De Ubatuba a Angra: um roteiro para curtir o trecho mais bonito da costa brasileira

Por: Redação -
30/12/2020

Ubatuba, no litoral norte paulista, tem nada menos que 83 praias, uma diferente da outra. Já Angra dos Reis, no litoral sul carioca, possui algo como 365 ilhas, dos mais variados tamanhos. Entre as duas, ainda fica Parati, uma das mais charmosas cidades históricas do Brasil, com também um pouco de duas coisas que os brasileiros adoram: praias e ilhas. Então, por que não juntar tudo isso num só roteiro e fazer um grande passeio de barco que tem a cara do verão?

 

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Esta é a nossa proposta: ir de Ubatuba a Angra, ou vice-versa, é claro, de barco, curtindo, sem pressa alguma, cada cantinho do trecho mais lindo da costa brasileira. São apenas 190 milhas náuticas, do Saco da Ribeira, em Ubatuba, ao centro de Angra (não em linha reta, claro, mas explorando atalhos que levam a lugares com dotes paradisíacos), que tanto podem ser feitos em um único dia (não recomendado, pois não permitirá parar para ver nada no caminho), quanto em uma semana de deliciosa preguiça.

O ideal, porém, são três dias, que, por sinal, cabem perfeitamente em qualquer um dos próximos fins de semana de férias de verão e calor intenso. Neles, é perfeitamente possível visitar os pontos mais bonitos desse trecho particularmente abençoado pela natureza e escolher, entre dúzias de opções, aqueles lugares que mais lhe agradaram para pernoitar, seja a bordo ou não.

 

Será uma daquelas viagens que ficam para sempre na memória de todo mundo, até porque oferece atrativos de todos os gostos: das lindas praias (muitas ainda selvagens!) de Ubatuba, às famosas ilhas da Baía de Angra dos Reis, passando por trilhas e cachoeiras na mata atlântica, rios cristalinos e perfeitos para tirar o sal do corpo depois de um dia inteiro de mergulhos no mar, e ótimos restaurantes para matar a fome no caminho, daqueles onde você estaciona o barco quase em frente à própria mesa.

 

Para melhor aproveitar esse cruzeiro, a pedida é dividir a viagem em três etapas. O primeiro trecho vai de Ubatuba à Parati. O segundo, de Parati ao Saco do Céu, na Ilha Grande. O terceiro, como um grand finale, fica por conta de uma volta completa à Ilha Grande.

1º dia — Ubatuba-Parati

Apesar de ficar a pouco mais de um par de horas de carro da maior cidade do país, Ubatuba ainda abriga algumas praias tão virgens quanto quando os primeiros caiçaras começaram a chegar por ali. Surpreendente, também, é a própria quantidade de praias que possui. Em uma faixa de pouco mais de 120 quilômetros de extensão, há nada menos que 83 delas. Na média, uma praia a cada quilômetro e meio!  E o mais incrível é que uma costuma ser completamente diferente da outra, o que torna esse cardápio ainda mais saboroso.

 

Como a minúscula Praia do Cedro, a menos de dez minutos do centro, que tem o tamanho certo dos seus sonhos: não mais que 10 passos de extensão, com nenhuma outra pegada na areia a não ser a sua própria. Ou o Bonete, uma ainda típica vila de pescadores, onde não existem ruas nem automóveis, pela simples razão de que não há nem estrada até lá: só se chega de barco ou a pé mesmo, numa caminhada de pouco mais de meia hora por uma trilha beirando o mar, que, por si só, já vale o esforço. Em Ubatuba, muitas vezes, uma simples trilha separa o urbano do primitivo.

De maneira geral, as praias de Ubatuba dividem-se em duas categorias, claramente distintas: as urbanizadas, com pequenos prédios de três andares, concentradas na parte sul da cidade, e as de areias vazias, na parte norte, com dotes de paraíso — apesar dos borrachudos. Há, ainda, um terceiro tipo de praia na região: as dos condomínios conscientes, um meio-termo civilizado, como acontece no Félix e Prumirim – esta, com uma lagoa natural no canto e uma ilha com outra esplendida praia em frente. Já a Puruba não é uma praia como outra qualquer.

 

A começar pelo fato de ser praticamente desconhecida pelos próprios moradores de Ubatuba. A razão disso é geográfica: a praia fica separada da terra firme por um largo rio, que quase sempre só pode ser atravessado de barco. Quem vê a praia, pensa que é uma ilha. Senão na geografia, com certeza no seu isolamento. Recomenda-se, porém, untar bem todo o copo com um bom repelente, porque os borrachudos da Puruba não dão sossego nem dentro d’água. Mas, em compensação, o visual é de comercial de bronzeador: um praião deserto, sem viva alma por perto. Nem parece que se está entre os dois principais estados do país.

No entanto, convém ir preparado para a célebre imprevisibilidade do tempo na região de Ubatuba. Reza a tradição que, quando não está nublado (“Ubanubla”) é porque já está chovendo (“Ubachuva”). A culpa pela instabilidade climática é da Serra do Mar, que ali margeia as praias, feito um paredão verde. A serra retém as nuvens e favorece as chuvas.

 

A vantagem é que, justamente por causa da quantidade de água que cai, formam-se rios que vão desaguar nas praias e cachoeiras que, muitas vezes, também despencam a poucos passos delas. Consequentemente, você tem água doce ou salgada, na mesma praia. Como acontece, por exemplo, na esquecida Camburi, a última praia sob os domínios de Ubatuba, onde a proximidade das cachoeirinhas com o mar é tão pequena que seus (raros, por sinal) frequentadores saem de uma para tomar banho na outra e voltam em seguida.

 

A preservação dessa parte do litoral paulista tem diretamente a ver com o acesso complicado por terra às suas praias. Muitas delas ficam nas pontas das penínsulas, distante do asfalto e com caminhos impossíveis aos automóveis – só mesmo a pé ou, melhor ainda, de barco.

Já o forte da cidade de Parati não são as praias. As melhores ficam bem antes da cidade (que, no entanto, merece, um longo passeio por sua história), lá para os lados de Trindade, ainda quase na divisa com São Paulo, ou avançando pela península em frente ao centrinho, onde – ali, sim! – há uma sucessão de prainhas graciosas, incluindo Jurumirim, com uma única casa modesta, que pertence a Amyr Klink.

 

Tem, também, a Praia da Lula, que é uma linda faixa de areia, com pouco mais de 100 metros de comprimento. Bem pertinho dali, já que tudo fica mais ou menos próximo nas águas de Parati, há o Saco da Velha, uma praia de filme de aventura, semi-escondida na entrada da Enseada de Parati-Mirim. Muitos barcos pernoitam lá, atraídos por uma paisagem encantadora: uma praia com grandes pedras fincadas na areia e águas muito tranquilas. Quase em frente, fica a graciosa Ilha da Cotia, com duas minúsculas prainhas, uma de cada lado da ilha, interligadas pela mesma faixa de areia, feito praias siamesas.

 

Você desembarca numa, caminha uma dúzia de passos e da na outra, onde as pedras formam piscinas no mar. As crianças adoram. Os adultos, também. Penetrando bem mais na Enseada de Parati-Mirim, chega-se ao Saco do Fundão, que, logo na entrada, tem uma ilhota ligada ao “continente” por uma linda língua de areia, que seria perfeita para um desembarque, não fosse um detalhe: cães com cara de poucos amigos intimidam qualquer tentativa de aproximação — um jeito malandro e muito comum na região de criar praias “particulares”, para usufruto exclusivo dos donos das casas.

 

Na mesma enseada, fica o curioso Saco Grande — anote este nome! — uma plácida lagoa de água salgada, escondida após uma sucessão de reentrâncias, que só mesmo a curiosidade do piloto fará seguir em frente. Você vai entrando, dobrando pontas e se escondendo, cada vez mais. No final, após a última curva, surge uma pequena baía, em forma de ferradura, que é uma perfeita lagoa. A ilusão é quase perfeita, porque, uma vez dentro dela, não se vê mais a saída. Dormir ali também é sensacional.

 

Um pouco antes da Enseada de Parati-Mirim fica outro atrativo e tanto de Parati: o Saco do Mamanguá, um braço de mar que avança cinco milhas terra adentro, ladeado por altíssimas montanhas, feito um fiorde de verdade — e onde o vento é sempre generoso para os veleiros. O ideal é navegá-lo até o fim (tomando cuidado apenas com o baixo calado após a Ponta do Bananal!) e fazer passeios de bote pelos riozinhos que deságuam no fundo do saco.

 

Na volta, pare na Praia do Cruzeiro, onde uma (longa, é verdade) trilha leva ao topo do “Pão de Açúcar”, a grande pedra, que lembra o monumento carioca (daí o seu nome) e domina a paisagem no Mamanguá. A vista lá do alto é tão sensacional quanto as praias desta primeira parte do roteiro.

A Ilha Anchieta fica pertinho do centro de Ubatuba, mas ainda esconde uma praia quase intocada

A mais popular e abrigada da histórica Ilha Anchieta — que, no passado, abrigava um presídio e, hoje, é parque e área de proteção ambiental —, esconde uma prainha praticamente desabitada, vazia e imperceptível para quem passa de barco: a Praia do Sul. Esse paraíso e fica escondido numa enseadinha, onde o mar avança terra adentro, entre encostas cobertas de vegetação e enormes pedras.

 

De cima dessas pedras é possível ter uma visão quase “aérea” desta sonífera praia. Difícil acreditar que um lugar intacto desses, com não mais de 20 metros de extensão, emoldurada por uma bonita vegetação e sombras de amendoeiras, fique a menos de 10 minutos de barco do continente e, mesmo assim, sem nenhuma pegada na areia, a não ser a sua, se você aceitar o convite de ir até lá.

Ilha das Couves, um lugar bem abrigado com duas praias quase intocadas de águas cristalinas

Ubatuba tem 17 ilhas e oito ilhotas, além das famosas 92 praias. No entanto, oito em cada dez donos de barcos insistem em ancorar apenas na histórica Ilha Anchieta. Mas, ali pertinho, a dez minutos de barco da vila de Picinguaba, duas outras ilhas (ou uma ilha e uma ilhota) escondem praias quase intocadas, bem abrigadas e emolduradas por uma bonita vegetação, entre outras atrações para quem ancora em suas águas. Esses paraísos, ligados por um canal, chamam-se Ilha e Ilhota das Couves.

 

Parece incrível, mas não mais que meia dúzia de lanchas passam por esse lugar mágico a cada fim de semana. São duas praias, localizadas na face oeste da ilha — a Prainha das Couves, com 60 metros de extensão, e a Prainha do Japonês, com 20 metros de areia branca —, que permitem um desembarque fácil e encantam pelas águas cristalinas, daquelas que a gente consegue enxergar o fundo. Para completar, tem vida marinha abundante, com lindos corais no fundo e muitos peixes coloridos em volta deles.

Para os amantes da pesca, na face sul, é comum encontrar peixes de passagem, como robalos, enchovas e cavalas. Como isso não bastasse, bem pertinho dali fica a Ilha Comprida (que faz parte do Arquipélago das Couves), o que permite dar uma gostosa esticada ao passeio.

2º dia — Parati-Angra

Se Parati esbanja tranquilidade em suas águas, o menos não acontece em Angra dos Reis. Nenhum outro ponto da costa brasileira reúne tantas ilhas e tanta gente interessante em volta delas quanto Angra. Mas, esqueça as praias da baía no lado do continente. Para curtir a região como se deve, só mesmo de barco, porque a verdadeira Angra fica dentro d’água. Muita gente chega nem desembarca nas ilhas, porque só curtir aquela paisagem já enche os olhos.

 

A Ilha da Gipóia, por exemplo, abriga uma das praias mais badaladas do Brasil: a Praia do Dentista, uma espécie de balada diurna de verão — um lugar para ver e ser visto, mas sempre de barco, porque o lance é ficar a bordo, apreciando o movimento ao redor. Nos fins de semana de verão, mais de 100 lanchas chegam a parar ali, ao mesmo tempo.

 

Outro ponto consagrado de agitação é o Frade, um bonito complexo com casas, restaurantes e um grande marina, bem pertinho do Dentista. Mas, se o seu objetivo for justamente o oposto, ou seja, a tranquilidade, rume para outras tantas ilhas e praias da baía, como praia da Biscaia, na Ponta Leste, uma linda enseadinha de águas translúcidas, afastada da cidade e emoldurada por uma exuberante paisagem natural.

Para quem não resiste à curiosidade de saber onde ficam os riscos e famosos, é só seguir o rush das lanchas, que passam por uma ilha cinematográfica. A Ilha dos Porcos Grandes, que tem pista de pouso e zoológico particular. As casas de Luciano Huck, na Ilha das Palmeiras, e de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, na Gipóia, também atraem os curiosos.

 

Passado esse momento tiete, você vai descobrir que, de fato, não é preciso invadir nenhuma ilha particular para ser feliz, já que Angra guarda muitos lugares imperdíveis. O único problema é que quando você acha que encontrou a mais bonita de todas, surge outra, logo adiante, que, pensando bem, é ainda melhor.

 

É o caso de uma enseada cheia de superlativos, no lado de dentro da Ilha Grande, chamada Saco do Céu. Velejadores e lancheiros descolados frequentam a região, atraídos não só por suas águas tranquilas e abrigadas mas sobretudo pela mística de um lugar que, nas noites de lua cheia, reflete as estrelas no próprio mar – daí, aliás, o nome Saco do Céu. Está para nascer quem já foi e não gostou do Saco do Céu. E, certamente, não será você.

3º dia — Rodeando a Ilha Grande

Nenhum passeio na região de Angra estará completo sem uma vasculhada em algumas das 106 praias, de diferentes características, da Ilha Grande – que, como este próprio número indica, é grande não apenas no nome. Mas esqueça a muvuca semiurbana da Vila do Abraão e concentre-se apenas no que a Ilha Grande tem de melhor: o verde – tanto de suas matas quanto de suas águas. Como, por exemplo, o seu “lado de fora”, onde ficam as praias menos conhecidas. Ele é banhado pelo mar aberto, o que dificulta um pouco a navegação, mas, em compensação guarda algumas das mais lindas praias de toda a Baía.

 

Uma delas é Lopes Mendes, que já figura entre as tops do mundo. Tem areias branquinhas e fininhas, que emitem “ics, ics” sob os pés, águas transparentes e absolutamente nada ao redor, a não ser muita natureza. Como fica voltada para o mar aberto, tem ondas razoáveis e ancoradouro seguro apenas no lado direito de quem chega pela água, contornando a Ponta de Castelhanos.

Escondidinha, quase ao lado, fica Cachadaço, com menos de 20 metros de areia e um mar de piscina. Nela, não cabem mais do que duas lanchas ao mesmo tempo, o que garante total privacidade a quem chegar primeiro. Mais à frente fica a Praia de Aventureiro, com águas cristalina, com ou sem ondas (dependendo apenas do lado escolhido) e um aglomerado de pedras que formam piscinas sob um caprichoso coqueiro debruçado sobre o mar. Parece cartão-postal. O lugar agora está sob controle ambiental e com um número limitado de visitantes, o que é bom para todo mundo.

 

A Lagoa Azul também não fica nada atrás em beleza. É um desses lugares que não cansa nem enjoa. De cada dez barcos que navegam pela Ilha Grande, pelo menos nove dão sempre uma passadinha por lá. Porque um banho ali é uma delícia.

 

Mas se só as praias do lado de fora já valem a viagem, conhecer as de dentro é um bônus do qual não se recomenda abrir mão. Mesmo quem pensa que já conhece cada pedaço desta faixa litorânea dos sonhos, vai se surpreender.

 

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    A construtora holandesa de megaiates Feadship revelou seu novo conceito, o espetacular Escape. O modelo possui um átrio central com elevador de vidro e piscina lunar que não apenas permite aos hóspedes vistas do mar sob o barco, mas também funciona como uma piscina de água salgada e um cais secreto de submarinos.

    Há até uma garagem escondida no convés de proa para um drone MyCopter e uma estufa para o cultivo de flores e vegetais. Tudo está envolto em um design futurista com forte foco na sustentabilidade.

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    Além de apresentar um sistema de propulsão elétrica híbrido e um casco ultraeficiente, Escape prevê mais painéis solares do que qualquer outro iate atualmente, além de uma série de sistemas de reciclagem a bordo, incluindo o microgerenciamento de calor para minimizar o desperdício de energia.

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      Arquiteto canadense encanta o mundo com seus prédios-esculturas inspirados em velas de barcos

      28/12/2020

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      Basta olhar para as fotos que ilustram esta reportagem para saber por que o canadense Frank Gehry foi eleito pela revista americana Vanity Fair o arquiteto vivo mais importante do mundo. São prédios que mais se parecem com esculturas gigantes, cobertas por placas de vidro ou por finas camadas de titânio, e que encantam o mundo com seu formato de velas de barcos, além de outras feições igualmente peculiares que parecem desafiar a própria lei da física. Como o icônico Walt Disney Concert Hall (na foto ao lado), de Los Angeles, cuja estrutura metálica (de aço inox) assemelha-se a um veleiro de mastro armado. Cartão-postal da cidade que fica ao sul da Califórnia, esse teatro reluzente é um dos exemplos do estilo desse genial criador, vencedor do Pritzker — o Nobel da arquitetura — em 1989, e que se mantém na vanguarda arquitetônica, apesar de seus 91 anos de idade.

      Nascido em Toronto, no Canadá, em fevereiro de 1929 e há mais de 60 anos radicados nos Estados Unidos, Frank Gehry entrou para a história ao projetar, 23 anos atrás, o célebre Museu Guggenheim Bilbao, da Espanha, esculpido com 30 mil finas placas de titânio em forma de ondas, entrelaçadas de uma maneira aparentemente impossível. Algo de novo e revolucionário parecia estar acontecendo na arquitetura moderna. E o tempo confirmou essa impressão. Por suas mãos, a arte de construir ganhou outra dimensão, que os críticos batizaram de arquitetura-espetáculo.

      O icônico Walt Disney Concert Hall, cuja estrutura de inox assemelha-se a um veleiro de mastro armado, virou cartão-postal de Los Angeles, ao sul da Califórnia

      Frank Gehry curte ser celebridade a aproveita a fama para criar mais e mais estruturas admiráveis apropriadamente chamadas de edifícios-esculturas. É possível ver espalhadas pelos quatro cantos do mundo esse tipo construção, muitas delas com o formato de velas. São obras fascinantes, surpreendentes, absolutamente fora do convencional.

      É da autoria de Frank Gehry, por exemplo, o museu de arte e centro cultural da Fundação Louis Vuitton, em Paris — este, todo envolto em painéis de vidro curvis que lembram velas infladas pelo vento. Talhado para exibir a coleção do magnata do luxo Bernard Arnault, esse prédio-escultura tem seus 11 mil metros quadrados de galerias cobertos por uma casca formada por 3 584 painéis de vidro laminado, cada uma com um desenho diferente, especialmente curvo, o que resulta no aspecto de vela. No térreo, tudo se reflete em espelhos d’água. Uma cascata embaixo do prédio dá a impressão de que a construção é um veleiro atracando. Inaugurada em 2014, a obra desperta reações distintas. Para seus admiradores, Gehry produziu beleza e encantamento. Para os críticos, um mastodonte branco, símbolo máximo da onda de ostentação que varre o mundo da arte. Irritado, o arquiteto chegou a mostrar o dedo do meio para um grupo de jornalistas quando perguntaram se sua arquitetura não seria um “espetáculo vazio”.

      Os prédios estonteantes de frank Gehry também servem como chamariz para o turismo. Paisagens urbanas desgastadas viram esculturas em suas mãos geniais

      Também levam a sua assinatura a Dancing House (ou prédio dançante) de Praga, na República Checa; o Cleveland Clinic Building, de Las Vegas; o Hotel Marqués de Riscal, na Espanha; o edifício da Universidade de Tecnologia de Sydney, na Austrália; o Peix (Fish), de Barcelona; o Museu da Cultura Pop, de Seattle; e o Weisman Art Museum, de Minneapolis.

      Vencedor do Pritzker em 1989, maior prêmio da arquitetura, Frank Gehry é muito requisitado para revitalizar paisagens urbanas desgastadas com suas esculturas de titânio e vidro. Seus prédios estonteantes também servem como chamariz para o turismo. Desde que o Museu Guggenheim Bilbao abriu suas portas, por exemplo, a cidade espanhola — antes sujinha, decadente, voltada para a siderurgia — passou a receber 1 milhão de visitantes por ano, por causa do museu.

      Os prédios da Fundação Louis Vuitton, em Paris, são de autoria de Frank. São 11 mil metros quadrados cobertos por painéis de vidro, que lembram velas de um barco infladas pelos ventos

      A capital dos Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi, também entrou no radar. Na cidade repleta de modernos arranha-céus Frank Gehry está erguendo o maior Museu Guggenheim do mundo, que deverá chacoalhar o mundo das artes plásticas quando for inaugurado, provavelmente no ano que vem, na Ilha Saadiyat. Tal qual uma obra de arte, o prédio promete ser pura originalidade. Em 2005, o diretor Sydney Pollack fez um documentário, Sketches of Frank Gehry, com foco no trabalho e no legado do arquiteto.

      Talvez você já tenha ouvido falar nele, sem ter sido por causa de seus prédios geniais. É que Frank Gehry também enveredou pela arquitetura naval. Há cinco anos, ao lado do argentino German Frers, ele projetou o veleiro Foggy, de 74 pés, feito de madeira aromática, repleto de detalhes em titânio e cristais, com um design incomum de treliça. O resultado foi um barco que não se parece a nenhum outro. Pura arte!

      As obras de Frank Gehry despertam as mais distintas emoções nas pessoas. Para os admiradores, beleza e encantamento. Para os críticos, um espetáculo vazio

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        Pescadores trabalham sob luz de lanternas no maior lago da África

        Por: Redação -
        27/12/2020

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        Conforme o sol se põe sobre as águas do Lago Vitória, o barulho das ondas quebrando é abruptamente abafado pelo ronco dos motores dos pesqueiros que surgem no horizonte. Os pequenos barcos parecem fazer parte da paisagem. À medida que o brilho do dia vai se perdendo, eles se fazem mais presentes.

        Há séculos, as águas do Lago Vitória são tomadas por barcos pesqueiros que, durante a noite, garantem a alimentação de diversas tribos — nas mais de três mil ilhas — espalhas pelo lago, que abrange os territórios do Quênia, Tanzânia e Uganda. Com 68 870 km² de área (quase a área da Irlanda), o lago é o maior do continente africano.

        Em uma noite no lago, a bordo do pesqueiro dos irmãos Mike e Robinson Okeyo, o  fotojornalista Jeffrey Walcott detalhou como é a saga dos pescadores noturnos do Lago Vitória na coluna “Boats and Boating”, (Barcos e passeios de barco), do New York Times.

        O brilho da noite no Lago Vitória – Imagem: Jeffrey Walcott

        Como é noite, a superfície do lago se confunde com uma cidade: cheia de luz. Ao anoitecer, as estrelas são ofuscadas pelas lanternas e os pescadores flutuam nas águas para atrair os peixes à suas redes. Outrora, a maioria usava lanternas de parafina, mas agora estão mudando para o uso de lâmpadas portáteis (e recarregáveis) alimentadas por pequenos painéis solares.

        A partir disso, todos os pescadores só tem olhos para uma espécie de peixe, que é própria e única dessa região: o “omena”. Para você que se perguntou: “O que é um omena?”, não preocupe, essa espécie só é encontrada na água doce do Lago Vitória.

        Pescador preparando um dos seus companheiros de trabalho – Imagem: Jeffrey Walcott

        Mas, por que pescam à noite?

        Segundo Mike Okeyo, que há cinco anos se aventura nessas águas, quando é dia o omena se esconde, mas às noites, com o auxílio da luz das lanternas, o peixe sobe até a superfície, facilitando o trabalho dos 400 barcos que pescam omena depois que o sol se põe.

        Apesar do alto número de pescadores, o omena ainda é um peixe mais fácil de capturar quando comparado à perca do Nilo ou à tilápia, que têm sofrido uma sobrepesca crônica na região. “É o único peixe confiável, porque é muito fácil de pescar”, disse Mike Okeyo. “A tilápia e a perca do Nilo precisam de muito suor para serem capturadas”, acrescenta.

        Omenas secando – Imagem: Jeffrey Walcott

        Consequentemente, o número de peixes está diminuindo à medida que mais pescadores buscam a profissão para se sustentar. A facilidade de se pegar o omena pode ser relativa, pois os pescadores têm que passar a noite inteira em pequenos barcos, com tripulações de até cinco pessoas. Nenhuma captura é garantida. A competição aumentou tanto que às vezes a violência irrompeu no lago — o que, na pior das hipóteses, resultou em afogamentos.

        Como funciona a comercialização dos omenas

        No final de cada noite, os pescadores de omena puxam suas lanternas e se dirigem para a costa, onde o preço do omena é mais alto. Normalmente, são vendidos para dois tipos de clientes: os locais, que secam o peixe e vendem aos consumidores; ou empresas, que usam o peixe na criação de ração animal.

        Pescadores e gerentes de mercado medem colheres de omena para serem vendidas aos residentes da Ilha de Mfangano, no Quênia. Essa ilha é usada como “base” para os pescadores quenianos.

        Mais um dia de trabalho chegando ao fim – Imagem: Jeffrey Walcott

        Em outros casos, os pescadores quenianos encontraram problemas com as autoridades de Uganda, visto que a fronteira entre Uganda e Quênia fica a quase um quilômetro da ponta da Ilha de Mfangano. A pena para cruzar a fronteira não marcada na água pode ser enorme, cobrada com multas ou confisco de equipamentos.

        Independentemente do cliente, o salário ganho ajuda quase todos na comunidade. “A indústria pesqueira teve um impacto positivo nas vidas dos pescadores e da população da Ilha de Mfangano”, explica Robinson Okeyo. “Vários jovens estão investindo no negócio, que em troca está criando oportunidades de emprego”, completa.

        A pesca sendo a fonte de tudo, até de quem não é pescador – Imagem: Jeffrey Walcott

        Ao mesmo tempo, a pesca, disse ele, também apoia outros negócios auxiliares: lojas, restaurantes, construtores de barcos e mecânicos de popa. Em suma, é interessante de se pensar o quanto um ecossistema pode ter um impacto social na vida de tantas pessoas, envoltas da mesma comunidade.

        Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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          Superiate de 50 metros desenvolvido nos EUA tem design inspirado em automóveis modernos

          Por: Redação -
          26/12/2020

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          Imagine um superiate que une o design inspirado em automóveis modernos, e um conceito de arquitetura naval: esse é o Sinderella, desenvolvido pelos estúdios estadunidenses Cantu Design e DFD Design.

          Os espaços sociais, tanto internos quanto externos, do Sinderella foram projetados pela Cantu, um estúdio com sede em Seattle que trabalha com exclusividade para alguns estaleiros nos EUA e na Europa. A ideia por trás do modelo é promover um perfil “clean e atual” à embarcação, segundo os designers.

          A área de popa do Sinderella é um verdadeiro charme. Um espaço aberto e contemporâneo, que promete oferecer aos tripulantes um clima agradável e uma experiência a bordo única.

          Sinderella popa- Imagem: Cantu Design

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          O sky lounge também tem seu diferencial: é envolto em um vidro que pode se tornar opaco com o apertar de um botão. Há também, no projeto inicial, um heliporto no deck, ao lado do bar e da jacuzzi. Esse detalhe é por conta do estúdio DFD Design, que procurou dar um ar naval ao Sinderella, que pode ser utilizado, também, como um iate explorador.

          Sinderella de perfil- Imagem: Cantu Design

          A acomodação a bordo é para um total de 10 pessoas, incluindo uma suíte no convés superior e quatro camarotes de hóspedes no convés inferior. Os alojamentos da tripulação no convés inferior oferecem acomodações para nove funcionários.

          O conceito está disponível com uma gama de pacotes de propulsão disponíveis: uma configuração diesel-elétrica com um banco de baterias auxiliares fornecendo duas horas de propulsão elétrica com zero emissão.

          Além disso, o Sinderella prevê uma velocidade máxima de 18 nós e velocidade de cruzeiro de 12 nós para um alcance de 3 600 milhas náuticas.

          Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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            Estaleiro australiano lança luxuoso catamarã de 30 metros de comprimento. Confira

            Por: Redação -
            25/12/2020

            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

            A especialista australiana em multicascos Echo Yachts aproveitou o Fort Lauderdale Boat Show 2020 para apresentar ao público a nova embarcação do estaleiro: o catamarã SP30. Ele se une a um conceito de iate e teve seu design projetado pela empresa, também da Austrália, Misha Merzliakov Yacht Design.

            Ao longo de seus 30 metros, o que mais chama atenção é o amplo convés traseiro para acomodar de tendas à diversos brinquedos aquáticos, afinal, espaço é o que não falta. Também na popa, há uma plataforma de mergulho com rebaixamento hidráulico, fornecendo aos hóspedes um acesso seguro à água.

            O iate também possui quatro grandes camarotes abaixo do convés, com uma ampla suíte máster à frente do convés principal. Ele oferece ampla flexibilidade de arranjo interno e externo devido a uma viga de superestrutura de 10 metros.

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            Um “interior elegante deliberadamente casual” combinado com “iluminação ambiente inteligente” resultará em “uma atmosfera calorosa e acolhedora a bordo”, segundo o estaleiro.

            Portanto, com capacidade para 12 passageiros, o SP30 se beneficia de seu tamanho para promover uma navegação suave e segura, proporcionado pela forma do casco. Além disso, promete alcançar uma velocidade máxima de 20 nós e velocidade de cruzeiro de 15 nós.

            Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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              Estaleiro alemão une design de barcos e carros esportivos em um só projeto

              Por: Redação -
              24/12/2020

              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

              A Say Carbon Yachts, estaleiro alemão, resolveu unir dois designs em uma criação: o de barcos e o de carros. Com parceiros como Porsche e BMW, o Say 42 Superyacht recebeu o apelido de “supercarro na água”. O grande diferencial? A velocidade.

              Para que a embarcação de 12,8 metros pudesse alcançar velocidades maiores, ela foi equipada com dois motores de propulsão V8 da Volvo Penta. Esses motores possuem 860 hp de potência e, devido ao design em V acentuado no casco, o barco promete atingir 58 milhas por hora na água, utilizando 50% menos combustível que um barco comum, de acordo com informações iniciais de seus idealizadores.

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              O design inspirado em carros esportivos inclui materiais leves, como fibra de carbono. O barco, que tem capacidade para abrigar 12 pessoas, foi projetado com plataformas laterais largas, possibilitando a travessia dos tripulantes do solário, na seção de popa, até a proa. Há uma mesa externa que acomoda seis pessoas, um mastro e dois assentos de leme, capazes de ajuste em altura e distância ao volante. Tanto o mastro quanto os assentos também são de fibra de carbono. Vem com propulsor de proa da Sidepower, iluminação subaquática da Lumishore e um giroscópio estabilizador da Seakeeper (Gyro 2), que elimina até 95% da rolagem do barco.

              Outro destaque técnico é o mecanismo de âncora. Com o apertar de um botão, a âncora sai da aba na área do arco frontal, se move para a frente e então desce na água junto com uma corrente de aço inoxidável de 30 metros de comprimento. O convés de proa, que chama a atenção por uma gigantesca claraboia para iluminar a cabine abaixo, pode ser alcançado diretamente da estação do leme por meio de dois degraus. Este acesso economiza um tempo valioso durante as manobras, seja no porto ou na baía. A cabine, por sua vez, possui uma porta elétrica do mesmo material do mastro. A Say 42 Superyacht está disponível a partir do valor de 807 mil dólares.

              Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                Conheça projeto de megaiate de luxo inspirado em tubarão

                Por: Redação -
                23/12/2020

                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                O Lazzarini Design Studio sempre inovou na construção de automóveis de luxo à iates, mas, dessa vez, eles tentam se superar com o projeto Prodigium: um megaiate com incríveis 153 metros de comprimento, maior que um campo de futebol. O Prodigium, a princípio, será feito de fibra de carbono e alumínio com um preço de mercado estimado em US $ 550 milhões. E mais: terá um design que tem a forma de um tubarão.

                Sendo assim, o nível superior fechado do Prodigium, que abriga a área de estar principal, foi projetado para imitar os dentes e o nariz de um tubarão. Além disso, os lados da embarcação devem ser equipados com duas aletas extensíveis que podem servir como espaço adicional de terraço.

                Seu design exterior apresenta influências romanas antigas, com duas colunas imponentes sustentando sua estrutura superior. Embora um predador do oceano e a arquitetura romana possam não parecer influências de design a serem incorporadas a um conceito de embarcação futurista, isso representa o tubarão como o “imperador dos mares”, a mesma impressão de quem vê esse megaiate.

                O convés superior tem três piscinas e espaço até para um helicóptero. Como se não bastasse, possui, também, seu próprio porto com espaço suficiente para um segundo iate de até 30 metros.

                Prodigium, que tem três motores a jato e dois motores elétricos de linha central, será capaz de atingir uma velocidade de cruzeiro de 22 nós, segundo o Lazzarini Design Studio.

                O modelo de luxo poderá acomodar cerca de 40 convidados ao mesmo tempo e, com duas garagens cheias de brinquedos aquáticos a bordo, haverá muito para mantê-los entretidos. Todas as suítes ficarão localizadas na parte inferior do casco, juntamente com uma academia e pelo menos uma piscina fechada.

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                Embora este projeto ainda esteja nas fases iniciais do processo de design, Lazzarini estima que a embarcação levaria pelo menos 28 meses para ser construída, sendo ou não adquirida por um estaleiro.

                Para você que chegou até aqui e pensa que esse tipo de embarcação nunca será utilizada, segundo um dado do Superyacht Group, a frota global de superiates (maiores de 37 metros) saltou de 3 906 embarcações em 2009 para 5 646 em 2019.

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                  McLaren pretende entrar no setor náutico com o que espera ser o barco mais rápido do mundo

                  Por: Redação -
                  22/12/2020

                  O mais novo projeto da McLaren, o McLaren Volare, tem o objetivo de se tornar o barco mais rápido do mundo em águas internacionais. A lancha foi projetada por Henri von Freyberg, de Munique, na Alemanha, e procurou atender aos requisitos da organização que iniciou sua atuação no ramo automobilístico. Assim, o exterior do veículo ganhou um design simplificado, e que favorece o alcance de grandes velocidades.

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                  O casco é baseado nas lanchas tradicionais, mas possui proa levantada que aparenta mover o centro de gravidade da embarcação para a parte mais traseira do barco. Ressaltando: aparenta. Isso, porque foram adicionadas duas barbatanas que direcionam a proa, sem permitir que esse centro de gravidade se desloque demais. De qualquer forma, essa pequena alteração no design faz com que a embarcação crie menos atrito e, portanto, ganhe mais velocidade.

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                  Pensando na estabilidade, outro componente com alterações foi adicionado: o leme. Apesar de não ter sido divulgado nenhum mecanismo interno para direcionar este segmento, sabe-se que ele tem capacidade de manobras de 120 graus. De forma geral, não é uma embarcação muito grande: quase metade da visibilidade é ocupada pela barbatana, e o espaço interno para a mobília não está finalizado para divulgação ainda. O que se sabe do convés — o maior espaço da lancha — é que ele inlcui duas janelas laterais, que propõem visibilidade dentro e fora do espaço. Comporta de duas a seis pessoas em confraternizações, e apenas duas no pernoite, por enquanto. Espera-se que, no deck superior, seja possível instalar mais um quarto pequeno, capaz de acomodar duas pessoas.

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                  A claraboia de vidro é mais um aspecto elegante do Volare. Ela se estende por toda a extensão da embarcação e proporciona grande iluminação natural no espaço interior. Quanto à motorização ou potência, nada foi mencionado. Devido à inexistência até de uma data prevista de lançamento, não há como criar expectativas para essa informação.

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                  Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                    Lançamento de estaleiro italiano visa conforto e beleza de um barco esportivo

                    Por: Redação -

                    Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                    O estaleiro italiano Fiart Mare acaba de anunciar o lançamento do Fiart 52 Open, variante do Fiart 52 Hard Top e terceiro modelo a estrear em 2020, ano em que o estaleiro completa seu 60º aniversário.

                    Trazido para a sua estreia na versão Hard Top em 2016, o Fiart 52 deve o seu sucesso ao casco e convés inferior, unindo as belezas de um barco esportivo ao conforto, com projeto centrado no conceito de convívio ao ar livre.

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                    A última versão mede 8 metros de comprimento, divididos em diferentes zonas de relaxamento, onde se alternam lounges, um grande espaço com mesas duplas encaixáveis ​​e o clássico solário de popa. Tudo com revestimento de teca ao redor do chão.

                    Ao lado e atrás da cabine há um grande móvel. Contém, ainda, cozinha, pia, geladeira, uma grande TV retrátil e, se desejar, até uma churrasqueira ou máquina de fazer gelo.

                    O convés interior da Fiart 52 Hard Top inclui três camarotes – sendo que o principal fica na popa e possui banheiro privativo e a VIP fica na proa onde recebe grande quantidade de luz ambientes – e dois banheiros. O modelo é equipado com motorização IPS 800 da Volvo Penta.

                    Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                      Opine: qual desejo você gostaria de realizar em 2021?

                      Por: Redação -

                      O ano está acabando e, após tantos desafios e readaptações que 2020 trouxe, nada mais justo que pensarmos o que queremos para o próximo ano. Por isso, NÁUTICA quer saber: “Qual desejo você gostaria de realizar em 2021?”. As opções são: comprar um barco novo, fazer uma travessia pelo litoral, comprar um barco com cabine, reformar o barco, disputar uma regata oceânica, levar a família para navegar ou dormir mais vezes a bordo. Vote na nossa enquete! Queremos saber qual seu desejo náutico para 2021!

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                        Croatia Boat Show será realizado em abril de 2021, de acordo com organizadores

                        Por: Redação -

                        A 22ª edição do Croatia Boat Show será realizada em Split de 7 a 11 de abril de 2021, anunciaram os organizadores. Devido à pandemia Covid-19, o evento foi adiado de abril para junho 2020, mas foi posteriormente cancelado até 2021.

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                        A notícia do calendário do evento foi dada organizador, Vicenco Blagaić, na sua página do Facebook. O local do evento náutico será o The Riva, na orla do centro de Split.

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                        Como anteriormente, a feira oferecerá um local para todos os setores da importante indústria do turismo náutico da Croácia, além de ter uma difusão internacional de marcas expositoras.

                        Novos iates a motor e à vela, marinas, operadores de charter, motores, equipamentos, incluindo sistemas elétricos e de navegação, equipamentos de pesca e outras organizações e prestadores de serviços terão a oportunidade de expor.

                        O Croatia Boat Show atrai anualmente cerca de 300 expositores e cerca de 150 barcos.

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                          Associação afirma que vendas de barcos a motor nos EUA aumentaram 18% em outubro

                          Por: Redação -

                          A National Marine Manufacturers Association (NMMA) divulgou que as vendas de novos barcos a motor nos Estados Unidos ganharam impulso em outubro, um aumento de 18% em relação a setembro, e um aumento de 30% ano a ano em uma base ajustada sazonalmente.

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                          No acumulado do ano, até outubro, mais de 291 mil novas lanchas foram vendidas, superando as vendas acumuladas de 2019. Os primeiros indicadores mostram que as vendas no varejo de novas lanchas em 2020 devem atingir níveis recordes.

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                          “2020 foi um ano significativo para as vendas de barcos, apesar das interrupções decorrentes da pandemia Covid-19”, disse Vicky Yu, diretor de inteligência de negócios da NMMA. “Esperamos que as vendas de novos barcos a motor atinjam níveis nunca vistos desde antes da Grande Recessão, reforçando que os americanos passaram a navegar este ano como uma forma de desfrutar com segurança de momentos de qualidade com seus entes queridos, enquanto ficam perto de casa.”

                          De acordo com a NMMA, as vendas de novos motos de água, runabouts, cruzadores e barcos a jato impulsionaram o crescimento em outubro, com aumentos de vendas de dois dígitos no ano. A indústria está posicionada para ver aproximadamente 310 mil novos barcos vendidos até o final de 2020.

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                            Intech Boating traz para o Brasil nova lancha de 48 pés com flybridge da Sessa Marine

                            Por: Redação -
                            21/12/2020

                            A F48 é a nova lancha com flybridge da Sessa Marine que a Intech Boating está desenvolvendo para o mercado da América Latina. O modelo, pré-lançado em agosto para um grupo exclusivo de clientes, chama atenção pela sua generosa divisão de espaços e características para atender aos navegadores mais exigentes, de acordo com a marca.

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                            “Atender às demandas dos nossos clientes e trazer novas tendências para o mercado são os imperativos que determinam os novos modelos da Sessa Marine que a Intech Boating está desenvolvendo junto com o estúdio italiano Centrostile Design”, é o que afirma José A. Galizio Neto, Presidente da Intech Boating. “O Fly 48 chega para complementar a linha de embarcações no Brasil, além de atender a um grupo especial de clientes que aguardava a possibilidade de um upgrade dentro da marca, o novo modelo também reflete o amadurecimento que a empresa atingiu nos últimos anos”, complementa Neto.

                            Com linhas modernas que refletem toda a sofisticação do design italiano, o modelo de 48 pés apresentará para o Brasil o novo conceito visual de interior desenvolvido pelo Centrostile Design para a Sessa Marine. A inspiração da nova linha veio do oceano, com cores e materiais que privilegiam os tons mais acinzentados, com texturas leves e fluídas, garantindo conforto e suavidade aos ambientes.

                            O layout da cozinha no convés superior em um espaço central e planejado, proporciona um visual único e integrado a todos os ambientes da embarcação, além de abrir espaço no piso inferior para criação de uma área mais reservada, composta por três confortáveis camarotes e dois banheiros com chuveiros individuais. Na área que compreende o salão principal e a cozinha, também ganham destaque as amplas janelas laterais elétricas, que trazem luminosidade e amplitude integrando o interior com a natureza.

                            Outro destaque da embarcação é a área de cockpit, prática e integrada ao salão e a popa, para onde o espaço se amplia como uma grande janela que se abre para o mar.

                            Na popa, como já é característico das embarcações da Sessa Marine produzidas no Brasil, plataforma hidráulica com escada de popa dobrável e escada articulável para o cockpit, além de um funcional móvel gourmet, oferecendo um agradável espaço de convivência e lazer.

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                            Assim como sua antecessora F42, nesta embarcação de 48 pés o tamanho da área do Fly também impressiona. Os 20 m² garantem uma boa circulação, com espaço ainda para mesa e sofá de canto que acomodam de oito a dez pessoas, além de um confortável posto de pilotagem.

                            O espaço conta ainda com bancada gourmet e um amplo sunpad com encosto à bombordo do banco do piloto, que, quando necessário, pode ter seu encosto retirado e ser utilizado como uma grande área de lazer, para aproveitamento do sol, descanso e bem-estar.

                            Para quem gosta de ficar mais protegido a céu aberto, um toldo de cobertura garante mais comodidade e proteção.

                            Perfeitamente alinhado às novas tendências da marca de buscar cada vez mais produtos híbridos, que unem beleza e conforto com esportividade e alta performance, o modelo foi projetado especialmente para receber propulsão Volvo IPS.

                            Com seis unidades vendidas, somente no pré-lançamento, segundo a empresa, as primeiras unidades da F48 começam a ser fabricadas no Brasil no início do próximo ano, com entregas programadas para o segundo semestre de 2021.

                            “Nossos parceiros em desenvolvimento de produto na Itália estão localizados em áreas que foram fortemente atingidas pela pandemia e alguns dos novos projetos que vínhamos trabalhando, como a F5X, tiveram o lançamento postergado. Por esse motivo adiantamos com a Sessa Itália o projeto da F48, que é um relançamento do modelo de 47 pés italiano, com aprimoramentos para atender ao gosto dos nossos clientes”, relata José A. Galizio Neto.

                            Mesmo com todas as adversidades, 2020 tem sido um ano muito especial para o Estaleiro e a Intech Boating deve fechar o período com o melhor resultado de sua história.  “Esse sucesso deve-se, acima de tudo, a relação de confiança que construímos com toda a nossa rede de relacionamento: clientes, fornecedores, dealers, colaboradores. O objetivo é continuar implementando, com estratégia industrial e foco em inovação, produtos desenvolvidos com criatividade, que mantenham a sofisticação e a qualidade de construção já reconhecida pelo mercado”, finaliza Neto.

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                              Guarujá quebra recorde como cidade mais certificada pela Bandeira Azul na América do Sul

                              Por: Redação -

                              A Bandeira Azul foi recebida de forma diferente pela Prefeitura de Guarujá na última terça-feira (15). Em tempos de pandemia do Coronavírus e restrições nas praias, não houve cerimônia e tampouco o tradicional hasteamento, mas a Praia do Tombo foi o local escolhido para a entrega simbólica da certificação, que ocorre pela 11ª vez consecutiva na cidade, tornando o município o mais reconhecido pelo selo na América do Sul, além de seguir sendo o único no estado de São Paulo com ele.

                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                              Leana Bernardi, coordenadora nacional da certificação Bandeira Azul, foi a responsável pela entrega da certificação ao secretário adjunto de Meio Ambiente (Semam), e demais profissionais da pasta. Ela destacou as razões pelas quais a Praia do Tombo segue sendo reconhecida internacionalmente de forma consecutiva e reforçou a importância da continuidade das iniciativas já em andamento.

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                              “A Praia do Tombo tem um benefício importante que é o de contar com uma equipe com um ponto fixo no local. Isso garante melhorias importantes no processo de educação e gestão ambiental. A comunidade também é apaixonada pela sua praia e ajuda a cuidar. O trabalho em conjunto do poder público e o apoio da população são elementos fundamentais”, ressalta.

                              Para garantir a conservação da praia como um todo, a Prefeitura mantém profissionais de diversas secretarias municipais para garantir a limpeza, zeladoria e segurança do local. O intuito é orientar as pessoas quanto ao uso correto da praia e sua manutenção, de forma que permaneça ambientalmente adequada.

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                                Marido de Gisele Bündchen, jogador Tom Brady compra lancha de 12 metros

                                Por: Redação -

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                                O jogador da NFL Tom Brady, do Tampa Bay Buccaneers, marido da modelo brasileira Gisele Bündchen, comprou uma lancha de 12 metros de comprimento, segundo o site TMZ.

                                Reprodução: TMZ

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                                O barco, que tem casco na cor azul metálico e estilo mais esportivo, foi batizado de “Viva a Vida” em homenagem à iniciativa ambiental da mulher Gisele Bundchen. Ele chegou a São Petersburgo, na Flórida, no último dia 17 pela manhã.

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                                  Conheça o megaiate que, de tão seguro, pode servir até mesmo como uma embaixada flutuante

                                  Por: Redação -

                                  Ultra2, o conceito de megaiate de 91 metros de comprimento projetado pela T. Fotiadis Design, com sede em Berlim, é mais um exemplo de design inovador de uma nova geração de iates. Ele possui detalhes exteriores sofisticados e interiores convidativos que incluem camarotes e espaços sociais projetados para os mais altos padrões.

                                  Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                  Mas a Fotiadis também entende que a geração emergente de proprietários não requer apenas capacidade ininterrupta de conduzir seus negócios internacionais em todo o mundo. Eles também têm requisitos de segurança significativos que precisam ser adotados no início da conversa sobre design.

                                  Como resultado, além de todo o luxo que vem em um iate privado que é tão longo quanto um campo de futebol, o Ultra2 também foi projetado em torno de um “núcleo” seguro que combina uma suíte contemporânea com um ambiente de reunião de nível diplomático. Isso fornece o máximo em segurança e “isolamento conectado”, ao mesmo tempo em que oferece economia de espaço.

                                  Além disso, desde o processo de construção até o funcionamento operacional do modelo, a tecnologia de segurança e privacidade de ponta do Ultra2 é apoiada pelo protocolo de contra-inteligência de padrão militar e treinamento da tripulação. Isso garante que o elemento humano de privacidade e segurança seja tão impenetrável quanto o elemento tecnológico.

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                                  Uma empresa sediada no Reino Unido, pioneira em projetar e construir “soluções de privacidade”, ajudou a conceituar o “núcleo seguro” do Ultra2, que compreende uma zona de proteção de última geração. É discreto de tal maneira que sua própria existência não é aparente até que seja solicitado. Se necessário, entretanto, ele oferece proteção significativa contra adversários muito mais capacitados dos que os piratas.

                                  Quando combinados com este ambiente ultrasseguro de reunião – essencialmente uma sala imune à escuta eletrônica –, os recursos de privacidade do Ultra2 superam até mesmo aqueles associados à infraestrutura diplomática terrestre de muitos estados-nação. O resultado final é que o Ultra2 tem o potencial de servir como a embaixada flutuante definitiva para a elite mundial.

                                  E a atenção à segurança vai além dos elementos de design e construção. Outra empresa da área sediada no Reino Unido também está envolvida no projeto desde o início. Por meio de treinamento inicial e contínuo em privacidade e medidas discricionárias e da implementação de procedimentos rígidos de gerenciamento de informações, a equipe de segurança humana pode criar um ambiente onde as pessoas e a tripulação são tão seguras e discretas quanto a própria tecnologia usada no Ultra2.

                                  Essa abordagem centrada no ser humano e liderada pela inteligência garante que quaisquer medidas de segurança física e cibernética implementadas sejam aprimoradas e complementadas pelos indivíduos que compõem a força de trabalho ou a tripulação do navio.

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                                    Compradores da North Sails poderão adotar recifes de corais ao realizarem suas compras. Confira

                                    Por: Redação -

                                    Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                    A North Sails, fabricante e vendedora internacional de velas para veleiros de corrida, está oferecendo um presente diferente neste Natal: a adoção de um coral. A partir de 150 euros gastos tanto na loja online quanto na loja física, o comprador ganhará um certificado de adoção “North Sails x Coral Gardeners”. Esse certificado atesta a contribuição dessas pessoas com os programas de proteção aos recifes de corais e reafirma o compromisso da North Sails na preservação dos oceanos para aas gerações futuras.

                                    coral north sails

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                                    Sem medidas adequadas, a expectativa é de que esses recifes e outros componentes do ecossistema marinho desapareçam até 2050 — o que desencadeará um sério problema na nossa atmosfera. Serão consequências comprovadamente desastrosas e que impossibilitaria tanto a sobrevivência no mar, quanto fora dele.

                                    north sails

                                    Foi pensando nisso que a North Sails se juntou à Coral Gardeners, ou, traduzindo, os Jardineiros de Corais. Eles são uma associação jovem composta por uma equipe de cientistas, biólogos e entusiastas do mar. A sede dessa instituição fica em Moorea, na Polinésia Francesa, e atua principalmente no repovoamento de recifes de coral através de um projeto de restauração específico. Nesse projeto, eles trabalham para construir um verdadeiro viveiro de coral. Assim, os fragmentos retirados desse viveiro são replantados em locais específicos e propícios para a sua reprodução, possibilitando a retomada do crescimento com o passar do tempo.

                                    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                      Megaiate de 88 metros da Feadship vai para a água na Holanda. Confira

                                      Por: Redação -

                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                      A Feadship lançou seu novo megaiate, o Project 816, de 88,38 metros, em suas instalações em Amsterdã. O projeto entrou no novo estaleiro do construtor em maio do ano passado e foi revelado agora com seu elegante design De Voogt.

                                      O design de interiores e estilo do Project 816 vem da Nauta Design e FM Architettura, na Itália. Até 16 pessoas podem ser acomodadas a bordo, além de uma tripulação de 25 pessoas.

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                                      O iate passará por testes de mar no Mar do Norte antes de ser batizado e entregue no início do próximo ano.

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                                        Teste Sedna 36 HT: uma ótima lancha para quem deseja começar a dormir a bordo

                                        18/12/2020

                                        Tradicionalmente conhecido pelo cuidado na construção de lanchas de pesca oceânica (com grande sucesso, diga-se de passagem), há algum tempo a Sedna Yachts vem recebendo forte investimento em qualidade e capacidade de produção para construir embarcações de passeio.

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                                        Desde a sua reformulação, em 2012, cada vez mais o estaleiro está diversificando a sua produção e, assim, conquistando uma legião de fãs. Um exemplo disso é a versão renovada da Sedna 36 HT, a lancha de entrada da linha de barcos de passeio da marca, que fez sucesso no recente São Paulo Boat Show 2020. Veja no vídeo completo abaixo:

                                        Uma lancha pode ter várias versões: hard top, flybridge, offshore, sport fishing, center console, entre outras. Com a diversificação, necessária para atender uma demanda tão variada de clientes, o estaleiro Sedna Yachts, que faz parte do Sedna Group (www.sednagroup.com.br), tem hoje trunfos em todos esses segmentos.

                                        Em sua sua fábrica na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, são feitos nada menos que 21 modelos de lanchas, distribuídos pelas coleções Sedna Yachts (36 HT, 42 HT, 42 Fly, 47 HT, 47 Fly, 54 Fly, 60 Fly, 65 Fly e 78 Fly, além de um iate esportivo de 100 pés); e Sport Fishing (as lanchas de console central, para pesca oceânica e passeios em família, FL 285, FL 290, UB 315, XF 315, XF 335, FL 340, LF 365, XF 375, CV 405 e CV 450). E ainda tem a Sedna Super Sport SS 460, modelo esportivo de passeio de 46 pés. E em todos estes modelos consegue níveis de boa qualidade.

                                        A Sedna 36 HT, como o nome diz, é uma lancha hard-top, com teto solar rígido acionado por comando elétrico, uma categoria que ganhou inúmeros admiradores no Brasil, pela flexibilidade que oferece: pode ser usada como barco fechado nos dias frios ou de virada de tempo e aberto (ou mesmo fechado, com o ar-condicionado ligado) nos dias mais quentes.

                                        Apresentada pelo estaleiro como a lancha com “o maior espaço da categoria”, a Sedna 36 HT tem 11,9 metros de comprimento total (sendo 35,8 pés na linha d’água), além de 3,20 metros de boca. É um ótimo tamanho de barco para quem quer começar a dormir a bordo, acomodando, com certa boa vontade, até sete pessoas para pernoite.

                                        Como uma típica lancha hard top, a Sedna 36 HT tem cockpit integrado ao salão e teto solar, mas oferece fechamento por porta de vidro, o que transforma a praça de popa numa espécie de terraço, sendo que as duas áreas (externa e interna) contam com assentos para até 11 pessoas (mais o piloto) em passeios diurnos.

                                        Ainda assim, a circulação é muito boa. A abertura do teto solar (de acionamento elétrico) é bastante grande para uma lancha desse porte, facilitando a navegação em pé, além de garantir a entrada de sol e ar.

                                        No posto de comando, o banco (duplo e rebatível, com apoio de braços) é de couro, o volante, escamoteável, e o painel tem espaço para um eletrônico com tela de 12 polegadas e até algo mais. A bombordo, há um gostoso divã lateral (aqui o leito para o sétimo passageiro em pernoite).

                                        Com 1,89 m de altura na entrada, o salão — muito bem iluminado por janelas panorâmicas que se integram ao para-brisa e pelo teto-solar — tem ainda dois sofás e espaço para a montagem de uma mesa. Todo o acabamento é de linho, tanto das paredes quanto do teto, e a iluminação, de led, bastante agradável.

                                        A praça de popa vem equipada com mesa de teca (para três pessoas) com base de mola a gás e bancada com cooktop (item opcional), pia, caixa de gelo, lixeira e cristaleira. A passagem lateral para a proa é um tanto estreita, mas auxiliada por bons pegadores de mão no casario e por um guarda-mancebo de boa altura lançado para fora do casco.

                                        Na proa, há um excelente solário com apoio de cabeça reclinável, além de comando de guincho e caixa de âncora adequados ao volume da embarcação — um senão aqui é que o piloto, sentado ou em pé no posto de comando, não tem uma boa visão da corrente e da âncora; o mais aconselhável é fazer essa operação diretamente na proa.

                                        A cabine, com 1,80 metro de altura na entrada, após a escada, é igualmente espaçosa. Tem dois camarotes: um fechado na proa, com cama triangular, e outro mais a ré (este, com 0,58 cm de pé-direito na cama de boas dimensões, 1,85 m x 1,53 m, e isolada por cortinas), com acesso por uma passagem lateral.

                                        E há ainda um sofá conversível em cama de casal com boas medidas (1,89 m x 0,90 m), na frente da cama de popa. O banheiro é excelente, com ótimo 1,75 m de altura, ducha de mão, espaço para banho, gabinete com espelho, antepara revestida com pastilhas, claraboia e vigia).

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                                        No centro da área de cabine, tem uma sala com sofá e tv (a bombordo), além da cozinha, que fica em um nicho a boreste, com pia, geladeira, micro-ondas e armários. O detalhe é que essa área recebe iluminação natural através do para-brisa (de folha inteira) e do teto solar, montando um pé-direito de 2,33 m. Para refrigerar os ambientes, a lancha oferece aparelho de ar-condicionado de 16.000 btu. O painel elétrico está bem disposto, junto à cozinha, e a fiação, toda estanhada, chama atenção por sua boa qualidade de montagem.

                                        O fluxo de passageiros recebeu cuidado especial do projetista, com a integração entre todos os ambientes e predomínio do conceito aberto. Repare que a porta com três folhas de vidro (com estrutura de inox), entre o cockpit e o salão, abre praticamente inteira. Tudo isso torna as diversas áreas mais confortáveis, relaxantes e seguras.

                                        A plataforma submersível de popa, medindo 3,04 m de largura por 1,39 m, é outro ponto forte desta 36 pés. Segundo o estaleiro, sustenta até 400 kg (com a opção de um suporte removível para jet) e vem equipada com ducha e escada retrátil.

                                        Agregado a ela há o indispensável espaço gourmet, com pia, torneira rebatível com água quente e fria, tábua para cortar carne, paiol de utilidades e churrasqueira (item opcional), que pode ser elétrica ou a carvão. Um toldo (de acionamento elétrico, por controle remoto) protege toda essa área, mas também é item opcional.

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                                        Para o acesso à casa de máquina, há duas opções: uma pela popa, por meio de uma abertura de acionamento elétrico, e outra pela praça de popa, por um acesso no piso logo à frente da porta de vidro. O espaço para manutenção não é grande, mas suficiente, desde que o acesso seja feito pela entrada da praça de popa, com a retirada do depósito da lixeira que fica instalado ali.

                                        Outro diferencial da Sedna 36 HT está na laminação, feita por infusão à vácuo, o que resulta em um casco forte, leve e resistente — segundo o estaleiro, o casco da Sedna 36 HT é 30% mais leve que o de uma lancha com laminação comum. Quanto menor o peso, menor o esforço dos motores e, consequentemente, menor o gasto de combustível.

                                        Como navega

                                        Para avaliar o comportamento do seu casco, levamos a Sedna 36 HT para as águas normalmente calmas do Guarujá, no litoral de São Paulo, mas que no dia do teste não apresentavam as melhores condições, com mar mexido (ondas de 1,00 m a 1,20 m de Sul) e ventos de 8,5 nós constantes com rajadas também de Sul a Sudeste de até 13 nós.

                                        Mesmo nessas condições, já em mar aberto (avançamos quase 5 milhas da costa), a lancha respondeu muito rápido, o que torna o pilotar leve e bem agradável. Mostrou-se, também, bastante ágil nas curvas, fazendo manobras com raio de giro curto na velocidade de cruzeiro, que foi de 25,9 nós, a 3 300 rpm.

                                        Já na velocidade máxima, a Sedna 36 HT foi muito bem, sem adernar demais, e mostrou muita capacidade de se manter estável navegando contra as ondas. Não faltaram indícios de um casco seguro e bem equilibrado para o tipo de navegada que a Sedna 36 HT se propõe.

                                        Além disso, percebemos que ela levanta um pouco a proa na aceleração, o que é bem normal em embarcações desse porte, ainda mais com os tanques cheios, o que pode ser corrigido com a instalação de flapes, que não estavam disponíveis na unidade testada, por opção do proprietário. Após os 21,5 nós, a proa se estabiliza e baixa bem, e a lancha desliza suave, sem nenhuma forte pancada no casco.

                                        No desempenho, com dois motores de centro-rabeta Volvo Penta D4, a diesel, de 270 hp cada, a Sedna 36 HT foi muito bem acima dos 2800 rpm, atingindo 30,2 nós na média de velocidade final, com cinco pessoas a bordo, 420 litros de diesel (capacidade total do tanque de combustível) e 200 litros de água (metade do tanque).

                                        Na aceleração, contudo, a lancha levou 23 segundos para alcançar 20 nós, o que já era esperado, pois a lancha tem uma saída um pouco mais pesada. Acreditamos que se equipada com dois motores de 300 hp o conjunto ficará mais equilibrado.

                                        Já a partir dos 2 800 giros, com a proa mais baixa, a Sedna 36 HT entrega performance com números bastante agradáveis. Nessas condições, com a posição ajustada, o que poderia ocorrer com o uso de flapes, o posto de comando e a posição de pilotagem se mostraram uma das melhores dessa categoria entre as lanchas já testadas por NÁUTICA.

                                        Características técnicas

                                        Comprimento total: 11,9 metros (39 pés)
                                        Comprimento do casco: 10,9 metros (35,8 pés)
                                        Boca: 3,2 metros
                                        Calado com propulsão: 0,9 metro
                                        Borda livre na proa: 1,20 m
                                        Borda livre na popa: 0,80 m
                                        Altura do salão na entrada: 1,80 m
                                        Ângulo do V na popa: 18 graus
                                        Combustível: 420 litros
                                        Água: 400 litros
                                        Capacidade dia: 12 pessoas
                                        Capacidade pernoite:  7 pessoas
                                        Peso com motores: 9 800 kg
                                        Potência: 2 x 270 a 300 hp cada

                                        Planta Sedna 36 HT: convés principal com solário na proa, grande plataforma de popa (com móvel gourmet), porta de três folhas dividindo a praça de popa e o salão
                                        Planta Sedna 36 HT: convés inferior, com camarote de proa fechado, banheiro, cama de casal à meia-nau e sofá que se transforma em mais uma cama

                                        Pontos Altos

                                        » Espaços bem aproveitados
                                        » Pernoite para até sete pessoas
                                        » Navegação estável contra ondas
                                        » Proa muito bem aproveitada
                                        » Fechamento do salão

                                        Pontos Baixos

                                        » O acesso para a manutenção dos motores
                                        » Faltam janelas laterais no salão
                                        » Aceleração lenta até 20 nós

                                         

                                        Quanto custa?

                                        A partir de R$ 1 595 000, já equipada com dois motores centro-rabeta Volvo Penta D4, de 270 hp cada (a versão testada por NÁUTICA). Preço pesquisado em dezembro/2020. Para saber mais sobre o modelo testado, acesse o site oficial da Sedna Yachts, www.sednagroup.com.br.

                                        Quem fabrica?

                                        Sedna Group é um estaleiro nacional, com sede em Santa Catarina, com forte presença no segmento de pesca no Brasil e América do Sul. Desde a sua reformulação, em 2012, está focada na liderança do segmento pesca oceânica e também na melhoria constante de seus barcos.

                                        Atualmente, seguindo a confiança da marca Sedna conquistada no mercado “Sport Fishing”, graças à navegabilidade e robustez na construção dos cascos, o estaleiro produz duas coleções distintas de embarcações: a voltada para a pesca oceânica e de barcos de passeio de 36 a 100 pés.

                                        Reportagem: Guilherme Kodja
                                        Edição de texto:
                                         Gilberto Ungaretti
                                        Edição de vídeo: TakeBoom Produções
                                        Fotos: Rogério Pallatta e Victor Oliveira/TakeBoom

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                                          O estaleiro alemão Hanse Yachts anunciou o lançamento de dois novos barcos de sua linha Sealine – o Sealine C335 e o C335v. Ambos os modelos estão disponíveis com motor interno de até 440 hp ou motores de popa duplos de 300 hp.

                                          Cada elemento de design interior das duas lanchas foi redesenhado para tornar o espaço disponível mais inteligente e mais luxuoso do que nunca em um barco de 33 pés.

                                          O salão, por exemplo, foi equipado com um assento de passageiro flexível que completa a área de estar ao redor da mesa de jantar quando dobrada. As superfícies de trabalho na nova cozinha são divididas entre a área de cozimento e a pia e podem ser dobradas conforme necessário.

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                                          A posição da direção, segundo a marca, visa o máximo conforto operacional com estética moderna e ótima visibilidade em toda a volta. A suíte do proprietário oferece luz natural com um total de quatro janelas e três claraboias. O projeto é complementado por um camarote VIP ao lado de um banheiro com box separado.

                                          “Nossa ambição era equipar o C335 e o C335v com todo o conforto de um iate maior de 36 pés”, diz a gerente de produto Andrea Zambonini. “O espaço livre no salão e nos camarotes é único nesta classe. Com a grande área de janela extravagante no casco, também estabelecemos um novo recurso de design em Sealine, permitindo uma quantidade incrível de luz natural abaixo do convés”.

                                          Ambos os modelos podem ser ajustados usando o configurador 3D recentemente desenvolvido, onde várias cores, tecidos e madeiras estão disponíveis.

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                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                            Em uma jogada épica para o turismo submarino, a companhia de veículos submersíveis da Flórida, Triton Submarines, lançou o primeiro submarino com cobertura de acrílico que pode mergulhar até mil metros de profundidade. O veículo tem capacidade para seis passageiros.

                                            Descrito como “um salão sob o mar”, o Triton 3300/6 possui o maior compartimento transparente de passageiros do mundo, em um formato esférico que possui 2,5 metros de diâmetro. Essa inovação proporciona uma visão imersiva do ambiente para aqueles a bordo.

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                                            O interior do veículo que vale 5,5 milhões de dólares – cerca de 28 milhões de reais – é “comensurável com a cabine de um jato privado Cessna Citation CJ2, com capacidade para seis passageiros” e seu exterior foi pintado de azul Tiffany, a pedidos do proprietário, “parece desaparecer” dentro d’água.

                                            O submarino com ar-condicionado chega a até três nós de velocidade e armazenamento de ar e bateria para excursões com mais de 10 horas de duração, de acordo com informações da marca.

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                                              Suzuki lança os primeiros motores de popa de 115 e 140 hp drive-by-wire

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                                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                              A Suzuki afirma que os seus novos motores de popa de 115 e 140 hp são os primeiros da sua classe a oferecer todas as vantagens da tecnologia drive-by-wire.

                                              Tradicionalmente, os motores de popa de tamanho médio são controlados por cabos que empurram fisicamente o acelerador e os atuadores de mudança de marcha conforme você move a alavanca (geralmente por meio de cabos de aço revestidos).

                                              Com a tecnologia drive-by-wire, muitas vezes chamada de fly-by-wire, os controles do acelerador e das mudanças enviam sinais eletrônicos por fios que instruem os componentes eletrônicos do motor a obedecer às suas ordens.

                                              É um sistema comumente usado em potentes motores internos e cada vez mais em motores de popa de 200 hp ou mais. No entanto, esta é a primeira vez que ele foi pensado para motores de popa de menos de 150 hp.

                                              O drive-by-wire torna o aparelhamento mais fácil pelos fabricantes, que só precisam encaminhar os fios em vez de traçar um lance de cabo que ficará preso se dobrado com muita força. Mas talvez o mais importante para o usuário final, o resultado é um acelerador preciso e super suave e controles de mudança de marcha.

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                                              Por mais importantes que sejam essas mudanças, há uma série de outras melhorias. Uma taxa de compressão atualizada de 10,6: 1 ajuda esses novos motores de popa de 2.0 litros a alcançar melhor velocidade máxima e aceleração, melhorando a eficiência térmica. A eficiência do combustível também foi aumentada em comparação com os modelos DF115A e DF140A existentes da Suzuki.

                                              Suzuki diz que os testes de fábrica demonstraram uma eficiência de combustível de 5% a 7% melhor para o DF140BG em velocidades de cruzeiro intermediárias a altas. O novo DF115BG demonstrou até 5% a 6% melhor eficiência de combustível em velocidade de cruzeiro.

                                              Um alternador de 40 A em ambos os modelos visa oferecer melhor desempenho e carregamento da bateria em baixas velocidades de marcha lenta – ideal para embarcações com muitos eletrônicos.

                                              E uma carenagem redesenhada incorpora uma nova estrutura de entrada de ar com separação de água aprimorada e um sistema silenciador/ressonador para atenuar os ruídos do motor e fornecer uma experiência de navegação mais agradável em todas as velocidades do motor.

                                              Eles estão disponíveis em comprimentos de eixo de 508 mm (L) e 635 mm (X) e estarão disponíveis para pedido no final deste ano. Os preços dos novos motores ainda não foram anunciados.

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                                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                Seguem os preparativos para a realização da 4ª edição da Expedição Anamauê, que sairá no dia 25 ou 26 de dezembro da base da Canoa Polinésia Pataxó, na praia do Parracho, em Arraial D´Ajuda, no sul da Bahia.

                                                A expedição será das maiores do Brasil com 650 milhas náuticas percorridas até Niterói (RJ), na praia do Jururuba, na base do Centro de Estudos do Mar – CEM – em trajeto inédito percorrendo o litoral sul da Bahia, todo o litoral do Espírito Santo, Norte, Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, com previsão de término entre os dias 10 e 20 de janeiro de 2021. A cada dia serão velejadas e remadas (se preciso) de 30 até 40 milhas náuticas, dias inteiros no mar sem o auxílio de equipamentos eletrônicas, apenas bússola e carta náutica.

                                                Ela será feita por intermédio de uma canoa havaiana V6 adaptada para vela que terá dois mastros como explica Cauê Sekiguchi, que já iniciou os trabalhos de adaptação na base de Arraial D´Ajuda onde a deixará pronta no dia 20. “Tem sido um desafio para adaptar essa canoa por conta do prazo. Será uma canoa com dois mastros, canoa que demanda algumas estruturas de reforço, talvez estaiamento, precisamos nos preocupar com o volume da ama, é algo que terá uma área vélica significativa. Existem velejadores a bordo, mas é uma canoa adaptada à vela, adaptações que temos know-how”, disse Cauê que tem a base em Arraial D´Ajuda há três anos e começou no esporte junto com Ranin. Ele se especializou em construção de canoas havaianas e polinésias e hoje possui quatro em sua base para seis e quatro pessoas.

                                                Um dos líderes da 4ª edição da Expedição Anamauê é o capixaba Ranin Thomé, natural de Regência (ES), multicampeão estadual de competições no esporte, que idealizou o desafio com o niteroiense Douglas Moura. Ranin, oceanógrafo, conheceu a Canoa Havaiana durante o período de faculdade, hoje ele tem 10 anos de experiência no esporte e nesse mesmo período montou o primeiro clube que vem se espalhando pelo litoral. Atualmente, conta com bases por todo o litoral capixaba, coordena a base de Arraial D´Ajuda e de Porto Seguro com Cauê, e ainda tem filiais no litoral paranaense e em Brasília (DF).

                                                “Estamos encarando com muito respeito a expedição pois sabemos que o mar não é injusto, mas é intolerante. É um desafio pois ninguém nunca adaptou uma canoa V6 tahitiano. Ninguém nunca fez esse percurso. Sempre é um desafio. Não nos consideramos aventureiros pois aventureiros são pessoas que fazem sem planejamento. Estamos muito confiantes pois as pessoas que vão e quem faz a canoa trabalham há mais de 10 anos com canoa, a equipe tem muita experiência com travessias. Temos muitos parceiros de bases ao longo do caminho. A comunidade da canoa é muito parceira, que abraça”, aponta Ranin que vê os maiores desafios nas chegadas e saídas: “Precisamos embarcar e desembarcar em praias com ondulações, bocas de Rio, parar para dormir todos os dias. Maior perigo é a zona de arrebentação para chegar ou sair das praias”.

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                                                Bárbara Guimarães, também oceanógrafa, é instrutora de canoa havaiana há cinco anos, esporte que conheceu em um trote ecológico na época da universidade. Ela é professora da base da CPP Extreme, em Vitória (ES), dando aulas no período da noite e já realizou diversas expedições de norte até o sul do Espírito Santo desde Regência até Marataízes, além de ter disputado a competições da conhecida Volta de Santo Amaro (SP) e da Volta de Ilhabela (SP) em revezamento com 12 mulheres em canoa de seis lugares. A preparação vem sendo forte: “Os treinos têm sido praticamente diários, estou remando 15km/dia, somando as três turmas que têm no clube. No final de semana faço uma remada de 20km sem parar em canoa individual (V1). Além disso faço yoga e funcional regularmente. Minha alimentação durante a quarentena é vegetariana e faço jejum intermitente também. Tudo isso associado melhora a resistência física para essa expedição”, destacou Bárbara que destacou o aumento do número de mulheres no esporte. Além de Bárbara, a capixaba Dayana Gualberto, de Regência (ES), será outra mulher a participar da expedição: “O esporte vem ganhando popularidade, quantidade praticamente igual de homens e mulheres nas escolas. A vibe que vem dos alunos nas aulas e nos campeonatos estimulam com que as mulheres queiram fazer parte da canoa havaiana, isso é muito positivo”.

                                                A 4ª edição da Expedição Anamauê tem, ainda, três membros do estado do Rio de Janeiro. Douglas Moura, de Niterói (RJ), que realizou diversas expedições, entre elas Niterói (RJ) até Santos (SP) com 11 dias no mar, além de ter disputado competições internacionais, o velejador niteroiense Talvo Calfat e o carioca Daniel Gnone, do Rio de Janeiro.

                                                Projetos sociais pelo Espírito Santo e sul da Bahia

                                                A CPP Extreme tem o foco não só de aulas de canoa havaiana, mas o objetivo social. Em 10 anos de projeto, milhares de crianças, adolescentes e adultos com vulnerabilidade social, deficiência visual e cadeirantes participaram dos projetos sociais espalhados pelas bases. No momento, por conta da pandemia da Covid-19 são cerca de 200 alunos ativos, 50 somente em Regência (ES).

                                                Há um ano, Cauê montou o projeto social Filhos do Céu, em Arraial D´Ajuda, o qual vem utilizando canoa comum da aula e vem realizando uma vaquinha virtual para custear uma canoa nova específica para o projeto social que busca estender por mais 10 anos. As doações podem ser feitas pelo link.

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                                                  Associação estadunidense dá dicas de como iluminar embarcações com segurança

                                                  Por: Redação -
                                                  17/12/2020

                                                  Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                  A BoatUS, associação estadunidense de proprietários de barcos, aconselha navegadores sobre iluminação decorativa não apropriada para a navegação. Muitos proprietários gostam de investir em luzes de LED diferenciadas para o seu barco. O que eles não sabem é que, se instaladas no lugar errado, esses leds podem fazer com que outros navegadores os interpretem da forma errada, podendo acarretar em um risco à segurança.

                                                  A customização de barcos, apesar de ter se tornado cada dia mais comum e promover a criação de personalidade de uma embarcação, também tem seu lado ruim. Com opções que vão de cordas à iluminação subaquática, o maior desafio das soluções em iluminação é, principalmente, a imagem delas com o barco em movimento.

                                                  Partindo desse dilema, a Fundação BoatUS para Segurança Náutica e Água Limpa, organização sem fins lucrativos presidida por Chris Edmonston, divulgou duas dicas para a hora de comprar e instalar as luzes decorativas em cada barco.

                                                  boatUS

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                                                  A primeira é: “Quando em movimento, evite exibir qualquer luz que possa ser confundida com uma luz de navegação ou outro tipo de embarcação. Ao instalar iluminação LED decorativa, passar a fiação para um único interruptor mestre permite que você desligue facilmente todas as luzes não essenciais antes de sair. Lembre-se de que luzes azuis piscantes são reservadas para a aplicação da lei – à distância, a ação das ondas combinada com o balanço constante de luzes azuis de alta intensidade abaixo da linha d’água pode dar a aparência de uma embarcação policial”.

                                                  E a segunda: “Não instale luzes decorativas que impeçam o operador de manter uma boa vigilância. Ao correr entre o pôr-do-sol e o nascer do sol, é fundamental que aqueles que estão atrás do volante mantenham sua visão noturna, então o objetivo número um é manter a luz longe dos olhos do operador. O brilho da iluminação estética, como luzes LED de corda enroladas em uma estação de leme, pode prejudicar a visão noturna”.

                                                  boatUS

                                                  A Fundação BoatUS para Segurança Náutica e Água Limpa é financiada majoritariamente por doações de membros da BoatUS, e trabalha para promover uma navegação segura, limpa e responsável. Além disso, ainda oferece alcance educacional diretamente para velejadores e pescadores com o objetivo de reduzir acidentes e fatalidades. Hoje, são 36 cursos estaduais gratuitos, que podem ser encontrados (em inglês) no site: boatus.org/courseline/

                                                  Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

                                                  Gostou desse artigo? Clique aqui para receber o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e leia mais conteúdos.

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                                                    Curaçao é eleito um dos melhores destinos de mergulho no Caribe e no Atlântico

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                                                    O Readers Choice, realizado pela revista norte-americana Scuba Diving, escolheu Curaçao como um dos melhores destinos de mergulho no Caribe e no Atlântico em geral para 2021, com uma classificação elevada em sete categorias. A publicação pede anualmente aos seus leitores que classifiquem diversas categorias sobre a prática do esporte.

                                                    “Para todos nós é uma honra receber este reconhecimento internacional. Isso confirma nossa preocupação com a preservação da rica biodiversidade marinha de Curaçao, a infraestrutura turística e a segurança para ofertar uma experiência única aos turistas e mergulhadores”, disse o gerente para América do Sul do Escritório de Turismo de Curaçao, Andre Rojer.

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                                                    As categorias em que a ilha de Curaçao foi premiada foram: Melhores operadores de mergulho/Qualidade das instalações, Vida macro, Mergulho em naufrágios, Mergulho em Cavernas e grutas, Mergulho em terra e snorkel, Mergulho para principiantes e Melhor valor (custo x benefício).

                                                    Curaçao é uma ilha colonizada pela Holanda e um dos desejados destinos caribenhos. O local está a 70km da Venezuela e faz parte do Reino da Holanda. Curaçao faz parte das ilhas ABC (Aruba, Bonaire e Curaçao) e se destaca pelas praias cristalinas, de azul profundo e límpido, ideais para mergulho. Algumas praias no país são pagas, o que não tira o charme e garante a boa estrutura para os visitantes.

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                                                      Os donos de embarcações que fazem passeios turísticos em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, fizeram um protesto na manhã desta quarta-feira (16) contra o decreto publicado pela prefeitura na segunda (14) que suspende as atividades de turismo náutico na cidade.

                                                      Os barcos foram cobertos com plásticos pretos para representar o “luto pelo turismo náutico”. Os trabalhadores questionam a suspensão dos trabalhos e garantem que conseguem trabalhar evitando aglomerações e seguindo os protocolos de segurança contra a Covid-19.

                                                      Antes do decreto atual, os trabalhadores estavam atuando com 50% da capacidade. De acordo com o presidente da associação de empresas de turismo náutico de Cabo Frio, Emerson Paiva, protocolos são seguidos para garantir a segurança dos trabalhadores e dos clientes.

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                                                        A construção do iate do jogador da NBA Tony Parker, o Infinity Nine, de 35 metros, está a todo vapor e tem data de lançamento prevista em março de 2021. O Infinity Nine é o segundo casco da série Kando110 construído pela AvA Yachts em Antalya, onde Parker fez várias visitas com sua equipe de consultoria de construção.

                                                        O Infinity Nine apresenta um design interno e externo, bem como designers de engenharia e navais pela equipe da AvA. O iate a motor agora tem um casco de aço e superestrutura de alumínio concluídos e o revestimento final de seu casco está em andamento.

                                                        Todos os principais equipamentos foram entregues e instalados e o ajuste interno começou. Com capacidade para até 10 pessoas em cinco camarotes, o Infinity Nine tem quatro conveses com um layout de acomodação que inclui uma suíte do proprietário de 29 m² com janelas de altura total localizadas no convés superior à ré.

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                                                        O modelo inclui uma plataforma de natação estendida na popa, uma academia no convés superior para o astro do basquete treinar e também incluirá o que a AvA  chama de “toques radicais de design de interiores” que serão revelados no início de 2020.

                                                        Atilla Küçükdiker, Presidente e Fundadora da Ava Yachts disse que “é sempre um prazer receber o Sr. Parker e sua equipe no estaleiro e para nós podermos mostrar no processo os detalhes, cuidados, atenção e qualidade que são a marca registrada da um iate da AvA Yachts. Estamos orgulhosos e confiantes de que o Sr. Parker terá o iate dos seus sonhos e que o Infinity Nine será uma experiência de propriedade prazerosa para ele e sua família.”

                                                        O modelo Kando110 tem um alcance de mais de 6 500 milhas náuticas e será equipado com motores marítimos comerciais Volvo Penta, geradores marítimos Kohler, eletrônicos de navegação Simrad, sistemas de monitoramento Boening, propulsores de proa e popa Sleipner e estabilizadores de barbatanas.

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                                                          Por: Redação -

                                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                          O casal de americanos Brooke Ballantyne e Isaiah Stefo estava de férias no Havaí quando registrou, em vídeo, um momento que viralizou na redes sociais. A bordo de um bote inflável, na costa de Na Pali, na ilha de Kauai, no Havaí, eles gravaram uma rápida navegação por dentro da segunda maior caverna marítima do mundo, batizada de Waiahuakua, também conhecida como a Caverna da Porta Dupla — por ter uma entrada e uma saída.

                                                          Esta caverna remota, que se estende por 350 metros, é acessível apenas por barco. Fora isso, a beleza natural do local é adicionada a queda de uma cachoeira que despenca dentro da caverna. Isso acontece por conta de uma fissura no “telhado” da rocha vulcânica.

                                                          Ilha de Kauai

                                                          A ilha de Kauai, que faz parte do arquipélago havaiano, é conhecida como “Ilha Jardim” por conta da floresta tropical que cobre grande parte de sua superfície. Quem já navegou por lá, garante ser um os lugares mais incríveis do mundo. No mínimo, curioso.

                                                          Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                            Wally lançou o Wallytender 43, seu segundo modelo totalmente novo desde que ingressou no Grupo Ferretti em 2019. O Wallytender 43 compartilha muitos de seus traços de estilo e características com o Wallytender 48, incluindo seus terraços dobráveis.

                                                            A lancha conta com uma pequena cabine abaixo do convés de proa que permitirá a um casal passar um fim de semana a bordo em grande estilo.

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                                                            Certificado para 12 pessoas, o Wallytender 43 destina-se a ser uma lancha rápida aberta. A propulsão vem de duas unidades de tração de popa Volvo Penta D6 de 380 hp, embora possam ser atualizadas para duas unidades D6s de 440 hp.

                                                            O casco é uma evolução do icônico Wallytender original e é projetado para oferecer um passeio de perfuração de onda suave e eficiente. Construído em Forli, Itália, o primeiro Wallytender 43 foi lançado no mês passado, apresentando um casco verde metálico iridescente, da mesma cor do Wallygator, o famoso veleiro construído pelo fundador do Wally, Luca Bassani, há quase 30 anos.

                                                            Gostou desse artigo? Clique aqui para receber o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e leia mais conteúdos.

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