Volvo Penta atinge o número de 30 mil sistemas IPS instalados

Por: Redação -
14/10/2020

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O cuidado com o meio ambiente tem sido um valor fundamental na Volvo Penta desde 1972 e parte do trabalho da empresa continua a atingir alta eficiência energética e emissões reduzidas em toda a sua linha de produtos. A visão da Volvo Penta é ser líder mundial em soluções de energia sustentável. Em todas as suas ofertas marítimas, o objetivo é fornecer soluções sustentáveis ​​que proporcionem uma experiência única e integrada.

Volvo Penta Inboard Performance System (IPS) é um exemplo de tecnologia que dá um passo confiante para aumentar a eficiência e reduzir as emissões, ao mesmo tempo que continua a melhorar o desempenho do produto. O IPS oferece  capacidade de manobra e desempenho avançados, fácil manutenção e facilidade de manutenção, e é capaz de oferecer novos níveis de conforto a bordo. A empresa já vendeu 30 mil soluções Volvo Penta IPS em todos os setores marítimos.

O Volvo Penta IPS foi uma revolução na tecnologia marítima quando foi lançado pela primeira vez no setor de lazer marítimo, em 2005. O design inovador e exclusivo do sistema tem hélices duplas contra-rotativas voltadas para a frente que ficam abaixo do casco para uma incrível ‘aderência’ de a água. Os drives IPS direcionáveis ​​individualmente são vinculados à função de encaixe do joystick integrada. O joystick torna a atracação – considerada um dos aspectos mais estressantes da navegação – mais fácil. O Volvo Penta IPS oferece uma gama de benefícios que variam dependendo do tipo de instalação. Em comparação com as instalações de eixo interno tradicionais, a Volvo Penta IPS oferece:

  • 40% maior alcance de cruzeiro

  • 20% maior velocidade máxima

  • Consumo de combustível reduzido em até 30%

  • Até 30% menos emissões de CO2

  • 50% menos ruído percebido

  • Mais espaço a bordo

Aumentar o uso do Volvo Penta IPS para uso comercial marítimo foi um dos compromissos da empresa com o programa WWF Climate Saver – do qual faz parte desde 2014. Com 30 mil unidades IPS instaladas, todas com uma redução de até 30% em consumo de combustível e uma redução típica de 15-20% – às vezes até 30% – de CO 2 , pode-se imaginar a economia nas emissões de CO 2 que o Volvo Penta IPS ajudou a realizar.

“Encontrar maneiras de reduzir o consumo de combustível e as emissões tem sido um objetivo nosso por muitos anos e é uma prioridade em toda a nossa linha de produtos”, explica Johan Inden, chefe do segmento marítimo da Volvo Penta. “Nós nos esforçamos para continuar a melhorar a tecnologia inovadora de hoje, enquanto, em paralelo, exploramos as possibilidades futuras de redução significativa ou zero de emissões.”

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Reduções significativas – os números por trás das reclamações

A introdução do Volvo Penta IPS no segmento comercial marítimo em 2005 foi um marco importante para a empresa ao longo de sua jornada WWF Climate Savers. Em apenas um exemplo, oito navios Njord Offshore , movidos por Volvo Penta IPS, economizaram em média um total de 20% em combustível e 8.375 toneladas de CO 2, mais de 250.000 horas de operação. Além disso, a capacidade de manobra superior do sistema é uma grande vantagem ao atracar offshore em condições adversas.

A Volvo Penta obteve sucessos semelhantes no setor de lazer marítimo. Veja o super iate Amer 94, por exemplo. Em uma jornada controlada de 160 quilômetros pelo Mediterrâneo, esta embarcação teve uma redução de 45 por cento no consumo de combustível em comparação com iates de tamanho semelhante equipados com a instalação de eixo interno tradicional. Este resultado notável foi devido ao design leve da embarcação e à instalação do eficiente e compacto Volvo Penta IPS, que juntos reduzem o peso do iate em 20 toneladas – o peso de quatro elefantes.

Além disso, a Volvo Penta começou a incorporar uma abordagem de economia circular quando se trata de fabricação – dando uma nova vida às transmissões IPS por meio da remanufatura.

“Nossa linha Volvo Penta IPS já oferece um impacto reduzido sobre o meio ambiente, por meio de sua maior eficiência de combustível e emissões reduzidas”, diz Johan. “Selecionar uma unidade IPS remanufaturada só aumenta a sustentabilidade de todo o ciclo de vida do barco, incluindo manutenção e reparo.”

Espaço para melhorias

Embora os números sejam bons, a Diretora Ambiental da Volvo Penta, Cecilia Gunnarsson, sabe que mais ainda pode ser feito.

“Ao comemorar esse marco, também nos lembramos que apoiar nosso meio ambiente é um compromisso contínuo”, afirma Cecilia. “É por isso que trabalhamos para tornar nossos sistemas compatíveis com combustíveis renováveis ​​como o HVO. Além disso, temos nosso pacote IMO III para IPS, para o setor marítimo, que atende aos mais rígidos padrões globais de emissão”.

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    São Paulo Boat Show 2020 contará com infláveis Torpedo Marine

    Por: Redação -

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    A Torpedo Marine marcará presença na próxima edição do São Paulo Boat Show, que acontecerá de 19 a 24 de novembro, na Raia Olímpica da USP. Especializada na produção de barcos infláveis e Yacht Tenders, a marca tem projetos desenvolvidos exclusivamente para empresa na Itália pelo escritório naval H3O, o mesmo que assina embarcações da Pirelli, Novurania e é especializado em projetos one of.

    As embarcações da Torpedo Marine não são produzidos em série, pois cada proprietário pode customizar totalmente as embarcações. Para a confecção dos infláveis, são oferecidas mais de 50 cores do tecido francês Hypalon Orca, além de diversas opções de cores para casco, acabamento, motorização e outros acessórios.

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    Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.

    Anote aí!

    SÃO PAULO BOAT SHOW 2020
    Quando? De 19 a 24 de novembro
    Dias de semana das 15h às 22h
    Finais de semana das 13h às 22h
    Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo
    Mais informações: [email protected]

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      Race for Water Odyssey pretende mapear a quantidade de plástico nos oceanos. Conheça

      Por: Redação -

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      A Race for Water, fundação criada pelo empresário suíço Marco Simeoni e com sede em Lausanne, se dedica à preservação das águas oceânicas há 10 anos e financia a Race for Water Odyssey — avaliações globais de poluição marinha por plásticos. A primeira expedição partiu de Bordeaux, na França, em 15 de março de 2015, a bordo de um trimarã de corrida, a MOD70 Race for Water. Tinha como objetivo alcançar as praias de lixo localizadas nos 5 vórtices de detritos dos oceanos e fazer uma primeira análise das consequências da poluição marítima para o mundo. A expectativa é de que o resultado do estudo prolongado de 5 anos represente a pior catástrofe ecológica da história.

      As descobertas são claras: “ilhas de plástico” não existem e sair para coletar os resíduos de impurezas no mar é uma utopia, de acordo com a fundação. “Rapidamente percebemos que a solução está em terra. É imprescindível evitar que os resíduos plásticos cheguem aos oceanos”, explica Marco Simeoni. Estima-se que 80% do lixo presente nos oceanos seja resultante da atividade humana sobre a terra, enquanto 20% vem da atividade humana no mar (tráfego marítimo, pesca, aquicultura, plataformas de petróleo, etc). Estes resíduos se condensam nos vórtices de água, que são correntes marinhas criadas pelos ventos e acabam por originar zonas gigantescas de poluição. Contrariando o senso comum, os vórtices não aglomeram macro-detritos acumulados de forma compactada, mas sim zonas de poluição com grande concentração de micropartículas plásticas presentes em águas abertas.

      race for water

      Só em 2015, os parâmetros de degradação giravam em torno de 5 vórtices de resíduos de plástico, 260 mil toneladas de partículas flutuando nos oceanos, 1 milhão de pássaros mortos por ano e mais de 3,5 bilhões de pessoas prejudicadas, as quais dependem da água para sobreviver. Assim, no dia 9 de abril de 2017, a Race for Water decidiu navegar novamente ao redor do mundo, desta vez para uma Odissey de cinco anos. O intuito é oferecer soluções para a preservação dos oceanos da poluição do plástico, um desastre ambiental absoluto em escala planetária. Diante dessa constatação, Marco Simeoni explicou que “em 2015, nos sentimos impotentes diante da escala do problema da poluição por plásticos dos oceanos, apresentadas pelos parâmetros de degradação. Com a Race for Water Odyssey 2017-2021, a bordo de nossa embarcação movida a energia solar e combustão acionada por hidrogênio, queremos demonstrar que existem soluções sustentáveis ​​para a conservação dos oceanos graças a tecnologias inovadoras.”

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      race for water

      Ao longo da Odyssey 2017-2021, a equipe tem publicado regularmente sobre suas aventuras da Race for Water no site oficial. Nele, também é possível encontrar um mapa atualizando a posição do barco a cada 3 horas. No entanto, desde o surgimento da pandemia de Covid-19, as atualizações têm demonstrado um grande impacto na expedição, exigindo muita flexibilidade par a seguir com o planejamento dentro das normas de saúde, de acordo com a tripulação. Ainda assim, as últimas notícias sobre a viagem em águas japonesas são promissoras. As últimas publicações foram os resultados positivos no coração das águas japonesas, que contaram com a ajuda de parceiros locais como a Saraya e Zeri Japão, que é especializada em produtos de higiene, e a relojoaria Breguet, que os apoia desde 2018.

      race for water

      Ao longo da passagem por terras japonesas, foram 9 escalas e cerca de 300 pessoas atuando no combate à degradação ambiental. As cidades visitadas foram Ishigaki, Okinoerabu, Amamioshima, Kagoshima, Sasebo, Fukuoka, Osaka, Nishinomia e Tóquio, e a recepção foi organizada em pequenos grupos, de acordo com as normas em vigor.

      “Recebemos a bordo por volta de 300 convidados, incluindo 80 funcionários eleitos, que tomam as decisões locais, bem como 70 jornalistas. Durante esses sete meses, a mídia, empresários e autoridades locais eleitas puderam descobrir nossa embarcação Race For Water e suas tecnologias inovadoras, assim como as soluções propostas para combater a poluição por plástico. Continuamos convencidos de que as soluções estão no terreno. É importante continuar as nossas ações de sensibilização e estar no terreno, independentemente do contexto”, diz Franck David, diretor da Odyssey Race for Water.

      race for water

      A equipe conseguiu, inclusive, realizar um programa de demonstração do nível de contaminação em águas japonesas, entre Ishigaki e Onikoerabu, na última primavera local, como parte da colaboração com o professor japonês Atsuhiko Isobe (Universidade de Kyushu). Hoje, o navio Race For Water está em manutenção por algumas semanas em Funabashi, um porto no coração de Tóquio.

      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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        Medalhista olímpica e pentacampeão mundial confirmam participação na 70ª Santos-Rio

        Por: Redação -

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        Mais dois grandes nomes confirmaram participação para a disputa da histórica 70ª edição da Regata Santos-Rio, que tem largada marcada para o dia 23 de outubro, na Baía de Santos. Isabel Swan, bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim, na China, em 2008 – ao lado de Fernanda Oliveira, primeiras mulheres brasileiras medalhistas olímpica na vela -, vai integrar o barco Boto IV, de André Sobral, de São Paulo, e disputará sua segunda edição da Santos-Rio.

        “Estou muito feliz de poder participar dessa regata que é tão tradicional, emblemática na história da vela brasileira. Regata de muitos desafios. Cada edição ela tem ventos fortes, ventos fracos”, disse Isabel que esteve em 2007 no barco Capim Canela, de Marcos Soares, vencendo na categoria 40.7 em uma tripulação toda feminina. “É uma regata muito tática que testa todas as qualidades do velejador desde a parte de projeto para a regata até a estratégias durante a regata se vai mais próximo à costa ou afastado, o estudo do trajeto, leitura na água e tomadas de decisão”.

        “Lembro de minha participação que foi em um time feminino, foi muito especial. Nem muitas meninas têm a oportunidade de participar de uma regata tão desafiadora como essa. Esse time as meninas que foram velejavam de monotipo principalmente, sem experiência de longa distância. Uma parte enjoou, outra parte se manteve bem na regata, fizemos um peeling, mudança de vela à noite. Foi bem legal a experiência. Teve um gostinho bem especial ter vencido a regata. Experiência de vida que leva”.

        Além de Isabel, Maurício Santa Cruz, o Santinha, com participações Olímpicas em Atenas 2004 e Sydney 2000, pentacampeão Mundial nas classes Snipe e J-24, bicampeão Pan-Americano na Rio-2007 e Guadalajara 2011, é outra fera confirmada. Ele vai disputar a 70ª Santos-Rio no barco Mini-Transat em dupla mista com Adriana Kostiw como primeiro treinamento visando a campanha Olímpica para Paris-2024. Pela primeira vez nos próximos jogos, a vela de oceano entrará no programa olímpico com barcos de 30 pés em dupla mista que serão disputados na região de Marselha, ao sul da França.

        “Essa regata será o lançamento da minha campanha Olímpica para Paris-2024 onde correrei com a Adriana. Este ano será diferente pois estarei correndo pela primeira vez numa regata oceânica em dupla. Será para mim uma regata de aprendizado pois algumas manobras serão mais lentas , terá a questão do sono/cansaço e testar algumas formas de  organizar o barco para ficar o mais prático possível”, disse o experiente velejador que chegou a ter recorde da Santos-Rio em duas oportunidades em 1995 e 2006.

        “Tenho boas memórias em dois recordes da regata que eu estive no barco. Polibrasil e Sorsa”, lembrou. “Essa regata sempre contou com os melhores velejadores brasileiros participando, sempre foi bem disputada. A regata de oceano é uma outra experiência que uma regata tradicional, por isto que fica um desafio maior em fazer a Santos-Rio”.

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        “Ele tem muita experiência em regatas e regulagem de barco. Depois das Olimpíadas de Londres me dediquei a grandes travessais oceânicas. Acho que contamos com uma boa experiência juntos para a nova categoria Offshore na Olimpíada. Nossa união formará um ótimo time”, seguiu Adriana.

        Santinha e Isabel são mais dois grandes velejadores na disputa que promete com presenças confirmadas de Torben Grael, bicampeão olímpico, Lars Grael, duas vezes medalhista de Bronze, Kiko Pelicano, medalhista de Bronze, Martine Grael, atual campeã Olímpica na Rio-2016, além de outros fortes nomes como Samuel Gonçalves, campeão Mundial de Star e oriundo do Projeto Grael, Samuel Albrecht, velejador Olímpico da Nacra-17, Marco Soffiatti Grael, velejador Olímpico da Rio-2016 e Ouro no Pan de Lima 2019, Henry Boening, o Maguila, proeiro de Robert Scheidt e campeão da Star Sailors League, Pedro Trouche, campeão da Star Sailors League. Terá também jovens valores no barco comandado por Torben Grael como Nicholas Grael, filho de Lars, Giovanna Prada, filha do duas vezes medalhista de prata Olímpico, Bruno Prada (uma Prata e um Bronze).

        Já são mais de 70 barcos confirmados dos estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Santa Catarina e Bahia, o que praticamente dobra a estimativa inicial que era de 40. A organização é do Iate Clube de Santos e do Iate Clube do Rio de Janeiro com apoio da ABVO (Associação Brasileira de Veleiros de Oceano), da Prefeitura de Santos e da CBVela.

        As disputas serão nas classes ORC, IRC, BRA-RGS e BRA-RGS Clássicos, Bico de Proa e Mini 6.50 e Multicascos com inscrições abertas. Mais detalhes pelo Aviso de Regata.

        Acompanhamento online da 70ª Santos-Rio

        A 70ª Santos-Rio poderá ser acompanhada online em tempo real pelo sistema SPOT Brasil, subsidiária da empresa americana Globalstar Inc, que fará o rastreamento dos veleiros. Após a disputa da 70ª Santos-Rio, será realizada a 51ª edição do Circuito Rio, entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro, com organização do Iate Clube do Rio de Janeiro. O Circuito Rio valerá como o Campeonato Brasileiro da classe ORC.

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          Virtual Valencia Boat Show divulga número recorde de expositores confirmados

          Por: Redação -

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          O Valencia Boat Show (VBS), que este ano será realizada virtualmente de 28 de outubro a 1º de novembro, bateu o próprio recorde de expositores que estabeleceu em 2019.

          De acordo com o organizador da mostra, 123 companhias náuticas da Espanha, Portugal, México, Sri Lanka, Itália, Reino Unido, Estados Unidos, França, Turquia, Áustria e outras já reservaram seu estande 20 dias antes do início da mostra. No ano passado, o evento, realizado em La Marina de Valencia, atraiu 94 expositores.

          O Virtual Valencia Boat Show 2020 dividirá expositores e empresas colaboradoras em 13 áreas diferentes: lanchas; veleiros; catamarãs; motores e eletrônicos; equipamentos e acessórios; marinas e docas secas; escolas de vela, companhias charter e acessórios; atividades náuticas, mergulho, instituições e associações; Superyacht Dock, área exclusiva de superiates; Media Dock, que reunirá mídias especializadas; e Innova Dock, área de inovação e aplicações.

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          Além disso, o evento contará com toda uma área dedicada ao turismo náutico na Comunidade Valenciana, com mais de 30 expositores em seu interior, uma área de eventos e conferências dentro do edifício Veles e Vents, e três áreas com exposições de pintura e fotografia.

          Além de ter ultrapassado largamente o número de expositores, outra vantagem que a plataforma virtual traz é que o interessado ainda pode ter um stand próprio para participar do evento náutico de Valência.

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              Novo píer impulsionará turismo náutico e economia em Guaratuba, no Paraná

              Por: Redação -

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              A Prefeitura de Guaratuba publicou decreto, nº 23.529, que regulamenta a utilização do flutuante na Baía de Guaratuba, em frente ao Terminal Turístico Pesqueiro (conhecido como Praça dos Namorados). A inauguração está prevista para o próximo dia 24 de outubro, seguindo todas as recomendações sanitárias de prevenção a Covid-19.

              Com apelo para o turismo náutico, o píer é exclusivo para atracação e ancoragem de embarcações de esporte e recreio. De acordo com o secretário municipal da Pesca, Cidalgo Chinasso, “o turismo náutico se tornou, além do lazer, uma valiosa fonte de empregos. Uma frota de 20 barcos, por exemplo, representa 10 empregos em terra e de 5 a 10 vagas em atividades técnicas e de serviços. Para cada emprego direto, o setor náutico gera outros três indiretos”.

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              O secretário destaca o potencial do turismo náutico para gerar riqueza e a necessidade da preservação do meio ambiente que tem sido destaque neste setor. “Temos que evoluir com planejamento e atender essa demanda de embarcações de esporte recreio, rechaçando a ideia ultrapassada de que se trata de um turismo supérfluo, elitizado demais, o mercado náutico gera empregos diretos e indiretos, movimenta as cidades, e é essa a visão que temos que ter para o futuro”, ressalta.

              No flutuante será permitido apenas o embarque e desembarque, podendo a embarcação permanecer atracada pelo tempo máximo de 48h. Como medida de segurança por ser uma área de manobra de embarcações, é vedada no local a prática de qualquer modalidade de pesca, mergulho, natação, e também reparos e manutenções de embarcações.

              O píer foi fabricado pela Metalu, que tem soluções adaptadas para cada projeto. A empresa oferece produtos em alumínio de alta resistência mecânica e também a intempéries. Isso se traduz em fácil manutenção e boa durabilidade, além de conforto e sofisticação — que dão um charme especial à área em que são instalados. Construídos com alta tecnologia francesa da Metalu, os píeres são ainda bem-acabados e leves.

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                Veloz e furiosa, lancha de 75 pés bate recorde mundial de superesportivas com mais de 15 metros

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                O icônico Fastnet Rock — um rochedo a seis milhas da Irlanda considerado “o Cabo Horn do hemisfério norte” — foi o cenário para um novo recorde de velocidade para embarcações acima de 15 metros (50 pés): impulsionada por quatro motores Caterpillar de 650 hp cada (um total de 2600 hp!), a superesportiva Thunder Child II, de 75 pés, percorreu 115 milhas em 2h36, com velocidade média de 44,6 nós e máxima de 54 nós. Nada mau para uma lancha que pesa 24,5 toneladas.

                “E olha que fomos gentis com os motores, mantendo-os em apenas 85% a 90% da potência total”, disse o comandante do barco, Frank Kowalski, que durante a jornada teve a companhia de quatro tripulantes: Ciaran Monks, Carl Randalls, Mary Power e Robert Guzik.

                Construída pelo estaleiro irlandês Safehaven Marine, a lancha tem projeto hidrodinâmico especialmente pensado para privilegiar a velocidade, mas com maior resistência, carga útil e capacidade de tripulação. Ou, como como diz Frank Kowalski (que além de pilotar a Thunder Child II é diretor do estaleiro), “em busca infinita de viajar rápido em mares agitados”.  A propulsão é feita por hélices de superfície France Helice.

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                Enquanto contornava a rocha, a lancha foi saudada por cerca de 50 barcos, que se concentraram no entorno do Fastnet Rock para acompanhar a tentativa de recorde. “Foi um pouco estressante navegar entre esses barcos enquanto contornávamos o Fastnet Rock, mas, ao mesmo tempo, foi fabuloso vê-los seguindo o Thunder Child II”, contou seu comandante.

                Safehaven Marine é um estaleiro irlandês que constrói barcos de serviço para marinheiros militares e profissionais. Esses barcos têm uma reputação de incrível resistência e navegabilidade.

                O próximo desafio da Thunder Child II é cruzar o Atlântico Norte entre o Canadá e a Irlanda, com escalas de abastecimento na Groenlândia e na Islândia, jornada que — assim como a prova do Fastnet Rock — deverá ser acompanhada por juízes da International Powerboating Union (UIM).  Com 8.000 litros de combustível nos taques, a superesportiva tem autonomia de 750 milhas.

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                  Marinha dos Estados Unidos precisará de 500 navios para combater a China

                  Por: Redação -

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                  A Marinha dos Estados Unidos precisará de mais de 500 navios em sua frota para garantir a superioridade marítima sobre a China nas próximas décadas, disse o secretário de Defesa Mark Esper. Essa conclusão é baseada no estudo Future Naval Force Study liderado pelo vice-secretário de Defesa David Norquist, que foi recentemente entregue a Esper. “O Partido Comunista Chinês pretende completar a modernização de suas forças armadas até 2035 e colocar em campo uma força de classe mundial até 2049”, disse Esper durante comentários no Centro para Avaliações Estratégicas e Orçamentárias em Washington, DC. “Pequim quer alcançar paridade com a Marinha dos Estados Unidos, se não exceder nossas capacidades em certas áreas e compensar nossa superioridade em várias outras”.

                  O estudo da força naval do Pentágono recentemente concluído avaliou uma gama de opções de frotas futuras projetadas para manter a superioridade dos EUA em uma era de grande competição de poder por muito tempo no futuro, disse ele. A Marinha, o Corpo de Fuzileiros Navais, o Estado-Maior Conjunto, o gabinete do secretário de defesa, bem como assessores externos ajudaram a realizar uma “avaliação abrangente, com custos limitados e informados sobre ameaças” alinhada com a Estratégia de Defesa Nacional, disse ele. Esper apelidou sua visão para a futura frota de “Battle Force 2045”. O grupo de estudo examinou várias opções de força usando modelagem e jogos de guerra para analisar os pontos fortes e fracos de cada combinação de navios contra diferentes cenários de missão futura.

                  “A Battle Force 2045 exige uma Marinha mais equilibrada de mais de 500 navios tripulados e não tripulados”, disse Esper. “Além disso, chegaremos a 355 navios da força de batalha tradicional antes de 2035 – o momento em que a República Popular da China pretende modernizar totalmente suas forças armadas. E o mais importante, agora temos um caminho confiável para alcançar mais de 355 navios tripulados em uma era de restrição fiscal.” A frota de submarinos é a principal prioridade, disse Esper. Isso inclui a compra de submarinos de mísseis balísticos da classe “Columbia” para modernizar a parte marítima da dissuasão nuclear do país, bem como mais submarinos de ataque da classe “Virgínia”. A Marinha precisa de 70 a 80 submarinos de ataque, acrescentou, chamando-os de plataforma de ataque com maior capacidade de sobrevivência em um futuro conflito de grande potência.“Se não fizermos mais nada, a Marinha deve começar a construir três submarinos da classe “Virginia” por ano o mais rápido possível”, disse ele.

                  Porta-aviões

                  Os porta-aviões são atualmente as joias da coroa da Marinha dos EUA, embora alguns observadores tenham sugerido que eles estão se tornando cada vez mais vulneráveis ​​a mísseis guiados com precisão de longo alcance. “Os porta-aviões nucleares continuarão sendo nosso dissuasor mais visível, com a capacidade de projetar poder e executar missões de controle marítimo em todo o mundo”, disse Esper. “Para continuar a aumentar sua capacidade de sobrevivência e letalidade, estamos desenvolvendo a ala aérea do futuro, capaz de engajar alvos em distâncias estendidas.” As alas aéreas devem incluir uma variedade de plataformas não tripuladas, incluindo caças, tanques, aeronaves de alerta antecipado e ataque eletrônico, acrescentou.

                  O Pentágono continuará a examinar opções para porta-aviões leves que suportam aeronaves de decolagem curta/aterrissagem vertical, como o caça Joint Strike Fighter F-35B, observou ele. O navio de guerra anfíbio de grande convés de voo USS America é um exemplo do tipo de plataforma que está sendo considerada para tarefas de porta-aviões leves.“ Os porta-aviões leves fornecem presença e capacidade adicionais para realizar as missões do dia-a-dia e liberar os super porta-aviões para combates de ponta mais críticos”, disse Esper. “Enquanto antecipamos que um estudo adicional será necessário para avaliar a combinação adequada high/low mix de porta-aviões, oito a 11 porta-aviões nucleares serão necessários para executar um conflito de ponta e manter nossa presença global com até seis porta-aviões leves juntando-se a eles.”

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                  A futura força naval também deve ter de 140 a 240 embarcações não tripuladas e opcionalmente tripuladas de superfície e subsuperfície de todos os tipos, com potencial para realizar uma ampla gama de missões e permitir operações marítimas distribuídas de maneira econômica, observou ele. “Elas irão adicionar capacidades ofensivas e defensivas significativas à frota a um custo acessível em termos de marinheiros e dólares”, disse ele. A Marinha também precisa de 60 a 70 combatentes de superfície menores para aumentar a capacidade de conduzir operações marítimas distribuídas e liberar recursos maiores para realizar outras missões, observou ele.Além disso, as estimativas iniciais apontam para 70 a 90 navios de logística de combate e 50 a 60 navios de guerra anfíbios.

                  Sensores em rede, inteligência artificial e armas de longo alcance

                  A futura força incluirá uma rede de sensores, sistemas habilitados para inteligência artificial e armas de longo alcance, observou ele. “As descobertas da equipe são perspicazes e servem como uma estrutura duradoura que conduzirá uma grande mudança em como projetamos, construímos e mantemos nossa frota e conduzimos operações navais nos anos e décadas que virão”, disse Esper. “Os resultados permitirão ao departamento atingir nossos objetivos de maneira oportuna e econômica, equilibrando as ameaças de amanhã com a prontidão de hoje.”O Pentágono entregará em breve ao Congresso o estudo e o novo plano de construção naval de 30 anos, que fornecerá detalhes mais específicos sobre a construção planejada, disse Esper.O serviço marítimo tem atualmente apenas cerca de 300 navios da força de batalha em seu inventário.

                  O presidente Donald Trump pediu uma Marinha de 350 embarcações tripuladas, e outros oficiais de defesa já haviam solicitado mais de 355 navios tripulados.Esper observou que o aumento previsto seria uma injeção de ânimo para a indústria.“Entendemos os desafios de construir uma base industrial robusta e saudável com estaleiros modernos, infraestrutura de qualidade e trabalhadores altamente qualificados”, disse Esper. “Acreditamos que nossa proposta fornece previsibilidade para a cadeia de abastecimento de ponta a ponta, juntamente com a demanda sustentável de que você precisa” para fazer investimentos na força de trabalho e outros ativos.

                  Para conseguir uma frota maior, a Marinha precisará de mais dinheiro para a construção de navios, observou Esper. O novo caminho traçado para alcançar 355 embarcações tripuladas inclui “restrições orçamentárias do mundo real”, disse ele. “A Marinha fez um bom trabalho nos últimos meses, arrecadando fundos nos próximos anos para a construção de novos navios”, disse Esper. A Marinha deve continuar essas iniciativas para garantir uma conta de construção naval adequada para a construção proposta, observou ele. Esper não identificou de quais programas ou contas a Marinha pode obter financiamento para pagar mais navios.

                  O dinheiro liberado dos esforços de reforma em curso, como revisões do comando combatente, corte do “Quarto Poder” e outras iniciativas também ajudará a aumentar a conta de construção naval para 13 por cento da linha superior da Marinha – acima dos cerca de 11 por cento hoje – o que estaria no mesmo nível da porcentagem média gasta em novos navios durante a era Reagan, na década de 1980, observou Esper. Para o ano fiscal de 2021, o governo Trump solicitou US$ 207 bilhões para a Marinha, US$ 19,9 bilhões dos quais iriam para a construção naval. Um aumento de 2% nessa conta representaria um salto de US$ 4,1 bilhões em relação ao projeto fiscal mais recente.

                  O Congresso alocou cerca de US$ 24 bilhões para a construção naval no ano fiscal de 2020. Esper pediu ao Congresso que ajudasse o Pentágono a tornar a visão do Battle Force 2045 uma realidade, fornecendo orçamentos sustentáveis, previsíveis, adequados e oportunos; permissão para desinvestir de sistemas legados e atividades de menor prioridade e redirecionar essas economias para prioridades mais altas; e autoridade estatutária para colocar o financiamento não utilizado da Marinha de fim de ano diretamente na conta da construção naval.

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                    Rossini confirma presença na 23ª edição do São Paulo Boat Show

                    Por: Redação -
                    09/10/2020

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                    O estaleiro paulista Rossini marcará presença na próxima edição do São Paulo Boat Show, que acontecerá de 19 a 24 de novembro, na Raia Olímpica da USP, com sua linha de lanchas de passeio.

                    A Rossini começou com o sonho de um navegador, que no ano de 1986 teve sua primeira lancha. Com o tempo o que era hobby se tornou negócio e a revenda de seus próprios barcos para amigos e conhecidos despertou interesse sobre a produção. Hoje, a empresa familiar que começou as atividades em 2014 conta com profissionais especializados e com mais de 30 anos de experiência no mercado, tendo em seu portfólio os modelos Rossini 260 e 300.

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                    » Vem aí o São Paulo Boat Show 2020 em um lugar inédito!

                    Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.

                    Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.

                    Anote aí!

                    SÃO PAULO BOAT SHOW 2020
                    Quando? De 19 a 24 de novembro
                    Dias de semana das 15h às 22h
                    Finais de semana das 13h às 22h
                    Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo
                    Mais informações: [email protected]

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                      Benetti revela planos para releitura de linha clássica dos anos 1960

                      Por: Redação -

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                      Em um anúncio recente, o estaleiro italiano de iates Benetti revelou seus planos para a introdução de uma nova linha de superiates Benetti Motopanfilo projetados para capturar o charme e a elegância dos iates Motopanfilo da marca dos anos 1960.

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                      Mais detalhes sobre a interpretação moderna desta linha clássica ainda não foram revelados, mas Benetti indicou uma data de inauguração para o projeto em setembro de 2021, junto com a grande revelação de seu iate a motor de estilo explorer B.Yond de 37 metros.

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                        Feadship revela próxima geração de iates com consciência ecológica com o projeto Escape

                        Por: Redação -

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                        A Feadship revelou seu projeto mais recente, Escape, que aproveitará os recursos de ponta mais recentes para criar uma pegada mais verde. Feadship enfatiza que este não é apenas um conceito, mas um projeto pronto para ser construído hoje, abrindo caminho para mostrar o que é realmente possível no design de superiates.

                        O exterior contará com visão de 360 ​​graus do mundo subaquático, além de uma estufa onde os proprietários podem cultivar suas próprias ervas e vegetais. Enquanto isso, um submarino particular e o myCopter – um helicóptero drone pessoal – permitirão que os passageiros explorem seus arredores por mar e céu.

                        No centro do iate, um espaço comum para a família e amigos se reunirem ao redor da piscina “moonpool”. Preenchido com água do mar, o “moonpool” funciona como uma zona secreta de aterrissagem de submarinos, bem como uma piscina onde os passageiros podem desfrutar de um escorregador gigante ou tomar o elevador panorâmico de vidro até o mar. O modelo contará, ainda, com spa, sauna e sala de massagem.

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                        Com uma série de inovações ecológicas, um destaque será os 700 metros quadrados de painéis solares. Além disso, uma série de outras tecnologias foram projetadas para permitir economias de consumo de combustível de até impressionantes 35%, ao mesmo tempo que oferece manobrabilidade e navegação silenciosa. As tecnologias sustentáveis ​​também incluirão a propulsão híbrida, entre outras.

                        “Este é um momento muito empolgante para a Feadship, pois continuamos a ultrapassar os limites da inovação em superiates. Trabalhando com designers de classe mundial neste projeto, criamos uma tecnologia nova e sustentável que esperamos que possa ser compartilhada por toda a indústria à medida que continuamos a construir uma pegada mais verde. Embora existam muitos conceitos de iates notáveis, muito poucos são realisticamente alcançáveis. Portanto, estamos extremamente orgulhosos de dizer que os designs para Escape são realmente possíveis de criar e estão prontos para serem construídos hoje, oferecendo uma experiência inédita”, comentou o Diretor de Marketing e Marca da Feadship, Farouk Nefzi.

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                          Submarino da Primeira Guerra Mundial é descoberto na Tunísia

                          Por: Redação -

                          Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                          Mergulhadores tunisianos descobriram os restos de um submarino francês da Primeira Guerra Mundial, o Ariane, que jaz no Cabo Bon desde que foi afundado por um submarino alemão em 1917.

                          Os restos foram encontrados em 21 de setembro por mergulhadores de um clube de mergulho em busca de locais para explorar. “No primeiro mergulho, encontramos um submarino”, disse o diretor de mergulho do clube Ras Adar, Selim Baccar, à AFP.

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                          Apesar da quantidade de algas, as escotilhas e o periscópio do submarino estão quase intactos. Hoje, o submarino abriga uma infinidade de peixes e mariscos. Depois de consultar vários especialistas, o clube concluiu que só poderia ser o Ariane, que tinha sua base em Bizerte, que na época era um porto francês.

                          Durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), os submarinos alemães devastaram as costas da Tunísia, onde foram inicialmente implantados para isolar os Aliados de seus reforços de homens e suprimentos que vinham das colônias, explicou o historiador Ali Ait Mihub, do Instituto Superior de História Contemporânea da Universidade de Manuba.

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                            Maior túnel submerso do mundo para trens e carros conectará Alemanha e Dinamarca

                            Por: Redação -
                            08/10/2020

                            Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                            O projeto para o túnel ferroviário e rodoviário submerso mais longo do mundo, conhecido como Fehmarnbelt link, recebeu aprovação das autoridades. A infraestrutura de 18 km, a mais longa de seu tipo, conectará a região de Lolland Falster, da Dinamarca, à região de Schleswig Holstein, da Alemanha, através do Mar Báltico, reduzindo o tempo de viagem entre os dois países para apenas 10 minutos de carro e sete minutos de trem.

                            Um dos maiores projetos de infraestrutura da Europa até o momento, o projeto do túnel Fehmarnbelt não só reduzirá o tempo de viagem, como também ajudará a desenvolver o comércio e o turismo, criando uma nova porta de entrada para o norte da Europa. Construído pela Femern A/S, o projeto é uma joint venture entre a VINCI Construction Grands Projets, Per Aarsleff, Royal BAM Group, Solétanche-Bachy International, CFE, Dredging International e Max Bögl Stiftung & Co.

                             

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                            Com duas vias férreas e uma rodovia de quatro pistas, o projeto de € 7 bilhões será construído com elementos ocos de concreto construídos em terra, encaixados para formar o túnel submerso. Instalados em um buraco de 60 metros de largura e 16 metros de profundidade, escavado no fundo do mar, os elementos de concreto serão “transportados por grandes rebocadores antes de serem baixados”.

                            Com conclusão prevista para meados de 2029, as obras no lado dinamarquês estão previstas para começar em 1 de janeiro de 2021, após vários atrasos devido à pandemia COVID-19. A construção no lado alemão tem início previsto para meados de 2022.

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                              Barco maior é mais seguro?

                              Por: Redação -

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                              Não há dono de barco que não sonhe com uma embarcação melhor. E, quase sempre, esse “melhor” significa um modelo maior, já que cascos grandes são teoricamente mais confortáveis e seguros que os pequenos. Mas isso não chega a ser uma verdade absoluta, que sirva para todos os casos. A rigor, pode-se dizer que, sim, um barco maior tende a ter comportamento melhor em águas mais agitadas.

                              Se compararmos dois barcos de dimensões diferentes, mas concepção de casco idêntica, o modelo maior, com certeza, levará vantagem sobre o menor — seja na navegação ou na segurança dos ocupantes. Poderá enfrentar ondas maiores e navegará com mais velocidade. Mas se os projetos forem diferentes, será preciso analisar caso a caso para estabelecer a vantagem de um ou de outro. Ou seja: se a concepção não for a mesma e um barco for menor apenas no comprimento, talvez a diferença não seja tão grande assim a favor do maior.

                              É perfeitamente possível, por exemplo, um casco grande não ter estrutura para encarar mares abertos, ou então vir com um pontal pequeno, insuficiente para evitar a inundação do convés, ou ainda ter uma boca estreita demais, aumentando o risco de virar quando as ondas castigarem os costados do casco. É o caso das lanchas e canoas de pesca em rios, por exemplo: apesar de compridas, elas têm boca e pontal acanhados e inadequados para o mar. O peso do barco também é importante. Barcos muito leves têm a tendência de sofrer bem mais com a ação das ondas.

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                              Há, ainda, outros fatores que devem ser considerados quando o assunto é desempenho no mar aberto. Lanchas de proa aberta, não importa o tamanho, são inadequadas, pois correm o risco até de afundar se receberem um grande volume de água no convés. Já lanchas de pesca de console central, mesmo sendo totalmente “abertas”, são capazes de enfrentar o mar, porque costumam ter proa alta e convés que drena a água que entra. Além do mais, essas lanchas têm casco com V de popa mais acentuado, geralmente acima dos 20 graus, o que amortece os sacolejos e dá estabilidade. Já as lanchas de passeio têm ângulo de V mais ameno, em torno de 17 graus, que pode deixar a navegação em mar aberto bem mais desconfortável e arriscada.

                              Por último, o número de cascos também é relevante. Catamarãs ou trimarãs geralmente se comportam bem melhor no mar que os monocascos, mesmo quando são menores. Eles até jogam mais nas ondas de través, o que é desconfortável, mas não chega a ser perigoso. Resumindo: se você está pensando em trocar seu barco por um maior, procure antes identificar o que, afinal, não lhe agrada no seu atual.Talvez não seja apenas uma questão de tamanho.

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                                Projeto de embarcação futurista de mais de 100 metros conta com hidrofólios

                                Por: Redação -

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                                A Nemesis Yachts revelou um conceito futurista de megaiate com hidrofólio de 101 metros de comprimento chamado Nemesis One. Com uma velocidade máxima estimada pelo fabricante em mais de 50 nós graças aos hidrofólios controlados por computador, o Nemesis One será tido como o “iate de luxo mais rápido do mundo” pelo construtor.

                                O modelo todo em fibra de carbono dispensa guinchos e linhas para controles hidráulicos e elétricos de última geração, incluindo Oceanwings patenteados da AYRO, que se ajustam automaticamente às condições. Isso elimina a necessidade de ajuste da vela e minimiza ainda mais os requisitos da tripulação a bordo. A engenharia vem do especialista francês VPLP Design.

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                                Uma viga de 39 metros fornece áreas de estar espaçosas de 1 130 pés quadrados dentro de um interior descrito como “futurista, porém confortável”. Os proprietários têm a opção de remover completamente os módulos internos, equipando o megaiate com um “modo de corrida ultraleve”.

                                Mesmo sem vento, o Nemesis One continuará sendo um iate de emissão zero graças a um pacote de propulsão elétrica a hidrogênio. Nemesis Yachts estima que o conceito tenha uma velocidade de cruzeiro de 35 nós e velocidade máxima superior a 50 nós.

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                                  Fortaleza sediará etapa única do Campeonato Brasileiro de Wind Foil 2020

                                  Por: Redação -

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                                  A Federação de Vela e Motor do Estado do Ceará realizará, de 30 de outubro a 2 de novembro, o Campeonato Brasileiro de Windsurf Foil. O Windsurf tem uma relação de longa data com o estado, onde já foram realizados outros tantos campeonatos e eventos, exatamente pelas condições propícias ao esporte que destacam o Ceará mundialmente por sua aptidão natural.

                                  Diante deste cenário, o campeonato chega trazendo a modalidade importante para a preparação de atletas que buscam esse foco, bem como para a percepção clara do fomento aos talentos locais.

                                  Com base centrada no Iate Clube de Fortaleza, onde toda a estrutura do evento estará montada, os competidores seguirão pelo mar para a área de competição, onde serão realizadas as regatas.

                                  A raia, ou área de competição, será entre as enseadas de Iracema e Mucuripe. Mais especificamente entre o espigão da Praia de Iracema, em frente ao aterro do Ideal, até a frente do Riacho Macéio, no Mucuripe. Compreendendo a Baia de Fortaleza e limitado ao canal marítimo. Levando as regatas a um acesso visual de público possível diante destas praias.

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                                  Regatas

                                  No Windsurf Foil as regatas são de percurso, com trecho traçado a ser cumprido de acordo com as boias a serem contornadas. Vence quem chega na frente, como uma corrida comum. Serão ao todo 4 dias de competição, que podem receber até 15 regatas. Para esta edição, a expectativa é que tenhamos entre 12 a 15 regatas graças as boas condições de vento predominantes em Fortaleza.

                                  Os vencedores serão definidos pela pontuação final conquistada após a realização de todas as regatas previstas.

                                  A expectativa é que uma média de 30 atletas que componham o ranking geral, o qual é divido em até 5 categorias: Juvenil, Homem, Mulher e Máster.

                                  O Campeonato Brasileiro de Wind Foil 2020 marcará, ainda, a abertura oficial do World Beach Sports 2020, um multievento esportivo que tem a finalidade de difundir a cidade de Fortaleza como a capital mundial de esportes na praia. O WBS terá seu ápice de atividades e competições em dezembro deste ano, e tem como meta valorizar e apresentar mais de 50 modalidades esportivas em sua programação.

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                                    Estaleiro turco lança iate de expedição que chama atenção pela cor do casco

                                    Por: Redação -

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                                    Com um chamativo casco azul turquesa, o iate de expedição 7 Diamonds de 32,5 metros foi lançado no estaleiro Numarine, em Istambul. Como a quarta unidade da linha 32XP, o novo modelo deve partir para testes de mar no Bósforo, antes da entrega ao proprietário americano no final deste mês.

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                                    7 Diamonds apresenta um design de interior Hot Lab “elegante e sofisticado”, que usa uma paleta de cores predominantemente branca. O layout do 32XP inclui um salão principal, suíte do proprietário no andar superior, uma suíte VIP no deck principal e quatro camarotes extras para hóspedes abaixo.

                                    O casco de deslocamento ajuda o iate a atingir uma velocidade máxima de 14 nós, de acordo com os números do estaleiro. “Ela não é linda? Claro, ela está, e estou orgulhoso do trabalho que fizemos ultrapassando limites e criando um produto tão forte”, comentou Omer Malaz, presidente da Numarine. “O 32XP com interior Hot Lab é inspirador, elegante e atemporal, esses são valores muito importantes que definitivamente compartilhamos.”

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                                      Fabricante chinesa montará parque eólico flutuante no Brasil

                                      Por: Redação -

                                      Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                      A fabricante chinesa de turbinas eólicas Mingyang Smart Energy Group Co. Ltd. vai instalar um parque eólico flutuante ao largo do Ceará, revelou na semana passada o Governo do estado do nordeste do Brasil.

                                      Num comunicado, o Governo do Ceará sublinha que a empresa chinesa escolheu o Ceará devido à localização geográfica e potencial do Estado brasileiro para a geração de energia eólica.

                                      O memorando de entendimento para o lançamento do projeto foi assinado pelo Governador do Ceará, Camilo Santana, e pelo Vice-Presidente da Mingyang, Larry Wang.

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                                      Na cerimônia de assinatura do acordo, Larry Wang defendeu que o projeto irá não apenas gerar energia a partir de uma fonte renovável, mas também impulsionar o desenvolvimento económico em Ceará, acrescenta o comunicado.

                                      O Ceará é um estado pioneiro no Brasil ao implementar uma política de estímulo ao investimento nas energias renováveis, nomeadamente a eólica e a solar, sublinhou Camilo Santana, também citado no comunicado.

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                                        Museu do Aquário do Pantanal terá cinema 3D e mergulho virtual pelo Rio Paraguai

                                        Por: Redação -

                                        Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                        O Museu Interativo da Biodiversidade (MiBIO), que vai funcionar no Aquário do Pantanal, em Campo Grande, já passou pelos primeiros testes de iluminação cenográfica. As obras, que segundo a Secretaria Estadual de Infraestrutura estão adiantadas, receberam na semana passada a visita do vice-governador e Secretário Estadual de Infraestrutura, Murilo Zauith. Um cinema em 3D é uma das atrações mais esperadas.

                                        Com o objetivo de promover educação ambiental e divulgação científica, o museu terá convênio com escolas e universidades e contará com um roteiro dinâmico de visitas, adaptado aos diferentes grupos de visitantes. Todas as informações apresentadas estarão de acordo com as pesquisas que a comunidade científica local tem produzido ao longo dos anos.

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                                        Entre as tecnologias que serão utilizadas no museu, estão fotografias, microscópios, vídeos, mesas interativas, tela holográfica e game interativo, além de um diorama (modo de apresentação artística tridimensional) e o cinema em 3D, que vai simular vista aérea dos solos pantaneiros e um mergulho no Rio Paraguai.

                                        O Museu Interativo da Biodiversidade tem previsão de funcionamento para 2021, quando o Aquário do Pantanal deverá ser entregue.

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                                          07/10/2020

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                                          A pandemia do coronavírus pode ter trazido uma esperança da preservação de golfinhos do oceano Pacífico. Especialistas dizem que a espécie conhecida como golfinho-corcunda-indopacífico passou a ser vista cerca de 30% de vezes mais desde que o transporte de barco e balsas na região foi interrompido em março.

                                          Cientistas temem que a população do animal esteja em declínio, mas se apegam à esperança de que eles tenham se adaptado rapidamente à calmaria nas águas durante a quarentena. Durante o período de isolamento e da ausência de meios de transporte nas águas, foram colocados microfones submarinos para entender o comportamento dos bichos.

                                          “O que nós percebemos desde que as balsas pararam nesta área foi que golfinhos que não víamos há quatro, cinco, seis anos, estão de volta ao habitat de Hong Kong. Parece que eles voltaram para cá de forma muito rápida”, afirma a cientista marinha Lindsay Porter, ao “Independent”.

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                                          Ela diz que a região normalmente é tomada por balsas que levam pessoas de Hong Kong a Macau diariamente. Com as restrições impostas pelo governo durante a pandemia, essa movimentação parou, o que deixou as águas mais tranquilas.

                                          O golfinho-corcunda-indopacífico, também conhecido como golfinho branco chinês e golfinho rosa, viu sua espécie ser diretamente atingida por conta da pesca predatória e da poluição das águas. Segundo dados do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o estuário do rio das Pérolas, na região sul da China, tem apenas 2,5 mil exemplares do animal.

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                                            Por: Redação -

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                                            A Rota dos Pioneiros, maior trilha aquática do Brasil e que deve se tornar a maior do mundo, está retomando suas atividades. O grupo de voluntários responsável pela demarcação da rota ao longo do Rio Paraná e de seus afluentes voltou a fazer a sinalização do percurso, depois de uma interrupção de sete meses por causa da pandemia do coronavírus. Alguns passeios de caiaque pelo rio também voltaram a ser oferecidos por guias locais.

                                            A iniciativa está alinhada e reforça a estratégia do Governo do Estado, adotada desde o ano passado, de estimular o turismo de aventura e natureza para divulgar as belezas do Paraná e buscar o desenvolvimento econômico, com sustentabilidade, e movimentar as diversas regiões do Paraná.

                                            A Rota dos Pioneiros é uma trilha de longo curso com a previsão de ter 400 quilômetros de extensão, conectando diferentes unidades de conservação nas proximidades dos rios Paraná, Paranapanema e Ivinhema. No fim do mês passado, a equipe de voluntários fez a sinalização de um percurso de 29 quilômetros pelo rio, interligando o Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema, no Mato Grosso do Sul, ao Porto Natal, em Querência do Norte, no Noroeste do Paraná.

                                            Com esta nova etapa, a trilha conta agora com 127 quilômetros já demarcados, 32% do percurso original. A ideia é que este trecho seja percorrido de caiaque ao longo de dois dias, passando por ilhas e canais em uma região rica em biodiversidade e vegetação exuberante. Os visitantes podem observar jacarés, bugios e capivaras através da trilha aquática e, no parque estadual, é muito comum encontrar o cervo-do-pantanal. Para os amantes da observação da avifauna o parque, com 302 espécies de aves, é um prato cheio.

                                            CORREDOR DE BIODIVERSIDADE

                                            A rota, que faz parte da Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso (Redetrilhas), funciona como um corredor de biodiversidade em uma região singular do país, e além do caiaque, conta também com trilhas terrestres que podem ser percorridas a pé ou de bicicleta. As margens do Rio Paraná – nas divisas entre o Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul – são marcadas pela transição de três dos principais biomas brasileiros: Pantanal, Mata Atlântica e Cerrado.

                                            Além disso, é também um importante atrativo em uma região onde o ecoturismo ganha cada vez mais adesão, aproveitando as belezas das ilhas e praias naturais que se formam no Rio Paraná. A proposta, explica o biólogo Erick Xavier, secretário-geral da Redetrilhas e um dos idealizadores da Rota dos Pioneiros, é desenvolver o turismo de base comunitária, em que a população dos municípios ribeirinhos tem novas oportunidades de negócio, com a oferta de serviços de guia, hospedagem, alimentação e aluguel de equipamentos.

                                            “Os visitantes precisarão de condições mínimas que atendam suas necessidades básicas, como áreas de camping, sanitários com chuveiros e fonte de água potável. Por isso, os portos ao longo do Rio Paraná são estratégicos para alavancar o turismo regional, além de ser uma oportunidade para a geração de emprego e renda”, afirma.

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                                            SEGURANÇA

                                            A atividade também é uma opção segura para este momento, avalia o biólogo. “As trilhas e atividades realizadas ao ar livre, em grupos pequenos, são as ideais para o pós-pandemia, pois evita o contato físico e os ambientes fechados”, ressalta Xavier. “E as pessoas estão com uma expectativa muito grande em sair de casa e voltar a ter o contato com a natureza. Então fazer uma trilha, principalmente aquática, é uma grande oportunidade de passeio, mantendo os cuidados com a saúde”, completa.

                                            GUIA

                                            Além da retomada da demarcação, os organizadores também estão lançando o primeiro guia da Rota dos Pioneiros, contendo um resumo com dicas de segurança, pontos de apoio e mapa atualizado da trilha aquática. O guia pode ser baixado aqui.

                                            A rota é dividida em três regiões: Rio Paranapanema, conectando o Parque Estadual do Morro do Diabo, em São Paulo, e a Estação Ecológica do Caiuá, em Diamante do Norte; Rio Paraná, ligando a Estação Ecológica do Caiuá ao Parque Nacional de Ilha Grande, passando pelo Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema – região que está sendo implantada nesta primeira etapa; e, finalmente, o lago de Itaipu, conectando o Parque Nacional de Ilha Grande ao Parque Nacional do Iguaçu e ao Marco das Três Fronteiras.

                                            A trilha aquática está inserida no Corredor de Biodiversidade do Rio Paraná e faz parte da Redetrilhas, associação que reúne e organiza o sistema de trilhas brasileiras, conectando as unidades de conservação do país, a exemplo do que já ocorre pelo restante do mundo. Ao todo, são 10 500 quilômetros planejados e 3 500 quilômetros de trilhas implantadas pelo território nacional.

                                            OS PIONEIROS

                                            O nome da trilha é alusivo à história do próprio Rio Paraná, um local que, ao longo dos séculos, serviu de acesso a diferentes grupos que foram responsáveis pela ocupação do território daquela região.

                                            Começou com os indígenas guaranis que atravessavam o rio de canoa; passou pela ocupação do Brasil pelos colonizadores europeus no século 16, com os espanhóis que fundaram a Ciudad Real del Guahyrá; contou com as missões jesuíticas presentes no Sul da América do Sul; e com os bandeirantes que conquistavam territórios no Interior do Brasil. Por fim, foi a vez da chegada dos imigrantes italianos, alemães, portugueses e japoneses, que criaram raízes nas margens do rio.

                                            Os ciclos econômicos do Estado e do País também acompanharam aquelas correntezas, desde a erva-mate, que era escoada de barco até a Argentina, até o aproveitamento hidrelétrico, que faz girar as turbinas de grandes usinas para gerar energia. O percurso por onde passa a Rota dos Pioneiros fica entre duas delas, a Usina de Porto Primavera e a Usina de Itaipu, e é o último trecho de águas correntes do Rio Paraná, entre os reservatórios das hidrelétricas.

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                                              Por: Redação -

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                                              Invincible, o construtor norte-americano de pesca esportiva e barcos de alto desempenho, apresentou seu quinto modelo de catamarã e o décimo modelo no total – o Catamarã 33 ‘. O casco nº 1 deverá ser concluído em 2021.

                                              “Esta última adição à nossa linha de catamarãs cumpre um papel importante, oferecendo desempenho e qualidade Invincible para um grupo mais amplo de clientes”, disse Ian Birdsall, VP de negócios internacionais. “É um barco totalmente à altura dos tempos, eficiente e capaz”.

                                              “Com o lançamento de nosso novo Catamarã de 33 pés, temos oficialmente a maior oferta de modelos neste segmento”, afirma o CEO John Dorton. ”Não importa como ou onde você pesca, temos um modelo para você. Com o tamanho facilitando o reboque e o custo de entrada mais baixo, ele foi projetado especificamente para clientes interessados ​​no desempenho de big-cat para se alinhar às suas necessidades de tamanho”, disse sobre o novo catamarã de 10 metros de comprimento.

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                                              Como os outros modelos de catamarã da Invicible, o design patenteado do multi-casco híbrido semi-assimétrico do modelo foi criado por Morrelli & Melvin exclusivamente para a Invincible.

                                              “Uma plataforma de popa dupla dedicada é algo em que estamos ansiosos para trabalhar com a Invincible há algum tempo”, disse Pete Melvin da Morrelli & Melvin. “A versatilidade da plataforma menor, com mais espaço de armazenamento do que o seu monocasco tradicional, deve ser popular para o cliente que deseja um catamarã”.

                                              A Invincible está agregando à sua rede internacional de revendedores, procurando fazer parceria com revendedores estabelecidos com experiência no mercado de pesca esportiva e de barcos offshore de alto desempenho.

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                                                Sueco vai da Noruega ao Açores a bordo de um barco a vela e a remo, construído por ele mesmo

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                                                Aos 81 anos, idade em que a maioria das pessoas já diminuiu o ritmo de vida, ou quase parou, o velejador e ex-fuzileiro naval Sven Yrvind sentiu vontade de regressar ao mar. “Prefiro ser comido por tubarões a morrer em cuidados prolongados”, justificou o vovô aventureiro, nascido em Gotemburgo, na Suécia, em 1939. No dia 30 de junho último, em Ålesund, na Noruega, ele iniciou uma viagem rumo à distante Nova Zelândia.

                                                Detalhe: seu barco, o Exlex Minor, de 19 pés (5,8 metros de comprimento), tem duas pequenas velas e um remo, não conta com motor nem piloto automático, e foi construído pelo próprio Yrvin na garagem de sua casa. “Trata-se de uma bicicleta de montanha dos oceanos”, brinca o experiente velejador, que, por precaução, após 78 dias de mar, decidiu mudar radicalmente de planos e dar a aventura por encerrada no porto da Ilha de Faila, nos Açores.

                                                “O barco não estava preparado para suportar as condições do vento e das ondas que encontraria no Oceano Índico”, justifica Yrvind, que também é respeitado na Suécia como projetista de pequenas embarcações.

                                                Outro ponto que pesou para o aborto da missão foi o estado físico do experimentado navegador. “Meus músculos ‘murcharam’, porque eu mal me movia durante os dois meses e meio de travessia”, explicou.

                                                Durante o trajeto de 3 571 milhas náuticas, cruzando o Mar dos Sargaços no meio do Atlântico Norte, ele manteve uma velocidade média de apenas 2 nós, com picos de 4 a 5 nós. “Algumas pessoas da Internet se preocupavam comigo por estar muito lento. Mas 2 nós não é uma velocidade perfeita para apreciar a paisagem e interagir com ela”, defende o velejador, que na calmaria tinha que esperar o vento soprar ou então usar o remo.

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                                                “Mas tudo bem, pois tinha bastante comida, água e livros, e eu gosto da vida no mar”, mitigou ao desembarcar no arquipélago português.
                                                Ele diz que encheu o barco de comida por quase um ano. Tudo muito frugal. “Minha alimentação foi à base de muesli, sardinha e um pouco de pão de centeio embalado a vácuo. Durante dois anos, treinei para comer apenas uma vez por dia”, explica.

                                                A ideia, meio maluca, é um reflexo de seu irredutível amor pelo mar e pela navegação, no qual as distâncias ou a idade pouco importam. Ao longo da vida, Yrvind já protagonizou inúmeras travessias, sempre a bordo de pequenos barcos construídos por ele mesmo, e sempre testando novas tecnologias.

                                                No caso do Exlex Minor, a principal novidade estava no casco, abaixo da linha d’água, revestido com cobre. “Existem diferentes relatórios sobre como esse revestimento funciona. No meu caso, o resultado foi excelente. O casco do Exlex está tão limpo quanto no dia em que ela saiu da minha oficina”, garante.

                                                A aventura foi também a maneira que ele encontrou para homenagear o aniversário de 50 anos do Golden Globe Race, a primeira regata sem escalas ao redor do mundo. “Na primeira metade da viagem, o trajeto seria igual ao deles”, explica o vovô radical, enquanto cumpre quarentena em Faila, obedecendo ao protocolo sanitário dos Açores, antes de voltar para casa.

                                                Mas não espere vê-lo de pijama em Västervik. “O que não consigo é ficar em frente à televisão vendo a vida passar”, diz, já planejando uma nova viagem. Definitivamente, o amor pelo mar e o gosto pela adrenalina não escolhem faixa etária.

                                                Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                                                  06/10/2020

                                                  O estaleiro FS Yachts confirmou sua participação na próxima edição do São Paulo Boat Show, que acontecerá de 19 a 24 de novembro na Raia Olímpica da USP. A marca apresentará os principais destaques da sua linha de embarcações, que conta com modelos de 18 a 36 pés.

                                                  Fundada em 1998, a FS tem como especialidade lanchas de proa aberta e cabinadas. Com foco em lanchas de pequeno porte, com acabamento bem trabalhado e preços convidativos, a marca com fábrica em Biguaçu (Santa Catarina) já produziu mais de 2 mil lanchas.

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                                                  Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.

                                                  Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.

                                                  Anote aí!

                                                  SÃO PAULO BOAT SHOW 2020
                                                  Quando? De 19 a 24 de novembro
                                                  Dias de semana das 15h às 22h
                                                  Finais de semana das 13h às 22h
                                                  Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo
                                                  Mais informações: [email protected]

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                                                    Genoa International Boat Show tem encerramento positivo dentro das recomendações contra a Covid-19

                                                    Por: Redação -

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                                                    Os organizadores do 60º Genoa International Boat Show, com encerramento neste dia 6 de outubro, informam que os ingressos se esgotaram em vários dias e que, no geral, houve um excelente movimento que, segundo eles, está dentro dos parâmetros de saúde e segurança estabelecidos para o maior evento do Mediterrâneo.

                                                    “Como o único show de barcos capaz de acontecer na Europa durante a crise da Covid-19, o evento se tornou mais um símbolo brilhante do senso de responsabilidade social, determinação, convicção e know-how da Itália nestes tempos complicados”, diz um comunicado oficial.

                                                    John Burnie, diretor do Discovery Shipyard (com base em Lymington) disse que o programa tem sido “muito diferente este ano devido ao impacto do vírus”, com números de expositores baixos e o processo de entrada de visitantes altamente controlado e estruturado para se manter dentro das diretrizes de número de segurança. A alocação de reservas online foi planejada para permitir um máximo de 8 mil visitantes por dia – é difícil saber se esse número está realmente sendo alcançado.

                                                    “Este evento foi executado de forma muito construtiva. Acho que as autoridades locais tomaram a decisão certa para permitir o andamento do evento. Eu certamente sei que tomamos a decisão certa de participar e tivemos um comparecimento de alta qualidade em nosso iate exposto. Muitos protocolos contra Covid-19 estão em vigor, como o direcionamento das vias, estações de limpeza das mãos, visitação dos iates limitadas a um ou três do mesmo grupo familiar… A maioria das pessoas parece apreciar a necessidade de obedecer às diretrizes”.

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                                                    O estaleiro Discovery está exibindo seu popular modelo 48S. Burnie diz que a empresa tem uma forte marca de seguidores na Itália, França, Alemanha e Rússia, e já recebeu encontros com clientes em potencial vindos de uma ampla variedade de países. A empresa está sendo apoiada por seu agente italiano, ADRIA SHIP srl.

                                                    “Muitos fabricantes e agentes que pretendem expor em outros eventos este ano perderam quantias consideráveis ​​em depósitos e pagamentos devido ao cancelamento,” disse Burnie. “Os organizadores do Genoa Boat Shopw comprometeram-se a devolver todos os depósitos e 85% da taxa de reserva caso o evento fosse cancelado. Não tenho certeza se isso foi geralmente aceito ou oferecido individualmente a nós mesmos. Mesmo assim, foi um grande incentivo para “arriscar” o dinheiro”.

                                                    Ele afirma que o layout do protocolo em Gênova tem sido respeitado e deve ser imitado em outras feiras. “Se as estatísticas indicarem que não há aumento na taxa de infecção após a ocorrência deste show”, conclui Burnie, “servirá para demonstrar como tais eventos podem ocorrer – desde que controles e medidas de segurança razoáveis ​​sejam implementados”.

                                                    Koyré, uma start-up italiana especializada no desenvolvimento de sensores, estava expondo em uma feira pela primeira vez. “Estamos muito satisfeitos com a nossa participação no 60º Genoa Boat Show. Foi uma estreia para a empresa e podemos afirmar com segurança que foi um sucesso, muito além das nossas expectativas. Durante a feira, tivemos a oportunidade de apresentar nosso sistema inovador a um grupo diversificado e numeroso de stakeholders: veleiros, potenciais parceiros, mídia e público em geral ”, afirma um porta-voz da empresa, demonstrando a ampla gama de visitantes. O projeto Koyré Sensorsail é um sistema de avaliação de desempenho de um veleiro por meio da aplicação de sensores particulares nas velas e nas partes estruturais flexíveis.

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                                                      O primeiro rebocador totalmente elétrico do mundo, chamado Gisas Power, foi construído pela Zeetug — Zero Emission Electric Tug Boat, e é o primeiro da categoria a entrar em ação, no porto de Tuzla Aydınlı Bay. A expectativa é de que seja responsável pela redução de 210 toneladas de CO2 e 9 toneladas de NOx (óxido nítrico e dióxido de nitrogênio) só em seu primeiro ano de trabalho. Os cálculos foram feitos ao comparar com um rebocador a diesel de tamanho semelhante.

                                                      O Gisas Power, propriedade da GISAS Shipbuilding, possui design feito pela Navtek Naval Technologies, e foi projetado especialmente para o porto em que opera, já que o local possui inúmeras restrições ambientais e de navegação. O pedido de Gisas à Navtek foi a fabricação de rebocadores portuários que, além de ter emissões de gases mais baixas, também tivesse seu tamanho reduzido em comparação à frota anterior. Em 2018, com a embarcação ainda em fase de testes, o vice-presidente da Navtek explicou que “o rebocador funcionaria em um ambiente muito estreito e apertado, razão pela qual optamos por um sistema de propulsão totalmente elétrico, movido a bateria, em vez de uma solução híbrida.”

                                                      Gisas Power

                                                      A embarcação tem comprimento total de 18,7 metros, ou 61 pés, e 32 toneladas de Bollard Pull (BP), unidade utilizada para avaliar a força de rebocadores. Há especificidades nessa categoria de barcos, mas um rebocador de classificação média possui cerca de 40 a 45 toneladas de BP, e os mais potentes são avaliados em 60-65T BP. Já o sistema de propulsão elétrica integrado Zeetug conta com duas baterias de íon-lítio de 1 450 kW. O sistema de armazenamento de energia é o Orca (ESS), da Corvus Energy. Como medida protetiva, o Gisas Power foi equipado com duas salas extras de bateria, uma à frente e outra na parte posterior do barco, ambas mantidas em temperatura constante por um sistema de refrigeração de ar.

                                                      A carga diária do rebocador vem de uma estação de carga rápida em terra (QCS) e todo o sistema é monitorado pela Smart Tug Energy Management Sistem (STEMS). Tanto a estação de carga rápida quanto o sistema de monitoração pertencem à Navtek, que possui um software para rastrear a velocidade do rebocador, velocidade do motor, consumo de energia, temperatura do motor da bateria e o estado de carga da bateria, fornecendo feedback e ações sugeridas ao capitão.

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                                                      Os motores elétricos são o sistema de propulsão ideal para determinados rebocadores, já que podem gerar muita potência instantaneamente e em baixas velocidades. Eles também oferecem grande economia de combustível, que é a segunda maior despesa desse tipo de embarcação. Geralmente, os motores de rebocadores costumam ser combinados com motores a diesel — seja em um sistema híbrido ou operando separadamente como propulsores de direção. Este arranjo propõe algumas vantagens ambientais e de custo para aqueles que não podem ter acesso à carga diária.

                                                      Gisas Power

                                                      O Gisas Power (ou Zeetug-30, como é chamado o sistema), é o primeiro rebocador totalmente elétrico em operação no momento, mas não o único em obras. A empresa holandesa de construção naval Damen Shipyards e a produtora sueca de baterias/células de combustível Echandia anunciaram uma parceria que se concentrará no mercado global de rebocadores. Eles estão construindo o rebocador 70T BP totalmente elétrico para o Porto de Auckland, na Nova Zelândia. Já no Japão, a proposta para essa embarcações é outra: a E5Lab e a Tokyo Kisen estão com planos para a construção de dois rebocadores híbridos. A associação, no entanto, não é entre um sistema elétrico e outro a diesel, mas a bateria e células de combustível de hidrogênio. Eles serão implantados nas cidades de Yokoshima e Kawasaki. Com células de combustível provenientes de fontes renováveis como o hidrogênio, a emissão de gases nocivos é totalmente nula.

                                                      Gisas Power
                                                      Protótipo do rebocador japonês

                                                      Todo rebocador é construído com um propósito claro: o de duração. Assim, é improvável que haja troca total de propulsão nas frotas em tão pouco tempo. Por outro lado, tudo indica que essa inovação se tornará cada dia mais presente nesse cotidiano. A própria Gisas já encomendou mais dois Zeetugs, um com 30 toneladas de amarração e outro com 45 toneladas. Ambas as construções estão em andamento.

                                                      Gisas Power

                                                      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                        Com mais de 50 anos de história mundial, a Azimut Yachts comemora, em 2020, 10 anos desde a instalação de sua filial produtiva no Brasil a qual registra, ano a ano, em torno de 20% de crescimento, de acordo com informações internas. Com isso, uma websérie inédita acaba de ser lançada no YouTube da marca. Ao invés de apresentar exclusivamente os produtos, o estaleiro mais uma vez inova no mercado náutico trazendo 3 episódios com a presença marcante da diretoria da Azimut Yachts para o Brasil e demais países da América do Sul.

                                                        Por traz dos famosos modelos Azimut, os executivos falam sobre o espírito e estilo de vida italiano, a presença no Brasil, a paixão pela marca, a trajetória de 10 anos da fábrica no país, a solidez e a presença do Grupo italiano Azimut-Benetti no mundo, além de detalhes sobre o lançamento no Brasil do megaiate Azimut Grande 27 Metri – um dos maiores e mais tecnológicos iates já produzidos no país.

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                                                        A série inicia com Davide Breviglieri, CEO da Azimut Yachts que fala sobre o crescimento da fábrica brasileira, sobre a produção de mais de 300 embarcações feitas no país e investimentos. Também traz números sobre a presença global da marca e certificações internacionais.

                                                        Assista ao vídeo.

                                                        SÉRIE DIRETORES – INOVAÇÕES E TENDÊNCIAS MUNDIAIS

                                                        Já o estilo de vida, as inovações e as tendências mundiais ligadas à marca Azimut Yachts foram parte do depoimento do diretor comercial da Azimut Yachts Francesco Caputo. Ele também destacou a excelência que move a empresa, do perfil dos clientes, além da presença da marca nos polos náuticos brasileiros.

                                                        Confira o vídeo.

                                                        SÉRIE DIRETORES – PRODUÇÃO ARTÍSTICA EM SANTA CATARINA

                                                        Os episódios encerram com o diretor de produção da Azimut Yachts no Brasil Massimo Di Santi que aborda o rigoroso controle de qualidade dos modelos que estão cada vez maiores e mais complexos. Destaca os volumes grandiosos, o alto grau artístico e valor tecnológico de todo o processo produtivo da Azimut Grande 27 Metri, o mais novo produto da marca fabricado no Brasil.

                                                        Veja os detalhes no vídeo. 

                                                        Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                                                          Por: Redação -

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                                                          Em 2020, o São Paulo Boat Show está de casa nova: a Raia Olímpica da Universidade de São Paulo e, assim, com um novo layout de salão. Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.

                                                          Em meio à pandemia do Coronavírus, a Boat Show Eventos vem adotando diversas medidas pensando desde o acesso inicial do público e expositores, até a permanência dentro do evento. Já na chegada ao local, os presentes serão impactados pela comunicação de distanciamento e, em seguida, passarão por cabine de higienização, tapete sanitizante e aferição de temperatura. Serão disponibilizadas máscaras, luvas e álcool em gel ao longo do percurso, para garantir a segurança de todos.

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                                                          » Vem aí o São Paulo Boat Show 2020 em um lugar inédito!

                                                          Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP. Confira aqui a planta do evento.

                                                          Anote aí!

                                                          SÃO PAULO BOAT SHOW 2020
                                                          Quando? De 19 a 24 de novembro
                                                          Dias de semana das 15h às 22h
                                                          Finais de semana das 13h às 22h
                                                          Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo
                                                          Mais informações: [email protected]

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                                                            Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                            Vídeo: praia do Litoral Norte de São Paulo é tomada por caranguejos

                                                            Fenômeno foi registrado no último sábado (28) e chamou atenção dos banhistas em Caraguatatuba. Assista!

                                                            Conheça a EDLit, nova lancha blindada da Marinha que patrulha o litoral brasileiro

                                                            Modelo de 10,5 m de comprimento é capaz de navegar em águas rasas, possui artilharia de peso a bordo e alcança até 40 nós. Confira!

                                                            Torben Grael comanda barco com campeão mundial e nomes da Vela Jovem na 70ª Regata Santos-Rio

                                                            Por: Redação -

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                                                            Segue a todo vapor as inscrições e confirmações para a disputa da histórica 70ª edição da Regata Santos-Rio, que tem largada marcada para 23 de outubro, na Baía de Santos. Já são mais de 70 barcos confirmados dos estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Santa Catarina e Bahia, o que praticamente dobra a estimativa inicial de 40 veleiros participantes. A organização é do Iate Clube de Santos e do Iate Clube do Rio de Janeiro com apoio da ABVO (Associação Brasileira de Veleiros de Oceano), da Prefeitura de Santos e da CBVela.

                                                            Depois da confirmação de Martine Grael, atual campeã Olímpica da Rio-2016, que irá competir no barco Blue Seal, outro barco virá com o bicampeão olímpico, Torben Grael, como comandante. Torben, que soma cinco títulos como comandante e é o maior vencedor ao lado de Eduardo Souza Ramos, terá outros grandes nomes da vela nacional e jovens valores ao seu lado.

                                                            Samuel Gonçalves, campeão mundial da classe Star em 2015 junto com Lars Grael, e fruto do Projeto Grael, projeto social comandado por Lars Grael em Niterói (RJ), estará no barco junto com Henry Boening, o “Maguila”, proeiro do bicampeão olímpico Robert Scheidt. Torben será também tutor da tripulação composta majoritariamente por integrantes do programa Vela Jovem, da CBVela, que revela talentos para a modalidade que é a terceira com maior número de medalhas olímpicas para o Brasil com 18 conquistadas.

                                                            Dentre eles, estão Giovanna Prada, filha de Bruno Prada, que tem duas medalhas Olímpicas (Prata em Pequim 2008 e Bronze em Londres 2012) e cinco títulos Mundiais; Nicholas Grael, filho de Lars Grael, dono de duas medalhas Olímpicas (1988 em Seul e 1996 em Atlanta); além de Marina Arndt, filha do velejador Bernardo Arndt que já foi medalhista de prata nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara em 2013 e participou de Olimpíada. Marina disputou os últimos quatro Mundiais da Juventude. Outros jovens talentos no veleiro serão Gabriel Simões, Bruna Patrício, Iam Paim, Pedro Madureira e Nicolas Bernal.

                                                            “A primeira coisa é cuidar da segurança a bordo, afinal se trata de uma regata em mar aberto e o pessoal tem pouquíssima experiência. Depois é fazer uma conversa para definir as funções a bordo. O resto vamos desenvolvendo durante a regata”, disse Torben que espera acirrada competição. “Acho que será muito bonito ver tantos barcos nesta 70ª edição. O retorno do prestígio das regatas de percurso é muito importante para a nossa vela de oceano. A disputa invariavelmente será grande com tantos barcos participando e principalmente com muitos ex-vencedores”.

                                                            Marco Aurélio de Sá Ribeiro, presidente da CBVela, vai completar o barco. Ele destacou a importância da competição e ressaltou a presença de Torben como tutor da garotada. “Ter um barco da CBVela competindo na Regata Santos-Rio é um sonho realizado após tantos anos na gestão da Confederação Brasileira de Vela e da Federação de Vela do Estado do Rio de Janeiro. Participei de várias edições da Regata que tem um valor muito especial na minha formação como pessoa e profissional. Ter a participação do Torben Grael liderando a nossa equipe superou todas as minhas melhores expectativas, pois ele é um pai incrível, empresário bem sucedido e atleta que dispensa apresentações com títulos invejáveis e participações esportivas nos principais eventos do esporte em todo o mundo. O Torben estará liderando, ensinando e convivendo com jovens atletas que representam uma nova geração de velejadores em transição das categorias de base para campanha olímpica e principalmente abrindo novos horizontes profissionais nos eventos esportivos de nossa modalidade, que tem oportunidades sólidas em todos os continentes do mundo”.

                                                            “Fruto da parceria da ABVO e o Programa Vela Jovem da CBVela, esta histórica edição da Santos-Rio irá ter a presença de um barco de rica história como o Rudá a primeira tripulação formada por alguns dos melhores atletas masculinos e femininos da vela jovem brasileira e guiados pelo ídolo e lenda Torben Grael. O projeto tem como objetivo introduzir a Vela de Oceano como uma classe a mais dentro da possibilidade de desenvolvimento para qualquer atleta brasileiro da vela jovem e com projeção não somente olímpica, mas também profissional. Nosso foco é começar esse ano com essa tradicional regata do calendário nacional e no próximo ano iremos ter representantes de nossas equipes em outras importantes e tradicionais regatas do calendário brasileiros. Estamos felizes e entusiasmados com este projeto e acreditamos que irá gerar um novo movimento na vela jovem e nacional”, disse Juan Sienra, coordenador técnico do programa Vela Jovem da CBVela.

                                                            Lembrando que a Vela de Oceano vai entrar no programa olímpico nos Jogos de Paris, em 2024, com dupla mista e barcos de 30 pés. A 70ª Santos-Rio tem também velejadores olímpicos confirmados, como Samuel Albrecht, que virá no barco Crioula, com títulos da tradicional regata Buenos Aires-Punta del Este e títulos brasileiros. Albrecht competirá em Tóquio em 2021 com Gabriela Nicolino na classe Nacra 17.

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                                                            Desfile de Barcos na Baía de Santos e presença do Navio-Veleiro Cisne Branco

                                                            Antes da largada no dia 23 de outubro, a 70ª edição da Santos-Rio terá um desfile na Baía de Santos, a partir das 10h30, com a presença de todos os barcos dando destaque para os veleiros campeões que vão receber uma salva de canhão de barcos da Marinha do Brasil, entre eles o Navio-Veleiro Cisne Branco e uma fragata. O desfile acontecerá entre o Píer dos Pescadores e o Navio-Veleiro. Por conta do desfile, o Porto de Santos ficará fechado por cerca de uma hora.

                                                            A Marinha do Brasil também apoia a 70ª edição da Regata Santos-Rio. Dois barcos de apoio ficarão na região de Ilhabela (SP) e de Angra dos Reis (RJ) dando apoio aos velejadores que irão percorrer as cerca de 180 milhas náuticas, 300km, até a capital carioca.

                                                            Também em comemoração à data, o Iate Clube de Santos, Embaixador La Belle Classe no Brasil, oferecerá aos três primeiros colocados da Classe Clássicos o troféu que representa o prêmio internacional da regata de veleiros clássicos mais antiga do mundo organizada pelo Yacht Club de Monaco, a Regata La Belle Classe.

                                                            Mudanças na  Recepção e na premiação por conta da pandemia

                                                            Tradicionalmente, na noite que antecede a largada, o evento é aberto com um jantar de boas-vindas oferecido pelo Iate Clube de Santos às tripulações e seus familiares. Neste ano, em função da pandemia, a organização e os dirigentes do clube oferecerão um coquetel especial para os comandantes, no Mirante da sede Guarujá, onde acontecerá a habitual reunião dos comandantes e a entrega dos kits, compostos por camiseta do evento e boné/viseira do ICS para todos os velejadores. Haverá também um jantar servido diretamente em cada barco separadamente por conta da pandemia. Respeitando todos os protocolos de distanciamento social e higienização exigidos pelo Governo do Estado de São Paulo.

                                                            Está sendo estudada a cerimônia de entrega de prêmios em função da pandemia no Iate Clube do Rio de Janeiro.

                                                            As disputas serão nas classes ORC, IRC, BRA-RGS e BRA-RGS Clássicos, Bico de Proa e Mini 6.50 e Multicascos com inscrições abertas. Mais detalhes pelo Aviso de Regata.

                                                            Acompanhamento online da 70ª Santos-Rio

                                                            A 70ª Santos-Rio poderá ser acompanhada online em tempo real pelo sistema SPOT Brasil, subsidiária da empresa americana Globalstar Inc, que fará o rastreamento dos veleiros.

                                                            Após a disputa da 70ª Santos-Rio, será realizada a 51ª edição do Circuito Rio, entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro, com organização do Iate Clube do Rio de Janeiro. O Circuito Rio valerá como o Campeonato Brasileiro da classe ORC.

                                                            Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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