Conheça uma inusitada travessia de 154 milhas por rios e canais na Flórida

Por: Redação -
25/08/2020

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Não é novidade que a Flórida, nos Estados Unidos, abriga uma das maiores concentrações de barcos do mundo. De todos os tipos e tamanhos. E, quando todos pensam não haver mais surpresas para os donos de barcos americanos, eis que surge uma atração diferente: a travessia de uma costa à outra, por meio de rios e canais ao sul da Flórida.

Partindo de Fort Myers (veja mapa abaixo), na costa do Golfo do México, a viagem costuma durar, dependendo da empolgação e do tipo de barco, menos de um dia, e percorre muitos pontos turísticos até chegar do outro lado da costa, na cidade de Palm City, quase às margens do Atlântico.

Uma dúvida comum para quem escuta falar dessa travessia é sobre a profundidade do rio ao longo de todo o percurso. E, quanto a isso, quem já concluiu a viagem garante: há uma profundidade de, pelo menos, três metros em toda a sua extensão, principalmente por se tratar de um rio com trechos criados artificialmente pelo próprio homem.

Fort Myers: início da viagem

Poucos preparativos de segurança são necessários além da garantia de combustível suficiente para toda a viagem. A distância total da viagem é de 154 milhas náuticas (cerca de 250 km).

Na partida, no Golfo do México, o rio parece mar, com mais de um quilômetro de largura. Conforme a viagem segue curso acima, rapidamente a aparência assume uma estética mais parecida com um rio de verdade.

Logo de início, notam-se pontos muito interessantes. A Caloosahatchee Creeks Preserve, por exemplo, é uma reserva ambiental em que os visitantes podem fazer um passeio de caiaque e trilhas a pé sobre uma passarela de observação. Vale a parada. Logo em seguida, surge o The Boathouse Tiki Bar & Grill, um bar e restaurante com temática náutica. A parada também é irresistível.

The Boathouse Tiki Bar & Grill: bar e restaurante com temática náutica

Durante quase todo o percurso do rio há sempre casas com píeres particulares, ideais para eventuais emergências, o que garante segurança extra para marinheiros de primeira viagem.

No caminho, atrações não faltam. É o caso do Manatee Park, um parque em que é possível conhecer de perto peixes-boi, fazer aulas de canoagem, observar um jardim de borboletas e participar de vários outros programas educacionais. As famílias adoram. Os melhores meses do ano para observar os peixes-boi são dezembro, janeiro e fevereiro, quando a temperatura está abaixo de 20 graus. Os peixes-boi geralmente não estão presentes durante os meses quentes do verão norte-americano.

Ao longo do caminho, encontram-se alguns pontos igualmente belos, como o W.P. Franklin Campground, um lugar ideal para pausas tranquilas e, quem sabe, pescarias. Há, também, lugares como o Grace River Island Resort, um resort privado que costuma receber muito bem os viajantes náuticos.

Ao todo, são cinco eclusas dividindo o rio ao longo do trajeto. Não há taxa alguma de travessia para os donos de barcos de lazer. São eclusas grandes, projetadas para acomodarem embarcações comerciais. Recomenda-se que haja um aviso prévio aos operadores responsáveis pela liberação do cruzamento antes de qualquer proximidade com a eclusa, mas, ainda assim, é necessário chamá-los pelo radio vhf, no canal 13, no momento em que chegar.

Uma das muitas eclusas do Rio Caloosahatchee

O Rio Caloosahatchee oferece muitas paisagens verdes ao logo do caminho, como o LaBelle Nature Park, um parque para admirar os mais variados tipos de plantas e árvores, seguir trilhas e observar paisagens admiráveis por toda a sua extensão.

A navegação pelo Rio Caloosahatchee terminará em um canal, que contorna o Lago Okeechobee. O caminho segue ao sul, onde surgirá a Marina Roland Martin, considerada parada obrigatória antes de cruzar o Lago Okeechobee. Uma tradição para os cruzadores do lago.

Entrando em Okeechobee pelo sudoeste, há um longo canal, bem demarcado, que segue para o leste, e depois nordeste, até apontar no lago. No meio desse canal, inclusive, encontra-se o Slim’s Fish Camp: um acampamento voltado para a pesca, seja para estadia ou viagens passageiras.

O Lago Okeechobee, apesar de grande, é muito raso em toda sua extensão. A profundidade deve ser um dos cuidados prioritários da tripulação. A continuação da travessia é por meio de Port Mayaca, uma das últimas eclusa da travessia antes de entrar no Canal de St Lucie.

A eclusa de Port Mayaca

Após cruzar o Lago Okeechobee e a eclusa de Port Mayaca, a próxima parada costuma ser a cidade de Indiantown. Há alguns restaurantes na marina para pausas rápidas, e, por ser uma cidade histórica, a recomendação é conhecê-la.

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Viajando pelo Canal de St Lucie, no último trecho da viagem, encontram-se vários estabelecimentos náuticos, como a Sunset Bay Marina, que oferece serviços como chuveiros, amarrações, lavanderia, lojas náuticas e restaurante. Outros dois points são bastante frequentados por donos de barcos que realizam essa travessia: os restaurantes Stuart Boathouse e Tidehouse, ambos ostentam uma variedade de frutos de mar em seu cardápios.

Paisagem do restaurante Stuart Boathouse

Ao aproximar-se da cidade Stuart, será perceptível a mudança da paisagem ao redor. O número de marinas cresce, assim como as construções nas margens do canal. A dica, nesse momento, é estar com as pesquisas em dia, para aproveitar a diversidade de hotéis, marinas e restaurantes.

Como se vê, a travessia náutica interior de uma costa a outra da Flórida é uma viagem considerada simples e segura, que quase todos os velejadores são capazes de realizar, e que deixa a sensação de uma grande realização para quem a consegue concluir.

Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Otto Aquino

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    Por: Redação -

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    Uma rota marítima divulgada pelo advogado ambiental Patrick Anderson, há 5 anos, no Reddit, com base em informações anteriores de fonte desconhecida, prevê uma distância máxima de pouco mais de 30 mil quilômetros para se navegar em linha reta, sem cruzar nenhuma ilha.

    O trajeto, nunca posto em prática, sai da costa do Paquistão, passa entre o continente africano e Madagascar, se aproxima da Antártida, contorna a América do Sul e vai parar no nordeste da Rússia.

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    O físico irlandês Rohan Chabukswar e o engenheiro indiano Kushal Mukherjee desenvolveram um algoritmo que pudesse analisar diversos dados do globo terrestre para analisar se o traçado de Anderson estaria correto e se de fato nenhuma porção de terra seria encontrada nessa viagem hipotética. E não é que ele estava correto? A rota total tem 32 090 km, começando perto do porto de Karachi, no Paquistão, e terminando perto de Kamchatka, na Rússia.

    A dupla Chabukswar-Mukherjee também calculou o maior caminho terrestre sem atravessar grandes porções de água, que seria sw uma viagem entre Quanzhou, na China, e Sagres, em Portugal, em um total de 11 241 km passando por 15 países. Porém, essa informação não é precisa, já que circula na internet um suposto trajeto entre Wenzhou, na China, e Greenvile, na Libéria, que teria 13 573 km.

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      Schaefer Yachts exporta primeira lancha de 77 pés para Porto Rico. Confira

      24/08/2020

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      A catarinense Schaefer Yachts está comandando mais uma exportação de seus barcos. Desta vez, a marca entregará uma lancha de 77 pés para navegar pelos mares do Caribe. Esta é a unidade número três da Schaefer 770, a primeira da marca exportada para Porto Rico.

      A lancha foi, por mar, de Florianópolis até a base do estaleiro no Píer 26, no canal de Santos, de onde embarcará em um navio para seu destino final. O trajeto inicial levou 12h de navegação. Uma equipe da marca é responsável por supervisionar o embarque em Santos e, depois, segue de avião para Porto Rico para supervisionar o desembarque e fazer a entrega técnica do modelo. Ao que tudo indica, a proprietária da embarcação é a cantora e compositora dominicana Natti Natasha.

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      Com 23,56 metros de comprimento (pouco mais de 77 pés), esta é uma lancha para quem procura inovação e modernidade. Seu grande diferencial são as duas plataformas laterais simétricas que se abrem para ampliar generosamente as áreas de convivência sobre o mar. Mas suas armas de sedução vão muito além dessas varandas — que, aliás, dão a sensação de que o barco é maior ainda do que é.

      Projetada pelo próprio comandante do estaleiro, Marcio Schaefer, a Schaefer 770 é um quase iate de casco bonito e elegante com 23,56 metros de comprimento total (77,3 pés). Tem nada menos que quatro suítes, sendo que a principal, a máster, é quase um apartamento inteiro e ocupa sozinha o segundo convés inferior da lancha. As outras três suítes ficam um nível acima. Uma delas tem duas camas de solteiro, que podem ser unidas e formar uma cama de casal. A suíte vip, com anteparas de madeira, fica na proa. No corredor de acesso há uma adega, um armário com prateleiras bem grandes e (em um nicho escondido) uma máquina de lavar e secar roupas.

      Recentemente, NÁUTICA testou a embarcação. Você pode conferir o vídeo completo aqui:

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        Operador de marina obtém certificação de Turismo Seguro na Espanha

        Por: Redação -

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        O operador espanhol de marinas Amarres Deportivos SL anunciou que duas das suas marinas, Moll Vell e Pantalán del Mediterráneo, em Palma de Mallorca, estão agora ‘Certificadas em Turismo Seguro’ pelo Instituto Espanhol de Qualidade do Turismo (Instituto para la Calidad Turística Española – ICTE).

        A Amarres Deportivos é uma das poucas empresas do setor de marinas das Baleares a obter esta certificação, graças à implementação de um ‘Sistema de Prevenção de Riscos para a Saúde’ totalmente centrado na Covid-19.

        O conselho do ICTE é composto por membros das Organizações de Turismo de Empregadores, do governo nacional espanhol e de outras administrações locais. A certificação recém-desenvolvida é concedida apenas a empresas que passam por uma auditoria externa independente.

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        Alguns dos novos processos adotados pelas marinas Moll Vell e Pantalán del Mediterráneo incluem:

        • Medidas sanitárias: os escritórios foram equipados com separadores; é necessária uma distância de segurança de 2 m em todo o entorno da marina, bem como máscaras faciais; o número de pessoas nos escritórios e outros locais foi reduzido para 1 ou 2 clientes, dependendo da área; entregas são deixadas na entrada da recepção e desinfetadas antes de serem armazenadas, bem como as desinfecções recorrentes das diferentes áreas;

        • Controle de contatos: as empresas que aderem à marina são anotadas em uma lista;

        • Educacional: todos os funcionários da marina foram instruídos sobre como proceder no dia-a-dia com foco na prevenção da Covid.;

        A Amarres Deportivos administra as marinas Moll Vell e Pantalán del Mediterráneo, oferecendo ancoradouros para embarcações entre  20 e 120 metros de comprimento.

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          Já pensou em ser proprietário de uma ilha? Mai Island, na costa de Fiji, vai a leilão. Saiba mais

          Por: Redação -

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          A ilha Mai, na costa de Fiji, foi a leilão, de acordo com a revista norte-americana Robb Report. Com 13 hectares de áreas verdes, o local somente pode ser acessado por helicóptero, hidroavião ou barco, sendo que este leva cerca de 90 minutos da ilha mais próxima, Vanua Levu.

          O local conta com uma praia particular, totalmente intocada, com quase 400 metros de extensão ao sul. No lado oposto, a nordeste, há um ancoradouro em águas profundas, com capacidade iates de luxo.

          Ao desembarcar na ilha, você poderá curtir as delícias que a natureza oferece. São inúmeras cachoeiras naturais de água cristalina, altos coqueiros verdejantes e recifes de coral intactos, que abrigam uma fauna marinha rara e exótica. A ilha também dispõe de um lago de água doce pura e refrescante.

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          A ilha ainda oferece outro tesouro, este arqueológico: as ruínas da casa de um antigo líder tribal que lá viveu há mais de 300 anos. O local é cercado por um vale cavado à mão com um caminho que conduz a uma banheira de pedra de 1,5 metro de lado, sempre abastecida pela fonte de água natural.

          Na hora de relaxar, basta ir para a residência principal, um chalé de 200 metros quadrados, com quarto, banheiro e sala de estar. O local está decorado com painéis de madeira e arte nativa fijiana. A habitação é equipada com um deque espaçoso, ideal para descansar, curtir a paisagem ou tomar uma bebida gelada.

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            Barco hospital Papa Francisco completa um ano com mais de 50 mil atendimentos na Amazônia

            Por: Redação -

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            O barco hospital Papa Francisco já realizou mais de 50 mil atendimentos de saúde em diversas comunidades ribeirinhas da bacia amazônica em um ano de funcionamento. Entre os municípios beneficiados, estão Faro, Terra Santa, Juruti, Oriximiná, Óbidos, Curuá, Monte Alegre, Alenquer, Prainha, Almeirim e Santarém, no oeste do Pará.

            O convênio entre o Governo do Pará e a Associação Lar São Francisco de Assis na Providência de Deus foi firmado em agosto de 2019. Na ocasião, o governador Helder Barbalho, enfatizou que a parceria iria proporcionar atendimento médico por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) aos usuários com dificuldade de acesso, nas regiões atendidas pelo barco hospital, e que as ações iriam ao encontro do objetivo do Estado, de levar saúde por todo o Pará, uma vez que o Estado possui o tamanho de um território e era preciso descentralizar as ações.

            O termo assinado permite o apoio do governo, através da Secretaria de Estado de Saúde, no valor de R$ 397 mil por mês, tornando possível o pleno funcionamento do barco. O termo prevê ainda que, em casos de calamidade, catástrofes, inundações e outras situações emergenciais, a embarcação pode se deslocar a outras regiões de acordo com a necessidade.

            O projeto disponibiliza consultas médicas especializadas, atendimentos odontológicos, radiografias, mamografias, ultrassonografias, ecocardiogramas, testes ergométricos, exames laboratoriais e vacinação, além de, em caso de urgência, cirurgias de pequenas e média complexidade.

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            O secretário Regional de Governo do Oeste do Pará, Henderson Pinto, confirmou que por causa de um trabalho produtivo, que possibilitou o apoio do Estado a milhares de famílias, o contrato será prorrogado. O atendimento do barco hospital nas comunidades mais distantes tem sido de grande importância para a população que vive às margens dos rios. João Mário dos Santos, de 70 anos, e Maria Pacheco, de 65, fazem parte desse grupo de pessoas.

            “O barco chegou aqui na comunidade em um momento muito importante, onde várias pessoas da vila estavam com covid, e não era possível o deslocamento. Estávamos só nós dois aqui em casa, sem poder buscar ajuda nos grandes centros, sentindo os sintomas da doença e o barco chegou. Nós fomos atendidos pelo médico, recebemos os remédios para tratamento, recebemos cestas básicas e pudemos tirar esse medo das nossas vidas”, afirmou Mário.

            O Barco Hospital Papa Francisco tem 32 metros de comprimento, com uma equipe de 28 profissionais, abriga salas para raio-x, mamógrafo, ecocardiograma, teste ergométrico, sala cirúrgica, laboratório de análises, farmácia, sala de vacinação, consultórios médicos, oftalmológicos, odontológicos e leitos para internação.

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              Desfile de barcos a favor de Donald Trump tenta entrar para livro dos recordes

              Por: Redação -

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              No último dia 15, os apoiadores do presidente Donald Trump estiveram na região da Baía de Tampa com barcos na tentativa de quebrar o recorde do maior desfile de barcos da história. De acordo com o Guiness Book of World Records, a Malásia detém, atualmente, o recorde mundial de maior desfile de barcos, que ocorreu em 13 de setembro de 2014 com 1 180 barcos.

              De acordo com o site da organização, o desfile dos barcos começou às 10h10, após o Hino Nacional e um sobrevoo de baixa altitude dos biplanos da Segunda Guerra Mundial. O ponto de partida foi o Píer 60, em Clearwater Beach, e se estendeu ao sul através da hidrovia intercostal Pinellas, terminando em Madeira Beach.

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              A ex-procuradora geral da Flórida e ex-conselheira especial do presidente Trump, Pam Bondi foi uma dos muitos presentes no desfile de barcos. Os números oficiais ainda não foram divulgados em relação ao comparecimento.

              Nem todos os barcos eram obrigados a estar presentes desde o ponto de partida. Para serem incluídos na contagem oficial, os apoiantes só precisavam estar presentes no cruzamento Welch Causeway que liga o continente da Flórida a Madeira Beach.

              Por Amanda Ligorio, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                Teste SEC Boats CatFish 35: um catamarã para pescarias, com conforto para passeios

                21/08/2020

                Receba as notícias de  NÁUTICA direto no seu celular clicando aqui.

                O CatFish 35 é um catamarã de console central com todos os recursos para pesca costeira ou de mar aberto, mas com área gourmet, banheiro e muito espaço para aproveitar o dia a bordo com a família

                Sediado na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, o estaleiro SEC Boats tem duas linhas de construção: a de barcos monocascos, dedicada a lanchas de casco único, como o nome já diz; e a de powerboats, dedicada aos cascos duplos, ou catamarãs a motor.

                O novíssimo CatFish 35, de console central e design arrojado, é o seu quinto modelo da linha multicasco — e promete tudo aquilo que se espera de um catamarã de pesca de alta qualidade: cockpit muito espaçoso, segurança e autonomia para navegar longe da costa, estabilidade e navegação bem firme mesmo em dias de mar mais agitado.

                A inspiração vem de seus similares norte-americanos, como os famosos catamarãs de pesca da Freeman, que aliam robustez e funcionalidade. Não por acaso, o estaleiro mantém avançadas negociações para exportar unidades do CatFish 35 para os Estados Unidos.

                Com 11,8 metros de comprimento, ou 38,7 pés (o número 35 refere-se ao comprimento do casco apenas na linha d’água), CatFish 35 tem cockpit grande e desimpedido, equipado com caixas para iscas vivas, paióis para peixes e porta-varas, entre outros atributos de uma típica boa lancha para pescarias oceânicas.

                Mas, embora o seu forte seja mesmo a pescaria, seja costeira ou em mar aberto, ela também oferece conforto, segurança e recursos dignos de uma lancha de passeio em família, como uma chaise dupla na proa, pequeno mas muito bem pensando espaço gourmet na meia-nau (na amurada de boreste) e banheiro largo sob o painel de comando, apesar de não ser uma embarcação cabinada. O estaleiro oferece uma versão com uma pequeníssima cabine com cama na proa, em vez do grande paiol sob a chaise.

                A polivalência — importante naqueles casos em que a família não está nem um pouco interessada em pescarias — deve-se também à característica dos cascos. Catamarãs balançam pouco. A jornada ao mar fica muito mais confortável.

                Embora espaçoso, como qualquer catamarã, o CatFish 35 tem 3,68 metros de boca, não exigindo vaga especial na marina e ainda assim garantindo o transporte terrestre dentro da normalidade para uma embarcação de 38 pés.

                A CatFish 35 segue a cartilha dos barcos do tipo console central com pegada de pesca, com cockpit grande e desimpedido, embora tenha um banheiro de bom tamanho, que fica “camuflado” sob o painel de comando, e uma inteligente e charmosa área gourmet, com pia, área de apoio e churrasqueira a carvão, localizada à meia-nau, e não na popa, para não tumultuar a área de pesca, como as lanchas tipicamente de lazer.

                Localizada ao lado do posto de comando, a boreste, onde a palavra “gourmet” está gravada no EVA que cobre toda a borda da amurada, a “cozinha” dessa 38 pés tem espaço para um prático fogão de uma só boca com cartucho de gás, uma churrasqueira a carvão, tábua de carne e pia com torneiras de água doce e água salgada, o que vai agradar aos pescadores e conquistar quem procura uma lancha multiuso, boa de pesca e de passeio. E ainda há uma pequena geladeira 12 volts, com controle de temperatura, instalada ao lado do posto de comando, também a boreste.

                O toque de conforto para os passeios em família é acentuado por um sofá duplo com assento profundo (chaise longue) e encosto de cabeça, medindo 1,68 m de comprimento por 1,00 m de largura, que fica à frente do posto de comando central. Embaixo desse sofá há um grande paiol, que na verdade é uma caixa, que pode ser substituída pela extensão uma pequena cama, embora essa não seja a pegada do barco.

                Sem contar o grande e confortável sofá em “U”, que ocupa toda a proa, onde também se pode armar uma mesa de centro, sobre a qual o projetista adicionou quatro porta-copos. E tudo é bem seguro, com distribuição de pega-mãos por todos os lados.

                Mais à frente na proa, além dos cunhos bem posicionados, há uma caixa dupla para a corrente de âncora e uma outra reserva, com guincho elétrico, mas falta um chuveirinho de água salgada. Por outro lado, a mangueira em caracol flexível que fica na amurada, à meia-nau, consegue alcançar até ali, tanto de água doce quanto salgada.

                No total, o CatFish 35 leva até 12 pessoas, incluindo o piloto, para passeios e pescarias sem apertos. Mas, se oferece muitos recursos para conquistar a quem procura uma lancha multiuso, é mesmo como barco de pesca que a ele dá seu show.

                Da proa para a popa, sua (excelente) praça de pesca tem nada menos que 6 m² (2 m x 3 m), sem contar os assentos (dois bancos rebatíveis) e os nichos de pesca: três caixas de peixe e de iscas vivas, geleira e paiol para o transporte das varas, além de 14 porta-varas nos bordos e outros oito no T-top.

                Sob o piso, ao redor do console central, há dois grandes paióis, que podem ser usados como caixas de peixe ou de gelo. São caixas de bom tamanho (1,90 m de comprimento por 0,80 m de altura) e drenadas direto para fora do casco. Um pouco atrás, há outra abertura no piso, reservada à inspeção visual do nível dos tanques de combustível.

                Bombas de água doce e salgada para lavar o cockpit e tomadas específicas para conectar as carretilhas elétricas são itens opcionais, instalados na unidade testada, assim como as bordas acolchoadas nas laterais (amuradas), o que é ótimo para quem pesca. Além de todos esses recursos, o cockpit ainda se destaca por ser livre, o que ajuda na briga com os peixes.

                Por sua vez, o posto de comando, central, com três assentos bem ergonômicos, é protegido por um para-brisa que se prolonga pelos dois bordos, além da capota T-top. O piloto tem visão panorâmica de 360 graus e a posição de pilotagem é bastante confortável. O console tem bom espaço para as grandes telas multifuncionais e outros eletrônicos, o que é essencial em uma lancha de pesca.

                O painel tem quatro telas, sendo uma menor (posicionada mais embaixo, do lado esquerdo do volante), que concentra o gerenciamento elétrico, de iluminação, controle do som por ambiente, etc.; e as outras três na altura da vista do piloto, todas elas multifunção, de 12 polegadas, touchscreen, dispostas uma ao lado da outra, com toda integração entre motores, cartas náuticas, piloto automático, radar e sonar — este, atuando com os dois transducers de sonda, para uso específico em variadas situações de pesca.

                Sobre a capota T-top, voltados para a proa, foram instalados dois jogos de luzes de led, com potência de 72 watts, além de radar, câmeras dianteira e traseira (interessante na hora do corrico) e um pegador de mão que circunda toda a extensão da capota. Ainda sobre o T-top, convenientemente voltados para a popa, há uma grande antena náutica de 50 db com apoio apropriado, um segundo farol de iluminação fixado em uma pequena torre, luzes de navegação e suportes de varas para pesca de corrico.

                Também chama atenção a tecnologia embarcada, totalmente digital e à prova d’água. A SEC Boats fez uma parceria com uma empresa de grande know-how no setor que desenvolveu um sistema exclusivo para os barcos do estaleiro, com proteção IP68 (contra poeira e contato acidental com a água, podendo ficar submerso de forma contínua a até 3 metros de profundidade), incluindo as teclas do painel.

                Além de ser totalmente digital e à prova d’água, esse sistema oferece vários recursos inéditos, como a ausência das chaves gerais convencionais e sistema de gerenciamento automático de cargas de bateria, por exemplo. Não há no Brasil um barco com sistema eletroeletrônico tão sofisticado.

                Embutido sob o painel de comando, há um bom banheiro, largo e espaçoso (embora não seja alto), com vaso elétrico, pia e saboneteira e uma vigia para ventilação. Dentro desse banheiro, há um comando secundário, de chaves, para acionamento dos motores no modo tradicional, caso ocorra uma pane ou qualquer outro problema no sistema eletrônico.

                Garantindo energia para tudo isso, o banco de baterias conta com duas unidades de 150 Ah cada, para os motores, e outras duas de serviço, também de 150 Ah cada, amperagem suficiente para alimentar todos os eletrônicos.

                Para o embarque e desembarque pelos bordos, o estaleiro oferece a possibilidade de instalação de dois portalós nos costados, assim como na popa. Porém, na unidade testada por NÁUTICA, o proprietário optou por uma versão sem essas aberturas, fazendo-se necessário pular a amurada para entrar e sair da embarcação.

                O CatFish 35 é feito por meio de laminação manual. O acabamento é esmerado e o casco, muito resistente, com três polegadas de espessura de fibra na laminação nas especialmente na obras vivas (área dos cascos que ficam em contato com a água). Para não deixar o barco muito pesado, todo o restante da laminação (casco, convés e demais áreas de fibra) foi feito com estrutura sanduíche, com núcleo de Divinycell.

                Com isso, o deslocamento total, já com a motorização, é de cerca de 5,6 toneladas, o que significa que é um barco bastante robusto. Se o cliente preferir, o casco pode ser feito pelo sistema de infusão, ou seja, com a injeção de resina num molde fechado por uma bolsa de vácuo — depende do gosto do comprador.

                O projeto leva a assinatura de André Soto, diretor de Desenvolvimento do SEC Boats, e a motorização é apenas de popa, uma tendência mundial em barcos de pesca, mesmo que tenham atributos de passeio.

                COMO NAVEGA

                Para avaliar a performance do novo CatFish 35, saímos para navegar pela Baía da Palhoça, próximo a Florianópolis, em Santa Catarina, em um dia de ótimas condições de tempo e mar, o que exigiu que nos afastássemos um pouco do abrigo costeiro e buscássemos ondulação para sentir os cascos trabalhando.

                O barco estava equipado com dois motores de popa quatro tempos, injeção eletrônica, de 250 hp cada, além de 60% da capacidade do tanque de combustível, 50% de água doce e três pessoas a bordo. Acionados os manetes, o que se viu foi uma lancha muito estável, com cascos muito bem equilibrados.

                A navegabilidade é prazerosa. Mesmo com marolas altas, não é preciso tirar a mão dos manetes: os dois cascos cortam as ondas sem perder a estabilidade.

                Além disso, o catamarã navegou sem que as ondas batessem no papo, como é chamada a estrutura entre os dois cascos. Porém, o leme se mostrou mais pesado que o de uma lancha de casco único, como era de se esperar, aliás.

                Seu raio de giro é bem maior que um monocasco do mesmo tamanho, como também era de se esperar. Mas isso não chega a ser um defeito, é uma característica dos catamarãs a motor. Não se pode esperar de um multicasco a agilidade de um monocasco.

                Por se tratar da primeira unidade a ir para a água, algumas vibrações foram notadas, especialmente na área da popa, por conta dos muitos fechamentos de caixas, em virtude da enorme quantidade de paióis que a lancha oferece. Coisas que, com um ajuste fino, o estaleiro pode resolver facilmente.

                Para testar os cascos em águas um pouco mais agitadas, trocamos a Baía Sul pela Baía Norte, e cruzamos a esteira de um trawler de 80 pés, além de marolas de outras lanchas. Em todas as situações, o CatFish 35 quase não sentiu impacto nem lançou água no cockpit, mantendo-se seca o tempo todo — os motores apenas trocaram água entre eles e a parte inferior dos cascos, produzindo um pequeno spray para cima em velocidades mais baixas.

                O barco permite ajuste não só do trim elétrico (formando um conjunto perfeito entre o motor e os cascos) como do jack plate, que serve para levantar o motor de popa verticalmente, diminuindo assim o atrito do hélice e da rabeta com a água, sem, porém, alterar o trim da lancha — recurso que o pessoal da pesca adora, porque ajuda no corrico e na navegação, diminuindo o arrasto. Porém, na lancha testada por NÁUTICA, foi adotada a configuração standard.

                Aceleramos o CatFish 35 tanto a favor quanto contra o vento. A velocidade máxima chegou a 34,3 nós. Por sua vez, a velocidade de cruzeiro rápido ficou em 28,5 nós, numa navegação tranquila, com 21,9 nós no cruzeiro econômico.

                Na prova de aceleração, os dois motores de popa de 250 hp foram da marcha lenta aos 20 nós em 9,6 segundos, uma marca apenas razoável. Já o tempo de planeio ficou na casa dos 4,2 segundos. Para quem deseja turbinar o rendimento, esses motores podem ser substituídos por dois de 300 ou até 350 hp, que, claro, responderiam ainda melhor. O estaleiro oferece opção de até quatro motores de popa de 400 hp.

                Manobramos também alternando o uso dos motores, característica que facilita a atracação e ajuda um bocado na briga com os peixes. As respostas foram adequadas e dentro do esperado.

                Em resumo, uma lancha catamarã muito estável e gostosa de pilotar. Em uma analogia com as estradas, é quase como dirigir um Cadillac, uma das mais desejadas marcas nos EUA, que o cinema ajudou a eternizar. Quem pesca, vai gostar. Quem passeia, também.

                PONTOS ALTOS

                » Bastante espaço a bordo
                » Construção robusta
                » Tecnologia embarcada

                PONTOS BAIXOS

                » Casco um pouco pesado
                » Ajuste dos motores sensível
                » Aceleração até 20 nós razoável

                Características técnicas

                Comprimento total: 11,83 m (38,8 pés)
                Comprimento de linha d’água: 10,56 m (34,6 pés)
                Boca: 3,68 m
                Calado com propulsão: 0,70 m
                Altura do banheiro: 1,68 m
                Combustível: 1150 litros
                Água: 300 litros
                Capacidade dia: 14 pessoas
                Peso com motores: 5 600 kg
                Potência: 2 x 250 hp a 4 x 400 hp
                Motorização: popa

                Quanto custa

                A versão básica da lancha catamarã SEC Boats CatFish 35 custa a partir de R$ 780 mil, com dois motores de popa de 250 hp cada. Veja mais sobre o modelo clicando aqui.

                Quem fabrica

                O estaleiro SEC Boats está sediado na cidade de Palhoça, em Santa Catarina. Para saber mais sobre os modelo do estaleiro, acesse o site oficial clicando aqui.

                Reportagem: Guilherme Kodja
                Edição de texto: Gilberto Ungaretti
                Edição de vídeo: TakeBoom Produções
                Fotos: Rogério Pallatta e Victor Oliveira/TakeBoom

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                  A caminho da Refeno 2020, veleiro catarinense enfrenta contratempos, mas segue firme

                  Velejando de Porto Belo a Recife, tripulação do Allegro teve de fazer várias paradas forçadas com seu Fast 395, mas não desistiu
                  Siga o nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente: @revista_nautica

                  Agora, os mares já estão tranquilos e os ventos, soprando a favor. Porém, até chegar em Salvador, dia 18 de agosto, vindo da catarinense Porto Belo — onde soltou as amarras de seu veleiro de 40 pés dia 5 de março com o objetivo de participar da regata Recife-Noronha (Refeno), com largada programada para o dia 10 de outubro —, o comandante Carlos Emmel e sua tripulação tiveram de fazer várias paradas forçadas, por conta de avarias em seu Allegro, um Fast 395, que já soma 30 anos de mar. No entanto, eles seguem firmes e destemidos, provando que o velho 40 pés é um barco, acima de tudo, forte.

                  Tripulação veleiro
                  Foto: Carlos Emmel e seus companheiros de navegação

                  Durante o percurso de cerca de 1400 milhas náuticas, o veleiro sofreu várias quebras que quase obrigaram os velejadores a chamar resgate. Além disso, por um triz não se chocou com uma baleia nos arredores do arquipélago dos Abrolhos, no litoral sul da Bahia.

                  “A primeira quebra aconteceu no dia 30 de julho, quando já estávamos no través de Maricá, sob condições severas de mar e ventos de 25 nós. Do nada, perdemos a governabilidade do leme, que girava em falso”, conta Carlos Emmel, que é capitão amador. “O barco rodopiou umas quatro vezes, em giros alucinados, até que, com a ajuda do leme de fortuna, conseguimos retomar o controle”, lembra ele, que optou por voltar a Ilha Grande, onde havia iniciado essa perna da viagem.

                  Após de oito horas navegando com dificuldades e de serem ancorados na Enseada das Palmas, descobriram que houve um erro na montagem do sistema do eixo do leme. Um parafuso mal apertado se soltou e, com isso, a roda e o eixo se deslocaram para trás, fazendo com que uma trava acabasse escapando.

                  No dia seguinte, com tudo arrumado, o Allegro reiniciou a travessia. Mas, uma nova quebra do leme obrigou a tripulação a buscar abrigo em Niterói. “Desta vez, os cabos de aço do sistema, na junção com a corrente, foram presos sem o uso de porcas autotravantes. Pelo esforço da navegação mais severa, os cabos se soltaram, girando uma folga que fez com que a corrente escapasse da cremalheira”, explica o comandante do barco, que mais uma vez com a ajuda do leme de fortuna e do piloto automático, conseguiu encontrar abrigo no píer do Clube Naval Charitas.

                  Tudo remontado, agora com porcas autotravantes em cada terminal, os navegadores apontaram a proa para Vitória. No dia 5 de agosto, quando já estavam fazendo a manobra de atracação no Iate Clube do Espírito Santo, a aparente vocação para má sorte se manifestou mais uma vez. “Parece incrível, mas o leme falhou novamente. Desta vez, o diagnóstico foi de que na montagem, feita em Ubatuba, não foi observado que o sistema que limita o curso dos cabos e corrente não estava instalado, apesar do cabo estar no lugar. Daí que quando a manobra era feita com todo o leme para um dos bordos, o cabo de aço chegava na cremalheira e pulava fora do sistema”, explica o capitão do Allegro.

                  Felizmente, Carlos e sua tripulação — os amigos Reinaldo Souza e Nelson Santos (de Curitiba), Ricardo Conolly (de Itajaí), François Jumes (de Florianópolis) e Elio Fernandez (de Paraty) — tinham tempo de sobra para enfrentar os desafios, já que passam a quarentena a bordo do veleiro, enquanto seguem viagem em direção a Recife.

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                  “A ideia era levar o barco para Ubatuba em março, não por conta da Refeno, mas para fazer os reparos necessários, que eram: a troca do estaiamento, revisão do sistema de leme, da geladeira e a troca da placa solar. Em seguida, sair ‘cruzeirando’ lentamente por Paraty, Ilha Grande e Angra, conhecendo melhor essa região. A realidade já não foi assim, pois a pandemia acabou atropelando tudo. Nesse cenário, a subida da costa, com os tripulantes completamente isolados a bordo, nos beneficiou”, diz Carlos, que ressalta:

                  “De Vitória a Salvador, com exceção da passagem pelo Cabo de São Tomé, a velejada foi maravilhosa! Além disso, o Allegro se mostrou valente e confiável novamente, como um bom Fast que é”.

                  O veleiro permanece em Aratu, na Bahia, até o dia 10 de setembro, quando parte preguiçosamente para Barra de São Miguel, em Alagoas, e dali para Recife, onde aguardará a largada da Refeno 2020, no dia 10 de outubro.

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                    Por: Redação -

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                    Há exatos 16 anos, Robert Scheidt igualava o feito de Adhemar Ferreira da Silva, no salto triplo, e se tornava bicampeão olímpico. No dia 22 de agosto de 2004, em Atenas, o velejador brasileiro terminava em sexto lugar na última regata da classe Laser na Grécia e garantia a primeira medalha de ouro do País naquela Olimpíada. Foi também o primeiro ouro para o Brasil desde os Jogos de Atlanta, em 1996, quando Scheidt também foi campeão. A conquista que abriu caminho para mais quatro pódios na maior competição esportiva do planeta completou 24 anos no dia 31 de julho.

                    “As duas medalhas olímpicas são os momentos mais marcantes da minha carreira. Em Atenas, igualar o bicampeonato do Adhemar Ferreira da Silva foi especial. Mas eu não me ligo muito nas datas, mas recordo quantos anos se passaram desde aquelas vitórias. Curiosamente, o dia que marcou e me lembro todo ano é 29 de julho. E com muito carinho. Isso porque é o aniversário do meu pai, Fritz, e foi nesse dia, em 1996, que garanti minha primeira medalha em uma Olimpíada. Depois da penúltima regata, eu havia assegurado, no mínimo, a prata nos Estados Unidos”, afirma o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios.

                    Scheidt se prepara para quebrar mais um recorde. Quando largar para a primeira regata da classe Laser nos Jogos de Tóquio, em 2021, iniciará a disputa de sua sétima olimpíada, feito inédito para um atleta brasileiro. Além dos ouros em Atlanta/1996 e Atenas/2004, Robert tem mais um pódio na classe Laser. Foi prata em Sidney/2000. O velejador ainda coleciona mais duas na Star: prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012. Soma ainda 14 títulos mundiais (11 na classe Laser e três na Star) e já conquistou 181 campeonatos, sendo 89 internacionais e 92 nacionais.

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                    >> Scheidt entra na reta final de treinos para a Semana de Vela de Kiel, em setembro

                    >> Scheidt é eleito segundo maior atleta nos 100 anos de história do Brasil em Olimpíadas

                    >> Robert Scheidt retornará às competições de vela em setembro, na Alemanha

                    O currículo recheado de vitórias resulta em um merecido reconhecimento. No início de agosto, Scheidt foi eleito o segundo maior atleta brasileiro em 100 anos de história do país na Olimpíada. Ficou atrás apenas de Adhemar Ferreira da Silva, primeiro bicampeão nacional em Helsinque/52 e Melbourne/56. A votação foi feita pelo Globoesporte.com e consultou 100 jornalistas de vários veículos de comunicação. Robert ficou não levou esse título, mas foi o único atleta citado pelos 100 jornalistas participantes. O próprio Adhemar não esteve na lista de todos, entrando na relação de 99 dos entrevistados.

                    Em outra eleição, feita pelo Esporte Espetacular, programa da TV Globo, Robert foi escolhido como o maior atleta olímpico brasileiro em todos os tempos. Desta vez, ficou à frente de Adhemar Ferreira da Silva, segundo colocado, na votação de grandes nomes do esporte, como Bernardinho, Hortência, Cesar Cielo, Marta, entre outros, e que fez parte de um quadro intitulado Os Maiorais.

                    “É uma honra receber esse reconhecimento da mídia especializada e de grandes nomes do esporte. Estar ao lado do Adhemar, o primeiro bicampeão olímpico do Brasil, é especial. Todos os atletas, com pódios ou não, ajudam a escrever a história do Brasil nesses 100 anos de participação na Olimpíada”, declarou o velejador, que planeja disputar a tradicional Semana de Vela de Kiel, na Alemanha, entre os dias 5 e 13 de setembro, primeira competição após a paralisação em função da pandemia de Covid-19.

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                      Inusitada casa construída a partir da popa de um barco está à venda nos Estados Unidos

                      Por: Redação -

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                      Esta “casa-barco” à venda em Mercer Island, Washington (EUA), já foi o USS Manzanita, construído para a Guarda Costeira dos Estados Unidos, em 1908, e posteriormente parte da Marinha dos Estados Unidos. Agora está à venda por US $ 2 milhões.

                      Holden Scott, proprietário da casa, conta que, em 1949, o barco seria sucateado, quando uma bibliotecária local e seu pai compraram a parte da popa do navio por US$ 1000 e levaram para Mercer Island. Ao chegar, foram cortadas árvores para fazer a popa como base para uma casa.

                      O que antes era um quinto de um barco foi então convertido em uma residência, permanentemente fixada em terra firme. O barco convertido é agora uma casa de 1.390 “pés quadrados” (423,7 m²), com três quartos, um banheiro completo e dois lavabos.

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                      Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                        Passeios de catamarã no Cânion de Xingó, em Sergipe, são retomados a partir desta sexta-feira

                        Por: Redação -

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                        Os passeios de catamarãs realizados no Cânion de Xingó, em Canindé de São Francisco (Sergipe), serão retomados a partir desta sexta-feira (21). Eles estavam suspensos por determinação federal, através do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), desde o dia 18 de março, em virtude da pandemia do coronavírus.

                        Segundo o gestor de turismo náutico, Genilson Aragão, a retomada dos trabalhos acontece após uma liberação do próprio ICMBio e do início da bandeira amarela determinada pelo governo estadual.

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                        Ainda de acordo com ele, serão seguidos protocolos sanitários elaborados pelo Ministério do Turismo e a Avisa. “Começaremos trabalhando com três dos nossos seis catamarãs, e com a capacidade abaixo da metade orientada pelos órgãos sanitários que é de 50%. Vamos operar com 120 passageiros”, explicou.

                        A secretária municipal do Turismo, Raquel Carvalho, informou que o protocolo municipal está alinhado com as medidas sanitárias recomendadas pelo Mistério da Turismo, para os diferentes segmentos do setor, incluindo o náutico, e que a retomada do serviço será acompanhada pela prefeitura através de fiscalizações da Vigilância Sanitária.

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                          Salão náutico francês tem edição suspensa em 2020

                          Por: Redação -

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                          A edição 2020 do Cannes Yachting Festival, programada para acontecer entre os dias 8 e 13 de setembro, foi cancelada pelos organizadores. Segundo informações publicadas na imprensa mundial, a razão da suspensão é o fato de a organizadora, a Reed Exhibitions, não ter obtido a autorização do prefeito dos Alpes-Marítimos, região onde aconteceria o boat show, para organizar um evento com mais de 5000 visitantes.

                          Recentemente, o governo francês estendeu sua proibição de encontros de mais de 5 mil pessoas até o fim de outubro, o que impossibilitou a realização do Cannes Yachting Festival, especialmente porque o salão náutico francês, segundo o organizador, costuma atrair cerca de 50 mil visitantes por ano.

                          Já o Fort Lauderdale International Boat Show, programado para acontecer de 28 de outubro a 1º de novembro, nos Estados Unidos, e o São Paulo Boat Show 2020, que acontecerá de 19 a 24 de novembro, seguem confirmados.

                          Em 2020, o São Paulo Boat Show terá como palco um lugar inédito e ao ar livre: a Raia Olímpica da Universidade de São Paulo, localizada paralelamente à marginal do Rio Pinheiros, no coração de São Paulo. Leia mais sobre o evento.

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                            Saiba como submarino indiano movido a energia nuclear ficou inoperante por 1 ano

                            Por: Redação -
                            20/08/2020

                            Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                            Durante a Guerra Civil Americana, o CSS Hunley se tornou o primeiro submarino “bem-sucedido”, pois poderia efetivamente submergir, embora tivesse problemas para emergir – e infelizmente isso custou a vida de toda a tripulação.

                            Durante a Guerra Fria, a Marinha Soviética sofreu vários acidentes submarinos, muitos deles devido a incêndios; enquanto um acidente particular envolvendo o K-431 foi posteriormente revelado como sendo devido ao manuseio incorreto das hastes nucleares do barco, que foram levantadas muito alto no ar. Isso resultou em um reator atingindo massa crítica, seguido por uma reação em cadeia e explosão.

                            Outros acidentes foram o que só pode ser descrito como “erro humano” do tipo mais extremo. Um submarino alemão Tipo VIIC afundou em sua viagem inaugural durante a Segunda Guerra Mundial porque o novo banheiro de alta pressão em águas profundas do barco foi usado “indevidamente”!

                            Um grande percalço também aconteceu ao INS Arihant, o primeiro submarino de mísseis balísticos movido a energia nuclear da Índia, em 2017. O submarino de $ 2,9 bilhões ficou completamente inoperante por quase um ano.

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                            O submarino nuclear foi o primeiro de esperados cinco na classe, projetado e construído como parte do projeto Navio de Tecnologia Avançada da Marinha Indiana. O Arihant foi projetado com quatro tubos de lançamento que podiam transportar uma dúzia de mísseis K-15 de curto alcance ou mísseis nucleares K-4 de alcance intermediário.

                            Além disso, o Arihant enfrentou uma série de problemas desde o início, incluindo atrasos em sua construção e grandes diferenças entre o projeto fornecido pela Rússia e a fabricação local.

                            Todos esses foram menores, é claro, em comparação com os danos causados ​​por erro humano. Isso resultou em uma escotilha que foi deixada aberta por engano enquanto o barco estava no porto e, além de encher os compartimentos de propulsão com água do mar, houve danos substanciais nas tubulações que passavam pelo submarino. Considerando o quão corrosiva a água do mar pode ser as várias tubulações, incluindo aquelas que transportam água de refrigeração pressurizada de e para o reator nuclear de 83 megawatts do navio, todas tiveram que ser cortadas e substituídas.

                            O INS Arihant, de seis mil toneladas, permaneceu fora de serviço nas docas enquanto a água era bombeada e os encanamentos substituídos. Todo o processo demorou dez meses. Sua ausência foi observada pela primeira vez no impasse na fronteira de Doklam com a China no verão de 2017 – e os militares indianos apenas confirmaram que o submarino havia passado por reparos no início de 2018.

                            Por Amanda Ligorio, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                              Megaiate queridinho dos milionários pode ser alugado por € 3,5 milhões por semana

                              Por: Redação -

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                              Já pensou em dar uma voltinha em um dos iates mais caros do mundo? O alemão Flying Fox mais parece um navio e é o sonho de qualquer milionário. Quem quiser dar um passeio a bordo do barco por uma semana precisa desembolsar nada menos que € 3,5 milhões. E não poderia ser diferente: o megaiate de 137 metros oferece muito conforto em alto mar: acomoda até 25 pessoas nos seus 11 camarotes e conta com muito entretenimento a bordo.

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                              Quer saber o que o tripulante encontra por lá? Um spa com 400 m² distribuídos por dois conveses, centro de mergulho, uma piscina de 12 metros, um helicóptero, dois heliportos, hospital, terraço que vira pista de dança, biblioteca e até um centro de crioterapia – fisioterapia aplicada em baixas temperaturas. E para aqueles que apreciam uma boa culinária, chefs com estrela Michelin a bordo para servir variados tipos de culinária. Conhecido como Projeto Shu durante sua construção, o modelo foi projetado por Espen Oeino e construído pelo estaleiro Lürssen Yachts.

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                                Por: Redação -

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                                Ryan e sua esposa Nicole iniciaram uma expedição à vela em tempo integral, buscando por vento constante, água lisa e ondas perfeitas. Desde 2014, o casal vem navegando incessantemente, com mais de 20 mil milhas percorridas através do Oceano Pacífico. Eles decidiram criar um blog onde retratam as viagens explorando águas desconhecidas, descobrindo lugares selvagens, praias intocadas, recifes de corais e vento tropical.

                                “Se você mora em um barco por tempo suficiente, você cruza um limiar em que a vida no mar se torna ‘normal’ e a vida terrestre é ‘diferente’. Velejar não é mais algo que você faz, é sua realidade diária. Não importa o quão cansado, molhado, salgado, frustrado, queimado de sol ou qualquer um dos inúmeros desafios que você enfrenta na vida no mar, a água é a sua base, os ventos e as ondas definem o seu fluxo. Você percebe que quando está no mar, você está em casa”.

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                                O casal, que é da Califórnia, decidiu embarcar nessa aventura depois de uma descoberta um tanto quanto desagradável – a Distrofia Muscular Facioscapulohumeral (FSHD) de Ryan. Essa doença causa o enfraquecimento contínuo dos músculos de todo o corpo. Ryan não consegue mais manter os braços acima do ombro, ficar na ponta dos pés ou fazer uma única flexão ou abdominais, mas encara todas essa adversidades.

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                                Ryan enquanto navegava para as Ilhas Marquesas

                                Antes mesmo de começar esse desafio, o californiano já possuía uma vasta experiência em assuntos náuticos. Já foi campeão nacional de vela, competindo como membro da US Sailing Team, já comandou um super iate de luxo, liderando a Equipe Médica de Emergência/Resgate do Big Wave Tour, já foi instrutor de kitesurf certificado pela PASA e IKO, além ensinar mergulho, windsurf, vela, surfe e caiaque de expedição.

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                                Ryan liderando a equipe de Emergência Médica / Resgate do Big Wave World Tour

                                Hoje, depois de trocar uma moradia em terra firme por um barco, o casal visita inúmeras ilhas por onde passa, e aproveita os melhores locais em mar aberto para praticar os esportes que amam. A última mudança foi de um monocasco antigo de 38 pés para um multicasco de 48 pés, sendo “um grande salto em conforto e desempenho” – e tudo estudado para facilitar tanto a navegação quanto a prática dos esportes pelos quais os dois são apaixonados. Entre eles, o kiteboarding.

                                “Quando fui diagnosticado, não havia nada disponível para ler, exceto coisas deprimentes, como descrições clínicas de sintomas, então sempre me esforcei para ser um exemplo público de uma abordagem possível para viver com a doença. O kiteboarding me capacita a me mover e me expressar com uma liberdade muito além de qualquer outra coisa possível, dados os efeitos da minha doença”.

                                ryan-nicole

                                Ryan conta que, apesar de necessitar de cada vez mais ajustes para conseguir praticar o kiteboarding, a sensação é semelhante a de voar sobre as águas – como se, em alguns momentos, a mente desligasse e ele sentisse que a pipa e a prancha são extensões do próprio corpo. “É difícil explicar o quanto isso significa para alguém como eu, cuja vida sempre foi muito física e baseada em minha relação com o oceano. Conforme minha doença progredia, perdi a capacidade de remar uma prancha de surfe, mas com uma pipa, consigo surfar nas ondas”.

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                                Um dos locais favoritos do casal para a prática do esporte é o Taiti. Eles dizem que, além da possibilidade de navegar em um paraíso tropical, ainda podem contar com uma experiência mais tradicional e menos desenvolvida, por conta da menor quantidade de habitantes.

                                A ilha na Polinésia Francesa possui uma barreira de recifes ao seu redor, que cria uma lagoa protegida de água plana, com uma variedade de boas ancoragens e locais para kitesurf. Existem 118 ilhas na Polinésia Francesa que se estendem por mil milhas náuticas. Muitos dos lugares visitados pelos aventureiros são desabitados e desconhecidos, exemplificando o desafio que é viajar por essas áreas isoladas.

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                                Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                  FS Yachts comemora mais de mil lanchas de 23 pés produzidas com edição especial

                                  Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                  O estaleiro catarinense FS Yachts apresenta ao mercado a edição comemorativa de mais de 1000 unidades produzidas de sua lancha de 23 pés. Trata-se da FS 230 Scappare T-Edition, com pintura personalizada em azul grafite e para-brisas preto.

                                  Lançada em 2009, esta lancha inovou ao utilizar o motor centro-rabeta em embarcações de pequeno porte. Com 7,10 m de comprimento, vem com proa fechada e camarote para casal com um banheiro fechado com pia, torneira, lixeira, ducha e janela, de série.

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                                  O modelo possui casco pensado para proporcionar navegação veloz e confortável, tanto em águas abrigadas ou costeiras. Tem solário na proa e acabamento diferenciado, marcado pelo uso de cores vivas nos estofados, e leva até 10 pessoas em passeios diurnos. Pode receber um motor de 170 a 270 hp de potência.

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                                    Por: Redação -
                                    Siga o nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente: @revista_nautica

                                    Uma das vantagens de navegar é que esta é uma atividade familiar acessível que todos podem desfrutar. Ainda assim, ninguém quer gastar mais dinheiro do que o necessário, e isso é especialmente uma realidade quando chega a hora de abastecer. No entanto, reduzir gastos relacionados a esse tema não é tão difícil assim!

                                    Ganho de fluidez

                                    A compensação adequada tem tudo a ver com ter a atitude certa. A ideia é ter o fundo do barco correndo paralelo à superfície da água para maximizar o empuxo do motor e reduzir a fluidez. Operar o barco com a proa muito alta ou muito baixa aumenta o arrasto – tanto no ar quanto na água – o que significa que seu motor precisa queimar mais combustível do que o necessário.

                                    A compensação é normalmente ajustada por uma pequena chave seletora que geralmente é montada na lateral da alavanca do acelerador, onde pode ser facilmente controlada pelo seu polegar. À medida que o barco acelera até o plano, tocar suavemente o interruptor de compensação para cima ou para baixo irá alternadamente levantar ou abaixar a proa, permitindo assim, que você garanta que o barco funcione bem e nivelado, com uma economia de combustível ideal e uma viagem mais confortável.

                                    Triton navegandoDesacelerar

                                    É divertido ir rápido no barco e há momentos em que a velocidade pode ser benéfica. Mas, manter o barco a toda velocidade o tempo todo pode ser terrivelmente caro. Diminuir um pouco de vez em quando pode economizar uma quantidade surpreendente de combustível.

                                    Em estudos com um cruzador de 40 pés, por exemplo, os pesquisadores descobriram que diminuir o fluxo em apenas 600 rpm reduziu o consumo de combustível em surpreendentes 45%. Melhor ainda, ele apenas reduziu a velocidade do barco em pouco mais de 5 mph, ou seja, uma queda que dificilmente seria notada por qualquer pessoa a bordo. Durante uma temporada inteira de navegação, desacelerar um pouco pode economizar uma enorme quantidade de combustível e uma enorme quantidade de dinheiro.

                                    Acelerador barcoDieta de combustível

                                    Como todo piloto sabe, um tanque cheio representa muito peso adicional. Você realmente precisa? Ou meio tanque de combustível será mais do que suficiente para você passar o dia? Se você quer realmente reduzir seus gastos com combustível, aliviar a carga carregando apenas o que você realmente precisa é uma ótima ação inicial.

                                    Toda a marcha extra representa peso extra que o motor precisa empurrar e tem um impacto óbvio na economia de combustível. Tirar alguns minutos de vez em quando para descarregar o material que não planeja usar imediatamente pode realmente aumentar e economizar uma quantidade surpreendente de combustível ao longo de uma temporada.

                                    Sintonia do motor

                                    Uma das melhores coisas que você pode fazer para reduzir os custos de combustível é manter o motor funcionando como um relógio suíço. Embora possa custar alguns dólares a cada ano para que um mecânico qualificado examine as coisas, você fará esse investimento de volta na economia de combustível, sem falar na redução do desgaste do motor.

                                    Qualquer ajuste do motor começará com a substituição dos filtros. Isso pode fazer uma grande diferença na economia de combustível e no desempenho do motor, uma vez que mesmo um filtro de combustível parcialmente entupido pode fazer o motor trabalhar muito mais do que o necessário. Os filtros de ar são igualmente importantes, já que um motor que não consegue respirar é um motor que não funciona como deveria. Filtros de combustível e filtros de ar devem ser substituídos todos os anos, sem falhas.

                                    Os técnicos também verificarão o motor em busca de correias soltas, velas sujas, ponto de ignição defeituoso e quaisquer outros problemas potenciais que podem, em última instância, aumentar os custos de combustível.

                                    Um bom técnico de motor também fará questão de verificar o hélice. A maioria dos hélices acumula sua parcela de pequenos amassados, amassados ​​e dobras ao longo do tempo, e esse pequeno dano reduz diretamente sua eficiência. Os maiores problemas vêm da cavitação, onde até mesmo pequenas marcas na hélice podem permitir que bolsões de ar se formem ao redor enquanto ela gira, reduzindo sua picada na água e fazendo o motor trabalhar mais do que o necessário. Sempre faça a manutenção do hélice junto com o motor, mesmo que você não se lembre de ter batido em nada na água.

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                                    A maioria dos navegadores programa esse trabalho para o inverno, quando não estão usando o barco e os técnicos de serviço não estão tão ocupados. Além de reduzir a conta de combustível e prolongar a vida útil do motor, esse serviço protege contra quebras inesperadas na água – e na fila para consertar o barco no auge da temporada.

                                    Motor barcoLimpeza

                                    Parece óbvio, mas qualquer coisa que você possa fazer para reduzir o gasto o ajudará a economizar combustível e diminuir os custos operacionais totais. A limpeza é especialmente importante para os barcos que ficam atracados em uma marina onde ficam o tempo todo na água. Não demora muito para que o casco desenvolva um acúmulo de organismos marinhos, como algas, que aumentam o arrasto quando em andamento e têm um impacto mensurável na economia de combustível. Uma limpeza anual do casco e o uso de um bom revestimento anti-incrustante farão uma grande diferença na quantidade de combustível que você usa.

                                    Algas, ervas daninhas, pólen e resíduos em gerais  vão se acumulando gradualmente em qualquer casco, aumentando o atrito à medida que o barco se move na água. Uma variedade de ceras de fundo agora podem ser encontradas em quase todas as lojas de suprimentos de barcos, para cascos de fibra de vidro e alumínio. A maioria é fácil de aplicar e aumenta a economia de combustível, tornando mais difícil para os detritos aderirem ao casco.

                                    Limpeza casco barcoReduzir a conta anual de combustível do seu barco parece difícil, mas não é. Você não só economizará muito dinheiro, e também prolongará a vida útil do seu barco, tendo ainda mais prazer com seu veículo.

                                    Por Felipe Toniolo, sob supervisão do  jornalista Maristella Pereira

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                                      Por: Redação -

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                                      A Base Naval de Yulin, na Ilha de Hainan, na China, é um dos maiores interesses estratégicos da região. É o lar da frota de submarinos de mísseis balísticos nucleares da China, a espinha dorsal de seu segundo ataque de dissuasão, assim como de outros submarinos. Situa-se na extremidade norte do altamente contencioso Mar da China Meridional. A seu leste está a porta de entrada para o Pacífico e Taiwan.

                                      A característica mais intrigante desta instalação é a misteriosa caverna submarina construída na encosta de uma montanha que domina o extremo sul da instalação. Embora já tenha-se visto imagens de satélite das barcaças rodoviárias removidas da abertura, nunca se viu nenhuma com um submarino realmente usando-a, até agora.

                                      A imagem foi tirada pelo Planet Labs, mas apareceu pela primeira vez nos canais de mídia social da Radio Free Asia. Nenhum outro submarino é visível na imagem de satélite. As docas estão completamente vazias. Isso também parece extremamente raro com base no monitoramento do local.

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                                      Não está claro exatamente que tipo de submarino é visto na imagem, mas o palpite é de que seria um submarino de ataque nuclear classe Shang / Tipo 093. Quanto a onde estão todos os outros submarinos, não se sabe. As tensões são excessivamente altas na região e os EUA aumentaram maciçamente sua presença lá. Enquanto isso, Taiwan está em alerta elevado enquanto a China executa jogos de guerra nas proximidades. Embora alguns desses exercícios possam e provavelmente envolvam submarinos baseados em Yalin, também é possível que outros tenham se movido para dentro da montanha.

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                                        Veleiros de Santos e região conquistam 1ª competição de Vela de Oceano após a quarentena

                                        Por: Redação -

                                        Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                        1ª etapa da Copa ICS Regatas de Percurso, realizada no Guarujá (SP), teve a estreia positiva do sistema de tracking, o rastreamento de barcos criado pela ABVO

                                        O Iate Clube de Santos, no Guarujá (SP), sediou, no último fim de semana, em parceria com o Clube Internacional de Regatas e a ABVO (Associação Brasileira Veleiros de Oceano), a 1ª etapa da Copa ICS Regatas de Percurso. A competição foi a primeira de Vela de Oceano no Brasil após a quarentena que paralisou os eventos da modalidade desde meados de março por conta da Covid-19. Ao todo foram 17 barcos na raia nas classes ORC, IRC e RGS.

                                        Na classe ORC, o barco Asbar IV, de Jonas Penteado, do Iate Clube de Santos, foi o campeão por apenas um segundo de diferença diante do Chroma Lexus, com o King, de Fernando Faccio, em terceiro.

                                        “Esta primeira etapa da Copa ICS de Regatas de Percurso reabriu o calendário com otimismo e muita disputa. Largamos com o tempo completamente fechado, chuva, ventos médios e um mar de onda que perdurou durante todo o percurso. Nós do Asbar IV fomos o primeiro na ORC com apenas um segundo de diferença do Lexus/Chroma, mas também já perdemos regatas por dois segundos ou seja, faz parte do jogo”, disse Jonas Penteado que velejou de máscara e só lamentou não poder confraternizar com os amigos após as disputas, algo tradicional dos eventos de Vela de Oceano, mas eliminado por conta dos protocolos contra a Covid-19. “Ouso dizer que velejar com a máscara não foi tão incômodo quanto o fato de não encontrar os amigos na confraternização pós regata que embora não acontecendo, não diminuiu a satisfação de todas as tripulações em velejar”.

                                        Na classe IRC, o barco Bravo, do Clube Internacional de Regatas, de Santos (SP), foi o vencedor com tripulação paulistana apenas 10 segundos a frente do Inaê 40 e 27 segundo do Asbar IV que fechou o pódio.

                                        O comandante do barco campeão, o paulista Jorge Berdasco, destacou: “Foi com grande expectativa, bateu aquele friozinho na barriga. Depois de quase seis meses sem regatas, tivemos oportunidade de treinar pela primeira vez e competir. Para nós do Bravo, um Skipper 30 (30 pés e o menor barco da IRC na regata), o mar ruim, atrapalha muito. Adotamos a estratégia de deixar o barco bem “solto” e, ao final, o resultado foi excelente. O equilíbrio pode ser visto na súmula, onde os quatro primeiros estão separados por 2 minutos. Contamos com vários barcos muito bons e competitivos”, apontou Berdasco comentando sobre o protocolo seguido pela organização na luta contra o coronavírus. “Cuidados e procedimentos por conta da pandemia da Covid: ainda é bem preocupante essa questão da saúde e tomamos os cuidados com todos os tripulantes. Usamos as máscaras na montagem/preparação do barco. Um de nossos tripulantes optou por manter a quarentena”.

                                        Na classe RGS foram duas disputas com para o H3+ do comandante santista Carlos Rato: “Essa regata Ilha das Cabras é uma das mais importantes aqui em Santos, juntamente com Arvoredos,Laje de Santos e Laje da Conceição. Essa foi muito especial, principalmente pelo retorno as regatas como foi muito disputada. Tivemos alguns barcos de fora,como Xamã da Ilhabela, Beleza Pura de Ubatuba e outros. Muito boa regata”. O segundo lugar ficou com o Beleza Pura 2 e o terceiro com o Viva.

                                        Na Cat 2, o troféu ficou com o Gaia III deixando o Pit-Go em segundo e o Ronin em terceiro.

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                                        A competição teve o teste positivo do sistema de rastreamento dos veleiros em tempo real através do aplicativo de celular chamado RaceQS criado por Bayard Neto, comandante do Inaê 40.

                                        “A adesão foi excelente! Quase 100% dos barcos foram rastreados. Um ou outro deve ter encontrado problemas na configuração, alguns deixaram o telefone solto no barco e, como o mar estava muito mexido, interfere muito na movimentação do avatar do tracking. Mas foi uma experiência bacana e estamos aprendendo novas funcionalidades todo dia”, disse Bayard.

                                        “Achei muito válida a experiência. É um sistema muito funcional e ajuda quem quer acompanhar à distância e nós que estamos em competição. Acessamos durante a regata e o tracking se mostrou mais uma ferramenta para a navegação”, apontou Berdasco aprovando o sistema.

                                        Mario Martinez, comodoro da ABVO e comandante do Rudá, que competiu na regata, salientou a importância do sistema e do retorno às competições: “É uma novidade criada pelo Bayard com total apoio da ABVO e que foi aprovada pelos velejadores e já confirmamos o uso dela nas próxima regata em Ubatuba. É um facilitador para o público acompanhar a regata e os familiares dos velejadores. Quem competiu pode analisar após as regatas e trabalhar para futuras táticas em disputas posteriores. Nós da ABVO estamos muito felizes com a competição que atendeu todo o protocolo de distanciamento, velejadores de máscara em terra e sem confraternização ao término da mesma para atender a este momento atípico que vivemos no Brasil e no mundo. Estamos muito felizes em poder voltar a competir e oferecer provas para nossos velejadores que estavam com saudades das disputas no mar”.

                                        Confira os Resultados da competição:

                                        ORC

                                        1 – Asbar IV – ICS – 2h11min38s

                                        2 – Chroma Lexus – ICS – 2h11min39s

                                        3 – King – ICS – 2h14min55s

                                        4 – Xamã – YCI – 2h30min49s

                                        IRC

                                        1 – Bravo – CIR – 2h45min18s

                                        2 – Inaê 40 – Pier 27 – 2h45min28s

                                        3 – Asbar IV – ICS – 2h45min45s

                                        4 – Rudá – CIR – 2h47min21s

                                        5 – King – ICS – 2h47min42s

                                        6 – Xamã – YCI – 3h10min33s

                                        RGS

                                        1 – H3+ – 2h39min34s

                                        2 – Beleza Pura 2 – 2h53min47s

                                        3 – Viva – 3h21min37s

                                        4 – Fugaz – 3h29min35s

                                        5 – Squalus 1 – 4h08min33s

                                        Cat 2

                                        1 – Gaia III – 2h08min24s

                                        2 – Pit GO – 2h08min28s

                                        3 – Ronin – 2h23min58s

                                        4 – Pitanga – 2h58min30s

                                        5 – Pelicano – Não completou

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                                          19/08/2020

                                          Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                          Esta semana, a Aviation Industry Corporation of China (AVIC) concluiu mais testes do AG600 “Kunlong”, o maior “barco voador” atualmente em operação no mundo. Em um voo de teste na cidade de Zhuhai, na China, o AG600 decolou e fez um circuito de meia hora antes de retornar para um pouso na água.

                                          A aeronave de 50 toneladas tem, de acordo com seu fabricante, um alcance operacional de cerca de 2 500 milhas náuticas – o suficiente para alcançar ilhas remotas e disputadas no Mar da China Meridional e voar de volta ao continente sem reabastecimento. Sua capacidade é de 50 passageiros e pode permanecer no ar por até 12 horas a cada saída. Sua operação na água é restrita a uma altura máxima de onda de dois metros; além da forma de casco hidrodinâmico para pousos aquáticos, possui trem de pouso para operações em pistas pavimentadas.

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                                          Segundo a AVIC, uma das principais funções da aeronave é a busca e salvamento. A empresa também pretende usar o Kunlong em uma função aérea de combate a incêndios e afirma que se concentrará nessa capacidade para implantação em 2023.

                                          Embora o conceito de hidroavião tenha uma longa e rica história, apenas algumas nações ainda os constroem e operam, e o Kunlong é o maior atualmente. O maior barco voador já construído – o Hughes H-4 Hercules com estrutura de madeira compensada, mais conhecido como “Spruce Goose” ou “Flying Lumberyard” – voou por menos de 30 segundos e agora reside no Evergreen Aviation and Space Museum, em Oregon.

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                                            Marinha alerta para frente fria e ondas com até 3,5 metros de altura no litoral de São Paulo

                                            Por: Redação -

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                                            A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), informa que a formação e a passagem de uma nova frente fria poderão provocar ventos de direção Noroeste a Sudoeste e, posteriormente, Sudoeste a Sudeste, com intensidade de até 75 km/h (40 nós), na faixa litorânea entre os estados de Santa Catarina, ao Norte de Laguna, do Paraná e de São Paulo, ao sul de Cananéia, entre a manhã do dia 19 de agosto e a manhã do dia 21 de agosto.

                                            A frente fria, em conjunto com o sistema de alta pressão pós-frontal, favorecerá a ocorrência agitação marítima com ondas, em alto-mar, de direção Sul a Sudeste, com até 3,5 metros de altura, entre os estados de Santa Catarina, ao Norte de Laguna, Paraná e São Paulo, ao sul de Cananéia, entre a manhã do dia 19 de agosto e a manhã do dia 21 de agosto.

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                                            Há ainda, condições favoráveis à ocorrência de ressaca com ondas de direção Sul a Sudeste, com até 2,5 metros de altura, na faixa do litorânea entre os estados de Santa Catarina, ao Norte de Laguna, do Paraná e de São Paulo, ao sul de Peruíbe, entre a manhã do dia 20 de agosto e a manhã do dia 21 de agosto.

                                            Gostou desse artigo? Clique aqui para receber o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e leia mais conteúdos.

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                                              A operadora de mergulho Noronha Diver, que atua no arquipélago pernambucano Fernando de Noronha, poderá levar você e um acompanhante para passar uma semana no arquipélago e, ainda, se tornar um mergulhador.

                                              Para participar, basta comprar uma rifa no valor de R$ 50! O prêmio inclui 7 dias (6 noites) na Pousada Malibu, incluindo traslado aeroporto/pousada/aeroporto, café da manhã e lanche da tarde, além de 2 cursos de mergulho Open Water Diver, com a Noronha Diver.

                                              Caso o ganhador já seja um mergulhador credenciado, junto ao seu acompanhante, será contemplado com 5 saídas de mergulhos embarcado, incluindo todos os equipamentos de mergulho e traslado pousada/mergulhos/pousada.

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                                              O prêmio não inclui transporte aéreo, refeições e bebidas. Não há data de validade para o vencedor do sorteio usufruir do prêmio, porém a data escolhida deverá ser fora de feriados nacionais e a reserva feita com 60 dias de antecedência.

                                              A Noronha Diver é um PADI Dive Center, operadora nativa fundada em 1995. Oferece toda a infraestrutura necessária para que seus clientes aproveitem ao máximo o arquipélago que é considerado um dos 5 melhores lugares no mundo para mergulhar.

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                                                Novidade: aplicativo usa conjunto de três palavras para designar qualquer metro quadrado no mundo

                                                Por: Redação -
                                                Sistema é grátis para downloads em Android e IOS
                                                Siga o nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente: @revista_nautica

                                                O What3words é um sistema criado para simplificar endereços físicos ao redor do mundo que já é utilizado por serviços de hospedagem e entregas. Como seu próprio nome já diz, a nova tecnologia visa criar um padrão único de localização usando apenas três palavras (3 words) tanto para endereços convencionais, como de casas, apartamentos e estabelecimentos comerciais, quanto para localidades afastadas dos centros urbanos. Ao navegar por locais mais afastados, por exemplo, o aplicativo pode auxiliar a encontrar o local exato sem confusão.

                                                MarinaA solução engloba um sistema de latitude e longitude ou com o Plus Code, do Google, já que não é necessário nome da rua, número ou bairro. No entanto, o app que foi desenvolvido em um período de cinco anos, dispensa números e usa apenas um conjunto de três palavras. Cada metro quadrado no planeta pode ter um endereço simplificado do What3words, que pode ser lembrado, compartilhado e anotado no papel facilmente.

                                                What3words

                                                Ao jogar as três palavras no app, é possível obter o ponto no mapa e exportar a localização para o Google Maps para iniciar o trajeto. Da mesma forma, o programa no celular pode usado para encontrar o endereço What3words de qualquer endereço convencional.

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                                                O sistema de endereçamento já é usado por empresas em mais de 170 países, sendo disponibilizado em 35 idiomas e é usado diariamente por hotéis, agências de viagens e resposta a desastres. O uso já registrou ações bem-sucedidas do aplicativo em seus casos de resgate e pelo seu bom desempenho despertou investimentos da Sony, multinacional japonesa do setor de tecnologia.

                                                Por Felipe Toniolo, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                  Atrás das portas do galpão da Silver Yachts está o novo iate multicasco de 35,9 metros SpaceCat, que, como visto nas últimas imagens compartilhadas pelo estaleiro australiano, está próximo de ser entregue. A equipe da instalação chinesa da Silver Yachts na província de Guangdong concluiu a soldagem do modelo de alumínio.

                                                  Espen Øino é responsável pelo design externo do iate, que conta com uma boca (largura) de 13,3 metros, e layout com espaço suficiente para grandes conveses abertos para entretenimento ao redor da piscina à popa. As acomodações são completadas por uma suíte master, duas suítes duplas e dois camarotes duplos (com duas camas Pullman opcionais).

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                                                  O multicasco foi pensado para funcionar como uma embarcação amiga do ambiente graças ao seu formato de casco leve e de baixa resistência.

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                                                    É possível o hélice “derrapar” e o barco não sair do lugar? Sim! Veja como resolver o problema

                                                    Por: Redação -
                                                    18/08/2020

                                                    Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                                    “Por que, ao acelerar a minha lancha, o motor, às vezes sai de giro sem que o barco saia do lugar?”. Existem alguns fenômenos físicos que podem estar acontecendo nesse caso. Um deles é o “escorregamento” do hélice. Como o pneu de um carro, quando se acelera muito repentinamente, o hélice pode “derrapar” na água e não ter força para empurrar a embarcação para a frente.

                                                    Este problema ocorre quando o hélice não está bem dimensionado, com pouca área efetiva e, geralmente está associado a lanchas com pé-de-galinha e motor central. Para resolver esse problema, deve-se aumentar o hélice, aumentando, consequentemente, a sua área de contato com a água. Este ganho de área pode ser conseguido tanto aumentando a área de cada pá quanto pelo acréscimo de números de pás.

                                                    No entanto, aumentar o diâmetro do hélice deve ser feito com certo cuidado, pois pode ter algumas consequências desagradáveis, como um maior arrasto e o surgimento de capitação (fenômeno de vaporização de um líquido pela redução da pressão, durante seu movimento). Outra opção é aumentar o número de propulsores, para dividir o esforço de empurrar lancha. Em lanchas com motor de popa ou centro-rabeta, os fabricantes não tem muitas variedades de hélice-exceto com relação a variedade de passo, mas as disponíveis geralmente dão conta do recado, sem maiores problemas.

                                                    Four-bladed propeller over white Free Photo

                                                    Outro fenômeno que pode estar ocorrendo é a ventilação, que acontece quando a hélice está muito perto da superfície da água e “suga” o ar de fora, perdendo eficiência. Esse problema está mais ligado a embarcações com motor de popa ou centro-rabeta e, geralmente, ocorre quando a rabeta do motor (seja de popa ou centro-rabeta) está trimada para cima em excesso, causando a sucção de ar da superfície.

                                                    Nesse caso, basta baixar o trim ao acelerar que o incomodo deve desaparecer. Porém, se a ventilação continuar mesmo quando o motor estiver trimado para baixo, pode ser que a rabeta do motor – ou o próprio motor, no caso de motor de popa –  esteja montada alta demais. Os fabricantes de motores e rabetas estabelecem alturas máxima e mínima pra a montagem, que deve ser seguida, pois além de comprometer a eficiência do propulsor, isso pode diminuir  a sua vida útil.

                                                    Existem hélices que aceitam trabalhar mais perto da superfície, como os de aço inox, que, além de terem área maior em relação a hélices de alumínio, muitas vezes tem uma geometria mais hidrodinâmica. Há ainda hélices que foram projetados para trabalhar exatamente a superfície da água, mas estes são usados apenas em lanchas de alto desempenho.

                                                    Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                                                      Por: Otto Aquino -

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                                                      Com a audiência sempre crescente desde que começou a navegar no mundo digital (há 20 anos, quando criou o primeiro portal da internet brasileira sobre o setor), NAUTICA.com.br acaba de ultrapassar a marca de 1 milhão de visitantes em 2020, registrada no período de janeiro a agosto*. Um feito e tanto, motivo de orgulho, e um marco na extraordinária evolução do portal da revista que há mais de 30 anos atua como a maior referência do setor.

                                                      Tão importante quanto esse expressivo número de leitores — digno de ser comemorado, em um ano tão turbulento — é o conteúdo gerado por NÁUTICA, cada vez mais rico e variado. Mérito de toda uma equipe de jornalistas e colaboradores, de estagiários a editores experientes, de especialistas em barcos a craques em vídeos, de fotógrafos a especialistas em navegação e tudo o que abrange o mundo náutico, que se empenham sempre para levar o melhor para você. Só com profissionais comprometidos e dedicados é possível ganhar a confiança do leitor.

                                                      Vamos seguir navegando, porque sabemos que a evolução deve ser contínua. Nosso compromisso é com o futuro: o de continuar ajudando a desenvolver e fortalecer a Indústria Náutica, informando cada vez melhor e com responsabilidade aos leitores de NÁUTICA, referência permanente para quem ama navegar.

                                                      NÁUTICA é o conteúdo certo, no momento certo, para o público certo.

                                                      Otto Aquino
                                                      Diretor de Redação

                                                      *Dados extraídos do Google Analytics de www.nautica.com.br, no período de 1 de janeiro de 2020 até 17 de agosto de 2020.

                                                      Receba as notícias da NÁUTICA direto no seu celular clicando aqui.

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                                                        Por: Redação -

                                                        Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                                        De acordo com um tweet divulgado pela conta Navy Lookout, no dia 8 de agosto, o ex-navio de patrulha offshore HMS Clyde da classe “River” da Marinha Britânica foi vendido pela BAE Systems Maritime ao Bahrein.

                                                        Agora renomeado BNS Al-Zubarah, foi entregue à Marinha do Bahrein em uma cerimônia em Portsmouth em 7 de agosto de 2020.

                                                        Em fevereiro de 2005, o Ministério da Defesa fez um pedido à VT para o aluguel de um quarto navio de patrulha offshore da classe “River” modificado. Este quarto navio, o Clyde, foi construído no estaleiro de Portsmouth e substituiu os dois navios de patrulha da classe “Castle” para tarefas em torno do Atlântico Sul e das Ilhas Malvinas.

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                                                        O HMS Clyde foi lançado em 14 de junho de 2006 na Base Naval de Portsmouth pelos estaleiros do Grupo VT em Portsmouth, Inglaterra.

                                                        O HMS Clyde tem casco com comprimento de 81,5 m, velocidade máxima de 21 nós (39 km/h), um canhão de 30 mm, duas miniguns e suportes para cinco metralhadoras de uso geral. O casco alongado do Clyde permitiu um convoo reforçado de 20 metros, capaz de acomodar um helicóptero do tamanho do Merlin.

                                                        O navio tem deslocamento de carga total entre 1 850 e 2 mil toneladas. Ele é movido por dois motores Ruston 12RK 270 desenvolvendo 4 125 kW (5 532 hp) a 1 000 rpm.

                                                        O HMS Clyde depois de desativado chegou a ser oferecido à Marinha do Brasil, que declinou a oferta.

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                                                          A empresa holandesa Studio Komma está trabalhando em um conceito inovador de habitação, que pretende transformar navios mercantes aposentados em luxuosas casas ecológicas, compondo várias comunidades sustentáveis.

                                                          A fase inicial do Marine-doc Estate conta com duas comunidades planejadas somente para a Holanda, a princípio. Posteriormente, o intuito é expandir o projeto a nível internacional. De acordo com a localização de cada edificação, uma propriedade pode ter de 6 até 10 casas marítimas espalhadas pelas mais variadas paisagens, preferencialmente naturais, de acordo com a empresa.

                                                          A primeira etapa é a transferência dos antigos cargueiros: de seus estaleiros para os locais definitivos em terra, por meio de guindastes. As eco-comunidades serão organizadas em terrenos naturais, com a conexão de águas abertas como um requisito, procurando equilibrar privacidade, senso de comunidade e proximidade com o habitat natural das embarcações.

                                                          Uma vez posicionadas no local adequado, as estruturas de metal serão readequadas de forma que atendam aos padrões de sustentabilidade do projeto, sem que o design externo do navio seja alterado. Apesar de reconstruída, como variam em formato, aparência e tamanho, cada casa terá uma estética única, sendo a originalidade das embarcações a semelhança entre as residências.

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                                                          Como a oferta é a de reaproveitamento de navios que chegaram ao fim de sua vida econômica, a arquitetura não poderia ser diferente: cheia de contemporaneidade, ela integra o design moderno sustentável ao patrimônio industrial funcional da forma mais detalhada possível, e se adapta aos padrões de vida dos possíveis compradores.

                                                          De acordo com os arquitetos, características originais como as da popa, da casa do leme e do convés da proa se mantêm, apesar de aprimoradas com “formas geométricas elegantes”, para fornecer contrapeso estético. Com até 60 metros de comprimento em seu interior, o volume será delimitado com divisórias flexíveis, que permitirão aos futuros residentes personalizar o layout, acabamento e decoração.

                                                          Visando a integração entre design e paisagismo externo, a Marine-doc Estate optou pela inclusão de um grande terraço com jardim na cobertura de cada residência, o que proporciona vistas de todos os lados dos terrenos da propriedade. As casas também terão espaços ao ar livre e, ao passo que o lado sul proporciona uma grande entrada de luz natural por ser, majoritariamente, de vidro, o lado norte permanece fechado, com o intuito de manter a intimidade dos moradores.

                                                          Marine-doc-Estate

                                                          Quanto à sustentabilidade no caso da energia elétrica, os moradores poderão contar com sistema fotovoltaico, coletores solares e isolamento térmico e acústico em todos os pavimentos. Todas as casas têm o benefício de estarem prontas para se conectar a uma infraestrutura de rede inteligente da comunidade para a distribuição da demanda e o monitoramento da implantação de energia.

                                                          O parque paisagístico será construído de acordo com as condições históricas e naturais existentes do terreno e se tornará acessível ao público. Uma interação bem planejada entre as casas e as linhas de visão abre o local e garante a privacidade dos residentes. A empresa de arquitetura naval consultada é a Flamme Yatch Design.

                                                          Marine-doc-Estate

                                                          Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                            Por: Redação -
                                                            A BoatUS emitiu uma lista anual dos 10 principais nomes de barcos
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                                                            Sabemos que a primeira coisa a se fazer quando adquirimos uma embarcação, é batizá-la. De acordo com a BoatUS, Associação de Proprietários de Barcos dos Estados Unidos, certos nomes se destacam como um dos mais selecionados. O grupo nacional de defesa, serviços e segurança publicou sua lista anual dos 10 principais nomes de barcos, que compila daqueles que usam os serviços da BoatUS Boat Graphics para projetar e comprar gráficos de nomes de embarcações.

                                                            O nome é como um documento: todo barco precisam ter um! Trata-se de uma exigência legal, mas, mesmo que não o fosse, é bem provável que, ainda assim, cada barco recebesse um nome de batismo, pois gostamos de nomear ao que apreciamos muito, como animais de estimação. Porém, é através do nome do barco que transparece muito a personalidade de quem o possui. Nomes de barcos dizem mais sobre os seus donos do que o próprio nome deles, sendo quase um reflexo direto do proprietário.

                                                            “É sempre um desafio decidir o nome de um barco porque as opções são infinitas”, disse o vice-presidente de Relações Públicas da BoatUS, Scott Croft. “No entanto, após 28 anos oferecendo um serviço gráfico de nomes de barcos aos nossos membros, descobrimos que certos temas resistem ao teste do tempo”, completou.

                                                            Croft observa alguns padrões distintos de nomes de barcos populares, cada um focado em um tema principal: relaxamento (Serenity, Island Time, Sanctuary, Hydro Therapy, Oasis); um novo capítulo na vida ou realização (Second WindNext ChapterAt Last); pesca (Reel TimeReel TherapyPilar); abraçando a vida náutica (Pura VidaLa Bella VitaSeas the DayDolce Vita); e música (Flat Bottom GirlGreatful Dad,Cool Change).

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                                                            NavegaçãoAlguns desses nomes chegaram à lista dos 10 principais nomes de barcos de 2020:

                                                            • Serenity: este é um dos nomes de barco mais comuns! O proprietário deste modelo pode ter um trabalho estressante e provavelmente está procurando um pouco de paz e sossego na água.

                                                            • Island Time: tudo é mais lento nas ilhas. Solte os cabelos, sinta o sol no rosto e as águas mornas e cristalinas nos seus pés. Isto é experimentar o que, em tradução livre, significa “tempo da ilha”.

                                                            • Scout: o proprietário deste barco, provavelmente, é do tipo aventureiro. Seja passeando com a família, viajando para locais distantes ou buscando um local de pesca secreto.

                                                            • Pura Vida: um modo de vida na Costa Rica. No norte, isso se traduz em “viver uma boa vida” com sua família, valorizando os prazeres simples e desfrutando de um ritmo lento e relaxado. Além disso, não é apenas para veleiros – proprietários de lanchas rápidas também amam esse nome.

                                                            • Seas the Day: este proprietário de barco provavelmente está totalmente no comando enquanto navega e pretende obter o máximo do estilo de vida náutico. Este barco também é provável que seja o último a retornar ao porto de origem para passar a noite, aproveitando cada grama de luz do dia na água.

                                                            • Shenanigans: o dono do barco está obviamente (e provavelmente inocentemente) tramando algo, e pode ter a ver com uma grande família a bordo.

                                                            • Black Pearl: como o veleiro fictício da fama do filme da Disney, esta embarcação pode não parecer muito, mas ela sempre trouxe seu capitão para casa e se divertiu muito ao longo do caminho.

                                                            • Cool Change: originado na Austrália para definir a mudança de um dia quente de verão para uma brisa fresca da tarde e trovoadas. O proprietário deste barco provavelmente acredita na natureza transformadora.

                                                            • Liberty: assim como o popular Freedom, um navegante que escolhe esse nome é um patriota em sua essência. Há uma boa chance de este proprietário ter servido no exército ou ter uma família que o faz.

                                                            • Knot on Call: um nome antes escolhido por médicos e enfermeiras, Knot on Call agora atrai um grupo mais amplo de navegadores onde a tecnologia aumentou o alcance do escritório ou adicionou demandas de trabalho 24 horas.

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