O pequeno barco de 19 pés está sendo utilizado em diversas bases navais dos Estados Unidos
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A Marinha dos Estados Unidos é considerada a maior e mais poderosa do mundo, com um poderio maior que o de todos os demais países do G7 juntos. No entanto, os Navy Seals, uma das principais Forças de Operações Especiais da Marinha Especiais da Marinha dos Estados Unidos, viraram sensação na internet por conta de um barco que contrata com sua frota de contratorpedeiros, fragatas, couraçados e cruzadores: o pequeno e charmoso Boomin Beaver, cuja imagem bombou nas redes sociais norte-americanas ao ser apresentado como rebocador.
O barquinho, de 19 pés (5,80 metros de comprimento, o tamanho de alguns carros), é considerado uma mão na roda para o controle de regiões marítimas de difícil acesso. Polivalente, ele está sendo utilizado em diversas bases navais dos Estados Unidos para rebocar navios pequenos e implantar cercas de segurança flutuantes, que servem para garantir que embarcações maiores e mais importantes não recebam visitas indesejadas.
O barco foi construído pela Chuck’s Boat and Drive, fábrica localizada na cidade de Longview, em Washington. Inicialmente, era a curiosa embarcação era usada por madeireiros locais, porém em algum momento da história, os Navy Seals se interessaram pelo mini barco e decidiram comprar dezenas de unidades. Mas nem tudo é mar de brigadeiro: no início deste mês, um Boomin Beaver afundou, depois de colidir com a causa de um submarino da própria US Navy.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
O São Paulo Boat Show terá muitos barcos na Raia da USP
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Os amantes do mundo náutico têm um encontro marcado entre dias 19 a 24 de novembro. Em sua 23ª edição, o São Paulo Boat Show, principal salão náutico do país, em parceria com o Governo do Estado de SP e a Secretaria de Turismo, ocorrerá na Raia Olímpica da USP, ao ar livre e desta vez com um diferencial: pela primeira vez, o salão contará com barcos expostos na água. Sem dúvida alguma, um evento imperdível e que será transmitido ao vivo para todo o mundo, transbordando energias positivas. Veja agora o tour virtual do evento inédito e viaje conosco para dentro do São Paulo Boat Show 2020.
https://www.instagram.com/p/CErcYfBj4FV/
Veja, em fotos 3D, como será o São Paulo Boat Show 2020, na Raia da USP.
Acesso de entrada ao eventoÁrea onde será localizada a bilheteria e o credenciamento de profissionaisEspaços reservados para a exposição de embarcaçõesStudio flutuante NÁUTICARegião disponibilizada para interação (respeitando os protocolos de saúde)Restaurante VIPAtrações aquáticas disponíveis para práticas esportivas, dentre outrasFood Trucks disponíveis no local em área de praça de alimentaçãoDistanciamento entre mesas seguindo os protocolos de saúde estabelecidosInformativo dos protocolos de saúde a se seguir no evento
A Raia Olímpica da USP, localizada paralelamente à Marginal Pinheiros, possui cerca de 2,2 quilômetros de extensão e 100 metros de largura. Todo o espaço será pensado e explorado da melhor maneira possível, abrigando as maiores novidades do mercado brasileiro e internacional, como: lanchas, veleiros, jets, infláveis e equipamentos para as experiências a bordo.
Respeitando os protocolos de saúde e implementando fortes medidas de segurança, o evento é uma grande oportunidade para aqueles que querem fechar negócios únicos, tendo contato direto com grandes marcas e suas variedades. Além disso, também estarão disponíveis conteúdos totalmente virtuais que irão garantir uma grande interação entre a NÁUTICA e espectadores.
Vista aérea da exposição de barcosVista lateral da exposição de barcos na Raia Olímpica da USP
O São Paulo Boat Show 2020 promete ser um marco histórico para a cidade, que é a maior do país. Para ficar por dentro de todas as novidades e conteúdos diversos, fique ligado em nossas redes sociais: Facebook, Instagram e Twitter. Estamos ansiosos desde já! Aguarde e nos vemos lá!
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O estaleiro catarinense Schaefer Yachts acaba de divulgar o teaser de seu mais novo modelo de lancha: a Schaefer V33, que traz um novo conceito de esportividade, de acordo com as primeiras informações da marca.
A nova Schaefer V33 é um walk around de 33 pés, contemporâneo e esportivo, desenvolvido para mercados americano e europeu. Pode ser equipada com um motor de centro-rabeta a diesel ou uma parelha de motores de popa de 300 hp. O modelo privilegia as áreas externas, mas também possui uma cabine para duas pessoas pernoitarem com conforto.
Com um portfólio que inclui, além da nova V33, outros 14 modelos, entre eles as Schaefer 25M, 770, 660, 580, 510 (em 4 versões), 400 (em 2 versões), 375, 365, 303 e 260, a marca é um dos maiores estaleiros brasileiros contando, também, com ampla representatividade internacional.
Recentemente, a Schaefer Yachts exportou sua primeira lancha para Porto Rico: uma 77 pés destinada a navegar pelas águas do Caribe sob comando de uma cantora internacional, além dos inúmeros outros barcos que a marca já entregou fora do país.
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O Porto do Recife será a casa da nova embarcação Ciências do Mar IV, nos próximos cinco anos. A hospedagem é fruto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o ancoradouro recifense e a Universidade Federal de Pernambuco. O Laboratório de Ensino Flutuante foi construído pelo estaleiro cearense Inace, já está no mar em fase de testes e deve atracar no Recife, na segunda quinzena de setembro. “A previsão era que a embarcação fosse entregue no início do ano, mas a pandemia atrasou todo o cronograma”, explica o professor Alex Costa e Silva, do departamento de oceanografia da UFPE.
O Acordo visa incentivar o desenvolvimento de conhecimento técnico-científico aplicado às atividades portuárias. Além de viabilizar o uso das instalações de acostagem para a embarcação, o Porto do Recife contará com o auxílio dos estudantes de Oceanografia da universidade pernambucana na elaboração de projetos ambientais e estruturais no terminal.
Durante a vigência do contrato o ancoradouro será contemplado com palestras, pesquisas, monitoramentos ambientais e análises técnicas. “O primeiro projeto de monitoramento ambiental já está sendo viabilizado entre a UFPE e o ancoradouro, para ser realizado durante as obras de dragagem que acontecerão ainda este ano”, diz Carlos Vilar presidente do Porto do Recife. O monitoramento vai estudar os aspectos físicos, químicos e biológicos da bacia portuária para saber se a obra causará algum impacto ambiental na área.
Dentre os muitos termos do acordo, o Laboratório de Ensino Flutuante – Ciências do Mar IV vai fornecer ao Porto dados oceanográficos, meteorológicos e ecossistêmicos da bacia e do entorno do ancoradouro, bem como levantar a fauna aquática da bacia identificando, principalmente, as espécies invasoras.
A embarcação tem 32 metros de comprimento, calado de 2,7m, capacidade para oito tripulantes e 18 passageiros (alunos e professores), autonomia segura para dez dias de navegação e está equipada com instrumentos de navegação, segurança e científicos. O Ciências do Mar IV poderá ser utilizado por todas as universidades da Região Nordeste que possuem cursos na área de ciências do mar
O principal motivo para a parceria com o Porto do Recife foi a localização do terminal “que facilita o deslocamento da embarcação para futuros trabalhos de execução científica, como também possibilitará a abertura do laboratório flutuante para as escolas e a população, que terão a oportunidade de visitar uma embarcação de pesquisa”, explica Costa e Silva.
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Seguem os preparativos finais para o segundo evento do calendário da Vela de Oceano da ABVO (Associação Brasileira de Vela de Oceano) após a quarentena. A cidade de Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, irá receber o Ubatuba Sailing Festival a partir da próxima sexta-feira, dia 5 de setembro, até o domingo, dia 7.
A competição, que vem se tornando uma das principais do calendário nacional, é sediada pelo Ubatuba Iate Clube e será o Campeonato Paulista de Vela de Oceano nas categorias IRC e BRA-RGS com uma regata longa de percurso de 30 milhas no primeiro dia e nos demais regatas barla-sota.
Esta edição terá as presenças ilustres dos medalhistas olímpicos Torben Grael, bicampeão Olímpico na classe Star em 1996 Atlanta, nos EUA, e 2004 em Atenas, na Grécia, e Lars Grael, duas vezes Bronze em 1988 em Seul, na Coreia do Sul, e 1996, ambos pela classe Tornado.
“Estamos muito felizes com a participação do Lars e do Torben Grael, eles têm participado regularmente desse nosso campeonato. O Lars deve estrear seu novo veleiro um IMX 40 Avohai na categoria. Já o Torben deve vir com seu magnífico Columbia 50”, declarou Alex Calabria, organizador do evento.
Por conta da pandemia da Covid-19, o evento está se programando para tomar todas as medidas necessárias de distanciamento: “O UIC está se preparando para receber os competidores da Ubatuba Sailing Festival em tempos de pandemia. Com o apoio da Secretaria de Esportes e da vigilância sanitária de Ubatuba, realizaremos um campeonato seguindo todos os protocolos e recomendações sanitárias. Mesmo com todas as restrições impostas pela Covid-19, o clube espera de braços abertos os velejadores e está trabalhando para um evento muito técnico e, ao mesmo tempo, hospitaleiro. O clube disponibilizará, em espaços estratégicos, totens com álcool gel para todos os competidores; a secretaria da competição será montada numa área ao ar livre próximo à piscina, onde apenas os comandantes irão retirar as bolsas da tripulação com o kit velejador com as informações da regata, camisetas do evento, álcool em gel e a máscaras de uso obrigatório. Além disso, como anunciado, será nesse momento também que os comandantes das cinco primeiras embarcações inscritas retirarão seus brindes”, informou Alex.
“Devido à pandemia, para evitar aglomerações, as cerimônias de premiação serão exclusivas dos comandantes de cada embarcação que também não poderão levar acompanhantes. Estas cerimônias serão transmitidas ao vivo pelo Youtube no canal exclusivo do Ubatuba Iate Clube”, complementou ele, dizendo, ainda, que a cerveja e o kit com petiscos estarão garantidos e poderão ser retirados numa área reservada próxima a rampa do píer para serem consumidos quentinhos nas embarcações.
Outra novidade é mais um teste do sistema de rastreamento montado pelo comandante Bayard Filho, do Inaê 40 em parceria com a ABVO para monitoramento dos veleiros ao longo das regatas através do aplicativo RaceQS. “Todas as embarcações serão convidadas a utilizarem um dispositivo de rastreamento pelos seus celulares. Trata-se de um aplicativo chamado RaceQs que registra dados de navegação com seu telefone e cria um replay 3D de sua regata online. O Comandante Bayard, do veleiro Inae 40 é o embaixador do dispositivo e ele já preparou um vídeo específico de como ajustar os celulares na embarcação antes das regatas. O vídeo, estará disponível em nosso site e no grupo de whatsap de velejadores inscritos”.
Alguns dos barcos já confirmados são o Avohai IMX 40 de Lars Grael, de Niterói (RJ), King (ex-Khrisna Pajero), Xamã (ex-Angela Star), do Rio de Janeiro (RJ). Ainda do estado do Rio, de Niterói, virá o Mahalo. O evento já tem barcos confirmados também de Angra dos Reis (RJ) e Ilhabela (SP). Até o momento 19 barcos já estão inscritos com expectativa de 30 até 40 veleiros na raia.
Homenagem a Torben Grael e aos 15 anos da saga do Brasil 1
Nesta 11º edição do USF, o Brasil 1 será o barco homenageadono troféu. Há 15 anos, o veleiro levava o nome do país na Volvo Ocean Race na aventura pelo mundo. “O Brasil 1, veleiro já icônico, projeto do Bruce Farr será o homenageado desta edição, com uma cuidadosa reprodução em escala que será o troféu dos vencedores com dedicatória”, seguiu Alex.
Além dessa homenagem, no segundo dia na premiação dos vencedores do primeiro dia de regatas, Torben Grael será homenageado por tudo o que realizou para a vela brasileira em sua carreira.
As inscrições seguem abertas e podem ser feitas pelo Aviso de Regata disponível no site e nas redes sociais da ABVO.
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Depois de 9 meses de viagem, Stuart Rogerson, de 73 anos, chegou a Ibiza, sua cidade natal. A jornada de 10 mil milhas a bordo de um veleiro antigo percorreu vários países e marcou a vida do marinheiro. A embarcação, de 9 metros (30 pés) recebeu o nome de Nandi. Stuart percorreu o Pacífico e foi o último a bordo de um veleiro privado a cruzar o Canal do Panamá, antes deste ser fechado por conta da pandemia.
Stuart começou seu contato com o mar ao abrir uma escola de windsurf, em Cala d’Hort (Ibiza), durante os anos 1970. Dez anos depois, decidiu embarcar na viagem que despertaria sua paixão pelo mar, nutrindo-a até os dias atuais. De início, tinha como tripulação sua esposa e os três filhos, todos menores de 6 anos na época. Com eles, percorreu quase todo o Caribe e as Ilhas Canárias, e passou pelo Brasil, ao longo de dois anos e meio.
A trajetória náutica não parou por aí. Depois de um tempo, Stuart encontrou um barco meio abandonado e decidiu reformá-lo junto com seu filho, trabalhando nele por vários anos. Assim surgiu o VSD, um trimarã de mais de 50 pés, visto por muitos verões navegando entre San Antonio, Cala d’Hort e a costa sul de Ibiza. Foi nessa época que Stuart virou membro fundador da associação de amantes de multicascos, ou Golden Oldies Multihulls, que reúne os melhores exemplos de embarcações de corrida da categoria e organiza regatas no Atlântico e no Mediterrâneo.
Com a perda do VSD depois de uma tempestade no inverno de 2018, o marinheiro decidiu partir em busca de um veleiro menor para iniciar seu próximo projeto. E foi nesse momento que surgiu o Nandi.
O pequeno trimarã de 30 pés estava em estado de abandono na baía de São Francisco e, depois de muitos telefonemas e buscas de seu dono, Stuart realizou a compra — ou resgate — da embarcação. O modelo é um Val 31, de 1980, obra do projetista americano Dick Newick.
O Nandi partiu rumo a Ibiza depois do processo de restauração, em novembro de 2019. O marinheiro zarpou de São Francisco acompanhado de seu filho Zack, de 40 anos e, em janeiro, mudou de companhia. Quem seguiu viagem junto com Stuart foi Tristan, filho do ex-dono da embarcação, de apenas 20 anos.
Depois de 20 dias de navegação, a dupla chegou a Acapulco, no México. Lá, Stuart trocou de tripulação mais uma vez, e seguiu caminho para o Panamá. O clima ruim dificultou a viagem, forçando-os a se refugiar em Cambutal durante três semanas. Com a Covid-19 já em alcance global, as passagens pelo Canal ficaram muito mais restritas, e o Nandi foi o último veleiro particular a cruzar o Canal do Panamá antes deste ser fechado. Com o bloqueio das fronteiras, não havia a possibilidade de parar na Marinha para recarregar suprimentos, e Stuart e Tristan se viram obrigados a buscar um abrigo.
A sorte resolveu aparecer nas Ilhas Cayman, onde alguns amigos abasteceram a dupla de água, gasolina e comida. Depois de passar por Key West e Florida Keys, Tristan abandonou o companheiro por motivos particulares. A parada seguinte de Stuart foi no Stock Island Yatch Club, onde passou mais de dois meses isolado a bordo do Nandi. Os mosquitos e o calor opressor dos trópicos eram quase insuportáveis, mas as amizades criadas, de acordo com ele, durarão para sempre.
Finalmente, em 6 de maio, com um novo membro da tripulação, Stuart pôde partir para a Europa. No caminho para Açores, uma de suas paradas, o marinheiro teve que enfrentar mais uma adversidade: a cerca de 400 milhas do arquipélago, o leme quebrou. Sem soluções para manobrar o navio, ele conseguiu o apoio de um veleiro holandês que tinha o mesmo destino, passadas algumas horas. Depois de atracar em Horta, na ilha do Faial, ele conseguiu tirar o barco da água para fazer os reparos necessários, que duraram três semanas.
Já nos momentos finais da viagem e acompanhado por Roberto, um grande amigo de Ibiza, Stuart completou sua última etapa. De início, puderam contar com um clima ameno, mas, ao chegar ao sul de Portugal, o tempo não facilitou a navegação, e acabou prejudicando o leme novamente. Dessa vez não houve parada alguma, e os reparos foram feitos apenas com uma lata de tomate para manter o leme em posição. Ao cruzar o Estreito de Gibraltar e chegar em Almería em tempo recorde, a dupla conseguiu partir para Ibiza.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Há um momento decisivo na vida de todo velejador ou velejadora, quando ele ou ela é obrigado a se lançar sozinho em uma travessia mais ousada. Tamara Klink, filha de Amyr Klink e Marina Bandeira, sabe do que se trata. Nascida em 1997 já com água salgada nas veias, ela tinha tarimba náutica. Afinal, cresceu vendo o pai famoso protagonizando expedições para alguns dos lugares mais inacessíveis do planeta. Além disso, ao lado dos pais, de sua irmã gêmea, Laura, e da caçula Marininha, participou de sete viagens à Antártica, e nos últimos anos vinha se aperfeiçoando na arte de navegar, como tripulante de diversos barcos. Mas nunca arriscara a se lançar sozinha no mar. Depois de muita preparação, esse momento chegou.
Em seu primeiro voo solo, Tamara encontra-se agora em algum lugar entre a Noruega e a França, e num barco próprio, como relatou a orgulhosa sua mãe, Marina Klink, em sua conta no Instagram:
“Um dia a gente se dá conta de que os filhos cresceram e começam a voar seus próprios voos. Estudando na França, ela se manteve reclusa sob toda a restrição imposta pela pandemia, até que surgiu um convite para ir velejando com amigos até a Noruega. Não pensou duas vezes. Aceitou o convite! Ao chegar lá, reuniu todas as suas economias e, sem falar nada para ninguém, comprou um pequeno veleiro. Treinou manobras nos fiordes da Noruega. Conheceu o barco até se sentir preparada.
Esta manhã, se lançou no seu sonho: navegar sozinha.
Aos 23 anos de idade, Tamara faz o seu primeiro voo fora do ninho, sem a ajuda dos pais. E lá vai ela navegando da Noruega para a França!
A viagem, com escalas, deverá durar cerca de um mês. Muitos desafios e o melhor, muitos aprendizados. Entre uma lição e outra, a certeza de que está fazendo o que mais quer. Que Netuno permita que ela tenha um percurso tranquilo! Desejo sucesso no seu primeiro voo!”
Para a travessia — a bordo de um veleiro Maxi Magic, de 26 pés, fabricado em 1984 pelo projetista sueco Pelle Petterson — é um ritual de transição de tripulante para comandante.
“Apesar de ser a primeira vez que estou navegando sozinha, eu venho me preparando para isso há muito tempo”, conta Tamara à reportagem de NÁUTICA durante uma escala na cidade de Bergen, na Noruega. “Essa velejada será importante para as experiências futuras, seja a travessia do Atlântico em solitário, que eu pretendo fazer em 2021, ou uma expedição à Antártica, que eu planejo mais para frente. É uma etapa do aprendizado que eu precisava viver. Só posso aprender a navegar sozinha navegando!”, diz, com notável maturidade.
Tamara escolheu a França como residência, um local para se preparar para o seu sonho. Ela está se especializando em Arquitetura Terrestre e Naval em uma das maiores escolas de arquitetura do país, a Escola Superior de Arquitetura de Nantes, cidade da região da Alta Bretanha onde divide o seu tempo entre os estudos, a navegação, a produção de conteúdo de seu canal no YouTube (que contabiliza 15 mil inscritos) e o projeto de um veleiro da classe Mini Transat, que ela chama de “um pequeno barco voador”, por ter apenas de 6,50 metros e ser muito rápido, com o qual pretende fazer a travessia do Atlântico.
Para dar vida ao veleiro, ela busca apoiadores que abracem a ideia. “Esse projeto me motiva muito! Uma hora encontro apoiadores animados em construir isso comigo”, avisa. Esperamos que encontre logo. A Mini Transat está prevista para setembro de 2021.
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De acordo com a Variety, o rapper norte-americano Travis Scott comprou, recentemente, uma nova mansão em Los Angeles por nada mais, nada menos que US$ 23,5 milhões. Com 1500 metros quadrados e sete quartos, a propriedade fica na região de Brentwood Hills e exibe um incrível vista panorâmica da cidade e do Oceano Pacífico.
O design da casa remete ao de um grande iate, além de apresentar uma imensa área ao ar livre, compartilhada entre os decks de jantar, tendas ao lado de uma piscina gigante e uma cozinha.
Construída em 2019 e assinada por DeLoren & Associates, o local conta, ainda, com 11 banheiros, adega climatizada com espaço para 650 garrafas, cinema próprio, academia, sauna, dois elevadores, sala de jogos e sistema de bem-estar Delos Darwin integrado.
Na parte externa, a propriedade ainda conta com uma garagem para 20 carros, piscina de borda infinita e uma escultura de nogueira do chão ao teto, projetada pelo mestre carpinteiro japonês Toshi Kawabata.
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O estúdio de arquitetura holandês Waterstudio.NL projetou uma inusitada embarcação movida a energia solar. Arkup 75, como é chamada, traz design moderno e palafitas retráteis que permitem que o modelo se eleve sobre as águas.
Com 22 metros de comprimento, a embarcação foi projetada para a empresa de iates Arkup e possui capacidade para suportar ondas e furacões, de acordo com sua idealizadora, graças à resistência gerada pelas quatro estacas de aço de 12 metros que são utilizadas para manter a embarcação estável quando ela está ancorada.
“O design foi inspirado na maneira como os flamingos se posicionam na água. Apenas uma perna na água e o corpo intocável acima da superfície”, explicou o fundador do estúdio, Koen Olthuis, em entrevista ao Dezeen.
O conceito sustentável do modelo não se limita ao telhado que fornece energia solar. Além disso, a embarcação possui um sistema de coleta e purificação de água da chuva que reforça o conceito autossuficiente.
De acordo com o fundador do estúdio de arquitetura, Arkup 75 pode representar uma tendência do futuro. Isso porque, segundo Olthuis, a elevação do nível do mar pode fazer com que os centros urbanos comecem a se desenvolver na água.
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A MIA (Marina Industries Association) australiana lançou o quarto de uma série de relatórios do Club Marine Health da Australian Marina Industry Survey (HAMIS) que monitoram a saúde econômica, social e ambiental da indústria australiana.
“Esta pesquisa única e cada vez mais valiosa do setor é sustentada pelo nível excepcionalmente alto de participação das marinas australianas e é baseada em uma amostra de 47% das marinas 309 de clubes e comerciais da Austrália. O relatório da pesquisa fornece percepções abrangentes sobre o que está provando ser um setor da indústria muito resistente. Isso foi demonstrado durante a crise financeira de 2008 e é evidente nos dados coletados nos últimos oito anos de pesquisas. O setor de barcos rebocados de nossa indústria é um componente importante e envolve o maior número de proprietários e usuários de barcos em todo o setor. É agradável notar que, apesar das circunstâncias atuais, o setor está se expandindo”, disse Andrew Chapman, presidente da MIA.
Chapman acrescentou: “Essa resiliência será testada nos próximos meses e anos. Em julho, o MIA divulgou um relatório intitulado ‘Impactos da pandemia de Covid-19 nas marinas australianas’, com base em dados de 33% das marinas australianas. Isso indicou uma redução de AU $ 48 milhões nas receitas das marinas australianas durante o período de três meses de março a maio de 2020. Ambos os relatórios de impactos HAMIS e Covid-19 recém-lançados foram compilados pelo Recreational Marina Research Center da Michigan State University (MSU) para o MIA”.
Dr. Ed Mahoney da MSU disse: “A indústria australiana de marinas está empenhada em um esforço contínuo para coletar e relatar cientificamente dados relativos ao seu desempenho, ao contrário de qualquer outro mundo. O HAMIS 2019 mais recente indica forte crescimento na receita bruta da marina. No período 2013-2019 houve um aumento de 52% na receita bruta e a relação entre a folha de pagamento e a receita bruta se manteve em torno de 23%. O fornecimento de armazenamento de barco na água é limitado e ao longo dos oito anos até 2019, houve um aumento de 4% no armazenamento, enquanto a ocupação do navio foi estável. Os dados destacam a natureza intensiva de capital das marinas. O estudo de 2019 indicou que as despesas de capital foram em média AU $ 750 mil para os 72% das marinas que fizeram tais despesas”.
Mais análises das 127 páginas do relatório do HAMIS serão progressivamente divulgadas pelo MIA e o relatório completo está disponível para compra no site do MIA.
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O Fort Lauderdale International Boat Show chegará em sua 61ª edição em 2020 e aplicará fortes medidas de segurança contra a Covid19 para proteger todos os participantes do evento, entre 28 de outubro e 1º de novembro. Dando continuidade ao seu compromisso de produzir uma experiência segura, higiênica, produtiva e de alta qualidade, os organizadores do salão náutico produziram um vídeo informativo de segurança Know Before You Go (“Saiba antes de ir”, em tradução livre) destacando alguns das principais mudanças que os visitantes podem esperar no evento deste ano.
Essas mudanças estão sendo implementadas de acordo com os padrões de saúde e segurança AllSecure, recentemente adotados pela Informa e em coordenação com o CDC, o governo local e as autoridades. Os padrões AllSecure, que foram introduzidos no início deste ano, são organizados em quatro áreas principais: distanciamento físico; medidas de limpeza e higiene; proteção e detecção; e comunicação.
Algumas das principais mudanças que os visitantes podem esperar são:
• Várias entradas e mais largas – Com sete locais à beira-mar, o FLIBS deste ano será acessível por 14 entradas, e cada uma delas será alargada para dispersar as multidões;
• Sistema de ingressos sem contato – Os participantes farão a pré-compra dos ingressos online e usarão seus dispositivos móveis para digitalizar em uma das múltiplas entradas do show;
• Verificações de temperatura na entrada – Cada visitante terá sua temperatura verificada por meio de um sistema de imagem térmica, sem contato, na entrada do evento. Seguindo as recomendações do CDC, nenhum hóspede que registre uma temperatura de 37,5ºC ou mais terá permissão para entrar no show;
• Docas ampliadas – O evento está aumentando suas seis milhas de docas flutuantes para larguras de até 30 pés na fachada F e todas elas serão marcadas com caminhos de circulação de visitantes e setas direcionais para encorajar o distanciamento social;
• Marcadores visuais – Todas as filas de clientes serão espaçadas com marcadores visuais, incluindo em todas as entradas, banheiros e locais de comida e bebida, entre outros;
• Estações de higiene e funcionários adicionais – Estações de higiene serão instaladas nos sete locais do show. Uma equipe adicional também estará disponível para responder a quaisquer perguntas e direcionar os hóspedes para as estações de higienização ou lavagem das mãos ou para uma das muitas entradas e saídas;
• Cobertura facial necessária – Expositores e participantes (a partir de dois anos) deverão usar cobertura facial;
• Sinalização do CDC – a sinalização do CDC será postada durante todo o show em todas as áreas de alto tráfego e em vários idiomas;
• Limpeza profunda aprimorada – A limpeza profunda aprimorada com desinfecção ocorrerá a cada hora em todos os pontos de contato durante o horário de funcionamento do show. Todas as áreas do show serão limpas profundamente durante a noite.
Propriedade da Marine Industries of South Florida e produzida pela Informa Markets, o FLIBS é um dos maiores eventos náuticos do mundo, com mais de 80% do salão ocorrendo em espaços ao ar livre. O Fort Lauderdale International Boat Show apresenta mais de 1 300 barcos e cerca de 900 expositores em sete locais à beira-mar e mais de 3,9 milhões de pés quadrados de espaço de exposição em mais de 36 hectares. A mostra ao ar livre de cinco dias também conta com um grande número de estreias mundiais e gera um impacto econômico total em todo o estado de US $ 1,3 bilhão e mais de US $ 714 milhões em produtos vendidos. Os ingressos para o show de 2020 estarão à venda a partir do 7 de setembro, de acordo com o site do evento.
Assim como o salão náutico internacional, o São Paulo Boat Show marcado de 19 e 24 de novembro, na Raia Olímpica da Universidade de São Paulo, contará com todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos participantes envolvidos, entre organizadores, prestadores de serviços, expositores e público. A começar pelo local do salão, que este ano será ao ar livre.
A organização vem adotando diversas medidas pensando desde o acesso inicial do público e expositores, até a permanência dentro do evento. O São Paulo Boat Show2020 já conta também com o selo Turismo Responsável, do Ministério do Turismo, que estabelece boas práticas de higienização para cada segmento do setor. O selo é um incentivo para que os consumidores se sintam seguros ao viajar e frequentar locais que cumpram protocolos específicos para a prevenção da Covid-19, posicionando o Brasil como um destino protegido e responsável.
O protocolo desenvolvido pela organização do São Paulo Boat Show 2020 foi baseado em entidades do setor de feiras e eventos, Ministério do Turismo, Informa AllSecure – uma união dos dois maiores promotores de feiras do mundo.
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O Electricat é o mais novo lançamento no mundo náutico sustentável. O inusitado catamarã é inflável, e movido a energia solar e destina-se a rios e lagos, e ao mar, quando em condições calmas de navegação.
A grande novidade de 2020 da Hovercraft, apresentada pela primeira vez no último salão náutico de Düsseldorf, promete uma navegação mais calma, limpa e sem o stress do abastecimento pelos quais os barcos precisam enfrentar. A embarcação, que conta com painéis solares geradores de até 2 kW de energia, é destinada a cruzeiros de curta duração em águas protegidas. Ao longo de 8,30 metros e pesando em torno de 400 kg, a Electricat pode acomodar até 20 tripulantes (ou 2 000 kg), e dispõe de uma única parte rígida – onde está colocado o console – no meio de toda uma estrutura inflável.
A Hovercraft prevê velocidade máxima de 8 nós (14 km/h) com 4 pessoas a bordo e motor de popa elétrico de 5 hp. Quando equipado com motor elétrico de popa de 15 hp, a velocidade prometida é de 14 nós (25 km/h) e, se movido apenas a energia solar, contando com as mesmas 4 pessoas a bordo, a velocidade é de 5 nós (9 km/h), de acordo com a fabricante.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
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Escolher 10 dos melhores destinos de barco em um país tão grande e com uma concentração náutica tão relevante não é fácil. A NÁUTICA, no entanto, conseguiu listar os locais mais visitados pelos velejadores, marinheiros, pescadores e fãs de esportes aquáticos ao longo do ano todo, e que contam com boas recomendações. Confira:
Começando pelo norte do país, podemos citar as Ilhas San Juan. O arquipélago, que fica a noroeste do Pacífico, conta com uma vida selvagem expressiva, em que é possível observar uma variedade de animais no seu cotidiano. Uma das 175 ilhas que o constituem pertence a ninguém mais ninguém menos que Bill Gates, um dos poderosos que procura pela discrição que só esse local pode fornecer. Apesar de ter moradores reconhecidos mundialmente, a grande atração é o número de baleias que residem no local. Nas ilhas Roche e Friday e no Estreito de Haro, os golfinhos fornecem um espetáculo diário com a sua diversão. Uma visita à Mansão do Rosário e sua antiga sala de música na Ilha das Orcas é igualmente imperdível.
O próximo local é a Baía de São Francisco. Quase totalmente cercada por água, com mares razoavelmente calmos e acompanhados de ventos fortes, este é um destino popular entre a população náutica. Apesar de a maioria das atrações turísticas estarem em terra, é nas águas geladas da baía que muitos visitantes se deslumbram com a paisagem. Velejar ao pôr do sol, passear de barco sob a Golden Gate e navegar ao redor da Ilha de Alcatraz são apenas algumas das opções, além da vida noturna ativa e uma cozinha que define tendências. Durante o verão, os barcos de pesca e esporte exploram o Delta do Sacramento, que se estende até o interior a partir da baía e oferece águas cristalinas no início da manhã para um esqui aquático perfeito.
Em terceiro lugar, mas não menos importante, encontramos o Lake Havasu: um lago ideal para quem procura por wakeboard, por exemplo. Também é um ótimo point de festas, passeios comuns de barco ou jets, e velejadas. Apesar do rafting também ser frequente, durante o período de pandemia a atividade só é permitida se feita com membros da família ou pessoas de dentro do círculo de quarentena, devido à Covid-19. É um reservatório que se encontra entre a Califórnia e o Arizona e seu objetivo principal é armazenar água, que depois é bombeada para dois aquedutos.
Em seguida, vem mais um lago: o Lake Champlain. Apesar de estar no lado oposto do país, observam-se mais de 150 quilômetros de extensão, situados na fronteira entre Nova Iorque e Vermont. Nele, os velejadores podem explorar 80 ilhas e desfrutar de esportes aquáticos, cruzeiros e locais históricos em seus 450 km². É o sexto maior lago do país, e é famoso por passeios de barco e pescas no gelo, além das cidades e parques próximos.
O primeiro parque da lista é o Parque Nacional Isle Royale, situado na segunda maior ilha dos Grandes Lagos, no estado do Michigan. A ilha a que pertence chama-se Lago Superior, e não é habitada permanentemente, dispondo apenas de estruturas de apoio para visitantes. O parque é, na verdade, um arquipélago com 400 ilhas e fica aberto de maio a outubro todos os anos. É necessário obter uma licença para atracar ou ancorar durante a noite e, apesar de ser uma água bem gelada, a aventura de explorar os inúmeros naufrágios são um atrativo para os mergulhadores.
Ocupando a sexta posição, a Ilha Mackinac, também nos Grandes Lagos, fica no Lago Huron, e é um atrativo para o verão. Os carros estão proibidos na ilha desde 1898 e, em volta, só circulam barcos, bicicletas e charretes, ou outros veículos puxados a animais para transporte de carga. Possui um resort de luxo chamado Grand Hotel, e é muito procurada pelo silêncio e ar puro que oferece, e pelo fudge, nos mais variados sabores. É como a experiência de voltar no tempo. As alternativas são as partidas de golfe, trilhas ao lado do mar ou os penhascos de calcário no Parque Estadual. Seja para um passeio de caiaque ou um almoço no iate clube, a ilha está imersa na cultura marítima. No local, também existe uma corrida tradicional, que parte do Chicago Yatch Club e sobe o Lago Michigan, e desafia até os marinheiros mais experientes ao longo das 300 milhas percorridas.
O próximo local é o paraíso dos velejadores: Newport, em Rhode Island. A área tem milhares de enseadas, praias deslumbrantes, e um passeio admirável ao longo do cais da agitada orla. É uma ótima oportunidade para estudar a autêntica arquitetura colonial e da Idade do Ouro, as mansões lendárias e, de quebra, aproveitar muitos restaurantes, vinícolas e cervejarias famosas. Todo mês de setembro, Newport hospeda um show de barcos para velejadores que vão aproveitar o espetáculo e conhecer as novidades do mundo náutico.
Chegando mais ao sul do país, está o maior estuário da América, a Baía de Chesapeake, com quase 320 quilômetros de comprimento e de 5 a 30 quilômetros de largura. Com mais de 11 mil milhas, o número de rios que desembocam nessa baía ultrapassa os 150. Está cercada pelos estados americanos de Maryland e Virgínia, que dividem as mais de 8 100 milhas quadradas de superfície aquosa. Os cruzeiros históricos e urbanos são populares, já que permitem aos velejadores visitar Baltimore, St. Michaels e Annapolis sem nunca deixar essas águas rasas e protegidas. O pôr do sol neste local é estonteante.
Chegando ao fim da lista, em nono lugar citamos o Sul da Flórida por completo. A Costa Leste da Flórida é o centro dos barcos de pesca e, se existe um destino americano que dispensa apresentações, esse destino é Miami. A cidade conta com diversos atrativos artísticos, culturais, esportivos e gastronômicos que atraem o turista. Fort Lauderdale, outra cidade da região, não possui o apelido de “Veneza Americana” à toa – a menos de 50 quilômetros de Miami, a cidade chama a atenção por seus canais margeados por mansões e belas praias.
Por último, mas não menos importante, vem o Noroeste da Flórida. É perceptível que a Flórida por si só é um destino para passeios de barco durante o ano todo. O lado noroeste da costa, portanto, precisa ser igualmente citado. Com um vasto playground aquático, Tampa Bay atrai praticantes de remo, caiaque, pescadores e marinheiros. A recomendação é explorar não só a vasta baía, mas os clubes náuticos na área, que não são poucos. As opções são muitas: jantar na doca, acampar na praia, fazer wakesurf e se divertir nos cruzeiros alimentam essa lista de alternativas no local. Para quem prefere uma programação ainda mais calma, a dica é visitar o museu Dali, no centro de São Petersburgo.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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O misterioso e gigante Azzam, avaliado em 570 milhões de euros, deixou de emitir sinal nesse mês e desapareceu sem deixar rastros
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O mistério do sumiço do megaiate de 180 metros Azzam, cujo o nome significa determinação, iniciou-se no dia em que a bela embarcação deixou o estaleiro alemão Lürssen Yachts rumo à marina de Tarragona, na Espanha, onde permaneceu quatro meses para o término de decorações e contratações de tripulação. Os anos foram se passando e, desde 2015, o barco seguiu navegando mar afora, percorrendo grandes localidades e sendo reconhecido. Porém, nesse mês de agosto, após o gigante atracar no terminal marítimo de Cádiz, na Espanha, não houve mais nenhum sinal da embarcação tida como maior iate do mundo.
O design exterior do barco ficou por responsabilidade da Nauta Design e, para o interior, o estilista francês Christophe Leoni, cuidou de todos os detalhes. O próprio estaleiro alemão, fabricante do barco, ficou a frente do desenvolvimento de toda a engenharia possível, mas as ordens claras do proprietário foram: um navio luxuoso e com elegância.
O projeto foi encomendado por Khalifa Bin Zayed Al Nahyan, sheik e presidente dos Emirados Árabes Unidos, que sofreu um derrame cerebral em 2014, e passou o controle para seu meio-irmão Mohammed bin Zayed Al Nahyan, príncipe herdeiro dos Emirados. Como todos sabem, sheiks são conhecidos pelas fortunas e vidas extravagantes, e com eles não é diferente, tornando essa realidade perceptível na encomenda barco, que ultrapassa os 500 milhões de euros. Comportando uma tripulação de 50 pessoas, o Azzam tem 6 conveses, 20 metros de largura e um calado de 4,3 metros, que facilita a navegação em águas pouco profundas.
Desde sempre foi possível saber onde estava o Azzam. Não que houvesse fotografias ou notícias dos seus passeios ao longo da costa de Abu Dhabi, mas através de sites de registros e sinalizações, que mostram em tempo real as posições de todas as embarcações a partir do número identificativo de navios (IMO). Entretanto, se consultado o barco não consegue ser encontrado em nenhum desses meios, o que gera diversos questionamentos de onde poderia estar o navio “fantasma”.
Uma coisa é fato, desde o início de seu projeto, o Azzam carregou um ar oculto e de intensos segredos. Essa omissão pode ter sido intensa demais? Não é possível saber. O “fantasma” pode estar em qualquer lugar da Europa neste exato momento.
Por Felipe Toniolo, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A Westhaven Marina, situada no coração de Auckland, está se expandindo tanto na costa quanto na água
A maior marina de Auckland, na Nova Zelândia, está passando por um grande projeto de remodelação, que contará com a adição de mais de 80 novas vagas. A Westhaven Marina está se expandindo tanto na terra, com novas instalações para operadores marítimos, corretores, lojas, quanto na água.
A Westhaven Marina está substituindo toda a estrutura para vagas na água e usará o espaço aquático de forma mais eficaz, com 40 vagas para modelos de 20 metros, 39, para 24 metros e 5 para catamarãs. Isso resultará em uma utilização significativamente melhorada do espaço aquático, consolidando os fundeadores existentes com 50 novas vagas. O projeto é baseado não apenas na demanda atual, mas antecipa as necessidades futuras. Espera-se que todos os clientes sejam acomodados em uma instalação reconfigurada no canto nordeste da marina.
O novo espaço em terrá incluirá árvores, jardins de inverno e uma plataforma de observação, proporcionando novas perspectivas do porto Waitematā, e áreas de estar abertas para assistir corridas de barcos. Também fornecerá acesso aos novos píeres e estacionamento.
Uma parte fundamental da primeira fase do projeto foi o fechamento da menor das duas entradas de Westhaven, a entrada oeste. Isso significa que todas as embarcações que entram e saem do local usarão uma única entrada. Para facilitar o acesso das embarcações de calado profundo à entrada norte, o canal será dragado até 3,7 metros. O fechamento da entrada oeste proporcionará um ambiente de atracação mais calmo e permitirá maiores comodidades e capacidade para os usuários da Marina Westhaven, incluindo a criação de 110 vagas adicionais de estacionamento.
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O São Paulo Boat Show chegará em sua 23ª edição entre os dias 19 e 24 de novembro, e terá como palco um lugar inédito e muito especial: a Raia Olímpica da Universidade de São Paulo.
Em meio à pandemia do Coronavírus, a Boat Show Eventos, organizadora do mais importante salão náutico da América Latina, está tomando todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos participantes envolvidos, entre organizadores, prestadores de serviços, expositores e público. A começar pelo local do salão, que este ano será ao ar livre.
A organização vem adotando diversas medidas pensando desde o acesso inicial do público e expositores, até a permanência dentro do evento. Já na chegada ao local, os presentes serão impactados pela comunicação de distanciamento e, em seguida, passarão por cabine de higienização, tapete sanitizante e aferição de temperatura. Serão disponibilizadas máscaras, luvas e álcool em gel ao longo do percurso, para garantir a segurança de todos.
O São Paulo Boat Show2020 já conta também com o selo Turismo Responsável, do Ministério do Turismo, que estabelece boas práticas de higienização para cada segmento do setor. O selo é um incentivo para que os consumidores se sintam seguros ao viajar e frequentar locais que cumpram protocolos específicos para a prevenção da Covid-19, posicionando o Brasil como um destino protegido e responsável.
O protocolo desenvolvido pela organização do São Paulo Boat Show 2020 foi baseado em entidades do setor de feiras e eventos, Ministério do Turismo, Informa AllSecure – uma união dos dois maiores promotores de feiras do mundo – e também estão sendo acompanhadas as medidas adotadas pelo Fort Lauderdale International Boat Show, que acontecerá de 28 de outubro a 1º de novembro. O AllSecure abrange 10 compromissos-chave organizados em quatro áreas: contra medidas de limpeza e higiene, distanciamento físico, proteção e detecção e comunicação.
Anote aí!
SÃO PAULO BOAT SHOW 2020 Quando? De 19 a 24 de novembro Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo Mais informações: [email protected]
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Dois dos filhos mais novos do músico Stevie Wonder organizaram uma megabalada no iate do pai, ancorado na baía de Los Angeles. O site norte-americano The Blast teve acesso a fotos compartilhadas no Instagram por convidados dos jovens Kailand e Mandla Morris que mostram os amigos chegando à festa.
Além de fotos feitas no interior da embarcação, com os filhos do músico em meio aos seus convidados, é possível ver em uma das imagens duas pessoas da equipe de segurança contratada pelos jovens para aferir as temperaturas de seus amigos e garantir que estavam todos livres do coronavírus.
Kailand e Mandla Morris também compartilharam em suas redes fotos em que posam sozinhos no interior do iate. Os dois são fruto do segundo casamento do pai, com Kai Millard Morris. Além deles, Wonder tem mais sete filhos, com outras quatro mulheres diferentes.
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A Ambassatours Gray Line, em parceria com a Glas Ocean Electric, são responsáveis por uma aprovação de segurança inédita do Conselho de Revisão Técnica Marinha do Canadá: um barco comercial de passageiros movido a bateria. A embarcação pode levar até 25 convidados para pescar em alto mar e foi estilizada pelo artista indígena de renome mundial Alan Syliboy, das Primeiras Nações Mi’kmaq. O barco ganhou o nome de Alutasi, que significa “um barco que guia para a melhor pesca”, também nas tradições Mi’kmaq.
O Alutasi – um Cape Islander de pesca -, bem conhecido no leste do Canadá, ganhou um sistema elétrico híbrido paralelo que incorpora o motor a diesel, além de uma reforma na propulsão, e um mural representando vários animais marinhos em seu casco. O barco passou por uma reforma de 17 meses até atender aos parâmetros de energia marinha renovável desejados pela Glas Ocean Electric. Esta, por sua vez, contou com a assistência financeira e doações de uma variedade de fontes públicas e privadas, incluindo a Nova Scotia Power e o Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá.
A intenção era instalar um sistema totalmente elétrico, mas o híbrido foi o escolhido, tanto por segurança, quanto por praticidade. Como a embarcação precisa navegar em dois tipos de águas diferentes a cada viagem – Porto de Halifax e as águas do Oceano Atlântico -, o diesel será usado para trânsito rápido no porto, e o motor elétrico no restante do trajeto.
As baterias de lítio são alternativas sustentáveis aos motores tradicionais, devido à sua versatilidade. São altamente energéticas quando se trata de recarga, já que o lítio é um elemento muito reativo, sendo esta uma das razões pelas quais pode produzir uma densidade de energia tão alta. O resultado é uma carga que é armazenada por mais tempo e se dissipa muito mais lentamente. Ainda existem as vantagens de não reagirem com água, serem relativamente pequenas e não haver a necessidade de requisitos especiais ou tempo de inatividade. Garante alta produção, mesmo em condições menos padronizadas, como temperaturas extremamente baixas (abaixo de zero).
A Dra. Sue Molloy, CEO da Glas Ocean Electric há 4 anos, conta que um dos principais objetivos é mostrar às pessoas o potencial de barcos elétricos. A equipe, sob a sua liderança, é conhecida internacionalmente por seu trabalho no setor de energia renovável marinha. A Ambassatour Gray Lines, proprietária da embarcação, possui uma frota significativa, e Molloy explica estar confiante de que esta inovação náutica será o pontapé inicial para a influência em outros barcos turísticos. “Basta fazer um passeio pela manhã, carregar e fazer outro passeio à tarde”. Para isso, várias negociações com um dos financiadores – a Nova Scotia Power – estão em andamento. A proposta estudada é a de instalação de carregadores Nível 2 e Nível 3 nas docas da cidade, para carregar todos os barcos elétricos.
A CEO também é responsável por pesquisas sobre energia das marés na Universidade Dalhousie de Halifax, onde atua como Professora Adjunta. Ela conta que todo o processo de certificação de segurança para um barco de passageiros comercial foi muito complicado, porque o transporte canadense tem regulamentos muito rígidos em relação à segurança quando os passageiros estão envolvidos. “Poderíamos simplesmente ter optado por um barco de pesca e ter menos regras para lidar, mas como este é um barco de passageiros, há muito mais rigor”. Nessa mesma universidade, encontra-se uma equipe de pesquisa liderada por Jeff Dahn, voltada somente a baterias de lítio.
Os testes de garantia de sustentabilidade do Alutasi foram feitos com o intuito de mensurar as emissões de gases de efeito estufa e a emissão de ruído em três diferentes hélices – um novo, um em uso e um danificado, e em diferentes cargas. Os estudos apontam que o novo sistema reduzirá as emissões de gases de efeito estufa em 40%, e o ruído subaquático irradiado entre 40% e 60%.
O objetivo da Glas Ocean agora é produzir um barco de pesca totalmente convertido para a versão elétrica. As possibilidades correm pela Costa Rica e pelo Caribe, procurando sempre por barcos semelhantes ao Alutasi, que opera perto da costa. O tempo de retorno em termos sustentáveis é estimado em cinco a oito anos, mas, de acordo com Molly, caso haja operações que sejam usadas com frequência durante o ano todo, o retorno pode ser em dois anos.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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O estaleiro italiano Solaris Yachts lançou seu maior iate até hoje, o Solaris 111. O veleiro de luxo CEFEA tem arquitetura naval por Soto Acebal, estruturas e engenharia por ISD, e combina estilo e layouts de interiores do MYT de Mônaco.
O casco e o convés são construídos em carbono pré-impregnado e equipados com uma quilha de levantamento adequada para cruzeiros mundiais em velocidades de corrida. A suíte master ocupa toda a largura da embarcação e conta com 2 banheiros separados e acesso direto a um “beach club” privativo.
O lançamento foi celebrado na Itália com mais de 200 pessoas, com a equipe Solaris e vários magnatas da indústria da vela.
O CEFEA entrará agora em uma fase de testes e, em seguida, navegará pela Itália até o Golfe de Sant-Tropez durante o famoso evento Les Voiles de Saint-Tropez no fim de setembro.
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O governo da Geórgia confirmou seus planos de transformar o país em um dos centros de iatismo na costa do Mar Negro nos próximos anos, de acordo com declarações recentes. Atenção especial está sendo dada ao desenvolvimento do iatismo em Batumi – que já foi um importante ponto turístico na era soviética. Outras cidades costeiras da Geórgia também estão envolvidas nos planos.
Após o colapso da URSS, o setor de turismo e iates da Geórgia enfrentou um sério declínio após a queda econômica, mas as coisas começaram a melhorar na última década com um influxo de novos investimentos no país.
Apesar das tensões existentes com a Rússia, as autoridades georgianas esperam atrair turistas de iates russos, bem como negócios russos, que poderiam fornecer fundos para o desenvolvimento da infraestrutura de iates, principalmente marinas, em vários pontos da costa.
Medidas de quarentena rígidas ajudaram a amortecer o impacto da Covid-19 no país, embora o crescimento do PIB do país deva cair drasticamente para cerca de 0% em 2020, de acordo com analistas.
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A bela lancha teve casco desenhado pelo prestigiado designer de barcos Renato “Sonny” Levi e possui, também, assinatura de Sergio Pininfarina
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A lancha clássica de 37 pés G Cinquanta, originalmente encomendada pelo bilionário italiano e chefe da Fiat, Gianni Agnelli, foi a leilão pela RM Sotherby’s. Construída em Roma, a embarcação ostenta um casco de madeira desenhado pelo prestigiado designer de barcos Renato “Sonny” Levi. As laterais da lancha são envernizadas e possui total detalhamento por Sergio Pininfarina, um dos maiores nomes de todos os tempos da indústria automobilística.
Seu nome G Cinquanta, veio da combinação entre o “G”, de Gianni (antigo proprietário), e “Cinquanta”, do número 50, que seria a velocidade máxima em nós que o barco atinge. Porém, recentemente, o veículo foi reformado com quatro motores V8s Vulcano de 8,0 litros BPM, que prometem entregar mais de 1 400 hp de potência, que podem fazer o barco chegar a 55 nós.
A lancha conta com posto de comando duplo à popa e um cockpit para acomodar os passageiros em dois bancos. Abaixo do convés, há um beliche, pia e chuveiro, além de armário. G Cinquanta foi levada a leilão por seu segundo proprietário, cuja coleção de barcos clássicos também incluía o J-Class Astra 1931, de 115 pés. Ele ganhou o barco de presente de Agnelli, amigo da família, cerca de 45 anos atrás, quando ainda tinha 20 anos.
Por Felipe Toniolo, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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Depois de ser resgatado de uma tentativa malsucedida de atravessar o Canal da Mancha a nado em 1951, Alain Bombard, médico francês e biólogo, nascido em 27 de outubro de 1924, encantou-se pelas técnicas de sobrevivência no mar.
E foi assim que surgiu a ideia de atravessar o Atlântico sem água ou comida, sobrevivendo apenas com o que resgatasse ao longo do caminho.
Para ele, era inconcebível que milhares de náufragos perdessem a vida no mar, todos os anos, pouco tempo depois de chegar às suas embarcações. O pensamento de Bombard era de que um náufrago poderia sobreviver simplesmente usando “sua cabeça”. Como provar isso? Naufragado, voluntariamente.
Em 19 de outubro de 1953, o futuro navegador – já que ele tinha pouquíssima experiência prévia com navegação – partiu de Las Palmas, nas Ilhas Canárias, para Barbados, no Caribe. Ele realizou a travessia em um bote Zodiac de 4,5 metros de comprimento, chamado L’Hérétique (O Herege).
Para se alimentar e manter a sede sob controle, Dr. Bombard estudou uma receita de sobrevivência. De acordo com ela, ele teria que ingerir 3/4 de litro de água do mar por dia, misturada a um líquido espremido dos peixes que eram pescados diariamente. Para isso, o homem utilizou um arpão e um anzol, também feitos por ele mesmo.
Bombard também utilizou de uma rede de seda muito fina, com a qual poderia apanhar boa quantidade de plâncton (cerca de duas colheres de sopa) e que evitariam o risco de outro perigo, o escorbuto (causado pela deficiência muito grande de vitamina C). Essa é uma doença que provoca hemorragias, alteração das gengivas, queda da resistência à possíveis infecções, e é letal.
Em 23 de outubro, o aventureiro completou quatro dias nessa grande empreitada. O dia começou de maneira conturbada quando ele precisou arrumar uma vela de última hora — a original acabou sendo levada pelas condições do oceano, depois de uma tempestade cruzar seu curso.
Ele acordou abruptamente, com o bote semi-submerso, entre grandes ondas. Ele relata que teve um certo trabalho para esvaziar o L’Hérétique e colocá-lo em ordem, mas que a preocupação foi embora junto com a tempestade.
Depois de 21 dias, Bombard enfrentou chuvas quase que diárias até o fim dos 44 dias restantes, o que contribuiu para as suas necessidades cotidianas de água. Essa mesma sorte também surgiu nos encontros com tubarões, em que o médico e biólogo relata ter sido perseguido mais de uma vez, mas saindo ileso em 100% das ocasiões.
Após um mês e meio de navegação, o encontro foi com um navio. Os tripulantes informaram ao navegador que ele havia desviado o caminho em cerca de 600 milhas, e ofereceram uma refeição ao aventureiro.
Ele conta que aceitou um prato simples: um ovo frito, um pouco de fígado e um pouco de repolho acompanhado de frutas. A decisão, no entanto, não foi das melhores.
Os últimos 12 dias de navegação foram de arrependimento, já que, depois dessa alimentação, o estômago do médico passou a rejeitar peixe cru. Ele perdeu mais peso nesses últimos dias do que em todos os outros até então.
A viagem durou 65 dias no total, navegando a aproximadamente 45 milhas por dia. Alain atracou em Barbados no dia 23 de dezembro de 1953, após percorrer 4 400 quilômetros à deriva.
Eu havia lutado em nome do homem contra o mar, mas percebi que havia se tornado mais urgente lutar em nome do mar contra os homens-Alain.
O biólogo perdeu 25 quilos e foi hospitalizado imediatamente ao chegar em terra firme.A recuperação durou pouco tempo, e, no ano seguinte, o francês decidiu publicar suas conclusões em um livro chamado Naufragé Volontaire (Náufrago Voluntário, em tradução literal para o português).
Na obra, o profissional descreveu toda a sua viagem e adicionou descobertas pessoais ao longo do relato. A partir disso, o biólogo se tornou um herói na França, permitindo com que iniciasse até uma vida política no país, tornando-se secretário do Meio Ambiente em 1981.
Posteriormente, suas pesquisas entraram até para as recomendações de navegação da Organização Mundial da Saúde, tamanha importância. Em 19 de julho de 2005, aos 80 anos de idade, Alain Bombard faleceu em um hospital na cidade de Toulon, na França, sem causas de morte divulgadas pela família do biólogo.
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Acompanhando a nova tendência do momento, devido à pandemia da Covid-19, Londres também irá inaugurar um cinema flutuante, visando respeitar o distanciamento social. A partir de 2 de setembro, quem passar pela cidade, poderá assistir a filmes sobre o canal de Regent’s, em Paddington, onde o primeiro cinema flutuante do Reino Unido contará com uma tela de alta resolução de 6 x 3 metros e poderá atender até 128 pessoas por sessão.
Para garantir o distanciamento social, 16 barcos ecológicos com capacidade para até 8 pessoas da mesma família ou núcleo social ficarão atracados na frente da tela, respeitando uma distância mínima. Mas, antes disso, os clientes poderão navegar com os barcos até o início na sessão.
Para a estreia, a programação de filmes já inclui “Anchorman”, “Pretty Woman”, “Frozen”, “Dirty Dancing”, “La La Land”, “A Star Is Born” e até “Titanic”.
O cinema Openaire começa a funcionar em 2 de setembro e terá projeções à tarde e à noite até o final do mesmo mês. O ingresso sairá a partir de 34 libras para cada assento dos barcos. Haverá, ainda, a opção de assistir aos filmes em espreguiçadeiras na margem do rio. Nesse caso, o bilhete custa 16,50 libras.
Para minimizar a interferência de outras pessoas na área, o áudio será reproduzido por meio de fones de ouvido sem fio. Os espectadores poderão ainda retirar comidas e bebidas em um restaurante que ficará às margens do canal.
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A marina Gulf Star, em Fort Meyers Beach, na Flórida, concluiu o que chama de o primeiro sistema de armazenamento no seco totalmente automatizado dos Estados Unidos a um preço de US $ 20 milhões.
Com os Estados Unidos no meio da temporada de furacões, o prédio de 27 717 pés quadrados pode suportar ventos de até 200 milhas por hora, de acordo com relatórios locais e o site da empresa.
A essência da operação depende da tecnologia ASAR – armazenamento e recuperação automatizados – que usa uma série de equipamentos para lançar e retirar barcos em até sete minutos. O sistema pode até realizar tarefas personalizadas como encher um compartimento específico com gelo, por exemplo. Antes da retirada e armazenamento, os barcos são limpos e lavados à moda antiga: à mão.
A instalação de armazenamento a seco pode operar barcos de até 40 pés e, em outro recurso exclusivo, pode acomodar dois de 40 pés ou três de 20 pés por espaço – o que significa que o número total de barcos alojados pode mudar, com base no tamanho dos barcos sendo armazenado.
No que parece ser uma onda do futuro, uma instalação semelhante usando tecnologia semelhante de um fabricante diferente está em construção em Fort Lauderdale. A marina F3 tem uma programação de dry stack totalmente automatizada para 240 vagas a ser concluída até o final do ano para embarcações de até 46 pés.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
O ex-braço direito de Donald Trump foi solto após pagamento de fiança e a embarcação se encontra à venda
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Na última quinta-feira (20), Steve Bannon, ex-conselheiro de Donald Trump, foi detido por inspetores do serviço Postal dos Estados Unidos por, supostamente, ter subornado políticos chineses a fim de obter favores para suas empresas. A detenção do americano, ídolo da extrema direita que estava desde 2017 na lista dos mais procurados pela Interpol, ocorreu a bordo de um megaiate avaliado em aproximadamente 27 milhões de dólares que pertence a um ex-bilionário chinês. Na ocasião de sua prisão, Bannon era o único ocupante do barco.
A embarcação chamada “Lady May”, foi construída seis anos atrás, em 2014, pelo estaleiro holandês Feadship, e possui 46 metros de comprimento. O proprietário do barco é o chinês Guo Wengui, um empresário colocado como um dos maiores oposicionistas ao governo comunista da China, e vem vivendo escondido há anos.
O vídeo abaixo mostra o iate navegando pelo rio Hudson em direção a onde Bannon deverá ser julgado em um tribunal federal de Manhattan:
O megaiate, que foi projetado pelo prestigiado e já falecido engenheiro naval britânico Ed Duboisem, pode acomodar além de oito tripulantes, até 10 convidados em cinco belas suítes. O “Lady May” foi confiscado pelas autoridades americanas e está à venda.
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Amsterdã soma mais de 100 quilômetros em canais, o que rendeu à cidade o apelido de “Veneza do Norte”. Tal característica não é uma exclusividade da capital holandesa, pois no país existe um vilarejo chamado Giethoorn, onde não existem ruas e o acesso só acontece por meio de barco.
Os 2 600 habitantes vivem em ilhas particulares e circulam pelo vilarejo com pequenas embarcações. Os deslocamentos também podem ser feitos a pé, e as travessias ocorrem por meio das 180 pontes de madeira que fazem a conexão ao longo dos cerca de 6,5 quilômetros de canais.
Giethoorn foi fundado no século 13 por um grupo de fugitivos vindos da região do Mediterrâneo, que se estabeleceram ali e começaram a explorar a terra. No entanto, o vilarejo só foi se tornar conhecido em 1958, quando um famoso cineasta holandês usou o local como locação de um filme. Desde então, Giethoorn se transformou em um popular destino turístico.
Além de várias exposições e museus, aos finais de semana, uma embarcação em forma de plataforma leva a banda do vilarejo pelos canais enquanto os integrantes tocam para os habitantes e visitantes. Aliás, para os que decidem conhecer Giethoorn, é possível contratar guias especializados ou alugar embarcações a motor, remo e até mesmo as do tipo gôndola, que se movem com a ajuda de varas que são usadas para empurrar o barco pelo leito do canal.
Muitas das residências que existem hoje em Giethoorn são antigas casas rurais do século 18. As propriedades exibem jardins bem cuidados e repletos de flores, e muitas contam com telhados feitos de palha. Durante o inverno, Giethoorn se torna um popular destino para os que adoram patinar no gelo, que se divertem sobre as águas congeladas dos canais.
Os habitantes locais não ficaram muito felizes com a invasão de turistas, alegando que o movimento tirou um pouco do sossego de todos. Isso sem contar que eles também reclamam de que não é nada agradável ter desconhecidos olhando constantemente para dentro de suas casas.
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Não passe por um marinheiro de primeira viagem. Tão importante quanto conhecer os detalhes do seu próximo barco é familiarizar-se com a linguagem dos autênticos homens do mar. Por isso, algumas expressões devem ser evitadas e substituídas pelo legítimo “nautiquês”. Abaixo, selecionamos uma pequena cartilha com 18 enganos mais comuns e sua forma correta. Confira e pratique!
O ERRADO…
…E O CERTO
A hélice
O hélice
A âncora garrou no fundo
A âncora unhou
Ancorar
Fundear
Andar do barco
Convés
Corda
Cabo
Corda de atracar
Espia
Corda de fundear
Amarra
Direção
Rumo
Encostar ou estacionar
Atracar
Içar a âncora
Suspender
Km por hora
Milha por hora ou nó
Lado direito
Boreste
Lado esquerdo
Bombordo
Lá na frente
Na proa ou à vante
Lá atrás
Na popa ou à ré
Parede
Antepara
Quilômetros de distância
Milhas de distância
Volante
Timão
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A travessia pode ser reconhecida como patrimônio histórico por suas características um tanto quanto singulares
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A Passagem do Gois (em francês: Passage du Gois) é uma estrada situada na Baía de Bourgneuf que liga a Ilha de Noirmoutier e a costa francesa em Beauvoir-sur-Mer (440 km a sudoeste da capital francesa Paris). A via é famosa e conhecida por ficar submersa pelo mar, dependendo da maré. A via é transitável durante a maré baixa, ficando inundada duas vezes por dia durante a maré cheia. Existem outros locais com estas características, mas a passagem do Gois, com cerca de 4 km de comprimento, é especialmente longa. A altura da água que cobre a via durante a maré alta varia entre os 1,30 metros e os 4 metros, gerando assim a dúvida nos moradores da região: “hoje irei de barco ou de carro?”
A travessia se formou pelas correntes marítimas norte e sul que batiam ao mesmo tempo na Baía de Bourgneuf. Este encontro constante das ondas gerou o desprendimento de sedimentos da costa e, com isso, foram se depositando na baía ao longo de milhares de anos. Este depósito deu origem à elevação de uma espécie de caminho sobre a água.
Com aproximadamente 10 mil residentes, a passagem, sem dúvida, é um lugar singular. Tendo em vista essa realidade a França entrou com um pedido na UNESCO para que a estrada seja reconhecida como patrimônio histórico, porém esse pedido está em andamento e ainda não foi atendido. Esta peculiaridade do local se situar coberto de água em alguns momentos e, em outros, totalmente seco, praticamente “força” que muitos visitantes pernoitem na ilha. Esta circunstância fez com que o turismo do local fosse impulsionado, tornando-se um destino um tanto quanto atípico e instigante.
Como todo lugar onde o turismo é o ponto forte, a culinária é muito importante para a região. Preenchida quase toda por frutos do mar, a ostra é a protagonistas nos pratos franceses e pode ser cultivada na própria localidade.
A Passagem do Gois também tem história no mundo dos esportes. A estrada, em quatro oportunidades, nos anos de 1993, 1999, 2005 e 2011, foi sede do Tour de France, competição anual de ciclismo de estrada realizada na França. Em competições ou não, a travessia pode ser um tanto quanto perigosa, pois nevoeiros acontecem com frequência, deixando a passagem desfiadora de ser enfrentada e conhecida por histórias não tão felizes.
Felizmente, a Ilha Noirmoutier, que é o local mais próximo da passagem, tem outra conexão com o continente por meio de uma ponte rodoviária ao sul, onde a distância é bem menor. Portanto, se alguém estiver na costa oeste da França e quiser visitar a ilha, talvez seja melhor fazer um desvio e ir pelo caminho mais longo, mas também mais seguro.
Por Felipe Toniolo, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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A Apple se prepara para inaugurar sua primeira loja flutuante, a “Apple Marina Bay Sands”, na orla de Singapura. A data de inauguração ainda não foi revelada, mas a companhia divulgou as primeiras imagens externas do local.
Esta é a terceira loja da marca no país. A primeira está localizada no prédio Knightsbridge, ao longo da Orchad Road, foi inaugurada em 2017. Sua segunda loja, no Aeroporto Jewel Changi, foi inaugurada em julho do ano passado.
A loja ficará em uma esfera flutuante na Marina Bay, tomando o espaço anteriormente ocupado pela casa noturna Avalon (de 2011 a 2016). O design do empreendimento é uma grande mudança em relação ao de outras Apple Stores.
O formato esférico é composto por placas de vidro, que refletirão na baía de Singapura durante o dia. À noite, a iluminação externa formará um novo cartão postal da cidade.
O acesso à loja terá duas entradas diferentes: uma passarela flutuante que dá a volta na esfera e um túnel submerso com entrada pelo shopping ao lado. A Apple abriu sua primeira fábrica no país em 1981 e a nova loja marca os 40 anos de história da marca por lá.
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Um cinema flutuante foi inaugurado em Tel Aviv, instalado no lago do Parque Yarkon, em Israel. Para ter acesso ao local, os frequentadores terão que estar embarcados e manter uma distância segura de 2 metros entre as embarcações.
A ação veio depois da prefeitura de Tel Aviv decidir que as salas de cinema da cidade permaneceriam fechadas, como uma das formas de evitar o contágio do coronavírus. No local, serão permitidos 70 barcos a pedal e a remo.
A prefeitura de Tel Aviv informou que o projeto irá iniciar com dois filmes, que serão exibidos todas as noites durante a última semana do mês de agosto. A exibição de quinta-feira (20), que serviu de teste para as demais, contou com cerca de 300 pessoas assistindo ao filme Paddington 2.
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