Segundos dados de estudos publicados pela revista Nature, a equipe do Instituto de Pesquisa de Patologia Molecular da Áustria, realizou uma pesquisa sobre o DNA do peixe-pulmonado-australiano (Neoceratodus forsterj) e foi descoberto que o genoma da espécie é o maior já sequenciado e promete revelar informações importantes sobre a evolução dos animais.
O animal tem aparência tão peculiar que, quando descoberto no século 19, foi erroneamente classificado como anfíbio. Até que novos estudos revelaram que a verdadeira natureza da espécie, que hoje é classificado como peixe pulmonado, pertence ao grupo de pescados de nadadeiras lobadas.
Até hoje, os biólogos não sabiam se os peixes pulmonados ou os celacantos (outro grupo de peixes arcaicos com nadadeiras lobadas) estavam diretamente relacionados a anfíbios, répteis, pássaros e mamíferos. Com isso, os cientistas por trás da nova pesquisa resolveram analisar o DNA do Neoceratodus forsteri— o que acabou sendo um desafio muito grande.
De acordo com os pesquisadores, o novo estudo revela que, sem dúvidas, os celacantos divergiram primeiro de seu antepassado. Já os peixes pulmonados se ramificaram pouco depois, a partir da linhagem relacionada aos animais de quatro patas.
Além disso, o sequenciamento genético destacou semelhanças interessantes entre os peixes pulmonados e os vertebrados terrestres. Por exemplo, o número e os níveis de expressão de genes associados ao desenvolvimento de pulmões e membros articulados, bem como a detecção de odores transportados pelo ar, são muito mais próximos dos de anfíbios do que de outros peixes.
Para os pesquisadores, o animal não só pode nos ensinar sobre as adaptações a vida na Terra, como pode explicar como certos genomas evoluem para ser tão grandes.
Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro polonês Galeon Yachts anunciou uma nova série de lanchas equipadas com motores de popa, começando com o Galeon 325 GTO, projetado por Tony Castro, que será movido por gêmeos Mercury Verado 350s, e será lançado nos Estados Unidos.
“Estamos extremamente honrados em trazer qualidade, design e inovação para o novo 325 GTO. Este modelo de 32 pés com motor de popa e rico em recursos garante que o Galeon seja acessível para um público maior de entusiastas de passeios de barco”, comentou Jacek Kobylko, presidente da marca.
O barco levou cerca três anos para ser desenvolvido e é o primeiro do que será uma coleção de modelos com motor de popa de mais de 40 pés a serem lançados nos próximos anos.
Um dos seus diferenciais é o convés de nível único, visando melhor circulação e mais segurança a bordo. Bob Burke, gerente de marca da Galeon nos Estados Unidos, disse: “Consistente com nossos designs líderes de classe e inovadores, a Galeon Yachts não comprometeu nada com a nova coleção GTO, uma família de cruzadores com motor de popa destinada a definir sua alma em chamas e de tirar o fôlego”.
O espaço da proa é particularmente amplo, já que o 325 GTO possui 3,3 m de boca (largura) nesta área. A popa do barco apresenta uma plataforma dobrável exclusiva para bombordo, algo que se tornou a assinatura de grandes Galeons nos últimos anos. É complementado por assentos que podem ficar voltados para frente ou para trás. O designer Tony Castro, que trabalhou em todos os outros modelos do Galeon, criou a plataforma para oferecer mais versatilidade ao modelo.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Beneteau America nomeou Don Smith como o novo presidente do grupo, sucedendo Jean-François Lair.
Smith foi o primeiro a entrar na empresa, em novembro de 2018, como gerente de vendas de barcos de popa para lançar as linhas Antares, Barracuda e Flyer nas Américas. Desde então, o crescimento dos barcos de popa Beneteau tem sido um grande sucesso segundo a empresa.
“Desde que Don ingressou na Beneteau America, a marca fez um grande progresso no mercado americano. A experiência e profundo conhecimento de Don da indústria naval, suas habilidades em gerenciamento de equipe e sua capacidade de construir parcerias fortes e de longo prazo com nossos revendedores serão definitivamente grandes ativos para fortalecer nossas posições e desenvolver ainda mais nosso alcance nos mercados dos Estados Unidos e Canadá”, diz Yann Masselot, gerente da marca Beneteau.
Profissional da indústria naval com experiência em gestão de vendas e concessionárias de varejo, Smith tem mais de 30 anos de realizações comprovadas e trabalhou para líderes da indústria como Cabo-Hatteras, Regal Marine, Chris Craft, MarineMax e Galati Yacht Sales.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Você consegue imaginar o quanto representa 25 milhões de toneladas de lixo? Essa é a quantidade de resíduos que, todos os anos, é despejada nos oceanos ao redor do planeta. No país, a situação só não é pior porque, diariamente, voluntários limpam praias, encostas, restingas e costões do litoral brasileiro.
Preocupados com o impacto desses resíduos no desenvolvimento da biodiversidade, a Eco Local Brasil, uma ONG com mais de 18 anos de atuação em preservação ambiental, realiza o Projeto Praia Limpa. A iniciativa terá ações em praias de Santa Catarina, Paraná e São Paulo durante os meses de janeiro, fevereiro e março deste ano.
A ação vai reunir atletas, influenciadores e voluntários locais para agir em favor da preservação das praias recolhendo o lixo depositado nestes locais. O projeto é apresentado e apoiado pela marca brasileira-canadense Core Case.
“Além das ações de limpeza de praia, o projeto também contempla intercâmbio de experiências com escolinhas e projetos ligados ao surf, assim como projetos de cunho ambiental e educacional”, explica o idealizador da Eco Local Brasil, Filipe Pedroso de Oliveira.
Itajaí terá ações na Atalaia e na Brava
A Praia Brava e a Praia Atalaia, muito frequentadas por moradores, turistas e surfistas, serão contempladas pelo Projeto. No domingo (31), será a vez da praia da Atalaia receber a limpeza. A ação será realizada entre 9h e 11h da manhã. Na ocasião, membros da ONG, da Escola de Surf Amigos da Atalaia e demais voluntários serão responsáveis por retirar o lixo do local.
“Esse circuito de ações voltadas à preservação do meio ambiente e a troca de experiência refletem os valores da marca. Nos preocupamos muito com a sustentabilidade e desejamos que as próximas gerações possam apreciar as belezas que nós dispomos hoje”, comentou Daniel Bortowski Carvalho, CEO da Core Case.
As datas de limpeza na Praia Brava serão divulgadas nos próximos dias. No local, as equipes terão a ECO BUS Store, loja física da Core Case, como ponto de apoio. O cronograma das atividades poderá ser acompanhado pelo perfil da marca no instagram @corecaseofficial assim como pelo site da Eco Local Brasil.
Projeto segue até março
No último sábado (15), a ação passou pela Praia do Gravatá, em Navegantes. Na ocasião, os voluntários recolheram 500 quilos de resíduos da orla. Parque Acaraí/Praia Grande, localizado em São Francisco do Sul, Barra Velha, Balneário Piçarras e Penha também receberão o projeto.
No Paraná, a iniciativa passará por locais como Ilha do Mel, Guaratuba, Caiobá, Pico de Matinhos e Praia de Leste. Já no litoral paulista, a ação beneficiará as regiões de Peruíbe, Guarujá, Maresias, Boiçucanga, Camburi, Praia da Baleia e Ubatuba.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro catarinense NHD Boats está ampliando a sua fábrica em Itajaí, Santa Catarina. O trabalho começou em dezembro do ano passado, e a primeira parte da ampliação deve estar finalizada já em fevereiro, com mais um galpão que chegará com 800 m² de área.
A empresa pretende mais que duplicar o tamanho inicial da fábrica, que hoje está em 1 700 m² e passará a ter 4 mil m², até maio desse ano. “Isso representa uma evolução muito grande da nossa produção, para conseguirmos entregar até 10 lanchas por mês”, relata Marco Schmit, afirmando que, atualmente, a marca – com 75 funcionários no quadro – consegue fazer seis entregas mensalmente.
A NHD Boats é uma evolução da HD Mariner, um dos estaleiros em atividade nos anos 90 e 2000, e trouxe uma completa evolução nas suas linhas, modernizando seus modelos e primando pelo conforto, segurança e design. Hoje, conta com cinco lanchas, de 27 a 34 pés, em seu portfólio, e promete uma novidade em modelo para 2021.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O cantor baiano Bell Marques foi flagrado ao lado de sua mulher, Ana Marques, a bordo de sua lancha na Baía de Todos-os-Santos, em Salvador. Trata-se de uma Schaefer 600, fabricada pelo estaleiro catarinense Schaefer Yachts.
Primeiro barco de lazer do mundo comandado exclusivamente por meio de um joystick Volvo Penta, e não pelo tradicional timão, que continua equipando o comando do flybridge, esta embarcação também conta com plataforma lateral integrada e no mesmo nível da praça de popa, aumentando a área útil da lancha.
A Schaefer 580 possui flybridge espaçoso com solário, banco duplo para piloto e co-piloto, mesa dobrável com sofá em U para acomodar confortavelmente 10 pessoas além de espaço gourmet. O acesso ao fly é feito por uma escada confortável, com degraus mais largos. Ainda no exterior desta grande lancha com fly, as passagens laterais levam até o solário para três pessoas na proa. A ampla praça de popa com plataforma lateral a boreste vem também com mesa para refeições, sofá em L e cadeiras do tipo diretor podem complementar a decoração do espaço e fornecer mais lugares à mesa.
Uma porta de correr de três folhas leva ao salão principal, que vem com a cozinha já em primeiro plano, seguida da área de estar equipada com sofás e mesa dobrável além do posto de comando com joystick. As amplas janelas favorecem a entrada de luz natural no ambiente. Ao descer para o convés inferior, encontra-se a suíte principal à meia-nau com banheiro com box fechado, suíte de casal à proa com banheiro reversível com box e camarote duplo a boreste. Esta lancha pode receber motorização IPS 800 ou IPS 950.
O registro foi feito por um fã de Bell e compartilhado no Instagram. Em entrevista ao site local Alô Alô Bahia, o fã, que preferiu não se identificar, contou como foi o encontro: “Tava passando na minha lancha e avistei a lancha dele, que eu já conhecia. Daí encostei pra falar com ele”, explicou o chicleteiro.
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O município de Angra dos Reis lançou a campanha “Salvemos a Loretti”, traineira que é reconhecida como patrimônio da história do sistema penal, da navegação e da Ilha Grande. Com 110 anos, sem manutenção adequada nos motores, a Loretti acabou afundando, em março de 2014, no cais Santa Luzia, no Centro de Angra dos Reis e desde em tão está guardada na Marina Verolme.
A embarcação também serviu à Defesa Civil para salvamentos marítimos e à população da Ilha Grande depois que o presídio foi implodido por ordem do então governador Leonel Brizola. A proposta de recuperar a traineira começou pelo seu mestre, Constantino Cocotós, que também comandava a Defesa Civil na Ilha Grande. Ele morreu, em 2013, sem realizar o sonho de ver a Loretti num museu a céu aberto na Vila do Abraão. A pedido da comunidade, o nome de Cocotós foi eternizado no Centro Cultural da Ilha Grande. Há oito anos, a então prefeita Conceição Rabha prometeu recuperar a embarcação, a mesma promessa feita no ano passado por Fernando Jordão, que foi reeleito e é o atual prefeito de Angra dos Reis.
Sem solução à vista, o fundador da Associação de Canoagem Oceânica de Angra dos Reis (ACOAR), Marcelo Lopes lançou a campanha “Salvemos a Loretti”, com apoio de moradores da Ilha Grande, de empresários e de parentes do falecido Constantino. “A Loretti teve uma importância fundamental para o transporte de presos e depois para salvamentos na Ilha Grande. Era uma embarcação moderna para a época por causa do seu modelo, com proa alta, extremamente segura para enfrentar as ondas em mar aberto. Somente ela entrava em Dois Rios, onde ficava o presídio. É preciso recuperar o madeiramento e partes de metal. Estamos buscando emendas parlamentares e ajuda de um pool de empresas para recuperar a traineira e transformá-la num museu na Vila do Abraão, como era o sonho de Cocotós”, explica a relevância da medida.
Em março de 2019, a vereadora Titi Brasil fez o primeiro pedido à prefeitura para recuperar a Tenente Loretti “para manter a história viva”. O Presidente da Associação dos Condomínios da Costa Verde, Manoel Francisco de Oliveira informou que há um grupo de empresários dispostos a transformar a Loretti em museu. Mas para que isso aconteça, a prefeitura de Angra precisa apresentar um projeto de recuperação, a titularidade e o destino que pretende dar à traineira após a reforma.
Lopes recorda que “além de trazer presos do Rio, na época da ditadura, a traineira também levava os detentos para audiências em Angra dos Reis. Transportava mantimentos para o presídio e, após a implosão, além de atuar em salvamentos, ia imponente na frente da procissão marítima do padroeiro da Ilha Grande, São Sebastião”.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Construído pelo estaleiro italiano Codecasa, o superiate de luxo de Bono Vox, astro da banda irlandesa de rock U2, tem 48,7 metros de comprimento e possui casco de aço e superestrutura de alumínio. Cyan, como é chamado, possui motos aquáticas a bordo, sala de cinema no convés, banheira de hidromassagem, entre outros recursos luxuosos.
O modelo, avaliado em US$ 11,5 milhões, ainda possui um sistema de áudio integrado de última geração. Na cor azul – favorita do vocalista da banda -, superiate ainda conta com um piano de cauda. Ele pode acomodar 12 pessoas em 6 camarotes e é movido por motores MTU de 2 285 hp cada.
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Nicolas Cage e Steven Spielberg podem até ter construído sua fama em Hollywood, mas as vezes em que seus trabalhos se cruzaram foram pouquíssimas. O que os une, no entanto, não é o trabalho, e sim o apreço pela vida náutica. Os dois compraram iates ao longo de suas carreiras que deram o que falar.
Nicolas, apesar disso, decidiu vender seu superiate, batizado de Sarita, comprado por 20 milhões de dólares. A embarcação voltou para o mercado por cerca de 29 milhões de dólares.
Sarita possui 38,6 metros, ou seja, 126 pés, e acomoda 12 passageiros em 6 camarotes. Foi construído pelo estaleiro italiano CRN, parte da Ferretti Group, em 1972, e possui casco de aço e superestrutura de alumínio — totalizando um peso de quase 227 toneladas. A propulsão se dá por motores Caterpillar de 1200 hp cada.
O design exterior também é assinado pela CRN. O interior, por sua vez, foi decorado pela Lm Pagano Design, que resolveu ornamentar a embarcação partindo do estilo clássico. Conta com painéis de madeira, tapetes estampados e móveis de couro. O projeto também foca em cores escuras, tetos baixos e iluminação reduzida.
As acomodações são divididas em king VIP (com banheira no convés principal), master king (com banheira e chuveiro) queen (com chuveiro) e uma dupla (conversível em extra king, com chuveiro). Além de tudo, está equipado com uma extensa gama de recursos de tendas, brinquedos aquáticos, entretenimento e comunicação (que vão desde jacuzzis a equipamentos de ginástica).
Steven Spielberg, diferente de Nicolas Cage, quis vender seu megaiate por um motivo um tanto quanto peculiar… o dono do Seven Seas, que já tinha um megaiate de 282 pés, quis trocá-lo por uma embarcação ainda maior. A embarcação custou 150 milhões de dólares ao renomado diretor e produtor hollywoodiano, e estima-se que sua nova aquisição tenha 300 pés e custe cerca de 250 milhões de dólares.
Megaiate de Steven Spielberg, o Seven Seas
Com 86 metros, é capaz de acomodar 26 tripulantes e é equipado com dois helipontos, academia de ginástica, spa e um sistema de estabilizadores capaz de enfrentar qualquer situação marítima. Steven diz ter sofrido muito com enjôos na filmagem do filme “Tubarão”. Portanto, estabilizadores de última geração se tornaram não apenas uma opção, mas obrigatoriedade.
Foi construído pela Oceanco, em 2010, e reformado em 2013 pela Amico & Co. Tanto o design interior quanto exterior foram arquitetados pelos designers Nuvolari & Lenard. Possui casco de aço, proa bulbosa, amplo espaço interno e externo, academia totalmente equipado, spa, sala de massagem e interior decorado com nogueira, teca, jacarandá, além de intercalações com materiais e tecidos ou cores naturais.
Inclui um convés privativo do proprietário com uma grande suíte master separada. Além das acomodações dos proprietários, existem 4 grandes suítes para hóspedes, um camarote VIP no convés principal e outro VIP adicional isolado no convés do terraço. Todos os camarotes foram equipados com os mais altos padrões e apresentam os mais recentes sistemas de entretenimento.
O megaiate dispõe de uma extensa lista de amenidades: uma ampla variedade de brinquedos para esportes aquáticos (como a lancha de limusine personalizada de 10,5 metros) e um barco esportivo aberto personalizado de 9,2 metros. Como um grande cineasta, Steven também não poderia deixar de incluir um verdadeiro cinema no Seven Seas, com sistema de projeção de 360 graus em uma enorme parede de vidro ao lado da piscina.
A propulsão se dá por dois motores MTU de 4 680 hp e 3 492 kW. Até vendê-lo, Spielberg alugou seu megaiate por cerca de 1 milhão de dólares por mês.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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O Navio Patrulha Oceânico “APA” parte hoje, 19, do Porto de Santos, carregado com um cilindro de 54 toneladas para Manaus (AM). Tal cilindro tem a capacidade de receber 90 000m³ de oxigênio líquido, que serão preenchidos em Belém (PA). De lá, o cilindro segue de balsa até a capital manauara.
A previsão é que o “APA” parta do Cais do Saboó no final da tarde desta terça-feira, e chegue em Manaus no dia 28. Desde a semana passada, o Amazonas, sobretudo a capital, Manaus, está às voltas com o desabastecimento de oxigênio medicinal.
Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Construído pelo estaleiro turco Turquoise, o superiate de 47,55 metros Amphitrite, que já pertenceu ao ator norte-americano Johnny Depp e, hoje, é propriedade da escritora J. K. Rowling, que comprou a embarcação por incríveis 27 milhões de dólares (140.6 milhões de reais) no ano de 2015.
A escritora de uma das maiores sagas de livros do mundo, a saga Harry Potter, fugiu da decoração moderna e sofisticada da maioria das embarcações desse porte: ela apostou na ornamentação clássica, ao estilo dos anos 1930.
O Amphitrite foi construído em aço e alumínio e acomoda 10 hóspedes, alojados em 5 camarotes. O estilo Art Deco não convencional foi o escolhido para essa decoração, com uma aplicação bastante retrô. A suíte master, voltada para o convés principal, tem uma banheira com detalhes em mármore e uma notável vista de 180 graus do oceano. Os outros camarotes são igualmente decoradas, seguindo a mesma linha de adereços. Todas as quatro suítes estão localizadas no convés inferior.
O design exterior é de Tanju Kalaycioglu, e o projeto interior é de Redman Whiteley Dixon. Ele optou por paredes com painéis de mogno hondurenho, tecidos vintages exuberantes, assentos de veludo amassado e papéis de parede com padrões complexos. As cortinas possuem até borlas, e a área de jantar é, propositalmente, mal iluminada.
Além de tudo, enquanto os hóspedes navegam, podem desfrutar de uma variedade de comodidades e opções de entretenimento. As portas de vidro com acabamento em teca revelam o salão do convés principal equipado com sistema de última geração: TV via satélite, ar-condicionado, consoles de Wi-Fi e videogames. O convés de popa oferece um espaço para refeições ao ar livre, também com 10 lugares. Para a diversão durante o dia, os tripulantes podem desfrutar dos equipamentos que vão desde o mergulho com snorkel a caiaques, pranchas de wakeboard, windsurf e tendas para esqui aquático.
Quando o superiate pertencia a Johnny Depp, a embarcação chamava-se Vajoliroja, e recebeu esse nome pela junção das primeiras sílabas dos nomes dos integrantes de sua família. Hoje, o nome dado por J.K. Rowling representa a esposa de Poseidon na mitologia grega, ou seja, a rainha do oceano. O Amphitrite, assim como sua proprietária, continua simbolizando muita magia e mistério na água.
No fim do ano seguinte, a escritora colocou a embarcação à venda por 15 milhões de libras (65 milhões de reais).
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A Brunswick Corp acaba de anunciar o lançamento do BoatClass, um programa de treinamento imersivo projetado para ensinar segurança na navegação e ajudar navegadores a ganhar confiança na água.
“A segurança é a prioridade número um para todos os navegadores na água, e o BoatClass oferece uma oportunidade tanto para os novos quanto para os experientes receberem treinamento de classe mundial e aprenderem as habilidades necessárias para aproveitar ao máximo seu tempo a bordo,” disse Brenna Preisser.
O BoatClass oferece duas opções de curso de três horas – níveis básico e intermediário – liderados por um Capitão da Guarda Costeira dos EUA certificado, que consiste em treinamento 100% na água para dominar diversas técnicas de navegação. Esses cursos utilizam os mesmos métodos de treinamento que tiveram sucesso por décadas em toda a rede do Freedom Boat Club.
“A segurança não é uma tendência, é um foco diário para nós e nossos consumidores”, diz Bijoy Jha. “Estamos recebendo novos navegadores em nosso setor todos os dias, e é imperativo que tenham acesso à melhor experiência em educação sobre segurança e navegação. Estamos entusiasmados em oferecer o BoatClass e esperamos fornecer um meio para novos navegadores e aqueles que consideram a navegação um caminho acessível e rápido para se tornarem seguros e confiantes no leme”.
Os cursos de treinamento serão inicialmente lançados na Marker 24 Marina em Merritt Island, Flórida, antes de se expandir para outras localidades nos Estados Unidos.
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A Itália acaba de abrir o primeiro curso de formação como “observador de baleias”. Organizado pela Fundação CIMA e promovido pela Região da Ligúria com financiamento do Fundo Social Europeu, o projeto visa unir ambiente, turismo e ciência, proporcionando aos participantes conhecimentos específicos no domínio da ecologia e da biologia marinha, que podem por sua vez transferir para os turistas, a fim de proteger melhor o ecossistema marinho.
Para o território da Ligúria, o turismo marinho é um recurso que adquire cada vez mais importância e entre as práticas que mais se expandem encontra-se a da observação de cetáceos(como baleias e golfinhos).
Além disso, o curso oferece um estudo aprofundado útil de alguns aspectos técnicos das excursões de observação de baleias que não são da competência de guias de excursões ambientais ou guias turísticos nacionais. Os participantes serão, assim, formados, para a utilização de equipamentos e técnicas de avistamento da biodiversidade marinha e costeira. No final do percurso, poderão operar tanto como autônomos como funcionários de organizações ou associações que organizam excursões marítimas.
As palestras serão ministradas por pesquisadores da Fundação CIMA, por professores da Universidade de Gênova e por especialistas do mundo do trabalho.
O presidente da Fundação CIMA, Luca Ferraris, diz que promover a pesquisa científica junto com a proteção do meio ambiente é uma das principais missões da Fundação. O curso responde perfeitamente a este objetivo, dando a oportunidade de formar, pela primeira vez na Itália, guias turísticos de alto mar capazes de desenvolver um turismo responsável e consciente da beleza do meio marinho, das espécies que o povoam e dos comportamentos para manter para evitar danificá-lo.
Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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O superiate de luxo que acredita-se pertencer ao cantor britânico Elton John chama a atenção com seus 50 metros de luxo e comodidades a bordo. A embarcação produzida pela empresa Westport, dos Estados Unidos, conta com acomodações para 18 convidados, incluindo suíte master, biblioteca, sala de jantar, conveses privativos, academia e espaço para equipamentos de esportes aquáticos.
Comprado por 26 milhões de dólares (R$ 139.1 milhões), ele foi adquirido em 2011 e melhorado em 2016, ganhando mais funcionalidades pelo custo de 2,6 milhões de euros.
Tanto o design interior quanto o exterior foram desenvolvidos por Donald Starkey, reconhecido no mercado como especialista no planejamento, estilo e design de interiores de grandes iates motorizados. O barco ainda conta com televisão de plasma de 50 polegadas, hidromassagem, piscina e churrasqueira.
O “Wabi Sabi”, como se chama o superiate, foi desenhado para cruzeiros de longa distância, tendo passado dois anos explorando o Oceano Pacífico da América Central à Austrália. Na última vez que virou notícia, em 2017, ele foi localizado em Limerick, cidade na República da Irlanda.
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A Tethys 41 HT foi entregue com novo interior de cabine e atualizações de itens e equipamentos de série. Os novos detalhes, projetados pela equipe de arquitetas, renovam as cores, texturas e mobiliário do interior da embarcação.
Com 12,60 m de comprimento, a Tethys 41, pode ser encontrada com duas opções de layout interno. A primeira possui uma suíte máster na proa e uma suíte para um casal à meia-nau; já a segunda, tem dois camarotes de casal, sala de estar e toalete completo. Pode levar até 14 pessoas, além do piloto, em saídas diurnas. O modelo promete boa visibilidade e facilidade na pilotagem.
A Tethys Yachts, certificada pela ABYC, desenvolve barcos nos padrões de segurança globais, com tecnologia importada para os projetos, e construção pensada para um melhor desempenho sobre as águas. Para este ano, a marca projeta a entrega de unidades fora do país, como na Espanha, Austrália, Turquia, Kuwait e Ásia, fortalecendo o mercado de importações e expandindo sua rede de representação internacional.
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A equipe de Narke começou a trabalhar em motos de água ecologicamente corretas (PWC) em 2014 como uma alternativa aos jets que consomem muita gasolina. O eletrojato de primeira geração, Narke GT45, foi lançado em 2018 no Festival de Yachting de Cannes e esgotou quase imediatamente, de acordo com a empresa. O novo modelo, Narke GT95, foi ainda mais ajustado e promete 50% mais potência e 20% mais alcance do que seu antecessor.
O GT95 está equipado com um poderoso motor elétrico e células de bateria de alta potência que produzem 95 hp. Graças ao design aprimorado do casco e à tecnologia de deflexão exclusiva, o GT95 também promete uma experiência de direção mais macia, silenciosa e estável do que modelos comparáveis.
A empresa afirma que Péter Bíró, campeão mundial de jet ski, até testou o eletrojato e ficou impressionado com a velocidade e manobrabilidade do veículo.
Um de seus destaque é o design futurista. O corpo de compósito reforçado com fibra de carbono é ultra-elegante e ainda mais aprimorado pelo marcante colorido metálico. Medindo 13 pés de comprimento, o GT95 foi projetado para oferecer amplo espaço, junto com três assentos e uma plataforma de natação.
“Esta elegante moto aquática oferece tudo o que os usuários podem esperar de um PWC elétrico de três lugares do século 21”, escreveu Narke no comunicado à imprensa. “É divertido, seguro, poderoso e protege as águas para as gerações futuras”.
A bordo, o GT95 apresenta uma tela personalizável de 7 polegadas que rastreia o nível de carga, quilometragem, distância do porto e temperatura da água. Ele também pode receber chamadas, caso algo importante aconteça enquanto você estiver na água.
Quando chegar a hora de recarregar a bateria de íon de lítio de 24 kWh, você pode optar pelo carregador rápido embutido opcional que fornece energia completa em apenas 1,5 horas. Como alternativa, você pode usar uma tomada doméstica padrão que levará cerca de 6 horas para carregar totalmente o PWC.
O Narke GT95 será apresentado em setembro no Top Marques Show em Mônaco. Você também pode reservar um modelo através da Narke ou em um dos revendedores parceiros. Os projetos custam a partir de US$ 47 mil.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Depois de 22 dias, 1 060km navegados e remados, a 4ª edição da Expedição Anamauê chegou ao fim na tarde desta sexta-feira (15) no CEM, Centro de Estudos do Mar, na praia de Jurujuba, em Niterói (RJ), no que se intitula como a maior expedição de canoa havaiana do Brasil em trajeto inédito.
Os seis remadores dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo concluíram os últimos 120 km do trajeto saindo de Arraial do Cabo (RJ), na Região dos Lagos, em 13 horas de duração na canoa havaiana V6 para seis tripulantes, barco apelidado de Jubarte pelos atletas. Eles acordaram à 0h de sexta-feira, saíram às 2h30 e chegaram perto das 16h.
Os velejadores/remadores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo saíram no dia 24 de dezembro, na véspera de Natal, de Arraial d´Ajuda, no sul da Bahia, e navegaram ao todo em 14 deles, ficando parados nos demais por condições ruins de tempo e do mar.
Foi a primeira tripulação a bater os 1 000 km em uma canoa havaiana no Brasil, primeira tripulação a cruzar o Cabo de São Thomé, na região de Campos (RJ), de canoa havaiana, primeira tripulação brasileira a fazer o trajeto direto de Arraial do Cabo até Niterói sem apoio, de acordo com informações do grupo.
Daniel Gnone, mais jovem tripulante, da capital do Rio de Janeiro, comentou sobre o último dia de expedição: “No último dia navegamos na escuridão, com água muito gelada, uma navegação que exigiu muito da tripulação, estar atenta aos sinais, barulhos de outras possíveis embarcações, ondulações que fica difícil de ver à noite. Muito frio. O dia nasceu com muitas nuvens, só foi esquentar pelas 8h da manhã, momento mais frio da viagem. Navegação bem dura. Por volta de meio-dia, estava muito quente e ficamos parte navegando à vela, parte à remo, vento entrava e saía, e mantivemos a constância para não deixar a canoa parada. Quando o vento abaixava íamos para o remo mantendo a média de 9, 10km/h, não fosse isso não teríamos conseguido chegar no horário”, disse.
“Depois de 22 dias, concluímos nosso grande objetivo de vida. Foi um ano de planejamento e 22 dias de execução e só foi possível graças à equipe. Como um dos líderes e capitão tive momentos muito duros. Todos os dias que íamos para o mar precisava pensar que existiam cinco vidas comigo e não podia errar nas escolhas. Já vivíamos no risco numa canoa e barco adaptado com vela e tínhamos que ter a sagacidade de não colocar a tripulação em risco. Em alguns dias não pudemos sair para não colocar a tripulação em risco diante de condições inadequadas”, declarou Douglas Moura, de Niterói (RJ).
“Quando chegamos foi maravilhoso. Nos tornamos a primeira tripulação a bater acima dos 1 000km de canoa havaiana no Brasil. Passamos por locais remotos, sem possibilidades de desembarque que nos fez ter pernas extremamente duras e um planejamento muito preciso. Caso da última parte saindo de Arraial do Cabo às 2h da manhã para conseguir o objetivo de navegar por 120 km para chegar em casa. Pelo caminho visuais lindos, incríveis e uma grande ajuda das pessoas. O que vemos na mídia atualmente são somente coisas ruins diante do momento que vivemos, mas o que pudemos constatar é que se chegamos com muita humildade e vontade as pessoas ajudam, as pessoas são boas. Não ficamos desemparados em nenhum momento”, continuou Moura.
“Foi uma experiência única e agradeço à toda equipe, Tavo Calfat, que foi meu braço direito, sem ele não teríamos conseguido. Foi um ponto forte junto comigo. Temos vivência de 15 anos de mar, é um grande irmão. Daniel Gnone, Bárbara, Ranin e a dupla Chico e o Guido que chegaram no último momento para ajudarem o time. Cruzamos o temido Cabo de São Thomé, primeira tripulação a navegar pelo sul do Espírito Santo e Norte do Rio de Janeiro. Foi uma grande conquista e, agora, é saborear e comemorar com amigos, familiares. Foi um feito. A adaptabilidade é a grande palavra, tivemos que nos adaptar bastante, desde que perdemos dois tripulantes em Grussaí, lugar que não conhecíamos ninguém, longe de tudo. Quando o mar ficou grande não desistimos. Persistência, resiliência. Nós temos muita coragem, mas o que levo comigo é muito respeito pelo mar que é muito forte. Se não tivermos essa consciência iremos nos dar mal. Agradecemos a todo mundo que nos acompanhou, que nos apoiou, a CORE que foi a principal responsável”, finalizou.
Daniel Gnone comentou sobre seu maior desafio: “Sentimento enorme de gratidão a todos que participaram, contribuíram de alguma forma, agradecendo muito à natureza por ter contribuído para termos concluído. Um dos maiores aprendizados que eu tiro é a persistência da equipe. Sentimento de dever cumprido, felicidade. Muita coisa que está vindo ainda”.
Barbara Guimarães, de Vitória (ES), comemorou ser a primeira mulher a fazer esse tipo de travessia: “Uma das coisas que mais gosto de fazer é me desafiar, saber o limite em que posso chegar. A travessia me mostrou a força e resiliência que eu tenho. Mesmo com todos desafios e incertezas durante o velejo e remo, tudo foi leve e muito prazeroso, com pessoas que com certeza são mais amigos agora do que quando começou a expedição. Estou muito feliz por ser a primeira mulher a fazer uma expedição dessa magnitude no Brasil, pela importância dessa representatividade e mostrar do que somos capazes.”
“Pra mim um dos momentos mais tensos foi a saída de Grussaí, quando a canoa alagou e eu tinha certeza que ela ia quebrar quando tirasse da água. Mas felizmente a canoa saiu ilesa e conseguimos cortar a ondulação e completar essa pernada que foi a mais longa. Chegamos de noite, com várias dores musculares mas tivemos vários presentes durante o trajeto, como várias aves e golfinhos passando perto da canoa, passamos tranquilamente pelo Cabo de São Thomé, que era um dos locais mais temidos, o pôr do sol do mar foi incrível, de noite vimos estrelas cadentes e algas bioluminescentes. Em resumo, mesmo com alguns perrengues, o céu e o mar sempre nos dava algum presente”, finalizou.
Tavo Calfat comentou: “Apesar de ter feito várias travessias à vela, essa foi uma expedição diferente, muito perto da costa, muito perto da água, a canoa é muito baixa e sempre ficamos navegando pertinho da água, com conforto limitado”, disse. “A interação com todos os tripulantes é muito próxima, mais que num barco à vela, então, isso tudo dá uma sensação de integração com a natureza muito grande, sensação de felicidade e bem-estar quando a canoa está andando. Conexão com a natureza. Fomos ao longo do tempo entendendo as limitações da canoa para fazer tudo na maior segurança. Fora isso, diariamente tínhamos as missões de embarque e desembarque e acharmos lugares para dormir. É incrível o que a canoa traz, ela traz amigos. Conhecemos pessoas incríveis pelo caminho que nos ajudaram e nos deixaram sem palavras. As pessoas se identificam com a gente, com nosso objetiv , com nosso propósito e sempre acabam ajudando e isso só aumentou a vontade e alegria de passar por tudo isso e atingir o objetivo”, finalizou.
O trajeto
O primeiro destino foi a praia de Corumbau, no município de Prado (BA), depois desembarcaram na praia do Prado (BA). Condições ruins impediram que a tripulação saísse no dia 26. No dia 27, foram para Nova Viçosa navegando e remando por 80 km. Na segunda-feira, tiveram que abortar a chegada na divisa com o Espírito Santo por uma tempestade e desembarcaram na praia de Mucuri, a Costa Dourada. O último trajeto antes da virada do ano foi até Regência, o maior deles com 100 km, onde aportaram na base da Canoa Polinésia Pataxó, comandada por Ranin Thomé, um dos líderes da 4ª Expedição Anamauê.
No dia 2, rumaram para a capital do ES, Vitória. No dia 3, partiram em trajeto mais curto para Anchieta (ES) e, no dia 4, foram para o extremo sul do estado, em Marataízes (ES), até cruzarem a divisa com o RJ na terça-feira da semana passada passada, onde foram obrigados a ficarem três dias esperando as condições do mar melhorarem. No final de semana saíram da praia de Grussaí, em Barra de São João (RJ), e levaram mais de 12h no mar até aportarem em Macaé (RJ) cruzando o temido Cabo de São Thomé, na região de Campos (RJ). No dia seguinte mais um dia duro para alcançarem Búzios (RJ) com ventos de 30 nós, algumas avarias no barco e muita disposição até uma reta final com surfe por cerca de vinte minutos. Condições ruins do mar fizeram a tripulação ficar alguns dias por Búzios até partirem na última quinta com destino a Arraial do Cabo e finalizarem na sexta para Arraial do Cabo.
O trajeto foi inédito percorrendo o litoral sul da Bahia, todo o litoral do Espírito Santo, Norte, Região dos Lagos no Rio de Janeiro. Os tripulantes estão dias inteiros no mar sem o auxílio de equipamentos eletrônicos, apenas bússola e carta náutica. A expedição foi feita por intermédio de uma canoa havaiana V6 adaptada com duas velas que ficou pronta em parceria com a CORE VA´A. Os atletas levaram seus mantimentos e equipamentos de dormir para quando não tiverem abrigo poderem dormir nas praias mais remotas pelo litoral.
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O navio austríaco a vapor Baron Gautsch, o mais famoso naufrágio do Mar Adriático situado na Croácia, teve sua história lançada na Escócia em 3 de maio de 1908. Os criadores do navio deram o nome de um político conhecido da época: Baron Paul Gautsch von Frankenthurn. Baron Gautsch não era um navio de guerra, mas um luxuoso navio de passageiros. Durante a Primeira Guerra Mundial, a marinha austríaca requisitou o navio para ser usado como transporte de tropas e para transporte entre as costas do Adriático. Porém, logo retornou ao Lloyds (criadores da embarcação) para voltar a transportar passageiros.
Na primeira viagem em que voltou a ser um navio de luxo, o Barão Gautsch teve seu destino marcado. O navio com 300 pessoas a bordo, entre tripulação e passageiros deveria chegar ao destino às 18 horas, mas o capitão cometeu o erro de chegar muito perto da costa de Rovinj, cujas águas haviam sido minadas pelos próprios austríacos.
Vendo o grande navio a vapor com mais de 85 metros de comprimento indo para a área minada, a tripulação adversária, Basilisk, prontamente soou o alarme, mas tanto os marinheiros quanto os passageiros a bordo do Baron Gautsch interpretaram esses sinais como uma recepção calorosa. Foi assim que o navio colidiu com uma mina e, em poucos minutos, afundou, levando consigo 130 passageiros, muitos deles mulheres e crianças.
O naufrágio teve consequências judiciais pesadas. O capitão Winter, que escapou em um bote salva-vidas, foi acusado de covardia junto com muitos marinheiros que teriam pensado mais em se salvar do que resgatar os civis a bordo. Na verdade, a maioria dos botes salva-vidas não podia nem mesmo ser baixada para a água devido à má manutenção. Má manutenção que, segundo a defesa, foi atribuída à gestão anterior da Marinha.
Mas a história mais duvidosa diz respeito aos coletes salva-vidas que poderiam ter salvado dezenas de vidas e estavam trancados em gavetas. O capitão se justificou explicando que a decisão foi necessária porque passageiros da terceira classe os roubaram para usar como travesseiro.
Hoje, o naufrágio encontra-se em uma profundidade de 40 metros, na costa da Croácia. É recomendado que mergulhadores subam com o nitrox, que, além de maior segurança nas curvas, permite ficar mais tempo em baixa altitude, pois este é considerado um mergulho difícil. O navio é muito grande, possuindo sua estrutura ainda em boas condições e em um único mergulho não é suficiente para desfrutar de tudo pois existem muitos detalhes a serem observados, como cacos de pratos com símbolo da marinha alemã que podem ser vistos até hoje no interior do navio.
Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A arte imita a vida ou a vida imita a arte? Esse com certeza é um dilema que gira em torno de Leonardo DiCaprio. O ator, que conquistou fama mundial depois de protagonizar Jack Dawnson, em Titanic (um clássico filme sobre naufrágio), no ano de 1997, começou o ano encenando mais uma cena épica nos mares: o resgate de um homem que caiu de uma embarcação de luxo perto de St Martin, no Caribe.
De acordo com o relato, Leonardo estava em seu barco com a namorada, Camila Morrone, e alguns amigos, quando recebeu o chamado pelo rádio do capitão do navio. A informação é de que seu superiate foi o único a desviar a rota para procurar pelo tripulante francês que havia caído no mar, bêbado, e desaparecido em seguida.
O náufrago foi identificado apenas como Victor, de 24 anos, e foi encontrado boiando no mar 11 horas depois do acidente. De acordo com a fonte do jornal The Sun, DiCaprio “colocou como prioridade as chances de sobrevivência do homem, que era de uma em um bilhão – como ganhar na loteria duas vezes. O capitão do outro barco emitiu o sinal de emergência em pânico, e o ator concordou em procurá-lo. Apesar de estar a horas de distância, Leonardo chegou justo a tempo de salvar o homem, prestes a se afogar.”
Victor foi encontrado gravemente desidratado, no final da tarde, prestes a encarar uma grande tempestade. Ele recebeu todos os cuidados básicos no superiate de Leonardo — como alimentação, higiene e vestimentas —, antes de ser entregue à guarda costeira. Ao acordar, a notícia é de que o náufrago tenha pensado estar sonhando, depois de ser resgatado por um dos atores mais populares do mundo, junto de sua namorada.
O The Sun explica que o caso ocorreu dia 30 de dezembro, mas veio a público somente neste mês.
O superiate alugado pelo ator chama-se Eagle III, possui 43,6 metros e foi construído em 1984. Foi reformado em 2009 e acomoda 10 convidados em 5 suítes, além da suíte master. O modelo de luxo fica ancorado na Marina Del Rey de Los Angeles e pode ser alugado por 121,8 mil dólares (640,5 mil reais) por semana.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Após 24 dias, dos três meses que deverá cumprir, o sul-africano Zirk Botha, que atualmente está remando sozinho da Cidade do Cabo ao Rio de Janeiro, agora está perto da ilha de Santa Helena e se dirige para o oeste em direção ao Brasil na latitude de 18 graus ao sul, longitude 1 grau leste.
Botha está assumindo o desafio extremo em apoio ao meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável. A travessia transatlântica exige que ele passe completamente sem assistência por aproximadamente 90-100 dias, ao longo de aproximadamente 7 000 km (3800 milhas náuticas) em condições climáticas e de mar difíceis.
Ele completou aproximadamente 2500 km (1350 milhas náuticas) de sua jornada nas últimas semanas e está prestes a cruzar a linha do meridiano de Greenwich. Como sua briga é um desafio ininterrupto e sem suporte, ele não vai parar na Ilha de Santa Helena.
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O recém construído navio da Guarda Costeira dos Estados Unidos, o USCGC Stone, partiu de Pascagoula, no estado americano do Mississippi, no dia 22 de dezembro do ano passado, iniciando sua primeira patrulha, a Operação Cruzeiro do Sul, cujo objetivo é combater a pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (IUU, na sigla em inglês) no Atlântico Sul, estreitando, assim, as relações entre nações para cooperação e segurança marítima na região.
O navio entrou em águas brasileiras na última segunda-feira, 11, e sua tripulação conduzirá uma série de treinamentos junto com a Marinha Brasileira nos dias 18 e 19 no Rio de Janeiro. Depois de passar por outros países vizinhos, o USCGC Stone atracará em Salvador em 8 de fevereiro.
A pesca ilegal é a principal ameaça global à segurança marítima e estima-se que seja responsável pela perda anual de dezenas de bilhões de dólares em receita para pescadores legais. Ao depreciar acordos internacionais e medidas de conservação da pesca, essa atividade ilegal prejudica a segurança alimentar global, desestabiliza a segurança econômica de Estados costeiros e viola a soberania nacional.
“Essa missão multilateral exemplifica a importância dedicada pelos EUA aos esforços globais de combate à pesca ilegal, incluindo o fortalecimento das regras que regem a atividade internacionalmente, o aprimoramento da governança marítima e o fomento a parcerias que gerem resultados colaborativos e duráveis em segurança”, afirma o embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman.
Enquanto peixe é proteína essencial para mais de 40% da população mundial, a pesca IUU impede o acesso a esse valioso recurso, principalmente nos países costeiros mais vulneráveis. A Guarda Costeira americana é especializada em desenvolver e implementar mecanismos de fiscalização e transferir esse conhecimento a nações parceiras para que criem uma frente única de combate à pesca ilegal em qualquer oceano.
“Um oceano saudável, produtivo e resiliente é vital para se alcançar crescimento econômico e prosperidade, segurança alimentar, saúde humana e recursos marinhos sustentáveis. O problema mundial é muito maior do que qualquer nação pode resolver sozinha. Estou orgulhoso do trabalho que fizemos e faremos juntos para enfrentar esse desafio”, argumenta Chapman. O USCGC Stone esteve na costa da Guiana antes de vir ao Brasil e daqui partirá para países vizinhos, entre eles o Uruguai.
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A 4ª edição da Expedição Anamauê seguiu viagem nesta quinta-feira saindo da praia de Manguinhos, em Búzios (RJ), e aportando em Arraial do Cabo (RJ) após 40km de viagem.
Nesta sexta-feira, 15, a tripulação sairá de madrugada com previsão de chegada ao destino final, na praia de Jurujuba, em Niterói (RJ), do Centro de Estudos do Mar – CEM, no período da tarde, depois das 14h, com previsão dos últimos 120km de remada/velejada.
Os velejadores/remadores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo saíram no dia 24 de dezembro, na véspera de Natal, de Arraial d’Ajuda, no sul da Bahia, e vão finalizar o trajeto após 650 milhas náuticas navegadas (mais de 1 000 km), na maior expedição de canoa havaiana do Brasil e em trajeto inédito.
“A remada desta quinta foi sem vela, 40 km, apenas remamos para chegarmos nesse paraíso que é Arraial do Cabo aproximadamente cinco horas. Agora vamos com tudo pra esse último dia que será extremamente duro. Vamos acordar meia-noite para sair em torno das 2 da madrugada. Vimos que o mar estará em subida, mas nem tanto, ondulação de sul, ondas de um metro e meio. Nossa intenção é chegar em Niterói (RJ), caso dê algo errado, temos a opção de aportar em Saquarema (RJ) para concluirmos a expedição no sábado, mas a ideia é não precisar fazer isso. Viramos a última ponta hoje, agora é só uma reta, mas sabemos que o mar é diferente a cada dia”, disse o niteroiense Douglas Moura, líder da tripulação.
Dos 21 dias de expedição até aqui, eles navegaram e remaram em treze deles. O primeiro destino foi a praia de Corumbau, no município de Prado (BA), depois desembarcaram na praia do Prado (BA). Condições ruins impediram que a tripulação saísse no dia 26. No dia 27, foram para Nova Viçosa navegando e remando por 80 km. Na segunda-feira, tiveram que abortar a chegada na divisa com o Espírito Santo por uma tempestade e desembarcaram na praia de Mucuri, a Costa Dourada. O último trajeto antes da virada do ano foi até Regência, o maior deles com 100 km, onde aportaram na base da Canoa Polinésia Pataxó, comandada por Ranin Thomé, um dos líderes da 4ª Expedição Anamauê.
No dia 2 rumaram para a capital do ES, Vitória. No dia 3, partiram em trajeto mais curto para Anchieta (ES) e, no dia 4, foram para o extremo sul do estado, em Marataízes (ES) até cruzarem a divisa com o RJ na terça-feira da semana passada, onde foram obrigados a ficarem três dias esperando as condições do mar melhorarem. No final de semana, saíram da praia de Grussaí, em Barra de São João (RJ), e levaram mais de 12h no mar até aportarem em Macaé (RJ), cruzando o temido Cabo de São Thomé, na região de Campos (RJ). No dia seguinte, mais um dia duro para alcançarem Búzios (RJ), com ventos de 30 nós, algumas avarias no barco e muita disposição até uma reta final com surfe por cerca de vinte minutos. Condições ruins do mar fizeram a tripulação ficar alguns dias por Búzios até partirem nesta quinta com destino a Arraial do Cabo.
O trajeto é inédito percorrendo o litoral sul da Bahia, todo o litoral do Espírito Santo, Norte, Região dos Lagos no Rio de Janeiro. Os tripulantes estão dias inteiros no mar sem o auxílio de equipamentos eletrônicos, apenas bússola e carta náutica.
A expedição está sendo feita por intermédio de uma canoa havaiana V6 adaptada com duas velas que ficou pronta em parceria com a CORE VA´A. A aventura pode ser acompanhada pelo aplicativo SPOT e também pelo instagram da equipe @anamauevaa. Os atletas estão levando seus mantimentos e equipamentos de dormir para quando não tiverem abrigo poderem dormir nas praias mais remotas pelo litoral.
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A Comodoria do Veleiros da Ilha confirmou a realização do 32º Circuito Oceânico entre os dias 27 e 30 de janeiro, em Jurerê, na Sede Oceânica do Iate Clube de Santa Catarina. A tradicional competição de vela oceânica será realizada para as classes ORC, IRC, C30, RGS, RGS-Cruzeiro e Bico de Proa e já conta com diversas embarcações confirmadas. O evento tem a parceria com a ABVO, Associação Brasileira de Veleiros de Oceano.
“Estamos muito contentes em poder realizar mais um evento em Jurerê. Após o enorme sucesso que foi nossa Volta à Ilha no final do ano passado, estamos confiantes que o Circuito terá o mesmo sucesso. Nossa equipe de eventos náuticos está preparando uma grande competição, tanto dentro quanto fora d´água, e tomando todos os cuidados necessários para que o evento seja realizado dentro das diretrizes e normas de saúde”, explica o Comodoro Junior.
Como tem sido tradição nos últimos anos, o circuito contará com regatas de percurso e barla-sota para todas as classes, com exceção das classes RGS Cruzeiro e Bico de Proa, que terão uma raia especial com regatas de percurso todos os dias. Esse método já foi implementado nas últimas duas edições do evento para atrair mais embarcações e tornar as regatas mais acessíveis aos velejadores cruzeiristas.
“A ideia de usarmos duas raias para o Circuito é para trazer mais embarcações para o evento e proporcionar boas condições para todas as classes. Teremos um evento técnico e com ótimas tripulações nas classes mais competitivas e regatas de percurso passando pelas praias para as classes de cruzeiro. O importante é que todas as tripulações consigam prestigiar o evento que está sendo preparado com bastante cuidado pela equipe de eventos”, comenta Ricardo Navarro, PRO do Circuito Oceânico.
“É o primeiro grande evento do ano de Vela de Oceano com parceria da ABVO e que deve ter grande adesão de barcos de todo o país já na nova legislação de obrigatoriedade de filiação. O Veleiros da Ilha (Iate Clube de Santa Catarina) sempre proporciona um grande evento e certamente será mais um nessa tradicional competição”, destacou Mario Martinez, Comodoro da ABVO.
Formato de disputa
Estão previstas seis regatas para as classes ORC, IRC, C30 e BRA-RGS, sendo uma longa e cinco barla-sota. A Comissão de Regatas pode optar por realizar uma regata média e a mesma será no lugar de uma das regatas barla-sota. Já as classes RGS Cruzeiro, Bico de Proa e Multicascos têm quatro regatas previstas no programa, sendo uma longa e três médias.
A confirmação de que regatas serão realizadas em cada dia será feita por aviso colocado no quadro oficial no mais tardar até na manhã da regata correspondente. Serão realizadas no máximo duas regatas para cada classe por dia, exceto RGS Cruzeiro e Bico de Proa nas quais serão disputadas apenas uma. O horário programado para o sinal de atenção é 12h, exceto na regata de percurso longo, quando será às 11h. Não serão dadas largadas após as 16h no último dia de competição (30 de janeiro).
Inscrições e programação
As inscrições para o Circuito Oceânico estão abertas para todas as classes e poderão ser feitas através do e-mail [email protected], aos cuidados da gerência de eventos. As confirmações de inscrições e pesagens ocorrem na terça a quarta-feira (dias 25 e 26 de janeiro) e as regatas têm início a partir de 27 de janeiro.
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O estaleiro catarinense Schaefer Yachts está participando do Saint Petersburg Boat Show, que começou nesta quinta-feira, 14, e vai até 17 de janeiro, na cidade norte-americana. A marca está com suas lanchas de 30 e 40 pés com motorização de popa.
A Schaefer 303 (que já conta com mais de 1 500 unidades navegando pelo Brasil, Europa, Estados Unidos e Ásia) pode receber dois motores de popa de 200 a 300 hp cada e foi desenvolvida devido ao aumento de mercado deste tipo de motorização nos Estados Unidos. “O uso de barcos com motores de popa, que são silenciosos e confiáveis, é uma tendência no mercado mundial”, afirma Marcio Schaefer.
Na versão 2020 da Schaefer 400, o modelo conta com novo design das janelas e tomada de ar e, ainda, nova opção de três motores Mercury Verado V8 de 300 hp de potência. A lancha de 12,25 metros de comprimento tem lotação máxima de 14 pessoas em passeios diurnos e 5, em pernoite.
O evento conta com mais de 400 barcos a motor e à vela, tanto em terra quanto na água, e cerca de 250 expositores exibindo uma linha impressionante de novos barcos e uma ampla seleção de equipamentos e acessórios marítimos, além de outras atrações. A Informa Markets, organizadora do salão, que também produz o Fort Lauderdale International Boat Show, está seguindo padrões aprimorados de saúde e segurança, AllSecure, bem como todas as orientações e regulamentos oficiais do governo e das autoridades locais.
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Durante o período de Lei Seca nos Estados Unidos, diversas maneiras de trazer bebidas alcoólicas e cigarros para o país foram estudadas. Entre elas, a mais eficaz era pelo mar, em que pequenos barcos se afastavam da costa e iam até os grandes cargueiros para contrabandear tais produtos.
O auge da proibição nos EUA foi na década de 1930, onde imperava o “Corredor do Rum”, quando navios transportavam rum de ilhas no Caribe para bares clandestinos na Flórida, e de lá, para o país inteiro. No entanto, mesmo depois do fim da Lei Seca havia muitos impostos em cima de bebidas e cigarros que chegavam ao país. Nesse ínterim, a solução se voltou novamente para a água.
Com o passar do tempo, os barcos da Guarda Costeira começaram a evoluir e interceptar os navios que realizavam esse contrabando. Em meio a isso, entrou em cena o construtor e projetista Donald Aronow, que revolucionou as lanchas offshore da época. Além de ser o construtor, Aronow foi um famoso piloto de corrida de lanchas offshore —incluindo algumas que ele mesmo projetou.
Diante da eminente revolução das lanchas, logo o “Corredor do Rum” se transformou em “Lanchas de cigarro”, quando eram usadas para fugir da Guarda Costeira entre o Canadá e os EUA.
“Lanchas de cigarros” – Imagem: reprodução/HotCars
Tais lanchas se diferenciavam por uma combinação de fibra de vidro, kevlar e fibra de carbono, usando um casco de corrida offshore profundo estilo “V”, variando de 6 a 15 metros (20 a 50 pés) de comprimento.
Construídas para atingir altas velocidades, as “lanchas de cigarro”, que com o tempo começaram a ser chamadas de “Go-Fast” (no português, “Barcos Rápidos”), chegaram a alcançar 150 km/h (80 nós), em águas calmas. Já em águas agitadas chegavam aos 50 nós e mantinham 25 nós no mar do Caribe. Essa velocidade já era muito superior aos barcos usados pela Guarda Costeira.
A partir da década de 1960, lanchas que seguiam essas especificações eram as mais utilizadas no contrabando de álcool e cigarro. Posteriormente, na década de 1980, essas mesmas lanchas eram o meio de locomoção das drogas que chegavam aos EUA e que mais tarde iriam para a Europa.
Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Pela primeira vez sem o piloto Ken Block, o mais novo vídeo da franquia Gymkhana, em que carros são colocados em situações extremas de uso, traz o americano campeão de motocross e piloto de rali Travis Pastrana no comando de um Subaru WRX STI bastante modificado e equipado com um motor de 874 cv.
As impressionantes cenas foram gravadas em Annapolis, no estado americano de Maryland, que é a cidade natal de Pastrana. Embora o vídeo comece lento, por volta de um minuto o expectador é surpreendido com o sedã japonês pulando 36 metros pelas docas enquanto uma lancha amarela Hoonigan passa por baixo.
Rodando em ruas e estradas, o piloto passa a maior parte do vídeo colocando o Subaru para andar de lado (inclusive saltando rampas com o carro de lado). A ação não termina nem com os créditos finais, com a participação das filhas de Pastrana (Addy, de 7 anos, e Bristol, de 5 anos) no comando de veículos e do garoto Conor Stitt, de 9 anos, fazendo o salto de uma rampa com uma bicicleta BMX.
A produção contou com a participação direta da Subaru, que preparou o WRX STI usado nas gravações. Além da preparação do motor 2.3 boxer de quatro cilindros com peças vindas dos carros de rali da marca e da suspensão reforçada de curso mais longo, o carro recebeu diversas peças de fibra de carbono na carroceria. Confira o vídeo a seguir:
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A National Marine Manufacturers Association anunciou uma parceria com a Informa Markets para fundir o Miami International Boat Show e o Miami Yacht Show, incluindo o Superyacht Miami, criando um dos maiores eventos náuticos do mundo.
A produção conjunta, que terá a marca Discover Boating e levará o nome Miami International Boat Show, está programada para estrear de 16 a 20 de fevereiro de 2022.
“Por 80 anos, o Miami International Boat Show serviu como o principal evento da indústria de barcos recreativos e uma plataforma premiada para mostrar produtos e inovações de classe mundial para quase 100 mil pessoas em todo o mundo”, disse o presidente da NMMA, Frank Hugelmeyer, em um comunicado . “Com a nova parceria da NMMA com a Informa Markets, juntos, levaremos a feira para o próximo nível e ofereceremos uma experiência inesquecível para nossos membros, participantes, expositores e comunidade local nas próximas décadas“.
Os eventos na água serão centralizados no centro de Miami em Sea Isle Marina, One Herald Plaza e Island Gardens Deep Harbor em Watson Island. A parte do show fora da água será realizada no Miami Beach Convention Center.
Não haverá mais apresentações no Miami Marine Stadium and Park em Virginia Key, onde o MIBS tem sido apresentado nos últimos cinco anos.
“Nosso setor e organização são extremamente gratos à cidade de Miami por fornecer um lar para nosso show nestes últimos cinco anos no Miami Marine Stadium and Park, e estamos ansiosos para trazer este novo evento empolgante para o centro de Miami e Miami Beach”, Hugelmeyer disse no comunicado.
A Informa Markets cuidará da gestão do show, com a NMMA contribuindo com orientação e outras logísticas. Além disso, ambos manterão a propriedade de seus respectivos eventos: NMMA mantém a MIBS e a Informa Markets compartilha a co-propriedade do Yacht Show e Superyacht Miami com a International Yacht Brokers Association.
“Agradecemos que a NMMA compartilhe objetivos comuns e estamos honrados em trabalhar com eles para aprimorar nossos eventos coletivos, incluindo uma experiência inacreditável de uma semana para entusiastas de barcos de recreio e luxo em Miami”, disse Andrew Doole, presidente da Informa Markets Mostra de barcos dos EUA.
Os organizadores disseram que um plano significativo de gerenciamento de tráfego é um elemento crítico que a equipe desenvolverá em colaboração com a cidade de Miami e Miami Beach, com uma variedade de opções de transporte em ambos os locais.
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Classificado como um dos barcos mais extravagantes do mundo, o Ramform Titan foi projetado de uma forma um tanto incomum: com o casco em formato de uma fatia de pizza. Alguns sites o veem como um dos barcos mais feios do mundo. Outros, o veem como… exótico. O que poucos sabem é que o formato do casco tem um propósito: aumentar a estabilidade na água.
O Ramform Titan é, na verdade, um navio sísmico produzido pelo Japão. É propriedade da empresa norueguesa PGS (Petroleum Geo Services) e foi projetado para monitorar todos os tipos de movimentos sísmicos debaixo d’água, além de localizar de petróleo e gás natural. Conta com mais de 341 pés de comprimento, aliado a 230 pés em seu ponto mais largo. Em metros, isso significa 104,2 metros de comprimento, 70 metros de boca, e 6,4 metros de calado. Ou seja, facilmente o barco mais largo do mundo. O seu peso é de 20 637 toneladas brutas. Além disso, ainda possui um diferencial: ele pode ser totalmente navegado com apenas dois dos três propulsores, se necessário, facilitando possíveis reparações em alto mar.
Ele foi construído em Nagasaki, em 2013 e, até agora, é tido como um dos barcos mais eficientes e tecnológicos do mundo. A propulsão principal é diesel-elétrica, composta por 6 motores Diesel Wartsila 32,8 em linha de 3 840 kW cada. Eles alimentam 3 motores de propulsão elétrica de 6 000 kW cada, movimentando hélices de passo controlável (CPP). O tipo de hélice é importante nesse caso porque eles devem ser silenciosos, a fim de reduzir o ruído estrutural do casco, transmitido para a água. É imprescindível que esses ruídos sejam filtrados e diferenciados daqueles detectados pelos sensores acústicos do barco, sem causar distorção no sistema de detecção. Os hélices não produzem cavitação em forma de bolha, possuem bordas de fuga “antimicrofônicas” e, além de tudo, contam com um isolamento especial.
Quanto ao software de monitoramento, entregue por James Fisher Mimic (JFM), a garantia é de uma eficiência muito maior e estratégia de manutenção proativa. O Mimic, como foi chamado o sistema de monitoramento do estado do equipamento, inclui processador de dados e coleta de dados de vibração, além das ferramentas analíticas. Ele exibe os resultados, entre outros, das análises do espectrógrafo do navio e os transfere para as instalações da PGS em Oslo. Desta forma, permite que os dados de manutenção sejam coletados e analisados, de modo que as operações de serviço e reparo possam ser baseadas nas condições reais do equipamento, em vez de calculadas de maneira tradicional. Isso faz com que o a disponibilidade operacional do navio não diminua e ainda permite otimizar custos e recursos dedicados ao serviço e reparação.
Outro detalhe impressionante é a série de roldanas instaladas na popa, além de mecanismos, que possibilitam o destaque de 24 cabos de fibra. Eles são dotados de equipamentos eletrônicos que viabilizam tanto a formação de um campo de sondagem (de cerca de 12 quilômetros), quanto a avaliação do eco das explosões de ar comprimido. Isso, porque são instalados chips e drivers eletrônicos nesses cabos, para direcioná-los. Essa totalidade de cabos também é utilizada para rebocar sensores subaquáticos, e, para isso, foram acrescentadas guias separadoras para manter a distância de 100 metros entre eles, durante o reboque. A arquitetura naval de última geração instalada no Ramform Titan viabiliza o máximo proveito dos recursos da tecnologia sísmica, e é desenvolvida pela Geostreamer.
Acompanhe o navio em operação no vídeo abaixo:
https://youtu.be/eFrvrHqnPVk
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A NHD Boats esteve na última edição do São Paulo Boat Show apresentando sua nova lancha de 34 pés. Agora, a marca anuncia a entrega da primeira unidade na cor azul e com novo interior de cabine. São cores modernas e contrastantes de tons de cinza com acabamento e iluminação diferenciados, que vão ao encontro da tendência das embarcações internacionais, de acordo com a marca.
O NHD 340 navegará pelas águas de Santa Catarina, muito populares entre os amantes do mundo náutico, com estreia no Caixa D’Aço. O modelo está equipado com parelha de Mercruiser de 250 hp a gasolina.
Lançada em novembro de 2020, lancha tem 10,20 metros de comprimento e um dos seus pontos altos é o double open deck – solução que amplia a área útil da embarcação na região da popa – totalizando 7 metros de plataforma –, proporcionando mais espaço e comodidade na utilização desta área, que inclui espaço gourmet com acabamento em teca, e é a “queridinha” dos brasileiros.
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