Dupla da Nacra 17 está a caminho do Japão para os Jogos de Tóquio

Por: Redação -
01/07/2021

A equipe olímpica da classe Nacra 17 está de malas prontas para a Olimpíada de Tóquio. Os velejadores Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino embarcam para o Japão no dia 7 de julho.

A dupla, que estava na Espanha, retornou ao país na última semana após finalizar a segunda etapa de treinos em Santander. O treinamento intensivo ocorreu no Real Club Marítimo de Santander e contou com cerca de 17 equipes da classe Nacra 17, entre eles alguns adversários olímpicos, garantindo rendimento e qualidade aos trabalhos, visto que a pandemia não possibilitou a realização de muitas competições para a classe.

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De volta ao país, acertam os últimos detalhes da viagem ao Japão. A partir de então, Samuca, Gabi e o técnico Paulo Roberto Ribeiro permanecem no país dando início ao trabalho de ambientação e treinos, até o dia 28 de julho, quando iniciam as disputas da classe Nacra 17 nos Jogos na baía de Enoshima.

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Samuel Albrecht, timoneiro (atleta do Veleiros do Sul/RS) e Gabriela Nicolino (atleta do Iate Clube do Rio de Janeiro), proeira, são velejadores da classe Nacra 17, única classe mista da Vela olímpica. Será a primeira participação nos Jogos para a Gabi e é a terceira Olimpíada para o Samuca.

A dupla, além de ser atual campeã brasileira e sul-americana, é medalhista de bronze da classe Nacra 17 dos Jogos Pan-americanos de Lima no Peru em 2019 e conta com o trabalho do treinador Paulo Roberto Ribeiro, técnico medalha de bronze na olimpíada de Pequim em 2008.

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    Pernoite a bordo: assista ao quarto programa Loucos por Barcos na TV NÁUTICA

    Por: Redação -

    Nesta quarta-feira (30), foi ao ar mais um programa ao vivo do Loucos Por Barcos, um bate papo descontraído semanal sobre os temas náuticos mais pedidos pelos leitores e seguidores.

    Desta vez, o assunto foi Pernoite a bordo: qual o barco ideal para dormir? Compartilharam suas experiências de pernoite a bordo os convidados Sergio Caramico (proprietário de uma lancha de 55 pés), Sergio Pisani (dono de um veleiro de 44 pés) e Thiago Gogoy (dono de uma lancha esportiva de 39 pés).

    Mais uma vez, Guilherme Kodja comandou o bate-papo com grande troca de informações sobre barcos, sempre com a interação em tempo real dos telespectadores por meio das redes sociais e o chat do YouTube.

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    O Loucos Por Barcos vai ao ar às quartas, a partir das 20 horas, na TV NÁUTICA, no YouTube. Se inscreva para não perder!

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      Ainda não decidiu entre uma lancha de proa aberta ou fechada? Veja aqui os prós e contras

      Por: Redação -
      30/06/2021

      Na hora de comprar uma lancha, sempre surge a dúvida: proa aberta ou fechada? E a saída é simples: comparar as suas características.

      Uma das primeiras dúvidas que quase todo mundo tem na hora de escolher uma lancha (geralmente até 24 pés) é se sua proa deve ser aberta (ou seja, com sofás na frente do barco) ou fechada (com uma pequena cabine no lugar disso). E a resposta não depende apenas de uma questão de gosto, mas, também, de certos fatores, em especial, como sempre ressaltamos, o uso!

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      Um deles é o tamanho do próprio barco. A maioria das lanchas entre 16 e 24 pés, as preferidas por quem está começando a navegar, costuma ter proa aberta, porque são pequenas demais para aceitar uma cabine a bordo — mas há exceções, naturalmente.

      proa aberta ou fechada

      Nesta configuração, a proa é ocupada por dois pequenos sofás laterais (ou, eventualmente, espreguiçadeiras ou um solário, formado pela união dos dois estofados) e é bem agradável para passeios curtos e locais de águas mais calmas.

      Por conta disso, leva, também, mais pessoas a bordo, embora este limite deva ser estipulado pelo deslocamento e estabilidade do barco e não pelo número de assentos disponíveis. Além disso, as versões abertas das embarcações costumam custar de 20 a 30% menos do que a fechada, porque tem menos componentes, em especial acabamentos internos.

      Já as lanchas com proa fechada (ou seja, com uma pequena cabine debaixo do convés de proa), quase sempre são maiores (geralmente acima dos 25 pés, embora haja exceções) e tendem a navegar melhor do que as de proa aberta, porque o peso na frente é maior e isso ajuda na estabilidade — nas lanchas menores, as duas versões praticamente se equivalem, por causa do peso extra das pessoas sentadas na proa.

      Além disso, por terem a proa coberta, dão maior proteção contra a eventual entrada de água a bordo, no caso de ondas, por exemplo — razão pela qual se prestam mais a uso no mar do que as de proa aberta.

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      Uma pequena cabine não chega a servir de “casa” para ninguém, mas quebra um bom galho na hora de tirar uma soneca, abrigar as crianças do sol e da chuva ou permitir um banheiro com maior privacidade a bordo — nas abertas, quando há, o banheiro é sempre bem menor e, para alguns, pode ser até claustrofóbico.

      Também ajuda a guardar a bagagem nos passeios. Em compensação, custa mais caro e a própria cabine acaba “roubando” um dos melhores locais para se passear a bordo de um barco, que é a proa — benefício que a outra versão oferece com fartura.

      Ou seja, as duas versões têm prós e contras. Analise, portanto, a que mais lhe agrada — ou incomoda — e, só depois disso, decida. Mas, se quiser ouvir a opinião dos outros, saiba que a maioria esmagadora dos compradores de pequenas lanchas no Brasil opta pela versão com cabine. Por quê? Bem, eles devem ter lá seus motivos.

      Se for fechada…

      proa aberta ou fechada

      Pontos altos:

      • Permite pernoites a bordo

      • Costuma navegar melhor

      • É mais segura em águas agitadas

      • Pode ter banheiro fechado

      • Pode ter solário na proa

      • Às vezes, tem até cozinha

      Pontos baixos:

      • Custa sempre mais

      • Leva menos pessoas

      • Tem cockpit mais apertado

      • Menos lugares para sentar

      Só vale a pena se…

      • pretende navegar no mar. Por proteger melhor o cockpit, a proa fechada oferece mais segurança contra a entrada de água vinda das ondas.

      • …mulheres e crianças  forem frequentes.  A cabine pode servir de abrigo, contra sol e frio. E o banheiro costuma ser fechado, com mais privacidade.

      • …de vez em quando, for dormir a bordo. A maioria destas lanchas tem cabine bem pequena, mas, mesmo assim, com cama de casal.

      Se for aberta…

      proa aberta ou fechada

      Pontos altos:

      • Tem cockpit mais espaçoso

      • Leva mais pessoas nos passeios

      • Tem casco mais leve

      • Exige motor menos potente

      • Tem preço mais baixo

      • Costuma ser mais confortável

      Pontos baixos:

      • Não dá para dormir a bordo

      • Banheiro, quando tem, é apertado

      • Não serve para águas mais agitadas

      • Não protege do sol e chuva

      Só vale a pena se…

      • …a família ou a turma for grande. O espaço extra na proa oferece assentos para até três pessoas a mais. E sem comprometer o conforto dos demais.

      • …for usá-la só em águas tranquilas. A vocação das lanchas com proa aberta são as águas abrigadas de represas e baías. Só as maiores servem para o mar.

      • …quiser gastar um pouco menos. O conjunto casco e motor costuma ser cerca de 20 a 30% mais em conta nos modelos de proa aberta.

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        Paragon completa 30 anos atuando no mercado de motores de popa

        Por: Redação -

        A Paragon, empresa de atendimento personalizado no segmento de motores de popa, completou 30 anos nesta semana. Ela foi fundada em 1991, na Ilha de Guaratiba, no Rio de Janeiro, pelos irmãos Jorge e Ricardo Paragon.

        No início, a proposta era oferecer montagem de motores de estaleiros específicos, como a Real Powerboats, por exemplo. Só nessa fase, foram mais de mil embarcações concluídas e prontas para utilização, devido aos trabalhos da Paragon.

        paragonparagon

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        Dois anos depois, em 1993, o caminho da empresa começava a trilhar uma trajetória de sucesso: foi quando ela se tornou a primeira oficina autorizada OMC (Johnson e Evinrude) da America Latina e Caribe.

        Pouco tempo depois, a Bombardier comprou essas marcas e, só então, a Paragon adicionou os jets BRP Sea-Doo à linha de prestação de serviços. Para isso, a expert em montagem de motores de popa conta ter sempre investido na atualização e treinamento da equipe na própria fábrica, frisando, principalmente, a importância dos sistemas de diagnósticos mais recentes.

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        paragonparagon

        A partir de então, a crescente participação em fóruns estadunidenses e compartilhamento de tecnologia tomou proporções imensas, e um dos tópicos mais abordados (e solucionados) pela Paragon era a utilização e aplicação do etanol nas embarcações do país norte-americano — uma problemática há muito solucionada pelos brasileiros, principalmente devido à forte cultura de utilização de gasolina nos barcos do Brasil.

        Desde 2019, a Paragon expandiu seus negócios para o Brasil e, desde 2000, está localizada na Marina Piratas, em Angra dos Reis — proporcionando, inclusive, atendimento na água.

        Devido à pandemia, a empresa de montagem de motores passou a fornecer atendimento inclusive pelo WhatsApp e, de acordo com Ricardo Paragon, “há 30 anos, essas atualizações fazem parte do próprio cotidiano da empresa: enfrentando desafios e estabelecendo metas para sempre fornecer a melhor e mais avançada tecnologia aos clientes”.

        Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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          Torben Grael promove expansão dos esportes náuticos em Goiás

          Por: Redação -

          Coordenador técnico da seleção brasileira de vela desde 2013, o bicampeão olímpico Torben Grael se prepara para comandar a equipe na disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio, em julho, no Japão. Dono das medalhas de ouro em Atenas, em 2004, e Atlanta, em 1996, ele possui ainda uma prata (Los Angeles, em 1984) e dois bronzes (Seul, em 1988, e Sydney, em 2000). Antes de embarcar para a capital japonesa, no dia 3 de julho, o velejador de 60 anos faz uma parada em Goiânia nesta semana para dar continuidade ao projeto de disseminar a cultura da vela no interior do Brasil.

           

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          Torben escolheu o Lago Corumbá IV, no município de Abadiânia, para a construção da próxima marina da Intermarinas, empresa que ele comanda ao lado dos sócios Klaus “Cacau” Peters e Alejandro Comas, também velejadores.

           

          A infraestrutura de navegação fará parte do Escarpas Eco Parque, condomínio de lazer e aventura que está em implantação às margens do lago, e vai oferecer uma gama completa de serviços para embarcações.

           

          Segundo o bicampeão olímpico, o Brasil tem potencial de sobra para continuar se destacando nas principais competições, e o desenvolvimento dos esportes náuticos no interior do país pode contribuir para consolidar esse cenário.

          “Nós temos presenciado uma expansão muito grande da vela como opção de lazer, e isso consequentemente desperta o interesse nas pessoas pela modalidade. Já temos diversos clubes especializados muito consolidados no Brasil, e agora precisamos expandir a presença da vela para outros centros.

           

          As marinas privadas podem contribuir muito com isso, principalmente ao permitir o contato das novas gerações com o esporte. O Brasil ainda tem um caminho enorme pela frente na disputa dos esportes náuticos, com potencial para conquistar cada vez mais títulos e medalhas”, define o bicampeão olímpico.

           

          Na quarta-feira, 30 de junho, às 19 horas, ele assina termo de intenção de parceria com os empreendedores do Escarpas Eco Parque para a implantação da marina em encontro agendado no Saccaria, no Setor Jardim Goiás.

           

          Na quinta, 1º de julho, ele faz visita in loco ao Lago de Corumbá IV para dar início aos estudos de viabilidade técnica para a execução do projeto. A visita será acompanhada pelo prefeito de Abadiânia, José Diniz, e pelo presidente da Agência Estadual de Turismo (Goiás Turismo), Fabrício Borges Amaral, além de outras autoridades.

           

          A vela é uma das três modalidades que mais renderam medalhas ao Brasil na competição internacional, com destaque para atletas como Martine Grael, filha de Torben, e Robert Scheidt. Para Torben, a proximidade do Lago Corumbá IV com Brasília tem tudo para atrair o público da capital federal, um dos principais centros da vela no Brasil, e consolidar uma nova geração de adeptos da prática.

           

          A infraestrutura a ser construída oferecerá guarda-barcos, preparação de embarcações e manutenção, além de contar com mall e outros serviços ligados à navegação.

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          “Estou muito entusiasmado com essa sinergia entre a Intermarinas e o Escarpas. Em qualquer espelho d’água que comporte o mínimo de navegação, é aconselhável ter uma marina com instalações que ofereçam a estrutura necessária.

           

          Teremos uma infraestrutura completa de serviços, e com certeza despertarão o interesse do pessoal de Brasília e Goiânia e cidades vizinhas. Ela poderá contemplar tanto quem busca diversão e lazer quanto quem tem aspirações para uma carreira nos esportes náuticos”, avalia Torben.

           

          O bicampeão olímpico também ressalta a importância da interiorização na prática da vela e de outros esportes náuticos. Apesar de a prática ainda estar muito associada às cidades litorâneas, em especial o Rio de Janeiro, Torben destaca que muitos centros importantes já se destacam em localidades como a Represa de Guarapiranga, em São Paulo, o Lago Paranoá, em Brasília, e o Circuito do Lago Três Marias, na região central de Minas Gerais. Pelas dimensões grandiosas, com 173 quilômetros quadrados de área alagada, o Lago Corumbá IV também tem muito potencial para se juntar a este cenário.

          “A vela é um esporte completamente ligado à natureza, o que se encaixa perfeitamente ao Lago Corumbá IV e à proposta do Escarpas. É muito importante fomentar essa cultura náutica no interior do Brasil. Nosso país tem muitos reservatórios, barragens e lagos artificiais que são totalmente favoráveis à navegação.

           

          Muitos deles, inclusive, são maiores do que as baías naturais que temos. Então, nada mais natural do que esportes como a vela e a canoagem se desenvolverem nestes lugares”, frisa o velejador.

           

          O desenvolvimento dos esportes náuticos e a oferta de serviços ligados à navegação também causam impacto positivo nas economias locais, como destaca Torben. “Há uma enorme gama de serviços agregados que são movimentados por uma marina: abastecimento, manutenção de motores, pintura, parte elétrica, limpeza das embarcações.

           

          Temos ainda a organização de competições e eventos, a demanda por pilotos particulares, entre diversos outros. Então, há uma oportunidade muito grande para se desenvolver a economia local em torno desse segmento”.

           

          De acordo com a Associação Brasileira de Barcos (Acobar), as vendas de barcos e embarcações de R$ 535 mil a R$ 1,8 milhão apresentaram um crescimento de 20% em 2020, se comparado ao ano anterior. O aumento é também reflexo dos novos hábitos forçados pela pandemia da Covid-19 e o isolamento social, que despertou o interesse por opções de esporte e lazer que não provocam grandes aglomerações.

           

          Além da vela, a marina construída no Escarpas Eco Parque, permitirá a prática de outras modalidades, como esqui aquático, canoagem e remo, prezando pela preocupação com a preservação ambiental e o mínimo de interferência possível na natureza.

           

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            Motor de popa elétrico de 180 hp promete redução de 90% nos custos de combustível e manutenção

            A empresa canadense Vision Marine Technologies está com uma novidade: o motor de popa elétrico E-motion 180E, que é definido pela empresa como “o motor de popa elétrico mais poderoso do mundo” graças aos seus 180 hp de potência.

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            O novo motor vem como uma solução sustentável, prometendo zero emissões, ruído reduzido, ser inodoro e sem fumaça, além de redução de 90% nos custos de combustível e manutenção, já que não querer trocas de gaxetas, de óleo, limpeza do carburador, reconstruções e cronograma de manutenção. Os proprietários contam com acesso ao aplicativo móvel, com monitoramento 24 horas por dia e 7 dias por semana das funções essenciais.

            “Temos a tecnologia para reduzir significativamente nossa pegada sem comprometer a experiência”, afirma Alexandre Mongeon, CEO da Vision Marine Technologies.

            O motor tem alta voltagem e vem com bateria de lítio de 60 kwh, além de carregador inboard de 220 V. O pacote E-motion 180E também inclui controles de aceleração e monitor. Uma garantia de 2 anos é oferecida e o equipamento pode ser reservado pelo site da empresa a uma taxa reembolsável de $ 300 dólares.

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            O motor de popa E-Motion 180E pode ser instalado em qualquer barco que aceite motor de popa a gás de 180 hp. As embarcações mais comuns estão entre 18 e 26 pés. De acordo com as informações do fabricante, as baterias podem ser recarregadas totalmente durante a noite, em qualquer marina ou em docas pessoais.

            A empresa estima um alcance de 70 milhas a uma velocidade de cruzeiro de 20 mph ou 3,5 horas. Esses fatores dependem de: tipo de barco, condições climáticas, carga e hélice.

            As primeiras unidades de produção estarão disponíveis para entrega no quarto trimestre de 2021. As unidades de produção atuais são estimadas em 6 meses e serão entregues com base no número de reservas.

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              Estaleiro grego projeta embarcação que promete chegar a 80 nós de velocidade

              Por: Redação -

              O estaleiro grego Tecnohull está lançando seu mais novo projeto, o Tecnohull Omega 47, que promete eficiência ao ponto de perder a embarcação num piscar de olhos.

              Com opções de motorização que incluem dois motores internos ou dois motores de popa V12 Mercury de 600 hp ou quatro motores de 450 hp Racing, da Mercury, a velocidade máxima do Technohull Omega 47 prometida pelo estaleiro é de impressionantes 80 nós.

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              Para isso, a Technohull se esforçou para elaborar um casco de 45 pés com dois degraus, desenvolvido ao longo de 5 anos. Ele produz uma almofada de ar natural que visa o barco planar em baixas velocidades, melhorar a estabilidade e, de acordo com o estaleiro, é 10 a 15% mais eficiente que os projetos de casco anteriores.

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              Outro aspecto objetivado pelos gregos é o conforto, principalmente no convés, que inclui uma pequena cozinha, atrás dos seis assentos fortemente reforçados.

              rib tecnohull omega 47rib tecnohull omega 47

              Além de tudo, ainda há um camarote para um casal passar o fim de semana, com um banheiro separado. Veja detalhes no vídeo:

              Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                Superiate holandês levou a melhor em sua estreia em regata na Espanha. Confira

                Por: Redação -

                O superiate Ravenger, do estaleiro Royal Huisman, foi coroado o vencedor da 25ª edição da Regata Palma para Superiates em 2021, na ilha espanhola de Palma de Maiorca.

                Embora a regata Palma Superiates (também conhecida como a regata de superiates mais antiga da Europa) tenha sido a corrida inaugural da embarcação de 43,31 metros, o Ravenger venceu os eventos Classe B da semana, que ocorreram de 22 a 25 de junho.

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                Apesar da inexperiência de corrida desse superiate, o navegador no comando, Shaun Pammenter, comentou que “o barco tinha um grande potencial logo de cara, mas nunca tinha competido antes”. O Ravenger foi lançado em 2015, na Holanda.

                regata palma superiates

                Ao decorrer da competição, a corrida de Classe A foi dominada pelo Nilaya, de 34,14 metros, até o último dia de provas.

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                Ela perdeu o título geral para o Shamanna, de 35,2 metros, embora as duas embarcações estivessem empatadas em pontos, com base no sistema de contagem regressiva.

                O tom geral do evento foi extremamente positivo, com participantes e organizadores entusiasmados por estar de volta à água — principalmente depois do cancelamento em 2020 devido à pandemia de Covid-19.

                regata palma superiates

                A organizadora da Regata Palma Superiates, Kate Branagh, comentou: “Todo o feedback que recebi dos barcos foi muito positivo, então certamente parece que todos gostaram de poder voltar a competir e todos entendem muito bem as limitações sociais e as razões por que não podemos ser os mesmos de sempre”.

                Neste ano, a regata contou somente com 10 participantes, devido às regulamentações de saúde. Nos últimos anos, a copa frequentemente incluía dezenas de superiates.

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                  Cannes Yachting Festival exibirá mais de 700 embarcações na França

                  Por: Redação -
                  29/06/2021

                  Os organizadores do Cannes Yachting Festival 2021 revelaram os modelos que estarão presentes na mostra deste ano, que acontecerá de 7 a 12 de setembro, no Vieux Port e no Port Canto, na França.

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                  Serão expostos 560 barcos, de 3 a 45 metros, entre monocascos e multicascos, além de 150 veleiros que serão exibidos pela primeira vez.

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                  Na divisão de superiates, os modelos exibidos incluirão um Baglietto de 39,80 metros, um Azimut 38 Trideck, um Cantiere Delle Marche Flexplorer de 38,2 metros, entre outros.

                  Solaris III, de 33,77 metros, da Solaris Yachts, e o Southern Wind SW105, de 34,59 metros, serão uns dos veleiros exibidos pela primeira vez.

                  Além das exibições habituais no Cannes Yachting Festival 2021, a exposição incluirá um Espaço de Inovação que demonstra as start-ups focadas no futuro do iatismo. Existe também uma área reservada para iates 100% elétricos e híbridos, bem como uma área para testes de mar.

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                    Dúvidas sobre os itens de salvatagem da Refeno? Confira aqui a lista de obrigatoriedades

                    Por: Redação -

                    Em 2020, a Refeno – Regata Recife Fernando de Noronha – não aconteceu por causa da pandemia do coronavírus. Nesse ano, a regata volta a acontecer, seguindo todos os protocolos de saúde e segurança relacionados à pandemia. O Marco Zero do Recife, em Pernambuco, será o ponto de partida da 32ª edição da competição, que está com as inscrições abertas desde março.

                    É normal, quando a prova vai se aproximando, surgirem algumas dúvidas dos participantes sobre o equipamento de salvatagem que deverá ser usado na competição. Para sanar tais dúvidas, a Capitania do Portos de Pernambuco editou a Portaria 22, em 17 de abril, com a lista dos equipamentos obrigatórios para as embarcações participantes.

                    Nada de surpresas na hora da inspeção! A tabela é dividida em embarcações de médio porte (comprimento menor que 24 metros, correspondente a 80 pés) e grande porte (comprimento igual ou maior que 24 metros).

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                    Karina e Hans Hutzler, do @svaventureiro4, analisaram item a item das obrigatoriedades e você pode conferir abaixo:

                    1. Agulha magnética (Norman 3 – item 0419): deve constar em todos os barcos, mas o Certificado de Compensação só é obrigatório para as embarcações com comprimento igual ou maior que 24 metros. Este certificado tem validade de 2 anos.

                    2. Apito (Norman 3 – item 0418): obrigatório em todos os tamanhos de barco e não vale aqueles apitinhos plásticos de festa de aniversário infantil. Deve ser robusto e produzir um som bem alto. Lembre-se que quando tiver de usá-lo, você deve estar precisando ser ouvido de longe.

                    3. Âncora (Norman 3 – item 0418): todas as embarcações devem ter pelo menos duas âncoras, sendo uma com o mínimo de 20 metros de cabo e a outra com 50 metros de cabo ou amarra. Em Fernando de Noronha, o local de ancoragem, no Porto de Santo Antônio, tem profundidades de 10 a 25 metros. Os barcos maiores chegam à Ilha primeiro e ancoram nos pontos mais rasos, sobrando para os menores e mais lentos os locais mais fundos. Como o ideal é largar cinco vezes a profundidade do local, faça a conta para dimensionar a quantidade de cabo o corrente ideal para seu barco.

                    4. Artefatos pirotécnicos (Norman 3 – item 0417): para qualquer tamanho de barco a quantidade é a mesma. São 4 foguetes manuais luz vermelha, 2 fachos manuais luz vermelha e 2 sinais fumígeno flutuante laranja. Observe que a quantidade é menor do que a exigida normalmente para navegação oceânica. Confira a validade dos seus pirotécnicos porque os vistoriadores olham um por um.

                    5. Balsa salva vidas (Norman 3 – item 0413): obrigatória em todos os tamanhos de embarcação, da classe II e com capacidade de 100% dos tripulantes durante a regata. Certifique-se de que a revisão está em dia e tenha o certificado desse procedimento a bordo.

                    6. Bandeira nacional (Norman 3 – item 0415): deve estar presente em todos os barcos e ter bom estado de conservação.

                    7. Boia salva-vidas (Norman 3 – item 0415): pode ser do modelo circular ou ferradura e são aceitas tanto as classe I como as classe II. Pelos menos uma com retinida flutuante (27,5 metros de cabo) e todas com dispositivo de iluminação automática (facho holmes). Para as embarcações menores que 12 metros, é exigida apenas uma boia e para as maiores que 12 metros, duas boias. As boias devem ser homologadas pela Marinha ou, se importadas, terem o selo Solas. A liberação de porte de boias classe II já é ajudinha no orçamento porque elas são mais baratas do que as classe I.

                    8. Bomba de esgoto (Norman 3 – item 0429): também chamada de bomba de porão. Se o barco tem menos de 12 metros de comprimento, deve ter uma; se tem comprimento igual ou maior que 12 metros e menos que 24 metros, são necessárias duas bombas elétricas ou a motor e mais uma manual. Para embarcações com 24 metros ou mais, são obrigatórias três bombas, uma delas com acionamento automático.

                    9. Certificado ou notas de arqueação (Norman 3 – item 0329): este documento só é obrigatório para embarcações com 24 metros de comprimento ou mais.

                    10. Coletes salva-vidas (Norman 3 – item 0414): todas as embarcações devem ter coletes na quantidade de tripulantes inscritos na regata, mas pode ser classe I ou II, de modelo canga ou jaleco, homologados pela Marinha ou, se importados, terem o selo Solas. Vejam que aqui, a exemplo das boias, há uma flexibilização da regra de navegação oceânica que exige os coletes apenas classe I, muito mais caros que os classe II. Se os coletes forem classe I, atenção para a validade da luz.

                    11. Epirb 406MHz (Norman 3 – item 0424): obrigatório para todas as embarcações. A caixa de liberação (acionamento automático) foi dispensada. Observe a validade da bateria. A Portaria fala da necessidade de entrega do anexo 4-D da Norman 3, mas esse anexo foi excluído do texto legal. O Epirb deve estar registrado no BRMCC – Centro Brasileiro de Controle da Missão –, com registo feito on-line e gratuito. No entanto, para fazer esse registo, o hexadecimal do aparelho deve ser brasileiro. Se o Epirb foi comprado em outro país, deve ser enviado a uma estação de serviço para troca do hexadecimal. Até a regata de 2019, foram aceitos Epirbs registrados em outros países (em geral no NOAA, Estados Unidos). Com a inclusão na Norman desse detalhe de registro no BRMCC, não sabe-se como será a postura dos inspetores sobre esse item. É prudente providenciar a adequação a esta diretriz para evitar problemas de última hora. Em Recife, não há estação que altere o hexadecimal dos Epirbs. Os inspetores da Marinha costumam exigir também dos participantes da Refeno a Licença Estação Navio, emitida pela Anatel, com o MMSI. Percebam que o MMSI é da embarcação e pode ser utilizado em rádios VHF e AIS, enquanto o hexadecimal é um número que identifica cada baliza Epirb. Frequentemente há confusão dos velejadores sobre o que é MMSI e hexadecimal.

                    12. Extintores de incêndio (Norman 3 – itens 0427 e 0438): para barcos com propulsão a motor e comprimento menor que 8 metros, deve haver um extintor próximo ao motor (recomendo o de 1 kg de pó químico por ser a opção menor e mais leve entre as previstas na Norman 3). Embarcações com comprimento de 8 até menos de 12 metros, devem ter dois extintores próximos ao motor e um no comando (também sugiro os de 1 kg de pó químico). Embarcações com comprimento igual ou maior que 12 metros e menos que 24 metros devem portar dois extintores próximos do compartimento de máquinas, um no comando, um na cozinha e um em cada corredor principal das acomodações. Para barcos maiores que 24 metros de comprimento há um extenso rol de extintores enumerados no item 0438 da Norman 3. Observar sempre a validade.

                    13. GPS (Norman 3 – item 0410): para qualquer tamanho de barco são exigidos dois, sendo um fixo e um portátil a prova d’água.

                    14. Habilitação: toda embarcação participante da Refeno deve ter um Capitão Amador a bordo. Deve ser apresentada a carteira original, dentro do prazo de validade.

                    15. Materiais e medicamentos de primeiros socorros (Norman 3 – item 0422): embora a legislação só obrigue seu porte para tripulações acima de 15 pessoas, é recomendado pela Portaria que todos os barcos tenham caixa de primeiros socorros.

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                    17. Quadros (Norman 3 – item 0421): são obrigatórios, mas podem ser substituídos pelo Ripeam – Regulamento Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar – na versão impressa ou digital, já que constam como anexo do Ripeam.

                    18. Refletor de radar (Norman 3 – item 0418): obrigatório em qualquer tamanho de embarcação. Preste atenção num detalhe importante: para funcionar bem, o refletor deve ter três peças metálicas encaixadas a 90 graus uma com a outra para que a onda magnética do radar, vinda de qualquer direção, reflita e volte para a direção de origem. Se o refletor só tem duas peças encaixadas uma na outra, só funciona se a onda entrar a exatamente 90 graus com ele. Então no veleiros adernado já não funcionará. O melhor modelo é o tubular que vários planos de três peças a 90 graus uma com a outra dentro do tubo.

                    19. Rádio HF SSB (Norman 3, item 0424): obrigatório em todos os veleiros da Refeno, mas que pode ser substituído por telefone satelital aprovado pela IMO (Organização Marítima Mundial): Inmarsat ou Iridium. O equipamento deve ser capaz de fazer chamadas de voz. Essa possibilidade de substituição do rádio SSB pelos telefones satelitais já consta da Norman 3 e é válida não só para a Refeno, mas para qualquer navegação oceânica.

                    20. Rádio VHF (Norman 3, item 0424): todos os barcos devem ter um fixo e um portátil a prova d’água.

                    21. Rádio transmissor radar (transponder) (Norman 3 – item 0424): obrigatório apenas nas embarcações de grande porte, ou seja, comprimento maior ou igual a 24 metros (80 pés).

                    22. Sino ou buzina (Norman 3 – item 0418): as embarcações menores que 20 metros precisam ter somente buzina e as de comprimento maior ou igual a 20 metros devem ter sino e buzina.

                    23. Termo de responsabilidade (Norman 3 – item 0340): só está dispensado para barcos com 12 metros ou menos. Consta do anexo 3C da Norman 3 e é assinado, com firma reconhecida, no momento da inscrição ou transferência de propriedade.

                    24. Título de inscrição (Norman 3 – item 0202): é o documento do seu barco. Observe que ele tem validade. Ultimamente algumas Capitanias dos Portos tem colocado no campo inferior das observações o termo “navegação costeira”, mesmo nos barcos classificados como mar aberto. Se o documento do seu barco tiver essa observação, providencie sua retirada porque com ela a reprovação na inspeção da Refeno é certa. Essa modificação só pode ser feita no local de inscrição do veleiro.

                    25. Carta náutica (Norman 3 – item 420): para todos os barcos é obrigatório ter as cartas 21030 (Fortaleza a Natal), 22000 (Atol das Rocas a Fernando de Noronha), 22100 (Cabo Calcanhar a Cabedelo), 22200 (Cabedelo a Maceió) e 052 (Arquipélago de Fernando de Noronha). As cartas em papel podem ser substituídas por dois equipamentos de carta eletrônica (um fixo e um portátil).

                    26. Lanterna elétrica (Norman 3 – item 0418): obrigatória em todos os veleiros e não esqueça as pilhas de reserva.

                    27. Luzes de navegação (Norman 3 – item 0418): devem estar de acordo com a parte C do Ripeam e são item obrigatório para todos os barcos. Atenção: luz estrobo não é luz de navegação!!!

                    28. Antena de reserva para VHF (Norman 3 – item 0424): os veleiros precisam ter uma antena de VHF de emergência para uso em caso de quebra de mastro.

                    29. Baldes: esse item não está na Norman 3, é uma exigência da Capitania dos Portos de Pernambuco para a Refeno. Todos os veleiros devem ter dois baldes com capacidade mínima de 9 litros e um cabo de 6 mm de diâmetro e 2 metros de comprimento. Daí você deve estar pensando: “Pra que baldes?”. Ora, um homem com água na cintura e um balde nas mãos é, segundo Hans Hutzler, comandante do Aventureiro 4, a mais eficiente bomba de porão que pode existir.

                    O único item além desta lista que todos os barcos da Refeno devem ter por exigência da organização da regata e não da Marinha do Brasil, é um rastreador satelital, que pode ser Spot ou InReach da Garmin. Esse rastreador deve ficar ligado a partir de 3 horas antes da largada da regata e também durante a permanência na Ilha.

                    A Capitania dos Portos de Pernambuco recomenda que os barcos possuam cinto de segurança para, pelo menos, metade dos tripulantes e que tenham condições de percorrer, a motor, uma distância mínima de 150 milhas.

                    Você cumpriu a lista direitinho e foi aprovado na inspeção? Parabéns! Mas fique esperto porque lá na Ilha, a qualquer momento, qualquer embarcação participante pode ser novamente inspecionada.

                    A participação na reunião de comandantes também é obrigatória (tem palestra da Marinha nela) e para deixar Noronha é preciso fazer um passe de saúde.

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                      Por: Redação -

                      Um conceito radical de “balsa voadora” que pode chegar a velocidade de até 180 milhas por hora, de acordo com a Brittany Ferries — companhia marítima francesa que opera uma frota de balsas e cruzeiros ferroviários entre França e Reino Unido, Irlanda e Espanha —, está sendo apontado como o futuro dos navios de passageiros, principalmente pela possibilidade de reduzir drasticamente o tempo de travessia entre canais pelo mundo.

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                      A Brittany Ferries anunciou recentemente que assinou uma parceria com a startup REGENT (Regional Electric Ground Effect Nautical Transport), com sede em Boston, para produzir o primeiro Seaglider, com expectativa de conclusão em meados de 2028, transportando até 150 passageiros do Reino Unido para a França.

                      O projeto elétrico é descrito como um planador marinho, e tem como objetivo combinar o conforto dos hidrofólios, a eficiência aerodinâmica de um hovercraft (veículo que não trafega diretamente na água ou no solo, mas “flutua” sobre um colchão de ar pressurizado) e a velocidade de uma aeronave.

                      Além do mais, o Seaglider poderia atracar em portos de balsa existentes, eliminando a necessidade de qualquer investimento em infraestrutura.

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                      seaglider brittany ferries

                      Os primeiros modelos terão suposto alcance de 180 milhas, mas, com o desenvolvimento das baterias de última geração, a REGENT prevê que esse número possa aumentar para 500 milhas.

                      A startup estima que um Seaglider poderia diminuir o tempo de viagem de Portsmouth a Cherbourg, por exemplo, para 40 minutos — uma redução de 78% no tempo atual de travessia (de 3 horas) por uma balsa tradicional.

                      Investir nessas “balsas voadoras” de alta velocidade pode representar um desafio significativo para os barcos de lazer, mesmo aqueles com a mais recente tecnologia AIS (Sistema de Identificação Automática: um sistema de transmissão de bordo que comunica a identificação, posição, curso, velocidade e outros dados críticos da embarcação) instalada.

                      Em uma declaração conjunta, a Brittany Ferries e a REGENT acrescentaram: “Nós entendemos que muitos marcos tecnológicos, práticos e regulatórios estão à frente. No entanto, o cuidado não deve ser um impedimento para o desenvolvimento de um conceito promissor, que já tem uma história em aplicações militares e embarcações de lazer menores, operando em todo o mundo” . Veja mais detalhes no vídeo abaixo:

                      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                        Teste Medidor Ultrassom de Combustível: precisão na medição dos líquidos a bordo

                        Equipamento atende embarcações de qualquer tamanho e promete maior precisão, tecnologia e segurança na navegação

                        28/06/2021

                        Como uma grande precursora de tecnologias de ponta, a Web Tecnologia não deixou a desejar e lançou a sua mais nova criação: o medidor ultrassom de combustível. O equipamento foi testado por NÁUTICA.

                         

                        Confira, abaixo, o teste completo no Canal NÁUTICA:

                         

                         

                        No teste, o Guilherme Kodja, consultor técnico de NÁUTICA, explica que o conceito tem três premissas: maior precisão, tecnologia moderna e segurança para planejar a navegação.

                         

                        Assim, a empresa criou o Medidor Ultrassom de Combustível para embarcações de qualquer tamanho, pensando principalmente nos navegantes que enfrentavam esse dilema dia e noite a bordo.

                        Grande parte dos problemas enfrentados pela população náutica a cerca da quantidade de combustível acontece pela falta de precisão e segurança ao usar um medidor simples, no caso, as boias mecânicas — isso, porque o constante balanço da embarcação impede a eficiência total da medição do nível dos reservatórios, há muitos casos de travamento e ausência de leitura. Isso é um fato numa boa parte das embarcações que possuem medidor remoto a bordo.

                         

                        É aí que o medidor de líquidos se faz necessário: ele é capaz de medir até 8 reservatórios ao mesmo tempo, com percentual de erro, segundo o fabricante, de 3%. Depois disso, ele mostra em seu painel digital os níveis em litros ou porcentagem de combustível em cada tanque.

                        A tecnologia usada para detectar os níveis de líquidos (e não apenas combustível) é ultrassônica: as ondas são emitidas por um sensor, montado na parte superior do tanque, a uma velocidade de 60 medições por segundo. Em seguida, elas são transmitidas com uma tecnologia sem fio para um display localizado no painel.

                         

                        Já no monitor do aparelho, é possível monitorar 1, 2 ou até 4 tanques de cada vez, bastando apenas rolar a tela pra mudar de opção. E, ainda, é possível ver o nível dos tanques por porcentagem ou por litros.

                        Dentre os líquidos passíveis de medição pela tecnologia, estão o diesel, gasolina, água, águas residuais, águas escuras e tanques de óleo. E, nos testes feitos pela própria Web Tecnologia, os aparelhos ficam mais de sete dias ligados ininterruptamente para garantir o funcionamento total do aparelho. São feitos testes de vibração contínua, por 48 horas seguidas, nos sensores.

                         

                        No vídeo, o Guilherme testa a tecnologia inovadora tanto em laboratório, quanto na própria embarcação, e aprova! Até a margem de erro foi dita como satisfatória, visto que variou apenas 1% a mais do que prometido pela fabricante. Portanto, a precisão é foi testada e aprovada.

                         

                        Use o código NAUTICA10 e ganhe 10% de desconto na compra do produto até o dia 15/07/2021.

                         

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                          Estaleiro italiano lança primeiro modelo inspirado na Lamborghini. Confira

                          Por: Redação -

                          A primeira unidade Lamborghini 63 foi lançada na Marina di Carrara, na Itália, pela Tecnomar, um dos estaleiros do The Italian Sea Group. O modelo é o resultado de uma colaboração entre o estaleiro e a empresa de super carros esportivos e foi inspirado no Lamborghini Siàn FKP 37.

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                          A embarcação de 19,2 metros foi pensada para combinar velocidade e leveza. Equipado com dois motores MAN V12 com 2 000 hp de potência, a lancha promete atingir 60 nós de velocidade, tornando o modelo o mais rápido da frota Tecnomar. Sua construção em fibra de carbono, material amplamente utilizado na construção dos Lamborghinis, veio para proporcionar a leveza para ser classificado na faixa dos ultraleves.

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                          Suas linhas exteriores trazem silhueta esportiva e capota rígida inspirada nos modelos Lamborghini Roadster. Internamente, o arranjo e o equipamento são projetados para voltar ao design tradicional da Lamborghini, com linhas nítidas, hexágonos e materiais elegantes.

                          A Lamborghini 63 é totalmente personalizável em cores e materiais. A primeira unidade tem um casco dourado que reflete a superfície da água e parece mudar com a luz. Sua cabine foi concluída em preto, mas os proprietários têm uma variedade de opções para sua combinação de cores, incluindo azuis, verdes, vermelhos e amarelos.

                          Seguindo sua inspiração automotiva, o modelo possui detalhes em fibra de carbono nos assentos e no leme, feitos de Carbon Skin, e ainda possui o botão Start/Stop, idêntico aos carros esportivos Lamborghini.

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                            Conheça os campeões da primeira etapa da Copa Mitsubishi – Circuito Ilhabela 2021

                            Por: Redação -

                            Com a realização de mais três regatas para a maioria das classes, terminou neste domingo a 1ª Etapa da Copa Mitsubishi 2021, que reuniu, nas águas de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, 29 veleiros com destaques para as classes ORC, C-30, RGS e Bico de Proa. Os campeões foram equipes de Ilhabela e Ubatuba.

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                            Na C30, a vida foi bem mais fácil para o Caballo Loco, de Mauro Dottori, que venceu nada menos do que seis, das sete regatas da classe, ratificando o bom momento da equipe e terminando a etapa com seis pontos perdidos. Na segunda colocação da C30, o Kaikias, de Eduardo Mangabeira, com 11 pontos e na terceira, o Kairós, de Alessandro Penido, com 18.

                            Na classe RGS, o barco de Ubatuba, o Beleza Pura 2, foi o campeão. Para Nilberto Brito, comandante do veleiro, a competição “foi de muito treinamento. Principalmente no final de semana passado, com aqueles ventos fortes, mas de qualquer forma estamos também muito animados com a participação e o resultado”. O segundo lugar ficou com o Criloa, de Carina Joana, em barco totalmente feminino, e em terceiro, o Boccaluppo,de Claudio Melaragno.

                            Na ORC Geral, principal classe da Vela de Oceano, o Xamã, de Sergio Klepacz, foi o campeão terminando a etapa com 8 pontos e o Blue Seal Rudá, de Santos (SP), com 10. Na terceira colocação, o Lucky V, de Luiz Villares: “Ficamos em terceiro no começo do dia hoje, depois recuperamos com vento mais favorável. Feliz com a conquista, equipe toda aqui está focada e foi uma ótima preparação para a 48ª Semana de Vela de Ilhabela”, disse Sergio Klepacz, comandante do Xamã, mirando as disputas da Semana de Vela que começa no dia 24 de julho.

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                            “Foi um campeonato muito bom, muito interessante porque tivemos ventos de todas as intensidades. Estivemos muito bem nos ventos médios e fracos e também nos fortes, o que nos deu uma média muito boa, é uma felicidade enorme terminar este campeonato no terceiro lugar de uma classe tão disputada”, afirmou Villares, do Lucky V.

                            Na classe ORC Silver, o Aventador, de Maurício Pavão, terminou o campeonato em primeiro lugar: “Foi um campeonato muito divertido. Tivemos problemas com quebras no último final de semana, nas regatas longas e com vento forte, mas conseguimos superar,  entrosando a tripulação para os próximos campeonatos”. Em segundo veio o Zeus, comandado por Gereba Carvalho e em terceiro o Boto V, de André Sobral. Na Bico de Proa, o estreante Zap foi o campeão.

                            Confira os Resultados Finais:

                            ORC Geral

                            1 – Xamã – 8 pontos perdidos

                            2 – Rudá Blue Seal – 10

                            3 – Lucky V- 14

                            4 – King – 25

                            5 – Zorro – 27

                            6 – Inaê 40 – 27

                            7 – Aventador – 31

                            8 – Zeus – 38

                            9 – Boto V – 44

                            10 – Orson – 48

                            11 – Jazz – 51

                            12 – Montecristo – 52,5

                            13 – Asbar IV – 56

                            14 – BL3 Urca – 57

                            15 – Sextante I – 66

                            ORC Gold 

                            1 – Xamã

                            2 – Rudá Blue Seal

                            3 – Lucky V

                            4 – King

                            5 – Zorro

                            6 – Inae 40

                            7 – Montecristo

                            8 – Orson

                            9 – Asbar IV

                            ORC Silver

                            1 – Aventador

                            2 – Zeus

                            3 – Boto V

                            4 – Jazz

                            5 –  BL3 Urca

                            6 – Sextante I

                            C-30 

                            1 – Caballo Loco – 6

                            2 – Kaikias – 11

                            3 – Kairós – 18

                            RGS 

                            1 – Beleza Pura 2 – 4

                            2 – Criloa – 12

                            3 – Boccaluppo – 14

                            4 – Brazuca – 20

                            Bico de Proa

                            1 – Zap

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                              Revendedor Ventura Marine, Fábio José Ré morre aos 59 anos

                              Por: Redação -

                              Morreu, neste sábado (26), em Campinas, Fábio José Ré, representante da marca Ventura Marine há 16 anos na cidade de Avaré. Fábio tinha 59 anos e não resistiu às complicações em decorrência da Covid-19.

                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                              “Fábio era um super amigo, uma pessoa bem especial, conhecida e querida no nosso setor”, comentou Marco Garcia, diretor comercial da Ventura. “Ele era nosso revendedor em Avaré. Vendeu muito barco e teve muita importância para o mercado, sendo bem atuante no segmento”, relatou.

                              Os familiares e amigos puderam se despedir de Fábio neste domingo (27), no Velório São Pedro, em Laranjal Paulista, onde ele morava. Em seguida, o corpo foi encaminhado ao Crematório Panhozzi, em Botucatu, cidade natal do revendedor, que deixou mulher e duas filhas.

                              O Grupo Náutica lamenta a perda e se solidariza à família e aos amigos de Fábio.

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                                Se você precisa rebocar uma embarcação mas não sabe como, não se assuste. Veja aqui como agir

                                Por: Redação -

                                Você sabe rebocar? Não, não é só amarrar um cabo e sair puxando outro barco. Veja por quê.

                                Navegando, não é raro encontrar outro barco pedindo ajuda. E, às vezes, é preciso removê-lo para um lugar seguro. Mas para rebocar um barco em mar aberto e, principalmente, em águas agitadas, não basta apenas amarrar um cabo e sair puxando.

                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                Uma operação dessas, se mal feita, pode resultar em acidentes até piores do que deixar o outro barco à deriva, jogado à própria sorte.

                                reboque

                                Em compensação, se bem executada, dá para rebocar até uma embarcação bem maior que a sua e com total segurança para ambas!

                                Como? É só seguir alguns cuidados, como estes abaixo:

                                1. Use cabos de náilon, pois eles têm boa elasticidade. O ideal para reboques é ter a bordo um cabo de cerca de 20 milímetros de espessura e uns 60 metros de comprimento.

                                2. Se as águas estiverem agitadas, o comprimento do cabo de reboque deve ser igual à distância entre as cristas das ondas, porque isso evita esticamentos  bruscos.

                                3. Depois de amarrado no outro barco, parta bem devagar, para não esticar bruscamente o cabo, porque é neste instante que ele costuma se romper.

                                4. Ao mudar de rumo, o rebocador deve fazê-lo lentamente e avisando antes o barco rebocado, para facilitar a manobra.

                                5. Coloque toda a tripulação do barco rebocado na popa. Assim, a proa ficará mais leve e diminuirá o ziguezague dos dois barcos. Mas o barco rebocado precisa ter, também, alguém no comando do leme.

                                6. Diminua bastante (e bem antes!) a velocidade do seu barco rebocador, antes de parar totalmente. Lembre-se que o barco de trás, sem força-motor, não tem como parar rapidamente. E, pela inércia do deslocamento dado, pode bater no seu próprio barco.

                                  reboque

                                7. A embarcação rebocada deve deixar uma âncora preparada para ser lançada ao se aproximar do seu destino. Dependendo das condições do vento, da maré e do tamanho do barco rebocado, será preciso jogar a âncora para ajudar a parar o barco.

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                                Onde e como amarrar o cabo

                                A regra geral é: cabo na popa de quem puxa e na proa de quem está sendo puxado!

                                Porém, nos veleiros rebocados, se os cunhos não forem resistentes o bastante, amarre o cabo diretamente no mastro.

                                Se, no entanto, for usar os cunhos, divida o esforço entre dois deles, um em cada bordo. Já a maioria das lanchas tem alças na popa e na proa, justamente para reboques.

                                reboque

                                Outra alternativa é amarrar o cabo numa peça de madeira robusta e colocá-la, atravessada, dentro de uma gaiuta de proa. Só não faça isso se o mar estiver muito agitado, porque pode entrar água no barco, pela própria gaiúta.

                                Use pedaços de pano ou peças de roupa para evitar o atrito do cabo com partes fixas do barco.

                                Jamais prenda o cabo num guarda-mancebo, pois eles não foram feitos para isso.

                                nó
                                Nó de Cunho: Este nó é o mais indicado para amarrar um cabo. É rápido de amarrar e fácil de tirar

                                E tome cuidado ao amarrar o cabo de reboque no cunho: dê várias voltas nas asas do cunho antes de travar o nó com um cote. Caso contrário, ele vai virar um “nó de faca”: só sai cortando o cabo.

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                                  Por: Redação -

                                  O console é semelhante ao de um jet até os espelhos, mas a direção é feita por volante, e não por guidão. A boca (largura) de 2 metros permite ao Seakart 335 acomodar cinco pessoas. O modelo conta,a inda, com um reboque de esqui para diversão em esportes aquáticos, o proprietário pode personalizá-lo e adicionar acessórios.

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                                  Assista no vídeo abaixo o Seakart 335 em ação:

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                                    Confira o checklist básico para seguir depois de um passeio de barco

                                    Por: Redação -
                                    26/06/2021

                                    Antes de desembarcar, veja uma pequena lista do que fazer no barco depois do passeio.

                                    Ao contrário do que se imagina, após um passeio náutico (que nem precisa ser tão longo assim…) é preciso checar algumas coisas no barco, antes de desembarcar e ir para casa.

                                    São itens tão importantes quanto os que antecedem a partida. Como estes:

                                    checklist

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                                    1.Verifique o fechamento das válvulas e bujões de fundo, bem como a gaxeta ou o selo mecânico do eixo do hélice’, se for o caso de seu tipo de propulsão.

                                    2. Desligue o interruptor geral do painel elétrico para evitar consumo de energia. Fazendo isso, não é preciso colocar em “off” todos os equipamentos de bordo.

                                    3. Feche as válvulas de combustível e gás. Qualquer vazamento pode gerar explosão.

                                    4. Não ligue a energia de terra. Só se o marinheiro estiver a bordo.

                                    5. Ligue a bomba automática de esgoto (se a vaga for molhada) e o alarme contra roubos. Mas, atenção: nenhum deles pode estar ligado à chave geral, que deve ser desligada.

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                                    6. Não feche a válvula de saída do tanque de combustível, pois você pode esquecer de abri-la e ficar na mão.

                                    7. Lave o costado e o convés com água doce para as peças de aço não oxidarem.
                                    No caso de veleiros, trave o leme e a retranca. Se não, poderá danificar o sistema de governo e mastreação.

                                    checklist

                                    8. Também deixe as adriças presas, porém, brandas. Isso ajuda a não forçá-las desnecessariamente.

                                    9. Verifique o estado dos cabos de amarração, especialmente quando eles já estiverem com sinais de algum desgaste. O ideal é deixar alguma folga nos cabos, por causa da variação da maré, se o seu píer não for flutuante.

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                                      Por: Redação -
                                      25/06/2021

                                      O Campeonato Brasileiro de Vela de Oceano de 2021 já tem data e local definidos. A cidade de Ubatuba, no Litoral Norte de São Paulo, será a sede dos Brasileiros nas classes ORC e BRA-RGS da Associação Brasileira de Vela de Oceano, entre os dias 4 e 7 de setembro, durante o Ubatuba Sailing Festival.

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                                      “Estamos muito honrados com a indicação. Ubatuba tem apresentado ótimos eventos, tanto na quantidade de embarcações presentes na raia como na qualificação, organização. Acho que a escolha é interessante também pela localização estratégica: estamos quase na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. O novo momento da ORC e o fato da RGS ser muito forte em Ubatuba colaboram para um campeonato bastante disputado”, disse Alex Calabria, organizador do Ubatuba Sailing Festival.

                                      campeonato de vela

                                      O Ubatuba Sailing Festival vem se tornando tradicional no calendário da Vela de Oceano brasileira e alcançará a 12ª edição nesta temporada. No ano passado, marcou um dos primeiros eventos da retomada após o primeiro lockdown, em decorrência da Covid-19.

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                                      “No ano passado, o Ubatuba Sailing Festival marcou a retomada das regatas após o susto inicial vide a pandemia. Precisávamos pensar de maneira diferente para que o campeonato paulista acontecesse e todos ficassem contentes de estarem participando de regatas sem a tradicional confraternização pós-regatas”, explicou Alex.

                                      Ele continua: “Acho que nossas novas práticas serviram de modelos para outras regatas no Estado. Foram 40 embarcações e o nível entre competidores foi bem elevado. Agora, com a oportunidade do brasileiro, esperamos mais feras da vela brasileira prestigiando as raias de Ubatuba”.

                                      campeonato de vela

                                      A ABVO segue com a sede itinerante do Brasileiro. Em 2020, ele foi realizado no Rio de Janeiro, durante o Circuito Rio e, em 2022 já tem local definido: Itajaí, em Santa Catarina.

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                                        Lancha espanhola de 48 pés traz motorização de popa sob solário e opção de hidromassagem

                                        Por: Redação -

                                        A nova lancha do estaleiro espanhol De Antonio Yachts não é apenas mais um sportcruiser. A embarcação já foi apresentada levantando uma questão principal: seria ele o menor barco com banheira de hidromassagem no mundo?

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                                        No geral, o barco do estaleiro espanhol tem um convés amplo e área protegida por T-top que se equilibra cuidadosamente com o espaço para banhos de sol.

                                        de antonio d50 opende antonio d50 opende antonio d50 open

                                        O D50 Open acomoda até 12 passageiros e pode vir com 2 ou 3 camarotes, sendo que um deles é adaptável para um camarote de capitão. Da mesma forma, o interior pode conter dois ou três banheiros, sem contar a área para refeições e cozinha no convés principal.

                                        de antonio d50 opende antonio d50 open

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                                        Com 48 pés (ou 14,6 metros), o modelo se destaca pelos seus quatro motores de popa de 450 hp e pela opção de adicionar uma banheira de hidromassagem de água salgada de 2,5 metros no convés de proa.

                                        Mas, você deve estar se perguntando “cadê os motores?” Esta é uma das sacadas da lancha: estão habilmente escondidos sob o solário. Uma mudança inteligente, porque oferece o desempenho e a fácil manutenção dos motores, além da aparência de um barco com motorização interna com solário de popa e plataforma de banho de largura total.

                                        de antonio d50 opende antonio d50 opende antonio d50 opende antonio d50 open

                                        Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                          Monaco Yacht Show apresentará 40 lançamentos na edição deste ano. Confira

                                          Por: Redação -

                                          A edição deste ano do Monaco Yacht Show está prevista para acontecer de 22 a 25 de setembro, e a organização do evento está ajustando seu novo formato dedicado aos usuários finais de superiates. O evento contará com a presença de 300 expositores e 60 superiates exibidos, incluindo 40 lançamentos de alguns dos estaleiros presentes, como Azimut-Benetti, Feadship, Lürssen, Oceanco, etc.

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                                          “Estamos felizes em voltar a este prestigioso evento para mostrar nossas novidades mais importantes, e ainda mais para ver todos os nossos amigos e clientes cara a cara novamente. O Monaco Yacht Show é com certeza um dos eventos-chave do setor e estamos muito felizes em apresentar alguns de nossos novos modelos após uma temporada de vendas bastante satisfatória, provavelmente uma das melhores dos últimos 10 anos. Esperamos, também, que a indústria náutica, que vive um grande momento internacional, possa fazer a sua parte e contribuir para a recuperação da economia mundial”, disse Marco Valle, CEO da Azimut-Benetti.

                                          A nova Dockside Area, uma parte da exposição dedicada a empresas diretamente ligadas à construção ou gestão de superiates e licitações, estará, portanto, exclusivamente aberta a clientes finais (detentores de um crachá “Discover”) na quarta-feira, dia 22 de setembro, antes de ser aberto a todos os visitantes a partir de quinta-feira.

                                          A área das docas se encaixa perfeitamente na forma como o Porto Hercule de Mônaco é dividido para a mostra: há vários anos, cada área da exposição apresenta seu próprio tema para melhor atender às expectativas dos visitantes.

                                          Este ano, os visitantes serão brindados com duas novas exposições:
                                          O primeiro é dedicado aos barcos à vela, realizado no Quai l’Hirondelle, onde várias embarcações ficarão atracadas em frente aos estandes dos respectivos estaleiros, designers e fabricantes de equipamentos especializados.

                                          Além da histórica Galeria de Designers da mostra, o MYS contará com um Yacht Design & Innovation Hub: um novo espaço para a apresentação de projetos de design de iates, onde os visitantes também podem interagir com designers.

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                                          Um protocolo sanitário anti-Covid será respeitado ao longo de todo o evento, desde o primeiro dia de preparação até a desmontagem do último estande e, claro, durante os dias de show.

                                          O gerente geral da exposição Gaëlle Tallarida afirmou: “Estamos acompanhando de perto a evolução da pandemia, bem como as restrições sanitárias aplicadas em cada um dos países de origem dos visitantes. Como organizadores da exposição, nossa responsabilidade é garantir condições seguras e saudáveis ​​para cada visitante, expositor, serviço provedor e funcionário. O MYS estará, portanto, seguindo as medidas sanitárias instituídas pelo governo do principado, bem como o programa de segurança sanitária “AllSecure”, obrigatório para todos os eventos do Informa Group”.

                                          Para conferir os detalhes de todas medidas sanitárias que serão seguidas durante o MYS clique aqui.

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                                            Por: Redação -

                                            O estúdio Leoni Design Workshop, com sede em Toscana, na Itália, divulgou seu mais novo conceito: um superiate de 49 metros batizado de Etere.

                                            De acordo com o estúdio, o projeto lembra “uma escultura etérea, modelada pelo puro vento e ar celestial” — e, por isso, o nome.

                                            etere

                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                            Com um casco e superestrutura construídos em alumínio, Etere foi projetado para receber propulsão a partir de dois motores MTU 16V 2000, que, de acordo com o estúdio, teria alcance de 4 000 milhas náuticas a 10 nós, além de uma velocidade máxima de 19 nós.

                                            Com cinco conveses espaçosos, Etere tem acomodações para 10 hóspedes, divididos em cinco camarotes. A suíte principal possui um terraço privado acessível através de portas de correr. O modelo poderá acomodar, também, 9 tripulantes.

                                            etere

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                                            O salão principal apresenta vidro do chão ao teto, oferecendo vistas panorâmicas do oceano, enquanto dá à área de jantar uma sensação de espaço ao ar livre.

                                            etere

                                            Além disso, os proprietários podem escolher entre dois designs de clube de praia diferentes, a versão tradicional de ré e a versão de clube de praia aberto.

                                            O design tradicional da popa apresenta uma área de lounge no convés principal e um clube de praia interno, acessado através de uma escotilha de popa, enquanto o clube de praia aberto possui uma grande área de lounge à beira da água com uma piscina infinita e um bar.

                                            etere

                                            A garagem é grande o suficiente para acomodar um barco de 21 pés, um barco de resgate, e três jets.

                                            Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                              Por: Redação -

                                              Poucos seres marinhos causam algum temor a mergulhadores experientes e pescadores submarinos. Os mais famosos são, sem dúvidas, algumas espécies de tubarão.

                                              Mas — acredite! — há um peixe ainda mais potencialmente perigoso no reino dos mares: este aqui, a barracuda.

                                              Ao contrário dos tubarões, ela não se intimida com o homem, é nervosamente curiosa e qualquer movimento mais brusco pode provocar uma mordida feroz.

                                              barracuda

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                                              E, pior: a barracuda ataca em grupos e sempre de maneira muito rápida. Seu corpo, prateado e fino, não mete muito medo, embora possa chegar aos três metros de comprimento.

                                              O que assusta mesmo é sua enorme boca, com caninos imensos, pontiagudos e salientes, que podem causar grandes dilacerações.

                                              barracuda

                                              E, tal qual os tubarões, o sangue também a excita, fazendo com que ataque ainda mais ferozmente. Quer dizer, quase sempre uma mordida deflagra muitas outras, embora raramente os ataques sejam letais.

                                              Ela é atraída por objetos brilhantes na água, de cores vivas ou outros peixes mortos ou dilacerados que, eventualmente, estejam presos na roupa do mergulhador. Até porque seu hábitat preferido são os recifes de corais e naufrágios, os mesmos procurados pelos pescadores submarinos.

                                              barracuda
                                              Quando estão em grupo, as barracudas se sentem mais seguras para atacar: mordem suas presas rapidamente, com seus dentes pontiagudos

                                              Portanto, quando cair na água num local suspeito, fique atento. Com as barracudas, não se brinca.

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                                              Moréia
                                              Ela vive entocada em águas rasas de fundo rochoso e, além de ferimentos
                                              graves, sua mordida causa infecções, porque seus dentes são pura bactéria. Moréias lembram cobras, mas são mais perigosas do que elas!

                                              moreia
                                              Moréia

                                              Raia
                                              É inofensiva quando em movimento, mas perigosíssima quando pisada, por causa do ferrão da sua cauda. Passa boa parte do tempo enterrada na areia, o que pode provocar acidentes desse tipo.

                                              raia
                                              Raia

                                              Peixe-escorpião
                                              Fica parado e camuflado entre pedras e algas, em águas não muito profundas, com a intenção de surpreender suas presas. Com isso, acaba transformando em vítimas também os banhistas, já que é impossível vê-lo.

                                              peixe escorpiao
                                              Peixe-escorpião

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                                                Triton Yachts anuncia nova coleção Flyer, com conceito internacional de plataforma lateral

                                                Por: Redação -
                                                24/06/2021

                                                A Triton Yachts, tradicional estaleiro brasileiro, anuncia nova coleção, a linha Flyer. Os novos modelos terão uma plataforma lateral para ampliar a área de lazer sobre as águas, além de design mais robusto e agressivo. Para quem se animou, a coleção já está disponível em pré-venda e a previsão é de que a primeira unidade seja entregue no segundo semestre de 2021.

                                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                A primeira unidade da coleção será a Triton Flyer 36, que traz como diferencial uma ampla plataforma lateral a boreste que, quando aberta, amplia a área de convivência da embarcação, indo do cockpit até a plataforma de popa, tendo um acréscimo de pelo menos mais 4 m². Ou seja, além da tradicional plataforma de popa )na parte traseira), a embarcação ganhou outro deck lateral que, além de aumentar a área de circulação, facilita o acesso para mergulhos e faz a integração com a área gourmet, formando um verdadeiro beach club’sobre as águas.

                                                Outro destaque é o design diferenciado do casco mais robusto com uma boca mais larga para maior estabilidade. Os altos guarda-mancebos em inox demonstram a preocupação com a segurança e conforto e combinam com o design do T-Top (capota) que protege o posto de comando, assim como o para-brisa que cerca o piloto em caso de vento excessivo. Já a proa (parte frontal) é aberta para maior contato com a natureza e o acesso é feito pelo lado de bombordo (esquerdo).

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                                                Mais um diferencial do novo projeto da Triton Yachts é o fato que a embarcação ainda pode ser personalizada de acordo com o gosto do cliente, como no caso das cores dos móveis, dos revestimentos e dos tecidos dos estofados, poltronas e sofás, além da pintura do casco que pode ganhar tons opacos ou metálicos. Todo o processo de escolha é acompanhado de perto pela fábrica que conta com uma equipe altamente qualificada para atender os desejos do dono do barco.

                                                “Decidimos lançar essa nova coleção de lanchas, com novo design e diferenciais ao gosto dos clientes, porém com a confiabilidade da marca Triton Yachts, já conhecida pela qualidade construtiva, design, navegabilidade e aproveitamento de espaços”, explica o diretor de marketing da Triton Yachts Allan Cechelero.

                                                Ampliação da produção

                                                Com o anúncio da nova coleção e o crescimento 50% em entregas no primeiro semestre de 2021 em relação ao ano anterior, a Triton Yachts também aumentou em 40% o quadro de funcionários nos últimos 12 meses. Atualmente, a linha de produção ocupa uma área total de 30 mil m² na região metropolitana de Curitiba, no Paraná, e concentra várias etapas de produção, desde a concepção do projeto, laminação, movelaria, estofaria, pintura e produção de peças em geral até os setores de atendimento em pós-vendas.

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                                                  Por: Redação -

                                                  Nesta quinta-feira, 24 de junho, o estaleiro paulista Flexboat completa 31 anos de atuação no mercado. Sob o comando do empresário carioca radicado em São Paulo Jaime José Alves Filho, ao lado de sua esposa e sócia, Eliana Cândido, a empresa nasceu em 1990 com sua fábrica e sede em uma área de 25 mil m² na cidade de Atibaia, a 60 km de São Paulo.

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                                                  A cidade de Atibaia foi escolhida por estar em um entroncamento rodoviário importante com fácil acesso aos principais mercados náuticos do Brasil – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e os Estados do Sul.

                                                  “O nosso objetivo ao longo desse tempo sempre foi realizar os sonhos dos nossos clientes”, afirma jaime alves.

                                                  Inicialmente produzindo barcos pequenos de até 12 pés de comprimento, a linha da Flexboat cresceu e se desenvolveu até a produção do Flex 1100 Open, com seus imponentes 38 pés. Até hoje, já foram mais de 20 mil barcos produzidos e vendidos no Brasil, Estados Unidos, Caribe e alguns países da Europa.

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                                                  Em 2005, a Flexboat iniciou o desenvolvimento de barcos para uso militar e se tornou fornecedora deste tipo de embarcação para as forças de defesa do Brasil, como Polícia Federal, Marinha do Brasil, Bombeiros, Defesa Civil, IBAMA e Polícia Ambiental.

                                                  Desde a sua fundação, a empresa sempre utilizou o Hypalon (tecido especial a base de borracha e neoprene, importado da França) para a confecção dos flutuadores, prezando pela segurança, resistência e durabilidade do material.

                                                  “Nós trouxemos o que existe de melhor no mundo, usamos as matérias-primas mais nobres que existem para fazer um artefato inflável. Inovamos em design, qualidade, acessórios e tudo o que era possível há 31 anos”, completa o empresário.

                                                  Atualmente, Jaime e Eliana têm ao seu lado no comando da empresa o filho do casal, Phillipe Cândido Alves, que deverá assumir o comando do estaleiro no futuro, dando continuidade ao trabalho de seus pais.

                                                  Seguimos inovando, melhorando, implantando tecnologia para atender cada vez mais os nossos clientes

                                                  A empresa conta com 18 modelos personalizáveis em seu portfólio. O alto nível de customização visa atender aos mais diversos pré-requisitos dos clientes, unindo segurança, conforto, desempenho e funcionalidade.

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                                                    Por: Redação -

                                                    A Riva Yachts anunciou o lançamento de seu sexto Riva 88 Folgore, nas instalações da marca em La Spezia, Itália. O iate a motor, de 26,91 metros, apresenta arquitetura naval assinada pelo próprio estaleiro, e design exterior e interior das pranchetas da Officina Italiana Design. Ventura Yachts administrou a venda desta embarcação e supervisionou sua construção como representante do proprietário.

                                                    Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                    88 Folgore pode acomodar até oito pessoas em seus quatro camarotes. O modelo inclui uma suíte master de largura total com várias opções de configuração.

                                                    Inclui, ainda, um amplo flybridge com poltronas e área para refeições, e grandes janelas que permitem a entrada de muita luz natural. Seu espaço de convés inclui uma área de jantar ao ar livre na popa, muitos assentos em seu flybridge e uma área de estar em forma de U e espreguiçadeiras para banhos de sol à proa.

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                                                    Seu conceito de popa redesenhado permite que os hóspedes abram uma porta traseira para se sentarem à beira da água e criem um clube de praia de seis metros quadrados, que pode ser submerso para ajudar a lançar e recuperar sua tenda.

                                                    Em termos de desempenho, o 88 Folgore pode ser fornecido com duas opções de motor, dois motores MTU 16V 2000 M96 ou dois motores MTU 16V 2000 M96L.

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                                                      NHD Boats conclui primeira etapa de ampliação da fábrica em Itajaí

                                                      A catarinense NHD Boats já concluiu a primeira etapa das obras de ampliação da fábrica da marca, em Itajaí, e está iniciando a segunda etapa do projeto. O trabalho começou em dezembro do ano passado, e prevê a construção de mais um galpão, fazendo com que a área fabril chegue a cerca de 3 500 m² de construção.

                                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                      A previsão é de que a ampliação seja finalizada em dezembro deste ano, fazendo com que a marca possa aumentar sua produção mensal. “Isso vai ajudar a empresa a ter uma produção de 10 barcos por mês, incluindo duas unidades da nova 365, de duas a quatro unidades da 340 e os demais com os barcos pequenos”, afirma Marco Schmit.

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                                                      >> Segunda unidade da lancha NHD 280 acaba de chegar em Istambul, na Turquia

                                                      A NHD Boats é uma evolução da HD Mariner, um dos estaleiros em atividade nos anos 90 e 2000, e trouxe uma completa evolução nas suas linhas, modernizando seus modelos e primando pelo conforto, segurança e design. Hoje, conta com cinco lanchas, de 27 a 36,5 pés, em seu portfólio.

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                                                        Por: Redação -

                                                        O estaleiro holandês Royal Huisman relançou o ketch — um veleiro de dois mastros, sendo um mastro principal com duas velas e um mastro de mezena, menor — de nome Juliet, de 43,5 metros, projetado por Ron Holland, após uma conversão da motorização para a sua forma híbrida.

                                                        O veleiro, que chegou a Huisfit (agregada do estaleiro especializada somente em refit de embarcações) em setembro de 2019, foi atualizado para acomodar os avanços tecnológicos que ocorreram desde que foi entregue pela primeira vez, em 1993.

                                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                        veleiro juliet royal huisman

                                                        A atualização dos sistemas equipou o Juliet com propulsão híbrida (elétrica e a motor) e sistemas de geração de energia, que agora permitem a seus proprietários aproveitar os benefícios operacionais da navegação com baixos poluentes.

                                                        Esses benefícios incluem a operação silenciosa, emissões zero, potência gerada pelo eixo sob a vela e consumo de combustível reduzido.

                                                        A “peça central” da conversão é a nova caixa de câmbio da embarcação, de acordo com o estaleiro, e permitirá ao Juliet navegar em zonas de “emissão zero”, como os fiordes noruegueses, após 2026.

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                                                        veleiro juliet royal huisman

                                                        A Royal Huisman enfatizou seu histórico comprovado em propulsão híbrida, após construir o pioneiro superiate Ethereal, em 2009.

                                                        “A Huisfit está oferecendo uma série de soluções verdes inteligentes para reduzir o uso de energia a bordo de superiates com tecnologia do século 20”, disse o presidente-executivo da Royal Huisman, Jan Timmerman. “Uma conversão da Huisfit em Amsterdã — de convencional para híbrido — é a última atualização de sistemas com propulsão e geração de energia de ponta.”, completou.

                                                        Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                                          Por: Redação -

                                                          Um estaleiro especializado de La Rochelle, França, começou a construir uma série de catamarãs que dependem da aerodinâmica em vez da hidrodinâmica para ajudá-los a “voar” sobre a água.

                                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                          Eles prometem atingir velocidades de até 50 nós e, ao mesmo tempo, reduzir pela metade o consumo de combustível de uma embarcação típica desse tamanho.

                                                          Eles funcionam tirando proveito de um fenômeno aerodinâmico conhecido como efeito solo. As “asas planas” convencionais são moldadas de tal forma que, à medida que passam pelo ar, geram baixa pressão no lado superior e alta pressão no lado inferior.

                                                          O efeito combinado é a elevação. Quanto mais perto a “asa” estiver do solo, ou neste caso da superfície do mar, mais eficiente ela se torna, pois o ar de alta pressão é imprensado entre duas superfícies. Isso promete ser ainda mais eficaz no caso de um catamarã, pois os cascos evitam que o ar de alta pressão escape pelas laterais, criando mais sustentação em relação à velocidade.

                                                          Vários catamarãs de alto desempenho e até mesmo alguns monocascos, como a série Bladerunner da Ice Marine, já aproveitam esse efeito de aprisionamento de ar para gerar sustentação e reduzir o arrasto na água, mas também precisam administrar essa sustentação para reduzir o risco de toda a embarcação girando em velocidade.

                                                          A diferença deste novo modelo é o formato de toda a embarcação, que mantendo o centro de gravidade bem à frente, não oferece perigo de a proa se elevar muito alto. Uma das maneiras de fazer isso é localizando o compartimento de passageiros bem na frente do barco.

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                                                          A equipe por trás do modelo já passou mais de sete anos desenvolvendo o projeto, e seu protótipo original, de 10,5m, construído em 2015, completou mais de 5 000 milhas náuticas de testes em ondas de até 2 m e velocidades de vento de até 30 nós, de acordo com a imprensa internacional. Ela já construiu duas balsas de passageiros de alta velocidade de 12 m (39 pés) um pouco maiores para clientes comerciais, a mais recente das quais acabou de entrar em serviço no Porto de Mônaco.

                                                          Alimentado por dois motores diesel Yanmar 8LV de 350 hp ligados a drives de superfície, este catamarã pode transportar 12 passageiros .

                                                          A empresa por trás do modelo lançou, ainda, detalhes de uma versão de lazer para proprietários privados. Um teto articulado inteligente e painéis laterais suspensos permitem que a seção traseira se abra em repouso e revele uma área protegida da cabine e plataformas de banho montadas na lateral. Portas conduzem para uma suíte master ou dois camarotes VIP menores.

                                                          A versão de lazer usará um par de motores de popa padrão de 300 hp de potência. Seu peso mais leve e motores a gasolina prometem, ainda, chegar aos 50 nós, mas o alcance dos dois tanques de 350 litros poderá diminuir.

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                                                            Por: Redação -

                                                            O megaiate Amels Plvs Vltra, de 74 metros, resgatou 10 membros da tripulação de um navio cargueiro naufragado na costa de Omã. O capitão Martyn Walker disse em entrevista a site internacional que os sobreviventes estavam a apenas “minutos de se afogar” quando foram resgatados pela embarcação.

                                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                            Plvs Vltra estava viajando ao longo da costa de Omã quando recebeu uma ligação relatando que o Pioneer Star, como era chamado o navio cargueiro, estava afundando a nove milhas náuticas de distância da localização do megaiate. Poucos minutos depois, o navio libanês havia afundado.

                                                            “O navio não estava mais no radar”, disse Walker. “Simplesmente desapareceu”. Plvs Vltra alterou o curso imediatamente e chegou cerca de 25 minutos depois para encontrar “pessoas na água” e uma mancha de diesel “com cerca de um quarto de milha de largura”.

                                                            “O barco estava completamente vazio quando chegamos”, disse Walker. “Não havia tanto entulho como eu esperava”.

                                                            De acordo com o relatório oficial do incidente da Plvs Vltra, a tripulação do navio que afundou “conseguiu lançar dois botes salva-vidas e um barco salva-vidas que foi severamente danificado”. O relatório acrescentou que o navio tinha “partido ao meio devido ao mau tempo e possível sobrecarga de carga”.

                                                            Combatendo “ondas enormes” e 35 nós de vento, Walker manobrou o iate para mais perto da tripulação na água. Grande parte da tentativa de resgate teve que ser “tocada de ouvido” pela tripulação do Plvs Vltra, disse Walker.

                                                            “Ninguém a bordo havia experimentado nada parecido antes – só tínhamos que descobrir”.

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                                                            O esforço de resgate viu a tripulação de Plvs Vltra e os guardas de segurança a bordo amarrar-se à parte de trás do barco e lançar cabos para a tripulação do navio de carga na água. A tripulação foi puxada para a popa antes de ser ajudada a subir no convés do proprietário à popa, onde a tripulação do Plvs Vltra montou um posto médico. Eventualmente, um total de 10 membros da tripulação foram retirados da água por Plvs Vltra, enquanto nove outras pessoas foram apanhadas por Rudolf, um navio de carga auxiliar.

                                                            Mas Walker é realista sobre o quão perto o esforço de resgate esteve da tragédia, estimando que o último membro da tripulação a ser resgatado estava na água por duas horas e meia.

                                                            “Sem parecer dramático, acho que alguns daqueles rapazes estavam a poucos minutos de se afogar”, disse ele. “Quando eles chegaram à plataforma de popa, eles não conseguiam se mover. Eles não tinham energia, estavam exaustos”.

                                                            Uma vez a bordo, a tripulação recebeu oxigênio e cobertores, comida, cigarros e roupas novas.

                                                            “Pedi à tripulação que os tratasse como gostariam de ser tratados na mesma situação”, disse Walker. “Nós os alimentamos, oferecemos banho para tirar o diesel e lavamos suas roupas”.

                                                            Após o resgate, Plvs Vltra coordenou com a Agência Marítima e da Guarda Costeira, que contatou a Força Aérea de Omã. Um barco-piloto foi enviado para resgatar a tripulação da Pioneer Star, que foi levada para Duqm, no norte de Omã. Plvs Vltra continua sua jornada em direção à Grécia.

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