12 jets que mostram os avanços da categoria nos últimos 40 anos

11/02/2015

Tal como de embarcações maiores, os modelos de jets evoluíram muito desde o primeiro, lançado pela Kawasaki, no ano de 1973. Não só pelo design, mas também, pela modernização de funções, capacidade de pessoas e seu peso. Hoje, a famosa moto aquática está muito mais difundida e continua a ganhar corações por aí. NÁUTICA listou 12 modelos que mostram a evolução da categoria nos últimos anos.

1- Sea-Doo Spark (2013)
Chegou ao Brasil com a proposta de atrair novos compradores. Para isso, oferece o melhor preço entre os concorrentes. É um jet leve (tem a metade do peso dos jets de entrada atuais), colorido e divertido.

2- Kawasaki Ultra 300X (2011)
O mais potente do mundo, com 300 hp, vai de 0 a 50 mph (43,4 nós) em apenas 3,7 segundos, aceleração equivalente à de uma Ferrari.

3- Sea-Doo GTX Ltd (2008)
Primeiro jet com suspensão, freio e marcha a ré eletrônicos, recursos que tornam a pilotagem ainda mais confortável e segura.

4- Yamaha VX (2005)
Com boa performance e preço acessível, tornou-se o jet campeão de vendas da marca. Tem motor quatro tempos de 110 hp e uma versão esportiva, de 180 hp.

5- Sea-Doo RXP (2004)
Jet de dois lugares que se destacou como o primeiro a ter mais de 200 hp de potência (215 hp). No ano seguinte, ganhou uma versão de três lugares, o RXT.

6- Honda F12 (2002)

Fez história ao introduzir o motor quatro tempos, à frente do Yamaha FX 140 e do Sea-Doo GTX 4-Tec. De quebra, lançou a primeira versão com turbocompressor.

7- Kawasaki Ultra 150 (1999)
Além de lançar o painel digital, este dois lugares atingia 67 mph (58,2 nós) de máxima, o que serviu de parâmetro para limitar a velocidade dos jets até hoje.

8- Yamaha GP 1200 (1997)
Primeiro jet de alta performance da Yamaha. Deu origem a outros modelos esportivos da marca, entre eles o GP 1300R, cobiçado pelos amantes da velocidade.

9- Yamaha WB 700 (1993)
Xodó dos brasileiros, devido à boa performance nas curvas e à velocidade, chegava a 41 mph (35,6 nós). Até hoje mantém o prestígio no mercado de usados.

10- Sea-Doo XP (1991)
Dois anos depois de debutar no mercado, com o Sea-Doo SP, a Bombardier lançou esse modelo. Ágil e rápido, inovou com espelhos retrovisores e trim.

11- Yamaha WR 500 (1986)
Estreia da Yamaha, trouxe como novidade a pilotagem sentada. Em seguida, ganhou uma versão com assento maior, para duas pessoas.

12- Kawasaki JS 400 (1973)
Primeiro jet da história, com motor de 27 hp e pilotagem em pé. Chegou aqui em 1983. Nos anos 1990, ganhou a versão 800 SX-R, com motor 2T três cilindros.

Foto: Arquivo NÁUTICA

 

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    Vento na cara

    Por: Redação -

    As primeiras 48 horas da quarta etapa da Volvo Ocean Race foram bastante complicadas para os velejadores das seis equipes que disputam a Volta ao Mundo. Os competidores já sabiam das condições extremas após a largada, com muito vento batendo de frente – média de 25 nós – e ondas grandes. A perna entre a China e a Nova Zelândia está longe de terminar e a ordem agora é trabalhar dobrado, pelo menos até acessar o Oceano Pacífico. “É como rodeio de touro”, escreveu o argentino Francisco Vignale, repórter a bordo do Mapfre. “Nós ainda estamos enjoados”.

    A situação nos mares do Sul da China deve melhorar nesta quarta-feira (11), após a flotilha deixar as Filipinas, mas os primeiros dias foram bem ruins para os atletas. E olha que tem mais de 8 mil quilômetros pela frente até Auckland. “Muito vento contrário e forte, além de ondas batendo. Serão dias de trabalho a bordo”, descreveu o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, também velejador do Mapfre. “Nosso objetivo é tentar poupar o material. A gente sabe que até chegar às Filipinas precisamos ter cuidado”.

    E a falta de sono desde que deixaram a ilha tropical chinesa de Sanya certamente não estava nos planos. “Ninguém pregou o olho durante as últimas 48 horas”, disse Matt Knighton, repórter a bordo do Abu Dhabi. “Cada onda que bate te acorda e quase te joga pra fora do beliche”.

    Na última atualização da tarde desta terça-feira (10), o Dongfeng seguia na liderança, acompanhado de perto por Abu Dhabi e Mapfre. Mais atrás estão Team Alvimedica, Team Brunel e Team SCA.

    Foto: Amory Ross / Team Alvimedica

     

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      Edição 318

      Por: Redação -
      10/02/2015

      Confira os principais destaques da edição 318 da Revista Náutica. O exemplar do mês de fevereiro já está nas bancas com matérias especiais e muito mais! Se você ainda não é assinante, compre a sua em nossa loja virtual. Acesse: loja.shoppingnautica.com.br

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        Mudança de foco

        Por: Redação -

        A Ventura Marine comemora 30 anos de atividades e é referência no segmento de lanchas de passeio de proa aberta, graças ao casco navegador e ao bom padrão construtivo de seus produtos. Comandada pela família Valente deste 2003, tem fábricas em Capitólio (MG) e Manaus (AM). O estaleiro produz 13 modelos de 16 a 60 pés e teve um ano bem diferente quando revela o balanço de 2014. Bastante conhecida e destaque de vendas na linha de lanchas de pequeno porte, a Ventura Marine se surpreendeu ao ver que as lanchas da linha Premium (com modelos de 33, 35 e 41 pés) venderam mais em 2014.

        “O ano foi bom apesar da queda do número de barcos produzidos. A linha Premium vendeu mais e isso manteve nosso ano positivo”, afirma Marco Garcia, responsável pelo setor comercial da Ventura Marine.

        Segundo Marco, a Ventura vai continuar investindo na linha Premium em 2015 e espera um novo crescimento no segmento. Outra estratégia para 2015 é ampliar a atuação do estaleiro nas regiões Norte e Nordeste, regiões que estão até o momento fora da crise hídrica existente na região Sudeste.

        O estaleiro participa do Rio Boat Show 2015 e elogia a escolha do Riocentro para sediar o evento. “Este ano temos grandes expectativas para o evento a casa nova, climatizada, com vasto estacionamento vai nos dar a condição de reter mais nossos clientes em nosso estande e com isso gerar ótimos resultados”, comenta Marco.

        O estaleiro ainda tem grandes planos para 2015. “No segundo semestre apresentaremos um novo modelo cabinado e um projeto que será concluído no primeiro semestre de 2016”, anuncia Marco Garcia.

        O destaque da Ventura para o salão carioca deste ano é a V300 (foto), já testada por NÁUTICA, e que faz parte da nova geração de embarcações da Ventura Marine e tem preço competitivo, atraindo compradores de várias cidades brasileiras. A lancha tem proa larga em forma de trapézio e boa cabine com duas camas grandes.

        Foto: Mozart Latorre

         

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          Disputa em São Paulo

          Por: Redação -

          As flotilhas de Optimist e de 420 do Audi YCSA Sailing Team foram maioria entre os 44 barcos inscritos na Taça Geraldo Peixoto disputada neste domingo (8) na Represa Guarapiranga. O equilíbrio prevaleceu nas duas classes da vela jovem. Na Optimist os quatro primeiros somaram dez pontos perdidos. Na 420, segundo e terceiro colocados obtiveram 11 pontos, o quarto e o quinto perderam 12, enquanto a dupla campeão ficou com sete pontos.

          O Audi YCSA Sailing Team ocupou as três posições do pódio da 420, disputada por nove tripulações. O título ficou com André Fiúza e Stephan Kunath, após um quinto e dois primeiros lugares nas três regatas de domingo, com vento sul-sueste, variando de 6 a 12 nós (10 a 20 km/h). Nos critérios de desempate, Martin Lowy e Marcelo Peek levaram a medalha de prata, deixando o bronze para Olivia Belda e Marina Arndt. A dupla masculina obteve o segundo lugar como melhor resultado contra um terceiro das meninas. As regatas previstas para sábado (7) foram canceladas devido à forte chuva e aos ventos com rajadas de até 30 nós (55 km/h).

          “O vento de verão oscila muito na represa. Foi um campeonato difícil porque tivemos de escolher uma regulagem intermediária para as velas. O Pedro Corrêa (quarto colocado com Philipp Essle) velejou muito bem e esteve nos ameaçando”, analisou André, enquanto seu parceiro Stephan lamentou a ausência dos campeões sul-americanos Eric Belda e Rodrigo Dabus. “Eles são a nossa referência. Têm mais experiência e podemos aprender com eles porque trocamos muitas informações fora da água”. Eric passou o dia no YCSA cuidando do barco. Rodrigo, fortemente gripado, não saiu de casa.

          Apesar de juntos há apenas seis meses, os resultados recentes demonstram a evolução de André e Stephan. “Estamos treinando em quase todos os finais de semana. Na represa ou em Ilhabela, dependendo de onde o barco estiver. É o que nos faz velejar melhor a cada campeonato”, justificou André. O próximo objetivo da dupla é o Sul-Americano de 420, em San Isidro, na província de Buenos Aires, durante a Páscoa. Ambos ficaram em terceiro lugar no último Sul-Americano em Porto Alegre e também no Brasileiro, mês passado em Ilhabela.

          A definição do vencedor na classe Opitimist, entre os 35 velejadores inscritos, teve de ser no critério de desempate, considerando-se maior número de primeiros, segundos, terceiros lugares e assim sucessivamente. Matheus Oliveira da Escola de Vela de Ilhabela (EVI) foi o campeão. Dois atletas do Audi YCSA Sailing Team completaram o pódio: Nicolas Bernal, de apenas 12 anos e ainda juvenil, com a prata e Martin Chao com o bronze.

          “O campeonato foi bastante disputado. Senti a diferença na represa porque no mar o vento é mais constante”, considerou Matheus, o campeão. Para o vice, Nicolas, a terceira regata foi decisiva. “Ganhei a última prova quase em cima da linha de chegada. Os que estavam na minha frente cambaram (manobraram) antes e eu permaneci no mesmo rumo. O vento me favoreceu”. Martin Chao enfrentou a oscilação do vento para ficar em terceiro. “A intensidade do vento variou o tempo todo, o que exigiu máxima atenção durante as regatas”.

          A movimentação na Guarapiranga foi acompanhada de perto pelo técnico do Audi YCSA Sailing Team, Bernardo Arndt, o Baby, atento ao desempenho de seus atletas, deslocando-se de bote no entorno da Raia 1. “As regatas em represa são fundamentais do ponto de vista tático. Eles têm de se adaptar às situações de mar e de represa. Vejo as tripulações (de 420) muito motivadas. É o que determina a evolução. O importante é que nessa fase não quebrem o ritmo de treinos. É preciso que tenham foco para conciliar escola e vela”, recomendou Baby.

          Foto: Volnys Bernal / YCSA

           

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            Feijoada na Ilha

            Por: Redação -

            Os velejadores da 16ª Regata Ilha de Caras-Revista Náutica, que acontece no próximo dia 21 em Angra dos Reis, têm novo ponto de encontro para a tradicional feijoada da regata, a Ilha de Itanhangá. Uma das mais faladas ilhas da região foi o cenário que encantou o arquiteto americano Charles Sampson Bosworth, um dos projetistas do avião DC-3 e de automóveis da luxuosa marca Packard.

            Itanhangá é uma ilha disfarçada de restaurante, este ainda comandado por um dos filhos do arquiteto americano, o empresário Charles Bosworth II.

            A tradicional feijoada faz parte do ritual da competição festiva, que já marcou seu nome como um dos principais eventos da vela brasileira, coroando uma parceria de extremo sucesso entre a Revista Náutica e a Revista Caras.

            A Regata Ilha de Caras-Revista Náutica acontece no dia 21 de fevereiro com largada marcada para às 13 horas em frente à ilha de Caras – Ilha Redonda. Entre as classes convidadas para a regata, estão: ORC, IRC, BRA RGS, APS, Cruzeiro, Multicasco e Feminino.

            Os primeiros e segundos colocados de todas as classes participantes são premiados na Ilha de Caras. O vencedor da fita azul, primeiro veleiro a cruzar a linha de chegada, também recebem o convite para a premiação na Ilha das Celebridades.

            As inscrições para a Regata Ilha de Caras-Revista Náutica ainda estão abertas. Clique aqui para participar desta festa.

            Foto: Fernando Monteiro

             

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              Volta ao mundo de luxo

              Por: Redação -

              Enquanto muitos velejadores enfrentam condições extremas de tempos e, muitas vezes, sozinhos a bordo de seus veleiros para realizar o sonho da Volta ao Mundo pelos Oceanos, alguns passageiros poderão curtir a “aventura” a bordo de um cruzeiro de luxo.

              O navio sairá da Austrália em maio com cerca de 2 000 hóspedes a bordo. A rota inclui cinco continentes e 30 países com o preço de R$ 52 mil por passageiro. A viagem começa e termina na Austrália e enquanto os hóspedes estão no mar podem curtir spa, teatro, cassino e cinema ao ar livre. O navio passa pelo Chile, mas o Brasil ficou fora da rota.

              O navio que percorrerá a rota em 114 dias é da empresa Princess Cruises.

              Foto: Divulgação

               

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                Aeroboat

                Por: Redação -

                Exclusividade, essa é a palavra-chave no projeto do Aeroboat, do estúdio Claydon Reeves, do Reino Unido. Inspirado em uma das aeronaves mais icônicas da história, o Supermarine Spitfire, um caça britânico que esteve em combate durante a Segunda Guerra Mundial.

                Equipado com um motor Rolls Royce Merlin V12 com potência entre 1600 e 2100 hp, ele pode alcançar velocidade máxima de 50 nós. O day boat de 48 pés tem capacidade para sete pessoas. O casco de linhas elegantes será construído em fibra de carbono e coberto por uma fina camada de madeira, tudo para deixar a lancha mais leve e, consequentemente, mais rápida.

                A ideia do escritório é produzir apenas apenas 10 unidades do Aeroboat. O preço? Cerca de R$ 12 milhões. É o preço da exclusividade.

                Imagens: Claydon Reeves/Divulgação

                 

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                  Por dentro

                  Por: Redação -
                  09/02/2015

                  O estaleiro catarinense Fibrafort entregou, semana passada, a primeira unidade da nova F400 Gran Coupé, lancha de 40 pés apresentada durante o São Paulo Boat Show 2014. Segundo Marcio Ferreira, diretor do estaleiro e que veio pessoalmente à redação de NÁUTICA contar a novidade, o primeiro proprietário é do Sul do Brasil, assim como o estaleiro.

                  Construída com base nos moldes da Armada 400, a F400 Gran Coupé ganhou diversas alterações das mãos dos engenheiros da Fibrafort, que tem parceria com Porsche Consulting. Todo o interior foi refeito e o acabamento aprimorado.

                  Com 40 pés, a lancha tem cockpit coberto por hard top com teto solar de abertura elétrica e 1,80 de pé direito. A plataforma de popa tem minicozinha e a cabine, com boa altura, tem camarote fechado na proa, duas camas de solteiro à meia-nau, que podem ser convertidas em uma de casal e este espaço ainda pode ser transformado em camarote fechado.

                  A lancha tem duas opções de motorização, dois motores de 300 ou 400 hp, gasolina ou diesel.

                  A Fibrafort participa do Rio Boat Show 2015 e leva a F400 Gran Coupé estará no estande do estaleiro durante o salão náutico carioca que acontece entre os dias 26 e 31 de março no Riocentro.

                  Foto: Divulgação

                   

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                    Carnaval a bordo

                    Por: Redação -

                    A receita é simples, os barcos se concentram, os DJ’s começam a tocar e cada grupo curte o Carnaval a bordo da sua embarcação. O carnaval náutico é uma alternativa para os aglomerados nas ruas do país e une duas atividades divertidas, pular carnaval e navegar. Assim a onda está se espalhando pelo Brasil e o novo ponto a receber a festa durante o Carnaval é a belíssima represa de Chavantes, no Paraná.

                    A loja Náutica Gold Fish é a organizadora do evento, o Acqua Gold Fest junto ao Residencial Ilhabela. A festa acontece na região de Carlópolis, em frente ao residencial. E não é só quem chegar de barco que vai curtir a balada, os organizadores pensaram nos turistas que ficam na praia da represa e a festa vai rolar, simultaneamente, na água e na areia. Serão 4 DJ’s e um bar flutuante vai atender os foliões.

                    A festa acontece em dois dias, 15 e 16 de fevereiro, ou seja, os foliões da represa poderão curtir o domingo e segunda-feira de Carnaval a bordo e com muita animação. NÁUTICA, através de sua publicação regional NÁUTICA Sul, é uma das apoiadoras do evento.

                    A entrada é franca para os comandantes e seus tripulantes, é só chegar, ancorar e curtir a festa.

                    Foto: Divulgação

                     

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                      Os 5 melhores

                      Por: Redação -

                      Todos os anos as revistas especializadas da Europa se reúnem para a escolha dos melhores barcos lançadas na temporada. Durante o boat show de Dusseldorf foi realizada a divulgação dos melhores veleiros e nesta semana os 5 melhores barcos a motor foram divulgados. Conheça a lista.

                      Beneteau Flyer 6 – Recém-lançado pela francesa Beneteau, o modelo Flyer 6 venceu na categoria de lanchas até 7,6 metros, ou 25 pés. Com 20,5 pés, a lancha tem 3 versões, Sundeck, Spacedeck e Sportdeck. Na versão Sundeck um salário ocupa toda a proa e o console é central. Um grande banco na popa acomoda os convidados com segurança durante a navegação e ainda resta muito espaço no cockpit. Este mesmo sofá também se transforma em um bom solário. A lancha, que aceita motorização de popa de 200 hp, ainda tem vaso sanitário na pequena cabine.

                      Draco 27 RS – Este barco norueguês, fabricado pelo estaleiro Draco Boats, é uma releitura das tradicionais lanchas de proa aberta e venceu o prêmio na categoria de lanchas de até 10,6 metros (35 pés). Foi classificado como rápido, prático e muito sensível ao comando. O barco também agradou pelo bom acabamento. A motorização sugerida pelo estaleiro é um de popa de 300 hp.

                      Cranchi 43 Eco Trawler – O estaleiro Cranchi é conhecido dos brasileiros por causa da parceria com a Cruiser Marine que fabrica, aqui no país, três modelos da marca italiana, Zaffiro 36, Smeraldo 40 e Endurance Sport. O trawler de 43 pés, campeão na categoria de lanchas até 45 pés, conquistou os jurados pelo espaço a bordo, principalmente no flybridge. Este é o segundo trawler do estaleiro, o primeiro foi lançado no Miami Boat Show do ano passado e tinha 53 pés. A marca ainda lança outro trawler o pouco menor, 40 pés, em breve.

                      Azimut 50 Fly – Campeã na categoria mais de 13, 7 metros (acima de 44 pés), a Azimut 50 Fly foi apresentada ao público em setembro de 2014 e tem design inspirado na Azimut 80, grande sucesso do estaleiro. O principal atrativo da lancha são os espaços bem aproveitados, dando a sensação de se estar a bordo de uma lancha maior. O modelo pode ser equipado com dois motores de 670 hp.

                      Steeler Panorama 46 FF – Desconhecido no Brasil, o estaleiro holandês Steeler Yachts venceu na categoria barcos de deslocamento com o modelo de 46 pés. Os barcos de deslocamento envolvem modelos mais robustos, como navios e barcos profissionais, e de lenta navegação. Mas o Panorama 46 FF chama mesmo a atenção pelo seu layout, o barco se parece com uma grande varanda envidraçada, o que parece ter agradado aos juízes europeus.

                       

                      Fotos: Divulgação

                       

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                        Casa ou Marina?

                        Por: Redação -

                        Ter um barco não é somente a alegria de poder aproveitá-lo quando puder. Por trás desse luxo existe o lado importante de manutenção, cuidados básicos, segurança e onde guardar a embarcação. Sobre a dúvida entre a escolha de deixar o barco em casa ou colocar em uma marina, Marcio Dottori enumera os prós e contras.

                        Assista ao vídeo aqui e inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                         

                         

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                          Largada na China

                          Por: Redação -

                          A Volvo Ocean Race chega à sua quarta etapa, após a histórica parada chinesa de Sanya. Os seis barcos da Volta ao Mundo partiram, neste domingo (8), para Auckland, na Nova Zelândia, a chamada Cidade das Velas. O percurso terá quase 10 000 km e é o último antes de chegar ao Brasil. A expectativa de conclusão da prova é de três semanas e a previsão é de mais vento em relação às etapas anteriores. O time a ser batido será o Dongfeng Race Team, atual líder do campeonato e empolgado por ter dominado à parada em sua casa.

                          Como manda a regra da Volvo Ocean Race, os barcos fizeram uma espécie de percurso entre boias antes de seguir viagem até o próximo destino. O público que lotou a marina de Sanya viu uma largada emocionante. E foi assim até mar aberto. As equipes navegaram por quase 14 quilômetros até a marca ao lado da grande estátua de Buda chamada de Guan Yin, cartão-postal da ilha chinesa. O monumento é um dos mais altos do mundo, com 108 metros de altura.

                          Várias equipes se revezaram na liderança nas primeiras horas de prova e o time do brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca está no pelotão da frente. O objetivo do Mapfre é pegar pódio. “Vamos em busca de mais um bom resultado. Estamos em constante melhora”, disse o atleta olímpico catarinense. “Eu acho que os Doldrums serão uma parte importante do percurso, são muito instáveis, com ventos imprevisíveis onde um barco pode ter vento bom e os outros podem pegar merreca. Vamos tentar chegar bem e ter um pouco de sorte para atravessar”.

                          Logo de cara, as equipes pegam quatro dias duros de contra-vento na região das Filipinas. No caminho para Auckland, o percurso inclui uma zona de exclusão em Sanya, para evitar o contato com a zona militar do exército chinês. Em seguida, eles serão obrigados a passar por um waypoint nas Ilhas Salomão.

                          Foto: Ainhoa Sanchez/Volvo

                           

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                            4 dúvidas sobre motores de popa que podem ser as suas

                            Entre as opções de motorização disponíveis no mercado, e a utilização variada de motores nas embarcações, não é incomum que surjam algumas dúvidas sobre o assunto. Por isso, NÁUTICA falou com o empresário Ricardo Paragon para sanar algumas delas:

                            1- É preciso adoçar sempre o motor?
                            Os motores de popa são feitos de alumínio, material que dilata em alta temperatura. Ao acontecer isto, micro ranhuras vão aparecer e, nelas, o sal ficará depositado. Deste contato, resultará uma oxidação, caso o motor não seja lavado corretamente. Posteriormente, o resultado do acúmulo de sal impedirá a passagem de água e a refrigeração do motor, fazendo com que ele esquente, as ranhuras aumentem e a vida útil do motor diminua consideravelmente.

                            2- Como proceder se o motor começar a perder potência e morrer?
                            Pode ser sinal de carburador entupido ou bomba elétrica travada. Para confirmar o motivo, é necessário abrir o capô do motor e tentar dar partida com o auxílio de um spray lubrificante. Se o motor ameaçar a pegar, é a confirmação de que os carburadores estão entupidos e sujos, ou os bicos injetores e/ou a bomba elétrica estão inoperantes. Para limpar um carburador é necessário ter conhecimento técnico, o mesmo se aplica para os novos motores eletrônicos de injeção, já que o uso de procedimentos inadequados pode colocar vidas em risco.

                            3- O que fazer se o motor não dá sinal de partida?
                            É porque houve pane na parte elétrica. Pode ser um simples fusível queimado. Como todos os motores tem um fusível de reserva, você mesmo pode trocá-lo. Se o barco tem um corta-circuito, veja se ele está no lugar, pois pode ter se desprendido por algum motivo, deixando o motor sem vida. Ou o motor está engrenado, e só pega na posição de neutro (ponto morto).

                            4- Como agir em caso de superaquecimento?
                            Mesmo na constatação de superaquecimento do motor, jamais se deve desligar no ato. O ideal é engatar uma ré e acelerar bruscamente por ½ segundo, para expulsar o que tiver obstruindo a refrigeração. Acelerar o motor no manual em ponto morto, e verificar se está saindo água pelo xixi também é importante. Caso comece a gotejar, veja se há progresso, mas se sair fumaça, significa que o rotor está danificado e o motor não irá refrigerar. Neste caso, para não danificar o motor, o correto é desligá-lo e aguardar reboque.

                            Foto: Evinrude/Divulgação

                             

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                              Uma nova Marina da Glória

                              Por: Redação -
                              08/02/2015

                              As obras de revitalização da Marina da Glória, realizadas pelo grupo BR Marinas, seguem seu cronograma e continuam despertando o interesse da sociedade. Dentre as mudanças, o espaço que conta hoje com 167 vagas para barcos dentro da água e 73 vagas secas, passará para 415 e 240 vagas, respectivamente. O número de lojas também sofrerá mudanças, sendo reduzido de 40 para 24.

                              Em fevereiro, as obras se concentram nas escavações da área onde vai funcionar o futuro estacionamento de automóveis (510 vagas) da nova marina e no local onde serão instalados os hangares para vagas secas de embarcações. A opção por um estacionamento com dois andares foi tomada para que a atual área destinada a carros fosse diminuída, abrindo espaço para embarcações e mais verde.

                              Para que a obra fosse realizada – serão 236 vagas subterrâneas – a BR Marinas realizou um estudo ambiental, feito pela empresa BioVert, em que foram catalogadas 479 árvores e arbustos no terreno da Marina da Glória. Deste montante, foram necessárias 298 remoções, autorizadas pelos órgãos competentes. Como compensação, o grupo BR Marinas financiará o plantio de 3 082 novas mudas, em local determinado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Além do replantio e da contratação da BioVert, a BR Marinas contratou o escritório Burle Marx, responsável pelo projeto original do Parque do Flamengo, para fazer todo o paissagismo da nova Marina e do seu entorno – o grupo vai doar para a Prefeitura um projeto de recuperação de áreas que não fazem parte da concessão, como o parque dos piquiniques. Após o fim das obras, a Marina da Glória ampliará suas áreas abertas ao público e estará totalmente integrada ao Parque do Flamengo.

                              Orçado em R$ 60 milhões e totalmente custeado pela BR Marinas, responsável por outras quatro Marinas em funcionamento e duas em construção no país, o projeto é assinado pelo arquiteto Eduardo Mondolfo, que já trabalhou com Oscar Niemeyer (1907-2012) e é autor de prédios conhecidos, como o do Shopping Leblon e o Hotel Fasano.

                              Outro ponto em destaque para o melhor atendimento do setor náutico é em relação ao sistema de movimentação de embarcações em vagas secas e molhadas. Antes do início das obras, a Marina da Glória operava com trator e carreta para a movimentação das embarcações hospedadas. Porém, ao fim da revitalização, a operação passará a ser feita por empilhadeiras especificamente projetadas para esse fim (forklifts), que dispensam o uso de carretas, pois as embarcações são colocadas em berços universais. Essa qualificação no padrão operacional deixa o serviço muito mais seguro e eficiente, da mesma forma que é executado nas outras marinas do grupo (Verolme, Piratas, Ribeira e Bracuhy).

                              Imagem: BR Marinas/Divulgação

                               

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                                Jurerê amanheceu com um belo dia de sol para presentear os velejadores no último dia de disputas da 26ª edição do Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina. Com boas condições de vento leste, variando entre 7 e 10 nós (aproximadamente 15km/h), a regata decisiva coroou os campeões nas quatro categorias do evento: ORC, BRA-RGS, HPE25 e C30.

                                Os veleiros C30 protagonizaram o grande “pega” no último dia de regatas. O Zeus Team (SC), do comandante Inácio Vandressen, chegou ao sábado com pequena vantagem sobre Caballo Loco (SP) e Katana (SC), mas precisava da vitória para assegurar o título. A estratégia adotada pelo líder funcionou e com mais uma vitória a equipe venceu o duelo. O Katana, que vinha de uma fita azul na Volta à Ilha e do título na edição 2014 do Circuito Oceânico, acabou na segunda posição geral, seguido pelo Caballo Loco e Corta Vento (SC).

                                “Essa vitória é de toda a equipe. Nós velejamos muito bem durante toda semana. Tivemos alguns problemas em uma ou outra regata, mas no final deu tudo certo. Optamos por velejar na direita, apostando no Jurerê Tradicional, que de leste dá um pouco mais de direita, e deu”, comemorou Felipe Linhares, o Fipa, timoneiro do Zeus Team.

                                Entres os veleiros de ORC, destaque neste sábado para a grande atuação do Itajaí Sailing Team. Aproveitando as condições favoráveis, a equipe do litoral norte catarinense venceu a regata Barla-Sota. Porém, mesmo como descarte, o Ângela Star VI acabou confirmando o bicampeonato da competição. A equipe do comandante Peter Siemsem chegou com boa vantagem ao último dia e não foi ultrapassada pelos concorrentes.

                                O Itajaí Sailing Team ficou em segundo, seguido por Absoluto (3º – SC), Melody 5 (4º – SC), Bijupirá (5º – RJ), Marlim (6º – RJ) e Dourado (7º – RJ).

                                Quem também confirmou a liderança e, consequentemente, o título foi o Flash Best Fellow. O veleiro do comandante Leonardo Deboni estreou na BRA-RGS com título após vitória na regata decisiva. A briga entre catarinenses pelo título foi com o Argonauta, vice-campeão do Circuito em 2015.

                                Após um começo com um quinto lugar, o Flash Best Fellow recuperou-se na competição, vencendo quatro das cinco regatas Barla-Sota. O Massu I terminou em 3º, com Garrotilho em 4º, Açores II em 5º e Ursa Maior em 6º.

                                Já na HPE25, o título ficou com os gaúchos do Tereza. O veleiro chegou ao último dia disputando ponto a ponto com o Força 12, de Arno Juk, e com a vitória na última regata confirmou o título no Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina.

                                Com presença de centenas de velejadores de todo país, o Circuito Oceânico confirmou mais uma vez sua posição como uma das principais competições brasileiras da categoria. “Nós estamos muito contentes com esse grandioso evento. A Mitsubishi fortaleceu bastante, mais uma vez, dando ainda mais força a competição. Ano que vem nossa intenção é que tenhamos o dobro de embarcações em nosso Circuito”, comemorou o Comodoro do Iate Clube de Santa Catarina, Alexandre Back.

                                Inclusive, o Iate Clube de Santa Catarina conta com importantes competições nessa temporada, o que atrai ainda mais a atenção do mundo da vela para o estado. “Teremos dois grandes eventos internacionais nos próximos meses. Um deles é a Regata Puerto del Buceo – Florianópolis, que larga em Montevidéu e termina aqui em nosso clube, no mês de março. Neste mesmo mês, teremos o Sul-Brasileiro de Optimist, que será seletiva para o mundial, e em Abril, receberemos a nata da vela com as disputas do Mundial S40. Sem falar no Sul-Brasileiro de Snipe. Enfim, será um ano repleto de importantes competições, o que nos deixa muito contentes”, complementou o Comodoro Alexandre Back.

                                Classificação geral após seis regatas (um descarte):

                                ORC Geral

                                1º Ângela Star VI – 9pp
                                2º Itajaí Sailing Team – 11pp
                                3º Absoluto – 13pp
                                4º Melody 5 – 15pp
                                5º Bijupirá – 18pp
                                6º Marlim – 29pp
                                7º Dourado – 35pp

                                C30 

                                1º Zeus Team – 8pp
                                2º Katana – 11pp
                                3º Caballo Loco – 12pp
                                4º Corta Vento – 15pp

                                HPE25

                                1º Tereza – 6pp
                                2º Força 12 – 8pp

                                RGS Geral

                                1º Flash Best Fellow – 6pp
                                2º Argonauta – 10pp
                                3º Massu I – 14pp
                                4º Garrotilho – 14pp
                                5º Açores III – 24pp
                                6º Ursa Maior – 31pp

                                Fotos: Gabriel Heusi/ICSC

                                 

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                                  O Dongfeng Race Team fez história mais uma vez, levando a bandeira chinesa ao lugar mais alto do pódio. Neste sábado (7), o barco vermelho venceu a Regata Local ou In-port Race de Sanya, na China. Pela primeira vez, uma equipe do país asiático venceu uma prova. Eles já haviam vencido a última etapa, fato ainda inédito. “Dongfeng significa o vento do leste – em chinês – e hoje o vento soprava na mesma direção. Tivemos sorte na China”, disse o comandante Charles Caudrelier, que lidera o barco com chineses, suecos, franceses e um australiano.

                                  Mesmo não valendo pontos para o campeonato – só em critérios de desempate – o resultado nessa prova consolida o bom momento da equipe na Volvo Ocean Race e dá moral para a tripulação visando a quarta etapa da competição, que começa neste domingo (8). A flotilha parte de Sanya para a neozelandesa Auckland.

                                  O Dongfeng completou a prova em 54 minutos e 29 segundos. Menos de um minuto depois, o Abu Dhabi Ocean Racing cruzou a linha de chegada. Os árabes lideram provisoriamente o campeonato paralelo das regatas locais. Na sequência ficaram Team Alvimedica, Team Brunel, Team SCA e Mapfre.

                                  O brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca correu de timoneiro na In-port Race. Por causa de uma manobra irregular, o barco espanhol teve de pagar uma punição. Bochecha explica o motivo: “Eu acabei fazendo uma manobra rápida e o barco virou muito rapidamente, prejudicando o adversário. Fomos penalizados e tivemos de fazer um 360 antes da largada. Até conseguimos recuperar um pouco, mas não era nosso dia. Felizmente não perdemos pontos, mas não estamos contentes”.

                                  A vitória na In-port Race de Sanya foi bastante comemorada, pois outros barcos, como Team Alvimedica e Abu Dhabi Ocean Racing, se revezaram na liderança. Outro fato chama a atenção: o Dongfeng trocou meio time para a quarta etapa.

                                  Os chineses Chen Jin Hao ‘Horace’ e Yang Jiru ‘Wolf’ ganham uma nova oportunidade para a próxima fase até Auckland, Nova Zelândia. O navegador Pascal Bidégorry dá lugar ao compatriota francês Erwan Israel e o sueco Martin Strömberg sai para a entrada do jovem australiano Jack Bouttell.

                                  A In-port Race de Sanya teve média de 11 nós e percurso de 7.2 milhas náuticas de distância.

                                  Fotos: Victor Fraile / Volvo Ocean Race

                                   

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                                    07/02/2015

                                    O estaleiro Fishing está lançando a F38 Convertible. O casco, projetado pelo escritório americano Donald Blount, é o mesmo da F38 Open, uma lancha de mar aberto indicada para pesca. Já o convés e o interior, assinados pelo brasileiro Paulo Marques, são bem diferentes, com comando fechado, flybridge e cabine de estilo mais familiar.

                                    Imagem: Divulgação

                                     

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                                      Evolução verde

                                      Por: Redação -

                                      A Greenline 48 Hybrid, fabricada na Eslovênia, parece, mas não é uma lancha convencional, porque, além de motores a diesel, usa dois elétricos de 14 kW, que lhe dão velocidade máxima de 6 nós e autonomia de 20 milhas. Não é grande coisa, mas está de bom tamanho para a eventualidade de uma pane na motorização diesel.

                                      Foto: Divulgação

                                       

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                                        Por: Redação -

                                        O atleta olímpico André ‘Bochecha’ Fonseca está preparado para mais uma etapa na Volvo Ocean Race a bordo do Mapfre, barco de bandeira espanhola na Volta ao Mundo. A partir deste domingo (8), as equipes deixam Sanya, na China, e partem para Auckland, na Nova Zelândia. O percurso, segundo o timoneiro, será mais rápido do que os anteriores. A previsão é de mais vento nas 5.264 milhas náuticas.

                                        “Podemos esperar mais vento, o que não ocorreu até agora. Na segunda e na terceira pernas tivemos muito pouco vento. O desafio da quarta etapa será cruzar a Linha do Equador mais uma vez. Quando passamos por essa linha encontramos momentos de instabilidade. Na vela, instabilidade é loteria. Podemos ter um pouco de sorte ou um pouco de azar. Não dá para controlar todas as situações”, disse André ‘Bochecha’ Fonseca.

                                        As seis equipes da Volvo Ocean Race largam para a última etapa antes de chegar ao Brasil. A quinta perna é a mais temida e desejada pelos velejadores, pois passa pelos mares do Sul e pelo Cabo Horn antes de desembarcar em Itajaí. Por isso, os times podem poupar equipamento no caminho de Sanya a Auckland.

                                        “Acho que todo mundo quando pode, acaba poupando seu barco, visando a próxima etapa e pensando na regata como um todo. É uma aventura que antes de mais nada você precisa terminar. Sempre temos que poupar para momentos difíceis, pois o barco precisa estar inteiro para o resto da regata”, lembrou o brasileiro.

                                        Antes da largada, porém, tem o campeonato à parte das Regatas Locais, também chamadas de In-port Races. Hoje, os times disputam uma prova na baía de Sanya por aproximadamente 50 minutos.

                                        O campeonato é liderado pelo Dongfeng Race Team, seguido por Abu Dhabi Ocean Racing e Team Alvimedica. Na sequência estão Team Alvimedica, Mapfre e Team SCA.

                                        Foto: Francisco Vignale

                                         

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                                          Mudança de comando

                                          Por: Redação -
                                          06/02/2015

                                          O ministro da Defesa, Jaques Wagner, presidiu a cerimônia que conduziu ao posto de comandante da Marinha o almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira (à esquerda), ocorrido no Grupamento dos Fuzileiros Navais, hoje (6), em Brasília.

                                          Profundo conhecedor do setor de náutica de lazer após servir em Anápolis (considerada a cidade da vela nos Estados Unidos) e ter sido Capitão dos Portos do Rio de Janeiro e diretor da Diretoria de Portos e Costas, órgãos nos quais teve contato de perto com o segmento.

                                          Com 44 anos de carreira militar, Leal Ferreira irá chefiar uma Força que possui cerca de 78 mil servidores entre militares e civis, sendo 13% de mulheres. Em seu discurso, o recém-empossado comandante destacou a dimensão e complexidade do cargo que assume e reafirmou o compromisso de zelar por um legado de valores e tradições centenárias. Para Leal Ferreira é fundamental “racionalizar esforços, complementar capacitações e buscar soluções conjuntas para cenários (…) e ambiente multifacetado que exigirá aprimorar a interoperabilidade”.

                                          A cerimônia ocorreu no Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília (GptFNB) e contou a participação dos ministros Carlos Gabas (Previdência Social), Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário) e Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos). Estiveram na cerimônia os comandantes do Exército, general Eduardo Villas Bôas, e da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato; além do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), general José Carlos De Nardi, e da secretária-geral do Ministério da Defesa, Eva Chiavon.

                                          Foto: Tereza Sobreira/Divulgação

                                           

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                                            Por: Redação -

                                            O encontro entre o empresário Marcio Schaefer com o vice-prefeito de Busan, Don Young Cho, e o secretário da Divisão de Investimentos Estrangeiros, Jae Hyung Lee, definiu a instalação do estaleiro catarinense Schaefer Yachts na segunda maior cidade da Coreia do Sul, com prazo de até 18 meses para iniciar a produção de lanchas a partir de 30 pés (aproximadamente 10 metros de comprimento). A Schaefer Yachts, sediada em Florianópolis, é a maior indústria do setor no Brasil, com 23 anos de mercado e fabricando lanchas e iates entre 30 e 83 pés.

                                            “A Coreia do Sul é líder mundial na indústria naval de grande porte, mas não tem estaleiros de embarcações de lazer e está abrindo uma oportunidade para ingressarmos não só naquela nação, mas no mercado asiático”, disse Marcio Schaefer, presidente do estaleiro catarinense. Uma carta de intenções protocolou o acordo para a instalação da empresa brasileira, com prazo de 18 meses para iniciar a produção. “Começaremos fabricando a Phantom 303 e ano a ano evoluiremos nos modelos, até produzirmos o iate de 83 pés (Schaefer 830)”, informou o empresário. Na carta de intenções assinada hoje, a Prefeitura de Busan comprometeu-se em fornecer área, com acesso ao mar, para a instalação do estaleiro, além de incentivos fiscais. A Schaefer Yachts terá como contrapartida a geração de empregos e a cessão de tecnologia e formas náuticas.

                                            Busan é a segunda maior cidade sul-coreana, com 6 milhões de habitantes, e de intensa atividade portuária, por onde escoam as exportações do país. A aproximação começou em 2013, promovida pelos agentes Han Kim e José Carlos Fantini, mas alavancada quando o barco Phantom 303 foi eleito o melhor equipamento do Busan Boat Show, em outubro do ano passado. “O que assinamos não foi apenas uma carta de intenções, mas a garantia de que estamos firmemente empenhados em assegurar a instalação da Schaefer Yachts em Busan”, considerou Don Young Cho. No Brasil, o preço médio de uma 303 é de R$ 400 mil, porém na Coreia do Sul será pelo menos 25% mais baixo, por conta de menor carga tributária e da competitividade da economia daquele país.

                                            “O convite é um reconhecimento mundial da expertise brasileira no segmento”, resumiu Pedro Odílio Phellippe, diretor-industrial da Schaefer Yachts. O mercado também está mais receptivo às exportações: até 2008, dois meses da produção do estaleiro catarinense era destinado ao mercado europeu, mas o cenário retraiu pela valorização do Real nos últimos anos. “Com o dólar forte, nossa presença no exterior será retomada”, disse Phellippe.

                                            Foto: Norton José

                                             

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                                              A imagem acima foi divulgada pelo usuário do Instagram Eric Smith e está rodando o mundo. Um velejador estava tão concentrado em seu smartphone que nem percebeu a passagem de uma baleia ao lado de seu barco. O episódio aconteceu na costa de Redondo Beach, na Califórnia, Estados Unidos. Um momento de distração que está rendendo fama ao velejador.

                                              Foto: instagram/esmith_images

                                               

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                                                Por: Redação -

                                                O mundo da vela ficou em estado de choque quando o Comitê Paraolímpico Internacional anunciou no começo desta semana que a vela paraolímpica não faz mais parte dos Jogos Paraolímpicos de Tóquio em 2020.

                                                A notícia levou Geoff Holt, uma das principais figuras vela paraolímpica, a iniciar uma petição exigindo que o esporte seja reintegrado. Em poucos dias a campanha já conquistou mais de 10 000 adeptos, incluindo grandes nomes da vela.

                                                Sir Robin Knox Johnston, que entre seus feitos foi o primeiro homem a velejar sozinho ao redor do mundo e sem escalas, considerou a decisão de corte da modalidade dos jogos paraolímpicos como “vergonhosa” e disse que apoia incondicionalmente a campanha.

                                                “A decisão de retirar a vela dos Jogos Paraolímpicos vem num momento em que as oportunidades estão se expandindo. A razão dada para a saída da modalidade dos jogos é que nem todas as nações oferecem oportunidade para que os deficientes possam velejar. Todos sabem que qualquer esporte leva tempo para se desenvolver especialmente este que era considerado impossível até muito recentemente. Hoje que sabemos que isso é possível, vemos um aumento no número de atletas e de nações começando a fazer parte dos jogos. Claramente os organizadores dos jogos decidiram não esperar pelo desenvolvimento do esporte e estão impedindo que pessoas com deficiência em países menos desenvolvidos pratiquem um esporte onde eles possam utilizar a mente para competir como qualquer outra pessoa”, declarou Sir Robin.

                                                “É uma decisão vergonhosa e, embora o Comitê Paraolímpico Internacional tenha dito que é final, nada é definitivo. Se tivermos o apoio de um número suficiente de pessoas, o comitê terá que enfrentar o descrédito da comunidade esportiva e pode até alterar a sua decisão”, completou Sir Robin.

                                                A velejadora paraolímpica Helena Lucas, ouro em Londres 2012, também criticou a decisão, descrevendo-o como um “passo para trás” no esporte e no reconhecimento dos atletas deficientes. “Estou realmente desapontada com a decisão. Nós presenciamos muitos esforços e exemplos de superação. O esporte estava realmente se desenvolvendo no que diz respeito à participação de atletas e ao nível de profissionalismo. Lamentável a decisão”.

                                                Geoff Holt, disse em um vídeo do YouTube: “A perspectiva de que a vela não seja incluída em 2020 é de partir o coração. Não só para mim e para aqueles que estiveram envolvidos ao longo dos anos, mas para os velejadores, seus sonhos e suas famílias. Tem muita gente que dedicou a vida a vela, muitos voluntários e também dinheiro público. A vela é um dos esportes paraolímpicos mais acessíveis. Se você está em uma cadeira de rodas, é cego ou não tem uma perna, você pode competir em uma regata. Não há nenhum outro esporte onde você pode fazer isso.”

                                                E completou: “Eles são os responsáveis pelo desenvolvimento do esporte. Se está sendo dito que não há número suficiente de países concorrentes, então a Associação de Vela Internacional é responsável por não desenvolver o esporte o suficiente”.

                                                Foto: Divulgação / Informações: Clipper Race

                                                 

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                                                  Por: Redação -

                                                  Schaefer Yachts e Intech Boating, que produz as lanchas Sessa, receberam, nesta semana, a edição 2015 do Guia de Barcos — o maior e mais completo anuário náutico feito no país. A publicação especial de NÁUTICA reúne 600 barcos, divididos em 17 categorias diferentes. Além dos barcos, o Guia de Barcos 2015 lista 58 estaleiros nacionais e estrangeiros com sede no Brasil.

                                                  Schaefer e Sessa estão na publicação, cada estaleiro disponibilizou as fichas técnicas de todos os barcos da linha. São lanchas de 30 a 83 pés, desenvolvidas e produzidas pelo estaleiro Schaefer Yachts, um dos mais reconhecidos do país. E modelos entre 27 e 54 pés desenvolvidas na sede italiana da Sessa Marine e produzidas, com um toque brasileiro, pelo estaleiro Intech Boating.

                                                  Marcio Schaefer da Schaefer Yachts e José Antônio Galizio Neto e Massimo Radice, da Intech Boating, receberam a edição das mãos de Marcio Dottori, diretor técnico de NÁUTICA e maior especialista do assunto no Brasil.

                                                  Você pode comprar seu exemplar também via loja virtual de Náutica no endereço www.shoppingnautica.com.br.

                                                   

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                                                    Se no primeiro dia do Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina os veleiros enfrentaram condições de ventos rondados e percurso longo, o segundo dia de competições em Jurerê trouxe grandes emoções na briga pela liderança das classes. Com a realização de duas regatas barla-sota (percurso mais curto), muitas mudanças marcaram a quinta-feira, que contou com predominância de vento sul variando de 8 a 10 nós (aproximadamente 18 km/h).

                                                    Na ORC, o atual campeão do Circuito Oceânico, Ângela Star VI, do Rio de Janeiro, conseguiu tirar a diferença do primeiro dia para os líderes e agora é o novo ponteiro da competição, com 7 pontos perdidos após três regatas. Com um 3º e um 1º nas disputas dessa quinta-feira, a embarcação do comandante Peter Siemsem está apenas um ponto à frente do catarinense Absoluto (2º e 4º nas duas regatas do dia).

                                                    O Itajaí Sailing Team, que vinha na ponta, acabou tendo um dia com um 4º, além de uma desclassificação por largada escapada. Com isso, o veleiro de Avelino Alvarez, caiu para a quinta posição, atrás de ainda de Melody 5 (3º colocado) e Bijupirá (4º).

                                                    Na HPE 25 as disputas também ganharam ares de emoção. O Força 12, de Arno Juk, venceu a primeira do dia, mas em seguida o gaúcho Tereza superou seu principal adversário diminuindo para apenas um ponto a vantagem.

                                                    A classe C30 contou com o mesmo cenário da ORC. O campeão de 2014, Katana, que vinha atrás na classificação geral, aproveitou bem o dia para assumir a ponta. Os veleiros de 30 pés proporcionam uma das disputas mais acirradas até o momento, com apenas dois pontos separando o primeiro do quarto colocado. Mesmo sem vencer regatas nessa quinta-feira, o veleiro do comandante Fábio Filippon conseguiu manter uma boa média (3º e 2º) e com 7 pontos perdidos vem na frente.

                                                    O líder do primeiro dia, Zeus Team, conseguiu um 2º lugar na primeira regata, mas uma escapada na segunda acabou colocando o veleiro comandado por Inácio Vandressen uma posição atrás do Katana, com 8 pontos perdidos. Caballo Loco e Corta Vento aparecem na sequência com 9 pontos perdidos. O equilíbrio na classe é tão nítido que as duas vitórias em regatas dessa quinta-feira vieram justamente com o Caballo Loco e Corta Vento.

                                                    Fechando o dia, o Argonauta conseguiu confirmar a liderança conquistada no primeiro dia. Após a vitória na regata longa, o veleiro catarinense venceu a primeira de Barla-Sota nessa quinta e terminou em 3º na segunda. Com 5 pontos perdidos, a equipe lidera a classe. O Flash Best Fellow, de Leonardo Deboni, foi o mais consistente nessa segunda etapa de competição e com 1º e 2º aparece com 8 pontos perdidos, na segunda posição na classificação geral.

                                                    Garrotilho e Massu I aparecem em 3º e 4º, respectivamente, com os mesmos 9 pontos perdidos. O Açores III é o quinto, seguido pelo Ursa Maior.

                                                    Para essa sexta-feira o cronograma é o mesmo, com duas regatas de barla-sota previstas.

                                                    Classificação geral após três regatas:

                                                    ORC Geral
                                                    1º Ângela Star VI – 7 pontos perdidos
                                                    2º Absoluto – 8pp
                                                    3º Melody 5 – 9pp
                                                    4º Bijupirá – 13pp
                                                    5º Mano Champs – 14pp
                                                    6º Dourado – 17pp
                                                    7º Marlim – 21pp

                                                    C30
                                                    1º Katana – 7pp
                                                    2º Zeus – 8pp
                                                    3º Caballo Loco – 9pp
                                                    4º Corta Vento – 9pp

                                                    HPE25
                                                    1º Força 12 – 4pp
                                                    2º Tereza – 5pp

                                                    RGS Geral
                                                    1º Argonauta – 5pp
                                                    2º Flash Best Fellow – 8pp
                                                    3º Garrotilho – 9pp
                                                    4º Massu I – 9pp
                                                    5º Açores III – 14pp
                                                    6º Ursa Maior – 19pp

                                                    Foto: Gabriel Heusi / Informações: assessoria de imprensa

                                                     

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                                                      Por: Redação -
                                                      05/02/2015

                                                      A campanha “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, promovida por NÁUTICA há 17 anos para espalhar a mensagem entre os donos de barcos sobre a importância da preservação de nossas águas com uma frota de barcos entregando brindes pelas águas de Angra dos Reis durante o verão, agora chega ao Sul do país durante o Carnaval para participar de uma das festas mais animadas da região, a Shed Al Mare. Em sua quarta edição, a festa, promovida pelo clube sertanejo de Balneário Camboriú Shed Bar, ganhou a parceria de NÁUTICA através de nossa publicação regional NÁUTICA Sul e do estaleiro catarinense Schaefer Yachts.

                                                      A Shed Al Mare acontece no dia 15, domingo de Carnaval, no Caixa D’Aço, em Porto Belo. Serão muitas atrações para animar os barcos que chegam a região às 11 horas da manhã e só vão embora às 19 horas. A dupla sertaneja Henrique e Diego agitam a festa junto com o DJ Eddie Ferrer que vem de Portugal exclusivamente para a festa. São outras 10 atrações que farão shows de 30 minutos para agitar oito horas de festa.

                                                      NÁUTICA Sul irá distribuir kits de conscientização de preservação das nossas águas junto com brindes dos parceiros da campanha “Só jogue na água o que o peixe pode comer”. A Schaefer Yachts terá uma equipe de vendedores para atender aos clientes interessados nas lanchas do estaleiro.

                                                      Na edição de Carnaval do ano passado a Shed Al Mare reuniu quase mil lanchas e incontáveis jets na enseada do Caixa D’Aço.  A festa não tem fins lucrativos e visa divulgar o potencial náutico e turístico da região. Para participar basta chegar com o barco e muita animação a bordo.

                                                      Veja algumas fotos da edição de 2014:

                                                      Fotos: Jorge de Souza

                                                       

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                                                        Uma das peças mais escondidas do barco é também uma das mais importantes. Você sabe para o que serve e como funciona o bujão? Um equívoco na sua utilização pode ocasionar inclusive o naufrágio de uma embarcação. Marcio Dottori explica tudo isso na seção Quero Saber.

                                                        Assista ao vídeo aqui e inscreva-se no canal da TV NÁUTICA no youtube para não perder nenhum novo vídeo!

                                                         

                                                         

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                                                          Por: Redação -

                                                          O Miami International Boat Show é o mais esperado dos Estados Unidos e é famoso por reunir os maiores fabricantes de barcos e equipamentos do mundo. Já para o mundo dos iates, o salão náutico é conhecido por reunir as maiores embarcações que navegam por águas americanas. Alguns estão ali pelo simples prazer da exibição, já outros estão à venda no salão. Confira a lista dos 10 maiores iates presentes em Miami neste ano:

                                                          Lady Linda – Com 187 pés será o maior iate do salão. Ele foi construído para Doug e Linda Von Allman, que sempre batizam seus iates com o mesmo nome.

                                                          Moonraker – Este Mangusta de 165 pés alcança os 40 nós de velocidade e pode ser alugado para charters pelas Bahamas.

                                                          La Pellegrina – A Denison Yacht Sales leva este iate de 164 pés para Miami. Entre seus maiores atrativos estão os camarotes que tem entre seus

                                                          Match Point – O iate de 160 pés foi construído em 2009 e estará em exposição durante todo o salão náutico.

                                                          Odessa – Também com 160 pés, este iate foi construído pelo estaleiro Christensen e tem camarotes flexíveis que podem sem transformados em camarotes individuais ou duplos, de acordo com as pessoas a bordo.

                                                          Imagine – Este trideque de 164 pés com casco de alumínio foi construído pelo mesmo estaleiro do Lady Linda, a Trinity Yachts.

                                                          Themis – Com 156 pés o ex-Allegra é um veterano do mar, em operação desde 1998 tem velocidade máxima de 24 nós.

                                                          Katya – Este iate de 151 pés tem decoração cuidadosa e está na lista dos iates disponíveis pata charters.

                                                          Blue Ice – a cor excêntrica e que dá nome a este iate, não é a única coisa que chama atenção nesta embarcação de 149,9 pés. O desempenho esportivo e o conforto a bordo são outros pontos que agradam neste gigante azul.

                                                          Claire – Mais um modelo da Trinity Yachts, o Claire tem 150 pés, acomodações para 10 pessoas e, mesmo sendo lançado em 2003, já tem equipamentos modernos com bons estabilizadores.

                                                          Fotos: Divulgação

                                                           

                                                          Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                            A atual Miss Mundo, Rolene Strauss, está acostumada a ser fotografada diariamente para sites de paparazzi e para os fãs. Mas, nesta quinta-feira (5), na ilha de Sanya, na China, ela resolveu fazer uma selfie de maneira inusitada. A linda sul-africana escalou o mastro do barco Dongfeng Race Team, que disputa a Volvo Ocean Race 2014-15 — maior regata de Volta ao Mundo do planeta. A bela tirou a foto no topo dele, a 30,3 metros da água. Estudante de medicina e modelo de 22 anos, Rolene Strauss fez a ação com o barco parado, diferente dos velejadores, que geralmente sobem no mastro em condições de vento e ondas extremas.

                                                            “É linda a visão”, disse a Miss Mundo. “O cenário do alto fica tão bonito e adorável. Deve ser legal ficar lá no meio do oceano. Eu me senti como se estivesse no topo do mundo”.

                                                            “Eu desenhei um olho grande no mastro e escrevi a frase ‘um mundo, uma força’. É para dar sorte à equipe. Espero que eles trabalhem em conjunto para mais vitórias”. Rolene Strauss ganhou seu título de Miss Mundo em Londres, em dezembro do ano passado. São vários concursos como os de Miss Universo, Miss Terra e Miss Internacional.

                                                            Com a torcida da bela sul-africana, os chineses do Dongfeng esperam aumentar a liderança na Volvo Ocean Race na próxima etapa, entre Sanya e Auckland (Nova Zelândia). A largada será neste domingo (8).

                                                            Foto: Rolene Strauss

                                                             

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