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Novidade no mar. E das grandes! Uma vez entregue no fim deste desafiador ano 2020, o megaiate Opus se tornará a 10ª maior embarcação particular de recreio do mundo, com intermináveis 142 metros de comprimento, ou 466 pés!
Já no mar, em fase de testes, o Opus foi construído pelo estaleiro alemão Lürssen, com supervisão da Moran Yacht & Ship, que tentaram manter em segredo os detalhes sobre o barco. No entanto, sabe-se que gigante de casco de aço (e superestrutura de alumínio) tem seis andares e nada menos que 20 camarotes ou suítes, com pernoite para 36 pessoas (sem contar a tripulação), dentro das normas do Passenger Yacht Code (PYC), que estabelece padrões para iates operados tanto particular como comercialmente.
Seu interior, como era de se esperar, é um show de superlativos. Entre outros itens exclusivismos de conforto, o proprietário (que seria o russo Alexei Mordashov) exigiu (e ganhou) uma piscina climatizada coberta, dois helipontos ocupando deques diferentes, um grande centro de esportes e mergulho no convés inferior à beira da água, estabilizadores de última geração e uma frota de barcos de apoio com embarcações de até 50 pés. Dinheiro compra tudo mesmo, né?
O design, tanto interno como externo (de linhas elegantes, atemporais), ficou por conta do estúdio italiano Nuvolari Lenard, e o nome de batismo do megaiate, Opus, é muito apropriado, já que se trata de uma obra de arte da arquitetura naval. A palavra “opus”, para quem não sabe, significa “obra” ou “trabalho”, e em música é usada para registrar, classificar e catalogar o acervo dos compositores.
Ranking dos 10 maiores iates do mundo:
1) Azzam — 180,6 metros
2) Fulk Al Salamah — 164m
3) Eclipse — 162,5m
4) Dubai — 162m
5) Dilbar — 156m
6) Al Said — 155m
7) Topaz — 147,2m
8) Prince Abdulaziz — 147m
9) El Mahrousa – 145,7m
10) Opus — 142m
Obs.: a lista não inclui oREV Ocean, novo maior iate do mundo, de 600 pés, que terá a missão nobre de proteger os oceanos, como barco de pesquisa e expedição.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
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A Sealegs, fabricante de barcos com sede na Nova Zelândia, existe desde 2005 e, desde então, constrói barcos anfíbios para proprietários de cerca de 55 países. A comodidade de poder trazer sua embarcação para terra firme sem a ajuda de um segundo veículo como um trator ou um reboque é a especialização da organização. O lançamento mais recente do estaleiro é o Cabin RIB de 12m, projetado em parceria com Hall Marine e C4 Design.
Com esse comprimento, o Cabin RIB se torna o barco anfíbio mais longo do mundo, de acordo com a marca. Possui, ainda, uma versatilidade em termos de aproveitamento de todo esse espaço, podendo ser adaptado tanto para fins recreativos, quanto para transporte de cargas ou turismo.
Ele utiliza o sistema Sealegs System 100 e consiste em rodas e motores hidráulicos integrados aos pneus de aro 37 para uma tração nas quatro rodas. Segundo a marca, percorre o terreno em que se encontra em velocidades de até 8 km/h, graças aos 94 cv de potência. Em terra, este barco é capaz de escalar locais de até 25% de inclinação.
Por mais que a velocidade em terra não seja o forte do barco, essa parte da embarcação foi construída com o intuito apenas de retirá-lo da água e colocá-lo em terra firme. Na água, porém, ele usa um par de motores de popa de 400 hp, visando atingir velocidades maiores. Também é possível equipá-lo com outros motores de popa duplos de 300 hp. E, para mantê-los, conta com tanque de combustível de 500 litros sob o convés.
Esse modelo, de acordo com as especificações, pode acomodar até 12 pessoas, incluindo o condutor. Ele vem com um layout personalizável, que o torna a escolha ideal para quem gosta de variedade. Na configuração recreativa, pode acomodar nove pessoas, vem com sua própria cozinha e cabine fechada (ou aberta) com vista panorâmica. Outras opções incluem beliches para dormir, espaços para refeições ou teto solar elétrico, ar-condicionado e churrasqueira, além de uma ampla variedade de arranjos para espaços recreativos. Uma plataforma de embarque retrátil permite um embarque fácil e rápido. A tecnologia a bordo inclui GPS/sonda de profundidade, radar e piloto automático de controle de cruzeiro, e o aquecedor e a geladeira fazem parte da oferta padrão.
A Sealegs não mencionou uma faixa de preço para o modelo básico. O primeiro Cabin RIB de 12m está em construção, tendo sido encomendado por um cliente na Europa. A Sealegs estima que as entregas de mais unidades começarão em 2021.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
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Na última sexta-feira (25), a proposta de Alejandro Agag, o UIM E1 World Electric Powerboat Series, foi apresentada oficialmente. Este será o primeiro campeonato de barcos totalmente elétricos, e foi anunciado em seu estágio de projeto. A NAUTICA, inclusive, havia divulgado essa informação. Alejandro, que também é o fundador da Fórmula E e Extreme E, contou com o apoio de duas pessoas para essa realização: o ex-diretor de esportes motorizados Rodi Basso e o presidente da Union Internationale Motonautique (UIM), Raffaele Chiulli.
Para o circuito, Alejandro pretende fundamentar a competição com o seu último lançamento: os barcos totalmente elétricos chamados Racebird. Durante a apresentação da E1 World Electric Powerboat, no exclusivo Monaco Yacht Club, Agag disse estar convencido de que esses testes “atrairão tanto aos fãs do esporte, navegação e tecnologia, quanto aos conservacionistas do oceano”. Como um grande ativista ambiental, Alejandro explica que, em sua opinião, “os oceanos, lagos e rios estão sob enorme pressão ambiental, e que o E1 World Electric Powerboat será um exemplo de mobilidade elétrica na água para as gerações futuras”.
Alejandro, que já atuou no campo político, reconhece que “o uso da energia elétrica ainda está em um estágio embrionário”, e está confiante que essa inovação irá promover soluções para uma navegação mais limpa, assim que a deficiência tecnológica que ainda os cerca seja superada.
Rodi Basso, por sua vez, um ex-engenheiro aeroespacial, promete que os barcos proporcionarão “um espetáculo esportivo emocionante”. Em seu currículo encontram-se empresas como NASA, Ferrari, Red Bull — durante a Fórmula 1 —, Magneti Marelli e McLaren Applied Technologies, na indústria de alta tecnologia. Na UIM E1 World Electric Powerboat Series, Basso atuará como diretor executivo, ao passo que Alejandro exercerá o papel de presidente da companhia.
“Durante 20 anos, sempre sonhei em usar o automobilismo para demonstrar e ganhar visibilidade em torno de uma tecnologia e depois criar soluções com ela em outros campos. Com este campeonato, vamos acelerar a tecnologia elétrica na indústria naval, contribuindo com enormes avanços tecnológicos e a experiência do automobilismo ”, expôs o ex-engenheiro italiano.
Já Raffaele Chiulli, presidente da UIM (União Internacional de Motonáutica), que licencia com exclusividade a nova competição, afirmou que a organização apoia com entusiasmo o novo evento. Principalmente, levando em conta que a corrida contribui para a conservação do meio marinho, Raffale completa “estamos orgulhosos da parceria com Alejandro Agag, Rodi Basso e E1, e estou confiante de que esta iniciativa, junto com a Extreme E, irá acelerar a mobilidade sustentável globalmente”.
Os Racebirds contam com cascos que navegarão acima da superfície da água, graças a um sistema hidrófilo, e que lhes permitirá atingir velocidades de até 60 nós (111 km/h), de acordo com informações da organização. Assim como um carro de corrida, a embarcação contará com espaço somente para o condutor. O projeto está sendo coordenado por Sophi Horne e desenvolvido pela SeaBird Technologies, uma startup com sede no Reino Unido.
A intenção é recrutar até 12 equipes, cada uma com dois barcos. Um deles terá sua base na própria Europa e o outro ficará armazenado no St. Helena, um antigo navio do Royal Mail britânico, que a organização utilizará como paddock flutuante. Por enquanto, o único empecilho é a reunião total do grupo de capitães. A cada corrida de E1, uma série de rodadas de qualificação será realizada, com fases eliminatórias e um único vencedor a cada evento determinado no calendário. O campeão mundial será aquele que acumular mais pontos ao longo da temporada. O desafio não será apenas dar um show de velocidade no Racebird, mesmo que em diferentes condições de mar, e sim demonstrar toda a habilidade do piloto para conservar energia, já que, a partir da quartas de final, o fornecimento de energia será limitado.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
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A Mastercraft, empresa norte-americana especializada na fabricação de lanchas para wake, marcará presença na próxima edição do São Paulo Boat Show, que acontecerá de 19 a 24 de novembro, na Raia Olímpica da USP. A marca é representada no Brasil pela Prowake, que atua na venda de barcos desenvolvidos especificamente para o esporte.
A empresa, comandada pelo atleta de wakeboard Marito Manzoli, visa atuar não apenas durante a escolha do barco, mas também no pós-venda, com uma entrega técnica, suporte de peças e serviços, além da garantia. Desde 2002, quando o wakeboard e o esqui aquático começaram a crescer no Brasil, Marito atende às demandas dos praticantes desses esportes. Primeiro, na empresa Wake na Veia, com a venda de pranchas e acessórios e, desde 2009, com a Prowake.
Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.
Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.
Anote aí!
SÃO PAULO BOAT SHOW 2020 Quando? De 19 a 24 de novembro
Dias de semana das 15h às 22h
Finais de semana das 13h às 22h Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo Mais informações: [email protected]
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Conhecida como cidade das canoas, Ubaitaba, no sul da Bahia, passa a contar com um Centro de Treinamento de Canoagem. O investimento de mais de R$ 1,6 milhão foi entregue pelo governador Rui Costa no dia 28 de agosto e atenderá os atletas entre 8 e 18 anos da região. Em Ubaitaba, figuram nomes importantes da Canoagem Brasileira, e exemplos dos atletas medalhistas Isaquias Queiroz e Erlon de Souza.
A estrutura do centro contempla garagem dos barcos, sala de musculação, refeitório, copa, despensa, área de serviço, sala da administração, sala de professores, sala de aula e deck flutuante. O modelo segue o mesmo padrão adotado no primeiro centro de canoagem em Itacaré, também construído pelo Governo da Bahia e inaugurado em julho de 2018. O terceiro está em fase de construção em Ubatã.
“Este é o segundo equipamento deste tipo que nós entregamos, a partir de um compromisso que eu assumi quando encontrei o Isaquias, depois que ele ganhou a medalha de ouro. Dialogando com os atletas e associações de canoagem, a gente chegou ao melhor formato pra projetar e entregar três centros de canoagem no Estado,” afirmou o governador Rui Costa.
O canoísta olímpico Isaquias Queiroz, de férias na Bahia, também esteve na inauguração do novo espaço. Para ele, a estrutura vai propiciar o fortalecimento da região como celeiro da Canoagem Velocidade.
“Hoje os atletas têm uma estrutura de nível europeu, agora fica um pouco mais fácil para a preparação dos canoístas. Eu ainda tenho a lembrança do centro de treinamento antigo onde os barcos ficam todos amontoados e era mais difícil. Agora os atletas têm academia, um vestiário, uma cozinha para fazer a alimentação, tudo próximo da água, é tudo muito diferente de quando eu comecei na canoagem”, afirma Queiroz.
“A cidade recebe um prédio excepcional, tenho certeza que com essas instalações teremos novas descobertas de talentos com a canoagem baiana e brasileira em pleno crescimento. A Confederação Brasileira de Canoagem lançou um edital para bases da Equipe Estadual Permanente e Ubaitaba sai na frente para sediar um desses polos, gostaria de cumprimentar o governador e toda sua equipe pelo cumprimento da promessa e por investir no nosso esporte para transformar a Bahia em uma referência na Canoagem Brasileira”, comenta João Tomasini Schwertner, presidente da Confederação Brasileira de Canoagem.
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Você já ouviu falar em “máquina de velejar”? Vai ouvir novamente. Feito exclusivamente para regatas, o ClubSwan 80, de 23,9 metros, está sendo construído pela divisão de alto desempenho da finlandesa Nautor’s Swan para dar origem a uma nova classe de vela, programada para estrear na Rolex Cup 2022, com três maxi veleiros.
“O melhor veleiro que existe”, prega o slogan da Swan, marca que está para o mercado de veleiros, tanto em prestígio quanto em performance, quase como uma Ferrari para os automóveis. Inclusive no preço.
O lançamento da linha ClubSwan — que já conta com três modelos de alta performance, de 36, 50 e 125 pés — marcou o início de uma nova era na história do estaleiro, que tem a reputação de construir alguns dos veleiros mais modernos e bem-feitos do planeta.
Fundada em 1966 e controlado há duas décadas pela grife de moda italiana Ferragamo, a Nautor’s Swan já lapidou e colocou na água mais de 2 000 barcos, divididos em 11 modelos, que vão de 36 a 120 pés. O que faz de cada um deles um veleiro especial é sua extraordinária combinação de beleza, performance e tecnologia de ponta.
O ClubSwan 80 terá casco de fibra de carbono e ênfase exclusiva nas regatas, sem nenhuma concessão aos cruzeiristas. Seu negócio será velejar rápido. Segundo seu projetista — o arquiteto naval franco-argentino Juan Kouyoumdijan — o objetivo é criar uma classe competitiva, com veleiros modernos, tecnológicos, rápidos, ágeis e, ao mesmo tempo, divertidos e simples de manobrar, permitindo aos proprietários competir de igual para igual.
O ClubSwan 80 foi projetado e desenvolvido pela Nautor’s Swan em colaboração com a italiana Persico Marine, conhecida por sua construção de veleiros de alto desempenho para a America’s Cup. A forma do casco foi intensamente testada pelo departamento de Dinâmica de Fluidos Computacional da Juan Yacht Design.
“Reunimos as mentes mais brilhantes da indústria de iates para dar forma este 80 pés inovador, introduzindo um novo conceito no mundo dos maxis”, disse Enrico Chieffi, vice-presidente do Nautor Group. O primeiro modelo já está em construção nas instalações da Persico Marine.
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A Malibu Boats, um dos construtores de barcos para wakesurf, wakeboard e surf mais respeitados do mundo, marcará presença na próxima edição do São Paulo Boat Show, que acontecerá de 19 a 24 de novembro, na Raia Olímpica da USP.
A marca é reconhecida por liderar a indústria com inovações importantes, incluindo o primeiro sistema de computador de bordo, em 1993, entre outras. Com três fábricas, na Califórnia, Tennessee, e na Austrália, a marca é representada, no Brasil, pela Master Marine, no mercado desde 1987, sob o comando de Jorge Camasmie.
Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.
Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.
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SÃO PAULO BOAT SHOW 2020 Quando? De 19 a 24 de novembro
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Começou a pré-venda dos ingressos para o São Paulo Boat Show 2020, e o público já pode garantir a visita ao maior salão náutico da América Latina no site oficial do evento. Os valores dos ingressos são de R$ 70 (inteira), R$ 35 (acima de 65 anos) e R$ 5 (pessoas com necessidades especiais). No primeiro lote, que vai até 31 de outubro, o público terá 20% de desconto nos bilhetes de R$ 70 e R$ 35.
O São Paulo Boat Show chegará à sua 23ª edição em 2020 e acontecerá de 19 a 24 de novembro, em um local inédito e, pela primeira vez, com barcos na água na capital paulista: a Raia Olímpica da Universidade de São Paulo, localizada paralelamente à marginal do Rio Pinheiros.
Respeitando todos os protocolos de segurança e saúde, o São Paulo Boat Show 2020 vem adotando diversas medidas pensando desde o acesso inicial do público e expositores, até a permanência dentro do evento. Já na chegada ao local, os presentes serão impactados pela comunicação de distanciamento e, em seguida, passarão por cabine de higienização, tapete sanitizante e aferição de temperatura. Serão disponibilizadas máscaras, luvas e álcool em gel ao longo do percurso, para garantir a segurança de todos.
Para aumentar ainda mais a experiência em tempo real dos visitantes, NÁUTICA promoverá todas as atrações que acontecerão no São Paulo Boat Show 2020 de forma virtual, em uma plataforma digital exclusiva, com transmissões ao vivo e muita interatividade.
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A família Grael estará em peso na edição de número 70 da regata Santos-Rio, que tem largada prevista para o dia 23 de outubro. Martine, que brilhou nos Jogos de 2016 (Rio de Janeiro) e venceu um Campeonato Mundial em 2014 ao lado de Kahena Kunze, fará sua terceira participação na regata, que é considerada a mais difícil do país. Pai de Martine, Torben Grael, bicampeão olímpico e dono de cinco medalhas nos Jogos, também marcará presença, assim como Lars Grael, irmão de Torben e tio de Martine, dono de duas medalhas de bronze. Todos estarão em barcos diferentes.
Martine destaca a disputa saudável em família e a experiência a favor de seu pai e tio. Torben tem cinco conquistas como comandante, e Lars um título: “Acho que rola disputa entre todos os barcos. E é claro que todos imaginam ganhar. Mas tenho um respeito enorme pelo meu pai e meu tio, e a experiência dos demais velejadores. Não vou para chegar atrás, mas também não seria nenhum vexame. Aliás, é minha terceira Santos-Rio. E com esse negócio de barco a vela, já viu que experiência conta, e muito”, diz.
“A Santos-Rio é a síntese da história da vela de oceano no Brasil. Será minha 18ª participação, fui muito ativo nas décadas de 1980 e 1990, e agora [chego] motivado por tudo que está passando no país e também pela vela de oceano celebrando a 70ª edição dessa regata, que é a mais importante do Brasil”, afirma Lars Grael.
Além deles, já estão confirmados outros grandes nomes da modalidade como Kiko Pelicano, Samuel Gonçalves, Samuel Albrecht, e Henry Boening, o Maguila, proeiro de Robert Scheidt. É esperada a participação de mais de 40 barcos.
Vale lembrar que os veleiros de oceano farão parte do programa dos Jogos Olímpicos de 2024 (Paris), com barcos de 30 pés e dupla mista com um homem e uma mulher como tripulantes. “Será, sem dúvida, um grande evento. Estamos preparando uma competição especial com todos os cuidados e protocolos diante da pandemia do novo coronavírus (covid-19)”, diz Mario Martinez, comodoro da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano (ABVO).
“Todos os campeões da Santos-Rio presentes nessa edição serão homenageados na largada, teremos a presença de uma fragata da Marinha do Brasil, um desfile de barcos a partir das 10h30 na Ponta da Praia em Santos e uma salva de canhão para cada barco vencedor da história da Santos-Rio”, encerra Martinez.
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O piloto da embarcação que virou e naufragou na represa de Jurumirim, em Avaré (SP), não tinha habilitação para pilotar barcos de pequeno porte, de acordo com as informações da Polícia Civil. Uma mulher de 44 anos morreu no acidente, que foi registrado no começo de setembro.
Em depoimento, o piloto também confessou à Polícia Civil que estavam na embarcação mais pessoas que o permitido, incluindo um menor de idade, e que ninguém utilizava colete salva-vidas.
Segundo a Polícia Civil, as pessoas que estavam no barco começaram a ser ouvidas e alegaram que não sabiam a causa do acidente, mas informaram que muita água entrou na embarcação e o motor parou.
Amanda Ferreira desapareceu após a embarcação virar. Equipes da perícia e da polícia foram acionadas na ocorrência e o corpo dela foi achado um dia depois do acidente.
Amanda chegou a postar fotos minutos antes da embarcação onde ela estava virar e naufragar. Nas imagens publicadas na internet, a vítima aparece às margens da represa e também em uma embarcação, sem colete salva-vidas.
Henrique dos Santos Bartioli, que ajudou no resgate, contou que as pessoas no barco não usavam colete.
Bartioli estava em uma casa com a família quando ele e o irmão ouviram os gritos dos ocupantes da embarcação. Eles pegaram a moto aquática e foram em direção ao grupo que estava na água.
“Encontramos os dois primeiros adolescentes, que estavam agarrados em caixas térmicas, boiando. Em seguida vi outras pessoas. Elas tentaram subir ao mesmo tempo e o jet ski virou, mas nisso a lancha chegou. Elas estavam sem coletes”, relatou.
Segundo a corporação, a embarcação tinha capacidade para sete pessoas, mas levava mais passageiros que o ideal quando virou e afundou em um trecho do rio, que tem aproximadamente 20 metros de profundidade. Todas as pessoas caíram na água.
De acordo com o delegado responsável pelo inquérito, foram necessários cinco dias para recuperar a embarcação que naufragou.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, é obrigatório o uso de colete salva-vidas em embarcações. O piloto será investigado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Já as outras testemunhas foram ouvidas na terça-feira (29) e o caso segue em investigação.
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O estaleiro catarinense Schaefer Yachts acaba de divulgar as primeiras imagens de seu mais novo modelo de lancha: a Schaefer V33, que traz um novo conceito de esportividade, e fará parte de uma nova linha do estaleiro, a linha V, com outros modelos programados.
A nova Schaefer V33 é um walk around de 33 pés, contemporâneo e esportivo, desenvolvido para mercados americano e europeu. Pode ser equipada com um motor de centro-rabeta a diesel ou uma parelha de motores de popa de 300 hp. O modelo privilegia as áreas externas, mas também possui uma cabine para duas pessoas pernoitarem com conforto.
Com um portfólio que inclui, além da nova V33, outros 14 modelos, entre eles as Schaefer 25M, 770, 660, 580, 510 (em 4 versões), 400 (em 2 versões), 375, 365, 303 e 260, a marca é um dos maiores estaleiros brasileiros contando, também, com ampla representatividade internacional.
Recentemente, a Schaefer Yachts exportou sua primeira lancha para Porto Rico: uma 77 pés destinada a navegar pelas águas do Caribe sob comando de uma cantora internacional, além dos inúmeros outros barcos que a marca já entregou fora do país.
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Na corrida pela produção de embarcações cada vez mais “limpas”, ou seja, que não emitam monóxido de carbono, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global, os britânicos estão chamando atenção do mundo ao restaurar uma embarcação clássica de madeira e equipá-la com um motor elétrico. O barco é Zebu, veleiro com 82 anos de mar que se destacou nos anos 1980 durante a Operação Raleigh, que levava jovens para cantos distantes do planeta.
Quem conta essa história é a hoje médica Sally Anderson, que participou daquela aventura e, 30 anos depois, ajudou a resgatar o velho veleiro histórico que não saiu de sua memória.
Com vinte e poucos anos, recém-formada em Medicina, a britânica Sally Anderson leu uma reportagem (publicada no jornal The Yorkshire) que mudaria sua vida. A matéria falava da Operação Raleigh, que incentivava jovens a embarcar em navios ao redor do mundo para desenvolver habilidades de liderança e aumentar a autoconfiança por meio de uma combinação de aventura e serviço comunitário.
E lá se foi ela para uma missão de três meses a bordo do Zebu, embarcação histórica de madeira construída na Suécia, em 1938, como navio comercial — usado para o transporte de cargas como madeira, papel e minério de ferro ao redor do Mar Báltico —, e depois transformado em veleiro de expedição do tipo bergantim, com dois mastros e velas latinas.
A primeira atividade da jovem tripulação foi a escavação dos destroços de um navio chamado Zanoni, que havia sido usado na rota comercial da Índia Oriental e afundado perto da costa de Adelaide, na Austrália, em 1867.
Antes de retornar ao Reino Unido, Sally participou de outra missão da Operação Raleigh, desta vez trabalhando como médica em uma viagem à América Central. Uma experiência inesquecível, segundo ela.
Em 2015, 30 anos depois da Operação Raleigh, seu interesse pelo Zebu foi reacendido por uma extraordinária coincidência: em uma viagem a Liverpool, ela encontrou o Zebu parcialmente afundado no cais de Albert Dock. “Foi uma sensação horrível. Fiquei absolutamente inconsolável. Senti como se fosse o meu navio”, conta Sally, que, claro, tomou para si a missão de resgatar o veleiro histórico.
Seis semanas depois, o Zebu saiu da água, não pelas mãos de Sally, mas do casal de ambientalistas Gerrith e Suzi Borrett, que em 2017 fundou a organização sem fins lucrativos Tall Ship ZEBU Community Interest Company — destinada a levantar recursos — e em outubro de 2017 garantiu um subsídio de £ 99.500 do Heritage Lottery Fund para o trabalho de restauração, com o objetivo de transformar a embarcação em um museu flutuante, que viajará ao redor da costa britânica.
Em 2018, comemorando 80 anos de vida, o Zebu passou por seu primeiro teste de mar. Sally, claro, estava a bordo, junto com outros convidados de uma festa especial.
Agora, em 2010, com um investimento adicional do Heritage Lottery Fund (a loteria do Reino Unido), o veleiro está prestes a voltar à ativa, com uma admirável novidade: será 100% movido por energia renovável. Sim, o Zebu será a primeira embarcação histórica equipada com motor elétrico, além de seus 395 m² de velas.
O motor é um fluxo axial DC de 200Kw e bateria de íon de lítio 96 Ah (Ampere-hora). O torque máximo é de 790 Nm (Newton metro) a 3.250 RPM, mas a expectativa é que ele normalmente funcione a 100kW de potência contínua e 400 Nm.
É claro que hoje já existem muitos veleiros equipados com motores limpos e renováveis, mas nenhum clássico, como o belo e icônico Zebu.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
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A francesa Beneteau acabou de apresentar seu novo modelo com flybridge: Antares 11. Com motorização de popa, o modelo oferece mais espaço a bordo e é ideal para quem viaja com a família e os amigos, com capacidade para até 11 pessoas. O cockpit e os conveses laterais são projetados para tornar a área de estar do barco confortável e espaçosa.
O flybridge conta com o segundo posto de comando a boreste e área com mesa, que promove a convivência dos passageiros em um momento de descontração ou nas refeições. Se desejado, opções como bimini ou painel solar podem ser adicionadas.
A lancha conta com uma plataforma a boreste, uma tendência cada vez mais presente na embarcações para aumentar a área útil. O banco se transforma em L e tem um assento que se conecta perfeitamente com o sofá da sala de estar interno, criando um espaço social ininterrupto para relaxar.
No interior, as janelas oferecem uma visão 360° do ambiente ao redor do barco. Não só uma solução estética, mas também uma vantagem em segurança e conforto.
Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
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A Capitania dos Portos do Ceará (CPCE) registrou 1 317 abordagens a embarcações entre janeiro e agosto de 2020, contabilizando 109 notificações, em uma média de 13 registros mensais. Os agentes da Capitania realizam vistorias e inspeções em praias, lagos e rios no Ceará, para certificar-se do respeito às regras de habilitação e sinalização. O descumprimento dessas normas pode acarretar em graves acidentes na orla, e, como medida, são aplicadas multas, cancelamentos de matrícula da embarcação ou suspensão da habilitação náutica.
Só em 2019, foram 237 infrações, e em 2018, 171 irregularidades ao longo de todo o ano. Segundo o órgão, a fiscalização compreende todas as embarcações de esporte e recreio que trafegam nas orlas das praias, lagoas e rios no Ceará, bem como embarcações de pesca e de transporte de passageiros, carga e apoio portuário e marítimo.
Nessas abordagens realizadas pelos agentes da Capitania, são verificados itens obrigatórios e necessários para a navegação. Dentre eles, estão o colete salva-vidas, a documentação da embarcação, habilitação dos condutores, luzes de navegação, e assim por diante. De acordo com os dados, as infrações mais recorrentes estão relacionadas ao tráfego sem coletes salva-vidas ou ausência de habilitação para o manejo dessas embarcações.
Em um dos últimos finais de semana, no sábado (19), Paulo Fernandes, atleta de triátlon, nadava entre os espigões da Avenida Rui Barbosa e do Náutico, na Praia de Iracema, em Fortaleza, quando foi atingido por uma lancha. O condutor do veículo, de acordo com Paulo, fugiu sem prestar socorro. Ele conta que usava uma touca amarela de sinalização e que pediu socorro, mas o condutor se evadiu. Paulo teve um pé dilacerado pela hélice do veículo, mas conseguiu nadar até o continente. Já no domingo (20), a vítima foi Clarice Maia Rodrigues. Ela faleceu após cair de uma moto aquática no açude Araras, que fica no município de Varjota, região norte do Ceará. Segundo uma amiga da vítima, que presenciou o acidente, a jovem não possuía habilitação ou colete, e não sabia nadar.
O instrutor de esportes náuticos, Gael Duhaut, que atua na orla cearense há dez anos, por outro lado, tem algumas críticas relacionadas às medidas de seguranças nas praias também. Além da imprudência dos visitantes, a ausência de delimitação de zonas de banhistas na maior parte das praias é uma demarcação decisória. Todavia, onde essa delimitação existe, o desrespeito de pessoas nadando ou mergulhando é perceptível. “A moto aquática não é um brinquedo, é uma coisa potente. Eles vão de mais ou menos 100 hp a 300 hp. São máquinas. É necessário ter uma habilitação fornecida pela Capitania dos Portos, um curso prático e depois a prova. Os equipamentos obrigatórios são o colete salva-vidas e a chave, que deve ser amarrada ao colete para, caso haja a queda do condutor, a máquina desligue”, explica o instrutor de esportes náuticos.
As Capitanias da capital do Ceará, de Aracati (porção Leste da orla) e de Camocim (porção Oeste da orla) contam que, apesar da fiscalização, acidentes envolvendo veículos aquáticos acontecem. Em dezembro de 2015, Miliane da Silva Gomes, de 20 anos, morreu após se afogar no Açude Mata Fresca, no município de Guaiúba. Ela conduzia um jet quando caiu do veículo e, segundo o Corpo de Bombeiros, estava sem colete salva-vidas, equipamento considerado obrigatório. Já em setembro de 2009, a modelo Bruna Stephanie de Sousa Farias, 22, pilotava um jet na Lagoa do Banana, em Caucaia, sem possuir a habilitação necessária para a embarcação. Ela faleceu quando a moto aquática em que estava foi atingido por outra, pilotado pela vendedora autônoma Priscila Chaves Fontenele, 19, também desabilitada. Em outubro de 2010, Priscila foi denunciada por homicídio culposo, e, em março de 2018, a Justiça Estadual declarou extinta a punibilidade da acusada porque, conforme os prazos processuais, o crime em questão prescreveu.
Conforme a Capitania, 30 acidentes aquaviários ocorridos nos últimos três anos são alvos de inquéritos administrativos para apurar suas causas. Dentre eles, 11 foram registrados em 2018, 13 registrados em 2019 e 6 neste ano até o momento. O instrutor Gael Duhaut menciona que a combinação de álcool e direção, considerada um crime para veículos terrestres, possui a mesma letalidade ao ser aplicada em veículos aquáticos. “Se a pessoa estiver bêbada, é um comportamento de risco. E, além disso, também se caracteriza como perigoso a condução dos jets a menos de 200 metros da praia, onde há banhistas”, afirma.
Outro ponto observado pelo especialista é a falta de preparo de parte dos condutores. “As pessoas não entendem que o jet não tem freio. Há modelos que apresentam o mecanismo de ré, para ele ir mais devagar, mas não é o suficiente para fazê-lo parar. O jet é mais fácil de ser manobrado em alta velocidade; algumas pessoas não sabem disso e desaceleram, fazendo com que ele fique instável na água, podendo virá-lo”, explica Gael.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A Volvo Penta disponibilizará a partir outubro atualizações no aplicativo Easy Connect, para aprimorar ainda mais as soluções de navegabilidade. A nova versão do App possibilitará melhor experiência de controle e gerenciamento inteligente de embarcações e rotas.
Lançado em 2018, o aplicativo da Volvo Penta permite aos usuários um fácil acesso aos dados do motor, embarcação e rotas. “O Easy Connect foi desenvolvido para auxiliar no planejamento e compartilhamento de viagens náuticas, além da visualização remota de dados da embarcação da forma como aparecem no painel de instrumentos”, afirma Elpídio Narde, diretor comercial de motores de lazer da Volvo Penta na América do Sul. Caso ocorra um problema em mar aberto, os dados são rapidamente transmitidos do sistema diretamente para a rede de assistência técnica da Volvo Penta.
Sistema totalmente integrado
“Como sempre, trabalhamos em cima do feedback dos clientes para aprimorar nosso software. Uma das principais novidades é que agora podemos oferecer um sistema de navegação completo através do aplicativo. Antes, era necessário ter módulos separados, mas agora está tudo integrado no Easy Connect,” conta Maria Andreasson, especialista da Volvo Penta em conectividade, sobre as melhorias da plataforma.
O planejamento de viagem também foi ampliado, com a busca simplificada por roteiros anteriores. Assim, o usuário ganha tempo, sem precisar rolar uma longa lista de viagens. “Facilitamos a busca de rotas antigas no aplicativo, caso queira repetir uma viagem. Também é possível ver quanto combustível foi necessário para um determinado trajeto. Outra vez, isso facilita muito a experiência de navegação, especialmente com a nova e melhorada aparência do aplicativo” complementa Andreasson.
O Easy Connect recebeu melhorias em sua interface, com a simplificação de menus, fácil acesso aos códigos de pareamento e design aprimorado. A plataforma ficou mais ágil e intuitiva.
O display portátil do painel de instrumentos do Easy Connect pode complementar a instrumentação de bordo. Agora passa a ser integrado com os mapas de navegação da Navionics, empresa especializada no desenvolvimento de cartas náuticas digitais. “Acreditamos que isto será muito bem aceito por proprietários de embarcações mais antigas, quando não havia telas coloridas a bordo. Com o Easy Connect, a qualidade de seu painel será melhorada e você terá uma visão moderna em cores”, diz Andreasson.
Disponível em mais embarcações
O aplicativo estava disponível para barcos com um ou dois motores Volvo Penta. Agora, uma nova função permite que proprietários de embarcações maiores, com até 120 pés, com três ou quatro motores, possam utilizá-lo.
Visão geral: Novas funções do aplicativo Easy Connect da Volvo Penta
Navegação real: integração de mapas de navegação da Navionics.
Registro (log) de viagens: filtro de busca de viagens anteriores. Também será possível acompanhar o consumo de combustível em trajetos específicos.
Maior disponibilidade de dados: dependendo do tipo do motor, sensores e funcionalidades da embarcação, mais dados do sistema e motor poderão ser acessados, sendo uma excelente complementação para a instrumentação analógica.
Disponível em mais embarcações: embarcações maiores, de até 120 pés, com três ou quatro motores, poderão utilizá-lo.
Sobre o Easy Connect
O aplicativo Easy Connect está disponível para uma ampla gama de motores Volvo Penta, fabricados a partir de 2003 e posteriores. O download gratuito pode ser feito através da Apple Store ou Play Store, dependendo do sistema operacional do dispositivo móvel. A plataforma também requer a instalação do Easy Connect Interface na embarcação, disponível nos representantes da Volvo Penta. Depois de conectada, a interface transmite informação para smartphones via Bluetooth®.
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A Masterboat confirmou sua participação na próxima edição do São Paulo Boat Show, que acontecerá de 19 a 24 de novembro, na Raia Olímpica da USP. A marca apresentará os principais destaques da sua linha de lanchas para wake, que inclui dois modelos na faixa dos 20 pés.
Fundada em 1987, fabricando barcos para esqui aquático, a marca produz, desde 2001, os barcos específicos para wakeboard e conta com fábrica em Sertãozinho, no interior do Estado de São Paulo.
Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.
Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.
Anote aí!
SÃO PAULO BOAT SHOW 2020 Quando? De 19 a 24 de novembro
Dias de semana das 15h às 22h
Finais de semana das 13h às 22h Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo Mais informações: [email protected]
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
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O iate Manhattan Rio, apreendido pela Justiça Federal entre os bens do ex-governador do Rio Sérgio Cabral, foi vendido por R$ 1 425 000. A informação foi confirmada pela TV Globo.
Cabral está preso e condenado, em 15 processos, a mais de 300 anos de prisão. Ele teve vários bens apreendidos em 2016, quando estourou o esquema de corrupção que ele chefiava quando era governador.
O lance foi feito ao leiloeiro Renato Guedes, repassado ao Ministério Público Federal e, em seguida, à 7ª Vara Federal Criminal. A venda foi aprovada na noite de quinta-feira (25) – o comprador não teve o nome divulgado.
A embarcação já havia sido leiloada outras vezes e não foi arrematada. A avaliação chegou a quase R$ 4 milhões, baixou para cerca de R$ 3 milhões, e a mais recente avaliação foi de R$ 1,25 milhão – abaixo da proposta aceita.
Manhattan Rio foi construído em 1997, tem 80 pés e é do modelo Ferreti 80 e equipada com suíte, bar lounge, salas e bote com motor. No interior, há aparelhos e eletrodomésticos que também estão incluídos no valor do leilão.
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Os dois últimos finais de semana de setembro foram repletos de emoção nas sete regatas da Classe C30 pela 2ª Etapa da XX Copa Suzuki – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica, que reuniu 30 barcos. Os três primeiros colocados velejaram lado a lado, alternando as vitórias a cada prova. O vencedor da etapa, Caballo Loco ganhou duas regatas, contra três do Loyalty e duas também do Kaikias Via Itália.
Apenas dois pontos separaram os três barcos, incluindo-se um descarte. Foram dez pontos perdidos para o Caballo Loco, seguido por Loyalty, de Porto Alegre, com 11 e Kaikias Via Itália, com 12. A terceira e última etapa da Copa Suzuki será nos dois últimos finais de semana de novembro, paralelamente ao Campeonato Brasileiro da Classe C30, que tem Caballo Loco como líder após a primeira etapa disputada em Florianópolis.
No fim de semana decisivo, foram duas regatas no sábado no meio do Canal de São Sebastião com vento sul fraco e vitórias de Caballo Loco e Kaikias Via Itália. No domingo também seriam mais duas provas, mas após o Loyaty vencer a primeira com sudoeste de 18 nós, o vento apertou, chegando a quase 40 nós, mais de 70 km/h, nas rajadas. A Comissão de Regata (CR) optou pelo cancelamento para que as tripulações pudessem retornar ao Yacht Club Ilhabela em segurança.
“A classe mostrou novamente que é muito boa, muito equilibrada e competitiva. Tivemos mais um fim de semana de belas disputas. E apesar da rivalidade na água, prevaleceu o fair play na terra, com todas as questões tratadas com diplomacia, o que é muito bom para a classe e para a vela”, destacou o comandante do Caballo Loco, Mauro Dottori.
A tripulação gaúcha do Loyalty contou com reforço do campeão mundial da classe Laser Radial Fábio Pillar, o Cachopa, na função de tático. “As equipes estão evoluindo e a vantagem da C30 é que oferece chances de vitória a todos os barcos, não há favorito. Depois de sete regatas chegamos à condição de que, quem chegasse na frente venceria a etapa se a oitava prova não fosse cancelada por excesso de vento”, analisou Cachopa.
O comandante do Loyalty, Alexandre Leal, também enalteceu o equilíbrio entre os barcos durante as regatas. “Foi excelente retomar a vela em Ilhabela após a quarentena. Além de competir, pudemos rever os amigos. Apesar de ainda sentirmos falta de treinos, conseguimos três primeiros lugares, mas o Mauro (Dottori) teve mais regularidade. Eles mereceram a vitória”, reconheceu Leal.
Antes da terceira e última etapa da Copa Suzuki, a Classe C30 deverá correr o Circuito Rio no feriado de finados na Baía de Guanabara, inclusive com participação da flotilha de Florianópolis: Zeus, Katana Portobello e Le Terrible. As demais classes do Circuito Ilhabela de Vela Oceânica de 2020 tiveram os seguintes vencedores: Ginga (HPE 25), Rudá (IRC), Zeus (RGS A) e Comanda (RGS C).
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A Coral confirmou sua participação na próxima edição do São Paulo Boat Show, que acontecerá de 19 a 24 de novembro na Raia Olímpica da USP. A marca, que conta, atualmente, com área industrial de, aproximadamente, 6 mil m², apresentará os principais destaques da sua linha de lanchas.
Fundado em 1990, o estaleiro com sede no Rio de Janeiro entrou no mercado fabricando barcos de pequeno porte – de até 18 pés. Ao longo dos anos, a empresa vem investindo cada vez mais no desenvolvimento de produtos e, 30 anos depois, possui em seu portfólio lanchas de 16 a 50 pés com opções entre cabinada e proa aberta com cabine e banheiro.
Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.
Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.
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Depois de transformar as corridas de automóveis da Fórmula E Holdings — categoria de automobilismo organizada pela FIA com carros exclusivamente elétricos —, o CEO Alejandro Agag conta que também tem como objetivo levar a emoção dessas corridas com zero emissões para os rios.
Para isso, ele revelou a criação da E1 Series — World Electric Boat Series. A ideia é oferecer corridas de alta velocidade em barcos alimentados por baterias elétricas. Todavia, ainda não existe um calendário para estipular a estreia do evento, apenas o conceito de criação e a apresentação dos veículos que navegarão dentro dos parâmetros.
Os chamados race birds são barcos individuais, construídos pela SeaBird Technologies, movidos a propulsão elétrica com promessa de atingir velocidades de 60 nós (111 km/h). Sophi Horne, fundadora e CEO da SeaBird diz que estes barcos utilizam a mais avançada tecnologia nos motores e, com comprimento de 4,8 metros e peso de 380 quilos, a forma alongada permite tanto que o barco praticamente flutue quanto que o barco aumente sua eficiência por volta de 85%. A embarcação possui uma bateria de 30 kW com capacidade de carregamento total em 30 minutos. É constituída por somente uma peça, principalmente por ter sido construída em fibra de carbono.
O objetivo é realizar competições entre 12 equipes durante diversos finais de semana. Nessas disputas, os grupos serão divididos entre as fases de teste, qualificação e eventos de eliminação. As provas concedem pontos para determinar o campeão do mundo no final da temporada.
Algumas localizações escolhidas pela organização já foram divulgadas, e cita países como Senegal, Arábia Saudita, Nepal, Brasil e Groenlândia. A intenção é incluir diferentes cenários como desertos, florestas e geleiras, para transmitir uma mensagem ecológica de como as alterações climáticas têm modificado a Terra. A E1 Series tem desenvolvido um conceito ecológico muito forte, confirmando, inclusive, a recente associação à UNICEF. Além disso, outro exemplo da atuação verde da organização é o deslocamento da comissão pelo mundo em um antigo navio da Royal Mail, como um “paddock flutuante”, totalmente restaurado e modificado para reduzir emissões.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Nos revolucionários anos 1960, o engenheiro, inventor e designer alemão Hans Trippel (de cujas pranchetas saíram, entre outras criações, as famosas portas com formado de asas de gaivota do Mercedes-Benz Gullwing) criou aquele que é considerado o primeiro veículo anfíbio de uso particular: o Amphicar, que teve a produção interrompida na mesma década de 60, por conta do preço, considerado caríssimo. Quem, compraria um carro anfíbio para o dia a dia?
Anda assim, foram construídas 3 878 unidades do veículo, equipado com um motor traseiro de 43 hp a 56 hp, das quais cerca de 1 000 sobrevivem até hoje — seu proprietários realizam um encontro anual nas águas do Lago Neuchâtel, na Suíça, durante o qual aproveitam para trocar informações e peças dos modelos, já que não é nada fácil encontrar reparos para carros-barcos de 50 anos atrás.
Uma das unidades, ano 1968, está no Brasil: anda pelas ruas de Manaus e navega nas águas do rio Negro, tocada pelos herdeiros de Aldo Melo Sousa Pessoa, seu primeiro proprietário, que fez oito viagens com o conversível entre o Amazonas e Rondônia, além de levar a família diversas vezes para ver o encontro das águas entre os rios Negro e Solimões.
Outra unidade, modelo Amphicar 770, ano 1964, foi parar no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e chamou atenção esta semana por estar está à venda no eBay. O lance mais recente foi de US$ 29.950. Parece muito, mas nos EUA um carro desses sem modificações pode passar do US$ 70 mil. O vendedor é a Classic Auto Mall de Morgantow.
Confortável e muito fácil de dirigir, o Amphicar atinge 94 km/h na estrada e 8 nós na água. Como barco, se provou muito eficiente, com o registro, inclusive, de algumas travessias marítimas, como o cruzamento entre a Espanha e o norte da África; ou de San Diego à Ilha de Catalina, nos EUA; ou ainda entre a Inglaterra e a França, pelo célebre Canal da Mancha, que atravessou por três vezes. Já nas ruas, é considerado excelente na neve, melhor que muitos 4×4.
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Desde a sua primeira apresentação pública, que aconteceu no São Paulo Boat Show 2019, a Schaefer 660 caiu rapidamente no gosto dos fãs doestaleiro Schaefer Yachts, criado em 1992 e já com mais de 3 500 barcos na água.
Evolução do modelo Schaefer 640, esta nova 66 pés (20,12 metros) se destaca tanto pelos espaços amplos quanto pela aparência. “Trata-se de uma lancha totalmente nova, e não uma versão alongada de sua antecessora”, afirma o empresário e projetista Marcio Schaefer, presidente do estaleiro que tem sedes nas cidades de Palhoça e Biguaçú, em Santa Catarina, e um braço fixo nos Estados Unidos desde 2016.
“Criamos um barco novo, reunindo as melhores características da 64 pés com tudo o que considero de melhor em meus quase 30 anos de projetista. Em mercados competitivos, as exigências dos clientes são crescentes. Por isso, é necessário estar sempre inovando, promovendo melhorias e novidades contínuas”, explica Marcio Schaefer.
A nova Schaefer 660 traz grandes diferenciais. A começar por uma entrada independente para a suíte principal na entrada do salão, além de estar equipada com quatro camarotes e três banheiros. O projeto também chama atenção pelo design. As janelas em curva na superestrutura se harmonizam com as linhas do casco e com as janelas.
Sua característica mais marcante, porém, está na sensação de espaço transmitida pelo cockpit. São 20,12 metros de comprimento total, com 5,15 m de boca máxima, ou 6,41 m com as varandas laterais abertas — tendência nos barcos modernos, com acionamento eletro-hidráulico (basta apertar um botão).
A praça de popa é livre, plana e desimpedida. O segredo para isso está na versatilidade dos móveis: o uso de cadeiras deslocáveis, não somente sofás fixos, faz com que o ambiente que já é grande pareça maior ainda.
Com iluminação natural abundante, facilitada pelas enormes janelas laterais e um para-brisa enorme, em duas folhas, que avança até o posto de pilotagem, este barco reflete claramente a intenção do estaleiro em dar leveza aos ambientes de convivência social.
Merece destaque também um detalhe que muitas vezes não aparece claramente nas fotos: a qualidade da construção. Produzida em série 100% pelo sistema de infusão, a Schaefer 660 é uma das melhores lanchas brasileiras em termos de laminação. Isso significa mais robustez, navegação mais eficiente e estética aprimorada.
Entre a praça de popa e o salão há um único e grande living, sem degrau nem interrupção, a não ser uma porta de vidro tripartida que, quando aberta, integra os dois ambientes totalmente. Gostamos muito do móvel de apoio, que fica a bombordo, junto à última folha da porta, que ajuda no serviço. Ao lado, há uma geladeira e um icemaker, além da opção de acrescentar outros acessórios, à escolha do proprietário.
Por sua vez, o flybridge, com espaço para dez pessoas, é uma autêntica área de lazer, do jeito que os brasileiros gostam. As poltronas têm assento largo, como deve ser, e encosto com boa altura para apoiar os braços. Logo mais à frente, há dois sofás, um de frente para o outro, bem ao lado do posto de comando, que tem banco duplo e tudo que se espera de um barco deste nível. Bem, quase tudo, pois faltam os indicadores dos flapes e saídas USB, acessório imprescindível em tempos de telefonia móvel.
Mais atrás, a bombordo, há um sofá em “U” com espaço de sobra para seis pessoas, com uma mesa de refeições dobrável à frente, com porta-copos e pega-mãos. Do outro lado, destaca-se um belo móvel, com grelha elétrica (com botão corta-corrente, para evitar acidentes), pia, geleira, máquina de fazer gelo e lixeira.
Já na popa do flybridge, sob proteção de um guarda-mancebo de quase 1 metro de altura, há dois sofás/espreguiçadeiras fixos, embora essa área também possa ficar inteiramente livre, se o proprietário optar pelo uso de sofás deslocáveis, em vez de fixos. O stobag aqui é item opcional, bem como a tenda — que foi a opção escolhida para a unidade testada por NÁUTICA —, para amenizar o sol nessa área. O teto solar (T-Top de fibra de vidro com toldo retrátil que, cuja altura chega a 2,18 metros) eleva um pouco o centro de gravidade do barco. Porém, no nosso teste, isso não atrapalhou na navegação.
Já na cabine, há um belo salão envidraçado, com um sofá em L a bombordo e outro a boreste, em U, junto a uma mesa com tampo de vidro. Por sua vez, a cozinha fica na entrada do salão, a bombordo. Tem uma bancada em U, pia, fogão de indução de quatro bocas, exaustor, forno elétrico, uma geladeira de 450 litros com freezer, gavetas e muitos armários. Porém, falta ventilação natural nessa área (para isso, é preciso manter aberta a porta tripartida que separa o salão da praça de popa).
Em frente à cozinha, a boreste, destaque para a adega climatizada. O pé-direito é de 2,03 metros e ao longo de todo o salão se distribuem tomadas de 220 v e saídas USB. Para separar os ambientes (a sala de estar da cozinha), o projetista tirou proveito de um truque inteligente: instalou uma tv retrátil, com mecanismo de acionamento elétrico, que desaparece dentro do móvel da divisória da cozinha. Quando aberta, a tv fica voltada para a sala, podendo ser vista de ambos os bordos. O “truque” ficou muito bom e não tirou a vista do mar. Grande sacada!
Com pernoite para oito pessoas, os quatro camarotes ficam no convés inferior, assim como os três banheiros. O acesso à suíte principal — que ocupa todos os 5,15 metros de largura do casco, à meia-nau — é feito por uma entrada privativa a boreste do salão (uma escada individual). A Schaefer 660 é o primeiro barco do esteiro com esse diferencial.
A bombordo, há uma penteadeira com espelho, além de um bom armário. A cama mede 1,95 m x 1,62 m. De frente, camuflada sob um vidro espelhado, fica a tv. No outro bordo, há um sofá para duas pessoas, em que é possível acomodar uma criança deitada.
O banheiro, que ocupa 80% da largura do casco, tem um boxe enorme, além de tudo que se espera de um espaço como esse. E todos os cômodos do deque inferior são contemplados por janelas, quase rentes à linha d’água, com ventilação natural.
Na proa da cabine, com 2,05 m de altura à entrada, fica a suíte VIP, que tem uma cama com 2,01 m x 1,75 m (medida especial, entre queen e king size) e um banheiro exclusivo, com box fechado.
Os outros dois camarotes (servidos por um banheiro social) tem duas camas de solteiro cada um ou uma de casal com 1,90 m x 1,64 m. A altura aqui chega a 2,23 m. Sob a escada que liga o salão ao deque inferior, esconde-se um nicho para uma máquina de lavar e secar roupa.
Na área externa, outro elemento diferenciado dessa 66 pés é uma verdadeira sala ao ar livre na proa — com tenda, caixas de som, pia, porta-copos, porta-objetos, geleira, torres de led e uma mesa desmontável —, em vez do tradicional solário, que por sua vez, pode ser montado com a remoção da mesa, ocupando uma área de 2,13 m x 2,15 m. O detalhe é que, quando não estão sendo usados, todos equipamentos desse gostoso ambiente podem ser guardados em um paiol exclusivo.
Da proa para a popa — espaço tradicionalmente preferido pelo brasileiro —, o pulo do gato do projetista da Schaefer 660 foi a criação de duas aberturas laterais, que aumentam a área livre em 25%, ou quase 1,00 metro para cada bordo.
Na praça de popa, em que se destaca um mesa dobrável com assentos para seis pessoas — e um móvel com placa de gelo, pia, armário e lixeira —, fica o terceiro comando da embarcação, específico para as manobras de atracação, com joystick, além de botão de acionamento do guincho de âncora e de botões da parte de extinção de incêndio, como corte de combustível dos motores, por exemplo.
Ainda na praça de popa, o projetista do barco tira proveito de outro truque inteligente para ganhar espaço: os três primeiros degraus da escada de acesso ao flybridge se elevam, dando acesso ao camarote dos marinheiros. Ali, os tripulantes dispõem de duas camas com 1,85 m de comprimento, ar-condicionado e banheiro com box fechado. A altura supera os 2,00 metros.
O acesso à casa de máquinas pode ser feito tanto pelo camarote dos marinheiros quanto por uma segunda entrada a bombordo na praça de popa. O espaço na casa dos motores é adequado para as manutenções, tanto dos motores quanto do Seakeeper NG9 — sim, a Schaefer 660está equipada com esse eficiente estabilizador, à venda na Marine Express, que neutraliza o balanço lateral (rolamento) do barco — do gerador e das instalações elétricas, que por sinal têm certificação internacional no padrão norte-americano, uma vez que essa lancha é exportada para os Estados Unidos.
Para a conexão com a plataforma de popa há duas escadas, uma em cada bordo do barco. A plataforma mede 4,65 m de largura por 2,14 m de comprimento, sendo 1,42 m de área submersível, servida por uma escada do tipo robô, de cinco degraus, que se monta automaticamente quando a plataforma desce; porém, falta de um pega-mão nessa escada.
Há ainda um chuveiro com misturador de água quente e fria, paióis, iluminação direta e o infalível móvel gourmet, que no caso desta lancha tem um sistema de embutir, de acionamento elétrico — basta apertar um botão para avançá-lo ou recolhê-lo. Funciona como uma espécie de varanda, com mesa, churrasqueira e água doce. Outro ambiente muito agradável, em uma lancha repleta deles.
COMO NAVEGA
O teste da Schaefer 660 foi realizado no Guarujá, em condições ora de mar liso, ora de fortes ondulações, longe da costa, com tanques cheios (2.600 litros de diesel e 900 litros de água doce) e sete pessoas a bordo.
Navegando muito próximo da velocidade de cruzeiro econômico (que foi de 21,2 nós, a 1 800 rpm, com o consumo de 192 litros/horas) saímos 24 milhas fora da costa e efetuamos várias manobras.
Mesmo com o mar batido, e com casco enfrentando ora ondulações de proa, ora ondulações de popa, a lancha Schaefer 660 foi muito bem. Já próximo à costa, nas navegações de controle, a velocidade máxima bateu a casa dos 30 nós, com os motores a 2 290 giros.
O detalhe é que o casco recebeu a pintura envenenada na véspera do teste, o que produz uma pequena perda de velocidade. É bastante provável que a Schaefer 660 alcance, com carga média, 32 nós de máxima, sem maiores esforços.
A velocidade de cruzeiro rápido ficou em 24,9 nós, a 2 000 rpm. O ângulo de ataque foi excelente: a lancha investe bem de proa, além de o casco ter um V profundo na popa, de 17 graus, próprio para enfrentar mar grande.
O posto de comando no flybridge, com visão de 360 graus, oferece duas telas de 9 polegadas Raymarine Axiom(clique para ver mais) e sistema de monitoramento Glass Cockpit Volvo Penta, que oferece controle total da navegação, com dados do motor, piloto automático e joystick, além de integrar a carta náutica, o piloto automático, o radar e a sonda.
No comando inferior, a posição de pilotagem também é muito boa, por conta do para-brisa inclinado e dos dois bancos individuais elevados, o que ajuda na visibilidade tanto para a proa, para a popa e para os bordos.
Todos os ajustes desses bancos são elétricos, a ergonomia é excelente e o acabamento, impecável. Além disso, as janelas dos dois lados abrem e fecham por acionamento elétrico, o que facilita a comunicação durante as manobras de bordo feitas a partir do comando interno.
No comando interno, as telas multifunção touchscreen são de 12 polegadas, modelo Raymarine Axiom 12 (clique para ver mais). O comandante pode personalizar os layouts e as visualizações para escolher onde, quando e quais informações devem ser exibidas. A customização é feita pela Marine Express.
Entre os manetes de aceleração dos motores e o joystick há um bom espaço para os botões de acionamento dos flapes. Porém, falta um mostrador indicativo de nível desse equipamento, que tem a função de manter o barco aprumado. Em resumo, a navegação é um dos pontos fortes da Schaefer 660, que se destaca pela riqueza do design, sem descuidar do conteúdo.
Características técnicas
Comprimento total: 20,12 m (66 pés) Comprimento do casco: 15,5 m (50,1 pés) Boca: 5,15 m Boca com varanda aberta: 6,41m (21,03 pés) Calado com propulsão: 1,47 m Borda livre na proa: 2,41 m Borda livre na popa: 2,49 m Altura do salão na entrada: 2,02 m Ângulo do V na popa: 17° Combustível: 2.600 litros Água: 900 litros Capacidade dia: 20 pessoas Capacidade pernoite: 8 passageiros + 2 tripulantes Peso com motor: 37.277 kg Potência: 2 X Volvo Penta IPS 1050
Veja o tour virtual da Schaefer 660
Clique aqui para ver o tour virtual em 3D da Schaefer 660.
Pontos Altos
» Espaço interno amplo e desimpedido
» Navegação excelente com alta eficiência de consumo
» Espaço gourmet completo e retrátil na popa
» Sala de estar conversível e espaçosa na proa
» Casa de máquinas muito bem resolvida
Pontos Baixos
» Faltam indicadores de flapes nos comandos dos painéis
» Falta corrimão na escada da plataforma de popa
» Janelas laterais da suíte máster em policarbonato
Quem fabrica?
Com o início das atividades em 1992, a Schaefer Yachts, de Santa Catarina, é um dos maiores estaleiros brasileiros. Em quase três décadas de atividade, a Schaefer Yachts passou a marca de 3 500 lanchas fabricadas. Atualmente, mantém 14 modelos de barcos na linha de produção, de 26 a 83 pés. Para saber mais, ligue para tel. 48/2106-7451 ou acesse www.schaeferyachts.com.br.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Ela foi de Florianópolis (SC) ao continente antártico em uma jornada de ida e volta sem escalas possivelmente inédita no mundo. A história será contada ao vivo no NÁUTICA Talks
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Definitivamente, não existe mais essa história de profissão de homem e profissão de mulher. Que o diga Luana Albino Tironi, de 24 anos. Há quase três anos, a jovem catarinense fez a opção na hora de escolher o emprego: ser operadora de trator, na Marina Rockfeller, pertencente a seu pai, Paulo José Albino, em Piçarras, Santa Catarina. E, olha, ela manda muito bem.
“Sou filha do proprietário da marina, então partiu de mim mesma a iniciativa de começar a manobrar essa máquina, da vontade de aprender a fazer as coisas”, conta Luana, fiel ao princípio de que toda pessoa na empresa tem de saber todas as tarefas envolvidas no negócio, inclusive pegar no pesado em uma atividade reservada quase que exclusivamente aos homens, em qualquer lugar do mundo.
Sua tarefa consiste em colocar na água ou, ao contrário, transportar do mar para uma vaga seca, num galpão, lanchas de até 30 pés. Tarefa, por sinal, nada fácil e de grande responsabilidade, pois implica passar com o trator e com os barcos por espaços apertados, o que exige do operador muita habilidade, calma e bastante atenção, é claro. Um errinho pode causar prejuízos de milhares de reais, em se tratando de uma carga tão preciosa.
Mesmo habilitada, ela diz que aprendeu mesmo os segredos da profissão na prática. E não precisou de muito tempo para se fazer uma operadora respeitada. Todo mundo elogia o jeito suave e a delicadeza com que toca aquela máquina pesada. “Parece até que está brincando de carrinho”, define Cleide Lana, empresária do mercado náutico e que está acostumada a vê-la no comando do trator.
Mas, será que houve preconceito por parte dos colegas de profissão, por ser mulher e operar máquinas pesadas? “Pelo contrário, eles incentivam muito e ajudam muito nas manobras”, garante Luana. “Para quem tem vontade e determinação, não há dificuldades. Lugar de mulher é onde ela quiser e tiver competência para estar. Inclusive numa profissão tão improvável”, completa.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
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A Yacht Collection aproveitou o último fim de semana, de 25 a 27 de setembro, para reunir clientes e amigos em uma tradicional festa da marca, no Portobello Resort e Safári, em Mangaratiba, no Rio de Janeiro.
O Yacht Weekend chegou em sua 25ª edição neste ano e reuniu quase 300 convidados, animados por muita música e com uma deliciosa paella servida aos presentes.
“Respeitando o momento, este ano fizemos o almoço no gramado da Marina, observando um grande espaço entre as mesas onde foi oferecido. Tivemos também show do artista Alex Cohen, degustação de vinhos, de comida japonesa, pizzas, e muito convívio entre os quase 300 visitantes”, declarou Marco do Carmo.
O evento contou, ainda, com exposição de 15 barcos seminovos multimarcas e 20 carros de luxo, como Porsche e BMW; passeio de balsa pelo condomínio e show de Alex Cohen.
A Yacht Collection é representante da Inace Super Yachts, que marcará presença na próxima edição do São Paulo Boat Show.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
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A Sedna confirmou sua participação na próxima edição do São Paulo Boat Show, que acontecerá de 19 a 24 de novembro na Raia Olímpica da USP. A marca apresentará os principais destaques da sua linha de lanchas, que vai de 28,5 a 100 pés.
Fundado em 1991, o estaleiro paulistano conta com três coleções distintas de embarcações: Sedna Sport Fishing – voltada para a pesca oceânica; Sedna Super Sport – barcos de alto desempenho e design e a recentemente criada Sedna Yachts, que traz barcos de luxo de 36 a 100 pés.
Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.
Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.
Anote aí!
SÃO PAULO BOAT SHOW 2020 Quando? De 19 a 24 de novembro
Dias de semana das 15h às 22h
Finais de semana das 13h às 22h Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo Mais informações: [email protected]
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Atual campeã Olímpica na Rio-2016 e campeã Mundial na classe 49er FX, a niteroiense Martine Grael é mais um grande nome da vela mundial a confirmar participação na 70ª edição da Regata Santos-Rio, que tem largada marcada para o dia 23 de outubro.
Martine, que brilhou nos Jogos do Rio, na Baía de Guanabara, em 2016, e ainda venceu um Campeonato Mundial, em 2014, ao lado de Kahena Kunze, fará sua terceira participação na Santos-Rio que é considerada a regata mais difícil do país.
“Acho que na Santos-Rio tem que se esperar de tudo, vento forte, chuva, pouco vento”, disse Martine que está em Portugal em treinamento com o Time Brasil visando os Jogos Olímpicos de Tóquio em 2021. “Posso concordar que é a mais desafiadora. O recorte da nossa costa com montanhas e baías faz o velejador ter que ter uma percepção boa do vento. A previsão do tempo dificilmente capta alterações locais. E a tática varia entre se aproximar da costa ou se afastar. Geralmente o resultado só se percebe horas depois”, seguiu.
A família Grael estará em peso na 70ª Santos-Rio. Pai de Martine, Torben Grael, bicampeão olímpico e dono de cinco medalhas nos Jogos, marcará presença assim como Lars Grael, irmão de Torben e tio de Martine, dono de duas medalhas de Bronze. Todos estarão em barcos diferentes. Lars vai em seu novo barco, o Avohai.
Martine destaca a disputa saudável com a família e a experiência a favor de seu pai e tio. Ela terá a missão e ‘derrotá-los’. Torben tem cinco conquistas como comandante e Lars um título. “Acho que rola disputa entre todos os barcos. E é claro que todos imaginam ganhar. Mas tenho um respeito enorme pelo meu pai e meu tio e a experiência dos demais velejadores. Não vou para chegar atrás, mas também não seria nenhum vexame. Aliás é a minha terceira Santos-Rio. E com esse negócio de barco a vela já viu que experiência conta e muito”, finalizou.
Antes da largada no dia 23 de outubro, a 70ª edição da Santos-Rio terá um desfile na Baía de Santos, a partir das 10h30, com a presença de todos os barcos dando destaque para os veleiros campeões. O desfile acontecerá entre o Píer dos Pescadores e o Navio-Veleiro Escola Cisne Branco da Marinha do Brasil, que fará uma salva de canhão para cada veleiro vencedor da regata. Por conta do desfile, o Porto de Santos ficará fechado em torno de uma hora.
A disputa, com organização do Iate Clube de Santos e do Iate Clube do Rio de Janeiro e apoio da Associação Brasileira Veleiros de Oceano, a ABVO, acontece por 180 milhas náuticas, cerca de 300 km e já tem velejadores e veleiros confirmados do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Santa Catarina e Bahia.
Além da família Grael, outros grandes nomes estão confirmados como o medalha de Bronze, Kiko Pelicano, o campeão mundial Samuel Gonçalves, o velejador olímpico e recordista de tempo da Santos-Rio em 2015 (veleiro Cumiranga), Samuel Albrecht, e Henry Boening, o Maguila, proeiro de Robert Scheidt.
Lembrando que os Veleiros de Oceano farão parte da próxima edição dos Jogos Olímpicos de Paris em 2024 com barcos de 30 pés e dupla mista com um homem e uma mulher como tripulantes.
Também em comemoração à data, o Iate Clube de Santos, Embaixador La Belle Classe no Brasil, oferecerá aos três primeiros colocados da Classe Clássicos o troféu que representa o prêmio internacional da regata de veleiros clássicos mais antiga do mundo organizada pelo Yacht Club de Monaco, a Regata La Belle Classe
“Somos o único clube da América Latina com aprovação de levantar esta flâmula e poder fazer isso na comemoração das 70 edições da Regata Santos-Rio é uma satisfação imensa também abraçada pelo ICRJ e a ABVO”, disse o Comodoro do Iate Clube de Santos Berardino Antonio Fanganiello.
José Roberto Braile, mais conhecido no meio como Pré-Braile, Contra-Comodoro do Iate Clube do Rio de Janeiro realizou sua primeira Santos-Rio em 1963 e irá por mais um ano no veleiro Sorsa. Ele já perdeu as contas de quantas edições participou. “Não sei quantas eu fiz, ao redor de 40. Fiz muitas com o veleiro Saga, sempre tendo companheiros ótimos tripulantes e muitas vezes campeões de monotipos”, disse Pré-Braile.
“A Santos-Rio é a mais antiga regata oceânica do Brasil. Uma forma de aproximação de velejadores cariocas e paulistas. Às vezes de contravento intenso desde a largada até a chegada. Outras de vento favorável o tempo todo. A regata desenvolveu bastante a Vela de Oceano e fez com que os brasileiros partissem para desafios maiores que acabou culminando na Volta ao Mundo no barco Brasil 1”.
“Essa edição terá muitos barcos e o ICRJ, como sempre, fará tecnicamente uma excelente cobertura da regata e uma ótima recepção aos velejadores”, finalizou.
Tradicionalmente, na noite que antecede a largada, o evento é aberto com um jantar de boas-vindas oferecido pelo Iate Clube de Santos às tripulações e seus familiares. Neste ano, em função da pandemia, a organização e os dirigentes do clube oferecerão um coquetel especial para os comandantes, no Mirante da sede Guarujá, onde acontecerá a habitual reunião dos comandantes e a entrega dos kits, compostos por camiseta do evento e boné/viseira do ICS para todos os velejadores. Respeitando todos os protocolos de distanciamento social e higienização exigidos pelo Governo do Estado de São Paulo.
Já a cerimônia de premiação fica a cargo do Iate Clube do Rio de Janeiro. Tradicionalmente, há uma festa após a cerimônia de premiação regada à muita cerveja, mas por conta da pandemia, a mesma foi suspensa. As disputas serão nas classes ORC, IRC, BRA-RGS e BRA-RGS Clássicos com inscrições abertas. Mais detalhes pelo Aviso de Regata. Após a disputa da 70ª Santos-Rio será realizada a 51ª edição do Circuito Rio entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro com organização do Iate Clube do Rio de Janeiro. O Circuito Rio valerá como o Campeonato Brasileiro da classe ORC.
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A Azimut Yachts escolheu o Genoa International Boat Show para a estreia mundial do novo Magellano 25 Metri. O evento, que vai do dia 1º ao dia 6 de outubro, também contará com outras linhas da Azimut, como a Atlantis, S, Grande e Flybridge.
O iate projetado por Ken Freivokh conta com o interior desenhado por Vincenzo De Cotiis, arquiteto e designer reconhecido mundialmente, e que estreia no design náutico com este modelo Azimut. De Cotiis afirma gostar de imprimir uma pessoalidade distinta em seus projetos, e procura combinar as linhas externas refinadas projetadas por Ken Freivokh com a interpretação pessoal da Coleção Magellano.
O projeto em si foi inteiro planejado em torno da superestrutura totalmente envidraçada, criada para transmitir a sensação de uma cobertura com vista para o mar. O posto de pilotagem possui uma ligação direta à estação de leme exterior no convés, tornando o barco adequado para cruzeiros de longa distância, já que o layout garante total privacidade tanto para o proprietário quanto para convidados e tripulação.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A Wooden Boats acaba de apresentar seu novo modelo WB27, um tender de 27 pés. Os barcos tipo tender são nada mais nada menos que embarcações de serviço usadas nos super e megaiates para transportar passageiros do iate até outros pontos. Em geral, esses modelos são projetados para serem estacionados dentro de barcos maiores e servir como apoio durante a navegação. Porém, os barcos tender, com o tempo, se tornaram cada vez mais sofisticados para um público considerado bastante exigente, que é o dos cruzeiros. Com isso, passaram a ser utilizados como lanchas de luxo particular, virando, sem dúvida, uma tendência no continente europeu e nos Estados Unidos.
Com design personalizado, a embarcação é equipada com motor a diesel Mercury 3.0 TDI e compartilha o estilo de um barco táxi veneziano. Além disso, o modelo apresenta uma característica única de luzes traseiras automotivas solicitadas especificamente pelo proprietário.
Além de desempenho, barcos do tipo tender estão diretamente ligados a designs sofisticados. Em geral, os estaleiros produzem esses barcos com um conceito geralmente minimalista, ou seja, preocupando-se em fazer uso de poucos elementos fundamentais como base de expressão. Esse estilo marcante e ilustre é, sem dúvida, um dos principais atrativos desses modelos.
Por Felipe Toniolo, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
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A Solara confirmou sua participação na próxima edição do São Paulo Boat Show, que acontecerá de 19 a 24 de novembro na Raia Olímpica da USP. A marca apresentará os principais destaques da sua linha de lanchas, que vai de 33 a 48 pés.
Situada no estado do Rio Grande do Sul, a Lanchas Solara possui uma unidade fabril no município de Vera Cruz, com área construída de 1 500 m2 e área total de 10 000 m2. A empresa atua nas áreas de design, produção, pesquisa e desenvolvimento de embarcações de esporte e recreio. Atualmente, conta com mais de 1 200 embarcações navegando nas águas do Brasil e do mundo, de acordo com dados da marca.
Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.
Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.
Anote aí!
SÃO PAULO BOAT SHOW 2020 Quando? De 19 a 24 de novembro
Dias de semana das 15h às 22h
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Um ambiente requintado e com estilo inglês é a proposta do restaurante Princess Elizabeth, localizado na cidade de Dunkerque, no Norte da França, inaugurado em 2019. O navio a vapor construído entre 1926 e 1927 recebeu esse nome para celebrar o nascimento da Rainha da Inglaterra.
Antes de se tornar um restaurante, o Princess Elizabeth participou, no ano de 1940, da Operação Dínamo. Acompanhado por centenas de pequenos navios, em quatro travessias, o navio conseguiu salvar 1 673 soldados aliados presos em Dunkerque. Dentre eles, 500 franceses.
A Operação Dínamo ocorreu em meio à Segunda Guerra Mundial, com o objetivo de evacuar soldados ingleses, franceses e belgas que ficaram encurralados no Norte da França após a invasão alemã. Diversos navios ingleses, tanto os de guerra, quanto os comerciais, de pesca e pequenas embarcações de lazer foram usadas na evacuação de cerca de 340 mil soldados na praia de Dunkerque.
Tempos depois, a embarcação foi utilizada como cassino flutuante e navio de carga. O navio foi requisitado novamente no ano de 2017 no set do filme Dunquerque, de Christopher Nolan.
O Princess Elizabeth é um restaurante luxuoso e também uma casa de chá que se encontra no porto Bassin de la Marine. Ele foi todo equipado respeitando o lugar e o espírito do navio. No menu, especialidades locais e pratos requintados num ambiente bem ‘britânico’.
Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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