Novo projeto

12/02/2016

Os designers Palmerstone e Donald Starkey estão com um novo projeto de ilha flutuante. Nomeado de Atoll Floating Islands, o projeto conta com deque duplo de, pelo menos, 32 metros de comprimento, com piso inferior com espaços vivos, totalizando cerca de 1 400 metros quadrados de espaço vital. Contará com comodidades como salão ao ar livre, piscina, bar e área de jantar. No deque superior, ficarão localizados 5 quartos e a área de relaxamento para o proprietário da ilha. O projeto permite, ainda, modificações.

Veja algumas imagens do conceito inicial:

Foto: Divulgação

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    Viagem do futuro

    Por: Redação -

    Medindo quase um quilômetro de comprimento, sob a forma de uma espinha e em harmonia com a natureza, um projeto esboçado por engenheiro italiano planeja repensar a maneira de navegar navios de cruzeiro de luxo.

    “Navios de cruzeiro de hoje são rápidos, barulhentos e poluem muito o meio ambiente”, disse o engenheiro italiano idealizador Gianluca Santosuosso. O nativo de Turim quer mudar isso. Seu MorphHotel é de condução lenta e eficiente em termos de recursos através dos mares.

    O luxo um pouco diferente. “Quando você já tem tudo, então o tempo é o verdadeiro luxo”, filosofa Santosuosso. Mas os interessados devem levar consigo bastante desse luxo disponível, porque o navio se move muito, muito lentamente. Essas viagens poderiam, às vezes, durar vários meses.

    Como uma cobra, o hotel segue o seu caminho através do mar. Paineis solares fornecem a iluminação, enquanto, além disso, é produzida energia hidroeléctrica em ambas as extremidades das correntes dos hotéis. Água da chuva é armazenada e jardins flutuantes proporcionam aos passageiros frutas e legumes frescos.

    A estrutura é orgânica. Para quem não possuí tempo disponível para fazer todo o trajeto, o MorphHotel tem vários ancoradouros para barcos, além de um heliporto. Quando uma tempestade ou mar agitado acontecer, o navio pode mudar a sua forma e formar um círculo protetor em torno dos barcos.

    Por enquanto, pequenos passos. Vários investidores da indústria do turismo já se aproximaram de Santosuosso, mas um projeto tão grande como esse requer muito tempo e investimento a longo prazo. “Tenho certeza de que o MorphHotel será realidade. Talvez, no começo, em uma versão menor do mesmo”, espera.

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      165 pés

      Desenvolvida pelo estaleiro italiano Wider Yachts, o Wider 165 é a maior embarcação já construída pela marca e vem com um amplo clube de praia, varandas laterais sobre as águas, piscina interior e garagem espaçosa. Criado em uma parceria entre o designer Fulvio De Simoni e Tilli Antonelli e equipe, a embarcação é feita inteiramente em alumínio e oferece generosos volumes interiores. O modelo possui suíte do proprietário com terraço privativo com vista para o mar, além de cinco suítes de hóspedes e acomodações para a tripulação.

      Wider 165 é alimentado por um sistema diesel-elétrico particularmente inovador. Quatro geradores a diesel com alimentação de velocidade variável de última geração de baterias, combinam os requisitos necessários para todo o barco. Este sistema pode reduzir significativamente o consumo de combustível, ruído e a vibração. A embarcação pode navegar a uma velocidade de cruzeiro de 13 nós. A velocidade máxima é de 15 nós e a velocidade econômica é de 10 nós.

      Atualmente, o iate está em construção na fábrica da marca em Ancona, na Itália, e tem previsão de entrega para o segundo semestre de 2016.

      Foto: Divulgação

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        Novo palco

        Por: Redação -
        11/02/2016

        Cerca de 100 mil pessoas são esperadas para ver de perto os mais de 1 200 barcos expostos em mais uma edição do Miami Boat Show, que este ano acontece em um novo lugar: o Miami Marine Stadium Park, em Virginia Key. A tradicional feira náutica internacional de Miami começou hoje e acontecerá até a próxima segunda-feira, dia 15. Em seus 75 anos, o evento retorna a Miami depois de anos sendo realizado no Convention e Visitors Bureau. “Com uma configuração à beira-mar, através de uma pequena porção da Biscayne Bay e arranha-céus glamorosos ao fundo, o evento vai oferecer aos expositores muito mais facilidade para mostrar os barcos aos potenciais interessados”, disse Cathy Rick-Joule, diretora do evento. De acordo com estatísticas fornecidas pela National Marine Manufactures Association, algo como a Acobar americana, o Miami Boat Show gera cerca de US$ 600 milhões em vendas e o estado da Flórida tem registrado cerca de 870 mil barcos, gerando US$ 2,3 bilhões em vendas anuais no varejo de novos barcos, motores e acessórios náuticos.

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          Hotel em Angra

          Por: Redação -

          Segundo a colunista Angela Klinke, do jornal Valor Econômico, até o fim deste mês, Angra dos Reis ganhará as primeiras 55 unidades do empreendimento imobiliário de luxo que faz parte do complexo Frad.E. Ainda segundo a colunista, até dezembro, o empreendimento ainda terá um hotel com a bandeira Fasano. No total serão 56 quartos, um SPA com 1.500 m² e o Frade Private, um “beach club” em frente à marina com serviço e gastronomia assinados pelo grupo. Hóspedes e condôminos poderão desfrutar dos mesmos serviços, como academia, kids club, campo de golfe, lojas, restaurantes e heliponto.

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            Cartão-postal

            Por: Redação -

            Iniciadas no começo do ano passado, o processo de revitalização da Marina da Glória, realizado pela BR Marinas, segue seu cronograma. Perto de estar 100% pronta, a marina ganhará também a revitalização do Aterro do Flamengo em torno dela. O objetivo não é apenas cumprir o cronograma do Comitê Olímpico para as competições de vela das Olimpíadas, cuja sede será na marina, mas também celebrar o novo Aterro. “Fomos a locomotiva das mudanças no Aterro”, comemora Gabriela Lobato, presidente do grupo BR Marinas, que detém a concessão da Marina da Glória. “O objetivo do entorno da marina foi resgatar os conceitos tanto da criadora do aterro, a arquiteta Lota Macedo, que queria uma área recreativa, quanto do paisagista Burle Max, que buscava algo mais contemplativo”, explica Gabriela. “Vai ficar lindo”, garante. Já, para os usuários da marina, as mudanças são ainda mais positivas. “Teremos vagas na água com acesso exclusivo para os donos dos barcos, 240 vagas no seco e nada menos que seis restaurantes, um deles o mais famoso bar náutico do mundo, o Peter Café Sport, dos Açores, que terá sua primeira filial mundial na Marina da Glória”, vibra Gabriela.

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              Bem diferente

              Projetado pela Giancarlo Zema, mesma empresa responsável pela Waternest 100, da EcoFloLife, o eco-iate Trilobis 65 foi desenhado para oferecer ambientes incomuns, além de ser não-poluente, segundo seu idealizador. Com 20 metros de comprimento e capacidade para seis pessoas em pernoite, é ideal para navegação em baías, atóis e parques marinhos.

              Possui quatro diferentes níveis, sendo que no superior, 3,5 m acima do nível do mar, fica a sala de controles, de onde pode ser pilotado por um joystick que o permite girar 360° em seu próprio eixo. Nas áreas intermediárias, ficam os espaços de convivência, como sofás, mesa, além de acomodações noturnas, com banheiro, e sala de motores. Três metros abaixo do nível do mar, completamente submerso, fica a área que mais chama atenção nesta embarcação e de onde pode-se observar o mundo subaquático.

              O Trilobis é feito em aço, com superestrutura em alumínio, o que significa que é 80% reciclável, e possui janelas de vidro que podem mudar a opacidade – manual ou automaticamente, de acordo com a iluminação exterior –, graças ao sistema eletroquímico presente. Os motores elétricos são movidos por células de combustível de hidrogênio. Graças à forma de Trilobis 65, é possível montar mais unidades modulares em um anel, criando assim colônias flutuantes.

              Confira algumas imagens do modelo:

              Foto: Divulgação

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                Churrasquinho ainda melhor

                Por: Redação -

                Verão, fim de semana chegando… e nada como planejar um passeio de barco com a família e amigos, acompanhado de um belo churrasco a bordo, não é mesmo? Prepare a bagagem, avise aos convidados e anote as dicas de NÁUTICA para o churrasquinho no barco ficar ainda mais gostoso.

                1. Não use líquidos combustíveis para acender o fogo, porque eles podem escorrer para o casco. Só acendedores próprios ou pão embebido em álcool.

                2. Mantenha a temperatura do braseiro estável. Se o carvão diminuir ou acabar e esfriar demais,
                a carne endurece.

                3. Não lave a carne nem a coloque direto do descongelamento no fogo, porque, com o calor, ela perderá muito sumo e tenderá a ficar seca e dura.

                4. Vire a carne na medida em que for surgindo certo “suor” na parte de cima. Quando isso acontecer, ela já estará malpassada. Ou seja, quase ao ponto.

                5. Deixe um pouco de gordura, mesmo que você não coma nem goste disso, porque ela realça o sabor da carne.

                6. Calcule 400 gramas por pessoa, ou um pouco menos no caso de mulheres, mas lembre-se de que atividades na água sempre dão fome.

                7. O melhor carvão é o de madeira de eucalipto, que além de ecologicamente correto, não gera tanta cinza nem faz tanta fumaça.

                8. Fogo bom não tem labaredas, apenas brasas incandescentes. Tente mantê-lo assim, abrindo, com certa frequência, a tampa da churrasqueira, para controlar as chamas.

                9. Não coloque muito carvão, mas vá repondo aos poucos, até porque, nas churrasqueiras de barcos, cabe bem menos. Por isso, acaba rápido.

                10. Para preservar a suculência da carne faça um “selamento” antes de assá-la, colocando-a no fogo bem quente durante um ou dois minutos. Isso criará uma película em volta dela, que reterá o seu sumo.

                11. Churrasco de verdade, segundo os puristas, deve ser ao ponto ou, então, malpassado — carne
                torrada jamais! Mas gosto, obviamente, não se discute. Na dúvida, pergunte o gosto de cada um.

                Foto: Arquivo NÁUTICA

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                  Diamond 70

                  Parte de uma série de quatro iates que variam entre 70 e 120 metros de comprimento, o novo Diamond 70 é o mais recente projeto da italiana Avadesign Yachts e será produzido em aço de alta resistência, com superestrutura de alumínio. Amplo e com desenho externo elegante e moderno, o layout deste iate chama atenção, principalmente, pela área de lazer externa na popa, que inclui uma piscina com proteção fumê conversível que pode ser usada, também, para proteger área de estar do convés superior. O acesso aos quatro níveis que compõem a embarcação é facilitado por meio de escadas, que estão presentes em todos os ambientes. Diamond 70 possui, ainda, heliponto na proa.

                  Confira algumas imagens do projeto:

                  Foto: Divulgação

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                    Drone aquático

                    Por: Redação -

                    Já são diversos produtos que atuam como drones dentro d’água, mas uma equipe de designers americanos desenvolveu um modelo que pode mergulhar na água para captar imagens e explorar regiões aquáticas, tudo isso sendo controlado por um smartphone.

                    Depois da popularização dos drones aéreos em todo o mundo, de acordo com os criadores, este é o primeiro drone do tipo – aquático – voltado para o uso de consumidores comuns. Um dos responsáveis pelo projeto, Danny Vessels, explica que teve a ideia depois de ficar curioso para saber o que havia dentro de um lago congelado na região em que mora. Ao procurar drones submersíveis, Vessel encontrou apenas dispositivos com alto custo e que exigiam qualificações profissionais para serem montados e operados, usados por oceanógrafos.

                    Foram quatro meses de trabalho até a companhia desenvolver o Fathon. Um protótipo que usa um único motor e pode ser controlado via smartphone. O dispositivo chega ao mercado em breve, mas os interessados e apressados podem encomendá-lo direto no site da empresa por US$ 450.

                    Ainda não há informações sobre as especificações do drone.

                    Foto: Reprodução

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                      Acessórios, mas obrigatórios

                      10/02/2016

                      Como quase nenhum barco vem completo, depois de comprá-lo é preciso equipá-lo. NÁUTICA mostra o que é realmente necessário para que você navegue por aí com segurança e conforto. Confira:

                      Âncora

                      Apesar de fundamental, não vem de fábrica em quase nenhuma lancha. Convém ter duas em vez de uma só.

                      Bomba de porão

                      Evita que a água empoce no porão. Ter uma é obrigatório para sua segurança; ter duas é ainda mais aconselhável.

                      GPS

                      Facilita levar e trazer o barco, de qualquer lugar. Um portátil já basta, mas não substitui a bússola, pois depende de energia, que pode acabar.

                      VHF

                      Mesmo hoje, nenhum celular substitui o velho rádio. Ele ainda é a melhor garantia de comunicação a longas distâncias.

                      Bússola

                      Por razões de segurança, é praticamente obrigatória, porque não depende de energia, ao contrário do gps.

                      Capota

                      Sol e chuva podem incomodar bastante, em qualquer passeio. Até porque, depois de algum tempo, ninguém mais aguenta ficar exposto ao tempo.

                      Tapete plástico

                      Evita escorregões a bordo, protege o convés de arranhões e, ainda, deixa o barco mais bonitinho.

                      Bomba d’água

                      Quem não gosta de um banho de chuveirinho depois do banho de mar? E de uma pia a bordo? Pois sem bomba não dá pra ter nem uma coisa nem outra.

                      Som

                      Passeio sem música não é tão divertido assim. Mas, atenção: só compre equipamentos à prova d’água.

                      Caixa térmica ou geleira

                      Não dá para ficar a seco nos passeios, e bebida quente acaba com o humor de qualquer um. Tenha, portanto, uma das opções a bordo.

                      Foto: Arquivo NÁUTICA

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                        SeaOrbiter

                        Criado pelo arquiteto Jacques Rougerie, que assinou seu primeiro projeto subaquático – Galathée – em 1977, o SeaOrbiter foi desenvolvido para promover a exploração do mar, como um barco e submarino, já que não fica totalmente imerso na água. Ele é o resultado de mais de 30 anos de pesquisa e cerca de € 50 milhões (R$ 250 milhões) investidos.

                        Produzido com Sealium (alumínio reciclável projetado para uso marítimo, flutua com 190 pés (90 metros) acima do nível de água e 100 pés (30 metros) submersos. O vento, as ondas e a energia solar são capazes de gerar sua própria eletricidade. Há também um simulador do “espaço”, um ambiente pressurizado dentro da nave que pode acomodar uma tripulação de 18-22 pessoas para missões prolongadas, onde eles irão viver em simbiose com a vida marinha.

                        Segundo seus idealizadores, o modelo pode implantar dispositivos e veículos de água para a exploração em profundidades com até 19,685 pés (6 000 metros), enquanto o laboratório a bordo tem tudo o que for necessário para analisar continuamente os parâmetros ambientais dinâmico físicos, químicos e em tempo real. Os sistemas de comunicação permitirá também a equipe de enviar as suas conclusões diretamente ao público. Entre os apoiadores do projeto, estão a NASA, National Geographic, Rolex e DCNS. SeaOrbiter já tem cerca de 40 por cento do projeto financiado até agorae está em busca de novos investidores.

                        Confira o vídeo:

                        Foto: Divulgação

                        Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingnautica.com.br

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                          Folia internacional

                          06/02/2016

                          O Mar Beach Club, localizado na Ilha da Coroa, na Barra da Tijuca, será palco para a reunião de navegadores do mundo inteiro em uma grande festa de carnaval neste domingo, dia 7, a The Yacht Week Carnival in Rio. O evento contará com a presença do DJ carioca Zeh Pretim, além do badalado DJ residente da TYW, o francês Roman Cleiss, MANZA (Scheeeins), MOTTA, Lucce, Fabio Tepper, Jokerz e John Failly.

                          The Yacht Week Carnavil in Rio reunirá uma infinidade de navegadores de diversas nacionalidades, já que basta a apresentação da confirmação de compra ou pulseira de alguma rota da The Yacht Week dos últimos 10 anos para entrada VIP até as 17h. A festa promete open bar de cerveja, drinks tropicais e Clericot até as 18h e animação a noite toda. Os ingressos estão a venda pela internet, no valor de R$ 50, feminino, e R$ 70, masculino, 1º lote, além da taxa de conveniência de 10%.

                          Foto: Divulgação

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                            Motos aquáticas

                            Por: Redação -
                            05/02/2016

                            Os passeios de jet são um programa cada vez mais desejado. E é fácil descobrir o motivo! Que tal aproveitar para praticar?!

                            Navegar sempre no mesmo lugar não tem graça
                            Ao contrário das lanchas e veleiros, jets são barcos fáceis de transportar. E isso aumenta barbaramente as possibilidades de passeios em outras águas que não as frequentadas habitualmente.

                            Conhece lugares onde não iria sozinho
                            Passeios em turma são a mais eficaz maneira de convencer os donos de jets a tirarem suas máquinas das garagens e colocá-las na água. Navegando junto, todos se divertem.

                            O programa agrada pais e filhos
                            Graças ao efeito aglutinador dos passeios, é fácil ver mulheres e os filhos na garupa dos jets. Duas gerações curtindo o mesmo programa, cada vez mais raro no dia a dia das famílias.

                            Porque o seu jet não fica parado na garagem
                            Os passeios são fundamentais para estimular as pessoas a usarem os jets que têm. Jets são barcos portáteis, que podem ser levados de um canto para o outro, sem muito esforço.

                            É sempre mais seguro navegar acompanhado
                            Os passeios também cumprem função educativa, porque, na companhia de outras pessoas, os proprietários ganham confiança e segurança, e vendo de perto como os outros pilotam, aprendem bastante.

                            Muda a rotina dos fins de semana
                            Lugares mais distantes também podem ser visitados pelos donos de jets. A nova onda é juntar um grupo, despachar o jet em um caminhão e ir, de avião, navegar nas praias do Nordeste.

                            Você faz novos amigos
                            Só o fato de navegar ao lado de outros jets já torna tudo muito mais divertido. Andar de jet sem ter a companhia dos amigos é como dançar com a irmã, não tem graça.

                            Foto: Fotolia

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                              Compartilhamento de barco

                              Por: Redação -

                              A compra de um barco em sociedade é sempre motivo de discussão. Há quem diga sim, mas há também quem se apavore com a ideia. Os que gostam encontram duas maneiras distintas de fazer isso. Uma delas é a velha fórmula de colocar um amigo ou parente como sócio do barco e dividir não só os passeios como, principalmente, as despesas, mas sem qualquer contrato formal ou outro documento. Um acordo e pronto.

                              Já a segunda maneira não é nenhuma novidade fora do Brasil, mas um serviço que recentemente voltou à moda por aqui, especialmente por conta do apertado momento econômico brasileiro. Trata-se do sistema de compartilhamento, no qual os sócios do bem adquirido (no caso, o barco) nem sequer precisam ser amigos, nem mesmo conhecidos.

                              Para prestar este serviço, os empresários Luiz Henrique Schadrack e Manoel Fontes criaram a Monogasco,  que negocia na região Sul a venda em forma de compartilhamento de alguns modelos da Intermarine (42, 54, 60, 66 e 80) e Sea Ray (375 e 395). Funciona assim: o valor da embarcação é dividido em 4 cotas, no qual cada cota representa uma fração do valor total e cada cotista é proprietário dessa fração. “Ao contrário do modelo de tempo compartilhado (time share), agora o cliente é o dono do barco, ou seja, pode vender sua parte quando quiser”, explica Luiz Henrique.

                              Neste sistema, com contrato e tudo mais, não haverá reclamações quanto a escolha da época para curtir o barco. “Se a lancha estiver disponível, poderá ser reservada, sem cobrança de taxa de uso por hora navegada. Quem usar mais, terá preferência para escolher quando quer navegar”, explica Luiz Henrique. A empresa também ainda se responsabiliza a organizar parte do passeio. Por meio de um site, é possível solicitar a compra de comidas e bebidas, por exemplo, antes de vir a bordo.

                              Para mais informações, entre em contato com a empresa pelo telefone (47)8866-7314 ou acesse www.monegasco.com.br.

                              Foto: Fotolia

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                                SUP no Guarujá

                                Por: Redação -

                                O projeto SUP Para Todos, que começou nas praias cariocas, neste verão, vai animar as praias do litoral paulista. Neste fim de semana de carnaval, a Praia de Pernambuco, no Guarujá, receberá a iniciativa do esporte que une surfe e remos, com aulas gratuitas deste esporte relativamente novo no país e que atrai cada vez mais adeptos.

                                As oficinas acontecerão nos dias 6 e 7 de fevereiro, das 9h às 17h. Para participar, basta se cadastrar diretamente no local (Avenida Marjori Prado, altura do número 870, na esquina com a avenida das Américas, Praia do Mar Casado, Pernambuco). O SUP pode ser realizado por pessoas de todas as idades com grandes benefícios à saúde, como o equilíbrio e consciência corporal. A prancha, remos, corda de segurança e lycras serão emprestados pelo projeto para que todos possam experimentar o esporte.

                                Para mais informações sobre o processo, acesse www.supparatodos.com.br.

                                Foto: Fotolia

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                                  Por: Redação -

                                  O evento mais badalado da Europa desembarca nas areias de Santa Catarina neste carnaval. Nos dias 6, 7 e 8 de fevereiro, o Cafe de La Musique by Fresh Market, em Itajaí, recebe o Carnaval Oficial The Yacht Week, com apoio Azimut, Marina Itajaí e Náutica Sul.

                                  No sábado, 6, a abertura do evento traz a calorosa “A Festinha” e os DJ’s Berbush e Ownboss, e no domingo, dia 7, a folia de carnaval continua com a atração “Eu e Minha Banda”, sucesso do verão catarinense. O The Yacht Week tem encerramento em grande estilo, na segunda, 8, com a festa “We Love L.A.”, trazendo Bruno Be, Ownboss e Dj Coy para esquentar as areias com house e hip hop.

                                  O Cafe de La Musique Brava está localizado no Fresh Market, na Brava, à avenida José de Medeiros Vieira, número 2110. O funcionamento é das 16 às 23h, mas será disponibilizado o lounge open air do Balneário Shopping a partir das 11h da manhã para quem quiser tomar sol e curtir um som com os amigos.

                                  The Yacht Week é um evento global onde jet setters do mundo inteiro alugam um iate e navegam entre as praias da Croácia, Grécia, Itália, Turquia, Tailândia e Caribe. Para participar basta juntar seus amigos, selecionar a rota e a semana, alugar um iate pelo site www.theyachtweek.com, e curtir as melhores festas em uma vibe incrível.

                                  Foto: Divulgação

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                                    A concessionária de produtos da BRP, Sanáutica, promoveu um passeio de jet pela baía da Babitonga (localizada no litoral norte de Santa Catarina) no último sábado de janeiro, 30, e reuniu 70 embarcações pelo Rio Palmital, berço do robalo no Estado. O passeio incluiu, ainda, as belezas de São Francisco do Sul, Capri e da Ilha da Paz.

                                    “Foi o primeiro evento que realizamos na Baía da Babitonga e os resultados foram surpreendentes. O público tem muita identificação com os produtos da BRP e a região tem carência de eventos direcionados a motos aquáticas, mesmo com enorme área navegável e condições muito boas”, explicou Paulo Sakai, da Sanáutica de Joinville (SC).

                                    “Tivemos 108 pessoas no evento, algumas delas de fora da região, de cidades como Curitiba (PR) e Blumenau (SC). Todos gostaram muito do passeio, que ainda teve paella de almoço no Jet Pier, em Itapoá”, continuou Sakai. No local, houve test drive com a nova linha da Sea-Doo que traz motores de 300 HP, com os modelos RXP-X 300 e RXT-300, e exposição de quadriciclos e UTVs da Can-Am.

                                    “O público pediu mais passeios e já vamos organizar o próximo ainda neste mês de fevereiro, novamente para motos aquáticas, em alguma das ilhas da baía da Babitonga. O objetivo é criar oportunidades para que todos utilizem as suas motos aquáticas e façam novas amizades”, concluiu Sakai. Para participar dos eventos promovidos pela Sanáutica, os contatos são o telefone (47) 3433-2800 e o site www.sawww.nautica.com.br.

                                    Foto: Divulgação

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                                      Astondoa 110 Century

                                      04/02/2016

                                      O estaleiro espanhol Astondoa, que comemora 100 anos de existência em 2016, divulgou um vídeo do novo iate de 33,25 metros, Sophye. O skylounge, no deque superior é uma mistura entre um espaço interior e exterior, com janelas e painéis elétricos clarabóia que ajudam a regular o ambiente interior de acordo com as condições climáticas externas. Esta área é arredondada e totalmente equipada, com churrasqueira e bar, agregando entretenimento ao iate.

                                      No interior, criado por Cristiano Gatto, foi equipado com elementos atemporais, como madeiras texturizadas e escuras, juntamente com detalhes mais nítidos, como vidro. A decoração foi complementada com acentos brilhantes, incluindo painéis de parede branco e bege, bem como um uso inteligente de iluminação LED que ilumina os espaços ainda mais.

                                      Um total de 5 suítes podem ser encontradas a bordo. Uma grande suíte está localizada em frente ao convés principal, com mais quatro camarotes de hóspedes – dois de casal e dois de solteiro – no convés inferior. Cada um destes espaços têm seu próprio banheiro, grandes espaços de armazenamento e sistemas de entretenimento.

                                      Astondoa 110 Century pode armazenar duas motos aquáticas de 3 lugares e possui espaço para um bote Williams para 8 pessoas. Alimentado por dois motores MTU 16V 2000 M84, o barco é capaz de alcançar uma velocidade máxima de 24 nós e uma velocidade de cruzeiro de 20 nós.

                                      Foto: Divulgação

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                                        A Quadricenter, concessionária dos produtos BRP, reuniu 65 motos aquáticas no último domingo, 31, para a 4ª edição do Carnajet. Unindo uma das práticas que tem reunido mais adeptos nos últimos tempos com a folia carnavalesca típica dos brasileiros, claro que sempre com segurança e responsabilidade, os participantes navegaram pelas águas de Niterói e do Rio de Janeiro.

                                        A programação do Carnajet teve início na Marina Center, de onde o grupo seguiu para a concentração da Banda Ingá, que há mais de 40 anos agita Niterói. O passeio ainda incluiu as paisagens de Itaipu, em Niterói, e da Urca, na capital. “A cada ano, na semana anterior ao feriado de Carnaval, o Carnajet atrai número maior de participantes e todos gostam muito. O evento já está confirmado no ano que vem”, garantiu Leonardo Lattanzi, proprietário da Quadricenter. A concessionária possui lojas em Niterói e na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio Janeiro.

                                        Além de comercializar os produtos da BRP, a Quadricenter organiza passeios e eventos com frequência. Para saber mais, você pode entrar em contato pelos telefones (21) 2608-2290 (Niterói) e (21) 2051-6000 (RJ), além do site www.quadricenter.com.br.

                                        Foto: Divulgação

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                                          Uma das mais tradicionais marinas de Angra, a Portogalo, criada nos anos 1970, está em processo de reforma e modernização do galpão para barcos no seco, que agora terá uma nova cobertura, com o objetivo de atender cada vez melhor os seus clientes. A previsão é de que a obra fique pronta até março. Operada pela SB Marinas, a marina fica em dos pontos do continente mais próximos da llha Grande, destino da maioria dos barcos que navega na região.

                                          Atualmente, conta com cerca de 50 vagas na água, para barcos de até 60 pés, e cerca de 300 vagas no seco, sendo que embarcações até 12 toneladas descem para a água e sobem na cinta, e as maiores são movimentadas por rampa. A Portogalo prevê, ainda, a instalação de um moderno travel lift de 50 toneladas com capacidade para movimentar embarcações de até 60 pés. Este, sem previsão de entrega.

                                          Para quem pretende alugar uma vaga (a marina não possui qualquer restrição para atendimento de embarcações), basta entrar em contato: 24/3361-4160. A Portogalo ainda oferece serviço de boat clean e funciona das 8h30 às 17h30 — na alta temporada, excepcionalmente até às 19 horas.

                                          Foto: Divulgação

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                                            Blue Sapphire vem, ainda, com garagem para um concurso de seis metros, que pode ser transformado em um segundo cockpit. Inclui duas scooters Sea-Doo subaquáticas, dois conjuntos de waterskis, dois Seabobs, além de uma gama de mergulho e pesca. Sua popa apresenta uma banheira de hidromassagem com cascata rodeada por escada que liga o convés principal ao clube de praia.

                                            Foto: Divulgação

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                                              Longo alcance

                                              BLUECOM+ é um projeto pioneiro a nível mundial, que está sendo desenvolvido por portugueses e noruegueses, para tornar possível o acesso à internet em zonas remotas do oceano, a mais de 100 km da costa, em banda larga e com baixo custo, utilizando tecnologias de acesso como o Wi-Fi e o 4G. Ele tem como principais objetivos a facilitação de atividades como a exploração de recursos minerais no fundo do mar, a monitoração ambiental e o auxílio na realização de atividades mais tradicionais como a pesca ou o transporte marítimo, que exigem cada vez mais o acesso à comunicação no mar, ligando as pessoas e os sistemas à internet.

                                              O conceito do projeto, que envolve o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e a MARLO AS (parceiro norueguês) baseia-se na utilização de balões de hélio ancorados, por exemplo, em bóias, embarcações ou parques eólicos, que formam uma rede voadora emalhada de banda larga a operar nas bandas de frequência libertadas pela televisão analógica, de modo a garantir ligações rádio de longo alcance.

                                              O BLUECOM+ está alinhado com a iniciativa TEC4SEA, que o INESC TEC tem desenvolvido desde 2012 com sistemas como o JANUS, que tem como objetivo transformar os barcos de pesca em pontos de retransmissão de sinal de internet para outras embarcações que não estejam em alcance da rede terrestre, ou o MARBED, uma rede wireless marítima piloto instalada na costa da área metropolitana do porto. O projeto tem previsão de término em dezembro deste ano, com o último objetivo de construir um protótipo da solução de comunicações sem fios e demonstrá-lo em ambiente marítimo, recorrendo a duas embarcações do IPMA que vão funcionar como pontos de ancoragem dos balões de hélio e papagaio.

                                              Foto: Divulgação

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                                                A tarefa de contratar um bom marinheiro não é tão simples quanto escolher um eficiente empregado doméstico, é bem mais complexo. Ser marinheiro virou uma profissão séria, que exige uma série de pré-requisitos de seus candidatos. Afinal, como quase sempre acontece em um passeio de barco, a maioria dos preparativos para a alegre saída de fim de semana com a família ficarão por conta do marinheiro. E, se ele não for uma pessoa qualificada, seu lazer começará a ir por água abaixo antes mesmo de começar. E pior: se, uma vez na água, ele não souber como lidar com uma situação de risco, aí, então, você estará perdido. Por isso, a NÁUTICA de janeiro, que está disponível nas bancas de todo o país e pela loja online, traz tudo o que você precisa saber para contratar um bom marinheiro, desde as dicas para não errar na escolha, até o que o profissional precisa saber. Você não pode perder, garanta já a sua!

                                                Foto: Fotolia

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                                                  03/02/2016

                                                  Desde que decidiu criar e lançar uma linha completamente nova de lanchas, em 2010, o tradicional estaleiro paulista Intermarine vem surpreendo o mercado e seus muitos admiradores a cada projeto apresentado.

                                                  Sua mais nova estrela, a Intermarine 62, foi também criada por um dos mais conceituados escritórios de design náutico do mundo, o arquiteto Luiz de Basto, e entre as inúmeras características, inova ao ser a primeira em nossas águas a oferecer duas plataformas laterais retráteis — batizadas de “beach club” e instaladas ao lado da tradicional plataforma de popa —, que se abaixam quando o barco está parado, oferecendo uma nova área para curtir os passeios. Um recurso muito prático e que deve ser aplicado aos outros barcos da linha.

                                                  Para conhecer tudo sobre este novo projeto do estaleiro paulista, confira a NÁUTICA de janeiro, que ainda está a venda nas bancas de todo o Brasil e pela loja online, e traz a matéria completa sobre a Intermarine 62, além de uma entrevista com o seu criador Luiz de Basto.

                                                  Foto: Divulgação

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                                                      A empresa americana GetMyBoat acaba de lançar no Brasil sua plataforma online e gratuita de aluguel de barcos. Presente em 143 países, com mais de 40 000 barcos cadastrados, a ferramenta possibilita a conexão de quem tem algo para alugar com quem quer alugar, já que serve, também, para quem tem interesse em esportes náuticos.

                                                      “De veleiros a lanchas, para pesca ou passeio, GetMyBoat tem o mesmo espaço para caiaques, pranchas de SUP, rafting, ducking, windsurf e o próprio surf. Se o lazer ou esporte for na água, GetMyBoat tem uma opção para você”, resume Luís Peazê, representante da GetMyBoat no Brasil. Você pode listar um ou mais barcos, ou outros itens de uso, transporte ou manejo em rios, lagos ou no mar, ou encontrar um desses meios para alugar. Até mesmo apenas para pernoitar. Trata-se da funcionalidade Sleep Aboard, que funciona como uma alternativa de hotel.

                                                      Já no seu lançamento em águas brasileiras, a plataforma já conta com mais de 500 embarcações, desde veleiros luxuosos e modernos, oferecidos pelas empresas de yacht charter tais como a Wind Charter e a Brasil Yacht Charter do Grupo Sailing. Proporciona, ainda, um opcional de seguro com pagamento por dia de uso. GetMyBoat pode ser utilizado via navegação tradicional da web, ou com aplicativos para Android e iOS. Basta realizar o cadastro gratuitamente, informar a cidade, e as opções nas imediações aparecem automaticamente.

                                                      Foto: Fotolia

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                                                        Confira algumas imagens do evento:

                                                        Foto: Divulgação

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                                                          Por: Redação -

                                                          A Equipe Brasileira de Vela brilhou na primeira competição no ano dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. No último sábado, 30, no primeiro evento que reuniu os 15 velejadores brasileiros classificados para a Olimpíada, Jorge Zarif, na classe Finn, e Robert Scheidt, na Laser, conquistaram a medalha de ouro na etapa de Miami (EUA) da Copa do Mundo da Federação Internacional de Vela (ISAF). Na 470 feminina, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan ficaram com a medalha de bronze. Nas dez classes olímpicas em disputa, a Equipe Brasileira marcou presença em seis regatas da medalha.

                                                          Com as três medalhas conquistadas, a Equipe Brasileira igualou seu melhor resultado em etapas da Copa do Mundo. Também em Miami, em 2013, o Brasil faturou dois ouros e um bronze. Em total de medalhas, o desempenho mais expressivo aconteceu no ano passado, em Hyères, na França, com quatro subidas no pódio (um ouro, uma prata e dois bronzes). No total em etapas da Copa do Mundo (desde 2009), o Brasil soma 37 medalhas, sendo 19 de ouro, nove de prata e nove de bronze.

                                                          Na Baía de Biscayne, em Miami, na Flórida, Zarif manteve a tranquilidade na disputa da regata da medalha. O campeão mundial em 2013 largou bem, velejou com extrema maturidade e chegou em segundo lugar na regata da medalha. Ele ficou em primeiro no geral com 38 pontos perdidos. O vice-campeão foi o dinamarquês Jonas Hogh-Christensen, com 45, e o bronze ficou com o russo Arkadiy Kistanov, com 46.

                                                          As águas de Miami fazem bem para Zarif. As duas outras medalhas do velejador em etapas da Copa do Mundo foram conquistadas na cidade americana. Em 2013 e 2014, o brasileiro havia faturado o bronze. “Estou bem contente com o resultado. Tentei ficar calmo na regata, pois não é fácil enfrentar o dinamarquês, vice-campeão olímpico em Londres-2012. Cometi alguns erros durante a semana que não posso repetir nos Jogos Olímpicos do Rio, mas tive uma grande melhora em relação aos últimos campeonatos. O barco está rápido e estamos trabalhando duro”, avaliou Zarif.

                                                          Classificado para sua sexta Olimpíada, Robert Scheidt segue brilhando na Laser, classe em que é bicampeão olímpico. Na regata da medalha, ele começou atrás do francês Jean Baptiste Bernaz, seu rival na briga pelo ouro. Mas se recuperou na disputa, ultrapassou o adversário e chegou em quarto, totalizando 53 pontos perdidos. Ele ficou com a medalha dourada um ponto à frente de Bernaz. O bronze foi para o neozelandês Sam Meech, com 69.

                                                          “Foi uma regata tensa, com vento fraco. O francês começou na frente, mas consegui me recuperar. Foi uma boa semana encerrada com um ótimo resultado”, disse Scheidt, que agora soma 13 medalhas em etapas da Copa do Mundo, sendo nove de ouro, três de prata e uma de bronze.

                                                          Na 470 feminina, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan deixam Miami com a medalha de bronze. Elas terminaram a regata da medalha em décimo, finalizando a competição com 48 pontos perdidos. O ouro ficou com as chinesas Shasha Chen e Haiyan Gao, com 35, e a prata com as austríacas Lara Vadlau e Jolanta Ogar, com 40. Esta foi a quinta medalha da dupla em etapas da Copa do Mundo. Elas já tinham conquistado quatro ouros.

                                                          Na RS:X feminina, Patricia Freitas terminou a regata da medalha em sexto, encerrando sua participação no quarto lugar na classificação geral, com 77 pontos perdidos. O ouro ficou com a britânica Bryony Shaw, com 34, a prata com a holandesa Lilian De Geus, com 47, e o bronze com a chinesa Peina Chen, com 59.

                                                          Na 49erFX, as campeãs mundiais em 2014, Martine Grael e Kahena Kunze, terminaram a regata da medalha em quinto. No geral, também ficaram em quinto, com 124 pontos perdidos. O ouro foi para as neozelandesas Alexandra Maloney e Molly Meech, com 75, a prata para as dinamarquesas Jena Mai Hansen e Katja Salskov-Iversen, com 100, e o bronze para as suecas Lisa Ericson e Hanna Klinga, com 101.

                                                          Na RS:X masculina, Ricardo Winicki, o Bimba, chegou em quinto na regata da medalha, terminando em oitavo no geral, com 114 pontos perdidos. O ouro foi para o holandês Dorian Van Rijsselberge, com 37, a prata para o britânico Nick Dempsey, com 43, e o bronze para o chinês Aichen Wang, com 46.

                                                          Nas demais classes, a Equipe Brasileira ficou fora da regata da medalha. Na 470 masculina, Henrique Haddad e Bruno Bethlem terminaram em 12º. Na Laser Radial, Fernanda Decnop foi a 21ª, Odile Ginaid a 25ª e Gabriella Kid a 55ª. Na Nacra 17, João Bulhões e Gabriela Nicolino terminaram em 22º, enquanto Samuel Albrecht e Isabel Swan foram 34º. Na 49er, Marco Grael e Gabriel Borges terminaram em 55º. Por conta de uma virose de Gabriel, a dupla somente conseguiu entrar na água nesta sexta-feira.

                                                          Também não disputaram a regata da medalha Bruno Fontes (12º na Laser), Bruna Martinelli (20ª na RS:X feminina) e Gabriel Bastos (30º na RS:X masculina).

                                                          Foto: Divulgação

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                                                            Na sessão solene, o presidente da Câmara de Vereadores, Mordecai Magalhães de Oliveira, destacou a importância do apoio de todos na aprovação de projetos importantes para Guaratuba e que a Mesa Diretora envidará esforço para reduzir despesas, melhorar processos internos, qualificar o pessoal, manter os compromissos em dia e trabalhar com transparência.

                                                            O projeto foi anunciado em dezembro de 2012 pela então ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann e, em 2013, foi nomeado como Base Náutica Edmundo Sadzinski, em homenagem ao falecido empresário que trabalhou durante décadas no antigo Mercado Municipal, que ficava no mesmo local e onde moradores das comunidades rurais traziam pela baía seus produtos para comercializar. A Base Náutica é um dos projetos de revitalização turística e de reocupação pública das margens da baía no centro histórico de Guaratuba.

                                                            Além do embarcadouro público, a base vai contar com praça de alimentação e uma sala que funcionará como espaço cultural. Com a sugestão da prefeita, a área destinada à circulação de pessoas e para manifestações culturais será ampliada. A obra está em trâmite na EcoParaná, órgãos do governo estadual, que agora aprovou o projeto e anunciou a aprovação.

                                                            Foto: Reprodução

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