O “Mad Max” dos mares: confira o projeto idealizado por designer britânico

Por: Redação -
14/05/2021

Se antes os jatos jumbos comandavam os céus, agora eles estão lotando os ferros-velhos ou, na melhor das hipóteses, esperando que as coisas recomecem. Enquanto isso não acontece, Uros Pavasovic, designer da Uros Pavasovic Design, encontrou a solução perfeita: colocar os motores dos jatos jumbo em um megaiate.

Antigo designer da Winch Design, Pavasovic desenhou a embarcação perfeita para reaproveitar esses motores — o The Cobra Project, apelidado de “Mad Max” do mundo náutico. Se você já assistiu ao filme, de mesmo nome, sabe que, só pelo apelido, o modelo promete dar o que falar.

mad max

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Com 130 metros, ou seja, 426 pés, o designer inspirou-se no número de jatos aterrados em todo o mundo para seu conceito mais recente. A embarcação é descrita como “uma obra de indulgência criativa” pelo criador, já que desafia limites em termos de estética exterior.

Só no sistema de propulsão, o Mad Max foi equipado com dois motores de 15 000 hp, suspensos acima do convés por dois grandes pilares, alimentando geradores elétricos. Para mitigar o problema de ruído, eles seriam colocados em uma sala de máquinas com isolamento acústico no casco.

“Notícias de todos aqueles aviões descartados e seus motores funcionando perfeitamente me fizeram pensar como eles poderiam ser reaproveitados em um mundo pós-pandêmico inspirado no filme Mad Max”, acrescenta. Para completar, o designer ainda incluiu um sistema de propulsão elétrico Azipod, abaixo da linha de água, para um cruzeiro silencioso.

mad max

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“Ao contrário de um avião, em que os jatos são usados ​​para gerar empuxo direto, nesta instalação eles são simplesmente um meio eficiente de geração de eletricidade para fornecer os motores elétricos que alimentam os pods de hélice sob o barco”, explica o designer. “Eles tendem a ser muito barulhentos, mas geram muita energia para seu tamanho e peso, criando pouquíssima vibração em comparação com um motor a diesel enorme”.

E seguindo a inspiração aeronáutica, outro aspecto que segue o mesmo conceito na embarcação é a superestrutura dianteira, baseada na cabine aerodinâmica de jatos de combate como o Lockheed SR-71 Blackbird.

mad max

O Mad Max também conta com uma piscina no convés traseiro, várias varandas dobráveis, um heliporto e uma garagem para armazenar um trimarã personalizado, que também seria movido por motores de turbina a gás.

Enquanto ainda trabalhava na Winch Design, Pavasovic fundou seu próprio estúdio em 2020. Atualmente, ele está trabalhando em um explorador de 90m para um estaleiro europeu e em um novo projeto de concurso esportivo para o construtor naval Falcon Tenders, do Reino Unido.

Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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    Atibainha, a represa surpresa de São Paulo, em Nazaré Paulista

    Por: Redação -

    Água pura, muito verde, fartura de peixes e, ainda por cima, ao lado de São Paulo. Por essas e outras é que Atibainha é conhecida como a “Represa Surpresa”.

    São Paulo tem muitas e bonitas represas, mas poucas delas são tão graciosas quanto esta aqui, que é simpática até no nome, um diminutivo: Atibainha. Trata-se de uma fina e comprida extensão de água puríssima, encravada em um dos sopés da Serra da Mantiqueira e com estreitos braços que penetram nas ramificações das margens, formando bucólicas paisagens que são refletidas numa superfície tão lisa e tranquila que mais parece uma lâmina de vidro.

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    E mais surpreendente ainda é que ela fica no município de Nazaré Paulista, cidade que é praticamente vizinha à capital paulista. Mas poucos paulistanos sabem disso. Menos de uma hora de carro (ou metade disso, a partir de certas áreas da parte leste de São Paulo) separa o formigueiro humano da maior metrópole do país, repleta de automóveis e concreto, de paisagens tranquilas assim.

    Até quem vive em São Paulo praticamente desconhece essa represa ou, pelo menos, não imagina que, debaixo da grande ponte da moderna rodovia que a atravessa, a Dom Pedro II, que liga o interior paulista aos caminhos do litoral (e quase sempre o único instante em que a represa é percebida, no caminho da praia), existam cenários como o que você verá nas páginas seguintes. A represa de Atibainha é um oásis de tranquilidade nos arredores da caótica capital paulista.

    atibainha

    Além de render belas paisagens, boas pescarias e deliciosos passeios de barcos, a represa de Atibainha, mais conhecida como represa de Nazaré Paulista, cidadezinha de pouco mais de dez mil habitantes a apenas 50 quilômetros em linha reta de São Paulo e a única que ela banha, é também responsável por mais da metade da água potável que a cidade de São Paulo consome — e isso também quase nenhum paulistano sabe.

    Suas águas são tão puras que o órgão que cuida do abastecimento de água da capital paulista se orgulha de gastar quatro vezes menos com os tratamentos de potabilidade da água que sai de lá do que nas demais represas da região. E ninguém precisa ser técnico sanitário para chegar à mesma conclusão. Basta pegar um punhado dela nas mãos e constatar a transparência da água.

    Boa parte disso veio do cuidado que se teve no passado em retirar toda a vegetação que cobria a região antes de a água inundar tudo e criar a represa, décadas atrás — justamente para ajudar a abastecer de água a cidade de São Paulo. Com isso, não houve decomposição da mata na água nem formação de muitos resíduos no fundo.

    Além disso, como sua água vem de nascentes espalhadas na cadeia de montanhas da Serra da Mantiqueira que a cercam, ela chega naturalmente pura até a represa, sem nenhuma contaminação. E permanece assim ao longo de todo o seu caminho, até às torneiras da capital paulista. É um presente da natureza também para os amantes das pescarias e dos esportes náuticos.

    Mas a represa de Atibainha não é grande. Ao contrário, é bem modesta em área e ocupa apenas 25 km². No formato, não passa de uma fina e comprida extensão de água, encravada em um dos sopés da Serra da Mantiqueira e com estreitos braços que penetram nas ramificações das margens, formando bucólicas paisagens, onde o verde da mata das suaves colinas ao seu redor encontra a água e cria a sensação de ter sido refletido num espelho.

    Nos meses de inverno, uma densa bruma costuma dominar as primeiras horas da manhã na represa e dá ares quase europeus às reentrâncias das margens, feito certos lagos suíços. À tardinha, pássaros passam em revoadas, enquanto um ou outro barco navega, com absoluta tranquilidade, em um cenário que mais parece de filme — ou aquelas imagens poéticas de calendários de parede. Nem de longe lembra a agitação de São Paulo.

    Num dos seus extremos, próximo à barragem que controla o nível das suas águas, há até uma formosa cachoeira, que escorre pelas pedras antes de desaguar na represa. Não por acaso, navegar até ela de lancha ou jet ski (Atibainha tem, proporcionalmente à quantidade de barcos, uma das maiores frotas de jets do estado) é o principal passeio da região e garantia certa de distração, porque o caminho até lá atravessa quase toda a represa e rende lindas paisagens — a começar pela da própria cachoeira.

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    atibainha

    Mesmo quem não tem barco pode visitá-la, de duas maneiras: alugando um, nas várias marinas da represa, ou embarcando nos passeios de “chalana” (nome que os locais dão às pequenas embarcações que levam os turistas para passear nas águas de Nazaré Paulista).

    É um passeio muito tranquilo e relaxante, que faz todo mundo navegar pensando na vida, enquanto admira uma paisagem rara para um lugar tão perto assim de São Paulo. Quem já descobriu isso, como os donos de jets, de pequenas lanchas e pescadores de fim de semana não quer saber de outro lugar.

    Pescadores em particular adoram essa represa, que é farta em traíras, carás, tabaranas, tilápias, tucunarés e black bass — os três últimos ali implantados justamente para atrair os amantes do anzol.

    Os tucunarés, tanto os amarelos quanto os azuis (estes, um pouco mais raros), fazem a festa dos pescadores que, com seus barquinhos de alumínio, são presença constante nas águas de Atibainha, em especial (também) nas imediações da cachoeira.

    Já os donos de barcos preferem sair para esquiar ou parar para almoçar num dos restaurantes das marinas, o que gera um gostoso vaivém de pequenas lanchas nos fins de semana.

    Mas poucos vão até a própria cidade de Nazaré Paulista (embora ela tenha até uma prainha), porque o apelo da beleza da natureza é maior do que a vontade de passear pelas ruas da cidade, cujo maior atrativo é a igreja dedicada à santa que batiza o município — e cuja curiosa história da sua imagem é a mais gostosa de ser ouvida.

    Reza a lenda que havia apenas uma imagem de Nossa Senhora de Nazareth para duas igrejas dedicadas a ela na região, o que teria gerado o (falso) milagre da mudança da santa de uma capela para outra, sem interferência humana. Na verdade, ela era sistematicamente roubada pelo responsável pela capela secundária, que, para justificar o surgimento da imagem, alegava o tal “milagre”. Se é verdade ou não, ninguém sabe. Mas todo mundo adora contar essa história na cidade.

    atibainha

    Milagre mesmo é que, com tamanha beleza e proximidade da maior cidade do país, a represa de Nazaré Paulista ainda seja tão pouco conhecida. “Isso aqui é um achado em São Paulo”, vibra um dos seus habituais frequentadores. É verdade. Tanto que já há um projeto do governo paulista para transformar boa parte do entorno da represa em um parque ecológico.

    Se isso acontecer, com as restrições de uso que virão a seguir, é bem possível que Atibainha se torne ainda mais rara e pouco explorada, como uma espécie de tesouro náutico dos privilegiados que já a descobriram. E que, por enquanto, são bem poucos. Apesar de ficar praticamente colada a São Paulo, o que, sem dúvida, é o mais surpreendente de tudo.

    A represa Atibainha tem muitas marinas que também são pousadas e até alugam barcos, tudo num só lugar. Proporcionalmente ao tamanho da represa, Atibainha é muito bem servida de marinas. Há quase uma dúzia delas espalhadas pelos diversos braços d’ água e algumas de ótimo nível.

    Além disso, a grande maioria funciona, também, como pousada ou até mesmo pequenos condomínios, com quartos e chalés completos para alugar por mês ou fim de semana — nada mais prático para quem tem um barco mas não uma casa na região ou nem tem barco algum, já que algumas marinas também alugam embarcações, embora quase sempre sejam pequenos cascos de alumínio, para pescarias. Mas também é possível conseguir uma ou outra lanchinha. O bom é que fica tudo num só lugar.

    Quase todas as marinas também oferecem restaurantes já que sair de uma para almoçar na outra — e vice-versa — é um dos programas mais populares entre os donos de barcos, depois da visita à cachoeira. Por essa razão, quase todas têm píer de atracação para visitantes e recebem muito bem todos que chegam pela água.

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      Direct Jet, concessionária BRP, tem loja modernizada em Belém. Veja como ficou

      Por: Redação -

      Seguindo o padrão visual mundial adotado pela BRP, a loja Direct Jet, localizada em Belém do Pará, passou por um processo de modernização. Novas cores e móveis foram instalados no local, onde são vendidos produtos a pronta entrega e sob encomenda das marcas Can-Am e Sea Doo.

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      A loja agora tem paredes com tons de cinza, partes do teto possui itens de madeira e para os clientes interessados, ainda são comercializados na loja acessórios como roupas, bonés e mochilas.

      A loja está localizada na Avenida Bernardo Sayão, 5304, em Guamá, Belém.

       

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        Gambiarras elétricas a bordo ajudam ou atrapalham? Saiba mais

        Por: Redação -
        Por Pedro Rodrigues*

        A cultura da gambiarra está tão enraizada no DNA do brasileiro que é comum encontrarmos memes na internet mostrando os mais criativos improvisos com os dizeres: “o brasileiro precisa ser estudado pela NASA.” Com a popularização das redes sociais, as gambiarras subiram de patamar, sendo compartilhadas em tutoriais e aprimoradas, com ampla gama de versões disponíveis.

        E no mundo náutico não poderia ser diferente. Enquanto muitos comandantes se orgulham do seu talento MacGyver, outros tentam esconder suas adaptações envergonhados, mas sejamos justos: quem nunca fez uma “gambi” que atire a primeira pedra!

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        Muitas vezes por falta de conhecimento de normas e padrões, outras, para diminuir custos, encontrar alternativas para equipamentos difíceis de serem encontrados no mercado nacional ou, até mesmo, para se safar de uma pane em locais remotos, fato é que “dar aquele jeitinho” pode salvar o dia. Mas afinal, a gambiarra é uma vilã ou aliada?

        Para avaliarmos essa questão, primeiramente precisamos esclarecer o conceito comum do qual esse artigo trata, no qual gambiarras são improvisos, geralmente criativos e de baixa qualidade estética, que solucionam problemas usando peças que serviriam para outros fins, mas, quando adaptadas, atendem a outra necessidade imediata. Muitas vezes desconsideram alguns pontos das normas e padrões técnicos.

        Mas falando de normas e estreitando o assunto para área de elétrica náutica, às vezes, fica difícil segui-las uma vez que a maioria dos eletricistas e donos de barco tem como referência mais próxima apenas a NBR 5410 elaborada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). O problema é que ela diz claramente que não se aplica a embarcações e não havendo outra específica, não resta muita alternativa para referenciar as instalações em embarcações de pequeno porte.

        Então, seria um pouco injusto dizer que por estar fora da norma é uma gambiarra, afinal, o ambiente náutico é mais hostil que o preconizado pela NBR 5410. Questões como umidade, maresia, aterramento em água, uso de baterias e de extra-baixa tensão (menor que 50 volts) e instalações em ambientes com potencial explosivo devem ser levadas em consideração, demandando adaptações técnicas.

        Mas essas adaptações são gambiarras?

        Bem, algumas podem ser, outras já foram muito bem desenvolvidas de maneira independente por eletricistas e engenheiros brasileiros, mas há práticas que já foram amplamente estudadas e testadas. Países como Austrália e Nova Zelândia, possuem padrões elétricos para embarcações de esporte e recreio obrigatórias por lei, a Europa se referencia por normas da ISO (Organização Internacional para Padronização), mas a mais completa e que serve de referência para muitas outras vem da American Boat and Yacht Council (ABYC), uma entidade norte-americana sem fins lucrativos que desde 1954 se dedica a estudar e desenvolver padrões de segurança para o projeto, construção, manutenção e reparo de embarcações de esporte e recreio e seus componentes.

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        Essas normas internacionais são aplicáveis ao mercado brasileiro?

        Em se tratando de normas técnicas em elétrica, dois fatores são considerados na sua concepção: as propriedades naturais físicas e químicas que envolvem instalações elétricas e a padronização para melhor organização e entendimento comum das instalações, facilitando o trabalho e evitando acidentes.

        A ABYC utiliza alguns padrões norte-americanos para cores de cabeamento, tensão da rede elétrica das concessionárias, modelos de tomadas, medidas em sistema imperial (tamanhos em pés, peso em libras, espessura em AWG), entre outros, que precisam ser adaptados aos nossos costumes.

        Porém, considerando as propriedades físicas e químicas do ambiente náutico, muitas práticas como a maneira mais eficiente de fazer uma conexão, a escolha e posicionamento de disjuntores e fusíveis ou um sistema adequado de proteção contra raios, podem ser espelhados em normas estrangeiras para aumentar a segurança a bordo de qualquer embarcação.

        Os danos causados por uma gambiarra mal feita, vão do simples não funcionamento de um equipamento, à avaria de onerosos componentes ou até mesmo a provocação de um incêndio rápido e descontrolado, que pode levar o barco a pique. De acordo com um estudo da US Boats feito entre 2009 e 2013, mais da metade dos incêndios em embarcações nos Estados Unidos foram provocados por problemas elétricos.

        Agora, voltando à questão original, se gambiarras são vilãs ou aliadas, vou parafrasear um professor do SENAI, o engenheiro Rogério Possobom: “Se você não tem recurso material ou tempo, você está fazendo uma adaptação técnica de improviso, que depois deve ser corrigida. Mas se você tem recurso, tempo e mesmo assim faz uma adaptação definitiva, aí sim você fez gambiarra”. Então, ouvindo o professor, concluo que para se salvar de uma enrascada a bordo, é importante a habilidade e criatividade para fazer uma “adaptação técnica de improviso”, mas sempre que puder, faça sua instalação ou manutenção no melhor padrão técnico possível, para garantir segurança, durabilidade e confiabilidade na instalação.

        Afinal, barco é para aproveitar, então vale gastar um pouco mais de tempo ou recursos para fazer bem feito e não perder o fim de semana embarcado com a família ou causar um dano irreversível. Ou como diria outro professor, Élio Crapun, “você deve tratar seu barco do mesmo jeito que deve tratar sua companheira (ou companheiro): com honestidade. Senão, ele pode te deixar na mão na hora em que você menos espera”.

        Por fim, lembre-se: uma gambiarra mal feita pode causar graves acidentes com risco de perdas materiais e humanas. Se você não sabe bem o que está fazendo, não arrisque.

        *Pedro Rodrigues é velejador e orientador em Elétrica Náutica certificado pela American Boat and Yacht Council – ABYC

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          Teste Tethys 54 Fly: uma nova lancha de 54 pés que surpreende

          13/05/2021

          Com quatro modelos de embarcações em sua linha de montagem, o estaleiro gaúcho Tethys Yachts vem conquistando muitos admiradores. Passo a passo, está construindo uma boa reputação e barcos com bom acabamento, uso de materiais de qualidade e muita dedicação e investimento em cada projeto, e isso faz com que cada lançamento seja aguardado com expectativa.

          Apresentada em duas versões (com flybridge e hard top, ou simplesmente HT), a Tethys 54 foi a primeira embarcação lapidada pelo estaleiro. Em seguida vieram a 41 HT e a 31 Targa. A próxima será a Tethys 35 HT, que já está na linha de produção do estaleiro gaúcho.

          A Tethys 54 Fly, que NÁUTICA testou na Baía da Babitonga, em Joinville, Santa Catarina, é o maior modelo do estaleiro. Os projetistas souberam explorar bem os seus 16,75 metros de comprimento por 4,45 m de boca, privilegiando — além da navegação — os banhos de sol e mar. Na área externa, essa lancha tem cockpit bem amplo, solários na proa, espaço gourmet e uma plataforma de popa submersível agradabilíssima.

          Já na cabine, são três camarotes completos e independentes, para que seis pessoas possam pernoitar a bordo, além de um quarto camarote para um tripulante. Como era de se esperar de uma lancha desse porte, o estaleiro oferece três opções de layout interior, com a suíte máster posicionada na proa ou à meia-nau.

          Para empurrar tudo isso, a Tethys 54 Fly usa motorização Volvo IPS 800 com joystick e tem um terceiro comando na popa (item opcional), bem útil durante as atracações. Quando ela foi lançada, a promessa era de incomodar as concorrentes brasileiras na faixa dos 52 a 55 pés. Meta que vem cumprindo com competência, já com dois barcos na água e outro a caminho. Recursos para isso não lhe faltam.

          A Tethys 540 Fly é uma lancha de comando duplo (um no salão, outro no flybridge) e boa qualidade construtiva que agrada tanto pela configuração da cabine, onde a altura chega a 2,00 metros, como da área externa, com um bom flybridge e uma enorme plataforma de popa submersível (item de fábrica).

          São dois camarotes à meia-nau e uma suíte completa na proa — com 2,10 m de altura na entrada, muitos armários e prateleiras, tv, uma cama de 1,93 m x 1,55 m, uma enorme gaiuta e banheiro completo com box fechado —, além de um salão bem iluminado por janelões laterais e mais duas janelas no teto. Mas esse layout pode ser alterado, de acordo com a preferência do proprietário, com a suíte máster passando a ocupar os 4,45 m de boca máxima dessa lancha, à meia-nau.

          Na unidade testada por NÁUTICA, um dos camarotes de meia-nau, a boreste, tem uma cama de casal medindo 1,77 m x 1,49 m. No outro camarote, a bombordo, as duas camas de solteiro apresentam medidas diferentes: uma tem 1,91 m x 0,71 m, a outra, 1,77 m x 0,80 m. Todos os aposentos têm ar-condicionado e luzes de leitura, entre outros confortos. Com 2,10 m de altura, o banheiro que serve aos dois camarotes tem box fechado e uma vigia para ventilação e entrada de luz.

          Entre a suíte de proa e os camarotes há uma pequena sala, com um sofá em L, tv e uma pequena geladeira. O projetista foi muita feliz ao inserir no meio do teto um pé-direito quase infinito, limitado apenas pelo para-brisa, o que garante muito luminosidade ao convés inferior, além de uma agradável sensação de amplitude.

          Já no salão, dividido em dois níveis (o primeiro, com 1,98 m de altura; o segundo, com 1,80 m a 1,90 m), foram criados quatro ambientes: a cozinha principal da embarcação; uma sala em frente a ela, a boreste, com um sofá em L e tv embutida; o posto de comando, também a boreste mais à vante; e uma área de refeição com mesa para quatro pessoas, a bombordo. Grandes janelas laterais em forma de arco garantem boa iluminação natural.

          A cozinha da Tethys 54 Fly está bem localizada junto à entrada, junto a praça de popa, a bombordo, e está equipada com forno elétrico, fogão por indução, micro-ondas, uma pia com uma bela cuba de material sintético e uma geladeira pequena, de 80 litros, igual a outras duas distribuídas pelo barco, num total de 240 litros.

          Por sua vez, o posto de comando, com dois bancos individuais de ajuste elétrico (altura, inclinação e distância), tem apoio para os pés, volante escamoteável, botoeira moderna e todos os equipamentos posicionados bem à mão. Por opção do proprietário, o eletrônico (Axiom) instalado na unidade testada por NÁUTICA tinha tela de 9 polegadas (em contraste com as telas de 12 do comando do flybridge).

          Ao lado dos botões de acionamento de flaps há um painel com os indicadores de posição, como deve ser. As janelas laterais podem ser abertas, o que facilita a comunicação durante as manobras de atracação, além de ventilar a cabine. Também há um bom porta-trecos na lateral, mas falta uma tomada 12 volts e uma saída usb. O para-brisa, de folha única, oferece boa visão, embora, claro, não se compare ao comando superior.

          Entre o salão e a praça de popa há uma porta de vidro que, quando aberta, forma uma área única, o que facilita a integração dos ambientes e as refeições do lado de fora, em uma mesa originalmente mais reduzida, mas que na unidade testada por NÁUTICA acomoda seis pessoas, por opção do proprietário — uma boa pedida. A bombordo, sob a escada de acesso às passagens laterais, que levam à proa, foi instalado um ice maker (item opcional), além de porta-garrafas e porta-copos.

          Na praça de popa, há um terceiro comando da embarcação (item opcional), apenas o joystick, específico para as manobras de atracação, além de botão de acionamento da plataforma submersível e de botões liga e desliga dos motores.

          No piso, fica a porta de acesso à casa de máquinas, posição tradicional nesse tipo de embarcação. Ao lado, a boreste, abre-se a porta de entrada da cabine do marinheiro, que tem 1,90 metro de altura e uma cama de 1,85 m x 0,75 m, além de banheiro (aberto, com vaso elétrico e chuveiro de mão) e alguns itens de conforto, como ar-condicionado (com controle), tomada usb, tv e uma vigia para ventilação natural.

          A casa de máquinas é bem grande e espaçosa, com tudo muito bem distribuído e todas as instalações à altura de uma lancha dessa categoria. Mas vale uma ressalva: o acesso a alguns circuits breakers, como o do guincho de âncora, por exemplo, exige um certo esforço, especialmente com a motorização quente, pois a passagem lateral, apenas por bombordo, é estreita. Alertado por NÁUTICA, o diretor industrial do estaleiro prometeu acrescentar um segundo acesso a essa área pelo assento do banco de popa do cockpit.

          No flybridge, com t-top de fibra e teto solar com abertura manual (ou acionamento elétrico, opcionalmente, que recomendamos fortemente), há uma terceira cozinha, com pia, geladeira e uma churrasqueira que pode ser substituída por um fogão de duas bocas. A escada de acesso é boa, mas ainda pode ser melhorada, com a colocação de degraus com formato diferente, mais confortáveis e seguros.

          O posto de comando, a boreste, tem uma poltrona confortável, com assento duplo. O painel vem do estaleiro com telas Axiom, de 12 polegadas, da Raymarine, com gps, sonda e radar e integração com o painel da motorização. O equipamento está disponível na Marine Express.

          Ao alcance da mão esquerda ficam os botões de acionamento dos flapes, porém falta o indicador da posição do nível desses dispositivos, que têm a função de manter o barco aprumado — só existe mostrador no painel do comando inferior.

          Há ainda porta-copos de plástico — que podem ser melhorados —, que também podem ser usados para acomodar o celular, e uma tomada 12 volts. Mas falta um lugar para guardar objetos de uso pessoal (o popular porta-trecos). Ainda no flybridge, com espaço para oito a dez pessoas, há uma mesa de madeira para seis, um grande sofá em “J”, e a opção de um Stobag (toldo retrátil) na parte de trás, fora do alcance do t-top.

          Outra área em que pessoas gostam muito de ficar — rente à água, com o barco parado —, a plataforma de popa ficou ainda mais convidativa na Tethys 54 Fly por já sair de fábrica na versão submersível. Tem 4,23 metros de largura por 1,86 m de comprimento (ou seja, 7,87 m² de área útil), com escada de quatro degraus, que facilita o acesso para quem chega da água, sendo 1,45 m de área submergível.

          O espaço gourmet é completo, com churrasqueira a carvão ou elétrica, fogão por indução de duas bocas, tábua de carne, pia com água quente e fria, um grande pega-mão e dispositivo de corta corrente. Para cobrir essa área, há um toldo do tipo Stobag, que pode ser manual ou (opcionalmente) elétrico, com acionamento por controle remoto.

          Os cunhos de popa estão muito bem dimensionados para o tamanho do barco. Por sua vez, as tomadas de cais ficam ao lado da boa escada de acesso à praça de popa, o que é muito bem-vindo, enquanto a bombordo ficam o chuveirinho e a entrada para abastecimento de água. Para iluminar essa área à noite, o estaleiro instalou dois canhões com tripla iluminação de led. E para animar os passeios, duas caixas de som na superestrutura do flybridge.

          Os degraus da escada de acesso às passagens laterais, que levam à proa, são largos e bem amparados por guarda-mancebos e pega-mãos. Por sua vez, as passagens laterais do convés, com 24 centímetros de largura, protegidas por guarda-mancebos (cuja altura varia entre 30 cm e 75 cm) e por outros pega-mãos, transmitem boa sensação de segurança.

          A área de proa da Tethys 54 Fly se beneficia da generosa boca máxima dessa lancha, que é de 4,45 metros. O estaleiro instalou um solário de 2,01 m x 1,97 m, já bastante grande, cercado de porta-copos, porta-garrafas e pega-mãos, mas sobra espaço para a ampliação desse lugar, próprio para os banhos de sol.

          Os porta-defensas são incorporados aos guarda-mancebos, o que é muito prático. Ao lado da caixa de âncora, há um providencial chuveirinho para a limpeza da corrente. E para quem não dispensa uma boa trilha sonora, há dois canhões de som para animar o ambiente.

          Como navega

          Aceleramos a Tethys 54 Fly na tranquilíssima Baía da Babitonga, em Joinville,  em Santa Catarina, em um dia ensolarado com a incidência de ventos moderados, condição perfeita para tirar o máximo da motorização Volvo Penta D8-IPS 800 (dois motores de 600 hp cada), além de explorar o casco nas manobras, para entender do que conjunto é capaz.

          A lancha estava com 45% dos tanques de combustível, que têm capacidade para 1 660 litros, e cerca de 80% da capacidade do tanque de água, de 650 litros. A bordo, 10 pessoas, o que significa um teste com o barco relativamente pesado.

          Em passagens de top, ou seja, com os manetes totalmente acionados, cruzamos várias vezes as ondulações criadas pelo próprio barco, ou, às vezes, as marolas de outros barcos.

          O casco da Tethys 54 Fly respondeu muito bem aos comandos, chegando a 29,1 nós de velocidade final, a 3 100 rpm, com 23,9 nós de cruzeiro rápido, a 2 800 rpm. Na aceleração, seu desempenho foi mediano: de 0 a 20 nós em 18,6 segundos. Uma marca razoável para uma lancha que desloca 22 toneladas.

          Por conta dos 15,5 graus de V de popa e do centro de gravidade alto, o casco aceita boas adernadas ao ser forçado nas curvas fechadas, comportamento totalmente dentro dos parâmetros.

          A lancha responde muito bem aos flapes, subindo e abaixando a proa rapidamente quando esses dispositivos são acionados — para quem não sabe, os flapes são úteis para abaixar a proa, o que melhora o comportamento do barco navegando contra as vagas, uma vez que, mais baixa, a proa corta melhor as ondas.

          Além disso, abaixando-se o flape de um lado, a lancha inclina para o outro e vice-versa, podendo ser usado para regular o equilíbrio e a estabilidade quando necessário

          Em resumo, a Tethys 54 Fly tem um casco equilibrado, de navegação suave, com muita chance de agradar a quem procura um barco com bastante espaço e bom arranjo para passar bons momentos no mar.

          Opções de layout Tethys 54 Fly

          Características técnicas

          Comprimento total: 16,75 m (54,9 pés)
          Comprimento do casco: 
          Boca: 4,45 m
          Calado com propulsão: 1,30 m
          Ângulo do V na popa: 15,5 graus
          Combustível: 1660 litros
          Água: 750 litros
          Capacidade dia: 16 pessoas
          Capacidade pernoite: 7 pessoas
          Peso com motores: 22 000 kg
          Potência: 2 x 600 hp (Volvo IPS 800)

          Pontos altos

          » Espaços bastante amplos
          » Bom camarote de marinheiro
          » Boa lista de opcionais
          » Três opções de layouts de cabine
          » Bom nível de customização oferecido pelo estaleiro

          Pontos baixos

          » Consumo alto em baixa velocidade
          » Falta um acesso a casa de máquinas mais a popa

          Quanto custa?

          Cerca de R$ 4,8 milhões, com dois motores a diesel Volvo Penta IPS 800 cada (a versão testada por NÁUTICA). Preço pesquisado em abril/2021. Para saber mais sobre o modelo testado, acesse o site oficial da Thetys Yachtswww.thetysyachts.com.br.

          Reportagem: Guilherme Kodja
          Edição de texto:
           Gilberto Ungaretti
          Edição de vídeo: Luiz Becherini
          Fotos: Rogério Pallatta e Victor Oliveira
          Realização: Takeboom Produções

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            Bezos provavelmente fez seu pedido de barco bem antes da pandemia, mas as notícias vêm em um momento em que a indústria se beneficia do boom do mercado de ações e da interrupção da interação social da pandemia.

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            As vendas de barcos nos Estados Unidos atingiram uma alta em 13 anos no ano passado, de acordo com a National Marine Manufacturers Association —diversão segura e socialmente distante para quem pode pagar. Essas vendas refletem modelos mais familiares de barcos a motor e outras embarcações preferidas por meros mortais sem fortunas de dez dígitos em seus nomes, mas a tendência também acompanha a classe dos iates. Sem galas ou festas suntuosas para comparecer, os ricos estão zarpando (ou suas tripulações, de qualquer maneira).

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              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

              Lagoa Azul

              Apesar do nome copiado do filme homônimo (aquele da Brooke Shields ainda menininha…), vale a ressalva: a Lagoa Azul da Ilha Grande não é azul nem tampouco uma lagoa. É verdinha, quase transparente, e uma espécie de canal entre duas ilhotas, onde a água rasa e o fundo de areia branca lembram os dos filmes de Hollywood.

              Não por acaso, nove em cada dez barcos que vão passear na Ilha Grande dão pelo menos uma passadinha aqui e muitos ficam o dia inteiro nesse cenário realmente de cinema.

              Lagoa Azul

              Praia da Feiticeira

              Não é por acaso que há sempre um ou outro barco parado diante desta bonita praia da Enseada das Estrelas, no lado de dentro da Ilha Grande. E quem fizer o mesmo e desembarcar nela, entre grandes pedras fincadas na areia, logo descobrirá por quê – basta seguir uma pequena trilha que parte da praia e desemboca numa cachoeira com uns 15 metros de altura, de água fresca e cristalina, no meio da mata. É um passeio completo: mar e cachoeira na mesma praia. Entendeu por que tem sempre alguém por lá?

              Praia da Feiticeira

              Praia da Parnaioca

              A Parnaioca fica na parte de mar aberto da Ilha Grande, mas nem parece. Suas águas são tão tranquilas para os banhistas e abrigadas para os barcos que a sensação é a de uma gigantesca piscina — até na cor bem clara da água. Principalmente nos cantos.

              Tem, também, uma cachoeira não muito distante, uma pequena vila de moradores e (sempre) alguns barcos de pesca na paisagem, já que é uma das mais antigas comunidades da ilha. Um bom lugar para tomar banho de mar e sentar para admirar.

              Praia da Parnaioca

              Saco Dois Rios

              Linda, não? Pois foi exatamente aqui, nesta cinematográfica praia, do lado de fora da Ilha Grande, que foi erguido, no passado, o famoso e famigerado presídio da Ilha Grande, depois desativado e implodido.

              Hoje, não existe mais nada dele para ser visto, mas a sua praia — e que praia! — continua a mesma de antigamente, quando o acesso público era proibido: vazia, fascinante e com dois riozinhos, um em cada extremidade (os tais “dois rios” que batizam a praia), que, se penetrados, levam os visitantes até duas pequenas cachoeiras.

              Saco Dois Rios

              Praia da Camiranga

              A praia da Camiranga é mais um dos pequenos segredos da Ilha Grande. Não é grande nem muito frequentada pelos barcos (que preferem parar na vizinha Praia da Feiticeira ou seguir em frente, rumo ao Saco do Céu), mas oferece a deliciosa possibilidade de tomar banho de água salgada e doce quase ao mesmo tempo.

              Um cristalino riacho serpenteia a mata até chegar à praia, onde forma poços de água geladinha e doce. Ou seja, você sai do mar, caminha uma dúzia de passos e — tchibum! — mergulha no riacho. Ô coisa boa!

              Praia da Camiranga

              Praia dos Meros

              Meros é um dos maiores tesouros da Ilha Grande: uma praia com um mar sempre claro e vazio, porque, como fica dentro de outra reserva ambiental da ilha, o desembarque é proibido. Ancorar o barco também não pode, embora um ou outro mergulho seja tolerado, desde que a pessoa não chegue até a areia — o que exige grande esforço, porque a praia é irresistível.

              Mas o mergulho numa das águas mais limpas da ilha já vale o passeio. Ele só exige alguma atenção na entrada e saída, contornando a Ponta dos Meros a uma respeitosa distância das pedras.

              Praia dos Meros

              Ilhas Botinas

              Não tem jeito. Você pode já ter ido lá uma dúzia de vezes, que, sempre que se aproximar com o barco das duas ilhotas gêmeas que formam as Botinas se impressionará com a cor do mar entre elas — como mostra a foto, que nada tem de photoshop.

              As Botinas ficam bem pertinho do centro de Angra, quase propositalmente no caminho de quem vai para qualquer canto e, por isso mesmo, costumam ser visitadas por muitos barcos, o que exige certa sorte para ficar assim, com as ilhas só para si.

              Mas, de manhã cedinho ou no finalzinho do dia (quando, inclusive, oferecem um por do sol magnífico), suas águas costumam estar vazias. Fica a dica.

              Ilhas Botinas

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              Praias de Leste e Sul

              Viu? Pois saiba que olhar (e bem de longe, sem sequer parar o barco para ver melhor) é tudo o que você poderá fazer nestas duas praias ma-ra-vi-lho-sas da parte de fora da Ilha Grande.

              Elas fazem parte de uma reserva biológica e, por isso, em nome da preservação, sua visitação é proibida. Não é permitido navegar perto da praia, ancorar, que dirá desembarcar —portanto, só vale a pena ir até lá se o destino for algum local vizinho.

              Mas, neste caso, só o visual dos cinco quilômetros de areias imaculadas das praias de Leste e Sul, separadas apenas por uma ilha e um caprichoso riacho, valem como um bônus no passeio.

              Praias de Leste e Sul

              Praia do Aventureiro

              Parece foto de calendário de parede: um gracioso coqueiro caprichosamente debruçado sobre a areia da praia, diante de um mar limpo e claro. A praia do Aventureiro, um pequeno povoado na parte de fora da Ilha Grande, hoje com acesso controlado de visitantes para não encher de gente, não chega a ter uma praia como nenhuma outra, mas o seu conjunto de pedras na beira d´água, que represam o mar e formam piscinas na maré baixa, é algo que não se encontra em qualquer canto – muito menos com um coqueiro desses na paisagem!

              Para completar o passeio, quem caminhar até as pedras da costeira do outro lado da praia poderá ver, de longe, o visual das praias Leste e Sul, ambas (ao contrário do Aventureiro) com acesso proibido.

              Praia de Lopes Mendes

              Pegue esta imagem e a multiplique por três quilômetros de extensão. É, mais ou menos, o que você irá encontrar na grande (nos dois sentidos) praia Lopes Mendes, a última da parte de mar aberto da Ilha Grande.

              “Mais ou menos” porque ainda faltaria acrescentar a mata virgem que acompanha toda a extensão desta praia sem construção humana alguma, os três riachinhos que a atravessam para desaguar no mar ao longo disso e a areia, fininha feito farinha, que emite gostosos “ics, ics” sob os pés. Lopes Mendes é tudo de bom.

              O único inconveniente é que, para chegar lá de barco, é preciso navegar um bocado. Mas há uma saída: ancorar na bem mais próxima Enseada das Palmas, na parte de dentro da ilha e no lado oposto da praia, e caminhar alguns minutos por uma trilha. Vale qualquer esforço.

              Praia de Lopes Mendes

              Saco do Céu

              Eis aqui um ótimo lugar para passear com o barco ou – melhor ainda! – dormir a bordo. O Saco do Céu, uma fechadíssima baía na parte de dentro da Ilha Grande, não tem esse nome por acaso: é quase um presente celestial para quem gosta de tranquilidade, inclusive para ancorar sem nenhum risco, já que ele tem as águas mais abrigadas de toda a ilha.

              O mar ali é tão tranquilo que, nas noites de lua, reflete as estrelas na superfície, daí, aliás, o seu nome. E, de dia, oferece algumas prainhas (não muitas, é verdade, mas com água à prova de sustos).

              Saco do Céu

              Praia de Itaguaçu

              Itaguaçu é uma pequena prainha na parte de mar abrigado da Ilha Grande, com uma faixa de poucos metros de areia amarelada, que contrasta bem com o verde da água e com as pedras escuras que brotam na beira-mar.

              Não é grande nem famosa, mas costuma fascinar quem sonha em encontrar uma praia sem viva alma por perto, mas com muita natureza ao redor — a começar por grandes palmeiras que geram generosas sombras na areia. Uma praia do jeito que você gosta e para chamar de sua.

              Praia de Itaguaçu

              Freguesia de Santana

              Olhando assim não dá para ver. Mas, logo atrás da orla de coqueiros que decora esta praia, há uma igreja, de 1802, que é um dos mais antigos monumentos da Ilha Grande.

              É a igreja de Santana (contração de “Santa Ana”), nome que complementa o desta praia, a da Freguesia, que fica na parte abrigada da ilha, bem pertinho da Lagoa Azul, o que é outro motivo para esticar o passeio até lá. E há mais um: suas águas são muito tranquilas, ótimas para barcos e crianças.

              Freguesia de Santana

              Ilha de Paquetá

              Apesar da aparência de paraíso (uma ilha verdejante dividida ao meio por uma praia de areias branquinhas, que permite banhos de mar dos dois lados dela), Paquetá fica bem perto das principais marinas e condomínios da Baía da Ribeira, em Angra —portanto a um tirico de barco delas.

              Mal saiu, você já chegou. Perfeita para quem não quer ir longe. As crianças adoram e os donos de barcos também, porque as águas de Paquetá são bem protegidas. Um passeio rápido e muito gostoso.

              Ilha de Paquetá

              Ilhas de Cataguás

              Até tempos atrás, a linda praia que se forma entre as duas ilhotas de Cataguás, praticamente em frente ao centro de Angra, era muito frequentada pelos barcos e escunas de passeios, o que lotava suas águas e areias.

              Ilha de Cataguás

              Mas, depois que o acesso dos barcos até a praia foi restringido por cordões de isolamento na água, o movimento despencou e a formosa Cataguás voltou a ser o que sempre foi: um idílico banco de areia branquinha, cercado pelo verde do mar de Angra por todos os lados. E como não há mais barcos pertinho da praia, os banhos de mar ficaram ainda mais gostosos. É só parar o barco um pouco distante e ir nadando até a praia.

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                Fabricante sueco apresenta RIB de 29 pés com promessa de baixa emissão de poluentes

                Por: Redação -

                O estaleiro e marina Salterns, sediado em Poole, será o distribuidor exclusivo no Reino Unido do novo Fugu 29, de um fabricante sueco de RIBs, Fugu Powerboats.

                Um RIB, para quem não sabe, é um um barco de passageiros que combina mais velocidade e menos consumo, graças ao seu casco leve. Os RIBS podem ser equipados com motorização única ou dupla, e o Fugu 29 segue esse mesmo raciocínio.

                fugu 29fugu 29fugu 29

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                Prometendo chegar aos 60 nós, a Fugu Powerboats espera contrariar a tendência de embarcações de popa com sua gama de RIBs. Por enquanto, o modelo de 30 pés é único, mas a expectativa é expandir.

                Sobre a embarcação, ela possui um único motor a diesel, de 370 hp, em uma unidade de tração de popa Bravo 3. Ela também apresenta um casco Petestep.

                fugu 29fugu 29fugu 29

                O casco tem dois degraus e defletores, em vez dos tradicionais trilhos de pulverização. Os defletores redirecionam a água pulverizada para trás e empurram o barco para a frente.

                Isso promete menos consumo de combustível, menos ruído e uma viagem mais suave. Outro efeito positivo é que o barco fica mais reto em velocidades baixas e altas. Com a opção de hélice única, isso significa que não há mais arrastamento em baixas velocidades.

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                Outros benefícios do Fugu 29 incluem um solário fixo, uma plataforma de banho de largura total, abrigando o número máximo de 8 passageiros. Graças ao seu conversor catalítico padrão, as emissões de CO e NOx são igualmente baixas.

                fugu 29fugu 29fugu 29

                O layout do convés possui quatro assentos giratórios e um console central com degraus laterais para a proa.

                Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                  Intech Boating entrega primeira lancha Sessa KL 28 em Manaus

                  12/05/2021

                  A Intech Boating, fabricante das lanchas italianas Sessa Marine no Brasil, acaba de entregar a primeira unidade do modelo KL 28 em Manaus, por meio da sua concessionária Sercom Marine.

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                  Criada especialmente para quem gosta de aventura sem abrir mão do conforto, a lancha Key Largo 28 é ideal para o lazer ao ar livre. O modelo possui 8,64 metros de comprimento e conta com dois solários – um na proa e outro na popa – e pode levar até oito passageiros de dia.

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                  No cockpit, a disposição com console central visa melhor circulação. Outro diferencial é o sistema de toldo removível, que fica discretamente guardado na proa. Na cabine, com banheiro, pode acomodar duas pessoas em pernoite.

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                    O caminho de Cananéia: veja algumas dicas para navegar na cidade

                    Por: Redação -

                    Entrar ou sair de Cananéia, no Litoral Sul de São Paulo, nem sempre é fácil. Mas com estas coordenadas de um especialista da cidade, tudo fica mais tranquilo — desde que o mar permita.

                    Cananéia, na divisa de São Paulo com o Paraná, é uma cidadezinha histórica, sede de um dos primeiros povoados do Brasil, mas bem mais famosa entre os navegantes por abrigar uma das barras mais tensas do litoral sul do país.

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                    Ali, as ondulações do mar, algumas chegando mesmo a quebrar, costumam assustar quem chega ou sai de barco e não tem muita afinidade com a região. Mas, para o comandante Marcos Bernauer, do Centro Náutico de Cananéia, a má fama que a entrada do porto da cidade tem não passa de exagero.

                    “Em dias de mar calmo, não têm o menor problema e eles representam 80% do calendário”, garante. “A coisa só fica realmente feia quando entra o vento Sul e o mar vira ressaca”, diz. “E quando isso acontece, nem os pescadores da cidade saem de casa, porque sabem que da barra ninguém passa”.

                    É verdade. Do lado de fora, as ondas chegam bem perto dos barcos e, nos dias errados, engolem até o canal que serve de caminho para quem entra ou sai da cidade. Muita gente já passou grandes sustos ali e alguns chegaram mesmo a perder seus barcos.

                    Mas, para o comandante Marcos, isso só acontece por dois motivos: a imprudência dos que desrespeitam as leis da natureza (entre elas, evitar as noites e esperar o mar melhorar) e a completa falta de sinalização do canal, que já perdeu todas as boias que tinha.

                    Marcos Bernauer
                    Marcos Bernauer

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                    Marcos ainda é dono do principal posto de abastecimento de combustível para barcos da cidade. Assim, ele levantou alguns dos principais waypoints que sinalizam o canal e indicam o rumo que os barcos devem seguir, aqui relatados.

                    São sete coordenadas que garantem o acesso tranquilo ao porto da cidade e, também, ao Canal do Varadouro, principal atrativo da região para os barcos de passeio. “Quem seguir os meus waypoints não terá problema, desde que o mar não esteja virado”, garante o experiente comandante. “Até porque o canal é bem largo e fundo, com cerca de 300 metros na parte mais estreita e 4 metros de profundidade, mesmo na maré baixa”, explica.

                    Onde a barra é mansa

                    1. Bola de fora

                    25º 04.500’ S
                    47º 50.953’ W

                    2. Bola do meio

                    25º 04.329’ S
                    47º 51.380’ W

                    3. Bola de dentro

                    25º 03.763’ S
                    47º 52.757’ W

                    4. Começo do canal

                    25º 03.400’ S
                    47º 53.580’ W

                    5. Meio do canal da Trincheira

                    25º 03.300’ S
                    47º 55.030’ W

                    6. Meio da praia da Trincheia

                    25º 02.963’ S
                    47º 55.080’ W

                    7. Balsa de Ilha Comprida

                    25º 01.216’ S
                    47º 55.133’ W

                    8. Centro Náutico

                    25º 00.460’ S
                    47º 55.378’ W

                    Mesmo assim, para não correr nenhum risco, ele sugere que os veleiros esperem até que a maré esteja cheia ou comece a encher, por conta do maior calado. E aconselha que o timoneiro vá acompanhando a profundidade pela sonda. “Se baixar de 3,5 metros, é porque o barco saiu do canal”, ensina.

                    Mesmo assim, nos cruzeiros entre as regiões Sul e Sudeste, muitos velejadores preferem passar reto pela cidade, só para não ter que enfrentar os humores da barra de Cananéia. Quando muito, param na ilha do Bom Abrigo (quase em frente à barra e que não tem este nome por acaso) e ficam esperando o mar acalmar, o que não é má ideia, nos piores dias.

                    Ou, então, seguem os rastros dos maiores barcos de pesca da cidade, o que é outra boa alternativa. “Mas, quem seguir a minha rota no gps não pegará ondas, porque elas não quebram na faixa do canal, onde é mais fundo — só nos dois lados dele”, assegura o comandante, que é uma espécie de anjo da guarda dos barcos de passeio que chegam a Cananéia e até se dispõe a ajudar, pelos telefones ou canal do vhf.

                    “E não há pedras no fundo do canal; só lodo e areia”, completa. Claro que tudo seria bem mais fácil se as boias que a Marinha colocou no local tivessem sido mantidas. Mas como isso não aconteceu, todas se perderam, alimentando ainda mais a má fama que a barra da cidade tem. Segundo o comandante Marcos, injustamente. Na duvida, guarde esta revista e confira na sua próxima ida para lá.

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                      Por: Redação -

                      A tecnologia de ancoragem assistida da Volvo Penta foi premiada entre os 50 principais produtos do ano por revista internacional. Eles foram escolhidos pelos editores entre centenas de nomeações, com base em seu impacto na indústria, inovação e como avançaram em sua categoria.

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                      “Com o programa Top Products, estamos sempre procurando produtos que não apenas tragam a indústria para o futuro, mas também tornem a navegação uma experiência mais fácil e agradável para o consumidor”, disse Adam Quandt, editor administrativo da Boating Industry.

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                      Estreada e reconhecida como finalista “Best in Show” no 2021 Consumer Electronics Show (CES) virtual, a tecnologia Assisted Docking da Volvo Penta aborda um dos aspectos mais desafiadores da navegação e atracação. É o primeiro sistema de atracação assistida totalmente integrado da indústria que visa melhor controle ao atracar um barco, automatizando suas intenções, compensando algumas variáveis ​​dinâmicas, como vento e corrente, e ajudando a embarcação a permanecer no curso pretendido.

                      “Quando você possui uma bela embarcação, deseja atrair a atenção pelos motivos certos, não pelos desafios que podem ocorrer ao tentar atracar um barco”, disse Martin Bjuve, presidente da Volvo Penta das Américas. “Com avanços como este sistema, a Volvo Penta tira a pressão dessa manobra muitas vezes estressante e faz qualquer capitão brilhar, independentemente de seu nível de experiência”.

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                        Um trio de empresários britânicos começou o ano de 2021 com uma grande meta: estabelecer os barcos Pixii como as embarcações número um do ramo da propulsão à energia elétrica na Grã-Bretanha.

                        A primeira novidade será um barco esportivo de 25 pés, nomeado Pixii 750 chave com casco casco de alumínio resistente, porém leve, emparelhado com acionamentos a jato de água eficientes, motores elétricos sem escova e uma capacidade de bateria totalizando 150 kWh.

                        pixii 750

                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                        A origem das baterias ainda é desconhecida, mas especula-se que sejam baterias de segunda vida recondicionadas, recuperadas de carros e adaptadas para uso marítimo (baterias Tesla seria a escolha óbvia). Ainda foram instalados painéis solares, para alimentar aparelhos elétricos a bordo.

                        pixii 750

                        As primeiras representações mostram uma embarcação aberta com convés protegido por um hardtop central. No local, encontra-se uma dinette dianteira e quatro assentos voltados para a frente, atrás de um console central.

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                        Dentre as inovações, está um sistema de ancoragem por controle remoto que permite ao proprietário chegar à praia, desembarcar a tripulação e, em seguida, conduzir o barco de volta para águas mais profundas e baixar a âncora, tudo por controle remoto, bem como o processo reverso.

                        pixii 750

                        O primeiro Pixii 750 já foi encomendado com a construção do casco que deve começar na MWI Services, na Ilha de Wight, ainda este ano. Os preços começam em 114 000 euros, com o pacote de motor único. Uma versão de motor duplo totalmente equipada aumenta esse valor para cerca de 200 000 euros.

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                          Por: Redação -

                          A Yamaha acaba de anunciar mais uma novidade: seus motores de 2 tempos, com 30 e 40 hp de potência com manche, agora, com partida elétrica e manual. Os modelos contam com acabamento em 5 camadas e proteção UV, o que visa mais durabilidade e bom aspecto do motor por mais tempo.

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                          Já a exclusiva Liga YDC-30 anticorrosão, promete qualidade para todos os materiais empregados na fabricação. Com o objetivo de garantir a segurança, os modelos possuem o sensor de neutro, um sistema que bloqueia o motor, evitando que o mesmo seja ligado quando estiver engatado, impedindo-o que seja acionado acidentalmente.

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                          Pensando no conforto dos tripulantes, os modelos possuem capô acústico, que auxilia na redução de ruídos e, consequentemente, permite uma navegação mais silenciosa. E somando a todas essas características, o grande diferencial destes modelos é a tão esperada partida elétrica, que promete motores mais práticos, mais simples e oferecer mais conforto ao toque de um simples botão. Além disso, a Yamaha oferece 5 anos de garantia para uso lazer. Os motores estarão disponíveis nas autorizadas Yamaha de todo o Brasil em breve.

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                            Estaleiro holandês divulga imagens de superiate de 52 metros pensado para unir luxo e pesca

                            Por: Redação -

                            O estaleiro holandês Royal Huisman, que já havia prometido construir o maior iate de pesca esportiva do mundo divulgou, recentemente, as imagens desse projeto. Com 52 metros, ou seja, 170 pés, o superiate recebeu o nome de Projeto 406, e foi projetado inteiro em alumínio.

                            Feito em colaboração com a Vripack Yacht Design, foi vendido no final de 2020 por uma quantia não revelada, assim como a identidade do proprietário. A única informação é de que o representante do comprador é a empresa de gerenciamento de projetos Aqua Marine.

                            projeto 406

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                            A embarcação visa combinar as capacidades de pesca esportiva com o interior de luxo. De acordo com o portal Motor Boat Yachting, até o momento, isso só foi alcançado em superiates em torno da marca de 40 metros. Assim, o Projeto 406 representará o maior iate de pesca esportiva do mundo.

                            “O Projeto 406 é um pescador esportivo que usa esteróides”, disse Bart M. Bouwhuis, Co-Diretor de Criação da Vripack. “Ele tem as verdadeiras proporções  de um barco esportivo americano típico, além da proa longa e larga, combinados com a sensação harmoniosa de um superiate luxuoso. É um modelo superdimensionado, com curvas super chiques, realizadas em grande escala”.

                            projeto 406

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                            O CEO da Royal Huisman, Jan Timmerman, acrescentou: “O pedido de construção do primeiro superiate de pesca esportiva do mundo é muito interessante. É bom saber que nossa reputação como o lar dos melhores superiates à vela do mundo está agora se expandindo para abraçar os iates a motor”.

                            A data de entrega prevista do Projeto 406 não foi divulgada, mas a expectativa é de que a embarcação ainda leve pelo menos mais 2 anos para chegar às fases finais. Sabe-se que o casco será todo em alumínio, e será construído na cidade holandesa de Vollenhove, junto com a superestrutura.

                            Confira mais detalhes no vídeo abaixo:

                            Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

                            Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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                              Sedna entrega sétima unidade de sua cabinada XF 315, da linha Sport Fishing

                              Por: Redação -
                              11/05/2021

                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                              O estaleiro Sedna Yachts acaba de entregar mais uma unidade – esta é a sétima! – de sua lancha cabinada Sedna XF 315, parte da linha Sport Fishing. Seu projeto leva a assinatura do conceituado escritório americano Donald Blount e conta com o mesmo casco da Sedna UB 315. A diferença entre elas está no “recheio”. Assista abaixo ao teste publicado na TV NÁUTICA.

                              A XF 315 é a versão cabinada, com motor de popa. No caso desta última unidade entregue, dois motores Mercury Verado de 300 hp de potência. “No total, já são sete unidades entregues. Foram três num período de 90 dias, todas com essa mesma motorização”, disse Hemerson Diniz.

                              A XF 315 é uma lancha cabinada de pesca costeira de 31 pés — na medida para quem não abre mão de pequenos cruzeiros com a família. Sua cabine, com 1,80 m de altura, conta com banheiro (bem servido de armários), uma pequena cozinha (com micro-ondas, pia e frigobar) e uma cama de casal na proa, em formato trapezoidal, com 2,04 m de comprimento por 2,32 m na parte mais larga. A altura entre a cama e o teto é de 1,13 m.

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                              São muitos os pontos fortes dessa lancha, a começar pela praça de pesca, grande e com vários recursos para o pescador. Apesar da motorização de popa, a XF 315 tem parte da plataforma de ré livre para circulação na frente dos motores e uma portinhola no espelho de popa, o que é importante para a pesca esportiva, que exige espaço para o pescador “brigar” com os peixes.

                              Outro ponto alto é a oferta de paióis, além de suportes para varas. Mangueiras de água doce e salgada para lavar o cockpit e tomadas específicas para conectar as carretilhas elétricas são itens de série, assim como as bordas acolchoadas nas laterais (amuradas) da praça de pesca. Já o revestimento acolchoado no guarda-mancebo, na proa, a madeira teca no convés junto à borda e o móvel gourmet a boreste são opcionais. No centro do para-brisa, há uma bem-vinda janela basculante, que permite ventilar o posto de comando em dias mais quentes.

                              O cockpit da XF 315 merece elogios por ser autodrenante, o que significa que a água que entrar na praça de pesca não chegará ao porão, o que torna a lancha bem segura. A parte que diz respeito à segurança está bem resolvida.

                              Mas, e o conforto? A capota rígida de fibra, item de série, oferece proteção ao piloto e passageiros, além de servir de apoio para muitas varas e de suporte para as antenas dos equipamentos eletrônicos, incluindo o radar. Já na proa, há um solário de casal e a âncora conta com guincho elétrico, mas falta a trava da corrente. Além disso, o acesso ao paiol da amarra é bem apertado.

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                                Marinha dos Estados Unidos faz mega-apreensão de armas no Mar da Arábia

                                Por: Redação -
                                10/05/2021

                                A Marinha dos Estados Unidos apreendeu um grande carregamento ilícito de armas no Mar da Arábia, anunciou a Quinta Frota da Marinha americana. Dezenas de mísseis antitanque russos e milhares de rifles de assalto chineses estão entre os armamentos apreendidos, segundo a frota americana baseada no Bahrein.

                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                A apreensão do arsenal foi feita pelo navio cruzador de mísseis guiados USS Monterey, na quinta-feira (6), perto de Omã e do Paquistão, e divulgada no sábado (8). As fotos foram reveladas no domingo (9). Segundo a Marinha americana, o carregamento ilícito estava em uma pequena embarcação sem bandeira que navegava em águas internacionais no Norte do Mar da Arábia.

                                A carga levou dois dias para ser transferida para o USS Monterey. A tripulação foi interrogada, recebeu água e comida e foi liberada, segundo a Marinha americana. A quantidade de armas apreendida é tão grande que cobriu grande parte do USS Monterey, que tem 567 pés de comprimento (173 metros), segundo a CNN.

                                “O carregamento de armas incluía dezenas de mísseis guiados antitanque russos avançados, milhares de rifles de assalto chineses tipo 56, centenas de metralhadoras PKM, rifles de precisão e lançadores de granadas propelidas por foguete”, disse comunicado. A Marinha americana acrescentou que o armamento ficará sob custódia dos EUA enquanto a fonte original e o destino estão sob investigação.

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                                Investigação preliminar da Marinha americana aponta que o navio saiu do Irã e tinha como destino o Iêmen, para apoiar os rebeldes Houthis, apesar do embargo da ONU. Desde 2015, o Conselho de Segurança da ONU impôs um embargo de armas aos Houthis.

                                Apesar disso, especialistas da ONU alertam que “um número crescente de evidências” sugere que o Irã “fornece volumes significativos de armas e componentes aos Houthis”. A missão do Irã na ONU não respondeu a um questionamento da agência de notícias Associated Press. O país já negou no passado ter armado os rebeldes no Iêmen.

                                A apreensão é uma das várias já feitas pelos EUA durante a guerra no Iêmen, que começou em setembro de 2014 e deu origem a uma das piores crises humanitárias do mundo. A guerra já matou cerca de 130 mil pessoas, incluindo mais de 13 mil civis, segundo o Armed Conflict Location & Event Project.

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                                  Sistema de purificação de ar a bordo promete livrar iates da Covid-19. Confira

                                  Por: Redação -

                                  Não é novidade que a pandemia de Covid-19 não deixou ninguém a salvo de suas mudanças. Com a temporada de iates no Mediterrâneo se aproximando (e, principalmente, sem nenhuma certeza quanto ao futuro durante a quarentena), um estaleiro em específico teve uma ideia ilustre: a de um superiate lívre de vírus.

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                                  O estaleiro Palumbo SY Refit foi o dono dessa inovação. Além da ameaça de Covid-19, os poluentes atmosféricos podem frequentemente encontrar seu caminho a bordo, e foi essa a problemática que a equipe de pesquisa e desenvolvimento da Palumbo abordou.

                                  Trata-se de um sistema de purificação de ar a bordo, de duas partes, e que pode ser instalado em embarcações já em cruzeiro. Ela garante que o superiate permaneça em um ambiente saudável e seguro através de uma tecnologia que usa plasma não térmico (NTP).

                                  palumbo covid

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                                  O NTP é uma tecnologia de ponta que evita que os poluentes circulem a bordo por meio do processo de oxidação, eliminando colônias de bactérias já estabelecidas e tornando-as biologicamente inertes. Esse processo é considerado o mais seguro para oxidar e decompor poluentes.

                                  O dispositivo é eficaz na eliminação de bactérias, fungos, vírus, endotoxinas bacterianas, compostos orgânicos voláteis e odores. Além desses, poluentes atmosféricos também representam um perigo legítimo para a saúde. Essa tecnologia, adaptável aos requisitos de sanitização individuais da embarcação, pode ser implementada por meio de dutos já existentes e começar a higienizar o ar a bordo poucas horas após a instalação.

                                  palumbo covid

                                  Ainda que o sistema NTP seja capaz de evitar que poluentes aerotransportados entrem no seu superiate, tais partículas podem ser carregadas a bordo e espalhadas por hóspedes ou funcionários, por exemplo. Portanto, um segundo dispositivo pode ser instalado em complemento ao sistema NTP, para realizar a desinfecção local.

                                  Este dispositivo emprega um sistema de vaporização que utiliza líquido desinfetante em combinação com água, para desinfetar os dutos de ar. O sistema de desinfecção pode ser usado com um cronômetro para garantir a esterilização sistemática e ar limpo para respirar.

                                  Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                    Por: Redação -

                                    Gold Coast, na costa leste da Austrália, receberá, de 20 a 23 de maio, a 32ª edição do Sanctuary Cove International Boat Show. O evento contará com os mais recentes lançamentos de barcos, equipamentos e dispositivos da indústria. Com três áreas dedicadas ao crescente segmento de barcos de reboque e abrangendo 20 mil metros quadrados, incluindo o popular recinto de esportes, lazer e pesca, os visitantes podem esperar ver centenas dos modelos mais recentes para atender a todos, desde pescadores experientes em alto mar a barcos de primeira viagem.

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                                    Marcas conhecidas lançando âncora na vibrante Marine Village incluem Quintrex, Jeanneau, Mastercraft, Makocraft, Boston Whaler, RIB Force, Sea-Doo, Sea Ray, Haines, Whittley, BRIG, Sea Fox, Aurora, Yamaha e Mercury. No segmento de tecnologia marítima, nomes como Stella, Garmin, Fusion, Navico, Club Marine, Navionics, Seabreeze, Dometic, Raymarine, HELLA, Bruno, Lowrance, Simrad, VETUS-Maxwell e International Paint estarão em exposição nos Pavilhões, apresentado por Stella.

                                    “Apesar de a indústria ter experimentado uma demanda extremamente alta nos últimos 12 meses, estamos entusiasmados com o fato de centenas de barcos rebocáveis, esportes aquáticos e embarcações infláveis ​​estarem em exibição para os visitantes experimentarem este ano”, disse o gerente de vendas e parcerias do SCIBS, Dominic O’Brien.

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                                    “O SCIBS cresceu e se tornou o principal evento marítimo do hemisfério sul e temos o orgulho de oferecer uma gama incrivelmente diversificada de barcos e produtos em um local espetacular à beira-mar durante quatro dias. Quer esteja à procura de um barco diurno, barco familiar, bóia, RIB, barco esportivo, barco de esqui, barco wake ou barco de pesca, ou talvez esteja interessado em conhecer as últimas inovações em tecnologia marítima, o SCIBS é o perfeito lugar para começar sua aventura de barco”, acrescentou.

                                    Pela primeira vez, o SCIBS está operando serviços gratuitos de park ‘n’ ride da Warner Bros Movie World e Dreamworld durante os quatro dias, atendendo a visitantes do norte e do sul. Os ingressos podem ser adquiridos online e o público concorrerá a uma viagem ao InterContinental Hayman Island Resort para usar com um acompanhante.

                                    Executado de 20 a 23 de maio de 2021, o Sanctuary Cove International Boat Show (SCIBS) atrai mais de 45 000 visitantes e mais de 300 expositores para uma mostra espetacular com centenas de barcos e milhares de produtos marinhos em quatro dias.

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                                      Marcas japonesas desenvolvem motores marítimos a hidrogênio

                                      Por: Redação -

                                      A renomada Kawasaki Heavy Industries, a Yanmar Power Technology Co e a Japão Engine Corporation formaram um consórcio de fabricantes de motores japoneses para desenvolver motores marítimos alimentados por hidrogênio.

                                      Os motores que o consórcio tem focado são aqueles específicos para embarcações oceânicas e costeiras. O objetivo dessa inovação, além de proporcionar energia limpa no mercado, é estabelecer uma posição de liderança mundial em tecnologias de motores a hidrogênio.

                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                      A notícia foi liberada em abril desse ano, e a maior motivação foi a necessidade crescente de reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Com essa realidade prejudicial ao ambiente em pauta, as maiores empresas do ramo de motores têm enfrentado essa necessidade urgente de reinvenção — a exemplo desse consórcio.

                                      A esperança é de que os motores marítimos façam a transição para vários combustíveis alternativos nos próximos anos. Entre as muitas alternativas, o hidrogênio está atraindo interesse global por sua aplicação em uma ampla gama de setores industriais de energia e mobilidade como um combustível que oferece emissões zero.

                                      Ao cooperar em tecnologias fundamentais comuns, como experimentos básicos e análises sobre combustão de hidrogênio, materiais e técnicas de vedação, bem como requisitos da sociedade de classificação, cada empresa tem como objetivo trazer motores movidos a hidrogênio ao mercado até 2025.

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                                      A Kawasaki Heavy Industries desenvolverá motores de 4 tempos de média velocidade, a Yanmar Power Technology se concentrará em motores de 4 tempos de média e alta velocidade e a Japan Engine Corporation embarcará no desenvolvimento de motores de 2 tempos de baixa velocidade.

                                      Todos os três desenvolvimentos simultâneos irão aprimorar a linha de produtos de motores de propulsão e auxiliares (geradores) para uma ampla variedade de embarcações. Além disso, um sistema de armazenamento e abastecimento de hidrogênio combustível será desenvolvido como parte do sistema integrado de hidrogênio combustível.

                                      Ao desenvolver tecnologias avançadas de motores marítimos a hidrogênio com base nos motores diferenciados e com rápido lançamento no mercado, o consórcio contribuirá, também, para a indústria de construção naval japonesa.

                                      Outro objetivo essas 3 grandes empresas, trabalhando juntas, é revitalizar a indústria marítima japonesa e concretizar uma sociedade sustentável, promovendo a adoção da tecnologia de motores movidos a hidrogênio para embarcações marítimas.

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                                        Nova regata europeia terá largada em junho entre as ilhas de Maiorca e Ibiza

                                        Por: Redação -
                                        08/05/2021

                                        O estaleiro STB Palma (o principal centro europeu para reforma e reparos de veleiros) e a Marina Ibiza (uma das marinas mais exclusivas do Mediterrâneo), uniram forças para criar a mais nova regata europeia: a Ibiza Joysail Regatta.

                                        Esta é a primeira regata de superiates a incluir uma corrida de 70 milhas náuticas entre as ilhas de Maiorca e Ibiza, e a primeira do tipo a ser organizada entre Ibiza e Formentera.

                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                        A Ibiza Joysail Regatta tem tudo para se tornar uma nova referência no mundo das regatas de alta performance, e promete uma competição emocionante de 4 dias.

                                        O evento também decidiu recentemente aceitar equipes com barcos medindo menos de 80 pés de acordo com critérios técnicos; esta alteração será publicada em breve no Edital de Regata e será aplicada caso a caso.

                                        O Club Náutico de Ibiza (que é o segundo porto mais antigo das Ilhas Baleares) também foi outro colaborador para que esse projeto pudesse sair do papel. A competição será acompanhada por uma agenda social para todos os gostos — tanto na água quanto em terra — para os proprietários, tripulações e convidados.

                                        Ilhas Baleares - ibiza
                                        Ilhas Baleares

                                        O evento de quatro dias, que seguirá um protocolo de saúde para garantir a segurança de todos os envolvidos, marca um retorno bem-vindo às grandes corridas de iates em alguns dos destinos de vela mais emocionantes e divertidos do mundo.

                                        Nicolás González, capitão do elegante Swan S/Y Nefertiti de 90 pés — desenhado por German Frers — já se inscreveu para a regata e destaca não só o grande apelo deste novo evento, mas os cenários extraordinariamente bonitos das corridas de Ibiza e Formentera também.

                                        “No verão passado, passamos 45 dias navegando em Ibiza, Formentera e seus arredores, e eles realmente são lugares do paraíso”, disse o capitão.

                                        Ilha de Formentera - Ibiza
                                        Ilha de Formentera

                                        “Realmente foi uma das minhas mais belas experiências de navegação a bordo do Nefertiti. É por isso que acreditamos que a regata Ibiza JoySail é uma boa iniciativa e uma excelente maneira de começar a temporada de 2021 a todo vapor. Espero poder navegar e nos divertir com alguns Maxis e Superiates”, completou.

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                                        As entradas de barcos, como o extremamente competitivo 107 pés S/Y Open Season Wally, comandado por Hugo Ramon, só aumenta a emoção em torno do evento. O marinheiro tem experiências marcantes no seu histórico, como quando ele cruzou o Atlântico sozinho no Mini Transat 2005, com apenas 20 anos.

                                        Sua vasta experiência em corridas será, sem dúvidas, um motivo para os altos níveis de adrenalina e espírito competitivo desta nova regata. Segundo Sebas Vidal, Coordenador Líder de Regatas do Clube Náutico de Ibiza, “o Clube está realmente ansioso para fazer parte deste evento e quer encorajar todos os Maxi e Superiates a virem e desfrutar do que será uma competição fantástica, dentro de um ambiente verdadeiramente único.”

                                        Competição ibiza

                                        O programa da regata terá início no dia 17 de junho de 2021, no Estaleiro STP, em Palma de Maiorca. A competição começa com uma corrida offshore, da Baía de Palma à ilha de Ibiza, e continuará nos três dias seguintes, com corridas costeiras nas águas de Ibiza e Formentera.

                                        Ilha de Maiorca
                                        Ilha de Maiorca

                                        Daniel Marí, Diretor Executivo da Marina Ibiza ainda comentou que “para nós, este projeto é uma oportunidade única de mostrar o nosso pequeno paraíso e proporcionar aos apaixonados pelo mar a melhor vivência das nossas ilhas.”

                                        “Como uma antiga terra de pescadores e corsários, somos grandes amantes do mar e da vela, e estamos convencidos de que este evento permitirá aos proprietários de barcos redescobrir águas onde é realmente maravilhoso navegar, além de desfrutar de um leque ilimitado de serviços de ponta, lazer e entretenimento”, concluiu.

                                        Ilha de IbizaJoan Rosselló, gerente do Estaleiro STP Palma (onde ficará o centro de reparos técnicos em que a maioria das equipes está preparando seus barcos para a competição) foi inicialmente atraído para o evento por seu principal fator de diferenciação: “Em Maiorca existem muitas — e muito importantes — regatas, mas nenhuma que inclua uma corrida de passagem de 70 milhas entre uma ilha e outra. O STP é a base de reparos para muitas equipes de corrida, e até mesmo hospedamos algumas regatas com uma longa história internacional, por isso decidimos apoiar a ideia desde o início”.

                                        Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                          A tradicional represa de Jurumirim, em Avaré, é um bom local para aproveitar de barco. Conheça

                                          Por: Redação -

                                          A represa Jurumirim, muito mais conhecida pelo nome da principal cidade que ela banha, a simpática Avaré, a 280 quilômetros da capital paulista, é um ótimo exemplo de que não é preciso ter um oceano inteiro pela frente para se divertir com um barco.

                                          Também ilustra bem um hábito que, a princípio, pode parecer estranho para quem vive perto do litoral: o de tomar o rumo oposto ao do mar quando bate a vontade de navegar. Pois é exatamente isso o que muitos paulistanos fazem quando optam por ir quatro vezes mais longe, e no sentido contrário ao do litoral, para curtir o prazer de passear de barco entre fazendas,  colinas e cavalos — uma paisagem, no mínimo, incomum para uma lancha ou veleiro.

                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                          Mas é justamente este inusitado casamento de água e campo e paisagens rurais e náuticas ao  mesmo tempo (além de lindas casas nas margens), que torna a grande represa Jurumirim tão procurada nos fins de semana. Sem falar em outras atrações surpreendentes que suas águas escondem, como a deliciosa cachoeira ao lado, que — sim! — desagua na própria represa.

                                          O maior tesouro do local é a cachoeira que fica escondidinha ao final do último braço de água no sentido da barragem de Itaí (outra cidade que vem crescendo bastante por conta dos condomínios luxuosos na beira da represa) e tem altura suficiente para entrar com o barco debaixo dela e tomar um inusitado banho de cachoeira a bordo.

                                          O volume de água que cai também é intenso e proporciona uma espécie de massagem natural, sem que ninguém precise sair de dentro do barco ou jet para isso. Mas não é muito fácil achá-la, porque ela fica camuflada ao final de um lago e após uma curva que, quem olha de fora, não vê.

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                                          É preciso acreditar que continuará havendo água à frente para seguir adiante com o barco e, finalmente, encontrar a cachoeira, que, tal qual nos filmes americanos, se descortina de uma só vez, no meio da mata — o que sempre arranca empolgantes “Ooohs!” da plateia. É um passeio empolgante. E o banho, delicioso.

                                          A represa de Avaré é grande. Banha nada menos que dez municípios do centro sul paulista e tem um volume de água equivalente ao de quatro baías de Guanabara.

                                          Tem, também, mais de 1 500 quilômetros contínuos de margens (repetindo: mais de 1 500 quilômetros de margens!) e, de uma ponta a outra, passa dos 100 quilômetros de extensão. É quase um pequeno mar de água doce, formado artificialmente nos anos 60, com o represamento do rio Paranapanema, para gerar energia elétrica para a região.

                                          Tem braços que se ramificam em tranquilos lagos, mas, em certas partes, é tão larga que, do meio, não se veem as margens. Só água. Dos dois lados. E uma água tão pura, livre de esgotos, fertilizantes, resíduos industriais e outras porcarias urbanas, que quem quiser pode até bebê-la. Que dirá nadar, esquiar, enfim, aproveitar.

                                          Pois é justamente isso o que os privilegiados donos de fazendas, ranchos, condomínios e suntuosas casas às margens desta represa fazem nos fins de semana. Partem com suas lanchas (nem todas de pequeno porte, como seria de se esperar numa represa, já que dinheiro ali não chega a ser propriamente um problema) e curtem prainhas de areia amarelada mas águas lisas, perfeitas para deslizar de esqui ou wakeboard — duas das principais atividades da represa, que, no entanto, tem também muitos veleiros, porque também é brindada com bons ventos.

                                          Ali, veleja-se com bucólicas vaquinhas no horizonte o que, convenhamos, não é nada frequente. A relação de Avaré com os barcos é tão estreita que a cidade sempre teve seus próprios estaleiros.

                                          Em geral, os passeios começam tarde, quase por volta da hora do almoço, e são retomados ao final do dia, quando todos voltam para os barcos, a fim de assistir ao pôr do sol, no melhor local para isso: no meio da represa, já que em certas partes dela o sol se põe dentro d’água. É um espetáculo emocionante.

                                          Quando aquela gigantesca bola alaranjada começa a afundar na linha do horizonte, tingindo de dourado as águas verdes de Jurumirim, os visitantes da represa compreendem bem por que, quem tem um show náutico desses todos os dias, não sente a menor falta de um mar por perto.

                                          A represa também é linda nas margens, por conta das casas de cinema que decoram a beira d’água. “Ilha de Caras” é o apelido, meio debochado e bem brincalhão, de uma elegante concentração de grandes casas num dos braços da represa, nos arredores de Avaré.

                                          É, também, uma referência direta ao fato de a represa ser considerada uma espécie de paraíso milionário do interior paulista, com uma das maiores concentrações de mansões à beira d’água do país. Mas, acima de tudo, é a constatação de que nada é mais surpreendente naquelas águas do que o porte das casas que as margeiam.

                                          Por fora, no entanto, elas nada têm de extravagantes ou espalhafatosas. São apenas enormes e quase sempre, de muito bom gosto, com gramadões a perder de vista e, invariavelmente, um píer na beira d’água e uma garagem náutica particular no jardim — razão pela qual, apesar da quantidade expressiva de lanchas na região.

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                                          Cada casa tem a sua própria marina. Na maioria delas, quem as vê de fora não imagina o que há por dentro. Até porque a discrição faz parte da filosofia reinante entre a maioria dos proprietários e quase todas só são usadas nos fins de semana, quando tudo o que se quer é um esconderijo para descanso. O hoje empresário e primeiro velejador brasileiro a ganhar uma medalha olímpica, Peter Ficker, tem casa lá há muito tempo. O piloto Felipe Massa também.

                                          Numa destas fabulosas casas que podem ser vistas da água, o teto — escamoteável! — de um hangar (que, de tão bonito, mais parece ser a própria casa) abre, embute e esconde o helicóptero que o dono de ambos usa para chegar às sextas e partir aos domingos.

                                          Noutra, uma pista de pouso — asfaltada — lambe as margens e começa rente à água, convidando os aviões dos amigos que a visitam a, primeiro, fazerem um sobrevoo na represa, a fim de admirá-la. É a primeira surpresa que terão naquele dia — antes da casa do próprio anfitrião…

                                          Perto dali, mas providencialmente distante da propriedade ao lado, para não haver vizinhos tão à vista, outra casa oferece um completo campo de golfe, também às margens da represa, com carrinhos elétricos circulando o green e onde um dos buracos fica numa espécie de península, que avança água adentro. De lancha, é perfeitamente possível acompanhar as tacadas, ou — quem sabe? — levar uma bolada.

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                                          E não para por aí. Nas imediações da Ilha Verde (a tal “Ilha de Caras”, da brincadeira de parágrafos antes), uma fazenda inteira ganhou ruas impecavelmente asfaltadas, para unir o píer à casa, feito uma metáfora da própria represa. Que hoje vive entre a náutica e a roça, num híbrido e maravilhoso dia a dia.

                                          Cavalos também fazem parte da paisagem frequente da represa, porque Avaré é famosa pelos seus haras e belos campos de polo. A cidade é considerada a “Capital Brasileira do Cavalo” e não se trata apenas de um slogan vago. Em levantamentos de 2013, Avaré somava mais de 100 haras de raças nobres e bem mais de uma dúzia de finos campos de polo, onde, a despeito do calor senegalês, os jogadores vestem-se como lordes ingleses — e não raro descem dos barcos direto para os cavalos, ou vice-versa.

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                                          Durante a temporada de competições e leilões, a cidade fica ainda mais equestre, com pequenas multidões de milionários de todo o país em busca de emoções sofisticadas nos impecáveis gramados que imitam partidas de futebol equestre, ou de bons negócios nos arremates de garanhões premiados.

                                          Quando isso acontece, nem parece uma pacata cidade do interior. Mas é. No dia a dia rotineiro de Avaré, cavalos finos pastando às margens da grande represa são cenas tão corriqueiras quanto as cavalgadas matinais que antecedem os passeios de lancha dos frequentadores de fins de semana.

                                          Ali, trocar a sela pelo timão, ou os cavalos de quatro patas pelos que estão dentro dos motores dos barcos, nada tem de curioso. É apenas a prazerosa rotina de um lugar que se divide mesmo entre a água e o campo. O tempo todo.

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                                          Onde fica?
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                                          sete cidades. O principal acesso a Avaré é pela rodovia Castelo Branco (são 280 quilômetros desde São Paulo), mas a represa também pode ser acessada pela Raposo Tavares, que inclusive a cruza, em dois trechos.

                                          Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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                                            07/05/2021

                                            A estadunidense Navier está montando um programa de adaptação para o seu primeiro hidrofólio totalmente elétrico. A startup do Vale do Silício está introduzindo um novo modelo de negócios para a indústria de iates, acelerando a revolução elétrica na navegação.

                                            A Navier tem construído uma comunidade de entusiastas da navegação elétrica  para impulsionar a adoção de embarcações “limpas” e eficientes através de seu programa. Seu primeiro produto é o Navier 27, uma embarcação elétrica, com hidrofólios, propulsão elétrica e recursos de autonomia avançados.

                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                            Desde o anúncio do Navier 27, a empresa teve um resultado muito positivo em relação ao lançamento, o que provocou uma grande demanda no mercado. Como resultado desse número de entusiastas, a startup desenvolveu o “Programa Pioneiro”, que permite que as pessoas reservem uma vaga antecipada para as futuras unidades da embarcação de sucesso.

                                            “O objetivo é reunir um pequeno grupo de pioneiros e começar a construir uma comunidade que está ansiosa para promover novas inovações na indústria náutica “, disse o cofundador e CEO, Sampriti Bhattacharyya.

                                            “Embora estejamos trabalhando duro para disponibilizar o Navier 27 para todos, nossos espaços de construção para 2023 são muito limitados. Este programa é nossa maneira de priorizar nossos primeiros apoiadores e entusiastas, antes do lançamento total para o mercado mais amplo. Esses clientes serão incluídos em nosso desenvolvimento inicial, experimentarão os primeiros testes de mar e serão capazes de fornecer feedback direto à Navier”.

                                            Reo-Baird-Sampriti-Bhattacharyya.
                                            Reo Baird e Sampriti Bhattacharyya, os fundadores.

                                            O programa é apenas para convidados, por enquanto, e é voltado para navegadores apaixonados por tecnologia. Como a embarcação possui produção limitada para 2023, o “Programa Pioneiro” foi a melhor alternativa encontrada pela Navier para priorizar os apoiadores.

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                                            Além de tudo, ele ainda permite à Navier formar uma conexão direta com o consumidor. Também evidencia os primeiros passos da startup no desenvolvimento de uma tecnologia com o objetivo de aumentar radicalmente a eficiência de pequenas lanchas em 90%, garantindo emissões zero e uma experiência de passeio superior. Um outro objetivo (a longo prazo) é proporcionar transporte hidroviário eficiente e limpo para o público em geral.

                                            A empresa vem trabalhando com com especialistas da America’s Cup, e os primeiros clientes terão a chance de dar uma espiadinha para entender o que é necessário para construir “o barco do futuro”.

                                            navier 27

                                            “Estou muito emocionado em anunciar que algumas pessoas excepcionais, incluindo tecnólogos e empresários que são grandes entusiastas do oceano, já fazem parte do grupo Pioneer para impulsionar o futuro da navegação sustentável”, acrescentou Bhattacharyya.

                                            O “Programa Pioneiro” é uma oportunidade de tempo limitado. Assim que estiver completo, a Navier abrirá reservas para 2024, dessa vez, para um público mais amplo. No entanto, um depósito de 1 000 dólares é necessário para a reserva.

                                            A embarcação promete viagens sem ruídos ou poluição, tecnologia de estabilização aeroespacial, acoplamento preciso do joystick assistido por sensor, piloto automático avançado, alertas de perigos e check-in antecipado na embarcação através de aplicativo.

                                            navier 27

                                            O proprietário pode escolher entre duas versões: cabinada ou aberta. São 27 pés, ou seja, 8 metros, velocidade de foiling entre 18 e 30 nós, propulsão através de 2 motores de 50 KW e capacidade para 10 passageiros.

                                            Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                              Simpósio Internacional discute Economia Azul em Florianópolis

                                              Por: Redação -

                                              O II Simpósio Internacional Economia Azul, realizado na última terça-feira, dia 4, em formato on-line e transmitido ao vivo, em Florianópolis, teve como tema “A Importância do Turismo Náutico, da Cultura Marítima e da Segurança do Mar” e reuniu um grande grupo de doutores da economia mundial do mar.

                                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                              Da Itália, Cristiana Pagni, presidente do Italian Blue Growth e organizadora do evento Seafuture – convenção de negócios para as tecnologias de uso marítimo – juntamente com Laura Parducci, gerente de Projetos da Câmara de Comércio Rivviere di Liguria e gerente de Projetos da Seafuture, falaram sobre a importância da Economia do Mar para a Itália, um dos berços da náutica mundial. Elas apresentaram a próxima Seafuture, em setembro de 2021, na Itália – uma grande oportunidade de negócios.

                                              Falando da Espanha, o Gran Mestre da Confraria Europeia de Vela, Francisco Quiroga, apresentou a entidade e falou sobre o trabalho de difusão da Cultura Marítima. A Confraria esta sendo considerada à ONU da náutica, principalmente pelo poder intelectual de seus Confrades, advindos de mais de 35 países.

                                              Também da Espanha, Manuel Soliño Bermudez, presidente da AGAN – Associação Galega das Atividades Náuticas, trouxe um belíssimo conteúdo voltado à importância do turismo náutico explicando o que pode ser feito para fortalecer ainda mais este setor.

                                              Diretamente de Portugal, o almirante chefe do Estado Maior Geral das Forças Armadas do país e professor universitário de Estratégia, Antonio Silva Ribeiro, falou sobre a Segurança Marítima, envolvendo pirataria e os diversos problemas e soluções frente a este complexo tema que afeta os oceanos.

                                              Em seguida, o especialista em Economia do Mar Global, Miguel Marques, líder do projeto Global Blue Info, debateu sobre a revolução da cultura marítima provocada pelo turismo, enfatizando ainda que “não há turismo sem segurança” e que a construção deste setor deve ser feita conjuntamente entre ambos os setores.

                                              Dos Brasil, Leandro ‘Mané’ Ferrari, especialista náutico e presidente e um dos fundadores da ACATMAR – Associação Náutica Brasileira, mostrou exemplos mundiais sobre o quanto o turismo náutico pode ser um aliado das demais cadeias produtivas como grande gerador econômico.

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                                              O evento teve recorde de inscritos e foi acompanhado durante três horas por 410 pessoas de vários lugares do planeta.

                                              O Simpósio teve como foco os profissionais do trade turístico, dirigentes de entidades representativas, do setor pesqueiro e de portos; entidades representativas da indústria, do comércio e do turismo; gestores públicos, empresários, entidades ligadas à sustentabilidade ambiental e preservação do ecossistema marítimo; professores e acadêmicos e membros da Marinha e das federações de vela e motor, além de atletas, estudantes e amantes do mar.

                                              O evento foi mediado pela apresentadora do programa Mundo Mar, Michele Castilho e Mauricio Ventura, ambos diretores da ACATMAR .

                                              A promoção e a realização foi do Programa Mundo Mar do Brasil, correalizado pela ACATMAR e pela Confraria Europeia de Vela.

                                              Dois próximos eventos já estão programados para este ano, no mesmo formato, abrangendo os seguintes temas:

                                              –  Pesca e aquicultura – a transformação e distribuição do pescado, a indústria das conservas, a alimentação, a saúde e bem-estar, a gastronomia eo turismo. Será em 7 de setembro de 2021.

                                              –  Projeto Limpeza dos Mares – a proteção dos oceanos, em 4 de novembro de 2021.

                                              Inscrições e mais informações podem ser realizadas por meio do site do simpósio.

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                                                A primeira etapa do projeto Remando em Preservação contará com uma expedição de 1700 km, que sairá de Salvador no dia 1º de novembro de 2021 com destino ao Rio de Janeiro.

                                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                Os remadores Márcio Torres e Hamílton Souza viajarão em dois caiaques oceânicos, remando aproximadamente 25 km por dia, com paradas estratégicas em praias paradisíacas e comunidades ribeirinhas.

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                                                Seguindo uma série de protocolos elaborados em parcerias com laboratórios de universidades federais, eles farão levantamentos de dados ambientais, históricos e culturais, a serem utilizados posteriormente em pesquisas científicas.

                                                Esta é a primeira de algumas etapas que a dupla pretende realizar mapeando todo o litoral brasileiro. “Não basta remar, é preciso viver, conviver, sentir e, principalmente, gostar de contar histórias”, afirmam.

                                                Tudo isso será documentado pelas câmeras dos remadores e se tornará uma websérie a ser lançada no canal da Lemurian Expeditions no YouTube.

                                                Assista ao vídeo institucional do projeto:

                                                Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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                                                  Conheça a história do ex-empresário que passa meio ano navegando na costa brasileira

                                                  Por: Redação -

                                                  Não é tão comum ver o veleiro de Ademir Miranda, 63 anos, atracado no trapiche do Iate Clube Guaíba, na zona sul de Porto Alegre. O Entre Pólos passou metade do último ano navegando pela costa brasileira.

                                                  Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                  Com um sobrado em Cachoeirinha, na Região Metropolitana, o ex-empresário, conhecido como Gigante, transformou o barco de uns 30 metros quadrados na sua segunda residência — e a preferida, para falar a verdade. “É aquele ditado: a casa é pequena, mas a piscina é grande”, diz Gigante.

                                                  A “piscina” já foi as águas azul-claras do Caribe ou mesmo em um oceano todo: quando fez 50 anos de idade, Gigante atravessou o Atlântico para chegar à Europa. Outro cenário que já serviu de quintal foi Fernando de Noronha, e várias vezes. Em julho, o velejador parte para sua nona regata até a ilha pernambucana.

                                                  Sempre que possível, Gigante é acompanhado por Cleuza, sua esposa há 35 anos. Ficaram entre agosto do ano passado e março navegando pela costa brasileira, fazendo serviço de charter no caminho para pagar as despesas do barco. Os filhos, Tayná, de 25 anos, e Junior, 33 anos, também já velejaram com os pais. O grande sonho de Gigante agora é ganhar o Pacífico para visitar o mais velho, que mora há cinco anos na Austrália.

                                                  De artesão hippie a velejador reconhecido

                                                  Gigante é natural de Blumenau, em Santa Catarina. Chegou em 1977 a Porto Alegre, vendendo seu artesanato na Rua da Praia. Ele era hippie naquela época, estendia um pano no chão para vender as bijuterias que fazia.

                                                  Acabou se mudando para Cachoeirinha, onde abriu uma fábrica de peças em couro: bolsas, carteiras, cintos e, mais tarde, jaquetas. Ali começou a construir ele mesmo um barco de madeira, que nunca colocou na água do Guaíba. Trabalhou nove anos nele e precisou vender “quando a coisa apertou”.

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                                                  Mas a atração pela água era inevitável. Na escola, quando a professora pedia um desenho, fazia sempre uma montanha, um rio e um barco a vela. Se tinha enchente em Blumenau, pegava a canoa dos vizinhos escondido de noite para andar pela cidade.

                                                  O primeiro veleiro que Gigante teve era um snipe chamado Safado — diz ele que já comprou com esse nome. Era um barco pequeno, sem cabine. Ele e Cleuza armavam uma lona na retranca e passavam os finais de semana isolados do mundo no meio da Lagoa dos Patos, antes de engravidarem de Júnior.

                                                  Depois, Gigante teve o Saquarema, de 16 pés, o Libertad, de 19 pés, o Olimar, de 23 pés, que rebatizou com o nome da sua empresa, Entre Pólos —foi o primeiro de três com esse nome. Há 15 anos, tem um veleiro de 42 pés, que comporta até nove pessoas.

                                                  A família não se aperta no barco. Para exemplificar, ele mostra o box do chuveiro: até ele, com seus 1,93m de altura, pode tomar banho em pé. Liga o motor do barco por 15 minutos para esquentar a água do banho e de todas as torneiras.

                                                  Todo dia, um quintal diferente

                                                  O veleiro também tem ar-condicionado, TV, uma foto da família dentro de um porta-retrato em forma de boia salva-vidas e até uma pequena biblioteca, com livros náuticos. A cozinha é equipada com fogão, forno, geladeira, congelador e microondas, e Gigante ainda leva nas viagens uma churrasqueira portátil.

                                                  O Entre Pólos tem três cabines. Na da proa, é possível ver o céu estrelado pela claraboia. É onde Gigante dorme com Cleuza.

                                                  É um dos maiores do Iate Clube Guaíba, embora seja um nanico entre os barcos que atracam no Caribe. Por falar nesse mar, lá fica um dos destinos mais incríveis a que a vela já levou Gigante, uma ilha chamada Union Island, em São Vicente. “Parecia que tinha refletores voltados para a água, refletindo tantos tons de azul”, destaca.

                                                  O velejador também já ladeou a a Ilha de São Jorge, nos Açores, atravessada por uma cordilheira montanhosa, e à altura de Morro de São Paulo, na Bahia, sentiu os respingos da água esguichada pelas baleias a alguns metros do barco. “No veleiro, todo dia tem um cenário diferente. E se você não gosta da vizinhança, muda”, finaliza Gigante.

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                                                    Por: Redação -

                                                    A Capitania dos Portos de São Paulo apoiou e fiscalizou a II Regata
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                                                    pelo Clube de Campo do Castelo, na Represa de Guarapiranga, e contou com cerca de 200 competidores.

                                                    Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                    O Clube de Campo do Castelo conseguiu agregar sete outros clubes da região e arrecadar doações de alimentos para quatro instituições de crianças com câncer e duas comunidades carentes da região da cidade de São Paulo. A exigência para a inscrição era de dois quilos de alimentos por tripulante.

                                                    Fotos: Divulgação

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                                                      Jorge Zarif estreia no Mundial de Finn 2021 em Portugal

                                                      Por: Redação -

                                                      O velejador Jorge Zarif estreia nesta sexta-feira (7) no Mundial de Finn, que será realizado na cidade do Porto, em Portugal. O atleta, que se prepara para sua terceira Olimpíada, espera ficar entre os primeiros na competição, que reúne quase 60 competidores. Para conseguir melhores resultados e chegar pronto para Tóquio, o brasileiro está há mais de um mês no país europeu treinando ao lado do técnico Alexandre Paradeda.

                                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                      Antes das atividades no Porto, Jorge Zarif participou do Campeonato Europeu de Finn, disputado em Vilamoura, terminando em 21º. O evento marcou o retorno dele às competições internacionais após quase dois anos de ausência.

                                                      Nesta quinta-feira (6), a organização do Mundial de Finn realizou a medição dos barcos e Jorge Zarif vai usar na raia da cidade do Porto. ”Estamos há um mês aqui em Portugal, tivemos o Europeu com um resultado abaixo da expectativa mas chegamos muito em cima lá, barco alugado, então apesar de ter sido um pouco abaixo era difícil fazer um campeonato bom pela falta de preparação, pelo tempo velejando longe dos melhores do mundo”, explicou Jorge Zarif.

                                                      ”Aqui no Mundial já não vamos ter essa desculpa, já estamos um mês aqui com o barco, treinamos bastante aqui no Porto. Deu para se acostumar legal com as ondas, tivemos muito mais tempo de adaptação com as velas, com o mastro e muito mais tempo de preparar o material para ter uma velocidade competitiva, o que a gente não tinha lá em Vilamoura”.

                                                      Fotos: Robert Deaves

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                                                      O evento tem mais de 60 anos de história e tem o nome oficial de Finn Gold Cup. Jorge Zarif foi campeão mundial em 2013 em Tallin, na Estônia. O velejador também ganhou a versão júnior da competição um mês antes.

                                                      Com o material em dia enviado pela PGL e treinos mais constantes na Europa, o brasileiro espera voltar pra casa com um bom resultado. ”Já estou bem mais familiarizado com as largadas com bastante gente na raia, com o pessoal bom ao lado, vamos tentar fazer um bom resultado aqui para conseguir chegar confiante na reta final para as olimpíadas”.

                                                      O principal resultado de Jorge Zarif na Finn foi o título mundial de 2013, conquistado em Tallin, na Estônia. O velejador também ganhou a versão júnior da competição um mês antes. Após o feito, foi eleito pelo Comitê Olímpico Brasileiro como o Atleta do Ano.

                                                      Foi campeão da Copa do Mundo de Hyéres, bicampeão da Copa do Mundo de Miami e tetracampeão Sul-Americano. Jorge Zarif também foi campeão da Star Sailors League 2018 e campeão Mundial de 2018.

                                                      O objetivo do velejador é chegar pronto para Tóquio 2021, sua terceira olimpíada na carreira. Em Londres 2012, o velejador paulista terminou em 20º lugar e foi o mais jovem da delegação na modalidade. Já na Rio 2016, o atleta ficou em 4º. Em Pequim 2008, Jorginho foi como reserva com apenas 15 anos.

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                                                        O astro da NFL, Tom Brady, acaba de fazer uma nova aquisição: a lancha Wajer 77. O marido de Gisele Bündchen está no processo de adquirir a lancha de 77 pés no valor de 6 milhões de dólares para que ele e sua família possam fazer mais viagens no mar de Tampa, na Flórida. Este será a segunda embarcação do jogador.

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                                                        “Acho que o 77 será um pouco mais adequado para o que precisamos aqui, que são mais algumas viagens de um dia e de fim de semana. Passamos muito tempo nas Bahamas. Então, indo da costa leste da Flórida para atravessar para as Bahamas e ao redor das ilhas. Seriam viagens realmente ótimas para nós como uma família”, disse Brady, que já participou de 10 finais da NFL e conquistou sete títulos.

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                                                        Inovações exclusivas da Wajer para o máximo conforto – resfriamento do convés, um sistema de pára-choque híbrido, um teto automático e um layout do convés ajustável eletricamente – também podem ser encontradas a bordo.
                                                         

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                                                          Para isso, aos 48 anos, Scheidt — maior medalhista olímpico do país, com dois ouros (1996 e 2004), duas pratas (2000 e 2008) e um bronze (2012) — revela estar em boas condições, técnica e fisicamente. Não promete, mas acredita que pode conquistar a sua sexta medalha, em sua sétima (e última) olimpíada, trajetória iniciada em Atlanta-96. No adeus às armas, um lugar no pódio seria o fechamento com chave de ouro de seu ciclo olímpico.

                                                          Em entrevista concedida através do canal da assessoria de comunicação ZDL, falando direto de sua casa, na cidade de Torbole, no norte da Itália — com produção da velejadora lituana Gintare, com quem está casado há 12 anos —, nosso multicampeão renovou as esperanças de chegar lá. Confira:

                                                          — Pela primeira vez, desde os Jogos de Atlanta, em 1996, você disputará uma Olimpíada sem a pressão do favoritismo. Você se sente mais leve para disputar uma medalha?

                                                          Robert Scheidt — Sim, me sinto mais leve do que nos outros Jogos Olímpicos. Não sendo favorito, você acaba fazendo as coisas com mais tranquilidade. Os holofotes não estão em cima de você o tempo inteiro. Mas isso não quer dizer que eu queira menos a medalha, que eu sonhe menos com ela. Pelo contrário, a vontade de chegar no pódio, de fazer uma boa olimpíada, é tão grande como das outras vezes. Senão maior, porque estou caminhando para o fim da minha carreira.

                                                          — O fato de o sonho do “hexa” ter sido adiado para 2021, por conta da pandemia, teve que peso em sua preparação as Olimpíadas de Tóquio?

                                                          Robert Scheidt — Esse tempo a mais, para mim, foi benéfico. Nesses últimos meses, trabalhei muito duro. Passei uma ótima sessão de três semanas de treinamento em Lanzarote, Ilhas Canárias. Com isso, o meu nível se elevou. No momento, sinto que posso velejar de igual para igual com qualquer um, e esse era o meu objetivo desde o início, ser competitivo nos Jogos Olímpicos. Então, para mim, o adiamento para 2021 acabou sendo bem-vindo.

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                                                          — O que esperar das condições de vento e mar nas Olimpíadas. A raia japonesa te favorece?

                                                          Robert Scheidt — Em consequência da pandemia, nenhum atleta conseguiu se preparar da maneira perfeita para estes Jogos. Normalmente, os velejadores se deslocam várias vezes para o local da competição, que é para se adaptarem à raia, ao vento, ao mar e às condições climáticas. E desta vez ninguém teve a chance de treinar muito na raia. Então, o fato de todo mundo chegar de uma vez, em cima da hora da Olimpíada, um evento com grande pressão, pode me ajudar, porque já passei por muitas situações, por várias olimpíadas. O lado mental, a calma, a tranquilidade por já ter passado por isso, pode ajudar. Com relação às condições da raia de Enoshima, pode dar de tudo: ventos fortes, fracos… Não predomina uma condição. É preciso estar pronto para o que vier. A disputa se estende por seis dias. Então, naturalmente, haverá uma variação dessas condições ao longo da competição. É para mim isso é bom, porque sou um velejador que cobre bem tanto ventos fracos como ventos fortes. Será até bom se não houver uma só condição de vento.

                                                          — Apesar de toda experiência, você acha que ainda sentirá aquele friozinho na barriga, por ser sua última Olimpíada?

                                                          Robert Scheidt — Em cada Olimpíada, seja a primeira, a segunda ou a sétima, existe uma ansiedade. E isso não deve mudar. A questão e não deixar essa ansiedade alcançar um patamar que atrapalhe a performance.

                                                          — O que mudou no Robert Scheidt entre o Rio, em 2016, e os Jogos de Tóquio-2020?

                                                          Robert Scheidt — Além dos cinco anos a mais, chego com mais experiência, mais maturidade e, acima de tudo, muito feliz pela oportunidade de representar o Brasil mais uma vez, chegando à minha sétima olimpíada. Depois do Rio, eu havia anunciado a minha aposentadoria, achei que não teria mais chance. Mas estou aqui, e acho que em uma boa fase e com tudo para chegar competitivo daqui a dois meses, em Tóquio.

                                                          — Aos 48 anos, como você se sente técnica e fisicamente para encarar os Jogos?

                                                          Robert Scheidt — A principal preocupação, com a idade, é o tempo de recuperação (é preciso escutar o seu corpo), além da maior facilidade de sofrer lesões. Então, é preciso trocar a quantidade de treinamento pela maior qualidade. A palavra certa é equilíbrio. Se antes, com 30 anos de idade, a minha filosofia de treinamento era “vamos fazer mais do que os outros, e o resultado virá como consequência”, agora esse pensamento acaba sendo contraproducente. Hoje, eu treino em um volume bem menor, mas com uma intensidade maior. Cuido da parte mais simples, que são a alimentação e o sono. E tenho profissionais competentes ao meu lado, como fisioterapeuta e preparador físico.

                                                          — Quem são os seus principais concorrentes?

                                                          Robert Scheidt — No momento, um nome muito forte para os Jogos é o do alemão Philipp Buhl (atual campeão mundial), que, em abril, venceu o torneio de Vilamoura, em Portugal, no qual eu foi medalha de prata, ficando apenas um ponto atrás. O australiano e os neozelandês são uma incógnita, não se sabe como eles vão chegar em Tóquio, por estarem treinando em casa, impedidos de viajar, por causa das medidas restritivas impostos por esses países. Outros competidores fortes são os atletas da Croácia, do Chipre e da França — o Jean-Baptiste Bernaz, que é meu companheiro de treinamento. Eu acredito que haja dez a doze velejadores com chances de lutar pelas três medalhas. A Laser é uma classe muito forte, com muita profundidade e uma grande representatividade de países. E é um barco em que o velejador faz a diferença. Todo material será fornecido pela organização dos Jogos: vela, mastro, o barco. O que faz a diferença é mesmo o velejador, as decisões táticas, e não o equipamento.

                                                          — O que mudou na classe Laser no último ciclo olímpico?

                                                          Robert Scheidt — O que mudou foi composição do mastro, que passou a ser de carbono na parte de cima, com alumínio na parte de baixo. Isso adicionou um pouco de dureza ao mastro. A vela também sofreu alterações. O novo conjunto trouxe um pouco mais de potência para o barco, que ficou mais difícil de controlar com ventos fortes, exigindo mais escora, ou contrapeso. O peso ideal do velejador no ciclo do Rio era de 80 quilos. Agora, passou para 84 ou 85 quilos. Eu consegui me adaptar. Ganhei um pouco de massa muscular. Estou com 84 quilos, o peso próximo do ideal. A técnica de velejar mudou um pouco também, principalmente no vento em popa. Demorei um tempo para me adaptar. Em 2019, quando voltei para essa classe, tive bastante dificuldade com a performance de vento em popa, que era justamente o meu forte. Mas, com muita hora de voo, com muito trabalho, comecei a melhor a minha técnica com esse novo mastro e estou cada vez mais confortável com ele.

                                                          — Como é a cobrança em casa, já que você é casado com uma velejadora e seu filho, Erick, também é velejador?

                                                          Robert Scheidt — Quando eu voltei do torneio de Vilamoura, em Portugal, contente com a segunda colocação, o Erick disse: “É, foi bom, mas dava para ter ganho!” Acho que é uma boa atitude. De não se contentar com menos, de querer melhorar sempre.

                                                          Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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                                                            Por: Redação -

                                                            O veleiro da Vismara Marine, de nome Momi 80, está chegando às fases finais da conclusão. Com 26 metros de comprimento, a embarcação tem sido construída na sede do estaleiro em Viareggio, na Itália.

                                                            O iate à vela recebeu convés de teca nas obras finais e foi construído em carbono. O Momi 80 foi projetado e desenvolvido para desempenho, recebendo mastro e lança, também de carbono, impulsionados por uma vela de 280 metros quadrados.

                                                            Momi 80

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                                                            O veleiro está equipado com uma quilha retrátil com calado de 2,5 metros. Ele será manobrado por 6 guinchos, sendo que 4 deles serão elétricos e os outros 2, manuais.

                                                            Os apetrechos modernos não param por aí: uma escotilha eletrônica foi adicionada á popa, funcionando como plataforma de natação e armazenamento para um tender de 3 metros.

                                                            Momi 80

                                                            Momi 80

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                                                            Para adentrar no veleiro, existem duas entradas separadas: uma para convidados e outra para a tripulação. A entrada principal leva a um local de convivência social, equipada com área para refeições e um sofá em L.

                                                            Momi 80

                                                            Quanto ao número de hóspedes que a embarcação acomoda, estão 6 passageiros, divididos entre 2 camarotes de hóspedes, além de uma suíte master. Na própria suíte, o guarda-roupa, sofá e banheiro privativo são os destaques: a característica principal que os define aqui é espaço.

                                                            Momi 80Momi 80

                                                            Na estética interior como um geral, a decoração segue a linha minimalista. O estofamento é todo em tons quentes, os ornamentos são em madeira de carvalho e os anteparos são brancos, espalhados por toda a parte.

                                                            Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

                                                            Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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                                                              Evento que ocorrerá no São Paulo Yacht Club, na Represa do Guarapiranga, aceita inscrições até sexta-feira (3). Saiba mais!

                                                              Ferretti Yachts levará linha completa de modelos fabricados no Brasil ao Rio Boat Show 2026

                                                              Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                              Vídeo: praia do Litoral Norte de São Paulo é tomada por caranguejos

                                                              Fenômeno foi registrado no último sábado (28) e chamou atenção dos banhistas em Caraguatatuba. Assista!

                                                              Conheça a EDLit, nova lancha blindada da Marinha que patrulha o litoral brasileiro

                                                              Modelo de 10,5 m de comprimento é capaz de navegar em águas rasas, possui artilharia de peso a bordo e alcança até 40 nós. Confira!