Após reestruturar toda a sua linha de lanchas de 36 a 76 pés, o estaleiro gaúcho Cimitarra anunciou sua mais nova contratação. A empresa conta, agora, com Wagner Braga, ex-gerente de produção do estaleiro paulista Intermarine, galgando uma nova fase nestes 17 anos de mercado da empresa. Tal novidade vai ao encontro da evolução da marca, que vem buscando cada vez mais a evolução de seus produtos e da sua equipe – Braga já um nome conhecido no mercado náutico e, segundo a empresa, vem agregar um retorno positivo à marca.
Melhor beber um champanhe a 20 mil léguas submarinas que fundeado ou atracado à Marina de Portofino? Sem chance!
Recentemente, publiquei um texto sobre a última moda entre os milionários, que seria a armação de Shadow-boats. Porém, agora aparecem com mais uma boa ideia para tirar dinheiro de gente rica: os megaiates submarinos.
Um escritório de projetos está se propondo a realizar o sonho submarino de qualquer mega-multimilionário-excêntrico da face da terra, a construção de um submarino de recreio de até uns 300 metros de comprimento.
Por se tratar de um produto extremamente diferenciado, os detalhes operacionais não estão disponíveis aos meros fuçadores de internet, será necessário agendar uma data e local para um contato direto com os responsáveis desta façanha do design.
Recordo de algumas cenas do filme realizado pelo estúdio Disney na década de 1960, no qual a história do Capitão Nemo a bordo do Nautilusse desenrolava, éramos levados a imaginar criaturas fantásticas e gigantescas à enormes profundidades, tudo sob a bênção do autor e ficcionista Júlio Verne, um homem que quase adivinhou o mundo em que vivemos hoje. O Nautilus tinha um design bastante rebuscado, cheio de serrilhados e com muito conforto a bordo, lembro-me de enormes cadeiras de espaldar alto, mobília cheia de rococós e tapetes vermelhos por toda parte do piso. A tripulação se vestia como em um iate de luxo e, ao que parece, é este sonho que querem fazer renascer sob a égide da Migaloo, escritório austríaco que propõe este novo rumo para o iatismo.
No que diz respeito a uma das finalidades do iatismo, que é o “ver e ser visto”, como ficaria? Montaríamos tendas sobre o convés, faríamos construir marinas de grande calado para receber estes torpedos gigantes? As mesmas passariam a ter rebocadores de grande torque. E o tráfego? As autoridades permitirão que submarinos entrem de suas águas a qualquer momento e em qualquer local? A que profundidade deverão circular estes bólidos submarinos, que cruzam a mais de vinte nós em total silêncio, pelas profundezas dos oceanos?
O M2, seu menor projeto, possui apenas (como se fosse pouco) 72 metros, mas o M7 pode ter mais do que 283 metros, ou 930 pés; maior que qualquer iate convencional jamais construído.
Para não exagerar, peguemos o modelo intermediário M5. Ele dispõe de heliponto, garagem para todos os tipos de brinquedos, incluindo uma comporta para operar dois mini submarinos de 11 metros de comprimento. Adega, sala de jogos e de cinema, spa, ginásio, banheira ao ar livre (quando na superfície, é claro). Já ia esquecendo da biblioteca (é bom ter algum livro à mão, pois abaixo dos dez metros de profundidade as coisas costumam ficar bem escuras). Entre as 32 pessoas que pode transportar, poderá levar o casal proprietário em sua cabine de 300 metros quadrados e mais seis outros casais em suítes VIP de 65 metros quadrados cada uma.
A bem da verdade, com um calado de sete metros, vai ficar difícil arrumar local em alguma marina badalada, ainda mais com um comprimento de 443 pés! Fico imaginando a tripulação, alguns submarinistas russos aposentados, todos acostumados a ambientes claustrofóbicos.
Quanto a qualidade do produto a ser entregue, pode ficar tranquilo, pois a tecnologia é provida pela empresa Starkad Technologies (não confundir com a Stark Inc. do filme “Homem de Ferro”, pois esta não fica na Califórnia, mas na Estônia (Põhja-Ranna, Vääna-Jõesuuküla, Harkuvald, Harjumaa, 76909). Pode parecer brincadeira, mas a Estônia é considerada um “tigre-báltico”, vizinho da Suécia, que vem se tornando um centro internacional no que diz respeito a eletrônica de telecomunicações, incluindo um polo bancado pela OTAN, de combate a invasões de redes, provavelmente devido à sua proximidade da Rússia.
Deixando a política de lado, considero que esta moda vai demorar muito a pegar, mas não descarto que alguém resolva construir algo do gênero, apesar da pouca ou nenhuma praticidade deste tipo de embarcação. Particularmente, gastaria menos construindo um iate convencional, ou melhor, dois! Um para o Caribe e outro para o Mediterrâneo, como dezenas de milionários o fazem atualmente, e desde os anos 1980, quando um famoso milionário mexicano encomendou o Inca e o Asteca, dois iates iguais ao Highlander do empresário Malcolm Forbes, que estava em construção no estaleiro holandês De Vries – na época ele justificou que cada um ficaria de um lado do Atlântico, como comentado.
Agora, para quem prefere nem ver e nem ser visto, talvez algum traficante, pode dar uma olhada no site, procurando por algo que atenda às suas necessidades. Em tempo, eles também possuem outros projetos, como o de plataformas oceânicas de lazer. Aparentemente, eles transformam uma plataforma de petróleo em um resort de alto-mar, e podem construir sua ilha artificial particular, vale uma olhadela!
Alvaro Otranto é navegador de longas travessias, um dos mais antigos colaboradores da revista Náutica e criador da Moana Livros, primeira livraria na internet especializada em temas de mar e aventura.
A partir de março, as embarcações que prestam serviço de transporte turístico e turismo náutico no município de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, terão cadastramento obrigatório. A medida faz parte do projeto de Ordenamento do Turismo Náutico, uma iniciativa da TurisAngra em parceria com o Sebrae/RJ, e configura um importante avanço para o setor. Além de fomentar a formalização dos operadores, o cadastramento vai permitir à secretaria dimensionar o segmento, obtendo dados e informações para gestão.
De acordo com o presidente da TurisAngra, Klauber Valente no município possui marinas e quatro mil embarcações registradas na Capitania dos Portos. “Será um grande desafio. Nos últimos dez anos, o turismo náutico cresceu demasiadamente na cidade. Nós partimos do zero em termos de organização. E a atuação do Sebrae tem sido de grande importância, tanto na mobilização dos empresários, fazendo com que eles se conscientizem de que cada um tem que fazer a sua parte, quanto na capacitação dos trabalhadores do setor, que permite oferecermos um serviço de melhor qualidade”, afirma Valente.
O objetivo da Sebrae através do projeto de Desenvolvimento do Turismo Náutico da Costa Verde, é aproximar as empresas e sensibilizá-las para implementação de boas práticas com foco na sustentabilidade, contribuindo para a preservação dos atrativos da Costa Verde e o incremento da comercialização de produtos e serviços turísticos. O trabalho funciona desde 2014, com a elaboração de um diagnóstico e reuniões com os empresários sobre associativismo, palestras e capacitações diversas – atendimento ao cliente, acesso ao mercado, tarifário, e gestão.
A ACOBAR está promovendo mais uma palestra em prol dos brokers credenciados. Agora, para tratar sobre os aspector éticos e jurídicos na atuação de um broker, a associação contará com o Dr. Alexandre Ruy Barbosa, advogado, ministrando o encontro. O evento acontecerá no dia 16 de março, das 14h às 17h, na sede da ACOBAR, no Rio de Janeiro.
O curso é gratuito e as vagas são limitadas somente para brokers credenciados pela ACOBAR. Para se inscrever, basta enviar e-mail para [email protected]. A sede da associação fica à avenida Franklin Roosevelt, número 194, gr 608, no Centro do Rio de Janeiro. Para mais informações, ligue (21) 2262-2483.
A 44ª edição da Regata de Saveiros João das Botas acontece neste domingo, 28, a partir das 13h, no Porto da Barra, em Salvador (BA). Realizada pelo Comando do 2º Distrito Naval, através da Capitania dos Portos da Bahia, o evento tem como foco a preservação da história dos saveiros, que correm risco de extinção. A competição contará com 12 categorias participantes, como saveiros de vela de içar, vela de pena, saveiros de pesca, catraia e canoa, e prêmios que variam entre R$ 200 e R$ 700.
Antes da regata, está prevista uma ação de limpeza da praia do Porto pelo Grupo de Escoteiros do Mar João das Botas, com a participação de mergulhadores militares e escolas de mergulho, recolhendo lixo descartado no mar.
Para participar da Regata João das Botas, os interessados podem se inscrever gratuitamente na sede da Capitania dos Portos da Bahia, localizada à avenida das Naus, no bairro do Comércio, na capital baiana.
Com a leitura você viaja o mundo, transpõe o universo, ultrapassa fronteiras que seriam impossíveis na realidade. Com a leitura você cria uma nova perspectiva, um cenário só seu. E por que não unir o prazer deste momento ao de navegar? Além de ser uma boa companhia em alto mar, os livros podem dar mais emoção e imaginação aos seus passeios de barco. Confira os 10 livros que NÁUTICA listou para você ter a bordo.
No coração do mar, de Nathaniel Philbrick
A história real do Essex, que em 1820 foi atacado por uma baleia enfurecida e afundou, no Pacífico, provocando uma longa e dramática luta pela sobrevivência.
Diário de bordo, de André Homem de Mello
Conta as aventuras do primeiro velejador brasileiro a dar a volta ao mundo em solitário sem escalas, pelos mares do sul. Um dos grandes feitos da vela oceânica brasileira.
À deriva — 76 dias perdido no mar, de Steven Callahan
História real em que o autor conta sua luta pela sobrevivência depois de naufragar no meio do oceano com seu veleiro, de 21 pés, e ficar à deriva e sozinho em um bote de borracha.
A viagem do descobrimento, de Eduardo Bueno
Os fatos e os bastidores que antecederam o nosso descobrimento. A viagem é narrada com tantos detalhes que parece até que o autor do livro esteve a bordo das naus de Cabral.
Cem dias entre céu e mar, de Amyr Klink
O primeiro, mais puro e emocionante dos livros de Amyr, que se revela um grande contador de histórias ao descrever sua travessia a remo do Atlântico, em 1984.
Um mundo só meu, de Robin Knox Johnston
Relato da regata em que Sir Robin tornou-se o primeiro homem a dar a volta ao mundo sem escalas e em solitário, em 1968, a bordo de um veleiro sem um pingo de tecnologia.
O último lugar da terra, de Roland Huntford
Um relato das expedições do norueguês Roald Amundsen e do inglês Robert Falcon Scott ao Polo Sul, entre 1910 e 1912. Livro que despertou em Amyr Klink o gosto pela aventura.
The Endurance, de Caroline Alexander
A saga do almirante irlandês Ernest Shackleton, que em 1914 partiu, com 27 homens, rumo ao Polo Sul, a bordo do Endurance. Ilustrado com material fotográfico original.
Memórias do mar, de Éric Tabarly
Autobiografia do maior navegador francês. Mostra como ele se tornou um grande vencedor de regatas e um dos maiores velejadores do mundo, sempre a bordo de veleiro com o nome Pen Duick.
Sozinho ao redor do mundo, de Joshua Slocum
A primeira viagem de volta ao mundo em solitário em um veleiro, realizada em 1895, quando não existia piloto automático. É uma espécie de bíblia para navegantes do todo o mundo.
A Garmin anunciou o lançamento do seu mais novo relógio náutico, o Quatix 3. O modelo de alta precisão recebe dados NMEA® 2000 a partir de dispositivos eletrónicos marítimos da Garmin compatíveis. Com um ecrã a cores de alta resolução, que permite a perfeita visualização de toda a informação mesmo sob luz solar, e um design resistente mas simultaneamente elegante, o Quatix 3 combina a melhor tecnologia GPS e wearable da Garmin. Oferece aos utilizadores recursos específicos para o segmento marítimo, suporte adicional para atividades multidesportivas e notificações inteligentes. O Quatix 3 pode ser totalmente personalizado e o processo de transição entre água e terra é extremamente simples.
Concebido para responder às exigências de todo o tipo de marinheiros, o Quatix 3 oferece um conjunto de ferramentas de navegação. Funciona como um equipamento wearable que recebe, via wireless, os dados NMEA 2000 da embarcação para que os utilizadores possam aceder a informação importante, como a velocidade, a temperatura, o vento, entre outros dados, independentemente da sua localização no barco. Com o relógio, podem ainda dar início ou parar a gravação de vídeo e tirar fotografias com uma câmara de ação Garmin VIRB®, ou controlar o seu sistema de estéreo FUSION®* diretamente a partir do pulso. Sempre com a segurança no topo das prioridades, os utilizadores podem utilizar uma tecla de atalho MOB para definir um ponto de passagem MOB e dar início à navegação de regresso a esse mesmo ponto. O Quatix 3 disponibiliza, ainda, bússola, um barómetro e um altímetro de calibração automática.
Ele vem com um alarme de desprendimento de âncora que notifica o utilizador sempre que a embarcação fica à deriva, um relógio despertador e uma calculadora que indica qual o comprimento adequado da linha de âncora. Os adeptos da pesca passam a contar com a ajuda de um temporizador para competições e de um registo de captura de peixes, funcionalidades que os ajudam a acompanharem o número de peixes capturados e o tempo disponível que ainda têm antes da pesagem. No campo da navegação, o quatix 3 inclui funcionalidades de assistência à navegação, temporizador de contagem regressiva, distância para a linha de partida e tempo restante disponível.
O relógio pode ser ligado a um smartphone compatível para receber notificações de chamadas, mensagens e email. O quatix 3 é também compatível com o Connect™ IQ, para que os utilizadores possam personalizar o seu relógio com uma variedade de mostradores, campos de dados, widgets e apps.
A estância turística de Avaré, no interior paulista, tem programação agitada para quem quer aproveitar o sábado, 27, nas águas da Represa de Jurumirim. O passeio náutico reúne proprietários de motos aquáticas e de lanchas, com partida às 11h do restaurante Toa Toa, ao lado da Marina Tahiti.
“Há muitos inscritos para o passeio e a represa está cheia, em condições perfeitas para navegar”, comentou Glauco Lo Giudice, organizador do evento e proprietário da Marina Tahiti, concessionária dos produtos BRP na região.
Além das belezas da região de Avaré, o evento oferece um dia repleto de atrações. “Vamos passar por uma cachoeira e por ilhas da represa, além de observar a barrragem da hidrelétrica de Jurumirim. Faremos uma parada em um hotel às margens da represa, onde haverá almoço e música ao vivo com a banda OT. O retorno está previsto para as 17h30”, concluiu Lo Giudice. Para inscrições e mais informações, o contato é o telefone (14) 3731-9128.
Nem todo mundo está acostumado a passear de barco e, quando surge um convite, vêm, também, as dúvidas de como se comportar. Por isso, NÁUTICA selecionou 7 regrinhas básicas para seguir e não dar vexame. Confira:
Tire os sapatos
Barcos são como casas de japoneses: todo mundo deve entrar descalço. É uma questão de limpeza, porque barcos são brancos e esta cor não combina com solas de sapatos. Atenção especialmente às mulheres: salto alto no convés, nem pensar.
Não leve amigos junto
Barcos têm espaço limitado e o número de ocupantes não pode ultrapassar o máximo permitido, por conta da segurança. Imagine, então, se ele já estiver cheio e o último convidado a chegar for você e junto com um grupo de amigos?
Pergunte sobre o banheiro
Banheiros de barcos têm truques nas descargas do vaso. Assim, antes de passar pelo constrangimento de pedir ajuda, pergunte como ele funciona. É bem melhor antes do que depois.
Economize água
Barcos têm tanques pequenos, por isso é fundamental não desperdiçar água. Exagerar no chuveirinho na plataforma de popa ou tomar longos banhos na cabine são coisas que não se devem fazer nem em casa. Que dirá em um barco.
Não exagere na bagagem
Como já se sabe, barcos têm espaços reduzidos. Por isso, não leve para bordo nada além do necessário. E, ainda assim, acondicionado em bolsas macias, para poder guardar em qualquer cantinho a bordo.
Não faça o que não sabe
Na ânsia de querer ajudar na navegação, passageiros leigos muitas vezes acabam criando situações de risco a bordo. Portanto, só se meta a fazer o que sabe. Se não souber, pergunte ao comandante, a única pessoa a ser ouvida a bordo.
Ajude nas tarefas
A bordo, sempre há alguma coisa a fazer para ajudar na navegação — seja soltar um cabo ou prender uma defensa. Assim, na medida do possível, tente ajudar. Ou, pelo menos, se ofereça, caso necessário.
Neste sábado, 27, o Jangadeiros abre as portas da sua tradicional Escola de Vela Barra Limpa – pioneira no Rio Grande do Sul e uma das mais completas instituições de ensino náutico do país, com 40 anos de atividades – para apresentar a jovens e seus familiares o esporte da vela. Na primeira edição do projeto Descobrindo a Vela no Janga, crianças e adolescentes de 7 a 14 anos, sócios ou não sócios do Clube, estão sendo convidados a participar de uma aula experimental gratuita que terá a duração de uma hora, com direito a uma velejada pelo Guaíba.
A programação tem início às 10h e, logo após o almoço oferecido pelo Clube, será anunciado o novo programa de associação, desenvolvido com o foco de incentivar o esporte e a atrair mais jovens para a flotilha de optmist, modalidade por onde grandes atletas iniciam sua formação. À tarde, está previsto mais uma velejada e uma homenagem à Flotilha da Jangada, que trouxe para o Estado o título de Melhor Flotilha do Brasilno 44º Campeonato Brasileiro de Optmist, realizado recentemente em Jurerê. No evento, também será entregue diplomas aos jovens que concluíram o Curso de Verão. As inscrições podem ser feitas pelo email [email protected] ou pelo telefone (51)3094-5770.
Com essa interação entre pais, crianças e professores, o Jangadeiros quer mostrar que o esporte da vela estimula valores importantes na vida dos alunos. “Nosso curso tem enfoque no lazer, na diversão com o esporte. Durante as aulas, a garotada aprende conceitos, a montar barcos e algumas práticas do esporte, e o que é mais importante, saem do curso com mais senso de responsabilidade e camaradagem. Eles passam a ter que tomar suas próprias decisões, conquistam amigos, aprendem a cuidar dos equipamentos e a ter cuidados pessoais”, diz Alexandre Paradeda, vice-comodoro de Esportes. “Aqueles que se identificam mais, chegam a competir e a trazer para o Clube títulos nacionais e internacionais”, complementa.
PROGRAMAÇÃO
10h – Recepção e apresentação da Escola de Vela Barra Limpa 11h – Jovens de 7 a 14 são convidados a velejar pelo Guaíba 12h – Almoço oferecido pelo Clube 14h30 – Apresentação do Plano de Ação para novos sócios com facilidades para o desenvolvimento do esporte e velejada com os professores 16h – Formatura dos alunos do Curso de Verão 17h – Homenagem à Flotilha da Jangada – Melhor do 44º Campeonato Mundial de Optmist 18h – Encerramento
A Kawasaki está lançando no Brasil seu mais novo modelo de moto aquática, a Kawasaki Ultra 310. Disponível nas versões X, LX e R , este novo jet vem com mais potência e faz com que a Kawasaki atenda uma ampla faixa de consumidores.
Equipado com um supercharger e um intercooler, o motor marítimo de refrigeração líquida de 1 498 cc, 4 cilindros em linha que impulsiona os modelos da série Ultra 310 para a frente com uma emocionante urgência de aceleração produz uma potência muito maior do que um motor aspirado de mesma cilindrada. Isto se deve em grande parte ao uso do supercharger do tipo TVS, o qual gera impulso mesmo em baixas rotações de modo a assegurar uma aceleração poderosa, já a partir da marcha lenta. Um grande número de modificações para aumentar a eficiência – através da redução da perda mecânica e outras melhorias – elevou a potência do motor para 228 kW (310PS).
O jet possui, ainda, casco que equilibra resistência e baixo peso, além de proporcionar alta estabilidade e navegabilidade, segundo o fabricante, tanto em águas calmas quanto turbulentas. As válvulas de aceleração eletrônica gerenciam a alta potência eficientemente e permitem vários modelos de condução com o piloto automático eletrônico. Ao navegar no modelo de economia, o sistema prioriza a eficiência do combustível. O modelo vem, ainda, com sistema elétrico de controle do trim.
O modelo premium, Ultra 310 LX tem como características exclusivas o novo sistema de áudio Jetsound – ele é o primeiro veículo aquático a oferecer este tipo de dispositivo -, com amplificador de 20 W (x2 canais) e máximo de 40W (x2 canais), autofalantes de 30 W cada e sistema compatível com Ipod e Iphone, além de outros smartphones e players de áudio que possuam saída para pino estéreo. Seu novo assento de luxo LXuryseat tem formato ergonômico para três pessoas e é forrado com um novo material resistente ao calor.
Já o esportivo Ultra 310 R, está equipado com o novíssimo guidão de 18 posições e um novo assento esportivo – ambos desenhados para a condução esportiva e extrema. As cores Lime Green e Preto com grafismos esportivos dão ao Ultra 310 R uma imagem de produto de competição que vai de encontro à sua performance esportiva melhorada.
O Comando do 5º Distrito Naval (Com5ºDN) encerrou no último domingo, 21, as ações de inspeção naval na “Operação Verão” 2015/2016. No período de 18 de dezembro de 2015 a 21 de fevereiro de 2016, 7 713 embarcações foram inspecionadas e, desse total, 957 apresentaram irregularidades e receberam notificações que poderão ser revertidas em multas. Outras 125 foram apreendidas por não apresentarem condições mínimas para navegar com segurança. As atividades de inspeção naval do Com5ºDN foram realizadas por cinco Capitanias, cinco Delegacias e uma Agência que englobam os três estados do Sul do País.
Para garantir um verão mais seguro em nossas águas, os Agentes da Autoridade Marítima Brasileira realizaram fiscalização nos seguintes aspectos: habilitação dos condutores, documentação da embarcação, material de salvatagem (coletes e boias), extintores de incêndio, luzes de navegação, lotação e estado da embarcação. Além disso, foram utilizados etilômetros, tendo em vista que é proibido o consumo de bebidas alcoólicas pelos condutores.
A “Operação Verão” 2015/2016 incluiu também ações de presença em entidades náuticas e colônias de pescadores, realização de palestras educativas e chamadas na internet com dicas das principais normas de segurança da navegação.
A ação, que no verão é intensificada, tem a intenção de fiscalizar o tráfego aquaviário com o objetivo de alertar os navegadores e a população sobre os riscos de acidentes nos mares, rios, represas, lagos e lagoas, durante a estação do ano em que aumenta o fluxo de embarcações, principalmente as de esporte e recreio. Após esse período, as inspeções navais continuam diuturnamente nessas Organizações Militares que tem como missão principal a Segurança do Tráfego Aquaviário.
Proprietários de barcos e marinheiros de Salvador terão a oportunidade de aprofundar os seus conhecimentos sobre navegação, através de um curso pioneiro na Bahia que será lançado nos próximos dias e que tem como objetivo profissionalizar o setor e atender uma demanda crescente no segmento náutico.
A informação partiu do empresário Reynaldo Loureiro, diretor da Bahia Marina, durante o “Aperitivo Azimut”, evento realizado terça-feira, 23, no Restaurante Lafayette, que contou com a presença do CEO da grife italiana Davide Breviglieri, dentre outros diretores do estaleiro no Brasil e também diretores da Marina Yachts representante exclusivo da marca na Bahia.
Segundo Loureiro, a ideia é promover um curso de algumas semanas para os marinheiros, à exemplo do já realizado em outras cidades pela Azimut. E para os proprietários de barcos será realizada uma oficina de 04 horas/aula, com instruções gerais que lhes permitirá ter um conhecimento técnico básico para tripular embarcações.
O Aperitivo Azimut, evento onde foi anunciado o curso, reuniu em torno de 150 convidados no restaurante Lafayette, na Bahia Marina, na noite de terça-feira. Na oportunidade, a diretoria da Azimut Brasil apresentou o grupo, considerado um dos maiores e melhores fabricantes do mundo de embarcações de luxo e os modelos fabricados no país, ressaltando a boa acolhida do modelo de 42 pés da marca, fabricado apenas no Brasil e que já conquistou o mercado latino-americano.
Vários barcos originalmente destinados ao mercado local, já foram vendidos para outros países com excelente aceitação nos Salões Náuticos de Fort Lauderdale e Miami Boat Show, realizados em novembro de 2015 e fevereiro de 2016, respectivamente. Um desses modelos ficou em exibição, ancorado no píer da Marina, durante o evento.
A grife Azimut é representada com exclusividade na Bahia pela Marina Yatchs, loja inaugurada em janeiro deste ano, com direção de Leilane Loureiro e gerência de Hernani Pedroso.
Foto: Kin Kin
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Incêndios – e não naufrágios – são a causa mais frequente da perda de barcos. E eles quase sempre têm origem num só ponto: a parte elétrica. Portanto, fique ligado e confira uma lista dos seis maiores riscos que se pode correr com o sistema elétrico de sua embarcação.
1- Terminais e conexões em mau estado
O “coração” das instalações elétricas são os terminais e as conexões, especialmente das baterias. Se eles estiverem frouxos, podem superaquecer e derreter os cabos. Para evitar isso, faça um check-up completo, tanto na fiação quanto nos seus complementos, pelo menos uma vez por ano.
2- Voltagem diferente nas tomadas da marina
Como a maioria das marinas não segue um padrão na voltagem, há sempre a possibilidade de a tomada do cais não ser compatível com a do seu barco. Assim, curtos-circuitos podem ocorrer, afetando até mesmo a parte eletrônica dos motores.
3- Instalar equipamentos diferentes
Certifique-se de que o automático das bombas é compatível com a corrente elétrica. Instalar um modelo errado por fazer com que a bomba não funcione na hora que você mais precise dela. Da mesma forma, tome cuidado com certos acessórios, como micro-ondas e secador de cabelos, que puxam bastante energia e podem superaquecer a fiação.
4- Equipamentos que não desligam
Se o seu barco tiver guincho elétrico ou bow thruster, verifique periodicamente o sensor de acionamento desses equipamentos. Como eles consomem altas correntes, a quebra do sensor pode fazer com que eles funcionem ininterruptamente, sem você perceber. E isso pode ferar superaquecimento na fiação.
5- Equipamentos em contato com a água
O inversor deve ficar sempre o mais próximo possível das baterias, para evitar quedas de tensão. Mas é importante instalá-lo sempre o mais alto possível no porão, para evitar contato com a água empoçada, o mesmo valendo para qualquer equipamento elétrico. Energia e água não combinam.
6- Infiltração de água no painel
Barcos com comando aberto não estão livres de respingos d’água – seja na navegação ou na lavagem do casco. E esse contato com a água pode gerar pontos de ferrugem nas conexões das fiações, além de comprometer a durabilidade dos cabos. A única maneira de evitar isso é checar periodicamente as vedações de borrachas no painel e, no caso de vazamento crônico, não molhá-lo ao lavar o barco.
Gambiarras? Nem pensar! Sobrecargas e maus contatos são sempre prenúncios de tragédias.
Fios, conectores e baterias mal instaladas são os principais gatilhos nos incêndios de origem elétrica a bordo de qualquer barco. “Se eles não forem dimensioados para a energia que recebem, ou se não estiverem bem conectados, acabarão liberando calor ou derretendo, o que, em ambos os casos, é perigosíssimo”, afirma o especialista em instalações elétricas náuticas Roberto Brener. Portanto, tire da cabeça qualquer ideia de “dar um jeitinho” na parte elétrica do barco. E anote aí alguns lembretes essenciais.
– Use apenas fios de cobre estanhados e certificados, para evitar corrosão.
– Sele os terminais e as pontas dos fios com silicone, para vedar a entrada de ar entre o cobre e o plástico que reveste os cabos.
– Os terminais dos cabos da bateria devem ser prensados e não soldados. A solda enrijece os cabos, tornando-os sujeitos a quebras.
– Use disjuntores termomagnéticos, que protegem contra sobrecargas e curtos. Mas, atenção: há disjuntores que não funcionam em correntes contínuas.
– Fusíveis em circuitos de alta corrente costumam criar quedas de tensão. Se isso acontecer com baterias fracas, pode dificultar a partida do motor.
– Cabos de arranque do motor e do ferador não precisam ter fusíveis próprios. Bastam cabos superdimensionados.
– Para não tombar o balanço do barco, a bateria deve ser bem presa, mas com cintas ou cabos que não contenham partes de metal.
– Em hipótese nenhuma, qualquer fiação deve passar perto de alguma mangueira de combustível.
– A fiação deve ser fixada a cada 25 centímetros ao longo do barco. Mas não muito esticada, para não romper com os trancos, o que é mais frequente do que parece.
A cidade de Salvador está com um novo projeto previsto no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU): um parque marinho na orla da Barra. Sugerido por moradores da região e por pessoas que praticam mergulho na praia e proposto pela Secretaria Cidade Sustentável (Secis), com o objetivo de transformar a região em um lugar de preservação ambiental e biodiversidade aquática, o parque – com 701 788,11 m² – deve ficar entre o Farol da Barra e o Forte São Diego.
A proposta deve implementar regras para o trânsito de embarcações motorizadas na área, controle da pesca e de atividades que podem causar impactos negativos ao lugar e prejudicar os tesouros que estão no fundo do mar. O projeto também prevê atividades de lazer, como natação, surf, stand up paddle, e vela, e a população terá acesso sem restrições às praias e ao mar.
A Copa Suzuki 2016 – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica já tem data marcada para os dias 12, 13, 19 e 20 de março e convida as classes ORC, IRC, C30, HPE25, HPE30, BRA-RGS, RGS Silver e Bico de Proa. O evento é a mais regular competição de vela oceânica da costa paulista e reúne a cada etapa entre 30 e 40 equipes das mais variadas categorias.
O chamado Circuito Ilhabela, patrocinado pela Suzuki, é, atualmente, o único campeonato que acontece durante as quatro estações do ano no litoral paulista, o que faz com que os proprietários de veleiros tenham a oportunidade de velejar em todas as condições climáticas durante o ano, possam exercitar suas habilidades constantemente e manter o relacionamento com as demais equipes nas famosas “canoas de cerveja”, confraternização que acontecem aos finais das regatas na sede do evento, o Yacht Club de Ilhabela.
As regatas acontecem nas proximidades do Yacht Club de Ilhabela, no Canal de São Sebastião, e os veleiros de equipes visitantes terão estadia gratuita nas poitas do Yacht Club de Ilhabela no período de 5 a 26 de março.
As inscrições para a primeira etapa poderão ser feitas nos dias 11 de março, das 18h às 11h30 do dia 12, na secretaria do evento, no Yacht Club de Ilhabela.
A novidade do momento a bordo de cruzeiros é a realização de atividades de bem-estar para corpo, mente e espírito a bordo dos navios e em terra. A programação faz parte dos cruzeiros da Uniworld Boutique River Cruises que, de acordo com o presidente Guy Young, está comprometida em oferecer experiências diferenciadas incluindo saúde e fitness, que são, segundo ele, muito importantes para os hóspedes. O programa inclui desde tratamentos de rejuvenescimento nos spas dos navios, treinos de suspensão TRX, ciclismo e caminhadas.
O Serenity River Spa oferece uma gama de serviços especialmente concebidos para revigorar e acalmar. Alguns disponíveis incluem tratamentos tradicionais, como o Thai Foot and Hand Treatments, que incorporaram elementos de shiatsu, reflexologia, massagem chinesa e ioga; o Honey Body Beauty Treatment, que elimina toxinas enquanto libera as vitaminas C, B1 e B2; Terapia de Pedras Quentes, relaxando os músculos e aliviando ao stress; e o Women´s Facial Moments, que alia óleos e extratos de plantas em técnicas de massagem individualizada para restaurar e recondicionar a pele. Cada tratamento utiliza os melhores produtos, fabricados a partir de ingredientes naturais e orgânicos e direcionados para a nutrição do corpo e estimulação dos sentidos.
Ioga e aulas de ginástica também são disponibilizadas aos hóspedes, além do equipado centro de fitness de cada navio da companhia. Entre as atividades inovadoras, o Five Tibetan Rites, série de exercícios que datam mais de 2 500 anos, e o treino de suspensão TRX, em que a gravidade dos praticantes alavanca o próprio peso corporal. Algumas embarcações da Uniworld oferecem piscinas aquecidas e os passageiros hospedados nas suítes têm aula cortesia com um personal e avaliação com o treinador presente abordo.
A Uniworld oferece diversas opções dinâmicas de experiências em terra, como hiking e ciclismo, liderados por guias locais. Além disso, os hóspedes também podem conhecer um dos pontos de parada do cruzeiro de maneira diferente, remando em um caiaque, pedalando em uma bicicleta ou ainda usando os bastões nórdicos para treeking e assim, explorar o local por conta própria.
Para finalizar, a companhia oferece o menu “Traveling Lite”, com opções vegetarianas, que permite aos hóspedes desfrutarem de uma seleção de refeições sem comprometer as suas necessidades alimentares. Trabalhando com uma variedade de ingredientes locais frescos e de alta qualidade, provenientes de agricultores e produtores locais, os chefs da Uniworld elaboram menus de acordo com a região da viagem e a estação do ano, além das preferências individuais de cada passageiro.
Para conhecer mais sobre o programa de bem-estar, clique aqui e, para mais informações, acesse o site da empresa.
Entre os dias 20 e 24 de abril, o Pantanal Matogrossense recebe a Feira Internacional de Turismo do Pantanal, com o objetivo de promover e divulgar os produtos turísticos do Estado em âmbito nacional e internacional. O evento pretende reunir mais de 100 mil pessoas para prestigiar cerca de 200 expositores e envolve países como Paraguai, Argentina, Bolívia, Chile, Peru e Brasil. Estão previstas conferências de renomados palestrantes nacionais e internacionais.
Com o tema “Turismo, um Grande Negócio”, o evento será dividido em duas etapas. A primeira acontece no Centro de Eventos Pantanal, entre os dias 20 e 22 de abril, com rodadas de negócios e eventos paralelos como a reunião da Zona de Integração do Centro-Oeste Sul-Americano (Zicosur); os fóruns nacionais de Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur) e de Dirigentes Estaduais de Turismo da Amazônia Legal (CNtur); os encontros da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), de Negócios na Expotur (Salão do Turismo), de Guias de Turismo e dos Clubes da Melhor Idade, além de painéis temáticos e exposição.
Já nos dias 23 e 24, o evento migra para a Arena Pantanal e o “Vem pra Arena Turismo”, será focado em atividades de aventura e lazer. Nesse segundo momento, atrações como a feira dos municípios com potencial turístico apresentarão as riquezas das regiões de Mato Grosso e haverá, ainda, passeio ciclístico, encontro de motociclistas, feiras gastronômica e de artesanato, exposição náutica e apresentações culturais.
Puerto Vallarta e Riviera Nayarit receberão, até o dia 30 de maio, a primeira edição da FMV CUP Vallarta Nayarit – evento oficial da Federação Mexicana de Vela (FMV) e parte do calendário internacional da vela.
O torneio, que reunirá 790 barcos e 2 500 velejadores de cerca de 50 países, deve movimentar mais de 300 milhões de pesos mexicanos (cerca de R$ 63 milhões), não só com as regatas em si, mas também em gastos de hospedagem, lazer dos competidores e seus acompanhantes, além das centenas de espectadores estimados para os eventos.
A competição terá cinco etapas – WesMex, San Diego-Vallarta Race, MEXORC, Banderas Bay Regatta e o Campeonato Mundial da Classe Laser, com cobertura de mais de 1 500 meios de comunicação de todo o mundo. Presidente da Federação Mexicana de Vela (FMV), Giovani Aloi Timeus aposta no grande sucesso da FMV Cup. “Além de um evento esportivo de altíssimo nível, esperemos que esta seja uma experiência que gere vínculos emocionais com os nossos visitantes e que estes se tornem embaixadores e promovam nossas qualidades para seus amigos, familiares e conhecidos”, destaca.
Apresentado nas edições 2016 do Boot Dusseldorf e Yachts Miami Beach, Ferretti 850 é o resultado de uma colaboração entre o Grupo Ferretti e Studio Zuccon International Project, responsável pelo design interior e exterior. O modelo tem um perfil arrojado caracterizado por ângulos agudos e pelas janelas em forma de trapézio no casco, além das grandes vigias integradas para maximizar a entrada de luz natural e oferecer vistas magníficas.
Acomoda até oito pessoas em quatro suítes no deque inferior. A suíte do proprietário possui uma área de estudo, um amplo armário e compartimentos de armazenamento espaçosos. Duas suítes VIP ficam localizadas à meia-nau. O quarto camarote é equipado com duas camas individuais.
Em seu exterior, o flybridge pode ser totalmente equipado com móveis independentes, para atender as necessidades individuais dos proprietários. O posto de comando é prático e confortável, com um espaçoso divã com espaço para o co-piloto. O espaço também disponibiliza vários compartimentos de armazenamento e bancadas. Projetado para manter um ambiente familiar, Ferretti 850 traz áreas espaçosas e vem com solário, sala de estar e de jantar – com mesa ajustável – ao ar livre.
Poderá ser equipado com motores MAN V12 individuais, alcançando uma velocidade de cruzeiro de 26 nós e uma velocidade máxima de 29 nós, ou dois motores V12 mais potentes que oferecem uma velocidade de cruzeiro de 27 nós e uma velocidade máxima de 31 nós.
A estreia oficial do modelo será durante o Cannes Yachting Festival 2016.
O novo submarino Triton 6600, projetado para levar o piloto e um passageiro até 6 600 pés (2 mil metros) abaixo da superfície do oceano, possui casco em forma de esfera que envolve o compartimento de mergulho e oferece uma vista panorâmica dos arredores, além de possuir seis equipamentos padrões de luzes para ótima visualização. Sua cabine permanece com a mesma pressão da superfície, independentemente da profundidade do mergulho. O submarino viaja a 3 nós, por isso leva cerca de uma hora para chegar a sua profundidade máxima, mas a bateria de lítio que alimenta o sistema de propulsão é ideal para um mergulho de 10 horas. O preço inicial do submarino é de US$ 5,5 milhões.
Nas regiões litorâneas, fazer passeios em alto mar e possuir uma embarcação é uma realidade de muitos. Mas, ter uma lancha ou barco requer alguns cuidados e, sobretudo, custos. Além da despesa com manutenção e garagem ou marina, também é necessário ficar atento a questões importantes como o abastecimento do veículo, por exemplo. Nesse quesito, surge a dúvida: É melhor abastecer a gasolina ou diesel?
Para começar é preciso identificar o modelo da embarcação. É que de acordo com o tamanho do barco é possível determinar se ele terá um, dois ou mais motores e assim, optar por diesel ou gasolina. De acordo com o empresário José Pinteiro, do estaleiro Ecomariner, as lanchas de passeio até 26 pés, por exemplo, possuem apenas um motor. A vantagem se deve ao fato de ter menor peso a bordo, além da instalação que é mais fácil, pois exige pouca manutenção e é mais barato. Sua principal desvantagem, entretanto, é que só pode ser abastecido com gasolina.
Investir em dois motores, por sua vez, é uma opção bastante usada em lanchas entre 24 e 35 pés. “O ponto alto desse conjunto é a segurança, já que, no caso de pane em um dos motores, o outro segue conduzindo a embarcação, ainda que lentamente”, explica Pinteiro, salientando que outra vantagem é a aceleração, porque tais motores significam mais torque. Os pontos negativos são o maior custo: tanto na compra quanto na manutenção e o consumo, obviamente, maior.
Em relação ao abastecimento, Pinteiro esclarece que o motor que usa diesel é mais pesado e mais caro, porém apresenta melhores resultados por dois fatores: necessitam de menos manutenção e possuem mais vida útil. “O motor a diesel dura em torno de 3000/hora, pelo menos 50% a mais do que o motor a gasolina. Tudo vai depender da utilização e da manutenção adequada”, pontua o empresário, complementando que a potência depende muito do tamanho do barco, pois, quanto mais potente o motor, mais peso ele terá e consequentemente, precisará de mais força para movê-lo.
De fato, motores a diesel são mais econômicos que a gasolina porque um litro de diesel gera mais energia que um litro de gasolina. Além disso, o ciclo de trabalho de um motor a diesel é mais eficiente e isso pode levar a uma redução no consumo de quase 50%. Por outro lado, por trabalhar com altas taxas de compressão, os esforços estruturais no motor a diesel são bem maiores e fazem com que o barco pese mais.
A Ilha de Boa Viagem, em Niterói, foi reaberta, oficialmente, no último fim de semana, para visitas após passar por uma repaginação comandada pela Prefeitura. Depois de 20 anos sem visitação regular por causa da necessidade de manutenção e da ponte interditada, agora, o bucólico local, volta, definitivamente, ao roteiro turístico da cidade. 127 degraus acima, no topo da ilha, fica a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem, datada do século XVII, além de um dos mais belos mirantes da Baía de Guanabara. Na reabertura do local, os primeiros visitantes foram recebidos com chorinho, baianas mestras do acarajé e artesanatos indígenas. Antes, na entrada, funcionários da Neltur davam mais dicas de turismo na cidade. A Guarda Municipal e Ambiental atuou no ordenamento na rua e patrulhamento da Ilha.
Os escoteiros do 4º Grupo Gaviões do Mar, que administram a Ilha desde 1937, serão treinados pela Neltur para a realização das visitas acompanhadas, queacontecerão aos sábados, domingos e feriados, em quatro horários: 9h, 11h, 14h, 16h. Para grupos fechados formados por operadoras ou profissionais de turismo, as visitas poderão ser agendadas pelo Disque Turismo 0800-2827755. O tempo de permanência de cada grupo, de no máximo 30 pessoas, no local será de aproximadamente uma hora. A visita é gratuita. A abertura para visitação foi possível graças a uma parceria da Prefeitura com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o grupo Gaviões do Mar .
Está chegando a 17ª edição da tradicional Regata Ilha de Caras Revista Náutica, que promete agitar mais uma vez as águas de Angra dos Reis, neste sábado, 27. Entre as classes participantes estão: ORC , IRC, BRA RGS, APS, CRUZEIRO, MULTICASCO e FEMININO. Considerada um dos principais eventos da vela brasileira, a charmosa regata reuniu, em 2015, cerca de 100 barcos e 650 tripulantes que singraram as águas da Baía de Ilha Grande, fazendo uma grande festa náutica. O evento marca o verão de Angra do Reis e, em 2016, não poderia ser diferente. Além da competição, os participantes desfrutam da tradicional feijoada na Ilha de Caras, em um almoço comemorativo, selando o sucesso da parceria entre a Revista Náutica e a Revista Caras.
O veleiro Hugo Boss, um Open 60 utilizado pelo skipper britânico Alex Thomson na Velux 5 Oceans de 2006, foi encontrado no último dia 31 na Patagônia Chilena, durante uma expedição de caiaque pelo Parque Nacional Bernardo O’Higgins. Estima-se que a embarcação tenha viajado 20 000 km (13 000 milhas), cruzando os oceanos Índico e Pacífico ao sul de países como Indonésia, Austrália e Nova Zelândia, do local onde foi abandonado após ter problemas na quilha e capotar, até onde foi encontrado, agora, 10 anos depois.
Hugo Boss era o barco em que Alex Thomson estava enquanto brigava pela liderança da Velux 5 Oceans com Mike Golding, de quem sempre foi rival. Na ocasião, o barco navegava com três rizos na mestra e, após apresentar problemas, forçou Thomson a abandoná-lo, sendo resgatado por Golding, que, por ser o barco mais próximo, deu meia volta e salvou o companheiro de competição.
No próximo sábado, 27, entre 9h e 17h, acontece o Festival Náutico Rio Tijucas, na rampa de acesso ao rio, em Tijucas (SC). O evento faz parte do projeto que Associação Náutica Catarinense para o Brasil (Acatmar) desenvolve há dois anos em municípios com potencial para o segmento em rios, lagos e represas, para incentivar a atividade náutica – e toda a cadeia de produção decorrente do setor no estado.
Trata-se da primeira etapa deste tipo de evento, já que a cidade trabalha para se voltar ao rio por meio da criação de seu polo náutico. “Estamos trabalhando com afinco para dar mais possibilidade de venda aos associados e fortalecer o segmento não somente em nossa costa, um dos principais motes da entidade para 2016”, afirma Leandro ‘Mané’ Ferrari, presidente da Acatmar, que trabalha nesta etapa em parceira com o Sebrae/SC e a prefeitura do município.
Para Jean Carlos dos Santos, secretário de Indústria, Comércio e Turismo de Tijucas, a ideia é apresentar o grande potencial da cidade. “Nossa meta é fomentar atividades recreativas e esportivas, possibilitando o acesso à náutica para toda a comunidade, além de desenvolver o turismo na região”, afirma. A programação do evento inclui curso prático para arrais, atividades recreativas, test-drive em lanchas, oficinas de pesca e noções de mergulho, entre outras atividades.
A empresa americana Brunswick, representada pela Yacht Center e com alguns modelos produzidos em solo brasileiro, levará para o Rio Boat Show 2016 cinco de suas embarcações, as Bayliner 250, 310 e 350, e as Sea Ray 375 e 395, com destaque para a Bayliner 350, lancha produzida pela marca em sua fábrica no Brasil.
Além da cabine confortável para seis pessoas pernoitarem, com direito a um camarote fechado, outro ponto forte desta lancha americana construída no Brasil é o excelente cockpit, com espaço para 12 pessoas sentadas e grande área de circulação. A laminação esmerada também é destaque nesta lancha de mais de 10,6 metros de comprimento.
O Rio Boat Show 2016 acontece entre os dias 8 e 17 de abril e, neste ano, está de volta à Marina da Glória, totalmente reformada. Os ingressos antecipados para o evento já estão disponíveis para compra pelo site oficial do evento. Garanta já o seu!
Em mais uma etapa da preparação da Equipe Brasileira de Vela para os Jogos Olímpicos Rio 2016, os velejadores disputam a partir de segunda-feira, 22, Os Mundiais de 470 e RS:X. O primeiro será realizado em San Isidro, na Argentina, enquanto o segundo será em Eilat, em Israel. As duas competições vão até sábado, 27, quando serão disputadas as regatas da medalha.
Na 470 feminina, o Brasil será representado pela dupla garantida nos Jogos Olímpicos, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan, e por Renata Decnop e Larissa Juk. Entre os homens, estarão presentes Geison Mendes e Gustavo Thiesen; Rodolfo Streibel e Martin Rump; Alexandre Muto e Felipe Brito; e Eduardo Chapchap e Alberto Chapchap. Classificados para a Olimpíada, Henrique Haddad e Bruno Bethlem optaram por ficar no Rio treinando com outros velejadores estrangeiros, pois a competição na Argentina é em água doce e em condições muito diferentes das que são encontradas na Baía de Guanabara.
“A flotilha será bem forte, a maioria das duplas está em preparação para os Jogos Olímpicos. Chegamos com bastante antecedência para podermos nos preparar da melhor forma. San Isidro é um lugar muito semelhante a Porto Alegre, com água doce, onda curta, portanto nos sentimos bem à vontade para velejar. Será importante manter uma média de bons resultados para somarmos o menor número de pontos por dia”, afirmou Fernanda, medalha de bronze nos Jogos de Pequim-2008 na classe 470.
Em San Isidro, as brasileiras terão como principais adversárias as austríacas bicampeãs mundiais Lara Vadlau e Jolanta Ogar; as neozelandesas Jo Aleh e Olivia Powrie, atuais campeãs olímpicas e campeãs mundiais em 2013; as britânicas Hannah Mills e Saskia Clark, vice-campeãs mundiais em 2015 e prata em Londres-2012; e as chinesas Shasha Chen e Haiyan Gao, vencedoras da etapa de Miami da Copa do Mundo, mês passado.
Na RS:X, a Equipe Brasileira de Vela terá Ricardo Winicki, o Bimba, no masculino, e Patricia Freitas, no feminino. Ambos já estão classificados para os Jogos Olímpicos. Além deles, o Brasil será representado por Gabriel Bastos e Bruna Martinelli.
“Chegamos com bastante antecedência, pois sabemos que a raia é difícil. Como existe uma fronteira marítima com a Jordânia, a organização terá de realizar as regatas muito próximas da terra. Some-se a isso o vento de terra, muito instável e imprevisível. Vai ser um campeonato complicado, com muitos participantes. Estou satisfeita com a minha velocidade”, disse Patricia, elogiando o trabalho do técnico neozelandês Jon Paul. “Está sendo ótimo, ele tem muito conhecimento da classe e do equipamento”.
Entre os principais adversários dos brasileiros estão o holandês Dorian Van Russelberge, campeão olímpico em Londres-2012 e terceiro no último Mundial; o francês Pierre Le Coq, campeão mundial em 2015; a espanhola campeã olímpica em Londres, Marina Alabau; e a britânica Bryony Shaw, bronze em Pequim-2008 e duas vezes vice-campeã mundial.
O estaleiro paulista Colunna Yachts marca presença em mais um Rio Boat Show com o jetboat XR2-S. Lançado em 2003, este é um jetboat esportivo de alta resistência, com motorização de 300 hp. Além de veloz, é insubmersível e muito ágil, podendo ser usado também para esqui e wake. É o jetboat monomotor mais potente à venda no Brasil e conta com mais de 850 unidades vendidas. Tem capacidade para até seis pessoas nos seus 5,47 metros.
Entre as características do XR2-S estão, ainda, a inexistência de hélice exposto, aumentando a segurança para quem está na água; não possui leme, com direção dada pela mudança do jato de água; proporciona alta manobrabilidade, com sistema eficiente em qualquer velocidade, podendo ser utilizado para passeios – como uma lancha convencional -, ou como um jet, em manobras mais ousadas; pode viajar em carreta rodoviária; e não tem a necessidade de ficar em uma marina.
O Rio Boat Show 2016 acontece entre os dias 8 e 17 de abril e, neste ano, está de volta à Marina da Glória, totalmente reformada. Os ingressos antecipados para o evento já estão disponíveis para compra pelo site oficial do evento. Garanta já o seu!
Para homenagear as vítimas do naufrágio do transatlântico Príncipe de Astúrias, que completa 100 anos no dia 5 de março deste ano, a Prefeitura de Ilhabela, em parceria com a Marinha do Brasil, a Marina Igararecê, o Yacht Club de Ilhabela, a SPORTMAR Empório Náutico e a Sociedade de Amigos da Marinha do Litoral Norte (SOAMAR), realizará um evento com a participação de várias embarcações que formarão um comboio partindo da Marina Igararecê e do Yacht Club de Ilhabela, em direção à Ponta de Pirabura. No local do naufrágio, próximo à costeira, sob a qual repousa o casco soçobrado doPríncipe de Astúrias, será lançada uma coroa de flores em homenagem aos náufragos.
Ainda, como parte dos eventos que marcam o centenário, será lançado o livro “Ilhabela – Príncipe de Astúrias – Um Mistério Entre Dois Continentes”, de Jeannis Michail Platon. Baseado em investigações e no depoimento do neto de um dos sobreviventes – que estará presente na cerimônia –, o livro traz informações inéditas sobre a história, além de revelar importantes acontecimentos que antecederam o misterioso naufrágio.
Na madrugada do dia 5 de março de 1916, Príncipe de Astúrias – que era um dos mais modernos navios de sua época -, chocou-se contra a laje submersa da Ponta de Pirabura, na costa leste de Ilhabela. Depois do impacto, em apenas cinco minutos, o navio foi a pique, ceifando a vida de centenas de passageiros e tripulantes, muitos sepultados no fundo do mar, tornando esta uma das maiores tragédias marítimas do mundo.
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