O casal que trocou o asfalto do Rio de Janeiro pelas águas do litoral brasileiro

Por: Redação -
08/02/2021

Daniel Prates, de 36 anos, e Danielle Mello, 31, dividem o dia a dia a bordo do veleiro Kaizen desde dezembro de 2018. Ele, formado em filosofia, e ela, em biologia, se completam em uma rotina com muito sal, sol, artesanato e amor. Mas, para entender essa história é necessário voltar um pouco no tempo, quando eles ainda não se chamavam de “Dani” e nem imaginavam o que estava por vir. 

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Os dois, mesmo que em momentos diferentes, sempre pensaram em viajar pelo mundo, mas até então, não sabiam como. Para qualquer lugar a questão monetária se fazia presente: era passagem, hospedagem e todos custos fixos de uma viagem. “Também nunca tive essa pegada de viagens rápidas, sempre gostei de explorar o lugar que visito”, explica Daniel. 

Ainda assim, qual seria a alternativa? Motorhome? Mochilão? Não, a resposta era mais simples do que parecia. “Um veleiro mata os custos: a passagem é a vela, e a hospedagem é a própria embarcação. Pensando nesses custos, um veleiro era a melhor opção”.

Veleiro Kaizen na praia da Crena, em Ilha Grande – Imagem: Acervo pessoal

Os primeiros passos

Entretanto, apenas o veleiro não interessava, afinal, eles não tinham tanto contato com o mundo náutico, tampouco com velejar. A fim disso, em 2015, Daniel passou o ano mergulhado em diversos cursos de vela espalhados pela cidade maravilhosa, onde viviam. Logo depois, a prova e a carteira de arrais vieram em seguida, em maio do mesmo ano. 

No final de 2015, a consolidação: a compra do Kaizen. “Já comprei o veleiro para morar. Pensei em unir o menor custo com a menor estrutura que pudesse dar um conforto”, pontua Daniel que adquiriu um Delta 26, ano 1992, equipado com motor de popa Mercury 8 hp. 

“Trabalhe como um capitão. Divirta-se como um pirata” – Imagem: Acervo pessoal

Nesse ínterim, o Kaizen ficou na Marina da Glória e, depois, no Clube de Regatas Guanabara. Lá, Daniel aproveitou e fez mais dois cursos de vela. “Fui mudando para o veleiro aos poucos, mas rapidamente já estava dormindo todos os dias nele. Sempre tive apoio em terra, guardando algumas coisas que não cabiam nele na casa da minha mãe”, complementa. 

Danielle entrou em cena em 2018, mas, à época, eles não acreditavam que o relacionamento seguiria adiante, hoje, porém, riem disso. Depois dos primeiros encontros a dúvida de nunca mais se ver rondava o casal. Por linhas nem tão retas, eles foram construindo, aos poucos, tal relação. 

Daniel é formado em filosofia, Danielle em Biologia – Imagem: Acervo pessoal

Em novembro de 2018, Daniel se preparava para sua primeira grande viagem a bordo do Kaizen, partindo da Ilha Grande, em Angra Dos Reis. Danielle, que estava no Rio, foi até ele, mas quando voltou, pensou que nunca mais o veria. No entanto, como as linhas já não eram tão retas, problemas na viagem de Daniel o fizeram voltar. 

No Rio, ancorado na praia de Botafogo, Danielle foi mais ao Kaizen. “Morei sozinho até dezembro de 2018, quando a Dani trouxe para o Kaizen uma mochila de roupas, um skate e uma escova de dentes”, brinca Daniel. Lá, passaram uma boa temporada vivendo no veleiro, onde, segundo eles, tudo era mais acessível, afinal, havia uma megacidade à disposição dos marinheiros de — quase — primeira viagem. No entanto, esse período foi de ajustes na vida do casal.

Literalmente, o céu é o limite – Imagem: Acervo pessoal

“A ideia parecia fácil: vou entrar no veleiro e vai facilitar tudo”, diz Daniel e ainda pondera que, praticamente, teve de fazer outra faculdade. “Não sabia nada de hidráulica, elétrica ou laminação. Fui aprendendo tudo”, conta. Fora isso, apesar de Danielle ser Bióloga Marinha e possuir um vínculo com o mar, ela não conhecia o mundo da vela.

“Não fazia ideia de como era morar a bordo, muito menos em um veleiro. A ideia de navegar sem o barulho do motor é surreal”, exalta.

Passado esse tempo de adaptação, partiram no final de 2019 para Ilha Grande. A princípio, ficariam três meses para testar se a ideia de viajar e morar a bordo era viável. Além disso, o intuito era fazer dinheiro através de charter, outro ponto a ser testado. 

O inesperado aconteceu

No Kaizen quase todo dia é assim: reparos e diversão – Imagem: Acervo pessoal

O plano inicial era que, se os testes fossem aprovados, com um dinheiro que haviam guardado eles fariam algumas melhorias no barco, sobretudo em relação a geração de energia, para subir a costa até o nordeste. Contudo, mesmo com os testes aprovados, um problema externo foi maior que os planos do casal: a pandemia de covid-19. 

“Quando estourou a pandemia, a gente estava indo até o Rio para fazer as últimas reformas no barco, mas resolvemos ficar na Ilha Grande, era um lugar mais seguro”, conta Daniel que ficou de quarentena junto com a Danielle. “Só com o dinheiro de manutenção do barco a gente se sustenta um ano inteiro. Tivemos que cortar gastos”, completa. 

Assim foi, e é, a quarentena do casal no Kaizen. – Imagem: Acervo pessoal

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Saindo do Kaizen apenas para ir ao mercado, Danielle e Daniel passaram a se dedicar a outras atividades, um tanto quanto encobertas, até então. “Felizmente, a gente voltou a ler e estudar literatura. O Dani começou a escrever com bastante frequência. E voltamos a fazer mais artesanato”, detalha Danielle. 

Tal progresso com as confecções artesanais, que antes serviam para presentear amigos e familiares, gerou frutos em duas frentes. A primeira, foi a construção de uma targa de bambu que sustenta uma placa solar: Kaizen com energia. A segunda, foi a primeira ida a uma feira de artesanato, em Ubatuba. 

A targa de bambu sustentando a placa solar – Imagem: Acervo pessoal

Além disso, a inserção no mundo da literatura e a rotineira inspiração da natureza resultou no livro “Veleiro Kaizen – O início de uma vida pelos mares”. Em um compilado de contos em formato de cordel, as linhas escritas contam histórias simples e descontraídas da vida nômade do casal, como um diário de bordo. “A gente fez o livro todo: escrita, diagramação, fotos e até encadernamos com um cabo de sisal no meio de folhas A4”, conta Daniel. 

Nos preparativos do livro, que podem ser adquiridos via @veleiro_kaizen – Imagem: Acervo pessoal

Com o desenrolar do dia a dia a bordo do veleiro, o casal busca a excelência no mundo da vela. Do mesmo modo, “Kaizen” é uma filosofia japonesa que simboliza a melhoria contínua, em que todos estão em desenvolvimento e em busca da perfeição.

“Kaizen é um nome bem marcante. Para gente tem todo um significado”, conta Danielle. 

“Hoje melhor que ontem e pior que amanhã. A gente tenta viver dessa filosofia também, sempre tentando melhorar”, diz Daniel.  

Kaizen em Angra dos Reis – Imagem: Acervo pessoal

Velejando entre a Costa Verde do Rio de Janeiro e o Litoral Norte de São Paulo, o limbo pandêmico trouxe ao casal a melhoria na vela e uma certeza: é plausível viver e navegar a bordo do Kaizen. “A gente percebeu que é possível viver muito tempo com pouco, desde que o barco não quebre”, finaliza Daniel.

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    Artista e ativista ambiental britânico inaugura museu subaquático em Cannes, na França

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    O escultor e ativista ambiental britânico Jason deCaires Taylor é conhecido por suas obras em tamanho natural que repousam no fundo do mar, em museus subaquáticos que podem ser visitados pelo público em destinos turísticos como Cancún, no México, e Lanzarote, nas Ilhas Canárias.

     

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    No último dia 1º de fevereiro, o artista inaugurou mais um endereço para visitantes dispostos a saírem molhados de um museu. O Underwater Museum of Cannes (“Museu Subaquático de Cannes”, em português) fica em uma marina desativada dessa cidade da Riviera Francesa e é considerado o primeiro do gênero em todo o país.

     

    O ecomuseu fica em Sainte-Marguerite, ilha que ficou famosa pela fortaleza que abrigou o misterioso Homem da Máscara de Ferro, no século 17, um prisioneiro não identificado que passou 34 anos sob custódia do mesmo carcereiro.

    As obras de Taylor não são apenas a forma encontrada de alertar sobre o colapso ambiental mundial e manifestar suas preocupações sobre o assunto, mas também uma integração harmoniosa com o entorno.

     

    Por isso, o novo atrativo francês contou com a participação de moradores da região que tiveram seus rostos usados como molde para as esculturas do artista, como o pequeno Anouk, de 9 anos, e Maurice, um pescador de 80 anos.

     

    O trabalho levou quatro anos para ficar pronto e é a primeira instalação do artista no Mar Mediterrâneo. “A máscara é uma metáfora do oceano. Um lado representa força e resiliência; o outro, fragilidade e decadência”, explica Taylor.

     

    A uma profundidade de cerca de três metros, o museu é o mais acessível do portfólio de Taylor, já que é possível visitá-lo apenas fazendo snorkelling, e suas peças, assim como em todas as outras intervenções de Taylor, são fixadas no fundo do mar para evitar que o próprio mar desloque o museu.

     

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    Formado pelo London Institute of Arts, esse artista de 47 anos é considerado pioneiro em levar para o mundo marinho os conceitos da Land Art, movimento de integração da arte com o meio ambiente. É também de sua autoria o Molinere Underwater Sculpture Park, primeiro parque de esculturas marinhas, inaugurado em 2006, em Grenada, no Caribe.

     

    Seus projetos procuram chamar a atenção para a fragilidade da biosfera marinha e a urgente necessidade de proteção. Por isso, suas obras são feitas com materiais de Ph neutro e superfícies texturizadas são criadas para darem origem a espaços de proteção e áreas de reprodução, a fim de atraírem a fauna e a flora locais para a criação desses recifes artificiais. A cada temporada, o museu vai ganhando novas formas e texturas, de acordo com a proliferação de algas e outros seres marinhos.

     

    Assim como avisa o artista, suas obras ficam em áreas afastadas de sistemas naturais de recifes e têm servido como um laboratório vivo para documentação e monitoramento do desenvolvimento de um recife desde o início, cuja biomassa marinha, em alguns casos, apresentou um aumento de mais de 200% em áreas desertas do mar. Em outras palavras, o conceito de arte transformadora foi atualizado com sucesso.

     

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      Casal de brasileiros troca a vida em terra firme para navegar pelo Mediterrâneo

      Por: Redação -

      O casal de brasileiros Carolina Lara, 37, e Fernando Silveira, 42, escolheu 2020 para realizar um sonho: depois de juntar suas economias e deixar para trás uma vida no mundo corporativo, os dois foram para a França e, lá, compraram um veleiro.

      Eles só não contavam com o lockdown em decorrência da pandemia. “Nosso objetivo era viver no veleiro e levar turistas para passear com a embarcação no mar Mediterrâneo”, conta Carolina. “Mas logo que chegamos à Europa, houve o lockdown, as navegações foram proibidas e ficamos presos na marina”.

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      Por quase três meses, seu recém-adquirido barco ficou parado em terra firme em um espaço dentro de uma marina da região francesa do Bouches-du-Rhône e sem poder ser colocado na água.

      “A pandemia pegou a gente em cheio”, relata Carolina, dizendo que o veleiro, com os passeios turísticos, seria a fonte de renda do casal e que, de repente, eles se viram impossibilitados de realizar qualquer atividade lucrativa com a embarcação.

      “Não dava para saber quando sairíamos dali. E tivemos medo de ver nosso dinheiro acabar e ter que voltar para o Brasil sem haver colocado o projeto em prática”.

      E as restrições de movimento não eram apenas para o barco: o casal também foi posto em uma espécie de paralisia. Com o lockdown na França, eles só podiam sair da marina para ir a locais essenciais na rua (como o mercado). E os dois começaram a lidar com a situação surreal de viver, por prazo indefinido, dentro de um veleiro colocado sobre o cimento.

      “O veleiro ficava sobre uma espécie de plataforma, com a proa a cerca de três metros de altura, e tínhamos que usar uma escada para subir e descer dele. E, quando o barco está no seco, seu banheiro não pode ser usado. Então, tínhamos que descer a escada para ir ao banheiro da marina, que era compartilhado por um monte de gente. E isso nos deixava preocupados, por causa do coronavírus”, conta Carolina.

      O casal preparava sua comida na cozinha que existe dentro do veleiro (que também possui acomodações para dormir e sala de refeições). “Mas quando precisávamos fazer alguma manutenção no barco, não havia profissionais disponíveis para o serviço. Então, tivemos que aprender a consertar e instalar muitas coisas no veleiro, o que foi bom para a gente”, avalia Carolina.

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      Sentindo-se isolados e sofrendo com o frio do outono europeu, os brasileiros acabaram fazendo amizade com outros donos de embarcações que também estavam presos na marina francesa e angustiados com a impossibilidade de navegar. Conhecemos outros navegadores, começamos a fazer churrasco e acabamos criando uma comunidade incrível de amigos. Toda a experiência foi bastante desafiadora, mas nos trouxe muitos aprendizados”, diz Carolina.

      Por causa de um cuidadoso planejamento feito ainda no Brasil, o casal possuía uma reserva financeira para aguentar o período de inatividade que foi imposto pela pandemia. Com a reabertura gradual da Europa, eles finalmente receberam autorização para colocar seu veleiro na água — que reentrou no Mediterrâneo junto com o aumento das temperaturas no Velho Continente.

      “Agora, estamos pegando o reaquecimento do turismo na Europa e já realizando passeios”, conta Carolina. Muitas pessoas veem o veleiro como uma opção segura de viagem, onde dá para evitar aglomerações e fazer turismo de maneira mais reservada”.

      Inicialmente, o objetivo da dupla era atender principalmente a turistas brasileiros. “Mas, com a situação da pandemia no país e a proibição da entrada de brasileiros na União Europeia, começamos a vender passeios para europeus. E já estamos atendendo muitos viajantes”. Nas últimas semanas, o casal tem navegado por alguns dos locais mais paradisíacos do Mediterrâneo. Eles já passaram pela Riviera Francesa, Córsega e Sardenha, na Itália.

      Os brasileiros oferecem um serviço customizado: além do espaço onde os dois moram dentro do veleiro, a embarcação possui dois camarotes com cama queen size para serem utilizadas pelos hóspedes. “Proporcionamos para os turistas a experiência de viver em um barco, por um período que é definido pelo cliente”, explica Fernando. “A pessoa estipula quantos dias quer ficar a bordo e quais lugares quer visitar, como praias, pontos de mergulho e cidades litorâneas. Também preparamos refeições ao gosto do cliente”.

      As jornadas marítimas do casal, em 2020, ficaram concentradas principalmente na Itália, mas, em 2021, eles pretendem levar turistas para navegar pela costa da Croácia e pela Grécia.

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        NÁUTICA no YouTube: o que é indispensável para você em uma lancha na faixa dos 40 pés?

        Por: Redação -
        05/02/2021

        Na última enquete, a pergunta foi “qual lancha de proa aberta da FS Yachts é o seu tamanho ideal para navegar?” e os internautas participaram em peso! A preferência até o momento foi a “FS 290 Wide”, homologada para abrigar até 14 pessoas. Agora, nós queremos saber: o que é indispensável para você em uma lancha na faixa dos 40 pés? Clique aqui e participe da votação!

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        A votação ficará disponível no nosso canal do YouTube, e a opção mais votada ganhará um artigo especial. Não deixe de participar! O resultado das enquetes será publicado tanto no YouTube, quanto no nosso portal.

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          Por: Redação -

          Em mais uma seção “Enquete”, publicada no canal de  NÁUTICA no YouTube, perguntamos para os seguidores: qual lancha de proa aberta do estaleiro catarinense FS Yachts é o tamanho ideal para navegar? Confira o resultado no link.

          As opções: “FS 180 (18 pés, motor de popa, para até 7 pessoas)”, “FS 205 (20,5 pés, motor de popa, para até 8 pessoas)”, “FS 230 Sirena (23 pés, centro-rabeta, para até 10 pessoas)”, “FS 265 Solaris (26,5 pés, centro-rabeta, para até 12 pessoas)” e “FS 290 Wide (29 pés, popa ou centro-rabeta, para até 14 pessoas)”.

          Até a publicação desse artigo — e com um total de 766 votos —, a opção vencedora foi “FS 290 Wide”, escolhida por 53% dos participantes da enquete. Em segundo lugar, ficou a “FS 230 Sirena”, com 15% dos votos, e, em terceiro, a “FS 265 Solaris”, com 13%. Em quarto lugar, a “FS 205”, com 10%, e, na última posição, a “FS 180”, selecionada por 8% dos seguidores de NÁUTICA no Youtube.

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          O resultado da enquete tem explicação: desde o seu lançamento, a FS 290 Wide é uma das mais vendidas pelo estaleiro FS Yachts. Com 29 pés (8,80 metros de comprimento), o modelo acomoda 14 pessoas e é ideal para passeios diurnos. Apesar da configuração da proa aberta, a lancha se destaca por oferecer um camarote fechado e banheiro completo.

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          Um dos grandes objetivos de produzir lanchas de proa aberta é aumentar a capacidade de interação ao longo dos passeios durante o dia: o cockpit automaticamente ganha mais espaço e mais assentos para passageiros, possibilitando o máximo proveito da área externa.

          Assim, na proa da FS 290 Wide, há a possibilidade de transformar os sofás tanto em duas espreguiçadeiras (uma em cada bordo) quanto em um enorme solário, ocupando toda a área (como nas fotos abaixo).

          A lancha também tem banheiro completo a boreste (com vaso, pia, lixeira, vigia para ventilação e iluminação natural ou por luz de led), e camarote a bombordo (com cama de quase 1,70 metro, além de controle para o som, janela para iluminação, vigia para ventilação, luz de led e porta-objetos).

          Quanto à propulsão, a lancha aceita motor centro-rabeta, de 220 a 320 hp, tanto à gasolina quanto à diesel. No teste realizado por NÁUTICA (clique aqui para ver o vídeo completo), a velocidade máxima chegou a 36,2 nós. A velocidade de cruzeiro foi de 32,9 nós.

          Gostou? Aproveite e veja mais fotos abaixo da lancha FS 29 Wide.

          Fiquem atentos à nossa próxima enquete, que já está no ar! Queremos saber: “O que é indispensável para você em uma lancha na faixa dos 40 pés?” Clique aqui e responda. 

          Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Otto Aquino

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            Sea-Doo alerta sobre falso comunicado de recall que está circulando nas redes sociais

            Por: Redação -

            A Sea-Doo divulgou em comunicado, nesta sexta-feira (5), que é falso o alerta sobre o recall de segurança para veículos da marca.

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            “Queremos esclarecer que não temos nenhum recall de segurança em vigor relacionado diretamente aos cascos Sea-Doo”, diz o esclarecimento.

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            A empresa orienta, ainda, os clientes, que necessitarem de assistência técnica para suas motos aquáticas, para entrarem em contato com sua concessionária BRP.

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              Primeiro superiate da nova geração Amels Limited Editions está sendo equipado na Holanda

              Por: Redação -

              Após sua jornada da Polônia para a Holanda, o primeiro superiate Amels 60, de 60 metros, começou sua fase de equipamentos no pátio de equipamentos da Damen Yachting, na Holanda. Como um dos três Amels 60, a nova construção representa o primeiro de uma nova geração de iates Amels Limited Editions.

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              O exterior do Amels 6001 foi desenhado por Espen Øino e contará com um amplo terraço aberto e vários acessórios. “É muito bom ver algumas fotos do casco”, comenta Øino.

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              “Muitas pessoas nos elogiaram por sua aparência. Ele está lindo, se parece com o que eu tinha na minha cabeça. Hoje com modelagem em 3D você tem poucas surpresas. Mesmo assim, nada substitui a primeira vez que você embarca. Quando você embarca, ele ganha vida. Você sabe se os espaços parecem certos. Portanto, estou ansioso para visitar o estaleiro”, acrescenta Øino.

              O interior do espaçoso superiate será o resultado de uma colaboração entre a equipe de design de interiores da Damen Yachting e a Winch Design. Jim Dixon, Diretor de Iates e Aviação do estúdio de design do Reino Unido, revela que a equipe de design “usou materiais puros e naturais para enfatizar o espírito relaxado de ‘casa na praia’ do interior”, incluindo pedras e madeira.

              O projeto continua avançando, apesar das dificuldades colocadas pela pandemia de Covid-19. As restrições de viagem, entre outras medidas contra a pandemia, impediram o representante do proprietário de se envolver totalmente no projeto. No entanto, ele se manteve otimista: “Tenho total confiança na administração, na equipe de produção e também nos subcontratados que trabalham no modelo. Estou ansioso para vê-lo pessoalmente o mais rápido possível”. O iate de 60 metros Amels 6001 deve ser lançado e entregue em 2022.

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                Estúdio de design londrino apresenta conceito de megaiate eco-friendly de mais de 100 metros

                Por: Redação -

                O estúdio de design Gresham Yacht Design, sediado em Londres, revelou seu último conceito: o Emir, de 120 metros de comprimento. O modelo conta com dois helipontos certificados, de onde os hóspedes podem seguir para os salões e decks inferiores.

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                O megaiate pode hospedar até 36 convidados e 40 tripulantes. Seu interior impressionante inclui um salão para o proprietário, que contém uma área para refeições, um bar e uma área de jogos.

                O estúdio de design observa que a peça central do interior da Emir é o salão de pé-direito duplo. O local traz estilo de salão de baile e apresenta uma varanda interna circular no convés superior que dá acesso às varandas externas de ambos os lados.

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                O mezanino superior oferece assentos com vista para o salão principal e vista panorâmica do oceano. A área pode ser acessada por elevadores de vidro com vista panorâmica do mar. Aqui, até 36 convidados podem jantar ao ar livre no convés de popa.

                O exterior do iate foi construído para entretenimento, apresentando um deck traseiro com uma piscina voltada para o mar. O deck inferior contém um amplo beach club, spa e cinema.

                Emir contém recursos de um biodigestor para eliminar resíduos orgânicos, NOX e particulados nocivos em até 90%, entre outros recursos, para reduzir seu impacto ambiental.

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                  BRP tem jet da linha 2020 premiado no Good Design USA Awards. Confira

                  A BRP encerrou 2020 em alta, com três grandes vitórias no prestigiado Good Design USA Awards, graças ao seu design inovador e criativo, com Sea-Doo GTI 2020, Can-Am Spyder RT e Ski-Doo 2020 Xtreme.

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                  “Estamos emocionados por termos sido reconhecidos com 13 prêmios em 2020. É uma grande conquista para nossas equipes, e gostaria de destacar a dedicação e o espírito inovador de todos na BRP. Este ano, muitas pessoas se refugiaram ao ar livre com a ajuda dos produtos da BRP e esperamos ver uma continuação dessa tendência em 2021 ”, disse Denys Lapointe, vice-presidente sênior de Design, Inovação e Serviços Criativos da BRP.

                  A linha 2020 do Sea-Doo GTI passou por diversas inovações com relação a linha anterior. A plataforma foi aprimorada e passou a ter convés configurável, o que inclui assento de passageiro removível, oferecendo mais espaço a bordo.

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                  O compartimento dianteiro ganhou mais espaço, assim como o porta-luvas e uma nova caixa estanque para telefone celular também foi adicionada. A diversão está garantida com a inclusão do sistema de som Bluetooth perfeitamente integrado e de alta qualidade, como opcional, possibilitando um toque musical aos passeios, na versão completa da linha.

                  Para tornar a nova linha ainda mais versátil, a plataforma recebeu o novo sistema de fixação LinQ, agora disponível em todos os modelos Sea-Doo, que fornece uma solução fácil para instalação e uso de acessórios, que variam de caixas térmicas e bolsas a torre retrátil de esqui.

                  Estabilidade e segurança também foram reforçadas, no projeto da linha 2020. A nova plataforma vem equipada com o sistema ErgoLock, exclusivo do setor, que permite mais controle e confiança, desde o momento em que os usuários se sentam na embarcação. O exclusivo sistema iBR (freio e reverso inteligente), agora em sua terceira geração, também está disponível nos modelos GTI, e oferece controle e reduz a distância de parada.

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                    Mestra Boats entrega mais uma lancha de 24 pés, desta vez, no Paraná

                    O estaleiro paulista Mestra Boats, com sede em Pederneiras, interior de São Paulo, acaba de entregar mais uma unidade da sua lancha de 24 pés. O modelo foi para um cliente de Porto Rico, no Paraná.

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                    Estreia do São Paulo Boat Show, a Mestra 240 tem 7 metros de comprimento e já conta com mais de 40 unidades na água, de acordo com o fabricante – esta é a 46ª Mestra 240 entregue.

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                    Com capacidade para levar até nove pessoas, além do piloto, tem proa aberta e é ideal para cruzeiros diurnos. Pode ser equipada com um motor de centro-rabeta de 200 a 280 hp de potência.

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                      Programa de estímulo à navegação de cabotagem, BR do Mar, é aprovado pela Câmara dos Deputados

                      Por: Redação -

                      No último mês de dezembro foi aprovado o programa de estímulo à navegação de cabotagem, ou seja, a navegação sem perder a costa de vista, entre portos nacionais. O projeto, que foi aprovado e enviado ao Senado para a próxima fase em caráter de urgência, tem como objetivo reduzir o frete marítimo, aumentar a oferta da cabotagem, incentivar a concorrência, criar novas rotas e reduzir os custos. Em suma: melhorar a logística nacional em vários aspectos. O nome do programa, BR do Mar, foi dado em alusão à uma rodovia marítima, demonstrando a relevância e o potencial desse transporte. O programa foca em quatro eixos temáticos: frota, indústria naval, custos e portos.

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                      O Ministério da Infraestrutura pretende transformar a costa brasileira em inúmeros pontos de transporte através da cabotagem e ampliar o volume de contêineres transportados por ano — de 1,2 milhão, em 2019, para 2 milhões, em 2022. O intuito é ampliar em 40% a capacidade da frota marítima dedicada à cabotagem nesse período, com a exceção das embarcações dedicadas ao transporte de petróleo e derivados. A informação é de que a cabotagem é responsável por apenas 11% de toda a carga transportada internamente (sendo que o transporte petrolífero representa 70% do total) e, com o projeto totalmente aprovado, as empresas poderão inclusive afretar embarcação a casco nu com mais facilidade (em que o afretador tem a posse, o uso e o controle da embarcação, por um tempo pré-estabelecido. Ele possui o direito até de designar o comandante e a tripulação). De forma básica, o objetivo é estimular as Empresas Brasileiras de Navegação (EBNs) a ter maior controle e segurança na operação de suas linhas, distinguindo-as de acordo com o tipo de frota.

                      O uso de navios estrangeiros, por sua vez, será liberado gradativamente, e não será necessário contratar embarcações de estaleiros propriamente brasileiros para a atividade. Um dos efeitos desse programa é fomentar a indústria naval, principalmente no segmento de manutenção e reparos, já que haverá empresas estrangeiras utilizando recursos do Fundo da Marinha Mercante para financiar a docagem de suas embarcações em estaleiros brasileiros. Somente o tempo de afretamento terá alterações permanentes: o tempo de transição para o afretamento de navios estrangeiros aumentará de 3 para 4 anos. Após um ano de vigência da lei, será possível afretar duas embarcações. No segundo ano, três embarcações. No terceiro ano, quatro. E, a partir de então, não haverá limite para a atividade. Um dos requisitos cruciais é utilizar (e deixar bem visível) a bandeira do país de origem da embarcação, para identificar algumas obrigações legais que variam de país para país. Com essas empresas se beneficiando dos atributos brasileiros, as EBNs também se beneficiam dos estaleiros ao longo da Europa até a China.

                      Dentre as emendas aprovadas estão a tonelagem máxima permitida na afretagem, a ser definida pelo Ministério da Infraestrutura (assim como algumas cláusulas essenciais nos contratos de transporte de longo prazo) e o direcionamento de 10% dos recursos do Fundo da Marinha Mercante ao financiamento de projetos relacionados ao universo naval. O objetivo principal é facilitar a atuação de empresas brasileiras nesse ramo, assim como acontece em outros países, mas na área de aviação comercial. Com o aumento da competitividade proporcionada pela cabotagem, será possível discutir ainda mais propostas que impactam custos de diversos tipos.

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                      Em relação aos portos, outra mudança é a permissão do uso de contratos temporários para a movimentação de cargas que ainda não possuem operação no porto em questão. Isso agiliza a entrada em operação de terminais dedicados á cabotagem. Basicamente, a modernização portuária — prepará-los para o aumento da demanda de operações de cabotagem.

                      De qualquer forma, os navios afretados deverão manter tripulação brasileira equivalente a dois terços do total em cada nível técnico existente na embarcação. O comandante, o mestre de cabotagem, o chefe de máquinas e o condutor de máquinas deverão ser brasileiros. Caso não haja tripulantes brasileiros suficientes para atingir aos requisitos, a empresa poderá solicitar à Agência Nacional de Transportes Aquaviários autorização para operar a embarcação específica nas condições citadas por até 90 dias ou pelo prazo indicado.

                      Para os idealizadores do projeto, o programa tem tudo para aumentar a competitividade, desburocratizar o setor, qualificar empresas atuantes, ajudar no desenvolvimento da multimodalidade logística, diminuir os custos aos empresários e ainda reduzir as emissões de gases. Além de tudo, quem pensa que prejudicará o transporte rodoviário se engana: não existe cabotagem sem o caminhoneiro. O navio pode carregar uma carga absurdamente maior, mas ainda precisa desses serviços para serem abastecidos, esvaziados e, posteriormente, ter suas cargas entregues aos destinatários.

                      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                        Tubarão branco circula barco e arranca parte do motor nos Estados Unidos

                        Por: Redação -
                        04/02/2021

                        Um tubarão branco de 4 metros de comprimento circulou por três horas um barco na região da baía de Tampa, nos Estados Unidos. O relato foi feito por Erika Almond, uma pescadora que filmou o ocorrido.

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                        “Foi incrível. Ele veio e arrancou um pedaço de um dos motores do braco”, disse ela à emissora FOX 13. Ela, outros quatro amigos e o capitão, Tyler Lavesque, estavam no barco “Offshore Therapy”, quando avistaram o animal.

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                        “Não é incomum, nós esperamos que tubarões apareçam quando você está pescando. Mas o que tornou esse caso diferente é que era um grande turbarão branco, de uns 4 metros. Nós não acreditávamos no que estávamos vendo”, afirmou.

                        Em determinado momento, o capitão até conseguiu tocar o animal, que virou sua barriga para cima enquanto boiava na água.

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                          Náufragos que flutuavam em geladeira foram resgatados depois de horas no Rio Amazonas

                          Por: Redação -

                          Três homens à deriva em uma geladeira foram resgatados por Militares da Marinha no Rio Amazonas nesta quarta-feira (3), próximo a Santarém, no Pará. A embarcação em que eles estavam naufragou próximo ao local, e os homens utilizaram um refrigerador como casco improvisado para aguardar por socorros. Eles foram encontrados por acaso, a oito milhas náuticas de Santarém, oeste do estado, perdidos a cerca de três horas.

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                          O socorro foi feito pelo Navio-Patrulha “Pampeiro” e pelo Navio-Patrulha Fluvial “Roraima”. As embarcações passavam pela região para fazer a segurança náutica da balsa que transporta o tanque com 90 mil m³ de oxigênio líquido, a caminho dos hospitais de Manaus. Por sorte, avistaram os homens na embarcação improvisada.

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                          Os militares prestaram os primeiros socorros e levaram os náufragos para serem atendidos por profissionais da saúde, na própria cidade de Santarém. Os homens de 25, 65 e 69 anos são pescadores e partiram do município de Alenquer, quando a embarcação em que estavam deu pane e foi a pique. Hoje, todos eles passam bem.

                          Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                            Após décadas de abandono, iate conhecido como “a Casa Branca Flutuante” está sendo restaurado

                            Desde 20 de janeiro de 2021, quando se instalou na Casa Branca, o presidente Joe Biden passou a contar para os seus deslocamentos pelo ar com um Boeing 747 (o Air Force One) e um helicóptero Sikorsky VH-3D Sea King (o Marine One). O estado lhe concede ainda uma limusine Cadillac blindada para trânsito terrestre e uma casa de campo presidencial em Camp David, nas montanhas de Maryland, para temporadas de férias.

                             

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                            Já para as travessias marítimas, atualmente, o ocupante da Casa Branca não dispõe de um barco exclusivo. Mas durante um longo tempo, mais precisamente entre 1931 e 1977, os líderes do país mais poderoso do mundo podiam usufruir de um belo iate, o USS Sequoia, que entrou para a história como “a Casa Branca Flutuante”.

                             

                            Projetada em 1921 pelo arquiteto naval John Trumpy, sob encomenda do banqueiro Richard Cadwalader, e construída pelo estaleiro Mathis Yacht Building Company, de Nova Jersey, a embarcação, de 32 metros de comprimento (cerca de 104 pés), com casco de madeira mogno, foi para a água pela primeira vez em 1925.

                             

                            Pouco depois, foi vendida ao empresário texano William Dunning. Já estava, portanto, com seis anos de vida quando passou para o domínio do governo dos Estados Unidos e foi convertida em iate presidencial, por decisão do 31º ocupante do Salão Oval, Herbert Hoover (no poder entre 1929 e 1932).

                             

                            Em sequência, oito presidentes americanos tiveram o USS Sequoia à disposição, a saber: Herbert Hoover; Franklin Delano Roosevel, Harry Truman, Dwight Eisenhower, John F. Kennedy, Lyndon Johnson, Richard Nixon e Gerald Ford.

                             

                            Durante esse período, o iate sediou e foi testemunha de acontecimentos memoráveis. Em 1963, John F. Kennedy comemorou seu 46º e último aniversário a bordo, com sua família, amigos e uma garrafa de Dom Perignon 1955. Herbert Hoover usava o barco para visitar sua mãe na Flórida.

                            John F. Kennedy a bordo do USS Sequoia

                            Além disso, Franklin Delano Roosevelt e o general Dwight D Eisenhower teriam planejado a bordo do iate o chamado Dia D (o desembarque das tropas Aliadas nas praias Normandia). Roosevelt, que era cadeirante, instalou um elevador entre os deques, para que pudesse usar o Sequoia como base operacional durante a II Guerra Mundial. Lyndon Johnson, mais tarde, substituiu o elevador por um wet bar. Harry Truman acrescentou um piano ao salão principal.

                            Franklin Delano Roosevelt sorridente a bordo do USS Sequoia

                            No poder entre 1969 a 1974, Richard Nixon foi o presidente que mais tempo passou a bordo do iate, geralmente, navegando no rio Potomac, que banha a capital americana, Washington, D.C., e os estados da Virgínia e Maryland. A bordo do Sequoia ele negociou o tratado de armas nucleares SALT I com o secretário-geral soviético Leonid Brezhnev.

                            Richard Nixon a bordo do USS Sequoia

                            Foi a bordo do Sequoia, também, que Nixon anunciou para a sua família a decisão de renunciar ao cargo e, assim, escapar do processo de impeachment; em entrevista a jornais, o capitão do barco disse, na hora, que mandou tocar ​​no piano presidencial a música patriótica “God Bless America”.

                             

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                            Ou seja, durante 45 anos, o iate fez parte e marcou a história dos Estados Unidos, seja como refúgio presidencial ou como instrumento diplomático. Até que, ao chegar à Casa Branca, em 1977, o presidente Jimmy Carter — mantendo sua promessa de campanha de conter gastos — vendeu o USS Sequoia em leilão por US$ 286.000, pondo fim à era da Casa Branca Flutuante.

                             

                            Privatizado, o Sequoia manteve o nome original (que lhe foi dado em homenagem a uma árvore, comum na Califórnia), incluindo o USS que o antecede. Durante algum tempo, fez operações de charter em Washington, DC. Já pedindo uma restauração, foi retirado da água em 1984. Mas bastou a remoção de algumas tábuas de sua quilha para problemas graves virem à tona.

                             

                            Os restauradores encontraram tanta podridão que 50% do fundo do iate teve de ser substituído. Foram necessários US$ 3,5 milhões para o Sequoia voltar a navegar, dois anos depois, a tempo de participar do desfile de embarcações pelo porto de Nova York para a celebração do centenário da Estátua da Liberdade.

                             

                            Haveria ainda um último grande momento: em 1988, adquirido por uma entidade sem fins lucrativos (a Presidential Yacht Trust), o Sequoia participou do “Celebrate America!”, um tour por 100 cidades de 22 estados americanos. A cada parada o público expressava uma mensagem clara: foi um erro vender o iate presidencial.

                             

                            Porém, envolvido em ações judiciais, com três empresários requerendo a sua propriedade, mas ninguém se dispondo a pagar a conta da restauração (que, àquela altura, já chegava a US$ 8 milhões), a antiga “Casa Branca Flutuante” acabou atracada em um galpão de telhado de zinco, em um estaleiro de Norfolk, onde permaneceu por 12 anos, envolta em lonas de plástico.

                            A caminho da reforma

                            Atualmente, o “monumento móvel”, como alguns devotos chamam o iate de 104 pés, pertence a um fundo de private equity (modalidade de investimento focada em empresas não listadas em bolsa) e se encontra no estaleiro French & Webb, no Maine, onde passa por uma nova restauração, de proa a popa.

                             

                            Quando ficar pronto, o Sequoia ficará baseado em Washington DC e será usado para ensinar história presidencial, constituindo-se, provavelmente, em uma das principais atrações turísticas da capital americana.

                             

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                              No final deste mês, está previsto o início de um novo serviço de transporte que ligará os dois portos de Mônaco, Port Hercule e Fonteville, à nova marina de Cala del Forte, em Ventimiglia, inaugurada em outubro passado na Itália.

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                              O novo serviço de transporte será operado por uma embarcação batizada de Monaco One quando foi lançada em La Rochelle em dezembro passado. O modelo de € 1,2 milhões tem 12 metros de comprimento e pode levar até 12 passageiros.

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                              Monaco One foi projetada e construída pela Advanced Aerodynamic Vessels. Devido ao seu design aerodinâmico inovador, diz-se que seu consumo de combustível foi reduzido para metade, mesmo em viagens a velocidades superiores. O catamarã é movido por dois motores de 350 hp.

                              O serviço demorará 15 minutos para ligar os dois portos de Monégasque e a recém inaugurada marina. Cala del Forte fica a apenas 7,9 milhas náuticas de Mônaco e é totalmente operada pelos Portos de Mônaco. A marina oferece 178 vagas de 6,5m (21 pés) a 70m (230 pés) ou mais e inclui um estaleiro que pode trabalhar com iates de 30m (98,5 pés).

                              A marina está operando em uma concessão que se estende até 2094, a mais longa do Mediterrâneo.

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                                Intech Boating começa 2021 comemorando resultados com seus colaboradores

                                Por: Redação -
                                03/02/2021

                                A Intech Boating começou 2021 comemorando seu melhor desempenho histórico em termos de embarcações vendidas e unidades entregues, de acordo com a empresa.

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                                Para celebrar os números positivos, no dia 4 de janeiro foi realizada uma surpresa muito especial para recepcionar os colaboradores. “Decoramos a entrada do estaleiro para receber o pessoal pela manhã e ao som de uma trilha sonora animada realizamos a entrega de um presente personalizado. Nosso intuito foi transmitir uma mensagem de agradecimento aos colaboradores, que deram o seu melhor no ano de 2020 e nos fizeram conquistar ótimos resultados em um ano tão complexo”, afirma Gisele Lucyszyn, Analista de Marketing do Estaleiro e responsável pela ação.

                                Os brindes personalizados distribuídos na ocasião, foram um presente do dealer MR Boats, que atua como representante comercial exclusivo da Sessa Marine nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Amazonas.

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                                Eloísa Kriegler, Gestora da área de Recursos Humanos da Intech Boating, ressalta a importância do trabalho em equipe para o cumprimento das metas, “Somos extremamente felizes e agradecidos em poder contar com a presença e o comprometimento de cada um em nosso time. Para atender a alta demanda, tivemos que agir rápido para selecionar e capacitar os novos colaboradores e todas as áreas deram o seu melhor e só com muito amor e verdadeiro espírito de equipe chegamos na posição que estamos hoje”.

                                O ano de 2020 foi marcado pela superação de desafios. “Não foi um ano fácil, mas com muita determinação nos adaptamos às mudanças e cada um deu sua contribuição no dia a dia. Iniciar o ano com essa ação é uma bela forma de reconhecer todo esse esforço e renovar as energias para que 2021 seja ainda melhor”, complementa o Gerente de Produção, Fabiano Leal.

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                                  Por: Redação -

                                  O estúdio italiano de design Valerio Rivellini anunciou a novidade de seu último conceito: um superiate explorer de 56 metros com uma popa estendida. Os projetistas dizem que a nova embarcação combina a confiabilidade de um veículo militar, o conforto de um iate de lazer e a capacidade de resistir a todas as condições climáticas.

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                                  Rivellini, o engenheiro naval e designer de iates que dirige o estúdio homônimo desde 2009, explica como tudo começou: “Este superiate foi pensado para famílias que desejam fazer um cruzeiro pelo mundo, alternando entre paisagens totalmente diferentes, começando pelo clima e pelo mar. Enquanto a estabilidade e robustez do Extended Explorer permitem que ele enfrente os mares gelados do Norte com total segurança e conforto, os espaços externos são ideais para desfrutar plenamente dos mares mais quentes, do Mediterrâneo ao Caribe”.

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                                  Uma das principais características do projeto é a referida área de popa localizada nos conveses principal e superior. Graças a uma única plataforma extensível, a área de superfície dos dois decks pode ser modificada e expandida ao mesmo tempo. A popa do convés superior, uma vez aberta, pode ser utilizada como área de banho de sol e relaxamento.

                                  A ampliação do convés principal também permite que a plataforma de popa se transforme em uma área de frente para o mar, com espaço suficiente para abrigar uma academia ao ar livre de um lado e área de banho de sol do outro. Deste deck também há acesso direto à área da praia.

                                  Inspirados no ambiente marinho, os interiores personalizáveis ​​apresentam materiais como tecidos de couro nobuck em tons de azul e laca branca. O layout deve incluir uma suíte panorâmica do proprietário no convés superior e uma sala de máquinas para abrigar o sistema de propulsão híbrido.

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                                    Italiana Azimut Yachts fará evento náutico privado em Pompano Beach, na Flórida

                                    Por: Redação -

                                    A italiana Azimut Yachts fará sua própria exposição privada em Pompano Beach, na Flórida (EUA), no fim deste mês.

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                                    De 12 a 14 de fevereiro, o Pompano Beach Boat Show oferecerá outra chance de conhecer de perto 14 dos modelos mais populares da Azimut, incluindo o Magellano 25 Metri e o Azimut 78 Fly. O evento também contará com a apresentação digital do Verve 42, a mais recente adição à família Verve.

                                    “Organizamos este evento internacional para aproveitar as oportunidades de um mercado vibrante que vê a náutica de recreio como uma alternativa válida para viagens”, afirma Federico Ferrante, presidente da Azimut-Benetti Americas. ”Passar o tempo de lazer em um iate continua a ser uma ótima maneira de estar com seus entes queridos, cercado pela natureza e em um ambiente totalmente seguro”.

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                                    Um dos destaques será o Magellano 25 Metri, que tem se mostrado um grande sucesso na Europa e, desde sua estreia em Fort Lauderdale, também nos EUA. É o resultado de uma colaboração entre Vincenzo De Cotiis (design de interiores) e Ken Freivokh (estilo de exteriores).

                                    A introdução digital do Verve 42 também será realizada no show. Desenhado por Francesco Struglia em um casco escalonado por Michael Peters e movido por um sistema de propulsão tripla Mercury Racing 450hp, o modelo, segundo a Azimut, está destinado a revolucionar seu segmento. Será a primeira vez que o novo modelo será revelado ao público em qualquer lugar do mundo, e os pedidos podem ser feitos durante e após o evento.

                                    Também estarão em exposição vários iates da coleção Fly, desde o modelo 50 até o maior, o 78 Fly com sistema de tripla propulsão Volvo Penta IPS, estilo exterior de Alberto Mancini e interior de Achille Salvagni.

                                    A Atlantis Collection será representada pela 45, e a super esportiva S Collection será representada pela S6 e S7. A eles se juntarão os modelos Magellano 66, Verve 40 e 25 e 27 Metri da Grande Collection.

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                                      A Capitania dos Portos do Rio Grande do Sul (CPRS) realizou, no período de 13 a 29 de janeiro, ações de fiscalização em embarcações de transporte de passageiros, de turismo náutico e de travessia, em seus polos de atuação, durante a Operação “Travessia Segura”.

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                                      Dentro da programação, foi realizada Inspeção Naval nas balsas de travessia de passageiros, que efetuam o percurso entre as cidades de Rio Grande e São José do Norte (RS). Na oportunidade, além da abordagem à embarcação, foram verificadas as documentações e os procedimentos de segurança realizados pela tripulação, visando orientar os passageiros em caso de emergência, bem como a conferência dos materiais de salvatagem, como coletes e outros.

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                                        02/02/2021

                                        Para marcar a abertura do estúdio Nick Stark Design, a empresa australiana lançou uma série de modelos híbridos Constellation Series.

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                                        Composto por três megaiates totalmente em alumínio – o Aquila, de 75 metros, o Cygnus, de 70 metros, e o Auriga de 71 metros -, a série é, de acordo com Stark, “certamente incomum”, mas vem com muitos aspectos práticos. Este conceito tem permitido a otimização dos espaços, proporcionando novas oportunidades de lazer e a possibilidade de fretamento de serviços específicos.

                                        O maior da série, o Aquila, oferece aos hóspedes um amplo beach club, spa e discoteca.

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                                        Cygnus oferece aos hóspedes a opção de chegar de helicóptero. Além do espaço de recreação, oferece amplo armazenamento para tendas, brinquedos e apoio.

                                        Já o Auriga, tem foco no transporte de carga e no armazenamento de brinquedos, além de manter uma estética de design elegante.

                                        Cada uma das embarcações da Série Constellation será equipada com geração de energia híbrida, prometendo operações silenciosas enquanto atracadas. Os projetos são compatíveis com vários modelos de motor, como motores compatíveis com IMO Tier 3, Cat V12 ou MTU16v4000.

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                                          Santa Catarina investe em estudo para ampliar a certificação Bandeira Azul

                                          Por: Redação -

                                          O Instituto Ambientes em Rede (IAR) apresentou à Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur), nesta semana, a primeira etapa do estudo de viabilidade para implantação do Programa Bandeira Azul.

                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                          O projeto, que recebeu investimento de R$ 80 mil, vai identificar os balneários catarinenses que melhor atendem aos requisitos para obter o selo socioambiental.

                                          Santa Catarina é o primeiro estado do país a destinar recursos para incentivar o aumento da certificação, reconhecida em todo o mundo.

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                                          “Nesta temporada Santa Catarina conta com 11 praias e duas marinas certificadas pelo Programa Bandeira Azul, somos o estado com mais bandeiras no país. Mas temos condições de ampliar este número e esse estudo de viabilidade vai apontar as potencialidades e auxiliar os municípios a buscarem a certificação”, destaca o presidente da Santur, Leandro “Mané” Ferrari.

                                          Neste primeiro momento, o trabalho consistiu em avaliar os históricos de balneabilidade de praias catarinenses e definir as 40 com melhores possibilidades de certificação em cada município. Também foi apresentado o plano de trabalho, com o detalhamento do cronograma e próximas ações.

                                          As etapas seguintes incluem visitas de inspeção nas praias para conhecer a estrutura dos balneários, preparação de relatórios individualizados e definição do potencial de cada praia para o ingresso na fase piloto e, por fim, reunião com os municípios para apresentação dos resultados das visitas e sobre as ações necessárias para obter a certificação.

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                                            Por: Redação -

                                            Do aumento no frete marítimo à falta de contêineres e redução do período de free time: esses são alguns dos impactos que a pandemia tem causado no universo naval desde o começo de 2020. As alterações têm acontecido desde os meses de março a junho, quando foi instaurado o lockdown em uma série de países.

                                             

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                                            O free time é um período de tempo no qual o importador pode utilizar o contêiner sem precisar pagar a demurrage, que, por sua vez, é a cobrança feita sobre a estadia do destinatário quando o contêiner permanece no terminal por um período de tempo maior do que aquele contratado junto ao armador.

                                             

                                            Esse período varia de 5 a 30 dias e, durante esse intervalo, o importador deve nacionalizar a carga, transportá-la ao seu destino, descarregá-la e devolver o contêiner.

                                            A justificativa para todas as alterações é autoexplicativa: durante os meses de lockdown, as atividades econômicas globais — e, consequentemente, a mão de obra para a movimentação desses contêineres — foi reduzida.

                                             

                                            Além de tudo, muitas empresas deixaram os contêineres parados nos portos, tanto pela falta de recursos para pagar impostos e nacionalizar essa carga, quanto pela impossibilidade de recebê-las. Há, ainda, a grande redução na quantidade que era transportada, assim como no setor aéreo. Os transportadores decidiram, então, suspender as linhas deficitárias, além de antecipar docagens obrigatórias das embarcações.

                                             

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                                            Desta forma, os contêineres têm levado muito mais tempo para sair com as cargas dos portos, e retornar aos locais vazios. Em alguns deles, a média de atraso gira em torno de 4 a 6 dias. O resultado de tudo isso é um super congestionamento e grande lentidão na movimentação, que provoca redução na capacidade logística dos países afetados.

                                             

                                            Por outro lado, essas consequências impulsionam o mercado de exportações, já que, com o grande crescimento, os navios em navegação foram reduzidos e reposicionados de forma a acompanhar a crescente demanda.

                                            A quantidade de navios contêineres em atividades só voltou a apresentar crescimento progressivo depois de julho. Um grande exemplo dessa retomada foi a China, que conseguiu se reequilibrar economicamente e resgatar a recuperação econômica antes dos outros países. Isso fez com que eles aumentassem deliberadamente a sua exportação, tornando o cenário até assimétrico, devido a tanto crescimento.

                                             

                                            Como solução para toda essa confusão, alguns transportadores vêm reduzindo o período de free time. O mercado, por sua vez, tem se regulado de forma autônoma, a começar pelo aumento dos fretes devido à falta de contêineres.

                                             

                                            É uma situação caótica e que tem prejudicado a muitas empresas dependentes do comércio internacional, que já começaram a sentir os efeitos até nos estoques — tanto pela falta de materiais quanto pela dificuldade de envio.

                                             

                                            É importante lembrar que o transporte marítimo representa mais de 90% dos envios desse mercado. Especialistas explicam que, enquanto houver pandemia e riscos de um novo lockdown, não há expectativa para nos livrarmos dessa realidade.

                                            Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

                                             

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                                              Em publicação do Diário Oficial do Estado, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) deferiu a proposta de tombamento das ruínas da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Petrolândia, no Sertão de Pernambuco.

                                               

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                                              A igreja foi submersa em 1987, quando a antiga sede do município de Petrolândia foi inundada para a construção da Usina Hidrelétrica Luiz Gonzaga. Apenas o topo do templo ficou visível e o ponto, localizado no Lago Itaparica, se tornou um dos principais destinos turísticos pernambucanos, sendo conhecida como a “Atlântida Brasileira”, em referência à lendária ilha submersa cuja origem remonta a Platão.

                                               

                                              No texto publicado no Diário Oficial, a Fundarpe define que o tombamento foi deferido em razão da relevância histórica e simbólica da igreja. “A ação visa assegurar ao bem em exame até a resolução final, o mesmo regime de preservação dos bens tombados de acordo com a legislação estadual”, traz o texto.

                                               

                                              No fim de novembro, o Instituto Geográfico e Histórico de Petrolândia (IGH), entidade que busca preservar a memória da cidade, protocolou o pedido de tombamento junto à Fundarpe. A iniciativa contou com um abaixo assinado que recolheu mais de mil assinaturas.

                                               

                                              No pedido, é destacado que a edificação histórica corre riscos de preservação, uma vez que, sem a regulamentação, visitantes podem subir na estrutura, fazer fotos e até saltar das ruínas.

                                               

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                                              O pedido foi protocolado no final de novembro, após o uso do espaço para a gravação de um clip do DJ Bhaskar, irmão gêmeo do também DJ Alok. O show provocou revolta na cidade de 37 mil habitantes.

                                               

                                              Segundo a Fundarpe, quando há um pedido de tombamento, existe um processo inicial chamado de tombamento prévio. É feita uma coleta de dados, que gera relatórios do conselho de preservação.

                                               

                                              Em seguida, essa equipe de preservação confirma se o patrimônio será ou não tombado. Quando há o deferimento, como o da igreja de Petrolândia, o bem passa a compor o rol de patrimônios tombados no Estado. Não há um prazo específico para a finalização do processo.

                                               

                                              A partir da publicação no Diário Oficial, ressalta a Fundarpe, o “bem já se encontra protegido legalmente contra destruição e/ou descaracterizações até que haja a homologação do tombamento com inscrição no Livro do Tombo específico e averbação em cartório de registro de imóveis onde esse bem estiver registrado”.

                                               

                                              De acordo com a gestora de Patrimônio Histórico da Fundarpe, Neide Fernandes de Sousa, o próximo passo do processo é apresentar o tombamento ao proprietário do patrimônio – neste caso, a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf).

                                               

                                              “A legislação não existe tempo. Às vezes, por várias razões, os processos demoram mesmo. Nesse caso, não deve demorar muito. Dois anos é um tempo razoável. Temos uma lista, precisamos fazer pesquisas, a gente nem sabe o que vai exigir, porque é um bem que está submerso. Vamos fazer análises o que vai acarretar a proteção de um bem submerso, não é algo que fazemos todo dia”, explicou, reiterando que a igreja já conta com a proteção dos bens tombados com a publicação do edital.

                                               

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                                                Evento que ocorrerá no São Paulo Yacht Club, na Represa do Guarapiranga, aceita inscrições até sexta-feira (3). Saiba mais!

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                                                Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                Vídeo: praia do Litoral Norte de São Paulo é tomada por caranguejos

                                                Fenômeno foi registrado no último sábado (28) e chamou atenção dos banhistas em Caraguatatuba. Assista!

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                                                Setor náutico perde Alberto Sodré, grande nome da fotografia no país

                                                Por: Redação -
                                                01/02/2021

                                                O setor náutico está de luto! Neste fim de semana, o fotógrafo Alberto Sodré morreu aos 61 anos, em São Paulo. Sodré estava internado no Hospital do Vale do Paraíba desde o dia 18 de janeiro, após complicações em uma cirurgia de redução do estômago, feita há 10 anos, e faleceu na madrugada do sábado (30).

                                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                “Cação”, como era conhecido, foi colaborador do Grupo NÁUTICA, registrando, além de muitos Boat Shows, inúmeros momentos na água. Ele também trabalhou em diversas publicações, foi correspondente de revistas internacionais no Japão, Estados Unidos e Europa, e recebeu da ASP (atual WSL) o prêmio Best Print Magazine, oferecido a profissionais de ponta em reconhecimento à relevância e qualidade de seus trabalhos.

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                                                Nos últimos anos, Alberto Sodré atuou com criações e produções de fotos, vídeos e ações culturais e publicitárias focadas em meio ambiente, esportes náuticos, motovelocidade e automobilismo.

                                                O Grupo NÁUTICA se solidariza à família e aos amigos de Sodré neste momento de perda e dor.

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                                                  Opinião: “Customer Centricity” não é novidade, mas muitas empresas não o aplicam de maneira exemplar

                                                  Por: Redação -

                                                  Por Roberta Ramalho*

                                                  Certamente, o conceito de “Customer Centricity” não é nenhuma novidade. E ainda assim, não me parece que sejam tantas as empresas que conseguem colocá-lo em prática de maneira exemplar, e isso por uma razão muito simples: é mais fácil falar do que fazer. Tornar o cliente o centro das operações de uma empresa, ou seja, fazer dele pauta de cada escolha ou movimento, envolve uma série de processos complexos que, mesmo quando postos em prática, não apresentam garantias de que funcionarão. Pessoalmente, acredito que, quando uma empresa já nasce imbuída dessa premissa, as chances de sucesso são maiores.

                                                  Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                  Se delimitarmos ainda mais o recorte e pensarmos no mercado de embarcações de luxo, o senso comum talvez nos leve a acreditar que ao menos aqui essa seria uma prática mais recorrente e executada de maneira exemplar. Também não me parece que seja o caso. Nem sempre os estaleiros operam em condições que propiciam o desenvolvimento de uma relação mais próxima com seus clientes. E isso se dá por inúmeras razões, de questões geográficas até as próprias estruturas empresariais e formas de gerir de quem está no comando. Felizmente, no caso da Intermarine, construir embarcações a partir daqueles que serão seus proprietários foi uma escolha desde o princípio. Quando assumi a liderança do estaleiro, endossei essa postura e, mais do que isso, busquei aprimorá-la. Mas o que na Intermarine, de fato, propicia essa relação tão próxima com seus clientes?

                                                  No artigo anterior, comentei a respeito do ônus, mas também dos incríveis bônus que implicam a decisão de prosseguir mantendo toda a operação da Intermarine no Brasil, sendo que nossa cadeira de fornecimento é global. Da perspectiva do cliente, isso possibilita um nível de customização que vai além das escolhas óbvias, viabilizando barcos que são a real e mais pura expressão da sua personalidade. Da nossa perspectiva, posso afirmar que a interação com os clientes nos proporciona um aprendizado valioso que, ao fim, acaba por ser incorporado facilmente aos nossos produtos, criando embarcações muito melhores em função desse feedback.

                                                  “A interação com os clientes proporciona à Intermarine um aprendizado valioso que, ao fim, acaba por ser incorporado facilmente aos nossos produtos, criando embarcações muito melhores em função desse feedback.”

                                                  Ao ter a possibilidade de não apenas acompanhar de perto, mas mergulhar com profundidade em cada um dos estágios de concepção daquele produto incrível que em breve será seu (ou que já é), o cliente Intermarine acaba por fazer parte de uma experiência memorável que acontece antes mesmo de sua primeira vez a bordo. Isso é colocar o cliente no centro do processo. Isso é construir embarcações não apenas para, mas com as pessoas. A tudo isso, some-se ainda o fato de que a interação presencial, olho no olho, cria uma relação de intimidade e confiança que traz muito mais tranquilidade para quem está investindo em um bem tão precioso. Estabelecer um diálogo direto torna evidente o valor que se dá a essa parceria e também nossa segurança em relação à excelência de cada Intermarine.

                                                  Os resultados disso, tenho certeza que você já imagina. Pessoalmente, não tenho dúvidas da parcela de importância que isso representa em todo o êxito da Intermarine. Sem contar o grande número de amizades que construímos nesse processo. Quando chega ao final essa construção, o proprietário se vê naquela embarcação, sente orgulho de ter feito parte daquela cocriação, de ter participado de cada estágio e ver sua essência, sua alma traduzida em um produto tão esplêndido e singular. E, inevitavelmente, se torna “parte da família”. Nesse momento, tem início uma outra perspectiva dessa experiência, a de experimentar, na prática e a bordo, tudo que ele próprio ajudou a conceber. E nada pode ser mais gratificante do que ser coautor de coisas belas e extraordinárias.

                                                  *Roberta Ramalho é CEO na Intermarine

                                                  Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                                                    Por: Redação -

                                                    Joe Lewis, de 83 anos, é um empresário inglês muito conhecido na terra da Rainha, sobretudo no meio dos negócios. Proprietário de um dos mais tradicionais times do país, o Tottenham Hotspur, equipe do norte de Londres, Lewis também possui um megaiate de luxo que chama atenção por onde passa.

                                                    Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                    Com 98 metros (incríveis 321 pés), o Aviva se tornou o 46º iate mais longo do mundo quando foi entregue pelo estaleiro alemão, Abeking & Rasmussen, em 2017. O modelo foi construído em volta de uma quadra tênis, pedido especial e ousado de Lewis.

                                                    Aviva navegando no Rio Tâmisa em 2018 – Imagem: Reprodução/The Sun

                                                    Tal quadra é a primeira próxima do tamanho real a ser instalada em um iate. Com 20 metros de comprimento e 10 de largura, a área da quadra tem 6 metros de altura. Além disso, o espaço pode ser usado para diversas atividades, incluindo partidas de futebol.

                                                    Imagem: Reprodução/The Sun

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                                                    Segundo informação veiculada pelo jornal inglês The Sun, acredita-se que o empresário more a bordo do Aviva e que trate o local como “seu escritório móvel”. “Aviva é mais do que um escritório; também é minha casa. Então, para mim, é relaxante trabalhar em casa, onde quer que a Aviva esteja no mundo”, explica Lewis.

                                                    Joe Lewis a bordo do Aviva – Imagem: Reprodução/The Sun

                                                    Em certa ocasião, em 2013, o Tottenham fazia um amistoso em Nassau, capital das Bahamas, contra a seleção jamaicana. Depois da partida, Lewis abrigou todo o elenco do time para uma viagem pelo Caribe. É possível que os jogadores tenham ficado entretidos, visto as lanchas e os jets a bordo do Aviva.

                                                    Imagem: Reprodução/The Sun

                                                    Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                      O Parque Municipal Marinho da Barra fica situado na entrada da Baía de Todos-os-Santos entre dois fortes: o Santa Maria e o Santo Antônio (Farol da Barra), em uma região que passou a contar com ações efetivas para a preservação ambiental. O roteiro turístico tem sido muito procurado por turistas e por soteropolitanos, que gostam de aventuras e buscam redescobrir Salvador através de atividades esportivas.

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                                                      O Parque Municipal Marinho tem uma área de 322 143 m², englobando três naufrágios que ocorreram na região da Barra nos séculos XIX e XX: o Bretagne (1903), Germânia (1876) e o Miraldi (1875). Idealizado por um grupo de moradores da Barra, admiradores do ambiente marinho, desde 2016, é apoiado pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Sustentabilidade e Resiliência (Secis).

                                                      Entre as ações realizadas a partir do decreto de criação do parque, assinado pela administração municipal em 2019, está a preservação dos resquícios históricos do local, regras para o controle de pesca, do trânsito de embarcações motorizadas e atividades que causem impactos negativos ao ecossistema marinho.

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                                                      Além disso, são promovidas ações de preservação, preocupação com o fomento de atividades ligadas ao turismo ecológico, pesquisas científicas e práticas de educação ambiental, coordenadas pela Secis.

                                                      No parque, o público pode contemplar quatro naufrágios históricos na região e viver a experiência de mergulhar entre peixes, cavalos marinhos, corais e tartarugas marinhas.

                                                      Secretária municipal de Sustentabilidade e Resiliência (Secis), Edna França afirma que o Parque Marinho da Barra é um tesouro na Baía de Todos-os-Santos idealizado por cidadãos admiradores do ambiente marinho e usufruído por pessoas do mundo inteiro que visitam Salvador.

                                                      “É um lugar que tem uma grande riqueza histórica submersa, a exemplo dos três naufrágios que formam um interessante sítio arqueológico, permitindo atividades como o mergulho de contemplação e pesquisas, que não geram prejuízos à fauna e à flora marinhas do local”, diz a secretária.

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                                                        O 32º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina conheceu seus campões neste sábado (30) após quatro dias de competição em Jurerê, na Sede Oceânica do Veleiros da Ilha. Em uma semana com todos os tipos de condição e temperatura, as tripulações foram testadas ao extremo em um evento técnico e que contou com a presença de alguns dos melhores velejadores do país. Neste sábado foram realizadas a regata de percurso médio para as classes RGS Cruzeiro, Bico de Proa e Star, e uma regata barla-sota para as classes C30, IRC, ORC e RGS.

                                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                        “Finalizamos nosso 32º Circuito Oceânico com sensação de dever cumprido. Foi um evento que colocou todos os velejadores em prova devido às situações de regata. Tivemos ventos rondados, tempo aberto, chuva e dias clássicos de Jurerê. Além disso, conseguimos receber muito bem todos os atletas e estamos gratos pela presença da flotilha oceânica. O Veleiros da Ilha está sempre de portas abertas para organizar os eventos e apoiar a vela”, declarou o Comodoro Junior.

                                                        Como previso, as boas disputas deixaram para o sábado a definição dos campões nas sete classes. Na IRC, o Xamã confirmou o título com 6 pontos perdidos, à frente do Crioula, vice-campeão, e Salvo Conduto, terceiro colocado. Na ORC, o Catuana Kim, do Iate Clube de Santa Catarina, confirmou o título também com 4 pontos perdidos, vencendo todas as regatas do programa. O vice-campeonato da classe foi para o Santa Fé e o terceiro para o Dourado.

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                                                        Na classe C30, como sempre as regatas foram muito disputadas e o resultado foi conhecido apenas na última disputa de barla-sota. O Caballo Loco confirmou o título com 12pp, mesma pontuação do Corta Vento (ICSC), vice-campeão, após desempate. O terceiro lugar também foi definido por critérios de desempate, com o  Katana/Portobello em terceiro lugar o Zeus em quarto, ambos do Veleiros da Ilha.

                                                        Na RGS, o Bruxo conquistou mais um título para o Veleiros da Ilha com campanha invicta na classe, vencendo todas as regatas. Dona Bola, em segundo, Split, em terceiro, completaram a flotilha. Outro catarinense que também confirmou a vitória no 32º Circuito Oceânico foi o Terra Firme, campeão na RGS Cruzeiro à frente do Mako IV (2º) e Nimbus (3º).

                                                        Completando a lista de vencedores do 32º Circuito Oceânico, o Harmonya levou o título na classe Bico de Proa fechando as disputas à frente de Bicho D´Água e Colibri, segundo e terceiro colocados, respectivamente. Na classe Star, o Supimpa confirmou a vitória, com Ippon na segunda posição e 7018 em terceiro.

                                                        Resultados finais do 32º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina

                                                        ORC: Catuana Kim (SC)
                                                        IRC: Xamã (SP)
                                                        C30: Caballo Loco (SP)
                                                        RGS: Bruxo (SC)
                                                        RGS Cruzeiro: Terra Firme (SC)
                                                        Bico de Proa: Harmonya (SC)
                                                        Star: Supimpa (SC)

                                                        IRC A: Crioula (RS)
                                                        IRC B: Xamã (SP)
                                                        RGS A: Dona Bola (RJ)
                                                        RGS B: Bruxo (SC)
                                                        Bico de Proa A: Harmonya (SC)
                                                        Bico de Proa B: Colibri (SC)
                                                        RGS Cruzeiro A: Quival (SC)
                                                        RGS Cruzeiro B: Terra Firme (SC)

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                                                          Por: Redação -
                                                          29/01/2021

                                                          Robert Scheidt começa 2021 da mesma forma que terminou 2020: no pódio. Na primeira competição do ano da Olimpíada de Tóquio, o velejador brasileiro conquistou o vice-campeonato no Lanzarote Winter Series. A competição terminou nesta quinta-feira (28), na raia montada no litoral do arquipélago das Ilhas Canárias, na Espanha. O resultado comprova a boa forma do bicampeão olímpico de 47 anos. Em dezembro do ano passado, em Vilamoura, ele foi o terceiro colocado na classe Laser do 3rd Portugal Grand Prix – round 1.

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                                                          A competição da classe Laser do Lanzarote Winter Series contou 31 participantes e com dez regatas, em três dias. Scheidt venceu duas e ainda teve dois segundos lugares e um terceiro entre os seus melhores resultados. Construiu uma média com 58 pontos perdidos. O campeão, o francês Jean Baptist Bernaz, fechou a competição com 45 pontos perdidos. O terceiro lugar foi do italiano Giovanni Coccoluto, com 64pp.

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                                                          “O campeonato teve um bom nível técnico, com vários velejadores estrangeiros na raia. Foi um período ótimo de treinos e aproveitei bastante a oportunidade, já que tivemos boas condições de velejada, com clima quente em relação ao inverno europeu, e isso acaba sendo um paraíso. Agora é seguir em frente na preparação para os Jogos de Tóquio”, comentou o bicampeão e maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios.

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                                                            Capitania dos Portos intensifica Operação Verão no Rio Grande do Norte

                                                            Por: Redação -

                                                            A Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte intensificou, no período de 16 a 22 de janeiro, ações de Inspeção Naval nas praias e parrachos de Pirangi, nos municípios de Parnamirim e Nísia Floresta (RN), no litoral Sul, como parte da Operação Verão 2020/2021 – Todos por uma Navegação Segura.

                                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                            Durante as abordagens, os militares da capitania verificaram o material de salvatagem (coletes e boias) e a documentação de 96 embarcações e de seus tripulantes, bem como realizaram testes de alcoolemia nos condutores.

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                                                            A fiscalização do tráfego aquaviário tem o propósito de conscientizar condutores e passageiros de embarcações sobre a importância das regras de segurança da navegação, de modo a evitar a ocorrência de acidentes, sobretudo com o aumento das atividades náuticas e de lazer nas praias e lagoas do Rio Grande do Norte, por ocasião da alta estação.

                                                            Em proveito as Inspeções Navais, as equipes da Capitania também orientaram os passageiros e comunidade marítima sobre as normas de segurança da navegação e ações de enfrentamento ao coronavírus.

                                                            Náutica Responde

                                                            Faça uma pergunta para a Náutica

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