Robert Scheidt revela estratégia para conquistar, em Tóquio, sua sexta medalha olímpica

06/05/2021

Se há uma coisa que não falta na carreira de Robert Scheidt são títulos. Ao longo de sua trajetória como velejador, iniciada ainda na infância, foram 181 conquistas, especialmente nas classes Laser e Star. Por sinal, a primeira delas — o Mundial Júnior de Laser, em 1991, na Escócia — está completando 30 anos. Ainda assim, não lhe falta motivação para mais uma corrida do ouro, a partir do dia 25 de julho, na raia de Enoshima — uma pequena ilha localizada na baía de Sagami —, palco da vela durante os Jogos de Tóquio.

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Para isso, aos 48 anos, Scheidt — maior medalhista olímpico do país, com dois ouros (1996 e 2004), duas pratas (2000 e 2008) e um bronze (2012) — revela estar em boas condições, técnica e fisicamente. Não promete, mas acredita que pode conquistar a sua sexta medalha, em sua sétima (e última) olimpíada, trajetória iniciada em Atlanta-96. No adeus às armas, um lugar no pódio seria o fechamento com chave de ouro de seu ciclo olímpico.

Em entrevista concedida através do canal da assessoria de comunicação ZDL, falando direto de sua casa, na cidade de Torbole, no norte da Itália — com produção da velejadora lituana Gintare, com quem está casado há 12 anos —, nosso multicampeão renovou as esperanças de chegar lá. Confira:

— Pela primeira vez, desde os Jogos de Atlanta, em 1996, você disputará uma Olimpíada sem a pressão do favoritismo. Você se sente mais leve para disputar uma medalha?

Robert Scheidt — Sim, me sinto mais leve do que nos outros Jogos Olímpicos. Não sendo favorito, você acaba fazendo as coisas com mais tranquilidade. Os holofotes não estão em cima de você o tempo inteiro. Mas isso não quer dizer que eu queira menos a medalha, que eu sonhe menos com ela. Pelo contrário, a vontade de chegar no pódio, de fazer uma boa olimpíada, é tão grande como das outras vezes. Senão maior, porque estou caminhando para o fim da minha carreira.

— O fato de o sonho do “hexa” ter sido adiado para 2021, por conta da pandemia, teve que peso em sua preparação as Olimpíadas de Tóquio?

Robert Scheidt — Esse tempo a mais, para mim, foi benéfico. Nesses últimos meses, trabalhei muito duro. Passei uma ótima sessão de três semanas de treinamento em Lanzarote, Ilhas Canárias. Com isso, o meu nível se elevou. No momento, sinto que posso velejar de igual para igual com qualquer um, e esse era o meu objetivo desde o início, ser competitivo nos Jogos Olímpicos. Então, para mim, o adiamento para 2021 acabou sendo bem-vindo.

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— O que esperar das condições de vento e mar nas Olimpíadas. A raia japonesa te favorece?

Robert Scheidt — Em consequência da pandemia, nenhum atleta conseguiu se preparar da maneira perfeita para estes Jogos. Normalmente, os velejadores se deslocam várias vezes para o local da competição, que é para se adaptarem à raia, ao vento, ao mar e às condições climáticas. E desta vez ninguém teve a chance de treinar muito na raia. Então, o fato de todo mundo chegar de uma vez, em cima da hora da Olimpíada, um evento com grande pressão, pode me ajudar, porque já passei por muitas situações, por várias olimpíadas. O lado mental, a calma, a tranquilidade por já ter passado por isso, pode ajudar. Com relação às condições da raia de Enoshima, pode dar de tudo: ventos fortes, fracos… Não predomina uma condição. É preciso estar pronto para o que vier. A disputa se estende por seis dias. Então, naturalmente, haverá uma variação dessas condições ao longo da competição. É para mim isso é bom, porque sou um velejador que cobre bem tanto ventos fracos como ventos fortes. Será até bom se não houver uma só condição de vento.

— Apesar de toda experiência, você acha que ainda sentirá aquele friozinho na barriga, por ser sua última Olimpíada?

Robert Scheidt — Em cada Olimpíada, seja a primeira, a segunda ou a sétima, existe uma ansiedade. E isso não deve mudar. A questão e não deixar essa ansiedade alcançar um patamar que atrapalhe a performance.

— O que mudou no Robert Scheidt entre o Rio, em 2016, e os Jogos de Tóquio-2020?

Robert Scheidt — Além dos cinco anos a mais, chego com mais experiência, mais maturidade e, acima de tudo, muito feliz pela oportunidade de representar o Brasil mais uma vez, chegando à minha sétima olimpíada. Depois do Rio, eu havia anunciado a minha aposentadoria, achei que não teria mais chance. Mas estou aqui, e acho que em uma boa fase e com tudo para chegar competitivo daqui a dois meses, em Tóquio.

— Aos 48 anos, como você se sente técnica e fisicamente para encarar os Jogos?

Robert Scheidt — A principal preocupação, com a idade, é o tempo de recuperação (é preciso escutar o seu corpo), além da maior facilidade de sofrer lesões. Então, é preciso trocar a quantidade de treinamento pela maior qualidade. A palavra certa é equilíbrio. Se antes, com 30 anos de idade, a minha filosofia de treinamento era “vamos fazer mais do que os outros, e o resultado virá como consequência”, agora esse pensamento acaba sendo contraproducente. Hoje, eu treino em um volume bem menor, mas com uma intensidade maior. Cuido da parte mais simples, que são a alimentação e o sono. E tenho profissionais competentes ao meu lado, como fisioterapeuta e preparador físico.

— Quem são os seus principais concorrentes?

Robert Scheidt — No momento, um nome muito forte para os Jogos é o do alemão Philipp Buhl (atual campeão mundial), que, em abril, venceu o torneio de Vilamoura, em Portugal, no qual eu foi medalha de prata, ficando apenas um ponto atrás. O australiano e os neozelandês são uma incógnita, não se sabe como eles vão chegar em Tóquio, por estarem treinando em casa, impedidos de viajar, por causa das medidas restritivas impostos por esses países. Outros competidores fortes são os atletas da Croácia, do Chipre e da França — o Jean-Baptiste Bernaz, que é meu companheiro de treinamento. Eu acredito que haja dez a doze velejadores com chances de lutar pelas três medalhas. A Laser é uma classe muito forte, com muita profundidade e uma grande representatividade de países. E é um barco em que o velejador faz a diferença. Todo material será fornecido pela organização dos Jogos: vela, mastro, o barco. O que faz a diferença é mesmo o velejador, as decisões táticas, e não o equipamento.

— O que mudou na classe Laser no último ciclo olímpico?

Robert Scheidt — O que mudou foi composição do mastro, que passou a ser de carbono na parte de cima, com alumínio na parte de baixo. Isso adicionou um pouco de dureza ao mastro. A vela também sofreu alterações. O novo conjunto trouxe um pouco mais de potência para o barco, que ficou mais difícil de controlar com ventos fortes, exigindo mais escora, ou contrapeso. O peso ideal do velejador no ciclo do Rio era de 80 quilos. Agora, passou para 84 ou 85 quilos. Eu consegui me adaptar. Ganhei um pouco de massa muscular. Estou com 84 quilos, o peso próximo do ideal. A técnica de velejar mudou um pouco também, principalmente no vento em popa. Demorei um tempo para me adaptar. Em 2019, quando voltei para essa classe, tive bastante dificuldade com a performance de vento em popa, que era justamente o meu forte. Mas, com muita hora de voo, com muito trabalho, comecei a melhor a minha técnica com esse novo mastro e estou cada vez mais confortável com ele.

— Como é a cobrança em casa, já que você é casado com uma velejadora e seu filho, Erick, também é velejador?

Robert Scheidt — Quando eu voltei do torneio de Vilamoura, em Portugal, contente com a segunda colocação, o Erick disse: “É, foi bom, mas dava para ter ganho!” Acho que é uma boa atitude. De não se contentar com menos, de querer melhorar sempre.

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    Estaleiro italiano apresenta veleiro de 80 pés em fase final de construção

    Por: Redação -

    O veleiro da Vismara Marine, de nome Momi 80, está chegando às fases finais da conclusão. Com 26 metros de comprimento, a embarcação tem sido construída na sede do estaleiro em Viareggio, na Itália.

    O iate à vela recebeu convés de teca nas obras finais e foi construído em carbono. O Momi 80 foi projetado e desenvolvido para desempenho, recebendo mastro e lança, também de carbono, impulsionados por uma vela de 280 metros quadrados.

    Momi 80

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    O veleiro está equipado com uma quilha retrátil com calado de 2,5 metros. Ele será manobrado por 6 guinchos, sendo que 4 deles serão elétricos e os outros 2, manuais.

    Os apetrechos modernos não param por aí: uma escotilha eletrônica foi adicionada á popa, funcionando como plataforma de natação e armazenamento para um tender de 3 metros.

    Momi 80

    Momi 80

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    Para adentrar no veleiro, existem duas entradas separadas: uma para convidados e outra para a tripulação. A entrada principal leva a um local de convivência social, equipada com área para refeições e um sofá em L.

    Momi 80

    Quanto ao número de hóspedes que a embarcação acomoda, estão 6 passageiros, divididos entre 2 camarotes de hóspedes, além de uma suíte master. Na própria suíte, o guarda-roupa, sofá e banheiro privativo são os destaques: a característica principal que os define aqui é espaço.

    Momi 80Momi 80

    Na estética interior como um geral, a decoração segue a linha minimalista. O estofamento é todo em tons quentes, os ornamentos são em madeira de carvalho e os anteparos são brancos, espalhados por toda a parte.

    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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      O Newport Exhibition Group anunciou a 50ª edição do Newport International Boat Show, de 16 a 19 de setembro, no Newport Yachting Center, no estado norte-americano de Rhode Island.

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      “Estamos entusiasmados para começar a temporada de shows de barcos pessoalmente este ano”, disse Nancy Piffard, diretora de shows do Newport Exhibition Group. “O lançamento de uma vacina segura e eficaz é uma ótima notícia em todos os níveis. Estamos confiantes de que até meados de setembro a maioria de nossa população estará vacinada e poderemos oferecer um ambiente seguro e saudável para todos. Obviamente, seguiremos as diretrizes estaduais e locais – como uso obrigatório de máscara, venda de ingressos sem contato e entrada escalonada e programada para permitir um efetivo distanciamento social. Nosso show é importante para a cidade, o estado e a indústria náutica de recreio e estamos fazendo tudo o que podemos para entregar a experiência excepcional pela qual o Newport International Boat Show é conhecido”.

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      No ano passado, as vendas de barcos aumentaram significativamente, pois as pessoas descobriram que o tempo na água é uma maneira agradável de se distanciar socialmente. Os eventos náuticos são a melhor forma de promover esta atividade e ajudar os consumidores a encontrar o barco certo para sua diversão pessoal. A equipe do salão está planejando um evento com foco na educação náutica e segurança na água.

      Comemorando seu 50º ano, o Newport International Boat Show é um dos maiores eventos aquáticos do país e o principal show da Nova Inglaterra, que abrange mais de 14 hectares da famosa orla de Newport e hospeda centenas de expositores, revendedores e fabricantes, com novos barcos a motor e veleiros de 15 a 90 pés, além de uma extensa seleção de equipamentos marítimos, serviços e acessórios para velejadores.

      O evento acontecerá de 16 a 19 de setembro (quinta a sábado), das 10h às 18h; e no dia 19, domingo, das 10h às 17h. Para a segurança de todos, os ingressos serão vendidos com capacidade limitada por dia. Por isso, a venda antecipada online será disponibilizada a partir de meados de junho, de acordo com a organização.

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        Lagoa Vermelha de Saquarema tem as águas mais salgadas do Rio e é comparada ao Mar Morto

        Por: Redação -

        Localizada em Saquarema, na Costa do Sol, a Lagoa Vermelha tem as águas mais salgadas do estado do Rio de Janeiro. Devido à água hipersalina, é comparada ao Mar Morto, onde quem mergulha não afunda. A presença de hidrogênio sulfuroso é excelente para banhos medicinais.

         

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        No local, a vegetação é de restinga e há belíssimas bromélias colorindo a orla, além de muitos moinhos de vento. Ao lado da Lagoa funciona uma antiga e tradicional salina.

         

        Seu nome deriva da formação algas de aparência avermelhada. A lagoa encontra-se duplamente segmentada por marnéis (concentradores de sal) realizados pelas salinas que dela se utilizam.

         

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        Liga-se à lagoa de Araruama através de uma vala por dentro das salinas. Núcleos residenciais próximos às margens são observados apenas nos extremos Oeste e Leste. A margem sul é bem conservada.

         

        O percurso é feito por uma trilha de aproximadamente 40 minutos de caminhada pela vegetação preservada de restinga protegida pelo Parque Estadual da Costa do Sol.

         

        O local abriga espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, como o Formigueiro-do-litoral, a Borboleta-da-praia, a Bromélia-gravatá, o Sabiá-da-praia, entre outros, caracterizando um ambiente sensível e que merece cuidados.

         

        A Lagoa Vermelha é Patrimônio Natural, Geológico e Científico do município de Saquarema. A visitação deve ser feita com guias ambientais devidamente habilitados e credenciados pelo Parque, garantindo o mínimo de impacto ao local, a multiplicação de importantes informações e a conservação da biodiversidade para as presentes e futuras gerações.

         

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          Comprar barco com ou sem banheiro? Saiba qual a melhor opção

          Por: Redação -
          05/05/2021

           

          Reprodução: Burnsco

          Uma das dúvidas mais frequentes de quem compra uma embarcação é: se vale a pena comprar um modelo com ou sem banheiro? A resposta é que as embarcações com um banheiro contam com uma vantagem nesse caso. Neste episódio do Náutica Responde, Guilherme Kodja responde qual tipo de barco já possui e qual público prefere optar por barcos com banheiro.

           

          Confira o vídeo:

           

           

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            Estaleiro italiano cria linha de superiates Ayrton em referência à Fórmula 1

            A ISA Yachts, marca da italiana Palumbo Superyachts, apresentou sua nova linha de superiates Ayrton, de 50, 63 e 70 metros, com forte referência ao mundo da Fórmula 1 e o piloto brasileiro Ayrton Senna, ídolo mundial do qual a gama leva o nome. Os designs exterior e interior são assinados por Enrico Gobbi – Team for Design e a engenharia naval, pela Palumbo Superyachts. 
            O primeiro modelo apresentado é o ISA Ayrton de 63 metros. Seu conceito é inspirado em detalhes esportivos do mundo automotivo e formas naturais. Este traço é claramente identificável pelo perfil que destaca, na proa, as cinco janelas transversais do camarote do proprietário, que lembra as guelras dos peixes. O traço comum que surge forte e distinto é o estudo das janelas do chão ao teto que criam ambientes panorâmicos sugestivos em todos os decks.
            As amplas janelas, o convés superior e a varanda suspensa no convés principal confirmam o conceito de proximidade com a natureza. 
            O beach club é outro destaque – a tradicional popa substituída por uma janela. A janela inclui uma cachoeira que mergulha na piscina e atua como um elemento de ligação com a banheira de hidromassagem interna. Tudo num só piso que, graças às duas aberturas laterais, transforma este clube de praia no maior em embarcações desta dimensão, de acordo com informações do construtor. 
            O último detalhe exclusivo que completa esta área é o acesso ao convés principal que pode ser feito tanto pelas escadas laterais como por uma conveniente escada interna colocada a bombordo.

            O ISA Ayrton 63 pode acomodar 12 pessoas em quatro camarotes duplos localizados no convés inferior, um camarote VIP e a suíte do proprietário de boca (largura) completa no convés principal. Os 15 membros da tripulação contam com nove acomodações. O ISA Ayrton 63 terá casco de aço e superestrutura de alumínio e será equipado com dois motores Caterpillar 3512C de 1800hp.

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              Schaefer Yachts exporta primeira lancha V33 para os Estados Unidos

              Por: Redação -

              A Schaefer Yachts acaba de exportar a primeira unidade de sua lancha V33 para os Estados Unidos. O modelo lançado durante o São Paulo Boat Show 2020, traz o estilo walk around (termo usado usado para identificar lanchas de pesca com posto de comando num console central e T top, cuja cabine não impede a circulação na proa), produzida com o foco principal no mercado norte-americano, onde já está sendo bem aceito, de acordo com informações do estaleiro, que já conta com mais propostas para o modelo.

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              A embarcação, de 33 pés, com visual esportivo e contemporâneo, chama atenção por sua versatilidade. Ao mesmo tempo que se encaixa no perfil de marinheiros que preferem navegar em águas internas e realizar atividades como pescaria, por exemplo, também atende às exigências e tendências do mercado norte-americano, para o qual foi pensado, principalmente, como um barco de apoio de embarcações maiores.

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              É uma lancha que privilegia as áreas externas, com sua proa aberta e amplo espaço na praça de popa, sem abrir mão do conforto de uma cabine, com pernoite para duas pessoas. Na motorização, oferece duas versões: de popa (2 x 200 a 300 hp) e centro-rabeta (1 ou 2 motores) a diesel (170 a 220 hp) ou gasolina (acima de 320 hp).

              A V33 conta com interior revestido, sofá e cama para duas pessoas e banheiro completo. O detalhe mais chamativo, no entanto, é a proa reta: tendência no mercado norte-americano crescente a cada ano.

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                Portugal voltará a receber, de 5 a 13 de junho, o Marina de Vilamoura International Boat Show, evento que se realiza desde 1999 no local.

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                O evento vai reunir todos os tipos de embarcações, novas e seminovas, na água e em terra, bem como representantes de marcas de acessórios, equipamentos e serviços integrados.

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                Em 2021, o Marina de Vilamoura International Boat Show terá um segmento dedicado ao lifestyle – O Mercado da Vila – com a introdução de uma área inteiramente dedicada à moda, à decoração e ao design, complementares ao setor da náutica de recreio.

                Aliado à exposição de embarcações e ao Mercado da Vila, o evento náutico vai ter, igualmente, um espaço privilegiado dedicado às atividades náuticas, como mergulho, surf, vela, entre outras.

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                  Clássico veleiro Yaramar comemora 75º aniversário navegando pelo Guaíba

                  No último dia 24 de abril, o tradicional veleiro Yaramar comemorou seu 75º aniversário. Inaugurado na antiga sede do Veleiros do Sul, no bairro Navegantes, em Porto Alegre, o clássico cúter faz parte da história da vela no Clube, sendo o mais antigo barco em atividade no VDS.

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                  Considerado praticamente como um membro da família Altreiter desde 1946, Yara, nome inicialmente exposto em seu costado, está na sua terceira geração de proprietários, atualmente sob comando de Augusto, skipper profissional que desde pequeno herdou a paixão pela navegação.

                  “O Yaramar foi construído pelo meu avó, Bruno Altreiter e pelo vizinho dele, Eberhard Herzfeldt, na garagem de casa, no bairro São João, em 1946. Após o término da construção, foi para o Veleiros do Sul, onde segue até hoje. E, em 2005, para regularização junto à Marinha, ele foi passado para mim, que mantenho ele no mesmo clube e navegando”, afirmou o skipper.

                  Para Augusto, o que faz do Yaramar tão especial é ser uma herança de família, além de ser um veleiro de linhas clássicas, construído em Cedro e Loro Freijó, duas madeiras nobres que sempre mantém o cheiro característico do barco.

                  Ao longo dos anos, Yaramar passou por algumas transformações em sua estrutura, como a diminuição da popa e a inclusão de um banheiro. Apesar do tempo e das mudanças, a essência do veleiro permanece a mesma desde a sua criação, conservando as linhas clássicas e o estilo facilmente reconhecido em água ou na marina.

                  As últimas grandes mudanças feitas foram a substituição da mastreação original por uma de alumínio, a implantação de um banheiro e a diminuição da popa, para não ser tão lançada. Além disso, foi instalado um guincho de âncora, uma distribuição eletrônica no motor (ainda original). “Aos poucos estou colocando coisas mais modernas, como geladeira, placa solar, etc. Mas sempre mantendo a configuração e estética do desenho original”, disse Augusto, que sempre que possível veleja com o Yaramar. “Mesmo viajando com outros barcos e dando aula na escola de vela do Veleiros do Sul, ou seja, estou quase sempre embarcado, é um prazer diferente navegar no meu próprio barco”, enfatizou.

                  Mesmo sendo um senhor, Yaramar é presença constante nas regatas noturnas e festivas, pelo Guaíba.

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                    Estaleiro italiano apresenta nova lancha de 45 pés mantendo tradição da marca

                    Por: Redação -

                    O estaleiro Itama Yachts não possui lançamentos recorrentes, e se tem uma coisa que valoriza, é a tradição. Por isso, sempre que um novo modelo surge, a comunidade náutica não apenas se impressiona, mas se atenta aos mínimos detalhes para descobrir as mudanças (ainda que mínimas) mais recentes.

                    Foi o que aconteceu com o Itama 45S, divulgado recentemente. Para reconhecer as mudanças entre o 45S e o modelo que ele substituiu, precisa-se realmente conhecer o histórico da marca. Mas já diz o ditado: “Para quê mexer em time que está ganhando?”, e se tem uma palavra que define esse design, é “consolidado”.

                    itama 45Sitama 45Sitama 45S

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                    Bom, falando sobre o modelo novo: a proa longa, a cabine aberta, o formato de muscle boat, os assentos modulares e motores de popa realmente não entram em conflito com as tendências — estes continuam intactos no barco de 13 metros (45 pés).

                    Dentre as novidades, por outro lado, estão uma plataforma de banho hidráulica — com capacidade para lançar e recuperar o tender — e uma passagem integrada no para-brisa, para que os passageiros cheguem à proa.

                    itama 45Sitama 45Sitama 45S

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                    No interior, existe a opção de ter um ou dois camarotes. Caso o proprietário prefira a primeira opção, o local da segunda acomodação é recheado de assentos em um salão, proporcionando, também, um espaço maior para a cozinha. Ainda assim, essa sala de jantar no salão também se converte em uma cama extra, para eventualidades. Quanto à decoração, a paleta agora é branca e possui alguns detalhes em teca.

                    itama 45Sitama 45Sitama 45S

                    Falando de propulsão, o Itama 45S está equipado com motores Ferretti 500, de 550 hp, com o diferencial de 4 toneladas a menos, pensando em uma maior velocidade.

                    O preço inicial é de 756 400 euros. O estaleiro ainda explicou que o S, no nome, é uma alusão ao “Sport, Style, Success”, em português, “Esporte, Estilo, Sucesso”.

                    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                      Estúdio alemão apresenta conceito de megaiate que une diversão e liberdade

                      Por: Redação -

                      A partir dos designs do estúdio Beiderbeck, este conceito de megaiate de 90 metros é uma visão do que é a vida no mar: diversão e liberdade.

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                      Sua forma oval é inspirada em uma concha com um teto que pode ser aberto ou fechado dependendo do clima. Enquanto isso, formas angulares cortadas na superestrutura e detalhes em forma de asa dão a sensação de velocidade.

                      O estúdio alemão queria criar uma “atmosfera agradável” a bordo e conseguiu isso embalando o conceito com amenidades lúdicas. Há quatro piscinas no total, incluindo uma piscina térmica com um escorregador, onde os hóspedes mergulham em uma segunda piscina na plataforma de mergulho abaixo. A área na popa forma um clube de praia de dois níveis com sofás sombreados por guarda-sóis no nível superior e uma plataforma de natação para lançamento de brinquedos na parte inferior.

                      O megaiate esconde cinco bares entre seus seis conveses, acompanhados por duas pistas de dança – a segunda se converte de uma piscina com piso que sobe e desce conforme a necessidade. Um heliporto na proa permite que os hóspedes entrem e saiam com estilo e até funciona como uma quadra esportiva quando não está em uso, enquanto as tendas ficam escondidas sob o convés.

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                      No quinto convés, há uma ampla suíte de cobertura de 150 metros quadrados, oferecendo total privacidade e isolamento do resto da embarcação. O espaço abriga um ginásio e um terraço envolvente privado com a sua própria piscina de mergulho.

                      As demais acomodações são divididas nos conveses inferiores entre seis camarotes, elevando o número total de hóspedes a bordo para 14, com cada capricho atendido por 13 membros da tripulação. Na maioria das áreas, os tetos atingem 2,8 metros de altura – emparelhe com a viga de 14,2 metros do conceito e a sensação de espaço continua mesmo quando os hóspedes entram.

                      Claro, como em qualquer grande iate, também há muito espaço dedicado ao descanso e relaxamento. Os hóspedes contam, ainda, dois spas a bordo bem como um cinema.

                      “Seja para reuniões de negócios ou convidados familiares, este conceito é para quem gosta de espaço e exclusividade”, disse a dupla de designers da beiderbeck, Tim Ulrich e Immo Lüdeling.

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                        Por: Redação -

                        Projetado pela Infiniti Yachts, com Gurit e fabricado na Composite Builders, nos Estados Unidos, o Infiniti 52 é o primeiro veleiro de corrida projetado e construído em torno do Sistema de Estabilidade Dinâmica.

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                        Brian MacInnes, veterano da America’s Cup e da Volvo Ocean Race, está liderando a equipe de construção do Infiniti 52 na Composite Builders. “Tendo competido no topo do esporte por 30 anos e sabendo o que é preciso para vencer, fiquei seriamente impressionado com o Infiniti 52 e a equipe que o desenvolveu”, diz ele. “Um iate como este é a razão pela qual criamos Composite Builders, para sermos capazes de construir o melhor do mercado”.

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                        O primeiro barco será comissionado em Michigan, e fará campanha pela Tulikettu Racing da Finlândia. “Todos nós ficamos muito impressionados com a equipe por trás do Infiniti 52. Temos um ambicioso conjunto de metas offshore e este é o iate de Grande Prêmio à prova de futuro necessário para alcançá-las”, disse o capitão Arto Linnervuo. “Estamos emocionados por fazer parte da revolução e ansiosos para competir neste foguete rápido e divertido que será fácil de navegar com uma tripulação menor”.

                        Os cascos 1 e 2 do Infiniti 52 estão em construção nas instalações da Composite Builders em Holland, Michigan, para uma entrega no verão de 2021.

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                          Leilão de lanchas nos Estados Unidos bomba tanto que armazém parece um cemitério náutico

                          04/05/2021

                          A primeira reação de quem vê essa imagem é pensar em um cemitério náutico, tamanha a quantidade de embarcações, aglomeradas em terra, umas quase por cima das outras. Teria passado algum tsunami por aqui? Nada disso. É apenas a vista aérea do pátio da empresa Lanier Marine Liquidators, que — à véspera de um leilão — armazenava 1200 lanchas. Sim, parece um cemitério de barcos.

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                          Alojada na cidade de Dawsonville, no estado americano da Geórgia, a Lanier Marine Liquidators vende barcos novos e usados de diversas marcas. “Vendemos 500 barcos por ano durante 7 anos, e atualmente somos um dos maiores nomes do Sudeste dos Estados Unidos, atendendo clientes de Atlanta, Alabama, Tennessee e Carolina’s”, dizem os proprietários da empresa, Shane e Laura Vaughan, em sua página na internet.

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                          Além de vender lanchas como picolé na praia, a Lanier Marine também é especialista na realização de leilões de lanchas e jets. Daí o Liquidators de seu nome, que significa liquidante, ou seja, empresa encarregada da liquidação de produtos de apreensão, seja por financiamento inadimplente, seja de recuperação de roubos e acidentes.

                          Nesses eventos, em que oferecem simultaneamente centenas de barcos, é possível comprar lanchas e jets seminovos com 10, 20 ou até 50% de desconto em relação cotação de mercado. E ainda há embarcações, acidentadas, cujo preço mínimo de arremate não passa de US$ 1.

                          O problema é abrigar tanta embarcação ao mesmo tempo. É necessário um espaço gigantesco, que a Lanier Marine contrata apenas para fins de armazenamento, e que — visto do alto, como nessa foto, parece um cemitério náutico. Mas não é. Por quê cada um desses barcos ainda tem alma.

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                            Por: Redação -

                            É comum encontrar pessoas que preferem passeios de vela, barcos e outros transportes marítimos. Afinal, a imensidão e beleza dos sete mares desperta a curiosidade e traz sensação de liberdade que só quem desfruta desses passeios pode descrever. Mas, ao mesmo tempo em que o passeio é divertido, ele merece atenção redobrada para ser seguro em todo o seu trajeto.

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                            O velejador Renato Alves diz que os passeios, principalmente os noturnos, requerem atenção superior àquela que dedicaríamos à mesma tarefa se fosse executada à luz do dia. “À noite tudo muda, tudo é mais difícil e nossos medos nos fazem reagir de modo diverso daquele que normalmente reagiríamos. É preciso estar preparado e começar fazendo pequenos trajetos de navegação noturna, escolhendo noites de lua cheia”.

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                            Alves selecionou as principais dicas para quem quer realizar um trajeto seguro durante a noite. Confira:

                            – Se a visão é falha, aguce os outros sentidos. Aprenda a ouvir seu barco, sentir o vento e as ondas.

                            – Revise as luzes de navegação e se possível instale uma luz vermelha na cabine. A luz não ofusca o timoneiro e permite que os tripulantes dentro da cabine enxerguem o necessário. Luzes brancas e fortes na cabine vão ofuscar a visão do timoneiro, cegando-o totalmente.

                            – Não esqueça de verificar se os instrumentos estão funcionando corretamente, inclusive com sua luz de tela para noite.

                            – Não deixe de verificar também a luz da bússola, sem a qual ficará muito difícil manter o rumo. Nunca use lanternas ou luzes fluorescentes para iluminar a bússola. Esses equipamentos geram campos de força que interferem na agulha da bússola e a fazem indicar um norte errado. Se a bússola não tem luz própria, o melhor é acender uma vela, um lampião ou até um isqueiro.

                            – Se o barco conta com GPS, chart ploter, ou radar, faça uso desses equipamentos e confie nos dados obtidos. Muitos erros ocorrem por desconfiança do navegador nos dados informados pelos equipamentos. Revise os equipamentos antes de sair e, depois, confie neles.

                            Além dos cuidados com a segurança, Alves afirma que outros problemas da navegação noturna podem surgir. É o caso de sono e o cansaço extremo. Para evitar a situação, o velejador afirma que o ideal é evitar navegar por muitas horas seguidas. “Os reflexos ficam muito reduzidos numa pessoa com sono ou muito cansada. Para evitar esses problemas, o ideal é organizar turnos com a tripulação, instruindo com clareza cada um dos tripulantes que ficará responsável pela embarcação no seu turno”, finaliza.

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                              Por: Redação -

                              O casco do megaiate de 146 metros Project Opera, que está sendo construído pelo estaleiro alemão Lürssen Yachts, foi transportado da sede da marca em Hamburgo para a instalação de equipamentos em Berna. A entrega da embarcação está prevista para 2022.

                               

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                              O megaiate viajou dentro do maior cais flutuante da Europa, que tem 290 metros de comprimento, 53 metros de largura e 51 metros de altura, puxado por três rebocadores.

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                              Com poucos detalhes divulgados, o Project Opera é o segundo maior modelo atualmente em construção em Lürssen, apenas 12 metros menor que o Project Blue, de 158 metros.

                               

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                                Estaleiro holandês lança iate para quem deseja se aventurar em viagens mais longas

                                Por: Redação -
                                03/05/2021

                                O estaleiro holandês Wajer Yachts divulgou a sua mais nova criação: o iate a motor Wajer 77. A adição à frota das embarcações Wajer foi projetada para clientes que desejam se aventurar em viagens mais longas.

                                Com 24 metros de comprimento, o modelo é fruto da colaboração entre dois estúdios: o de arquitetura naval Van Oossanen Naval Architects, e o de design, Sinot Yacht Architecture & Design.

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                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                Wajer 77 inclui uma série de inovações, como tecnologia de resfriamento de convés, sistema híbrido de defensa e layout de convés adaptável, permitindo que os proprietários personalizem sua embarcação de acordo com suas necessidades.

                                Como mais uma alternativa de navegação, a embarcação também pode ser controlada à distância por meio de um aplicativo. O proprietário pode visualizar e operar todos os sistemas técnicos do iate, o que proporciona maior autonomia sobre o iate.

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                                O Wajer 77 também foi homologado para abrigar até 9 hóspedes, divididos entre 3 camarotes — cada um com banheiro privativo. A suíte master possui 5 metros de largura e grandes janelas situadas à meia-nau.

                                Na parte externa do convés, o iate apresenta uma área de estar circular e espreguiçadeiras na proa. Também conta com uma área de estar adicional, bem como um local para refeições ao ar livre, na popa.

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                                Dentre os brinquedos inclusos no barco, estão SeaBobs, pranchas de surf a jato elétrico e um Williams 325 Jet Tender, com espaço de sobra para quem quiser aumentar a lista.

                                A propulsão se dá por 3 motores Volvo Penta IPS 1200 D13, de 900 hp. A primeira unidade do modelo estará pronta para cruzeiro em julho de 2021, com 15 unidades já vendidas.

                                Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                  Auckland, na Nova Zelândia, receberá evento náutico ainda este mês. Saiba mais

                                  Por: Redação -

                                  De 13 a 16 de maio,a cidade de  Auckland, na Nova Zelândia, será palco para o primeiro evento náutico na região da Ásia-Pacífico. Trata-se do Hutchwilco New Zealand Boat Show, que acontecerá no ABS Showgrounds.

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                                  O show atenderá aos interessados ​​em passeios de barco, pesca, esqui aquático e outros esportes aquáticos, com uma representação completa do mercado marinho da Nova Zelândia com cerca de 100 expositores de marcas nacionais e internacionais.

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                                  A estimativa da organização é de receber 7 mil visitantes durante os quatro dias da feira, que acontecerá quinta, sábado e domingo, das 10h às 18h; e na sexta, das 10h às 21h.

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                                    Megaiate de mais de 90 metros de comprimento atravessa canal estreito na Holanda

                                    Por: Redação -

                                    Uma travessia bastante incomum rendeu imagens de tirar o fôlego. Um megaiate de 94 metros de comprimento atravessou um estreito canal holandês. Construído pela Feadship, o modelo  “Projeto 817” estava fazendo testes no Mar do Norte, após sair do estaleiro da empresa na ilha de Kaag. A embarcação precisou ter seus 13,4 metros de largura minuciosamente manobrados para atravessar o canal de 14 metros.

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                                    Especialista em capturar imagens de iates, o fotógrafo Tom Van Oossanen disse ao site do Daily Mail que mover o modelo foi uma operação muito delicada. Segundo ele, a tripulação teve que cobrir as laterais do navio com madeiras finas para proteger seu acabamento de alguma eventual raspada na ponte.

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                                    O fotógrafo, que acompanhou todo o período de testes do navio, ainda afirmou que a jornada do megaiate pelos canais holandeses foi “bastante incomum”, posto que essa foi apenas a quarta vez em que ele viu uma embarcação com mais de 90 m de comprimento sendo transportada dessa forma.

                                    Entretanto, Van Oossanen garantiu que os moradores locais não ficam constrangidos com barcos grandes atravessando os canais estreitos, pois a cena é “muito ‘instagramável'”. “Ver esses grandes iates em transporte para mar aberto é sempre muito impressionante e atrai muitas multidões”, concluiu.

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                                      02/05/2021

                                      Policiais Militares do 3° Grupamento de Polícia Militar (GPM) já estão utilizando canoas, rabetas e lanchas em seu policiamento diário, para atender às ocorrências durante o período da enchente deste ano, no município de Anamã (distante a 165 quilômetros de Manaus).

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                                      O comandante do 3° GPM, Tenente PM Everton Lima, informou que durante a cheia do rio Solimões, as ruas do município são tomadas pelas águas, e dependendo do nível da enchente, a cidade pode ficar com suas vias completamente submersas, fazendo com que a cidade fique conhecida como “Veneza do Amazonas.”

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                                      “Todo ano a população é afetada pela cheia, e nesse período algumas ruas só tem acesso de pés, com água na altura do joelho, em outras, os moradores usam canoas, rabetas e lanchas, e se tratando dessa realidade, é imprescindível empregar esses meios de transporte para que os policiais militares possam continuar no mesmo ritmo, efetuando policiamento ostensivo na área da cidade e, também, em todos os limites do município”, explicou.

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                                        01/05/2021

                                        O Vrangarft VQ11 é a mais nova criação do estaleiro Vanquish Yachts, e chamou muita atenção no seu lançamento. Combinando potência, estabilidade e inovação, ele deu o que falar.

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                                        Essa embarcação surgiu como a proposta de uma versão menor da lancha VQ58, do mesmo estaleiro. O VQ11 foi pensado para se adequar perfeitamente à garagem da lancha, e se define como um cruzamento entre um tender para iates (ou seja, um barco menor, de auxílio) e uma scooter aquática.

                                        vanquishvanquish

                                        Para projetar esse barco, a Vanquish Yachts trabalhou em estreita colaboração com o estúdio Guido de Groot Design, criando uma embarcação única no mercado hoje. O VQ11 responde a uma clara demanda expressa pelos clientes, e ainda pode ser totalmente adaptado ao gosto do proprietário.

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                                        Ele é movido por um motor a gasolina Sea-Doo, e tem velocidade máxima de 40 nós, além da função de reserva de tração a jato. Possui 335 cm de comprimento, 160 cm de boca e calado de 25 cm. Carrega até 5 pessoas.

                                        vanquish

                                        Dentre os pontos positivos mencionados pelos proprietários estão a capacidade de manobras, tecnologia avançada, conforto e a possibilidade de poder realizar wakebord ou esqui aquático.

                                        Confira mais detalhes no vídeo abaixo:

                                        Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                          30/04/2021

                                          A maior ilha privada das Bahamas está sendo leiloada com lance mínimo de US$ 19,5 milhões, cerca de R$ 110 milhões, de acordo com a Concierge Auctions, casa de leilões que detém a venda. As propostas começaram no dia 26 de março.

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                                          A ilha de 730 acres, conhecida como St. Andrews ou Little Ragged Island, é a maior e mais meridional ilha privada atualmente listada para venda. O cenário possui praias de areia branca e acesso a águas profundas que podem acomodar grandes iates.

                                           

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                                          A casa de leilões indica que a ilha pode ser transformada em uma casa particular ou um resort com espaço suficiente para um campo de golfe de 18 buracos. Além disso, St. Andrews tem quase seis milhas de costa, dois grandes lagos e uma floresta que inclui milhares de coqueiros.

                                          A ilha fica a 10 minutos de barco do povoado de Duncan Town, na vizinha Ragged Island, onde existe uma pista de pouso para aviões particulares. Para quem for para lá, partindo de Miami, nos EUA, a distância é de 600 km da cidade e a 368 km de Nassau, a capital e maior cidade das Bahamas.

                                           

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                                            Devido ao aparecimento de pyrosomas em grande número no mar dos Açores, o fenômeno está sendo alvo de um estudo internacional, adiantou o investigador da Universidade dos Açores, João Pedro Barreiros. Nesta fase inicial, a pesquisa vai tentar fazer a identificação genética dos exemplares que têm surgido por todo o arquipélago dos Açores.

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                                            Pyrosomas se assemelham a um grande tubo, oco de um dos lados, que pode chegar aos oito metros de comprimento, cabendo perfeitamente uma pessoa. Costumam surgir nas profundezas do oceano, mas estão a aparecer bem perto da costa do local. Não são animais, mas um fenômeno da natureza que, apesar de parecer assustador, trata-se de uma estrutura inofensiva.

                                            “Não são minimamente perigosos, não há qualquer risco. É evidente que alguém que está mergulhando ou nadando e dá de caras com uma estrutura, com um tubo transparente de oito metros de comprimento, é capaz de se assustar, mas não há aqui venenos, nem toxinas, nem nada comparável com as águas vivas [alforrecas] ou com as caravelas, nada disso”, afirmou Barreiros.

                                            “O que nos chamou a atenção é haver muitos e muito dentro da costa, inclusive a baixíssimas profundidades. Eu cheguei a ser chamado para ver colônias dessas por pessoas que estavam pescando no porto de Pipas, em Angra do Heroísmo”, na Ilha Terceira, disse o biólogo.

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                                            Os pyrosomas estão normalmente a grandes profundidades e são avistados esporadicamente ao longo de anos. Este ano, têm aparecido em abundância e junto à costa açoriana. Em termos de aspecto, é semitransparente, mas tem alguma coloração que resulta da cor do aparelho digestivo dos pólipos que formam essa colônia.

                                            “Temos uma série de amostras que, quando chegar ao inverno, serão enviadas para um laboratório nos Estados Unidos para tentarmos perceber se se trata de mais do que uma espécie. Estamos também a mapear com maior precisão possível os avistamentos, as observações dessas colônias. De fato, estamos compilando uma base de dados muito interessante que mostra uma distribuição imensa desses organismos à volta das ilhas”, explicou João Pedro.

                                            Além de João Pedro Barreiros, o estudo está sendo coordenado também por uma bióloga do Instituto Oceanográfico de Woods Hole, nos Estados Unidos, e “tem progredido através de um número de observações nunca antes registado”, que poderá ajudar num maior conhecimento sobre pyrosomas, que servem de alimento a tartarugas e a outros animais marinhos.

                                            O biólogo tem contado com a colaboração de mergulhadores, caçadores submarinos e turistas para recolher amostras e pede a colaboração de outras pessoas neste sentido. As coletas podem ser feitas à mão e colocadas num frasco com água do mar e entregues na Universidade dos Açores ou junto às autoridades marítimas.

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                                              Por: Redação -

                                              A reconstrução do pequeno porto de Perdika em Aegina, Grécia – um destino de navegação muito popular no Golfo da Sardenha – começará após o feriado da Páscoa ortodoxa grega neste fim de semana.

                                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                              As atualizações do porto estão progredindo em um ritmo febril. De acordo com uma fonte da construtora, o financiamento oportuno e regular garantiu o rápido desenvolvimento do projeto; a região da Ática está fazendo tudo o que pode para que todos os tipos de pessoas possam retornar ao porto em breve.

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                                              As obras devem ser concluídas ainda este ano e o novo porto atualizado deve estar operando normalmente no verão.

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                                                Navegar pelas águas do Rio São Francisco é algo que muitos mineiros fizeram um dia. Um rito de passagem. Uma marca civilizatória. Como comer um “cadin” de tudo nas barraquinhas da Feira Hippie da Afonso Pena, assistir a um jogo no Mineirão, comprar cachaça em Salinas, dominar o “mineirês” (“É mió”, “jeitim“, trem bão”, “tchau procê”,) ou visitar cidades históricas como Diamantina, Tiradentes e Ouro Preto. Aconteceu com um grupo de 11 amigos de Barbacena e Santos Dumont, cidades localizadas na Zona da Mata mineira, todos apaixonados por jets.

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                                                Para fugir da rotina de acelerar pelas águas calmas da Represa de Camargos — uma das 13 barragens existentes no curso do Rio Grande, no Sul de Minas —, Phillipe Nogueira, Renato Araújo, Wellington Monjardim, Ricardo Caetano, Claudio Caetano, Eduardo Gava, Valdemir de Jesus, Emerson Dorneles, Gilberto Cunha e Nascimento, liderados por Roger Lebourg —, decidiram descer o Rio São Francisco a bordo de seus jets, entre a mineira Januária e a baiana Bom Jesus da Lapa, um percurso de 470 quilômetros.

                                                Para isso, depois de se submeteram ao teste da Covid-19, e testaram negativo, os 11 cruzaram de carro os mais de 750 quilômetros entre Barbacena e Januária, município localizado na região do Médio São Francisco, levando os jets no engate. Na manhã seguinte, jets na água, iniciaram a expedição, batizada de “Janulapa”, dispostos a navegar os primeiros 250 quilômetros entre Januária e Cariranha, já na Bahia, onde passaram a noite.

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                                                Na segunda parte da jornada, foram mais 220 quilômetros, até a baiana Sítio do Mato, 70 quilômetros rio abaixo de Bom Jesus da Lapa. “Foi uma viagem tranquila”, conta Phillipe Nogueira, cansado, mas feliz, após completar as 250 milhas náuticas do percurso. “Porém, em alguns trechos, o rio está muito assoreado. O Velho Chico está ficando mais seco e estrito. Em algumas partes, o nível não passava dos 40 centímetros”.

                                                Desde sua nascente, na Serra da Canastra, em Minas Gerais, até o Atlântico, na divisa entre Sergipe e Alagoas, o Rio São Francisco tem 3.161 quilômetros de curso. Mas, para a navegação, o que conta é um trecho de 1.370 quilômetros entre as cidades de Pirapora, em Minas Gerais, e Juazeiro/Petrolina, na divisa entre a Bahia e Pernambuco. Ou, mais estritamente, entre a mineira Pirapora e Bom Jesus da Lapa, no interior baiano. Era nesse trecho que corriam os saudosos “gaiolas”, românticas embarcações a vapor de um tempo memorável. Diariamente, 30 vapores como esse singravam as águas tranquilas do “Velho Chico”, levando de nobres coronéis nos camarotes da primeira classe a humildes retirantes em redes entre pilhas de lenha para a combustão na caldeira.

                                                Expedições em grupo, como a Janulapa, atuam como uma emocionante volta ao passado. Um quase rodopio no tempo. A velocidade baixa permite ir saboreando a viagem. Porém, a paisagem pouco muda ao longo desse trecho do rio, que cruza uma região praticamente ignorada pelo resto do Brasil, com nenhum apelo turístico mais forte que o próprio São Francisco. Para curtir a viagem, é preciso apreciar coisas simples, coisa que Roger, Phillipe, Renato, Wellington, Ricardo, Claudio, Dudu, Valdemir, Emerson, Nascimento e Gilberto sabem fazer com ninguém, como bons mineiros que são.

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                                                  Por: Redação -

                                                  A direção da Regata Internacional Recife-Fernando de Noronha (Refeno) anunciou, nesta quarta-feira (28), uma novidade para edição 2021. Ela fechou uma parceria com a BRally Amazon para que os velejadores participem também no Rally da Amazônia, que vai acontecer em outubro.

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                                                  O BRally Amazon é um rali de cerca de 500 milhas, ou aproximadamente 800 quilômetros, realizado durante 20 dias, em um percurso pelo Rio Amazonas. A partida, no dia 27 de outubro, será em Soure, no delta do Amazonas, com a chegada em Alter do Chão, no Pará, no dia 8 de novembro.

                                                  Um dos organizadores do rali, Delcio Sá disse que o objetivo da parceria é unir os dois eventos para que os velejadores, que estarão na costa do Brasil para a Refeno, também participem do BRally Amazon. Ele afirmou que será a oportunidade de velejar na Amazônia, conhecer e explorar a cultura local, a culinária, o povo, os rios e a natureza.

                                                  Foto: Divulgação

                                                  Durante todo o evento, os barcos vão ser acompanhados por uma equipe com infraestrutura, segurança privada, mecânico, equipe médica e logística, além de ações culturais e gastronômicas. O BRally Amazon contará com até 30 embarcações. Os interessados podem acessar o site para fazer a inscrição.

                                                  Refeno

                                                  A largada da Refeno está programada para 25 de setembro. O evento foi cancelado em 2020 por causa da pandemia da Covid-19.

                                                  A Regata é uma competição de reúne velejadores do todo país e do exterior. O percurso, entre Recife e Fernando de Noronha, tem 300 milhas náuticas, cerca de 545 quilômetros. A prova já foi realizada 31 vezes e a largada é no Marco Zero, na capital pernambucana.

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                                                    29/04/2021

                                                    Na boa onda do crescimento do mercado náutico no Brasil, a Volvo Penta credenciou uma nova concessionária autorizada na região Sudeste: a Odin Motores, que atende no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, com revenda e oficina mecânica. Bons motivos para comemorar! Ainda mais que, para atrair donos de barcos da região, a nova concessionária Volvo Penta está oferecendo um plano de inspeção gratuita válido até agosto de 2021. Clique aqui para saber mais.

                                                    Quem tem, ou gostaria de ter, um barco equipado com motorização Volvo Penta — a marca por trás de inovações como IPS e Forward Drive, que facilitam a navegação, tornando-a mais agradável e divertida —, não pode deixar passar essa oportunidade, válida exclusivamente para os motores Volvo Penta, em um raio de até 50 quilômetros da nova concessionária.

                                                    Para saber mais sobre a inspeção gratuita Odin Motores, clique aqui.

                                                    Capitaneada pelo empresário Felipe Caporali, a Odin Motores atenderá em dois endereços. O primeiro, em São Gonçalo, cidade do estado do Rio às margens da Baía de Guanabara. O segundo, em Vitória, a insular capital do Espírito Santos, de forte tradição náutica.

                                                    “Contamos com uma equipe técnica de alta qualificação, que conhece o segredo de cada motor que leva a marca Volvo Penta, para fazer aquela revisão caprichada do propulsor do seu barco. Além disso, existe a certeza da utilização apenas de peças genuínas, o que representa muito mais segurança”, garante Felipe Caporali.

                                                    Segundo o empresário, com as revisões em dia, o motor e o sistema de propulsão operam com 100% de seu potencial, contribuindo para que a embarcação alcance seu mais alto potencial em performance e em consumo de combustível.

                                                    Inaugurada em outubro de 2020 — e já apontada como o maior centro autorizado Volvo Penta do Brasil dedicado ao seguimento industrial —, a Odin Motores nasceu da fusão de duas empresas tradicionais: a DLC Diesel Line Cambuí, com 24 anos de renomada experiência no seguimento comercial e industrial, certificada ISO 9001, ISO 1401 e OHSAS 18001; e a Nautimar Peças Náuticas, com mais de 20 anos de dedicação ao produto Volvo Penta, sendo reconhecida em 2019 como centro autorizado número 1 do Brasil.

                                                    Para saber mais sobre a inspeção gratuita Odin Motores, clique aqui.

                                                    Odin Motores

                                                    Unidade 1:
                                                    R. Gov. Agamenon Magalhães, 209 – Boa Vista, São Gonçalo – RJ, 24465-620.
                                                    Telefone: (021) 3900-6559

                                                    Unidade 2:
                                                    Av. Fernando Ferrari, 250 – Jardim da Penha, Vitória – ES, 29060-220.
                                                    Telefone: (027) 3500-1673

                                                    Atendimento no WhatsApp
                                                    (21) 9-7273-8258
                                                    (27) 9-9969-2432

                                                    Site: www.odinmotores.com.br
                                                    E-mail: [email protected]

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                                                      Por: Redação -

                                                      O estaleiro holandês Feadship acabou de vender um de seus clássicos: o superiate Blue. A embarcação foi lançada em 1969!

                                                      Esse clássico náutico tem tudo o que é preciso para uma temporada no mar. Ele já nasceu equipado para atender a uma variedade de atividades: desde um descanso com todo conforto possível à pescaria.

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                                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                      Pouco tempo depois, em contrapartida, algumas edições seguintes do mesmo modelo optaram por abrir mão dos aparatos de pesca e focar em uma viagem mais familiar.

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                                                      As primeiras configurações do superiate
                                                      blue
                                                      Atualmente

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                                                      Nesse caso, os responsáveis pelos projetos preferiram criar uma segunda versão, com atenção especial ao layout. Eles adicionaram móveis e equipamentos que garantem uma sensação genuinamente caseira no lounge, no camarote do proprietário e nos dois camarotes de hóspedes.

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                                                      Independente da opção que o proprietário preferir, o interessante é que, desde 1969, o Blue nunca deixou de fazer sucesso. Com 101 pés, ou seja, 31 metros, o exemplar mais recente foi vendido depois de apenas 322 dias no mercado.

                                                      O projeto mais recente é fruto da colaboração entre grandes nomes do design náutico: o próprio estúdio De Voogt Naval Architects, na Holanda, e os estaleiros Derecktor, na Flórida.

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                                                      O resultado final surgiu após algumas convenções. Ele pode abrigar 6 hóspedes, divididos entre 3 camarotes, bem como 6 membros da tripulação. A propulsão se dá por dois motores Caterpillar, de 460 hp cada.

                                                      O Blue também tem um histórico impressionante: ele foi o primeiro superiate da Feadhsip a completar uma passagem transatlântica. Hoje, ele consegue equilibrar o charme do desenho tradicional original aos equipamentos de última geração, mais evoluídos possíveis.

                                                      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

                                                      Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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                                                        A catarinense NHD Boats divulgou novas imagens de sua mais recente lancha, a NHD 365. Com 11,2 metros de comprimento, ela foi criada para unir o máximo de aproveito de espaço externo com uma cabine projetada para pernoite de até cinco pessoas. De dia, a lancha pode levar até 15 passageiros, além do piloto.

                                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                        A proa com passagem lateral conta com amplo solário para até 3 pessoas e trampolim que serve também como assento. Entre os destaques do modelo, está a ampla plataforma de popa, com 2,1 m de comprimento, que somada ao open deck, chega a 16 m² de área útil. O espaço gourmet está equipado com pia, lixeira, espaço para tábua de carne e churrasqueira a carvão. Os porta copos estão espalhados por toda a embarcação dando mais comodidade às pessoas a bordo.

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                                                        A cabine possui pé-direito de 2 m de altura, já a altura do banheiro é de 1,8 m e conta com box com chuveiro fechado. A cama de proa e meia-nau são amplas com mais de 2 m de comprimento. A cama de proa tem a possibilidade de conversão em mesa, possibilitando o uso para refeições. A cabine ainda possui uma cozinha com espaço para geladeira, pia com cooktop de indução, forno micro-ondas e muito mais.

                                                        O design da embarcação segue a progressividade das linhas da NHD Boats. O Full LED já característico da NHD assume parte da composição visual da embarcação. A iluminação visa comunicar inovação e tecnologia, assim como o painel que está preparado para instrumentos de navegação touch screen de até 20”. A motorização fica por conta de dois motores de  220 a 300 hp de potência.

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                                                          Por: Redação -

                                                          O casal Juliano Martins e Bruna Reich ficou à deriva após um problema no motor de seu veleiro Al Abordage, na altura de Peruíbe, no litoral de São Paulo, e foi salvo graças à ajuda de um grupo de navegadores da região. Os tripulantes vinham da Ilha do Mel, no Paraná, e tinham como destino a cidade de Guarujá.

                                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                          Os dois enfrentaram um mau tempo, e com o mar agitado, um problema surgiu no motor. Sem o sistema de propulsão para continuar a viagem, eles ficaram à deriva no mar. “Foi uma travessia bem turbulenta. Teve infiltração de água, o selo mecânico está estourado, estamos sem motor […]. A pior parte é que está entrando bastante água no barco”, disse Juliano em um dos vídeos gravados enquanto esperavam apoio.

                                                          Sem sinal de celular naquela região, eles precisaram esperar e contar com a sorte para que o vento os levasse, com a ajuda das velas do veleiro, a uma área onde conseguissem algum tipo de comunicação. Tempos depois, já mais próximo à costa, o casal conseguiu acionar um grupo de navegadores do litoral paulista pelo WhatsApp e pedir ajuda.

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                                                          O grupo, chamado ‘S.O.S. Mayday’, foi criado pelo navegador e empresário santista Herman Junior. Ele contou à TV Tribuna que o grupo é formado por voluntários que velejam nas horas vagas. Assim que recebeu as primeiras mensagens deles, o empresário disse que os chamou pelo rádio para acalmá-los e ver uma forma de ajudar.

                                                          “A gente vai acompanhando: como está agora? Me fala a velocidade do vento, me fala a direção. Está tudo bem com o barco? O guincho está funcionando? O reboque está funcionando? E a gente vai fazendo isso até a entrada deles no canal”, explicou o empresário.

                                                          Cerca de quatro horas depois, um dos voluntários, que estava mais próximo ao local, conseguiu encontrá-los e rebocar a embarcação, levando-os até o Canal de Santos, para que pudessem atracar. Apesar do susto, o casal passa bem.

                                                          Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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                                                            Por: Redação -

                                                            A Marinha da Indonésia divulgou um vídeo da tripulação do submarino KRI Nanggala 402, que naufragou com 53 pessoas a bordo em Bali na semana passada, cantando uma música para o comandante a bordo do submergível.

                                                            As imagens foram gravadas semanas antes do acidente com o KRI Nanggala e mostram o comandante da embarcação, Heri Oktavian, entre os homens reunidos em torno de um colega tocando violão. “Mesmo que eu não esteja pronto para sentir sua falta, não estou pronto para viver sem você. Desejo tudo de melhor para você”, eles cantam.

                                                            Segundo o porta-voz militar Djawara Whimbo, a gravação foi feita como uma despedida do comandante do corpo de submarinos da Marinha de dentro do KRI Nanggala 402 e mostra a tripulação cantando a música Sampai Jumpa, uma canção popular indonésia cujo nome significa “Adeus”.

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                                                            O submarino desapareceu no último dia 21, quando se preparava para participar de manobras militares. As Forças Armadas do país anunciaram no domingo (25/4) que encontraram o submarino fragmentado em três partes e que toda a tripulação – 53 pessoas – havia morrido.

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                                                            Além dos destroços, foi encontrada mancha de óleo na área em que o submarino naufragou, sugerindo que o tanque se rompeu e que houve problema técnico no aparelho. O KRI Nanggala foi encontrado a 800 metros de profundidade, bem além do limite de sobrevivência do submarino, e a Marinha ainda está estudando maneiras de resgatar os corpos da tripulação, o que deve exigir o uso de equipamentos especializados. As causas do naufrágio ainda estão sendo investigadas.

                                                            O KRI Nanggala-402 perdeu contato com a Marinha indonésia na quarta-feira (21/4), enquanto realizava exercícios militares ao norte da ilha de Bali. O desaparecimento ocorreu após o submarino receber autorização para submergir. Desde então, deixou de responder aos sinais.

                                                            Equipes de resgate já haviam avisado que a reserva de oxigênio da tripulação poderia acabar às 15h dessa sexta-feira (23/4). Mais de 10 helicópteros e navios de busca foram mandados para a área onde o contato foi perdido, com ajuda dos Estados Unidos, de Cingapura, da Austrália, Malásia e Índia.

                                                            O submarino KRI Nanggala-402 pesa 1 395 toneladas e foi construído na Alemanha, em 1977. Incorporado à frota indonésia em 1981, passou por uma reforma de dois anos na Coreia do Sul, concluída em 2012.

                                                            Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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