A última quinta-feira (8) foi marcada pelo coquetel de abertura do São Paulo Boat Show 2021, que já conta com cerca de 80% de áreas comercializadas. Na ocasião, Ernani Paciornik, presidente do Grupo NÁUTICA, ao lado de Thalita Vincentini, diretora do Boat Show, e toda a organização do evento receberam os representantes das principais empresas do setor náutico em uma agradável tarde no hotel Staybrigde Suites, no bairro do Itaim Bibi, na capital.
Em sua 24ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina acontecerá de 4 a 9 de novembro e terá como palco o São Paulo Expo, local que reúne todos os elementos necessários para realizar os melhores eventos da América Latina, como uma moderna infraestrutura e localização privilegiada.
Será um evento completo, que proporcionará uma experiência inesquecível, onde conteúdo e exposição irão se conectar e os visitantes poderão realizar desde a compra de um barco até o próximo destino náutico. O mercado náutico não será mais o mesmo. E a cidade São Paulo será o palco desse show.
Respeitando todos os protocolos de segurança e saúde, o São Paulo Boat Show 2021 será uma oportunidade única para os visitantes explorarem um produto real, compará-lo lado a lado com o de outras marcas e fechar negócio com vantagens especiais.
Anote aí!
SÃO PAULO BOAT SHOW 2021 Quando? De 4 a 9 de novembro Onde? São Paulo Expo Mais informações: [email protected]
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Ondas gigantes? Mar agitado? Raios por todos os lados? Veja o que fazer quando, de repente, o céu vira um inferno.
O céu está azul. O mar acena tranquilo e convidativo. Você, então, parte para navegar, despreocupado. Em poucos minutos a terra fica para trás. Mas, de repente, tudo muda. O mar fica alto, com ondas salientes. O céu oscila entre o cinza-chumbo e o preto; o prazer virou medo; a brisa, vendaval.
A cena é de provocar arrepios. E agora? O que fazer? o melhor, é claro, seria ter evitado tudo isso, buscando informações meteorológicas bem antes de zarpar. Mas, como agora não adianta mais lamentar, é preciso ter calma mas agir rápido! Fazendo o quê? É o que você vai ver.
Numa tormenta, é melhor navegar a favor do vento e das ondas. Mas em mar muito agitado, deve-se fazer o contrário: ir contra as ondas, em ângulos de 30 a 45 graus.
O que fazer?
Se o seu barco for pequeno:
Uma estrutura frágil e de pequeno porte, como uma lancha de 16 pés, não poderá enfrenta o alto mar agitado. Nesse caso, reza a prudência levá-lo de volta à costa, ainda que correndo riscos de danificá-lo ou encalhá-lo na areia.
Se o seu barco for grande:
Um barco de porte grande deve fazer exatamente o contrário e ficar bem longe da costa. Ocorre que o mau tempo diminui a visibilidade, dificulta o comando das embarcações maiores, e mesmo para navegadores experientes, há o perigo de acidentes nas pedras.
Se o barco adernar demais?
Coloque a bochecha da embarcação (a curvatura do bordo na proximidade da proa) num ângulo de cerca de 45 graus em relação às ondas, porque tal manobra diminui o impacto e ainda cria uma zona calma a barlavento.
Se as ondas forem grandes?
Navegue num ângulo de 45 a 60 graus, tomando cuidado para não embicar. Se tiver de navegar contra elas, a tática é subir e descer em baixa velocidade. ou seja, as ondas vão passar e você permanecerá praticamente no mesmo lugar. Caso contrário, o casco pode não aguentar o tranco ou o motor pode pifar.
Se o barco for um veleiro?
Rize as velas, ou seja, diminua a área velica em ação. Feito isso, decida se vai enfrentar o mar ou optar por um recuo estratégico. Se você não tiver nenhum compromisso inadiável, volte rápido.
Se não der para ver nada?
Antes que a visibilidade piore por completo, defina a sua posição, pois, em más condições de tempo, a navegação poderá ter de ser feita somente pelo GPS e bússola. Por isso, é fundamental uma carta náutica da região, ou, ao menos, conhecê-la muito bem.
Se o mar estiver muito agitado?
No caso dos barcos cabinados, só devem ficar do lado de fora as pessoas indispensáveis ao seu comando — e, assim mesmo, equipadas com coletes salva-vidas e, eventualmente, até cintos de segurança. Não existe perigo maior do que cair no mar durante uma tempestade.
Se estiverem caindo raios?
Alguns barcos possuem para-raios, o que diminui bastante a possibilidade de algum acidente. Porém, durante a tempestade, evite tocar em metais.
O que convém ter no barco?
Tão importante quanto checar o próprio equipamento, é conhecê-lo bem. Portanto, antes de sair para um fim de semana no mar, verifique e teste o estado de todos os instrumentos e objetos a bordo. Comece conferindo os instrumentos de navegação e lembrando sempre que os imprescindíveis são a bússola, o termômetro e o barômetro. Inclua também nos itens básicos um GPS e um rádio ligado nas frequências internacionais de socorro e que funcione mesmo molhado — e isto além dos usuais rádios VHF e HFSSB, com baterias independentes.
Num veleiro, um mastro quebrado pode furar o casco e provocar o naufrágio. Por isso, é necessário ter a bordo pelo menos um alicate especial de corte, com capacidade para partir o maior cabo do barco, caso o mastro quebre. Também não esqueça de levar um conjunto de velas de tempestade (storm jib e trysail), âncora flutuante, leme sobressalente e um refletor de radar.
Já fogos pirotécnicos, coletes salva-vidas, boias circulares e caixa completa de primeiros socorros são obrigatórios e realmente indispensáveis. Convém, porém, ainda levar no barco uma balsa auto inflável, com seu respectivo equipamento de emergência.
Leve também galões de água, mas nunca totalmente cheios, porque assim eles simplesmente afundariam no caso de uma queda na água. Por último, leve roupas quentes. Molhado, todo mundo sente frio.
Previna-se: Assim como o colete salva-vidas, é quase obrigatório ter no seu barco fogos pirotécnicos, boias circulares e uma caixa completa de primeiros socorros.
Algumas boas respostas para dúvidas que podem ser fatais:
Ir contra ou favor do vento?
Em 90% dos casos, navegar a favor das ondas e dos ventos é a melhor opção. Só se o mar ficar muito agitado é que navegar a favor pode ser pior, já que receber as ondas pela popa pode deixá-lo incontrolável. Neste caso, deve-se navegar contra as ondas, mas com ângulos de 30 a 45 graus em relação a elas. Mas tome muito cuidado para o barco não embicar.
Ficar no barco ou abandoná-lo?
Jamais saia do barco — só mesmo se ele estiver afundando! O exemplo da famosa Admiral’s Cup de 1979 ainda permanece como uma grande lição. um furacão varreu a regata e muitos competidores optaram por abandonar seus veleiros. Passada a tempestade, havia mortos, mas a maioria dos barcos estava intacta, como se nada tivesse acontecido.
Ir rápido ou devagar?
No caso de uma lancha, vá devagar. Se for rápido demais, você poderá embicar e encher o barco de água. Já num veleiro, a velocidade não altera muito. Apesar do vento ser normalmente mais forte, as velas estão rizadas, tornando a área velica — e, consequentemente, a velocidade — menores.
Ancorar ou avançar?
Avançar dará maior controle da situação, pois pode-se negociar o melhor rumo e velocidade para passar as ondas. Já quem ficar parado só tomará na cabeça.
Deixar o motor ligado ou desligá-lo?
Ligado, sempre! No caso de um veleiro, o motor ligado pode ser útil para auxiliar as velas quando for obrigado a navegar no contravento. Mesmo se o barco estiver ancorado, o motor poderá ser útil para compensar a intensidade do vento e das ondas na âncora.
Ir para perto da costa ou para alto-mar?
Se o seu barco for pequeno, ele não poderá seguir para o alto-mar. Portanto, leve-o de volta à costa e procure águas mais abrigadas. Já com um barco grande, é obrigatório afastá-lo da costa, porque quanto mais perto mais perigoso.
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O jovem velejador Alex Di Francesco Kuhl se tornou o primeiro brasileiro a ser campeão mundial da classe Optimist. O título foi conquistado nesta sexta-feira (9), no Lago di Garda, na Itália, no evento que reuniu mais de 250 velejadores de até 15 anos. O atleta venceu a competição com 54 pontos, garantindo a medalha de ouro. A medalha de prata ficou com o norte-americano Gil Hackel (59 pontos perdidos) e o bronze com o italiano Alex Demurtas (79).
O time brasileiro contou ainda com Lucas Freitas (9º), Douglas Said (33º), Luiz Felipe Giagio (56º) e Eduardo Zeitone (79º). Os treinadores dos velejadores brasileiros foram Ricardo Paranhos e Rodrigo Amado. Na disputa de melhor país, o Brasil ficou na terceira colocação.
Alex Kuhl ganhou três de dez regatas disputadas no Lago di Garda e se manteve no top 15 em praticamente todas elas. O atleta recebeu o troféu das mãos do campeão olímpico, Robert Scheidt.
“Uma emoção incrível ganhar o Campeonato Mundial, tão longe de casa, no meu último ano de atividade na Classe Optimist. Foi um campeonato maravilhoso, quero dar os parabéns a todos os meus adversários com quem os desafios têm sido fantásticos” comentou Alex.
“O Brasil sempre foi uma potência na vela, faltava esse título, chegamos algumas vezes próximo sempre com grandes equipes na classe Optimist, mas dessa vez chegou e chegou da melhor maneira possível. Chegou com um atleta que veio de um projeto social mostrando que a vela é uma ferramenta de inserção, ela é para todo mundo e esse jovem de grande talento, Alex Kuhl, ganhou esse título para o Brasil”, comentou o presidente da CBVela, Marco Aurélio Sá Ribeiro.
Alex Kuhl foi duas vezes vice-campeão brasileiro da categoria. O velejador é formado no núcleo social, que teve origem no Projeto Navegar, e posteriormente integrou o Projeto Navega São Paulo de Ilhabela, litoral de São Paulo (SP). Alex desenvolveu suas habilidades na Escola Municipal de Vela da Ilhabela Lars Grael.
“Isso é resultado de um trabalho consistente da classe optimist, dos clubes, dos projetos sociais, da prefeitura de Ilhabela, dos vários técnicos envolvidos, principalmente o Alexandre Paradeda, que levaram esse jovem velejador a vitória, e com certeza esse será o primeiro de muitos títulos que esse jovem irá ganhar”, completou Marco Sá Ribeiro.
”Parabéns ao Alex e a todos que construíram esse momento histórico. Tenho noção do sentimento que ele tem hoje, de cair a ficha e perceber que fez história na vela brasileira. E que ele siga brilhando e firme de glória na vela”, disse Lars Grael
O Optimist é a porta de entrada da vela no mundo, tendo sido a base da maior parte dos campeões olímpicos e mundiais, como os campeões olímpicos e mundiais Robert Scheidt, Martine Grael e Kahena Kunze.
O Campeonato Mundial de 2021 foi realizado no Lago de Garda, onde mora e treina o bicampeão olímpico Robert Scheidt. O filho do velejador, que está a caminho do Japão, também participou só que defendendo a Lituânia.
Os velejadores que chegaram hoje para os Jogos Olímpicos de Tóquio assistiram à vitória de alemão (como Alex é conhecido na vela) no ônibus da delegação.
“Estou muito contente pela conquista do Alex, na comemoração a gente só chorava ao telefone. Uma conquista de muito trabalho e dedicação, ele treinou muito para isso. A evolução técnica nos últimos dois anos dele é muito grande”, disse Alessandra Kuhl, mãe do velejador.
O atleta volta semana que vem ao Brasil e deve comemorar a conquista competindo a Semana Internacional de Vela de Ilhabela, que ocorre entre os dias 24 e 31 de julho. Alex Kuhl compete também a de monotipos, que será dias antes, correndo de 420. O atleta sempre foi patrocinado por várias pessoas ligadas à vela e já velejou no barco BL3 de oceano.
Sobre o Op
A classe Optimist é uma das mais praticadas na vela mundial por ser uma categoria de introdução à modalidade. O barco de 2,34 metros é fácil de tocar e oferece segurança para a garotada de até 15 anos aprender as principais funções de um monotipo. Além de ser um barco de iniciação à vela e de excelente custo benefício, o formato impede velocidades elevadas, garantindo, assim, a segurança do Optimist.
O veleiro suporta até 60 quilos e pode ser conduzido por pequenos de 7 a 15 anos. O nome, traduzido do inglês, quer dizer otimista. Hoje, a organização que cuida da categoria mundialmente estima que mais de 100 mil crianças tenham um modelo.
OptiBRA
A OptiBRA é a Associação Brasileira dos Velejadores da Classe Optimist e tem por finalidade principal o desenvolvimento da Vela infanto-juvenil pela prática segura na Classe Optimist em todo o território nacional. Também atua para incentivar, orientar, dirigir, promover, fiscalizar e divulgar a prática da Vela de competição na Classe Optimist. Apesar de todas as dificuldades mundiais impostas pela pandemia de COVID 19, o Brasil estará presente nestes certames de 2021 com equipes de nível técnico forte, com capacidade para disputar os títulos.
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Um navio-robô sem tripulação, projetado para recriar a jornada histórica do Mayflower através do Atlântico há 400 anos, começou sua travessia no oceano nesta semana. O Mayflower Autonomous Ship (MAS) saiu em uma jornada de 3.500 milhas (5 630 km) de Plymouth, no Reino Unido, a Massachusetts, nos Estados Unidos. A viagem está prevista para durar cerca de três semanas, segundo os idealizadores do projeto.
O veículo ainda desenvolverá experimentos durante a jornada, coletando dados sobre a vida marinha e mostras de resíduos plásticos. A viagem do MAS, criado pela empresa de pesquisa oceânica sem fins lucrativos ProMare e pela gigante da computação IBM, faz parte das comemorações oficiais do Mayflower 400.
O navio não tripulado foi criado para demonstrar o desenvolvimento tecnológico ao longo dos séculos desde que os Peregrinos saíram em direção ao Novo Mundo, afirmaram os idealizadores do projeto.
O trimarã de 15 metros de comprimento é movido a energia solar. Ele é capaz de atingir uma velocidade de até 10 nós (20 km/h), segundo seus idealizadores, e é guiado por uma inteligência artificial (IA), que recebe informações de seis câmeras e 50 sensores.
O veículo navegou de Plymouth para as ilhas Scilly no dia 15 de junho. No dia seguinte, partiu novamente e entrou em águas internacionais, segundo os desenvolvedores.
Travessia original durou 2 meses
O diretor do projeto, Brett Phaneuf, disse à BBC que estava “incrivelmente nervoso” e que vai “continuar completamente tenso nas próximas três semanas”. “Sei que todos na minha equipe estão sentindo o mesmo nó na boca do estômago. Ninguém terminou (uma viagem como esta) ainda, mas o tempo está perfeito para isso”.
O Mayflower original era uma embarcação de madeira de três mastros, com 30 metros de comprimento, velas de lona e atingia uma velocidade máxima de 3 nós (6 km/ h). Na época, transportou 102 passageiros e uma tripulação de cerca de 30 pessoas de Plymouth a Cape Cod, em Massachusetts. A travessia de 1620 demorou mais de dois meses. A versão 2020 é feita de um composto de alumínio, com um gerador a diesel de reserva para acompanhar as baterias movidas a energia solar.
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O estaleiro italiano Otam anunciou o lançamento de seu novo modelo de 22,3 metros, o Otam 70HT, no Cannes Yachting Festival 2021, que está previsto para setembro. A embarcação pelo estúdio de design BG Design Firm, enquanto a engenharia foi inteiramente desenhada por Umberto Tagliavini.
Altamente influenciado pelo design automotivo e aeronáutico de luxo, o modelo é descrito como “o epítome de desempenho dinâmico e estilo atemporal” pelo construtor.
Além disso, a inspiração do design automotivo fica evidente nas entradas de ar no casco, de cada lado do solário de proa, na frente do para-brisa e sob o arco do radar: todos eles voltados para canalizar o ar em direção à casa de máquinas.
Em relação ao design, a BG Design Firm comentou que “ele é fortemente inspirado no mundo aeronáutico e nos carros esportivos de luxo. Era essencial projetar os novos 22,3 metros levando em consideração as proporções e linhas que sempre distinguiram os iates Otam”.
O gerente de vendas e comunicação da Otam, Matteo Belardinelli, ainda acrescentou: “Queríamos levar o detalhamento a um novo nível no novo modelo 70HT. A atenção meticulosa aos detalhes sempre foi uma marca registrada da marca e a BG Design Firm interpretou nosso briefing perfeitamente”.
A personalização do layout é um processo essencial na construção da embarcação, de acordo com o estaleiro. O proprietário do primeiro casco, por exemplo, optou por incluir um cockpit e um salão com sofás a bombordo para receber grandes grupos, além de manter a espreguiçadeira no topo da garagem do painel de popa e uma espreguiçadeira na proa.
Isso não significa que seja um padrão, já que outras opções estão disponíveis. A Otam ainda acrescentou que o segundo barco da série promete um layout “mais clássico”.
O primeiro casco também foi equipado com três camarotes, incluindo uma suíte do proprietário com largura (boca) de 5,4 metros e camarote para a tripulação separado na proa. As opções de design de interiores são “ilimitadas”.
A potência virá de um par de motores MAN ou MTU de 2 000 hp de potência. O primeiro 70HT fará sua estreia internacional no Cannes Yachting Festival 2021, e o construtor conta que espera bons retornos em relação ao evento.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Seis barcos da classe dos Clássicos já estão confirmados na 48ª Semana de Vela de Ilhabela, que acontece entre os dias 24 e 31 de julho, com sede no Yacht Club de Ilhabela, litoral norte de São Paulo. Os barcos das antigas prometem um desfile de saudosismo e muita disputa no Canal de São Sebastião e no mar de Ilhabela.
Já estão confirmados o Atrevida, barco quase centenário, construído em 1923, o Ariés III, de 1970, o Pepe XIX, um classe Brasil de 1960, o Kameha Meha, de 1970, e o Criloa, de 1973.
O Atrevida é um Palhabote (Schooner Eng.), construído em Bristol, nos Estados Unidos, Race Auxiliar Schooner, barco para regatas. O barco veio para o Brasil em 1946, comprado por Jorge Bhering de Mattos, Comodoro do Iate Clube do Rio de Janeiro. Em 1954, ele vendeu para José de Castro Fontoura, guardião do barco por 38 anos.
Em 2012, Átila Bohm e sua equipe implementaram o plano vélico original: “Durante a década de 1920, o barco sofreu redução no plano vélico na tentativa de reduzir a tripulação, eram 20 tripulantes para regatas e mínimo de 15 para passear. Em 1946, o Atrevida veio para o Rio de Janeiro, iniciando um período como barco de cruzeiro. O plano vélico foi reduzido novamente para ser manobrado por 10 tripulantes. Quando iniciei o trabalho aqui, precisávamos de cinco para tocar o barco em cruzeiro sem manobras de regata. Na reforma de 2012, foi implantado o plano vélico original, equipamentos de última geração, os controladores de frequência proporcionaram a otimização da demanda energética e um pacote hidráulico para 13 molinetes. Fizemos um layout do convés muito simplificado e o resultado foi uma redução drástica na tripulação. Hoje, corremos regatas barla-sota com 13 tripulantes e regatas de longo curso com cinco tripulantes, fazemos as viagens com 4 tripulantes”, disse Átila, que com o veleiro venceu a Refeno (Recife – Fernando de Noronha), a maior regata em distância do país na classe RGS.
Atualmente, Atila Bohm é o skipper do barco que fica baseado em Ilhabela. Com ele, o clássico veleiro já disputou diversas regatas, algumas no Caribe, outras em Punta del Este, no Uruguai e, desde 2014, disputa a Semana de Vela de Ilhabela. Devido à pandemia, o barco não disputa regatas desde 2019 e vai voltar à raia: “O barco está pronto para qualquer programa. Recentemente, tiramos água para revisão e pintura. Vamos fazer um treino antes da primeira regata e estaremos prontos para as regatas entre boias. A nossa tripulação é composta de velejadores experientes. A manobra de um barco de 95 pés e 85 toneladas não é simples, as tensões são altas, os tripulantes são treinados para lidar com isto”. Sobre os objetivos de título em Ilhabela, Átila tem os pés no chão: “Gostamos de vencer, mas antes disto velejar em um barco de quase 100 anos e uma experiência incrível”.
Outro barco na disputa será o Criloa, que recentemente esteve na raia da 1ª etapa da Copa Mitsubishi, também em Ilhabela, na classe BRA-RGS. O modelo é um Impala de 35 pés com casco de fibra de vidro concebido pelos renomados projetistas navais americanos Sparkman & Stephens e construído em 1973, em Castiglione della Pescaia, na Itália.
O barco foi marcado em 1976 ao disputar a Cape to Rio (Cidade do Cabo para Rio de Janeiro) com uma tripulação totalmente feminina. Proprietária desde 2017, a carioca Carina Joana comenta sobre o veleiro: “Construído com grande maestria e numa era de transição da madeira para uma nova tecnologia, a fibra de vidro, seu casco tem uma robustez admirável e excelência incontestável de seus metais, ferragens e estruturas essenciais. O conjunto todo dá uma grande segurança em sua classe”, diz Carina, que mantém as tradições e terá uma tripulação totalmente feminina baseado no projeto Voa Criloa para a disputa da Semana de Vela de Ilhabela, onde subiram ao pódio logo no ano de estreia com o terceiro lugar geral.
“Não temos uma ancoragem fixa, no momento transitamos entre Ilhabela, Paraty e Ilha Grande”, diz Carina Joana, que mora no veleiro: “O barco é minha única casa. E está sendo espaço aberto para o coletivo, que é bastante fluido. Às vezes estou sozinha, às vezes tem mais uma ou duas durante dias comigo, depois viajo e o barco está aberto pra qualquer uma do coletivo usar. Hoje, somos nove mulheres no coletivo”, segue a comandante que comenta sobre a expectativa para a disputa.
“A expectativa para a SVI é de aprimorar nosso velejar das manobras, senso de equipe, integrando a treinando a tripulação. O canal de Ilhabela traz intensidade e os eventos com certeza dão o tom do velejar em Ilhabela”.
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A italiana ISA Yachts anunciou o início da construção do casco e da superestrutura de seu primeiro megaiate ISA Continental 80, de 80 metros (262 pés).
A embarcação em aço e alumínio foi projetada pela Equipe de Design de Enrico Gobbi, também da Itália, e a expectativa é de que ela esteja pronta para entrega em 2023.
A decisão de iniciar a construção dentro das especificações foi descrita como “parte de um novo plano estratégico de investimento” pela empresa, já que ela reconhece a importância de reduzir o tempo de espera para entrega aos clientes.
O megaiate, que será o carro-chefe da marca após a conclusão, será a maior embarcação em construção e listado para venda atualmente na Itália, de acordo com a própria ISA Yachts.
O ISA Continental 80 faz parte da série “Continental” do estaleiro, que também apresenta um modelo de 65 metros. Como marca da série, o Continental 80 é caracterizado por “janelas quadradas e rigorosas”, que proporcionam vistas panorâmicas e vasta entrada de luz natural.
As principais características incluem uma academia no skylounge, piscina infinita na popa (que se distingue por uma parede de contenção formada por 2 placas de vidro e com água fluindo entre elas) e heliporto na proa, com acesso direto aos aposentos do proprietário, garantindo o máximo de privacidade possível.
O convés superior (um dos 6 conveses do megaiate), por sua vez, conta com áreas de estar na popa e suíte master à frente. Os interiores, desenhados por Luca Dini Design & Architecture, contarão com 7 camarotes para 12 convidados, além dos 10 camarotes para 19 tripulantes. A potência virá de dois motores MTU 16V4000M63L.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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O Mônaco Yacht Club está sediando a primeira competição entre barcos de energia sustentável, a Mônaco Energy Challenge, de 6 a 10 de julho. Equipes de todo o mundo se reúnem local para a disputa que “visa estimular a criatividade dos engenheiros do futuro e da indústria para desenvolver métodos de propulsão usando energia limpa”.
A Mônaco Energy Challenge é a maior corrida de barcos de energia sustentável do mundo, com 35 equipes, de 20 países, participando em barcos elétricos, solares e a hidrogênio — e que competem em três categorias diferentes. Essas equipes possuem grande variedade: de estudantes universitários de engenharia a fabricantes de barcos elétricos comerciais.
Uma das embarcações participantes é o Candela C-7, o primeiro barco elétrico de alumínio em produção em série do mundo. Além de participar desse grande desafio, o estaleiro também aproveitou a oportunidade para proporcionar testes drive a todos os visitantes e mídia presentes no local.
Apelidado de “The Tesla of the Seas” (ou, em português, “O Tesla dos Mares”), o C-7 é equipado com um sistema de hidrofólio que permite “voar” acima da superfície do mar, usando 80% menos energia do que outros barcos elétricos do mercado — o que se traduz em longo alcance elétrico em altas velocidades, de acordo com seu idealizador.
Navegando a 20 nós, de acordo com o estaleiro, a duração é de mais de duas horas: uma marca consideravelmente maior do que os barcos elétricos planadores.
A navegação da embarcação também promete ser mais suave e silenciosa do que nas embarcações convencionais.
Os hidrofólios existem há mais de 100 anos, mas a empresa sueca de tecnologia naval Candela decidiu aprimorar o equipamento. Ela usa um novo tipo de foil, constantemente reajustado por computadores — um sistema chamado fly-by-wire. Ele é inspirado em caças modernos e visa tornar o barco muito estável, além de extremamente fácil de pilotar,
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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O quinto programa da temporada de Loucos Por Barcosfoi ao ar ao vivo nesta quarta-feira (7). Um bate papo descontraído semanal sobre os temas náuticos mais pedidos pelos leitores e seguidores.
O assunto da vez foi Convivência na água: lancha x veleiro x jet. No programa da semana, um lancheiro, um velejador e um piloto de jet ancoraram na mesma mesa e colocaram diferenças em águas limpas.
Comandado por Fred Paim, o bate-papo contou com grande troca de informações sobre barcos, sempre com a interação em tempo real dos telespectadores por meio das redes sociais e o chat do YouTube.
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O trabalho está em andamento e dentro do cronograma para que Wally, uma das marcas do Grupo Ferretti, lance o seu primeiro iate híbrido WHY200, com estreia marcada para o Cannes Yachting Festival, em setembro. Com primeira apresentação prevista para este mês, o modelo de 27,03 metros conta com design futurista, criado para oferecer até 50% a mais de espaço útil em comparação com outros iates de seu tamanho, de acordo com a empresa.
WHY200 foi projetado para combinar conforto, espaço, velocidade e desempenho. Seu projeto foi desenvolvido pela equipe interna de Wally, liderada por Luca Bassani, em um esforço conjunto com o Departamento de Engenharia do Grupo Ferretti. A embarcação apresenta uma arquitetura naval assinada por Laurent Giles e estilo interior por Estúdio A. Vallicelli & C.
O Diretor Executivo da Wally, Stefano de Vivo, comentou: “O WHY200 é um iate que se destacará no cenário internacional tanto pelo design essencial que distingue os iates Wally, quanto pelo seu conceito inovador, que pode oferecer uma experiência de navegação diferenciada ao proprietário. É o iate ideal para recuperar com liberdade e segurança o seu espaço com a família e amigos”.
Com capacidade para acomodar até oito pessoas, o WHY200 combina funcionalidade e estética. Apresenta proa envidraçada de 4,7 metros para abrigar uma suíte master de 37 m² com vista para o mar e vistas panorâmicas de 270 graus. Dois banheiros separados estão disponíveis no convés principal, enquanto o camarote VIP e dois duplos estão no convés inferior.
Uma nova escada de carbono laminado de uma peça conecta seus três conveses, enquanto sua área de estar em plano aberto de 61 m² é realçada por móveis de teca. Suas passarelas e corredores do convés inferior também são de teca. A teca é complementada por uma paleta de cores naturais de tons neutros e arenosos para criar uma estética atemporal. O convés superior tem uma cúpula futurista de vidro e carbono e um topo estrutural estendido sem pilares de apoio, para dar espaço extra.
Com um forte foco nos hóspedes que experimentam o mar, o WHY200 inclui um clube de praia dobrável com acesso ao mar por três lados do iate. Ele se desdobra para expandir a área de estar para 32 m², transformando-a em um terraço sobre a água. Conta, ainda, com duas garagens. O WHY200 é movido por quatro motores Volvo Penta D-13 IPS 1350.
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Licenciada pela Yamaha em vez de construída pela marca, a scooter subaquática Seawing II conta com motores duplos que podem puxar o usuário a uma velocidade de até 5 mph e chegar a uma profundidade máxima de 30 metros.
Destaque para o tamanho e o peso do Seawing II, com apenas 3,7 kg, o que facilita seu manuseio e praticamente não ocupa espaço a bordo de sua embarcação.
Os preços da Yamaha Seawing II começam em £ 999,99.
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A família real britânica anunciou, recentemente, a adição de um novo megaiate real à sua frota: o Royal Yacht Britannia. E tudo com a implantação de tecnologia sustentável.
Com 421 pés, a última embarcação da família real era o Brittania, de uso totalmente privado. Ela transportou a família em várias viagens oficias durante mais de 30 anos e, atualmente, está ancorada permanentemente como navio-museu em Edimburgo, na Escócia.
Agora, no entanto, o intuito é outro: o megaiate ele será uma embarcação nacional, ou seja, uma embaixada flutuante, operada pela Marinha Real.
A ideia é que o novo megaiate real possa apoiar os funcionários da realeza e departamentos governamentais, ao mesmo tempo em que promove os interesses da nação no exterior — tanto comerciais quanto estratégicos.
Após as devidas consultas com a família real, a Marinha Real, o Ministério da Defesa, o Ministério das Relações Exteriores e da Comunidade e o Tesouro, o governo colocará o projeto e a construção em licitação. Se tudo correr como planejado, a construção pode começar já no próximo ano, com probabilidade de entrar em serviço já em 2024.
Boris Johson, o primeiro ministro do Reino Unido, comentou que “todos os aspectos desta embarcação, desde sua construção até os negócios que apresenta, representarão e promoverão o melhor dos britânicos. Este é um símbolo claro e poderoso do nosso compromisso em ser um jogador ativo no cenário mundial. Será o primeiro navio desse tipo no mundo”.
As especulações em torno dos valores aproximados para a construção do Royal Yacht Britannia giram em torno de 200 milhões de euros. Mas, de acordo com as especificações da embarcação (de 280 pés, 2 500 GT e 4 conveses, ao que tudo indica), a expectativa é de que esse valor aumente consideravelmente — tudo depende do espaço necessário para as áreas de conferência e entretenimento, número de camarotes, heliponto, etc.
A New Flagship Company produziu esta renderização para tentar ganhar apoio privado para uma substituição do Britannia
Alguns críticos ainda sugeriram que as obrigações da Organização Mundial do Comércio abriria o processo de licitação a estaleiros estrangeiros, bem como aos britânicos, mas o fato de ser operado pela Marinha Real dá a ele o status de “navio de guerra” e, portanto, o torna isento.
Esta não é a primeira vez que um novo megaiate real é discutido desde a aposentadoria da última embarcação e, desde então, vários estaleiros se desdobram para elaborar projetos dessa magnitude. Até hoje, nenhum deles foi selecionado.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O novo veleiro Phoenix fará sua estreia na Semana Internacional de Vela de Ilhabela, evento marcado de 24 a 31 de julho, no Yacht Club de Ilhabela (YCI). O barco de 44 pés é apontado por especialistas em vela oceânica como um dos melhores projetos feitos no país, misturando velocidade e tecnologia a bordo.
O veleiro é um Botin 44 construído todo em carbono pelo estaleiro ML Boats, em Indaiatuba, interior de São Paulo, e que teve como projetista a Botin Partners Naval Architecture. A construção começou em 2019, pouco antes da pandemia de Covid-19, e agora está em processo final de ajustes no Iate Clube de Santos, no Guarujá, sob o comando do atleta olímpico André Fonseca e de Sérgio Rocha.
Apesar do tamanho, a embarcação deve pesar no máximo 5 300 quilos. O mastro instalado é de 21,75 metros. As duas rodas de leme e o grinder devem ajudar os tripulantes a fazer manobras mais rápidas. O tamanho da área vélica deve chamar a atenção em Ilhabela, principalmente com a vela balão, àquela utilizada em ventos de popa.
Na Semana de Vela de Ilhabela, o Phoenix vai medir na classe ORC e terá sob seu comando Eduardo Souza Ramos, o maior vencedor da competição em Ilhabela com 11 títulos divididos em barcos como Phoenix e Pajero. ”Torcendo para que o barco fique pronto. Os finalmentes sempre são muito imprevisíveis e são muitos! Estamos ansiosos para velejar”.
”O espírito que me levou a esse barco é ter um veleiro prazeiroso, agradável no velejar em ventos médios, de popa e de través. Consegui depois de muitos anos ter roda de leme, o que me dá um conforto maior em barcos rápidos. É bom de andar e navegar”, disse Eduardo Souza Ramos.
A tripulação do Phoenix é a atual campeã da Semana Internacional de Vela de Ilhabela. Na última edição, disputada em 2019, o Pajero – um Soto40 – foi o campeão da categoria e teve o melhor desempenho entre todos os 123 participantes.
Nos próximos dias, a equipe do Phoenix fará o batismo do veleiro e os testes na água com as velas. Até a viagem para Ilhabela desde Santos, a equipe de terra do Phoenix ficará praticamente 24 horas por dia em função da montagem do veleiro.
Além da ORC, a 48ª edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela está aberta às classes RGS, Bico de Proa, Clássicos, C30 e HPE25.
Velejadores profissionais, olímpicos e amadores tradicionalmente correm as regatas, que marcam o grande encontro anual da modalidade na América do Sul. Em 2021, todas as atividades relacionadas ao evento atenderão aos protocolos de segurança oficiais relacionados à COVID-19. As inscrições estão abertas por meio do site.
”A estreia do Phoenix será um marco para a modalidade e principalmente para a Semana Internacional de Vela de Ilhabela. A expectativa entre os velejadores é enorme e certamente vai chamar atenção de todos nessa retomada das regatas”, comemorou Mauro Dottori, diretor de vela do Yacht Club de Ilhabela (YCI) e organizador do evento.
Antes de correr as primeiras regatas, é difícil apontar a velocidade final do barco, mas pela quantidade de área vélica e peso – pouco para um 44 pés – a tendência é que o Phoenix seja muito rápido. Foi essa a ideia do projeto, que para alguns integrantes da equipe é uma versão brasileira do TP52, da campanha de Eduardo Souza Ramos na Europa em anos anteriores.
O Phoenix está qualificado até para a disputa do Mundial de ORC, que é considerado o maior evento de oceano do mundo. Há um similar ao Botin 44 nos Estados Unidos chamado Interlodge 4, que disputa as principais competições do Hemisfério Norte. Assim com o time norte-americano, o barco brasileiro terá uma tripulação profissional, que não estará 100% completa na Semana de Vela de Ilhabela por causa da Olimpíada de Tóquio, que é no mesmo período.
Tático do Phoenix, o atleta olímpico e com três participações na The Ocean Race, André Fonseca, quer fazer história na nova versão do Phoenix. ”É um barco de performance desenhado para velocidade e nem sempre para handicap. Queremos ganhar grandes velocidades, quem sabe quebrar recordes, principalmente da Alcatrazes. A gente sabe se pegar uma condição boa de vento temos condições de bater essa marca e também de outras no Brasil”.
A melhor marca da Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil é do veleiro gaúcho Crioula, que fez o percurso de 55 milhas em 6 horas, 1 minuto e 42 segundos no ano de 2017. O recorde anterior era do Camiranga, um Soto65, com 6 horas, 4 minutos 03 segundos, em 2015.
Em 2021, a regata Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil novamente abrirá o calendário de provas da Semana Internacional de Vela de Ilhabela no domingo (25). No mesmo dias largam também a Toque-Toque e Renato Frankenthal.
”É puro carbono! Nem pintamos para não ter peso no barco. A cada dia é um gol. Estamos trabalhando das oito da manhã às oito da noite para conseguir chegar a tempo”, concluiu Sergio Rocha, um dos responsáveis pelo projeto.
As inscrições para a 48ª edição da Semana Internacional de Ilhabela estão abertas para as regatas de 24 a 31 de julho no Yacht Club de Ilhabela (YCI), em parceria com a Prefeitura de Ilhabela. As inscrições são feitas pelo site www.sivilhabela.com.br para os veleiros nas categorias ORC, RGS, Bico de Proa, Clássicos, C30 e HPE25.
O acesso ao Sistema de Inscrições está disponível desde 18 de junho até o dia 19 de julho. O valor do pagamento da taxa de inscrição do veleiro será definido no momento da inscrição. O simples cadastramento não garante nenhuma faixa de valor e sua inscrição só será efetivada após a quitação da inscrição.
O valor da inscrição será calculado pelo tamanho do barco. Veja na tabela abaixo:
Até 25 pés – R$ 400
Até 26 a 28 pés – R$ 500
De 29 até 32 pés – R$ 600
De 33 até 40 pés – R$ 700
De 41 até 46 pés – R$ 1 000
Acima de 47 pés – R$ 1 200
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Regata francesa Drheam Cup — ou, como também é chamada, a Grand Prix de France de Curso Au Large — está de volta. A competição multiclasse, realizada pela primeira vez em 2016 e organizada por Jacques Civilise, já tem data definida para o próximo ano: de 13 a 23 de julho de 2022.
A comuna francesa Cherbourg-en-Cotentin, na região administrativa da Normandia, vai receber uma frota de primeiro nível com a chegada da próxima edição da competição, que contará com 12 classes diferentes.
Três novos percursos, adequados às diferentes velocidades dos barcos, serão realizados durante esta grande regata, para garantir que a frota chegue a La Trinité-sur-Mer (outra comuna francesa na região administrativa da Bretanha, no departamento Morbihan) em um curto espaço de tempo, após 3 a 4 dias no mar.
A Regata Drheam Cup tornou-se, em pouco tempo, uma corrida offshore imperdível de verão, realizada a cada dois anos. A cada edição, ela atrai mais competidores — o que atende o lema tanto da própria competição, quanto da celebração ao final dela, uma tradição vista como parte de seu DNA.
O organizador da competição tem um objetivo claro e declarado: tornar este grande evento uma referência na categoria de grandes corridas offshore. Para isso, assim como a Rolex Fastnet Race é realizada em anos ímpares, a Drheam Cup é realizada somente em anos pares.
O evento será aberto a todos os barcos (e, por isso, o nome Grand Prix de France de Curso Au Large), todos os formatos e todos os velejadores (amadores, profissionais, homens e mulheres), com especial destaque sobre os jovens, através da operação Rêves de Large — em que os organizadores despendem de um tempo inicial para convidá-los.
Para celebrar tanto o início quanto o final da corrida, as regiões anfitriãs (Cherbourg-en-Cotentin e La Trinité-sur-Mer) têm o costume de celebrar a participação de todos os concorrentes em um ambiente amigável e com um grande número de pessoas.
Terras anfitriãs (Cherbourg-en-Cotentin, Cotentin, Manche e a região da Normandia de um lado, La Trinité-sur-Mer e Morbihan do outro) celebrando a realização da última edição da regata.
Nos anos de 2016 e 2018, esses eventos contaram com dezenas de milhares de pessoas. Já em 2020, o número não foi tão grande, mas contou com muitos visitantes que passaram a admirar os barcos em Port Chantereyne, mesmo em um ano de pandemia.
Para completar, a organização da Competição Route du Rhum-Destination Guadalupe confirmou que a Regata francesa Drheam Cup atuará como um evento de qualificação, selecionando atletas de todas as classes de barcos que podem entrar na regata transatlântica sozinhos. Isso inclui classes como Ultimes, Imoca, Ocean Fifty, Class40, Rhum Monohulls e Rhum Multihulls.
Essa decisão eleva ainda mais o nível da Dhream Cup, visto que muitos dos velejadores têm encarado a competição como um teste. Para as classes que não visam competir na corrida transatlântica solo, as inscrições permanecem normais.
Os três novos percursos, projetados por Jacques Civilise e sua equipe, terão 600, 1 000 e 1 500 milhas náuticas de extensão. Eles foram alongados e cuidadosamente desenhados para combinar, da melhor forma, as diferentes classes participantes do evento.
No percurso DC 600, de 600 milhas náuticas, os participantes passam pelo Sul da Inglaterra (West Shamble), pelas Ilhas de Scilly, Ushant e pelo Plateau de Rochebonne.
No percurso DC 1 000, de 1 000 milhas náuticas, os participantes seguirão para a Fastnet após as Ilhas de Scilly, antes de continuar o caminho para Ushant e a bóia BXA (estuário do Gironde) e a Baía de Quiberon.
Já no percurso DC 1 500, de 1 500 mulhas náuticas (Ultimes), os maiores barcos da competição passarão pela Ilha de Man, depois pelo Fastnet, passando por Ushant, atravessando o Golfo da Biscaia até Bilbao e uma última viagem até La Trinité-sur-Mer.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A rede Riva Lounge decidiu expandir seu local de atuação: agora, o mais novo espaço inaugurado fica em Porto Cervo, na Costa Smeralda da Sardenha. Esse é o 9º lounge europeu aberto pela Riva Destinations.
O novo Riva Lounge foi projetado pelo famoso designer Gio Pagani, e é decorado seguindo o mesmo estilo do próprio estaleiro Riva Yachts — com as mesmas cadeiras e mesas Aquarama, normalmente encontradas em uma embarcação Riva.
Essa identidade do grupo Riva tem um propósito principal: dar a sensação do contato com os produtos únicos do estaleiro, e experimentar os materiais, usados por quase 180 anos.
Para complementar toda essa experiência proporcionada pelo grupo Riva, detalhes exclusivos — como a aplicação de cromo, aço, mogno laqueado, almofadas água-marinha, etc — são aplicados na decoração, trazendo uma primeira impressão de estar em um “iate icônico, em uma época de ouro inesquecível”, de acordo com o estabelecimento.
Os visitantes podem relaxar a poucos passos dos iates atracados na Marina de Porto Cervo, uma das mais glamorosas do Mediterrâneo, enquanto chefs e bartenders proporcionam uma experiência exclusiva aos hóspedes do Riva Lounge.
Riva Lounges e Privées estão agora presentes em nove locais de toda a Europa, incluindo Sarnico, Veneza, Milão, Ischia, Sardenha, Monte Carlo, Croácia, Espanha e França.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estúdio italiano de design Luca Dini Design & Architecture revelou seu mais novo conceito futurista para transporte aquático neutro em carbono.
A embarcação de 28 metros (91 pés) foi batizada de Cetacean, e possui um sistema de propulsão totalmente elétrico, além de painéis solares na cobertura para garantir “total respeito ao meio ambiente”.
O projeto do catamarã de alumínio foi concebido em uma área marinha protegida do Oriente Médio. A empresa queria criar uma embarcação que pudesse se mover dentro da área e sem causar impacto negativo no meio ambiente.
A embarcação é alimentada por baterias que podem ser recarregadas quando o barco está atracado em um cais especialmente projetado. O design patenteado da doca absorve as marés e ondas da água e uma carga completa leva aproximadamente quatro horas.
Quando o barco estiver em atividade, painéis solares no teto do iate irão alimentar todos os sistemas de bordo, incluindo iluminação e automação residencial.
O Cetacean foi parcialmente inspirado nos esboços de um barco de Leonardo da Vinci, datado de 1470, que usava turbinas eólicas para ajudar na propulsão.
“Linhas limpas e harmoniosas se unem em uma embarcação cuja essência e filosofia é o respeito total ao meio ambiente”, explica um porta-voz da Luca Dini Design & Architecture.
O catamarã poderá transportar 25 pessoas a bordo, além dos 5 tripulantes. “O Cetacean foi concebido para desempenhar várias funções e pode ser equipado com diferentes configurações, desde um vaivém para transferências da marina para as ilhas menores, a um hospital móvel ou cargueiro, e até mesmo uma
embarcação inteiramente privada”, acrescentou o porta-voz.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O Oceano Antártico deve ganhar, em 2024, um laboratório flutuante para avaliar o impacto da humanidade e detectar a concentração de carbono sobre suas águas.
A construção do Polar Pod, como é chamado o laboratório, está sendo financiada pelo governo da França. A embarcação é toda articulada e consegue girar de forma automática.
Além disso, o laboratório é equipado por vários sensores e foi construído para enfrentar o mar bravo. O Polar Pod também é capaz de suportar tempestades e ventos fortes.
Ao longo dos estudos, oito pessoas estarão a bordo, incluindo um cozinheiro. Um navio com suprimentos irá abastecer a tripulação regularmente.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O submarino Riachuelo está passando por sua última manutenção antes de ser entregue à Marinha do Brasil, segundo o portal Defesa Aérea e Naval. O fabricante do modelo, Itaguaí Construções Navais, informou que iniciou, na primeira quinzena de junho, a Ranae, uma fase em que o submarino precisa pausar suas operações para uma manutenção geral onde todos os seus componentes são revisados, corrigidos e até recuperados.
Estão previstas pela ICN 10 semanas de trabalho no submarino Riachuelo. Concluído este período de manutenção técnica, a empresa terá a certeza que a embarcação se encontra 100% pronta para navegar e cumprir com êxito a sua missão.
De acordo com o Defesa Aérea e Naval, o submarino ainda deverá realizar os testes com seu sistema de combate e lançar o torpedo F21, obtendo a certificação prevista em contrato, para então ser entregue para a Marinha do Brasil.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
Organizado pelo Yacht Club de Santo Amaro juntamente com a Federação de Vela do Estado de São Paulo (FEVESP), a Confederação Brasileira de Vela (CBVela) e a Secretaria do VII Distrito da Classe Star, o Campeonato Brasileiro de Star 2021 será oficialmente realizado de 9 a 11 de julho, na Represa de Guarapiranga, em São Paulo.
A tradicional competição da classe com mais medalhas de ouro olímpicas do país conta com 15 duplas confirmadas. A organização promete adotar todos os protocolos de segurança no combate ao COVID-19.
Os atuais campeões Lars Grael e Guilherme de Almeida tentarão mais um título seguido nas regatas, agora em São Paulo. Em 2020, a dupla ficou com o primeiro lugar no Iate Clube do Rio de Janeiro, em novembro, no evento em paralelo à Taça Royal Thames. O pódio teve ainda João Signorini / Arthur Lopes (ICRJ/YCSA) e Mario Sergio de Jesus / Ubiratan Matos (YCI).
”Será um campeonato bastante disputado no YCSA, que nos abriu as portas para fazer o evento. Teremos todos os protocolos de segurança e certamente as regatas farão jus à história da classe Star no Brasil, reunindo grandes campeões em várias categorias de barcos”, disse Arthur Lopes, secretária do VII Distrito da Classe Star.
Lars Grael tentará seu 10º título nacional na classe Star. O medalhista olímpico de Seul 1988 e Atlanta 1996 é o maior campeão do evento, que começou em 1955 segundo a International Star Class Association.
A primeira conquista de Lars Grael no Brasileiro de Star foi na competição de 2008 ao lado do proeiro Marcelo Jordão, no Iate Clube de Brasília. Torben Grael, irmão de Lars, é o segundo maior campeão do Brasileiro de Star com nove conquistas.
Duplas confirmadas
Admar Gonzaga / Ronald Seifert
Alessandro Pascolato / Henry Boennig
Wagner. Bojlesen / H. Cabette
Roberto Martins / Marco Lagoa
Marco Szili / Kasuo Miyake
Lars Grael / Guilherme de Almeida
Daniel de LaTorre (ARG) / Manoel Bunge (ARG)
Mário de Jesus Jesus / Ubiratan Matos
Marcelo Fuchs / Arthur Lopes
Alberto Guarischi / Pedro Tinoco
Robert Rittscher / Marcelo Jordão
André Diomelli / Maurício Bueno
Jorge Bhering / Gustavo Kunze
Maurício Bueno / Pedro Trouche
Luiz Augusto Gonzaga / Sergey Frantov
Lista dos últimos campeões da última década
2020 – Lars Grael / Guilherme de Almeida
2019 – Lars Grael / Samuel Gonçalves
2018 – Torben Grael / Arthur Lopes
2017 – Lars Grael / Samuel Gonçalves
2016 – Torben Grael / Arthur Lopes
2015 – Lars Grael / Samuel Gonçalves
2014 – Torben Grael / Guilherme de Almeida
2013 – Lars Grael / Samuel Gonçalves
2012 – Lars Grael / Samuel Gonçalves
2011 – Lars Grael / Samuel Gonçalves
2010 – Robert Scheidt / Bruno Prada
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Se você procura um condomínio elegante de frente para o mar, com sol e calor na medida certa, e tem um fraco por passeios de barcos, Caraguatatuba pode ser o seu lugar. Isso porque um grupo de empresas (Connolly Construtora, Village Parahybuna e Construtora Wilney Cardoso) está erguendo, na praia do Indaiá, o Calabasas Ocean Front, o empreendimento mais esperado da chamada capital do litoral norte paulista.
Serão quatro torres alto padrão, com três, quatro ou cinco dormitórios, inseridas em um terreno com 11 mil metros quadrados: Perfecto, Noble, Deseo e Paraiso, nomes que evocam o requinte, a sofisticação e elegância prometidos pelo projetista, o arquiteto Wilney Cardoso, para paladares mais apurados.
Apresentado como um Fun Club Resort — lugar para desfrutar os prazeres da vida, tendo o mar como companhia —, o condomínio terá todo um complexo de entretenimento dedicado à boa vida e à prática de esportes.
O local terá serviço de praia, piscinas aquecidas, saunas a quadra de tênis, quadra poliesportiva e pista de cooper, passando por academia, sala de cinema, co-working center, salas de jogos, salões de festas, padaria, churrasqueiras, fornos de pizza, entre outras mordomias. Tudo isso para aliviar as tensões do dia a dia.
Em cada torre há um espaço perfeito para você relaxar e se divertir. São ambientes que contemplam todas as idades e estilos de vida. – Natalie Cardoso Paladino, representante da Construtora Wilney Cardoso
Mas, e aquele algo mais que, não adianta disfarçar, todo mundo que ama o mar procura em um lugar mágico como esse: os passeiosde barco?
O pulo-do-gato está no sistema de transfer que funcionará entre o condomínio e as excelentes marinas que distribuem pelas margens do rio Juqueriquerê, que fica ali pertinho, na praia do Porto Novo, a última de Caraguatatuba para quem está indo para São Sebastião.
Aliás, os frequentadores da capital do litoral norte paulista jamais se referem à cidade pelo nome completo. Dizem apenas “Caraguá”, com intimidade. A mesma intimidade que permite desfrutar, de corpo e alma, de toda uma série de atrações ao longo de 70 quilômetros de costa, seja na areia das 17 praias (!), no mar ou nos trechos de Mata Atlântica preservada.
Ainda que predomine a trinca praia, passeios de barco e esportes náuticos, a programação inclui incursões pela Mata Atlântica, com trilhas, piscinas naturais e uma grande diversidade da fauna e da flora.
Tem também uma linda vista do litoral desde o alto do Morro Santo Antônio (325 metros de altura), com a opção de descer praticando vôo livre. Sem contar as ruas agradáveis no centro para os passeios, compras e prazeres da boa mesa.
A construção do Calabasas Ocean Front coincide com outra grande notícia: a conclusão da Nova Tamoios, rodovia que liga Caraguá a São José dos Campos.
Depois de pronta e duplicada, a nova pista, composta por túneis e viadutos, ficará 14 km mais longa, mas também mais rápida. Isso porque o trecho sinuoso de serra será eliminado. Mais um motivo para acompanhar a construção desse condomínio.
No setor imobiliário, Caraguá já abrigava diversos condomínios de alto padrão. Com o Calabasas Ocean Front, sobe ainda mais de patamar.
Para saber mais, acesse o site do empreendimento ou agende sua visita no apartamento decorado disponível no plantão de vendas, através do telefone (12) 99178-1616.
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A Tailândia reabriu a ilha de Phuket para turistas internacionais no dia 1º de julho, apesar do pior balanço diário da ilha, desde o início da pandemia de Covid-19, com 53 mortes um dia antes da data.
O país, cujas fronteiras estão fechadas desde março de 2020, pretende reabrir gradativamente o turismo local — setor que responde por quase 18% do produto interno bruto e gerado por cerca de 40 milhões de visitantes por ano.
O país tem passado por algumas dificuldades ao tentar conter uma terceira onda de coronavírus, impondo restrições à capital Bangcoc e seus arredores, onde as variantes Alpha e Delta do vírus estão se espalhando.
Ainda assim, as autoridades afirmaram repetidamente que a reabertura de Phuket, onde apenas alguns casos de covid-19 são detectados diariamente, ocorreria conforme planejado, seguida pela reabertura de todo o resto do país em outubro.
De acordo com o porta-voz da força-tarefa contra a covid-19 de Phuket, Taweesin Visanuyothin, cerca de 250 passageiros pousaram na ilha turística a bordo de quatro voos de outras cidades asiáticas na data da reabertura.
O tão esperado retorno dos turistas é visto como um alívio para as empresas locais e as empresas da ilha, onde mais de 80% dos hotéis fecharam. Para se preparar para a reabertura, dois terços da população de Phuket foram vacinados.
Também foram estabelecidas condições para visitar a ilha, e só os viajantes de 66 países terão acesso liberado — eles são considerados de baixo ou médio risco.
Os turistas terão que ficar 14 dias de quarentena antes de poderem viajar para outro lugar na Tailândia, e terão que se submeter a três testes de PCR durante esse período.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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O estaleiro ítalo-espanhol Magonis está tentando revolucionar o mercado de barcos elétricos com seu novo Magonis Wave e-550, considerada uma embarcação inteligente, eficiente e acessível.
Após três anos de pesquisa e desenvolvimento, o primeiro barco da linha fez sua estreia no Venice Boat Show, no início do mês de junho.
Combinando o artesanato italiano (já que o barco foi construído em Sabaudia, uma pequena cidade costeira a uma hora ao sul de Roma), o design vanguardista e a tecnologia espanhola (inspirada nas raízes de Barcelona de sua sede), a construtora promete revolucionar o mercado dos barcos elétricos.
Para isso, o barco 100% elétrico foi equipado com a tecnologia Light X Pro, que os engenheiros da Magonis desenvolveram para reduzir o peso do barco em até metade do que se esperaria normalmente de um barco desse tamanho (ainda permite que barcos ultraleves sejam mais rápidos, resistentes e inafundáveis).
Com 33 kg de peso seco, o construtor afirma que o Magonis Wave e-550 é o barco mais leve em sua categoria. A embarcação tem motor de 30kW, equivalente a aproximadamente 40 hp, e promete até 12 horas de autonomia em velocidade reduzida.
“Temos o orgulho de trazer para o mercado uma embarcação com estética incrível, excelente performance, especialmente desenhada para a navegação no mar e, acima de tudo, a um preço muito acessível. Nosso modelo mais acessível permanece abaixo da barra de 35 mil euros”, disse Mathieu Quintart, CEO da Magonis Boats.
O Wave e-550 é oferecido com quatro opções de motorização diferentes, que vão de 4kW a 30kW, e se adapta a todos os usos e todos os orçamentos: dos canais de Amsterdã a uma rápida travessia entre Ibiza e Formentera.
O nome Magonis faz referência ao antigo nome da capital de Menorca, Mahon, que era Portus Magonis. O conceito Wave e-550 foi concebido em Menorca, em 2017.
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Com 222 metros de comprimento (728 pés), o Somnio — atualmente o maior megaiate do mundo — promete ir ao mar em 2024. A embarcação de 500 milhões de euros funcionará como um condomínio flutuante voltado para milionários.
Os 39 apartamentos de luxo que compõem o barco serão vendidos a 9,5 milhões de euros cada (ou 55,9 milhões de reais). As unidades serão instaladas em seis pavimentos e poderão ser customizadas. Elas contam com cozinha individual, espaço para refeição ao ar livre e biblioteca como opções para equipar o espaço.
Além de tudo, o Somnio também terá uma área compartilhada de lazer, adega com capacidade para 10 mil garrafas, sala de degustação, restaurantes, bares e um clube de praia com instalações para esportes aquáticos — e essas são só algumas das atrações.
O condomínio flutuante, que está sendo projetado pelos renomados escritórios Winch Design e Tillberg Design of Sweden, também terá assistência médica de “alto nível”, para evitar riscos à saúde.
De acordo com o co-fundador da Somnio, Erik Bredhe, esse será o único megaiate residencial no mundo projetado de acordo com padrões exigentes. “Os proprietários irão compartilhar um estilo de vida único no mar, com tripulação escolhida a dedo e itinerário global, com destinos cuidadosamente selecionados, e experiências condizentes com uma embarcação desta natureza”.
Outro fator importante na criação do megaiate foi a adição de motores “limpos” no projeto. Como um complemento, ele ainda realizará “eco-missões” durante as viagens, em que cientistas e especialistas marinhos poderão conduzir pesquisas a bordo da Somnio para atualizar os proprietários sobre desafios globais e possíveis soluções para questões ambientais e filantrópicas.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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A Sedna Yachts está com uma bela novidade: o modelo Sedna 78 Aluminum, que deverá ser lançado pela marca durante o São Paulo Boat Show 2021, marcado para novembro.
Com design moderno, o modelo traz amplos espaços, contando com flybridge, praça e plataforma de popa espaçosas, e área de proa com sofá, mesa de centro e solário, proporcionando um espaço de socialização e relaxamento. Um dos grandes diferenciais desta lancha é a abertura lateral nos dois bordos, que amplia a área útil da embarcação e tem virado tendência no mercado náutico nacional.
A configuração interna do modelo traz salão amplo com integração total dos ambientes e quatro camarotes para os hóspedes, sendo duas suítes. A motorização fica por conta de dois motores de 1 350 hp de potência.
Em sua 24ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina acontecerá de 4 a 9 de novembro, no São Paulo Expo. Respeitando todos os protocolos de segurança e saúde, o São Paulo Boat Show 2021 será uma oportunidade única para os visitantes explorarem um produto real, compará-lo lado a lado com o de outras marcas e fechar negócio com vantagens especiais.
SÃO PAULO BOAT SHOW 2021
Quando? De 4 a 9 de novembro Onde? São Paulo Expo Mais informações: [email protected]
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
O estaleiro NX Boats está projetando o lançamento da maior lancha da marca, a NX 480 Invictus, no São Paulo Boat Show 2021. Não é a primeira vez que a empresa marca presença no salão náutico, onde lançou, em 2020, a NX 340 Sport Coupe e, em 2019, a NX 400 Horizon.
A nova lancha de 48 pés é o começo da linha Yacht da NX Boats, que promete novos desafios nos próximos anos. Inclusive, a marca está ampliando sua área fabril para receber este modelo. O lançamento seguirá as linhas de design marcantes do estaleiro, podendo ter até três suítes e disponível nas versões Fly e HT.
Em sua 24ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina acontecerá de 4 a 9 de novembro, no São Paulo Expo. Respeitando todos os protocolos de segurança e saúde, o São Paulo Boat Show 2021 será uma oportunidade única para os visitantes explorarem um produto real, compará-lo lado a lado com o de outras marcas e fechar negócio com vantagens especiais.
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Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória
A Fibrafort deverá aproveitar a próxima edição do São Paulo Boat Show, marcada para novembro, para apresentar a lancha Focker 333 Gran Turismo, edição comemorativa dos 30 anos do estaleiro.
Pensada para unir esportividade, requinte e identidade, além de conforto e segurança, a lancha traz detalhes em LED e uma grande novidade: o T-top, pensado para aumentar o conforto durante a navegação. O cockpit conta com amplo espaço com mesa de centro, e a popa inclui espaço gourmet de série.
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O estaleiro carioca Real Powerboats lançou, esta semana, o projeto de sua mais nova lancha: trata-se de uma 28 pés com motorização de popa, que a empresa planeja apresentar no São Paulo Boat Show 2021, marcado para novembro na capital.
O grande diferencial desta nova embarcação, de acordo com Paulo Thadeu Mendes, presidente do estaleiro, é o posicionamento do motor no centro da plataforma de popa, que torna possível a parada do barco para embarque e desembarque pela popa, com mais conforto e segurança, como em modelos com motorização de centro-rabeta. Também devido a este formato, a lancha tem a opção de receber a plataforma submergível.
A lancha pode acomodar até 13 passageiros em passeios diurnos e foi projetada para unir funcionabilidade, conforto e desempenho. Conta com sofás para acomodar os passageiros na proa e no cockpit, além de mesa de centro com porta copos e taças. Móvel com geleira térmica, pia em aço inox, lixeira e bar acrílico iluminado também completam a embarcação, que conta, ainda, com banheiro a bombordo.
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A próxima edição do São Paulo Boat Show já está confirmada para novembro, no São Paulo Expo, e o estaleiro Ventura Marine deverá aproveitar o salão náutico para exibir sua nova lancha V450 Premium, que receberá algumas inovações.
Com 13,80 metros de comprimento, o modelo contará com novo arranjo de flybridge, camarote à meia-nau e uma série de introduções de itens de acabamento mais sofisticados, de acordo com a empresa. O modelo tem muitas possibilidades de personalização, que vão desde o grafismo até as cores dos estofamentos e mobílias.
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O estaleiro paulista Intermarine Yachts planeja lançar sua 56 pés no próximo São Paulo Boat Show, que já tem data para acontecer na capital. O modelo teve como uma das prioridades do projeto o uso versátil dos espaços. Conta com amplo flybridge, que possui bar e guarda-corpo em vidro projetado na parte de trás, que privilegia a ampla visibilidade, possibilitando uma maior integração entre o barco e o mar.
Além de ser parte fundamental do design arrojado que caracteriza a Intermarine 56, os acabamentos em vidro na amurada possibilitam uma maior integração dos ambientes. Com a cozinha no mesmo nível da praça de popa ou no upper deck, a porta que permite vão livre entre os ambientes e os vidros que cobrem toda lateral da casaria, qualquer opção de layout do salão terá perfeita integração com as áreas externas do barco.
A proa da Intermarine 56 soma diferenciais. O sofá frente a frente, exclusivo na categoria, e a tenda opcional, transformam o espaço num verdadeiro lounge ao ar livre. Já a borda alta na passagem lateral, além de proporcionar mais segurança, torna o visual da embarcação ainda mais arrojado e imponente. A suíte principal, posicionada a meia-nau, é valorizada pelos 4,7 metros de boca. Tem o pé-direito contínuo, sem desnível no teto. A motorização fica por conta de dois motores de 800 hp de potência.
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Faça manutenção periódica do motor
Até porque os mesmos fatores que influenciam na economia de combustível também ajudam a melhorar o desempenho e aumentar a vida útil do próprio motor.
Só leve o que for necessário
Quanto mais leve o barco estiver, mais ele andará e menos combustível consumirá.
Não abasteça demais Tanque cheio demais aumenta o peso a bordo. Abasteça com apenas 1/3 a mais que o necessário para o passeio.
Controle a capota Capotas são úteis, protegem do sol, mas aumentam a resistência durante a navegação.
Distribua bem o peso a bordo Sem estabilidade não há desempenho. E, sem bom desempenho, o consumo aumenta.
Não deixe o motor funcionando à toa Mas, ligar e desligar o motor várias vezes, num curto espaço de tempo, pode trazer outros problemas.
Verifique os hélices Qualquer alteração neles aumenta diretamente o consumo. E o mesmo acontece com lemes desalinhados.
Controle o peso do barco De tempos em tempos, pese o seu barco. Se ele estiver muito acima do normal, pode haver água dentro do casco. E, peso a mais, você já sabe…
Limpe sempre o casco Se o barco ficar no mar por mais de duas semanas, já ficará impregnado de cracas. E casco sujo rouba 10% do desempenho e aumenta também isso no consumo.
Acelere gradativamente e navegue em cruzeiro Quanto mais força o motor fizer, mais gastará. Acelere suave e progressivamente e não passe da velocidade de cruzeiro.
Quase nunca dá para identificar um combustível adulterado a olho nu. Mas, ao ser abastecido por um combustível de má qualidade, o barco imediatamente passa a apresentar determinadas características que podem indicar que ele foi “batizado”. As principais são:
Motor engasgando ou morrendo
Potência e torque mais fracos
Marcha lenta irregular
Aumento no consumo
Dificuldade em dar a partida
Muito mais fumaça
E o que fazer?
Escoe todo o combustível, limpe o tanque, troque o filtro de combustível. E nunca mais abasteça naquele maldito posto!
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