Imagens de satélite sugerem que o ditador Kim Jong-Un está isolado em iate

Por: Redação -
29/04/2020

Ditador também gosta de navegar. E em barcões de luxo! Em meio a especulações sobre seu estado de saúde, o líder norte-coreano Kim Jong-Un pode estar passando férias no complexo turístico de Wonsan-Kalma, um resort de luxo na costa leste do país, no sul do Mar do Japão. Ou se escondendo do coronavírus. Imagens de satélites mostram que seu iate — um requintado Princess 95 — está se movimentando frequentemente, um forte indício de que o ditador pode estar a bordo.

O complexo à beira-mar de Kim em Wonsan é atendido por uma praia particular, parque aquático, quadra de basquete, estação de trem privada e uma marina. Autoridades da Coreia do Sul e dos Estados Unidos dizem que é possível que Kim esteja lá para evitar a exposição ao novo coronavírus.

 

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As especulações sobre a saúde e a localização de Kim surgiram após sua ausência sem precedentes à cerimônia em homenagem a Kim Il Sung, seu avô e fundador da Coréia do Norte (país hermético e ilhado), que acontece todo dia 15 de abril, desde 1994. O gosto do atual ditador por iates de luxo pode ter começado em 2002. Naquele ano, a emissora russa Izevstia informou que ele estava planejando encontrar Putin em um iate Princess durante uma cúpula em Vladivostok, no o Extremo Oriente russo, o que despertou seu interesse pela embarcação. Um luxo bem capitalista.

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    Bandeira Azul da praia do Peró, em Cabo Frio, poderá ficar hasteada durante todo o ano de 2021

    Por: Redação -

    Com a temporada 2019/2020 reduzida por causa da pandemia da Covid-19, a Bandeira Azul do Peró poderá ficar hasteada durante todo o ano de 2021 e não somente no período de verão.  A informação foi dada pelo secretário municipal de Meio Ambiente de Cabo Frio, Mário Flávio Moreira, depois de solicitar a renovação anual do certificado internacional de qualidade à coordenação nacional do projeto. Isso só foi possível depois de feitas as 20 medições que atestaram a qualidade da água da Praia do Peró, que está interditada por causa da pandemia.

    A Bandeira Azul foi arriada antes do tempo, em meados de março, quando começou a quarentena recomendada pelo Ministério da Saúde. Desde então, o acesso à praia foi fechado e os quiosques foram orientados a encerrar as atividades até a nova orientação da secretaria municipal de Saúde. A orla do Peró está liberada apenas para acesso de moradores. A bandeira ficaria hasteada até abril.

    “Fizemos 20 coletas de água e agora vamos reivindicar a temporada longa, de 12 meses. Neste ano, a Bandeira Azul não voltará a ser hasteada, mas o controle da área continua”, garantiu Mário Flávio.

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    Após o pedido de renovação do selo, a coordenação nacional do projeto vai marcar a vistoria da praia para verificar se as exigências que garantem a qualidade no trecho certificado (área urbana) estão sendo cumpridas. O relatório é encaminhado ao júri nacional, do qual faz parte, entre outros, o Ministério do Turismo. Depois, a candidatura é levada ao júri internacional, que se reúne em Copenhague, capital da Dinamarca.

    “Se tudo correr bem, como previsto, a Bandeira Azul será novamente hasteada em novembro ou dezembro deste ano e ficará tremulando durante um ano”,  previu o secretário.

    Por causa da pandemia, a reunião anual dos Amigos do Peró, prevista para o início deste mês, foi adiada e só será realizada após a liberação da praia aos banhistas. O movimento, que defende a preservação da praia, das Conchas ao Pontal, luta pela revitalização urbanística da orla (projeto pronto); saneamento básico, com esgotamento sanitário do bairro; ordenamento do espaço público; novo acesso ao Peró; e, segurança.

    “A manutenção do ornamento é fundamental no período sem a Bandeira Azul. Milhares de turistas adiaram suas reservas nos hotéis e hostels para o segundo semestre do ano. Há uma expectativa de fortalecimento do turismo regional (destinos nacionais) após a pandemia”, previu o hoteleiro Roberto Saci, os Amigos do Peró.

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      Estaleiro australiano acrescenta novo catamarã em alumínio à sua gama de modelos

      Por: Redação -

      O estaleiro australiano Sailfish Catamarans está desenvolvendo um novo modelo de seu popular catamarã em alumínio revestido com blindagem 3200 Platinum, que originalmente deveria ser lançado nos salões náuticos Sanctuary Cove e Sydney, cancelados devido à pandemia do coronavírus.

      De acordo com uma declaração da empresa, o novo modelo foi pensado para cruzeiros prolongados e pesca esportiva. Equipado com motor Yamaha de 300 hp de quatro tempos e quatro cilindros, alimentados por tanques de combustível duplos de 500 litros e design avançado de casco duplo, o Sailfish 3200 Platinum promete um grande alcance para aventuras e exploração a longa distância.

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      As principais características incluem uma boca (largura) de 3,5 m, 200 litros de água doce, ar condicionado, gerador, água quente/fria, TV, carregamento solar, além de cozinha equipada com fogão, micro-ondas e geladeira na vertical, mesa de jantar conversível e uma churrasqueira no exterior.

      O barco estará disponível para entrega em junho.

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        Grandes nomes disputam competição virtual de vela de oceano com cerca de 50 participantes

        Por: Redação -

        Três grandes nomes da vela brasileira confirmaram presença e começaram a disputar, na noite desta segunda-feira, o II Virtual Skipper Brasil Cup, evento virtual online de Vela de Oceano do game Virtual Skipper, febre entre os amantes e praticantes do esporte que tem mais de 330 mil velejadores cadastrados no mundo todo.

        Henrique Haddad, o Gigante, campeão mundial da classe Snipe, em Ilhabela (SP), no ano passado, entrou na disputa com o barco FullAHEAD, do Iate Clube do Rio de Janeiro, e terminou o primeiro dia de três regatas no 11º lugar vencendo a segunda regata com mais um sexto e um oitavo lugares.

        “Sempre gostei do jogo, jogava bastante na época que corria no Match Race, participei até de um Mundial de Match Race do game. Achei legal que o game voltou a bombar agora nessa quarentena, tem uma simulação de regata bem próxima da realidade”, disse Henrique. “Tenho mais expectativas de me divertir com os amigos no II Virtual Skipper Brasil Cup, bem legal montar um campeonato entre a galera, de se entreter. Sentimos muita falta da água salgada, mas nessas regatas conseguimos ter parte desse sentimento”.

        Henrique vem disputando a classe 470 na vida real atualmente e estava prestes a disputar o Mundial da classe que valeria vaga para os Jogos Olímpicos de Tóquio, agora adiados para 2021. “Ninguém esperava por essa parada, as classificatórias foram para outubro, pra mim pelo menos é mais um ano de preparação, pra chegar bem, mais um tempo que ganhamos. Além da 470 nesseano velejarei um pouco da J70, um pouco de Oceano, HPE25, o que não for atrapalhar na campanha da 470”.

        Gigante, que disputou a Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro, lembra com carinho sua conquista no Mundial de Snipe conquistado ao lado de Gustavo Nascimento. “Foi muito especial, é uma classe que sempre velejei, mas parei um pouco para a campanha Olímpica de 2016 e agora para essa em Tóquio, Snipe é uma classe tradicional que sempre velejo campeonatos estaduais. Vou guardar com carinho aquela conquista a disputa na última regata vencendo por um ponto”, lembrou.

        Outro grande nome é de Pedro Trouche, natural de Niterói (RJ), do Clube Naval de Charitas, que foi, no final de 2018, campeão da Star Sailors League, competição com os dez melhores do mundo (mais wildcards com outros grandes nomes) na classe Star, ao lado de Jorge Zarif, em Nassau, nas Bahamas. Eles superaram na época o multicampeão olímpico Robert Scheidt e Henri Boening.

        Trouche começou a disputa do II Virtual Skipper Brasil Cup com um quarto lugar no geral após o primeiro dia somando um segundo, um terceiro e um quinto lugares no barco Bolder53, em homenagem ao barco com mesmo nome quando navegava na classe Optmist e depois nas classes Laser e Finn.

        “Tenho o jogo baixado há alguns anos, talvez uns 5, mas a última vez que mexi antes dessa quarentena foi em maio de 2018. A partir daí fiquei um período embarcado em uma viagem de veleiro. E agora jogo toda a semana, diria que 2 até 3 vezes”, disse Trouche que é o atual campeão Sul-Americano da classe Star e vinha de um quinto lugar na disputa da 93ª edição da Bacardi Cup, tradicional evento realizado em Miami. A chegada da quarentena por conta da pandemia acabou freando o bom ritmo que o velejador.

        “Grande frustração com essa parada, já vinha de cinco competições internacionais, algumas na Flórida, de Star e também na J70 onde tenho calendário extenso pelo mundo, estava em um momento de crescimento muito grande. Com a quarentena tenho meia dúzia de eventos cancelados ou adiados. Isso fez com que a parte financeira sofresse um baque. Se as coisas melhorarem no sentido onde possa treinar no Brasil a partir do final de maio , viajar internacionalmente a partir de julho ou agosto para treinar lá fora e competir ainda fico numa situação confortável. Tenho ficado em casa com minha noiva, tenho mantido um banco de escora para manter meu condicionamento físico em dia. E como hobbie tenho cuidado do jardim e plantas aqui de casa, decorando a casa, com tempo para organizar meus troféus. Imagino que a partir de setembro venham uma série de eventos seguidos e calendário apertado. Estou grato por minha família estar bem em casa diante da pandemia”, disse Trouche que vem ajudando seus pais com compras básicas de comida uma vez ambos estão no grupo de risco, principalmente seu pai que teve câncer há pouco tempo.

        Trouche tem o título da Stars Sailors League como “especial” e grande “abridor de portas” na carreira, mas ainda persegue o sonho do título Mundial da Star. “Meu objetivo é ser campeão mundial da classe star quero muito chegar nesse nível. É super tradicional e existe grandes lendas que colocaram seu nome nela, em 2022 teremos a 100ª edição do evento. Quero muito poder colocar meu nome nesta taça e até lá conseguir continuar escrevendo meu nome em outros grandes eventos da classe”, apontou o niteroiense que também corre alguns eventos de Vela de Oceano como a tradicional Santos-Rio e a Refeno.

         

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        Outro forte nome na disputa é Mario Trindade que foi campeão dos Jogos Mundiais Militares em 2011 na equipe do Brasil. Ele fechou o dia na segunda posição com um quinto lugar e dois segundos.

        Gaúcho de Porto Alegre, Fernando Cavalli, da Veleiros do Sul, fechou o primeiro dia na frente. Ele encerrou a primeira regata em quarto e venceu a segunda e a terceira. Fernando foi número 1 do mundo do Virtual Skipper em 2015 e 2016 e é o atual 10º do ranking.

        Cavalli, de 44 anos, veleja desde os 7 anos de idade, tendo competido nas classes Optmist, Europa, Snipe, Soling  e barcos de oceano. Atualmente veleja pelo San Chico de Porto Alegre e no Zeus , de Florianópolis (SC).

        “Comecei a jogar o virtual skipper há 7 anos e durante doi anos finalizei o ano em primeiro do ranking mundial. Com a quarentena voltei a ter mais tempo e tenho jogado novamente diariamente”, disse: “O campeonato está muito legal, bem organizado. Vi muita gente nova competindo e tenho certeza que logo vamos ser um dos países que terão mais praticantes.

        O Biro Biro, do comandante Paulo Neto, do clube P27, fechou o primeiro dia no terceiro lugar com uma vitória na última regata, um segundo e um quinto lugares.

        Os quase 50 barcos inscritos foram separados em dois grupos e nesta quarta-feira serão misturados em mais três grupos em disputa do game simulando as águas da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Os melhores disputarão a Série Ouro e os que ficarem mais abaixo disputam a Série Prata lutando por troféus e prêmios mais voucher que a empresa NAUTOS oferecerá aos três primeiros em cada Série. As finais serão na semana que vem na próxima segunda-feira, dia 4, e quinta-feira, dia 7.  A definição das vagas ocorre nesta quarta-feira, dia 29.

        Os barcos do game são da classe ACC (antigos barcos da Americas Cup) e as regras de disputa da World Sailing, a federação mundial de vela. A organização fica por conta de Francisco Freitas, medidor de barcos de oceano da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, a ABVO, membro do barco de oceano San Chico, do Clube de Jangadeiros, de Porto Alegre (RS).

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          Navegadores norte-americanos protestam pelo retorno às atividades na água

          Por: Redação -
          28/04/2020

          Navegadores de várias partes dos Estados Unidos realizaram manifestações na água para chamar a atenção para a situação dos operadores comerciais devido às medidas para contenção do coronavírus.

          Em Nova Jersey, cerca de 15 capitães navegaram 16 quilômetros em um desfile “SOS” ou “Mar de Solidariedade”, pedindo um retorno seguro ao serviço. As marinas no Garden State estão abertas há um mês para embarcações de recreio limitadas.

          O capitão Dan Shade, da Classic Boat Rides, disse que o governo do estado deve permitir que a indústria de charter execute novamente sob práticas de segurança aprimoradas. “[Não estamos] pedindo para fazer isso antes que seja seguro, mas não queremos ser colocados em segundo plano. Queremos que alguém coloque os olhos nessa indústria”, disse ele.

          Enfatizando a mensagem de segurança, os barcos tinham tripulação limitada e incentivavam os observadores em terra a praticar o distanciamento social seguro. E, disse ele, medidas semelhantes podem ser tomadas a bordo de navios fretados; equipar as equipes com desinfetantes, garantindo que o passageiro esteja usando máscaras e limitando a capacidade com base na metragem quadrada de um barco. “Todo setor tem sua própria aplicação. Este é muito único. Espero que eles analisem esse separadamente e apresentem diretrizes voltadas especificamente para ele”, afirmou.

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          Em Seattle, Washington, Justin Johnson não consegue entender por que ele pode sair em seu barco, mas não pode pescar. “Pescar é o que eu faço”, disse Johnson. Ele dirige um clube de pesca do robalo e diz que a atividade ao ar livre pode ser realizada com bastante distanciamento social. “Confie em nós para fazer a coisa certa e para manter a nós mesmos e as pessoas ao nosso redor em segurança”, disse Johnson. Cerca de uma dúzia de barqueiros se juntaram ao comício “Let Us Fish” e desfilaram cerca de oito quilômetros com os apoiadores reunidos em um parque local.

          Em Sarasota, Flórida, a flotilha “Make America Open Again” de cerca de 20 barcos foi organizada pelo empresário local Jesse Biter, que disse que é hora de aliviar as restrições às reuniões públicas e reabrir restaurantes e outros negócios que foram obrigados a fechar.

          “Estamos mostrando que apoiamos a decisão [das autoridades eleitas] e a decisão de criar essas fases para começar a construir a economia, sabendo que o vírus não vai desaparecer”, disse o organizador da flotilha. “Eu acho que há uma maneira inteligente em permitir que as pessoas voltem ao trabalho, permitindo que os restaurantes sejam abertos, permitindo que as pessoas escolham se saem ou ficam em casa”.

          Outras manifestações menores foram realizados em todo os EUA, bem como protestos em terra em várias capitais dos estados, enquanto navegadores se uniram pedindo uma reabertura da economia.

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            Estaleiro gaúcho Tethys Yachts entrega mais uma unidade de sua lancha de 54 pés

            Por: Redação -

            O estaleiro gaúcho Tethys Yachts entregou mais uma unidade de sua lancha de 54 pés. A embarcação é modelo 2020 e foi feita personalizada de acordo com as preferências do proprietário. A Tethys 54 Fly foi pensada para combinar conforto e modernidade com interior com espaços bem aproveitados e bom acabamento.

            O destaque fica por conta do amplo salão principal em dois níveis, sala de estar espaçosa e cozinha gourmet. Grandes janelas laterais em forma de arco proporcionam boa iluminação natural no salão.

             

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            O modelo oferece três camarotes, sendo uma suíte na proa e dois à meia-nau – um com duas camas de solteiro e outro com cama de casal -, ambos servidos por um banheiro com box fechado.

            Com duplo comando, a Tethys 54 Fly pode ser conduzida também do flybridge, que por sua vez é amplo e vem com estrutura rígida para o teto central retrátil. A 54 já sai de fábrica com uma vantajosa plataforma de popa submergível, que se torna um de seus espaços preferidos. A motorização fica por conta de uma parelha de D8 – IPS 800 da Volvo Penta.

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              Estaleiro polonês apresenta nova linha de catamarãs ecológicos

              Por: Redação -

              O estaleiro polonês Sunreef Yachts lançou uma nova linha de catamarãs ecológicos, equipados com sistemas de propulsão totalmente elétricos e híbridos. Iniciada pelos primeiros catamarãs elétricos Sunreef 50 e Sunreef 60, a linha foi promovida em uma conferência de imprensa virtual na presença do campeão da Fórmula 1 Nico Rosberg, que apareceu como convidado especial.

              Criado pelo empresário francês Francis Lapp, que também atua como presidente da empresa, a Sunreef Yachts opera um estaleiro em Gdansk, no mar Báltico polonês.

              “É realmente uma grande paixão minha promover a ecoinovação, e essa é a paixão que compartilho com Francis”, disse Rosberg. “Temos uma paixão pela Fórmula 1, mas, ao mesmo tempo, uma paixão pela ecoinovação, e é por isso que acho tão fascinante o que Francis está fazendo agora na Sunreef.”

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              Lapp disse que, na época da criação da empresa em 2002, ele queria que a Sunreef Yachts “construísse catamarãs, pois são mais sustentáveis ​​que os monocascos”.

              “Hoje, muitos fabricantes oferecem motores elétricos, mas estamos pensando no futuro”, disse Lapp. “Nossa ênfase está na qualidade de todos os modelos da linha. Isso significa que os eco-catamarãs têm a mesma qualidade. O iatismo sustentável não deve afetar a estética com painéis solares de grandes dimensões. Tentamos integrá-los perfeitamente em nossos iates”.

              A nova gama de catamarãs ecológicos do construtor de barcos compreende quatro embarcações – os modelos Sunreef 50, 60, 70 e 80. Outros cinco catamarãs fazem parte do portfólio que compreende os Sunreef 60 Power, 70 Power, 80 Power, 100 Power e 40 Open Power.

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                A indústria náutica pesquisa o desenvolvimento de embarcações cujo funcionamento não dependa de combustíveis poluentes. Uma das apostas é o hidrogênio, que reduz a zero a emissão de gás carbônico. O mais complicado para viabilizar tais projetos é o tanque para armazenar o combustível, que precisa ser feito com um material que suporte 100 vezes mais pressão que um tanque comum, já que o hidrogênio é um gás altamente inflamável.

                A francesa Air Liquide saiu na frente. Em 2017, a empresa — líder mundial em gases, tecnologias e serviços para indústria e saúde —lançou ao mar o catamarã autossustentável Energy Observer, que partiu do porto de Saint-Malo, na França, para uma missão de seis anos, abastecido unicamente com energias renováveis.

                Na primeira fase, o catamarã ziguezagueou pelo Mar Mediterrâneo e o norte da Europa, uma jornada de 20 mil milhas, visitando 48 portos. Em seguida, iniciou a travessia do Atlântico rumo a Caribe.

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                Cera de 5 600 milhas depois, o Energy Observer acaba de chegar no Fort-de-France, na Martinica. Já são quase três anos no mar, com navegação ecologicamente correta, ou seja, com zero emissão de carbono ou partículas finas. Além do hidrogênio, o Energy Observer usa energia solar e eólica e motores elétricos. Um verdadeiro laboratório flutuante.

                O projeto foi idealizado pelo capitão Victorien Erussard e pelo explorador Jérome Delafosse, que pretende levar sua tripulação para 50 países, perfazendo 101 escalas. Para assegurar a autossuficiência da embarcação, o hidrogênio produzido por eletrólise da água do mar é comprimido e armazenado, para depois ser transformado em eletricidade por meio de células de combustível. Sim, o hidrogênio limpo é gerado a partir da água do oceano, enquanto o navio navegava.

                Eles estavam programados para atravessar o Canal do Panamá, seguir para o Havaí e cruzar o Oceano Pacífico até o Japão, em julho, onde participariam das cerimônias de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Com o anúncio do adiamento das olimpíadas, os planos estão sendo alterados. A meta, porém, permanece a mesma: “Provar aos cidadãos, tomadores de decisão e empresas que a transição ecológica está em andamento”, explica o capitão Victorien Erussard. Até aqui, nem sinal de fumaça.

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                  Privatização transformará marina grega em porto turístico moderno

                  Por: Redação -

                  Apesar da Grécia permanecer em quarentena devido à Covid-19, a privatização da Alimos Marina está avançando. Nas próximas semanas, o contrato de concessão da Alimos Marina para a Aktor Concessions, uma subsidiária do Ellaktor Group, deve ser assinado por 40 anos, com o direito de prorrogar por mais 10 anos, após a liquidação do contrato pendente. A Decisão Ministerial Conjunta foi assinada no início deste mês, autorizando os Ministros das Finanças, Desenvolvimento e Investimento e Turismo a assinar, em nome do estado grego, o contrato de concessão relevante.

                  Segundo fontes dos ministérios relevantes, os contratos de empréstimo para o financiamento estão sendo verificados pelo Ministério das Finanças para aprovação final, uma vez que o Estado também é garantidor. O contrato de concessão do direito de uso, operação, gerenciamento e exploração do porto turístico de Alimos é assinado e a data de lançamento, embora definida, está sendo adiada devido às condições estabelecidas pela pandemia de Covid-19.

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                  Dentro de quatro meses, a transferência financeira da concessão deve ser concluída pelo preço de 57,5 ​​milhões de euros. Enquanto isso, o estado preparará a área para entrega. No total, o grupo investirá 107,5 milhões de euros para transformar a Alimos Marina, que foi construída e operada na década de 1960, em um porto turístico moderno. A empresa direcionará € 50 milhões nos próximos cinco anos para modernizar a marina e desenvolvê-la para usos múltiplos. Especificamente, na zona terrestre de Alimos Marina, a área de aproximadamente 210 acres permite uma construção total de 18 520 m² com usos relacionados à operação da marina, recreacional e comercial (como restaurantes, lanches, lazer e esportes). As instalações incluem, ainda, hotel, centro de conferências e exposições, lojas, etc.

                  Além disso, uma área específica será dedicada aos esportes aquáticos. A área da marina também inclui instalações ajardinadas ao ar livre, calçadas, ciclovia, estacionamentos e espaços verdes urbanos. A infraestrutura portuária existente também será modernizada, para que o porto da marina (uma área de cerca de 240 acres) possa oferecer pelo menos 1 200 vagas para barcos de até 45m de comprimento.

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                    Diretoria de Portos e Costas (DPC) está sob novo comando. Confira

                    Por: Redação -

                    O Vice-Almirante Alexandre Cursino de Oliveira é o novo diretor da Diretoria de Portos e Costas (DPC). Cursino tem uma longa carreira na Marinha do Brasil, que teve início em 1987 como guarda-marinha.

                    O Vice-Almirante é Mestre em Ciências Navais (Escola de Guerra Naval – 2004) e Bacharel em Ciências Navais (Escola Naval – 1987). O presidente da República Jair Messias promoveu o, então contra-almirante Alexandre Cursino de Oliveira, como Vice-Almirante e também o nomeou como novo diretor da DPC. A nomeação foi publicada no Diário Oficial, edição de 16 de março, para validação a partir de 31 de março de 2020.

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                    Devido a pandemia da Covid-19 (Coronavírus) não foi realizada a cerimônia de transmissão de cargo, que foi realizada no dia 17 de abril.

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                      Histórias do mar: o francês que navegou o mundo com uma galinha viva a bordo

                      Durante cinco anos (de janeiro de 2014 a dezembro de 2018), a bordo de um veleiro de 38 pés, o francês Guirec Soudée, atualmente com 28 anos, navegou pelo mundo, quase sozinho. Quase? Sim, porque, tal qual o Náufrago de Tom Hanks, ele tinha um “Wilson” para conversar. No caso, uma galinha viva, chamada Monique, que fazia companhia ao velejador, empoleirava no convés, contemplando a vastidão de vários oceanos.

                      Por que uma galinha?

                      “Eu queria navegar sozinho, com certeza. Queria ficar sozinho com a natureza, isolado do mundo, mas achei que a viagem ficaria melhor se tivesse ao meu lado um animal de estimação. Então pensei que uma galinha seria uma ideia brilhante, porque eu poderia ter ovos frescos no mar”, explica o velejador.

                      Deu match! “É estranho dizer isso agora! Formamos um vínculo real. Ela era tão carinhosa e me fez rir muito, como se eu sempre a conhecesse. Aparentemente imperturbável, ela gostava de correr pelo convés, esquivando-se das ondas e atacando peixes voadores que caiam no convés. Ela adora peixe. Por isso, seus ovos tinham um sabor salgado”, conta ele, rindo.

                      Durante os cinco anos de expedição, Guirec e sua galinha ficaram presos no gelo do Ártico por 130 dias e sobreviveram a ondas de 15 metros, com o Yvinec (esse é o nome do barco) quase emborcando várias vezes. Além disso, ele foi preso brevemente pela guarda costeira canadenses e se tornou o marinheiro mais jovem a navegar solo na formidável Passagem Noroeste entre o Pacífico e o Atlântico.

                      Com base nessa experiência, Guirec Soudée agora tenta aplicar as lições da vida no mar à quarentena em solo francês, na Bretanha. “O que me ajudou nessa viagem, especialmente durante o inverno no Ártico, foi a minha persistência. Foram 70 dias muitos difíceis. Estava em uma baía remota, sem comunicação, com apenas um saco de arroz e Monique. Sabia que não tinha escolha; se caísse em desespero, não conseguiria sobreviver ao frio”.

                      Com base nessa experiência, Guirec Soudée agora aplica as lições do mar à quarentena em sua casa, na região da Bretanha, na França. “O que me ajudou nessa viagem, especialmente durante o inverno no Ártico, foi a minha persistência. Foram 70 dias muitos difíceis. Estava em uma baía remota, sem comunicação, com apenas um saco de arroz e Monique. Sabia que não tinha escolha; se caísse em desespero, não conseguiria sobreviver ao frio”, exemplifica.

                      Para o velejador, estar sozinho é algo indescritível, “porque você aprende a fazer as coisas sem procurar respostas ou a aprovação de alguém”, explica. Porém, no caso do isolamento imposto pelo coronavírus, a situação é um pouco diferente, acredita ele.

                      “Não foi uma decisão pessoal nem planejada. Além disso, o estresse deste momento não é igual para todo mundo. Imagina o que isso significa para as pessoas que não têm acesso a comida, água ou remédios e que têm de lutar para sobreviver ao confinamento. Isso é dramático para bilhões de pessoas. É difícil ter uma solução global. É na hora em que aprendemos a consumir apenas o que precisamos que vemos o que estamos fazendo de errado há muito tempo”, pondera.

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                        #MinhaNHD: para Felipe Lourencetti, o open deck é a atração de sua lancha NHD 280

                        27/04/2020

                        Um dos estaleiros mais jovens do mercado brasileiro, a catarinense NHD Boats, de Itajaí, caprichou na receita de sua NHD 280, repleta de soluções interessantes em relação às lanchas do seu porte. Uma delas, a popa com open deck, é a área preferida pelo paulista Felipe Lourencetti, 34 anos, natural de Mauá.

                        “Comprei a NHD 280 há 6 meses, junto com o meu pai, Moacir Lourencetti. É a minha primeira lancha, que batizamos de Palupi. Está equipada com motorização Mercruiser 6.2 V8 de 300 hp, a gasolina, e tem como destaques o espaço gourmet e open deck que se abre no costado, para a gente sentar, relaxar e contemplar o mar”.

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                        Felipe conta que costuma navegar apenas durante o dia, ao lado da esposa, dos dois filhos, de 5 e 8 anos, de seus pais e de amigos. “Navegamos sempre que o tempo está bom, fugindo dos riscos, pois tenho pouca experiência. Então é melhor ir com calma. O fim de semana é o momento ideal para ir para o mar. Mas, como nem sempre o tempo está bom, de vez em quando escapamos também no meio da semana, convidando alguns amigos. Assim, curtimos a lancha com mais frequência”, relata ele, que, computando tudo, calcula uma média de duas a três saída por mês, pelas águas do Guarujá.

                        Outro ponto forte da sua NHD o desempenho. “A navegação é confortável, passando bastante confiança na estabilidade e mudança de direção”, avalia. Se melhoraria alguma coisa nessa 28 pés? “A qualidade dos estofados e o alinhamento perante às linhas internas do casco”, diz. De resto, é só elogios. Seu próximo passo? Pernoitar a bordo, aproveitando o conforto da cabine. “Isso vai acontecer em breve”, promete.

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                          Primeiro parque eólico flutuante ibérico conta com turbinas de 100 metros de altura

                          Por: Redação -

                          O primeiro parque eólico flutuante da Península Ibérica já é uma realidade. De cunho português, o WindFloat Atlantic já conta com duas das três turbinas eólicas instaladas, com uma capacidade de produção de 25 megawatts, o equivalente ao consumo de cerca de 60 mil casas por ano.

                          A instalação da primeira turbina deu-se em julho do ano passado, no porto exterior de Ferrol, em Espanha, seguindo depois rumo às águas ao largo de Viana do Castelo, o seu destino final, a cerca de 20 quilômetros da costa, onde as águas alcançam uma profundidade de 100 metros. Já a segunda plataforma saiu de Ferrol em dezembro passado. A primeira já foi conectada à rede, enquanto a segunda será conectada em breve. A terceira turbina está pronta para ser transportada para junto das duas primeiras, aguardando condições meteorológicas favoráveis.

                          Construídas em aço, cada torre eólica tem 100 metros de altura a contar da linha d’água, com pás de cerca de 80 metros cada. Estas estarão montadas em plataformas flutuantes – cada uma com 30 metros, o equivalente a um prédio de dez andares – amarradas ao leito marinho, com uma capacidade instalada total de 25 megawatts. A potência instalada em cada turbina é de 8.4 megawatts.

                          A altura total, desde o fundo da plataforma até à ponta de uma das pás, alinhada na vertical, é de 210 metros, o equivalente a mais de quatro campos de futebol.

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                          O projeto flutuante permite produzir energia limpa a partir do vento no mar, em localizações de mais de 60 metros de profundidade, minimizando o impacto no meio ambiente. As estruturas flutuantes podem ser desenvolvidas para águas muito profundas, aproveitando recursos energéticos nestas áreas de mar, principalmente tendo em conta a grande profundidade do mar português.

                          A criação destas plataformas flutuantes foi a grande inovação deste projeto, com base nas experiências da indústria de petróleo e gás, para assim suportar turbinas eólicas multi-megawatts em aplicações marítimas.

                          A plataforma flutuante é semi-submersível e está ancorada no fundo do mar. A estabilidade à fora da água acontece através do uso de placas de retenção de água na parte inferior dos três pilares, associada a um sistema estático e dinâmico de lastro.

                          O sistema WindFloat adapta-se a qualquer tipo de turbina eólica marítima. É construído inteiramente em terra, incluindo a instalação da turbina, evitando, deste modo, o uso dos escassos recursos marinhos.

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                            Marinha do Brasil amplia produção de equipamentos para auxiliar no combate à Covid-19

                            Por: Redação -

                            A Marinha do Brasil está atuando em várias frentes no combate à pandemia da Covid-19. O uso da tecnologia na pesquisa, no desenvolvimento e na produção de itens de proteção é uma delas. À frente deste trabalho está o Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais (CTecCFN) com o apoio do Centro de Intendência da Marinha em Parada de Lucas (CeIMPL), ambos no Rio de Janeiro.

                            Além da produção de Equipamentos de Proteção Individual, como as máscaras faciais face shield, feitas a partir de impressoras 3D, e máscaras cirúrgicas, também estão sendo produzidos novos dispositivos para auxiliar na prevenção à pandemia, como dispositivo de intubação endotraqueal, em fase de avaliação pela Diretoria de Saúde da Marinha; caixa de acrílico, projetada para cobrir a cabeça do paciente e proteger o profissional da saúde durante o procedimento nas vias aéreas do paciente; e kits hospitalares, fabricados em aço carbono, compostos por cama, biombo, suporte para soro e escada.

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                            Outros projetos, como câmera de pressão negativa, regulador de máscara cirúrgica e respirador mecânico ainda estão em fase de estudo para produção, e passarão por avaliação do Hospital Naval Marcílio Dias.

                            Para dar conta da demanda crescente destes equipamentos, o Centro necessitou passar por adaptações e transformar instalações em verdadeiras linhas de produção, utilizando a capacidade plena de seus militares, que estão trabalhando 24 horas por dia, durante os sete dias da semana, em esquema de rodízio.

                            Essas ações estão inseridas no contexto da Operação “Grande Muralha”, deflagrada pela Marinha do Brasil no final de março para auxiliar no combate e na prevenção ao Covid-19.

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                              Leandro Mané Ferrari é o novo presidente da Santur

                              Por: Redação -

                              A saída de Flavia Didomenico fa presidência da Santa Catarina Turismo (Santur) foi oficializada no dia 17 de março. Quem assumiu o cargo foi assumido por Leandro Mané Ferrari há pouco mais de um mês. O executivo já fazia parte dos quadros do órgão atuando como diretor de Planejamento e Desenvolvimento Turístico desde fevereiro de 2019.

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                              Ferrari é um velho conhecido do trade catarinense, sendo o representante do Turismo Náutico na Câmara de Turismo do Estado. Ele é também presidente da Associação Náutica Brasileira (Acatmar) desde 2010. O novo presidente da Santur é também proprietário da Marina Itaguaçu. O executivo é formado em jornalismo e também já atuou como colunista da Revista Náutica.

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                                Por: Redação -

                                Uma empresa de tecnologia dos Estados Unidos, Buffalo Automation, planeja realizar testes de um táxi aquático robô não tripulado no porto de Plymouth, no sudoeste do Reino Unido, assim que a situação da Covid-19 estiver controlada.

                                A Buffalo Automation, com sede na cidade de Nova York, estabeleceu uma especialização em aplicar inteligência artificial a sistemas de navegação autônomos. A empresa desenvolveu um sistema chamado AutoMate que combina tecnologia, câmeras e sensores, para manobrar um barco sem um timoneiro.

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                                O sistema AutoMate foi desenvolvido pelo executivo-chefe da Buffalo Automation, Thiru Vikram, juntamente com Alexander Zhitelzeyf e Emilie Reynolds. Todos os três eram estudantes de engenharia na Buffalo University e a criação da empresa foi seu projeto de pesquisa. O resultado disso levou-os a continuar com o negócio depois de se formarem em 2015.

                                Inicialmente, o objetivo da Buffalo Automation era desenvolver o sistema AutoMate para navios comerciais, mas eles o estenderam a embarcações de recreio, como iates e barcos e outros pequenos navios comerciais, como os táxis aquáticos planejados.

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                                  Conheça a regata volta ao mundo em que os competidores fazem o próprio veleiro em casa

                                  26/04/2020

                                  Australiano cria regata volta ao mundo em que os competidores devem construir o próprio veleiro. E o melhor: dá para fazer no quintal de casa

                                  Volta ao mundo, eu? Sim, você que tem espírito aventureiro. E participando de uma regata com velejadores pouco experientes. Mais que isso: competindo a bordo de um pequeno veleiro construído com suas próprias mãos!

                                  Pode parecer insano, mas essa é a proposta do australiano Don McIntyre, que está organizando uma circum-navegação com barcos de 5,8 metros de madeira compensada da Classe Mini 5.80: a Mini Globo Race 2024, que será disputada em seis etapas e um total de 26 400 milhas, com largada em um porto europeu ainda a ser definido rumo a oeste (com passagem pelo Canal do Panamá).

                                  A proposta é essa mesmo: construa um veleiro com suas próprias mãos e participe de uma regata mundial. Para isso, McIntyre lançou o One Design ClassMini 5.80, um kit com instruções de como dar forma ao barco, direcionado a velejadores de qualquer idade e diferentes níveis de experiência, que sonham fazer uma travessia oceânica. Para obter os planos de construção, tudo o que você precisa fazer é pagar € 300, além do valor da compra da matéria-prima.

                                  “Em apenas alguns meses trabalhando em uma garagem ou jardim, o veleiro pode estar pronto para navegar”, afirma o velejador australiano. “O mastro pode ser dividido em duas partes, e não é difícil remover e colocar a quilha e o leme”, garante.

                                  A primeira unidade da nova classe está atualmente em construção na Polônia e deve estar pronta para navegar no final de junho. Na descrição de seus criadores, o Mini 5.80 será um monotipo “divertido, acessível e seguro”. Seu pequeno porte permite que seja transportado em um reboque com um carro da família.

                                  Antes dessa circum-navegação, McIntyre, de 64 anos, promoveu de regatas vintage como a Golden Globe Race 2018. Em 2006, ao lado da mulher, Margie, ele recebeu uma medalha de ouro como “Os Aventureiros do Ano” da Australian Geographic Society — o que diz muito sobre ele. Para saber mais, acesse www.classglobe580.com.

                                  Ficha técnica

                                  Comprimento: 5,80 m

                                  Boca: 2,27 m

                                  Calado: 1,40 m

                                  Deslocamento: 700 kg

                                  Lastro de quilha: 220 kg

                                  Vela mestra: 12,5 m² – 9,9 m² – 7,2 m² – 4,4 m²

                                  Gennaker: 23m²

                                  A rota da Mini Globe Race 2024

                                  1ª etapa: largada num porto da Europa ainda não definido rumo às Ilhas Canárias, onde haverá uma escala de quatro dias, antes de a flotilha seguir para um porto do Caribe (com parada de sete dias) e dali para o Panamá. Distância percorrida: 4 700 milhas.

                                  2ª etapa: do Panamá para as Ilhas Marquesas, onde os competidores fazem uma escala de sete dias antes de seguir rumo ao Taiti.  Distância: 4 660 milhas.

                                  3ª etapa: do Taiti a Tonga. Distância: 1 400 milhas.

                                  4ª etapa: do Tonga para Kupang, capital da província indonésia de East Nusa Tenggara. Distância: 3 800 milhas.

                                  5ª etapa: de Kupang às Ilhas Maurício, com escala de sete dias antes de seguir para a Cidade do Cabo. Distância: 6 200 milhas.

                                  6ª etapa: Cidade do Cabo a Cabo Verde, com escala de sete dias antes da perna final rumo à linha de chegada, na Europa. Distância: 5700 milhas.

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                                    O novo megaiate Artefact é tão impressionante que parece uma obra de arte flutuante

                                    Por: Redação -
                                    25/04/2020

                                    “Um casamento perfeito entre arte e ciência”. Assim, o estaleiro alemão Nobiskrug Yachts apresenta o Artefact, de 80 metros de comprimento (263 pés), que construiu sob encomenda do empresário grego-canadense Mike Lazaridis, ao custo de US$ 150 milhões.

                                    Fundador da BlackBerry e defensor ardoroso do poder da ciência básica para melhorar e transformar o mundo, Lazaridis é reconhecido como um visionário, inovador e engenheiro de extraordinário talento. Além, disso, professa paixão por barcos e por obras de arte. Como uma coisa leva a outra, seu megaiate não poderia ser menos que surpreendente e inusitado.

                                    Seu pedido ao projetista Gregory C. Marshall era simples: o barco deveria simbolizar a soma de suas paixões. Resultado: o Artefact chama atenção tanto pela estética do casco — parece uma escultura flutuante, com seus 740 m² de janelas de vidros, de variados formados, inclusive curvos — como por uma série de detalhes tecnológicos que não aparecem nessas imagens, mas que são igualmente impactantes.

                                    Para começar, segundo seu construtor, o megaiate tem sistema de propulsão híbrido (diesel e elétrico), que garante maior eficiência, menores emissões, menos ruído e quase nenhuma vibração. Também apresenta tecnologias de geração de energia, painéis solares e um grande sistema de armazenamento de baterias que permite que a embarcação opere por um tempo limitado sem o uso de motores de combustão.

                                    O objetivo era provar que belos objetos feitos pelo homem também podem se harmonizar com o meio ambiente, promovendo mares mais limpos, com um impacto mínimo. Conseguiu: o Artefact é um dos primeiros megaiates do mundo a atender aos regulamentos de emissões de nível III da International Maritime Organization.

                                    A Black Berry: do sucesso à decadência

                                    Os aparelhos BlackBerry se tornaram um verdadeiro sonho de consumo para muitos durante o início dos anos 2000, em uma época em que as telas touch screen eram apenas um sonho. Com isso, a marca se popularizou ao oferecer dispositivos com eficientes teclados de plástico, que facilitaram a digitação de letras e números.

                                     

                                    A perda de espaço da BlackBerry no mercado é resultado de sua dificuldade em competir com as novas tecnologias que surgiram com o passar dos anos. A introdução das telas touch screen e o surgimento dos sistemas operacionais iOS e Android foram os grandes responsáveis pela deterioração da marca.

                                     

                                    Os dispositivos ainda em circulação contarão com suporte até 2022, de modo a que a garantia dos aparelhos seja honrada. Ainda existe a possibilidade que outras fabricantes assumam a produção de novos celulares, mas até ao momento nenhuma demonstrou interesse. Caso o cenário permaneça assim, é possível que a empresa deixe o mercado definitivamente.

                                     

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                                      Por: Redação -
                                      24/04/2020

                                      Chamas iniciaram durante a madrugada e atingiram o barco que passava por reforma, diz Polo Industrial Náutico

                                      Uma embarcação pegou fogo durante a madrugada desta sexta-feira (24) em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro. O barco estava em um galpão do Polo Industrial Náutico, na BR-101 (Rodovia-Rio Santos). Em nota, o Polo Industrial Náutico informou que o fogo iniciou por volta de 4h e atingiu uma embarcação de cerca de 60 pés que estava passando por uma reforma. Disse ainda que as chamas foram rapidamente controladas pelo Corpo de Bombeiros. De acordo com a corporação, ninguém ficou ferido. Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre a causa do incêndio. As autoridades estão apurando os fatos junto à empresa responsável pela reforma da embarcação.

                                       

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                                        Empresa australiana de design cria conceito de megaiate explorador. Conheça

                                        Por: Redação -

                                        A Sorgiovanni Designs apresentou um novo conceito de megaiate de expedição de luxo de 99 metros, Frontier. Recursos notáveis ​​a bordo do Frontier é seu bar ao ar livre e jacuzzi no deck de observação, além de plataforma retrátil de pouso de helicóptero que pode funcionar como pista de dança, academia adicional ou ampliar a piscina e a área para banhos de sol. No convés principal, há um cinema e uma sala de jantar para até 20 pessoas, localizada ao lado de uma sala de jogos.

                                        O designer Sorgiovanni também criou um clube de praia de dois conveses com bar, área de relaxamento, plataforma dobrável, sala de massagem, sauna, banho turco e uma segunda jacuzzi. O acesso da garagem, que pode acomodar dois barcos de apoio de 25 metros, dois hovercrafts de 15 metros e quatro jets, é feito por esta área.

                                         

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                                        Até 12 pessoas podem acomodar-se em seis suítes no convés inferior, enquanto seus proprietários podem desfrutar da suíte master no deck superior, com instalações próprias, um lounge/escritório privativo e salão, além de acesso direto à piscina. Para a decoração, a Sorgiovanni Designs criou uma paleta de materiais naturais e sustentáveis. Frontier foi projetado para receber motores a diesel duplos juntamente com sistemas inovadores para reduzir sua pegada.

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                                          Estaleiro sul-africano expande linha de catamarãs com novo modelo de 46 pés

                                          Por: Redação -

                                          A construtora de catamarãs sul-africana Two Oceans Marine Manufacturing adicionou um novo modelo à sua linha de catamarãs Magnum Power. O modelo de 14 metros Magnum 46 Power Catamaran é o maior da linha e segue o bem-sucedido Magnum 36 Power Catamaran.

                                          O Two Oceans, com sede na Cidade do Cabo, é um dos principais construtores de barcos da África do Sul, com 4 500 m² de área coberta de fábrica. Fabrica embarcações personalizadas para cruzeiro, veleiros, lanchas de pesca esportiva e catamarãs comerciais. No ano passado, a empresa lançou um catamarã de charter de 110 pés, o maior modelo de catamarã de lazer da África do Sul.

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                                          O novo Magnum 46 Power Cat foi desenvolvido a partir do projeto anterior Magnum 36 e apresenta inovações de projeto e construção. “O modelo visa, principalmente, permitir uma maior capacidade de transporte de carga, conforto superior e maiores velocidades de operação”, disse a empresa em comunicado divulgado esta semana.

                                          O layout do convés foi projetado para acomodar pescadores esportivos, mas o modelo tinha uma ampla gama de aplicações comerciais e de lazer, informou a empresa.

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                                            II Virtual Skipper Brasil Cup espera receber 90 velejadores em game virtual de vela de oceano

                                            Por: Redação -

                                            A pandemia do coronavírus paralisou há mais de um mês o calendário da Vela de Oceano no Brasil, mas mesmo mantendo o isolamento social como é determinado, os velejadores não abandonam o esporte e seguem a todo vapor de forma virtual no game online Virtual Skkiper, febre entre os praticantes do esporte que simula regatas de oceano pelo mundo.

                                            “Com essa questão da pandemia e não podermos ir para o mar tem pegado fogo as regatas virtuais e a que mais se assemelha a nossa regata de oceano é o Virtual Skkiper com gente que joga há muito tempo que pode-se jogar em casa sozinho ou online e tem participação de velejadores do mundo todo. É um jogo super tático, regatas em média levam 20 a 30 minutos, com regras da World Sailing (Federação Internacional de Vela) e barcos ACC (antigos barcos da Americas Cup)”, revela Francisco Freitas, membro do barco San Chico, do Clube Jangadeiros do Rio Grande do Sul, membro da Associação  Brasileira de Veleiros de Oceano.

                                            Francisco lançou uma iniciativa no começo de abril com a disputa da Virtual Skkiper Cup Brasil. que vai para a segunda edição com o apoio da ABVO. A II Virtual Skkiper Cup Brasil será realizada nas próximas semanas semanas nos dias 27 e 29 de abril e 4 e 7 de maio. As inscrições podem ser feitas até às 14h do dia 27, próxima segunda-feira, com desconto para filiados da ABVO (entrar em contato pelo telefone (51) 98137-0007). O cenário da disputa serão as águas da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.

                                            “Em 12 horas encerramos todas as 30 inscrições da 1ª edição. Estamos nos preparando nesta segunda edição com três servidores, com três salas, três raias e essas regatas serão em grupos, estamos prevendo 90 velejadores. A cada dia os grupos vão se misturar e no grupo amarelo, azul e verde. No dia seguinte o velejador que correu em um grupo será misturado em outros grupos da forma que se tenha as flotilhas mais misturadas possíveis. Serão seis regatas e descarta uma. Depois teremos a classificação geral separando em Série Ouro, Prata e Bronze para a fase final com os barcos da Série Ouro com os melhores barcos em disputa com a pontuação zerada com mais seis regatas com descarte de uma”, seguiu Freitas.

                                            “Já vinhamos promovendo algumas regatas e sempre com uma ótima adesão, inclusive de velejadores argentinos, chilenos. A tendência é que II Virtual Skkiper Cup Brasil tenham participantes destes países e mais uruguaios. Estamos com boas perspectivas”.

                                            As inscrições podem ser feitas clicando aqui. Os três primeiros colocados de cada série vão receber premiações.

                                            “Enquanto nosso calendário infelizmente segue paralisado e precisamos nos manter em casa em prol da saúde dos brasileiros, tal iniciativa do  II Virtua Skkiper Cup Brasil é excelente para que nossos velejadores se mantenham na ativa quanto a parte tática em um game bem realista sobre as regatas de vela de oceano. A ABVO dá o total apoio a respaldo”, disse Mario Martinez, comodoro da entidade.

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                                              Por: Redação -
                                              23/04/2020

                                              Um grupo de arqueólogos britânicos encontrou 12 naufrágios no Mediterrâneo. Os antigos navios estavam carregados de centenas de artefatos como porcelanas chinesas, jarros, cafeteiras, grãos de pimenta e cachimbos ilegais. Uma expedição liderada pela Enigma Recoveries, encontrou o aglomerado de navios há 1,9 km abaixo da superfície do Mar Mediterrâneo Ocidental. Os pesquisadores exploraram os naufrágios e coletaram artefatos usando robôs sofisticados.

                                              Segundo a equipe de pesquisa, os navios revelam uma rota comercial da China para a Pérsia, Mar Vermelho e Mediterrâneo Oriental para alimentos e porcelana em antigas ‘rotas de navegação’, que serviam comércios de especiarias e seda dos impérios grego, romano e otomano, a partir de 300 AEC.

                                              Alguns dos navios antigos são os maiores já encontrados no Mediterrâneo. Eles foram desenterrados em uma parte lamacenta do fundo do mar oriental entre Chipre e Líbano. Segundo Sean Kingsley, arqueólogo do Projecto Enigma Shipwreck Project (ESP), dentro dos navios eles encontraram a mais antiga porcelana chinesa, pertencente à Dinastia Ming. Essas são peças raras, muito difíceis de encontrar, e elas estão em ótimo estado.

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                                              A descoberta destes naufrágios revelou uma “estrada” marítima de seda e especiarias anteriormente desconhecida que liga a China à Pérsia, ao Mar Vermelho e ao Mediterrâneo oriental.

                                              Um dos naufrágios é um navio mercante otomano do século XVII. Com de 42 metros de comprimento, ele é suficientemente grande para caber dois navios de dimensões normais no seu convés. O navio não somente é um dos maiores já encontrados no Mediterrâneo Oriental, como também trazia um tesouro artefatos. Nele traz mercadorias de 14 culturas e civilizações diferentes. A equipe utilizou um veículo robótico para procurar e carregar cuidadosamente os artefatos nas profundezas do fundo do mar e encontrar os tesouros entre a lama. Chamado de Colosso, acredita-se que o navio afundou em 1630, enquanto navegava entre o Egito e Istambul, é uma cápsula do tempo.

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                                                Estaleiro holandês regristra 30% de aumento nas vendas do primeiro trimestre de 2020

                                                Por: Redação -

                                                O estaleiro holandês Zeelander Yachts divulgou que as vendas no primeiro trimestre de 2020 aumentaram 30% em comparação com o mesmo período do ano passado, que também foi considerado um excelente período comercialmente.

                                                “Em 2019, tivemos números muito bons em termos de lançamentos e produção”, diz Sietse Koopmans, fundador e presidente da Zeelander Yachts. “A estreia mundial de nosso modelo principal Z72 e a abertura de nosso departamento norte-americano foram os verdadeiros destaques do ano”.

                                                Mais da metade da produção atual no estaleiro é representada pelo modelo de 22 m Z72 e alguns modelos Z55 estão em construção. A maioria dos pedidos atuais do Zeelander é originária dos EUA, mas houve várias novas vendas para clientes europeus nos últimos meses, de acordo com a empresa.

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                                                Graças a esses resultados positivos, a Zeelander Yachts diz que planeja aumentar o atual território do estaleiro e o volume de produção. “Estamos desenvolvendo ideias para expandir a gama”, afirma Koopmans.

                                                O estaleiro entregará, em breve, um Z55 para um cliente na Flórida. “O barco está pronto para entrega, e ela está apenas esperando para ser enviada para os EUA, onde nosso cliente muito entusiasmado está ansioso para recebê-la”, diz Koopmans.

                                                A Zeelander Yachts abriu sua sede nos EUA, em Fort Lauderdale (Flórida), no início deste ano. O departamento norte-americano da empresa tem vários barcos disponíveis. O centro de serviço híbrido da unidade da Flórida inclui dois funcionários em tempo integral dedicados às necessidades de atendimento ao cliente, questões de garantia e orientações sobre as melhores práticas para a limpeza e manutenção de iates.

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                                                  NHD Boats se prepara para lançar lancha de 34 pés com abertura lateral dupla

                                                  Por: Redação -

                                                  O estaleiro catarinense NHD Boats se prepara para o lançamento da lancha NHD 340. Com 34 pés de comprimento, a nova lancha tem 7m de plataforma de popa com double open deck – solução que amplia a área útil da embarcação na região da popa, proporcionando mais espaço e comodidade na utilização desta área, que inclui espaço gourmet e é a “queridinha” dos brasileiros.

                                                  Versátil, o modelo une os benefícios de uma lancha de proa aberta com as comodidades de uma cabinada. Traz cockpit amplo, sem degrau de entrada, e layout tradicional com sofás em L, porta-copos, posto de comando com banco duplo para piloto e copiloto. Tudo protegido por uma capota rígida.

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                                                  Um dos diferenciais deste modelo é a proa mais larga, melhorando a circulação na área. Ela abriga um solário para três pessoas, onde os passageiros podem aproveitar para relaxar. Internamente, a NHD 340 tm cabine com banheiro e cozinha, além de pernoite para quatro pessoas em duas camas – uma na popa e outra à meia-nau.

                                                  A New HD Boats é uma evolução da lendária HD Mariner, dos anos 1990 e 2000. Atualmente, o estaleiro conta com quatro modelos no seu portfólio: NHD 270 e NHD 280; NHD 270 e NHD 280 com motor de popa; e NHD 340.

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                                                    Por: Redação -
                                                    22/04/2020

                                                    No dia 22 de abril, o Tribunal Marítimo (TM) realizou a primeira Sessão de Julgamento por videoconferência em seus 85 anos de história. A iniciativa tem o objetivo de dar continuidade aos julgamentos enquanto perdurar o estado de emergência pela COVID-19.

                                                    Na abertura, o Juiz-Presidente do Tribunal Marítimo, Vice-Almirante Wilson Pereira de Lima Filho prestou homenagem ao Ex-Diretor-Geral da Secretaria do TM, Dr. Manoel Machado dos Anjos, falecido no último dia 17 vítima do COVID-19, o qual exerceu com maestria sua função no TM no período de 04 de julho de 1991 a 15 de agosto de 2014.

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                                                    A realização dos julgamentos por videoconferência foi estabelecido pela Portaria Nº 20, de 08 de abril de 2020 e a convocação de novas Sessões se dará a critério do Juiz-Presidente e será garantido pleno acesso e participação ao Representante da Procuradoria Especial da Marinha e aos advogados das partes. A publicidade da sessão está garantida por sua transmissão ao vivo pelo canal do TM no Youtube.

                                                    Aos advogados será garantido o acesso ao ambiente virtual de transmissão para, remotamente, fazerem uso da palavra para a sustentação oral e para esclarecerem eventuais questões de fato. O patrono que tiver interesse deverá cumprir os requisitos do documento, entre eles se inscrever mediante envio de formulário anexo à Portaria, disponibilizado no site do TM. Também haverá uma sala no TM com infraestrutura para sustentação oral por videoconferência.

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                                                      Entre os projetos que toca para o “Lata Velha”, festejado quadro do programado do Luciano Huck na Globo (em que reforma carros usados, dos quais o dono não quer se desfazer por nutrir por eles laços afetivos), e as personalizações de veículos que faz para o público em geral em sua oficina localizada na Vila Olímpia, em São Paulo, o ex-piloto de Fórmula 1, designer e respeitado customizador Tarso Marques cuida de outro projeto especial: a customização de lanchas, veleiros e iates.

                                                      Isso mesmo, pistas, ruas e oficinas não são os únicos redutos do ex-piloto de Fórmula 1. Para quem gosta de exclusividade — e quem não gosta? —, Tarso Marques também realiza projetos de quem deseja um barco único e sob medida.

                                                      “Muitos donos de barcos desejam se diferenciar de outros e tornar o seu como único”, conta o ex-piloto de automobilismo, justificando sua guinada para o mar. “Não tem sentido ter uma pintura somente branca, igual a uma geladeira, quando existem tantas possibilidades de escolhas”, defende o comandante da Tarso Marques Concept (TMC), empresa que se tornou referência mundial na customização, com atuação em vários segmentos: de carros e motos a aviões e helicópteros, passando é claro, pelos de barcos, que aprendeu a gostar desde criança, quando seu pai singrava com uma offshore, primeiro, pelas as águas de Caiobá, no litoral paranaense, e depois pela praia de Jurerê, em Florianópolis.

                                                      Seu projeto náutico mais vistoso foi a lancha offshore Intermarine 58 (acima), de design exclusivo, exibida no São Paulo Boat Show 2018, com grande sucesso. “No próprio salão, já recebi a encomenda de outro cliente da Intermarine Yachts”, revela Tarso. Mas não único: ele também já fez alguns projetos particulares, direto para o cliente, tanto no Brasil como nos Estados Unidos, onde também mantém escritório em Miami, e até na Europa.

                                                      “Em Mônaco, cheguei a desenvolver o projeto de um iate de 250 pés, mas que não foi concluído porque o cliente teve um problema de saúde e adiou a compra”, lembra Tarso, que recentemente concluiu o projeto de uma offshore de 43 pés inteiramente modificada (início do projeto acima), batizada de TMC 430, para seu uso pessoal.

                                                      Mas, será que vale a pena customizar um barco? “Não só vale a pena como não tem lógica não personalizar. Um barco customizado é uma peça única, produzida sob encomenda, seguindo estritamente o gosto pessoal de seu dono, e como tal não tem preço nem ano de fabricação: vale, como uma obra de arte”, ele sustenta.

                                                      Além da pintura, com a aplicação de cores diferentes, existem modificações que tornam a lancha ou o iate mais aconchegante. “Principalmente se tiver o interior dividido e decorado como o dono quiser, o que lhe confere um quê a mais de exclusividade”, explica Tarso. Também é possível obter ganhos no desempenho — é só dar um upgrade na potência do motor — e na segurança, com a colocação de vidros blindados (e reflexivos, para reduzir o calor dentro do barco) nas janelas, gaiutas e para-brisa.

                                                      “Juntamente com a estética, dá para melhorar muito a qualidade em relação ao projeto original, com o emprego de novas tecnologias e o uso de materiais mais descolados, mais bacanas. Muda completamente de padrão”, garante ele, que iniciou a bem-sucedida nova carreira a partir da customização de um carro antigo que pertencia a ele mesmo, um Chevrolet Bel-Air 1959.

                                                      Talento nato — “Comecei por acaso. Não fiz curso nenhum.  Na verdade, nem sei desenhar assim tão bem. Eu crio as coisas, passo para o pessoal da minha equipe e vou acompanhando tudo pelo computador — Tarso explica que, antes de abrir sua oficina, quebrou a cara tentando terceirizar o serviço. “Os caras pediam o desenho, diziam ‘vai custar tanto’ e prometiam entregar em três meses. Na hora agá, nada.  E quando faziam, estava mal feito, errado. Até que decidi tocar os projetos com equipe própria”, recorda ele. Que, garante: na maioria dos casos, os barcos personalizados pela TMC levam de um a dois meses para ficar prontos.

                                                      De suas pranchetas e imagens em 3D no computador saem propostas de customização para barcos novos e usados, de todas as categorias e tamanhos. Nas embarcações maiores, dá para mexer tanto na parte externa como na interna. Já nas menores (abaixo de 30 pés), as modificações são basicamente estéticas. “Dá para se fazer uma pintura diferente, aplicar um desenho que signifique algo especial para o dono do barco, e escolher as cores dos estofados, por exemplo”, indica o customizador.

                                                      Os projetos são feitos a partir de conversas com os clientes, para apurar as suas preferências pessoais. Enquanto os estaleiros privilegiam a produção em série, ele cuida de itens personalizados, seguindo estritamente o gosto do cliente.

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                                                        A indústria náutica de lazer dos EUA, que ficou paralisada por várias semanas devido à pandemia de coronavírus, recebeu um grande alento: governadores de três estados (Nova York, Nova Jersey e Connecticut) anunciaram conjuntamente que marinas e estaleiros em suas respectivas jurisdições podem reabrir imediatamente.

                                                        O sinal verde — de acordo com a declaração conjunta do governador de Nova York, Andrew Cuomo; do governador de Nova Jersey, Phil Murphy; e do governador de Connecticut, Ned Lamont — vale para as marinas, os estaleiros e os fabricantes marítimos, desde que implementem protocolos apropriados de distanciamento social e saneamento.

                                                        “Nossos estados compartilham forças de trabalho, recursos e transporte público, e todos nos conectamos pela água”, disse o governador de Connecticut, Ned Lamont. “É mais um motivo para essa tomada conjunta de decisão”, completou.

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                                                        A autorização de funcionamento para as marinas se limita ao uso pessoal de barcos, o que significa que as operações de fretamento e frotas de aluguel permanecerão fechadas. Por sua vez, os restaurantes que funcionam dentro dessas estruturas ficarão restritos ao serviço de retirada ou entrega.

                                                        Nova York, Nova Jersey e Connecticut formaram uma coalizão regional com outros 15 estados para coordenar a reabertura da economia e o eventual fim das questões de distanciamento social.

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                                                          A empresa holandesa U-Boat Worx adicionou à sua gama de submarinos um modelo de dois lugares, chamado Nemo, que pode mergulhar até 100 m de profundidade por até oito horas e se encaixa em uma variedade maior de iates.

                                                          Nemo se junta às séries C-Researcher, C-Explorer e Super Yacht Sub da empresa holandesa. “Nosso objetivo é explorar um mercado maior. O Nemo é o primeiro submarino em linha de produção do mundo e foi projetado para proprietários de embarcações com menos de 30 metros. Vamos começar uma primeira série de 10 Nemos”, afirmou Roy Heydra, gerente de marketing da empresa.

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                                                          Nemo possui lugares para um passageiro e um piloto e possui dutos de propulsão octogonais, popa semelhante a um carro e um casco pressurizado totalmente em acrílico. Pesando 2 500 kg e medindo 1,55 m de altura, Nemo pode ser rebocado por um veículo para lançamento ao mar.

                                                          A U-Boat Worx oferece cursos de treinamento com a compra de um Nemo. O treinamento consiste em 12 dias de instrução nas instalações de treinamento da U-Boat Worx em Curaçao. O curso forma sub-operadores certificados.

                                                          Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                                                            No ano passado, em uma jornada solitária, o francês Jean-Jacques Savin, então com 72 anos, fez o que ninguém sequer sonhava: atravessou o Atlântico, à deriva, a bordo de um tosco barril oceânico! Se uma travessia como essa a bordo de um bom veleiro ainda reserva lá suas surpresas, imagine fazer isso a bordo de uma cápsula de 3 metros de comprimento e 2,10 m de altura, em forma de barril, pesando 450 quilos. Detalhe: a embarcação não contava com motor ou vela, nem quilha e leme, deslizando, literalmente, ao sabor da correnteza.

                                                            Com base nessa jornada, que se estendeu por 127 dias e 3 125 milhas náuticas, o intrépido Vovô Aventureiro (um ex-paraquedista militar) dá o seguinte conselho às pessoas que enfrentam o desafio do isolamento social, nesse tempos de coronavírus: “É necessário que cada um se entregue à sua paixão. Esse tempo de isolamento também pode ser uma oportunidade para se fazer descobertas. Comece a desenhar, aprenda a tocar gaita, se isso não incomodar os vizinhos, faça exercícios físicos. Você precisa criar fadiga física, não fadiga moral. Andar o máximo que puder. Mas, acima de tudo, não seja estúpido o suficiente para passar o dia e a noite em frente à TV, nem dormir até o meio dia.”

                                                            Durante a travessia, Savin não dispunha de nada que se possa chamar de confortável. Dentro de seu barril, num espaço de 6 m², havia um beliche para dormir, uma mesa, um assento, um fogareiro, uma pia e um depósito de mantimentos, além de uma vigia no piso, através da qual ele podia observar os peixes que passavam.  Seus companheiros eram livros, um bandolim, um telefone via satélite e garrafas de vinho, porque ninguém é de ferro. “Eu me adaptei à solidão e ao clima. A viagem era longa, mas sabia que era apenas um período de tempo”, disse.

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