/Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito/Facebook)

            Contudo, a região onde estão os achados é muito afetada por desastres naturais, como terremotos e ondas de maré. Como resultado, Heraclion afundou há milhares de anos sob o mar, assim como a cidade de Canopo. O passado de ambas foi investigado pela última vez em expedições do IEASM nos anos de 1999 e 2001.

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              Disputas da Nacra 17 nas Olimpíadas são marcadas pelo equilíbrio com a dupla brasileira

              Por: Redação -

              Nesta quinta-feira (29), a dupla olímpica da classe Nacra 17, Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino disputou mais três regatas previstas pelo programa da classe Nacra 17 nos Jogos de Tóquio e permanecem na 11º colocação. As disputas estão sendo marcadas pelo equilíbrio entre as equipes.

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              O vento se manteve com rajadas entre 12 e 15 nós na raia de Sagami. A quarta regata da Nacra teve sua largada às 00h05 e Gabi e Samuca começaram o dia com um 9º, depois fizeram um 10º lugar e encerraram o dia com mais um 9º, totalizando 48 pontos.

              O time italiano Ruggero Tita e Caterina Banti permanece na liderança com 8 pontos, com os britânicos John Gimson e Anna Burnet em segundo (11 pontos) e os alemães  Paul Kohlhoff e Alica Stuhlemmer agora  em terceiro (19 pontos).

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              Nesta sexta-feira (30), é dia de descanso para a dupla com a pausa das regatas da classe Nacra 17, que retorna a competir no sábado a partir das 0h05min (horário do Brasil) na raia de Zushi. Restam agora seis regatas classificatórias. Os dez melhores classificados disputam a medal race (final) na terça-feira.

              A Nacra 17 em Tóquio 2020

              As tripulações da classe Nacra 17 são mistas (um homem e uma mulher). Timoneiro e proeira têm por objetivo trabalhar em sincronia com total e equilíbrio sobre as ondas em um barco de alta performance, muito rápido, que pode alcançar 50km/h. São 20 os países na disputa olímpica: além do Brasil, Argentina, Austrália, Áustria, China, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grã Bretanha, Alemanha, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Porto Rico, Suécia, Tunísia, Uruguai e Estados Unidos.

              Calendário de Regatas da Classe Nacra 17 (horário do Brasil)

              SEX, 30/07 – DIA RESERVA

              SAB, 31/07 – RAIA DE ZUSHI
              Regatas 7, 8 E 9 a partir das 0H05

              DOM, 01/08 – RAIA DE ENOSHIMA
              Regatas 10, 11 E 12 – a partir das 0h05

              SEG, 02/08 – DIA RESERVA

              TER, 03/08 – MEDAL RACE (Final)
              3H33

              O calendário completo da vela nos Jogos está aqui e os resultados parciais da classe Nacra 17 aqui.

               

               

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                Por: Redação -
                29/07/2021

                O oitavo programa da temporada de Loucos Por Barcos foi ao ar ao vivo nesta quarta-feira (28). Um bate papo descontraído semanal sobre os temas náuticos mais pedidos pelos leitores e seguidores.

                NÁUTICA e um time seleto de convidados debateram sobre tudo o que você precisa fazer antes de realizar uma travessia de lancha.

                O bate-papo contou com grande troca de informações sobre barcos, sempre com a interação em tempo real dos telespectadores por meio das redes sociais e o chat do YouTube.

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                O Loucos Por Barcos vai ao ar às quartas, a partir das 20 horas, na TV NÁUTICA, no YouTube. Se inscreva para não perder!

                Se você tem alguma dúvida ou comentário, converse com a gente pelas redes sociais ou envie sua dúvida para [email protected].

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                  Veleiro de Ilhabela supera condições adversas, vence 3ª regata e lidera a Semana de Vela

                  Por: Redação -

                  A previsão de tempo se confirmou, a frente fria veio pesada com temperatura na metade do dia anterior – na casa dos 15º C -, maré subindo, forte correnteza  e ventos com rajadas de até 25 nós. Muitas quebras diante das condições e, na batalha, o barco local Xamã saiu vencedor na principal classe da disputa da 48ª Semana de Vela de Ilhabela, maior evento de Vela de Oceano da América do Sul com sede no Yacht Club de Ilhabela e 81 barcos na disputa.

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                  Vencedor no primeiro dia da maior regata da disputa, a Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil, o Xamã conquistou a segunda vitória em três regatas e se isolou na liderança com oito pontos perdidos. Sérgio Klepacz, comandante do barco de Ilhabela comentou sobre a vitória na regata de percurso médio: “Regata particularmente muito difícil, entrou a frente fria que estávamos esperando. Largamos bem, graças a isso nos posicionamos bem, chegando na marca, no final do Canal de são Sebastião, o vento entrou bastante forte, então subimos o balão, eram rajadas de 25 nós de vento, mais ou menos, o barco andou bastante rápido, foi instável, a tripulação sofreu e eu estava rezando para nada quebrar, mas graças a Deus deu tudo certo”, analisou.

                  Em segundo lugar no tempo corrigido ficou o Phoenix, que marcou o melhor desempenho na competição que é a estreia do barco mais moderno do Brasil. Após dois sétimo lugares nos primeiros dias, o veleiro pulou para quarta colocação na classificação geral. A segunda posição no geral está com o Rudá, de Santos (SP), que finalizou esta quarta-feira na terceira colocação. O terceiro lugar está com o barco capixaba, o +Bravíssimo. Dois barcos não completaram a disputa, o King e o Asbar IV.

                  A classe ORC estreia na competição os ToTs customizados. Ou seja, agora cada tipo de regata com determinado ângulo de vento usará o TOT adequado para o resultado final da regata, dando, assim, o resultado preciso de acordo com a medição de cada veleiro. Os ToTs customizados são uma inicativa da ABVO, a Associação Brasileira de Veleiros de Oceano.

                  Na classe RGS, o barco Zeus levou a melhor, deixando o Bravo e o Beleza Pura 2 logo atrás. Os três têm a mesma posição na classificação geral. Na Bico de Proa, o BL3 Mangalo voltou a vencer após triunfar no domingo e retomou a liderança no geral empatado com o Super Bakanna, ambos com sete pontos perdidos. Sete barcos não largaram ou não completaram.

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                  Os barcos da Classe C30 correram duas regatas rumo ao sul do Canal de São Sebastião. Foram duas vitórias do Kaikias Via Itália, mas Katana Portobello (SC) lidera a C30 por apenas um ponto de vantagem sobre Kaikias após quatro regatas. O timoneiro do Kaikias, Beto de Jesus, enalteceu a chegada da frente fria. “Tivemos um dia perfeito. A tripulação trabalhou bem e estão todos de parabéns. O barco rendeu muito com o vento mais forte”.

                  Para Beto, os ajustes na regulagem fizeram a diferença em favor do Kaikias. “Regulamos o barco com precisão e ainda definimos uma estratégia de regata que funcionou. Ganhamos porque erramos menos. Subimos na classificação e também estamos na briga pelo Campeonato Brasileiro. Sabemos que virão muitos desafios pela frente. Precisamos manter o foco até a última regata”.

                  Com as duas vitórias do Kaikias Via Itália, Katana Portobello e Zeus Team se alternaram nas segunda e terceira posições, à frente do estreante Kairós e Caballo Loco, que teve problemas com o balão, vela utilizada no vento de popa. As regatas seguem até sábado (31), com o Campeonato Brasileiro, iniciado em janeiro, em Florianópolis, disputado paralelamente até sexta-feira.

                  O comandante do ganhador da terça-feira, Caballo Loco, Mauro Dottori, também analisou a regata disputada ao norte de Ilhabela. “O Portobello largou muito bem e pulou na frente, mas ficamos sempre próximos dele até conseguirmos a ultrapassagem. Demos o bordo atrás deles e montamos a boia na frente. Içamos a vela balão e sustentamos a dianteira até a linha de chegada, graças à nossa tripulação, que é muito bem entrosada”.

                  Entre os Clássicos, apenas o Kameha Meha completou e segue invicto na Semana de Vela. O Atrevida, barco de 1923, teve problema no eixo e precisou abandonar. O problema já foi reparado e o veleiro, segundo colocado, voltará para a raia nesta quinta-feira. Entre os Multicascos, o Maré XX venceu a terceira de três regatas. Foi o único a completar diante dos problemas do Reforça D4 e do Stress.

                  A Semana de Vela de Ilhabela, evento com chancela da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, vai até o próximo sábado, dia 31, com regatas sempre começando às 12h. A premiação acontece na noite do dia 31.

                  Confira os resultados finais e o geral no site do evento 

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                    Por: Redação -

                    Robert Scheidt chega ao último dia da fase de classificação da classe Laser na Olimpíada de Tóquio com “mais de meio barco” à frente dos adversários na briga pelo pódio. O bicampeão olímpico precisa manter a regularidade nas duas últimas regatas programadas para a madrugada desta sexta-feira (30), a partir das 2h35 (horário de Brasília) para garantir vaga da medal race, no domingo (1). Apenas os dez melhores avançam na luta por medalhas e o brasileiro de 48 anos ocupa a 4ª posição.

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                    Na madrugada desta quinta-feira (29), Scheidt disputou as regatas sete e oito, na raia de Enoshima, onde obteve um 8° e um 12° lugar. Com os resultados, chega a 53 pontos perdidos, passando de 3° para o 4° na classificação geral, já contando o descarte do pior resultado (17° na quinta regata). O bicampeão olímpico está a apenas quatro pontos atrás do norueguês Hermann Tomasgaard (49pp), a nove do cipriota Pavlos Kontides (44pp) e a 24 do líder Matt Wearn, da Austrália, que acumula 29pp.

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                    Robert fez uma regata de recuperação na abertura da programação desta quinta. Após largar em 21°, ganhou 13 posições para cruzar a linha de chegada em 8° lugar. Na sequência, com ventos na casa dos 15 nós, teve um desempenho mais regular. Iniciou em 11° e terminou em 12°. A vitória nas duas regatas ficou com o australiano Matt Wearn, que assumiu a liderança da classe Laser.

                    Scheidt entrou na zona de medalhas na classe Laser da Olimpíada do Japão após velejar em top 10 em cinco de oito regatas (11°, 10°, 4°, 3°, 17°, 5°, 8° e 12°). “Faltam duas regatas até a medal race e sigo lutando para a regularidade, com foco para chegar ao domingo com chances de disputar um lugar no pódio. O campeonato está equilibrado e a pontuação entre os principais velejadores está bem próxima”, disse o maior medalhista olímpico do Brasil, que luta pela sexta medalha em sete participação nos Jogos.

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                      Por: Redação -

                      A mineira Ana Sátila fez história ao ir à final feminina do C1 na canoagem slalom, sendo a primeira mulher do país a ir a uma decisão na canoagem slalom. Na disputa pelas medalhas da categoria onde tem apenas uma atleta na canoa, a brasileira de 25 anos ficou na décima e última posição, depois de ficar com a marca de 164s71 na sua descida. A prova aconteceu na madrugada desta quinta-feira no Centro de Canoagem Slalom Kasai.

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                      Número 3 do ranking mundial, Ana Sátila perdeu 2s numa primeira penalidade na porta 7, e depois perdeu a porta 22, o que aumentou em mais 50s o seu tempo final, que ficou em 164s71. Se não tivesse o desconto da porta que não passou, Ana Sátila seria a quarta colocada na final.

                      A medalha de ouro ficou com australiana Jessica Fox (105s04), que se tornou a primeira atleta, seja homem ou mulher, a ganhar medalha na canoa e no caiaque. Isso nunca tinha acontecido nem mesmo levando em conta diferentes edições. A britânica Mallory Franklin (108s68) ficou com a prata, e o bronze foi da alemã Andrea Herzog (109s13).

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                      A expectativa por medalhas não era à toa. Na semifinal, entre 18 atletas que disputavam uma das dez vagas na decisão, Ana Sátila teve o terceiro melhor tempo ao marcar 114s27 na sua descida, que aconteceu sem penalidades. As Olimpíadas de Tóquio marcaram a terceira participação da mineira na competição.

                      A prova disputada na canoa para uma pessoa consiste em descer um percurso com corredeiras, passando por 25 portas. Caso o atleta perca uma das portas, uma punição de 50s é acrescentada ao tempo final. Já se houver apenas um toque nos postes o acréscimo é de 2s. O atleta fica ajoelhado dentro da canoa, e tem um remo de uma pá apenas.

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                        Estúdio australiano revela conceito elegante, sustentável e esportivo de iate com 88 pés

                        Por: Redação -

                        A Azurite Yacht Design revelou seu mais recente conceito de design, o Infinit-e 88, de 26,8 metros. O estúdio australiano projeta embarcações de última geração desde 2020 e se concentram no uso de materiais ecológicos para reduzir o lixo.

                        O Infinit-e 88 apresenta linhas exteriores arrojadas e elegantes, e será construído com casco e superestrutura de alumínio. A cor predominante no exterior é o pérola metálico, enquanto sua superestrutura, em preto fosco, apresenta um telhado de vidro e janelas de altura total, que inundam o salão principal com luz natural. As portas deslizantes (também de altura total) para estibordo oferecem um layout de plano aberto e uma entrada adicional para o iate.

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                        Na plataforma frontal, há uma área para refeições ao ar livre para até seis pessoas, bem como um local para banhos de sol em sua proa. Além disso, ainda é possível aproveitar o passeio náutico em um bar na própria embarcação, ou em uma área de estar adicional para seis pessoas no convés traseiro — e que pode ser convertida em uma área de jantar para 10 pessoas com mesas deslizantes do convés.

                        Uma das características mais destacadas do Infinit-e 88 é a plataforma de natação no convés de popa em expansão, que pode dar dois metros adicionais de espaço à popa para que os hóspedes acessem a água. Aqui, ainda é possível encontrar duas garagens, que podem armazenar pranchas de surf, dois submarinos pequenos, roupas e equipamentos de mergulho.

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                        O design interior de plano aberto do Infinit-e 88 foi finalizado com móveis de alta qualidade para máximo conforto. Ele utilizará materiais de origem sustentável e pode ser personalizado de acordo com o gosto do proprietário.

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                        A suíte máster de largura total cobrirá uma área de 30 m² e inclui banheiro privativo, closet, área de estar e escritório. Como um adicional ao luxo, o proprietário ainda poderá contemplar uma coleção de arte exclusiva, exposta por toda parte no iate.

                        Com um forte foc

                         Portanto, essa porção tem uma combinação equilibrada de cores e texturas para criar uma aparência ousada e brilhante, mas usa apenas materiais naturais e sustentáveis ​​como algodão, linho, madeira, metal, vidro, mármore e lã.

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                        O Infinit-e 88 também terá a opção de motorização exclusivamente com energia elétrica, podendo navegar a 12 nós nesta configuração, de acordo com o estaleiro. Os motores são IPS Drive Hybrid Volvo Penta, e prometem operar a uma velocidade máxima de 32 nós.

                        Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                          Estaleiro francês expande série de embarcações com novo modelo que será lançado em Miami

                          Por: Redação -

                          A Prestige Yachts está adicionando um novo modelo à sua linha de embarcações X-Line, lançada no início de 2021. A nova lancha X60 será apresentada ao público pela primeira vez no Miami International Boat Show, que acontecerá em fevereiro de 2022.

                          “Com um conceito de design baseado em espaços volumosos, fluxo de movimento fácil e luz natural, o X60 apresenta uma arquitetura única, layouts inteligentes e acabamentos luxuosos”, explica Erik Stromberg, diretor de marketing de produto da Prestige.

                          prestige yachts x60

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                          Ele ainda completa: “Criamos este projeto inspirado em novas formas de viver: com mais espaço, uma ligação mais próxima com a natureza e uma vida também centrada na convivência com a família e amigos”.

                          Os conceitos básicos para orientar o processo de design do novo X60 incluem espaços volumosos, luz natural e fluxo fácil de movimento a bordo, de acordo com o estaleiro. Por isso, a declaração arquitetônica da embarcação, o espaço redistribuído, as várias áreas para relaxamento e o nível de conforto a bordo tornam o X60 o herdeiro do X70, carro-chefe da linha de produtos.

                          prestige yachts x60prestige yachts x60

                          Para complementar, a própria Prestige afirma que a arquitetura da lancha de 60 pés (18,30 metros), desenhada pela Garroni Design, é única.

                          “Assim como o X70, ela reinventa o espaço a bordo, rompendo Com os códigos estabelecidos com plataformas laterais assimétricas no convés principal”, afirma a empresa em nota. “Nesse modelo, a passagem entre o convés de proa e o posto de comando é feita pelo convés de bombordo. Uma porta lateral para o posto de comando interno também oferece fácil acesso ao exterior. Esta arquitetura permite um real ganho de espaço, tanto no interior como no exterior”.

                          Com as mudanças, o cockpit do X60 passou a oferecer 40% mais espaço do que um clássico de 60 pés, de acordo com o fabricante. Ele se abre para um salão espaçoso e o casco conserva a herança de sua irmã mais velha, com linhas sinuosas e curvas energéticas. O baixo centro de gravidade confere ao casco do barco uma estabilidade maior, e, consequentemente, mais conforto a bordo.

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                          O designer Camillo Garroni explica: “Nosso desafio foi inventar um novo estilo de lancha, onde, a bordo, pudéssemos nos sentir como se estivéssemos em um loft, como se estivéssemos em uma ilha no mar. O X60 também apresenta um design aberto ao mar e ao ar puro. O cockpit infinito oferece uma vista incrível do oceano, com fácil acesso ao salão através de uma grande porta de vidro deslizante, eletricamente controlada”.

                          prestige yachts x60prestige yachts x60

                          Erwin Bamps, gerente geral da Prestige Yachts, acrescentou: “Após os recentes lançamentos do X70 e do Prestige 690, a chegada desta nova lancha, de mais de 18 metros, afirma a posição da Prestige no segmento de mercado de grandes barcos a motor. A bordo do X60, viver na água é natural”.

                          Quando o assunto é potência, o novo X60 é movido por 2 motores a diesel Cummins QSC 8.3, de 600hp, com V drive ou Zeus pod drive como opções. Ele ainda acomoda o máximo de 7 hóspedes a bordo, divididos em 3 camarotes.

                          Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                            NÁUTICA preparou uma lista do que não pode faltar a bordo antes da partida. Confira

                            28/07/2021

                            Conheça a sua embarcação. Antes da partida, sempre se certifique de que ela esteja em bom funcionamento, em condições e devidamente equipada para emergências. Evite inconveniências e potenciais riscos usando alguns minutos para verificar se está levando a bordo o seguinte:

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                            • Equipamentos mínimos exigidos pelas normas da marinha (Norman 3)

                            • Documentação de Registro da Embarcação (TIE)

                            • Numeração e nomenclatura de casco visíveis nos locais obrigatórios

                            • Coletes salva-vidas – um para cada pessoa a bordo (mesmo que a capacidade seja maior)

                            • Boia circular com retinida flutuante e, se for o caso, facho Holmes COM PILHA em bom estado

                            • Pirotécnicos regulamentares (na validade)

                            • Extintores de incêndio (totalmente carregados e na validade)

                            • Supressor de chamas (sempre bom ter um item c0mo este a bordo. Seja uma Colcha antichama ou dispositivo de pó-químico manual)

                            • Dispositivo sonoro (apito, buzina)

                            • Luzes de navegação em ordem

                            • Luz de fundeio em ordem

                            • Quadros RIPEAM

                            • Rádio VHF Marítimo (fixo) 25w

                            • Rádio VHF portátil (HT) 5 ou 6w

                            • Âncora principal em ordem e fixada ao casco. Âncora reserva menor.

                            • Carta náutica acessível (se for eletrônica, atualizada)

                            • Bússola magnética

                            • Defensas e crock

                            • Cabos longos para amarração (proa/popa) e spring (bordos)

                            • Bombas de esgotamento de porão com automático (em ordem)

                            • Conjunto de ferramentas para itens básicos de motor, filtros, bombas juntas hidráulicas, conexões elétricas e tomadas de água do casco

                            • Peças sobressalentes (fusíveis, velas, rotores de bom de água salgada, correias etc.)

                            • Pano de chão

                            • Itens de limpeza biodegradáveis e ecológicos

                            • Uma bateria sobressalente (totalmente carregada)

                            • Óleo de transmissão (rabetas/reversores) extra

                            • Óleo de motor extra

                            • Óleo para sistema de direção extra

                            • Propulsão alternativa (dependendo da embarcação – “get home” em ordem e com fonte de combustível separada

                            • Lanterna e Pilhas

                            • Kit de primeiros socorros

                            • Protetor solar (FPS 30+)

                            • Espelho

                            • Refletor de radar

                            • Bandeira do Brasil

                            • Comida e água

                            • Roupa extra

                            • Toalha

                            • Máscara de mergulho

                            • Faca grande com face serrilhada

                            • Telefone celular

                            • Fonte extra de carregamento de celulares

                            • Cabos de carregamento

                            • Binóculos

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                            Verificações e testes de segurança:

                            • Rádio marítimo (chamada de voz), fixo e HT

                            • Luzes de navegação e de ancoragem

                            • Direção de teste (movimento livre do leme/rabetas)

                            • Bomba de esgotamento de porão e automáticos

                            • Verifique se há excesso de água nos porões

                            • Verifique se há vazamentos no sistema de combustível ou mesmo gases (cheiro)

                            • Verifique os fluidos do motor e rabetas/reversor

                            • Verifique o sistema elétrico, carga de baterias, eletrônicos e itens ligados pelo painel do comando

                            • Verifique os medidores (se houver: baterias, fluídos etc.)

                            • Verifique a quantidade de combustível (pelo medidor e visual/mecanicamente)

                            • Certifique-se de que a âncora está pronta para uso, presa e se houver, guincho funcionando)

                            • Verifique funcionamento dos flapes (se houver)

                            • Certifique-se de que os passageiros conheçam os procedimentos de emergência e

                            • localização dos itens de salvatagem

                            • Faça todos colocaram o colete salva-vidas para verificar o encaixe adequado

                            • Verifique a previsão do tempo com ais de uma fonte

                            • Registre um plano de navegação e siga-o, dando seu aviso de saída e chegada.

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                              Barco do Guarujá vence regata desta terça-feira na Semana de Vela de Ilhabela

                              Por: Redação -

                              Em um dia de tempo bom, mas pouco vento, os veleiros tiveram que aguardar cerca de duas horas para darem a largada para a segunda regata da 48ª Semana de Vela de Ilhabela, maior evento de Vela de Oceano da América do sul, com sede no Yacht Club de Ilhabela. São 81 barcos na disputa.

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                              Com cerca de sete nós e ventos que melhoraram chegando aos 10/12 nós, o barco do Pier 27, do Guarujá, Bravo, desbancou os favoritos e venceu no tempo corrigido chegando 34s a frente do capixaba, do Iate Clube do Espírito Santo, +Bravíssimo. Phytoervas-4Z terminou em terceiro, dois segundos atrás. O Fita Azul, ou seja, que cruzou a linha de chegada em primeiro, foi o Phoenix, mas no tempo corrigido ficou na sétima colocação.

                              Jorge Berdasco, comandante do veleiro Bravo, se surpreendeu com o resultado: “Foi maravilhoso. Andamos bem, vento pro nosso barco, muito feliz, não era esperado. Acho que pegamos 12 nós no máximo, mar liso, pra gente é muito favorável, conseguimos ganhar no geral, o que é muito bom pra gente”, disse Berdasco.

                              Luciano Secchin ainda não sabia o resultado final, mas o feeling dele estava correto quanto ao bom desempenho do +Bravíssimo: “Vento não firmava, saímos com vento noroeste que não firma, depois sul, esse negócio da frente fria querer entrar, conseguimos firmar com um Leste e fizemos uma regata boa. Não foi genial, mas parece que foi bom, pelo feeling o resultado foi bom sim”, disse o comandante que traz sua equipe pela quarta vez seguida.

                              Com o resultado, após duas regatas realizadas, o +Bravíssimo empatou na liderança com o barco de Ilhabela, o Xamã, que nesta terça-feira ficou com o quinto lugar. Os dois estão com seis pontos perdidos, apenas dois a frente do barco santista Rudá, do Clube Internacional de Regatas.

                              Eduardo Souza Ramos, do Phoenix, barco mais moderno do país, um Botin 44, destacou a evolução na competição que marca a estreia do veleiro: “Foi muito bem, regata foi boa, tivemos uma boa largada, vento foi apertando um pouco o que dá vantagem pros barcos que vem mais atrás. Foi ótima regata e bom divertimento. Lentamente estamos nos adaptando, leva tempo e vamos lá”.

                              Depois dos primeiros dias de sol, a 48ª Semana de Vela de Ilhabela promete desafios maiores nesta quarta-feira com a entrada de uma frente fria que chega já na noite desta terça-feira para Ilhabela.

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                              “Prova de resistência, vamos velejar em segurança para terminar a regata, é sobrevivência, não tem muito o que fazer, nosso barco é o menor da classe então visamos segurança da tripulação e do equipamento”, disse Berdasco. Eduardo Souza Ramos, seguiu: “Amanhã será água na cabeça, mas vamos lá”.

                              Secchin aponta os preparativos: “Precisamos comer o que está no prato, se tiver segurança suficiente para fazer a regata. Pessoal da Comissão de Regata é super experiente, se tiver regata não temos que ficar escolhendo. Para esse tipo de condição nós mudamos a regulagem do barco, tensiona mais o estaimento dos cabos de aço que sustentam o mastro, mudamos as velas para vento forte, roupa de frio”.

                              Barco quase centenário com 95 pés e 90 toneladas segue na disputa pelo título nos Clássicos

                              Nos Clássicos, o Kameha Meha segue na liderança com duas vitórias nas duas regatas e o Atrevida, barco de 1923 e de Ilhabela, vem em segundo lugar. Átila Bohm destaca as dificuldades em navegar no veleiro de 95 pés e 90 toneladas: “Barco muito diferente dos outros. Quando a gente quer que ele não ande, ele anda muito e do contrário ele não anda (risos). Ele desloca a 90 toneladas, é um barco diferente da maioria da flotilha que tem 15 toneladas no máximo. Sempre é difícil, principalmente nas largadas, mas hoje foi bem interessante, o Cuca Sodré posicionou bem a regata, teve a sorte de pegar uma regata boa do lado esquerdo, fomos rápido”.

                              Na classe BRA-RGS, a liderança está com o Aloha, que venceu no domingo e, agora, ficou em sexto. O Bravo, vencedor nesta terça, está em segundo apena um ponto perdido atrás e está empatado com o Zeus. A disputa promete nos próximos dias com o Iguinho da Mamãe em quarto com apenas dez pontos perdidos e o +Bakkanna em quinto com 12. 14 barcos estão na disputa na classe.

                              No Mini Transat, o Jacaré pulou para a liderança com a vitória ultrapassando o Bloody Bones. O Daddy-O é o terceiro colocado. No Bico de Proa, o Super Bakann, do Ubatuba Iate Clube, venceu a regata e pulou para a ponta deixando o BL3 Mangalo em segundo e o Susso em terceiro. São 17 barcos na disputa. Nos Multicascos o Maré XX venceu a segunda regata seguida e lidera com o Reforça D4 em segundo e o Stress em terceiro.

                              Confira os resultados finais e o geral no site do evento.

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                                Projeto Limpeza dos Mares ancora em Bombinhas no próximo sábado

                                Por: Redação -

                                A próxima edição do projeto Limpeza dos Mares chega a Bombinhas (SC) neste sábado (31), consolidando uma iniciativa de sucesso que inspirou até mesmo balneários da Itália – fruto das parcerias internacionais da Associação Náutica Brasileira (ACATMAR). Será a 25ª etapa, que infelizmente superará a marca de 106,2 toneladas retiradas do fundo do mar, praias e costões em toda a história do projeto.

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                                Desta vez, a ação será na praia do Canto Grande, nas proximidades do trapiche da cidade. “Sempre que retornamos ao local, como em outras edições, constatamos uma diminuição na quantidade de resíduos recolhidos. Consideramos um dos resultados de nossa iniciativa, que é despertar nas comunidades a importância da preservação dos nossos mares”, afirma Michele Castilho, diretora da ACATMAR.

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                                O projeto inclui dezenas de voluntários, entre mergulhadores, empresas e membros da comunidade, entre outros. “É uma satisfação darmos apoio à ideia, que corrobora exatamente com os valores de nossa empresa”, conta Gustavo Custódio, gerente nacional de marketing do Fort Atacadista, patrocinador do Limpeza dos Mares.

                                Esta etapa irá cumprir as restrições impostas pelas autoridades com relação à pandemia, cumprindo os protocolos exigidos, e a quantidade permitida nas embarcações.

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                                  Sessa Marine confirma presença na próxima edição do São Paulo Boat Show

                                  A Intech Boating, que fabrica as lanchas italianas Sessa Marine no Brasil, confirmou presença na próxima edição do São Paulo Boat Show, que foi lançada no último dia 8, durante coquetel na capital paulista. O maior salão náutico da América Latina acontecerá de 4 a 9 de novembro, no São Paulo Expo, reunindo os principais lançamentos e destaques do setor.

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                                  Marcelo Galvão Bueno, da Regatta Yachts e Sessa Marine, mostrou-se muito contente com a volta do São Paulo Boat Show ao seu formato tradicional. “Dentro do pavilhão eu acho que dá para ter uma concepção mais ampla, dá para levar barcos maiores, e no ano passado foi um pouco restrito. O lado bom é que o mercado está aquecido, e a expectativa é muito boa. Eu acho que será um sucesso!”, afirmou.

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                                  Marcelo adiantou que, como é de costume, a marca apresentará novidades no salão náutico paulista, mas não confirmou quais serão elas. “A gente já vem, todo ano, colocando alguma coisa nova em nossos barcos, e a ideia para esse ano é, realmente, trazer um modelo novo”, finalizou.

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                                    Mônaco lança nova atração turística de observação de baleias e golfinhos

                                    Por: Redação -

                                    Uma nova experiência turística está disponível no Principado de Mônaco, país situado no coração da Europa: a observação de baleias e golfinhos. O visitante tem a oportunidade de encontrar os mamíferos mais poderosos do mar e, ao mesmo tempo, contribuir para a preservação da vida marinha da região durante o passeio Whale Watching Monaco.

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                                    Acompanhados por profissionais certificados, o viajante embarca em uma aventura em alto-mar, descobrindo as espécies de baleias e golfinhos que habitam o santuário de Pelagos, área protegida na costa da Riviera Francesa, no Mediterrâneo. A região é regularmente frequentada por um grande número de mamíferos marinhos ao longo do ano, principalmente no verão.

                                    O passeio é realizado em dois barcos, um com capacidade para 10 pessoas e outro para 12 — sempre com saída do Port Hercule. A excursão pode ser feita das 8h30 às 13h ou das 13h30 às 18h. Também existe a opção de realizar essa excursão com a duração de um dia inteiro, das 08h às 18h.

                                    monaco whale watching

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                                    Durante o passeio, a tripulação compartilha curiosidades sobre a vida marinha em águas monegascas. É possível reservar uma das embarcações para a observação em passeios privados.

                                    Desenvolvido em estreita colaboração com a Fundação Príncipe Albert II, de Mônaco, a nova atividade turística permite ao viajante atuar em favor de um mundo mais sustentável e responsável. Assim, 5% do valor de cada excursão vendida é revertido para a proteção do santuário de Pelagos.

                                    Veja mais detalhes no vídeo abaixo:

                                    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                      Dupla olímpica da classe Nacra 17 disputa primeiras regatas dos Jogos de Tóquio

                                      Por: Redação -

                                      A dupla olímpica da classe Nacra 17, Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino, disputaram na madrugada desta quarta-feira (28), as primeiras três regatas da classe Nacra 17 nos Jogos de Tóquio. Os brasileiros largaram a disputa olímpica na 11º colocação.

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                                      As disputas ocorreram na raia de Kamakura, onde o vento variou entre 12 a 16 nós. Na primeira regata, Samuca e Gabi fizeram o 10º lugar. A segunda disputa teve como resultado um 14º que entrou como descarte. Já na terceira e última disputa do dia os brasileiros tiveram seu melhor desempenho, conseguindo ficar em 3º lugar por boa parte do percurso, finalizando em 9º.

                                      O time italiano Ruggero Tita e Caterina Banti largou na liderança, seguidos pelos alemães Paul Kohlhoff e Alica Stuhlemmer e ,em terceiro, estão os australianos Jason Waterhouse e Lisa Darmanin.

                                      Nesta quinta-feira (29), as regatas da classe Nacra ocorrem na raia de Sagami a partir das 0h05min (horário do Brasil). Ao todo serão realizadas 12 regatas de onde sairão os dez melhores para a disputa da final, a medal race (regata da medalha).

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                                      A Nacra 17 em Tóquio 2020

                                      As tripulações da classe Nacra 17 são mistas (um homem e uma mulher). Timoneiro e proeira têm por objetivo trabalhar em sincronia com total e equilíbrio sobre as ondas em um barco de alta performance, muito rápido, que pode alcançar 50km/h. São 20 os países na disputa olímpica: além do Brasil, Argentina, Austrália, Áustria, China, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grã Bretanha, Alemanha, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Porto Rico, Suécia, Tunísia, Uruguai e Estados Unidos.

                                      Calendário de Regatas da Classe Nacra 17 (horário do Brasil)

                                      QUI, 29/07 – RAIA DE SAGAMI
                                      Regatas 4, 5 e 6, a partir das 0h05

                                      SEX, 30/07 – DIA RESERVA

                                      SAB, 31/07 – RAIA DE ZUSHI
                                      Regatas 7, 8 E 9 a partir das 0H05

                                      DOM, 01/08 – RAIA DE ENOSHIMA
                                      Regatas 10, 11 E 12 – a partir das 0h05

                                      SEG, 02/08 – DIA RESERVA

                                      TER, 03/08 – MEDAL RACE (Final)
                                      3H33

                                      O calendário completo da vela nos Jogos está aqui e os resultados parciais da classe Nacra 17 aqui.

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                                        Por: Redação -
                                        27/07/2021

                                        O sonho de viver a bordo se tornou realidade para o casal Ana Mähler e Vitor Pereira. No dia 5 de abril deste ano, os associados do Veleiros do Sul, clube de Porto Alegre (RS), deram início a uma nova jornada com a pretensão de rodar o mundo.

                                        A bordo do veleiro Papillon, um Jeanneau, Ana e Vitor, na companhia das shih-tzu Linda e Star, saíram do VDS, inicialmente, rumo ao Recife, passando por Rio Grande, Florianópolis, Porto Belo, Itajaí, São Francisco, e subindo a costa brasileira.

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                                        No início, o planejamento era “depois de Recife, cruzar para Portugal devido à nossa vontade de ficar pelo Mediterrâneo”, afirmou Vitor. Por causa da pandemia e das dificuldades de transitar entre os países. porém, o casal ficou de avaliar a situação. “Outra opção, melhor em questão de rota, é ir para o Caribe, e de lá subir de Saint Martin a Portugal”, completou com relação ao percurso.

                                        O casal, que planejava os detalhes da partida rumo à vida a bordo há um ano, hoje, vivem a mais esperada aventura de suas vidas. O sonho de morar a bordo se tornou realidade!

                                        De Porto Alegre a Rio Grande, Florianópolis e Itajaí, foram muitas as experiências e os desafios vividos pelo casal nestes primeiros meses de mudança. Confira o relato de Ana e Vitor, e viva um pouco do início desta jornada de volta ao mundo com eles:

                                        Zarpamos no dia 8 de abril do Veleiros do Sul rumo a Rio Grande, com muitas expectativas sobre como seria o resto de nossas vidas. Ainda na véspera da partida, um amigo disparou: “Olha, a Ana tem certeza do que irá enfrentar?! Acho que espero vocês lá em Floripa, com uma petição de divórcio”… Já que a passagem do temido e repleto de folclore litoral gaúcho para esposa e dois dogs seria um grande desafio.

                                        Ledo engano, descemos a Lagoa com vento NE médio de 23 nós, só no pano e com o barco muito bem equilibrado. Fomos recebidos com uma gentil fiscalização da Marinha do Brasil para documentos, salvatagem e informações sobre nosso roteiro. Atracamos no Museu Oceanográfico, uma vez que o trapiche de fora do RGYC estava lotado, com outros veleiros aguardando a frente S que nos levaria a SC.

                                        Então, no dia 12 de abril, perto das 7 horas da manhã, partimos rumo ao nosso próximo destino. A descida até os Molhes de Rio Grande leva umas 2 horas e são horas de expectativa, então perguntas como “como será que está a ondulação? O vento será o mesmo da previsão?” e tantas outras sobre o barco e o tempo do percurso são comuns.

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                                        Saímos da Barra com razoável ondulação, já que com Frente S era de se esperar. Seguimos tranquilos, organizados e preparados para o trecho. Aproximadamente 26 horas após o zarpe, nosso motor desligou no través de Tramandaí. Sem sinal de telefone, internet, sem vento e com ondas de 2,5 metros, ficamos um tempo à deriva. Subimos as velas mesmo sem vento e conferimos o equipamento na busca de uma solução.

                                        Nesse momento, toda a tripulação se manteve serena, equilibrada e com movimentação proativa. A união de todos, cada um a seu modo, foi mágica e trouxe toda energia positiva que era necessária para aquele instante.

                                        Conseguimos religar o motor em baixa rotação, o que nos ajudou a equilibrar o barco, manter um deslocamento e aguardar o vento, que algumas horas depois encheu as nossas velas e nos levou até Laguna com segurança.

                                        Conseguimos manter média de 4 nós a 1 300 rpm e decidimos entrar pela Barra Sul de Florianópolis rumo ao Veleiros da Ilha, onde teríamos mais condições de fazer o reparo necessário. A entrada da Barra foi mais um desafio, pois só com o motor e em baixa rotação tivemos que vencer algumas ondas grandes que se formam ali naquelas condições com um grande swell.

                                        A chegada foi fantástica, emoções à flor da pele, uma gratidão imensa e o sentido de missão cumprida. O veleiro nos leva a lugares distantes, une pessoas, nos entrega grandes emoções e aprendizados para a vida. Um traslado desses nos modifica de dentro para fora e sem dúvida nenhuma nos faz pessoas melhores.

                                        Nos despedir dos nossos dois tripulantes e amigos Carlos Sombra e Marcus Silva foi difícil, pois formamos uma família que não se deseja separar, porém faz parte da vida e, então, depois de reparado o problema (Entupimento do Pescador do Tanque de Diesel) demos adeus também ao ICSC, que nos recebeu muito bem e seguimos em frente, dando a volta na Ilha rumo Jurerê, Tinguá, Magalhães, Porto Belo e, finalmente, Marina Itajaí, onde aproveitamos para fazer ajustes, descansar um pouco nessa vida de marina, que não é nada mal.

                                        Estamos todos bem, felizes, convictos de nossas decisões e com olhos no futuro para novos lugares a serem explorados, vividos e sentidos como a vida tem que ser.

                                        Deixamos Itajaí por bombordo… O que dizer de uma cidade que se modernizou para receber a Volvo Ocean Race? Foi difícil deixá-la para trás. Um belo calçadão, bons restaurantes, uma marina excelente, fora as amizades que ali fizemos.

                                        Tínhamos uma previsão de parada para ajustes em nosso veleiro, afinal tudo que fizemos e instalamos precisava ser testado e, certamente, ajustes seriam necessários, porém, Itajaí foi algo a mais que uma simples parada técnica, pois a marina é um condomínio com várias famílias morando a bordo.

                                        A vida de marina tem lá seus encantos, ainda mais em uma cidade charmosa e com tantos recursos, porém a vida que escolhemos é para seguir adiante e, então, foi o que fizemos em 12 de junho.

                                        Saímos bem cedinho e fizemos um traslado tranquilo para São Francisco do Sul, cidade histórica com sua primeira presença em 1504 por uma frota Francesa que ali esteve.

                                        Ficamos em uma poita no centro da cidade, visual incrível, quase como uma paisagem européia, pois o conjunto é tombado pelo IPHAN e está em bom estado.

                                        São Francisco tem muito charme e muita história, além de uma modernidade jovem que desponta por alguns restaurantes e cafés em estilo contemporâneo. Em época de pandemia, tivemos a decepção de não poder visitar o Museu do Mar e todo aquele acervo incrível de barcos que por lá está atrás dos frios portões.

                                        Após explorarmos os cantos e recantos de SFS, decidimos entrar mais pela Baía de Babitonga e atracamos em Joinville, fantásticas instalações onde fomos recebidos com muito carinho e atenção. Encontrar um clube ou uma boa marina durante um percurso longo é sempre reconfortante, pois são lugares que podemos repor água potável, combustível, fazer supermercado, etc…

                                        Pouca gente sabe que Joinville é próximo ao mar, deve se cuidar a tábua de marés, que tem um enorme potencial para barcos de esporte e lazer, além de ter um Iate Clube alinhado com suas demandas. Sem dúvida, um belo lugar a ser visitado por nós velejadores do sul do país.

                                        Após recuperarmos as energias, foi chegada a hora de zarpar mais uma vez, e estamos descobrindo que essa acaba sendo a parte chata da viagem. Deixar amigos que fizemos em cada porto não é tarefa simples e ainda estamos aprendendo a lidar com esse sentimento.

                                        Novo zarpe, dessa vez com destino à Baía de Paranaguá… Confesso que iria passar reto por aqui, mas um amigo que gosto muito insistiu que deveríamos fazer essa parada, então, ajustamos o rumo e adentramos o Canal da Galheta em meio a grandes navios, com direito a correnteza forte e uma beleza rara de se ver.

                                        Atracamos no Iate Clube de Paranaguá (ICP), um lugar bem diferente do que estamos acostumados pois aqui, a maré já chega a 2 metros e a correnteza a 3 nós. Deve-se ter alguns truques para colocar os barcos nas vagas, que por si só também são diferentes de tudo que vimos até agora.

                                        Ah, Paranaguá! O VDS tem um belo convênio com o ICP, que nos dá 15 dias de cortesia com água e energia. Nossa pretensão era de fazer um pit stop de dois ou três dias para depois seguir para Santos, em São Paulo, mas… O que era para ser dois dias já está em 23 e contando…

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                                          Por: Redação -

                                          Robert Scheidt já está na zona de medalhas na Olimpíada de Tóquio. Após três regatas disputadas na madrugada desta terça-feira (27), na raia de Enoshima, o velejador brasileiro subiu de 8° para o 3° lugar na classificação geral da classe Laser. O bicampeão olímpico conseguiu um 3°, um 17° (já descartado) e um 5° lugares, resultados que garantem mais um salto na tabela, após terminar o primeiro dia em 11° lugar.

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                                          Com ventos de 17 nós, Scheidt largou bem, chegou a primeira marca em 7° e faz valer sua reconhecida velocidade no popa para ganhar posições até chegar em 3°. Na segunda prova do dia, as rajadas perderam força e oscilaram, entre 14 e chegando a oito nós. Robert enfrentou dificuldade na primeira perna, no contravento, e iniciou em 16°. Chegou a cair para 18°, recuperou para 14° e acabou cruzando a linha de chegada em 17°.

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                                          A terceira regata desta terça-feira parecia repetir os problemas na prova anterior. Scheidt largou em 15° e iniciou uma recuperação barco a barco. Chegou a segunda marca em 7°, depois em 6° para, em seguida, conseguir mais uma ultrapassagem até cruzar a linha de chegada em 5° lugar. A disputa contou com ventos mais constantes, na casa dos 12 nós.

                                          Com o desempenho desta terça-feira, Scheidt está em 3° lugar na competição da classe Laser, com 33 pontos perdidos, já contando o descarte do pior resultado (17° na quinta regata). Robert está seis pontos atrás do segundo colocado, o australiano Matt Wearn, com 27 pontos perdidos, e a 15 pontos do líder, o cipriota Pavlos Kontides, com 18pp.

                                          Faltam agora quatro regatas para o fim da fase de classificação da classe Laser. Os velejadores terão folga nesta quarta-feira (28). Apenas os dez melhores colocados avançam para a Medal Race, que tem pontuação dobrada, marcada para domingo, dia 1º de agosto.

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                                            Por: Redação -

                                            A bordo de seu Sea-Doo, o fotógrafo de natureza Ricardo Martins embarcou em uma jornada de tirar o fôlego e ficou cara a cara com o animal mais icônico do Pantanal. O contato recorrente desde a infância com o Pantanal despertou em Ricardo Martins um enorme desejo: fotografar a onça pintada, o maior felino das Américas e uma das espécies mais emblemáticas da fauna brasileira. O poder do animal permeou os sonhos do menino que cresceu, se tornou fotógrafo profissional e embarcou literalmente rumo à realização do sonho de criança.

                                            Para viver a aventura pantaneira, e conseguir registrar as mais incríveis imagens do local, foi necessário muita pesquisa e preparação. Mas o maior desafio estava em encontrar uma maneira de se mover de forma ágil pela região, além de poder se aproximar ao máximo de seu objeto de desejo. Martins já sabia que a busca precisaria ser pelos rios, ao longo das margens, para evitar ataques dos animais e manter a segurança.

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                                            “Precisava de um veículo de baixo calado, bastante ágil e confiável, que pudesse me levar sozinho e em segurança para ficar cara a cara com a onça pintada”, relata o fotógrafo. “Encontrei exatamente o que precisava no jet Sea-Doo, a embarcação perfeita para viver uma experiência única”.

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                                            Toda a aventura de Ricardo Martins no Pantanal está registrada em um vídeo inédito, que mostra detalhes dos dias que passou na região em busca da foto perfeita da onça pintada. Mas até conseguir realizar seu sonho, ele pôde reunir os melhores cliques da fauna e da paisagem local. Mesmo as situações de tensão inerentes ao desafio a que se propôs, a troca de experiências com ribeirinhos o fez seguir e não desistir: “Fantástico ouvir as pessoas dali e perceber o quanto elas agregaram ao resultado final do trabalho. Toda carga de sentimento com essas trocas está refletida nas imagens que consegui captar. Fotografia pura, sentimento puro… Pantanal”.

                                            Após alguns dias navegando na região a bordo de seu Sea-Doo, Ricardo Martins visualizou a onça pintada: “Nunca vou esquecer a primeira vez que ela cruzou meus olhos, quando vi os olhos dela dentro dos meus. Sonhei com esse momento e pude ver aqueles olhos amarelos me encarando. A foto ficou simplesmente incrível”.

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                                              Regata do Amanhã promove o aprendizado através da Vela de Oceano para garotada

                                              Por: Redação -

                                              A segunda-feira foi dia de folga de regatas na 48ª Semana de Vela de Ilhabela, mas a organização do evento promoveu a Regata do Amanhã com a presença de 35 crianças e adolescentes de quatro projetos sociais de Ilhabela, São Sebastião, Praia Grande e Paraty (RJ). O evento tem o apoio da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, a ABVO.

                                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                              A garotada foi distribuída em onze veleiros na regata realizada pelo canal de São Sebastião e aproveitou para aprender principalmente a trabalhar em equipe, algo que a Vela de Oceano proporciona com barcos que chegam até doze tripulantes.

                                              “É o primeiro contato deles com esse mundo oceânico, mas no geral é tudo para eles isso aí. Na nossa escola de vela, temos apenas os monotipos, e eles poderem velejar nesses barcos grandes, iniciando é de extremamente importante. Eles acordaram cedo, ficaram ansiosos para poderem velejar,” revelou Samuel Solano, instrutor náutico da Escola de Vela de Ilhabela Lars Grael desde 2011. Ele que trouxe 19 crianças para a experiência: “Vela em si traz muitos benefícios, parte de sociabilidade, estar em um veleiro grande, você tem que saber trabalhar em equipe , tem toda uma hierarquia a seguir, tem um comandante que passa todos os conhecimentos, é importante a vela oceânica”.

                                              A escola, que hoje tem 150 crianças e adolescentes, não só desenvolve cidadão, mas prepara os destaques para a competição, caso de Alex Kuhl, o Alemão, que conquistou no começo do mês o título Mundial da classe de iniciação no esporte, a Optmist, realizada na Itália, feito inédito para o esporte no Brasil: “A Prefeitura de Ilhabela leva muito à sério a parte de competição também, tanto é que Alex está desde os 10 anos na Escola e hoje está na flotilha”, disse. “Alex virou uma referência para os demais meninos, ele é fruto desse trabalho social e investimento da Prefeitura”.

                                              Outro projeto participante foi a Escola de Vela de São Sebastião que nasceu há mais de vinte e cinco anos: “Alguns alunos já tiveram oportunidade de fazerem trabalhos em um veleiro em atividades complementares. Essa experiência na Regata do Amanhã foi extremamente importante pelo aspecto coletivo de entender a dinâmica de equipe com um de auxílio ao outro e questão de saberem lidar com diferença de comportamento, não tem um igual ao outro e aí eles vão saber lidar com a diferença de opiniões e isso agrega muito, principalmente em uma fase da vida onde eles começam a entender a diferença de opiniões. Foi muito bacana”, relatou Rafael Mendes.

                                              Alex Sandro, Piu Piu, timoneiro do barco Bravo, deixou sua função para duas meninas dos projetos Navega São Paulo, de Praia Grande, e do projeto de Ilhabela: “Foi uma honra ter a molecada no barco Bravo, essa interação é muito importante para o desenvolvimento da vela nacional e movimentar os barcos trazendo os garotos de projetos sociais e de clubes, de outras classes de monotipos. Isso agrega bastante o desenvolvimento da Vela”.

                                              “As meninas que foram a bordo foram as timoneiras, fiquei só no comando, orientando, mas quem mandou hoje foram as mulheres. Elas se saíram muito bem, dominaram… acho que perdi minha função de timoneiro (risos). Dá um senso de coletividade, elas chegaram à conclusão que todas as manobras era preciso informar e que o trabalho em equipe é de extrema importância no desenvolvimento mental e da vela da garotada”.

                                              Alex passou por todo o processo que esses meninos e meninas estão iniciando. Ele é oriundo do projeto Grael, em Niterói (RJ), e além de fazer parte do Bravo, tem sua empresa de turismo náutico e hoje vive do esporte. Pela experiência de vida, ele dá um conselho para a criançada: “Manter o foco, não perca o  objetivo.  É difícil se manter na vela ainda mais vindo de projeto social, mas isso está mudando aos poucos e dou muita força para isso. Jorge (Berdasco, comandante) sempre disponibiliza o barco para eu correr com a molecada do Projeto Grael e outros projetos e esse desenvolvimento é muito importante para termos também mais barcos na raia e também viver da vela”.

                                              ABVO promove Mini Curso de Regulagem de Mastros durante a Semana de Vela

                                              Nesta segunda-feira pela manhã, a Associação Brasileira de Veleiros de Oceano realizou um mini curso de Regulagem de Mastros no veleiro Beleza Pura, ministrado pelo sul-africano radicado no Brasil, Kenn Venn, um dos promotores da tradicional regata Cape to Rio, e Mário Martinez, comodoro da ABVO e comandante do Rudá. O curso foi destinado a velejadores de barcos das classes RGS, Bico de Proa e demais veleiros.

                                              “É uma obrigação da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano não só administrar rating, mas promover cursos. Era uma antiga solicitação dos velejadores que queriam dicas de regular mastros. Teremos ainda outras de regulagem de vela, táticas de regata e muito mais que iremos promovendo ao longo do ano”, disse Mario Martinez.

                                              As regatas válidas pela 48ª Semana de Vela de Ilhabela serão retomadas nesta terça-feira, a partir do meio-dia e seguem até o sábado, dia 31.

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                                                Por: Redação -

                                                O Grupo Ferretti, da Itália, anunciou o lançamento do novo Riva 68 Diable da Riva. Esportivo mas elegante, o modelo foi para a água pela primeira vez no Lago Iseo. Construído no estaleiro Sarnico, de Riva, está programado para fazer sua estreia no Cannes Yachting Festival, em setembro.

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                                                “Riva 68 Diable é a tentação irresistível à qual todos os proprietários e fãs de Riva mal podem esperar. Parece um design do futuro, mas também é uma viagem fantástica através do estilo característico da Riva e detalhes sofisticados”, disse o CEO do Grupo Ferretti, Alberto Galassi.

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                                                “Uma mistura incomparável de inovação e habilidade manual, oferece desempenho excepcional e conforto incomparável. Eu entendo o entusiasmo gerado em torno deste barco incrível e isso me dá imenso prazer”, continuou.

                                                Uma das características de destaque do Riva 68 Diable é a inovadora capota rígida embutida, com um design limpo e linear que esconde os elementos técnicos e tecnológicos. Também protege as áreas centrais do barco, incluindo a área de refeições e o posto de comando no convés principal. O resultado é uma cobertura total e conforto, sem sacrificar a diversão e a esportividade de um modelo aberto com velocidade máxima estimada pelo fabricante em 40 nós.

                                                Outra característica funcional do design é o teto solar que pode ser aberto em duas direções (para frente e para trás). Existem três acomodações para seis convidados no convés inferior, dispostas em torno de um espaço aberto contendo uma cozinha e uma sala de jantar para versatilidade e conveniência. A suíte máster fica à meia-nau, com o camarote duplo com camas de solteiro a bombordo e o VIP à frente.

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                                                  Por: Redação -
                                                  26/07/2021

                                                  Começou, neste domingo (25), no litoral norte de São Paulo, a 48ª Semana de Vela de Ilhabela, o mais importante evento de Vela de Oceano do Brasil e da América do Sul, que não aconteceu presencialmente em 2020 devido à pandemia. Ao todo, 81 barcos de todo o país disputam a competição com sede no Yacht Club de Ilhabela.

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                                                  Foram mais de sete horas no mar para a maioria dos barcos na regata mais importante da competição, a Regata de Alcatrazes por Boreste, em homenagem à Marinha do Brasil, com extensão de cerca de 55 milhas náuticas. O veleiro de Ilhabela, Xamã, foi o campeão no tempo corrigido cruzando a linha de chegada às 20h01min. “Foi muito legal, as condições estavam super boas, tirando uma paradinha na saída do canal de São Sebastião. A volta foi com vento forte. A estratégia foi sempre aquela mesma: tentar com o vento leste sair por cima em direção à Toque-Toque 60 graus, foi o que fizemos. Foi bom o desempenho, mar muito liso, muito bonito, Alcatrazes estava lindo”, disse o comandante Sérgio Klepacz.

                                                  O segundo lugar ficou para o Rudá, de Santos, que manteve a boa regularidade diante da prova de resistência e teve um problema após cruzar a linha de chegada, a quebra de vela mestra. “Foi uma regata bem legal, vento fraco, vento forte, frio, foi bem disputada em todas as condições de vento. Foram cerca de sete horas no mar, prova de resistência, mas o barco foi bem, se comportou bem. Por incrível que pareça, cruzamos a linha de chegada e quebrou a vela mestra, ficamos sem, mas amanhã consertamos e seguimos em frente”, declarou Mário Martinez, comandante do barco sediado no Clube Internacional de Regatas e também Comodoro da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, a ABVO. Completou o pódio outro barco santista, o Asbar IV, de Jonas Penteado.

                                                  Barco mais moderno do país, o Phoenix fez sua estreia como Fita Azul. O veleiro cruzou a linha de chegada em primeiro lugar com 6h54min40s, mas acabou perdendo no tempo corrigido. Problemas na largada e pouco depois atrapalharam o desempenho do barco modelo Botin 44, de 44 pés, todo em fibra de carbono, liderado por Eduardo Souza Ramos, onze vezes campeão da Semana de Vela. “Barco é uma delícia, absolutamente dentro do esperado, superrápido, super gostoso, tranquilo de leme. Resultado foi ruim, mas só por erros nossos, principalmente, na linha de partida, mas a velejada foi um espetáculo”, apontou Ramos que destacou o comportamento no vento contra e a favor: “Perfeitamente bem, na volta tinha vento forte, trecho com 22 nós”.

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                                                  O veleiro King chegou a estar na frente durante a disputa, principalmente no trecho de ida até Alcatrazes, e o comandante Fábio Faccio comentou sobre a disputa: “Regata longa, largamos muito bem, ficamos em primeiro no canal inteiro até a saída da ponta da sela, quando o Phoenix nos alcançou e passou e fomos disputando com o Rudá, com o 4Z, Xamã, Itajaí, teve uma troca grande de posições. Dia de sol, vento forte na parte da noite. Regata muito gostosa, bom estar de volta em Ilhabela”.

                                                  A Regata de Alcatrazes marcou a estreia dos ToTs customizados para cada tipo de regata na classe ORC. O TOT adequado é utilizado para cada tipo de regata com determinado ângulo de vento para o resultado final da regata, dando assim o resultado preciso de acordo com a medição de cada veleiro.

                                                  Nas classes Bico de Proa e Clássicos, a regata foi até a ilha do Toque-Toque por Boreste. Entre os veleiros Clássicos, o Atrevida, barco quase centenário, de 1923 e acima dos 90 pés, do Yacht Club de Ilhabela, foi o vencedor, deixando o Kameha Meha em segundo lugar e o Morgazek, em terceiro. Na Bico de Proa, a vitória ficou com o BL3 Mangalo, seguido pelo Super Bakanna e o Blu 1. Na BRA-RGS, o troféu ficou com o Aloha, seguido pelo Silvertip e o Iguinho da Mamãe. Na Mini 6.5, o vencedor foi o Bloody Bones, na frente do Jacaré, e o Xavante fechando o pódio. Nos Multicascos, o Maré XX foi o vencedor seguido pelo Reforça D2 e o Stress não completou.

                                                  As regatas válidas pela 48ª Semana de Vela de Ilhabela serão retomadas nesta terça-feira, a partir do meio-dia. Nesta segunda-feira é realizada a Regata do Amanhã para jovens e crianças de Escolas de Vela de Ilhabela, São Sebastião, Paraty (RJ) e Praia Grande (SP).

                                                  Clique aqui para conferir mais resultados e detalhes sobre a programação do evento.

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                                                    São Paulo Boat Show 2021 contará com presença da Intermarine

                                                    A paulista Intermarine é uma das empresas confirmadas na 24ª edição do São Paulo Boat Show, que foi lançada no último dia 8, na capital paulista. O maior salão náutico da América Latina acontecerá de 4 a 9 de novembro, no São Paulo Expo, reunindo os principais lançamentos e destaques do setor.

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                                                    A empresa vai com uma grande expectativa para a próxima edição do salão náutico paulista, apostando que essa será uma das melhores e mais produtivas edições dos últimos anos, que acontece em um momento em que a sociedade está retomando gradativamente as atividades normais, com toda a movimentação causada pela pandemia de Covid-19 e o avanço da vacinação da população.

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                                                    “Eu costumo dizer que o Boat Show é um evento insubstituível. Ele é muito importante e é o grande evento do mercado! Onde quer que ele esteja, ele faz a diferença. Eu acho que, esse ano, toda a condição aponta para termos uma expectativa alta porque a gente está numa fase final de toda essa situação tão difícil que a gente viveu, as pessoas estão com uma pulsão contida muito represada, e acho que elas vão entender esse Boat Show como o primeiro grande evento pós-pandemia”, disse Rafael Paião à repórter Dani Marcondes, durante o coquetel de lançamento.

                                                    O representante de marketing do estaleiro fez suspense com relação ao que a empresa irá exibir durante o salão náutico paulista, mas adiantou que terá novidade Intermarine por lá!

                                                    Assista à entrevista que Rafael Paião deu à repórter Dani Marcondes durante o coquetel de abertura do evento:

                                                     

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                                                      Por: Redação -

                                                      Um homem tentou navegar do condado de St. Augustine, na Flórida, até Nova Iorque em uma “bolha flutuante”, no sábado (24), mas a embarcação foi arrastada para o mesmo estado. A engenhoca de forma cilíndrica acabou parando na costa do Condado de Flagler, também na Flórida, segundo a guarda local, que foi acionada por moradores.

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                                                      “Nesta manhã, nós respondemos a um chamado sobre uma embarcação que foi levada à costa da área de Hammock. Obrigado aos cidadãos preocupados que relataram isso. Temos o prazer de anunciar que o ocupante da embarcação está seguro e sem ferimentos!”, disse o Departamento do Xerife do condado de Flagler.

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                                                      O homem que tentou navegar até Nova Iorque é o corredor Reza Baluchi e não é a primeira vez que ele tenta cruzar as águas do Atlântico em uma embarcação flutuante. Em 2014, a Guarda Costeira dos EUA o resgatou enquanto ele tentava chegar à ilha Bermudas. Ele afirma que faz isso para tentar arrecadar dinheiro para caridade.

                                                      Em seu perfil no Twitter, ele se descreve como um “corredor de maratona, atleta radical, tomador de risco, inventor e filantropo” e que “nasceu para correr ao redor do mundo” em sua “bolha promovendo a paz”. “Meu objetivo é não só arrecadar dinheiro para moradores de rua, mas também arrecadar dinheiro para a Guarda Costeira, arrecadar dinheiro para o departamento de polícia, arrecadar dinheiro para o corpo de bombeiros. Eles estão no serviço público, fazem isso por segurança e ajudam outras pessoas ”, disse Reza Baluchi”, disse à WOFL-TV, em Orlando.

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                                                        A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), informa que a aproximação e a passagem de um sistema frontal poderão provocar ventos de direção Oeste a Sudoeste, com intensidade de até 100 km/h (55 nós), na faixa litorânea entre os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, ao sul de Laguna, entre a manhã do dia 27 e a noite de 28 de julho.

                                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                        O mesmo sistema ainda poderá ocasionar ventos de direção Sudoeste a Sudeste, com intensidade de até 75 km/h (40 nós), na faixa litorânea entre os estados de Santa Catarina, ao norte de Laguna, do Paraná e de São Paulo, ao sul de Santos, entre a tarde do dia 27 e a manhã do dia 28 de julho.

                                                        Os ventos associados a esse sistema meteorológico poderão provocar agitação marítima, com ondas de direção Sudoeste a Sudoeste, com até 6 metros de altura, em alto-mar, na faixa litorânea entre os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, ao sul de Laguna, entre a manhã do dia 27 e a noite de 28 de julho; e ondas de direção Sudoeste a Sudoeste, com até 4,0 metros de altura, em alto-mar, entre os estados de Santa Catarina, ao norte de Laguna, do Paraná, de São Paulo e do Rio de Janeiro, ao sul de Arraial do Cabo, entre a tarde de 27 e a noite de 28 de julho.

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                                                        Adicionalmente, há previsão de condições favoráveis à ocorrência de ressaca, com ondas de direção Sudoeste a Sudeste, com até 3 metros de altura, na faixa litorânea entre os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, ao sul de Laguna, entre a manhã do dia 27 e a noite de 28 de julho.

                                                        A Marinha do Brasil mantém todos os avisos de mau tempo em vigor no se endereço eletrônico. Adicionalmente, as informações meteorológicas podem ser visualizadas na página do Serviço Meteorológico Marinho no Facebook, e por meio do aplicativo “Boletim ao Mar”, disponível para download na internet, tanto para o sistema Android quanto para iOS, desenvolvido em parceria entre a Marinha do Brasil e o RUMAR – Instituto Rumo ao Mar.

                                                        Alerta-se aos navegantes que consultem essas informações antes de irem ao mar, e solicita-se ampla divulgação às comunidades de pesca e esporte e recreio.

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                                                          Por: Redação -

                                                          A primeira regatada da classe Laser na Olimpíada de Tóquio começou com vento fraco, na casa dos nove nós, e terminou com uma brisa de oito nós, na madrugada deste domingo (25), na raia em Enoshima. Robert Scheidt, que se tornou oficialmente recordista brasileiro em sua sétima participação nos Jogos, cruzou a linha de chegada em 11° lugar. O vencedor foi o francês Jean Baptist Bernaz, companheiro de treino do bicampeão olímpico de 48 anos.

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                                                          A falta de vento provocou o adiamento da segunda regata programada para a estreia da classe Laser no Japão. Com isso, Scheidt retorna à raia de Enoshima na madrugada desta segunda-feira (26), a partir da 00h05. Com o resultado deste domingo, o bicampeão olímpico brasileiro acumula 11 pontos perdidos. Estão programadas duas regatas por dia, até sexta-feira (30). A medal race, com os dez melhores classificados na luta final pelo pódio, será no próximo domingo (1).

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                                                          Na regata deste domingo, Scheidt brigou sempre no pelotão da frente da regata. Chegou a montar a segunda boia na sexta colocação, mas depois caiu para a nono e cruzou a linha de chegada em 11° lugar. Atrás do líder francês chegaram o finlandês Kaarle Tapper e o norueguês Hermann Tomasgaard, em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

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                                                            Por: Redação -

                                                            A marca britânica de embarcações a motor Sunseeker, acaba de apresentar seu conceito mais recente: o Sunseeker Predator 55 Evo. A lancha de 16 metros foi pensada para ter navegabilidade e desempenho embutidos em seu DNA. Os diretores do estaleiro explicam que “os cascos, no geral, são semelhantes aos modelos de corrida antigos do estaleiro. A diferença é que agora eles podem lidar com mais volume e peso”.

                                                            sunseeker predator 55 evo

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                                                            Ewen Foster, diretor técnico da Sunseeker, ainda completou: “Para nós, desempenho é muito mais do que velocidade. O manuseio é muito importante. Nossos lemes funcionam de forma independente e temos um sistema de estabilização como parte de nosso Hydro-Pack, que ajuda o barco a manobrar e se mover. Sempre fomos conhecidos pela navegação marítima, especificamente nos mares seguintes. Acho que a maioria concordaria que o 55 navega como um barco muito menor do que ela realmente é”.

                                                            Dito isso, um grande diferencial que propicia esse rendimento é o casco em V profundo. Essa porção do design foi levemente ajustada em relação ao antigo Predator 50 para ter uma seção traseira mais plana, ajudando na flutuabilidade e planagem, além de aumentar o volume interno.

                                                            “Dez anos atrás, os Predators eram tudo sobre velocidade”, complementa Foster, “mas agora falta de vibração, segurança, conforto, a capacidade de ser usado por um usuário iniciante — tudo isso é importante para nós. Poderíamos ter feito um barco mais rápido, mas não se trata mais apenas de velocidade. A qualidade que colocamos em nossos barcos aumenta o peso. Usamos materiais bonitos e às vezes pesados ​​— pedra e madeira pesada. E a construção não é apenas bonita, é à prova de balas. Os cascos estão rígidos. Isso nos torna pesados ​​e temos orgulho disso. A combinação geral se prova repetidamente e os clientes adoram”.

                                                            sunseeker predator 55 evo

                                                            Novos assentos independentes no posto de comando também foram adicionados e permitem que os proprietários desfrutem de seu desempenho ao máximo durante a navegação, oferecendo suporte enquanto corta as ondas.

                                                            No cockpit, há assentos estofados bem equipados para até 6 pessoas socializarem em torno de uma mesa de centro fixa, posicionada em frente aos novos armários.

                                                            sunseeker predator 55 evo

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                                                            O design de interiores, por sua vez, ficou sob os cuidados de Stuart Jones. Ele explica que o interior da embarcação está repleta de materiais e artesanato que está no mesmo nível de embarcações maiores, muito fora de sua classe — desde madeiras como eucalipto, nogueira e cereja americana quente ao cetim.

                                                            sunseeker predator 55 evo

                                                            Assim, o estilo do 55 segue um conceito um tanto quanto peculiar (apesar de atraente). Nas palavras dos responsáveis pelo design, a embarcação é “metade carro de corrida, metade apartamento sofisticado em Londres”.

                                                            “Estamos envolvendo muito mais design de interiores baseado em terrenos, e vemos isso particularmente na iluminação e nos móveis”, afirma Jones. “O estilo dos móveis está muito alinhado com o que você vê em casas de luxo. O acabamento, por exemplo, não é plano e quadrado; perfila para o resto do barco em geral. Existem muito mais formas, muito mais tipos de acabamentos e apenas mais materiais sendo usados ​​em geral”.

                                                            Abrigando o número máximo de 6 convidados, de acordo com o estaleiro, o Sunseeker Predator 55 Evo é equipado com motorização Volvo Penta.

                                                            Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

                                                            Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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