Estaleiro holandês afirma que lançará maior iate de pesca esportiva do mundo

Por: Redação -
17/12/2020

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Royal Huisman, estaleiro holandês especializado na construção e reparo de iates à vela, exibe projeto de construção de maior iate para pesca esportiva do mundo: o Projeto 406. Este superiate terá 52 metros de extensão (171 pés) e foi encomendado por um cliente que é grande apreciador da pesca esportiva.

O projeto nasceu da parceria entre o estaleiro Royal Huisman e o escritório de design Vripack, tanto no interior quanto exterior, e terá seis conveses. Os gerentes técnicos dessa criação são a Bush & Noble, que é revendedora de barcos em Dubai, e a Hampshire Marine. A construção do superiate de alumínio será desenvolvida em Vollenhove, na Holanda, sem data de entrega definida.

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projeto 406

O idealizador dos projetos da Vripack, Bart M. Bouwhuis, conta que uma das grandes preocupações da empresa é assegurar que todos os elementos do projeto sejam sustentados pela experiência do escritório em arquitetura naval. “Como o maior iate de pesca esportiva do mundo, esta construção de alumínio será um enorme desafio tecnológico, e estamos realmente muito satisfeitos em trabalhar com um estaleiro de classe mundial como o Royal Huisman para dar vida a esta criação icônica”, completou.

Já o presidente da Royal Huisman, Jan Timmerman, descreveu o Projeto 406 como “o complemento perfeito” para os iates já em andamento no estaleiro Vollenhove. O projeto ainda aparenta ser tratado como algo secreto pelo estaleiro, já que não foram divulgadas imagens oficiais até o momento.

Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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    Marinha do Brasil inicia “Operação Verão 2020/2021– Todos por uma Navegação Segura”

    Por: Redação -
    16/12/2020

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    A chegada do verão, o início das férias e as festividades típicas do final do ano, acarretam no aumento do fluxo de embarcações de esporte e lazer, bem como a prática de turismo náutico em nosso litoral.

    Tal aumento reflete no aumento do número de acidentes com estes tipos de embarcação, em sua maioria, causados pelo não cumprimento das regras de segurança da navegação.

    Atenta a esta realidade, a Marinha do Brasil (MB) inicia, nos próximos dias, a “Operação Verão 2020/2021 – Todos por uma Navegação Segura”.

    A iniciativa, que acontece em todo Brasil, visa conscientizar condutores e passageiros sobre a importância das regras de segurança da navegação e preservação do meio ambiente marítimo e lacustre.

    A “Operação Verão 2020 /2021– Todos por uma Navegação Segura” contará com a participação de toda a Comunidade Náutica e Marítima e de militares e servidores civis da Marinha, distribuídos entre as 67 Capitanias, Delegacias e Agências da Marinha do Brasil, que realizarão ações de fiscalização nas embarcações, de modo a orientar seus condutores e passageiros a aproveitar a época mais quente do ano com segurança.

    Segundo o levantamento da Diretoria de Portos e Costas (DPC), os itens que mais chamam a atenção durante as ações de fiscalização são: falta de habilitação dos condutores; documentação da embarcação incompleta ou vencida; falta de material de salvatagem (coletes, boias, extintores de incêndio entre outros); o desrespeito ao limite de lotação da embarcação; e as condições de navegabilidade do meio que poderá ser apreendido dependendo das irregularidades constatadas.

    Para coibir o uso de bebida alcoólica a bordo, outro problema comum nesta época de festas e de férias, os militares utilizarão etilômetros, tendo em vista que é proibido o consumo de bebidas alcoólicas pelos condutores.

    Como prevenir é sempre melhor do que remediar, ações de conscientização também serão realizadas em entidades náuticas, clubes, marinas e colônias de pescadores, com palestras educativas e dicas sobre as principais normas de segurança da navegação, além da preservação ambiental.

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    Confira abaixo as 15 recomendações para a segurança da navegação:

    1) Esteja atento e vigilante durante a navegação.

    Você é o responsável por tudo que acontece a bordo. O timão está em suas mãos!

    2) Navegue a mais de 200 metros de distância da praia, respeite os banhistas.

    Lembre-se, seu direito termina quando começa o do outro.

    3) Tenha em mãos a sua habilitação e os documentos obrigatórios.

    Confira tudo antes de sair e passe o dia tranquilo.

    4) Conduza sua embarcação com velocidade segura.

    Isso permite a realização de manobras em caso de situação imprevista e evita acidentes.

    5) Faça manutenção preventiva na sua embarcação.

    Assim como a gente, a embarcação também precisa de cuidados constantes. Cuidem-se!

    6) Não consuma bebidas alcoólicas quando for conduzir sua embarcação.

    Quando existe respeito, a diversão não tem limites.

    7) Conheça bem todos os lugares por onde a embarcação irá navegar.

    Não navegue no “escuro”.

    8) Conheça a previsão do tempo antes de sair e fique atento às possíveis mudanças.

    Com precaução, não existe mau tempo.

    9) Previna incêndios em sua embarcação.

    Pequenas medidas, como verificar o quadro elétrico e a validade dos extintores de incêndio evitam grandes tragédias.

    10) Respeite o limite de pessoas a bordo e garanta a estabilidade da embarcação.

    A maioria dos acidentes com vítimas fatais são causados por esse descuido.

    11) Informe seu plano de navegação e a lista das pessoas a bordo ao seu iate clube. Leve sempre um equipamento de comunicação.

    Navegar é bom, mas mantenha contato com terra firme.

    12) Calcule o consumo de combustível para ir e voltar.

    Faça o cálculo em três partes: um terço para ir, outro para voltar e um de reserva.

    13) Quando ancorado, não acione motores ou movimente a embarcação se tiver alguém por perto na água.

    A diversão e a segurança precisam navegar juntas!

    14) Tenha coletes salva-vidas para todos a bordo.

    Mas não se esqueça de que a prevenção é o seu melhor salva-vidas. Lembre-se – o colete salva-vidas deve ser homologado pela Marinha do Brasil.

    15)Não polua mares, rios e lagoas.

    Lugar de lixo é no lixo.

    Ao avistar quaisquer irregularidades relacionadas à segurança da navegação ou prevenção da poluição hídrica causada por navios, plataformas ou suas instalações de apoio, informe às autoridades competentes por meio do telefone 185 ou procure a Capitania dos Portos ou uma de suas Delegacias e Agências mais próximas. Veja qual a mais próxima por meio dos sites www.marinha.mil.br ou www.marinha.mil.br/dpc.

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      Velejando sozinho e sem gps, canadense dá volta ao mundo em jornada épica

      Por: Redação -

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      No dia 27 de outubro de 2019, há pouco mais de um ano, o mundo era completamente diferente. Nessa mesma data, o canadense Bert terHart zarpou de Victoria, no sul da ilha de Vancouver, para fazer história. Ele foi o primeiro norte-americano a navegar sozinho e sem escalas utilizando apenas a navegação celestial: sem gps.

      A bordo do Seaburban, seu veleiro de 46 pés, Bert ficou 266 dias no mar e, quando voltou, além de ser outro homem, pisou em um mundo bem diferente. Não existia covid-19 quando zarpou, e ao retornar, no dia 18 de julho, não precisou cumprir quarentena porque não manteve contato com ninguém.

      Saindo do oceano Pacífico, Bert chegou ao Atlântico pelo Cabo Horn, no Chile. Depois, seguiu até chegar no Cabo da Boa Esperança, na África do Sul. Já no oceano Índico, ainda cruzou o Cabo Leeuwin, na Austrália, antes de regressar a Victoria.

      Em contraste com os primeiros circunavegadores, que mantinham contato apenas por meio de navios que passavam, Bert mantinha contato com a sua esposa, Nani, por telefone via satélite, que o motivava a concluir a tarefa. Os dois conversavam diariamente. Nas conversas, Bert a atualizava de seu dia, e ela ajudava a compor um blog que conta, em detalhes, toda a trajetória do marido.

      “Sozinho e quieto, banhado em esplendor, você quase pode sentir a pulsação do mundo. Não há muito entre você e as batidas do coração do universo”, escreveu durante sua jornada.

      Apesar do clima turbulento, densos nevoeiros e ondas de dez metros, Bert conseguiu passar pelos Grandes Cabos meridionais. Com apenas uma caneta, papel, gráficos e instrumentos de navegação, ele realizou seu sonho.

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      “Eu sou humano, eu estava com medo, incerto e duvidoso – e nesses momentos, as pessoas que estão torcendo por você fazem uma diferença enorme na sua habilidade de ter sucesso”, disse quando perguntado se sentiu medo.

      Assim que ancorou seu veleiro e passou por procedimentos de segurança da marinha canadense, em relação ao covid-19, Bert pôde ir para casa e comer um cheeseburger com sua família.

      Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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        Prefeitura abre consulta pública para Concessão da Marina de São Sebastião

        Por: Redação -

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        A Prefeitura de São Sebastião informou nesta terça-feira (15) que abriu uma Consulta Pública dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômico-Financeira, Ambiental e Jurídica para Concessão da Marina Pública de São Sebastião.

        A Consulta Pública estará disponível até o dia 15 de janeiro de 2021. O material dos estudos em consulta está disponível no site da Prefeitura.

        Segundo a administração, a construção de uma marina pública irá favorecer o interesse turístico e de lazer, atraindo visitantes, incluindo a cidade em roteiros turísticos nacionais e internacionais, além de fomentar o crescimento econômico e a geração de empregos.

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        Para os interessados em formular perguntas e dúvidas em relação ao conteúdo apresentado, basta seguir as regras abaixo:

        – Todas as contribuições deverão ser enviadas para o e-mail: [email protected], até o dia 15 de janeiro de 2021;

        – O assunto do e-mail precisa conter “Concessão da Marina Pública de São Sebastião”;

        – O corpo do texto deve trazer nome completo, endereço residencial, e comentário com pertinência ao tema apresentado.

        Os e-mails recebidos sem essas informações de identificação não serão considerados.

        O projeto visa instalar a marina em frente à Praça de Eventos da Rua da Praia, Centro Histórico do município, com o objetivo de atender a vocação turística da cidade e as diversas atividades marítimas já desenvolvidas em seu território.

        A obra, com valor estimado em R$ 70 milhões, será de responsabilidade e com recursos privados do futuro concessionário, após procedimento licitatório prévio, e envolverá o licenciamento ambiental, as obras de implantação e a operação da marina pública durante 25 anos, renováveis por outros 25 anos. A implantação deve durar de 18 a 24 meses, para criação de até 490 vagas náuticas, e a previsão é gerar 270 postos de trabalhos, entre diretos e indiretos, ao longo dos 18 meses de obras.

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          AquaRio lança mergulho de Natal do Papai Noel com tubarões

          Por: Redação -

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          O Papai Noel e seus duendes mergulham no Grande Tanque Oceânico do Aquario para a temporada de Natal, até o dia 25 de dezembro, ao lado de Margarida, Donald e Gastão — tubarões da espécie Mangona — e de outros 2 mil animais. O maior tanque do AquaRio recebeu decoração natalina com árvore de quase três metros de altura. Com horário especial no Natal e Ano Novo, o mergulho acontecerá sempre às 14h, no horário de alimentação dos tubarões.

          Na semana de Natal – de 21 a 25 de dezembro – os animais também poderão desfrutar do clima natalino: eles receberão um enriquecimento ambiental temático, que tem o objetivo de oferecer desafios às rotinas dos animais, auxiliando-os em suas necessidades comportamentais.

          “Fizemos um enriquecimento ambiental para o Halloween e isso ajudou a promover o bem-estar dos animais. Estamos voltando com esta técnica para o período de natal, já que também fez sucesso com os visitantes”, diz o biólogo marinho Rafael Franco, responsável técnico pelo AquaRio.

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          O AquaRio também investiu em uma decoração temática por todo o circuito. O ponto alto fica por conta da árvore de quase três metros de altura que ficará dentro do Grande Tanque, junto com um boneco de neve.

          Horário especial no Natal e Ano Novo

          O AquaRio funciona, durante a semana, das 10h às 17h. No entanto, terá um horário especial para o fim do ano. Na véspera de Natal, o funcionamento será das 10h às 14h (com entrada ao circuito de visitação até às 13h); No dia de Natal, o atrativo funcionará das 13h às 18h (com entrada ao circuito de visitação até às 17h). Na véspera do Ano Novo, o funcionamento será das 10h às 14h (com entrada ao circuito de visitação até às 13h). E no dia 1° de janeiro de 2021, o atrativo funcionará das 13h às 18h (com entrada ao circuito de visitação até às 17h).

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            Escritório de arquitetura projeta primeiro parque de esculturas subaquático de Miami

            Por: Redação -

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            O escritório de arquitetura OMA (Office for Metropolitan Architecture) desenvolveu recentemente uma proposta para o primeiro parque subaquático de esculturas e recife artificial de Miami. Trabalhando em parceria com Ximena Caminos e a BlueLab Preservation Society, o projeto tem como objetivo proteger e preservar a vida marinha e a resiliência costeira de Miami. Chamado de ReefLine, o projeto terá 11 km de extensão e contará com um parque de esculturas, opções de mergulho com snorkel e um recife artificial.

            Segundo a equipe, o projeto de arte pública ambiental em grande escala foi concebido por Ximena Caminos, que atuará como diretora artística do parque. Liderado por Shohei Shigematsu, o OMA projetará o plano diretor do ReefLine junto com biólogos marinhos, pesquisadores, arquitetos e engenheiros. O projeto visa promover a resiliência costeira a partir de uma série de unidades modulares geométricas de concreto que podem ser implantadas e empilhadas de acordo com a topografia do leito do mar.

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            “Estamos entusiasmados por colaborar novamente com a Ximena em um projeto que reúne cultura e a comunidade. O ReefLine é único porque chama a atenção e mitiga os perigos da mudança climática em Miami, ao mesmo tempo que enriquece o cenário artístico da cidade. Esperamos trabalhar com um grupo diversificado de especialistas e profissionais em nosso primeiro plano diretor cultural subaquático”, comentou Shohei Shigematsu, sócio do OMA.

            O ReefLine foi projetado em colaboração com a Coral Morphologic e a University of Miami Researchers, e é apoiado pela prefeitura de Miami. O OMA afirmou que o projeto será concluído em etapas, com a primeira milha prevista para ser inaugurada em dezembro de 2021. O primeiro trecho receberá instalações permanentes do artista argentino Leandro Erlich (n. 1973) e de Shohei Shigematsu / OMA.

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              Greenline Yachts cria primeira frota de barcos 100% elétricos para aluguel

              Por: Redação -

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              A Greenline Yachts, reconhecida mundialmente por barcos a motor de propulsão alternativa, associou-se à Canal Boats Telemark AS na Noruega, W-Yachts e Torqeedo para criar a primeira frota fretada 100% elétrica do mundo.

              A Canal Boats Telemark operará seis novos Greenlines – dois 33s e quatro 39s – todos equipados com o revolucionário sistema EDrive do estaleiro, que foi lançado no Boot Düsseldorf, em 2019. Desde então, Greenlines totalmente elétricos foram vendidos em todo o mundo, incluindo os EUA, a Alemanha e a Rússia.

              Graças ao seu banco de baterias de lítio e motores elétricos, os Greenline 33 e 39 prometem navegar silenciosamente e sem quaisquer emissões com a capacidade da bateria de 80 kWh.

              Graças a uma doação do Enova SF, uma subsidiária do Ministério do Clima e Meio Ambiente da Noruega, a Canal Boats Telemarks acredita que o Canal Telemark e a costa ao redor se tornarão os primeiros locais de cruzeiro do mundo a ter uma rede de pontos de recarga especificamente projetada para barcos. Como a Tesla fez com sua rede de supercharger, isso vai revolucionar a navegação elétrica na área e, esperançosamente, servir como um modelo para a eletrificação marinha em outras partes do mundo.

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              Luca Raumland, chefe de vendas e marketing da Greenline Yachts, diz: “Estamos muito animados em ver a crescente demanda de sistemas de propulsão alternativos que nossos barcos podem fornecer. Desde o início de 2020, construímos mais de 60% de nossa produção com propulsão elétrica ou híbrida e a previsão para 2021 é ainda maior, o que é um sinal positivo de que os consumidores estão abrindo suas mentes para formas mais eficientes e sustentáveis ​​de alimentar seus barcos.”.

              A Greenline Yachts lançou seu primeiro modelo H Drive híbrido em 2008 e, desde então, tornou-se líder de mercado em lanchas híbridas. “Com o estabelecimento da Canal Boats Telemark e uma infraestrutura de carregamento, esperamos que mais pessoas possam comprar um barco que recebe energia de energia renovável”, afirma Nora Sjögren Johre, CEO da Canal Boats Telemark.

              Vladimir Zinchenko, CEO e proprietário da Greenline Yachts, diz: “Vemos um futuro muito empolgante em energia sustentável em barcos e grandes passos como esta parceria com a Canal Boats Telemark nos aproximam um pouco mais da navegação livre de emissões”.

              O site da Canal Boats Telemark estará aberto para reservas a partir de dezembro de 2020 e a temporada de aluguel começará em maio de 2021.

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                Rolls-Royce passa a atuar no mercado de sistemas de controle de navios

                Por: Redação -
                15/12/2020

                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                A Rolls-Royce, empresa automobilística inglesa, comprou uma fornecedora de sistemas de controle de navios. A Servowatch Systems, que possui sede no Reino Unido, atua no mercado internacional de soluções integradas de automação marítima para marinhas, embarcações comerciais e grandes iates.

                Apesar dos termos do acordo não terem sido divulgados, sabe-se que a Servowatch tem planos de expansão significativa. Uma das principais divisões que sofrerão o impacto desse aumento é a de automação de navios da marca de produtos e soluções MTU, do negócio de Sistemas de Energia da Rolls-Royce.

                “A gama moderna e sofisticada de automação e sistemas integrados de ponte da Servowatch — para navios governamentais, comerciais e grandes iates — é o complemento ideal para continuar a oferecer soluções sofisticadas de sistema total para sistemas de propulsão marítima, além de todo o setor de automação de navios”, conta Andreas Schell, CEO da Rolls-Royce Power Systems. “Aliando a base em uma plataforma de automação de última geração ao nosso SmartBridge e soluções digitais MTU, a expectativa é de que sejamos capazes de fornecer uma solução ponte-hélice totalmente integrada para os nosso clientes”, completou.

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                Já Knut Müller, vice-presidente da divisão marítima e governamental da unidade de negócios de Sistemas de Energia da Rolls Royce, explica que “com nossos sistemas Bluevision e Callosum, nos posicionamos de maneira excelente no mercado de automação de navios nas últimas duas décadas e meia. Somos o único fabricante de motores no mundo que também pode fornecer a plataforma eletrônica de monitoramento e controle de todo o navio. Com a Servowatch, continuaremos a expandir essa posição e a modernizar nosso portfólio de produtos.”

                A sede da Servowatch fica em Essex, no Reino Unido, e emprega cerca de 35 pessoas, além de 11 outros funcionários na Índia, que distribuem o trabalho ao longo desses polos. Os sistemas de automação da empresa monitoram e controlam a operação de vários navios de grande porte, incluindo grandes iates e embarcações do governo. As funções controladas vão desde o sistema de propulsão, ao aquecimento, ventilação e fornecimento de energia.

                O diretor de sistemas e automação marítimos da unidade de negócios de Sistemas de Energia da Rolls-Royce ainda acrescenta: “Servowatch é totalmente complementar ao que fazemos em automação marítima”. Ele ainda explica que a integração com produtos MTU ajudará a equipe a adicionar mais serviços de ciclo de vida: dentre eles, a coleta de dados a bordo e análise de bordo para informar a tripulação do navio sobre seu desempenho. Um grande motivo para isso é o fato de o novo parceiro estar focado em navios geralmente movido por motores a diesel de alta velocidade, e um sistema integrado baseado em seu software Winmon9 de classe mundial.

                Já o diretor administrativo da Servowatch Systems, Wayne Ross, completa: “A equipe da Servowatch está muito satisfeita e orgulhosa de ingressar na Rolls-Royce Power Systems e vê de forma muito positiva a sinergia dos produtos, também o foco na inovação e no atendimento ao cliente, que é o reconhecida como marca registrada da Rolls-Royce globalmente. Esperamos contribuir com nossos esforços e produtos para o grupo, também para nosso desenvolvimento futuro como uma unidade de negócios, sob propriedade da Rolls-Royce”.

                Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                  Estaleiro austro-italiano lança moderna linha de barcos customizados Mini Ilumen. Conheça

                  Por: Redação -

                  Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                  O estaleiro austro-italiano Dominator está lançando uma nova linha de barcos “Mini Ilumen” totalmente customizados que podem ser usados ​​como cruzadores diurnos ou em iates ultra-luxuosos.

                  Prontos a tempo para o verão 2021, os modelos Ilumen foram pensados para oferecer conforto e peso mais leve em comparação com as propostas do mercado de massa na mesma faixa de tamanho, mas também um casco de alto desempenho (HPH) que é projetado para ter grande valor de resistência e baixo consumo de combustível.

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                  Possui um design arrojado e elegante e popa aberta. A série será construída com alta tecnologia com um plano de isolamento de megaiate para garantir um maior nível de conforto, tanto em isolamento térmico quanto acústico. O sistema GRP sanduíche visa 30% mais isolamento acústico e térmico e menos peso em comparação com os métodos tradicionais de construção oferecidos no mercado, de acordo com a Dominator. Ele será projetado para ter os melhores valores de resistência possíveis, graças ao casco de alto desempenho Ilumen, um casco rígido especial.

                  Dependendo do tamanho da proposta, será equipada com dois Volvo Penta V8-300CDPS (gasolina) ou dois Volvo Penta D4-300DPS (diesel), ambos com propulsão Aquamatic. Mesmo o menor concurso Ilumen será equipado com um Seakeeper. Existe também a opção de sistema de propulsão híbrido, que permitirá ao proprietário entrar em parques nacionais, zonas de conservação com motor eléctrico totalmente silencioso. O Mini-Ilumen começa em € 300 mil para a versão menor.

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                    Azimut Yachts reforça presença no sudeste asiático com a nomeação de novo concessionário

                    Por: Redação -

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                    A italiana Azimut Yachts fortaleceu sua presença no Sudeste Asiático com a nomeação de Tam Son Yachting como seu revendedor autorizado no Vietnã.

                    A Tam Son Yachting oferece aos proprietários de barcos uma gama totalmente integrada de serviços, desde consultoria para quem está pensando em comprar um iate até o gerenciamento do barco, suporte técnico e outros serviços, além de soluções de concierge.

                    Parte do Openasia Group, um grupo de investimento multissetorial fundado no Vietnã em 1994, a empresa ganhou uma vasta experiência através da gestão de uma série de marinas turísticas e um centro de serviços técnicos, trabalhando com prestigiosas marcas marítimas internacionais.

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                    “Estamos muito satisfeitos em fazer esta parceria com Tam Son Yachting. Sua experiência na área será inestimável para o desenvolvimento de um mercado que consideramos extremamente promissor”, afirma Filippo Tomasoni, gerente de vendas da Azimut Yachts para o Leste Asiático, Oceania e África.

                    A nomeação de Tam Son Yachting consolida ainda mais a criação do grupo italiano de uma extensa rede de distribuição no sudeste da Ásia, que começou há alguns anos. Desde então, a empresa obteve excelentes resultados na Indonésia, Tailândia, Malásia e Cingapura.

                    Com suas coleções Atlantis, Magellano Flybridge, S, Verve e Grande, a Azimut Yachts afirma oferecer a maior variedade de iates de 34 a 125 pés de qualquer construtor em todo o mundo. Está presente em 80 países por meio de uma rede de 136 centros de vendas e assistência, além de agências de representação e assistência direta em Xangai, Hong Kong, Fort Lauderdale e Itajaí, Brasil.

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                      Estaleiro italiano apresenta lancha de 60 pés com camarotes no convés principal

                      Por: Redação -

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                      O estaleiro italiano Cetera Yachts inovou no design e apresenta um layout diferenciado para sua lancha de 60 pés: em vez de os camarotes ficarem no convés inferior, encontram-se no convés principal. São dois camarotes duplos e uma suíte master privativa.

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                      Seu idealizador, Francesco Guida, afirma que o modelo “multiespaço” de 18,3 metros de comprimento tem cerca de 30 m² a mais do que uma embarcação tradicional de 60 pés. Cetera 60 traz layout diferenciado, mas bem simples.

                      No convés inferior, está a casa de máquinas bem como um espaço de armazenamento para barco de apoio e as acomodações da tripulação, que tem acesso direto do convés de proa. Os decks são interligados internamente por uma escada em espiral, que leva ao andar superior, onde está localizado o posto de comando, a cozinha e a área de refeições. A motorização fica por conta de uma parelha Volvo Penta IPS 700.

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                        11º Troféu das Ilhas agitou as águas de Ubatuba no último fim de semana

                        Por: Redação -

                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                        Terminou neste domingo, 13 de dezembo a 11ª edição do Troféu das Ilhas, competição promovida pelo Ubatuba Iate Clube que consiste em regatas de percurso pelas ilhas da região.

                        Esta edição do Troféu das Ilhas, teve a disputa de duas regatas e a participação de 16 equipes nas classes IRC, RGS, Bico de Proa e Multicasco.

                        No sábado, originalmente estava prevista a regata em torno da Ilha da Rapada, mas pela condição instável do vento, a comissão técnica achou por bem fazer uma regata menor, um percurso com uma boia no través da própria Rapada (mas um percurso um pouco mais curto) e com chegada na Ilha das Cabras.

                        Já no domingo o percurso foi em torno da própria Ilha das Cabras, mais próxima do Saco da Ribeira, sede do UIC. A escolha novamente se deu em razão da previsão de pouco vento, o que de fato se confirmou. Enquanto os líderes finalizaram a prova ainda com ventos fracos, do quadrante oeste, na faixa dos 4 nós, os barcos mais lentos da flotilha sofreram um pouco para cruzar a linha de chegada com quase nenhum vento. Mas apesar das condições desafiadoras a regata aconteceu em uma tarde ensolarada e de mar tranquilo.

                        O Veleiro Aries V, de Alex Calabria, foi o vencedor desta edição do Troféu das Ilhas na Classe IRC. A equipe venceu a regata de sábado e ficou em segundo na de domingo. As mesmas colocações do Argos, de Jaime Cupertino, só que nos dias invertidos.

                        Pelo critério de desempate, a vitória na regata mais longa, o Aries, conquistou o campeonato e o direito de escrever seu nome no troféu transitório.

                        A partir da décima edição, a equipe que marcar três vitórias consecutivas ou não, levará definitivamente o troféu transitório, nas classes IRC e RGS.

                        Na RGS A, aliás, o Ka Mua, de José Luiz Ortega, pelo segundo ano, foi o vencedor da competição, conquistando duas vitórias nas duas regatas realizadas.

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                        Seu concorrente direto o Super Bakanna, de Alexandre Dangas, ficou em segundo nas duas regatas e em segundo no acumulado do Troféu das Ilhas.

                        Na RGS B o Escapada, de Eloi Junqueira, venceu a competição, ao vencer as duas regatas.     Em segundo, com dois segundo-lugares, o o Carapau, de Evandro Csordas. Por fim, com 7 pontos, em terceiro, ficou Blu I, de Marcelo Ragazzo.

                        Na Bico de Proa o Fandango, de Jonas Muro, com um segundo e um terceiro lugares nas duas regatas, somou 5 pontos e foi o campeão geral.

                        O Reggae, de Fabio Boranga, também com cinco, ficou na segunda colocação e o For Sale, de Fabrizio Marinio (7 pontos) foi o terceiro.

                        Por fim, na Multicasco, o Reforça D4, de Armando de Oliveira, venceu as duas regatas e conquistou a primeira colocação geral. Em segundo o Thunderbird, do norte americano James Burwick, que chegou em segundo nas duas regatas.

                        O Guará II, de Valdeci Gonçalves, foi o terceiro, com 7 pontos acumulados.

                        O Troféu das Ilhas encerrou a temporada das regatas do Ubatuba Iate Clube, que conseguiu cumprir um calendário de suas principais regatas em um ano particularmente difícil. Graças aos esforços da comodoria, diretoria de vela, colaboradores do UIC, apoiadores, patrocinadores e, é claro, dos velejadores que acreditaram na seriedade do clube para realizar as competições como segurança em meio à Pandemia.

                        “Em nome da diretoria do Ubatuba Iate Clube quero agradecer a todos os que participaram de nossas regatas neste ano tão difícil e convidar para que prestigiem as nossas regatas em 2021. Já começamos em janeiro, na Regata Ele e Ela. Teremos todas as nossas demais regatas, como a do Inverso, o Troféu das Ilhas, o Ubatuba Sailing Festival e, neste próximo ano, o primeiro Mini Circuito Ubatuba para veleiros de até 26 pés e o Paulista de Ranger 22”, declarou, durante a premiação, Alex Calabria, diretor adjunto de vela do UIC.

                        “Quero também agradecer o apoio das entidades que promovem a vela, como a ABVO, a Fevesp, as classes organizadas, como a IRC, a RGS e todos aqueles que nos ajudam a promover a vela em Ubatuba”, finaliza Alex Calabria.

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                          14/12/2020

                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                          O estaleiro catarinense NHD Boats está exportando sua primeira lancha, e em grande estilo! O destino da NHD 280 é a Turquia, país natal de seu novo proprietário e onde será um dos destaques do Eurasia Boat Show, de 20 a 28 de fevereiro de 2021, em Istambul.

                          Esta lancha cabinada de 8,35 metros de comprimento pode levar até 11 passageiros, além do piloto, em passeios diurnos. Conta com o diferencial da marca, o Open Deck, uma abertura lateral que amplia a área da popa, além de sofá em U e mesa central conversível na cabine, possibilitando o pernoite de um casal na cama de 1,95 m de comprimento. O banheiro possui pia com torneira, vaso sanitário, ducha higiênica e espelho.

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                          O acesso à proa se dá através de degraus ao lado do painel e conta com guarda mancebo em inox, circundando toda esta região, para possibilitar mais segurança ao solário. A lancha enviada para a Turquia é equipada com um motor de centro-rabeta Volto de 300 hp, a gasolina.

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                            Raia Manta Gigante avança em estado de risco e está ameaçada de extinção, segundo pesquisadores

                            Por: Redação -

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                            Segundo nova avaliação da IUCN, finalizada em novembro de 2019 mas publicada apenas agora, após revisões e checagens técnicas, a Raia Manta Oceânica, também conhecida como Arraia Jamanta ou Raia Manta Gigante (Mobula birostris) avançou em seu estado de risco mundial, passando do status de VU (Vulnerável) ao risco de extinção, para EN, ou seja, efetivamente ameaçada de extinção.

                            Essa progressão foi prevista em avaliação no ano de 2011, que contou com Guilherme Kodja como um dos avaliadores diretos da espécie, e concretizada na edição de 2019. Em algumas regiões do sudeste asiático, com forte preponderância da Indonésia, populações foram reduzidas entre 70% e 95%. Num dos trechos do relatório analisado pelo coordenador, fica claro o risco da espécie.

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                            Confira a tradução do trecho:

                            “Embora esparsos, os dados disponíveis sugerem que algumas populações conhecidas de Mantas Oceânicas foram rapidamente aniquiladas por pescarias focadas em seus subprodutos em algumas regiões, e que a extinção local é muito provável de ter ocorrido em locais onde sua ocorrência é histórica.

                            Globalmente, a redução da população parece estar na faixa de 50% a 79% ao longo de três extensões de geração (87 anos), com uma provável redução da população, nas próximas três extensões de geração (2018-2105), com base nas ameaças atuais e contínuas, seus níveis de exploração, declínios acentuados em populações monitoradas e, ainda, uma redução na área de ocupação tradicionais da espécie.

                            Nos poucos lugares onde as Raias Mantas são protegidas, o número de indivíduos é estável.”

                            Avaliadores: Marshall, A., Barreto, R., Carlson, J., Fernando, D., Fordham, S., Francis, M.P., Derrick, D., Herman, K., Jabado, R.W., Liu, K.M., Rigby, C.L. & Romanov, E.

                            Revisores: Kashiwagi, T. & Dulvy, N.K.

                            Contribuíram para a avaliação: Marshall, A., Bennett, M.B., Kodja, G., Hinojosa-Alvarez, S., Galvan-Magana, F., Harding, M., Stevens, G. & Kashiwagi, T.

                            Facilitadores e Verificadores: Rigby, C.L., Kyne, P.M., Pollom, R., Herman, K. & Dulvy, N.K.

                            Fonte: IUCN Red List

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                              Fundação sem fins lucrativos lança banco de dados para serviços de superiates sustentáveis

                              Por: Redação -

                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                              No fim de novembro, a Water Revolution Foundation lançou um banco de dados de soluções B2B sustentáveis, voltado para a indústria de construção de superiates. A Fundação é uma organização independente sem fins lucrativos criada pela indústria de superiates para ajudar a eliminar o impacto ecológico da indústria nos oceanos. O banco de dados deve ser um ponto de referência para os construtores de superiates pesquisar e comparar soluções industriais sustentáveis ​​verificadas.

                              A fundação disse que produtos e serviços sustentáveis ​​oferecidos pelos fabricantes serão verificados antes de aparecer no banco de dados. O processo segue os padrões ISO e usa uma abordagem de análise do ciclo de vida que cobre desde a extração da matéria-prima até o fim da vida do produto e pode levar de um a quatro meses para ser concluído.

                              O bancário francês BNP Paribas está apoiando o desenvolvimento do banco de dados. O BNP Paribas tem um braço de financiamento dedicado aos clientes que compram superiates. O banco também se tornou líder em títulos sustentáveis e vinculou seus empréstimos a metas de sustentabilidade.

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                              “Acreditamos que o iatismo pode trazer melhorias importantes na eficiência e redução de gases de efeito estufa por meio de design e tecnologia. Ao pensar na infraestrutura necessária para substituir os combustíveis fósseis por energias verdes alternativas, fica claro que o iatismo dependerá da adoção de novas tecnologias, não apenas para a eficiência energética, mas também para outros impactos ambientais, como tintas, poluição sonora e fim da vida”, disse Olivier Blanchet, chefe de Jet and Yacht Finance do banco.

                              A Water Revolution Foundation lançou uma convocação para que as empresas se registrem no banco de dados e comecem o processo de verificação de seus produtos e serviços verdes. As empresas que oferecem produtos e soluções ecológicas para o mundo dos superiates podem se registrar para iniciar o processo de verificação aqui.

                              A Water Revolution Foundation conta com alguns dos principais construtores de superiates, como Benetti, Abeking, Damen Yachting, Feadship, Lurssen e Sanlorenzo como parceiros. A fundação também anunciou novos parceiros AkzoNobel, um fornecedor de tintas, Van Oossanen Naval Architects e DVZ Services, que desenvolve tratamentos de águas residuais para as indústrias de navegação e iates.

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                                Campeonato Brasileiro de Canoagem Maratona reúne mais de 80 canoístas

                                Por: Redação -

                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                O Campeonato Brasileiro de Canoagem Maratona teve como palco o cenário do Pantanal Sul-mato-grossense e teve como equipe vencedora a IBRES – Instituto Bombeiros de Responsabilidade Social com 419 pontos, seguido do CNB – Clube Nával de Brasília com 293 ponts e em terceiro a ACI – Associação de Canoagem de Itacaré/BA com 197 pontos. O evento realizado no dia 21 de novembro seguiu rígidas medidas sanitárias devido à Covid-19 e teve o apoio do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por intermédio da Fundação de Desporto e Lazer (Fundesporte).

                                A elevada temperatura, característica da região, não desanimou os 83 canoístas inscritos, que remaram nas águas do tradicional Rio Paraguai, em meio à diversidade da fauna e flora pantaneira, em busca do título brasileiro da temporada. Estiveram presentes atletas do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul.

                                As disputas ocorreram em percursos de cinco, 10 e 20 quilômetros, em 31 provas, nas categorias infantil, menor, cadete, júnior, sênior, máster (A, B, C e D) e open, e na canoagem adaptada/paralímpica nas categorias L1, L2, L3 e open. Os tipos de embarcação foram caiaque (classes K1 escola, K1/K2 e K1 (embarcação até 4,5 metros) e canoa (C1 – individual/C2 – dupla). Já na Paracanoagem, tiveram as provas das classes K1 (individual), V1 e turismo.

                                Uma das provas mais disputadas foi a do K1 20 km Masculino Sênior, nascidos abaixo de 2001, o atleta Jorge Garcia Rodriguez levou a medalha de ouro fazendo o percurso em 01:41’23s, ele representa o CNB – Clube Naval de Brasília, seguido de Roberto Maheler do CRC Curitiba que terminou a prova em 01:41’25s. Em terceiro lugar o atleta sul-matogrossense Edgar Balbuena do CCA – Clube de Canoagem de Aquidauana.

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                                O evento foi desafiador por ser o único realizado em 2020 e durante no período de pandemia, mesmo com todos esses obstáculos os organizadores ficaram satisfeitos. “Com protocolos rígidos de biossegurança, mostramos que é possível realizar competições. Mato Grosso do Sul é referência no combate e controle da Covid-19, e vem sendo modelo também na organização de eventos esportivos que seguem à risca as medidas sanitárias. O Campeonato Brasileiro de Canoagem Maratona foi mais um em que todos os participantes saíram satisfeitos e se sentiram seguros”, fala o diretor-presidente da Fundesporte, Marcelo Ferreira Miranda.

                                O gerente da Unidade de Esportes de Participação e Lazer (Uepla) da Fundesporte, Rodrigo Barbosa de Miranda, valoriza o cenário pantaneiro na primeira e única competição de canoagem maratona do ano. “Nada melhor do que ter a riqueza da fauna e flora do Pantanal Sul-mato-grossense como cenário para uma competição, ainda mais em 2020, um ano tão complicado, de incertezas. É um evento para ficar registrado na memória de todos que tiveram a oportunidade de estar em Corumbá”.

                                “Foi um evento de sucesso, tivemos um número expressivo de atletas apesar de ser um ano de pandemia, tivemos um grande desafio e conseguimos ir além das expectativas.”, comenta Klaus Von Gal, supervisor da modalidade de Canoagem Maratona.

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                                  Mais novo submarino norte-americano visita base naval brasileira

                                  Por: Redação -

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                                  Neste domingo (13), Dia Nacional do Marinheiro, o submarino americano de ataque rápido USS Vermont (SSN 792) fez uma breve parada no Complexo Naval de Itaguaí, no Rio de Janeiro, para celebrar dois marcos da Marinha do Brasil no Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB): o batismo e lançamento ao mar do submarino Humaitá (S41) e a incorporação do submarino Tonelero (S42) à frota. Na ocasião, o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, recebeu o presidente Jair Bolsonaro para um tour no USS Vermont, reafirmando a já estreita história de colaboração entre os dois países na área militar.

                                  Para o embaixador Todd Chapman, a visita atesta o compromisso comum de EUA e Brasil em uma parceria que contribui para fortalecer a segurança de cada uma das nossas nações, assim como de todo hemisfério. “Tive o prazer de ver, em primeira mão, junto com o presidente Bolsonaro, a tecnologia e capacidades de última geração dessa embarcação e de reiterar ao mais alto nível do governo nosso comprometimento na parceria com o Brasil”, disse. O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, também acompanharam a visita.

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                                  O USS Vermont é um submarino de ataque rápido, da classe Virgínia, comissionado pelos EUA em abril deste ano, sendo o mais novo submarino americano em operação. Atua na área operacional do 4th Fleet das Forças Submarinas dos EUA, que engloba Caribe, América Central e América do Sul. Enquanto esteve na costa brasileira, o USS Vermont participou de exercícios de guerra antissubmarinos com o submarino Tupi (S30), patrulha marítima e aeronaves de reconhecimento da Marinha do Brasil. As operações marítimas conjuntas dos EUA e Brasil constroem parcerias duradouras com o objetivo de fortalecer a segurança e promover paz, estabilidade e prosperidade na região.

                                  O vice almirante Daryl L. Caudle, comandante das Forças Submarinas dos EUA, também presente no evento, parabenizou a Marinha Brasileira pelo progresso: “O PROSUB desempenha um papel importante no fortalecimento dos nossos laços bilaterais e no estabelecimento da segurança regional como um todo. Seguiremos trabalhando juntos para alcançar nossos objetivos comuns, visando a melhoria da nossa eficácia submarina”.

                                  A tripulação e os visitantes do submarino seguiram protocolos de saúde rigorosos contra Covid-19 durante todas as atividades relacionadas à visita.

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                                    Segundo maior lago da Europa será transformado em novo centro para passeios de barco

                                    Por: Redação -

                                    Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                    O Lago Onega, que fica na parte noroeste da Rússia europeia, tem tudo para se tornar um novo centro de iates e esportes à vela no país. O governo russo ressalta que o local já possui grande atividade náutica, como regatas e algumas competições, e tem tudo para expandir sua utilização.

                                    O lago da República da Carélia se destaca pelo tamanho, limpeza, profundidade e uma forte representação histórica local. Um grande exemplo do ponto turístico é uma das 1 650 ilhas do local, a ilha de Kizhi, onde encontra-se o Kizhi Pogost — vilarejo conhecido por seu Museu de Arquitetura ao ar livre. Ele foi montado a partir de 80 monumentos de arquitetura de madeira de várias áreas do país e foi considerado patrimônio mudnial da UNESCO.

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                                    Ele engloba uma superfície de 9 720 km², 248 km de comprimento e 80 km de largura máxima. A profundidade, por sua vez, chega a 116 metros. O nível da água varia cerca de 60 cm ao longo do ano, sendo que, no inverno, as águas se congelam totalmente, e, no outono, os temporais provocam grandes ondas.

                                    Sergei Averichev, o diretor da escola de vela de Karelian Sports, uma das principais escolas do país, conta que “o lago proporciona condições perfeitas para o desenvolvimento das atividades náuticas na região, principalmente o iatismo. Além do tráfego limitado de grandes navios de passageiros, um dos grandes fatores que influenciam essas condições são as características específicas de vento, que favorecem, inclusive, os campeonatos e competições”.

                                    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                      Bicampeão olímpico Scheidt sobe ao pódio com o terceiro lugar no Portugal Grand Prix

                                      Por: Redação -

                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                      Robert Scheidt conquistou o terceiro lugar na classe Laser do 3rd Portugal Grand Prix – round 1. Neste sábado (12), em Vilamoura, o bicampeão olímpico fez duas regatas de recuperação para sustentar a posição construída ao longo do campeonato e subir ao pódio na prova que marca o encerramento da preparação desde ano visando a Olimpíada de Tóquio, em 2021. Com vaga garantida nos Jogos do Japão, está prestes a disputar o maior evento esportivo do planeta pela sétima vez, um recorde entre os atletas brasileiros. Mais uma honraria para o maior medalhista olímpico do país, com cinco pódios.

                                      Para colocar a medalha de bronze no peito, Robert mostrou o talento e garra que marcam sua trajetória na vela. Teve dificuldades nas duas regatas desta sábado, mas conseguiu sair de situações difíceis e recuperar posições para cruzar a linha de chegada em 11° e 4° lugares. Com os resultados, encerrou sua participação no 3rd Portugal Grand Prix 43 pontos perdidos, com 20 de vantagem para o quarto colocado, o suíço Eliot Merceron. O título ficou com o francês Jean Baptist Bernaz (22pp), seguido pelo norueguês Hermann Tomasgaard (33). Curioso é que Scheidt e Bernaz são companheiros frequentes de treino no Lago Di Garda, na Itália, onde o brasileiro vive com a família.

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                                      “Consegui uma boa serie de regatas para construir a média de pontos que garantiu o terceiro lugar. O ponto positivo da participação no Portugal Grand Prix é que a velocidade está bastante boa. Também melhorei no vento em popa, ponto que precisava ajustar. Senti que evolui ao longo da série de regatas e estou muito contente por ter conseguido fazer essa competição em em ano difícil, tanto em relação aos deslocamentos como à quantidade de eventos, que diminuiu em função da pandemia. Disputar regatas no meio inverno europeu é um privilégio e terminar no pódio é bom resultado. Claro que sempre á margem para evoluir e seguirei trabalhando”, resumiu o atleta.

                                      Scheidt conseguiu manter a regularidade em Vilamoura e construiu uma boa média de pontos ao velejar no top 10 em seis de oito regatas. Fez um 6° lugar na estreia, obtendo, no segundo dia, mais um 5° e um 6°. Na terceira rodada cruzou a linha de chegada em 3° e 8° lugares, fechando o campeonato com a quarta posição. Os únicos resultados destoantes foram o 16° na segunda prova do programa, que entrou como descarte para o brasileiro, e o 11° na penúltima regata. Ainda assim, seus resultados menos favoráveis estiveram no top 20 em uma disputa que envolveu 63 barcos.

                                      Fotos: Divulgação

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                                        Amer Yachts e Volvo Penta continuam esforços colaborativos em direção à sustentabilidade

                                        Por: Redação -
                                        11/12/2020

                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                        Como parte dos eventos da Semana Nobel na Nobel House em Sanremo, o construtor de barcos italiano Amer Yachts apresentou à Volvo Penta os resultados de um estudo independente sobre ruído subaquático. A redução do ruído subaquático é um foco de sustentabilidade chave para a Volvo Penta e os resultados deste estudo ajudarão a informar trabalhos futuros.

                                        A Volvo Penta anunciou recentemente que estava acelerando seus objetivos de sustentabilidade em linha com as novas ambições do Grupo Volvo – ser uma empresa com emissões líquidas zero até 2050, o mais tardar. O Grupo Volvo agora também se comprometeu com a Science-Based Target Initiative (SBTI). Para apoiar esses objetivos, a Volvo Penta está acelerando seus esforços para atingir zero emissões e ser líder em soluções de energia sustentável. Uma das áreas de foco no plano de sustentabilidade da Volvo Penta é o ruído subaquático – que tem efeitos adversos na vida marinha, principalmente nos mamíferos marinhos.

                                        Amer Yachtse a Volvo Penta são parceiros próximos há muitos anos. Ambas as empresas compartilham valores de sustentabilidade e trabalharam juntas para concretizá-los. Recentemente, a Cetena, empresa italiana de pesquisa no setor marítimo, realizou um estudo sobre poluição sonora em nome da Amer Yachts. O estudo analisou o ruído subaquático gerado pelo Amer 94 e Amer 100 durante a navegação – ambos equipados com o Volvo Penta Inboard Performace System (IPS). Barbara Amerio, proprietária da Amer Yachts, apresentou os resultados como um “presente para o futuro” a Andrea Piccione, gerente de vendas da Volvo Penta para a Itália. A cerimônia destacou o esforço combinado da jornada de ambas as empresas rumo ao iatismo sustentável.

                                        “A sustentabilidade é importante para a nossa filosofia e temos trabalhado muito para trazer uma mudança na indústria de iates por vários anos, pois sabemos que os construtores de iates são jogadores importantes na mudança de atitudes dos clientes”, disse Barbara.

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                                        Os resultados do estudo de ruído de Amer são uma excelente adição à pesquisa em andamento da Volvo Penta. Atualmente, a Volvo Penta está realizando um projeto de engenharia avançado que inclui o desenvolvimento de um método de teste para medir o ruído subaquático, bem como a execução de testes de ruído para entender as causas das diferentes fontes de ruído.

                                        “É ótimo ver clientes como Amer liderando a indústria em direção à sustentabilidade”, disse Johan Inden, chefe do segmento marítimo da Volvo Penta. “Os resultados da investigação irão contribuir muito para a nossa pesquisa e queremos continuar nesta mentalidade colaborativa para aprendermos juntos.”

                                        Em 2018, Amer e Volvo Penta se uniram, forçados a criar o Amer 94 – o primeiro superiate sustentável de seu tipo. As duas empresas realizaram um evento de lançamento com foco na conservação – com palestrantes como Sabina Airoldi, uma bióloga marinha do Tethys Research Institute, bem como iatistas de renome mundial e a porta-voz da Turn the Tide on Plastic Dee Caffari. O evento foi um sucesso e chamou a atenção para tópicos como ciência cidadã, poluição por plástico e colisões de mamíferos marinhos em alta velocidade – destacando as vantagens da manobrabilidade lenta controlada do IPS da Volvo Penta .

                                        “Queremos seguir em frente, e o teste para sermos continuamente mais sustentáveis ​​como empresa e indústria é um desafio que nos propomos. Nossos esforços vão muito mais longe quando trabalhamos em colaboração e esperamos continuar a fazê-lo ”, conclui Amerio.

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                                          Evento que ocorrerá no São Paulo Yacht Club, na Represa do Guarapiranga, aceita inscrições até sexta-feira (3). Saiba mais!

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                                          Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

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                                          Fenômeno foi registrado no último sábado (28) e chamou atenção dos banhistas em Caraguatatuba. Assista!

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                                          Conheça o maior projeto da Azimut Yachts: o Grande Trideck de 38 metros

                                          Por: Redação -

                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                          O início de 2021 promete ser especial para a Azimut Yachts e para todos os fãs do renomado estaleiro italiano. Isso porque será lançado o maior modelo da marca: o Grande Trideck, de 38,2 metros. Além disso, como o próprio nome já diz, esse também será o primeiro iate com três conveses construído pelo estaleiro, graças ao designer Alberto Mancini.

                                          A partir disso, outro diferencial introduzido pelo designer é uma cabine elevada na popa. Outra nuance pensada por Mancini foi um corredor central que leva diretamente ao convés elevado da popa, projetado para ser um “mezanino” acima do convés principal.

                                          Beach club da Trideck – Imagem: reprodução/superyachttimes

                                          Fora isso, o Trideck oferece o prazer de usufruir do terraço com vista do mar e varanda térrea privativa. Esse projeto oferece diversas áreas para os hóspedes, uma delas é o beach club — os conhecidos clubes de praia. Ele funciona como um ótimo espaço social, funcional para quando o barco estiver ancorado.

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                                          Por outro lado, pensado no design interno da Trideck, foi criado um layout para um proprietário que “busca versatilidade, informalidade e um lugar onde possa relaxar e entreter os hóspedes com conforto”, segundo o estaleiro. O novo iate vem com a opção de uma sexta cabine no convés superior, além das quatro cabines de hóspedes e a suíte do proprietário no convés principal.

                                          A motorização navega entre duas opções: 2 400 ou 2 600 hp. Sendo assim, o novo Trideck está configurado para fornecer uma velocidade máxima de 23 ou 24 nós. Essa eficiência se deve ao fato da superestrutura ser laminada em fibra de carbono que reduz o peso do iate. Na mesma medida, o casco ajuda a reduzir o consumo e alcançar maior velocidade e alcance.

                                          Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                            Governo da Bahia prorroga incentivo fiscal para aquisição de embarcações

                                            Por: Redação -

                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                            O governo do estado da Bahia prorrogou até 31 de dezembro de 2022 a validade do decreto que regulamenta incentivos fiscais para aquisição de embarcações turísticas. O Decreto 12.415/2020 posterga o pagamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações (ICMS).

                                            No caso da da importação de embarcações de recreio ou esporte por empresas de serviços de aluguel e turismo, o governo também manteve a redução da alíquota, equivalente a 7%. O decreto publicado na última terça-feira (8) contempla iates, barcos a remo, canoas, embarcações de recreio ou esporte, entre outras.

                                            Para ter acesso aos benefícios, as empresas devem solicitar habilitação junto à Secretaria da Fazenda do estado.

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                                            “Estamos numa etapa avançada do Prodetur, com a implantação e requalificação de equipamentos náuticos na Baía de Todos-os-Santos para aproveitar o potencial da região e também gerar emprego e renda para a população local”, destacou o secretário estadual de Turismo, Fausto Franco.

                                            O gestor se referiu ao Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo, que contempla 18 municípios à margem da baía, entre eles Salvador, Maragojipe, Salinas da Margarida, Itaparica e Vera Cruz.

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                                              Suzuki reestrutura operações nos Estados Unidos. Confira

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                                              A Suzuki Motor of America Inc. divulgou que está em andamento um plano para reestruturar suas operações baseadas nos Estados Unidos, reorganizando suas divisões marítima e de motocicletas / ATV como duas empresas que funcionarão como entidades separadas. As novas organizações seguirão em frente no dia 1º de abril do próximo ano.

                                              A sede da empresa também será movida. Para o segmento marítimo, a Suzuki Marine USA LLC agora ficará sediada na Costa do Golfo da Flórida, em Tampa – na costa do novo Centro Técnico Marítimo da empresa na Cidade do Panamá e ainda no epicentro de muitos construtores de barcos, revendedores e vendedores do estado.

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                                              Satoshi Uchida atuará como presidente da Suzuki Motor Co, com Masahiro Yamamoto nomeado presidente da nova entidade marítima.

                                              Com a mudança, Uchida e a equipe da Suzuki acreditam que a Suzuki Marine está se posicionando para o crescimento das vendas e uma melhor colaboração nos respectivos segmentos de negócios.

                                              “Ambas as Divisões de Motocicletas / ATV e Marinha estão desfrutando de sólido sucesso em seus respectivos negócios”, disse Uchida em um comunicado. “À medida que avançamos na reorganização em duas empresas separadas, esperamos que a marca Suzuki continue a prosperar nos Estados Unidos.”

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                                                Em dia de vento forte, Scheidt sobe para o terceiro lugar no Grand Prix de Portugal

                                                Por: Redação -

                                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                O vento deu as caras em Vilamoura nesta quinta-feira (10), no segundo dia do 3rd Portugal Grand Prix – round 1. Robert Scheidt mostrou porque é especialista nesse tipo de condição e saltou do sétimo para o terceiro lugar na classificação geral na classe Laser. Para esta sexta-feira (11), a previsão é manutenção das condições climáticas, o que mantém as chances do bicampeão olímpico se manter na luta pelo pódio.

                                                Com ventos entre 15 e 18 nós nesta quinta-feira, Robert cruzou a linha de chegada em 5° e 6° lugares, nas duas regatas disputadas. “O vento aumentou bem e tivemos bastante onda também. Foi um dia bom, mas dava para ter feito melhor, principalmente na segunda regata, quando cheguei a estar em terceiro. Sempre há detalhes para aprimorar, mas, de forma geral, velejei bem”, explicou o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios.

                                                A liderança do Grand Prix português está com o francês Jean Baptist Bernaz, parceiro de treinos de Scheidt no Lago Di Garda, na Itália, onde o brasileiro fixou residência com a família. “O francês está andando bem rápido e o norueguês (Hermann Tomasgaard, segundo colocado em Portugal) é muito forte. O objetivo é seguir tentando melhorar um pouco mais a cada dia. Nesta quinta tivemos duas regatas muito duras fisicamente e agora é descansar pra recuperar o corpo ao máximo para a sexta-feira, que promete ser também desgastante em função do vento forte e das condições do mar”, completa o bicampeão olímpico, que se prepara para disputar os Jogos de Tóquio, em 2021.

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                                                Jean Baptis Bernaz lidera o 3rd Portugal Grand Prix – round 1, com 10 pontos perdidos, seguido por Hermann Tomasgaard, com 15. Scheidt está a apenas dois pontos do norueguês, com 17. A diferença apertada e a possibilidade de manutenção do bom regime de ventos aumenta a confiança do velejador brasileiro em subir ainda mais na classificação geral da competição disputada em Vilamoura.

                                                O segundo dia foi bem diferente da abertura do Portugal Grand Prix – round 1, na quarta-feira (9). Com ventos entre fracos e médios, Robert Scheidt terminou as duas regatas em 6° e um 16° lugares, entre os 63 velejadores de diferentes partes do mundo que disputam a competição.

                                                O Portugal Grand Prix é a segunda competição de Scheidt desde o início da pandemia. Em setembro, o bicampeão olímpico conquistou o vice-campeonato italiano da classe Laser, em Follonica, na região da Toscana. O título não veio por apenas um ponto. Ele venceu a última regata do campeonato que reuniu 45 velejadores de oito países. Com isso, terminou com 12 pontos perdidos, enquanto o norte-americano Charlie Buckinghan, ficou em 11.

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                                                  Náutica 373

                                                  10/12/2020

                                                  Selecionamos projetos de iates tão malucos quanto instigantes para você conferir na nova edição de NÁUTICA! Veja, ainda três testes inéditos: FS 290, Schaefer 660 e Catfish 35, além de uma matéria especial sobre o casal francês que passa dias no fundo do mar em uma cápsula.

                                                   

                                                  E mais: veja como é navegar pelas ilhas paradisíacas da Angra da Europa, conheça o luxuoso hotel em Singapura com cobertura em formato de barco e saiba tudo sobre o artesão por trás das maquetes dos principais estaleiros do Brasil.

                                                   

                                                  Conheça os principais destaques da edição 373 de Náutica:

                                                  Carlos Mariano
                                                  O artesão por trás das maquetes dos principais estaleiros do Brasil.

                                                  Iates do futuro
                                                  Uma seleção com projetos de iates tão malucos quanto instigantes.

                                                  Mergulho
                                                  O casal francês que passa dias no fundo do mar em uma cápsula.

                                                  Croácia
                                                  Como é navegar pelas ilhas paradisíacas da Angra da Europa.

                                                  Dicas de navegação
                                                  Descubra o que fazer e o que evitar durante a navegação.

                                                  Expedição Phoenicia
                                                  O velejador brasileiro Yuri Sanada documentou as duas expedições pelo continente africano do Phoenicia.

                                                  The Floater
                                                  O fim melancólico do primeiro hotel flutuante do mundo.

                                                  Jessica Marinzeck
                                                  A sommelière da Evino indica os vinhos que não podem faltar a bordo.

                                                  Bay Sands
                                                  O luxuoso hotel em Singapura com cobertura em formato de barco.

                                                  Teste FS 290
                                                  As versões de proa aberta e cabinada da consagrada lancha da FS Yachts.

                                                  Teste Schaefer 660
                                                  A nova Schaefer 660 esbanja estilo, tira proveito de muitos truques para ganhar espaço e ainda tem casco navegador.

                                                  Teste Catfish 35
                                                  Um catamarã de console central ótimo para pescarias oceânicas ou passeios.

                                                  Explorer Yachts
                                                  Casco robusto e proa alta: o tipo de barco que vem conquistando o mundo.

                                                   

                                                  Náutica Responde

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                                                    Por: Redação -

                                                    Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                    A abertura do 3rd Portugal Grand Prix – round 1, em Vilamoura, Portugal, nesta quarta-feira (9), teve ventos entre fracos e médios. Robert Scheidt participou das duas regatas na classe Laser e terminou o primeiro dia no top 10. Com um 6° e um 16° lugares, está em sétimo lugar na disputa que reúne 63 velejadores de diferentes partes do mundo. A competição prossegue nesta quinta-feira (10), com previsão de vento forte, do jeito que o brasileiro bicampeão olímpico gosta. O evento faz parte da preparação do brasileiro rumo aos Jogos de Tóquio, em 2021, onde se tornará o recordista do país, com sete participações.

                                                    “Fiz uma boa regata na abertura do Grand Prix, com um sexto lugar, mas tive problemas na segunda. Optei por largar mais por baixo da linha e o vento foi todo para a direita. Montei a primeira boia em 20 e ainda consegui recuperar e chegar em 16° lugar. Estou me sentindo bem no barco. A velocidade está boa. Avaliando o que estou conseguindo fazer o barco andar, acredito que daria para ter feito resultados melhores. Nesta quinta temos mais duas provas, com previsão de vento forte e espero seguir evoluindo”, conta o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios.

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                                                    Scheidt está em Vilamoura para a última etapa de preparação de 2020, rumo a Tóquio/2021. O bicampeão olímpico explica porque escolheu finalizar os treinos do ano na região do Algarve, no sul de Portugal. “Vilamoura oferece boas condições de velejada, com mar aberto e ondas no oceano Atlântico. Tem um bom regime de ventos e recebe os melhores atletas do continente nessa época do ano. Hoje, é um grande centro de treino de inverno em função da temperatura ser mais amena nos meses de inverno”, analisa Robert Scheidt.

                                                    O Portugal Grand Prix é a segunda competição de Scheidt desde o início da pandemia. Em setembro, o bicampeão olímpico conquistou o vice-campeonato italiano da classe Laser, em Follonica, na região da Toscana. O título não veio por apenas um ponto. Ele venceu a última regata do campeonato que reuniu 45 velejadores de oito países. Com isso, terminou com 12 pontos perdidos, enquanto o norte-americano Charlie Buckinghan, ficou em 11.

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                                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                      Construída no Brasil (em um estaleiro de Itajaí) para realizar passeios turísticos pelas praias da ilha de Curaçao, a réplica da nau Santa Maria, usada por Cristóvão Colombo na viagem do descobrimento da América, já chegou ao Caribe.

                                                      Quem avisa — e revela detalhes da viagem com exclusividade a NÁUTICA — é o brasileiro Luciano Augusto Pellegrino, o capitão Ludi, que mora em Ilhabela e foi contratado pelo argentino Miguel Pedro Sheppard (que investiu no projeto) para fazer o delivery, no comando de uma tripulação de nove homens.

                                                      “Sou capitão pela Marinha desde 2009 e faço delivery pelo Brasil e exterior desde 2003. Mas nunca imaginei que um dia iria comandar uma nau, como a dos tempos dos Descobrimentos”, conta Ludi, com o bom humor típico de quem vive em contato direto com o mar.

                                                      Como um menino que ganha um brinquedo novo e não vê a hora de estreá-lo, o capitão Ludi pôs as mãos no leme no dia 2 de novembro de 2020, em Itajaí. Exatos 30 dias depois, em 2 de dezembro, percorridas 4200 milhas náuticas, ele atracou em Curaçao, uma ilha holandesa no Caribe.

                                                      O veleiro é uma cópia quase idêntica do Santa Maria, de Cristóvão Colombo – a planta original foi reproduzida pelo estaleiro artesanal Felipe, que o construiu ao longo de três anos, ao custo de US$ 3 milhões. As diferenças entre ambos estão no casco (que na versão atual é de aço, revestido de madeira) e no sistema de vela.

                                                      “Por se tratar de uma réplica para passeios turísticos, com restaurante a bordo, a mastreação toda era puro enfeite”, revela o capitão Ludi. “O que nos movia, à média de 6,5 nos por hora, eram dois motores Cummins de 350 hp cada”, explica.

                                                      O Santa Maria atual também tem alguns luxos, como dois geradores, que fornecem a energia para os aparelhos de última geração e algum conforto para a tripulação, como ar-condicionado, freezer e geladeira, com os quais Colombo e seus homens sequer sonhavam. Mas isso não impediu o capitão Ludi e sua tripulação de sentir na pele o os incômodos vividos pelos marinheiros 530 anos atrás.

                                                      “O barco tem dois camarotes, perto da casa de máquinas. Um deles continha os pertences do dono do barco, que por isso o manteve fechado quando desembarcou, em Santos. O outro, nós transformamos no nosso depósito de comida. Por isso, fomos obrigados a improvisar camarotes nos deques externos, que protegemos com lonas”, explica o comandante. Ou seja, de certa forma ele e seu homens experimentaram os desconfortos que sentiam os marinheiros nos tempos do Colombo.

                                                      No Santa Maria original, o convés tinha o tamanho de uma quadra de tênis e era pequeno para os 40 marujos. De acordo com o diário de bordo de Colombo, dormia-se no chão e já era sorte encontrar um bom lugar para passar a noite. Os marinheiros espalhavam-se pelo convés e disputavam a tapa o centro do barco, o único local plano. Não havia cozinha a bordo nem banheiro. Apenas Colombo tinha um cômodo improvisado na nau Santa Maria, com cortina, cama e outros luxos.

                                                      Voltando à sua réplica, o barco não foi projetado para fazer grandes cruzeiros e sim passeios por águas abrigadas. Seu casco assemelha-se ao de uma escuna de turismo. Por isso, uma travessia como essa era um grande desafio. Por sorte, o novo Santa Maria correspondeu à expectativa, fazendo jus ao nome gravado no casco.

                                                      “Até que o barco se comportou bem, pois estudei bem as condições de tempo e mar para fazer a viagem”, garante o capitão Ludi. Os probleminhas apareceram na primeira parte da expedição. “Percebi logo que minha maior dificuldade seria ‘trimar a tripulação’, que era composta, a princípio, por nove pessoas, incluindo o dono do barco e seus representantes, todos marinheiros de primeira viagem”, diz o capitão do barco. “Eles achavam que fariam um simples passeio, numa boa. Porém, mal saímos de Itajaí, e já começaram os enjoos. Mais da metade deles se entregou ao chamado Huuuugo”.

                                                      Em uma viagem longa como essa, sempre acabam ocorrendo problemas e fatos curiosos. A bordo do Santa Maria não foi diferente. “Durante tanto tempo e confinadas, pessoas não acostumadas a esse trabalho acabam surtando um pouco”, lembra o comandante. “Mas, com a minha experiência e um certo tato, consegui contornar de forma satisfatória”, garante.

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                                                      No rol dos problemas, inclui-se o defeito em um dos geradores. “Por causa de um vazamento de água salgada na casa de máquinas, acabou danificando o motor de arranque. Além disso, ao chegar Curaçao, tivemos de ficar 24 horas navegando ao largo da ilha, aguardando as autoridades nos liberarem a entrar no porto”, lembra ele.

                                                      Mas, acrescenta, também aconteceram coisas boas a bordo. “O melhor de tudo foi vislumbrar a vida marinha, com o avistamento de baleias, tartarugas e aves, além das infalíveis pescarias”, contabiliza. Ao desembarcar em Curaçao, em vez de cansaço ou irritação, o que Luciano Pellegrino sentiu foi um profundo orgulho pela missão cumprida.

                                                      UM POUCO DE HISTÓRIA

                                                      A respeito de Cristóvão Colombo, já se disse, em tom de piada: “É o homem que quando zarpou, não sabia para onde estava indo; quando voltou, não soube dizer onde tinha estado”. Ainda assim, o navegador genovês mudou o mundo para sempre e, de certa forma, esteve diretamente ligado ao descobrimento do Brasil.

                                                      Seu objetivo no comando da expedição que chegou à América no dia 12 de outubro de 1492 — com os navios Santa Maria, Pinta e Niña — era alcançar a Índia viajando em direção ao Ocidente, ou seja, pelo oeste, já sabendo, portanto, que a terra é redonda (ele escreveu “a forma de uma pera”, ou “uma bola bem redonda”). A descoberta do Novo Mundo foi um acidente. Colombo tinha uma missão e a cumpriu — erradamente.

                                                      Em sua partida rumo ao desconhecido, no dia 3 de agosto de 1492, as três embarcações amontoavam 90 marujos, que trabalharam pesado, comeram pouco e rezaram muito para chegar à terra prometida. Uma das maiores aventuras náuticas de todos os tempos.

                                                      Nau é denominação genérica dada a navios de grande porte, com capacidade de 200 pessoas, até o século XV usados em viagens de grande percurso. Tinham até 50 metros de comprimento por 14 m de boca, três mastros e levavam mais de 100 tripulantes. As caravelas tinham 20 metros x 7 m; um só mastro; vela triangular e levavam 25 tripulantes.

                                                      Se Colombo tinha algum conforto na nau Santa Maria, os capitães das duas caravelas, Pinta e Niña, cada uma com 25 homens brigando por espaço, dormiam estirados no chão, com a malta dos marinheiros. Era assim que se viajava nos navios daquele tempo, e quem não gostasse que ficasse em terra.

                                                      A unidade de velocidade usada por eles era o nó (que prevalece ainda hoje). Os nós originais eram dados numa corda, a distâncias equivalentes ao comprimento do casco de um navio. Em alto-mar, amarrava-se a corda a um barquinho, que era lançado ao mar. Um marinheiro ficava na amurada, com uma ampulheta na mão. Como não tinha velas, o barquinho ficava parado enquanto o navio se afastava e a corda ia se desenrolando. Pelo número de nós era possível saber a distância percorrida com relação à miniatura. A ampulheta informava o tempo gasto no percurso. A medida, chamada até hoje nó marítimo, corresponde a 1,8 quilômetro por hora.

                                                      Em 25 de dezembro, a Santa Maria encalhou em um recife e afundou. Não tendo outro remédio, o “Almirante” (como em seus diários Colombo se refere a si próprio, na terceira pessoa) mandou cortar o mastro e retirar de bordo tudo o que se pudesse.

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                                                        Por: Redação -

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                                                        Frequentada pela elite náutica de Miami e por milionários de todo o mundo que chegam ao sul da Flórida (muito bem) embarcados, a Island Gardens Deep Harbour é a mais completa tradução do que seja uma marina moderna, com todos os serviços e tecnologia para receber, de uma só vez, cerca de 50 iates, superiates e megaiates. Mas não é apenas uma marina.

                                                        Trata-se de um megaempreendimento náutico, que ganhará, em breve, dois hotéis de luxo, além de um shopping center, um edifício residencial e lojas de grifes. “Nosso objetivo é estabelecer Miami como o centro americano no circuito de iates de elite, junto com Mônaco, St. Tropez, Sardenha e St. Barts”, explica Mehmet Bayraktar, presidente do grupo responsável pelo projeto, avaliado em US$ 1 bilhão.

                                                        a island gardens é um megaempreendimento náutico que atrai famílias da alta sociedade americana e milionários de todo o mundo

                                                        O público-alvo: famílias endinheiradas americanas, naturalmente, e milionários de todo o mundo, inclusive brasileiros, que aplicam boa parte de seu patrimônio em embarcações de grande porte e encontram na Island Gardens um porto seguro para curtir a vida.

                                                        Projetada exclusivamente para superiates em Watson Island, uma ilha artificial em Biscayne Bay, a marina é um show de tecnologia e de superlativos. Basta dizer que tem estrutura para receber embarcações de até 550 pés, ou 150 metros de comprimento. Não é à toa que seus píeres são palco, todos os anos, de um dos mais luxuosos eventos náuticos do mundo, o SuperYacht Miami, que acontece simultaneamente ao Miami Boat Show e reúne alguns dos mais badalados iates que frequentam a lista dos 100 maiores do mundo.

                                                        Por estar próxima ao canal do Porto de Miami, a profundidade máxima é de até 27 pés (cerca de 8 metros, daí o nome Deep Harbour, de águas profundas), o que permite que todas as manobras de atracação sejam realizadas com o máximo de segurança possível, mesmo para os megaiates. Detalhe: todas as vagas molhadas da Island Gardens contam com imponentes píeres flutuantes de alumínio, material de alta qualidade e que dispensa manutenção, como nas melhores marinas do mundo.

                                                        Com revestimento de madeira, os píeres de alumínio pesam, no mínimo, menos da metade que os píeres mais leves de concreto, o que resulta em menos carga nas uniões e pontos de fixação e, consequentemente, menor exigência de manutenção. No caso da Island Gardens, são nada menos que 1 524 metros lineares desses píeres.

                                                        todas as vagas molhadas da Island Gardens oferecem imponentes píeres flutuantes de alumínio. Ao todo, são mais de mil metros lineares

                                                        Não por acaso, o lugar vive sempre muito bem frequentado. A quantidade de megaiates é tão grande que não há como não se surpreender. Entre uma embarcação e outra, você vê um superiate de mais de 200 pés e até um megaiate de 550 pés, a capacidade máxima.

                                                        Todas as vagas contam com estrutura de água, energia, sistema de internet e equipe altamente treinada de apoio. O principal trunfo desse complexo náutico, junto com a fabulosa estrutura de serviço, é a localização. A Island Gardens fica a 15 minutos do aeroporto e apenas 10 minutos de carro do principal centro financeiro da cidade.

                                                        O acesso pelo mar também é rápido e fácil. “É feito por meio do Government Cut, canal usado pelos navios de cruzeiro para acessar o terminal de passageiros do Porto de Miami, sem a necessidade de enfrentar a abertura das famosas pontes móveis que cercam os principais canais e rios da cidade”, afirma Leonardo Aleman, sócio da Brazil Yacht Services, única empresa brasileira especializada na prestação de serviços para iates e charter, com escritórios no Rio, em Miami, além de Mônaco e Palma de Maiorca, na Europa.

                                                        A excelente infraestrutura em terra é a “cereja do bolo”, porque proporciona facilidade, conforto e segurança tanto para os proprietários quanto para as tripulações dos barcos. Assim é, por exemplo, o estrelado restaurante The Deck, às margens da baía de Biscayne, uma das vistas mais exclusivas do pôr do sol que o sul de Miami tem a oferecer. Suas disputadas mesas recebem gente descolada, badaladas festas privadas e elegantes encontros de gala ao ar livre. O ambiente é digno de Instagram.

                                                        Palmeiras balançam com a brisa, enquanto a música pulsa no ar, taças tilintam e câmeras registram tudo ao longo da orla da Island Gardens, com o iluminado horizonte do centro de Miami e superiates ancorados completando a paisagem. Um sonho para qualquer amante náutico. No Brasil, quantas barreiras burocráticas teriam de ser vencidas para a concretização de um projeto desse porte?

                                                        As disputadas mesas do estrelado restaurante The Deck, às margens da baía de Biscayne, recebem gente descolada, badaladas festas privadas e elegantes encontros de gala ao ar livre

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                                                          Por: Redação -

                                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                          A nova embarcação Cranchi Sessantasette, feita com a colaboração do designer de superiates Christian Grande, é o segundo modelo de flybridge do estaleiro italiano Cranchi.

                                                          A lancha de 67 pés está muito atraente, principalmente por suas linhas darem um aspecto tridimensional à ela.

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                                                          A embarcação chega ao mercado com um par de motores Volvo Penta IPS 1350 de 1000 hp com uma velocidade máxima estimada de 30 nós. Sobre a precificação, o Cranchi Sessantassette ainda não possui valores divulgados.

                                                          Veja abaixo a planta da lancha Cranchi Sessantassette:

                                                          Por Amanda Ligório, sob supervisão do jornalista Maristella Pereira

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                                                            Por: Redação -
                                                            09/12/2020

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                                                            Por Roberta Ramalho*

                                                            Diante dos tempos atuais, a expressão “capitalismo selvagem” nunca pareceu fazer tanto sentido e, ao mesmo tempo (e talvez por isso mesmo), nunca foi tão necessário repensá-la. Não me entenda mal. Como líder de um dos mais longevos estaleiros do país, fabricante de embarcações de luxo, eu também me preocupo com o lucro e com os bons resultados da empresa. A questão é: será que precisamos mesmo ser tão vorazes? Sabidamente, há outras métricas de mensuração que não a de ganhar mais e mais.

                                                            A felicidade das pessoas também conta, agrega valor, o que, por sua vez, acaba se convertendo em resultados. Compartilho da visão de que uma empresa se constrói a partir das pessoas. Se, por um lado, o termo “responsabilidade social” pode provocar reações extremas em boa parte dos executivos vigentes, por outro, percebo que há um crescente número de líderes, especialmente os mais jovens, que tem cada vez mais atentado para a importância dessa postura, o que, em certa medida me conforta, por tornar evidente que mais pessoas compartilham do mesmo ideal. Mas, afinal, é viável a busca por um sistema econômico menos agressivo e autodestrutivo?

                                                            Cito um exemplo pessoal, que pode ser um aceno positivo nessa direção. Em um cenário em que um número cada vez maior de empresas realoca parte ou o todo de suas operações fora do Brasil, desde que assumi a Intermarine tomei a decisão de seguir no sentido oposto, que me parecia muito mais correto e condizente com o propósito da empresa, de não ser apenas uma montadora de embarcações. Fabricamos barcos aqui mesmo, em nosso país, usando expertise de todo o mundo.

                                                            “Será que precisamos mesmo ser tão vorazes? Sabidamente, há outras métricas de mensuração que não a de ganhar mais e mais”

                                                            O sucesso da Intermarine, em grande parte, sempre se deu por nossa habilidade em saber mesclar perfeitamente o artesanal e a vanguarda. Convergir exímios talentos locais, com décadas de experiência, com o que há de mais avançado em engenharia náutica e tecnologia. Ter o controle absoluto de cada aspecto de uma embarcação, mesmo os mais ínfimos, sem jamais fazer uma única concessão por motivos alheios a nossa vontade. Eis aí o valor de uma Intermarine.

                                                            Muita gente está interessada em adquirir não somente produtos incríveis, mas as histórias, as jornadas por trás deles. Isso, sem dúvida, somente é obtido tendo pessoas extraordinárias por perto, com as quais se pode conversar olhando nos olhos, a um aperto de mão de distância. Por isso, tenho como meta uma gestão de impacto das pessoas, antes dos produtos. Uma coisa leva a outra.

                                                            É fácil alcançar tal objetivo? Definitivamente, não. Lidar com pessoas é ao mesmo tempo uma experiência transformadora e complexa. Todavia, nosso papel, enquanto protagonistas do mundo dos negócios, precisa ser também o de gerar impactos positivos na vida daqueles que estão próximos a nós. Isso implica em grandes desafios para a Intermarine, que tem muito ainda por evoluir, mas também no endosso de uma série de coisas nas quais acredito, como a possibilidade de, em cadeia, fazermos a diferença; a obrigação de empregar e servir; e a possibilidade de exercer o capitalismo de forma mais humana.

                                                            Eu acredito nas pessoas.

                                                            *Roberta Ramalho é CEO na Intermarine

                                                            Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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