Pode navegar: sim ou não? NÁUTICA Live reunirá autoridades para debater polêmica

Por: Redação -
02/05/2020

Com a intenção de conter o avanço do novo coronavírus, prefeituras de várias cidades brasileiras baixaram decretos, no fim de março, fechando marinas e iates clubes, bem como proibindo a navegação de barcos de esporte e recreio em suas águas.

Tais medidas, naturalmente, geraram contestação da comunidade náutica. Afinal, medidas restritivas à circulação de barcos no ambiente marítimo é atribuição da Marinha do Brasil, por meio de suas Capitanias.

Diante do conflito, a questão foi parar no Supremo Tribunal Federal, que em abril decidiu que governadores e prefeitos podem determinar medidas restritivas durante a pandemia, definindo quais atividades serão suspensas.

Mas, será que de sair de barco com a família para o mar ou uma represa significa infringir a quarentena? Qual o impacto dessas medidas no setor náutico e para os donos de barcos? Como conciliar a navegação de lazer com o combate ao Covid-19?

Para debater tais medidas, tirar dúvidas dos donos de barcos e apontar soluções e alternativas, NÁUTICA reunirá autoridades públicas, empresários do setor náutico e usuários de barcos em dois encontros ao vivo transmitidos simultaneamente no YouTube e no Facebook. Será o maior debate náutico ao vivo da internet brasileira.

No primeiro encontro, dia 07/05, às 19 horas, NÁUTICA Live reunirá o diretor de Portos e Costas da Marinha do Brasil, Vice-Almirante Alexandre Cursino, especialistas do mercado e líderes de cidades náuticas para responder: pode navegar? Sim ou não?

Na sequência, dia 12/05, às 19 horas, o segundo encontro NÁUTICA Live, que irá debater: o que as medidas restritivas de acesso aos barcos vão impactar no setor náutico brasileiro? Para esse tema, convidamos donos de marinas, comodoros de tradicionais iates clubes e especialistas na área náutica.

Anote na agenda: na próxima quinta-feira, 07 de maio de 2020, às 19 horas, com transmissão ao vivo e simultânea pelo Facebook e YouTube de NÁUTICA.

Pode navegar? Sim ou não?

Para responder a essa polêmica, NÁUTICA reunirá autoridades, especialistas no mercado e líderes de cidades náuticas. Veja as presenças confirmadas:

Ernani Paciornik
Presidente do Grupo Náutica
É um dos maiores empreendedores do setor náutico no Brasil. Com mais de 40 anos produzindo conteúdo na área náutica, o empresário também promove o São Paulo Boat Show e o Rio Boat Show, maiores plataformas de negócios náuticos da América Latina.

Vice-Almirante Alexandre Cursino de Oliveira
Diretor de Portos e Costas da Marinha do Brasil
Com uma longa carreira na Marinha do Brasil, que teve início em 1987 como guarda-marinha e passagens como a direção da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, o Vice-Almirante Alexandre Cursino, mestre em Ciências Navais, é o novo Diretor de Portos e Costas da Marinha do Brasil, entidade responsável pela segurança do tráfego aquaviário, a prevenção da poluição hídrica e a salvaguarda da vida humana no mar.

Roberto Justus
Prefeito de Guaratuba/Paraná
O advogado curitibano Roberto Justus é o atual prefeito de Guaratuba, um balneário (com mar e baía, ou seja, água dos dois lados) no extremo sul do litoral do Paraná, que vive da agricultura (é o maior produtor de banana do Estado), da pesca artesanal e do turismo. Sua maior joia é a Baía de Guaratuba, com quase 50 quilômetros quadrados de área, onde deságuam 16 rios. Além de habitat natural da vida náutica, também é um santuário natural de várias espécies de aves e animais. Contra a disseminação do coronavírus, Justus proibiu o acesso, trânsito e permanência em todas as praias, faixas de areia, calçadões, baía e rios de Guaratuba, para qualquer finalidade, incluindo as práticas esportivas e o uso de barcos.

Fernando Jordão
Prefeito de Angra dos Reis/Rio de Janeiro
Fernando Jordão é natural de Angra dos Reis e entrou na vida pública após ter assumido a presidência do Iate Clube Aquidabã, de Angra. Está em seu terceiro mandato em Angra, considerada a capital náutica do Brasil, com uma das maiores concentrações de barcos de lazer do país. Para conter o coronavírus, a prefeitura de Angra emitiu um decreto suspendendo as atividades náuticas de lazer e de turismo em marinas, píer, atracadouros, assim como o trânsito marítimo de embarcações turísticas e de lazer por toda a extensão da Baía da Ilha Grande. Contudo, Jordão voltou atrás na decisão e alterou o decreto, liberando a navegação de barcos de esporte e recreio, desde que respeitando as regras de higiene determinadas pelas autoridades de saúde e a recomendação de evitar aglomerações.

Bianca Colepicolo
Secretária de Desenvolvimento Econômico e do Turismo de Ilhabela
Ex-secretária adjunta de Turismo do Estado de São Paulo, Bianca Colepicolo é mestre em comunicação, especialista em gestão pública e se preparou adicionalmente com cursos de relações públicas, marketing e design thinking para políticas públicas, sustentabilidade e cultura de paz e planejamento de turismo rural. Como medida de prevenção contra a proliferação do coronavírus na ilha, a Prefeitura de Ilhabela bloqueou a entrada de turistas no arquipélago.

Guilherme Westphal
Navegador e prestador de serviços náuticos
Velejador e prestador de serviços náuticos, Guilherme Westphal vive no setor desde que nasceu, há quase 30 anos. É proprietário de um veleiro clássico, de 1953, em Paraty, participa de competições a vela, como a Regata Recife-Noronha, e recentemente concluiu a travessia do Atlântico velejando. Durante a pandemia, Guilherme foi impedido de acessar seu barco, mantido em uma marina em Paraty, tanto como cliente quanto como prestador de serviço.

Agenda

19h00 Abertura e considerações iniciais
Ernani Paciornik – Presidente do Grupo Náutica
Vice-Almirante Alexandre Cursino – Marinha do Brasil
Fernando Jordão – Prefeito de Angra dos Reis
Bianca Colepicolo – Secretária de Turismo Ilhabela
Roberto Justus – Prefeito de Guaratuba
Guilherme Westphal – Navegador e prestador de serviço
20h30  Previsão de término

Anote: próxima quinta-feira, 07 de maio de 2020, às 19 horas, com transmissão ao vivo e simultânea pelo Facebook e YouTube de NÁUTICA.

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    Última lancha de Ayrton Senna, Joana II navega até hoje e continua na família do piloto

    Por: Otto Aquino -
    01/05/2020

    Última embarcação pilotada pelo eterno ídolo da Fórmula 1 Ayrton Senna, a lancha Joana II navega nas águas do Guarujá, como nos velhos tempos. Com os motores e a pintura originais, agora a lancha tem o primo de Senna no posto de comando.

    A princípio, esta Panther 33 não tem nada diferente do que é possível encontrar em uma lancha desse modelo, fabricada na década de 1970 pela Intermarine. Porém, ela tem um diferencial: pertenceu ao gênio, herói e mito Ayrton Senna da Silva, piloto tricampeão da mais importante categoria do automobilismo.

    E isso faz da Joana II uma lancha rara e muito especial até hoje. É um barco de valor histórico e — para seu atual proprietário, Fábio da Silva Machado —, sobretudo, sentimental.

     

    Cultuador de uma vida simples e em contato com a natureza, Ayrton Senna costumava, quando adolescente, passar as férias em fazendas da família ou de amigos, no interior de São Paulo. Apesar das diversas temporadas nas praias de Ubatuba, no litoral paulista, a paixão pelo mar só ganhou força após ele já ser um piloto consagrado nas pistas de Fórmula 1.

    Tudo começou em 1991, quando o piloto comprou, em Angra dos Reis, a casa de Antonio Carlos Almeida Braga — o Braguinha, ex-dono de uma das maiores seguradoras do Brasil, a Atlântica Seguros, empresa que se fundiu à Bradesco Seguros. Rapidamente — como seus carros nas pistas — o mar entrou na veia de nosso tricampeão. Para isso, teve peso decisivo a paixão despertada por uma lancha que fez parte do pacote de compra da casa: sim, a Joana II, que até hoje é usada pela família de Senna.

     

    Construída em 1986, a lancha é mantida toda original, com dois motores diesel Volvo Penta AQAD-41 de 200 hp cada, acoplados a rabetas Duoprop — ou seja, com dupla propulsão (dois hélices em cada motor). Isso faz dela um barco tão veloz quanto o próprio ex-dono. Por muito tempo, a Panther 33 foi sinônimo de lancha offshore.

    Nascida de um projeto importado da Inglaterra, das pranchetas de Colin Chapman (sim, o saudoso fundador da equipe Lotus, cujos carros foram pilotados por Emerson Fittipaldi e Ayrton Senna), este modelo de linhas esguias foi o primeiro esportivo a ser fabricado em série pela Intermarine na faixa dos 10 metros de comprimento. Também foi uma das primeiras offshore a navegar no Brasil — e a primeira a conquistar os corações dos pilotos.

     

    Quanto à Joana II, seu primeiro e famoso dono a batizou com o nome da filha caçula — Joana de Almeida Braga, ex-mulher de Arnon de Mello Neto, filho do ex-presidente Fernando Collor.

     

    Até então, essa era apenas uma lancha de lazer. O que a transformou no mais famoso barco de Angra foi justamente o fato de Ayrton Senna ter se tornado o seu capitão, em 1991, quando, cansado de uma rotina em que não havia lugar para o descanso, decidiu pôr um pouco de água do mar em sua vida.

    Nos negócios, nas pistas e na vida, Senna sempre foi muito exigente. Durante dez anos, sua vida foi praticamente dedicada apenas ao trabalho. Sempre que estava em São Paulo ele aparecia no seu escritório, instalado em um prédio no bairro de Santana. Muitas vezes ficava até depois do expediente, despachando com o primo Fábio. A Ayrton Senna Promoções e Empreendimentos, holding dos negócios do piloto, era parceira comercial de meia dúzia de empresas. Senna entrava com parte do investimento e com o nome. Arriscou-se até a construir barcos.

     

    Mas Senna queria ter mais tempo para descansar e se divertir. Quando assinou contrato com a McLaren, por exemplo, exigiu que fosse incluída uma cláusula nova: a garantia de dois meses de férias por ano. Três anos depois, essas férias ganharam um destino certo: Angra dos Reis, ao lado da família, dos jets e da lancha Joana.

     

    A casa que comprou nas águas da Baía da Ilha Grande, onde passou a curtir os intervalos entre as temporadas de Fórmula 1, parece ter sido cuidadosamente planejada para ele.

    Construída em madeira, com paredes de vidro que se abrem para o mar, tem piscina, quadra de tênis, dois heliportos, áreas de lazer, píer e uma garagem própria para a lancha Joana. “É o paraíso na terra”, definiu o próprio piloto. Era ali, em frente à Ilha Grande, que Senna fazia suas sessões de musculação e corria na areia escaldante — tão insuportável como o calor a que teve de se habituar no cockpit dos carros de Fórmula 1.

     

    “Obsessivo pelo trabalho, Senna era também louco pelo movimento, pela velocidade e por todo tipo de esporte que pudesse lhe provocar vertigens. Detestava ficar parado. Corria e fazia exercícios de musculação para manter a forma física”, conta o engenheiro Fábio da Silva Machado, primo em primeiro grau de Ayrton e ex-diretor da empresa de licenciamentos da marca Senna.

    Apesar da diferença na idade, de dez anos, crescemos juntos em São Paulo. Fui uma espécie de irmão mais velho dele – Fábio da Silva Machado

    Até aí, Senna estava trabalhando. Nas horas de folga, divertia-se praticando esqui e andando de jet, além de levantar voo com seu avião ou helicóptero e de pilotar a Joana II ao lado dos amigos e das belas mulheres de que vivia cercado. No rol dos amigos que estiveram a bordo da Joana, incluem-se parceiros de dentro e fora das pistas, como o austríaco Gerhard Berger, o inglês Ron Dennis e o apresentador Galvão Bueno.

     

    Após a morte de Ayrton, em 1994, durante o GP de San Marino, na Itália, seus pais e irmãos optaram por usar a A.S Atalanta — barco que Senna não chegou a navegar — e não usar mais a Joana. Daí em diante, a lancha passou para as mãos de seu primo-quase-irmão Fábio, que não só guardou (muito bem, por sinal) esta relíquia náutica, como a usou desde então, como o barco de passeio da família.

    Poucos sabem que a Joana foi o principal barco de lazer do Senna. Felizmente, ela continua na família

    Atualmente, o barco fica em uma marina no Guarujá, em São Paulo, e ainda mantém todos os detalhes originais da época em que era pilotado por Ayrton. A pintura do casco é a mesma. Os velhos motores Volvo, um dos melhores da marca até hoje, apenas recebem manutenção periódica.

     

    A cabine, que chegou a abrigar Senna por algumas noites no Saco do Céu, na Ilha Grande, continua impecável. “Até os estofados dos bancos e do solário permanecem iguais”, garante Fábio, que aprendeu a gostar de barcos com o primo.

     

    “A Joana é especial. Foi minha estreia em náutica e o único barco que tive até hoje”, diz, professando amor eterno pela lancha de nosso eterno ídolo.

    Intermarine Panther 33: receita perfeita de um casco navegador

    Um dos símbolos de uma época em que as velozes lanchas offshore exerciam uma atração irresistível sobre o consumidor brasileiro —­ do início dos anos 1970 até por volta de 1995, quando as vendas entraram em franco declínio — a Panther 33, construída pela Intermarine, nasceu de um projeto importado da Inglaterra e teve seu reinado na década de 1970.

    Seu casco era tão bom que, nos anos seguintes, deu origem a outro sucesso da Intermarine: a Cigarette 36, projeto totalmente nacional — baseado, apenas, nas mitológicas Cigarettes americanas — e que vendeu mais de 500 unidades, até ser retirado do mercado, em 1995.

     

    O segredo de seu sucesso? O casamento perfeito de um casco navegador com o motor Volvo Penta de 165 hp, que não andava tanto assim (40 nós de velocidade máxima), mas que, em compensação, não quebrava nunca. Até hoje o barco tem uma legião de aficionados e, consequentemente, seu valor comercial é elevado, por conta da confiabilidade de sua mecânica.

    Depois da Panther e da Cigarette, a Intermarine continuou reinando no segmento das offshore com a Scarab 38, a Cougar 42 e a Excalibur 45.

     

    Depois de alguns anos sem fabricar nenhuma lancha de alta performance, a Intermarine voltou ao mercado nesse segmento com a Offshore 48, cujo casco foi herdado da Intermarine 46, depois com a Offshore 58, lanchas que impressionam tanto pela velocidade quanto pelo acabamento luxuoso. Se Senna estivesse vivo, certamente seria dono de uma.

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      Conheça a lancha que Ayrton Senna projetou e construiu, mas nunca navegou

      30/04/2020

      Embarcamos na A.S. Atalanta, uma lancha única feita para um cliente mais que especial: o piloto Ayrton Senna, que ajudou o projetista a desenhar.

      Tragicamente, o tricampeão teve a vida interrompida um dia depois de o barco ser entregue em sua casa, em Angra dos Reis.

       

       

      Com toques do tricampeão de F1 Ayrton Senna, o projeto da lancha Senna 417 (de 41,7 pés), iniciado em 1992, ficou pronto em 1994. Ayrton Senna, porém, jamais chegou a ver a lancha em ação. Isso porque a primeira unidade construída pelo estaleiro Fast especialmente para ele só atracou no píer de sua casa, em Angra dos Reis, na manhã do dia 30 de abril de 1994, um sábado.

      Para os fãs do piloto, gênio das pistas, essa data já diz tudo: era a véspera do trágico acidente do GP de San Marino, no circuito italiano de Ímola — nosso herói das manhãs de domingo, então com 34 anos, pilotava sua Williams-Renault quando se chocou contra o muro de cimento da curva de Tamburello, na sétima volta.

       

      Por viver viajando, por causa do intenso calendário das corridas, Ayrton deixou a irmã, Viviane Senna, encarregada de acompanhar de perto a construção da lancha. Mas eles trocavam ideias por telefone a respeito de certos detalhes, como as cores a serem aplicadas, obrigatoriamente alegres, e a escolha dos tecidos, com estampas de motivos marítimos.

      O nome do barco, A.S. Atalanta, foi escolhido pelo próprio piloto: o A.S. são as iniciais de Ayrton Senna, é claro, enquanto o Atalanta (inspirado na mitologia grega) se refere a uma guerreira muito veloz que somente se casaria com um homem que a derrotasse em uma corrida. Já a decoração ficou a cargo de Ana Cláudia Moreno, especialista em projetos náuticos e decoração de barcos.

       

      Viviane providenciou também a construção de uma rampa na casa de Angra, para que a lancha pudesse ser guardada em terreno seco. Ayrton queria deixar tudo pronto para estrear a A.S. Atalanta no verão de 1994/95, quando estaria de férias na Fórmula 1.

       

      Vinte e seis anos depois, ninguém conseguiu esquecer aquela manhã de domingo. Já a lancha de 41,7 pés praticamente saiu de cena.

       

      Registrada em nome da Ayrton Senna Promoções e Empreendimentos Ltda., a A.S. Atalanta permaneceu com a família do piloto até 2005, quando foi vendida a Sergio Assunção, da Infláveis Náutika, que por sua vez a repassou ao empresário Milton Minello, sócio do Iate Clube de Santos, que passou a navegar com ela pela região do Guarujá.

      À época, impulsionada por dois motores Caterpillar 3208, de 435 hp cada, alcançou 32 nós (60 km/h) de velocidade máxima, uma boa marca para um barco que desloca 12 toneladas.

       

      Entretanto, um dos motores apresentou um problema. Milton aproveitou para substituí-los por dois modelos Yanmar (reduzindo o peso da embarcação e melhorando ainda mais um pouco sua performance). Em seguida, o barco foi vendido para Ademar De Gerone.

       

      A lancha estava com 450 horas de navegação e, com vários pequenos problemas internos, exigindo uma boa reforma, quando o atual proprietário, Wilson Ricardo Benatti, de 42 anos, entrou na história, em 2016.

       

      “Comprei a embarcação para que meus pais, Wilson e Salete, e toda minha família pudessem curtir momentos especiais juntos”, recorda.

      Wilson Ricardo Benatti: o atual dono da A.S. Atalanta

      “Meu pai sempre foi fã do Senna. Me acordava para assistir as corridas e eu sempre amei a Fórmula 1. O Senna foi o maior de todos os tempos. Tenho várias fotos dele, inclusive que tirei no box enquanto ele observava sua Mclaren. Não perdia uma corrida em Interlagos”, conta Wilson, que mora em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, e nunca teve uma embarcação antes da A.S. Atalanta.

       

      “Nossa família estava procurando uma lancha na faixa dos 42 pés para se iniciar no meio náutico. Não podia imaginar que nosso primeiro barco pudesse ser uma lancha feita especialmente para o Senna. Uma autêntica preciosidade”, diz ele, sem esconder o entusiasmo.

      Antes de levá-la de volta à água, o que aconteceu no réveillon de 2017, em Angra dos Reis, Wilson deu uma geral no barco. “Troquei quase tudo: elétrica, hidráulica, os acabamentos de estofados, os carpetes, etc. Em resumo, eu fiz uma restauração caprichada, que custou 50% do valor que paguei na hora da compra. Só não mexi nos motores, que já haviam sido trocados por dois Yanmar de 480 hp”, lembra ele, que atualmente mantém a lancha baseada na Marina Astúrias, no Guarujá.

      Além disso, a A.S. Atalanta ganhou no nome gravado no casco um adesivo com o duplo S do Senna, além de um capacete homologado pelo Instituto Ayrton Senna igualzinho ao do piloto, que ocupa lugar de honra no salão principal.

      Se valeu o investimento? “Compensou, com juros e correção. A A.S. Atalanta é uma lancha única”, exalta Wilson.

      NÁUTICA testou a lancha de Ayrton Senna em 1994

      Projetada pelo norte-americano Tom Fexas, a A.S. Atalanta é uma lancha cabinada com flybridge, que leva 16 pessoas durante o dia e acomoda quatro em pernoite, em dois camarotes. Seu casco, porém, é do tipo esportivo, feita não com madeira revestida com fiberglass, mas sim com moldes únicos injetados com poliuretano.

      Muito mais leve e resistente (imagine fazer uma prancha de surf mas com 42 pés de comprimento), executado por uma técnica que apenas hoje começa a ser utilizada pelos melhores estaleiros. O que demonstra a capacidade de visão, e de boa performance, uma exigência do piloto tricampeão mundial.

      Tem linhas mais aerodinâmicas e limpas, sem acessórios que poderiam comprometer a estética. O guarda-mancebo, por exemplo, é baixo e se limita à proa do barco, o que facilita a movimentação em torno da casaria, embora, em contrapartida, não ofereça segurança para uma criança que se desloque até a proa.

      A ideia do estaleiro Fast, depois de entregar a lancha de Ayrton Senna, era dar início à construção do modelo em série, em uma parceria com a Senna Promoções e Empreendimentos, tocada pelo irmão de Ayrton, Leonardo Senna, numa tentativa de expandir os negócios da família rumo ao mercado náutico.

      Com a morte do piloto, o projeto foi abortado. Porém, outro estaleiro (a Cobra Náutica) adquiriu os moldes da Senna 417 e construiu outras quatro unidades, que até hoje circulam por nossas águas. Nenhuma com o valor histórico da A.S. Atalanta, a última paixão de Ayrton Senna.

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        BRP amplia garantia para toda a linha de jets Sea-Doo. Confira

        Por: Redação -

        Diante do cenário de quarentena, provocado pela pandemia da Covid-19, a BRP anunciou a ampliação da garantia em 90 dias para todas as linhas de jets Sea-Doo, além dos veículos Can-Am no Brasil.

        A ação está relacionada aos produtos cuja garantia expira entre 15 de março e 30 de junho de 2020, e visa aumentar o prazo para que os clientes se beneficiem da garantia de seus produtos, nesse momento de contenção da proliferação do Coronavírus.

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        “Estamos vivendo um momento atípico, em que as rotinas dos nossos clientes foram impactadas. Por isso, a BRP decidiu ampliar esse prazo, para que os consumidores possam agendar os serviços com mais tranquilidade e aproveitar os benefícios da garantia, sem qualquer prejuízo, devido à quarentena. É uma forma da BRP contribuir com seus clientes para que possamos, juntos, passar por mais esse obstáculo”, comentou Fernando Alves, Gerente Comercial da BRP para o Brasil, citando a relação da ação do manifesto lançado pela BRP, recentemente.

        A ação reuniu, em vídeo, embaixadores das marcas do BRP, clientes, colaboradores e o Presidente e CEO, José Boisjoli, em uma mensagem de união e de superação do momento. No Brasil, o manifesto de conexão entre pilotos e clientes recebeu a hashtag #PiloTamosJuntos. O vídeo pode ser visto nas redes sociais BRP ou clicando aqui.

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          Ícone da vela brasileira está confinado em marina no Caribe

          Por: Redação -

          Ícone da vela brasileira — ele foi o nosso primeiro medalhista de ouro em Jogos Olímpicos; em Moscou-1980, competindo na classe 470, subiu ao lugar mais alto do pódio ao lado de Marcos Soares —, Eduardo Penido está vivendo uma experiência diferente, por conta do coronavírus. Ao lado da também velejadora Inge Penido, com quem está casado há 35 anos, Eduardo velejava pelo Caribe quando foi surpreendido pelas medidas de isolamento anunciadas pelas autoridades de saúde para evitar a propagação da Covid-19.

          Há mais de um mês, os dois estão confinados na marina do Yacht Club Port de Plaisance, em St. Maarten. Inicialmente, não podiam sequer sair do barco. Depois da quarentena de 14 dias, receberam autorização para circular pelo cais da marina, uma área de cerca de 500 metros de extensão. “St. Maarten é a nossa base no Caribe. É o terceiro ano que a gente vem pra cá. Mas, desta vez fomos pegos nessa confusão causada pela pandemia. Nenhum barco entra. Alguns até saem. Mas ainda há muitas ilhas que proíbem a entrada. Se sairmos, não poderemos voltar. Então, estamos esperando o tempo passar”, conta Eduardo.

          A expectativa é de zarpar no fim de maio. Enquanto a hora de soltar as amarras não chega, eles se dividem entre as obrigações de velejadores (manutenção do barco) e os cuidados pessoais. “Nossa rotina consiste em fazer exercícios físicos pela manhã e em zelar pelo barco à tarde. O convés já está até gastando, de tanto a gente esfregar”, ri.

          Com preparo físico privilegiado, Inge correu uma meia maratona no cais. “Ela fez 21 quilômetros, ao lado de tripulantes de um outro barco”, diz o medalhista olímpico. De sua parte, Eduardo se limita a caminhar. “Só temos um dia para sair da marina, que é segunda-feira, quando fazemos compras num mercado. Isso agora. Porque ficamos três semanas sem sair do barco. Para o pessoal que está fundeado, só resta ficar a bordo mesmo”, explica. O que serve de consolo é que a vista é maravilhosa. St. Maarten é uma ilha especial. Uma espécie de filial terrestre do paraíso celestial.

          http://www.instagram.com/p/B_nHXtvJhlE/

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            Pela primeira vez, salão náutico norte-americano será realizado on-line

            Por: Redação -

            Pela primeira vez, o Palm Beach International Boat Show está saindo das docas e passando para as telas digitais. No próximo dia 14 de maio, a mostra on-line contará com cerca de 450 expositores, que apresentarão seus lançamentos, equipamentos marítimos, tecnológicos, etc, em sua própria plataforma da web, via www.pbboatshow.com. Por meio da plataforma on-line, os espectadores poderão fazer compras, visitar centenas de barcos novos e usados ​​e se conectar com corretores e fabricantes.

            Devido às medidas de segurança e as mais recentes restrições em torno da pandemia da Covid-19, os organizadores do evento não puderam continuar com o evento ao vivo. Nos 35 anos de história do evento, nunca lidamos com uma situação como a atual pandemia de saúde. Embora o salão não ocorra mais em sua forma original, queríamos oferecer ao nosso público leal a oportunidade de ainda experimentar o show de barcos, embora virtualmente”, disse George Gentile, presidente da Marina Industries Association de Palm Beach County.

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              Grupo Ferretti retoma produção em suas fábricas na Itália

              Por: Redação -

              O Grupo Ferretti reabriu todos os seus estaleiros localizados em Ancona, Mondolfo, Cattolica, Forlì, La Spezia, Sarnico. A retomada da atividade foi possibilitada pelos novos regulamentos e pela colaboração com instituições e sindicatos locais e nacionais, sancionados pelo protocolo assinado em 15 de abril. O protocolo aplica e fortalece as medidas preventivas estabelecidas por lei para todo retorno ao trabalho, reforçadas por medidas voluntárias adotadas pelo grupo para fortalecer a proteção de seus funcionários.

              O Grupo Ferretti estenderá a todos os seus funcionários o bônus de produtividade, juntamente com o salário do mês de abril, ao qual será adicionado imediatamente o bônus de 100 euros previsto pelo Decreto-Lei 18/2020 que a companhia decidiu pagar antecipadamente a todos seus funcionários.

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              “Hoje é um bom dia para reabrir nossos estaleiros com segurança, graças ao compromisso de muitos que se preocupam com o pessoal do Grupo Ferretti. Gostaria de agradecer aos sindicatos, com quem estivemos desenvolvendo um protocolo de prevenção, e às instituições do governo”, comentou Alberto Galassi, CEO do Ferretti Group. “O Grupo Ferretti está retomando com segurança de onde parou”.

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                Tethys Yachts entrega mais uma unidade de sua lancha de 31 pés com targa

                Por: Redação -

                Um dos carros-chefe do estaleiro gaúcho Tethys Yachts, a lancha Tethys 31 Targa, apresentada durante o São Paulo Boat Show 2019, comemora neste mês a marca de oito unidades entregues no Brasil. A lancha foi entregue pela Náutica Castelinho, representante da marca em Igaratá, São Paulo.

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                Fabricada na cidade de Venâncio Aires, onde o estaleiro mantém uma unidade fabril com mais de 13 mil metros quadrados e produz outros cinco modelos de lanchas (37 HT, 41 Targa, 41 HT, 54 HT e 54 FLY), a Tethys 31 Targa, reconhecida pela sua qualidade de construção, é uma lancha de comando aberto que vem muito bem equipada de série, com gerador, ar, geladeira, fogão, churrasqueira e outros itens de conforto, e é elogiada pelos amplos espaços internos.

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                  Mistura de jet com lancha, o novo Saxdor é uma espécie de “scooter da água”

                  Por: Redação -

                  Com a promessa de oferecer algo diferente para a indústria náutica, o designer Sakari Mattila decidiu criar um estaleiro, o Saxdor Yachts, com sede na cidade de Espoo, na Finlândia. E construir vários modelos de barcos, de 20 a 30 pés de comprimento.

                  O objetivo, segundo ele, é criar um barco para cada bolso. O primeiro lançamento é esse aqui: o Saxdor 200 SPORT, de 20 pés, que, na definição de Mattila, passa a ocupar uma categoria nova: a das “scooter da água”.

                  Como é que é? Simples: uma combinação de lancha com jet. Ou: “A conveniência e facilidade de pilotar de um jet com o conforto e a segurança de uma lancha compacta”, como explicou o próprio designer finlandês.

                  Com 5,94 metros de comprimento e 2,29 m de boca, o Saxdor 200 Sport pesa 700 quilos (sem o motor), tem um grande convés de proa e, na versão padrão, vem com um banco de três lugares (assentos individuais em linha indiana, semelhante a uma scooter ou a um jet).

                  Já na “versão lancha”, de quatro lugares, o banco em linha é substituído por dois, ambos com assentos duplos, um no comando e outro logo atrás. No teto, tanto em um modelo como em outro, o estaleiro oferece as opções de targa, bímini ou T-top.

                  Na motorização, o Saxdor 200 Sport vem equipado com um Mercury de 100 hp, com o qual atinge 34 nós de velocidade máxima. O preço? Cerca de € 22 000. Para quem deseja mais desempenho, o estaleiro oferece o modelo Saxdor 200 Pro Sport, com 170 hp de potência, que pode alcançar até 45 nós, segundo o estaleiro.

                  Apesar de já estar à venda, o barco só será lançado oficialmente em setembro, no Cannes Yachting Festival 2020.

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                    Imagens de satélite sugerem que o ditador Kim Jong-Un está isolado em iate

                    Por: Redação -
                    29/04/2020

                    Ditador também gosta de navegar. E em barcões de luxo! Em meio a especulações sobre seu estado de saúde, o líder norte-coreano Kim Jong-Un pode estar passando férias no complexo turístico de Wonsan-Kalma, um resort de luxo na costa leste do país, no sul do Mar do Japão. Ou se escondendo do coronavírus. Imagens de satélites mostram que seu iate — um requintado Princess 95 — está se movimentando frequentemente, um forte indício de que o ditador pode estar a bordo.

                    O complexo à beira-mar de Kim em Wonsan é atendido por uma praia particular, parque aquático, quadra de basquete, estação de trem privada e uma marina. Autoridades da Coreia do Sul e dos Estados Unidos dizem que é possível que Kim esteja lá para evitar a exposição ao novo coronavírus.

                     

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                    As especulações sobre a saúde e a localização de Kim surgiram após sua ausência sem precedentes à cerimônia em homenagem a Kim Il Sung, seu avô e fundador da Coréia do Norte (país hermético e ilhado), que acontece todo dia 15 de abril, desde 1994. O gosto do atual ditador por iates de luxo pode ter começado em 2002. Naquele ano, a emissora russa Izevstia informou que ele estava planejando encontrar Putin em um iate Princess durante uma cúpula em Vladivostok, no o Extremo Oriente russo, o que despertou seu interesse pela embarcação. Um luxo bem capitalista.

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                      Bandeira Azul da praia do Peró, em Cabo Frio, poderá ficar hasteada durante todo o ano de 2021

                      Por: Redação -

                      Com a temporada 2019/2020 reduzida por causa da pandemia da Covid-19, a Bandeira Azul do Peró poderá ficar hasteada durante todo o ano de 2021 e não somente no período de verão.  A informação foi dada pelo secretário municipal de Meio Ambiente de Cabo Frio, Mário Flávio Moreira, depois de solicitar a renovação anual do certificado internacional de qualidade à coordenação nacional do projeto. Isso só foi possível depois de feitas as 20 medições que atestaram a qualidade da água da Praia do Peró, que está interditada por causa da pandemia.

                      A Bandeira Azul foi arriada antes do tempo, em meados de março, quando começou a quarentena recomendada pelo Ministério da Saúde. Desde então, o acesso à praia foi fechado e os quiosques foram orientados a encerrar as atividades até a nova orientação da secretaria municipal de Saúde. A orla do Peró está liberada apenas para acesso de moradores. A bandeira ficaria hasteada até abril.

                      “Fizemos 20 coletas de água e agora vamos reivindicar a temporada longa, de 12 meses. Neste ano, a Bandeira Azul não voltará a ser hasteada, mas o controle da área continua”, garantiu Mário Flávio.

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                      Após o pedido de renovação do selo, a coordenação nacional do projeto vai marcar a vistoria da praia para verificar se as exigências que garantem a qualidade no trecho certificado (área urbana) estão sendo cumpridas. O relatório é encaminhado ao júri nacional, do qual faz parte, entre outros, o Ministério do Turismo. Depois, a candidatura é levada ao júri internacional, que se reúne em Copenhague, capital da Dinamarca.

                      “Se tudo correr bem, como previsto, a Bandeira Azul será novamente hasteada em novembro ou dezembro deste ano e ficará tremulando durante um ano”,  previu o secretário.

                      Por causa da pandemia, a reunião anual dos Amigos do Peró, prevista para o início deste mês, foi adiada e só será realizada após a liberação da praia aos banhistas. O movimento, que defende a preservação da praia, das Conchas ao Pontal, luta pela revitalização urbanística da orla (projeto pronto); saneamento básico, com esgotamento sanitário do bairro; ordenamento do espaço público; novo acesso ao Peró; e, segurança.

                      “A manutenção do ornamento é fundamental no período sem a Bandeira Azul. Milhares de turistas adiaram suas reservas nos hotéis e hostels para o segundo semestre do ano. Há uma expectativa de fortalecimento do turismo regional (destinos nacionais) após a pandemia”, previu o hoteleiro Roberto Saci, os Amigos do Peró.

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                        Por: Redação -

                        O estaleiro australiano Sailfish Catamarans está desenvolvendo um novo modelo de seu popular catamarã em alumínio revestido com blindagem 3200 Platinum, que originalmente deveria ser lançado nos salões náuticos Sanctuary Cove e Sydney, cancelados devido à pandemia do coronavírus.

                        De acordo com uma declaração da empresa, o novo modelo foi pensado para cruzeiros prolongados e pesca esportiva. Equipado com motor Yamaha de 300 hp de quatro tempos e quatro cilindros, alimentados por tanques de combustível duplos de 500 litros e design avançado de casco duplo, o Sailfish 3200 Platinum promete um grande alcance para aventuras e exploração a longa distância.

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                        As principais características incluem uma boca (largura) de 3,5 m, 200 litros de água doce, ar condicionado, gerador, água quente/fria, TV, carregamento solar, além de cozinha equipada com fogão, micro-ondas e geladeira na vertical, mesa de jantar conversível e uma churrasqueira no exterior.

                        O barco estará disponível para entrega em junho.

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                          Por: Redação -

                          Três grandes nomes da vela brasileira confirmaram presença e começaram a disputar, na noite desta segunda-feira, o II Virtual Skipper Brasil Cup, evento virtual online de Vela de Oceano do game Virtual Skipper, febre entre os amantes e praticantes do esporte que tem mais de 330 mil velejadores cadastrados no mundo todo.

                          Henrique Haddad, o Gigante, campeão mundial da classe Snipe, em Ilhabela (SP), no ano passado, entrou na disputa com o barco FullAHEAD, do Iate Clube do Rio de Janeiro, e terminou o primeiro dia de três regatas no 11º lugar vencendo a segunda regata com mais um sexto e um oitavo lugares.

                          “Sempre gostei do jogo, jogava bastante na época que corria no Match Race, participei até de um Mundial de Match Race do game. Achei legal que o game voltou a bombar agora nessa quarentena, tem uma simulação de regata bem próxima da realidade”, disse Henrique. “Tenho mais expectativas de me divertir com os amigos no II Virtual Skipper Brasil Cup, bem legal montar um campeonato entre a galera, de se entreter. Sentimos muita falta da água salgada, mas nessas regatas conseguimos ter parte desse sentimento”.

                          Henrique vem disputando a classe 470 na vida real atualmente e estava prestes a disputar o Mundial da classe que valeria vaga para os Jogos Olímpicos de Tóquio, agora adiados para 2021. “Ninguém esperava por essa parada, as classificatórias foram para outubro, pra mim pelo menos é mais um ano de preparação, pra chegar bem, mais um tempo que ganhamos. Além da 470 nesseano velejarei um pouco da J70, um pouco de Oceano, HPE25, o que não for atrapalhar na campanha da 470”.

                          Gigante, que disputou a Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro, lembra com carinho sua conquista no Mundial de Snipe conquistado ao lado de Gustavo Nascimento. “Foi muito especial, é uma classe que sempre velejei, mas parei um pouco para a campanha Olímpica de 2016 e agora para essa em Tóquio, Snipe é uma classe tradicional que sempre velejo campeonatos estaduais. Vou guardar com carinho aquela conquista a disputa na última regata vencendo por um ponto”, lembrou.

                          Outro grande nome é de Pedro Trouche, natural de Niterói (RJ), do Clube Naval de Charitas, que foi, no final de 2018, campeão da Star Sailors League, competição com os dez melhores do mundo (mais wildcards com outros grandes nomes) na classe Star, ao lado de Jorge Zarif, em Nassau, nas Bahamas. Eles superaram na época o multicampeão olímpico Robert Scheidt e Henri Boening.

                          Trouche começou a disputa do II Virtual Skipper Brasil Cup com um quarto lugar no geral após o primeiro dia somando um segundo, um terceiro e um quinto lugares no barco Bolder53, em homenagem ao barco com mesmo nome quando navegava na classe Optmist e depois nas classes Laser e Finn.

                          “Tenho o jogo baixado há alguns anos, talvez uns 5, mas a última vez que mexi antes dessa quarentena foi em maio de 2018. A partir daí fiquei um período embarcado em uma viagem de veleiro. E agora jogo toda a semana, diria que 2 até 3 vezes”, disse Trouche que é o atual campeão Sul-Americano da classe Star e vinha de um quinto lugar na disputa da 93ª edição da Bacardi Cup, tradicional evento realizado em Miami. A chegada da quarentena por conta da pandemia acabou freando o bom ritmo que o velejador.

                          “Grande frustração com essa parada, já vinha de cinco competições internacionais, algumas na Flórida, de Star e também na J70 onde tenho calendário extenso pelo mundo, estava em um momento de crescimento muito grande. Com a quarentena tenho meia dúzia de eventos cancelados ou adiados. Isso fez com que a parte financeira sofresse um baque. Se as coisas melhorarem no sentido onde possa treinar no Brasil a partir do final de maio , viajar internacionalmente a partir de julho ou agosto para treinar lá fora e competir ainda fico numa situação confortável. Tenho ficado em casa com minha noiva, tenho mantido um banco de escora para manter meu condicionamento físico em dia. E como hobbie tenho cuidado do jardim e plantas aqui de casa, decorando a casa, com tempo para organizar meus troféus. Imagino que a partir de setembro venham uma série de eventos seguidos e calendário apertado. Estou grato por minha família estar bem em casa diante da pandemia”, disse Trouche que vem ajudando seus pais com compras básicas de comida uma vez ambos estão no grupo de risco, principalmente seu pai que teve câncer há pouco tempo.

                          Trouche tem o título da Stars Sailors League como “especial” e grande “abridor de portas” na carreira, mas ainda persegue o sonho do título Mundial da Star. “Meu objetivo é ser campeão mundial da classe star quero muito chegar nesse nível. É super tradicional e existe grandes lendas que colocaram seu nome nela, em 2022 teremos a 100ª edição do evento. Quero muito poder colocar meu nome nesta taça e até lá conseguir continuar escrevendo meu nome em outros grandes eventos da classe”, apontou o niteroiense que também corre alguns eventos de Vela de Oceano como a tradicional Santos-Rio e a Refeno.

                           

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                          Outro forte nome na disputa é Mario Trindade que foi campeão dos Jogos Mundiais Militares em 2011 na equipe do Brasil. Ele fechou o dia na segunda posição com um quinto lugar e dois segundos.

                          Gaúcho de Porto Alegre, Fernando Cavalli, da Veleiros do Sul, fechou o primeiro dia na frente. Ele encerrou a primeira regata em quarto e venceu a segunda e a terceira. Fernando foi número 1 do mundo do Virtual Skipper em 2015 e 2016 e é o atual 10º do ranking.

                          Cavalli, de 44 anos, veleja desde os 7 anos de idade, tendo competido nas classes Optmist, Europa, Snipe, Soling  e barcos de oceano. Atualmente veleja pelo San Chico de Porto Alegre e no Zeus , de Florianópolis (SC).

                          “Comecei a jogar o virtual skipper há 7 anos e durante doi anos finalizei o ano em primeiro do ranking mundial. Com a quarentena voltei a ter mais tempo e tenho jogado novamente diariamente”, disse: “O campeonato está muito legal, bem organizado. Vi muita gente nova competindo e tenho certeza que logo vamos ser um dos países que terão mais praticantes.

                          O Biro Biro, do comandante Paulo Neto, do clube P27, fechou o primeiro dia no terceiro lugar com uma vitória na última regata, um segundo e um quinto lugares.

                          Os quase 50 barcos inscritos foram separados em dois grupos e nesta quarta-feira serão misturados em mais três grupos em disputa do game simulando as águas da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Os melhores disputarão a Série Ouro e os que ficarem mais abaixo disputam a Série Prata lutando por troféus e prêmios mais voucher que a empresa NAUTOS oferecerá aos três primeiros em cada Série. As finais serão na semana que vem na próxima segunda-feira, dia 4, e quinta-feira, dia 7.  A definição das vagas ocorre nesta quarta-feira, dia 29.

                          Os barcos do game são da classe ACC (antigos barcos da Americas Cup) e as regras de disputa da World Sailing, a federação mundial de vela. A organização fica por conta de Francisco Freitas, medidor de barcos de oceano da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, a ABVO, membro do barco de oceano San Chico, do Clube de Jangadeiros, de Porto Alegre (RS).

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                            Por: Redação -
                            28/04/2020

                            Navegadores de várias partes dos Estados Unidos realizaram manifestações na água para chamar a atenção para a situação dos operadores comerciais devido às medidas para contenção do coronavírus.

                            Em Nova Jersey, cerca de 15 capitães navegaram 16 quilômetros em um desfile “SOS” ou “Mar de Solidariedade”, pedindo um retorno seguro ao serviço. As marinas no Garden State estão abertas há um mês para embarcações de recreio limitadas.

                            O capitão Dan Shade, da Classic Boat Rides, disse que o governo do estado deve permitir que a indústria de charter execute novamente sob práticas de segurança aprimoradas. “[Não estamos] pedindo para fazer isso antes que seja seguro, mas não queremos ser colocados em segundo plano. Queremos que alguém coloque os olhos nessa indústria”, disse ele.

                            Enfatizando a mensagem de segurança, os barcos tinham tripulação limitada e incentivavam os observadores em terra a praticar o distanciamento social seguro. E, disse ele, medidas semelhantes podem ser tomadas a bordo de navios fretados; equipar as equipes com desinfetantes, garantindo que o passageiro esteja usando máscaras e limitando a capacidade com base na metragem quadrada de um barco. “Todo setor tem sua própria aplicação. Este é muito único. Espero que eles analisem esse separadamente e apresentem diretrizes voltadas especificamente para ele”, afirmou.

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                            Em Seattle, Washington, Justin Johnson não consegue entender por que ele pode sair em seu barco, mas não pode pescar. “Pescar é o que eu faço”, disse Johnson. Ele dirige um clube de pesca do robalo e diz que a atividade ao ar livre pode ser realizada com bastante distanciamento social. “Confie em nós para fazer a coisa certa e para manter a nós mesmos e as pessoas ao nosso redor em segurança”, disse Johnson. Cerca de uma dúzia de barqueiros se juntaram ao comício “Let Us Fish” e desfilaram cerca de oito quilômetros com os apoiadores reunidos em um parque local.

                            Em Sarasota, Flórida, a flotilha “Make America Open Again” de cerca de 20 barcos foi organizada pelo empresário local Jesse Biter, que disse que é hora de aliviar as restrições às reuniões públicas e reabrir restaurantes e outros negócios que foram obrigados a fechar.

                            “Estamos mostrando que apoiamos a decisão [das autoridades eleitas] e a decisão de criar essas fases para começar a construir a economia, sabendo que o vírus não vai desaparecer”, disse o organizador da flotilha. “Eu acho que há uma maneira inteligente em permitir que as pessoas voltem ao trabalho, permitindo que os restaurantes sejam abertos, permitindo que as pessoas escolham se saem ou ficam em casa”.

                            Outras manifestações menores foram realizados em todo os EUA, bem como protestos em terra em várias capitais dos estados, enquanto navegadores se uniram pedindo uma reabertura da economia.

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                              Estaleiro gaúcho Tethys Yachts entrega mais uma unidade de sua lancha de 54 pés

                              Por: Redação -

                              O estaleiro gaúcho Tethys Yachts entregou mais uma unidade de sua lancha de 54 pés. A embarcação é modelo 2020 e foi feita personalizada de acordo com as preferências do proprietário. A Tethys 54 Fly foi pensada para combinar conforto e modernidade com interior com espaços bem aproveitados e bom acabamento.

                              O destaque fica por conta do amplo salão principal em dois níveis, sala de estar espaçosa e cozinha gourmet. Grandes janelas laterais em forma de arco proporcionam boa iluminação natural no salão.

                               

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                              O modelo oferece três camarotes, sendo uma suíte na proa e dois à meia-nau – um com duas camas de solteiro e outro com cama de casal -, ambos servidos por um banheiro com box fechado.

                              Com duplo comando, a Tethys 54 Fly pode ser conduzida também do flybridge, que por sua vez é amplo e vem com estrutura rígida para o teto central retrátil. A 54 já sai de fábrica com uma vantajosa plataforma de popa submergível, que se torna um de seus espaços preferidos. A motorização fica por conta de uma parelha de D8 – IPS 800 da Volvo Penta.

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                                Estaleiro polonês apresenta nova linha de catamarãs ecológicos

                                Por: Redação -

                                O estaleiro polonês Sunreef Yachts lançou uma nova linha de catamarãs ecológicos, equipados com sistemas de propulsão totalmente elétricos e híbridos. Iniciada pelos primeiros catamarãs elétricos Sunreef 50 e Sunreef 60, a linha foi promovida em uma conferência de imprensa virtual na presença do campeão da Fórmula 1 Nico Rosberg, que apareceu como convidado especial.

                                Criado pelo empresário francês Francis Lapp, que também atua como presidente da empresa, a Sunreef Yachts opera um estaleiro em Gdansk, no mar Báltico polonês.

                                “É realmente uma grande paixão minha promover a ecoinovação, e essa é a paixão que compartilho com Francis”, disse Rosberg. “Temos uma paixão pela Fórmula 1, mas, ao mesmo tempo, uma paixão pela ecoinovação, e é por isso que acho tão fascinante o que Francis está fazendo agora na Sunreef.”

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                                Lapp disse que, na época da criação da empresa em 2002, ele queria que a Sunreef Yachts “construísse catamarãs, pois são mais sustentáveis ​​que os monocascos”.

                                “Hoje, muitos fabricantes oferecem motores elétricos, mas estamos pensando no futuro”, disse Lapp. “Nossa ênfase está na qualidade de todos os modelos da linha. Isso significa que os eco-catamarãs têm a mesma qualidade. O iatismo sustentável não deve afetar a estética com painéis solares de grandes dimensões. Tentamos integrá-los perfeitamente em nossos iates”.

                                A nova gama de catamarãs ecológicos do construtor de barcos compreende quatro embarcações – os modelos Sunreef 50, 60, 70 e 80. Outros cinco catamarãs fazem parte do portfólio que compreende os Sunreef 60 Power, 70 Power, 80 Power, 100 Power e 40 Open Power.

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                                  A indústria náutica pesquisa o desenvolvimento de embarcações cujo funcionamento não dependa de combustíveis poluentes. Uma das apostas é o hidrogênio, que reduz a zero a emissão de gás carbônico. O mais complicado para viabilizar tais projetos é o tanque para armazenar o combustível, que precisa ser feito com um material que suporte 100 vezes mais pressão que um tanque comum, já que o hidrogênio é um gás altamente inflamável.

                                  A francesa Air Liquide saiu na frente. Em 2017, a empresa — líder mundial em gases, tecnologias e serviços para indústria e saúde —lançou ao mar o catamarã autossustentável Energy Observer, que partiu do porto de Saint-Malo, na França, para uma missão de seis anos, abastecido unicamente com energias renováveis.

                                  Na primeira fase, o catamarã ziguezagueou pelo Mar Mediterrâneo e o norte da Europa, uma jornada de 20 mil milhas, visitando 48 portos. Em seguida, iniciou a travessia do Atlântico rumo a Caribe.

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                                  Cera de 5 600 milhas depois, o Energy Observer acaba de chegar no Fort-de-France, na Martinica. Já são quase três anos no mar, com navegação ecologicamente correta, ou seja, com zero emissão de carbono ou partículas finas. Além do hidrogênio, o Energy Observer usa energia solar e eólica e motores elétricos. Um verdadeiro laboratório flutuante.

                                  O projeto foi idealizado pelo capitão Victorien Erussard e pelo explorador Jérome Delafosse, que pretende levar sua tripulação para 50 países, perfazendo 101 escalas. Para assegurar a autossuficiência da embarcação, o hidrogênio produzido por eletrólise da água do mar é comprimido e armazenado, para depois ser transformado em eletricidade por meio de células de combustível. Sim, o hidrogênio limpo é gerado a partir da água do oceano, enquanto o navio navegava.

                                  Eles estavam programados para atravessar o Canal do Panamá, seguir para o Havaí e cruzar o Oceano Pacífico até o Japão, em julho, onde participariam das cerimônias de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Com o anúncio do adiamento das olimpíadas, os planos estão sendo alterados. A meta, porém, permanece a mesma: “Provar aos cidadãos, tomadores de decisão e empresas que a transição ecológica está em andamento”, explica o capitão Victorien Erussard. Até aqui, nem sinal de fumaça.

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                                    Privatização transformará marina grega em porto turístico moderno

                                    Por: Redação -

                                    Apesar da Grécia permanecer em quarentena devido à Covid-19, a privatização da Alimos Marina está avançando. Nas próximas semanas, o contrato de concessão da Alimos Marina para a Aktor Concessions, uma subsidiária do Ellaktor Group, deve ser assinado por 40 anos, com o direito de prorrogar por mais 10 anos, após a liquidação do contrato pendente. A Decisão Ministerial Conjunta foi assinada no início deste mês, autorizando os Ministros das Finanças, Desenvolvimento e Investimento e Turismo a assinar, em nome do estado grego, o contrato de concessão relevante.

                                    Segundo fontes dos ministérios relevantes, os contratos de empréstimo para o financiamento estão sendo verificados pelo Ministério das Finanças para aprovação final, uma vez que o Estado também é garantidor. O contrato de concessão do direito de uso, operação, gerenciamento e exploração do porto turístico de Alimos é assinado e a data de lançamento, embora definida, está sendo adiada devido às condições estabelecidas pela pandemia de Covid-19.

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                                    Dentro de quatro meses, a transferência financeira da concessão deve ser concluída pelo preço de 57,5 ​​milhões de euros. Enquanto isso, o estado preparará a área para entrega. No total, o grupo investirá 107,5 milhões de euros para transformar a Alimos Marina, que foi construída e operada na década de 1960, em um porto turístico moderno. A empresa direcionará € 50 milhões nos próximos cinco anos para modernizar a marina e desenvolvê-la para usos múltiplos. Especificamente, na zona terrestre de Alimos Marina, a área de aproximadamente 210 acres permite uma construção total de 18 520 m² com usos relacionados à operação da marina, recreacional e comercial (como restaurantes, lanches, lazer e esportes). As instalações incluem, ainda, hotel, centro de conferências e exposições, lojas, etc.

                                    Além disso, uma área específica será dedicada aos esportes aquáticos. A área da marina também inclui instalações ajardinadas ao ar livre, calçadas, ciclovia, estacionamentos e espaços verdes urbanos. A infraestrutura portuária existente também será modernizada, para que o porto da marina (uma área de cerca de 240 acres) possa oferecer pelo menos 1 200 vagas para barcos de até 45m de comprimento.

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                                      Por: Redação -

                                      O Vice-Almirante Alexandre Cursino de Oliveira é o novo diretor da Diretoria de Portos e Costas (DPC). Cursino tem uma longa carreira na Marinha do Brasil, que teve início em 1987 como guarda-marinha.

                                      O Vice-Almirante é Mestre em Ciências Navais (Escola de Guerra Naval – 2004) e Bacharel em Ciências Navais (Escola Naval – 1987). O presidente da República Jair Messias promoveu o, então contra-almirante Alexandre Cursino de Oliveira, como Vice-Almirante e também o nomeou como novo diretor da DPC. A nomeação foi publicada no Diário Oficial, edição de 16 de março, para validação a partir de 31 de março de 2020.

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                                      Devido a pandemia da Covid-19 (Coronavírus) não foi realizada a cerimônia de transmissão de cargo, que foi realizada no dia 17 de abril.

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                                        Histórias do mar: o francês que navegou o mundo com uma galinha viva a bordo

                                        Durante cinco anos (de janeiro de 2014 a dezembro de 2018), a bordo de um veleiro de 38 pés, o francês Guirec Soudée, atualmente com 28 anos, navegou pelo mundo, quase sozinho. Quase? Sim, porque, tal qual o Náufrago de Tom Hanks, ele tinha um “Wilson” para conversar. No caso, uma galinha viva, chamada Monique, que fazia companhia ao velejador, empoleirava no convés, contemplando a vastidão de vários oceanos.

                                        Por que uma galinha?

                                        “Eu queria navegar sozinho, com certeza. Queria ficar sozinho com a natureza, isolado do mundo, mas achei que a viagem ficaria melhor se tivesse ao meu lado um animal de estimação. Então pensei que uma galinha seria uma ideia brilhante, porque eu poderia ter ovos frescos no mar”, explica o velejador.

                                        Deu match! “É estranho dizer isso agora! Formamos um vínculo real. Ela era tão carinhosa e me fez rir muito, como se eu sempre a conhecesse. Aparentemente imperturbável, ela gostava de correr pelo convés, esquivando-se das ondas e atacando peixes voadores que caiam no convés. Ela adora peixe. Por isso, seus ovos tinham um sabor salgado”, conta ele, rindo.

                                        Durante os cinco anos de expedição, Guirec e sua galinha ficaram presos no gelo do Ártico por 130 dias e sobreviveram a ondas de 15 metros, com o Yvinec (esse é o nome do barco) quase emborcando várias vezes. Além disso, ele foi preso brevemente pela guarda costeira canadenses e se tornou o marinheiro mais jovem a navegar solo na formidável Passagem Noroeste entre o Pacífico e o Atlântico.

                                        Com base nessa experiência, Guirec Soudée agora tenta aplicar as lições da vida no mar à quarentena em solo francês, na Bretanha. “O que me ajudou nessa viagem, especialmente durante o inverno no Ártico, foi a minha persistência. Foram 70 dias muitos difíceis. Estava em uma baía remota, sem comunicação, com apenas um saco de arroz e Monique. Sabia que não tinha escolha; se caísse em desespero, não conseguiria sobreviver ao frio”.

                                        Com base nessa experiência, Guirec Soudée agora aplica as lições do mar à quarentena em sua casa, na região da Bretanha, na França. “O que me ajudou nessa viagem, especialmente durante o inverno no Ártico, foi a minha persistência. Foram 70 dias muitos difíceis. Estava em uma baía remota, sem comunicação, com apenas um saco de arroz e Monique. Sabia que não tinha escolha; se caísse em desespero, não conseguiria sobreviver ao frio”, exemplifica.

                                        Para o velejador, estar sozinho é algo indescritível, “porque você aprende a fazer as coisas sem procurar respostas ou a aprovação de alguém”, explica. Porém, no caso do isolamento imposto pelo coronavírus, a situação é um pouco diferente, acredita ele.

                                        “Não foi uma decisão pessoal nem planejada. Além disso, o estresse deste momento não é igual para todo mundo. Imagina o que isso significa para as pessoas que não têm acesso a comida, água ou remédios e que têm de lutar para sobreviver ao confinamento. Isso é dramático para bilhões de pessoas. É difícil ter uma solução global. É na hora em que aprendemos a consumir apenas o que precisamos que vemos o que estamos fazendo de errado há muito tempo”, pondera.

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                                          #MinhaNHD: para Felipe Lourencetti, o open deck é a atração de sua lancha NHD 280

                                          27/04/2020

                                          Um dos estaleiros mais jovens do mercado brasileiro, a catarinense NHD Boats, de Itajaí, caprichou na receita de sua NHD 280, repleta de soluções interessantes em relação às lanchas do seu porte. Uma delas, a popa com open deck, é a área preferida pelo paulista Felipe Lourencetti, 34 anos, natural de Mauá.

                                          “Comprei a NHD 280 há 6 meses, junto com o meu pai, Moacir Lourencetti. É a minha primeira lancha, que batizamos de Palupi. Está equipada com motorização Mercruiser 6.2 V8 de 300 hp, a gasolina, e tem como destaques o espaço gourmet e open deck que se abre no costado, para a gente sentar, relaxar e contemplar o mar”.

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                                          Felipe conta que costuma navegar apenas durante o dia, ao lado da esposa, dos dois filhos, de 5 e 8 anos, de seus pais e de amigos. “Navegamos sempre que o tempo está bom, fugindo dos riscos, pois tenho pouca experiência. Então é melhor ir com calma. O fim de semana é o momento ideal para ir para o mar. Mas, como nem sempre o tempo está bom, de vez em quando escapamos também no meio da semana, convidando alguns amigos. Assim, curtimos a lancha com mais frequência”, relata ele, que, computando tudo, calcula uma média de duas a três saída por mês, pelas águas do Guarujá.

                                          Outro ponto forte da sua NHD o desempenho. “A navegação é confortável, passando bastante confiança na estabilidade e mudança de direção”, avalia. Se melhoraria alguma coisa nessa 28 pés? “A qualidade dos estofados e o alinhamento perante às linhas internas do casco”, diz. De resto, é só elogios. Seu próximo passo? Pernoitar a bordo, aproveitando o conforto da cabine. “Isso vai acontecer em breve”, promete.

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                                            Por: Redação -

                                            O primeiro parque eólico flutuante da Península Ibérica já é uma realidade. De cunho português, o WindFloat Atlantic já conta com duas das três turbinas eólicas instaladas, com uma capacidade de produção de 25 megawatts, o equivalente ao consumo de cerca de 60 mil casas por ano.

                                            A instalação da primeira turbina deu-se em julho do ano passado, no porto exterior de Ferrol, em Espanha, seguindo depois rumo às águas ao largo de Viana do Castelo, o seu destino final, a cerca de 20 quilômetros da costa, onde as águas alcançam uma profundidade de 100 metros. Já a segunda plataforma saiu de Ferrol em dezembro passado. A primeira já foi conectada à rede, enquanto a segunda será conectada em breve. A terceira turbina está pronta para ser transportada para junto das duas primeiras, aguardando condições meteorológicas favoráveis.

                                            Construídas em aço, cada torre eólica tem 100 metros de altura a contar da linha d’água, com pás de cerca de 80 metros cada. Estas estarão montadas em plataformas flutuantes – cada uma com 30 metros, o equivalente a um prédio de dez andares – amarradas ao leito marinho, com uma capacidade instalada total de 25 megawatts. A potência instalada em cada turbina é de 8.4 megawatts.

                                            A altura total, desde o fundo da plataforma até à ponta de uma das pás, alinhada na vertical, é de 210 metros, o equivalente a mais de quatro campos de futebol.

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                                            O projeto flutuante permite produzir energia limpa a partir do vento no mar, em localizações de mais de 60 metros de profundidade, minimizando o impacto no meio ambiente. As estruturas flutuantes podem ser desenvolvidas para águas muito profundas, aproveitando recursos energéticos nestas áreas de mar, principalmente tendo em conta a grande profundidade do mar português.

                                            A criação destas plataformas flutuantes foi a grande inovação deste projeto, com base nas experiências da indústria de petróleo e gás, para assim suportar turbinas eólicas multi-megawatts em aplicações marítimas.

                                            A plataforma flutuante é semi-submersível e está ancorada no fundo do mar. A estabilidade à fora da água acontece através do uso de placas de retenção de água na parte inferior dos três pilares, associada a um sistema estático e dinâmico de lastro.

                                            O sistema WindFloat adapta-se a qualquer tipo de turbina eólica marítima. É construído inteiramente em terra, incluindo a instalação da turbina, evitando, deste modo, o uso dos escassos recursos marinhos.

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                                              Por: Redação -

                                              A Marinha do Brasil está atuando em várias frentes no combate à pandemia da Covid-19. O uso da tecnologia na pesquisa, no desenvolvimento e na produção de itens de proteção é uma delas. À frente deste trabalho está o Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais (CTecCFN) com o apoio do Centro de Intendência da Marinha em Parada de Lucas (CeIMPL), ambos no Rio de Janeiro.

                                              Além da produção de Equipamentos de Proteção Individual, como as máscaras faciais face shield, feitas a partir de impressoras 3D, e máscaras cirúrgicas, também estão sendo produzidos novos dispositivos para auxiliar na prevenção à pandemia, como dispositivo de intubação endotraqueal, em fase de avaliação pela Diretoria de Saúde da Marinha; caixa de acrílico, projetada para cobrir a cabeça do paciente e proteger o profissional da saúde durante o procedimento nas vias aéreas do paciente; e kits hospitalares, fabricados em aço carbono, compostos por cama, biombo, suporte para soro e escada.

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                                              Outros projetos, como câmera de pressão negativa, regulador de máscara cirúrgica e respirador mecânico ainda estão em fase de estudo para produção, e passarão por avaliação do Hospital Naval Marcílio Dias.

                                              Para dar conta da demanda crescente destes equipamentos, o Centro necessitou passar por adaptações e transformar instalações em verdadeiras linhas de produção, utilizando a capacidade plena de seus militares, que estão trabalhando 24 horas por dia, durante os sete dias da semana, em esquema de rodízio.

                                              Essas ações estão inseridas no contexto da Operação “Grande Muralha”, deflagrada pela Marinha do Brasil no final de março para auxiliar no combate e na prevenção ao Covid-19.

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                                                A saída de Flavia Didomenico fa presidência da Santa Catarina Turismo (Santur) foi oficializada no dia 17 de março. Quem assumiu o cargo foi assumido por Leandro Mané Ferrari há pouco mais de um mês. O executivo já fazia parte dos quadros do órgão atuando como diretor de Planejamento e Desenvolvimento Turístico desde fevereiro de 2019.

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                                                Ferrari é um velho conhecido do trade catarinense, sendo o representante do Turismo Náutico na Câmara de Turismo do Estado. Ele é também presidente da Associação Náutica Brasileira (Acatmar) desde 2010. O novo presidente da Santur é também proprietário da Marina Itaguaçu. O executivo é formado em jornalismo e também já atuou como colunista da Revista Náutica.

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                                                  Empresa marítima norte-americana planeja testar táxis aquáticos robóticos

                                                  Por: Redação -

                                                  Uma empresa de tecnologia dos Estados Unidos, Buffalo Automation, planeja realizar testes de um táxi aquático robô não tripulado no porto de Plymouth, no sudoeste do Reino Unido, assim que a situação da Covid-19 estiver controlada.

                                                  A Buffalo Automation, com sede na cidade de Nova York, estabeleceu uma especialização em aplicar inteligência artificial a sistemas de navegação autônomos. A empresa desenvolveu um sistema chamado AutoMate que combina tecnologia, câmeras e sensores, para manobrar um barco sem um timoneiro.

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                                                  O sistema AutoMate foi desenvolvido pelo executivo-chefe da Buffalo Automation, Thiru Vikram, juntamente com Alexander Zhitelzeyf e Emilie Reynolds. Todos os três eram estudantes de engenharia na Buffalo University e a criação da empresa foi seu projeto de pesquisa. O resultado disso levou-os a continuar com o negócio depois de se formarem em 2015.

                                                  Inicialmente, o objetivo da Buffalo Automation era desenvolver o sistema AutoMate para navios comerciais, mas eles o estenderam a embarcações de recreio, como iates e barcos e outros pequenos navios comerciais, como os táxis aquáticos planejados.

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                                                    26/04/2020

                                                    Australiano cria regata volta ao mundo em que os competidores devem construir o próprio veleiro. E o melhor: dá para fazer no quintal de casa

                                                    Volta ao mundo, eu? Sim, você que tem espírito aventureiro. E participando de uma regata com velejadores pouco experientes. Mais que isso: competindo a bordo de um pequeno veleiro construído com suas próprias mãos!

                                                    Pode parecer insano, mas essa é a proposta do australiano Don McIntyre, que está organizando uma circum-navegação com barcos de 5,8 metros de madeira compensada da Classe Mini 5.80: a Mini Globo Race 2024, que será disputada em seis etapas e um total de 26 400 milhas, com largada em um porto europeu ainda a ser definido rumo a oeste (com passagem pelo Canal do Panamá).

                                                    A proposta é essa mesmo: construa um veleiro com suas próprias mãos e participe de uma regata mundial. Para isso, McIntyre lançou o One Design ClassMini 5.80, um kit com instruções de como dar forma ao barco, direcionado a velejadores de qualquer idade e diferentes níveis de experiência, que sonham fazer uma travessia oceânica. Para obter os planos de construção, tudo o que você precisa fazer é pagar € 300, além do valor da compra da matéria-prima.

                                                    “Em apenas alguns meses trabalhando em uma garagem ou jardim, o veleiro pode estar pronto para navegar”, afirma o velejador australiano. “O mastro pode ser dividido em duas partes, e não é difícil remover e colocar a quilha e o leme”, garante.

                                                    A primeira unidade da nova classe está atualmente em construção na Polônia e deve estar pronta para navegar no final de junho. Na descrição de seus criadores, o Mini 5.80 será um monotipo “divertido, acessível e seguro”. Seu pequeno porte permite que seja transportado em um reboque com um carro da família.

                                                    Antes dessa circum-navegação, McIntyre, de 64 anos, promoveu de regatas vintage como a Golden Globe Race 2018. Em 2006, ao lado da mulher, Margie, ele recebeu uma medalha de ouro como “Os Aventureiros do Ano” da Australian Geographic Society — o que diz muito sobre ele. Para saber mais, acesse www.classglobe580.com.

                                                    Ficha técnica

                                                    Comprimento: 5,80 m

                                                    Boca: 2,27 m

                                                    Calado: 1,40 m

                                                    Deslocamento: 700 kg

                                                    Lastro de quilha: 220 kg

                                                    Vela mestra: 12,5 m² – 9,9 m² – 7,2 m² – 4,4 m²

                                                    Gennaker: 23m²

                                                    A rota da Mini Globe Race 2024

                                                    1ª etapa: largada num porto da Europa ainda não definido rumo às Ilhas Canárias, onde haverá uma escala de quatro dias, antes de a flotilha seguir para um porto do Caribe (com parada de sete dias) e dali para o Panamá. Distância percorrida: 4 700 milhas.

                                                    2ª etapa: do Panamá para as Ilhas Marquesas, onde os competidores fazem uma escala de sete dias antes de seguir rumo ao Taiti.  Distância: 4 660 milhas.

                                                    3ª etapa: do Taiti a Tonga. Distância: 1 400 milhas.

                                                    4ª etapa: do Tonga para Kupang, capital da província indonésia de East Nusa Tenggara. Distância: 3 800 milhas.

                                                    5ª etapa: de Kupang às Ilhas Maurício, com escala de sete dias antes de seguir para a Cidade do Cabo. Distância: 6 200 milhas.

                                                    6ª etapa: Cidade do Cabo a Cabo Verde, com escala de sete dias antes da perna final rumo à linha de chegada, na Europa. Distância: 5700 milhas.

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                                                      O novo megaiate Artefact é tão impressionante que parece uma obra de arte flutuante

                                                      Por: Redação -
                                                      25/04/2020

                                                      “Um casamento perfeito entre arte e ciência”. Assim, o estaleiro alemão Nobiskrug Yachts apresenta o Artefact, de 80 metros de comprimento (263 pés), que construiu sob encomenda do empresário grego-canadense Mike Lazaridis, ao custo de US$ 150 milhões.

                                                      Fundador da BlackBerry e defensor ardoroso do poder da ciência básica para melhorar e transformar o mundo, Lazaridis é reconhecido como um visionário, inovador e engenheiro de extraordinário talento. Além, disso, professa paixão por barcos e por obras de arte. Como uma coisa leva a outra, seu megaiate não poderia ser menos que surpreendente e inusitado.

                                                      Seu pedido ao projetista Gregory C. Marshall era simples: o barco deveria simbolizar a soma de suas paixões. Resultado: o Artefact chama atenção tanto pela estética do casco — parece uma escultura flutuante, com seus 740 m² de janelas de vidros, de variados formados, inclusive curvos — como por uma série de detalhes tecnológicos que não aparecem nessas imagens, mas que são igualmente impactantes.

                                                      Para começar, segundo seu construtor, o megaiate tem sistema de propulsão híbrido (diesel e elétrico), que garante maior eficiência, menores emissões, menos ruído e quase nenhuma vibração. Também apresenta tecnologias de geração de energia, painéis solares e um grande sistema de armazenamento de baterias que permite que a embarcação opere por um tempo limitado sem o uso de motores de combustão.

                                                      O objetivo era provar que belos objetos feitos pelo homem também podem se harmonizar com o meio ambiente, promovendo mares mais limpos, com um impacto mínimo. Conseguiu: o Artefact é um dos primeiros megaiates do mundo a atender aos regulamentos de emissões de nível III da International Maritime Organization.

                                                      A Black Berry: do sucesso à decadência

                                                      Os aparelhos BlackBerry se tornaram um verdadeiro sonho de consumo para muitos durante o início dos anos 2000, em uma época em que as telas touch screen eram apenas um sonho. Com isso, a marca se popularizou ao oferecer dispositivos com eficientes teclados de plástico, que facilitaram a digitação de letras e números.

                                                       

                                                      A perda de espaço da BlackBerry no mercado é resultado de sua dificuldade em competir com as novas tecnologias que surgiram com o passar dos anos. A introdução das telas touch screen e o surgimento dos sistemas operacionais iOS e Android foram os grandes responsáveis pela deterioração da marca.

                                                       

                                                      Os dispositivos ainda em circulação contarão com suporte até 2022, de modo a que a garantia dos aparelhos seja honrada. Ainda existe a possibilidade que outras fabricantes assumam a produção de novos celulares, mas até ao momento nenhuma demonstrou interesse. Caso o cenário permaneça assim, é possível que a empresa deixe o mercado definitivamente.

                                                       

                                                      Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

                                                       

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                                                        Por: Redação -
                                                        24/04/2020

                                                        Chamas iniciaram durante a madrugada e atingiram o barco que passava por reforma, diz Polo Industrial Náutico

                                                        Uma embarcação pegou fogo durante a madrugada desta sexta-feira (24) em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro. O barco estava em um galpão do Polo Industrial Náutico, na BR-101 (Rodovia-Rio Santos). Em nota, o Polo Industrial Náutico informou que o fogo iniciou por volta de 4h e atingiu uma embarcação de cerca de 60 pés que estava passando por uma reforma. Disse ainda que as chamas foram rapidamente controladas pelo Corpo de Bombeiros. De acordo com a corporação, ninguém ficou ferido. Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre a causa do incêndio. As autoridades estão apurando os fatos junto à empresa responsável pela reforma da embarcação.

                                                         

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                                                          Por: Redação -

                                                          A Sorgiovanni Designs apresentou um novo conceito de megaiate de expedição de luxo de 99 metros, Frontier. Recursos notáveis ​​a bordo do Frontier é seu bar ao ar livre e jacuzzi no deck de observação, além de plataforma retrátil de pouso de helicóptero que pode funcionar como pista de dança, academia adicional ou ampliar a piscina e a área para banhos de sol. No convés principal, há um cinema e uma sala de jantar para até 20 pessoas, localizada ao lado de uma sala de jogos.

                                                          O designer Sorgiovanni também criou um clube de praia de dois conveses com bar, área de relaxamento, plataforma dobrável, sala de massagem, sauna, banho turco e uma segunda jacuzzi. O acesso da garagem, que pode acomodar dois barcos de apoio de 25 metros, dois hovercrafts de 15 metros e quatro jets, é feito por esta área.

                                                           

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                                                          Até 12 pessoas podem acomodar-se em seis suítes no convés inferior, enquanto seus proprietários podem desfrutar da suíte master no deck superior, com instalações próprias, um lounge/escritório privativo e salão, além de acesso direto à piscina. Para a decoração, a Sorgiovanni Designs criou uma paleta de materiais naturais e sustentáveis. Frontier foi projetado para receber motores a diesel duplos juntamente com sistemas inovadores para reduzir sua pegada.

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                                                            A construtora de catamarãs sul-africana Two Oceans Marine Manufacturing adicionou um novo modelo à sua linha de catamarãs Magnum Power. O modelo de 14 metros Magnum 46 Power Catamaran é o maior da linha e segue o bem-sucedido Magnum 36 Power Catamaran.

                                                            O Two Oceans, com sede na Cidade do Cabo, é um dos principais construtores de barcos da África do Sul, com 4 500 m² de área coberta de fábrica. Fabrica embarcações personalizadas para cruzeiro, veleiros, lanchas de pesca esportiva e catamarãs comerciais. No ano passado, a empresa lançou um catamarã de charter de 110 pés, o maior modelo de catamarã de lazer da África do Sul.

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                                                            O novo Magnum 46 Power Cat foi desenvolvido a partir do projeto anterior Magnum 36 e apresenta inovações de projeto e construção. “O modelo visa, principalmente, permitir uma maior capacidade de transporte de carga, conforto superior e maiores velocidades de operação”, disse a empresa em comunicado divulgado esta semana.

                                                            O layout do convés foi projetado para acomodar pescadores esportivos, mas o modelo tinha uma ampla gama de aplicações comerciais e de lazer, informou a empresa.

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