Estaleiro com sede em Singapura inclui nova lancha de 54 pés em sua linha

Por: Redação -
18/09/2020

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O estaleiro Grand Banks, com sede em Singapura, acaba de apresentar seu mais recente lançamento, uma lancha de 54 pés com o objetivo de unir praticidade e fácil manuseio.

Com versões flybridge e skylounge, o modelo conta com opção de cozinha superior ou inferior e pode acomodar cinco pessoas durante a noite.

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A embarcação foi construída usando os métodos mais recentes de infusão a vácuo para obter força e controle de peso, e fibra de carbono para redução de peso e rigidez.

O Grand Banks 54 promete navegação suave e silenciosa. Os motores são montados à meia-nau junto com o tanque de combustível. O convés e a superestrutura são infundidos em fibra de carbono para minimizar o peso.

Sua nova forma de casco é uma forma avançada de semi-deslocamento inspirada em veleiros de regata, onde a eficiência e o desempenho são fundamentais.

Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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    Ao todo, 17 modelos estarão expostos durante o salão náutico, que acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

    23º São Paulo Boat Show contará com a presença da Ventura Marine

    Por: Redação -
    17/09/2020

    O estaleiro mineiro Ventura Marine confirmou sua participação na próxima edição do São Paulo Boat Show, que acontecerá de 19 a 24 de novembro na Raia Olímpica da USP. A marca apresentará os principais destaques da sua linha de embarcações, que conta com modelos de 18 a 45 pés.

    Fundado em 1983, o estaleiro Ventura tem como especialidade lanchas de proa aberta e cabinadas. Conta área fabril em Capitólio, em Minas Gerais, e já soma mais de 15 mil unidades vendidas. A marca tem, ainda, sede comercial em São Paulo, totalizado mais de 40 mil m² de área construída, além de todas as revendas Ventura espalhadas pelo país.

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    Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.

    Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.

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    SÃO PAULO BOAT SHOW 2020
    Quando? De 19 a 24 de novembro
    Dias de semana das 15h às 22h
    Finais de semana das 13h às 22h
    Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo
    Mais informações: [email protected]

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      Entenda como aconteceu o maior ataque de tubarões já registrado

      Por: Redação -

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      Por mais que não pareça, o ataque de tubarões às pessoas não é considerado um fenômeno muito comum. Porém, existem alguns casos surpreendentes, como o que ficou conhecido como o maior ataque da espécie, no ano de 1945.

      Durante a Segunda Guerra Mundial, um navio norte-americano, o USS Indianapolis, realizou o transporte dos componentes utilizados na bomba em Hiroshima e estava a caminho de encontrar outra embarcação da Marinha dos EUA nas Filipinas, para realizar exercícios antes de invadirem o Japão.

      O USS Indianapolis comportava uma tripulação de 1 196 pessoas e, no meio do caminho, foi atingindo por um torpedo vindo de um submarino japonês. Com o ataque, tiveram diversas explosões resultando rapidamente em mortes de alguns tripulantes e naufrágio dos demais em menos de 15 minutos. Porém, eles não contavam que iriam estar em águas aglomeradas de tubarões.

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      Desses iniciais 1196 homens, 900 deles sobreviveram ao naufrágio e, assim, resolveram formar grupos de 300 pessoas cada, para tentar sobreviver até o resgate.

      Com o barulho das explosões e o sangue dos homens mortos na água, tubarões começaram a surgir e atacar os tripulantes, outros, depois de mortos, eram jogados por seus companheiros para os tubarões pensando que assim se livrariam do perigo.

      De todos os tripulantes, apenas 317 escaparam com vida, sendo que dos 900 anteriores, estima-se que 150 foram mortos pelos ataques dos tubarões. A tripulação sobrevivente foi resgatada depois de 5 dias, com os integrantes desidratados e famintos, já que os mesmos, ficaram dias sem comer para não aguçar ainda mais os tubarões que estavam ao redor.

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        Vídeo mostra trimarã que vai atravessar o Atlântico sem tripulação sendo lançado na água

        Por: Redação -

        O trimarã Mayflower tem o propósito de atravessar o Atlântico sem tripulação para uma viagem de exploração marítima. Com 15 metros de comprimento, o modelo não transportará ninguém a bordo. Sem tripulação, capitão, camas ou mesas para refeições, será comandado por uma sofisticada inteligência artificial. A energia será fornecida pelo sol, vento e, em caso de alguma falha, por um gerador.

        Durante a viagem deverá explorar regiões do oceano que até agora não estavam ao alcance dos humanos por serem demasiado perigosas. Transporta por isso instrumentos para recolher amostras da água, monitorizar a presença de microplásticos e ouvir baleias e golfinhos.

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        Uma série de tecnologias, como câmaras e radares, vão permitir que a embarcação “identifique” o mundo à sua volta e detete possíveis obstáculos.

        Construída pela ONG ProMare em conjunto com a IBM, a embarcação será lançada na sua viagem inaugural na primavera de 2021. Partirá de Plymouth, em Inglaterra, com destino a Plymouth, no estado norte-americano do Massachusetts.

        A viagem vai poder ser acompanhada pela internet e, caso seja bem-sucedida, o Mayflower será o maior barco autônomo a atravessar o Atlântico. Os planos preveem, ainda, a construção de outras duas embarcações idênticas para trabalharem no Ártico.

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          Triton Yachts registra aumento na procura por embarcações pelo mercado internacional

          Por: Redação -

          Mesmo diante da crise provocada pelo coronavírus, a fabricante brasileira de embarcações de lazer Triton Yachts ampliou os negócios no mercado internacional. Recentemente, a marca exportou uma embarcação de 30 pés para a Itália e mais dois barcos estão em produção para clientes do Paraguai.

          O diretor de marketing da Triton Yachts, Allan Cechelero, explica que alguns fatores colaboram para esse crescimento de vendas ao mercado externo. A alta do dólar frente ao real é um deles.

          “A questão do dólar favoreceu a maior procura por nossas embarcações. Porém, tanto no mercado internacional quanto no nacional, as pessoas estão percebendo que a navegação é uma forma de lazer segura em tempos de distanciamento social, prevenção necessária durante a pandemia. Já a escolha por nossas embarcações também demonstra a alta qualidade dos produtos Triton”, comenta.

          De acordo com os números do estaleiro, com unidade construtiva na região metropolitana de Curitiba (PR), já são mais de 150 embarcações exportadas para países como Espanha, Noruega, Holanda, Angola, Arábia Saudita, Argentina e Itália. O mercado latino-americano ainda é um dos principais atendidos pela Triton por conta da facilidade de exportação. No entanto, o mercado europeu também está nos projetos de atuação da marca, que pretende iniciar, em breve, uma representação.

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          Embarcações mais procuradas

          A última embarcação exportada pela Triton Yachts foi a Triton 300 Sport, entregue recentemente a um cliente da cidade de Palermo, capital da Sicília, na Itália. Esta foi a segunda embarcação comercializada para o país. Além da tecnologia e aproveitamento de espaços, a lancha de 30 pés – 9,20 metros de comprimento – encanta pelo design mais esportivo e arrojado. Possui acabamentos exclusivos e detalhes que impressionam, como o banco do piloto e o volante da central de comando, que possui design similar a um carro de corrida.

          A 300 Sport também conta com a certificação europeia (CE). O documento assegura que a embarcação está de acordo com o padrão obrigatório de qualidade, segurança e durabilidade exigidos pela União Europeia. São avaliados critérios como a idoneidade da empresa, além da realização de testes de mar e medições técnicas. O certificado também autoriza a entrada da lancha estrangeira na Europa.

          Os modelos entre 30 e 40 pés estão entre os mais procurados por clientes internacionais. Também é o caso da Triton 370 HT, que já está em produção na fábrica para ser entregue a um cliente do Paraguai em meados de novembro.

          A Triton 370 HT é ideal para navegação em mares e rios. O modelo, clássico com toque de esportividade, possui hardtop, similar ao teto solar, com abertura elétrica. Quando fechado, proporciona um ambiente adicional amplo com pé-direito de 1,85 metro, mas aberto é ótimo para curtir dias de sol. Seu exterior conta com amplos espaços de lazer e refeições, além de solário para banhos de sol. Com acabamentos impecáveis, o interior conta com banheiro, duas cabines para pernoite, área de estar e cozinha.

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            A bordo de ultraleves anfíbios, um grupo de amigos explorou a região do rio Araguaia

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            Em busca de aventura, uma boa pescaria e belezas naturais, um grupo de amigos a cada ano inventa um novo lugar para pousar com seus ultraleves anfíbios, também chamados de “barquinhos voadores”. Há dois anos, por exemplo, eles pousaram no Lago Jaguara, em Rifaina, divisa de São Paulo com Minas Gerais. No ano passado, em Palmas, no Tocantins. Não é nenhum tipo de competição, apenas um grande passeio em grupo. Uma espécie de excursão meio aérea, meio náutica.

            araguaia

            Este ano, o grupo decidiu explorar as águas incrivelmente cristalinas da região do rio Araguaia, na tríplice fronteira entre Goiás, Mato Grosso e Tocantins. E voltou fascinado com a experiência. “Pousamos no Rio Cristalino, aproveitando a logística e a estrutura de barracas para acampar, à beira de uma lagoa, montada pela pousada Cristalino”, conta Getúlio Menegatti, um dos integrantes da comitiva. “Durante o período de inverno, não existe melhor lugar para navegar que nessas águas, bem no coração do Brasil”, defende ele.

            araguaiaNove pessoas faziam parte do grupo, cada uma de uma cidade diferente, ou quase isso: o Getúlio é de Belo Horizonte; o Egon, de Buritis, Minas Gerais; Marcos e Cacalo, de Ipuã, interior de São Paulo; Tales, de Gurupi, no Tocantins; Edvaldo, de Goiânia; Sylvio e Cândido, de Belo Horizonte; e Volney, da também mineira Araguari.

            “De Belo Horizonte até lá, foram oito horas de viagem, com uma escala de abastecimento em Catalão, em Goiás, e outra em Aruanã, voando a 200 km/h”, descreve Getúlio.

            araguaia

            Aruanã, também em Goiás, foi o ponto de encontro das aeronaves; quatro ultraleves anfíbios Super Petrel e um Seamax, além de dois hidroaviões. De lá, a flotilha voou para o Rio Cristalino, o afluente mais preservado do Rio Araguaia, onde o grupo ficou acampado na Lagoa do Inferno, já no estado de Mato Grosso. Foram duas horas de voo sobre o Araguaia.

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            A aventura se estendeu por cinco dias, período em que os sete pilotos e dois caronas navegaram o rio, que desce para o norte, praticando pesca esportiva (pegando e soltando tucunarés), ora a bordo pequenos barcos de alumínio, ora a pilotando suas embarcações voadoras.

            “Fomos até São Félix do Araguaia, em Mato Grosso, divisa com o estado do Tocantins, onde se serve o melhor pirarucu do planeta. Foi uma experiência única, sensacional. O Araguaia é um rio muito bonito, principalmente na época de baixa das águas. O trajeto à margem do rio é repleto de belezas naturais”, descreve o piloto de um dos ultraleves anfíbios, que se encantou especialmente com o nascer e o pôr do sol. “São duas das imagens mais belas que se pode imaginar, porque se trata de um lugar muito plano”, diz.

            araguaia

            Na despedida, todo mundo fazia planos para retornar à região já em junho de 2021. Tudo por causa da beleza da região e da facilidade de pousar e levantar — um lugar difícil de encontrar igual.

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              Intermarine confirma participação no São Paulo Boat Show 2020

              Por: Redação -

              A Intermarine confirmou sua participação na próxima edição do São Paulo Boat Show, que acontecerá de 19 a 24 de novembro na Raia Olímpica da USP.

              “A Intermarine é o maior estaleiro da América Latina. Líder em embarcações de luxo, a Intermarine completará 50 anos de história. Com mais de 50 mil m², nossa estrutura abriga seis fábricas, onde todos os seus modelos são construidos. Um yacht Intermarine é reconhecido pelo mercado por seus preciosismos artesanais, tecnologia de ponta e design escultural”, destaca Roberta Ramalho, presidente da marca.

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                16/09/2020
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                Há mais de 35 anos no mercado e referência no setor, a NÁUTICA está sempre preocupada em levar o melhor conteúdo para seus leitores. Em um mercado tão amplo, com tantas possibilidades, entre tipos de embarcações, novidades do setor, equipamentos, entre outros temas, a publicação está de olho nas preferências do público.

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                » O conforto é o item mais importante em lanchas de até 30 pés, segundo leitores de NÁUTICA

                Por isso, NÁUTICA quer saber: “Qual tema você gostaria de ver mais?”. As opções são: veleiros e travessia a vela, iates nacionais e internacionais, jets e o mundo das motos aquáticas, lanchas de passeio e lançamentos e motores e novas tecnologias. Vote na nossa enquete! Queremos saber o que você pensa sobre o assunto!

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                  Estaleiro genovês lança seu mais novo superiate de 164 pés na água. Confira

                  Por: Redação -

                  Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                  O M/Y Olokun (ou S501), novo superiate de 164 pés (50 metros) do estaleiro genovês Tankoa Yatchs, fez sua estreia no mar no último sábado, dia 12, durante seu lançamento. É o terceiro casco da série, toda em alumínio. Depois dos próximos testes no mar, o novo modelo deverá ser entregue ao proprietário no fim de novembro. Projetado por Francesco Paszkowski e com decoração de interiores feita pelo estúdio Casadio Miami/Londres, a embarcação foi aperfeiçoada a cada lançamento, tanto técnica quanto esteticamente, até chegar no terceiro casco da série All-Aluminium de 50 metros. O M/Y Olokun tem um casco de semi-deslocamento combinado com propulsão a diesel convencional.

                  Dentre as novidades, estão os terraços dobráveis na suíte do proprietário, no convés principal direito, permitindo a conversão em um camarote extra, com banheiro privativo. Conta, também, com uma garagem auxiliar e um grande clube de praia, ambos na popa. Já o layout interno do superiate é semelhante aos seus antecessores, o Bintador e o Vertige. A decoração, por sua vez, ainda não está finalizada, e será a próxima etapa antes de ser entregue em novembro.

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                  O casco preto e a superestrutura cinza metálico foram pedidos especiais do proprietário. Os cascos escuros podem absorver os raios solares e sobreaquecer, uma preocupação a ser considerada. Assim, o estaleiro decidiu adaptar o revestimento para um com alto desempenho, e que reduz a temperatura em até 10° C.

                  O modelo foi vendido e o projeto administrado por Camper & Nicholsons, durante sua construção. Os sistemas do superiate serão totalmente testados e o equipamento interno concluído antes dos testes de mar, para a entrega final no fim de novembro.

                  Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                    No dia 18 de agosto, Elon Musk, fundador da SpaceX, publicou em suas redes sociais um vídeo feito estrategicamente por um drone, que mostra a captura de uma das carenagens do foguete Falcon 9, recém-enviado à órbita transportando um novo lote de satélites Starlink. O barco que resgatou a peça foi o GO Ms. Tree, equipado por uma enorme rede que suavizou o pouso e o impacto com o oceano, que poderia causar uma perda definitiva de todo material, que seria essencial para o sucesso da missão.

                    As carenagens dos foguetes vêm em duas peças que, juntas, valem em torno de 6 milhões de dólares e voltam à Terra a partir do momento que o Falcon atinge a altitude de 70km.

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                    A captura da carenagem se trata do segundo plano bem sucedido envolvendo o resgate de cargas espaciais. No final de julho, os barcos GO Ms. Tree e GO Ms. Chief haviam recuperado, pela primeira vez, as duas peças do equipamento que protege a carga, ao salvar o material do satélite militar sul-coreano ANASIS-II.

                    Veja abaixo o vídeo capturado:

                    Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                      O evento promete retornar seguindo todos os protocolos de segurança exigidos em decorrência da Covid-19
                      Siga o nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente: @revista_nautica

                      O Swan Tuscany Challenge anunciou, esta semana, o retorno da competição da classe Swan 45 de veleiros que ocorre na baía de Scarlino. Os iates Nineteen One Design atracados na Marina di Scarlino, na Itália, se reuniram para quatro dias de intensas corridas com o intuito de realizar a testagem de suas habilidades e recursos, já pensando no preparo para o próximo Swan One Designs, que ocorrerá de 13 a 17 de outubro, no mesmo local.

                      Segundo Enrico Chieffi, vice-presidente do Grupo Nautor, a rápida reação da empresa em organizar uma regata alternativa após o cancelamento da Rolex Swan Cup e o número de iates Swan One Design presentes é prova do grande entusiasmo pelas corridas em tempo real e da energia que flui dentro da família Swan.

                      Competição de regatas Swan Tuscany Challenge

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                      Em geral, uma regata é uma prova náutica de velocidade entre várias barcos a vela, fazendo um percurso assinalado por balizas (boias) definido pela organização responsável. Entretanto, devido a pandemia do coronavírus, esse setor, que atrai olhares de todo o mundo, não deixou de ser afetado. Assim, a ação na frota Swan One Design, depois de meses de desligamento forçado, só agora pôde voltar a esquentar com a participação de competidores totalmente preparados para enfrentar seus concorrentes e prontos para correr.

                      Competição de regatas swanAlém da classe 45, as categorias ClubSwan 50 e 36, também estarão presentes. De acordo com os responsáveis pelo evento, o Swan Tuscany Challenge será organizado respeitando totalmente os regulamentos de saúde e segurança, tomando todas as medidas necessárias para ajudar a prevenir a propagação da pandemia.

                      Por Felipe Toniolo, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                        Em conformidade com a Resolução nº 709 da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), a partir de 27 de setembro de 2020, todas as linhas “0800” do Brasil passarão a ter 11 dígitos, com o acréscimo de um “zero” antes do número de contato. Com a medida, o canal de teleatendimento gratuito Linha Direta Volvo Penta será atualizado.

                        Além do acréscimo do dígito “zero”, haverá a alteração do número de contato, unificando-o ao serviço de teleatendimento geral da Volvo. O novo número, 08000 41 1050, disponível para a marca a partir de 27 de setembro, atenderá ao público de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, para assuntos técnicos sobre motores marítimos e industriais, localização de Centros Autorizados próximos e demais serviços de assistência.

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                        O contato com a Volvo Penta também pode ser realizado através do site da marca. Por meio deste canal, é possível acessar formulário e links úteis: localizador de Centros Autorizados, com mais de 64 pontos na América do Sul; Volvo Penta Action Service, serviço de atendimento emergencial da marca, com assistência 24h para suporte por telefone ou solicitação de assistência local.

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                          Pescadores são cercados por 20 orcas na Praia de Itacimirim, no litoral da Bahia

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                          “Foi uma experiência maravilhosa, mas não queria passar de novo, não!”, diz o pescador Giovani Santos da Silva

                          “Olha uma baleiazinha ali”, gritou Carlos Giovani ao avistar uma baleia se aproximando do barco em que saiu para pescar neste domingo, 13 de setembro, ao lado do filho, Giovani Santos da Silva, na costa da Praia de Itacimirim, que fica na cidade de Camaçari, na Bahia. “Meu pai, não é uma jubarte. É uma orca”, identificou o filho, que imediatamente começou a filmar a cena, com a câmera do celular.

                          De repente, não era mais apenas um animal, mas um grupo de cerca de 20 orcas, entre adultas e filhotes, que cercaram o barco dos dois pescadores. A experiência, que se estendeu por cerca de duas horas, gerou um misto de alegria e medo.

                          “Elas começaram a se aproximar lentamente, a se acostumar com a embarcação”, conta o filho. Aí, foi uma alegria só. Mas, de repente, uma delas agarrou e quebrou um isopor que estava pendurado no casco do barco. “Depois, o negócio foi apertando”, lembra o pescador.

                          Os animais começaram a bater no fundo da embarcação, assustando pai e filho, que resolveram voltar mais cedo da pescaria. “Foi uma experiência maravilhosa, mas não queria passar de novo, não!”, diz Giovani da Silva.

                          Falando à TV Bahia, o biólogo Francisco Kelmo explicou que, apesar do susto, as orcas, que são da família dos golfinhos, são animais que não atacam humanos e que o fato delas estarem em grupos é normal. “Qualquer dano causado ao barco foi puramente acidental. Não existe possibilidade delas atacarem a embarcação”, garantiu.

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                          Coincidentemente (ou não), dois dias antes (na sexta-feira, 11 de setembro), no norte da Espanha, um barco foi atingido por orcas, por algum motivo desconhecido.

                          Embora a maioria das orcas ignore os barcos no mar, algumas delas, aparentemente, estão interessadas ​​em colidir com eles, gerando uma série de perguntas e um pouco de apreensão.

                          Um delivery da Halcyon Yachts estava levando um veleiro de 30 pés para o Reino Unido quando uma orca bateu em sua popa por pelo menos 15 vezes, de acordo com uma reportagem do jornal britânico The Guardian. O incidente fez com que o barco Beautiful Dreamer perdesse o leme, obrigando seu comandante a pedir ajuda, sendo então rebocado para a cidade espanhola de La Corunha.

                          A Sociedade de Salvamento e Segurança Marítima, entidade do governo espanhol, se manifestou, aconselhando os navegantes a não se aproximar das orcas. “Há um alerta de rádio em vigor. Caso você veja essas orcas, não se aproxime e mantenha uma grande distância.”

                          Esta não é a primeira vez que orcas se chocam contra barcos ao longo das costas da Espanha e de Portugal. Nas últimas semanas, outros dois barcos tiveram contato com estes animais na área. Um deles era um veleiro da marinha espanhola, o Mirfak. Embora a tripulação tenha tentado evitar as orcas, os animais ainda conseguiram causar sérios danos ao seu leme de madeira.

                          Os pesquisadores afirmam que o comportamento é estranho, mas não deveria ser alarmante. O biólogo Alfredo López, da Coordenadoria para o Estudo dos Mamíferos Marinhos, acredita que esses incidentes podem ser atribuídos a orcas jovens que estão em uma fase de aprendizado e curiosidade.

                          Mas ele acha que é importante ressaltar que as pessoas não devem ter medo, visto que as orcas não pulam no convés para atacar as pessoas. “Não há evidências em todo o mundo de um ataque premeditado a uma pessoa, ferimentos ou qualquer coisa assim”, garante.

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                            Cristiano Ronaldo posa de pijama em seu iate e especialistas notam falta de cuidado com o barco

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                            Com quantas curtidas se faz um ego? O craque português Cristiano Ronaldo agitou a internet ao compartilhar, em sua conta no Instagram, uma foto em que surge em alto mar a bordo de seu iate, deitado em uma espreguiçadeira no flybridge, com um lindo pôr do sol ao fundo, digno de cinema.

                            Obviamente, as fotos chamaram atenção das revistas de celebridades pelo traje que CR7 vestia: um exclusivo pijama da coleção Louis Vuitton. Nada mais adequado para um dia de descanso, depois de ter quebrado, na véspera, a barreira dos 100 gols marcados com a camisa da seleção de Portugal.

                            Entre os leitores e seguidores do meio náutico, a imagem chamou a atenção por outro detalhe: a má conservação de um barco tão novo, como manchas escuras na madeira teca e o guarda-mancebo de inox sem o brilho natural. “O volume de trabalho e os cuidados para manter um barco desse porte são enormes. Quem aloca um patrimônio em um iate não possui tempo para cuidar do seu dia a dia, que vai desde limpeza e cuidados básicos até a complexa manutenção técnica. Por isso, uma administração profissional é essencial para maximizar a experiência do proprietário a bordo e manter o barco sempre conservado”, alerta João R. Kossmann, diretor da Brazil Yacht Services/BYS INTERNATIONAL (com escritórios no Brasil, Estados Unidos e na Europa), empresa prestadora de serviço de alcance global especializada em embarcações de luxo, que oferece uma plataforma integrada de serviços para seus proprietários.

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                            “Um iate como o do Cristiano Ronaldo demanda atenção 24 horas, 7 dias por semana e um gerenciamento técnico apropriado, algo que estamos acostumados a fazer desde 2012, quando foi fundada a BYS”, afirma Bruno Cubiaco, diretor de operações do grupo, que colocou a empresa à disposição do craque português.

                            “Somos a única empresa do mundo de yacht management com uma equipe técnica e administrativa que pode atender o Cristiano Ronaldo exclusivamente em português. Podemos inclusive colocar um time dedicado a ele em Portugal para atendê-lo presencialmente”, completa Cubiaco, comprometendo-se em deixar a embarcação de quatro camarotes à altura do atacante da Juventus.

                            https://www.instagram.com/p/CFIGV0xgjM9/

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                              Engenheiro sueco cria inusitado barco híbrido com cabine de caminhão

                              Por: Redação -
                              15/09/2020

                              Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                              O engenheiro sueco Jurgen Paugart criou um inusitado barco-caminhão híbrido. No processo que durou seis semanas, ele uniu um antigo barco de madeira com casco de aço e um rebocador de 36 pés, utilizando ainda, uma cabine de caminhão reciclada, originária de um caminhão Scania G-Séries.

                              A cabine vem completa com o painel original e suspensão a ar no interior. Já no exterior, apresenta limpadores de pára-brisas e espelhos retrovisores todos originais.  

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                              Há, também, uma câmera de ré como nos automóveis. Recebendo o nome de Harald, a embarcação – equipada com motor de 280 hp a diesel – teve o objetivo de ser construída para rebocar a casa-barco de Paugart e sua esposa, mas também foi incluído um cais duplo para utilizar o barco como lazer nos finais de semana.

                              Após alguns anos, os proprietários se mudaram da Suécia, então, colocaram o peculiar barco à venda pelo preço inicial de 13 mil libras.

                              Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                Lancha cabinada com flybridge é a preferência entre os leitores de NÁUTICA. Confira

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                                33% dos leitores de NÁUTICA apontam preferência à lancha cabinada com flybridge entre as opções disponíveis

                                O portal de NÁUTICA realizou, entre abril e setembro deste ano, a enquete: “Qual estilo de lancha para passear lhe agrada mais?”. Entre as opções, lancha cabinada com flybridge, lancha de proa aberta, lancha com cabine e hard top, lancha de proa aberta com cabine e lancha de proa aberta com cabine e hard top. Nada menos que 1 140 pessoas votaram.

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                                Quem saiu na frente, com 33% dos votos, foi a opção lancha cabinada com flybridge. Este tipo de embarcação é ideal para quem preza por mais conforto a bordo, com possibilidade de pernoite e vasto aproveitamento externo, proporcionado pelo fly. 379 pessoas votaram por ela.

                                Em segundo lugar, com 18% das opiniões (207 votos), ficou a opção lancha de proa aberta. Em terceiro, a lancha com cabine e hard top, com 18% (204 votos). Lancha de proa aberta com cabine (17% e 191 votos) e lancha de proa aberta com cabine e hard top, com 14% e 159 votos, fecharam a pesquisa.

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                                  Beyoncé passa férias de verão com a família em megaiate de luxo nos Estados Unidos

                                  Por: Redação -

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                                  Beyoncé, Jay-Z e os filhos, Blue Ivy, de 8 anos, Rumi e Sir, de 3 anos, estão aproveitando as férias de verão em nada menos que um megaiate de luxo nos Estados Unidos. A embarcação foi alugada por 2 milhões de dólares por semana.

                                  De acordo com as informações do site TMZ, o barco se chama LANA e se trata de um dos mais luxuosos disponível no site especializado Imperial Yachts. Com 107 metros de comprimento, LANA acomoda até 12 pessoas, além da tripulação fixa de 34 funcionários.

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                                  O modelo é dividido em três tipos de acomodação: “nobre”, “VIPs” e uma suíte master. A família tem acesso a uma sala de cinema, piscina aquecida no convés, serviço de massagem, jets, equipamentos aquáticos e de pesca.

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                                    Bangkok, a Veneza do Leste da Tailândia, planeja instalar 200 balsas em quatro anos

                                    Por: Redação -

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                                    Com mais de 200 balsas planejadas, Bangkok pode estar a caminho de se tornar a capital mundial das balsas elétricas. Em 2016, ao enfrentar problemas diários relacionados ao tráfego e poluição em Bangkok, o primeiro-ministro Prayult Chan-oh-cha decidiu instituir uma política de energia limpa e investir no transporte de barco. Para isso, ele passou a promover uma conectividade contínua de transporte urbano, ligando trens elétricos, ônibus e embarcações.

                                    Desde então, a população tem visto o projeto Rede Verde progredir com a implantação de balsas e a substituição de motores das embarcações. O motor a diesel da embarcação que comportava até 40 passageiros foi trocado por motores Torgeedo Cruise de 10 kW, ou seja, uma bateria de íon-lítio. Essa troca ocorreu em novembro de 2018, sob a supervisão da Autoridade Metropolitana de Bangkok (BMA), a autoridade de trânsito da cidade.

                                    Chao Phraya Tourist Boat

                                    No ano seguinte, motivadas pelos avanços sustentáveis, mais empresas decidiram se manifestar. A Energy Absolute, uma empresa privada de serviços públicos, anunciou os planos para construir e operar uma frota de balsas elétricas em fevereiro de 2019. Essa frota se conectaria com as partes do sistema de transporte fluvial, administradas pelo governo. A expectativa é de que, com os esforços de todas as corporações, sejam adicionados 40 a 60 barcos à frota de prestação de serviços. Além disso, os dois maiores operadores de barco de canal da cidade estudam a propulsão elétrica para que atendam as demandas de seus 135 barcos disponíveis para locomoção.

                                    A Energy Absolute (EA), que possui o título de Tesla do Sudeste Asiático, investe tanto em energia limpa que tem construído uma rede voltada para sustentabilidade. Essa rede inclui uma fábrica de veículos elétricos, parques solares e eólicos, instalações de fabricação de baterias, a construção das novas balsas elétricas, e os carregadores que podem conectar todas elas.

                                    As baterias da EA que alimentarão as balsas elétricas são de íon-lítio de 800 kW e custam em torno de 3 bilhões de dólares. Elas serão atendidas por uma rede de postes de carga rápida, podendo abastecê-las em cerca de 15 minutos. Os barcos, com capacidade para 200 passageiros cada um, são embarcações elétricas em liga de alumínio. Os catamarãs de 24 metros prometem um alcance de 80 km/h a 100 km/h — ou seja, de 50 a 62 milhas náuticas —, e navegam de duas a quatro horas sem recarregar. O valor do investimento das 24 embarcações é de 1 bilhão de bates.

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                                    Bangkok fica na foz do rio Chao Praya, que possui 372 quilômetros de extensão e drena uma área que soma cerca de 1/3 de toda a Tailândia. A foz deste rio é formada por vários canais, ou braços do seu leito, e esses canais são chamados de “khlongs”, ou คลอง, em tailandês. Há tempos, os khlongs têm sido usados para transporte, comércio — com barracas em barcos flutuantes — e atrações turísticas. Ou seja, a utilização dos canais é parte da identidade de Bangkok. No passado, a cidade era conhecida como “Veneza do Oriente”, devido à tamanha atividade náutica. Atualmente, uma parte dos khlongs foi preenchida, mas ainda restam 1 682 deles em atividade, com um comprimento total de 2 604 quilômetros — 1 600 milhas.

                                    Centenas de embarcações passam pelos khlongs diariamente, servindo todos os tipos de passageiros, desde táxis fluviais até cruzeiros. As docas em que a população entra e sai das embarcações são caóticas a ponto de serem comparadas a estações de metrô. Assim, essa quantidade de barcos gera muita poluição de gás e diesel, além dos ruídos e emissões de partículas tóxicas. A toxicidade chegou a um nível em que, em janeiro de 2019, as escolas da cidade precisaram suspender as aulas, e a maratona de 2020 da cidade quase foi cancelada.

                                    Com o surgimento e impacto da Covid-19, alguns dos planos relacionados à eletrificação do transporte aquático foram adiados. Tanto a BMA quanto a Energy Absolute tinham como objetivo iniciar seus serviços no verão de 2020, mas pausaram suas programações nesse quesito. Isto não significa que interromperam as atividades por completo: em março, a BMA autorizou a compra de sete lanchas elétricas de 30 passageiros para o início das operações em dezembro. As embarcações serão gratuitas nos primeiros três meses, com a expectativa de que o preço final seja entre 5 e 10 bate por viagem.

                                    Mini Smart Ferry

                                    Já no dia 21 de agosto, a Energy Absolute lançou o primeiro de seus catamarãs totalmente concluídos — o Mini Smart Ferry. Esse barco vai operar no rio principal, o Chao Praya, por ser mais adequado para a instalação dos sistemas de carregamento. Futuramente, de acordo com a EA, 24 balsas e 20 cruzadores elétricos estarão em serviço até o final de 2020, com outros 10 cruzadores programados para 2021.

                                    O aspecto final da transição de Bangkok para balsas elétricas depende apenas de empresas privadas a partir deste momento. A maior delas é a Chao Praya Express Boat, que possui 70 barcos. Ela atende passageiros e turistas locais, e operará os catamarãs da Energy Absolute. Outra empresa similar é a Sansab, que possui 60 embarcações.

                                    Todas essas empresas, juntas, analisarão a economia e têm esperança de que os preços das baterias diminuam consideravelmente nos próximos anos. A esperança é de que seja possível integrar um sistema de geração de eletricidade, construção de baterias e estações de carregamento. Mas, mesmo sem essas evoluções, Bangkok e Tailândia estão preparadas para um crescimento massivo em balsas elétricas, que podem transformar a “Veneza do Leste” na “Capital Mundial das Balsas Elétricas”.

                                    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                      Sea-Doo lança linha 2021 com renovação total do jet RXP-X 300 e nova tecnologia iDF

                                      Por: Redação -
                                      14/09/2020

                                      Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                      A Sea-Doo, líder de vendas de jet no Brasil, apresentou, na última quinta-feira, 10 de setembro, durante transmissão online aberta ao público, as novidades da linha 2021, focadas no conceito de oferecer a melhor experiência a bordo. Entre as mudanças, a marca lançou uma nova geração, totalmente renovada, do RXP-X 300, elevando o patamar de desempenho na água, com o novo design do casco e pilotagem aprimorada, oferecendo a melhor aceleração no mercado de motos aquáticas. A marca ainda apresentou a inédita tecnologia iDF, além de novas opções de cores em diversos modelos da linha 2021.

                                      “A linha 2021 da Sea-Doo chega ao mercado com muitas novidades que visam melhorar a experiência a bordo, o conforto e a praticidade na medida que oferece mais espaço de armazenamento e novos acessórios. Além disso, as novas tecnologias apresentadas com essa nova gama de produtos é sem dúvida uma das mais importantes dos últimos anos, e a Sea-Doo, mais uma vez, mostra todo seu potencial de desenvolvimento de produtos inovadores, que superam as expectativas dos clientes”, comentou Fernando Alves, Country Manager – Brasil.

                                      A marca trouxe novidades aos produtos de todas as categorias: recreacional, desempenho, touring, esportes à reboque e pesca esportiva.

                                      Novo RXP-X 300

                                      O Sea-Doo RXP-X 300 traz em sua nova geração importantes novidades que agregam velocidade, performance e, ao mesmo tempo, conforto. O novo design do casco da plataforma T3-R, com o “V” frontal mais aprofundado, proporciona previsão e controle na pilotagem, em altas velocidades, atendendo à demanda tanto de pilotos mais experientes, quanto de pilotos profissionais.

                                      Além disso, a nova geração está 30 kg mais leve do que sua versão anterior, o que, aliado a nova concepção do casco e componentes mecânicos reprojetados, trouxe desempenho incomparável, fazendo do RXP-X 300 o jet mais rápido de todos, acelerando de 0 a 80 km/h em menos de 3 segundos.

                                      Destinado a prática do esporte em altas velocidades, o RXP-X 300 foi projetado para oferecer a melhor ergonomia possível ao piloto. O novo Ergolock-R, é um apoio lombar traseiro ajustável em até 5 polegadas para frente ou para trás, que encaixa o piloto durante a aceleração e também nas curvas.

                                      Outros detalhes de ergonomia incluem manoplas arredondadas e guidão de perfil mais baixo, encaixe para os joelhos e apoios dos pés em ângulo duplo. Todas estas características somadas visam proporcionar conforto e estabilidade na pilotagem. Além disso, o apoio lombar pode ser retirado para dar lugar ao assento do passageiro 2-up, que é vendido como acessório.

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                                      A experiência a bordo foi aprimorada com diversas novidades e recursos adicionais. O RXP-X 300 agora traz o conhecido Sistema de Áudio Premium da BRP, com 100 watts de potência, conectividade Bluetooth, totalmente integrado e à prova d’água. O compartimento frontal foi ampliado em 40 litros adicionais, e agora o porta-luvas inclui o compartimento à prova d’água para telefone celular.

                                      O tanque de combustível tem agora 10 litros a mais de capacidade, proporcionando maior autonomia. E ainda o modelo agora traz o inovador e exclusivo sistema de fixação LinQ, que permite a rápida instalação de acessórios como coolers, bolsas, reservatório extra de combustível, entre outros.

                                      “O Sea-Doo RXP-X 300 é definitivamente uma grande super máquina”, comentou Anthony Radetic, piloto da Sea-Doo e embaixador da marca descrevendo o design e o desempenho do novo jet.

                                      O RXP-X 300 2021 chega nas concessionárias do Brasil no último trimestre deste ano, e será vendido na versão em Roxo Midnight.

                                      Tecnologia iDF

                                      A exclusiva e inovadora tecnologia iDF (Sistema de Bombeamento Inteligente Livre de Detritos) foi desenvolvida para deixar o passeio dos usuários mais agradável, facilitando a limpeza do sistema de propulsão, expulsando detritos da entrada da bomba com um simples toque de um botão no guidão.

                                      Com a tecnologia iDF, detritos, algas marinhas e vegetação deixarão de ser desafios para os pilotos, facilitando a viagem, tornando o percurso mais tranquilo.

                                      Para o mercado brasileiro, a tecnologia estará disponível no modelo FISH PRO 2021.

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                                        Movido a velas que parecem asas de avião, navio atravessará o Atlântico com 7 mil carros a bordo

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                                        Programado para ir ao mar em 2025, um navio cargueiro movido apenas pela força do vento é a mais recente aposta da Suécia no combate às mudanças climáticas e ao aquecimento global. Batizada de Oceanbird, a embarcação terá um conjunto de cinco velas verticais de aço de 80 metros de altura cada — o dobro da altura dos mastros dos maiores veleiros convencionais existentes no mar. O mais característico é o formato dessas velas, que se parecem com as asas de um avião.

                                        Quando içadas, essas “asas” alcançarão uma altura de 105 metros acima do nível do mar, dimensão suficiente para o gigante de 200 metros de comprimento cruzar todo um oceano movido a maior parte do tempo pelo vento, levando a bordo uma carga 7 mil automóveis. O motor diesel servirá apenas para operar nos portos e para apoiar a navegação quando o vento estiver muito fraco.

                                        Será uma variante futurística dos velozes clippers, que dominaram os oceanos durante o século 19. O objetivo é revolucionar a tecnologia, acabando com a era dos navios de carga movidos a combustíveis fósseis.

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                                        A organização marítima internacional IMO estabeleceu uma meta de reduzir as emissões de dióxido de carbono do transporte marítimo internacional em 40% até 2030. O Oceanbird contribuirá para mudar, atualizar e remodelar toda a indústria. “Reduziremos as emissões em 90%”, garante Urban Lishajko, chefe de design, construção e inovação do estaleiro Wallenius Marine, que está à frente do projeto. “Quando a primeira unidade fizer a viagem inaugural, será um momento histórico para o transporte marítimo”.

                                        Por sua vez, Per Tunell, diretor de Operações da Wallenius Marine, afirma que a travessia do Atlântico Norte levará cerca de 12 dias, a uma velocidade de 10 nós, contra os atuais 8 nós feitos dos navios convencionais.

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                                          Torben Grael está entre os vencedores do Campeonato Paulista de Vela de Oceano em Ubatuba

                                          Por: Redação -

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                                          Foram definidos os campeões paulistas da Vela de Oceano – 11ª edição do Ubatuba Sailing Festival, realizado pelo Ubatuba Iate Clube, na cidade de Ubatuba, litoral norte de São Paulo. Foi o segundo evento do calendário da Vela de Oceano da ABVO (Associação Brasileira de Vela de Oceano) após a quarentena.

                                          A competição, que vem se tornando uma das principais do calendário nacional, foi o Campeonato Paulista de Vela de Oceano nas categorias IRC e BRA-RGS e contou com quatro regatas nos três dias de competição, uma regata longa de percurso de 30 milhas no primeiro dia e nos demais regatas barla-sota.

                                          Na classe RGS-A, o barco Lady Lou, comandado por Torben Grael, bicampeão Olímpico na classe Star em Atenas, na Grécia, em 2004, e Atlanta 1996, foi o vencedor, ganhando todas as quatro regatas. O barco Zeus ficou em segundo apenas um ponto a frente do barco Kamua. “Apesar de ter um nome festivo, tem uma dificuldade no velejar porque é um local de ventos normalmente fracos e uma área com ondas. Não é a toa que temos aqui a ilha do Mar Virado. A gente tem muitos barcos de cruzeiro, como o meu, e a receptividade do clube com os participantes torna o evento muito agradável”, disse Torben.

                                          Na classe IRC, a conquista ficou com o barco santista Rudá, comandado por Mario Martinez, que também fez um campeonato impecável vencendo todas as quatro regatas, deixando o King em segundo, com três segundos lugares, e o Avohai, novo barco comandado por Lars Grael – do Rio Yacht Sailing de Niterói (RJ) e Iate Clube do Rio de Janeiro -, fechando o pódio. “Muito bom conquistar o título paulista de Vela de Oceano. Evento importante todos os dias de vento fraco, condição boa para o meu barco, deu tudo certo. foi bom, mais um evento de retorno, presença muito boa de barco diante de uma pandemia. E agora vamos com tudo para a 70ª Santos-Rio em outubro”, descreveu Mário.

                                          “O Ubatuba Sailing Festival começou pequeno, mas é um evento que vem ganhando espaço na Vela de Oceano Nacional e está gerando uma reputação muito positiva para o Ubatuba Iate Clube que nos recebe muito bem. É de fato um prazer estar aqui velejando com estas equipes”, descreveu Lars Grael, que venceu suas medalhas olímpicas em 1988 em Seul e 1996 em Atlanta, ambas na classe Tornado.

                                          Na classe RGS-B, o título ficou com o barco santista Fugaz SP, de Fernando Filoni, com o Escapada em segundo lugar e o Mahalo, em terceiro.

                                          “O Ubatuba Sailing Festival foi uma regata muito importante para o nosso clube. Não foi fácil organizá-la, mas ao final do evento tenho a sensação que saíram todo felizes. Tivemos regatas de nível técnico muito bom, espero que tenhamos conseguido contemplar e satisfazer todas as classes”, disse Alex Calabria, diretor adjunto de vela do Ubatuba Iate Clube e organizador do evento.

                                          O evento teve mais um teste do sistema de rastreamento montado pelo comandante Bayard Filho, do Inaê 40 em parceria com a ABVO para monitoramento dos veleiros ao longo das regatas através do aplicativo RaceQS. Foram cerca de quarenta barcos na raia dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro e veleiros de Niterói (RJ), Angra dos Reis (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Paraty (RJ), Ilhabela (SP), Santos (SP), Guarujá (SP) e Ubatuba (SP). O evento homenageou Torben Grael por seus feitos na vela nacional e também o barco Brasil 1 que disputou a Volvo Ocean Race com os troféus no formato do veleiro.

                                          Fotos: Aline Bassi/Balaio de Ideias

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                                          Resultados Finais:

                                          Classe IRC

                                          1 – Rudá/Blue Seal (Clube Internacional de Regatas,Santos) – 3 pontos

                                          2 – King (Iate Clube de Santos) – 6 pontos

                                          3 – Avohai (Rio Yacht Sailing, Niterói, e Iate Clube do Rio de Janeiro) – 10 pontos

                                          4 – Asbar IV ( Iate Clube de Santos) – 12 pontos

                                          5 – Xamã (Yacht Clube Ilhabela) – 14

                                          6 – Bravo (Clube Internacional de Regatas) 15

                                          7 – Inaê 40 (Pier 27 , Santos) – 17

                                          8 – Argos (Ubatuba Iate Clube) 21

                                          9 – Aries V  (Ubatuba Iate Clube) – 29

                                          10 – Boto V (Farol Paraty) – 29

                                          11 – My Boy (Lisarb, Ilhabela) – 30

                                          12 – Montecristo – Ubatuba Iate Clube) 32

                                          13 – 834 Jacaré – (Yacht Club Ilhabela) 41

                                          Classe RGS-A

                                          1 – Lady Lou – 3 pontos

                                          2 – Zeus – 7 pontos

                                          3 – Kamua – 8 pontos

                                          4 – Superbakkana – 10 pontos

                                          5 – Beleza Pura 2 – 15

                                          6 – Bwana 1 – 18

                                          7 – Kameha Meha – 19

                                          8 – Maria Preta – 24

                                          9 – Anaue 1 – 30

                                          Classe RGS-B

                                          1 – Fugaz SP – 6 pontos

                                          2 – Escapada – 8 pontos

                                          3 – Mahalo – 12 pontos

                                          4 – Alleluia – 18

                                          5 – Baforada III 19

                                          6 – Borimbora – 30

                                          7 – Beiramar – 32

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                                            O World Yachts Trophies 2020 aconteceu no último sábado, dia 12, premiando os melhores barcos a motor e iates dos 13 aos 140 metros lançados durante o ano. Cerca de 30 troféus foram entregues aos escolhidos entre os 69 finalistas selecionados pelo júri formado por jornalistas, historiadores e especialistas em iates.

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                                            Entre os ganhadores, está a marca brasileira Okean Yachts, pertencente ao Kan Estaleiro, localizado no Guarujá, no litoral sul de São Paulo, com seu maior modelo, o Okean 80. Com 23 metros de comprimento, a embarcação foi projetada na Itália para atender com conforto e espaço clientes que, em sua maioria, gostam de pernoitar no barco.

                                            Conta com três conveses, quatro camarotes e pode receber três tripulantes. Assim como os outros modelos da marca, a Okean 80 conta com decks laterais que se abrem totalmente, aumentando a área útil e de lazer da embarcação.

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                                              Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                              A brasileira Maya Gabeira estabeleceu o novo recorde mundial para a maior onda já surfada por uma mulher: 22,4 metros (73,5 pés). A marca foi alcançada em 11 de fevereiro de 2020, durante o Nazaré Tow Surfing, campeonato de ondas gigantes disputado na Praia do Norte, em Nazaré (Portugal). O anúncio foi feito pela Liga Mundial de Surfe (WSL, sigla em inglês) na última quinta-feira (10).

                                              “Apesar de achar que não sou uma pessoa competitiva, estava muito concentrada e mais corajosa do que o normal neste dia. Estava arriscando bem mais e, quando larguei a corda )do jet), tive a sensação de que poderia ser a maior onda da minha vida, mas não tinha certeza. A velocidade era muito alta e o barulho que a onda fez quando quebrou me fez perceber que esta era, provavelmente, a maior onda que surfei”, declarou a carioca, em comunicado da WSL.

                                              Maya superou o próprio recorde, que era de 20,7 metros (68 pés), em 2018. O novo feito rendeu a ela o prêmio de Maior Onda do Red Bull Big Wave Awards (BWA) de 2020. A brasileira superou, entre dois e três pés (menos de um metro) a onda surfada pela francesa Justine Dupont no mesmo dia de prova, em Nazaré, e também foi melhor que o havaiano Kai Lenny, ganhador do prêmio de Maior Onda entre os homens, com 21 metros (70 pés).

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                                              “Este recorde mundial é realmente surpreendente porque o tamanho da onda foi mais alto até do que a onda do vencedor masculino, então, isso significa que uma mulher surfou a maior onda do ano no geral. Isso, para mim, era algo que eu havia sonhado anos atrás, mas, não como algo realista. Esse é um esporte extremamente dominado pelos homens, então ter uma mulher capaz de representar isso é bastante raro”, destacou a brasileira.

                                              O recorde de maior onda já surfada por um homem também é brasileiro. Em 8 de novembro de 2017, em Nazaré, o paulista Rodrigo Koxa atingiu a marca de 24,4 metros (80 pés).

                                              “Gosto de fazer algo que parece tão impossível, por causa do que pré-estabelecemos que seja possível para o gênero. Quando é mostrado que é possível, fica mais fácil ao próximo. Quase não parece que era eu, mas amo o jeito que foi concretizado”, completou.

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                                                Com velocidade média de 75 nós, pilotos italianos conquistam recorde mundial offshore

                                                Por: Redação -
                                                11/09/2020

                                                Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                                65 milhas náuticas (120 quilômetros) em apenas 51 minutos e 54 segundos! Com essa marca, os pilotos de motonáutica Maurizio Schepici e Giampaolo Montavoci (da equipe Tommy Racing Team Offshore Powerboat) pulverizaram o recorde mundial offshore da UIM (International Powerboating Union), na categoria Pleasure Navigation.

                                                Acelerando no limite a lancha Tommy One, os italianos estabeleceram a melhor velocidade média da história na rota Messina – Vulcano — Messina: 75 nós, ou 139,17 km/h! E olha que eles enfrentaram algumas adversidades climáticas no caminho, como ventos fortes e ondas de um metro de altura.

                                                schepici
                                                Maurizio Schepici e Giampaolo Montavoci

                                                Para alcançar a marca recorde — que aguarda homologação da Federação Internacional de Motorboating —, o barco estava equipado com dois motores diesel turbo duplo Seatek, de 10.300 cilindradas e 950 hp cada, num total de 1900 cavalos de potência.

                                                Maurizio e Giampaolo teriam três tentativas para a quebra do recorde. Mas atingiram a meta logo na primeira delas. No início, de acordo com os pilotos, a navegação se deu de uma forma um pouco mais cuidadosa. Com o passar do tempo, as condições climáticas acabaram por não interferir na navegação. “Até Milazzo encontramos um metro de onda, mas depois com um mar um pouco menos agitado empurramos no máximo”, explicou Maurizio, de 44 anos, que é natural de Messina.

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                                                Para que os dois pudessem alcançar velocidades tão impressionantes, o estaleiro Metamarine (que construiu a lancha) contou com o apoio da Marina di Nettuno — porto italiano que, além de sediar a organização do evento, deu todo o apoio possível para os testes.  O barco, com estrutura de kevlar e PVC expandido, pesa cerca de 7 mil quilos, para um comprimento de 14,6 metros.

                                                Durante a cerimônia de premiação, na Marina del Nettuno, o presidente da World Powerboat Federation, Raffaele Chiulli, destacou o potencial do powerboating, graças a pilotos como os da equipe Tommy Racing. Maurizio Schepici, de 44 anos, já venceu o Campeonato Mundial de Endurance do Grupo B e é vice-campeão do Grupo A. Giampaolo Montavoci, de 60 anos, também ostenta vários títulos italianos no currículo e uma longa militância no Campeonato Mundial de Classe 1.

                                                Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Gilberto Ungaretti

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                                                  Por: Redação -

                                                  Um gigante sem destino. Assim se pode definir o atual estágio do porta-aviões São Paulo, que a Marinha brasileira pôs à venda, em um leilão que foi adiado várias vezes e acaba de ser cancelado, enquanto um instituto sem fins lucrativos faz campanha para transformá-lo em um museu marítimo. Quais serão os próximos capítulos dessa novela?

                                                  Porta-aviões São PauloDepois de servir à Marinha da França durante 37 anos, o FS Foch — porta-aviões da classe Clemenceau — foi comprado pela Marinha brasileira no ano 2000 para substituir o lendário Minas Gerais, que teve 42 anos de serviços prestados ao Brasil (de 1960 a 2002) e foi primeiro porta-aviões da Armada brasileira.

                                                   

                                                  O nome original foi uma homenagem a Ferdinand Foch, comandante das tropas aliadas durante a Primeira Guerra Mundial. À época, pelo valor da transação — o equivalente a 12 milhões de dólares, uma pechincha para uma belonave deste porte — parecia ser um bom negócio.

                                                   

                                                  Rebatizado de navio aeródromo São Paulo, o porta-aviões chegou ao Brasil em 2001 e durante três anos atuou com certa normalidade. Em maio de 2004, um duto de sua rede de vapor explodiu, deixando três tripulantes mortos e sete feridos. Começava o seu inferno astral.

                                                  Porta aviões São PauloDurante os anos seguintes, o gigante — com capacidade para levar 40 aeronaves, entre aviões de asa fixa e helicópteros, além de até 1.500 tripulantes —, passou por um programa de revitalização. Mas havia sérias deficiências nos motores, eixo e catapultas para lançar aviões. Sem contar um incêndio, em 2012. Dessa forma, o São Paulo deixou de navegar, em 2014. Ou seja, desde que chegou ao Brasil, o velho porta-aviões passou mais tempo em sua base na ilha das Cobras, Rio de Janeiro, do que em alto-mar.

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                                                  Se o Minas Gerais, que teve 42 anos de serviços prestados ao país, encontrou seu fim num cemitério de navios — as praias de Alang, na Índia, onde a cada ano cerca de 700 embarcações de grande porte são transformadas em sucata —, qual seria o destino do navio aeródromo São Paulo, que teve vida curta na armada brasileira?

                                                   

                                                  Porta aviões São PauloA Marinha do Brasil decidiu avaliar a possibilidade de fazer a sua reconstrução. Porém, o levantamento dos custos de modernização superou a marca de R$ 1 bilhão e foi considerado excessivo pelo Almirantado. Assim, só restaram duas alternativas: retalhar o porta-aviões e vendê-lo num ferro-velho ou transformá-lo num museu. Um grupo tentou dar forma à segunda opção, mas o projeto não prosperou. A Marinha, então, decidiu vendê-lo em um leilão, com lance mínimo de R$ 5,3 milhões.

                                                   

                                                  Com isso, o porta-aviões São Paulo, que esteve entre os cinco maiores do mundo, seria leiloado em dezembro de 2019, data que em seguida foi transferida para janeiro de 2020, depois julho e finalmente para setembro. Mas aí veio a pandemia, e o leilão foi suspenso. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União, no mês de agosto.

                                                   

                                                  Segundo os termos da licitação que foi suspensa, os interessados no barco precisariam garantir que ele será desmontado de maneira segura e sem agredir o meio ambiente. Além disso, quem vai decidir onde o navio pode ser desmontado é a França, que incluiu esse detalhe no contrato de venda para o Brasil.

                                                  Porta-avioes da classe ClemenceauDe acordo com a ONG Shipbreaking Platform, a França enviou, durante o verão, um ofício ao Brasil dizendo que somente os estaleiros incluídos na lista da União Europeia estavam qualificados para receber e descartar seu antigo Foch. A partir disso, segundo a Marinha, apenas uma das oito empresas que se cadastram para participar do leilão estava listada na União Europeia. O temor é que o São Paulo também seja descartado nas praias de Alang. Ambientalistas dizem que a bordo da embarcação há 900 toneladas de amianto.

                                                   

                                                  Para impedir que o porta-aviões da classe Clemenceau tenha um destino inglório, em junho de 2018 foi criado o Instituto São Paulo-Foch. O objetivo é que o navio aeródromo seja transformado em um museu naval, que ficaria sob responsabilidade de investidores privados.  A novela está longe de acabar.

                                                   

                                                  Por Felipe Toniolo, sob supervisão do  jornalista Gilberto Ungaretti

                                                   

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                                                    Lançado no fim de agosto em dezenas de países, e já um grande sucesso de público, batendo quase US$ 150 milhões de bilheteria, Tenet, o esperado novo filme de ficção de Christopher Nolan, chegou nesta quinta-feira, 10 de setembro, às telas dos cinemas brasileiros com uma grande atração para o público náutico: o belo iate Planet Nine, de 240 pés (73,2 metros de comprimento).

                                                    Superiate Planet-Nine TenetNo longa, a embarcação — projetada por Tim Heywood e construída pelo estaleiro italiano Admiral Yachts — pertence Andrei Sator (Kenneth Branagh), um oligarca russo que pode se comunicar com o futuro, e se encaixa perfeitamente na atmosfera e no enredo de volta ao mundo, com o diretor explorando ao máximo sua sofisticação e o luxo interior. Porém, há um detalhe em particular que levou Christopher a escolher a embarcação como um dos principais cenários de seu filme. Qual? O Planet Nine lhe trouxe à memória a imagem de um famoso navio militar alemão.

                                                    Avaliado em 85 milhões de euros, o projeto foi estruturado sob medida pelo designer alemão de luxo Fitz, que deu forma a um iate ao mesmo tempo robusto (a aparência é de uma embarcação exploradora), elegante e refinado, com atenção a minuciosos detalhes. Seu bridge deck, por exemplo, é dedicado às operações do superiate. Já o salão é decorado com elementos naturais, como um deck de teca crua, sofás de couro e painéis de madeira, tudo habilmente planejado.

                                                    Por seus 73 metros se distribuem quatro decks e um amplo heliporto à popa, com hangar subterrâneo fechado e instalação de reabastecimento. Suas oito suítes (incluindo duas no deck do proprietário) acomodam 16 pessoas em pernoite. A cabine VIP situada na popa, poderia muito bem ter sido nomeada como a segunda cabine do proprietário, pois ocupa quase toda a boca do iate.

                                                    Planet Nine - iate filme TenetÉ uma embarcação para quem sonha com longas travessias mares afora, mas nem de longe quer os desconfortos de cômodos apertados. Os convidados têm à disposição uma jacuzzi e uma área para grandes refeições reservadas. Além disso, a vista se encontra a 15 metros acima do nível do mar, trazendo um privilegiado contato com a natureza.

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                                                    No deck superior está localizado um grande salão com janelas e móveis de grande dimensão, o que traz um clima de total relaxamento durante a navegação. Sem esquecer de um elemento que não poderia faltar em um barco-protagonista de grandes cenas na telona: uma sala de cinema privada, perfeita para as noites chuvosas. Só isso? Não. O Planet Nine acomoda em seu deck inferior os 26 tripulantes, deixando seus privilegiados ocupantes com a sensação de estarem morando no mar.

                                                    Por Felipe Toniolo, sob supervisão do  jornalista Gilberto Ungaretti

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                                                      Hotel de luxo em Singapura tem um barco no topo, em homenagem à região portuária

                                                      Por: Redação -
                                                      10/09/2020

                                                      Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                                      Um dos quatro tigres asiáticos — ao lado de Hong Kong, Coreia do Sul e Taiwan — Singapura já é um dos dez países mais ricos do planeta e sustenta um dos mais altos PIBs do mundo. E mostra isso com empreendimentos grandiosos, que incluem cassinos e cartões-postais de peso, como o Hotel Marina Bay Sands.

                                                      Também conhecido como “Hotel do Barco”, o Marina Bay Sands é um resort integrado a um cassino e a um hotel de luxo. O apelido é uma referência ao formato de seu terraço, que se parece com um navio, suspenso sobre três torres a cerca de 200 metros de altura.

                                                      Localizado na Baía Marina (ou Marina Bay), o complexo tem um hotel com 2 561 quartos, vários restaurantes de chefs estrelados, dois teatros grandes, centro de compras, dois pavilhões de cristais, um museu de artes e ciências, um cassino e um parque elevado. Uma de suas maiores atrações está no terraço — uma estrutura de dois andares, chamada SkyPark — que ocupa o topo do conjunto de três prédios de 55 andares: uma piscina de “borda infinita”.

                                                      A sensação de infinidade da piscina acontece graças a uma estrutura secundária, pouco mais abaixo e cerca de um metro além da borda da piscina. Ela também serve como reservatório, evitando que a água seja desperdiçada em enormes quantidades.

                                                      A plataforma em forma de barco possui um segredo para a sustentação de todo esse volume: a estrutura em aço inoxidável, que comporta em torno de 1500 metros cúbicos só de água.

                                                      O SkyDeck, um dos maiores observatórios suspensos do mundo, oferece vista de 360° para a cidade. De lá do alto é possível ver até a pista do autódromo onde é disputada uma das etapas da Fórmula 1.

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                                                      Já o SkyPark, como é chamado o terraço onde fica o SkyDeck, tem 150 metros de comprimento, 12,5 mil metros quadrados de área e a capacidade de receber cerca de 4 mil pessoas. As árvores e plantas também estão presentes na decoração, e complementam a integração entre os elementos edificados e a natureza.

                                                      Dentro do hotel, existe uma infinidade de atrações cheias de peculiaridades. Um dos principais destaques do cassino, por exemplo, é um imenso e belo lustre em cristais Swarowski, a quarenta metros do chão. Já o Museu de Arte e Ciência de Singapura tem 6 000 m² e lembra uma flor de lótus. Tanto a estrutura do Flower Dome como a do Cloud Florest foram planejadas para serem sustentáveis e otimizarem recursos.

                                                      Light Up do Hotel e Museu. Foto: Marina Bay Sands

                                                      Em números de 2010, quando o Marina Bay Sands foi inaugurado, o grupo Sands de Las Vegas investiu US$ 5,8 bilhões para erguer o complexo, de 120 mil m².

                                                      Por ficar em uma região portuária muito movimentada, o hotel foi projetado de forma que a estrutura fizesse alusão ao local em que se situa, a baía Marina. E foi assim que o arquiteto israelense Moshe Safdie decidiu implantar a estrutura de um navio. Por sua vez, o teto do shopping, dentro do complexo, foi projetado para ter a aparência de uma onda do mar.

                                                      A construção do Marina Bay Sands foi tão bem programada que, mesmo com atrasos, a velocidade era de um andar inteiro a cada quatro dias. Houve uma preocupação especial em relação à integração entre os elementos edificados e a natureza. A ideia foi inserir belos jardins aos interiores e conectá-los ao exterior.

                                                      Também foram acrescidos elementos de proteção e estética remetendo às formas e movimentos do mundo natural.

                                                      Com todo esse luxo, a hospedagem de preço fica à altura, apontado como um dos hotéis mais caros do mundo. O hóspede pode escolher entre as opções de acomodações com noventa, quinhentos ou seiscentos metros quadrados. Todas oferecem padrão superior, serviço diferenciado e acesso VIP às áreas privativas.

                                                       

                                                      Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Gilberto Ungaretti

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                                                        Por: Redação -

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                                                        Saqueadores implacáveis, eles fizeram história ao longo dos séculos 16, 17 e 18, a época de ouro da navegação europeia. E continuaram atacando nos anos 1800, com astúcia e crueldade. Conheça os maiores piratas da história da navegação:

                                                        Sadie, a Cabra
                                                        Quando se fala em piratas, logo imaginamos nomes como Edward Teach (o Barba Negra), Henry Morgan e Francis Drake, alguns ratos dos mares de verdade que fizeram história na navegação, além dos personagens do cinema, como Capitão Gancho e Jack Sparrow. Mas também existiram saqueadoras de navios mulheres, igualmente corajosas e implacáveis, como a americana Sadie Farrell, que aterrorizou seu país em meados dos anos 1800. Conhecida como “Sadie, a Cabra”, a moça começou sua trajetória de ladra ainda em terra firme. Mas logo conquistou seu primeiro navio, e não parou mais de cometer crimes nos rios Hudson e Harlem, em Nova York. Conhecida como sádica, costumava golpear suas vítimas na cabeça, sem qualquer tipo de piedade. Sua marca pessoal mais distinta era colocar seus prisioneiros para andar na prancha em seu barco, literalmente.

                                                        François L’olonnais
                                                        O francês Jean David Nau foi vendido como escravo quando era criança, em meados dos anos 1600. Com o fim de seu “contrato”, no Haiti, ele assumiu o codinome François L’olonnais e passou a saquear navios mercantes da Espanha e Índias Ocidentais (atuais Bahamas e Antilhas) nas águas do Caribe. Foram anos e mais anos de carreira, até que seu navio encalhou na costa do Panamá, durante uma fuga. Obrigado a desembarcar em busca de ajuda, junto com sua tripulação, o capitão e seus marinheiros acabaram capturados por índios da tribo dos Kuna, conhecida pelo canibalismo.  Pelas mãos dos nativos, conheceu um fim tão macabro quanto o que promoveu ao longo de sua carreira.

                                                        Nicholas Brown, o Grande Pirata
                                                        O inglês Nicholas Brown entrou para a história com o pomposo apelido de “o Grande Pirata”, depois de fazer fama saqueando navios ingleses, espanhóis e portugueses — a maioria no litoral jamaicano —, no início do século 18. Na esperança de que ele parasse de cometer seus crimes, lhe foi concedido um “perdão real”. Não funcionou. Logo, o capitão estava na ativa novamente. Caçado pelo governo jamaicano, foi traído por um seguidor e morreu em 1726, por conta de ferimentos ao resistir à prisão.

                                                        Edward Low
                                                        Outro pirata de origem inglesa, que teve uma infância pobre, na Londres natal, e se acostumou a praticar pequenos furtos desde cedo. Ao se casar, ainda jovem, Edward Low se mudou com a esposa para os Estados Unidos, em busca de melhores oportunidades. Mas, ao perder a mulher, que morreu no parto, voltou a cometer crimes, converteu-se em pirata e se tornou um dos saqueadores mais famosos de sua época. De hábitos discretos, mantinha uma pequena frota de embarcações e queimava os navios saqueados. Seu fim ainda é um mistério. Alguns acreditam que o capitão possa ter naufragado durante uma tempestade na costa brasileira, outros apostam que foi vítima de um motim. Mas existem outras teorias. Ninguém sabe qual é a verdadeira história.

                                                        Roberto Cofresí
                                                        Que Jack Sparrow que nada. O verdadeiro Pirata do Caribe foi este porto-riquenho, de Cabo Rojpo. Considerado uma espécie de Robin Hood, ele roubava ouro dos navios espanhóis para dar aos pobres. Foi executado em 1825, aos 33 anos.

                                                        Henry Every
                                                        Atuou como pirata por um período de apenas dois anos, nos oceanos Atlântico e Índico. Tempo suficiente para ser considerado um dos mais traiçoeiros de todos os tempos. Com grande técnica em emboscadas e em navegações de águas turbulentas, “Long Ben” (como era conhecido) foi responsável por um dos ataques mais lucrativos da pirataria: cerca de 78 milhões de dólares, em valores de hoje, que lhe teria proporcionado uma aposentadoria tranquila. Depois disso, nunca mais foi visto.

                                                        William Kidd, Capitão Kid
                                                        Oficial da Marinha inglesa, o escocês William Kidd desertou em 1695, com navio e tudo, quando atuava como corsário, tornando-se um dos mais célebres piratas da época. Ganhou o respeito de sua tripulação devido a um feito gigantesco: o ataque às embarcações da East India Company. Ao descobrir que estava sendo caçado por isso, Kid escondeu uma parte de seu tesouro em uma ilha. No entanto, o capitão não teve nem tempo de usá-lo como barganha: capturado em Boston, foi levado à Inglaterra para julgamento. Condenado à execução, continuou famoso, após a morte, por conta de tesouros que teria escondido por aí.

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                                                        Anne Bonny
                                                        Tão terrível quanto qualquer fora da lei dos sete mares, a irlandesa Anne Bonny — que antes de virar pirata vivia uma vida tranquila de mulher casada — fez fama como “homem” da tripulação do capitão Calico Jack (John Rackham). Lutou sob o comando do capitão junto com sua amiga Mary Read, outra pirata-celebridade. Ao ser presa, teve a vida poupada por estar grávida, possivelmente do próprio capitão. Viveu até os 93 anos.

                                                        Eduard Teach, o Barba Negra

                                                        Entre 1716 a 1718, a bordo do navio Queen Anne’s Revenge e no comando de um exército de 300 piratas, que se distribuíam por quatro embarcações, o inglês fez fama e fortuna (o equivalente a US$ 12,5 milhões) como saqueador implacável no Mar do Caribe. Era conhecido por enfrentar suas batalhas segurando duas espadas ao mesmo tempo, além de levar várias facas e pistolas na cintura, e ganhou fama ao derrotar o navio de guerra HMS Scarborough. Abordou navios suficientes para gerar o pânico à mera citação de seu nome.

                                                        Henry Morgan, o rei dos Piratas
                                                        Nascido em 1635, no País de Gales, o ex-oficial inglês se converteu em “Rei de Todos os Piratas”, saqueando boa parte do ouro tirado pelos espanhóis de suas colônias. Calcula-se que tenha pilhado mais de 400 navios ao longo de sua carreira. Sua maior conquista foi tomar a rica cidade do Panamá, no comando de 30 navios e 1200 homens. O que o capitão não sabia é que, durante esse ataque, em 1670, Inglaterra e Espanha tinham acabado de assinar um acordo de paz – o que o tornava, aos olhos do rei Charles 2º, um pirata. Acabou preso e levado de volta à Inglaterra. Cumprida a pena, foi para a Jamaica, onde viveu até o fim de sua vida. É tão popular no Caribe que uma marca de rum carrega o seu nome.

                                                        Bartholomew Roberts (Black Bart)

                                                        O galês Bartholomew Roberts era oficial da marinha britânica quando foi capturado por ratos do mar e se converteu em Black Bart. Apontado como o pirata mais bem sucedido de seu tempo, chegou a capturar mais de 450 navios. E isso em apenas três anos de “carreira” (entre 1719 e 1722). Era muito admirado por sua tripulação, devido à coragem. Morreu em uma batalha vigorosa contra um navio inglês comandado por Chaloner Ogle.

                                                        Ching Shih
                                                        Mais fascinante e bem-sucedida pirata do sexo feminino, a chinesa Ching Shih (também conhecida como Cheng I Sao) conquistou o cargo igual ao de seu  marido, o pirata Zhèng Yi, que comandava a infame Frota Bandeira Vermelha. Com a morte dele, ela assumiu o posto de capitã, passando a controlar mais de 1500 navios e 80 mil homens. Saqueou embarcações ao longo da costa do Mar do Sul da China, ao mesmo tempo em que impunha um rigoroso código de conduta sobre a sua tripulação. Recebeu anistia do governo chinês, em troca de paz, e ainda garantiu um bom capital e empregos aos seus tripulantes. Depois, seguiu sua vida no comando de um cassino e de um bordel.

                                                        Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Gilberto Ungaretti

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                                                          Por: Redação -
                                                          09/09/2020

                                                          Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                                          Com o nome homenageando a musa do cinema francês dos anos 1950/60 (hoje, uma destacada ativista ambiental), o Brigitte Bardot é um trimarã de 109 pés construído em 1998 pelo estaleiro britânico Vosper Thornycroft para dar a volta ao mundo em menos de 80 dias, quebrando um recorde de circum-navegação.

                                                          Não foi sua única missão. Até o início deste ano, a embarcação também fez parte da frota da ONG Sea Shepherd, que luta contra a caça às baleias, e que agora decidiu colocá-la à venda, depois de muitas batalhas contra navios baleeiros ilegais, entre outras ações ambientais.

                                                          Originalmente, o nome do barco era Cable & Wireless Adventurer. Foi com ele que entrou para o Guinness ao quebrar o recorde de circum-navegação navegando 22.600 milhas em menos de 75 dias. Depois de cumprir essa missão, já com o nome trocado para Ocean 7 Adventurer, o trimarã mudou-se para a Cidade do Cabo, na África do sul, onde começou uma nova e não menos admirável carreira. Em dezembro de 2007, por exemplo, o 109 pés ganhou as manchetes dos jornais, sites e revistas ao realizar, no Oceano Atlântico, um ousado resgate do iate Delta Dore — que foi rebocado ao longo de 960 milhas, até alcançar a Cidade do Cabo.

                                                          brigitte bardot

                                                          Três anos depois, em 2010, comprada pela Sea Shepherd e rebatizada de Gojira (que significa Godzilla em japonês), a embarcação passou a ser usada em missões de rastreamento de navios baleeiros japoneses ilegais na Antártica, atuando como grande defensora do ecossistema marinho. Ao localizar o baleeiro Nisshin Maru, no Mar de Ross, o Gojira quebrou mais um recorde: viajou mais ao sul que qualquer outro multicasco na história. Além disso, durante os mais variados percursos, se deparou com lulas chinesas ao largo de Galápagos e enfrentou caçadores furtivos no Mediterrâneo.

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                                                          E assim seguia fazendo história, com o nome Gojira estampado no casco, quando os proprietários japoneses da franquia de filmes Godzilla ameaçaram a Sea Shepherd com uma ação pelo uso não autorizado da marca. Assim, a ONG, que também atua muito no combate à caça às focas no Canadá, decidiu renomear o barco e homenagear uma grande atriz e ativista ambiental: sim, a eterna diva Brigitte Bardot (BB).

                                                          brigitte bardot

                                                          A ex-atriz francesa, que foi uma das primeiras grandes personalidades a apoiar a campanha anti-foca, apareceu com Watson em blocos de gelo no ano de 1979, como parte de um protesto. Ela chegou até a auxiliar no tingimento das focas para tornar suas peles sem valor. Começava assim a sua vida como ativista ambiental.

                                                          Desde então, agora com o nome de Brigitte Bardot estampado no casco, o trimarã viajou pelos sete mares. Passou pela Austrália, Nova Zelândia, Ilhas Faroe, pelo Mediterrâneo, Atlântico, Índico, e assim por diante. Com o início da pandemia de Covid-19, o barco foi deslocado da Ilha de Galápagos para o México. Logo em seguida, a ONG tomou a decisão de colocá-lo à venda. “Atualmente, a Sea Shepherd Conservation Society está trabalhando mais com os governos e exigindo embarcações maiores, que possam acomodar militares. Infelizmente, a BB se tornou pequena demais para nossas necessidades”, disse Octavia Carranza, que comandou o trimarã em missões ao Peru em 2018.

                                                          Brigitte Bardot

                                                          A embarcação, que acomoda até 12 pessoas em seis cabines, está equipada com dois motores diesel Cummins de 500 hp cada, instalados em 2018, que proporcionam uma velocidade máxima de 27 nós. Na autonomia, o alcance é de mais de 3.500 milhas náuticas. O Preço? A Brigitte Bardot dos mares está à venda por US$ 1,499 milhão.

                                                          Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Gilberto Ungaretti

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                                                            Por: Redação -
                                                            O “pescoço” desce até a água e a “cabeça” se transforma em um barco auxiliar de 16 pés
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                                                            Não, não se trata de mais um super veleiro do tradicional estaleiro finlandês Swan, controlado há 20 anos pela grife de moda italiana Ferragamo. O projeto, inusitado, leva a assinatura de Pierpaolo Lazzarini, um respeitável designer italiano, dono de um estúdio que leva o seu sobrenome, famoso por dar forma a embarcações de aparência ousada, como a futurista Cápsula a Jato.

                                                            Avanguardian - iate em forma de cisne
                                                            Foto: Lazzarini Design Studio

                                                            Com 137 metros de comprimento, cerca de 450 pés, o Avanguardia (“vanguarda”, em inglês) é um megaiate sobre o qual parece ter pousado e se acomodado confortavelmente um enorme cisne, cuja cabeça acomoda um segundo posto de comando, ou torre de controle, nas palavras do projetista.

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                                                            Avanguardian - iate em forma de cisne
                                                            Foto: Lazzarini Design Studio

                                                            A ousadia do projeto não fica por aí. Na popa, o gigantesco Cisne — que, em seus cinco decks, o pode acomodar 24 pessoas em pernoite, além dos tripulantes, e ainda conta com um belo heliponto — tem espaço para dois Jet Capsules, que são pequenos e luxuosos barcos de oito metros de comprimento, também da lavra de Lazzarini.

                                                            Se um dia ele chegar às águas, sua força motriz virá de um motor MTU roll-royce central e de dois motores laterais totalmente elétricos, com os quais poderá atingir 18 nós de velocidade máxima (33 km/h).

                                                            Avanguardi- megaiate em forma de cisne
                                                            Foto: Lazzarini Design Studio

                                                            Segundo Lazzarini, o “cisne” pode ganhar vida se aparecer algum cliente disposto a investir cerca de US$ 500 milhões em sua construção. Por enquanto, o Avanguardia não passa de um projeto. Mas, ninguém se espante se um dia virmos esse megaiate navegando por aí.

                                                            Por Felipe Toniolo, sob supervisão do  jornalista Gilberto Ungaretti

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