Volvo Penta anuncia medidas para acelerar metas de sustentabilidade da empresa

Por: Redação -
06/11/2020

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Para impulsionar o investimento na exploração de tecnologias sustentáveis ​​- em linha com os objetivos de sustentabilidade do Grupo Volvo – a empresa se concentrará em sua transformação de desenvolvimento de unidades internas e de tração de popa – com maior eficiência de combustível e emissões zero por meio de combustíveis híbridos, elétricos e renováveis ​​sendo a nova direção.

No início desta semana, o Grupo Volvo anunciou a ambição de ser uma empresa com emissões líquidas zero até 2050, o mais tardar. Para ser transparente em seu progresso, a empresa agora se compromete com a iniciativa de Metas Baseadas em Ciência. Metas e roteiros serão estabelecidos durante 2021.

Para apoiar as metas de sustentabilidade do Grupo Volvo, a Volvo Penta anunciou que redirecionará mais recursos para acelerar seu desenvolvimento sustentável, que consiste em atingir zero emissões – por meio de fósseis combustíveis renováveis ​​gratuitos, tecnologia elétrica híbrida – enquanto continua a fornecer soluções inovadoras para a indústria naval.

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“A Volvo Penta dá as boas-vindas a esse foco crescente em todo o Grupo Volvo. Apoiaremos esses objetivos intensificando nossos esforços e recursos contínuos para o desenvolvimento contínuo de soluções sustentáveis ​​”, declara a presidente da Volvo Penta, Heléne Mellquist. “Este foco inclui avanços em soluções inovadoras, como nosso Volvo Penta IPS exclusivo e linhas de unidade de tração de popa.”

Outra área em que a Volvo Penta continua a se concentrar é sua filosofia Easy Boating, oferecendo uma experiência de navegação única. A empresa continuará a transformar a experiência do cliente, tanto para o navegador de hoje como para toda uma nova geração que gosta de estar na água. Isso não inclui apenas o aproveitamento dos benefícios de tecnologias sustentáveis, mas também automação e conectividade para aprimorar ainda mais a experiência a bordo exclusiva da Volvo Penta.

Como resultado dessa jornada de transformação acelerada, a empresa colocará seu desenvolvimento externo em espera.

Portanto, Volvo Penta vai parar a venda e comercialização de motores Seven Marine (a partir de 1º de janeiro de 2021) – bem como descontinuar a produção assim que a demanda do cliente for atendida. A empresa, no entanto, continuará a oferecer suporte à atual base de clientes de motores de popa assumindo total garantia e responsabilidade pelas peças dos produtos que estão no campo.

“Queremos enviar uma mensagem clara”, diz Mellquist. “A Volvo Penta prevê que o segmento de motores de popa continuará a ser relevante para o mercado de Lazer Marinho, mas acreditamos que a necessidade indiscutível de impulsionar os avanços em tecnologia sustentável deve ser nosso foco principal. É por isso que, por enquanto, a exploração de novas tecnologias junto com o desenvolvimento de nosso negócio principal, como Volvo Penta IPS e unidades de tração de popa, será o centro de nossos esforços”.

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    Réplica de barco histórico construído em Santa Catarina parte para o Caribe

    Por: Redação -

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    Tradicionalmente reconhecidas pelo potencial na construção naval, ao produzir embarcações que vão desde barcos de pesca, passando por iates de alto luxo, até imensos navios, as cidades de Itajaí e Navegantes, no litoral norte catarinense, também foram escolhidas para executar réplicas de embarcações históricas. Nesta semana, uma reprodução da primeira NAU Santa Maria – caravela que trouxe o explorador Cristóvão Colombo às Américas – feita aqui no Brasil, teve o seu processo de construção e exportação finalizado e partiu rumo à ilha de Curaçau/Antilhas Holandesas, no mar do Caribe.

    Responsável pelos trâmites de exportação e importação de materiais usados na construção do barco, assim como o processo que habilitou a viagem rumo ao seu destino, o diretor da empresa H.ace (Hosang – Assessoria em Comércio Exterior), Jorge Irineu Hosang, explica que a réplica da NAU Santa Maria seguirá até o Caribe navegando pela costa brasileira.

    “Fizemos uma pesquisa e identificamos que seria economicamente mais viável que a embarcação fosse navegando do que transportada por algum navio. A previsão é de que a viagem possa levar entre 30 e 40 dias para ser concluída, levando em conta as paradas para abastecimento”, contou.

    O investidor do projeto, o argentino Miguel Pedro Sheppard, explica que a construção do barco veio precedida de um extenso trabalho de pesquisa histórica, combinado a uma engenharia moderna, para oferecer mais conforto e segurança aos tripulantes. Segundo o empresário, apenas na execução desta primeira embarcação foram investidos três milhões de dólares, incluindo todos os custos com estudos. “O processo de construção envolveu anos de pesquisa histórica que foram alinhados a uma engenharia contemporânea e de vanguarda”, disse.

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    Projeto prevê a construção de outras réplicas

    Este foi apenas o primeiro barco de uma série de 10 embarcações idênticas que devem ser construídas nos próximos anos na região e que serão empregadas na exploração turística na nas diversas ilhas caribenhas.

    Além da reprodução da “NAU Santa Maria”, também estão previstas a construção de quatro réplicas da embarcação “Pérola Negra”, que estrelou a famosa série de filmes “Piratas do Caribe” e de dois “La Venganza de La Reina Ana”, o galeão mais moderno do século XVIII, roubado e transformado em navio pirata por Barba Ruiva.

    A construção da primeira réplica da NAU Santa Maria feita no Brasil, foi realizada em dois estaleiros catarinenses, a construção iniciou em Itajaí e foi concluída na cidade vizinha de Navegantes. Foram quase quatro anos de um trabalho que contou com a mão de obra regional orientados por profissionais especializados no segmento, alguns vindos do exterior. Segundo Hosang, as próximas embarcações devem ser construídas de duas em duas, de modo a acelerar a entrega. “Acreditamos que as próximas construções gerem em torno de 800 empregos, diretos e indiretos aqui na região, num contrato que deve chegar próximo dos 50 milhões de dólares” adianta.

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      Samurai que sonha em velejar pelo mundo é um dos 33 competidores da Vendée Globe

      Por: Redação -

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      Entrando no clima da Vendée Globe, que começa no próximo domingo, dia 8, um dos competidores mais chamativos, entre os 33 velejadores, certamente é o japonês Kojiro Shiraishi. O capitão da DMG MORI Global One sonha em ser o primeiro asiático a dar a volta ao mundo nesta competição.

      Em entrevista ao jornal italiano La Gazzetta dello Sport, Kojiro confidenciou que não sente medo de ter que, novamente, abandonar a prova. “O medo é algo que a mente cria. Desmaiei em meu último Vendée Globe, mas não tenho medo disso. Foi apenas má sorte. Agora tenho um barco sólido e tenho a certeza”, completa.

      O Samurai de 53 anos de Kamakura, uma cidade costeira ao sul de Tóquio, está determinado a concluir a prova. “Completar o Vendée Globe seria um grande sucesso”, explica. “Tem sido meu sonho. Há 4 anos eu tive que desistir de correr e desviar para a África do Sul a bordo do Spirit of Yukoh (seu barco antigo)”, detalha.

      “Se eu também puder me divertir e curtir a grandeza do mundo, será ainda mais bonito ainda”, pontua. “No entanto, o maior resultado será terminar e mostrar a todos que me seguem que posso ser o primeiro capitão asiático a terminar esta corrida”, complementa.

      Apesar da vela não ser um esporte tão popular no Japão, Kojiro está atraindo o interesse de jovens marinheiros japoneses, alguns dos quais se juntaram a ele a bordo do DMG MORI, para ganhar experiência. O capitão também está investindo na divulgação do esporte em seu país de origem e sabe que a mídia japonesa vai cobrir a largada da regata.

      O Samurai ainda conta que dois canais de TV japoneses irão transmitir a prova. “Farei muitas entrevistas ao vivo e tentarei mostrar aos japoneses como esta corrida é fantástica. Eu só quero deixar todos ao meu redor felizes com o que faço. Este é o objetivo da minha vida”, conta.

      Kojiro conhece o oceano e diz que vem conhecendo ainda mais suas habilidades. “Aprendi que existem erros humanos que o oceano não consegue perdoar. O oceano é forte e poderoso, então nada está perdoado”, disse ele.

      A pandemia afetou a preparação de Kojiro e de todos os outros. Uma particularidade no caso do Samurai é que se tudo estivesse normal, uma legião de japoneses o apoiaria antes de sua partida.

       

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      Além disso, ele reconhece que não foi fácil para os organizadores manterem a corrida no caminho certo. “Gostaria de agradecer a todos os participantes da Vendée Globe, bem como a todos aqueles que tornaram esta regata possível”, disse ele. “Tenho certeza de que há algumas decisões difíceis a tomar e estou feliz que esta corrida esteja se desenrolando.”

      Kojiro finalmente acrescenta que apreciou a recepção recebida na França durante a preparação. “São poucos os velejadores asiáticos que vêm fazer a Vendée, e se um dia chegar outro, peço a todos – capitão ou torcedor – que o recebam como fizeram comigo”, finaliza o Samurai sonhador dos mares.

      Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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        Hotel Fasano Salvador oferece experiência para passeios de barco

        Por: Redação -
        05/11/2020

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        Os turistas – e soteropolitanos interessados em uma experiência staycation (férias em casa) – agora podem desfrutar do conforto e do serviço exclusivo Fasano “al mare”. O Hotel Fasano Salvador, que retomou suas atividades no dia 8 de outubro, agora oferece o serviço de catering (refeições) para passeios de barco.

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        >> Do mentor do Google a brasileiros: por que os barcos tornaram-se refúgio seguro durante a quarentena

        O cliente pode solicitar o serviço, que conta com garçom, barman, bebidas e um menu especial, ao departamento de Concierge, que planeja todo o programa do passeio marítimo, inclusive com a lancha ideal para o número de convidados. A outra opção é o hóspede fechar o passeio direto com a marina e contratar apenas o serviço.

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          Indonésia recebe a primeira embarcação desde o início da pandemia

          Por: Redação -

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          O M/Y Amevi, primeiro megaiate a visitar a Indonésia após o início da pandemia, atracou em Belitung no mês de outubro. Após a sua visita, novos procedimentos de liberação foram instaurados para que as fronteiras sejam abertas aos poucos. A permissão do governo local foi obtida graças aos esforços da tripulação do Amevi, de 80 metros, aliados à Asia Pacific Superyachts Indonesia, uma empresa de gerenciamento de superiates.

          O Amevi chegou à Indonésia, de Singapura, via Bali, e foi crucial na formação dos protocolos elaborados para as autorizações de Covid-19. A primeira etapa da liberação envolveu a concessão de vistos para tripulantes em várias embaixadas ao redor do mundo. Depois de os funcionários da alfândega e da imigração verificarem o passaporte e o visto de cada membro da tripulação, foi a vez de testá-los. “Testes de PCR foram feitos com retorno de cerca de seis horas. Enquanto aguardavam, todos foram acomodados em Jacarta. Todo o processo foi agilizado a fim de atender aos vôos de ida e aos requisitos das companhias aéreas ou país de destino”, conta Thomas Taatjes, da Asia Pacific Superyachts.

          indonesia

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          A tripulação também foi só elogios à empresa que gerencia os superiates. O relato foi de muita satisfação, tanto com a suavidade da operação da equipe, quanto com as paisagens. Eles afirmam terem ficados impressionados com as belas ilhotas, as praias offshore de Belitung, a simpatia da população local e o apoio em solo da APS Indonésia.

          De acordo com os departamentos de Belitung, a sensação foi de muita gratidão por hospedar o maior iate que já visitou as ilhas. Após a visita, o governo indonésio divulgou uma carta que dizia: “Agora todos os portos da Indonésia estão abertos para iates, desde que sigam o protocolo estabelecido pela Amevi e Asia Pacific Superyachts Indonesia”.

          O fundador da APS Indonesia, Capitão Jimmy Blee, explica que “a APS está sempre disponível e continuaremos a enviar atualizações regulares a todos os nossos amigos e clientes, conforme as condições mudam na Indonésia, além do que é amplamente divulgado. Estes dias incertos exigem força, esperança e uma profunda humanidade para os outros. Estamos muito satisfeitos em compartilhar essas boas notícias com todos”.

          indonesia
          Belitung, Indonésia

          Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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            Damien Seguin é um dos 33 velejadores que participarão da Vendée Globe a partir do dia 8 de novembro, mas será o único a fazer a travessia com apenas uma mão.

            “Serei o primeiro capitão paraolímpico a participar desta viagem ao redor do mundo sozinho, sem escala e sem assistência. É um verdadeiro orgulho”, afirma o velejador de 41 anos a bordo de seu barco do Grupo Apicil.

            O monocasco da classe Imoca, de 18 metros de comprimento, não possui nenhuma adaptação específica exceto por um bico no guincho.

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            Com a data de início da prova se aproximando, Damien Seguin, pai de dois filhos, diz que tem mais medo de ser forçado a um abandono do que um acidente, fadiga ou solidão.

            O francês quer se superar e vencer a prova. No entanto, sabe que será difícil competir com algumas embarcações, sobretudo as com foils, que permitem que os barcos subam acima da água para obter mais velocidade.

            “Sou um competidor, não posso me contentar em aspirar ao meio da classificação”, afirma Damien, que nasceu sem a mão esquerda no dia 3 de setembro de 1979 em Briançon, nos Alpes franceses, bem perto da fronteira com a Itália.

            Mas, como alguém que nasce nos Alpes se destaca na vela?

            Depois de uma infância no sopé dos Alpes, Damien Seguin mudou-se, em 1989, com a família para a ilha caribenha de Guadalupe, que é um território Francês, onde passou 10 anos e descobriu a vela.

            Desde então, iniciou a carreira na vela paralímpica e acumula três medalhas Olímpicas: duas de ouro, em Atenas 2004, e no Rio em 2016, e uma de prata nos Jogos de Pequim, em 2008.

            Damien ainda conta que seu pai era um guia de montanhas e que sempre o levava para algumas escaladas, o que fez com que ele já tivesse uma resistência desde muito jovem, um diferencial imprescindível na vela.

            “Nunca me coloquei barreiras e nunca aceitei que me colocassem”, finaliza Damien Seguin, com um sorriso antes de seu maior desafio na 9ª edição da Vendée Globe.

            Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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              Bilionário brasileiro Jorge Paulo Lemann é dono de superiate holandês

              Jorge Paulo Lemann, além de maior acionista da Americanas, é um amante do mar. Prova disso é uma das propriedades que o bilionário possui: uma embarcação de 62 metros. Batizado de Anawa, o iate de Lemann foi construído pelo estaleiro holandês Damen Shipyards.

              O bilionário era conhecido por costumar navegar sempre que possível, seja em barcos de amigos ou alugados pelo sistema de charter. Foi assim até julho de 2020, quando o iate de Lemann foi comprado.

               

              A revelação de que o iate Seaxplorer 62 Anawa fazia parte dos bens de Lemann foi feita em 2020 pelo jornalista Aaron Carpenter, colunista e editor de notícias da revista de negócios Bailiwick Express, da Ilha de Guernsey, no Canal de Mancha.

              “Um banqueiro de investimento brasileiro com fortuna avaliada em cerca de US$ 25 bilhões parou em Guernsey com um superiate de US$ 100 milhões, que comprou no início deste ano [2020]. O barco está ancorado em St. Peter Port Harbor”, revelou Carpenter.

               

              “O Seaxplorer 62 Anawa é propriedade de Jorge Paulo Lemann, que nasceu no Brasil, mas agora reside na Suíça. (…) Ele tem uma queda por iates de luxo e acredita-se que o Anawa seja sua última aquisição”, acrescentou o jornalista.

               

              Conheça o iate de Lemann

              Primeiro superiate da linha Seaxplorer do grupo Damen Shipyards (que tem sede na Holanda), o iate de Lemann foi entregue na primeira semana de julho de 2020. Segundo o estaleiro, o Anawa combina o requinte de uma casa de luxo com a capacidade de exploração de barco de expedição.

               

              Não faltam luxos no iate de Lemann. A embarcação conta com heliponto e hangar totalmente certificados, duas garagens e uma área de equipamentos de mergulho. Há ainda muitas instalações de armazenamento para garantir autonomia de 30 dias no mar, a uma velocidade máxima de 13,5 nós.

               

              Fortuna de Lemann

              Homem mais rico do Brasil, Lemann hoje figura na lista da Forbes com fortuna estimada em US$ 15,5 bilhões — o equivalente a cerca de R$ 80,2 bilhões (valores convertidos em fevereiro de 2023) — mesmo em meio à crise que a Americanas enfrenta.

               

              Nascido no Rio de Janeiro, em 1939, filho de suíços, há alguns anos Lemann mudou-se com a esposa Susanna, que nasceu na Suíça, para os arredores de Zurique, onde se locomove de bicicleta nos vilarejos da região e pratica esportes aquáticos no lago Zurique.

               

              Paixão de Lemann pelo mar

              Muito antes de despontar na mídia como o bilionário nº 1 do Brasil, o empresário Jorge Paulo Lemann, que raramente dá entrevistas, apareceu nas páginas da revista NÁUTICA praticando seu esporte favorito: a caça submarina.

               

              Foi também graças à caça submarina que Lemann se aproximou de Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira, seus sócios na 3G Capital, controladora do maior conglomerado de cervejas do planeta (AB Inbev), da Americanas, da rede Burger King e da indústria alimentícia Kraft Heinz, além de companhias internacionais de ferrovias, e construção civil, por exemplo.

               

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                Grupo com mais de 40 mulheres se aventura em pesca esportiva no Pantanal. Confira

                Por: Redação -

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                No último sábado, 31 de outubro, um grupo de 42 mineiras de Uberlândia chegou ao Pantanal para encerrar a temporada de pesca de 2020. A pesca esportiva, atividade que há muito era majoritariamente masculina, hoje já tem um público 40% feminino. Maria Aparecida Oliveira Freitas, a Cida, 61, é uma das coordenadoras do grupo. Ela explica que “algumas colegas já vieram pescar no Pantanal com os maridos, mas a grande maioria vem sozinha pela primeira vez, e sempre muito ansiosa para conhecer a região”.

                O grupo é formado por empresárias de diversos ramos. Cida, por exemplo, é cabeleireira e uma das pescadoras mais animadas. “Era um sonho de consumo conhecer o Pantanal e esse esporte tão gostoso. A gente sempre gostou de viajar entre amigas, e o Pantanal nos atraiu porque a estrutura para a pescaria aqui é fantástica”, explica.

                pesca feminina

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                As mineiras fecharam o pacote com o barco hotel Kayamã, fretaram vôo direto de Uberlândia, e a programação foi de pesca até a véspera do início da Piracema — dia 5 de novembro, no Mato Grosso do Sul. “Está dando tudo certo, e já estamos nos programando para voltar em 2021!”, conta Cida.

                pesca feminina
                Barco-hotel Kayamã, o primeiro cruzeiro fluvial da região

                Partindo do aeroporto, o grupo, que usava camisetas cor de rosa como uniforme, foi levado pela operadora ao porto geral, onde compraram kits completos de pesca em uma loja especializada. De lá, o barco hotel seguiu em direção à região da Serra do Amolar, que fica a 180 km de Corumbá.

                A própria dona da embarcação, Joice Santana, que acompanha os torneios de pesca, conta que as mulheres se mostraram muito competitivas na área, principalmente em grupo de amigas ou em família — de qualquer faixa etária. “Elas são muito animadas! Fazem uma diferença e tanto!”, explica Joice.

                pesca feminina
                Uma das visões ao longo da pesca pela Serra do Amolar.

                Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                  São Paulo Boat Show 2020 terá lançamentos de lanchas para pesca

                  04/11/2020

                  São Paulo Boat Show AO VIVO: inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações. Clique aqui.

                  O São Paulo Boat Show está chegando e irá reunir, de 19 a 24 de novembro, na Raia da USP, os principais lançamentos e destaques do mercado náutico lado a lado em um único lugar! Entre os variados modelos, o evento contará com lanchas pensadas especialmente para pesca. Abaixo, o que você poderá conferir no salão náutico paulista:

                  Mestra 160 Fishing

                  Lançamento do estaleiro paulista Mestra Boats, esta lanchinha de 4,74 metros de comprimento foi pensada especialmente para pesca em águas abrigadas. Pode levar até quatro passageiros, além do piloto, e ser equipada com motorização de popa de 40 a 60 hp.

                  Drakkar 300 CC

                  Com 9 metros de comprimento, este é o primeiro de três modelos que serão lançados no Brasil, pela Universo Yachts, e nos Estados Unidos em 2020 e 2021. Suas comodidades incluem armazenamento de iscas vivas, suportes de varas de pesca, caixas de peixes, banheiro, espaço gourmet com churrasqueira, T-TOP com guarda-volumes, além de opcionais. Leva até 12 pessoas e poderá ser equipada com dois motores de popa de 200 a 300 hp.

                  Sedna UB 315

                  Projetada por Donald L. Blount, esta lancha de 9,40 metros de comprimento mantém as mesmas características dos barcos maiores da linha de pesca da Sedna. Versátil, pode levar até 11 passageiros, além do piloto, e ser equipada com dois motores de 300 hp ou três de 250 hp.

                  Sedna XF 315

                  Também com 9,40 metros de comprimento e capacidade total de 12 pessoas, esta lancha de pesca oceânica do Sedna Group busca unir espaço e tecnologia, pensando em rapidez, conforto, segurança e performance. Pode ser equipada com dois motores de 300 hp ou três de 250 hp.

                  Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.

                  Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. A cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água. Veja datas e horários.

                  SÃO PAULO BOAT SHOW 2020

                  Quando? De 19 a 24 de novembro
                  Dias de semana das 15h às 22h
                  Finais de semana das 13h às 22h
                  Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo
                  Mais informações: [email protected]

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                    Azimut 27 Metri fabricada no Brasil é exibida em salão náutico norte-americano

                    Por: Redação -

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                    Com unidade produtiva no Brasil desde 2010, a Azimut Yachts encerrou no domingo, 1º de novembro, com sucesso, a sua participação no Fort Lauderdale International Boat Show (FLIBS), uma das principais feiras náuticas dos Estados Unidos. Na ocasião apresentou uma frota de 10 modelos, das várias coleções da marca como: Atlantis, S, Magellano, Flybridge e Grande.

                    Em termos de lançamento internacional, o evento foi escolhido pela marca para a estreia oficial americana do Magellano 25 Metri, o mais recente iate construído pelo estaleiro global.

                    Entre as novidades da filial produtiva brasileira, o modelo Azimut Grande 27 Metri que teve sua primeira unidade entregue neste ano no país, foi outro destaque. Pensado para revolucionar com sua complexidade em soluções tecnológicas, design assinado por profissionais mundialmente renomados, engenharia e trabalhos artesanais, o modelo tem o equivalente a mais de 350m² de área e conta com superestrutura em fibra de carbono.

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                    “O Fort Lauderdale International Boat Show é, sem dúvidas, uma das mais importantes feiras náuticas dos EUA, um mercado extremamente importante em nível global que impulsiona toda a indústria de iates”, avalia o diretor comercial da Azimut Yachts na América Latina Francesco Caputo.

                    Open Your Eyes

                    Mais um destaque na Flórida foi a exibição do curta-metragem “Open Your Eyes”, produzido Gabriele Muccino, conhecido por dirigir Will Smith no filme The Pursuit of Happyness “A Busca da felicidade”. A superprodução celebra o iate Magellano 25 Metri (que foi exposto no evento) por meio da linguagem universal da arte e do amor. A projeção ocorreu um dia antes do início da feira, no Pérez Art Museum Miami, com a presença do diretor Franklin Sirmans e do Cônsul Geral da Itália em Miami Cristiano Musillo.

                    O curta já pode ser visto no canal do YouTube da Azimut Yachts.

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                      Assista ao vídeo de tubarão branco rondando pescador na Austrália

                      Por: Redação -

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                      Recentemente, um pescador australiano se assustou quando viu um grande tubarão branco perto de seu caiaque. O encontro com o animal foi filmado pelo drone de um amigo. Matthew Smith estava pescando a cerca de 1,5 km da costa de Black Head Beach, ao norte de Tuncurry, quando teve o susto de sua vida ao ver que um grande tubarão branco começou a nadar perto de seu pequeno caiaque. Seu amigo, que estava filmando a pescaria com um drone, foi forçado a assistir impotente quando o gigante de quatro metros começou a se aproximar.

                      “Olhei para o meu lado e o tubarão estava passando, olhando diretamente para mim”, disse Smith. O tubarão circulou por ele, antes de virar bruscamente em direção ao caiaque do pescador. “Eu pensei que provavelmente ia morrer”, continuou Smith.

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                      Nick O’Brien, amigo de Smith, assistiu a tudo em tempo real com seu drone mas estava longe demais para ajudar. “Eu meio que comecei a me preocupar, pensando, ‘oh, espero que corra tudo bem’”, disse O’Brien. O tubarão parecia interessado na âncora do caiaque, com Smith rapidamente lançando-a ao mar. O predador gigante então perdeu o interesse e nadou para longe do caiaque.

                      Alguns cientistas acreditam que as temperaturas mais frias do oceano causadas pelo fenômeno conhecido como La Niña podem estar fazendo com que os tubarões procurem por presas em outras áreas, resultando no aumento do número de ataques não provocados. Apesar do susto, Smith não planeja parar de pescar.

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                        Barco com velejadores olímpicos conquista título Brasileiro de Vela de Oceano no 51º Circuito Rio

                        Por: Redação -

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                        Após um final de semana chuvoso no Rio de Janeiro, a segunda-feira teve sol e dia com clima ameno para definir o Campeão Brasileiro de Vela de Oceano na classe ORC na 51ª edição do Circuito Rio, organizado pelo Iate Clube do Rio de Janeiro com apoio da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano.

                        O barco Ventaneiro 3, do Rio de Janeiro, manteve a consistência e levou o caneco fechando com chave de ouro após a conquista da história 70ª edição da Regata Santos-Rio, a mais tradicional do país.

                        Para a disputa do 51º Circuito Rio e Brasileirão ORC, o Ventaneiro foi comandado por Renato Cunha e contou com a presença de Marco Grael, filho do bicampeão olímpico Torben Grael e velejador que vai disputar uma Medalha Olímpica em Tóquio 2021 na classe 49er.

                        “Só temos a agradecer ao Iate Clube de Rio de Janeiro, o Iate Clube de Santos, CBVela, Marinha do Brasil, ABVO e à tripulação. O barco foi adaptado de cruzeiro para regata, tivemos uma performance acima do esperado, contamos com uma dupla de velejadores olímpicos (o Marquinho Grael, filho do Torben, que ajudou muito na tática a bordo, e o Gabriel Borges na proa, sempre excepcional)”, disse Renato Cunha. “Foi um dia duro, tenso, começamos com uma regata Barla-Sota com pouco vento e bóia de contravento posicionada próxima da ilha da Laje, tivemos dificuldades e precisamos fazer muitas manobras e terminamos em 9º o que poderia colocar em risco as chances do título, mas na segunda regata de vento mais firme e conseguimos buscar uma boa posição, mantivemos até o final e conseguimos vencer a regata”.

                        Marco Grael, que correu a 70ª Santos-Rio no barco do tio Lars Grael, comemorou a conquista: “Tivemos ventos bem fracos, barco é bem pesado, mas conseguimos tirar o máximo do barco. Foi um resultado bem satisfatório, foi nosso primeiro campeonato depois da quarentena e precisamos de muita tranquilidade nas manobras”, disse Marco, que de certa forma superou o pai Torben e o tio Lars, que competiram no evento e terminaram em 4º (Lars Grael com o Avohai) e 9º lugares no geral (Torben com o barco Inaê).

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                        O barco segundo lugar no geral foi o capixaba +Bravíssimo, do Iate Clube do Espírito Santo, que nesta segunda-feira venceu uma regata e ficou em segundo na outra. Eles foram os vencedores do 51º Circuito Rio, mas no acumulado com a 70ª Santos-Rio terminaram em segundo lugar no Brasileiro ORC. O comandante Luciano Secchin comentou: “Deu tudo certo hoje no último dia, ontem foi complicado com rajada de vento forte quebramos parte do material, conseguimos recuperar, mas parte da regata não tinha sido boa. Hoje conseguimos ganhar o Circuito Rio e ficamos em segundo no Brasileiro. Foi um ano bom apesar de poucas competições até aqui, grande trabalho da tripulação toda”, disse Luciano lembrando a conquista do barco na regata Buenos Aires – Punta del Este.

                        O barco do Veleiros do Sul, de Porto Alegre, e do ICRJ, o Crioula 29, campeão de 2019 do Brasileiro ORC realizado em Búzios (RJ), fechou o pódio na terceira colocação.

                        Na classe IRC no 51º Circuito Rio, o carioca Danadão, de Guilherme Raffare, terminou a segunda-feira com dois terceiros lugares, mas foi o campeão no geral deixando o capixaba Phantom of the Opera em segundo lugar e o catarinense Itajaí Sailing Team, de Itajaí (SC), em terceiro. Maurício Santa Cruz, pentacampeão mundial, destacou sobre o segundo Brasileiro seguido do Danadão: “Vento estava melhor, o barco Esculacho conseguiu duas vitórias, mas o Campeonato foi uma média e vencemos. Foi uma semana muito difícil pois a previsão falava uma coisa e o vento dava outra, tripulações tiveram dificuldades na parte tática. Nós velejamos muito bem com as condições e estamos felizes por termos ganho o campeonato”, detalhou o experiente velejador que tem títulos Pan-Americanos e que venceu a 70ª Santos-Rio na classe Mini 6.5, competindo em um barco pequeno de pouco mais de 20 pés: “Foi uma experiência. Velejar de dupla é diferente, não se pode forçar muito, precisa descansar o tempo todo, acertamos a parte de alimentação, turnos. Pegamos muito vento forte e vento fraco”, completou Santa Cruz que já começou sua campanha Olímpica para 2024 nos Jogos de Paris onde a Vela de Oceano vai fazer parte em barcos de 30 pés.

                        Na classe RGS o caneco ficou com o Nativo, da BR Marinas, com o Leila W em segundo e o Zeus em terceiro. Na C-30 quem levou foi o Caballo Loco  de Ubatuba/Ilhabela, vencendo três das cinco regatas. O Kaikias ficou em segundo com o Zeus Team, do Iate Clube de Santa Catarina, de Florianópolis (SC), em terceiro.

                        Ao todo foram 41 barcos na dusputa do 51º Circuito Rio dos estados do RJ, SP, ES, SC, RS e BA e velejadores espalhados por todo o país. Entre os dias 20 e 22 de novembro, o Yacht Club de Ilhabela, em Ilhabela (SP) receberá o Brasileiro nas classes IRC e BRA-RGS: “Foi uma competição difícil com tempo chuvoso em três dias, mas presença excelente em massa de barcos do estado de São Paulo, dez ao todo, barcos da Bahia, Espírito Santo, Santa Catarina. Certamente um grande evento e ano que vem teremos presença de Pernambuco e vamos por mais”, disse Ricardo Baggio, diretor de Vela do Iate Clube do Rio de Janeiro.

                        O próximo grande evento será o Brasileiro IRC e RGS que acontecerá entre os dias 20 e 22 de novembro em Ilhabela (SP), no Yacht Club: “Foram dias históricos com o recorde de barcos na Santos-Rio e grande presença no Circuito Rio e Brasileiro ORC. Agora esperamos grande presença em Ilhabela que o clube e nós da ABVO já começamos a preparar”, disse Mario Martinez,  comodoro da ABVO.

                        Confira os Resultados:

                        Brasileiro ORC (51c Circuito Rio + 70ª Santos Rio)

                        1 – Ventaneiro 3 83 pontos

                        2 – +Bravíssimo  82 pontos

                        3 – Crioula 29 79 pontos

                        4 – Avohai V – 77,5 pts

                        5 – Bravo – 76,5 pts

                        6 – Rudá/Blue Seal – 74 pts

                        7 – Xamã 72,5

                        8 – Sorsa III – 68,5 pts

                        9 – Inae 40 – 60 pts

                        10 – Maestrale – 59 pts

                        11 – Maximus – 53,5 pts

                        12 – Bicho Grilo – 49,50 pts

                        13 – Marujo´s – 44 pts

                        14 – King – 40,5 pts

                        15 – Duma – 36,5 pts

                        16 – Vesper IV – 29 pts

                        17 – Bijupirá – 10 pts

                        51º Circuito Rio

                        ORC

                        1 – +Bravíssimo 18 pts

                        2 – Bravo 20 pts

                        3 – Ventaneiro – 21 pts

                        4 – Crioula 29 – 22 pts

                        5 – Avohai V – 24,5 pts

                        6 – Rudá/Blue Seal 29 pts

                        7 – Xamã 31 pts

                        8 – Sorsa III 34 pts

                        9 – Inae 40 – 35 pts

                        10 – Maestrale – 40

                        11 – Bicho Grilo 45,5

                        12 – Maximus – 48

                        13 – Marujo´s – 55,5

                        14 – Duma – 57,5

                        15 – King – 60

                        16 – Vesper IV – 63

                        17 – Miragem – 78

                        18 – Bijupirá – 81

                        IRC

                        1 – Danadão 9 pontos

                        2 – Phantom of the Opera 13 pts

                        3 –  Esculacho 18 pts

                        4 – Boto V – 20 pts

                        5 – Itajaí Sailing Team 22 pts

                        6 – Saravah -24 pts

                        7 – Minna – 26 pts

                        8 – Villegagnon – 43 pts

                        9 – Dacha 6 – 43 pts

                        BRA-RGS

                        1 – Nativo 8 pontos

                        2 – Leila W – 12 pts

                        3 – Zeus – 19 pts

                        4 – Orion – 19 pts

                        5 – Beleza Pura – 24 pts

                        6 – Dona Bola 26 pts

                        7 – BL3 Urca 33 pts

                        8 – Tuchaua 40 pts

                        9 – Brekele – 42

                        10 – No Brainer 53

                        C-30 

                        1 – Caballo Loco 11 pontos

                        2 – Kaikias 12 pts

                        3 – Zeus Team 13 pts

                        4 – Loyality 06 16 pts

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                          Por: Redação -

                          Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                          A 9ª edição da Vendée Globe terá recorde de participação feminina: seis mulheres se lançarão ao mar para tentar dar a volta ao mundo. Ao todo, apenas sete mulheres já tentaram completar a única prova de volta ao mundo em solitário e sem escalas.

                          A primeira foi Catherine Chabaud, sexta colocada na Vendée Globe de 1996-1997 e, portanto, a primeira mulher a completar uma turnê mundial solo. Ainda nessa edição, Isabelle Autissier também esteve na linha, mas acabou fora da corrida porque teve de fazer uma parada na Cidade do Cabo, a fim de reparar uma falha no leme. Entretanto, ao voltar para a prova ela não conseguiu continuar.

                          Ellen MacArthur, na edição 2000-2001, foi a primeira mulher a subir no pódio da Vendée Globe. A navegadora britânica de 24 anos terminou em segundo lugar, apenas um dia atrás do vencedor Michel Desjoyeaux.

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                          A terceira mulher, depois de Chabaud e MacArthur, a concluir a Vendée Globe, foi a francesa Anne Liardet, que fechou na décima primeira colocação, em 2004-2005, e à frente da compatriota Karen Leibovici, que também completou a prova e terminou na décima terceira posição.

                          Na volta de 2008-2009, mais duas mulheres na corrida: Samantha Davies fechou em quinto lugar seguida por Dee Affari, que terminou em sexto. Samantha Davies também tentou participar da regata de 2012-2013, mas não conseguiu. Agora, ela tenta novamente neste ano e é a veterana do grupo. Para as outras cinco participantes, será a primeira vez na regata.

                          Com largada no dia 8 de novembro, com 33 veleiros inscritos na 9ª edição da mais perigosa e radical prova da vela mundial, esse número ostenta o recorde de participação geral. Considerada o Everest dos mares pelos competidores, a prova tem o conceito de competição simples e muito claro: um homem ou uma mulher, o mundo e um barco.

                          Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                            11 lanchas de 12 a 27 pés para você conhecer no São Paulo Boat Show 2020

                            03/11/2020

                            São Paulo Boat Show AO VIVO: inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações. Clique aqui.

                            Está chegando mais uma edição do São Paulo Boat Show e, como já é tradição, o público poderá conferir os principais lançamentos e destaques do mercado náutico lado a lado em um único lugar! Momento perfeito para escolher sua primeira embarcação e entrar de vez no mundo náutico. Por isso, NÁUTICA selecionou alguns dos modelos de lanchas de entrada que serão apresentadas no São Paulo Boat Show 2020, de 19 a 24 de novembro, na Raia da USP. Muitos deles estarão com condições imperdíveis no evento. Confira:

                             

                            1) XSpeed 120

                            Com 3,85 m de comprimento (ou 12 pés) e um metro e meio de largura, esta lanchinha da Murano Yachts, estaleiro localizado no interior de São Paulo, mais parece um grande jet, leva até quatro pessoas, pesa 150 kg e está disponível em algumas opções de cores. É ideal para quem quer navegar, esquiar e se divertir em lagoas, rios, represas ou mar abrigado. Construída 100% em fibra de vidro, seu casco em “V” modificado promete segurança e estabilidade.

                             

                            2) Ventura 195 Crossover

                            O modelo de proa aberta com passagem lateral para a proa da mineira Ventura Marine, traz diferenciais como banheiro, solário e assento de proa. Um outro grande destaque desta embarcação é o Ventura System, um painel que informa tudo sobre o motor da embarcação, eliminando os relógios e, ainda, inclui os dados de gps e sonar. O modelo pode acomodar até oito pessoas em saídas diurnas e pode ser equipada com um motor de popa de 90 a 150 hp.

                             

                            3) Real 220

                            Com 6,57 metros de comprimento, esta lancha do estaleiro fluminense Real Powerboats, sob comando de Paulo Thadeu, conta com casco que visa amortecer o impacto contra as ondas e rapidez, mesmo como motorização de média potência. Ideal para passeios diurnos, o modelo tem proa aberta e pode levar até 10 passageiros. Pode ser equipada com um motor de popa de 135 a 250 hp de potência.

                             

                            4) FS 230 Scappare

                            Edição comemorativa de mais de 1000 unidades produzidas da lancha de 23 pés do estaleiro catarinense, a FS 230 Scappare T-Edition tem pintura personalizada em azul grafite e para-brisas preto. Com 7,10 m de comprimento, vem com proa fechada e camarote para casal com um banheiro fechado. O modelo possui casco pensado para proporcionar navegação veloz e confortável, tem solário na proa e leva até 10 pessoas em passeios diurnos. Pode receber um motor de 170 a 270 hp de potência.

                             

                            5) Solara 235 Cabin

                            Com 7,35 metros de comprimento, a lancha Solara 235 Cabin, da gaúcha Lanchas Solara, foi pensada para unir design moderno e soluções inteligentes. Um dos diferenciais em sua categoria é o banheiro fechado e pernoite para duas pessoas. De dia, a lancha acomoda até sete passageiros, além do piloto. Pode ser equipada com um motor de 200 a 250 hp, gasolina ou diesel.

                             

                            6) Mestra 240 

                            Estreia do último São Paulo Boat Show, esta lancha de 24 pés – 7 metros de comprimento – do estaleiro paulista Mestra Boats já conta com mais de 40 unidades na água, de acordo com o fabricante. Com capacidade para levar até nove pessoas, além do piloto, tem proa aberta e é ideal para cruzeiros diurnos. Pode ser equipada com um motor de centro-rabeta de 200 a 280 hp de potência.

                            7) Coral 24

                            Este modelo do estaleiro fluminense Lanchas Coral conta com uma pequena cabine desenhada, principalmente, para passeios diurnos com banheiro e lugar para um adulto pernoitar. Lançada em 2012, a lancha tem 7,31 metros de comprimento e pode acomodar até 10 passageiros. A motorização fica por conta de um motor de popa de 150 a 350 hp de potência.

                             

                            8) Millenium 245

                            Projetada para motor de centro-rabeta, esta lancha de 7,40 metros de comprimento feita no Rio Grande do Sul pelo estaleiro Millenium tem o mesmo casco cortador de ondas de suas irmãs movidas com motor de popa, com a vantagem de oferecer a plataforma integral atrás. O cockpit é aconchegante e acomoda até oito pessoas em passeios diurnos e três pessoas em pernoite. A motorização vai de 220 a 300 hp de potência.

                             

                            9) Triton 250 Open

                            Lançado em 2010, o modelo de 7,65 m de comprimento do estaleiro paranaense Triton Yachts tem bom acabamento e um cockpit bem resolvido, com minibar, solário e ampla plataforma de popa. Tem capacidade para 10 pessoas de dia e duas em pernoite, na cabine que vem com banheiro fechado.

                             

                            10) NX 250

                            Lançado em 2015 pelo estaleiro pernambucano NX Boats, o menor modelo da marca acomoda até 12 pessoas nos seus 7,5 metros de comprimento. Seu layout inclui passagem lateral para a proa e espaço gourmet na popa, além de banheiro. Sua motorização fica por conta de um centro-rabeta de 220 a 320 hp.

                             

                            11) NHD 270

                            A NHD 270 Open, fabricada pela NHD Boats, em Itajaí, tem como principal destaque sua área de lazer. Com open deck somado à plataforma de popa, de 1,20 m de comprimento, esta área se torna um amplo espaço de convivência. Conta, ainda, com espaço gourmet com churrasqueira, vários porta-copos e um grande paiol. Apesar da proa aberta, tem um bom banheiro. A NHD 270 open aceita motorização de 250 a 350 hp, a gasolina, e de 260 a 320 hp, a diesel.

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                            Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.

                            Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. A cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água. Veja datas e horários.

                            SÃO PAULO BOAT SHOW 2020

                            Quando? De 19 a 24 de novembro
                            Dias de semana das 15h às 22h
                            Finais de semana das 13h às 22h
                            Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo
                            Mais informações: [email protected]

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                              Por: Redação -

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                              “Foram momentos de pânico.” Foi assim que Duarte Bessone descreveu a um site português a forma como o seu pai Luís Bessone Basto e um amigo lidaram com um ataque de orcas ao veleiro que pilotavam recentemente ao largo da costa portuguesa.

                              “Eles velejavam no sentido de Sines para Sesimbra, a cerca de três milhas a cinco milhas da costa, quando um grupo de orcas que vinha da zona de Setúbal foi direito ao barco e fez um ataque puro e simples”, explicou, revelando que “partiram logo o leme e o barco ficou à deriva”.

                              “Para se ter a noção da violência, as orcas levaram o leme para o fundo e quando ele veio à tona saltou um metro acima da água, o que mostra bem força delas”, contou, revelando que o ataque durou “entre 10 a 15 minutos com pancadas no casco, tão fortes que o barco, que tem sete toneladas, virava de um lado para o outro”.

                              “A força delas era tão grande que podia ter furado o casco. Havia ainda o risco de partirem a quilha ou o motor e, se o conseguissem, afundavam o barco e o meu pai e o amigo ficavam à mercê delas”, acrescentou Duarte Bessone, revelando que o grupo tinha “duas orcas adultas, que foram as primeiras a perderem o interesse no barco, e as crias, que continuaram a bater durante mais algum tempo”.

                              O conhecimento de situações destas através de relatos em fóruns na internet e a experiência de Luís Bessone Basto, de 69 anos e que foi comandante de petroleiro durante cerca de 40, foi essencial para adotar alguns procedimentos que podem ter evitado males maiores. “Eles desligaram o motor e fizeram o máximo de silêncio possível para ver se elas se afastavam. Não sabemos se resultou, mas a verdade é que acabaram por ir embora alguns minutos depois”, conta Duarte, revelando o desabafo que lhe fez o pai: “Nunca tinha visto nada igual e já passou por muito no mar.”

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                              Veleiros impedidos de navegar na Galiza

                              As orcas são animais que podem chegar aos oito metros de comprimento e às cinco toneladas de peso. Costumam atacar baleias – é por isso que são também conhecidas como baleias assassinas – e a realidade é que é aqui que pode residir o motivo destes ataques. “É possível que as orcas confundam o casco do barco com uma baleia ao contrário, mas a verdade é que estão a colocar em risco a navegação costeira em Portugal”, explica Duarte Bessone, revelando que “durante o verão, as autoridades marítimas da Galiza interditaram a navegação de veleiros na sua costa, precisamente devido as este tipo de ataques”.

                              Os investigadores têm até considerado estranho este comportamento, razão pela qual admitem que este tipo de ataques já registados ao largo de Sesimbra, em Gibraltar e na Galiza, estejam a ser protagonizados pelo mesmo grupo de orcas, até porque estes locais ficam na rota das migrações do atum-rabilho, o principal alimento das orcas.

                              “Fui contatado pelo Museu da Baleia dos Açores, que queriam perceber se se tratavam das mesmas orcas que costumam atacar na Galiza e em Gibraltar. No entanto, este até pode ser outro grupo”, revelou Duarte Bessone, contando ainda que o pescador que recuperou o leme do veleiro disse que as orcas “andam naquela zona de Sesimbra porque ali há muito peixe”.

                              Durante o ataque, foi emitido um alerte de ajuda à Unidade de Controle Costeiro da GNR, que “demoraram um pouco a responder” e chegaram ao local “cerca de 20 minutos após o ataque”. O veleiro acabou por ser rebocado para o porto de Sines, onde aguarda pela peritagem do seguro. “Além do leme, os danos são bem visíveis no casco. Estimamos que seja um prejuízo entre 6 a 10 mil euros”, revelou Duarte Bessone.

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                                Campeonato Sul-Brasileiro e Norte-Nordeste de Optimist aconteceram neste fim de semana

                                Por: Redação -

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                                Os velejadores do Veleiros da Ilha fizeram a festa competindo em casa. Fernando Menezes, Clara Meyer Mateus Cardoso e Lara Candemil  foram os campeões do 42º Campeonato Sul-Brasileiro de Optimist, encerrado nesta segunda-feira (2), em Jurerê.

                                Em seu último campeonato na classe Optimist, Fernando Menezes teve um final de semana bastante consistente, vencendo duas das sete regatas e conquistando ainda dois segundos lugares. Com 14 pontos perdidos, o atleta catarinense comemorou mais um belo resultado em sua trajetória na classe. Em 2019, Fernando foi quarto colocado no campeonato europeu e neste ano se classificou para o Mundial (que não foi realizado). Essa foi a última competição do atleta na categoria Optimist.

                                “Foi muito legal ter terminando minha trajetória no Optimist com vitória, ainda mais aqui em Jurerê, no Veleiros da Ilha. Estou muito contente por mim e pelo meu irmão, que foi vice-campeão. Estou preparado para encarar as classes de Vela Jovem”, disse Fernando Menezes.

                                O segundo lugar na classificação geral também ficou com um velejador do Iate Clube de Santa Catarina. Vice-campeão sul-americano, terceiro colocado no campeonato asiático e integrante da equipe brasileira no Campeonato Mundial, Guilherme Menezes também fechou um ciclo repleto de bons resultados na classe com o vice-campeonato no Sul-Brasileiro. Atual campeão brasileiro, Lucas Freitas (ICRJ – RJ) ficou na terceira posição, seguido por Pedro Rosa (Jangadeiros – RS) e Clara Meyer Cardoso Mateus (ICSC – SC).

                                Sexta colocada na classificação geral, Clara Meyer Cardoso Mateus comemorou o título na categoria Feminino. Ela que representou o Veleiros da Ilha em diversas competições internacionais ao longo dos últimos anos, também encerrou seu ciclo na classe Optimist e agora ingressa na Vela Jovem. Com 46PP, a catarinense terminou na primeira posição, com Cristina Iglesias (YCSA – SP), em segundo lugar, e  Joana Freitas (ICRJ – RJ)  na terceira posição.

                                “Foi uma despedida excelente do Optimist. Consegui velejar muito bem na minha última regata e estou muito feliz com o título. Agora é começar a me preparar para a Vela Jovem”, disse Clara.

                                Ainda pela categoria Feminino, o Iate Clube de Santa Catarina contou com a ótima participação de Lívia Nogueira, sexta colocada, e que também encerrou sua trajetória no Optimist e agora vai traçar novos caminhos na Vela Jovem.

                                Flotilha do ICSC tem grande destaque no 42º Campeonato Sul-Brasileiro:

                                Além dos títulos de Fernando e Clara e do vice-campeonato de Guilherme, a flotilha do ICSC teve muito para comemorar. Muito próximo do top-10, Davi Neves concluiu o Sul-Brasileiro em 11º fazendo bonito em sua estreia como Veterano na competição. Vale ressaltar que Davi conquistou o bicampeonato (2018 e 2019) do evento como Estreante. João Marcelo Carlin também fez um ótimo campeonato e terminou a competição na 12ª posição geral. Completando a flotilha de Veteranos do Veleiros da Ilha, Lucca Carbone foi o 31º e Heitor Rangel o 35º.

                                Lara Candemil é campeã geral no Estreante:

                                Pelo terceiro ano consecutivo o Veleiros da Ilha celebrou o título geral entre os Estreantes. Repetindo o feito de Davi Neves (2018 e 2019), Lara Candemil foi a campeã em 2020, assumindo a liderança na reta final da competição. Em uma disputa acirrada com João Pedro Prandini (RGYC – RS), a jovem atleta do Veleiros da Ilha confirmou o título nas duas últimas regatas da competição.

                                O Iate Clube de Santa Catarina comemorou aunda com Sofia Moreira, segunda colocada no Feminino e terceira no geral,, e Luiza Meyer Cardoso Mateus, em terceiro, fechando o pódio com três atletas do Iate Clube de Santa Catarina.

                                Confira a lista de campeões:

                                Veteranos – Geral: Fernando Menezes (ICSC – SC)

                                Veteranos – Masculino: Fernando Menezes (ICSC – SC)

                                Veteranos – Feminino: Clara Meyer Cardoso Mateus (ICSC – SC)

                                Veteranos – Juvenil Masculino: Fernando Menezes (ICSC – SC)

                                Veteranos – Juvenil Feminino: Clara Meyer Cardoso Mateus (ICSC – SC)

                                Veteranos – Infantil Masculino: Lucas Freita (ICRJ – RJ)

                                Veteranos – Infantil Feminino: Cristina Iglesias  (YCSA – SP)

                                Veteranos – Mirim Masculino: Davi Neves (ICSC – SC)

                                Estreantes – Geral: Lara Candemil (ICSC – SC)

                                Estreantes – Masculino: João Pedro Prandini (RGYC – RS)

                                Estreantes – Feminino: Lara Candemil (ICSC – SC)

                                Estreantes – Juvenil Masculino: Lucas Althaus (CDJ – RS)

                                Estreantes – Infantil Masculino: João Pedro Prandini (RGYC – RS)

                                Estreantes – Infantil Feminino: Luiza Meyer Cardoso Mateus (ICSC – SC)

                                Estreantes – Mirim Masculino: João Vitor Rocha de Barros (CDJ – RS)

                                Estreantes – Mirim Feminino: Lara Candemil (ICSC – SC)

                                Maria Farinha, em Pernambuco, foi palco para o Norte-Nordeste de Optimist:

                                Com mais de 50 embarcações de Pernambuco, Bahia, Paraíba, Distrito Federal e São Paulo começou, oficialmente, na tarde da última sexta-feira, 30 de outubro, na raia da praia de Maria Farinha, litoral norte de Pernambuco, o 48º Campeonato Norte/Nordeste de Optimist. E, logo de cara, três excelentes regatas que exigiram muita técnica dos velejadores diante da intensa variação do vento e da correnteza.

                                Com todos esses elementos reunidos, já é possível afirmar que o Campeonato de Optimist terá um grau de dificuldade muito alto. Melhor para quem manteve a média. O Cabanga brilhou na competição, levando a melhor no título regional masculino (Júlio César Avellar), feminino (Valentina Roma) e estreante (Bárbara Dubeux). O título geral da competição ficou com Henrique Diniz, do Yacht Clube de Santo Amaro/SP, que levou um troféu confeccionado pelo artista plástico Alex Monte.

                                No feminino e no infantil feminino também deu Cabanga no lugar mais alto do pódio com Valentina Guimarães com 49 PPs. A atleta pernambucana ficou na frente da disputa da categoria desde o início da competição.

                                Nos estreantes, a ponta da classificação também é dominada pelo Cabanga. Bárbara Dubeux é a primeira colocada com 15 PPs após seis regatas. Logo atrás está Guilherme Costa, do Yacht Club da Bahia, com 17 PPs. Maria Júlia, do YCB, é a terceira colocada.

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                                  Brunswick Group anuncia novo nome para presidência da divisão de barcos de recreio

                                  Por: Redação -

                                  Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                  O Brunswick Group anunciou a nomeação de Aine Denari como presidente do Brunwick Boat Group. Ela sucede Huw Bower, que deixou a divisão de barcos do grupo em setembro para ingressar no Winnebago Group, proprietário da Chris Craft. Aine Denari será responsável pelo portfólio de marcas de barcos: Bayliner, Boston Whaler, Crestliner, Cypress Cay, Harris, Lowe, Lund, Princecraft, Quicksilver, Rayglass, Sea Ray, Thunder Jet e Uttern.

                                  Aine Denari tem 20 anos de experiência nas indústrias automotiva e de consultoria, na Ford. Desde 2014, ela ingressou na ZF, grande player da propulsão, também ativa no iatismo por meio de sistemas de transmissão e propulsão. Lá, ela ocupou o cargo de Vice-Presidente da ZF ADAS (Advanced Driver Assistance Systems), uma filial dedicada a novos sistemas de assistência na área de eletrônica.

                                  O Diretor Executivo do Grupo Brunswick conta com essa experiência para trazer inovações para o Grupo e para o iatismo. “Olhando para o futuro, as expectativas dos consumidores de barcos são definidas por outras experiências de mobilidade avançada, e a vasta experiência de Aine na implementação de novas tecnologias na indústria automotiva e em outras indústrias ajudará a avançar a estratégia e recursos da Divisão de Barcos e, em particular, acelerar a implementação de nossa estratégia ACES (Autonomia, Conectividade, Eletrificação e Acesso Compartilhado, estratégia de modernização anunciada em 2019), que está estruturando a indústria ”, afirma Dave Foulkes.

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                                    Salão náutico alemão tem data prevista para janeiro do ano que vem. Confira

                                    Por: Redação -

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                                    O salão náutico alemão Boot Düsseldorf, uma das maiores plataformas mundiais para novidades do mundo náutico, tem acontecimento previsto de 23 a 31 de janeiro de 2021. Além de iates, lanchas, pranchas, equipamentos de mergulho, destinos de esportes aquáticos e empresas de fretamento, uma piscina de mais de 60 metros de comprimento, “The Wave”, receberá o “Wing-Surfing”, uma das atrações do evento, juntamente com a recém-construída torre de mergulho com vista panorâmica e o popular percurso de canoagem.

                                    Com 17 salas de exposição, o planejamento para o Boot 2021 contará com os mesmos expositores de 2019, isso significa quase todos os fabricantes de barcos e iates. Além disso, o salão náutico seguirá todas as recomendações de higiene e segurança para todos os envolvidos.

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                                    A Associação da Indústria Alemã de Feiras (AUMA eV) declarou que não há restrições de viagem para visitantes de estados membros da UE e de países que estão na lista de países permitidos. Os participantes do evento de todos os outros países (como os EUA) também podem entrar na Alemanha, pois são considerados viajantes de negócios com motivos justificados para viajar. Para isso, é necessário que os funcionários das empresas expositoras apresentem a confirmação de sua participação na feira, e os visitantes devem apresentar o ingresso para o evento e, adicionalmente, agendamento para reunião de negócios com pelo menos um expositor presente no evento.

                                    Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                      Marinha inicia montagem de reator do protótipo de propulsão nuclear

                                      Por: Redação -

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                                      O Programa Nuclear da Marinha (PNM) avançou mais uma fase no Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub). No último dia 21, o PNM deu início à montagem do reator, no protótipo em terra, da planta de propulsão nuclear. Esse protótipo fica no Centro Experimental Aramar, em Iperó, no interior de São Paulo. A planta de propulsão nuclear, que está sendo construída no Laboratório de Geração Nucleoelétrica (Labgene), será replicada futuramente na construção do “Álvaro Alberto”, o primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear.

                                      Mantendo a tradição naval, o início da montagem do reator foi celebrado com o “batimento de quilha”, que representa o início da construção de um navio. A cerimônia contou com a presença de grandes nomes, como o presidente da República, Jair Bolsonaro; do ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva; do comandante da Marinha, almirante de esquadra Ilques Barbosa Júnior, além de outras autoridades e representantes de órgãos, instituições e empresas participantes do Programa.

                                      reator

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                                      Logo após essa cerimônia, foi instalada uma sela fixa sobre um vaso metálico de contenção, que também é chamado de “Bloco 40” no Labgene. De acordo com o Portal Naval, nas próximas etapas do programa, o reator, os turbogeradores, o motor elétrico e outros sistemas similares aos de um submarino com propulsão nuclear serão testados de forma controlada no Labgene. O objetivo princial dos testes é validar, de forma segura, a operação do reator e dos diversos sistemas eletromecânicos a ele integrados, antes de sua instalação a bordo do submarino.

                                      reator

                                      Ao final dos testes, um reator similar será instalado no submarino Álvaro Alberto”, no Complexo Naval de Itaguaí – RJ. Lá, já estão sendo construídos ou testados os quatro submarinos com propulsão dieselelétrica também previstos no ProSub: o “Riachuelo” (S40), o “Humaitá” (S41), o “Tonelero” (S42) e o “Angostura” (S43).

                                      A expectativa é de que, com o PNM e o ProSub — dois programas extremamente complexos —, o Brasil conquiste a capacidade de projetar, construir, operar e manter submarinos com propulsão nuclear. Atualmente, essas competências são dominadas por apenas cinco países: Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China.

                                      reator

                                      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                        Por: Redação -
                                        31/10/2020

                                        Na tarde deste sábado (31/10), o Capitão Guilherme Kodja, consultor técnico de NÁUTICA, conversou ao vivo com Samuel Brito, da Schaefer Yachts, para comentar a participação do estaleiro catarinense no Fort Lauderdale Boat Show 2020, um dos maiores salões náuticos do mundo. Acompanhe no vídeo abaixo.

                                         

                                        Ver essa foto no Instagram

                                         

                                        NÁUTICA entrevista Samuel Brito, da Schaefer Yachts, direto do salão náutico de Fort Lauderdale, nos Estados Unidos. @schaeferyachts @cap.kodja

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                                          Marinha dos Estados Unidos completa 245 anos e conta com mais de 330 mil militares na ativa

                                          Por: Redação -
                                          30/10/2020

                                          Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                          No último dia 13 de outubro, a Marinha dos Estados Unidos completou 245 anos. A U.S. Navy (USN) é o ramo do serviço de guerra naval das Forças Armadas dos Estados Unidos e um dos oito serviços uniformizados do país.

                                          De acordo com o Portal Naval, é a maior e mais capaz marinha do mundo. A estimativa é de que, apenas sua frota de marinha ativa, em termos de tonelagem, seja maior que as 13 marinhas seguintes combinadas. Isso inclui 11 aliados dos EUA ou nações parceiras.

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                                          Com 336 978 militares na ativa e 101 583 na Reserva, a Marinha dos EUA é a terceira maior do serviço militar dos EUA em termos de pessoal. Na última contagem, em junho de 2019, a USN tinha 290 navios de combate desdobráveis e mais de 3 700 aeronaves operacionais.

                                          us navy

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                                            Você sabia que embarcações civis salvaram 300 mil soldados durante a Segunda Guerra?

                                            Por: Redação -

                                            Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                            Em maio de 1940, depois das tropas nazistas de Adolf Hitler conquistarem Paris, os alemães marcharam em direção ao Canal da Mancha e encurralaram as tropas aliadas em Dunquerque, cidadezinha no norte da França, a 300 quilômetros da capital.

                                            As ordens que chegavam do outro lado do Canal, na Inglaterra, eram uma só: evacuar os mais de 300 mil soldados ilhados, cercados pelos nazistas e pelo mar. Os eventos que se desenrolaram de 26 de maio a 4 de junho ficaram conhecidos como “Operação Dínamo”, em que mais de 800 barcos civis “salvaram” os soldados e os levaram de volta para casa.

                                            Os generais britânicos tentaram, mas os dez contratorpedeiros (navios de guerra da esquadra naval) não puderam se aproximar da praia por dois motivos: a maré estava baixa e os submarinos alemães lançavam mísseis em suas direções.

                                            Navios encalhados e destruídos pelos alemães

                                            Portanto, em apuros, um chamado foi feito: todos os ingleses que possuíssem qualquer tipo de embarcação, e que quisessem ajudar seus conterrâneos, deviam atravessar o canal da mancha, percorrer os 80 km que separam a França da Inglaterra, para literalmente salvar quantas vidas fosse possível.

                                            A partir do dia 27 de maio de 1940, barcos de mercadorias, de pesca, de recreio e até canoas que ostentavam a bandeira inglesa começaram a aparecer ao longo da praia e no porto da pequena Dunquerque.

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                                            O resultado? 338 mil soldados (ingleses, franceses, holandeses e belgas) foram evacuados durante nove dias. Para alguns, a evacuação foi sinônimo de derrota. Para outros, foi o significado da união que resultou em milhares de vidas salvas.

                                            Quem disse que um pesqueiro, ou que uma canoa, não salvam vidas?

                                            A maioria das embarcações britânicas zarparam da cidade de Ramsgate, no sudoeste da Inglaterra, para Dunquerque. Conheça alguns dos barcos:

                                             

                                            Mary Jane
                                            Caronia
                                            Hilfranor
                                            New Britanic
                                            Elvin

                                            Esses navios participaram do resgate dos soldados, e também entraram em cena no filme “Dunkirk”, de Christopher Nolan, de 2017. Dos mais de 800 barcos, apenas 10 foram encontrados em boas condições de filmagem, a maioria se perdeu no tempo. O que não se perdeu foi a história.

                                            Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                              Por: Redação -

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                                              Esta sexta-feira, 30 de outubro, é de comemoração para Diego Armando Maradona! O ex-jogador e, agora, treinador argentino completa 60 anos de idade e NÁUTICA foi em busca de seu histórico de amante do mar para homenageá-lo. Maradona sempre se declarou um apaixonado por náutica, em especial pela lancha “Mi Carrera”.

                                              A embarcação pertenceu a Diego no final da década de 1990, e ostenta o símbolo dos principais clubes que o astro argentino defendeu: Argentinos Junior, Napoli, Barcelona e, é claro, o Boca Juniors. O modelo é uma Formula Gamma, de 8,2 metros, e foi um presente feito sob medida para Maradona pelo estaleiro Gamma Yachts.

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                                              A Formula Gamma tem dois motores Mercruiser com 260 hp, um motor elétrico para circuito de água, depósito de água potável, além de um sistema de áudio Pioneer, que o Diego certamente desfrutou ao som do tango. No começo dos anos 2000, mais precisamente em 2005, Maradona vendeu a lancha para um colecionador e fã argentino.

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                                                Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                                A empresa holandesa AnwigemA BV inova mais uma vez com um projeto que combina a eficiência de um trimarã ao espaço de um monocasco, e tudo em um barco só. As adaptações permitirão não apenas aumentar a velocidade da embarcação, como melhorar a eficiência de combustível, segundo informações do fabricante. O projeto ainda não saiu do papel, mas os produtores já prometem o início da construção em breve. E o melhor: a um preço que supostamente o permitirá competir com monocascos de volume semelhante, de acordo com os responsáveis pelo projeto.

                                                Sendo o primeiro de sua categoria, o Escalade Trimonoran é fruto do trabalho do designer turco Baran Akalin em parceria com o arquiteto e engenheiro holandês G. Jelle Bilkert. Diferente dos trimarãs tradicionais, em que existem três cascos verticais estreitos ligados por mastros ou um convés principal, no Escalade há dois cascos externos que se espalham em um ângulo a partir do casco central. Eles são ligados abaixo da linha d’água por hidrofólios, a fim de criar a sustentação necessária para o aplainamento sem o arrasto associado.

                                                A ideia original foi elaborada por Bilkert há algum tempo, mas ela só pôde vislumbrar traços de realidade ao ser refinada, desenvolvida e testada com o financiamento do governo holandês. Grande parte desse aprimoramento foi estruturado por Baran Akalin, e quem patenteou todo o conceito da embarcação foi a empresa holandesa AnwigemA BV.

                                                Escalade Trimonorano

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                                                Quanto aos detalhes técnicos, este novo design promete não só um ganho de velocidade de até 30% em relação a um monocasco convencional, como excelente estabilidade tanto em movimento quanto em repouso, por conta dos cascos externos laterais. Além disso, ainda permite que o casco central gere menos arrasto que um único projeto de monocasco. Ainda com esse propósito, uma das rupturas com os modelos tradicionais é a adição de duas folhas, ligando desde a seção dianteira à popa dos cascos externos. Ou seja, além de reduzir o arrasto, também fornece mais sustentação. Desta forma, a embarcação acaba por cortar as ondas de modo mais sutil, propondo um passeio mais suave. O convés ganhou mais espaço de circulação, bem como eficiência em aproveitamento do combustível. Para isso, foi adicionado um link hidráulico para transferir potência entres os motores e os hélices, em vez de um eixo convencional.

                                                A adição do link hidráulico é uma ótima opção para quem deseja mais uma facilidade na hora de posicionar os motores à meia-nau, mantendo o peso o mais baixo e central possível, enquanto os hélices são montados na lâmina de popa para mantê-los imersos o tempo todo. Com o link, a única ligação física entre os dois são as mangueiras de alta pressão que alimentam o fluido hidráulico dos motores principais para os pequenos motores hidráulicos e eixos na folha. O ponto negativo, no entanto, é a dificuldade que encaixá-lo nas marinas, devido à sua largura. O projeto para o Escalade é baseado em comprimento de 82 pés (25m) com boca de 21 pés.

                                                Escalade Trimonorano

                                                Essas adaptações permitem acomodar quatro camarotes e quatro banheiros nos conveses inferiores, incluindo uma grande suíte master na proa e uma cabine de tripulação adicional para duas pessoas. O convés principal incorpora uma grande área de estar de plano aberto com uma cozinha a estibordo e uma área de estar a bombordo; no meio do iate, em um pedestal ligeiramente elevado, há uma área de estar e jantar central com vistas panorâmicas de ambos os lados. As portas para os conveses laterais, bem como a cabine do piloto, incentivam um fluxo fácil de pessoas pelo iate. O estilo do interior é obra da designer britânica Celia Sawyer.

                                                O acesso ao flybridge é feito através de uma escada central que passa sob uma jacuzzi. Possui fundo de vidro, que permite que a luz seja filtrada para o cockpit abaixo, possibilitando, também, uma vista única para os ocupantes da esteira atrás. Múltiplos protetores solares no flybridge, na popa do cockpit e no convés de proa garantem que seja tão luxuoso quanto um monocasco convencional.

                                                Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                  Associação americana anuncia cancelamento de salões náuticos de inverno de 2021

                                                  Por: Redação -

                                                  A National Marine Manufacturers Association (NMMA), que representa os fabricantes norte-americanos de barcos de recreio, motores e acessórios marítimos, anunciou hoje modificações em sua programação de boat shows para o primeiro trimestre de 2021.

                                                  Após uma análise completa do mercado em relação a viabilidade de produzir eventos de inverno seguros e bem-sucedidos, a NMMA decidiu cancelar nove boat shows no primeiro trimestre de 2021 e anunciou que, neste momento, planeja manter a realização de três salões náuticos.

                                                  “Essas decisões são do melhor interesse de nossos consumidores, funcionários, membros e indústria e são o resultado de conversas de meses com expositores, autoridades de saúde, operadores de locais e outras partes interessadas na produção de consumidores seguros, bem-sucedidos e de alta qualidade”, disse Frank Hugelmeyer, presidente da NMMA.

                                                  “Entendemos o papel vital que os shows de barcos desempenham na exibição de novos produtos e na geração de vendas para a indústria de barcos de recreio, e planejamos retomar nossa programação completa de shows a partir de setembro de 2021”, completa.

                                                  Os salões náuticos cancelados incluem:

                                                  Os salões que não sofreram alterações até o momento:

                                                  Fort Lauderdale International Boat Show é um sucesso

                                                  Desde a última quarta-feira, 28 de outubro, está acontecendo a 61ª Fort Lauderdale International Boat Show. Ao todo, serão cinco dias de evento. O evento abriu as portas com máscaras, termômetros, filas menores, maior quantidade de portões, estações de higiene e fiscais para ter certeza de que todos estão cumprindo com as medidas de segurança.

                                                  As precauções visam encontrar um equilíbrio entre exibir a poderosa indústria naval do sul da Flórida e proteger os visitantes da COVID-19. Tais medidas não prejudicaram a atração principal: 80 superiates e mais de 500 expositores náuticos estão presentes.

                                                  “A Schaefer Yachts está mais uma vez presente no evento. O primeiro dia foi muito bom. Nunca vi um primeiro dia de FLIBS tão movimentado”, afirma Samuel Brito, CEO e sócio de Operações dos Estados Unidos para a Schaefer Yachts.

                                                  O boat show de Fort Lauderdale é realizado ao longo da hidrovia intracostal do Pier Sixty-Six Hotel & Marina em direção ao norte até o Bahia Mar Yachting Center e a Las Olas Marina.

                                                  Náutica Responde

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                                                    Por: Redação -

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                                                    O projeto Meninos do Lago, fruto de uma iniciativa do Instituto Meninos do Lago (Imel), vai ampliar de 19 para 34 o número de vagas da paracanoagem, especialmente para atender mulheres mastectomizadas (submetidas à retirada das mamas para tratamento de câncer).

                                                    A cerimônia que marcou o início das atividades das “Remadoras Rosas” aconteceu na última quarta-feira (28/10), no mirante do Canal da Piracema, na Itaipu. Além das atletas, participaram alguns integrantes da equipe do Imel.

                                                    O Imel é uma entidade de prática desportiva, fundada em 2011 por iniciativa da Federação Paranaense de Canoagem e apoio da Confederação Brasileira de Canoagem. Essa fusão foi a fim de regularizar a participação dos atletas do Projeto Social e Desportivo “Meninos do Lago” e dos demais canoístas de Foz do Iguaçu, no Circuito Nacional de Canoagem.

                                                    Desde 2009 a Itaipu Binacional vem patrocinando o Projeto Meninos do Lago que se transformou no “projeto modelo” da Confederação Brasileira de Canoagem pela inovadora metodologia de trabalho.

                                                    A ação faz parte das iniciativas de Itaipu alusivas ao Outubro Rosa, de alerta ao câncer de mama, e conta com o apoio do programa de diversidade da empresa.

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                                                    Atualmente, o projeto Meninos do Lago conta com 19 paracanoístas. A maioria é cadeirante e a canoagem serve como atividade física, terapia, além de melhorar na qualidade de vida.

                                                    As mulheres mastectomizadas são consideradas paratletas porque, legalmente, uma pessoa com qualquer tipo de câncer é considerada pessoa com deficiência física (PCD). Para esse público, a paracanoagem fortalece os membros superiores e minimiza sequelas da doença.

                                                    As mulheres treinam na categoria dragon boat (barco-dragão), uma longa canoa, de origem chinesa, em que os compassos das remadas são ditados por um tambor. Existem 236 equipes de Remadoras Rosas em 29 países. As de Foz do Iguaçu serão a 11ª equipe do Brasil.

                                                    As Remadoras Rosas surgiram no Canadá, na década de 1990. A partir da pesquisa do médico Donald McKenzie, o esporte passou a ser indicado nessas situações para combater o linfedema (de braço), doença que causa dor e debilita o paciente.

                                                    Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

                                                    Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                                                      Por: Redação -
                                                      29/10/2020

                                                      Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                                      O estaleiro holandês Heesen colocou sua equipe para o início da construção do Projeto Sparta, de 67 metros, que será entregue em 2023.

                                                      O Projeto Sparta é o maior iate a motor de deslocamento com casco de aço construído pela Heesen até hoje e contará com formato de casco assinado pela Van Oossanen, enquanto o Winch Design assina os designs interno e externo. 

                                                      Características notáveis ​​no projeto incluem uma área de popa com um deck de popa escalonado e uma piscina infinita de 6,5 metros. Ao incorporar um posto de comando elevado, foi dado ao iate um perfil arrojado e esportivo. Uma escada em espiral que circunda um elevador de vidro atende todos os três conveses.

                                                      O layout do megaiate reflete o estilo de vida do proprietário, com salão principal e área de jantar interna que se conectam ao terraço coberto à popa. Também no convés principal estão os quatro camarotes para convidados, dois dos quais podem ser transformados em uma sala VIP de largura total graças a uma divisória deslizante.

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                                                      O proprietário contará com um convés privativo, com duas suítes e uma área externa para refeições e descanso em um terraço. No terraço para banhos de sol, os hóspedes podem desfrutar do bar, jacuzzi e grandes solários, enquanto no convés inferior, os hóspedes encontrarão uma área de estar, jacuzzi, sauna, banho turco, academia e alojamento para a tripulação. O megaiate holandês será equipado com dois motores a diesel MTU 12V4000 M65R.

                                                      Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                        Todo mundo conhece a história do Titanic: no dia 15 de abril de 1912, o maior e mais luxuoso navio de passageiros até então criado chocou-se com um iceberg, que lhe rasgou o costado, e afundou, matando mais de 1.500 pessoas. Ainda hoje, porém, as causas do naufrágio seguem intrigando os pesquisadores. A mais nova tese aponta a influência da aurora boreal e uma chuva eletromagnética.

                                                        A hipótese está sendo levantada pela pesquisadora meteorologista ucraniana Mila Zinkova, radicada há décadas no Estados Unidos e casada com um brasileiro. Em um estudo publicado jornal Weather, da Royal Meteorological Society, a pesquisadora propõe que o que provocou o choque da embarcação icônica contra um iceberg foi uma impressionante Aurora Boreal, fenômeno óptico também conhecido como Northern Lights, que teria afetado o sistema de navegação do Titanic.

                                                        Sobreviventes do naufrágio do Titanic relataram ter visto luzes coloridas da aurora boreal durante a noite da tragédia.

                                                        As auroras se formam a partir de tempestades solares, quando o sol emite fluxos de gás eletrificado em alta velocidade que são lançados em direção à Terra e colidem com gases atmosféricos, produzindo um espetáculo capaz de iluminar a noite em tons de verde, vermelho, roxo e azul.

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                                                        Segundo os cientistas, essas partículas podem interferir nos sinais elétricos e magnéticos, causando picos e oscilações. “Talvez a aurora boreal tenha provocado falhas tanto na navegação como na comunicação do Titanic”, diz Mila. “Um pequeno desvio na bússola de apenas 0,5 grau já seria o suficiente para a alterar o curso e levar o navio para a zona de icebergs”, calcula a pesquisadora.

                                                        A interferência magnética também pode ter prejudicado os pedidos de socorro enviados pelo rádio do navio gigante, fazendo com que o resgate atrasasse, acredita Mila.

                                                        O vizinho La Provence não captou o sinal do Titanic, e as respostas do Templo do Monte nunca alcançaram o navio que afundava.

                                                        Ainda segundo a pesquisadora, as mesmas partículas solares que desnortearam o Titanic podem ter ajudado a salvar vidas, uma vez que também alteraram o curso do R.M.S. Carpathia, o navio que resgatou 706 sobreviventes do transatlântico que saiu de Southampton, na Inglaterra, em direção a Nova York, nos Estados Unidos, e há 108 anos repousa nas profundezas do Atlântico Norte.

                                                        Em resumo, o Titanic afundou em uma noite de mar calmo sem lua, mas o céu não estava completamente escuro. Em vez disso, raios esverdeados da aurora boreal brilhavam no horizonte norte naquela madrugada trágica.

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                                                          Por: Redação -

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                                                          Ilhabela recebeu, no último fim de semana, o Campeonato Brasileiro de Canoagem Oceânica. Aproximadamente 120 atletas se dividiram em 14 categorias, em provas individuais de 14 km, em duplas de 17 km, além de disputas pela paracanoagem.

                                                          A Acoar (Associação de Canoagem Oceânica de Angra dos Reis) conquistou o 1º lugar por equipes no campeonato. Os resultados de seus atletas nas provas individuais de sábado (24) somaram o total de 1 838 pontos. E com os resultados nas competições de duplas, no domingo (25), a Acoar somou mais 990 pontos, dando um total geral de 2 828.

                                                          Com 1 241 pontos, a equipe Turma do Remo, de Santos, ficou com a segunda colocação geral, com uma grande diferença de pontuação em relação à Acoar: 1 587 pontos.

                                                          O professor de educação física e canoísta Paulo Moté, representou a Acoar e recebeu a premiação. Paulo, inclusive, ocupa um cargo na Confederação Brasileira de Canoagem Oceânica como Supervisor Nacional da Canoagem Oceânica.

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                                                          – No Duplo Masculino Sub-23 – 1º lugar para Sidinei Ramos Júnior e Breno Jordão da Conceição – tempo de 1h40min27seg;

                                                          – No Duplo Masculino Sênior – 1º lugar para Alexandre Ferreira, o Dico, e Carlos Gabriel Ribeiro de Paula – tempo de 1h18min26seg;

                                                          O que impulsionou a larga diferença na pontuação entre o primeiro e o segundo colocado por equipes foi a fusão de alguns atletas da Acoar com outros clubes:

                                                          – Um dos exemplos foi a parceria de Fabiano de Almeida Affonso (com deficiência visual e auditiva) com o atleta da Abaski (Associação Baiana de Surfski) Washington Igor Santos Cruz, e a dupla ficou na 2ª colocação com o tempo de 1h29min43seg;

                                                          – Outra parceria ocorreu no Duplo Misto, com Rafaela Nascimento (Acoar) e Roberto Maehler (Clube de Regatas Curitiba), que ficaram na primeira colocação com o tempo de 1h23min44seg;

                                                          – No Duplo Feminino, a parceria da atleta da Acoar, Ana Luzia Braga Teixeira Borges com Gisele Volpi Monte, do Esporte Clube Pinheiros, fez sucesso: a dupla ficou na segunda colocação com o tempo de 1h44min12seg.

                                                          – Outra parceria foi no Duplo Masculino Sênior com Luiz Wagner Pecoraro (Acoar) e Luciano Ponce de Carvalho Judice (Clube Naval). Os dois chegaram em 2º lugar com o tempo de 1h19min05seg;

                                                          – No Duplo Misto, parceria da veterana Carmen Lúcia da Silva (Acoar) com Hiel Gesã Peres Queiroz (ANN – Associação Náutica Navegar – Pará);

                                                          Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                            Por: Redação -

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                                                            O francês Alex Caizergues foi o primeiro homem a quebrar a barreira dos 100 km/h em alto mar, com o auxílio de sua prancha e seu kite, em 2010. Antes, em 2008, o francês que hoje tem 41 anos de idade já tinha conquistado o recorde mundial quando atingiu 50 nós (93 km/h).

                                                            Todavia, a hegemonia de Alex acabou em 2012, quando o australiano Paul Larsen entrou em cena, e alcançou uma velocidade de 121 km/h (65 nós) por uma distância de 500 metros, abordo da Vestas Sailrocket 2. Desde então, Caizergues quer recuperar o trono.

                                                            Vestas Sailrocket 2

                                                            Para o francês, o recorde de velocidade não é mais um desafio esportivo entre o homem e o vento, e sim um desafio tecnológico. Com essa ideia ganhando forma na cabeça, Alex pensou em um projeto ambicioso: abrir um negócio com potencial de desenvolvimento econômico e tecnológico, visando, é claro, o progresso do mundo náutico.

                                                            Logo, em 2019, Caizergues ajudou a fundar o Syroco, um laboratório científico e técnico que gera inovações ultra tecnológicas tendo em vista a evolução das embarcações. O Syroco é uma plataforma para realizar apostas ambiciosas, assumindo riscos que as empresas mais tradicionais não podem arcar por terem modelos de negócios menos flexíveis e focados na rentabilidade de curto prazo.

                                                            Alex Caizergues

                                                            No entanto, poucos meses após o seu nascimento, a empresa demonstra ser uma das startups mais promissoras de Marselha, na França, onde está localizada. “A inovação revolucionária só faz sentido se for aplicada”, pontua Alex.

                                                            O primeiro teste é o recorde que Caizergues persegue há mais de uma década, e eles já estão certos sobre qual barco derrubará o Vestas Sailrocket 2.

                                                            “É um conceito simples: conceber o casco da forma mais simples possível, que é como acreditamos que será mais eficaz na água, embora isso exige mais controle e mais pesquisas”, afirma Olivier Taillard, que trabalha no laboratório Syroco.

                                                            Novo Syroco

                                                            Ao contrário de um catamarã ou veleiro, a criação do Syroco é um veículo composto por várias partes que não são fixadas entre si. “É um conceito que foi imaginado no início do século 20 de uma forma muito rudimentar, um pouco de como Leonardo da Vinci imaginou o helicóptero em seus dias”, diz Alex.

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                                                            No final, o “barco” de Caizergues será uma pequena cápsula para dois tripulantes que será impulsionada por uma “pipa”, para equilibrar as forças com o vento para assim conseguir uma navegação estável e rápida.

                                                            A previsão é que os testes de cada elemento do modelo sejam concluídos ainda neste ano para que, em 2021, a engenhoca atinja os sonhados 150 km/h (81 nós), número mais do que suficiente para fazer de Alexander Caizergues o homem mais rápido a navegar.

                                                            Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                              Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                              Vídeo: praia do Litoral Norte de São Paulo é tomada por caranguejos

                                                              Fenômeno foi registrado no último sábado (28) e chamou atenção dos banhistas em Caraguatatuba. Assista!

                                                              Conheça a EDLit, nova lancha blindada da Marinha que patrulha o litoral brasileiro

                                                              Modelo de 10,5 m de comprimento é capaz de navegar em águas rasas, possui artilharia de peso a bordo e alcança até 40 nós. Confira!