O município de Angra dos Reis lançou a campanha “Salvemos a Loretti”, traineira que é reconhecida como patrimônio da história do sistema penal, da navegação e da Ilha Grande. Com 110 anos, sem manutenção adequada nos motores, a Loretti acabou afundando, em março de 2014, no cais Santa Luzia, no Centro de Angra dos Reis e desde em tão está guardada na Marina Verolme.
A embarcação também serviu à Defesa Civil para salvamentos marítimos e à população da Ilha Grande depois que o presídio foi implodido por ordem do então governador Leonel Brizola. A proposta de recuperar a traineira começou pelo seu mestre, Constantino Cocotós, que também comandava a Defesa Civil na Ilha Grande. Ele morreu, em 2013, sem realizar o sonho de ver a Loretti num museu a céu aberto na Vila do Abraão. A pedido da comunidade, o nome de Cocotós foi eternizado no Centro Cultural da Ilha Grande. Há oito anos, a então prefeita Conceição Rabha prometeu recuperar a embarcação, a mesma promessa feita no ano passado por Fernando Jordão, que foi reeleito e é o atual prefeito de Angra dos Reis.
Sem solução à vista, o fundador da Associação de Canoagem Oceânica de Angra dos Reis (ACOAR), Marcelo Lopes lançou a campanha “Salvemos a Loretti”, com apoio de moradores da Ilha Grande, de empresários e de parentes do falecido Constantino. “A Loretti teve uma importância fundamental para o transporte de presos e depois para salvamentos na Ilha Grande. Era uma embarcação moderna para a época por causa do seu modelo, com proa alta, extremamente segura para enfrentar as ondas em mar aberto. Somente ela entrava em Dois Rios, onde ficava o presídio. É preciso recuperar o madeiramento e partes de metal. Estamos buscando emendas parlamentares e ajuda de um pool de empresas para recuperar a traineira e transformá-la num museu na Vila do Abraão, como era o sonho de Cocotós”, explica a relevância da medida.
Em março de 2019, a vereadora Titi Brasil fez o primeiro pedido à prefeitura para recuperar a Tenente Loretti “para manter a história viva”. O Presidente da Associação dos Condomínios da Costa Verde, Manoel Francisco de Oliveira informou que há um grupo de empresários dispostos a transformar a Loretti em museu. Mas para que isso aconteça, a prefeitura de Angra precisa apresentar um projeto de recuperação, a titularidade e o destino que pretende dar à traineira após a reforma.
Lopes recorda que “além de trazer presos do Rio, na época da ditadura, a traineira também levava os detentos para audiências em Angra dos Reis. Transportava mantimentos para o presídio e, após a implosão, além de atuar em salvamentos, ia imponente na frente da procissão marítima do padroeiro da Ilha Grande, São Sebastião”.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Construído pelo estaleiro italiano Codecasa, o superiate de luxo de Bono Vox, astro da banda irlandesa de rock U2, tem 48,7 metros de comprimento e possui casco de aço e superestrutura de alumínio. Cyan, como é chamado, possui motos aquáticas a bordo, sala de cinema no convés, banheira de hidromassagem, entre outros recursos luxuosos.
O modelo, avaliado em US$ 11,5 milhões, ainda possui um sistema de áudio integrado de última geração. Na cor azul – favorita do vocalista da banda -, superiate ainda conta com um piano de cauda. Ele pode acomodar 12 pessoas em 6 camarotes e é movido por motores MTU de 2 285 hp cada.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Nicolas Cage e Steven Spielberg podem até ter construído sua fama em Hollywood, mas as vezes em que seus trabalhos se cruzaram foram pouquíssimas. O que os une, no entanto, não é o trabalho, e sim o apreço pela vida náutica. Os dois compraram iates ao longo de suas carreiras que deram o que falar.
Nicolas, apesar disso, decidiu vender seu superiate, batizado de Sarita, comprado por 20 milhões de dólares. A embarcação voltou para o mercado por cerca de 29 milhões de dólares.
Sarita possui 38,6 metros, ou seja, 126 pés, e acomoda 12 passageiros em 6 camarotes. Foi construído pelo estaleiro italiano CRN, parte da Ferretti Group, em 1972, e possui casco de aço e superestrutura de alumínio — totalizando um peso de quase 227 toneladas. A propulsão se dá por motores Caterpillar de 1200 hp cada.
O design exterior também é assinado pela CRN. O interior, por sua vez, foi decorado pela Lm Pagano Design, que resolveu ornamentar a embarcação partindo do estilo clássico. Conta com painéis de madeira, tapetes estampados e móveis de couro. O projeto também foca em cores escuras, tetos baixos e iluminação reduzida.
As acomodações são divididas em king VIP (com banheira no convés principal), master king (com banheira e chuveiro) queen (com chuveiro) e uma dupla (conversível em extra king, com chuveiro). Além de tudo, está equipado com uma extensa gama de recursos de tendas, brinquedos aquáticos, entretenimento e comunicação (que vão desde jacuzzis a equipamentos de ginástica).
Steven Spielberg, diferente de Nicolas Cage, quis vender seu megaiate por um motivo um tanto quanto peculiar… o dono do Seven Seas, que já tinha um megaiate de 282 pés, quis trocá-lo por uma embarcação ainda maior. A embarcação custou 150 milhões de dólares ao renomado diretor e produtor hollywoodiano, e estima-se que sua nova aquisição tenha 300 pés e custe cerca de 250 milhões de dólares.
Megaiate de Steven Spielberg, o Seven Seas
Com 86 metros, é capaz de acomodar 26 tripulantes e é equipado com dois helipontos, academia de ginástica, spa e um sistema de estabilizadores capaz de enfrentar qualquer situação marítima. Steven diz ter sofrido muito com enjôos na filmagem do filme “Tubarão”. Portanto, estabilizadores de última geração se tornaram não apenas uma opção, mas obrigatoriedade.
Foi construído pela Oceanco, em 2010, e reformado em 2013 pela Amico & Co. Tanto o design interior quanto exterior foram arquitetados pelos designers Nuvolari & Lenard. Possui casco de aço, proa bulbosa, amplo espaço interno e externo, academia totalmente equipado, spa, sala de massagem e interior decorado com nogueira, teca, jacarandá, além de intercalações com materiais e tecidos ou cores naturais.
Inclui um convés privativo do proprietário com uma grande suíte master separada. Além das acomodações dos proprietários, existem 4 grandes suítes para hóspedes, um camarote VIP no convés principal e outro VIP adicional isolado no convés do terraço. Todos os camarotes foram equipados com os mais altos padrões e apresentam os mais recentes sistemas de entretenimento.
O megaiate dispõe de uma extensa lista de amenidades: uma ampla variedade de brinquedos para esportes aquáticos (como a lancha de limusine personalizada de 10,5 metros) e um barco esportivo aberto personalizado de 9,2 metros. Como um grande cineasta, Steven também não poderia deixar de incluir um verdadeiro cinema no Seven Seas, com sistema de projeção de 360 graus em uma enorme parede de vidro ao lado da piscina.
A propulsão se dá por dois motores MTU de 4 680 hp e 3 492 kW. Até vendê-lo, Spielberg alugou seu megaiate por cerca de 1 milhão de dólares por mês.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
O Navio Patrulha Oceânico “APA” parte hoje, 19, do Porto de Santos, carregado com um cilindro de 54 toneladas para Manaus (AM). Tal cilindro tem a capacidade de receber 90 000m³ de oxigênio líquido, que serão preenchidos em Belém (PA). De lá, o cilindro segue de balsa até a capital manauara.
A previsão é que o “APA” parta do Cais do Saboó no final da tarde desta terça-feira, e chegue em Manaus no dia 28. Desde a semana passada, o Amazonas, sobretudo a capital, Manaus, está às voltas com o desabastecimento de oxigênio medicinal.
Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Construído pelo estaleiro turco Turquoise, o superiate de 47,55 metros Amphitrite, que já pertenceu ao ator norte-americano Johnny Depp e, hoje, é propriedade da escritora J. K. Rowling, que comprou a embarcação por incríveis 27 milhões de dólares (140.6 milhões de reais) no ano de 2015.
A escritora de uma das maiores sagas de livros do mundo, a saga Harry Potter, fugiu da decoração moderna e sofisticada da maioria das embarcações desse porte: ela apostou na ornamentação clássica, ao estilo dos anos 1930.
O Amphitrite foi construído em aço e alumínio e acomoda 10 hóspedes, alojados em 5 camarotes. O estilo Art Deco não convencional foi o escolhido para essa decoração, com uma aplicação bastante retrô. A suíte master, voltada para o convés principal, tem uma banheira com detalhes em mármore e uma notável vista de 180 graus do oceano. Os outros camarotes são igualmente decoradas, seguindo a mesma linha de adereços. Todas as quatro suítes estão localizadas no convés inferior.
O design exterior é de Tanju Kalaycioglu, e o projeto interior é de Redman Whiteley Dixon. Ele optou por paredes com painéis de mogno hondurenho, tecidos vintages exuberantes, assentos de veludo amassado e papéis de parede com padrões complexos. As cortinas possuem até borlas, e a área de jantar é, propositalmente, mal iluminada.
Além de tudo, enquanto os hóspedes navegam, podem desfrutar de uma variedade de comodidades e opções de entretenimento. As portas de vidro com acabamento em teca revelam o salão do convés principal equipado com sistema de última geração: TV via satélite, ar-condicionado, consoles de Wi-Fi e videogames. O convés de popa oferece um espaço para refeições ao ar livre, também com 10 lugares. Para a diversão durante o dia, os tripulantes podem desfrutar dos equipamentos que vão desde o mergulho com snorkel a caiaques, pranchas de wakeboard, windsurf e tendas para esqui aquático.
Quando o superiate pertencia a Johnny Depp, a embarcação chamava-se Vajoliroja, e recebeu esse nome pela junção das primeiras sílabas dos nomes dos integrantes de sua família. Hoje, o nome dado por J.K. Rowling representa a esposa de Poseidon na mitologia grega, ou seja, a rainha do oceano. O Amphitrite, assim como sua proprietária, continua simbolizando muita magia e mistério na água.
No fim do ano seguinte, a escritora colocou a embarcação à venda por 15 milhões de libras (65 milhões de reais).
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A Brunswick Corp acaba de anunciar o lançamento do BoatClass, um programa de treinamento imersivo projetado para ensinar segurança na navegação e ajudar navegadores a ganhar confiança na água.
“A segurança é a prioridade número um para todos os navegadores na água, e o BoatClass oferece uma oportunidade tanto para os novos quanto para os experientes receberem treinamento de classe mundial e aprenderem as habilidades necessárias para aproveitar ao máximo seu tempo a bordo,” disse Brenna Preisser.
O BoatClass oferece duas opções de curso de três horas – níveis básico e intermediário – liderados por um Capitão da Guarda Costeira dos EUA certificado, que consiste em treinamento 100% na água para dominar diversas técnicas de navegação. Esses cursos utilizam os mesmos métodos de treinamento que tiveram sucesso por décadas em toda a rede do Freedom Boat Club.
“A segurança não é uma tendência, é um foco diário para nós e nossos consumidores”, diz Bijoy Jha. “Estamos recebendo novos navegadores em nosso setor todos os dias, e é imperativo que tenham acesso à melhor experiência em educação sobre segurança e navegação. Estamos entusiasmados em oferecer o BoatClass e esperamos fornecer um meio para novos navegadores e aqueles que consideram a navegação um caminho acessível e rápido para se tornarem seguros e confiantes no leme”.
Os cursos de treinamento serão inicialmente lançados na Marker 24 Marina em Merritt Island, Flórida, antes de se expandir para outras localidades nos Estados Unidos.
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A Itália acaba de abrir o primeiro curso de formação como “observador de baleias”. Organizado pela Fundação CIMA e promovido pela Região da Ligúria com financiamento do Fundo Social Europeu, o projeto visa unir ambiente, turismo e ciência, proporcionando aos participantes conhecimentos específicos no domínio da ecologia e da biologia marinha, que podem por sua vez transferir para os turistas, a fim de proteger melhor o ecossistema marinho.
Para o território da Ligúria, o turismo marinho é um recurso que adquire cada vez mais importância e entre as práticas que mais se expandem encontra-se a da observação de cetáceos(como baleias e golfinhos).
Além disso, o curso oferece um estudo aprofundado útil de alguns aspectos técnicos das excursões de observação de baleias que não são da competência de guias de excursões ambientais ou guias turísticos nacionais. Os participantes serão, assim, formados, para a utilização de equipamentos e técnicas de avistamento da biodiversidade marinha e costeira. No final do percurso, poderão operar tanto como autônomos como funcionários de organizações ou associações que organizam excursões marítimas.
As palestras serão ministradas por pesquisadores da Fundação CIMA, por professores da Universidade de Gênova e por especialistas do mundo do trabalho.
O presidente da Fundação CIMA, Luca Ferraris, diz que promover a pesquisa científica junto com a proteção do meio ambiente é uma das principais missões da Fundação. O curso responde perfeitamente a este objetivo, dando a oportunidade de formar, pela primeira vez na Itália, guias turísticos de alto mar capazes de desenvolver um turismo responsável e consciente da beleza do meio marinho, das espécies que o povoam e dos comportamentos para manter para evitar danificá-lo.
Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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O superiate de luxo que acredita-se pertencer ao cantor britânico Elton John chama a atenção com seus 50 metros de luxo e comodidades a bordo. A embarcação produzida pela empresa Westport, dos Estados Unidos, conta com acomodações para 18 convidados, incluindo suíte master, biblioteca, sala de jantar, conveses privativos, academia e espaço para equipamentos de esportes aquáticos.
Comprado por 26 milhões de dólares (R$ 139.1 milhões), ele foi adquirido em 2011 e melhorado em 2016, ganhando mais funcionalidades pelo custo de 2,6 milhões de euros.
Tanto o design interior quanto o exterior foram desenvolvidos por Donald Starkey, reconhecido no mercado como especialista no planejamento, estilo e design de interiores de grandes iates motorizados. O barco ainda conta com televisão de plasma de 50 polegadas, hidromassagem, piscina e churrasqueira.
O “Wabi Sabi”, como se chama o superiate, foi desenhado para cruzeiros de longa distância, tendo passado dois anos explorando o Oceano Pacífico da América Central à Austrália. Na última vez que virou notícia, em 2017, ele foi localizado em Limerick, cidade na República da Irlanda.
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A Tethys 41 HT foi entregue com novo interior de cabine e atualizações de itens e equipamentos de série. Os novos detalhes, projetados pela equipe de arquitetas, renovam as cores, texturas e mobiliário do interior da embarcação.
Com 12,60 m de comprimento, a Tethys 41, pode ser encontrada com duas opções de layout interno. A primeira possui uma suíte máster na proa e uma suíte para um casal à meia-nau; já a segunda, tem dois camarotes de casal, sala de estar e toalete completo. Pode levar até 14 pessoas, além do piloto, em saídas diurnas. O modelo promete boa visibilidade e facilidade na pilotagem.
A Tethys Yachts, certificada pela ABYC, desenvolve barcos nos padrões de segurança globais, com tecnologia importada para os projetos, e construção pensada para um melhor desempenho sobre as águas. Para este ano, a marca projeta a entrega de unidades fora do país, como na Espanha, Austrália, Turquia, Kuwait e Ásia, fortalecendo o mercado de importações e expandindo sua rede de representação internacional.
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Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
A equipe de Narke começou a trabalhar em motos de água ecologicamente corretas (PWC) em 2014 como uma alternativa aos jets que consomem muita gasolina. O eletrojato de primeira geração, Narke GT45, foi lançado em 2018 no Festival de Yachting de Cannes e esgotou quase imediatamente, de acordo com a empresa. O novo modelo, Narke GT95, foi ainda mais ajustado e promete 50% mais potência e 20% mais alcance do que seu antecessor.
O GT95 está equipado com um poderoso motor elétrico e células de bateria de alta potência que produzem 95 hp. Graças ao design aprimorado do casco e à tecnologia de deflexão exclusiva, o GT95 também promete uma experiência de direção mais macia, silenciosa e estável do que modelos comparáveis.
A empresa afirma que Péter Bíró, campeão mundial de jet ski, até testou o eletrojato e ficou impressionado com a velocidade e manobrabilidade do veículo.
Um de seus destaque é o design futurista. O corpo de compósito reforçado com fibra de carbono é ultra-elegante e ainda mais aprimorado pelo marcante colorido metálico. Medindo 13 pés de comprimento, o GT95 foi projetado para oferecer amplo espaço, junto com três assentos e uma plataforma de natação.
“Esta elegante moto aquática oferece tudo o que os usuários podem esperar de um PWC elétrico de três lugares do século 21”, escreveu Narke no comunicado à imprensa. “É divertido, seguro, poderoso e protege as águas para as gerações futuras”.
A bordo, o GT95 apresenta uma tela personalizável de 7 polegadas que rastreia o nível de carga, quilometragem, distância do porto e temperatura da água. Ele também pode receber chamadas, caso algo importante aconteça enquanto você estiver na água.
Quando chegar a hora de recarregar a bateria de íon de lítio de 24 kWh, você pode optar pelo carregador rápido embutido opcional que fornece energia completa em apenas 1,5 horas. Como alternativa, você pode usar uma tomada doméstica padrão que levará cerca de 6 horas para carregar totalmente o PWC.
O Narke GT95 será apresentado em setembro no Top Marques Show em Mônaco. Você também pode reservar um modelo através da Narke ou em um dos revendedores parceiros. Os projetos custam a partir de US$ 47 mil.
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Depois de 22 dias, 1 060km navegados e remados, a 4ª edição da Expedição Anamauê chegou ao fim na tarde desta sexta-feira (15) no CEM, Centro de Estudos do Mar, na praia de Jurujuba, em Niterói (RJ), no que se intitula como a maior expedição de canoa havaiana do Brasil em trajeto inédito.
Os seis remadores dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo concluíram os últimos 120 km do trajeto saindo de Arraial do Cabo (RJ), na Região dos Lagos, em 13 horas de duração na canoa havaiana V6 para seis tripulantes, barco apelidado de Jubarte pelos atletas. Eles acordaram à 0h de sexta-feira, saíram às 2h30 e chegaram perto das 16h.
Os velejadores/remadores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo saíram no dia 24 de dezembro, na véspera de Natal, de Arraial d´Ajuda, no sul da Bahia, e navegaram ao todo em 14 deles, ficando parados nos demais por condições ruins de tempo e do mar.
Foi a primeira tripulação a bater os 1 000 km em uma canoa havaiana no Brasil, primeira tripulação a cruzar o Cabo de São Thomé, na região de Campos (RJ), de canoa havaiana, primeira tripulação brasileira a fazer o trajeto direto de Arraial do Cabo até Niterói sem apoio, de acordo com informações do grupo.
Daniel Gnone, mais jovem tripulante, da capital do Rio de Janeiro, comentou sobre o último dia de expedição: “No último dia navegamos na escuridão, com água muito gelada, uma navegação que exigiu muito da tripulação, estar atenta aos sinais, barulhos de outras possíveis embarcações, ondulações que fica difícil de ver à noite. Muito frio. O dia nasceu com muitas nuvens, só foi esquentar pelas 8h da manhã, momento mais frio da viagem. Navegação bem dura. Por volta de meio-dia, estava muito quente e ficamos parte navegando à vela, parte à remo, vento entrava e saía, e mantivemos a constância para não deixar a canoa parada. Quando o vento abaixava íamos para o remo mantendo a média de 9, 10km/h, não fosse isso não teríamos conseguido chegar no horário”, disse.
“Depois de 22 dias, concluímos nosso grande objetivo de vida. Foi um ano de planejamento e 22 dias de execução e só foi possível graças à equipe. Como um dos líderes e capitão tive momentos muito duros. Todos os dias que íamos para o mar precisava pensar que existiam cinco vidas comigo e não podia errar nas escolhas. Já vivíamos no risco numa canoa e barco adaptado com vela e tínhamos que ter a sagacidade de não colocar a tripulação em risco. Em alguns dias não pudemos sair para não colocar a tripulação em risco diante de condições inadequadas”, declarou Douglas Moura, de Niterói (RJ).
“Quando chegamos foi maravilhoso. Nos tornamos a primeira tripulação a bater acima dos 1 000km de canoa havaiana no Brasil. Passamos por locais remotos, sem possibilidades de desembarque que nos fez ter pernas extremamente duras e um planejamento muito preciso. Caso da última parte saindo de Arraial do Cabo às 2h da manhã para conseguir o objetivo de navegar por 120 km para chegar em casa. Pelo caminho visuais lindos, incríveis e uma grande ajuda das pessoas. O que vemos na mídia atualmente são somente coisas ruins diante do momento que vivemos, mas o que pudemos constatar é que se chegamos com muita humildade e vontade as pessoas ajudam, as pessoas são boas. Não ficamos desemparados em nenhum momento”, continuou Moura.
“Foi uma experiência única e agradeço à toda equipe, Tavo Calfat, que foi meu braço direito, sem ele não teríamos conseguido. Foi um ponto forte junto comigo. Temos vivência de 15 anos de mar, é um grande irmão. Daniel Gnone, Bárbara, Ranin e a dupla Chico e o Guido que chegaram no último momento para ajudarem o time. Cruzamos o temido Cabo de São Thomé, primeira tripulação a navegar pelo sul do Espírito Santo e Norte do Rio de Janeiro. Foi uma grande conquista e, agora, é saborear e comemorar com amigos, familiares. Foi um feito. A adaptabilidade é a grande palavra, tivemos que nos adaptar bastante, desde que perdemos dois tripulantes em Grussaí, lugar que não conhecíamos ninguém, longe de tudo. Quando o mar ficou grande não desistimos. Persistência, resiliência. Nós temos muita coragem, mas o que levo comigo é muito respeito pelo mar que é muito forte. Se não tivermos essa consciência iremos nos dar mal. Agradecemos a todo mundo que nos acompanhou, que nos apoiou, a CORE que foi a principal responsável”, finalizou.
Daniel Gnone comentou sobre seu maior desafio: “Sentimento enorme de gratidão a todos que participaram, contribuíram de alguma forma, agradecendo muito à natureza por ter contribuído para termos concluído. Um dos maiores aprendizados que eu tiro é a persistência da equipe. Sentimento de dever cumprido, felicidade. Muita coisa que está vindo ainda”.
Barbara Guimarães, de Vitória (ES), comemorou ser a primeira mulher a fazer esse tipo de travessia: “Uma das coisas que mais gosto de fazer é me desafiar, saber o limite em que posso chegar. A travessia me mostrou a força e resiliência que eu tenho. Mesmo com todos desafios e incertezas durante o velejo e remo, tudo foi leve e muito prazeroso, com pessoas que com certeza são mais amigos agora do que quando começou a expedição. Estou muito feliz por ser a primeira mulher a fazer uma expedição dessa magnitude no Brasil, pela importância dessa representatividade e mostrar do que somos capazes.”
“Pra mim um dos momentos mais tensos foi a saída de Grussaí, quando a canoa alagou e eu tinha certeza que ela ia quebrar quando tirasse da água. Mas felizmente a canoa saiu ilesa e conseguimos cortar a ondulação e completar essa pernada que foi a mais longa. Chegamos de noite, com várias dores musculares mas tivemos vários presentes durante o trajeto, como várias aves e golfinhos passando perto da canoa, passamos tranquilamente pelo Cabo de São Thomé, que era um dos locais mais temidos, o pôr do sol do mar foi incrível, de noite vimos estrelas cadentes e algas bioluminescentes. Em resumo, mesmo com alguns perrengues, o céu e o mar sempre nos dava algum presente”, finalizou.
Tavo Calfat comentou: “Apesar de ter feito várias travessias à vela, essa foi uma expedição diferente, muito perto da costa, muito perto da água, a canoa é muito baixa e sempre ficamos navegando pertinho da água, com conforto limitado”, disse. “A interação com todos os tripulantes é muito próxima, mais que num barco à vela, então, isso tudo dá uma sensação de integração com a natureza muito grande, sensação de felicidade e bem-estar quando a canoa está andando. Conexão com a natureza. Fomos ao longo do tempo entendendo as limitações da canoa para fazer tudo na maior segurança. Fora isso, diariamente tínhamos as missões de embarque e desembarque e acharmos lugares para dormir. É incrível o que a canoa traz, ela traz amigos. Conhecemos pessoas incríveis pelo caminho que nos ajudaram e nos deixaram sem palavras. As pessoas se identificam com a gente, com nosso objetiv , com nosso propósito e sempre acabam ajudando e isso só aumentou a vontade e alegria de passar por tudo isso e atingir o objetivo”, finalizou.
O trajeto
O primeiro destino foi a praia de Corumbau, no município de Prado (BA), depois desembarcaram na praia do Prado (BA). Condições ruins impediram que a tripulação saísse no dia 26. No dia 27, foram para Nova Viçosa navegando e remando por 80 km. Na segunda-feira, tiveram que abortar a chegada na divisa com o Espírito Santo por uma tempestade e desembarcaram na praia de Mucuri, a Costa Dourada. O último trajeto antes da virada do ano foi até Regência, o maior deles com 100 km, onde aportaram na base da Canoa Polinésia Pataxó, comandada por Ranin Thomé, um dos líderes da 4ª Expedição Anamauê.
No dia 2, rumaram para a capital do ES, Vitória. No dia 3, partiram em trajeto mais curto para Anchieta (ES) e, no dia 4, foram para o extremo sul do estado, em Marataízes (ES), até cruzarem a divisa com o RJ na terça-feira da semana passada passada, onde foram obrigados a ficarem três dias esperando as condições do mar melhorarem. No final de semana saíram da praia de Grussaí, em Barra de São João (RJ), e levaram mais de 12h no mar até aportarem em Macaé (RJ) cruzando o temido Cabo de São Thomé, na região de Campos (RJ). No dia seguinte mais um dia duro para alcançarem Búzios (RJ) com ventos de 30 nós, algumas avarias no barco e muita disposição até uma reta final com surfe por cerca de vinte minutos. Condições ruins do mar fizeram a tripulação ficar alguns dias por Búzios até partirem na última quinta com destino a Arraial do Cabo e finalizarem na sexta para Arraial do Cabo.
O trajeto foi inédito percorrendo o litoral sul da Bahia, todo o litoral do Espírito Santo, Norte, Região dos Lagos no Rio de Janeiro. Os tripulantes estão dias inteiros no mar sem o auxílio de equipamentos eletrônicos, apenas bússola e carta náutica. A expedição foi feita por intermédio de uma canoa havaiana V6 adaptada com duas velas que ficou pronta em parceria com a CORE VA´A. Os atletas levaram seus mantimentos e equipamentos de dormir para quando não tiverem abrigo poderem dormir nas praias mais remotas pelo litoral.
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Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
O navio austríaco a vapor Baron Gautsch, o mais famoso naufrágio do Mar Adriático situado na Croácia, teve sua história lançada na Escócia em 3 de maio de 1908. Os criadores do navio deram o nome de um político conhecido da época: Baron Paul Gautsch von Frankenthurn. Baron Gautsch não era um navio de guerra, mas um luxuoso navio de passageiros. Durante a Primeira Guerra Mundial, a marinha austríaca requisitou o navio para ser usado como transporte de tropas e para transporte entre as costas do Adriático. Porém, logo retornou ao Lloyds (criadores da embarcação) para voltar a transportar passageiros.
Na primeira viagem em que voltou a ser um navio de luxo, o Barão Gautsch teve seu destino marcado. O navio com 300 pessoas a bordo, entre tripulação e passageiros deveria chegar ao destino às 18 horas, mas o capitão cometeu o erro de chegar muito perto da costa de Rovinj, cujas águas haviam sido minadas pelos próprios austríacos.
Vendo o grande navio a vapor com mais de 85 metros de comprimento indo para a área minada, a tripulação adversária, Basilisk, prontamente soou o alarme, mas tanto os marinheiros quanto os passageiros a bordo do Baron Gautsch interpretaram esses sinais como uma recepção calorosa. Foi assim que o navio colidiu com uma mina e, em poucos minutos, afundou, levando consigo 130 passageiros, muitos deles mulheres e crianças.
O naufrágio teve consequências judiciais pesadas. O capitão Winter, que escapou em um bote salva-vidas, foi acusado de covardia junto com muitos marinheiros que teriam pensado mais em se salvar do que resgatar os civis a bordo. Na verdade, a maioria dos botes salva-vidas não podia nem mesmo ser baixada para a água devido à má manutenção. Má manutenção que, segundo a defesa, foi atribuída à gestão anterior da Marinha.
Mas a história mais duvidosa diz respeito aos coletes salva-vidas que poderiam ter salvado dezenas de vidas e estavam trancados em gavetas. O capitão se justificou explicando que a decisão foi necessária porque passageiros da terceira classe os roubaram para usar como travesseiro.
Hoje, o naufrágio encontra-se em uma profundidade de 40 metros, na costa da Croácia. É recomendado que mergulhadores subam com o nitrox, que, além de maior segurança nas curvas, permite ficar mais tempo em baixa altitude, pois este é considerado um mergulho difícil. O navio é muito grande, possuindo sua estrutura ainda em boas condições e em um único mergulho não é suficiente para desfrutar de tudo pois existem muitos detalhes a serem observados, como cacos de pratos com símbolo da marinha alemã que podem ser vistos até hoje no interior do navio.
Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
A arte imita a vida ou a vida imita a arte? Esse com certeza é um dilema que gira em torno de Leonardo DiCaprio. O ator, que conquistou fama mundial depois de protagonizar Jack Dawnson, em Titanic (um clássico filme sobre naufrágio), no ano de 1997, começou o ano encenando mais uma cena épica nos mares: o resgate de um homem que caiu de uma embarcação de luxo perto de St Martin, no Caribe.
De acordo com o relato, Leonardo estava em seu barco com a namorada, Camila Morrone, e alguns amigos, quando recebeu o chamado pelo rádio do capitão do navio. A informação é de que seu superiate foi o único a desviar a rota para procurar pelo tripulante francês que havia caído no mar, bêbado, e desaparecido em seguida.
O náufrago foi identificado apenas como Victor, de 24 anos, e foi encontrado boiando no mar 11 horas depois do acidente. De acordo com a fonte do jornal The Sun, DiCaprio “colocou como prioridade as chances de sobrevivência do homem, que era de uma em um bilhão – como ganhar na loteria duas vezes. O capitão do outro barco emitiu o sinal de emergência em pânico, e o ator concordou em procurá-lo. Apesar de estar a horas de distância, Leonardo chegou justo a tempo de salvar o homem, prestes a se afogar.”
Victor foi encontrado gravemente desidratado, no final da tarde, prestes a encarar uma grande tempestade. Ele recebeu todos os cuidados básicos no superiate de Leonardo — como alimentação, higiene e vestimentas —, antes de ser entregue à guarda costeira. Ao acordar, a notícia é de que o náufrago tenha pensado estar sonhando, depois de ser resgatado por um dos atores mais populares do mundo, junto de sua namorada.
O The Sun explica que o caso ocorreu dia 30 de dezembro, mas veio a público somente neste mês.
O superiate alugado pelo ator chama-se Eagle III, possui 43,6 metros e foi construído em 1984. Foi reformado em 2009 e acomoda 10 convidados em 5 suítes, além da suíte master. O modelo de luxo fica ancorado na Marina Del Rey de Los Angeles e pode ser alugado por 121,8 mil dólares (640,5 mil reais) por semana.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Após 24 dias, dos três meses que deverá cumprir, o sul-africano Zirk Botha, que atualmente está remando sozinho da Cidade do Cabo ao Rio de Janeiro, agora está perto da ilha de Santa Helena e se dirige para o oeste em direção ao Brasil na latitude de 18 graus ao sul, longitude 1 grau leste.
Botha está assumindo o desafio extremo em apoio ao meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável. A travessia transatlântica exige que ele passe completamente sem assistência por aproximadamente 90-100 dias, ao longo de aproximadamente 7 000 km (3800 milhas náuticas) em condições climáticas e de mar difíceis.
Ele completou aproximadamente 2500 km (1350 milhas náuticas) de sua jornada nas últimas semanas e está prestes a cruzar a linha do meridiano de Greenwich. Como sua briga é um desafio ininterrupto e sem suporte, ele não vai parar na Ilha de Santa Helena.
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Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
O recém construído navio da Guarda Costeira dos Estados Unidos, o USCGC Stone, partiu de Pascagoula, no estado americano do Mississippi, no dia 22 de dezembro do ano passado, iniciando sua primeira patrulha, a Operação Cruzeiro do Sul, cujo objetivo é combater a pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (IUU, na sigla em inglês) no Atlântico Sul, estreitando, assim, as relações entre nações para cooperação e segurança marítima na região.
O navio entrou em águas brasileiras na última segunda-feira, 11, e sua tripulação conduzirá uma série de treinamentos junto com a Marinha Brasileira nos dias 18 e 19 no Rio de Janeiro. Depois de passar por outros países vizinhos, o USCGC Stone atracará em Salvador em 8 de fevereiro.
A pesca ilegal é a principal ameaça global à segurança marítima e estima-se que seja responsável pela perda anual de dezenas de bilhões de dólares em receita para pescadores legais. Ao depreciar acordos internacionais e medidas de conservação da pesca, essa atividade ilegal prejudica a segurança alimentar global, desestabiliza a segurança econômica de Estados costeiros e viola a soberania nacional.
“Essa missão multilateral exemplifica a importância dedicada pelos EUA aos esforços globais de combate à pesca ilegal, incluindo o fortalecimento das regras que regem a atividade internacionalmente, o aprimoramento da governança marítima e o fomento a parcerias que gerem resultados colaborativos e duráveis em segurança”, afirma o embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman.
Enquanto peixe é proteína essencial para mais de 40% da população mundial, a pesca IUU impede o acesso a esse valioso recurso, principalmente nos países costeiros mais vulneráveis. A Guarda Costeira americana é especializada em desenvolver e implementar mecanismos de fiscalização e transferir esse conhecimento a nações parceiras para que criem uma frente única de combate à pesca ilegal em qualquer oceano.
“Um oceano saudável, produtivo e resiliente é vital para se alcançar crescimento econômico e prosperidade, segurança alimentar, saúde humana e recursos marinhos sustentáveis. O problema mundial é muito maior do que qualquer nação pode resolver sozinha. Estou orgulhoso do trabalho que fizemos e faremos juntos para enfrentar esse desafio”, argumenta Chapman. O USCGC Stone esteve na costa da Guiana antes de vir ao Brasil e daqui partirá para países vizinhos, entre eles o Uruguai.
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A 4ª edição da Expedição Anamauê seguiu viagem nesta quinta-feira saindo da praia de Manguinhos, em Búzios (RJ), e aportando em Arraial do Cabo (RJ) após 40km de viagem.
Nesta sexta-feira, 15, a tripulação sairá de madrugada com previsão de chegada ao destino final, na praia de Jurujuba, em Niterói (RJ), do Centro de Estudos do Mar – CEM, no período da tarde, depois das 14h, com previsão dos últimos 120km de remada/velejada.
Os velejadores/remadores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo saíram no dia 24 de dezembro, na véspera de Natal, de Arraial d’Ajuda, no sul da Bahia, e vão finalizar o trajeto após 650 milhas náuticas navegadas (mais de 1 000 km), na maior expedição de canoa havaiana do Brasil e em trajeto inédito.
“A remada desta quinta foi sem vela, 40 km, apenas remamos para chegarmos nesse paraíso que é Arraial do Cabo aproximadamente cinco horas. Agora vamos com tudo pra esse último dia que será extremamente duro. Vamos acordar meia-noite para sair em torno das 2 da madrugada. Vimos que o mar estará em subida, mas nem tanto, ondulação de sul, ondas de um metro e meio. Nossa intenção é chegar em Niterói (RJ), caso dê algo errado, temos a opção de aportar em Saquarema (RJ) para concluirmos a expedição no sábado, mas a ideia é não precisar fazer isso. Viramos a última ponta hoje, agora é só uma reta, mas sabemos que o mar é diferente a cada dia”, disse o niteroiense Douglas Moura, líder da tripulação.
Dos 21 dias de expedição até aqui, eles navegaram e remaram em treze deles. O primeiro destino foi a praia de Corumbau, no município de Prado (BA), depois desembarcaram na praia do Prado (BA). Condições ruins impediram que a tripulação saísse no dia 26. No dia 27, foram para Nova Viçosa navegando e remando por 80 km. Na segunda-feira, tiveram que abortar a chegada na divisa com o Espírito Santo por uma tempestade e desembarcaram na praia de Mucuri, a Costa Dourada. O último trajeto antes da virada do ano foi até Regência, o maior deles com 100 km, onde aportaram na base da Canoa Polinésia Pataxó, comandada por Ranin Thomé, um dos líderes da 4ª Expedição Anamauê.
No dia 2 rumaram para a capital do ES, Vitória. No dia 3, partiram em trajeto mais curto para Anchieta (ES) e, no dia 4, foram para o extremo sul do estado, em Marataízes (ES) até cruzarem a divisa com o RJ na terça-feira da semana passada, onde foram obrigados a ficarem três dias esperando as condições do mar melhorarem. No final de semana, saíram da praia de Grussaí, em Barra de São João (RJ), e levaram mais de 12h no mar até aportarem em Macaé (RJ), cruzando o temido Cabo de São Thomé, na região de Campos (RJ). No dia seguinte, mais um dia duro para alcançarem Búzios (RJ), com ventos de 30 nós, algumas avarias no barco e muita disposição até uma reta final com surfe por cerca de vinte minutos. Condições ruins do mar fizeram a tripulação ficar alguns dias por Búzios até partirem nesta quinta com destino a Arraial do Cabo.
O trajeto é inédito percorrendo o litoral sul da Bahia, todo o litoral do Espírito Santo, Norte, Região dos Lagos no Rio de Janeiro. Os tripulantes estão dias inteiros no mar sem o auxílio de equipamentos eletrônicos, apenas bússola e carta náutica.
A expedição está sendo feita por intermédio de uma canoa havaiana V6 adaptada com duas velas que ficou pronta em parceria com a CORE VA´A. A aventura pode ser acompanhada pelo aplicativo SPOT e também pelo instagram da equipe @anamauevaa. Os atletas estão levando seus mantimentos e equipamentos de dormir para quando não tiverem abrigo poderem dormir nas praias mais remotas pelo litoral.
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Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
A Comodoria do Veleiros da Ilha confirmou a realização do 32º Circuito Oceânico entre os dias 27 e 30 de janeiro, em Jurerê, na Sede Oceânica do Iate Clube de Santa Catarina. A tradicional competição de vela oceânica será realizada para as classes ORC, IRC, C30, RGS, RGS-Cruzeiro e Bico de Proa e já conta com diversas embarcações confirmadas. O evento tem a parceria com a ABVO, Associação Brasileira de Veleiros de Oceano.
“Estamos muito contentes em poder realizar mais um evento em Jurerê. Após o enorme sucesso que foi nossa Volta à Ilha no final do ano passado, estamos confiantes que o Circuito terá o mesmo sucesso. Nossa equipe de eventos náuticos está preparando uma grande competição, tanto dentro quanto fora d´água, e tomando todos os cuidados necessários para que o evento seja realizado dentro das diretrizes e normas de saúde”, explica o Comodoro Junior.
Como tem sido tradição nos últimos anos, o circuito contará com regatas de percurso e barla-sota para todas as classes, com exceção das classes RGS Cruzeiro e Bico de Proa, que terão uma raia especial com regatas de percurso todos os dias. Esse método já foi implementado nas últimas duas edições do evento para atrair mais embarcações e tornar as regatas mais acessíveis aos velejadores cruzeiristas.
“A ideia de usarmos duas raias para o Circuito é para trazer mais embarcações para o evento e proporcionar boas condições para todas as classes. Teremos um evento técnico e com ótimas tripulações nas classes mais competitivas e regatas de percurso passando pelas praias para as classes de cruzeiro. O importante é que todas as tripulações consigam prestigiar o evento que está sendo preparado com bastante cuidado pela equipe de eventos”, comenta Ricardo Navarro, PRO do Circuito Oceânico.
“É o primeiro grande evento do ano de Vela de Oceano com parceria da ABVO e que deve ter grande adesão de barcos de todo o país já na nova legislação de obrigatoriedade de filiação. O Veleiros da Ilha (Iate Clube de Santa Catarina) sempre proporciona um grande evento e certamente será mais um nessa tradicional competição”, destacou Mario Martinez, Comodoro da ABVO.
Formato de disputa
Estão previstas seis regatas para as classes ORC, IRC, C30 e BRA-RGS, sendo uma longa e cinco barla-sota. A Comissão de Regatas pode optar por realizar uma regata média e a mesma será no lugar de uma das regatas barla-sota. Já as classes RGS Cruzeiro, Bico de Proa e Multicascos têm quatro regatas previstas no programa, sendo uma longa e três médias.
A confirmação de que regatas serão realizadas em cada dia será feita por aviso colocado no quadro oficial no mais tardar até na manhã da regata correspondente. Serão realizadas no máximo duas regatas para cada classe por dia, exceto RGS Cruzeiro e Bico de Proa nas quais serão disputadas apenas uma. O horário programado para o sinal de atenção é 12h, exceto na regata de percurso longo, quando será às 11h. Não serão dadas largadas após as 16h no último dia de competição (30 de janeiro).
Inscrições e programação
As inscrições para o Circuito Oceânico estão abertas para todas as classes e poderão ser feitas através do e-mail [email protected], aos cuidados da gerência de eventos. As confirmações de inscrições e pesagens ocorrem na terça a quarta-feira (dias 25 e 26 de janeiro) e as regatas têm início a partir de 27 de janeiro.
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Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
O estaleiro catarinense Schaefer Yachts está participando do Saint Petersburg Boat Show, que começou nesta quinta-feira, 14, e vai até 17 de janeiro, na cidade norte-americana. A marca está com suas lanchas de 30 e 40 pés com motorização de popa.
A Schaefer 303 (que já conta com mais de 1 500 unidades navegando pelo Brasil, Europa, Estados Unidos e Ásia) pode receber dois motores de popa de 200 a 300 hp cada e foi desenvolvida devido ao aumento de mercado deste tipo de motorização nos Estados Unidos. “O uso de barcos com motores de popa, que são silenciosos e confiáveis, é uma tendência no mercado mundial”, afirma Marcio Schaefer.
Na versão 2020 da Schaefer 400, o modelo conta com novo design das janelas e tomada de ar e, ainda, nova opção de três motores Mercury Verado V8 de 300 hp de potência. A lancha de 12,25 metros de comprimento tem lotação máxima de 14 pessoas em passeios diurnos e 5, em pernoite.
O evento conta com mais de 400 barcos a motor e à vela, tanto em terra quanto na água, e cerca de 250 expositores exibindo uma linha impressionante de novos barcos e uma ampla seleção de equipamentos e acessórios marítimos, além de outras atrações. A Informa Markets, organizadora do salão, que também produz o Fort Lauderdale International Boat Show, está seguindo padrões aprimorados de saúde e segurança, AllSecure, bem como todas as orientações e regulamentos oficiais do governo e das autoridades locais.
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Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Durante o período de Lei Seca nos Estados Unidos, diversas maneiras de trazer bebidas alcoólicas e cigarros para o país foram estudadas. Entre elas, a mais eficaz era pelo mar, em que pequenos barcos se afastavam da costa e iam até os grandes cargueiros para contrabandear tais produtos.
O auge da proibição nos EUA foi na década de 1930, onde imperava o “Corredor do Rum”, quando navios transportavam rum de ilhas no Caribe para bares clandestinos na Flórida, e de lá, para o país inteiro. No entanto, mesmo depois do fim da Lei Seca havia muitos impostos em cima de bebidas e cigarros que chegavam ao país. Nesse ínterim, a solução se voltou novamente para a água.
Com o passar do tempo, os barcos da Guarda Costeira começaram a evoluir e interceptar os navios que realizavam esse contrabando. Em meio a isso, entrou em cena o construtor e projetista Donald Aronow, que revolucionou as lanchas offshore da época. Além de ser o construtor, Aronow foi um famoso piloto de corrida de lanchas offshore —incluindo algumas que ele mesmo projetou.
Diante da eminente revolução das lanchas, logo o “Corredor do Rum” se transformou em “Lanchas de cigarro”, quando eram usadas para fugir da Guarda Costeira entre o Canadá e os EUA.
“Lanchas de cigarros” – Imagem: reprodução/HotCars
Tais lanchas se diferenciavam por uma combinação de fibra de vidro, kevlar e fibra de carbono, usando um casco de corrida offshore profundo estilo “V”, variando de 6 a 15 metros (20 a 50 pés) de comprimento.
Construídas para atingir altas velocidades, as “lanchas de cigarro”, que com o tempo começaram a ser chamadas de “Go-Fast” (no português, “Barcos Rápidos”), chegaram a alcançar 150 km/h (80 nós), em águas calmas. Já em águas agitadas chegavam aos 50 nós e mantinham 25 nós no mar do Caribe. Essa velocidade já era muito superior aos barcos usados pela Guarda Costeira.
A partir da década de 1960, lanchas que seguiam essas especificações eram as mais utilizadas no contrabando de álcool e cigarro. Posteriormente, na década de 1980, essas mesmas lanchas eram o meio de locomoção das drogas que chegavam aos EUA e que mais tarde iriam para a Europa.
Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
Pela primeira vez sem o piloto Ken Block, o mais novo vídeo da franquia Gymkhana, em que carros são colocados em situações extremas de uso, traz o americano campeão de motocross e piloto de rali Travis Pastrana no comando de um Subaru WRX STI bastante modificado e equipado com um motor de 874 cv.
As impressionantes cenas foram gravadas em Annapolis, no estado americano de Maryland, que é a cidade natal de Pastrana. Embora o vídeo comece lento, por volta de um minuto o expectador é surpreendido com o sedã japonês pulando 36 metros pelas docas enquanto uma lancha amarela Hoonigan passa por baixo.
Rodando em ruas e estradas, o piloto passa a maior parte do vídeo colocando o Subaru para andar de lado (inclusive saltando rampas com o carro de lado). A ação não termina nem com os créditos finais, com a participação das filhas de Pastrana (Addy, de 7 anos, e Bristol, de 5 anos) no comando de veículos e do garoto Conor Stitt, de 9 anos, fazendo o salto de uma rampa com uma bicicleta BMX.
A produção contou com a participação direta da Subaru, que preparou o WRX STI usado nas gravações. Além da preparação do motor 2.3 boxer de quatro cilindros com peças vindas dos carros de rali da marca e da suspensão reforçada de curso mais longo, o carro recebeu diversas peças de fibra de carbono na carroceria. Confira o vídeo a seguir:
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A National Marine Manufacturers Association anunciou uma parceria com a Informa Markets para fundir o Miami International Boat Show e o Miami Yacht Show, incluindo o Superyacht Miami, criando um dos maiores eventos náuticos do mundo.
A produção conjunta, que terá a marca Discover Boating e levará o nome Miami International Boat Show, está programada para estrear de 16 a 20 de fevereiro de 2022.
“Por 80 anos, o Miami International Boat Show serviu como o principal evento da indústria de barcos recreativos e uma plataforma premiada para mostrar produtos e inovações de classe mundial para quase 100 mil pessoas em todo o mundo”, disse o presidente da NMMA, Frank Hugelmeyer, em um comunicado . “Com a nova parceria da NMMA com a Informa Markets, juntos, levaremos a feira para o próximo nível e ofereceremos uma experiência inesquecível para nossos membros, participantes, expositores e comunidade local nas próximas décadas“.
Os eventos na água serão centralizados no centro de Miami em Sea Isle Marina, One Herald Plaza e Island Gardens Deep Harbor em Watson Island. A parte do show fora da água será realizada no Miami Beach Convention Center.
Não haverá mais apresentações no Miami Marine Stadium and Park em Virginia Key, onde o MIBS tem sido apresentado nos últimos cinco anos.
“Nosso setor e organização são extremamente gratos à cidade de Miami por fornecer um lar para nosso show nestes últimos cinco anos no Miami Marine Stadium and Park, e estamos ansiosos para trazer este novo evento empolgante para o centro de Miami e Miami Beach”, Hugelmeyer disse no comunicado.
A Informa Markets cuidará da gestão do show, com a NMMA contribuindo com orientação e outras logísticas. Além disso, ambos manterão a propriedade de seus respectivos eventos: NMMA mantém a MIBS e a Informa Markets compartilha a co-propriedade do Yacht Show e Superyacht Miami com a International Yacht Brokers Association.
“Agradecemos que a NMMA compartilhe objetivos comuns e estamos honrados em trabalhar com eles para aprimorar nossos eventos coletivos, incluindo uma experiência inacreditável de uma semana para entusiastas de barcos de recreio e luxo em Miami”, disse Andrew Doole, presidente da Informa Markets Mostra de barcos dos EUA.
Os organizadores disseram que um plano significativo de gerenciamento de tráfego é um elemento crítico que a equipe desenvolverá em colaboração com a cidade de Miami e Miami Beach, com uma variedade de opções de transporte em ambos os locais.
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Classificado como um dos barcos mais extravagantes do mundo, o Ramform Titan foi projetado de uma forma um tanto incomum: com o casco em formato de uma fatia de pizza. Alguns sites o veem como um dos barcos mais feios do mundo. Outros, o veem como… exótico. O que poucos sabem é que o formato do casco tem um propósito: aumentar a estabilidade na água.
O Ramform Titan é, na verdade, um navio sísmico produzido pelo Japão. É propriedade da empresa norueguesa PGS (Petroleum Geo Services) e foi projetado para monitorar todos os tipos de movimentos sísmicos debaixo d’água, além de localizar de petróleo e gás natural. Conta com mais de 341 pés de comprimento, aliado a 230 pés em seu ponto mais largo. Em metros, isso significa 104,2 metros de comprimento, 70 metros de boca, e 6,4 metros de calado. Ou seja, facilmente o barco mais largo do mundo. O seu peso é de 20 637 toneladas brutas. Além disso, ainda possui um diferencial: ele pode ser totalmente navegado com apenas dois dos três propulsores, se necessário, facilitando possíveis reparações em alto mar.
Ele foi construído em Nagasaki, em 2013 e, até agora, é tido como um dos barcos mais eficientes e tecnológicos do mundo. A propulsão principal é diesel-elétrica, composta por 6 motores Diesel Wartsila 32,8 em linha de 3 840 kW cada. Eles alimentam 3 motores de propulsão elétrica de 6 000 kW cada, movimentando hélices de passo controlável (CPP). O tipo de hélice é importante nesse caso porque eles devem ser silenciosos, a fim de reduzir o ruído estrutural do casco, transmitido para a água. É imprescindível que esses ruídos sejam filtrados e diferenciados daqueles detectados pelos sensores acústicos do barco, sem causar distorção no sistema de detecção. Os hélices não produzem cavitação em forma de bolha, possuem bordas de fuga “antimicrofônicas” e, além de tudo, contam com um isolamento especial.
Quanto ao software de monitoramento, entregue por James Fisher Mimic (JFM), a garantia é de uma eficiência muito maior e estratégia de manutenção proativa. O Mimic, como foi chamado o sistema de monitoramento do estado do equipamento, inclui processador de dados e coleta de dados de vibração, além das ferramentas analíticas. Ele exibe os resultados, entre outros, das análises do espectrógrafo do navio e os transfere para as instalações da PGS em Oslo. Desta forma, permite que os dados de manutenção sejam coletados e analisados, de modo que as operações de serviço e reparo possam ser baseadas nas condições reais do equipamento, em vez de calculadas de maneira tradicional. Isso faz com que o a disponibilidade operacional do navio não diminua e ainda permite otimizar custos e recursos dedicados ao serviço e reparação.
Outro detalhe impressionante é a série de roldanas instaladas na popa, além de mecanismos, que possibilitam o destaque de 24 cabos de fibra. Eles são dotados de equipamentos eletrônicos que viabilizam tanto a formação de um campo de sondagem (de cerca de 12 quilômetros), quanto a avaliação do eco das explosões de ar comprimido. Isso, porque são instalados chips e drivers eletrônicos nesses cabos, para direcioná-los. Essa totalidade de cabos também é utilizada para rebocar sensores subaquáticos, e, para isso, foram acrescentadas guias separadoras para manter a distância de 100 metros entre eles, durante o reboque. A arquitetura naval de última geração instalada no Ramform Titan viabiliza o máximo proveito dos recursos da tecnologia sísmica, e é desenvolvida pela Geostreamer.
Acompanhe o navio em operação no vídeo abaixo:
https://youtu.be/eFrvrHqnPVk
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A NHD Boats esteve na última edição do São Paulo Boat Show apresentando sua nova lancha de 34 pés. Agora, a marca anuncia a entrega da primeira unidade na cor azul e com novo interior de cabine. São cores modernas e contrastantes de tons de cinza com acabamento e iluminação diferenciados, que vão ao encontro da tendência das embarcações internacionais, de acordo com a marca.
O NHD 340 navegará pelas águas de Santa Catarina, muito populares entre os amantes do mundo náutico, com estreia no Caixa D’Aço. O modelo está equipado com parelha de Mercruiser de 250 hp a gasolina.
Lançada em novembro de 2020, lancha tem 10,20 metros de comprimento e um dos seus pontos altos é o double open deck – solução que amplia a área útil da embarcação na região da popa – totalizando 7 metros de plataforma –, proporcionando mais espaço e comodidade na utilização desta área, que inclui espaço gourmet com acabamento em teca, e é a “queridinha” dos brasileiros.
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NÁUTICA começou 2021 com novidades. Apresentamos NÁUTICA no YouTube: uma série de enquetes, publicadas a cada 15 dias, para descobrirmos o que você, leitor, gostaria de saber.
Essas votações ficarão disponíveis durante sete dias, e a opção vencedora ganhará um artigo especial aqui no portal. Portanto, se você quer interagir e contribuir com o conteúdo publicado, fique atento! O resultado das enquetes será publicado no próprio YouTube, seguido do artigo.
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Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
A Guarda Costeira dos Estados Unidos, em parceria com a National Recreational Boating Safety Survey (NRBSS), analisou a demografia da participação náutica, tendências, uso do barco, populações náuticas em risco, segurança náutica e muito mais. Os dados foram coletados em 2018 e incluem todo tipo de atividade na água: em canoas, caiaques, jangadas, barcos a remo, veleiros, caveiras, aerobarcos, barcos motorizados e embarcações pessoais.
O intuito principal dessa pesquisa é moldar a política de segurança local e nacional, um fato reiterado inclusive pelo gerente do governo da BoatUS, David Kennedy. As descobertas notáveis foram, ainda, categorizadas. Em relação às propriedades, por exemplo, estima-se que aproximadamente 25,2 milhões de barcos pertenciam a 14,5 milhões de famílias, no ano de 2018. Para isso, a propriedade pode ser conjunta ou exclusiva, e os estudos sugerem que a opção compartilhada é uma forma cada vez mais popular de garantir acesso aos barcos. Ou seja, nesse caso, uma única embarcação serve como propriedade para mais de uma pessoa: aquele bem não pertence somente a um dono. Em números, enquanto a grande maioria (94,5% ou 23,83 milhões) dos barcos no país pertenciam exclusivamente a alguém que residia na casa em que a embarcação se encontra, quase 1,4 milhão de barcos eram de alguma forma de propriedade conjunta/compartilhada.
Uma outra vertente estudada pela pesquisa foi em relação ao registro das embarcações. Na época dos estudos, havia quase 11,82 milhões de barcos registrados nos 50 estados dos Estados Unidos. Deles, quase 13,4 milhões eram propriedades que não tinham a obrigatoriedade de registro pelas diretrizes dos locais onde eram mantidos e operados. E, dentre esses barcos, a grande maioria continua sendo os barcos a motor e abertos. Enquanto aproximadamente 4,24 milhões de famílias possuíam um ou mais caiaques, cerca de 2,14 milhões de famílias eram proprietárias de canoas.
A pesquisa chegou a um problema: a quantidade de barcos que permanecem sem registro tem criado uma série de complicações, tanto para a segurança náutica, quanto para agências de aplicação da lei e agências que fornecem e gerenciam o acesso de barcos. Esses proprietários não pagam taxas de registros, e, no caso das embarcações de propulsão humana, os proprietários não contribuem nem com os combustíveis que destinam parte de sua renda para o desenvolvimento e manutenção do acesso e infraestrutura dos barcos como educação de segurança náutica e fiscalização. Assim, os dirigentes desse estudo explicam que vários estados consideram expandir os requisitos de registro para incluir vários tipos e tamanhos de embarcações nessa premissa, principalmente aqueles que forem movidos a energia humana.
Se engana quem pensa que a pesquisa parou por aí. O uso do barco também foi estudado, revelando que as embarcações operadas em 2018 foram retiradas da água por um total de 471,8 milhões de dias. O número médio de dias em que um navio é usado é 19 — 29 dias para barcos motorizados e 12 dias para barcos de propulsão humana, considerando todos os barcos próprios. A média de tripulantes nesses barcos em 2018, na água, é de 2 a 3 pessoas. Quanto ao uso do operador, um total de 10,2 bilhões de horas por pessoa foram empregadas em navegações, sendo 84,1% desse número apenas em barcos motorizados — 8,6 bilhões do total. Nos barcos de propulsão humana, esse valor vai para 1,3 bilhão. Quanto à localização, 31% dessas horas de barco por pessoa se concentraram em 5 estados: Flórida, Michigan, Texas, Carolina do Sul e Nova York. Mais especificamente, são 1,089 bilhão de horas (10,7%) na Flórida, 603,7 milhões em Michigan e 522,3 milhões no Texas.
Um ponto importante abordado pela Guarda Costeira dos EUA é a segurança. A apuração chegou à conclusão de que cerca de um terço (33,7% ou 220.000) de todos os barcos e 32,8% dos barcos motorizados que operaram ao longo de 3 milhas náuticas da costa estavam equipados com EPIRBs. EPIRB, ou Emergency Position Indicating Radio Beacon, é um equipamento utilizado em caso de acidente, e que transmite sinais de emergência para estações na costa e/ou para satélites relay geoestacionários. Ele informa a posição do acidentado e a ocorrência do fato. Quanto ao interruptor de corte de emergência no motor, foi identificado que 83,2% dos barcos motorizados, operados pelo menos uma vez, o possuíam. Foi possível encontrar rádios VHF-DSC em apenas 13,9% desses barcos. E, por último, mas não menos importante, cerca de dois terços (65,6%) das pessoas que operavam um barco em 2018 não havia feito curso de segurança náutica.
Focando nos possíveis reboques, cerca de 6 milhões de barcos operados em 2018 foram rebocados ou transportados pelo menos uma vez, com a finalidade de serem lançados na água. Isso representa quase dois terços (65,3%) das embarcações operadas em 2018. Esses transportes aconteceram 167,3 milhões de vezes naquele ano.
Uma das indagações mais relevantes desse estudo foi a situação socioeconômica do velejador. Cerca de 84,54 milhões de velejadores recreativos, de diferentes idades, raças e etnias nos Estados Unidos participavam da navegação, o que representa 26,5% da população estadunidense. As famílias que possuem barcos são majoritariamente brancas, e, reunindo todas as famílias negras ou afro-americanas, esse valor não chega a 1%. Em resumo, a pesquisa aponta que esse pode ser um fator significativo na segregação da atividade náutica, dado que um dos grandes motivos para a falta de integração no setor foi o fato de não conhecerem alguém que sequer possui um barco, de acordo com a NRBBS. Famílias metiças e demais etnias constituíam 16,3% de todas as famílias com barcos.
O que foi apontado como um apuramento surpreendente é o fato de a maior porcentagem de praticantes da atividade náutica não ser representada por pessoas de renda familiar alta. Quase um quarto (23,1%) das famílias com barcos em 2018 tinham renda inferior a 50 mil dólares, e 41,8% ganhavam menos de 75 mil dólares. De acordo com a Forbes em um estudo feito também no ano de 2018, a população julga como rica a família de renda familiar superior a 100 mil dólares. Para o NRBBS, as famílias com renda familiar entre 75 mil e 150 mil dólares representam 37,5% das famílias com barco.
Por fim, o risco de fatalidades em barcos é de 6 por 100 milhões de pessoas por hora, para todos os tipos de embarcações. Quando considera-se somente os barcos motorizados, esse valor vai para 5 por 100 milhões de pessoas por hora. Essa taxa, considerada baixa, é atribuída às inúmeras práticas de comportamentos de navegação mais seguros, devido à educação, regulamentos e inspeções. Além disso, ainda existem as tecnologias de navegação e os próprios barcos, ambos estruturados de forma mais segura. Por outro lado, o risco de fatalidades em todo o país era duas vezes maior em barcos de propulsão humana (13 por 100 milhões de pessoas por hora).
A pesquisa foi financiada por doações do Sport Fish Restoration e pelo Boating Trust Fund. Foi realizada pelo instituto de pesquisa sem fins lucrativos RTI International e pelo Departamento de Sustentabilidade da Comunidade da Michigan State University.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
A 4ª edição da Expedição Anamauê ultrapassou seu ponto talvez mais crítico neste último final de semana. A tripulação conseguiu cruzar o temido Cabo de São Thomé, na região de Campos, no Norte do Rio de Janeiro e, após passar por Macaé, aportou em Búzios, na praia de Manguinhos.
Os velejadores/remadores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo tiveram que ficar três dias parados na praia de Grussaí, em Barra de São João, no Rio, por conta de condições adversas de vento e do mar, e no sábado navegaram 140 km e 15 horas cruzando o Cabo de são Thomé e chegando em Macaé, no mais longo trecho até o momento.
Neste domingo, eles tiveram outro enorme desafio indo até Búzios. Apesar do trecho menor, a canoa havaiana apelidada de Jubarte sofreu avarias e a tripulação vai levar dois dias para reparar e ainda aguarda janela melhor do tempo para seguir viagem, prevista para quinta-feira (14).
Os remadores/velejadores já percorreram 900 km desde a saída de Arraial D´Ajuda, no dia 24 de dezembro, em um trajeto inédito e maior do país para uma canoa V6 de seis lugares com vela adaptada.
O próximo destino é Arraial do Cabo, ainda na Região dos Lagos, que deve ser o penúltimo antes da chegada na praia de Jurujuba, em Niterói (RJ).
“O sábado foi um dia longo, entramos no mar às 5 da manhã, quase não conseguimos entrar, tomamos ondas na cabeça, saímos, entramos de novo, chegamos em Macaé. Cruzamos o Cabo de São Thomé. Quase 140km, 15 horas de mar. Foi muito duro. Virou endurance mesmo. No domingo, mais um dia duro, mar mais casca grossa que enfrentamos até aqui. pegamos ventos muito difíceis de até 30 nós de través, testou limite psicológico e físico da galera depois de um sábado já bem complicado. O domingo foi bem desgastante, mas vencedor para o time. Depois de quatro horas lidando com ondas de mais de dois metros, 30 nós de vento, chegamos em Búzios com vinte minutos de lazer total, fazendo surfe da vida nas ondas. Foi uma batalha de uma vida com um oceano muito complicado. Previsão de ventos muitos fortes essa semana. Só faltam mais dois dias. Ficaremos nesta terça e quarta buscando sair na quinta-feira bem cedo para chegar em Niterói no final de semana. Tentamos chegar antes, mas a janela de vento está complicada. Passamos dos 900 km, faltam cerca de 160 km, iremos passar dos 1000 km, agora é mais dois dias de viagem e vamos chegar. É a reta final”, disse o niteroiense Douglas Moura.
A tripulação sofreu a baixa dos dois tripulantes de Regência (ES), Ranin Thomé e Dayana Gualberto tiveram que desistir e retornaram por terra para resolver problemas pessoais na cidade deles. A equipe foi prontamente substituída pelo bombeiro guarda-vidas niteroiense Guido Serafini e pelo carioca Francisco Viniegra, que rema há 15 anos e é atleta de canoa havaiana. A tripulação agora conta com três remadores de Niterói, dois cariocas e a capixaba Bárbara Guimarães.
Eles saíram no último dia 24, véspera de Natal, da sede da Canoa Polinésia Pataxó, em Arraial D´Ajuda, no sul da Bahia, com destino a Niterói (RJ), na praia de Jurujuba, na base do Centro de Estudos do Mar – CEM onde devem chegar no começo da próxima semana. O total percorrido será de 650 milhas náuticas, mais de 1 000 km.
Dos 18 dias de expedição até aqui, eles navegaram e remaram em doze deles. O primeiro destino foi a praia de Corumbau, no município de Prado (BA), depois desembarcaram na praia do Prado (BA). Condições ruins impediram que a tripulação saísse no dia 26. No dia 27, foram para Nova Viçosa navegando e remando por 80km. Na segunda-feira, tiveram que abortar a chegada na divisa com o Espírito Santo por uma tempestade e desembarcaram na praia de Mucuri, a Costa Dourada.
O último trajeto antes da virada do ano foi até Regência, o maior deles com 100km onde aportaram na base da Canoa Polinésia Pataxó, comandada por Ranin Thomé, um dos líderes da 4ª Expedição Anamauê. No dia 2, rumaram para a capital do Espírito Santo, Vitória. No dia 3, partiram em trajeto mais curto para Anchieta (ES) e, no dia 4, foram para o extremo sul do estado, em Marataízes (ES), até cruzarem a divisa com o RJ, na terça-feira passada, onde foram obrigados a ficarem três dias esperando as condições do mar melhorarem.
O trajeto é inédito percorrendo o litoral sul da Bahia, todo o litoral do Espírito Santo, Norte, Região dos Lagos no Rio de Janeiro. Os tripulantes estão dias inteiros no mar sem o auxílio de equipamentos eletrônicos, apenas bússola e carta náutica.
Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
A Alva Yachts, estaleiro alemão que desenvolve barcos exploradores e ecológicos, revelou no final de 2020 dois novos catamarãs elétricos. O Ocean Eco 60 Explorer e o Ocean Eco 90 Explorer serão adicionados a gama de barcos exploradores da marca. Apesar de diferentes, o conceito desses dois lançamentos é o mesmo.
O Ocean Eco 60 Explorer é um cruzador elétrico de longo alcance com assistência solar e inovador que se adapta perfeitamente aos clientes que gostam de fazer um cruzeiro e explorar enquanto navegam. Nele, existem duas cabines de pilotagem ao longo do convés principal, uma na popa e outra no convés de proa.
Além disso, o interior desta embarcação é bem espaçoso e tem seus ambientes interligados. De lá, é possível acessar tanto a parte inferior do navio quanto a superior. Na inferior estão os camarotes e o cliente pode escolher dois layouts diferentes: um com três camarotes, com a do proprietário ocupando todo o casco de estibordo e outro para uso fretado, com quatro camarotes.
Na parte superior, um belo e amplo flybridge pede passagem. Seu acesso pode ser feito pela parte inferior já citada ou por uma segunda, exterior, que liga o cockpit ao balcão superior e aos conveses laterais.
Com comprimento de 18 metros, o Ocean Eco 60 Explorer possui dois motores elétricos e uma grande bateria. As baterias são alimentadas pelos painéis solares e por um gerador auxiliar, que pode ser substituído por uma célula de combustível de hidrogênio para, assim, se livrar de emissões.
As linhas elegantes e contemporâneas, como no Ocean Eco 60 EX, são projetadas especificamente para propulsão elétrica, de forma que o espaço para painéis solares seja maximizado. Em relação a isso, uma vantagem é que espaço não falta: são 27 metros de comprimento.
Neste caso, o convés inferior abriga quatro camarotes para os convidados e três para a tripulação. Há, ainda, uma espaçosa cabine integrada dos proprietários no flybridge com espaços de entretenimento internos e externos. Além disso, o nível principal possui um bar (diferencial desse modelo), fora uma grande sala de jantar e de estar.
Existem muitas vantagens competitivas do Ocean Eco 60 e 90 Explorer, quando comparado com outros modelos. Os mais evidentes são o enorme espaço habitável, a versatilidade dos interiores, a segurança da navegação e a navegação livre de emissões.
Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Considerada a única do tipo no planeta, raia-manta batizada em homenagem a desenho animado foi fotografada em 2020 por Kristian Laine. Entenda a coloração do animal!
A italiana Lazzarini Design Studio anunciou o lançamento de um novo conceito, o Pagurus. Alimentado por energia solar e chegando a 25 metros, o “catamarã anfíbio” extrai sua energia do sol e da água.
Concebido inicialmente como um veículo militar, o nome Pagurus deriva da palavra latina para caranguejo, daí a forma semelhante a um caranguejo do catamarã.
Para enrijecer e reforçar o corpo principal, uma estrutura de aço conecta um bordo ao outro. Os cascos de aço duplo podem ser configurados com até três camarotes de cada lado. Pagurus pode acomodar até oito passageiros mais quatro membros da tripulação. O iate subdivide os espaços de convivência em dois cascos laterais, conectados entre si pelo convés principal. Na parte submersa do iate, os cascos são projetados com um recesso que hospeda de cada lado dois cilindros de aço de 6,5 metros, cada um com um flange espiral helicoidal.
A parte central do iate possui uma plataforma de guindaste, que é conectada por meio de quatro guinchos elétricos que podem carregar e descarregar diversos objetos, incluindo um veículo off-road.
Com a fricção da água gerada pelos cilindros, a energia é disponibilizada para recarregar as baterias do iate durante a navegação. Os cilindros são movidos a partir de um motor independente, cada um conectado a uma transmissão transfluida são capazes de gerar movimento na água e, simultaneamente, energia.
A motorização do novo conceito de iate é dupla com propulsão de popa acoplada a dois motores a diesel de 890 hp. Quando o Pagurus atinge a terra, pode aumentar seu calado baixando os cilindros giratórios para transformar o catamarã em um veículo anfíbio, capaz de se mover em terrenos de areia ou lama.
O Pagurus pode ser construído sob demanda a partir de um preço inicial de € 6 580 000 para uma versão de carbono com propulsão a jato duplo, ou por um preço de até € 24 000 000 para a versão anfíbia ‘Crabmaran’ com aço reforçado.
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Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino desembarcam nesta terça-feira na Flórida onde treinam e competem na Miami OCR, disputa que será para a dupla olímpica brasileira da classe Nacra 17 a retomada do calendário internacional.
O evento ocorre no US Sailing Center, em Miami, reunindo seis classes olímpicas e em conjunto com os treinos, vai servir como série preparatória para as equipes norte-americanas que disputarão os Jogos de Tóquio. Devido ao seu retrospecto positivo, a dupla brasileira foi convidada a participar da série.
“Estávamos há um ano sem treinar ou competir com duplas internacionais. Então surgiu o convite da equipe de Nacra 17 norte-americana, Riley Gibs e Anna Weiss, que são os medalhistas de ouro do Pan de 2019. Eles sugeriram a parceria que inclui os treinos e na sequência participação na Miami Regatta” conta Gabi.
Os treinos ocorrem de 12 a 20 de janeiro e a Miami OCR será realizada de 21 a 24 de janeiro. Foi nessa mesma raia, na edição 2019 do evento, que a equipe brasileira conquistou uma medalha de prata, época em que a disputa era válida como etapa da Copa do Mundo de Vela.
“Mesmo enfrentando as dificuldades com o pouco tempo restante para a competição, o que tornou a organização um pouco mais complicada, optamos por fazer o esforço e aceitar o convite. Inclusive tomamos a decisão de ir aos EUA com recursos próprios para viabilizar esse treinamento, dada a importância que essa iniciativa terá no nosso preparo para a Olimpíada” afirma Samuca.
Samuel Albrecht, timoneiro (atleta do Veleiros do Sul/RS) e Gabriela Nicolino (atleta do Iate Clube do Rio de Janeiro), proeira, são velejadores da classe Nacra 17, única classe mista da Vela olímpica. Será a primeira participação nos Jogos para a Gabi e é a terceira Olimpíada para o Samuca.
A dupla, além de ser atual campeã brasileira e sul-americana, é medalhista de bronze da classe Nacra 17 dos Jogos Pan-americanos de Lima no Peru em 2019 e conta com o trabalho do treinador Paulo Roberto Ribeiro, técnico medalha de bronze na olimpíada de Pequim em 2008.
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27 mil milhas náuticas, sozinho, sem interrupções e com a necessidade de cumprir essa missão em menos de 122 dias para fomentar o novo recorde mundial de navegação solo à Oeste. Parece complicado, não? Esse é o roteiro que Chris Stanmore-Major precisa cumprir para concluir seu objetivo.
Nascido na cidade de Lancaster, no norte da Inglaterra, Chris vive na província da Nova Escócia, no Canadá, há sete anos. Lá, o inglês se apaixonou pelo país e, sobretudo, pela cultura náutica do lugar. Fora o desejo e a gana de Chris de ser o mais rápido a concluir a volta ao mundo à Oeste, tal travessia tem um significado simbólico para região.
Náutica e a Nova Escócia
Em março de 1921, o Bluenose, lendário navio de corrida e pesca, foi lançado e tornou-se um ícone provinciano para a Nova Escócia e um importante símbolo canadense na década de 1930. À título de curiosidade, essa embarcação é tão famosa que é retratada na moeda canadense de 10 centavos.
Bluenose, lendário navio canadense
Portanto, a travessia de Chris é, também, uma maneira de homenagear o centenário do navio e a província que, segundo ele, o acolheu tão bem. Além disso, um dos maiores marinheiros de todos os tempos, Joshua Slocum, também é nascido na província, algo que reafirma o quão náutica é a região.
“A viagem impossível”
Imagem: reprodução/ Spartanoceanracing
Esse é o apelido da rota que Chris fará. Virando a popa de seu veleiro de 60 pés para a Nova Escócia, ele atravessará o Atlântico para iniciar a jornada do Canal da Macha. De lá, o Inglês segue rumo Oeste e “desce” até o Cabo Horn, no Chile.
Quando cruzar o oceano Pacífico, Chris segue até o Cabo Leeuwin, na Austrália. Quando chegar ao oceano Índico, resta “apenas” contornar o Cabo da Boa esperança e regressar ao canal da mancha.
É sabido que navegar para o Leste envolve navegar com os ventos e correntes predominantes do planeta. No entanto, a rota de Chris é para Oeste, dificultando e aumentado o tempo total da viagem. Nessa rota, apenas 5 marinheiros completaram com sucesso este desafio.
Entendendo o “Orgulho da Nova Escócia”
A bordo do “Pride of New Scotia”, veleiro projetado especificamente para ser navegado por apenas uma pessoa e otimizado para navegar contra o vento, Chris pretende concluir o percurso em menos de 122 dias. O recorde atual, estabelecido em 2004 pelo francês Jean Luc Van Den Heede, é de 122 dias e 14 horas, com uma distância total de 26 900 milhas náuticas.
Imagem: reprodução/ Spartanoceanracing
Inspirado pelo Bluenose, mas um tanto mais moderno, o veleiro que Chris usará é capaz de atingir 38 nós (70 km/h). O mastro do Pride of Nova Scotia é da mesma altura acima da água que o mastro de proa do Bluenose: 100 pés (30 metros). Além disso, o histórico barco canadense era construído de pinho e carvalho. Agora, cem anos depois, a construção é toda em fibra de carbono.
A ideia inicial era partir em novembro de 2020, mas a arrecadação de fundos para tornar a viagem viável demorou para acontecer. Se zarpasse agora, Chris não chegaria no Cabo Horn a tempo de pegar um bom clima para travessia. Portanto, a viagem teve que ser adiada em um ano.
Para Chris, é de extrema importância o clima ser respeitado. Segundo ele, houve uma frustração pelo adiamento, mas o sonho de ser o mais rápido do mundo nessa travessia e a oportunidade de representar a Nova Escócia são maiores que qualquer turbulência. Daqui dez meses, a tendência é que Chris já esteja em alto mar.
Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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