Mundial de Laser

Por: Redação -
17/05/2016

Uma regata complicada e outra bastante positiva. Este foi o saldo de Robert Scheidt no quinto dia do Campeonato Mundial de Laser, disputado em Puerto Vallarta, no México. O bicampeão olímpico foi 25º na primeira prova e se recuperou ao fazer o quinto lugar na segunda regata desta segunda-feira, 16. Com a entrada do segundo descarte, Scheidt abandonou o mau resultado e manteve o terceiro lugar na classificação geral, com 38 pontos, 15 a mais do que o líder Nick Thompson, da Inglaterra, e a 11 pontos do francês Jean-Baptiste Bernaz, segundo colocado. O destaque do dia foi o cipriota Pavlos Kontides, que venceu as duas regatas e subiu para o quinto lugar, com 46 pontos.

Em busca do 12º título mundial na Classe Laser, Robert Scheidt volta para a água nesta terça-feira, 17, para mais duas regatas da flotilha ouro, que reúne os 56 melhores velejadores da fase classificatória. A competição termina na quarta-feira, 18, e Scheidt sabe que, neste momento decisivo, será necessário dosar cautela para evitar eventuais punições e ousadia para atacar nos momentos certos em busca das primeiras posições. “É hora de ser um pouco mais astuto na largada, um pouco mais agressivo, para tentar sair um pouco melhor, principalmente se o vento estiver fraco. A velocidade está boa, esse não é o problema, o problema está na largada. Estou um pouco receoso no início, com o pé atrás, porque escapei na primeira regata do campeonato e levei uma bandeira preta. E isso está me custando um pouco. Mas tem bastante ponto em jogo ainda, mais quatro provas, e é hora de dar um gás no final”, afirmou o bicampeão olímpico.

Foi justamente o vento fraco que comprometeu a primeira prova de Robert nesta segunda-feira. “A primeira regata largou com vento fraco e bem inconstante. Estava difícil de prever o que iria acontecer. Todo dia o vento tem girado para a direita e, por isso, acabei optando por ir pelo lado direito da raia, mas não funcionou e cruzei a primeira bóia muito mau. Depois recuperei um pouco, mas, na flotilha ouro, é dificil, o nível é bem alto. Foi realmente uma regata ruim”, relatou Scheidt, que completou. “Na segunda, o vento apertou, foi para 15 nós, e acabou sendo uma regata mais normal. Larguei um pouco melhor, já velejei bem o primeiro contra-vento e consegui um quinto lugar. Deu para ver, pelos resultados, que todo mundo teve uma regata boa e uma ruim e isso mostra o nível elevado da flotilha e quanto custa um erro. O campeonato ainda está bem aberto, já que todo mundo tem um resultado ruim, descartado, e agora todos terão de somar o que vier.”

Além de Robert Scheidt, o Brasil tem mais um representante na flotilha ouro do Mundial. Bruno Fontes está em 27º, com 113 pontos perdidos. Na flotilha prata, está Lucas de Bueno em 47º, com 379 pontos. A fase classificatória do Mundial reuniu 112 velejadores.

Classificação – após 10 regatas e 2 descartes
1- Nick Thompson (ING) – 23 pontos perdidos
2- Jean-Baptiste Bernaz (FRA) – 27 pp
3- Robert Scheidt (BRA) – 38 pp
4- Matthew Wearn (AUS) – 41 pp
5- Pavlos Kontides (CHP) – 46 pp
27- Bruno Fontes (BRA) – 113 pp

Foto: Divulgação

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    Mundial de Laser

    Por: Redação -

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    Em busca do 12º título mundial na Classe Laser, Robert Scheidt volta para a água nesta terça-feira, 17, para mais duas regatas da flotilha ouro, que reúne os 56 melhores velejadores da fase classificatória. A competição termina na quarta-feira, 18, e Scheidt sabe que, neste momento decisivo, será necessário dosar cautela para evitar eventuais punições e ousadia para atacar nos momentos certos em busca das primeiras posições. “É hora de ser um pouco mais astuto na largada, um pouco mais agressivo, para tentar sair um pouco melhor, principalmente se o vento estiver fraco. A velocidade está boa, esse não é o problema, o problema está na largada. Estou um pouco receoso no início, com o pé atrás, porque escapei na primeira regata do campeonato e levei uma bandeira preta. E isso está me custando um pouco. Mas tem bastante ponto em jogo ainda, mais quatro provas, e é hora de dar um gás no final”, afirmou o bicampeão olímpico.

    Foi justamente o vento fraco que comprometeu a primeira prova de Robert nesta segunda-feira. “A primeira regata largou com vento fraco e bem inconstante. Estava difícil de prever o que iria acontecer. Todo dia o vento tem girado para a direita e, por isso, acabei optando por ir pelo lado direito da raia, mas não funcionou e cruzei a primeira bóia muito mau. Depois recuperei um pouco, mas, na flotilha ouro, é dificil, o nível é bem alto. Foi realmente uma regata ruim”, relatou Scheidt, que completou. “Na segunda, o vento apertou, foi para 15 nós, e acabou sendo uma regata mais normal. Larguei um pouco melhor, já velejei bem o primeiro contra-vento e consegui um quinto lugar. Deu para ver, pelos resultados, que todo mundo teve uma regata boa e uma ruim e isso mostra o nível elevado da flotilha e quanto custa um erro. O campeonato ainda está bem aberto, já que todo mundo tem um resultado ruim, descartado, e agora todos terão de somar o que vier.”

    Além de Robert Scheidt, o Brasil tem mais um representante na flotilha ouro do Mundial. Bruno Fontes está em 27º, com 113 pontos perdidos. Na flotilha prata, está Lucas de Bueno em 47º, com 379 pontos. A fase classificatória do Mundial reuniu 112 velejadores.

    Classificação – após 10 regatas e 2 descartes
    1- Nick Thompson (ING) – 23 pontos perdidos
    2- Jean-Baptiste Bernaz (FRA) – 27 pp
    3- Robert Scheidt (BRA) – 38 pp
    4- Matthew Wearn (AUS) – 41 pp
    5- Pavlos Kontides (CHP) – 46 pp
    27- Bruno Fontes (BRA) – 113 pp

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      Nova forma de velejar

      Por: Redação -
      16/05/2016

      Mora em São Paulo, quer velejar, mas não tem nem barco? Uma boa saída é o novo sistema de aluguel diferenciado (e ilimitado, porque o preço independe da quantidade de dias de uso) do Flash Clube, que acaba de ser criado na represa de Guarapiranga, dentro da capital paulista. Nele, pode-se velejar na represa com dois tipos de veleiros, o Flash 165, de 16 pés, e o Flash 195, de 19, quantas vezes quiser, pagando apenas uma mensalidade, que vai de R$ 490, para os planos anuais, a R$ 590, para os contratos de três meses. Nos dois não há limites de uso do barco, desde que ninguém tenha feito reserva para o mesmo período. O valor da mensalidade inclui todos os equipamentos e o uso da marina Sailing Center. E, se a pessoa nem souber velejar, o próprio clube dá curso, ao custo de R$ 60 por aula. Mais informações pelo telefone (11)98354-3254.

      Foto: Divulgação

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        Limpeza dos Mares

        Por: Redação -

        A terceira temporada do projeto Limpeza dos Mares, organizado pela Associação Náutica Catarinense (Acatmar) retirou do fundo das águas, praia e costões de Praia Grande, em Governador Celso Ramos, cerca de quatro toneladas de resíduos. O trabalho ocorreu no último dia 14 de maio e contou com 150 voluntários e 45 mergulhadores, além do apoio da prefeitura do município. “Em todas as edições tivemos a ajuda de muita gente sensibilizada com o trabalho. Em seis etapas já conseguimos 27 toneladas que comprometiam nossas águas”, afirma Leandro ‘Mané’ Ferrari, presidente da Acatmar.

        Iniciado em 2014 o projeto Limpeza dos Mares Acatmar, a cargo da Associação Náutica, chamou a atenção do público para o lixo coletado no fundo das águas do entorno da Ilha do Arvoredo, Ilha do Francês e o canal da Barra da Lagoa, na Grande Florianópolis, somente para citar alguns exemplos. Foram recolhidos resíduos dos mais variados tamanhos e origens, que prejudicam a fauna marinha, oferecem riscos à navegação e também minam o mergulho de observação, atividade pouco explorada em nosso litoral.

        A iniciativa tem apoio da Capitania dos Portos, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICM-Bio), Polícia Federal, Iate Clube Veleiros da Ilha e o Grupo de Trabalho Náutico de SC – o projeto já ganhou o prêmio Top Turismo, concedido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing de SC (ADVB/SC). Os participantes formam equipes de mergulhadores profissionais e amadores – alguns de estados vizinhos – além de pessoal de apoio em lanchas e em um barco-base. “Nossa previsão é estender o projeto a outras áreas em breve”, avisa Álvaro Almeida, diretor de Mergulho da Acatmar. O Evento é uma Realização da Acatmar, com organização da Escola de Mergulho Acquanauta e da Projecta Eventos.

        Foto: Mané Ferrari

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          2ª Academia de Vendas Brunswick

          Por: Redação -

          Acontece até esta terça-feira, 17, em Joinville, a 2ª Academia de Vendas Brunswick, com mais de 40 profissionais da fábrica e rede de revendas para capacitação técnica e comportamental. A Brunswick Group acredita no potencial do Brasil e continua fazendo todos os investimentos necessários para melhoria de produtos, crescimento em vendas, participação de mercado e posicionamento de marca.

          “Aproveitamos o momento de mercado retraído, como uma oportunidade de crescer interna e externamente. Esta é a melhor época para capacitar as pessoas a serem excelentes naquilo que fazem. Não podemos parar de investir nos parceiros e nas nossas pessoas, pois são eles que trazem todo o resultado”, ressalta Cleide Lana, gerente de canais e marketing da empresa.

          Além dos programas de treinamentos internos para os colaboradores, o calendário de treinamento da Brunswick, em 2016, prevê capacitação para técnicos, vendedores, e dealers em seis diferentes eventos, com 176 horas dos grupos, em um total de quase 4 000 horas de treinamento. “Queremos ter os melhores parceiros e profissionais deste mercado para juntos chegarmos a um novo patamar de negócio”, finaliza.

          Foto: Divulgação

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            Harmony of the Seas

            A Royal Caribbean International acaba de comemorar, com toda a tripulação – mais precisamente, 2100 tripulantes, vindos de 77 nacionalidades diferentes -, a entrega do Harmony of the Seas, o maior e mais inovador navio do mundo, em Saint Nazaire, França. Para sua construção, realizada em um estaleiro na França, foram necessários 32 meses e mais de 2 500 trabalhadores, empreiteiros e fornecedores. O Harmony of the Seas conta com 16 deques, que abrangem 227 000 toneladas de arqueação bruta e tem capacidade para transportar 5 479 hóspedes em ocupação dupla em suas 2 747 cabines.

            Nos próximos dias, o gigante se dirigirá ao porto de Southampton, onde serão embarcados seus primeiros hóspedes, em 22 de maio. Com um investimento de mais de US$ 1 bilhão em sua construção, Harmony of the Seas será o 25⁰ navio da frota da Royal Caribbean e tem entre os seus destaques o maior tobogã em alto-mar que convidará os hóspedes mais corajosos a encarar uma descida de 10 andares, do deck 16 até o deck 6, 23 piscinas, hidromassagens, simuladores de surf e parque aquático infantil. Além disso, o navio conta com 11 252 obras de arte exibidas em todo o navio e o Central Park, um verdadeiro parque no centro do navio que dispõe de um total de 10 587 plantas reais entre elas 48 videiras e 52 árvores, algumas com mais 6 metros de altura.

            Foto: Divulgação

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              É hoje!

              A Marina Boat, empresa especializada na venda de barcos e acessórios náuticos, com o apoio do Ministério Público da Bahia, promove uma exposição náutica no Shopping Paralela, em Salvador. De 16 a 31 de maio, o público poderá conferir imagens do renomado fotógrafo Rui Rezende, que trazem como tema, além de barcos Focker, do estaleiro catarinense Fibrafort. A visitação é aberta ao público, na praça de eventos, no horário de funcionamento do shopping.

              De acordo com a coordenadora de Marketing da Marina Boat, Cátia Martins, a Baía de Todos os Santos, apesar de ser a segunda maior do mundo, é a maior Baía do país e primeira de clima tropical, o que torna possível a navegação. “Temos um potencial náutico incrível e a exposição tem o objetivo divulgar esta maravilha, valorizar nossa costa e incentivar a navegação neste paraíso ainda desconhecido por muitos”. O acervo fotográfico pertence ao Núcleo de Defesa da Baía de Todos os Santos – NBTS ligado ao Ministério Público.

              Foto: Divulgação

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                Campeonato de jet

                Por: Redação -

                O paulista de Campinas Erik Gonçalves Teixeira tentará repetir a performance dos últimos dois anos e garantir mais um título no 29º Campeonato Brasileiro de Jet. Ele confirmou presença na competição que será realizada de 26 a 29 deste mês, na Represa de Furnas, em Boa Esperança (MG). O evento também definirá os pilotos com direito de participar do Campeonato Mundial, que será disputado de 1º a 9 de outubro, em Lake Havasu, no Arizona (EUA).

                Sabendo que enfrentará os melhores pilotos do país e convidados internacionais, Teixeira vem se preparando intensamente para disputa das quatro baterias programadas. Acredita que a competição será bastante equilibrada, em razão do alto nível técnico dos competidores e depois não haverá outra etapa, tudo será definido em Boa Esperança.

                Em 2014, o piloto de Campinas foi campeão na categoria Super Course Turbo Estreante e terminou em terceiro na Runabout Turbo Estreante. No ano passado garantiu o título na Runabout Pro Aspirado Stock, fazendo uma boa disputa com o gaúcho Fabiano da Silva.

                A programação do 29º Campeonato Brasileiro de Jet Ski começará diariamente às 10 horas. Uma completa infraestrutura será montada no local, com arquibancadas, área vip, boxes, secretaria, área de alimentação, sanitários para oferecer conforto e segurança a pilotos e o público.

                Foto: Divulgação

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                  Vela no México

                  Por: Redação -

                   

                  Robert Scheidt ganhou mais duas posições na classificação geral do Campeonato Mundial da Classe Laser, disputado em Puerto Vallarta, no México. Com um quinto e um sétimo lugares nas regatas deste domingo, 15, ele saltou de quinto para o terceiro e entra na reta final da competição, a partir desta segunda-feira, 16, entre os favoritos ao título. Se conseguir, será o 12º da sua carreira.

                  Scheidt conhece bem as dificuldades para chegar ao título, mas está confiante. “Agora começa a flotilha ouro, com mais seis regatas. Vai ser muito diferente do que enfrentamos até agora, porque os melhores estarão todos juntos. A largada vai ser muito importante, pois serão provas mais compactas e provavelmente o score será mais alto, afinal os bons estarão juntos. É praticamente uma nova competição”, afirmou o bicampeão olímpico.

                  Com o resultado deste domingo, o dono de cinco medalhas olímpicas está a 17 pontos do líder Nick Thompson (tem 33 pontos perdidos e o britânico tem 16). Já a diferença para o vice-líder, o francês Jean-Baptiste Bernaz, é de 12 pontos. “Felizmente consegui descartar a bandeira preta da estreia (foi punido por largar escapado) e tenho direito a mais um descarte. Esse é o lado positivo de ter terminado a série sem nenhuma regata ruim. Agora e ir com tudo para essa fase final”, explicou.

                  Para seguir entre os líderes na flotilha ouro, Scheidt quer velejar de forma cada vez mais consistente e sabe que precisa melhorar as largadas. Nas regatas deste domingo, o brasileiro voltou a se superar. “Basicamente, este domingo foi mais um dia em que fiz regatas de recuperação. Estou pecando um pouco no início, mas estou com velocidade muito boa e conseguindo recuperar posição ao longo das provas. Na segunda regata, infelizmente, recebi uma penalização do júri pela regra 42, que é bombear, e com isso perdi uma posição para o australiano Tom Burton no final. Foi bem decepcionante, mas vamos em frente”, completou.

                  A fase classificatória do Mundial reuniu 112 velejadores e em função do grande número de barcos, a comissão organizadora dividiu a disputa em duas flotilhas, cada uma com 56 atletas cada. Outros dois brasileiros disputam a competição: Bruno Fontes está em 21º, com 86 pontos perdidos, e Lucas de Bueno em 106º, com 354 pontos. Nesta segunda, 16, o Campeonato Mundial prossegue com mais duas provas. Até quarta-feira, 18, estão previstas 14 regatas.

                  Foto: Divulgação

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                    Nova Coral

                    13/05/2016

                    O estaleiro Coral acaba de colocar na água a primeira unidade do seu mais novo modelo de 33 pés. Derivada da lancha de 31 pés proa aberta com cabine, sucesso da marca, a Coral 33 A traz este mesmo diferencial (proa aberta + cabine). Com 10,13 metros de comprimento, possui capacidade para até 14 passageiros em passeios diurnos e dois, em pernoite. Com 3 metros de boca (largura), conta com ampla plataforma de popa e está disponível nas versões Standard, Luxo e Full.

                    Imagens: Divulgação

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                      No México

                      Por: Redação -

                      O primeiro dia do Campeonato Mundial da classe Laser foi uma verdadeira gangorra para Robert Scheidt. Nesta quinta-feira, 12, em Puerto Vallarta, no México, o velejador brasileiro começou, literalmente, queimando a largada. Com isso, ficou fora da prova e precisou testar a paciência e resignação para aguardar a segunda regata. E quando conseguiu levar seu barco ao sabor do vento, venceu. Nesta sexta-feira 13, ele espera fugir de qualquer azar, manter a regularidade para chegar ao último dia de disputas (18) na briga pelo título de melhor do mundo, o 12º de sua vitoriosa carreira na classe Laser.

                      Após a estreia de extremos, Roberto ocupa a 59º posição na classificação geral (o líder é o britânico Nick Thompson). “Na primeira regata, eu me posicionei entre os dois australianos (Luke Elliott e Jeremy O’connell), que aceleraram cedo. Eu acabei indo com eles e fomos penalizados pela comissão de regata. Não foi um bom começo e tive de ficar esperando. Mas na segunda eu velejei melhor, fiz uma boa largada, não muito agressiva, e ganhei”, disse o bicampeão olímpico.

                      Experiente e ciente que o Mundial é um disputa longa, com 14 regatas em sete dias, Robert deixou as dificuldades da primeira regata para trás e segue focado em ser regular e veloz ao logo da disputa nos mares do caribe. “O vento estava forte neste primeiro dia, entre 15 a 17 nós, e estou contente com a minha velocidade. Claro que eu queria ter começado o campeonato de uma forma mais consistente, evitando o que fiz na primeira regata. Mas já aconteceu, bola para frente. Agora é buscar a regularidade”, completou Scheidt, que teve a companhia de mais brasileiros na competição. Bruno Fontes terminou o dia em 13º lugar, enquanto Lucas De Bueno foi o 99º.

                      A programação da temporada 2016 é composta por etapas. O Mundial é um dos maiores e mais importantes ‘degraus’ para chegar ao objetivo máximo do ano, a Olimpíada. E o planejamento incluí, ainda, um período de treinamento no Brasil, entre 15 a 25 de junho. Depois, Robert retorna à capital carioca somente em 7 de julho, onde fará duas pequenas competições e entrará na reta final de preparação até o início dos Jogos.

                      O Mundial não é o primeiro degrau de Robert rumo aos Jogos Olímpicos do Rio. Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, ele soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Mais recentemente, no início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na carreira são 175 títulos – 86 internacionais e 89 nacionais – além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

                      Foto: Fred Hoffmann

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                        Mercado paulista

                        Por: Redação -

                        Mais de 15 empresas náuticas de São Paulo participaram do primeiro seminário de apresentação do plano de gestão empresarial do Sebrae/SP, desenvolvido especialmente para a cadeia náutica paulista. Depois do trabalho junto as marinas paulistas, o Sebrae/SP oferece seus conceituados serviços para os outros setores do segmento náutico de lazer. O curso completo envolve 188 horas de aulas coletivas e 136 horas de aulas individuais, abordando vários assuntos, entre eles: gestão financeira, gestão da qualidade, estratégia e marketing, entre outros itens importantes para funcionários no cargo de gerência e direção. O curso, idealizado pelo Fórum Náutico Paulista e que tem o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Acobar e Revista Náutica, é destinado aos funcionários de micros e pequenas empresas, cujo faturamento anual não exceda R$ 3,6 milhões.

                        Foto: Otto Aquino

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                          Classic Sailing Festival

                          Por: Redação -

                          Nos dias 18 e 19 de junho, o Yacht Club Paulista realiza o primeiro Classic Sailing Festival, em homenagem à vela brasileira e aos campeões e medalhistas olímpicos. São esperados 60 veleiros clássicos, além da presença de grandes nomes competindo nas raias. Lars Grael, Bruno Prada, Eduardo Souza Ramos, Bibi Juetz e Jorge Zarif são alguns dos nomes já confirmados no evento. Na ocasião, acontecerão o 1º Campeonato Brasileiro de Clássicos, o Campeonato Paulista de Soling e a Regata em Homenagem aos Campeões. No fim de semana de competição devem estar presentes as classes Star, Lightning, FD, Sharpie, Finn, Snipe (valendo também para Thor com deque de madeira), Olímpico e Pingüim. Os barcos de fibra com 30 anos de idade ou mais, competirão na categoria Spirit os Tradition. Para mais informações, acesse o aviso de regata. As inscrições devem ser feitas pela internet e custam de R$ 15 a R$ 90, dependendo da categoria.

                          Foto: Reprodução

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                            Mar de ofertas

                            12/05/2016

                            As peças e acessórios Volvo Penta agora têm 2 anos de garantia. E o que é melhor: estão com preços especiais. A marca está com mais de 60 ofertas em peças e acessórios com a promoção “mar de ofertas”, válida até 30 de junho de 2016. Entre as peças com descontos, estão injetor, por R$ 1399; kit de camisa de cilindro, por R$ 1999; e turbocompressor, por R$ 8999. Para conferir todos os produtos disponíveis e valores, acesse o site www.ofertasvolvopenta.com.br.

                            Foto: Fotolia

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                              Novidade no ar

                              Por: Redação -

                              O estaleiro paulista Intermarine apresenta o seu novo site www.intermarine.com.br. O objetivo ao criá-lo foi oferecer uma experiência mais rica de navegação e fomentar as vendas. O website traz um grande volume de informações sobre o estaleiro e seus produtos, destacando todos seus diferenciais em design, tecnologia, além de uma galeria de fotos e plantas de todas as embarcações da Intermarine.

                              Um dos destaques da nova versão do site da empresa é a visualização em 360° das embarcações e as pinturas disponíveis como opcional para cada modelo. “As plataformas digitais são importantes para a geração de leads, tanto pelas possibilidades de explorar graficamente o conteúdo, como pelo amplo alcance e velocidade do compartilhamento de informações”, diz Allysson Yamamoto, diretor de marketing da Intermarine.

                              Acompanhando também o crescimento dos acessos através de dispositivos móveis, o novo site adapta-se automaticamente ao tamanho da tela do usuário.

                              Foto: Reprodução

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                                Super esportiva

                                Projeto da inglesa Glider Yachts construído pela Burgess Marine, a inusitada embarcação de 59 pés SS18 pode impressionar ainda mais quando em ação. Esta, que é a primeira de uma série de embarcações de luxo de 18 a 80 metros da marca, pode alcançar os 56 ou 96 nós de velocidade, dependendo de sua motorização. Com capacidade para cinco pessoas no seu cockpit aberto, o modelo de design futurista é construído em alumínio de alta qualidade e tem seu interior personalizado por Corbeau, além de possuir painel sob medida e controles integrados, o que permite aos usuários fácil controle de todas as funções deste futurista super esportivo. Assista ao vídeo:

                                Foto: Divulgação

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                                  Vela brasileira

                                  Por: Redação -

                                  Encerrada a primeira edição do City Grand Slam de Hamburgo, as expectativas e projeções para os Jogos Olímpicos se intensificam. A regularidade da vela brasileira na competição coloca a modalidade como a terceira mais bem sucedida em número de medalhas. Nosso velejadores já frequentaram o pódio olímpico 17 vezes, atrás apenas do vôlei (20), incluindo-se praia, e do judô (19).

                                  Os medalhistas olímpicos Torben Grael, com cinco conquistas, e Bruno Prada, com duas, foram as atrações brasileiras nas regatas válidas pela Star Sailors League (SSL) e cumpriram suas tarefas, chegando em sétimo e sexto lugares, respectivamente, entre 86 tripulações. Torben viajou direto de Hyères, onde coordenou a equipe olímpica na etapa francesa da Copa do Mundo, para Hamburgo, na Alemanha.

                                  “A equipe está bem balanceada. Temos a experiência do Robert (Scheidt), da Fernandinha (Oliveira), do Bimba (Ricardo Winick), mesclada a velejadores mais jovens. Será necessário equilíbrio, Competir em casa vai servir tanto para estimular quanto para pressionar”, avalia Torben, coordenador técnico da Confederação Brasileira de Vela, que prefere não cogitar desempenhos pessoais. “Conta de medalhas não existe, esporte não é matemática. Às vezes, nem o principal dos favoritos consegue a medalha, mas temos chances reais e queremos manter a tradição da vela”.

                                  A maior conquista olímpica de Torben é o bicampeonato na classe Star ao lado de Marcelo Ferreira, além de mais uma prata e dois bronzes. Bruno Prada tem prata e bronze na mesma classe, correndo com Robert Scheidt. “O Brasil irá para os Jogos com um time forte, basta analisarmos os quatro últimos anos. Robert (Laser), Martine e Kahena (49erFX), Fernanda (470) e Jorginho Zarif (Finn), têm todas as condições de brilhar. As Pranchas a Vela e a Nacra podem ir para a medal race, enquanto as classes Laser Radial, 470 masculina e 49er terão ótima oportunidade para adquirir experiência única”, considera Bruno.

                                  O tetracampeão mundial de Star reserva otimismo à parte para falar das possibilidades do parceiro de barco e amigo há 25 anos, Robert Scheidt, que poderá chegar à impressionante marca do sexto pódio nos Jogos do Rio. “O Robert vai chegar muito forte. Ele está evoluindo na hora certa, tem moral de sobra e os adversários o respeitam demais. Ele joga a pressão para cima dos caras”, enfatiza Bruno, que aponta quatro países entre os mais bem cotados na vela olímpica. “Vejo Inglaterra, Austrália, França e Holanda muito bem preparados”. Bruno e Robert conquistaram duas medalhas em Olimpíadas, Pequim (prata) e Londres (bronze). Juntos, ainda faturaram o tricampeonato mundial de Star.

                                  Foto: Divulgação

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                                    Estreia

                                    O mais recente veleiro da Perini Navi acaba de ser lançado em La Spezia, na Itália. O modelo de 70 metros, todo em alumínio, foi projetado pela equipe interna da empresa em parceria com Philippe Briand. Com interior assinado pelo estúdio americano PH design, o modelo conta com materiais de alta qualidade, como o titânio, tanto no seu design estrutural quanto na estética. Externamente, possui um flybridge de 18 metros de comprimento, com boa e acolhedora área para relaxamento e entretenimento. Seu deque principal possui ampla área para hóspedes que se conecta diretamente à cabine do piloto por meio de uma larga porta de correr.

                                    “Como o segundo maior veleiro da marca até hoje, Sybaris trouxe numerosos desafios técnicos e estéticos”, diz Burak Akgul, um dos diretores da Perini Navi. “Mas onde há vontade, há caminho. E o resultado é um veleiro excepcionalmente bonito, que transpõe os limites do design de todas as maneiras possíveis”, completa.

                                    Foto: Divulgação

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                                      Tradição e navegação

                                      A Limer Náutica e a JN Yachts organizaram o primeiro passeio náutico para acompanhar a tradicional Festa do Divino de Anhembi, que acontece neste fim de semana (dias 13, 14 e 15 de maio), no interior de São Paulo. O passeio acontecerá no sábado, 14, com saída ao meio-dia de Três Rios – encontro do Rio Piracicaba com o Rio Tietê, ponto pré-determinado pela organização -, e chegada à Festa do Divino depois de, aproximadamente, uma hora e meia de navegação.

                                      No município de Anhembi, os participantes poderão aproveitar a tradicional comemoração e passar a noite, seja no próprio barco, seja acampando. O retorno será no domingo, 15, também ao meio-dia. Quem tiver interesse, pode se inscrever gratuitamente pelos telefones (19) 3441-1325 (Limer Náutica) e (19) 2534-4451 (JN Yachts), e ainda ganhar regulagem completa, troca de óleo (rabeta) e camiseta exclusiva. Para participar, são necessários o documento da embarcação (TIE), habilitação do condutor da lancha e material de salvatagem (coletes e bóia).

                                      A Festa do Divino de Anhembi surgiu por volta de 1840, nos sítios da região, quando os moradores resolveram louvar a Deus para pedir uma solução para as doenças que estavam vitimando muitas pessoas na região, como o mal de chagas e a malária. Como o passar do tempo, a festa foi crescendo e, atualmente, recebe muitos turistas, sempre no dia de Pentecostes. Durante o dia é possível se deliciar com as barracas de comidas típicas, artesanatos e bugigangas, sem falar nas dezenas de barracas de cocada.

                                      Foto: Reprodução

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                                        Por: Redação -
                                        11/05/2016

                                        Com objetivo de reforçar a solidez e com base no plano de desenvolvimento, o Grupo italiano Azimut-Benetti, com filial em terras brasileiras, acaba de anunciar o aumento do capital social em R$ 63,6 milhões. A empresa prevê com essa medida o fortalecimento ainda mais expressivo de sua posição de liderança e participação no mercado mundial.

                                        O Grupo registrou um valor de produção de mais de R$ 2,72 bilhões na última temporada náutica (2014/2015), um aumento de 11% em relação à temporada anterior. Além disso, um valor de mais de R$ 400 milhões será investido neste e no próximo ano. O investimento inclui o processo de crescimento da fábrica brasileira com ampliação da gama de iates produzida e sua expansão ao mercado internacional, além de manter a força no mercado brasileiro.

                                        “Esses números demonstram a confiança no projeto brasileiro e a força de um grupo mundial com mais de 45 anos de história e excelência náutica. Isso resulta em segurança aos nossos clientes ao adquirirem um produto de alto padrão de uma marca mundialmente consagrada, a Azimut Yachts”, destaca o CEO da Azimut do Brasil Davide Breviglieri. “Hoje somos o único estaleiro mundial que fabrica iates de alto luxo com presença em território brasileiro”, complementa.

                                        Um dos recentes projetos do Grupo já iniciados é a fabricação da esportiva Azimut Verve 40, nova coleção produzida exclusivamente na unidade brasileira. Para este ano mais de 10 unidades já foram encomendadas aos Estados Unidos. Também será comercializada ao Brasil e demais países da América Latina. Além da Azimut Verve 40, os outros luxuosos modelos da gama Brasil, de 42 a 83 pés, também ampliam a sua participação no mercado internacional com vendas já confirmadas aos Estados Unidos, Uruguai, Paraguai e Colômbia.

                                        Os investimentos do Grupo Azimut-Benetti também terão atuação significativa nas áreas de pesquisa e desenvolvimento que refletem para todas as unidades de produção mundial, inclusive a brasileira. Entre os destaques está a implantação de novos processos inovadores de construção com materiais que incluem fibra de carbono e GRP juntamente com alumínio; pesquisas para alta eficiência dos cascos e performance otimizadas a iates das mais variadas dimensões.

                                        Atualmente, o Grupo Azimut-Benetti produz mais de 40 modelos de embarcações de 34 pés a 110 metros ou mais. A unidade brasileira produz atualmente 7 modelos da gama, de 40 a 83 pés, com planos de expansão. Participa dos principais “Boat Shows” do mundo (Brasil, Estados Unidos, Emirados Árabes, Itália, Alemanha, França, China, Japão, e outros).

                                        Foto: Alberto Sodré

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                                          Por: Redação -

                                          O estaleiro paulista Colunna Yachts já conta com 12 barcos exportados para Taiwan, na Ásia. Única fabricante de jetboats na América do Sul, a marca – criada há mais de 20 anos – anunciou em 2015 a possibilidade de ganhar um representante oficial em Taiwan, o que foi para a frente e tornou a Colunna um estaleiro internacional. Para começar a exportar, a empresa teve que passar por algumas readequações, como a marcação CE de seus barcos, um indicativo de conformidade obrigatória para diversos produtos comercializados no Espaço Econômico Europeu.

                                          O trabalho rendeu frutos e, agora, os modelos Expert 3 e XR2-S já podem ser vistos navegando pelas águas Asiáticas. O principal diferencial dos jetboats é a propulsão hidrojato, que aumenta a segurança dos passeios por não possuir hélice exposto e permitir navegação em águas mais rasas. Os modelos possuem, ainda, alta manobrabilidade, podem ser transportados por carreta rodoviária, engatada ao veículo, além de não necessitarem de marina. Podem ser utilizados para esportes aquáticos, como esqui e wake.

                                          Tudo começou no início dos anos 1980, quando o paulista Eduardo Colunna, então com 18 anos, idealizou e fabricou seu próprio jet, numa época em que eles quase não existiam no Brasil. O projeto era para um trabalho de conclusão de curso, mas deu tão certo que se tornou negócio: o produto foi levado ao mercado e Eduardo se estabelecia como pioneiro do segmento no país. Na década seguinte, veio o grande salto: a criação de uma embarcação que mistura lancha com jet, com jatos d’água no lugar dos tradicionais hélices. Nascia o primeiro jetboat brasileiro, que tem como principal característica a propulsão hidrojato — e, logo, se tornaria o principal produto da empresa.

                                          Fotos: Divulgação

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                                            Criada de uma colaboração entre a Quintessence Yachts e a Aston Martin, a lancha AM37 é de encher os olhos dos apaixonados pelo mar. Inovadora, esta esportiva vem com uma abertura da popa em slide, revelando um bimini de fibra de carbono, que atua como um hardtop modular, o que permite o proprietário proteger o refinado interior sem a deselegância de uma capota.

                                            Desde a fase de concepção do projeto a Aston Martin tinha apenas uma exigência, que o AM37 fosse um barco rápido e tão fácil de pilotar quanto um carro. Foram essas características que pautaram o projeto desta lancha de 37 pés desde o início. E como não poderia faltar, o barco tem o design de um clássico Aston Martin que podem ser encontradas no casco e no cockpit com bancos individuais no posto de pilotagem.

                                            Foto: Divulgação

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                                              Por: Redação -

                                              O anodo é um dos menores (e mais básicos) componentes de qualquer barco. Mas, sem ele, a corrosão das partes metálicas que ficam em contato com a água (motores, por exemplo) seria capaz de arruinar qualquer embarcação em pouquíssimo tempo. Para evitar que isso aconteça, ele — o anodo — é corroído, poupando assim componentes bem mais caros e sofisticados. Esta é a função do anodo: corroer no lugar dos outros. Ou seja, ele existe para ser sacrificado, feito um boi de piranha náutico. Daí o seu nome oficial: anodo de sacrifício. Basicamente, um anodo não passa de um bloquinho sólido de metal, que, quando grudado a qualquer parte metálica submersa do barco, cumpre o papel de ser destruído no lugar dele. Isso acontece graças a um fenômeno chamado eletrólise, ou a corrente elétrica gerada pela união de dois metais submersos (o do anodo com outro qualquer, do barco), que irá corroer aquele de maior eletronegatividade — no caso, o anodo. Mas, para que isso aconteça, existem outras particularidades
                                              que devem ser respeitadas, como mostramos nos dez tópicos abaixo.

                                              1 – O melhor material para o anodo é o zinco ou liga de zinco com magnésio e alumínio, para uso no mar. Já nos barcos que ficam em água doce a melhor matéria-prima é a liga de magnésio.

                                              2 – O anodo não deve ser pintado em hipótese alguma, porque isso tira completamente a sua capacidade de ser corroído.

                                              3 – Também pelo mesmo motivo, o anodo não deve ser aplicado em partes pintadas. É preciso assegurar o contato dele diretamente com um metal.

                                              4 – Os melhores locais para a instalação do anodo são os de pouca resistência à água, como dentro do escapamento do motor ou na base dos motores de popa.

                                              5 – Qualquer anodo deve ser substituído por outro quando a corrosão atingir 50% do seu tamanho. Porque, a partir daí, ele corroerá ainda mais rapidamente.

                                              6 – Não dá para calcular exatamente a vida útil de um anodo, porque isso depende do tempo que ele permanecer na água — ou seja, quanto mais tempo submerso, mais rápido será o seu processo de
                                              corrosão. Por isso, ele deve ser verificado a cada seis meses e trocado, em média, a cada um ano completo.

                                              7 – Todas as vezes que o seu barco estiver fora d’água, aproveite para ver o estado do anodo e passar uma escova ou palha de aço nele, a fim de eliminar a camada superficial já deteriorada.

                                              8 – Em todas as revisões do motor, não esqueça de exigir que seja trocado o anodo. Ou, no mínimo, que ele seja limpo.

                                              9 – O ideal é que o anodo seja aparafusado ou soldado em alguma parte metálica da propulsão, ou seja, eixo, leme, rabeta, flap ou hélice.

                                              10 – Usar mais anodos do que o indicado pode surtir efeito contrário. Muitos metais farão com que a massa dos anodos fique “mais dura” e isso atrapalhará a sua corrosão. Que, afinal, é o objetivo desta curiosa (mas fundamental) pecinha de metal.

                                              Foto: Fotolia

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                                                Foto: Divulgação

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                                                  Por: Redação -

                                                  Multicampeão. Atleta consagrado. Considerado um dos melhores da história. E ainda com apetite. Aos 43 anos, Robert Scheidt vai usar toda sua técnica, experiência e vontade para lutar pelo 12º título mundial da classe Laser. O velejador brasileiro está em Puerto Vallarta, no México, para a disputa do campeonato que começa na quinta-feira, 12, e vai até 18 de maio. A fome por medalha, contudo, não será saciada em águas mexicanas. A grande meta do ano são os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

                                                  “O Mundial é uma verdadeira maratona. São 14 regatas em sete dias, que exigem muito dos competidores. Espero um nível muito alto e vou procurar manter a regularidade para chegar ao final em condições de brigar por um lugar no pódio”, afirma Robert, que optou por não participar da etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela, no final de abril, na França, para se concentrar exclusivamente na preparação para o Mundial. “Optei por não ir para Hyères porque achei que seria demais, em função da proximidade com o Mundial. Considerei ser melhor usar este tempo para caprichar na parte física e técnica”, disse o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

                                                  O Mundial do México será realizado na mesma raia do Pan de 2011, competição que Scheidt não participou porque, na época, estava na classe Star, que não faz parte do programa pan-americano. Para se ‘aclimatar’, Robert chegou a Puerto Vallarta com uma semana de antecedência para se habituar com o regime de ventos e a raia, que ele não conhece justamente por não ter disputado o Pan há quatro anos.

                                                  A programação da temporada 2016 é composta por etapas. O Mundial é um dos maiores e mais importantes ‘degraus’ para chegar ao objetivo máximo do ano, a Olimpíada. E o planejamento incluí, ainda, um período de treinamento no Brasil. “Depois do Campeonato Mundial, terei um período de preparação no Rio de Janeiro, entre 15 a 25 de junho. Retornarei à capital carioca em 7 de julho, onde farei duas pequenas competições e entrarei na reta final de preparação até o início dos Jogos”, antecipa Scheidt, que mora no Lago Di Garda, na Itália, com a mulher, a também velejadora lituana Gintare Volungeviciute, e os dois filhos do casal.

                                                  O Mundial não é o primeiro degrau de Robert rumo aos Jogos Olímpicos do Rio. Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, ele soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Mais recentemente, no início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na carreira são 175 títulos – 86 internacionais e 89 nacionais – além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

                                                  Robert Scheidt também obteve mais três vitórias recentemente. Embora não tenham o peso dos grandes resultados da temporada, ele ganhou velejando na Itália, em 15 de abril, dia do seu aniversário de 43 anos. “Foi um dia muito feliz. Estava com minha família e participei de uma regata no Lago de Garda e venci três provas, então, não podia ser melhor a comemoração do meu aniversário.”

                                                  Foto: Divulgação

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                                                    Lançamento

                                                    10/05/2016

                                                    O estaleiro italiano Baglietto lançou o primeiro casco da linha Fast da marca, de 46 metros, em La Spezia, na Itália. Na cerimônia de lançamento, estiveram a imprensa internacional, o prefeito da cidade e outras autoridades locais. Com exterior desenhado em parceria com Francesco Paszkowski Design e interior por Margherita Casprini, este iate foi projetado para oferecer amplos espaços ao ar livre e conta com espaçoso terraço com vista para o oceano e equipado com sofás e solário na área superior.

                                                    O interior, sofisticado e contemporâneo, conta com layout tradicional: quatro camarotes para hóspedes no convés inferior e a suíte master – com escritório, closet e suíte – no convés principal. O iate, inteiramente construído em alumínio, poderá alcançar uma velocidade máxima de cerca de 28 nós, com motores MTU 16V4000 individuais. O modelo será apresentado mundialmente nos próximos Boat Shows em Cannes e Mônaco.

                                                    Foto: Divulgação

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                                                      Iniciado em 2014 o projeto Limpeza dos Mares Acatmar, a cargo da Associação Náutica, chamou a atenção do público para o lixo coletado no fundo das águas do entorno da Ilha do Arvoredo, Ilha do Francês e o canal da Barra da Lagoa, na Grande Florianópolis, somente para citar alguns exemplos. Foram recolhidos até agora 23,2 toneladas de resíduos dos mais variados tamanhos e origens, que prejudicam a fauna marinha, oferecem riscos à navegação e também minam o mergulho de observação, atividade pouco explorada em nosso litoral.

                                                      Esta terceira temporada começa pela Praia Grande, em Governador Celso Ramos, depois de seis etapas realizadas nos últimos dois anos, e conta com o apoio da prefeitura do município. “Temos tido a ajuda de muita gente que ama nossa costa e luta pela harmonia entre a natureza e as atividades náuticas”, explica Leandro ‘Mané’ Ferrari, presidente da Acatmar.

                                                      Com apoio da Capitania dos Portos, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICM-Bio), Polícia Federal, Iate Clube Veleiros da Ilha e o Grupo de Trabalho Náutico de SC, o projeto Limpeza dos Mares já ganhou o prêmio Top Turismo, concedido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing de SC (ADVB/SC). “Estamos felizes e damos total apoio à ação aqui na Praia Grande. A meta é diminuir a poluição dos locais mais propensos à navegação e mergulho, fomentando ainda mais a atividade e a consciência ambiental de todos os que utilizam nossas águas para o lazer e a pesca”, afirma o prefeito Juliano Duarte Campos.

                                                      Os participantes formam equipes de mergulhadores profissionais e amadores – alguns de estados vizinhos – além de pessoal de apoio em lanchas e em um barco-base. “Nossa previsão é estender o projeto a outras áreas em breve”, avisa Álvaro Almeida, diretor de Mergulho da Acatmar. O Evento é uma Realização da Acatmar, com organização da Escola de Mergulho Acquanauta e da Projecta Eventos.

                                                      Serviço:Data: 14 de maio de 2016

                                                      Saída da embarcação: Trapiche de Canasvieiras, às 7:30h

                                                      Mais informações:[email protected]

                                                      *Inscrições gratuitas para mergulhadores e voluntários pelo fone (48) 3266-1137

                                                      Foto: Divulgação

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                                                        A Marina Itajaí recebeu ontem, 9, o imponente veleiro “Haspa Hamburg” que escolheu Santa Catarina para uma de suas paradas oficiais durante a regata Hamburg Süd Southern Ocean Challenge. Nesta quarta-feira, 11, receberá convidados da Marina Itajaí e do patrocinador Hamburg Süd para navegação junto aos tripulantes que participam da etapa na América do Sul.

                                                        O “Haspa Hamburg” iniciou o desafio em Sydney, na Austrália, em dezembro do ano passado e partiu para a Nova Zelândia. Com diferentes grupos de velejadores e tripulantes que participam em revezamento, atravessaram o pacífico e condições climáticas extremas até chegarem, em março deste ano, na América do Sul, passando pela Argentina e Uruguai. Recentemente no Brasil, vieram do Rio Grande do Sul para Santa Catarina. Passarão ainda pelo Rio de Janeiro e seguirão para os Açores. O ponto final é Hamburgo, na Alemanha, previsto para outubro. Ao todo, o veleiro deve navegar mais de 17 mil milhas náuticas.

                                                        “Em razão da completa estrutura da Marina Itajaí, ficamos orgulhosos em representar Santa Catarina na recepção do “Haspa Hamburg” e em fazer parte desta longa e importante regata oceânica que incentiva o iatismo, especialmente em um ano que o Brasil é sede dos Jogos Olímpicos”, destaca o diretor do Complexo Marina Itajaí Manuel Carlos Maia de Oliveira.

                                                        A regata Hamburg Süd Southern Ocean Challenge é um projeto da associação mundial Hamburgischer Verein Seefahrt e V. (HVS), de veleiros oceânicos, que através de seus membros patrocinadores, financia a aquisição e a manutenção de veleiros possibilitando aos jovens a prática da vela oceânica. Qualquer velejador interessado pode se tornar membro do Grupo, intitulado “Grupo de velejadores Störtebeker” e, dessa forma, utilizar as embarcações.

                                                        Além do incentivo ao esporte o projeto é uma comemoração aos 110 anos em que um veleiro da HVS atravessou pela primeira vez o oceano.

                                                        Foto: Divulgação

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                                                            29º Campeonato Brasileiro de Jet

                                                            Por: Redação -

                                                            O uruguaio Fabian Teliz é um dos destaques internacionais confirmados no 29º Campeonato Brasileiro de Jet, que será disputado de 26 a 29 deste mês, na Represa de Furnas, em Boa Esperança, no Sul de Minas Gerais. O evento também definirá os pilotos com direito de disputar o Campeonato Mundial, que será realizado de 1º a 9 de outubro, em Lake Havasu, no Arizona (EUA).

                                                            O piloto de Montevidéu vem se preparando para a disputa que promete ser das mais equilibradas. Compete há vários anos no Campeonato Brasileiro e soma quatro títulos no currículo. No ano passado teve problemas com o equipamento, mesmo assim obteve a terceira colocação na categoria Super Course Pro Stock Turbo.

                                                            O uruguaio deve competir nas categorias Super Course Pro Stock, Runabout Limited Turbo, Runabout GP Turbo, Super Course Limited Turbo e Super Course GP Turbo. Sua expectativa é que o equipamento apresente um bom rendimento, para brigar por títulos.

                                                            A programação do 29º Campeonato Brasileiro de Jet começará diariamente às 10 horas. As categorias em disputas são: Ski GP Aspirado e Turbo, Runabout Estreante Stock Aspirado e Turbo, Runabout Novato Stock Aspirado e Turbo, Runabout Limited Aspirado e Turbo, Runabout GP Aspirado e Turbo, Super Course Limited Aspirado e Turbo Super Course GP Aspirado e Turbo, Freestyle Amador e Profissional, e ainda a nova categoria Vintage.

                                                            Foto: Divulgação

                                                            Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingnautica.com.br

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