Com o objetivo de celebrar os 500 anos da primeira circum-navegação de Fernão de Magalhães, o veleiro Sagres saiu de Lisboa no dia 5 de janeiro de 2020, levando 144 pessoas a bordo.
Prevista para durar 371 dias de mar (e 41.258 milhas náuticas), seria a maior viagem empreendida pelo navio-escola, em 82 anos de serviço à Marinha Portuguesa. O roteiro previa escalas em 22 portos, de 19 países, incluindo uma temporada no Japão durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, onde seria a Casa de Portugal.
Seria! A pandemia de Covid-19 obrigou o veleiro a regressar a Portugal, quando estava atracado na Cidade do Cabo, na África do Sul, pois corria o risco de não poder atracar em lugar algum, porque todos os países começaram a fechar seus portos.
Neste domingo, 10 de maio, o navio comandado pelo capitão-de-fragata Maurício Camilo deve atracar na Base Naval de Lisboa, depois de percorrer cerca de 16 mil milhas náuticas e ficar aberto à visitação em seis cidades, inclusive o Rio de Janeiro, onde aportou em fevereiro.
Com o fim da expedição, frustraram-se mais de dois anos de preparação, projetos de vida pessoal para alguns tripulantes e vários estudos científicos, incluindo os ambientais, porque o Sagres também é um navio científico.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Conforto, design, acabamento e decoração são alguns dos itens mais avaliados pelas mulheres na busca por uma embarcação, de acordo com o estaleiro paranaense Triton Yachts. Lanchas maiores e com características de casa são os modelos mais procurados. E os estaleiros já estão atentos a esta tendência.
Apesar de ser um mercado predominantemente masculino, o interesse do público feminino pelo mundo náutico tem aumentado cada vez mais. Segundo o diretor de marketing da Triton Yachts, Allan Cechelero, o número de clientes mulheres à frente da compra ainda é relativamente pequeno, mas elas são as maiores influenciadoras na hora de fechar o negócio.
Por isso, a Triton Yachs vem desenvolvendo modelos com muito mais atenção aos detalhes estéticos, com o que há de mais moderno e atual no mercado de decoração, design e conforto, sem esquecer, claro, da performance em alto mar.
“O diferencial que oferecemos é a possibilidade de o cliente ter um enxoval personalizado para sua embarcação. Eles podem escolher as cores, os móveis, a decoração, os detalhes, o nome do barco, tudo feito sob medida”, explica Allan.
Decorar um iate ou uma lancha antes mesmo de ela sair do estaleiro não é algo tão recente no mercado brasileiro. Há mais de 15 anos a designer de interiores especializada em náutica, Fabianne Domingos, oferece este trabalho aos clientes.
Ela afirma que um dos principais fatores que contribuiu para o interesse das mulheres por embarcações é a chance de participar diretamente da escolha da decoração e do enxoval. O barco se torna uma extensão da própria casa e com muito conforto.
“Atualmente, é comum a esposa participar da compra de um barco. Normalmente, os principais interesses do marido são pelas questões construtivas e técnicas como é o caso da motorização e equipamentos de navegação. Dessa forma, a esposa tem a oportunidade de escolher a decoração customizada, ou seja, conforme o gosto do casal”, explica.
Com o serviço especializado é possível selecionar desde os tecidos e cores da roupa de cama e almofadas, o nome e logo do barco que vão estampados nas peças, cestos organizadores e acessórios, até toda a parte de louças e utensílios de cozinha. Segundo Fabianne, o prazo para deixar tudo pronto é de 15 dias para embarcações menores, a 30 para barcos grandes.
“Quando o cliente tem a possibilidade de visitar um barco decorado em uma feira ou evento náutico, isso faz toda a diferença na hora de escolher e fechar o negócio”, conclui.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
A National Marine Electronics Association (NMEA) de Maryland, nos EUA, confirmou que a organização oferecerá uma série de programas de treinamento on-line, incluindo seu popular instalador de eletrônicos marinhos básicos, o instalador de rede básico NMEA 2000, programas avançados para instaladores de eletrônicos marítimos.
As aulas ao vivo serão ministradas usando a plataforma GoToWebinar, permitindo comunicação bidirecional em tempo real entre alunos e instrutores certificados pela NMEA. As sessões duram entre seis e oito horas. A inscrição no curso está aberta no site do grupo, a um custo de US$ 450 por unidade para membros da NMEA e US$ 650 por unidade para não-membros. Para alcançar alunos localizados em diferentes fusos horários em todo o mundo, os cursos serão oferecidos em junho, julho e agosto em diferentes horários de início.
O curso Basic Marine Electronics Installer apresenta aos recém-chegados à eletrônica marítima as informações básicas para começar a instalar sistemas modernos típicos, cobrindo a lei de Ohm, aterramento, baterias e carregadores de bateria, fiação DC, conceitos básicos de EMI, cabos coaxiais, antenas, interface de dados NMEA, rádios VHF marítimos, AIS, displays, transdutores, radar e sensores de rumo.
O programa Basic NMEA 2000 Network Installer concentra-se nas redes NMEA 2000, incluindo instruções sobre cabos, conectores, planejamento físico e documentação de especificações, fontes e distribuição de energia, cálculos de queda de tensão, mensagens de dados / números de grupos de parâmetros, conexão com outras fontes de dados, configuração de rede, e solução de problemas. O curso termina com um exame on-line de 50 perguntas que exige uma pontuação de 80% ou mais para obter a certificação NMEA.
A classe Advanced Marine Electronics Installer foi projetada para instaladores experientes que buscam competência em áreas e conceitos avançados de tópicos, incluindo a instalação adequada de computadores, ethernet, NMEA 0183, pilotos automáticos, comissionamento de radar, giroscópios e bússolas de satélite, antenas de comunicação por satélite, VHF, SSB, AIS e EMI. O curso termina com um exame de 50 perguntas com uma pontuação de 80% ou mais, necessária para se tornar certificado pela NMEA.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
A França está seguindo os caminhos da Itália e da Espanha para facilitar seus regulamentos de bloqueio relacionados à pandemia do COVID-19. O governo do país implantou novas regras, agora, mais flexíveis para as atividades de esporte e recreio, válidas até o dia 2 de junho.
Navegação autorizada em um raio de 100 km ou 54 milhas náuticas a partir do porto de origem;
As chamadas portuárias, bem como a atracação e parada de embarcações de recreio com bandeiras francesas ou estrangeiras, são autorizadas a uma distância máxima de 54 milhas náuticas (aproximadamente 100 km) do porto de origem;
O desembarque de passageiros em terra deve respeitar as medidas terrestres (em particular a regra dos 100 km / 54Nm), ou em caso de emergência;
Embarcações de recreio com bandeira francesa ou estrangeira não podem transportar mais de 10 passageiros;
O capitão de uma embarcação de recreio com bandeira francesa de um porto estrangeiro deve declarar sua situação de saúde;
A entrada em águas territoriais francesas de um navio com bandeira estrangeira de um porto estrangeiro fora de Schengen (convenção entre países europeus sobre uma política de abertura das fronteiras e livre circulação de pessoas entre os países signatários) permanece proibida no momento se o destino desse navio for um porto localizado na costa francesa. Sua passagem contínua e inofensiva permanece preservada até deixar as águas territoriais francesas.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Um dos carros-chefe do estaleiro gaúcho Tethys Yachts, a lancha Tethys 31 Targa, apresentada durante o São Paulo Boat Show 2019, que já conta com oito unidades entregues no Brasil, pode ganhar uma nova versão, a Black Edition. O projeto foi divulgado na última semana pelo estaleiro, e contará com opções de interior para a escolha do cliente.
Fabricada na cidade de Venâncio Aires, onde o estaleiro mantém uma unidade fabril com mais de 13 mil metros quadrados e produz outros cinco modelos de lanchas (37 HT, 41 Targa, 41 HT, 54 HT e 54 FLY), a Tethys 31 Targa, reconhecida pela sua qualidade de construção, é uma lancha de comando aberto que vem muito bem equipada de série, com gerador, ar, geladeira, fogão, churrasqueira e outros itens de conforto, e é elogiada pelos amplos espaços internos.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Com a intenção de conter o avanço do COVID-19, decretos municiais determinaram o fechamento de marinas e iates clubes. Tais medidas, naturalmente, geraram contestação da comunidade náutica, como NÁUTICA Live #1 mostrou em seu primeiro debate (veja na íntegra clicando aqui).
O que as medidas restritivas de acesso aos barcos e à circulação de navegação impactam no setor náutico brasileiro? É possível conciliar a abertura das marinas e iates clubes com o combate ao vírus? De que forma?
Para debater o tema, tirar dúvidas dos donos de barcos e apontar soluções e alternativas, NÁUTICAreunirá, na próxima terça-feira (12/05), às 19 horas, donos de marinas, comodoros de tradicionais iates clubes e especialistas na área.
O encontro será ao vivo e transmitido simultaneamente no YouTubee no Facebook.
Veja as presenças confirmadas:
Gabriela Lobato Presidente do Grupo BR Marinas
Gabriela Lobato está à frente da maior rede de marinas do Brasil, com oito estruturas no estado do Rio de Janeiro, distribuídas por Angra dos Reis, Búzios, Itacuruçá, Paraty e Rio de Janeiro, que abriga a charmosa Marina da Glória, um dos cartões-postais da cidade.
José Luiz Gandini Comodoro Yacht Club de Ilhabela
Presidente da Kia Motors do Brasil, José Luiz Gandini também é um apaixonado por mar e barcos. Navegador e defensor do mundo náutico, Gandini foi eleito, em 2018, para ser o comodoro do tradicional Yacht Club de Ilhabela, um dos mais importantes clubes náuticos do Brasil.
Cícero Hartmann Comodoro Veleiros do Sul
O advogado gaúcho Cícero Hartmann é o atual comodoro do Veleiros do Sul, um dos mais importantes iates clubes do Brasil. Experiente velejador, Cícero é bi campeão Sul Americano na Classe 470, além de ser vitorioso também na Classe Soling, tendo no currículo o penta campeonato Sul Americano, o vice Mundial e o atual título brasileiro da categoria.
Marina Bandeira Klink Presidente Marina do Engenho/Paraty
Amante do mar, de barcos e da navegação, a fotógrafa Marina Bandeira Klink, mulher e grande parceira de viagens à vela pelo mundo do navegador Amyr Klink, está à frente da Marina do Engenho — não por acaso, muito frequentada por amantes da vela.
José Jorge Neto Médico e ex-comodoro do Iate Clube de Caiobá
O médico oftalmologista curitibano José Jorge Neto já exerceu a função de comodoro de um dos mais importantes iates clubes do Brasil, o de Caiobá, no Paraná. Atualmente, Jorge faz parte do conselho deliberativo do Iate Clube de Caiobá — que, apesar do nome, fica no município de Guaratuba, cidade que enfrenta restrições de navegação.
Ernani Paciornik Presidente do Grupo Náutica
É um dos maiores empreendedores do setor náutico no Brasil. Com mais de 40 anos produzindo conteúdo na área náutica, o empresário também promove o São Paulo Boat Show e o Rio Boat Show, maiores plataformas de negócios náuticos da América Latina.
Anote na agenda: na próxima terça-feira, 12 de maio de 2020, às 19 horas, com transmissão ao vivo e simultânea pelo Facebook e YouTube de NÁUTICA.
NÁUTICA Live tem o apoio de Assim Saúde, maior grupo empresarial de saúde verticalizado do Rio de Janeiro, excelência no atendimento médico. E Vaio, empresa que preza pela inovação e alta performance de notebooks com processadores de última geração. Acesse: vaio.com.br/nautica.
Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp para receber as notificações da NÁUTICA Live.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Em qualquer conflito ou impasse, nada como um bom diálogo, em uma perspectiva reflexiva (em vez dos debates acalorados que acontecem nas redes sociais) para corrigir problemas. Foi o que fez o Grupo NÁUTICA, nesta quinta-feira, 07/05, ao promover uma live sobre o impacto do isolamento social no setor náutico. O encontro foi transmitido ao vivo no Youtube e no Facebook e teve mais de 1000 pessoas acompanhando simultaneamente.
O tema em debate, “Posso navegar? Sim ou não?”, é a grande pergunta que o setor náutico está se fazendo no momento. E o encontro permitiu exatamente isso: discutir os diversos cenários existentes e avaliar as oportunidades de um recomeço.
Com mediação da jornalista Millena Machado (ex-como apresentadora do programa Auto Esporte, da TV Globo), nossa live reuniu o Vice-Almirante Alexandre Cursinode Oliveira (Diretor de Portos e Costas da Marinha do Brasil); Ernani Paciornik (presidente do Grupo Náutica, um dos maiores empreendedores do setor no país);Roberto Justus (prefeito da cidade de Guaratuba/Paraná); Fernando Jordão (prefeito de Angra dos Reis); Bianca Colepicolo (Secretária de Desenvolvimento Econômico e do Turismo de Ilhabela); e Guilherme Westphal (navegador e prestador se serviços náuticos).
Qual o objetivo da live?
Ernani Paciornik abriu a NÁUTICA Live alertando que o grande objetivo da discussão seria encontrar uma saída, não só para a situação atual, mas também para o que pode vir pela frente. “Existem vários lados. Eu vejo o barco como uma solução, como um isolamento natural, assim como uma casa na fazenda, desde que organizada. Também é importante a sobrevivência do mercado, que é a sobrevivência das pessoas. Nosso objetivo é encontrar o equilíbrio”, afirmou o presidente do Grupo Náutica.
Ele defendeu o diálogo entre os setores público e privado para encontrar a melhor maneira de lidar com o que está acontecendo e trouxe exemplos de fora do país de como estão lidando com a situação. “A França permite acesso e controla a saída, no Canadá não tem restrições, nos Estados Unidos abriram alguns lugares, no Reino Unido, na Espanha e na Grécia estão fechadas. Se a gente encarar um barco para a família como um ônibus de turismo, a gente está errando. Tem muita gente que está fazendo a quarentena no barco, mas isso não quer dizer que vá descer na ilha ou em uma praia”, disse Ernani.
Luz no fim do túnel
Dá para resumir de modo preciso, conciso e rápido o resultado desse diálogo, que se estendeu por pouco mais de duas horas: há luz no fim do túnel. Sim, muito em breve, poderemos ter uma retomada da navegação em cidades que decretaram o fechamento de marinas e iates clubes.
A conclusão, otimista, pode ser extraída, por exemplo, da declaração da secretária de Turismo de Ilhabela, Bianca Colepicolo:
ILHABELA VAI DIALOGAR COM MARINAS E IATES CLUBES PARA REVER A ABERTURA PARA A NAVEGAÇÃO
Segundo a secretária, já há um entendimento de que o proprietário de barco deve ser tratado como proprietário de residência na ilha. “A prefeitura está preparando um procedimento para receber as pessoas de uma forma segura, que não coloque ninguém em risco, que é para evitar o colapso do sistema de saúde. A operacionalização das coisas está sendo preparada. Na hora que as equipes de saúde autorizarem, a gente dá mais um passinho”, disse.
“Mas os donos de marinas e comodoros de iates clubes devem ser co-responsáveis, quando a gente tiver essa proposta de navegação”, ressalta Bianca. “Porque as prefeituras não têm pernas para fiscalizar tudo ao mesmo tempo. Precisamos de parcerias para que as regras que venham a ser combinadas possam ser cumpridas”, completou a secretária, que ainda destacou que colocar medidas em prática é difícil porque sempre vai desagradar alguém. “Tem a pessoa que vai respeitar as regras e vai ter quem vai desrespeitar. No caso de agora, não adianta punir. Uma pessoa que desrespeita a regra leva o prejuízo para a sociedade inteira. Uma multa não paga isso”.
De acordo com a secretária, a atuação do arquipélago vai ao encontro das medidas tomadas pelo Governo do Estado de São Paulo, visando evitar a circulação de pessoas e a prefeitura comemora o resultado. “A gente tem que fazer as coisas com responsabilidade e diálogo. Ilhabela comemora os resultados que teve até hoje. Enquanto os casos crescem exponencialmente, a gente não tem tido esse resultado negativo”, enfatizou.
Angra dos Reis: marinas abertas
O prefeito de Angra dos Reis, Fernando Jordão, explicou que autorizou o funcionamento das marinas, impondo restrições apenas às embarcações de turismo. Apesar da flexibilização, o coronavírus não avançou de forma significativa sobre a população do município, de 204 mil habitantes. “Angra foi uma das primeiras cidades do Brasil a montar sua própria estrutura para enfrentar a pandemia. Montamos na Santa Casa 100 leitos, com 40 respiradores. Hoje, 28% desses leitos estão sendo ocupados. Além dessa estrutura, montamos oito tendas, inclusive uma em Abraão, na Ilha Grande, para receber todas as pessoas sintomáticas do coronavírus. Se nós chegarmos a 50% da curva de inflexão, não tenham dúvidas de que vamos tomar medidas mais restritivas. Já se a curva cair, teremos outras flexibilidades”, afirmou.
Por sua vez, o prefeito Roberto Justus, de Guaratuba — cidade que impôs restrições de navegação em suas baias e rios, para evitar a disseminação do coronavírus — afirmou que a conversa com outros gestores, como o prefeito de Angra dos Reis, trouxe novos elementos que permitem repensar a estratégia adotada até agora.
“O caminho para isso (a retirada das restrições de navegação) é o diálogo”, disse ele. Nesse sentido, ele fez um apelo para que as lideranças do setor — gestores de marinas, usuários de barcos, prestadores de serviço náutico — se organizem e levem uma proposta à prefeitura. “Aí, a prefeitura vai avaliar, vai discutir com o Ministério Público e com os responsáveis pelo Saúde, para ver até onde a gente consegue conciliar o combate à Covid-19 e os direitos individuais. Isso tudo num ambiente saudável, sem ofensas nem revanchismos. Nem um gestor tem prazer em impedir a navegação, ainda mais em uma cidade turística”.
E o que diz a Marinha?
Para o vice-almirante Alexandre Cursino de Oliveira, Diretor da Diretoria de Portos e Costas, segurança é a palavra chave para se encontrar uma solução eficiente. “Durante os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, nós conseguimos interditar a Baía de Guanabara, no fim da tarde, permitindo a entrada de navios mercantes, para abastecer a cidade, e, ao mesmo tempo, durante o dia, garantir a realização das regatas e a navegação dos barcos menores”, lembrou, dando um exemplo de coordenação bem sucedida. “Então, a minha sugestão é que utilizem as ferramentas que já existem, como o Conselho de Assessoramento, cuja principal mensagem é de educação. É com a participação de todos, tendo em mente em caráter educativo, é que teremos o equilíbrio necessário para usufruir o prazer de navegar”.
Por parte da autoridade marítima, não existe proibição à navegação
Vale lembrar que a imposição de medidas restritivas à circulação de barcos no ambiente marítimo é atribuição da Marinha, por meio de suas Capitanias, e da União. Mas, como explica o Diretor da Diretoria de Portos e Costas, a autoridade marítima não impôs nenhum tipo de restrição à navegação.
“Pelo ponto de vista da Autoridade Marítima, não há proibição para a navegação. Através das 67 capitanias, delegacias e agências que temos espalhadas pelo país, do Oiapoque ao Chuí, do Pantanal ao Oceano Atlântico, continuamos exercendo as nossas atribuições. Mas, se as embarcações atenderem as condições de segurança, não estamos proibindo a navegação nem aplicando multas por isso”, garante o vice-almirante. Mas, o contexto da navegação não abrande só a água. Também passa por terra. E aí esbarra no poder de prefeitos e governadores de impedir a aglomeração de pessoas.
.
O impacto nos usuários
Guilherme Westphal é navegador e prestador de serviços náuticos. Proprietário de um veleiro clássico, de 1953, em Paraty, foi impedido de acessar seu barco tanto como cliente quanto como prestador de serviço, durante a pandemia. “Meu barco é um barco clássico de madeira, que sofre muito mais do que os barcos modernos. Então, eu queria ver se estava tudo em ordem, se não tinha nenhum risco, se as baterias estavam carregadas para as bombas de porão e tudo mais, e não pude acessar. Eram 7h da manhã, eu não ia ter contato com ninguém, mas quando eu estava dentro do barco fui solicitado a me retirar da marina”, relatou Guilherme.
Ele chegou a tentar explicar que seu barco não tem marinheiro e que ele apenas iria ver se estava tudo em ordem, funcionar os motores, mas não foi autorizado. “Eu entendo que é uma medida de restrição, mas aí bate um pouco com Marinha, prefeitura de Paraty, as marinas acabam se sentindo pressionadas a proibir porque sofrem algumas ameaças de perder seus alvarás. O poder público e o privado precisam dialogar para que se chegue em um equilíbrio”, afirmou.
Na próxima semana, acontecerá o segundo encontro NÁUTICA Live, no dia 12/05, às 19 horas, e irá debater: o que as medidas restritivas de acesso aos barcos vão impactar no setor náutico brasileiro? Para esse tema, convidamos donos de marinas, comodoros de tradicionais iates clubes e especialistas na área náutica.
Assista à primeira NÁUTICA Live na íntegra:
https://youtu.be/rXksUynRJYk
NÁUTICA Live tem o apoio de Assim Saúde, maior grupo empresarial de saúde verticalizado do Rio de Janeiro, excelência no atendimento médico. E Vaio, empresa que preza pela inovação e alta performance de notebooks com processadores de última geração. Acesse: vaio.com.br/nautica.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
A Azimut Yachts confirma o lançamento da versão 2020/2021 da Azimut 83. O modelo de 25,2 metros de comprimento ganhou janelas panorâmicas na suíte principal.
“Azimut Yachts é reconhecida pelas inovações que traz de forma constante ao mercado náutico em design, desempenho, aplicação de materiais, iluminação, tecnologia e outros aspectos. Faz alguns anos que a Azimut inseriu janelas inteiriças nos camarotes e que se tornaram uma tendência, inclusive, com a possibilidade de abertura. O grande diferencial na nova versão do iate Azimut 83 é o tamanho das janelas que praticamente cercam a suíte principal da embarcação”, explica o diretor da Azimut Yachts, Francesco Caputo.
“Além disso, a suíte principal da Azimut 83 está localizada na meia-nau, ou seja, na área mais ampla do iate no convés inferior, ocupando um espaço que supera os 20 m2. O objetivo é oferecer ao proprietário do barco vistas incríveis da navegação dentro de sua cabine, mais iluminação natural, sensação de amplitude do espaço e total segurança”, complementa o executivo.
A implantação de janelas amplas nessa área do barco, de forma eficiente e equilibrada, também demonstra a alta experiência da equipe de engenharia do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento italiano trazendo constantes tendências ao universo náutico. A Azimut 83 conta com as principais certificações internacionais de segurança.
Além da novidade, o modelo Azimut 83 impressiona por combinar o requinte interior de uma casa de luxo com áreas externas desenvolvidas para proporcionar momentos de relaxamento e diversão a bordo. O flybridge pode ser comparado a um SPA sobre as águas. Apenas essa área, localizada acima do convés principal, tem mais de 42 m2 e é totalmente mobiliada e equipada com produtos de design italiano. Tem opção de jacuzzi, lounges com espreguiçadeiras para banhos de sol e relaxamento, sofás para aproveitar a navegação, um espaço gourmet e até TV de 43 polegadas.
A área externa é ampla, sofisticada e inclui ainda o segundo posto de comando com modernos equipamentos de navegação. É protegida por hard top (teto solar retrátil) com acionamento elétrico, garantindo o uso de dia ou à noite. Em termos de ambientes externos, outros charmosos espaços de convivência também se destacam como: lounge de proa com solário, área gourmet com churrasqueira e plataforma submergível na praça de popa para mergulhos e banhos de sol.
Sala de estar, jantar, cozinha e central de comando, em seu interior, ganham vida, amplitude e elegância com o projeto desenvolvido pelo estúdio italiano Salvagni Architetti. Ele aproveitou da ampla iluminação natural, proporcionada pelas grandiosas janelas panorâmicas, para criar uma atmosfera elegante, confortável e conectada com o exterior e com as paisagens.
A decoração segue o estilo contemporâneo, com tonalidades claras e detalhes escuros, e acabamentos em alto brilho, que confere aconchego e ambientes intimistas sem perder a leveza e a suavidade. Detalhes e acabamentos de fino padrão em couro, tecido, madeira, espelhos e pedras nobres; mármore na cozinha e nos banheiros; eletrodomésticos de consagradas marcas mundiais; modernos equipamentos de navegação e sistemas de som; poltronas de couro ergonômicas nos postos de comando são mais características.
O iate tem quatro amplas suítes que podem acomodar até oito pessoas para pernoite, sendo que a suíte principal fica posicionada na meia-nau e ocupa toda a sua largura.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
O provedor de mídia interativa Social Navigator lançou um novo serviço que usa a digitalização 3D de alta resolução para criar um espaço virtual de interação com os clientes. O 3D Voyager (3DV) permite que as empresas interajam com os clientes praticamente como se estivessem realmente navegando em um novo barco, explorando a loja de um revendedor ou entrando em um estande marítimo.
A equipe de base regional do Social Navigator realizará varreduras em 360 graus de uma embarcação ou espaço, que serão programadas e prontas para serem compartilhadas com um link simples que pode ser incorporado no site da empresa. Esses espaços virtuais fornecem uma experiência 3D que permite que os espectadores interajam. O 3D Voyager também pode ser construído com pontos clicáveis, oferecendo a oportunidade de destacar os principais recursos e benefícios dentro do espaço para educar e divertir ainda mais o público.
“Os navegadores por natureza são mestres na adaptação à incerteza”, diz Kirsten Corrsen, do Social Navigator. “Durante esse período, todos nós contamos com novas tecnologias para interagir com nossos clientes e colegas de trabalho. Com o marketing digital e as mídias sociais no centro do Social Navigator, temos as ferramentas necessárias para criar a próxima evolução na experiência online de um cliente, além de um vídeo em etapas. As excursões 3DV oferecem a seus clientes e parceiros a experiência que eles precisam, convenientemente a partir da segurança de seu escritório ou casa”.
Outros benefícios do 3D Voyager incluem economia de custos, reduzindo as despesas de viagem e mantendo os requisitos atuais de distanciamento social, oferecendo aos clientes a capacidade de percorrer o espaço em seus próprios termos, sem a necessidade de visitar um local físico. As empresas podem se integrar ainda mais a ferramentas de rede populares, como o Zoom ou o Microsoft Teams, permitindo que a equipe de vendas atue como guias turísticos digitais para que os clientes os guiem pelo espaço virtual.
O serviço é considerado ideal para:
Fabricantes de barcos compartilhar novos modelos em detalhes com sua base de concessionárias;
Revendedores e corretores de barcos demonstrar listagens novas ou usadas de uma maneira que replique o “tamanho e a escala” de como é passear no barco real;
Fabricantes de acessórios marítimos duplicar seus estandes de feiras e fornecer aos clientes e seus clientes uma experiência de marca imersível e interativa;
Empresas de barcos fretados oferecer aos clientes a oportunidade de experimentar um barco antes de reservar e verificar se todos os detalhes se encaixam em suas preferências.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Na última segunda-feira (4), Portugal começou a reabrir algumas de suas principais atividades – passeios de barco, por exemplo, eram permitidos, mas apenas para esportes aquáticos, como vela e também pesca de lazer. Nesta quinta, 7 de maio, foi esclarecido que a navegação de recreio está permitida. Barcos de bandeira portuguesa e internacional, já em águas portuguesas, estão livres para circular. O afastamento normal e outras medidas preventivas são reguladas e devem ser respeitadas por todos.
As marinas também estão começando a voltar à normalidade, mas ainda estão esperando a abertura de outras operações, que deve ocorrer em 18 de maio, bem como os negócios de fretamento e outras atividades turísticas marítimas. As empresas estão ansiosas para reiniciar suas atividades e estão se preparando para a nova normalidade, que deve acontecer em breve.
Portugal está no topo da lista de países que melhor lidaram com a pandemia de Covid-19 e relatou que nunca excedeu a capacidade das unidades de terapia intensiva criadas em todo o país. Uma reação rápida da população às medidas adotadas pelo governo, com total apoio da oposição, juntamente com a equipe médica profissional, são as principais razões para os bons resultados.
Portugal está, agora, entrando na temporada de turismo e espera receber muitos turistas durante todo o verão. Lisboa, Porto Madeira e Algarve são os principais destinos listados.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Terminou na noite desta quarta-feira o II Virtual Skipper Brasil Cup, evento virtual online de Vela de Oceano do game Virtual Skipper, febre entre os amantes e praticantes do esporte que tem mais de 330 mil velejadores cadastrados no mundo todo.
O paulista de São Sebastião, Samuel Solano, Instrutor da Escola de Vela Lars Grael, em Ilhabela (SP), terceiro do ranking mundial na categoria Team Race do Virtual Skipper, fez uma fase final quase perfeita com o thinkinghard vencendo três das seis regatas e com 15 pontos com seu derrotou o chileno Luis Romero por um ponto. O gaúcho Otavio da Fonseca, com o Booma, fechou o pódio.
O evento contou com 47 velejadores de todo país mais Suécia e Argentina que competiram entre si na primeira semana separados em grupos. Os 16 melhores disputaram a Série Ouro nas regatas finais na segunda e na noite desta quarta-feira. Os demais foram divididos nas Séries Prata e Bronze. A Série Ouro teve as presenças do campeão mundial da classe Snipe em 2019, Henrique Haddad, o Gigante, que terminou em sétimo lugar no geral com o FullAHead. Gigante está em campanha Olímpica para disputar os Jogos Olímpicos de Tóquio na classe 470. Campeão Mundial dos Jogos Militares em 2011, Mário Trindade terminou em nono com o SuperMarioBRA e Pedro Trouche, campeão da Stars Sailors League em 2018 na classe Star, superando o multicampeão olímpico, Robert Scheidt, na campanha em Nassau, nas Bahamas, competição que reúne os dez melhores de cada classe na temporada. Trouche disputou o Virtual Skipper Brasil Cup com o Bolder53 e finalizou em 13º.
“Caí em um grupo com bons velejadores e não foi fácil, mas consegui dois bons resultados e no último dia velejei sem muita margem para erros na grande final”, disse Samuel que disputa o game Virtual Skipper desde 2008. Ele é instrutor da escola de vela de Lars Grael em Ilhabela (SP), juiz estadual em São Paulo e participa da comissão de regatas de expressão nacional. “No mar, velejo de monotipo, em diversas classes que a escola de vela dispõem, laser, dingue e snipe. Na vida real não sou competidor, no virtual tenho um perfil competidor pois consigo unir habilidades de Team Race, Match Race e Fleet e isso ajuda muito na hora de competir”.
“Para o último dia de regata tive que velejar no modo segurança, largar bem e correr menos riscos, pois já tinha um resultado alto que seria provavelmente meu descarte. Na primeira regata, larguei mau, mas passei por trás da flotilha e fui atrás do vento e acabei sendo premiado com boas rajadas e venci a regata. Na segunda regata, na condição de vento fraco, fiz uma largada linda e venci de ponta a ponta, assim assumindo a ponta do campeonato. Para a terceira e última da série eu velejei mais relaxado, até que larguei bem mas o vento, corrente e nervosismo me fizeram montar a primeira bóia entre os últimos e meu concorrente mais próximo para o título lá na frente, aí recuperei algumas posições e acabei em décimo, por sorte meu concorrente mais próximo foi sexto e no somatório levei a melhor por diferença de um ponto”, disse Samuel.
Francisco Freitas, gaúcho, membro do barco San Chico e medidor da ABVO (Associação Brasileira Veleiros de Oceano) comemorou a realização do evento e anunciou novas etapas e também o torneio dos campeões em dezembro, a ‘Star Sailors League’ do game. “Foi fora de série, todos elogiando, me esmerei na organização, e pro próximo será ainda melhor. Nosso evento não perde para nenhum internacional, nível técnico muito bacana, estou bem contente com o resultado, contou com transmissão ao vivo no Youtube, isso ajuda a divulgar a vela e vela virtual. Ideia é ter um campeonato por mês e dezembro ideia é ter os campeões ao longo do ano competindo entre si igual ao Star Sailors League com os dez melhores do ano e alguns convidados. Temos tempo para trabalhar, terá eliminatórias e um Match Race no final. Está dando resultado”.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
As opções de motorização com IPS 600 no modelo standard e o upgrade com IPS 650 continuam no portfólio do modelo da Sessa Marine New C44. A novidade é que, agora, o cliente também poderá optar pelo sistema centro-rabeta com dois motores D6 – 440 DPI.
Essa era uma solicitação que vinha sendo estudada pelo estaleiro, junto com a Volvo Penta, desde 2019, quando foi constatado um aumento de demanda, principalmente vinda de clientes e prospects que navegam em águas interiores ou rasas, que necessitam de um calado menor.
“Nossas embarcações sempre tiveram um desempenho excepcional com o sistema IPS, pois foram projetadas para esse sistema de propulsão. Para o lançamento da opção centro-rabeta, tivemos todo o cuidado para garantir que o desempenho seja mantido e que o cliente continue tendo uma experiência padrão Sessa Marine de navegação”, conta José A. Galizio Neto, presidente da Intech Boating.
A rabeta Aquamatic Volvo Penta D6-440/DPI é um conjunto totalmente integrado, alimentado por um motor diesel de 5,5 litros e seis cilindros em linha com galeria comum, comandos de válvulas duplos no cabeçote, turbo e supercompressor. Trabalhando em conjunto com o comando DPI DuoProp perfeitamente combinado, o pacote promete desempenho, baixas emissões, baixo consumo e conforto a bordo.
O comando possui deslocamento silencioso, com a capacidade de deslizar a embreagem e manobrar em baixa velocidade – o que aumenta o conforto a bordo e facilita as manobras.
O conjunto, assim como o sistema IPS, ainda permite a instalação de um conjunto exclusivo de recursos opcionais, como atracação com Joystick e o sistema Glass Cockpit, que os clientes da Sessa Marine tanto gostam.
Entre as vantagens da aplicação do sistema de propulsão centro-rabeta, o calado da embarcação fica menor, sendo possível utilizar a embarcação em locais mais rasos; este tipo de motor geralmente consegue proporcionar uma velocidade maior pelo fato do ângulo do trim ser ajustável; e, no caso da C44, ainda foi possível obter um maior espaço disponível na casa de máquinas, facilitando ainda mais o acesso para limpeza e manutenção.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
A empresa italiana de design Nuvolari Lenard concluiu recentemente o trabalho em um novo táxi aquático veneziano, cujo sistema de propulsão híbrido ajudará a preservar a cidade histórica através do uso de tecnologia sustentável.
A primeira unidade do táxi aquático de luxo de 14 lugares, Thunder, foi construída em Cantieri Vizianello, em Veneza, que desenvolveu o sistema de acoplamento mecânico e eletrônico do sistema híbrido. Após um período de teste de cerca de um ano, obteve a aprovação completa dos organismos de classificação. Portanto, agora é um produto comercializável e não mais um protótipo experimental.
“Esperamos que esse modelo progressivo de transporte na cidade mude a mentalidade das empresas de transporte historicamente conservadoras em Veneza”, diz Carlo Nuvolari, que fundou a empresa de design italiana ao lado do parceiro Dan Lenard.
“Como venezianos, Dan e eu sentimos uma forte conexão com a cidade e experimentamos em primeira mão os danos que estão sendo causados a suas estruturas delicadas, devido à poluição do ar e do ruído, além da erosão física”, explica ele. “Consideramos que era crucial resolver os problemas enfrentados em nossa bela e que Nuvolari Lenard estava bem posicionado para liderar a tarefa de encontrar uma solução, por meio de um projeto exclusivo dedicado a ajudar Veneza”.
Durante o Venice Boat Show de 2019, Nuvolari Lenard organizou um fórum para discutir possíveis projetos de uma embarcação híbrida de luxo que pudesse resolver o problema de poluição de Veneza. “A propulsão híbrida elétrica a diesel parecia ser a solução mais eficiente para os requisitos específicos de Veneza”, diz Nuvolari. “A vida útil curta da bateria é uma preocupação comum para muitos sistemas de propulsão híbrida, mas em Veneza os táxis aquáticos fazem viagens regulares ao aeroporto em águas abertas, onde viajam em velocidades mais altas usando diesel, o que dá tempo para as baterias recarregarem, mesmo que não completamente, para quando a embarcação retornar aos limites de baixa velocidade das vias navegáveis da cidade, momento em que consumirá apenas a energia elétrica armazenada. ”
A fim de respeitar a herança estilística dos táxis aquáticos clássicos pelos quais Veneza é famosa, o novo design utiliza materiais tradicionais de madeira com alguma modernização. Nuvolari Lenard diz que recebeu uma solicitação para que a embarcação de 9,2 metros seja usada como uma limusine para um cliente de superiate.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
A Comissão Nacional Grega para a Proteção da Saúde Pública anunciou que todos os barcos particulares de lazer e embarcações comerciais, independentemente da bandeira, estão proibidos de partir ou chegar ao território grego entre segunda-feira, 4 de maio, às 6h, e segunda-feira, 18 de maio, às 6h, para uso público por precaução.
Durante o período referido, essas embarcações só podem ser movimentadas nos seguintes casos:
Emergência e força maior relacionadas a danos mecânicos e outros motivos relacionados à segurança da navegação e à proteção do meio marinho;
Ensaios no mar, de acordo com as disposições em vigor e as ordens das autoridades portuárias relevantes;
O abastecimento de embarcações com combustível, água e provisões;
Estaleiros para reparo e execução de outras obras relacionadas. Após a conclusão das obras acima, é permitido navegar em viagens sem passageiros, seja para o porto de atracação ou para outro porto, responsabilidade do Comandante;
Serviço exclusivamente para os fins relacionados à segurança de infraestruturas críticas de energia do país.
O caso refere-se exclusivamente aos barcos de recreio comerciais da Lei 4256/2014 (A ’92).
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
O estaleiro francês Pogo Structures lançou uma nova versão de sua popular lancha LOXO 32, agora com motorização de popa. “Muitos navegadores pediram ao estaleiro para construir um LOXO 32 com mais potência do motor”, diz a empresa.
O novo LOXO 32 com motor de popa está disponível com um ou dois motores. Na versão original, ele vem com um motor de popa a diesel que promete baixo consumo de combustível.
“No casco, existem duas pequenas barbatanas para estabilidade e será capaz de pousar mais facilmente em todas as praias ou pequenos riachos com a base do motor elevada”, afirma a Pogo.
O interior é igual em todas as versões (diesel, elétrica e motor de popa), incluindo uma cozinha, banheiro e camas para quatro tripulantes. O posto de comando panorâmico pode acomodar piloto e co-piloto.
O motor de popa LOXO 32 também aumentou os volumes de armazenamento com generosas caixas de assento no cockpit. Um salão ao ar livre com bancos duplos também pode ser transformado em um terraço. Duas plataformas para acesso à água ou à doca estão situadas na popa.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Os navegadores do sul da Flórida superlotaram as marinas públicas quando as atividades na água foram retomadas neste fim de semana, embora com muito mais regras e restrições. Duas horas antes da abertura de várias marinas no Condado de Miami-Dade já haviam filas de barcos esperando e, em apenas algumas horas, a capacidade máxima obrigou as autoridades a fechar o acesso.
Entre as mudanças, os navegadores contaram com a polícia local estacionada nas entradas e saídas para monitorar e lembrá-los das novas regras de distanciamento social, que incluem a limitação do número de passageiros a não mais que 10, com base no tamanho da embarcação; permitindo que apenas um barco por vez saia da rampa; e o uso de uma cobertura facial, que pode ser máscara ou tecido que cubra sua boca e nariz, o tempo todo em terra e até o barco sair da marina.
Não serão permitidas jangadas, pois os barcos devem permanecer separados por 50 pés.
As longas filas e os novos procedimentos não pareciam incomodar os navegadores, muitos dos quais estavam fora d’água há um mês ou mais. Milton Tinoco esperou na fila por quatro horas para sair e pescar. “É para a segurança de todos, por isso não me incomoda. Você sabe, não importa que tenhamos que esperar. É com isso que temos que lidar agora ”, disse ele.
Passeios de barco estão entre as atividades que começam a retornar nas áreas onde foram restringidas. Embora, novos regulamentos e acesso variem de estado para estado, e diferentes jurisdições dentro dos estados.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Baseado no primeiro jet elétrico lançado na Austrália em 2015, o novo WaveFlyer, da australiana Eletro Nautic, não apenas é impulsionado por um motor elétrico como conjuga com a “energia limpa” um par de hidrofólios. Um casamento perfeito para uns – e estranho para outros.
Segundo Thomas Braunl, diretor da Eletro Nautic, o motor do jet é alimentado por baterias de íon-lítio, que transportam 2 kWh, com as quais é possível navegar por mais de 30 minutos, com dois passageiros a bordo.
Para quem não sabe, hidrofólios são pequenas “asas” submersas com as quais a embarcação se eleva acima da linha da água, aproveitando as leis da hidrodinâmica. A diminuição da resistência à água contra o casco permite à embarcação atingir velocidades superiores.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
A histórica redução do volume de água do Rio Paraná, com a estiagem que se prolonga e vem desde o início do verão, trouxe à tona, no último dia 28, um navio que naufragou no início dos anos 1900, na cidade de Corrientes, a 600 km de de Puerto Iguazú.
O barco fazia, no final do século 19 e início do século 20, o transporte de passageiros provenientes da Europa, entre o porto de Buenos Aires e os portos da província de Corrientes, entre eles o da cidade de mesmo nome.
Movido a vapor e com rodas de pás, o modelo do navio é semelhante àqueles que circulavam pelo rio Mississipi, nos Estados Unidos, também por aquela época. Hoje, essas embarcações ainda operam como atrações para os turistas que visitam o Rio Mississippi e alguns outros locais da região.
O navio encontrado em Corrientes está a apenas 30 centímetros de profundidade, por isso a Prefeitura Naval da Argentina delimitou a zona com boias, para evitar acidentes com os navios cargueiros que circulam por ali, mesmo com as dificuldades para a navegação provocadas pela baixa do Rio Paraná.
Segundo moradores, o barco tem uns 20 metros de comprimento. O naufrágio teria ocorrido numa noite de tempestade. Embora isso já fizesse parte do conhecimento dos moradores – inclusive qual era a região do acidente -, não se sabia o local exato do naufrágio.
Agentes da Prefeitura Naval fizeram filmagens do barco com um drone, enquanto mergulhadores retiraram a âncora e parte da hélice da embarcação.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Embora o plástico seja uma ameaça terrível à vida marinha, detectar a poluição causada por ele no oceano é um grande desafio. Isso porque os plásticos possuem diversas cores, dividem-se em tamanhos microscópicos e são feitos de vários produtos químicos. Além disso, soma-se o grande tamanho do oceano, no qual milhões de toneladas de plástico são descartadas anualmente.
Para que os esforços de limpeza e prevenção de poluição sejam direcionados de forma efetiva, é essencial identificar quais partes do oceano acumulam mais plástico. De acordo com uma pesquisa publicada recentemente no Scientific Reports, jornal científico da Nature Research, os satélites equipados com machine learning (aprendizado de máquina) podem estar preparados para rastrear a poluição causada por plásticos nos oceanos.
Um time de cientistas do Laboratório Marítimo de Plymouth, no Reino Unido, testou se os dados de satélites operados pela Agência Espacial Europeia poderiam ser analisados usando um algoritmo de machine learning treinado para detectar plástico. Os dois satélites Sentinel-2 usados na pesquisa foram equipados com sensores de instrumento multiespectral (MSI) de 12 bandas, que permitem uma resolução de 10 metros nos dados coletados. Com os esforços dos dois satélites combinados, as informações são armazenadas repetidamente em todos os locais costeiros do mundo entre cada 2 e 5 dias. Em outras palavras, todas as partes do mundo em que a terra encontra o mar são observadas e têm dados coletados entre 6 e 15 vezes por mês.
Entre outras coisas, os satélites coletam dados sobre sinais de luz. Com isso, os materiais podem ser distinguidos com base nos comprimentos de onda da luz que eles refletem. Enquanto a água limpa absorve a luz no infravermelho próximo (NIR, na sigla em inglês) para a faixa de luz infravermelha de ondas curtas (SWIR), materiais flutuantes como detritos naturais e plásticos refletem NIR. Essas diferenças na absorção de luz permitem que os satélites detectem objetos flutuantes do espaço.
Os sinais NIR de vários objetos flutuantes variam. Usando os dados do satélite, os pesquisadores treinaram um algoritmo de machine learning para identificar o sinal luminoso do plástico flutuante. Para isso, liberaram um flutuador de plástico na costa da Grécia e obtiveram os dados associados do sinal de luz dos satélites. Em seguida, usaram esses dados para ensinar o algoritmo a associar certos sinais de luz NIR com detritos plásticos flutuantes. Da mesma forma, o algoritmo também aprendeu a distinguir materiais naturais e plásticos, como algas, troncos e espumas marinhas.
Depois que o algoritmo foi instalado, os pesquisadores o testaram contra dados de satélite de águas costeiras em quatro lugares do mundo: Accra (Gana), Ilhas do Golfo (Canadá), Da Nanng (Vietnã) e Escócia (Reino Unido). No geral, o algoritmo detectou plástico com 86% de precisão e foi 100% preciso na análise dos dados das Ilhas do Golfo. Nada mal para os dados coletados a milhares de quilômetros de distância!
É importante ressaltar que esse algoritmo está equipado apenas para localizar grandes peças plásticas flutuantes. No entanto, é a partir desses “macroplásticos” flutuantes que muitos microplásticos prejudiciais se formam. Os resultados da pesquisa mostram que os dados de satélite combinados com algoritmos de machine learning podem ajudar no rastreamento e na limpeza da poluição por plásticos em todo o mundo.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
O estaleiro alemão Lürssen fez o lançamento técnico de seu mais novo superiate a motor em Rendsburg. Com 54 metros de comprimento, este é o menor modelo construído pela marca desde 1995, quando lançou Xenia (agora chamado Envy). A construção do modelo foi iniciada em 2018 e tem entrega prevista para 2021.
O projeto 13800 foi desenhado por dentro e por fora por Bannenberg & Rowell, conta com quatro conveses com com recursos adequados para toda a família e um interior detalhado com móveis personalizados fornecidos pela Pollaro.
Lürssen também está finalizando na fábrica Rendsburg o projeto de 87 metros Havaí, que foi desenhado no mesmo estúdio de Londres. Lançado no início deste ano, em janeiro, Havaí deve realizar testes no mar logo antes da entrega, no final deste ano.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Uma única abelha é um incômodo para um ser humano, mas um enxame delas pode ser letal. Com base nessa lógica, o Ministério da Defesa do Irã ocupou as águas do Golfo Pérsico com mais de uma dezena de barcos-patrulha conhecidos como “lanchas voadoras”, por atingirem velocidades superiores a 100 km/h.
A tática é atacar em ondas, interceptando os navios mais lentos (como um porta-aviões, por exemplo), com uso de armamento pesado ou mesmo em ataques suicidas no estilo kamikaze. E depois fugir rapidamente, para evitar retaliações.
Para isso, seus tripulantes dispõem de duas metralhadoras DShK de 12,7 mm (600 tiros por minuto e 2000 metros de alcance), dois mísseis anti-navio Nasr-1 (ogiva de 150 kg e mais de 30 km de alcance) e dois torpedos russos Shkval (velocidade: 360 km/h).
No ano passado, por exemplo, o navio de rastreamento americano USNS Invincible e três navios britânicos foram forçados a mudar de rumo no Estreito de Ormuz quando duas dessas lanchas iranianas se aproximaram. A prova de que tamanho não é documento.
Teerã percebeu que suas forças navais não têm capacidade de sobrevivência ou poder de fogo para enfrentar os adversários em um confronto direto. Por isso, decidiu se apoiar na geografia rasa e confinada do Golfo Pérsico e, especialmente, no ponto de estrangulamento do Estreito, apenas 29 quilômetros de costa a costa, para lançar ataques com essas lanchas.
Calcula-se que nada menos que três esquadrões como esse, com 11 lanchas batizadas de Seraj-1, IPS-18 e Zalfaqar.75, estão sob comando da Marinha da Guarda Revolucionária Iraniana.
Nos Estados Unidos, o Pentágono está bem ciente do perigo que os enxames do Irã representam e está desenvolvendo novas armas para combatê-los, incluindo pequenos foguetes guiados por precisão e até lasers.
O curioso nesse tipo de lancha — capaz de escapar de radares e ser usada nas missões de patrulha e reconhecimento — é sua origem: a Seraj-1 é uma cópia da lancha britânica Bladerunner 51, projetada pela Ice Marine, que em 2005 estabeleceu o recorde de velocidade da “Round Britain”, completando a circum-navegação de 1691 milhas com uma velocidade média de 53,5 nós, com 72 nós de máxima.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Com a intenção de conter o avanço do novo coronavírus, prefeituras de várias cidades brasileiras baixaram decretos, no fim de março, fechando marinas e iates clubes, bem como proibindo a navegação de barcos de esporte e recreio em suas águas.
Tais medidas, naturalmente, geraram contestação da comunidade náutica. Afinal, medidas restritivas à circulação de barcos no ambiente marítimo é atribuição da Marinha do Brasil, por meio de suas Capitanias.
Diante do conflito, a questão foi parar no Supremo Tribunal Federal, que em abril decidiu que governadores e prefeitos podem determinar medidas restritivas durante a pandemia, definindo quais atividades serão suspensas.
Mas, será que de sair de barco com a família para o mar ou uma represa significa infringir a quarentena? Qual o impacto dessas medidas no setor náutico e para os donos de barcos? Como conciliar a navegação de lazer com o combate ao Covid-19?
Para debater tais medidas, tirar dúvidas dos donos de barcos e apontar soluções e alternativas, NÁUTICAreunirá autoridades públicas, empresários do setor náutico e usuários de barcos em dois encontros ao vivo transmitidos simultaneamente no YouTubee no Facebook. Será o maior debate náutico ao vivo da internet brasileira.
No primeiro encontro, dia 07/05, às 19 horas, NÁUTICA Live reunirá o diretor de Portos e Costas da Marinha do Brasil, Vice-Almirante Alexandre Cursino, especialistas do mercado e líderes de cidades náuticas para responder: pode navegar? Sim ou não?
Na sequência, dia 12/05, às 19 horas, o segundo encontro NÁUTICA Live, que irá debater: o que as medidas restritivas de acesso aos barcos vão impactar no setor náutico brasileiro? Para esse tema, convidamos donos de marinas, comodoros de tradicionais iates clubes e especialistas na área náutica.
Anote na agenda: na próxima quinta-feira, 07 de maio de 2020, às 19 horas, com transmissão ao vivo e simultânea pelo Facebook e YouTube de NÁUTICA.
Pode navegar? Sim ou não?
Para responder a essa polêmica, NÁUTICA reunirá autoridades, especialistas no mercado e líderes de cidades náuticas. Veja as presenças confirmadas:
Ernani Paciornik Presidente do Grupo Náutica É um dos maiores empreendedores do setor náutico no Brasil. Com mais de 40 anos produzindo conteúdo na área náutica, o empresário também promove o São Paulo Boat Show e o Rio Boat Show, maiores plataformas de negócios náuticos da América Latina.
Vice-Almirante Alexandre Cursino de Oliveira Diretor de Portos e Costas da Marinha do Brasil Com uma longa carreira na Marinha do Brasil, que teve início em 1987 como guarda-marinha e passagens como a direção da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, o Vice-Almirante Alexandre Cursino, mestre em Ciências Navais, é o novo Diretor de Portos e Costas da Marinha do Brasil, entidade responsável pela segurança do tráfego aquaviário, a prevenção da poluição hídrica e a salvaguarda da vida humana no mar.
Roberto Justus Prefeito de Guaratuba/Paraná O advogado curitibano Roberto Justus é o atual prefeito de Guaratuba, um balneário (com mar e baía, ou seja, água dos dois lados) no extremo sul do litoral do Paraná, que vive da agricultura (é o maior produtor de banana do Estado), da pesca artesanal e do turismo. Sua maior joia é a Baía de Guaratuba, com quase 50 quilômetros quadrados de área, onde deságuam 16 rios. Além de habitat natural da vida náutica, também é um santuário natural de várias espécies de aves e animais. Contra a disseminação do coronavírus, Justus proibiu o acesso, trânsito e permanência em todas as praias, faixas de areia, calçadões, baía e rios de Guaratuba, para qualquer finalidade, incluindo as práticas esportivas e o uso de barcos.
Fernando Jordão Prefeito de Angra dos Reis/Rio de Janeiro Fernando Jordão é natural de Angra dos Reis e entrou na vida pública após ter assumido a presidência do Iate Clube Aquidabã, de Angra. Está em seu terceiro mandato em Angra, considerada a capital náutica do Brasil, com uma das maiores concentrações de barcos de lazer do país. Para conter o coronavírus, a prefeitura de Angra emitiu um decreto suspendendo as atividades náuticas de lazer e de turismo em marinas, píer, atracadouros, assim como o trânsito marítimo de embarcações turísticas e de lazer por toda a extensão da Baía da Ilha Grande. Contudo, Jordão voltou atrás na decisão e alterou o decreto, liberando a navegação de barcos de esporte e recreio, desde que respeitando as regras de higiene determinadas pelas autoridades de saúde e a recomendação de evitar aglomerações.
Bianca Colepicolo Secretária de Desenvolvimento Econômico e do Turismo de Ilhabela Ex-secretária adjunta de Turismo do Estado de São Paulo, Bianca Colepicolo é mestre em comunicação, especialista em gestão pública e se preparou adicionalmente com cursos de relações públicas, marketing e design thinking para políticas públicas, sustentabilidade e cultura de paz e planejamento de turismo rural. Como medida de prevenção contra a proliferação do coronavírus na ilha, a Prefeitura de Ilhabela bloqueou a entrada de turistas no arquipélago.
Guilherme Westphal Navegador e prestador de serviços náuticos Velejador e prestador de serviços náuticos, Guilherme Westphal vive no setor desde que nasceu, há quase 30 anos. É proprietário de um veleiro clássico, de 1953, em Paraty, participa de competições a vela, como a Regata Recife-Noronha, e recentemente concluiu a travessia do Atlântico velejando. Durante a pandemia, Guilherme foi impedido de acessar seu barco, mantido em uma marina em Paraty, tanto como cliente quanto como prestador de serviço.
Agenda
19h00 Abertura e considerações iniciais Ernani Paciornik – Presidente do Grupo Náutica
Vice-Almirante Alexandre Cursino – Marinha do Brasil
Fernando Jordão – Prefeito de Angra dos Reis
Bianca Colepicolo – Secretária de Turismo Ilhabela
Roberto Justus – Prefeito de Guaratuba
Guilherme Westphal – Navegador e prestador de serviço 20h30 Previsão de término
Anote: próxima quinta-feira, 07 de maio de 2020, às 19 horas, com transmissão ao vivo e simultânea pelo Facebook e YouTube de NÁUTICA.
NÁUTICA Live tem o apoio de Assim Saúde, maior grupo empresarial de saúde verticalizado do Rio de Janeiro, excelência no atendimento médico. E Vaio, empresa que preza pela inovação e alta performance de notebooks com processadores de última geração. Acesse: vaio.com.br/nautica.
Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp para receber as notificações da NÁUTICA Live.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Última embarcação pilotada pelo eterno ídolo da Fórmula 1 Ayrton Senna, a lancha Joana II navega nas águas do Guarujá, como nos velhos tempos. Com os motores e a pintura originais, agora a lancha tem o primo de Senna no posto de comando.
A princípio, esta Panther 33 não tem nada diferente do que é possível encontrar em uma lancha desse modelo, fabricada na década de 1970 pela Intermarine. Porém, ela tem um diferencial: pertenceu ao gênio, herói e mito Ayrton Senna da Silva, piloto tricampeão da mais importante categoria do automobilismo.
E isso faz da Joana II uma lancha rara e muito especial até hoje. É um barco de valor histórico e — para seu atual proprietário, Fábio da Silva Machado —, sobretudo, sentimental.
Cultuador de uma vida simples e em contato com a natureza, Ayrton Senna costumava, quando adolescente, passar as férias em fazendas da família ou de amigos, no interior de São Paulo. Apesar das diversas temporadas nas praias de Ubatuba, no litoral paulista, a paixão pelo mar só ganhou força após ele já ser um piloto consagrado nas pistas de Fórmula 1.
Tudo começou em 1991, quando o piloto comprou, em Angra dos Reis, a casa de Antonio Carlos Almeida Braga — o Braguinha, ex-dono de uma das maiores seguradoras do Brasil, a Atlântica Seguros, empresa que se fundiu à Bradesco Seguros. Rapidamente — como seus carros nas pistas — o mar entrou na veia de nosso tricampeão. Para isso, teve peso decisivo a paixão despertada por uma lancha que fez parte do pacote de compra da casa: sim, a Joana II, que até hoje é usada pela família de Senna.
Construída em 1986, a lancha é mantida toda original, com dois motores diesel Volvo Penta AQAD-41 de 200 hp cada, acoplados a rabetas Duoprop — ou seja, com dupla propulsão (dois hélices em cada motor). Isso faz dela um barco tão veloz quanto o próprio ex-dono. Por muito tempo, a Panther 33 foi sinônimo de lancha offshore.
Nascida de um projeto importado da Inglaterra, das pranchetas de Colin Chapman (sim, o saudoso fundador da equipe Lotus, cujos carros foram pilotados por Emerson Fittipaldi e Ayrton Senna), este modelo de linhas esguias foi o primeiro esportivo a ser fabricado em série pela Intermarine na faixa dos 10 metros de comprimento. Também foi uma das primeiras offshore a navegar no Brasil — e a primeira a conquistar os corações dos pilotos.
Quanto à Joana II, seu primeiro e famoso dono a batizou com o nome da filha caçula — Joana de Almeida Braga, ex-mulher de Arnon de Mello Neto, filho do ex-presidente Fernando Collor.
Até então, essa era apenas uma lancha de lazer. O que a transformou no mais famoso barco de Angra foi justamente o fato de Ayrton Senna ter se tornado o seu capitão, em 1991, quando, cansado de uma rotina em que não havia lugar para o descanso, decidiu pôr um pouco de água do mar em sua vida.
Nos negócios, nas pistas e na vida, Senna sempre foi muito exigente. Durante dez anos, sua vida foi praticamente dedicada apenas ao trabalho. Sempre que estava em São Paulo ele aparecia no seu escritório, instalado em um prédio no bairro de Santana. Muitas vezes ficava até depois do expediente, despachando com o primo Fábio. A Ayrton Senna Promoções e Empreendimentos, holding dos negócios do piloto, era parceira comercial de meia dúzia de empresas. Senna entrava com parte do investimento e com o nome. Arriscou-se até a construir barcos.
Mas Senna queria ter mais tempo para descansar e se divertir. Quando assinou contrato com a McLaren, por exemplo, exigiu que fosse incluída uma cláusula nova: a garantia de dois meses de férias por ano. Três anos depois, essas férias ganharam um destino certo: Angra dos Reis, ao lado da família, dos jets e da lancha Joana.
A casa que comprou nas águas da Baía da Ilha Grande, onde passou a curtir os intervalos entre as temporadas de Fórmula 1, parece ter sido cuidadosamente planejada para ele.
Construída em madeira, com paredes de vidro que se abrem para o mar, tem piscina, quadra de tênis, dois heliportos, áreas de lazer, píer e uma garagem própria para a lancha Joana. “É o paraíso na terra”, definiu o próprio piloto. Era ali, em frente à Ilha Grande, que Senna fazia suas sessões de musculação e corria na areia escaldante — tão insuportável como o calor a que teve de se habituar no cockpit dos carros de Fórmula 1.
“Obsessivo pelo trabalho, Senna era também louco pelo movimento, pela velocidade e por todo tipo de esporte que pudesse lhe provocar vertigens. Detestava ficar parado. Corria e fazia exercícios de musculação para manter a forma física”, conta o engenheiro Fábio da Silva Machado, primo em primeiro grau de Ayrton e ex-diretor da empresa de licenciamentos da marca Senna.
Apesar da diferença na idade, de dez anos, crescemos juntos em São Paulo. Fui uma espécie de irmão mais velho dele – Fábio da Silva Machado
Até aí, Senna estava trabalhando. Nas horas de folga, divertia-se praticando esqui e andando de jet, além de levantar voo com seu avião ou helicóptero e de pilotar a Joana II ao lado dos amigos e das belas mulheres de que vivia cercado. No rol dos amigos que estiveram a bordo da Joana, incluem-se parceiros de dentro e fora das pistas, como o austríaco Gerhard Berger, o inglês Ron Dennis e o apresentador Galvão Bueno.
Após a morte de Ayrton, em 1994, durante o GP de San Marino, na Itália, seus pais e irmãos optaram por usar a A.S Atalanta — barco que Senna não chegou a navegar — e não usar mais a Joana. Daí em diante, a lancha passou para as mãos de seu primo-quase-irmão Fábio, que não só guardou (muito bem, por sinal) esta relíquia náutica, como a usou desde então, como o barco de passeio da família.
Poucos sabem que a Joana foi o principal barco de lazer do Senna. Felizmente, ela continua na família
Atualmente, o barco fica em uma marina no Guarujá, em São Paulo, e ainda mantém todos os detalhes originais da época em que era pilotado por Ayrton. A pintura do casco é a mesma. Os velhos motores Volvo, um dos melhores da marca até hoje, apenas recebem manutenção periódica.
A cabine, que chegou a abrigar Senna por algumas noites no Saco do Céu, na Ilha Grande, continua impecável. “Até os estofados dos bancos e do solário permanecem iguais”, garante Fábio, que aprendeu a gostar de barcos com o primo.
“A Joana é especial. Foi minha estreia em náutica e o único barco que tive até hoje”, diz, professando amor eterno pela lancha de nosso eterno ídolo.
Intermarine Panther 33: receita perfeita de um casco navegador
Um dos símbolos de uma época em que as velozes lanchas offshore exerciam uma atração irresistível sobre o consumidor brasileiro — do início dos anos 1970 até por volta de 1995, quando as vendas entraram em franco declínio — a Panther 33, construída pela Intermarine, nasceu de um projeto importado da Inglaterra e teve seu reinado na década de 1970.
Seu casco era tão bom que, nos anos seguintes, deu origem a outro sucesso da Intermarine: a Cigarette 36, projeto totalmente nacional — baseado, apenas, nas mitológicas Cigarettes americanas — e que vendeu mais de 500 unidades, até ser retirado do mercado, em 1995.
O segredo de seu sucesso? O casamento perfeito de um casco navegador com o motor Volvo Penta de 165 hp, que não andava tanto assim (40 nós de velocidade máxima), mas que, em compensação, não quebrava nunca. Até hoje o barco tem uma legião de aficionados e, consequentemente, seu valor comercial é elevado, por conta da confiabilidade de sua mecânica.
Depois da Panther e da Cigarette, a Intermarine continuou reinando no segmento das offshore com a Scarab 38, a Cougar 42 e a Excalibur 45.
Depois de alguns anos sem fabricar nenhuma lancha de alta performance, a Intermarine voltou ao mercado nesse segmento com a Offshore 48, cujo casco foi herdado da Intermarine 46, depois com a Offshore 58, lanchas que impressionam tanto pela velocidade quanto pelo acabamento luxuoso. Se Senna estivesse vivo, certamente seria dono de uma.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Tragicamente, o tricampeão teve a vida interrompida um dia depois de o barco ser entregue em sua casa, em Angra dos Reis.
Com toques do tricampeão de F1 Ayrton Senna, o projeto da lancha Senna 417 (de 41,7 pés), iniciado em 1992, ficou pronto em 1994. Ayrton Senna, porém, jamais chegou a ver a lancha em ação. Isso porque a primeira unidade construída pelo estaleiro Fast especialmente para ele só atracou no píer de sua casa, em Angra dos Reis, na manhã do dia 30 de abril de 1994, um sábado.
Para os fãs do piloto, gênio das pistas, essa data já diz tudo: era a véspera do trágico acidente do GP de San Marino, no circuito italiano de Ímola — nosso herói das manhãs de domingo, então com 34 anos, pilotava sua Williams-Renault quando se chocou contra o muro de cimento da curva de Tamburello, na sétima volta.
Por viver viajando, por causa do intenso calendário das corridas, Ayrton deixou a irmã, Viviane Senna, encarregada de acompanhar de perto a construção da lancha. Mas eles trocavam ideias por telefone a respeito de certos detalhes, como as cores a serem aplicadas, obrigatoriamente alegres, e a escolha dos tecidos, com estampas de motivos marítimos.
O nome do barco, A.S. Atalanta, foi escolhido pelo próprio piloto: o A.S. são as iniciais de Ayrton Senna, é claro, enquanto o Atalanta (inspirado na mitologia grega) se refere a uma guerreira muito veloz que somente se casaria com um homem que a derrotasse em uma corrida. Já a decoração ficou a cargo de Ana Cláudia Moreno, especialista em projetos náuticos e decoração de barcos.
Viviane providenciou também a construção de uma rampa na casa de Angra, para que a lancha pudesse ser guardada em terreno seco. Ayrton queria deixar tudo pronto para estrear a A.S. Atalanta no verão de 1994/95, quando estaria de férias na Fórmula 1.
Vinte e seis anos depois, ninguém conseguiu esquecer aquela manhã de domingo. Já a lancha de 41,7 pés praticamente saiu de cena.
Registrada em nome da Ayrton Senna Promoções e Empreendimentos Ltda., a A.S. Atalanta permaneceu com a família do piloto até 2005, quando foi vendida a Sergio Assunção, da Infláveis Náutika, que por sua vez a repassou ao empresário Milton Minello, sócio do Iate Clube de Santos, que passou a navegar com ela pela região do Guarujá.
À época, impulsionada por dois motores Caterpillar 3208, de 435 hp cada, alcançou 32 nós (60 km/h) de velocidade máxima, uma boa marca para um barco que desloca 12 toneladas.
Entretanto, um dos motores apresentou um problema. Milton aproveitou para substituí-los por dois modelos Yanmar (reduzindo o peso da embarcação e melhorando ainda mais um pouco sua performance). Em seguida, o barco foi vendido para Ademar De Gerone.
A lancha estava com 450 horas de navegação e, com vários pequenos problemas internos, exigindo uma boa reforma, quando o atual proprietário, Wilson Ricardo Benatti, de 42 anos, entrou na história, em 2016.
“Comprei a embarcação para que meus pais, Wilson e Salete, e toda minha família pudessem curtir momentos especiais juntos”, recorda.
Wilson Ricardo Benatti: o atual dono da A.S. Atalanta
“Meu pai sempre foi fã do Senna. Me acordava para assistir as corridas e eu sempre amei a Fórmula 1. O Senna foi o maior de todos os tempos. Tenho várias fotos dele, inclusive que tirei no box enquanto ele observava sua Mclaren. Não perdia uma corrida em Interlagos”, conta Wilson, que mora em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, e nunca teve uma embarcação antes da A.S. Atalanta.
“Nossa família estava procurando uma lancha na faixa dos 42 pés para se iniciar no meio náutico. Não podia imaginar que nosso primeiro barco pudesse ser uma lancha feita especialmente para o Senna. Uma autêntica preciosidade”, diz ele, sem esconder o entusiasmo.
Antes de levá-la de volta à água, o que aconteceu no réveillon de 2017, em Angra dos Reis, Wilson deu uma geral no barco. “Troquei quase tudo: elétrica, hidráulica, os acabamentos de estofados, os carpetes, etc. Em resumo, eu fiz uma restauração caprichada, que custou 50% do valor que paguei na hora da compra. Só não mexi nos motores, que já haviam sido trocados por dois Yanmar de 480 hp”, lembra ele, que atualmente mantém a lancha baseada na Marina Astúrias, no Guarujá.
Além disso, a A.S. Atalanta ganhou no nome gravado no casco um adesivo com o duplo S do Senna, além de um capacete homologado pelo Instituto Ayrton Senna igualzinho ao do piloto, que ocupa lugar de honra no salão principal.
Se valeu o investimento? “Compensou, com juros e correção. A A.S. Atalanta é uma lancha única”, exalta Wilson.
NÁUTICA testou a lancha de Ayrton Senna em 1994
Projetada pelo norte-americano Tom Fexas, a A.S. Atalanta é uma lancha cabinada com flybridge, que leva 16 pessoas durante o dia e acomoda quatro em pernoite, em dois camarotes. Seu casco, porém, é do tipo esportivo, feita não com madeira revestida com fiberglass, mas sim com moldes únicos injetados com poliuretano.
Muito mais leve e resistente (imagine fazer uma prancha de surf mas com 42 pés de comprimento), executado por uma técnica que apenas hoje começa a ser utilizada pelos melhores estaleiros. O que demonstra a capacidade de visão, e de boa performance, uma exigência do piloto tricampeão mundial.
Tem linhas mais aerodinâmicas e limpas, sem acessórios que poderiam comprometer a estética. O guarda-mancebo, por exemplo, é baixo e se limita à proa do barco, o que facilita a movimentação em torno da casaria, embora, em contrapartida, não ofereça segurança para uma criança que se desloque até a proa.
A ideia do estaleiro Fast, depois de entregar a lancha de Ayrton Senna, era dar início à construção do modelo em série, em uma parceria com a Senna Promoções e Empreendimentos, tocada pelo irmão de Ayrton, Leonardo Senna, numa tentativa de expandir os negócios da família rumo ao mercado náutico.
Com a morte do piloto, o projeto foi abortado. Porém, outro estaleiro (a Cobra Náutica) adquiriu os moldes da Senna 417 e construiu outras quatro unidades, que até hoje circulam por nossas águas. Nenhuma com o valor histórico da A.S. Atalanta, a última paixão de Ayrton Senna.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Diante do cenário de quarentena, provocado pela pandemia da Covid-19, a BRP anunciou a ampliação da garantia em 90 dias para todas as linhas de jets Sea-Doo, além dos veículos Can-Am no Brasil.
A ação está relacionada aos produtos cuja garantia expira entre 15 de março e 30 de junho de 2020, e visa aumentar o prazo para que os clientes se beneficiem da garantia de seus produtos, nesse momento de contenção da proliferação do Coronavírus.
“Estamos vivendo um momento atípico, em que as rotinas dos nossos clientes foram impactadas. Por isso, a BRP decidiu ampliar esse prazo, para que os consumidores possam agendar os serviços com mais tranquilidade e aproveitar os benefícios da garantia, sem qualquer prejuízo, devido à quarentena. É uma forma da BRP contribuir com seus clientes para que possamos, juntos, passar por mais esse obstáculo”, comentou Fernando Alves, Gerente Comercial da BRP para o Brasil, citando a relação da ação do manifesto lançado pela BRP, recentemente.
A ação reuniu, em vídeo, embaixadores das marcas do BRP, clientes, colaboradores e o Presidente e CEO, José Boisjoli, em uma mensagem de união e de superação do momento. No Brasil, o manifesto de conexão entre pilotos e clientes recebeu a hashtag #PiloTamosJuntos. O vídeo pode ser visto nas redes sociais BRP ou clicando aqui.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Ícone da vela brasileira — ele foi o nosso primeiro medalhista de ouro em Jogos Olímpicos; em Moscou-1980, competindo na classe 470, subiu ao lugar mais alto do pódio ao lado de Marcos Soares —, Eduardo Penido está vivendo uma experiência diferente, por conta do coronavírus. Ao lado da também velejadora Inge Penido, com quem está casado há 35 anos, Eduardo velejava pelo Caribe quando foi surpreendido pelas medidas de isolamento anunciadas pelas autoridades de saúde para evitar a propagação da Covid-19.
Há mais de um mês, os dois estão confinados na marina do Yacht Club Port de Plaisance, em St. Maarten. Inicialmente, não podiam sequer sair do barco. Depois da quarentena de 14 dias, receberam autorização para circular pelo cais da marina, uma área de cerca de 500 metros de extensão. “St. Maarten é a nossa base no Caribe. É o terceiro ano que a gente vem pra cá. Mas, desta vez fomos pegos nessa confusão causada pela pandemia. Nenhum barco entra. Alguns até saem. Mas ainda há muitas ilhas que proíbem a entrada. Se sairmos, não poderemos voltar. Então, estamos esperando o tempo passar”, conta Eduardo.
A expectativa é de zarpar no fim de maio. Enquanto a hora de soltar as amarras não chega, eles se dividem entre as obrigações de velejadores (manutenção do barco) e os cuidados pessoais. “Nossa rotina consiste em fazer exercícios físicos pela manhã e em zelar pelo barco à tarde. O convés já está até gastando, de tanto a gente esfregar”, ri.
Com preparo físico privilegiado, Inge correu uma meia maratona no cais. “Ela fez 21 quilômetros, ao lado de tripulantes de um outro barco”, diz o medalhista olímpico. De sua parte, Eduardo se limita a caminhar. “Só temos um dia para sair da marina, que é segunda-feira, quando fazemos compras num mercado. Isso agora. Porque ficamos três semanas sem sair do barco. Para o pessoal que está fundeado, só resta ficar a bordo mesmo”, explica. O que serve de consolo é que a vista é maravilhosa. St. Maarten é uma ilha especial. Uma espécie de filial terrestre do paraíso celestial.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Pela primeira vez, o Palm Beach International Boat Show está saindo das docas e passando para as telas digitais. No próximo dia 14 de maio, a mostra on-line contará com cerca de 450 expositores, que apresentarão seus lançamentos, equipamentos marítimos, tecnológicos, etc, em sua própria plataforma da web, via www.pbboatshow.com. Por meio da plataforma on-line, os espectadores poderão fazer compras, visitar centenas de barcos novos e usados e se conectar com corretores e fabricantes.
Devido às medidas de segurança e as mais recentes restrições em torno da pandemia da Covid-19, os organizadores do evento não puderam continuar com o evento ao vivo. “Nos 35 anos de história do evento, nunca lidamos com uma situação como a atual pandemia de saúde. Embora o salão não ocorra mais em sua forma original, queríamos oferecer ao nosso público leal a oportunidade de ainda experimentar o show de barcos, embora virtualmente”, disse George Gentile, presidente da Marina Industries Association de Palm Beach County.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
O Grupo Ferretti reabriu todos os seus estaleiros localizados em Ancona, Mondolfo, Cattolica, Forlì, La Spezia, Sarnico. A retomada da atividade foi possibilitada pelos novos regulamentos e pela colaboração com instituições e sindicatos locais e nacionais, sancionados pelo protocolo assinado em 15 de abril. O protocolo aplica e fortalece as medidas preventivas estabelecidas por lei para todo retorno ao trabalho, reforçadas por medidas voluntárias adotadas pelo grupo para fortalecer a proteção de seus funcionários.
O Grupo Ferretti estenderá a todos os seus funcionários o bônus de produtividade, juntamente com o salário do mês de abril, ao qual será adicionado imediatamente o bônus de 100 euros previsto pelo Decreto-Lei 18/2020 que a companhia decidiu pagar antecipadamente a todos seus funcionários.
“Hoje é um bom dia para reabrir nossos estaleiros com segurança, graças ao compromisso de muitos que se preocupam com o pessoal do Grupo Ferretti. Gostaria de agradecer aos sindicatos, com quem estivemos desenvolvendo um protocolo de prevenção, e às instituições do governo”, comentou Alberto Galassi, CEO do Ferretti Group. “O Grupo Ferretti está retomando com segurança de onde parou”.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Um dos carros-chefe do estaleiro gaúcho Tethys Yachts, a lancha Tethys 31 Targa, apresentada durante o São Paulo Boat Show 2019, comemora neste mês a marca de oito unidades entregues no Brasil. A lancha foi entregue pela Náutica Castelinho, representante da marca em Igaratá, São Paulo.
Fabricada na cidade de Venâncio Aires, onde o estaleiro mantém uma unidade fabril com mais de 13 mil metros quadrados e produz outros cinco modelos de lanchas (37 HT, 41 Targa, 41 HT, 54 HT e 54 FLY), a Tethys 31 Targa, reconhecida pela sua qualidade de construção, é uma lancha de comando aberto que vem muito bem equipada de série, com gerador, ar, geladeira, fogão, churrasqueira e outros itens de conforto, e é elogiada pelos amplos espaços internos.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
Com a promessa de oferecer algo diferente para a indústria náutica, o designer Sakari Mattila decidiu criar um estaleiro, o Saxdor Yachts, com sede na cidade de Espoo, na Finlândia. E construir vários modelos de barcos, de 20 a 30 pés de comprimento.
O objetivo, segundo ele, é criar um barco para cada bolso. O primeiro lançamento é esse aqui: o Saxdor 200 SPORT, de 20 pés, que, na definição de Mattila, passa a ocupar uma categoria nova: a das “scooter da água”.
Como é que é? Simples: uma combinação de lancha com jet. Ou: “A conveniência e facilidade de pilotar de um jet com o conforto e a segurança de uma lancha compacta”, como explicou o próprio designer finlandês.
Com 5,94 metros de comprimento e 2,29 m de boca, o Saxdor 200 Sport pesa 700 quilos (sem o motor), tem um grande convés de proa e, na versão padrão, vem com um banco de três lugares (assentos individuais em linha indiana, semelhante a uma scooter ou a um jet).
Já na “versão lancha”, de quatro lugares, o banco em linha é substituído por dois, ambos com assentos duplos, um no comando e outro logo atrás. No teto, tanto em um modelo como em outro, o estaleiro oferece as opções de targa, bímini ou T-top.
Na motorização, o Saxdor 200 Sport vem equipado com um Mercury de 100 hp, com o qual atinge 34 nós de velocidade máxima. O preço? Cerca de € 22 000. Para quem deseja mais desempenho, o estaleiro oferece o modelo Saxdor 200 Pro Sport, com 170 hp de potência, que pode alcançar até 45 nós, segundo o estaleiro.
Apesar de já estar à venda, o barco só será lançado oficialmente em setembro, no Cannes Yachting Festival 2020.
Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
A NÁUTICA usa cookies para proporcionar a melhor experiência possível em nosso portal. Ao utilizar o nautica.com.br você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para mais informações sobre como isso funciona, clique em "Política de privacidade".OkPolítica de Privacidade