Dia de chilenos

Por: Redação -
16/04/2015

– Hoje foi dia dos veleiros chilenos dominarem a raia no Mitsubishi Motors World Championship. Em um dia com ventos nordeste, típicos de Jurerê, e intensidade de até 12 nós, os barcos Mitsubishi Motors e Santander conquistaram a vitória nas provas do dia.

As tripulações participaram de duas regatas em barla sota com quatro pernas de 1,7 milha. Na primeira, quem aproveitou bem as condições do vento foi o Mitsubishi Motors, que fez ótima primeira perna e se distanciou dos outros veleiros.

“Pouco antes da primeira regata, comentamos que as condições de vento e de água estavam muito parecidas com as que estamos acostumados no Chile. Acho que esse fator, aliado a uma ótima largada que fizemos, nos ajudou a conseguir um bom resultado hoje”, explica Horácio Pavez, proprietário do veleiro Mitsubishi Motors.

“Nossa equipe não fez boas regatas nos primeiros dias, o que nos fez trabalhar ainda mais para aproveitar as condições que poderiam nos favorecer”, completa.

Já na segunda prova, quem chegou na frente foi o Santander, seguido dos veleiros Mitsubishi Motors, Estampa DelViento e Itaú, todos chilenos. “Hoje as tripulações do Chile fizeram uma ótima segunda regata. Conseguimos aproveitar bem o vento na largada e nos distanciamos do restante dos veleiros. Fizemos uma prova limpa de começo ao fim”, comemora Jorge Araneda, do barco Santander.

Após oito regatas disputadas, o veleiro argentino Patagônia continua na liderança, com 29 pontos perdidos, 12 pontos a frente do Pajero e do Carioca. Com apenas duas regatas restando para o fim do campeonato, os argentinos estão bem perto do título.

“Sabemos que temos uma vantagem boa e estamos focados em não cometer erros nem tomar penalizações. Sempre buscamos a vitória, mas iremos com uma tática mais conservadora para o último dia de regatas. Em duas provas, tudo pode mudar”, alerta o timoneiro do Patagonia, Juan Grimaldi.

 

Raia de Jurerê

Com barcos de Alemanha, Argentina, Chile e Brasil, o Mitsubishi Motors World Championship, reúne tripulantes de todo o mundo. Apesar das disputas em água, todos concordam que a raia de Jurerê é uma das melhores do Brasil.

“Jurerê é um dos melhores lugares do Brasil para provas náuticas, isso é um consenso entre todos os velejadores que conheço. O local é muito bacana e tem tudo que uma competição precisa. Com certeza foi uma boa escolha para o Mundial”, explica Samuel Albrecht, velejador olímpico e tático do veleiro Crioula 29, que está em oitavo na competição.

Para Alexandre Back, Comodoro do Iate Clube de Santa Catarina, que está abrigando as tripulações, a raia de Jurerê reúne característica que agradam velejadores de tudo o mundo. “A qualidade do vento, da água e da raia, somada a essa linda região, torna a essa praia um lugar único no Brasil. Para nós é uma honra muito grande receber um mundial em nossa sede oceânica. Com certeza todo mundo tem sempre vontade de retornar para cá”, afirma.

 

Foto: Marcos Mendez/Divulgação

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    Primeiros associados

    Por: Redação -

    Como foi antecipado exclusivamente por NÁUTICA, o mercado náutico brasileiro ganhou um novo grupo representativo, a ABRACORE, Associação Brasileira de Corretores de Embarcações, exclusivamente para brokers náuticos. A nova instituição de corretores de barcos terá como presidente Jorge Camasmie, que já foi membro da Acobar, a Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos.

    Confira a nota à imprensa:

    “Em encontro realizado em São Paulo, os principais representantes do segmento náutico nacional reuniram-se para debater as necessidades fundamentais do mercado bem como as mudanças que se fazem necessárias, para que representantes e consumidores encontrem suporte comercial e legal nas negociações que envolvam a compra e venda de embarcações. O objetivo da associação é originar um órgão regulador para a comercialização exclusiva de embarcações usadas, com a implementação de disposições para orientar as atividades dos brokers do segmento náutico e indicar diretrizes que facultem mais clareza e segurança nas comercializações.

    Na oportunidade foi estabelecida a primeira diretoria da ABRACORE, onde foi nomeado como presidente, Jorge Camasmie; como Vice-Presidente, Rafael Correa; Tesoureiro, Nelson Waisbich; Mediador, Paulo Pini; Ações Técnicas, Ítalo Luiz Dalprat Junior e Marketing, Marco do Carmo.

     Segundo o presidente Jorge Camasmie, o objetivo da associação é estabelecer relações entre todos os vendedores de embarcações, introduzir regras entre todos os associados participantes e com isso promover um negócio de alto nível, com mais garantias tanto para quem vende como para quem compra:  “Nós estamos preocupados em dar segurança a quem coloca o barco para vender com um dos nossos associados e dar também o conforto e segurança para quem está comprando o barco. Para isso a necessidade de se dar diretrizes e regras de comercialização”. 

    Como associados, além dos profissionais com vasto know-how de atuação no mercado, farão parte do quadro de membros os profissionais indicados pelos mais experientes, o que fará com que a organização resulte maior credibilidade e liquidez para o mercado náutico. Camasmie acredita que com a criação da associação, muito em breve, cerca de 300 associados serão atendidos pela organização.”

     

    Confira a primeira diretoria da associação:

    Presidente: Jorge Camasmie

    Vice-Presidente: Rafael Correa

    Tesoureiro: Nelson Waisbich

    Mediação: Paulo Pini

    Parte técnica: Ítalo Luiz Dalprat Junior

    Marketing: Marco do Carmo

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      Lenda

      Por: Redação -
      15/04/2015

      Cem Dias entre o Céu e o Mar, Paratii, Mar sem Fim, Antártica 360 Graus, circunavegação, solitário…Amyr Klink é associado diretamente às palavras citadas anteriormente. Um currículo invejável e muita história pra contar. A Volvo Ocean Race não está entre suas façanhas, mas como um bom homem do mar, o navegador não poderia deixar de visitar a única parada brasileira da regata. Amyr Klink e sua equipe dão apoio ao chinês Dongfeng Race Team trazendo barco anfíbios a Itajaí (SC).

      “O mar é a maior escola que eu conheço. Assim como alguns velejadores chineses navegam para o Brasil pela primeira vez, eu era inexperiente quando atravessei o Atlântico. Foi assim também quando debutei velejando sozinho para a Antártica. Eu acho muito legal que a Volvo Ocean Race tenha novos participantes de nações diferentes. É um evento incrível”, disse Amyr Klink, antes de fazer uma palestra sobre o mar para jovens de Itajaí.

      O navegador e palestrante, que escreveu os livros Mar Sem Fim, Cem dias entre o Céu e o Mar e Paratii, gostou do que viu em Itajaí, parada brasileira da Volvo Ocean Race. “Acho muito legal que uma cidade carinhosa como Itajaí tenha entendido a importância de um evento mundial e espero que outras regatas terminem aqui”.

      Sempre contundente em suas declarações, Amyr Klink pediu mais investimentos no setor náutico. “Está na hora do Brasil acordar e começar a fazer mais locais para esporte e portos para receber embarcações. Devemos parar com esse negocio de só olhar para futebol. Não podemos deixar de aproveitar a costa que a gente tem, o potencial náutico e suas atividades”.

      “Aqui nós estamos finalmente em um flutuante que obedece às normas. Quem não conhece como funciona deve vir pra cá. É muito fácil fazer prédio, pontes e outras coisas mais. Aqui é muito mais difícil, mas não é impossível e transforma uma cidade. O Brasil deveria ter centenas e centenas de instalações como essa”.

      O Dongfeng, barco visitado por Amyr Klink, corre contra o tempo para instalar o mastro que quebrou na perna anterior. Uma nova peça está sendo colocada na embarcação. O objetivo é deixar tudo pronto para a In-port Race de Itajaí, que será realizada neste sábado (18) e antecede a largada para Newport, nos Estados Unidos.

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        Batalha Riachuelo

        Por: Redação -

        Neste ano, em 11 de junho, Dia da Marinha do Brasil, a Batalha Naval do Riachuelo, um dos mais cruciais acontecimentos da Guerra do Paraguai, completará 150 anos. Para comemorar a vitória brasileira nesse marcante episódio, a Marinha planejou uma série de festejos em todo o país, além das tradicionais cerimônias com a entrega de medalhas da Ordem do Mérito Naval a militares e civis e a concorridíssima Regata Escola Naval, que chega à sua 70ª edição, no Rio de Janeiro. Em São Paulo — na capital, Santos, São Sebastião, Barra Bonita e Presidente Epitácio —, o Comando do 8º Distrito Naval promoverá palestras, campanhas de doação de sangue, exposições, concurso de trabalhos marinheiros, provas de corrida e natação, apresentação da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais, visitação a navios e ações sociais em escolas públicas. Também haverá, no dia 15 agosto, o torneio esportivo USP x Naval 2015. Esse encontro entre alunos da Universidade de São Paulo e aspirantes da Escola Naval, desta vez será aberto a outras modalidades, como atletismo, futebol, vôlei e basquete, além das habituais provas de remo, na Raia Olímpica da USP.

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          50 pés e nada mais

          Disputada a cada quatro anos, como uma copa do mundo, em barcos equipados com alta tecnologia naval, a America’s Cup é o desafio náutico mais caro (e chique) do mundo, com orçamento aproximado de R$ 3 bilhões. Para se ter uma ideia de custos, apenas os mastros — feitos de um material especial — chegam a custar 1 milhão de dólares. Pois bem, em tempos de crise econômica, a ordem é reduzir esses custos. Por isso, no ano passado, a organização da prova havia anunciado que na próxima edição da America’s Cup — a 35ª,  marcada para 2017 — os catamarãs de 72 pés utilizados na edição 2013 seriam substituídos por um modelo de 62 pés. Seriam! A nova ordem é que os AC72 e os AC62 sejam substituídos por veleiros ainda menores: a America´s Cup Class, com velas do tipo Asa e limitados no tamanho entre 45 e 50 pés. A mudança de regra com o jogo em andamento fez com que o sindicato italiano Luna Rossa, que já trabalhava no desenvolvimento do AC62, desistisse da disputa. Porém, no Fórum de Competidores, composto pelas seis equipes atualmente inscritas na America´s Cup, a maioria votou pela aprovação, sob o argumento de que o custo atual é muito alto. “Não foi um processo fácil”, admitiu Jimmy Spithill, capitão do Oracle Team USA. “As equipes estabelecidas, incluindo nós mesmos, estavam praticamente finalizando a concepção do AC62. Mas existe algo bem maior a se considerar. Precisávamos reduzir os custos, mas tínhamos de respeitar o componente de design do evento, que sempre foi um dos maiores desafios para se vencer uma America´s Cup”.

          “Para ser um sucesso global, a America´s Cup precisa ser acessível para as melhores equipes, não apenas às maiores e mais ricas”, defendeu também Franck Cammas, capitão da equipe Team France. “Portanto, temos de realizar estas mudanças.”

          A redução no orçamento pode gerar a entrada de novos competidores, com pelo menos uma equipe potencial da Ásia em vias de confirmar e outras equipes internacionais ainda avaliando a entrada na disputa, cuja essência é o match race, a corrida de um contra o outro; ganha quem chega na frente, não há segundo lugar.

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            100% feminino

            Por: Redação -

            O Team SCA tem uma relação especial com o Brasil. Além da holandesa Carolijn Brouwer, que morou por 14 anos aqui, a equipe conta com o treinador Joca Signorini. O velejador carioca é o brasileiro com o maior número de participações na Volvo Ocean Race, três como atleta e agora como treinador. A intimidade com os brasileiros aumentou ainda mais esta semana. Durante a passagem da Volvo Ocean Race em Itajaí, as meninas do SCA aproveitaram para visitar o estaleiro especializado em barcos de madeira Kalmar, liderado por Lorena Kreuger. Passaram o dia nas instalações da fábrica para viver a experiência da construção naval e, especialmente, conhecer de perto a mulher por trás do comando do estaleiro. O resultado foi a construção de um lindo caiaque de madeira. Toda essa experiência será contada com detalhes no blog que as meninas do Team SCA mantém para contar histórias de mulheres de locais por onde passam.

            Fotos Divulgação/Kalmar

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              Soto 40

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              A raia de Jurerê realmente impressiona. Tanto os brasileiros, já acostumados com a beleza e o clima, quanto os estrangeiros. Veja o que alguns velejadores têm a dizer sobre a regata Soto 40 em Jurerê e assista as melhores imagens do dia!

              Foto: Marcos Mendez/Divulgação

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                14/04/2015

                O veleiro brasileiro Pajero foi o grande vencedor desta terça-feira no Mitsubishi Motors S40 World Championship. Nas duas regatas realizadas na raia de Jurerê, em Florianópolis (SC), a embarcação liderada por José Maria Torcida aproveitou bem os ventos que chegaram a 20 nós.

                Em mais um dia com o céu aberto e muito sol, os competidores participaram de duas regatas barla sota com quatro pernas de duas milhas, com ventos sempre na direção Nordeste.

                “Hoje o vento veio com muita intensidade logo na primeira regata. Nesse cenário nos saímos bem, conseguimos traçar a tática certa e não ficamos ‘disputando’ vento com outras embarcações”, comemora José Torcida.

                Também da tripulação do Pajero, o jovem Amaury Gonçalves, de apenas 20 anos, se diz empolgado em competir lado a lado com grandes nomes da vela mundial. “É muito gratificante estar em um campeonato onde nomes como Torben Grael e Jochen Schümann, entre outros, estão na água”, ressalta Gonçalves.

                Com as vitórias de hoje, o Pajero subiu oito posições na classificação geral, e agora está na vice-liderança do campeonato, com 28 pontos perdidos. O também brasileiro Carioca, de Roberto Martins, está em 3º, com a mesma pontuação, mas com uma vitória a menos. Quem lidera a competição é o argentino Patagônia, com 18 pontos perdidos.

                Tricampeão Olímpico nas águas de Jurerê
                Mesmo em meio a grandes nomes do esporte que estão em Florianópolis (SC) para mundial, Jochen Schümann se destaca. Um dos tripulantes da equipe alemã EarlyBird, que está na quinta colocação, o atleta é detentor de três medalhas olímpicas de ouro e uma de prata.

                “É muito bom participar de um campeonato em um lugar tão bonito. Nesta época do ano não é possível navegar na Alemanha, por causa do frio. Aqui temos ótimas condições de regata”, explica o velejador, que também venceu duas America’s Cup, em 2003 e 2007, e ganhou o título de melhor velejador do mundo em 1996.

                Para ele, o nível técnico da competição é muito alto. “Temos grandes tripulações competindo em igualdade, o que torna o campeonato ainda mais interessante e imprevisível”.

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                  Mais novidades

                  Por: Redação -

                  Decidida a intensificar seus investimentos no mercado brasileiro, a italiana Azimut Yachts anunciou recentemente o lançamento de sua Azimut 83, prevista para ir para a água entre julho e agosto. Outra novidade, segundo Davide Breviglieri, CEO da marca no Brasil, é a possibilidade do lançamento de uma lancha na faixa dos 56 pés com flybridge, que poderá ser apresentado ao público até o fim deste ano. Paralelamente aos lançamentos, a marca trabalha outras estratégias para cativar o consumidor brasileiro, cada vez mais. A exemplo do que já ocorre com a Azimut 42 BR, todas as novas lanchas fabricadas no Brasil passarão a ter plataforma de popa com espaço gourmet.

                  Para anunciar essas e outras novidades da marca, a Azimut irá promover em São Paulo, na semana que vem, o Aperitivo Azimut, que remete aos tradicionais encontros e confraternizações realizadas costumeiramente nos finais de tarde italianos – país sede da matriz da empresa. E um dos grandes destaques deste encontro será a presença do diretor-presidente do Grupo Azimut-Benetti, o experiente executivo italiano Ferruccio Luppi, ao lado de toda sua diretoria.

                  Foto Divulgação Azimut

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                    Ilha golfinho

                    Localizada na região costeira de Amalfitana, na Província de Salerno, Itália, Li Galli é a maior ilha entre as três que formam o Arquipélago de Sirenusa – entre Positano e Capri. Ela une as inúmeras belezas naturais, já conhecidas pelo mundo, ao interessante fato de possuir o formato de um golfinho. Em 2012, a ilha apareceu no topo de listas das propriedades mais caras do mundo. Era possível comprá-la por US$ 268 milhões. O lugar é tão belo que foi considerado Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco desde 1997.

                    O local convida para uma nova perspectiva: a vista do mar para a ilha em um passeio de barco. Na costa Amalfitana, há muitas opções para aluguel de barcos, com ou sem marinheiro, mas, devido aos ventos do sul e à grande movimentação de embarcações, a navegação para alguém sem muita experiência pode ser perigosa, e o recomendado é que sempre tenha a companhia de um marinheiro. Apesar de o desembarque não ser permitido em Li Galli, já que é propriedade privada, pode ser muito interessante observar as águas que tentaram enfeitiçar Ulisses, como conta a lenda, e tentar imaginá-lo navegando ao redor dali.

                     

                    Foto: Maritè Toledo

                     

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                      Tesouro em Ilhabela

                      Por: Redação -

                      Entre as muitas histórias que povoam Ilhabela, nenhuma é mais instigante do que a do tesouro do Saco do Sombrio. E nenhuma é mais verdadeira do que a obstinada procura por ele empreendida pelo engenheiro belga Paul Ferdinand Thiry. Durante 40 anos, Thiry, dono de um corpo franzino mas uma mente brilhante, pesquisou, estudou, escarafunchou a região, aplicou complexos conceitos matemáticos e viveu praticamente sozinho na inóspita mata do Saco do Sombrio em busca da solução de um enigma, que, segundo ele, levaria ao tesouro. Thiry morreu sem encontrá-lo, mas deixou um sucessor igualmente abnegado, o advogado paulista Osmar Soalheiro, entrevistado por NÁUTICA Sudeste na edição deste mês.

                      Leia a reportagem completa na edição deste mês de NÁUTICA Sudeste. Já nas bancas ou por meio do download da revista digital. Clique aqui e leia.

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                        Que disputa!

                        Por: Redação -

                        Argentina, Chile e Brasil. Barcos de três diferentes nacionalidades venceram as quatro regatas do Mitsubishi Motors S40 World Championship realizadas até essa segunda-feira. O veleiro chileno Estampa DelViento e o brasileiro Carioca foram os vencedores do dia. Na primeira regata, que teve ventos entre 10 e 12 nós, com direção sueste, a equipe chilena conseguiu uma boa largada, se distanciando dos outros veleiros logo na primeira perna. “Foi um dia ótimo para velejar, com ventos constantes e com velocidade. Conseguimos uma boa saída e escolhemos a tática certa para o início da prova. Depois disso, mantivemos o ritmo e terminamos na primeira colocação”, Miguel Gonzalez, comandante do chileno Estampa DelViento.

                        Já na segunda regata, quem conquistou a vitória foi o Carioca, que já havia chegado em segundo na primeira prova do dia. “Hoje foi um dia muito bom, com ventos de até 15 nós. Melhoramos nossa largada, o que é importante em competições monotipo”, comemora Roberto Martins, comandante do veleiro. Para ele, o nível técnico das tripulações garantirá um campeonato disputado até o fim. “O resultado não quer dizer que somos uma equipe melhor do que as outras. Apenas conseguimos velejar mais rápido hoje”, completa.

                        Com o resultado de desta segunda-feira, o veleiro brasileiro está em segundo na classificação geral do campeonato, com 15 pontos perdidos, cinco a mais do que o líder Patagonia e três a menos do que o terceiro colocado, o Crioula.

                        Outro veleiro brasileiro que conseguiu uma boa segunda prova foi o Magia V/Energisa, do medalhista olímpico Torben Grael, que chegou na terceira colocação. “Na primeira regata cometemos alguns erros na tática, o que nos prejudicou um pouco. Já na segunda largamos bem, acertamos nossa estratégia e o barco respondeu com muita velocidade”, explica Torben.

                        Uma das flotilhas mais fortes do mundo

                        Além de grandes nomes competindo na raia de Jurerê, como Torben Grael, Jochen Schümann e Cole Parada, o Mitsubishi Motors S40 World Championship conta com juízes de renome na organização. É o caso de Nelson Ilha, chefe de juria do campeonato e uma das maiores autoridades de vela no mundo.

                        “Essa classe tem como característica os barcos sempre iguais. Aqui se vê equipes que estão correndo são montadas com táticos profissionais, que fazem campanha olímpica. São velejadores que estão no topo da vela internacional. É realmente um evento de altíssimo nível”, exalta o gaúcho que tem cinco Olimpíadas e quatro Pan-americanos no currículo.

                        Para ele, outro destaque é o formato do campeonato, que não conta com descartes. “A flotilha é muito parelha e qualquer erro de manobra ou uma decisão tática errada faz com que o competidor pague”, complementa Nelson, que será o juiz chefe do próximo Pan-americano.

                        Resultados acumulados após quatro regatas:

                        1º Patagonia (ARG) – (1+1+3+5) – 10pp

                        2º Carioca (BRA) – (8+4+2+1) – 15pp

                        3º Crioula (BRA) – (2+2+5+9) – 18pp

                        4º Itau (CHI) – (4+5+10+2) – 21pp

                        5º Santander (CHI) – (7+3+6+7) – 23pp

                        6º Early Bird (ALE) – (6+9+4+4) – 23pp

                        7º Estampa Delviento (CHI) – (11+7+1+6) – 25pp 8º Pajero (BRA) – (3+6+7+10) – 26pp 9º Magia V Energisa (BRA) – (5+10+9+3) – 27pp 10º Mitsubishi Motors (CHI) – (9+8+11+8) – 36pp 11º Ocean Pact Racing (BRA) – (10+11+8+11) – 40pp
                        Calendário do Mitsubishi Motors Soto 40 World Championship:

                        14/4 – Quinta e sexta regatas

                        15/4- Sétima e oitava regatas

                        16/4 – Nona e décima regatas

                        16/4 – Premiação

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                          A Mitsubishi Soto 40 fez seu segundo dia de regatas hoje na raia de Jurerê, em Florianópolis. Antes das disputas, TV NÁUTICA conversou com dois experientes skippers, o chileno Dag von Appen e o alemão Jochen Schümann, que apresentaram a classe e o barco para o público.

                          Foto: Marcos Mendez/Divulgação

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                            Grande novidade

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                            O Grupo Fasano, que conta com quatro hoteis e dezesseis restaurantes espalhados pelo Brasil, irá abrir mais uma filial, desta vez, em Angra dos Reis. Depois de pelo menos seis meses de negociação com a incorporadora KPFR e com o fundo Polo Capital, donos do Hotel do Frade, a JHSF, controladora da marca Fasano, assinou na semana passada um contrato para erguer um cinco estrelas concebido por Rogério Fasano, além de um restaurante com a bandeira Fasano. Segundo informações de pessoas ligadas ao Frade, o plano é inaugurar no próximo verão. Os frequentadores de Angra já estão em festa.

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                              Iate COMO

                              Por: Redação -
                              13/04/2015

                              Uma plataforma de diversão e camarote de luxo. É assim que o fenomenal Como é definido por seu dono, o neozelandês Neville Crichton, que usa o iate para assistir ao Grande Prêmio de Fórmula 1 em Mônaco e desfilar por Saint-Tropez. A primeira diferença do Como, um barco de 151 pés com casco e superestrutura de alumínio, tem a ver com seu dono, Neville Crichton. Na contramão da maioria de seus pares no multimilionário mundo dos superiates, ele não faz questão do anonimato. E é isso que torna o espetacular Como um iate ainda mais especial.

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                                Velasco 43

                                Por: Redação -

                                A francesa Jeanneau é uma das poucas fabricantes — ao lado da sua compatriota Beneteau e da alemã Bavaria — que fazem, e bem, veleiros e lanchas. Fundada por Henri Jeanneau em 1957 e hoje pertencente ao grupo Beneteau, a empresa produz uma ampla gama de barcos a motor, de pequenas lanchas de 18 pés de console central a grandes modelos de 75 pés com flybridge, que compõem cinco linhas de produtos. Destas, Prestige, Leader, NC e Velasco são importadas para o Brasil, pela Yacht Center Group. A Velasco, a marca mais recente, com dois modelos de 43 pés e um de 37, estreou no país há seis meses, com a Velasco 43, que foi uma das estrelas do São Paulo Boat Show.

                                Leia a reportagem completa na edição de abril de NÁUTICA. Já nas bancas ou por meio da loja virtual. Clique e compre já.

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                                  Por: Redação -

                                  O Dongfeng Race Team, barco que abandonou a quinta etapa da Volvo Ocean Race por quebra do mastro, chegou a Itajaí (SC) no início da madrugada desta segunda-feira (13). O veleiro passa por avaliação estrutural no estaleiro e os especialistas já trabalham para colocar a nova peça, que está na base desde o domingo (12). O processo deve durar, no mínimo, três dias e o objetivo dos chineses é participar da regata local – chamada de In-port Race, marcada para o próximo sábado.

                                  Apenas alguns velejador ficaram no barco nesse transporte a motor do Ushuaia, na Argentina, até o Brasil. Parte do time ganhou um descanso após a quebra. Mas quem ficou teve tempo para pensar e ganhar experiência. Um deles era o chinês Liu Xue, conhecido como Black. “Ficamos dias navegando até chegar ao Brasil. Um período de reflexão sobre o que ocorreu e o que está por vir. Enfim chegamos e agora vamos focar a sexta etapa”.

                                  Fã do futebol brasileiro, o chinês Black não deixou de exaltar o novo país que acabara de desembarcar pela primeira vez. “Adoro o Brasil. Sempre vi pela TV o seu futebol e gosto muito do Kaká e do Ronaldo”, falou o chinês com um copo generoso de caipirinha na mão.

                                  Curiosidade

                                  Apesar de ser um barco chinês, a equipe é comandada pelo francês Charles Caudrelier. Campeão na temporada passada com o Groupama 4, o velejador viveu a mesma situação de quebra de mastro na etapa até Itajaí. A história de três anos atrás terminou com o título. Agora, a realidade, segundo ele, é outra.

                                  “O Abu Dhabi abriu uma vantagem de oito pontos e a história nessa temporada é diferente. Dificilmente vamos pega-los. Nosso trabalho é ficar pronto para a largada – sei que dará tempo pra isso – e sustentar a segunda colocação. Poucos pontos nos separam e podemos cair para o quinto lugar”, falou o francês. “Estou feliz pelo trabalho da nossa equipe de terra. A quebra do mastro foi um momento duro para nosso time. Agora é manter a concentração como nas outras etapas”.

                                  No caminho até o Brasil, já com o motor ligado, o barco foi conduzido pelo capitão Graham Tourell. O velejador não compete entre as etapas e só é acionado em casos como esse.

                                  Classificação

                                  Abu Dhabi Ocean Race – 9 pontos perdidos
                                  Dongfeng Race Team – 16 pontos perdidos
                                  Team Brunel – 18 pontos perdidos
                                  MAPFRE – 18 pontos perdidos
                                  Team Alvmedica – 19 pontos perdidos
                                  Team SCA – 29 pontos perdidos

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                                    Represa da paz

                                    Por: Redação -

                                    A represa do Broa (que praticamente ninguém conhece pelo seu nome oficial, represa do Lobo) é um pequeno reservatório de água doce, no município paulista de Itirapina, que, por sua vez, poucos já ouviram falar. É formada pelo represamento de oito pequenos córregos (entre eles, o próprio rio do Lobo, que batizou a represa, embora ele não passe de um riacho pouco representativo até na região) e tem pouco mais de meia dúzia de quilômetros de extensão. No tamanho, a represa mais parece uma lagoa e fica numa região central do estado de São Paulo sem nenhuma representatividade náutica. Ou seja, dito assim, parece um lugar sem nenhum atrativo, certo? Mas espere só até chegar lá e dar de cara com uma paisagem assim, que ninguém cansa de olhar. Ou, então, se deslizar na água for a sua praia, de esquiar ou praticar wakeboard na água limpa e lisinha desta represa, que, pelo seu tamanho diminuto, tem vocação natural para os esportes náuticos. Além de encher os olhos de todo mundo que nem sabia que ela existia.

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                                      Sonho realizado

                                      Por: Redação -

                                      25 anos atrás, Fernando Collor de Melo ainda não havia sido sequer eleito presidente, a moeda do Brasil era o cruzado, computadores eram quase novidades e celular tinha a ver com corpo humano, não com telefones. Pois foi há cerca de 25 anos que o então jovem casal paulistano Elfriede e Jadyr Galera, recém casados e com o sonho comum de ter uma família e um barco, começou a construir, eles mesmos, este veleiro: o Augenblick, que só recentemente ficou pronto, um quarto de século (ou quase meia vida deles…) depois. Mas, apesar disso, jamais pensaram em desistir. Porque, para eles, o Augenblick sempre foi bem mais do que um simples barco. Era um objetivo a ser alcançado e, nos últimos anos, virou, também, o principal combustível da vida de Elfriede, depois do surgimento de um câncer sem cura. Mas que agora, com o barco na água e pronto para partir, começa a dar sinais de regredir. Coincidência? Não é o que eles acham…

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                                        Bem cuidada

                                        Verão, sol, água, vento são uma bela união, principalmente, quando se está a bordo de uma embarcação. Mas podem ser, também, os vilões da pele se você não tomar alguns cuidados simples, mas essenciais – e que devem ser adotados na sua rotina, não apenas quando for sair de barco. NÁUTICA conversou com o dermatologista Renato Esper Saliba, que deu algumas dicas de como cuidar da pele antes, durante e depois dos passeios. Vale conferir!

                                        1 – Aplicar filtro solar meia hora antes da exposição solar e fazer a reposição a cada 2 horas é essencial para manter a pele protegida dos raios solares e evitar queimaduras, manchas, envelhecimento precoce e outras dores de cabeça que a falta de proteção pode trazer. O mercado está recheado de produtos, basta escolher o que se adequa melhor a você. Normalmente, recomenda-se fator de proteção acima de 30, de acordo com o seu tipo de pele;

                                        2 – A alimentação é um fator importante que está diretamente ligado à pele, apesar de algumas pessoas ainda não levarem em consideração. Ela deve ser leve e saudável, à base de frutas, verduras e legumes, que ajudam na hidratação do corpo e têm propriedades benéficas para a pele;

                                        3 – Você deve ingerir, no mínimo, 2 litros de água por dia para ajudar a manter a pele e o corpo sempre hidratados. Em dias mais quentes, é recomendado que a ingestão ultrapasse este mínimo, e o complemento pode ser feito com outros líquidos, como água de côco, por exemplo;

                                        4 – Após a navegação, é recomendado banho rápido e morno, de preferência com sabonete à base de glicerina, para evitar o ressecamento;

                                        5 – Escolha um hidratante corporal para usar e abusar dele. Hidratante nunca é demais! Leve em conta as propriedades de cada um, seu tipo de pele e preferência de fragrância. O uso pós-banho mantém a pele macia e hidratada. Eles podem, também, relaxar, acalmar, de acordo com a fragrância escolhida.

                                         

                                        Foto: Fotolia

                                         

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                                          Começou!

                                          Por: Redação -

                                          As tripulações da flotilha de Soto 40 içaram suas velas para as duas primeiras regatas do Mitsubishi Motors S40 World Championship, que está sendo realizado em Florianópolis (SC). Sob sol, céu totalmente aberto e águas cristalinas, as equipes se enfrentaram em disputas bastante acirradas na raia de Jurerê.

                                          A cobertura completa do campeonato você acompanha aqui no site de Náutica e também pela TV Náutica.

                                          Os veleiros partiram da sede oceânica do Iate Clube de Santa Catarina, e iniciaram as provas às 12h30. Foram duas regatas em barla sota com quatro pernas cada. Durante a competição, os ventos tiveram intensidade entre 9 e 10 nós, com direção sueste, típica da raia de Jurerê. Quem conseguiu aproveitar melhor essas condições foi o veleiro argentino Patagonia, que venceu as duas regatas do dia.

                                          “Conseguimos fazer duas largadas muito boas. A equipe fez um trabalho perfeito, o barco se comportou bem e tivemos um pouco de sorte. Atingimos nossas expectativas e continuaremos com foco no trabalho nos próximos dias”, comemora o timoneiro do Patagonia Juan Grimaldi.

                                          Para o argentino, o nível técnico da competição está muito elevado, por isso não é hora de relaxar. “Temos muito campeonato pela frente e não teremos descartes. Esse resultado nos deu vantagem, mas nada que tire o foco das próximas regatas”, completa Grimaldi.

                                          Logo atrás do Patagonia, a equipe do Crioula, liderada pelo velejador olímpico Samuel Albrecht, terminou as duas regatas na segunda colocação. “Os dias que antecederam as provas foram muito importantes para treinarmos e colocarmos a equipe toda em sintonia. Conseguimos executar bem o plano traçado, a tripulação trabalhou bem e manteve o barco rápido durante todo o dia”, comemora.

                                          As regatas ainda contaram com a presença de duas lendas vivas do esporte: Jochen Schümann, tricampeão olímpico pela Alemanha, que compete pela equipe EarlyBird, e Torben Grael, maior medalhista olímpico brasileiro, que comanda o veleiro Magia V/Energisa. Juntos, os dois atletas somam 9 medalhas, sendo cinco de ouro.

                                          Preparação para as Olimpíadas
                                          O bom resultado do Crioula no primeiro dia serviu também como treino: Samuel está se preparando para competir na classe Nacra 17, nas Olímpiadas do Rio de Janeiro 2016. “Eu estou bem focado na preparação para as Olimpíadas e também nas campanhas com o Crioula. Acabando essa competição de Soto40, aqui em Florianópolis, eu já embarco para a Europa e dou sequência aos treinamentos e competições. Estou fazendo tudo o que posso, dando o meu máximo”, garante Samuel.

                                          Outro jovem atleta olímpico que participa do Mitsubishi Motors S40 World Championship é Henrique Haddad, do veleiro Ocean Pact. “Além de ser bom para me manter em forma, participar desse campeonato é divertido. É como tirar uma folga de toda a preparação que fazemos”, brinca Henrique, que competirá na classe 470 nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

                                          Resultados acumulados após duas regatas:
                                          1º Patagonia (ARG) – (1+1) – 2pp
                                          2º Crioula (BRA) – (2+2) – 4pp
                                          3º Pajero (BRA) – (3+6) – 9pp
                                          4º Itau (CHI) – (4+5) – 9pp
                                          5º Santander (CHI) – (7+3) – 10pp
                                          6º Carioca (BRA) – (8+4) – 12pp
                                          7º Magia V Energisa (BRA) – (5+10) – 15pp
                                          8º Early Bird (ALE) – (6+9) – 15pp
                                          9º Mitsubishi Motors (CHI) – (9+8) – 17pp
                                          10º Estampa Delviento (CHI) – (11+7) – 18pp
                                          11º Ocean Pact Racing (BRA) – (10+11) – 21pp

                                          Calendário do Mitsubishi Motors Soto 40 World Championship:
                                          13/4 – Terceira e quarta regatas
                                          14/4 – Quinta e sexta regatas
                                          15/4- Sétima e oitava regatas
                                          16/4 – Nona e décima regatas
                                          16/4 – Premiação

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                                            Boa notícia

                                            Por: Redação -
                                            12/04/2015

                                            O novo mastro do barco Dongfeng Race Team já está em Itajaí (SC) e aguarda a chegada do barco para que a equipe chinesa comece a instalação. A peça, que veio dos Emirados Árabes Unidos, exigiu uma logística diferente de transporte. O mastro foi colocado em um avião e levado a São Paulo. Na sequência, a estrutura que sustenta a vela e tem 30 metros de altura foi posta num caminhão. Antes da chegada à cidade catarinense na manhã deste domingo (12), a Coordenadoria de Trânsito de Itajaí e da Polícia Militar fecharam as ruas que dão acesso à Vila da Regata para facilitar o transporte. A operação durou menos de uma hora.

                                            “Não é o fim da saga. Temos muita coisa pela frente”, afirmou Bruno Dubois, diretor do Dongfeng Race Team. “Nós estamos contentes com a chegada do mastro. Acredito que dará tempo de instalar a peça a tempo da largada para a próxima etapa. Serão três dias de trabalhos para preparar o mastro. Nosso objetivo é colocar o barco na água na quinta e…bingo…correr a regata local do sábado, quem sabe”.

                                            A equipe de terra do Dongfeng já começou os trabalhos para a montagem. A partir desta segunda-feira, quando o barco deve chegar a Itajaí, a operação ficará mais intensa. “Espero que nada mais quebre até o fim da regata. Dedos cruzados”.

                                            O mastro do Dongfeng quebrou antes da equipe chinesa contornar o Cabo Horn. A tripulação tentou achar uma solução para retomar a regata com segurança, mas  a decisão foi abandonar a prova e ir com motor ligado até Itajaí. A quinta etapa foi vencida pelo Abu Dhabi Ocean Racing. Mapfre e Team Alvimedica completaram o pódio no Brasil.

                                            Foto: Ainhoa Sanchez / Volvo Ocean Race

                                             

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                                              Por: Redação -
                                              11/04/2015

                                              Equipes prontas, velas içadas e barcos preparados. A flotilha Soto 40 está em Jurerê, Florianópolis (SC) para o Mitsubishi Motors S40 World Championship, que começa neste domingo, dia 12 de abril, com duas regatas previstas. É a 3ª edição do mundial da classe e a primeira vez que o Brasil é sede.

                                              Nos últimos dias, as tripulações apresentaram seus barcos para a vistoria técnica e aproveitaram para conhecer as características da raia de Jurerê. “Esses dias que antecedem o evento são importantes para deixar o barco pronto e a equipe focada. Fizemos os primeiros treinos na raia com o time completo e estamos prontos para o treino oficial”, explica Dag van Appen, capitão do veleiro chileno Itaú.

                                              Neste sábado, dia 11, foi realizado o treino oficial do campeonato, um importante teste para as tripulações saberem se estão prontas para as regatas. “Estávamos na Alemanha, onde é impossível navegar nessa época do ano. Fazer esse aquecimento é muito importante, principalmente em um campeonato em que enfrentaremos equipes extremamente qualificadas”, adianta o medalhista olímpico Jochen Schümann, da equipe alemã EarlyBird.

                                              A partir de domingo, dia 12/4, começarão as regatas oficiais, que continuam até dia 16, quando o barco que conseguir manter a menor pontuação no acumulado geral será o vencedor.

                                              “Hoje pudemos fazer os últimos ajustes no barco e colocá-lo na água. Como todos os barcos são totalmente iguais, um bom trabalho nesses dias pode fazer grande diferença no decorrer do campeonato”, comenta Horacio Pavez, do Mitsubishi Acuario II.

                                              Todas as regatas dessa edição poderão ser acompanhada em tempo real, em qualquer lugar do mundo, através do site: mitsubishis40wc.com.br

                                               

                                               

                                              Foto: Marcos Mendez / Mitsubishi

                                               

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                                                Por: Redação -

                                                A família Grael é sinônimo de vela. Torben, Lars, Axel, Martine, Marco e cia limitada sempre dão orgulho ao Brasil dentro e fora da água. Na Volvo Ocean Race, o sobrenome está no panteão dos campeões com Torben, que conquistou o título na edição 2008-09. Outro exemplo de sucesso e de reconhecimento é Lars Grael, medalhista olímpico e hoje um dos porta-vozes da modalidade no Brasil. Mesmo depois de perder uma perna em um acidente em 1998, o campeão deu a volta por cima e é um dos melhores timoneiros da classe Star do mundo. Recentemente, Lars Grael venceu pela sexta vez o Campeonato Brasileiro da categoria e pela segunda a Bacardi Sailing Cup. Um exemplo de superação, assim como a Volvo Ocean Race.

                                                “Na Volvo Ocean Race, os atletas se superam a cada dia, a cada etapa. É um evento único com o mais alto-nível técnico entre as tripulações. Disciplina, máximo rendimento e dificuldade fazem parte do campeonato. O barco só de mulheres é um exemplo, pois demostra superação e capacidade. Elas já venceram regatas locais e provaram que podem brilhar”, contou Lars Grael.

                                                O velejador foi convidado para dar palestra nesta sexta-feira (10), na Vila da Regata. Mas antes, Lars Grael visitou a cidade de Itapema, próxima a Itajaí. No evento com a imprensa realizado no Plaza Resorts, o medalhista olímpico pediu mais investimento e atenção para vela oceânica nacional.

                                                “O Brasil não tem cultura náutica. Existe um preconceito de que as marinas agridem ao meio ambiente. Essa imagem é antiga. O país ganharia com geração de renda e turismo, além do desenvolvimento do esporte náutico”, contou Lars Grael. “Somos referência na vela olímpica. Mas na vela oceânica a gente está um pouco atrás dos outros países, justamente por isso”.

                                                Lars Grael elogiou os números de público da parada de Itajaí. O último levantamento já indicou que mais de 100 mil pessoas visitaram o local desde a última sexta-feira. “A reputação internacional foi grande para a cidade. A boa organização e o sucesso de público chamam a atenção para Itajaí”.

                                                A Volvo Ocean Race aguarda a chegada do barco Dongfeng à cidade. O barco chinês navega a motor e deve atracar na Vila da Regata no início da semana que vem. O mastro chegou nesta sexta-feira de avião em Campinas e está a caminho de Itajaí. A largada para a sexta etapa — entre o Brasil e os Estados Unidos — será no domingo (19).

                                                Foto: Aline Bassi/Balaio de Ideias

                                                 

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                                                  Por: Redação -
                                                  10/04/2015

                                                  Os veleiros da classe Soto 40, os mais modernos barcos one design da vela oceânica, já estão na praia de Jurerê, em Florianópolis (SC), para o Mitsubishi Motors S40 World Championship. A competição, que será realizada entre 12 e 16 de abril, poderá ser acompanhada em tempo real, em qualquer lugar do mundo, através do site: mitsubishis40wc.com.br

                                                  Durante as provas, cada barco será equipado com um localizador padronizado, que enviará informações sobre a velocidade, localização, distância percorrida e possíveis penalidades acumuladas, além de saber simultaneamente a tática escolhida por cada uma das tripulações para conquistar a vitória. Um ingrediente a mais para acompanhar disputas entre tripulantes de diversos países que, juntos, somam 15 medalhas olímpicas e mais de 20 títulos mundiais.

                                                  “Para quem assiste a competições de vela da praia, às vezes fica um pouco difícil entender quem está em vantagem. Com essa tecnologia de gps, podemos mostrar exatamente onde está cada um dos barcos, para qual deles as condições de vento são favoráveis e quem escolheu a melhor tática para a regata. Tudo isso com alcance mundial, a um clique de distância”, explica Lucas Ezequiel Vescio, secretário oficial da classe Soto 40.

                                                  “Teremos tripulações de todo o mundo disputando regatas com barcos rigorosamente iguais. Em competições como essa, cada detalhe é importante e pode definir o vencedor”, explica Samuel Albrecht, velejador olímpico bicampeão da Semana de Vela de Ilhabela e tricampeão brasileiro de oceano, que competirá no Crioula 29, do clube Veleiros do Sul.

                                                  O Mitsubishi Motors Soto 40 World Championship é uma das principais competições da categoria ao redor do mundo, reunindo tripulações de renome para disputas bastante acirradas a bordo do moderno veleiro Soto 40.

                                                  Com o conceito de one design, no qual todos os veleiros são idênticos quanto ao tamanho, peso e área das velas, a competição tem como objetivo destacar a capacidade e o talento de cada uma das equipes na hora de definir o vencedor.

                                                  Na primeira edição do Soto 40 World Championship, realizada no Chile em 2013, o veleiro Pisco Sour foi o campeão. No ano passado, em Valência, na Espanha, quem levantou o troféu foi o veleiro inglês Ngoni.

                                                  As tripulações participarão de 10 regatas em barla sota e a equipe que conseguir manter a menor pontuação no acumulado geral será a vencedora. Uma característica marcante da competição é a ausência de descartes, que exige atenção dos participantes na hora de traçar suas estratégias e torna a regata ainda mais imprevisível. No final do campeonato, os três veleiros com melhor desempenho serão premiados.

                                                  Foto: Mathias Capizzano

                                                   

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                                                      O convés de um barco aparentemente de fibra de vidro foi encontrado na costa oeste do estado de Oregon, nos Estados Unidos, no que acredita-se ser mais um remanescente da catastrófica tsunami que atingiu o Japão quatro anos atrás.

                                                      A informação e a foto foram divulgadas pelo Oregon Parks and Recreation Department. De acordo com o órgão, havia uma variedade de espécies de peixes típicas da costa japonesa dentro do casco da embarcação.

                                                      Não é a primeira vez que um barco a deriva atingido pela tsunami japonesa cruza todo o Oceano Pacífico e chega até a América do Norte. Uma grande quantidade de objetos variados chegou à Costa Oeste dos EUA por esse motivo. Alguns itens também foram encontrados no Canadá e no Alasca.

                                                      Foto: Oregon Parks and Recreation Department/AP

                                                       

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                                                        O velejador Lars Grael embarca nesta segunda-feira, dia 13, para Miami onde disputam a partir do dia 15 o Hemisfério Ocidental da classe Star. Lars foi campeão ano passado ao lado do americano Brad Nichol e tentará defender o título este ano com o fiel proeiro Samuel Gonçalves.

                                                        “Sei que esta competição tem alto nível, mas estamos entre os candidatos ao título. Teremos uma boa disputa, dentre outros, com o Bruno Prada, considerado melhor proeiro do mundo, que vai velejar ao lado do americano John MacCausland, campeão mundial de 2013”, disse Lars.

                                                        Além de Lars e Prada, o Brasil estará representado por mais quatro tripulações: Fabio Bodra e Arthur Lopes, Admar Gonzaga e Alexandre Freitas, Dino Pascolato e Henry Boening, e Frederico Viegas e Renato Moura.

                                                        Antes de embarcar, no entanto, ele terá dois importantes compromissos para cumprir aqui no Brasil: uma entrevista coletiva na parada da Volvo Ocean Race em Itajaí (SC), hoje, e a regata comemorativa dos 101 anos do Rio Yacht Club, também conhecido como Sailing, no sábado (11), em Niterói. Para esta regata Lars contará com o reforço da família a bordo do Marga, um veleiro clássico de madeira.

                                                        Lars Grael conta com o patrocínio da Light através da Lei de Incentivo do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

                                                        Foto: Aline Bassi/Balaio

                                                         

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                                                          Os eletrônicos da linha Dragonfly, da Raymarine, revolucionaram o setor de fishfinders com gps, na medida que nunca antes se pode adquirir um equipamento tão capaz por um preço tão acessível. Afinal, com os recursos avançados de varredura subaquática, baseados na tecnologia Chirp e Chirp Downvision (capazes de gerar imagens bem definidas do fundo abaixo do barco quase como uma câmara), junto com um navegador gps, as sondas de 5,7″ e de 7″ da linha Dragonfly ganharam duas irmãs menores. Trata-se das novas sondas Dragonfly de 4,3″ e de 5″, que vem agora com wi-fi, recurso que suas irmãs mais velhas, apesar de maiores, não têm. Soma-se a isto a opção de, no modelo menor, de 4″, adquirir o eletrônico somente com a função sonda, o que é bom para quem já tem um gps no painel e quer economizar na compra. Os preços sugeridos destes novos eletrônicos, pesquisados no mês de abril de 2015 na cidade de São Paulo, são:

                                                          Dragonfly 4DV, sonda com transdutor: R$ 1.436,60

                                                          Dragonfly 4 Pro, sonda e gps com transdutor e carta náutica C-Map MSD: R$ 2.303,18

                                                          Dragonfly 5 Pro, sonda e gps com transdutor e carta náutica C-Map MSD: R$ 3.884,98

                                                           

                                                          Fotos: Divulgação

                                                           

                                                          Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

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                                                            Saem os atletas, entram os engenheiros e especialistas em construção naval. A Volvo Ocean Race tem um local especial para cuidar dos barcos: The Boatyard. O estaleiro de 1 200 metros quadrados é um espaço importante na regata, principalmente em etapas mais duras como a da Nova Zelândia até o Brasil. Em Itajaí (SC), por exemplo, os barcos que já chegaram passam por um verdadeiro check-up — do casco, passando pelas peças e eletrônica até a velas. Nesta quinta-feira (9), Abu Dhabi, Mapfre, Alvimedica, Brunel e SCA estão içados para revisão antes da próxima jornada.

                                                            “Tiramos o barco da água e logo fazemos um ultrassom. A primeira parte é ver se não houve uma delaminação no casco. As velas são revisadas para ver se não há rasgos. Depois é a vez da avaliação de cabos, peças e da parte elétrica”, explicou Federico Bensadon, um dos 54 integrantes da equipe de Nick Bice em Itajaí.

                                                            “Minha equipe trabalha em tempo integral Todas as pessoas envolvidas no estaleiro têm experiência na regata”, explica o chefe do estaleiro, Nick Bice. “Eles não foram contratados apenas por serem os melhores, mas também por terem a confiança de toda a comunidade da Volta ao Mundo”.

                                                            O Dongfeng, barco chinês que navega com mastro quebrado até Itajaí, será o próximo a receber os cuidados do estaleiro. A embarcação chega até a próxima segunda-feira junto com um novo mastro, que esta vindo de Dubai por avião.

                                                            The Boatyard tem uma operação centralizada, essencial para garantir que a flotilha esteja sempre em condições iguais durante toda a regata. “Não é necessário ter tanta gente em cada parada. A logística, vôos e os salários preenchem uma grande parte do orçamento”. Outra economia das equipes está no setor e peças de reposição, que está sob o comando do estaleiro.

                                                            Para as equipes, é uma equação simples, mas Nick Bice e seu grupo precisam de agilidade para lidar com as demandas. “A gente nunca sabe quando o pior situação pode ocorrer, por isso temos de estar preparados para tudo que cai na nossa mão. Nenhuma situação é a mesma da outra”.

                                                            O barco não é feito apenas de velocidade. É preciso garantir a sobrevivência dos tripulantes. Por isso, o serviço de estaleiro feito por Nick Bice é especial: “As equipes não podem mais contratar 25 caras top para sua equipe de terra. Nós reunimos os melhores do mercado, contratamos e oferecemos o serviço para todas”.

                                                            O estaleiro pode ser visto e fotografado pelo público da Vila da Regata de Itajaí todos os dias. Mais uma novidade desta temporada.

                                                            Foto: Ainhoa Sanchez / Volvo Ocean Race

                                                             

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