Dupla brasileira da Nacra 17 encerra participação nos Jogos de Tóquio no 10º lugar

Por: Redação -
03/08/2021

A dupla brasileira Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino disputou na manhã desta terça-feira (03) em Enoshima a final da vela na classe Nacra 17. A equipe encerrou a sua participação nos Jogos de Tóquio com o 10º lugar.

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Sem chances matemáticas de disputar a medalha, a equipe entrou na raia para concluir a participação olímpica na regata rápida que contou apenas com as 10 melhores equipes da classe. A disputa durou pouco menos de 20 minutos com vento de 10 nós (18km/h). Além da 10º colocação na regata da medalha, Samuca e Gabi finalizaram a Olimpíada em 10º lugar com 117 pontos.

A flotilha velejou de forma parelha e a experiência dos medalhistas de ouro de Rio 2016 Santiago Lange e Cecília Saroli trouxe a vitória para a dupla, que na súmula acabou na sétima posição. Os dinamarqueses Lin Cenholt e Christian Lubeck vieram em segundo e os norte-americanos Riley Gibbs e Anna Weis ficaram em terceiro lugar na regata.

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O ouro da classe Nacra 17, que será mantida para a Olimpíada de Paris 2023, não teve surpresas e ficou com os italianos Ruggero Tita e Caterina Banti (35 pontos) enquanto os britânicos John Gimson e Anna Burnet (45 pontos) ficaram com a prata e os alemães Paul Kohlhoff e Alica Stuhlemmer (63 pontos) com o bronze.

A Nacra 17 em Tóquio 2020

As tripulações da classe Nacra 17 são mistas (um homem e uma mulher). Timão e proa têm por objetivo trabalhar em sincronia com total e equilíbrio sobre as ondas em um barco de alta performance, muito rápido, que pode alcançar 50km/h. Foram 20 os países na disputa olímpica: além do Brasil, Argentina, Austrália, Áustria, China, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grã Bretanha, Alemanha, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Porto Rico, Suécia, Tunísia, Uruguai e Estados Unidos. Os resultados finais da classe Nacra 17 aqui.

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    +Bravíssimo leva título inédito para o Espírito Santo na 48ª Semana de Vela de Ilhabela

    Por: Redação -
    02/08/2021

    Pela primeira vez, o Espírito Santo conquistou o título geral da 48ª Semana de Vela de Ilhabela, maior evento da América do Sul, que contou com 81 barcos. O +Bravíssimo, do Iate Clube do Espírito Santo, faturou o caneco neste sábado, dia 31.

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    O +Bravíssimo teve um terceiro e um quarto lugares no dia final venceu por um ponto diante do veleiro santista, o Rudá, que conseguiu um primeiro e um segundo. O barco de Ilhabela, o Xamã, vencedor da Regata Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil -, completou o pódio. O novo barco Phoenix, o mais moderno do Brasil que estreou na Semana de Vela de Ilhabela, terminou em quarto no geral.

    “Achamos que tínhamos perdido o campeonato por um segundo. A sensação é de alívio! Perder o campeonato por muito é tranquilo, agora por um segundo é complicado, depois refizemos as contas e vimos que tínhamos ganhado”, vibrou Luciano Secchin, comandante do barco que brincou: “Barco com comandante engenheiro, tático engenheiro e tínhamos errado as contas, mas agora deu tudo certo. É um trabalho que está vindo há muito tempo com Regata Buenos Airesc – Punta del Este, Circuito Rio… Há dois anos planejando tudo, velejando junto. As pessoas aqui se conhecem há trinta anos, não tem nem o que falar”.

    O +Bravíssimo vinha de bons resultados recentes como o título da Regata Buenos Aires – Punta del Este, no começo de 2020, antes da pandemia, e o título do Circuito Rio, no Rio de Janeiro, no fim do ano passado. Secchin destacou a importância da conquista para o Espírito Santo: “Não temos muita tradição de vela como São Paulo, Rio, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, infelizmente não tem tanta gente velejando”.

    Apesar da conquista, Luciano se mantém pés no chão diante da disputa no cenário nacional: “Quando acertarem o barco Phoenix, eles serão imbatíveis, tripulação muito boa, é um Porsche onde estão aprendendo a andar nele. O nosso barco é um carro de família, um Gol, Honda Civic, onde tiramos tudo dele”.

    A regularidade foi a chave do veleiro que não venceu nenhuma das sete regatas, mas a pior posição foi um quinto lugar, somando dois segundos: “Não ganhamos nenhuma regata e vencemos o campeonato. É regularidade. O dia que ventou muito aqui no canal conseguimos nos defender, é o dia onde os barcos pequenos não vão bem e ficamos em quinto, foi nossa pior posição e quando ventou pouco fomos bem”.

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    O +Bravíssimo não quer parar por aqui e planeja correr regatas fora do Brasil: “Pretendíamos ir para a Espanha correr a Copa do Rei, equivalente à Semana de Vela só que do Mediterrâneo. Diante da pandemia, restrições de viagem, deixamos pro ano que vem. Estamos vendo outras regatas nos Estados Unidos, pela Europa. É só o começo. O Eduardo Souza Ramos (comandante Phoenix) tem 70 anos e segue velejando, eu tenho 40, tem tempo”.

    A classe ORC estreou na competição os ToTs customizados. Ou seja, agora cada tipo de regata com determinado ângulo de vento usará o TOT adequado para o resultado final da regata, dando assim o resultado preciso de acordo com a medição de cada veleiro. Os ToTs customizados são uma iniciativa  da ABVO, a Associação Brasileira de Veleiros de Oceano.

    “Os TOTs funcionaram muito bem, corrigiram muito bem as regatas, foi muito parelho, disputado tanto é que o Rudá, nosso barco, perdeu o campeonato por 1 segundo, se o Rudá tivesse ganhado a primeira regata de hoje teria sido primeiro no geral. Todo mundo está satisfeito e esse modelo é o melhor para unificarmos a vela no Brasil. A Semana de Vela foi um total sucesso, retorno bem bacana e um prenúncio de muitas outras regatas que virão a seguir”, disse Mario Martinez, comodoro da ABVO e comandante do Rudá.

    O barco Zeus, de Ilhabela, chegou em segundo na regata final, mas levantou o caneco. O comandante Paulo Moura celebrou a conquista e o retorno das disputas na temporada: “A classe RGS foi bem disputada, navegamos muito bem. Depois de um ano sem regata estamos retomando as atividades e que em breve todas possam estar por aqui novamente”

    Na classe Mini Transat, o título ficou com o Jacaré que foi o melhor na regata final passando o Bloody Bones. O comandante Paulo Fukui celebrou: “Campeonato foi ótimo, disputadíssimo, teve várias trocas de posição, todo mundo ganhou regata, chegou em segundo, terceiro, foi uma Semana de Vela fantástica, de vento, competição. Quem chegasse na frente levava hoje, todo mundo saiu marcando um ao outro desde a largada e venceu quem errou menos”.

    Entre os clássicos, o Kameha Meha levou o troféu a frente do Atrevida, barco de 1923 e mais antigo da disputa e do Baforada 3. no Bico de Proa, o BL3 Mangalo venceu no último dia e ultrapassou o Super Bakanna ficando com o troféu nos critérios de desempate. O Nautilus fechou o pódio. Nos Multicascos o troféu ficou com o Maré XX.

    Confira os Resultados finais e o Geral no site do evento.

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      Estaleiro italiano lança megaiate que une tecnologia e requinte em 213 pés

      Por: Redação -

      A ISA Yachts, uma das marcas do estaleiro Palumbo Superyachts, acaba de anunciar o lançamento de seu mais recente megaiate, o Resilience. A embarcação de 65 metros é resultado de grande interação entre proprietária e estaleiro, fortemente envolvidos desde 2017.

      Com um casco escuro e linhas clássicas, o interior do modelo foi projetado por Enrico Gobbi, da Team 4 Design, e conta com 6 camarotes, além de um sétimo camarote conversível adicional.

      resilience isa yachts

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      A suíte master do convés principal está situada para frente no convés e abrange toda a boca do navio, oferecendo ao proprietário privacidade e vistas panorâmicas do oceano.

      As principais características incluem o próprio perfil clássico e uma inovadora porta de popa que se dobra até o nível do mar. Combinado com duas portas de popa de abertura lateral, o clube de praia se estende em uma área de 180 metros quadrados.

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      Decorado em tons de azul cobalto em superfícies metálicas e laqueadas, o acesso ao clube de praia é feito tanto por uma escada externa, quanto por uma escada interna e corredor de vidro transparente. Eles também levam ao lobby do convés inferior e aos camarotes de hóspedes.

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      Giuseppe Palumo, CEO da Palumbo Superyachts afirmou: “Este megaiate vai surpreender pelo gosto italiano que expressa, pelo requinte nos detalhes exteriores e interiores e pelas inovações tecnológicas implementadas”.

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      No convés, destacam-se duas piscinas, sendo a maior na popa completa e com sistema de natação contra-corrente, além de academia, sala de massagens, banho turco e espaço de cinema ao ar livre. Resilience carrega dois jets e duas tendas, ao lado de uma variedade de brinquedos e amenidades aquáticas.

      A estreia oficial está programada para acontecer durante o Monaco Yacht Show, que acontecerá de 22 a 25 de setembro de 2021.

      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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        Robert Scheidt encerra participação histórica nos Jogos Olímpicos do Japão

        Por: Redação -

        Sete Olimpíadas. Sete vezes em top dez. Cinco medalhas. Dois ouros. Duas pratas. Um bronze. Quarenta e oito anos. Robert Scheidt encerra sua participação nos Jogos de Tóquio/2020 como recordista de participações entre os brasileiros no maior evento esportivo do mundo. Desde a estreia dourada, em 1996, até hoje, são 25 anos dedicados à competição olímpica.

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        Scheidt encerrou sua participação na Olimpíada do Japão na madrugada deste domingo (1) na 8ª colocação da classificação geral na classe Laser, com 104 pontos perdidos. Único quarentão na competição, ele é 23 anos mais velho que o australiano Matt Wearn, de 25 anos, que acumulou 53 pontos perdidos. O croata Tonci Stipanovic (82pp) ficou com a prata e o norueguês Hermann Tomasgaard (85pp) levou bronze.

        Robert levou seu barco para a raia montada em Enoshima com chances matemáticas de chegar ao sexto pódio. A medal race começou com 12 nós de vento, mas a velocidade foi caindo até os 9 nós. Como precisava de uma combinação de resultados, o brasileiro adotou uma tática mais arriscada, mas cruzou a linha de chegada em 9° lugar. A vitória na prova foi do francês Jean Baptiste Barnez.

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        “Estou me sentindo um pouco frustrado. Queria ter velejado bem melhor na medal race. Gostaria de ter finalizado com uma medalha. Não deu e isso deixa uma sensação amarga. O esporte é assim. Se você não aproveita as chances que surgem, o resultado não vem. Mas saio de Japão de alma lavada, com a certeza de que fiz tudo o que podia em termos de preparação e dei o meu melhor aqui em Enoshima. É um orgulho representar me País mais uma vez nessa trajetória tão longa”, disse o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios.

        Com o encerramento do sétimo ciclo olímpico, Scheidt fez um breve balanço de sua participação no Japão e se despede do Laser em grandes competições. “Tive um início de competição bastante bom e cheguei a estar em terceiro lugar. Porém, cometi alguns erros não forçados nas últimas regatas e isso complicou minha pontuação. É uma longa carreira olímpica e tenho memórias lindas dos feitos conquistados, muitas emoções. Mas é um barco muito físico e não dá para pensar em mais uma Olimpíada nesse barco. Minha história do Laser olímpico termina aqui. Mas vou seguir velejando, porque é isso que eu amo fazer”, completou Scheidt.

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          A dupla brasileira da classe Nacra 17 Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino conquistou nesta madrugada de domingo, 1º de agosto, em Enoshima, a vaga para a disputa da medal race. A equipe obteve a vaga após correr as últimas três regatas classificatórias na raia de Enoshima. O vento fraco de até 11 nós propiciou ótimas regatas para a classe.

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          Na primeira regata do dia, a dupla brasileira largou bem e se manteve entre os primeiros cinco, porém uma quebra comprometeu o desempenho da equipe, que acabou com um 18º que entrou para descarte. Na segunda regata, um 10º lugar foi conquistado com um desempenho linear, o que se repetiu na disputa seguinte, dando à Samuca e Gabi um lugar na regata da medalha.

          Embora participem da medal race, com 97 pontos perdidos, a equipe não consegue alcançar um escore que a permita disputar medalhas. A briga fica para os três melhores, os italianos Ruggero Tita e Caterina Banti (23 pontos) com os britânicos John Gimson e Anna Burnet em segundo (35 pontos) e os alemães Paul Kohlhoff e Alica Stuhlemmer (47  pontos), grupo onde há regularidade entre os três primeiros, mostrando o equilíbrio que a classe apresentou nessa Olimpíada.

          Nesta segunda-feira, dia 2, a Nacra 17 terá um dia de folga. Na terça-feira, a partir das 3h33min (horário do Brasil) ocorre a medal race.

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          Calendário de Regatas da Classe Nacra 17 (horário do Brasil)

          DOM, 01/08 – RAIA DE ENOSHIMA
          Regatas 10, 11 E 12 – a partir das 0h05

          SEG, 02/08 – DIA RESERVA

          TER, 03/08 – MEDAL RACE (Final)
          RAIA DE ENOSHIMA , 3H33

          O calendário completo da vela nos Jogos está aqui e os resultados parciais da classe Nacra 17 aqui.

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            Estúdio japonês de arquitetura projeta torre flutuante em Shenzhen, na China

            Por: Redação -
            31/07/2021

            O estúdio japonês Sou Fujimoto Architects revelou o projeto vencedor do New City Centre Landmark, uma torre flutuante monumental na baía do distrito de Qianhaiwan, em Shenzhen. A torre proposta tem 268 metros de altura e consiste em 99 elementos individuais, como torres conectadas a um plano horizontal rígido na parte superior, desaparecendo gradualmente à medida que descem. Trata-se, simultanemante, de uma única torre e também um conjunto de diversas torres, simbolizando o futuro das sociedades na era da diversidade.

             

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            O convite para a competição foi realizado para o projeto de uma torre emblemática no distrito de Qianhaiwan, uma área que recentemente viu grandes desenvolvimentos urbanos e arquitetônicos. Os juízes do concurso optaram por não conceder o prêmio de primeiro lugar, posicionando o segundo lugar com a classificação máxima, sendo conquistada por Sou Fujimoto Architects.

            Para o conceito do projeto, o escritório de arquitetura pensou em questões como “O que uma nova ‘torre’ significa no século XXI? Como uma torre pode evoluir e continuar a atrair atenção, como a Torre Eiffel? E como ela estaria voltada para a baía”.

             

            Com base nas respostas e no tecido urbano atual do distrito, o estúdio propôs uma estrutura tipo pendente que se assemelha a um grupo de ilhas, como uma cidade aérea no futuro, ou mesmo uma fonte de água suspensa no ar.

             

            A torre está equipada com uma plataforma de observação, que funciona também como espaço de exposição tridimensional, restaurante e café. A maioria dos 99 elementos semelhantes a pendentes, têm pontos de contato limitados com a torre principal, fazendo com que pareçam estar flutuando no ar.

             

            A torre será construída principalmente com aço, fibra de carbono, corda Kevlar e concreto, enquanto o equilíbrio do núcleo será mantido por um sistema de treliças de aço, localizadas no perímetro com cabos de tensão Kevlar.

            Recentemente, o escritório de arquitetura japonês, ao lado do escritório chinês Donghua Chen Studio, projetou um complexo de exposições em grande escala no coração do distrito de Futian, intitulado de Shenzhen Reform and Opening-up Exhibition Hall.

             

            O projeto adota as características da cidade como pólo empresarial contemporâneo, acolhendo empresas internacionais inovadoras em uma estrutura inspirada em jardins, envolto por fachadas brancas perfuradas.

             

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              Pesquisadores descobrem estrada romana submersa em Veneza

              Por: Redação -

              Pesquisadores descobriram os restos de uma estrada da era romana no fundo da famosa Lagoa de Veneza. A descoberta levantou questões e deu pistas de como a cidade era na antiguidade, antes da data de sua fundação — em 421 d.C.

              A Lagoa de Veneza é o corpo de água onde fica Veneza, afastada do Mar Adriático graças a um par de ilhas: Lido e Pellestrina. Ao longo dos séculos, o nível da água na lagoa aumentou e diminuiu, apagando características antigas da paisagem e criando outras totalmente novas.

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              Isso também significa que o registro arqueológico está incerto, com indícios de habitação – restos de uma torre aqui, um trecho de estrada ali – mas grande parte escondida sob as ondas. A recente análise foi publicada na Scientific Reports.

              “Temos que imaginar uma paisagem totalmente diferente naquela época, para entender por que encontramos uma estrada, uma torre e provavelmente muitas outras estruturas ao longo da enseada”, disse a coautora do estudo, Maddalena Bassani, arqueóloga da Università Iuav di Venezia. “É importante tentar representar essa situação diferente para estimular a ideia de proteção desse lugar”.

              Tempos Romanos
              Tempos Atuais

              A equipe de pesquisa examinou o fundo do Canal Treporti, um curso d’água alguns quilômetros a leste da cidade. Eles encontraram 12 feições retangulares alinhadas ao longo de 1,2 quilômetros, variando de cerca de 6 a 18 metros de largura.

              Algumas das estruturas tinham mais de 3 metros de altura, sendo que uma delas era maciça, com uma protuberância quase circular. A equipe suspeita que a formação, que teria ficado na água, com base em pesquisas anteriores sobre a mudança do nível da água na área, pode ter sido uma estrutura de porto, talvez um cais.

              “Temos pouca informação sobre os canais, porque a água é muito turva e as correntes são bem fortes. É difícil para os mergulhadores irem lá, então é difícil provar”, disse Fantina Madricardo, principal autora do estudo e física especialista em sistemas acústicos do Instituto de Ciências Marinhas de Veneza. “Coletamos um enorme conjunto de dados. Em algum momento, comecei a analisar os dados com mais cuidado e vi que havia características que eram com certeza antropogênicas”.

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              A polícia veneziana conduziu mergulhos já em 2020 para investigar as características que a equipe viu e descobriu que algumas das estruturas lineares eram feitas de pedras semelhantes aos basoli romanos — basicamente, pedras de pavimentação, indicando que as características lineares eram pavimentadas.

              Nenhum arqueólogo marítimo ainda esteve no local, embora isso ainda possa acontecer. Apesar de a estrada ainda não ter sido totalmente datada, ânforas (vasos) do primeiro século foram encontradas ao lado dela.

              Vestígios romanos foram encontrados na lagoa ao longo dos séculos, e muitos desses objetos foram reaproveitados para construção em andamento ou novas decorações, especialmente durante o período medieval e o Renascimento.

              Grande parte do trabalho arqueológico no período é baseado no trabalho de Ernesto Canal, que na década de 1960 liderou grande parte das primeiras pesquisas sobre quem habitava a área antes da fundação de Veneza (o Canal até suspeitava que uma estrada romana ficava no fundo do lagoa, segundo Madricardo).

              Mas muito do conhecimento da habitação romana na área era “literatura cinzenta”, disse Madricardo – informações incluídas em lugares fora do registro arqueológico publicado. Isso mudou a base de conhecimento com a qual a equipe estava trabalhando.

              Desde os tempos do Canal, técnicas arqueológicas como o sensoriamento remoto foram desenvolvidas, permitindo à equipe de Fantina gerar imagens em alta resolução do fundo da lagoa sem se preocupar com a escuridão da água antes de fazer qualquer mergulho.

              lagoa de veneza

              Embora os restos da estrada fiquem em vários pontos abaixo da água, a física autora do estudo disse que não era necessariamente onde a estrada estava quando em uso. A terra em que Veneza fica está sujeita à subsidência natural, o que pode ser acelerado por mudanças antropogênicas na paisagem. O naufrágio de Veneza é uma preocupação existencial hoje e também afeta a forma como a equipe arqueológica interpreta este local submerso.

              Com base em dados de paleoclimatologia – estudo das variações climáticas ao longo da história da Terra – eles sabem que a estrada ficava no que antes era uma praia que se estendia até a lagoa, mas o momento em que a estrutura caiu sob as ondas ainda é motivo de debate. Ser bombardeado por ondas teria acelerado sua submersão, escreveram os pesquisadores, mas provavelmente será necessário mais estudos para descobrir os eventos exatos que levaram ao desaparecimento de habitações romanas perto de Veneza.

              Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Maristella Pereira

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                Por: Redação -
                30/07/2021

                Uma equipe de mergulhadores descobriu os destroços de um navio que naufragou no final do século 19, enquanto exploravam as águas do Lago Huron, próximo à cidade de Grindstone, no estado norte-americano do Michigan.

                Os restos da embarcação, localizada durante o mês de junho, estavam a 2,5 metros abaixo da superfície, segundo a estação norte-americana WNEM. Na ocasião, Cindy Lynch, o marido Mike Lynch, e o companheiro de mergulho Kevin Jimkoski, estavam apenas tendo um dia descontraído para aprimorarem suas habilidades subaquáticas.

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                Eles tiveram uma grande surpresa. “Ficamos maravilhados porque o navio estava em águas rasas, mas ainda em boas condições”, conta Mike. “Até a quilha estava lá. Você podia identificar a proa, podia ver a popa – havia muitos artefatos nela”.

                Inicialmente, o grupo acreditou que a embarcação era o rebocador Tug Margaretta, que naufragou próximo ao porto Austin, em Grindstone, no ano 1907. Porém, após realizarem outra expedição na região do naufrágio, os mergulhadores concluíram que os destroços eram de um veleiro com mastro.

                navio-submerso
                Embarcação do final do século 19 estava a 2,5 metros abaixo da superfície (Foto: Michigan Divers, LLC)

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                A embarcação passou pela análise do historiador Robert McGreevy, que a classificou como um barco Mackinaw — um modelo à vela comum no Lago Huron há cerca de dois séculos. O achado foi descrito como “emocionante” pelo Departamento de Recursos Naturais de Michigan (DNR), devido à sua raridade.

                O arqueólogo marítimo da pasta, Wayne Lusardi, informa que há cerca de meia dúzia de naufrágios na região do porto Austin. Mas muitos dos navios menores que afundaram – como é o caso dos barcos Mackinaw – ainda não foram registrados.

                “Eles estão muito sub-representados no registro arqueológico de naufrágios porque eles não afundam, normalmente, e quando você os encontra, eles foram abandonados intencionalmente”, explica Lusardi.

                Ainda segundo o especialista, essa categoria de veículos marítimos era facilmente pilotável por uma única pessoa e era voltada para a pesca comercial. Além disso, o estudo dos destroços pode datar o navio em questão com maior precisão, embora saber sua procedência exata seja difícil.

                Em comunicado, o grupo de mergulho responsável pelo achado, Michigan Divers (LLC), relatou (também em junho) a descoberta do que se acredita ser o navio Jacob Bertschy, perdido durante uma tempestade em setembro de 1879. O barco, que transportava telhas e trigo, encalhou com 51 pessoas a bordo, mas todas foram salvas.

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                  Instituição lança treinamento náutico on-line em parceria com a Guarda Costeira dos EUA

                  Por: Redação -

                  O American Boat and Yacht Council (ABYC), com sede em Maryland, nos Estados Unidos, anunciou que se associou à Guarda Costeira dos Estados Unidos para lançar uma nova série de treinamentos on-line com o objetivo de minimizar riscos no projeto e na construção de barcos recreativos.

                  Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                  A Série de Mitigação de Risco USCG foi projetada para ser uma série regular de programas com discussões interativas e profundas sobre questões relacionadas à construção de barcos de lazer.

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                  treinamento online

                  O primeiro evento, intitulado “Regulamentações e Eletrificação”, será apresentado no dia 9 de novembro de 2021, com conteúdo focado na transição para sistemas elétricos em embarcações de recreio, incluindo propulsão e alternativas de banco de energia de bateria aos geradores.

                  “Esta colaboração com a Guarda Costeira dos EUA nos permite discutir tendências e questões de segurança em um fórum aberto e inclusivo”, disse o presidente da ABYC, John Adey. “Quando a Guarda Costeira nos abordou, não hesitamos.”

                  Para conferir, basta acessar o site da ABYC, clicando aqui.

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                    Estaleiro italiano apresenta iate de 100 pés que será lançado em Cannes

                    Por: Redação -

                    O estaleiro Vittoria Yachts anunciou um novo modelo de iate para o seu portfolio: o Veloce 32 Raised Pilot House, de 32 metros. A estreia da embarcação está prevista para o Cannes Yachting Festival, que acontecerá de 7 a 12 de setembro de 2021.

                    O Veloce 32 RPH foi projetado pelo designer Sergio Cutolo, da Hydro Tec, com design baseado em dois conceitos principais: a capacidade de navegação durante todo o ano e o alto desempenho em qualquer velocidade. Segundo o estaleiro, as linhas são “ferozes e contemporâneas” com o design “inspirado em embarcações de patrulha rápidas”.

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                    Assim, seguindo a caracterização, a estética exterior ganhou três grandes marcos: um arco vertical, linhas arrojadas e uma amurada elevada. No convés superior, o iate também apresenta uma plataforma com cobertura para banhos de sol, permitindo que o espaço seja protegido das intempéries e utilizado durante todo o ano.

                    Para ajudar a conectar o interior e exterior, uma ampla varanda aberta, acessada da área de jantar, oferecerá muito ar fresco e uma sensação ao ar livre.

                    “Estamos orgulhosos de apresentar, apenas 4 meses depois de embarcar neste desafio, nossa quarta divisão. O projeto Veloce nasce de um momento eureca no píer: combinar velocidade com materiais de alta qualidade”, comentou Michele Zorzeonon, CEO da Vittoria Yachts.

                    Ela ainda completou: “Em seguida, desenvolvemos a ideia com um parceiro industrial importante — Sergio Cutolo, da inestimável Hydro Tec —, que cuidou do processo de design, incluindo o interior do modelo. Começaremos a construir o Veloce a partir de outubro, mas apresentaremos o design ao público no maior show náutico em águas europeias, o Cannes Yachting Festival”.

                    Assim, o interior será “leve, fresco e moderno”, segundo seus construtores, e contará com móveis sob medida. Além disso, portas deslizantes contínuas serão utilizadas, bem como grandes janelas para proporcionar vistas de todo o iate.

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                    vittoria yachts

                    O casco e a superestrutura do Veloce 32 RPH serão construídos em alumínio, e  ambos os projetos contam com soluções inovadoras. Mattia Duò, engenheiro de vendas da Vittoria Yachts, também complementou a declaração Michele, e disse que  “o Veloce é o culminar de toda a experiência adquirida pelo Estaleiro Vittoria para enfrentar os desafios da construção nos setores militar e paramilitar. Investimos todas as nossas competências neste projeto e procuramos reinterpretar os conceitos de lazer e viagens, adaptando-os ao iatismo: segurança, conforto, eficiência e inovação, aspectos dos barcos que serviram e continuam a servir os maiores marinhas nacionais e internacionais e corpos militares”.

                    Em termos de desempenho, o estaleiro diz que o iate será equipado com dois motores MAN D2862 LE476, que lhe proporcionam uma velocidade máxima de 20 nós e um alcance de 1 800 milhas náuticas em um cruzeiro a 15 nós.

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                      Robert Scheidt garante vaga na medal race em sua sétima Olimpíada

                      Por: Redação -

                      Bicampeão olímpico brasileiro entra na regata da medalha na 6ª colocação. Disputa está marcada para a madrugada desta domingo, a partir das 2h30.

                      Aos 48 anos, Robert Scheidt luta pela sexta medalha olímpica na madrugada deste domingo (1), a partir das 2h30, na raia de Enoshima, no Japão. O brasileiro entra na medal race da classe Laser, na 6ª colocação na classificação geral em sua sétima olimpíada (recorde entre os atletas do Brasil). Em todas as anteriores, chegou ao final lutando pelo pódio.

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                      Apenas os dez melhores velejadores do campeonato disputam a medal race, disputa que tem pontuação dobrada. Scheidt entra na regata da medalha com 86 pontos perdidos. Está a 12 pontos do 3° colocado, o croata Tonci Stipanovic (74pp); a 15 pontos do 2°, o norueguês Hermann Tomasgaard (71pp); e a 39 do líder Matt Wearn, da Austrália, que acumula 49 pontos perdidos.

                      O bicampeão olímpico do Brasil encerrou sua participação na fase de classificação na madrugada desta sexta-feira (30), no seu dia mais discreto na raia de Enoshima. Com vento fraco — a nona e penúltima regata começou com 7 nós, caiu para 4 e terminou em 6 — Scheidt largou em 23°, chegou a recuperar um pouco na boia de popa (19°) e terminou em 24°, resultado que acabou se tornando o seu descarte na classificação geral.

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                      A situação do tempo não mudou para décima e última regata da fase de classificação. Com vento entre 6 e 7 nós, Robert iniciou a prova na 17ª colocação, montou a primeira boia em 14° lugar e cruzou a linha de chegada em 16°. O alemão Philipp Buhl, atual campeão mundial, venceu a disputa. Na prova anterior, que abriu a programação desta sexta-feira, o velejador mais veloz foi Karl-Martin Rammo, da Estônia.

                      Além das últimas regatas da fase de classificação, Scheidt tem conseguido ser regular na Olimpíada de Tóquio. Ele entrou na zona de medalhas na classe Laser no terceiro dia da competição. Para se manter em top 10 e garantir vaga na medal race, Robert obteve os seguintes resultados: 11°, 10°, 4°, 3°, 17°, 5°, 8°, 12°, 24° e 16°. Com os resultados desta sexta, ele passou da 4ª para a 6ª colocação geral.

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                        Conheça o megaiate em que Jennifer Lopez comemorou seu aniversário de 52 anos

                        Por: Redação -

                        Jennifer Lopez aproveitou o último sábado, 24 de julho, para comemorar seu aniversário de 52 anos em um passeio de iate ao lado do namorado, o ator Ben Affleck, pela Riviera Francesa. O casal navegou a bordo do megaiate de luxo Valerie, propriedade do bilionário ucraniano e guru de serviços financeiros RInat Akhmetov, um dos homens mais ricos do mundo.

                        Foto: Reprodução DailyMail

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                        Listado no site da Dynamiq Sales & Charter, a embarcação é avaliada em 110 milhões de euros e foi construída em 2011, conquistando o posto de uma das quatro maiores do mundo na época. Em 2019, passou por uma extensa reforma e está à venda por US $ 130 milhões.

                        J-lo e Ben puderam desfrutar de nove cabines de hóspedes com acomodações para 17 convidados, juntamente com cabines de funcionários para 27 tripulantes.

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                        Listado no site da Dynamiq Sales & Charter, o iate inclui ainda um spa totalmente equipado, acesso por elevador a todos os níveis do convés, deck para helicóptero, deck privativo e uma piscina de 6 metros.

                        O enorme navio pode acomodar 14 pessoas em sete cabines atendidas por uma tripulação de até 27 pessoas. Lançada em 2011, a embarcação possui piscina de seis metros a bordo e jacuzzi. Com uma academia a bordo e uma área de jantar espetacular ao ar livre, o barco foi projetado com o icônico hotel Claridge’s de Londres em mente.

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                          Por: Redação -

                          Pesquisadores realizaram uma expedição subaquática nas águas oceânicas, próximas ao atual município de Alexandria, onde existiu a cidade de Heraclion, no Egito. A cidade estava submersa há 1,2 mil anos e escondia certas peculiaridades embaixo d’água.

                          Com ajuda de aparelhos de escavação subaquáticos, os arqueólogos descobriram nessas águas — da Baía Qir, próximo à Alexandria — a carcaça de um navio de guerra, naufragado no século 2 a.C., e os restos de um cemitério grego do início do século 4 a.C.

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                          A descoberta aconteceu durante uma expedição realizada pelo Instituto Europeu de Arqueologia Subaquática (IEASM) e revela somente uma área da cidade perdida de Heraclion. Os resquícios do navio (de mais de 25 metros de comprimento) estavam cobertos por cerca de 5 metros de lama sólida no fundo do mar.

                          expedicao egipcia

                          Frank Godeu, chefe da missão arqueológica da IEASM, confirmou em comunicado que o achado é muito raro, dado que a embarcação é de origem grega. Isso, porque quaisquer embarcações gregas eram praticamente desconhecidas, até a descoberta recente do navio Boniqi Marsala, cujo naufrágio ocorreu em 235 a.C.

                          A embarcação recém-encontrada tinha estilo clássico e design idealizado para navegar no rio Nilo, de acordo com os estudos. Movido a vela, o grande barco apresentava enormes estruturas de remos e mastro, com características típicas de outros navios construídos no Antigo Egito.

                          Depois de sua construção, a previsão era de que a embarcação atracasse em um canal que fluía ao longo de um templo egípcio, mas o barco não chegou ao seu destino e afundou, conforme conta Mustafa Waziri, secretário-geral do Conselho Superior de Arqueologia do Egito. Logo em seguida, blocos de pedra do antigo local de culto caíram, fazendo com que o navio ficasse submerso junto aos destroços do recinto religioso.

                          expedicao egipcia
                          Artefato encontrado durante a expedição realizada pelo Instituto Europeu de Arqueologia Subaquática (IEASM) no Egito (Foto: Reprodução/Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito/Facebook)

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                          A outra descoberta, o cemitério grego, estava na entrada de um canal na região nordeste de Alexandria. Segundo os especialistas envolvidos, o cemitério indica a existência de um grupo de comerciantes gregos que viveram na região egípcia.

                          A população da época acreditava na vida após a morte e também estabelecia muitos templos funerários próximos a um santuário principal, dedicado ao deus Ámon, entidade associada ao vento. Não por acaso, foram achados alguns artefatos, que apontam para o surgimento desses templos.

                          expedicao egipcia
                          Item descoberto pelos arqueólogos durante mergulhos na região da cidade de Alexandria, no Egito (Foto: Reprodução/Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito/Facebook)

                          Contudo, a região onde estão os achados é muito afetada por desastres naturais, como terremotos e ondas de maré. Como resultado, Heraclion afundou há milhares de anos sob o mar, assim como a cidade de Canopo. O passado de ambas foi investigado pela última vez em expedições do IEASM nos anos de 1999 e 2001.

                          Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Maristella Pereira

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                            Disputas da Nacra 17 nas Olimpíadas são marcadas pelo equilíbrio com a dupla brasileira

                            Por: Redação -

                            Nesta quinta-feira (29), a dupla olímpica da classe Nacra 17, Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino disputou mais três regatas previstas pelo programa da classe Nacra 17 nos Jogos de Tóquio e permanecem na 11º colocação. As disputas estão sendo marcadas pelo equilíbrio entre as equipes.

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                            O vento se manteve com rajadas entre 12 e 15 nós na raia de Sagami. A quarta regata da Nacra teve sua largada às 00h05 e Gabi e Samuca começaram o dia com um 9º, depois fizeram um 10º lugar e encerraram o dia com mais um 9º, totalizando 48 pontos.

                            O time italiano Ruggero Tita e Caterina Banti permanece na liderança com 8 pontos, com os britânicos John Gimson e Anna Burnet em segundo (11 pontos) e os alemães  Paul Kohlhoff e Alica Stuhlemmer agora  em terceiro (19 pontos).

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                            Nesta sexta-feira (30), é dia de descanso para a dupla com a pausa das regatas da classe Nacra 17, que retorna a competir no sábado a partir das 0h05min (horário do Brasil) na raia de Zushi. Restam agora seis regatas classificatórias. Os dez melhores classificados disputam a medal race (final) na terça-feira.

                            A Nacra 17 em Tóquio 2020

                            As tripulações da classe Nacra 17 são mistas (um homem e uma mulher). Timoneiro e proeira têm por objetivo trabalhar em sincronia com total e equilíbrio sobre as ondas em um barco de alta performance, muito rápido, que pode alcançar 50km/h. São 20 os países na disputa olímpica: além do Brasil, Argentina, Austrália, Áustria, China, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grã Bretanha, Alemanha, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Porto Rico, Suécia, Tunísia, Uruguai e Estados Unidos.

                            Calendário de Regatas da Classe Nacra 17 (horário do Brasil)

                            SEX, 30/07 – DIA RESERVA

                            SAB, 31/07 – RAIA DE ZUSHI
                            Regatas 7, 8 E 9 a partir das 0H05

                            DOM, 01/08 – RAIA DE ENOSHIMA
                            Regatas 10, 11 E 12 – a partir das 0h05

                            SEG, 02/08 – DIA RESERVA

                            TER, 03/08 – MEDAL RACE (Final)
                            3H33

                            O calendário completo da vela nos Jogos está aqui e os resultados parciais da classe Nacra 17 aqui.

                             

                             

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                              Travessias de lancha: como planejar e navegar com segurança no Loucos Por Barcos desta quarta

                              Por: Redação -
                              29/07/2021

                              O oitavo programa da temporada de Loucos Por Barcos foi ao ar ao vivo nesta quarta-feira (28). Um bate papo descontraído semanal sobre os temas náuticos mais pedidos pelos leitores e seguidores.

                              NÁUTICA e um time seleto de convidados debateram sobre tudo o que você precisa fazer antes de realizar uma travessia de lancha.

                              O bate-papo contou com grande troca de informações sobre barcos, sempre com a interação em tempo real dos telespectadores por meio das redes sociais e o chat do YouTube.

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                              O Loucos Por Barcos vai ao ar às quartas, a partir das 20 horas, na TV NÁUTICA, no YouTube. Se inscreva para não perder!

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                                Por: Redação -

                                A previsão de tempo se confirmou, a frente fria veio pesada com temperatura na metade do dia anterior – na casa dos 15º C -, maré subindo, forte correnteza  e ventos com rajadas de até 25 nós. Muitas quebras diante das condições e, na batalha, o barco local Xamã saiu vencedor na principal classe da disputa da 48ª Semana de Vela de Ilhabela, maior evento de Vela de Oceano da América do Sul com sede no Yacht Club de Ilhabela e 81 barcos na disputa.

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                                Vencedor no primeiro dia da maior regata da disputa, a Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil, o Xamã conquistou a segunda vitória em três regatas e se isolou na liderança com oito pontos perdidos. Sérgio Klepacz, comandante do barco de Ilhabela comentou sobre a vitória na regata de percurso médio: “Regata particularmente muito difícil, entrou a frente fria que estávamos esperando. Largamos bem, graças a isso nos posicionamos bem, chegando na marca, no final do Canal de são Sebastião, o vento entrou bastante forte, então subimos o balão, eram rajadas de 25 nós de vento, mais ou menos, o barco andou bastante rápido, foi instável, a tripulação sofreu e eu estava rezando para nada quebrar, mas graças a Deus deu tudo certo”, analisou.

                                Em segundo lugar no tempo corrigido ficou o Phoenix, que marcou o melhor desempenho na competição que é a estreia do barco mais moderno do Brasil. Após dois sétimo lugares nos primeiros dias, o veleiro pulou para quarta colocação na classificação geral. A segunda posição no geral está com o Rudá, de Santos (SP), que finalizou esta quarta-feira na terceira colocação. O terceiro lugar está com o barco capixaba, o +Bravíssimo. Dois barcos não completaram a disputa, o King e o Asbar IV.

                                A classe ORC estreia na competição os ToTs customizados. Ou seja, agora cada tipo de regata com determinado ângulo de vento usará o TOT adequado para o resultado final da regata, dando, assim, o resultado preciso de acordo com a medição de cada veleiro. Os ToTs customizados são uma inicativa da ABVO, a Associação Brasileira de Veleiros de Oceano.

                                Na classe RGS, o barco Zeus levou a melhor, deixando o Bravo e o Beleza Pura 2 logo atrás. Os três têm a mesma posição na classificação geral. Na Bico de Proa, o BL3 Mangalo voltou a vencer após triunfar no domingo e retomou a liderança no geral empatado com o Super Bakanna, ambos com sete pontos perdidos. Sete barcos não largaram ou não completaram.

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                                Os barcos da Classe C30 correram duas regatas rumo ao sul do Canal de São Sebastião. Foram duas vitórias do Kaikias Via Itália, mas Katana Portobello (SC) lidera a C30 por apenas um ponto de vantagem sobre Kaikias após quatro regatas. O timoneiro do Kaikias, Beto de Jesus, enalteceu a chegada da frente fria. “Tivemos um dia perfeito. A tripulação trabalhou bem e estão todos de parabéns. O barco rendeu muito com o vento mais forte”.

                                Para Beto, os ajustes na regulagem fizeram a diferença em favor do Kaikias. “Regulamos o barco com precisão e ainda definimos uma estratégia de regata que funcionou. Ganhamos porque erramos menos. Subimos na classificação e também estamos na briga pelo Campeonato Brasileiro. Sabemos que virão muitos desafios pela frente. Precisamos manter o foco até a última regata”.

                                Com as duas vitórias do Kaikias Via Itália, Katana Portobello e Zeus Team se alternaram nas segunda e terceira posições, à frente do estreante Kairós e Caballo Loco, que teve problemas com o balão, vela utilizada no vento de popa. As regatas seguem até sábado (31), com o Campeonato Brasileiro, iniciado em janeiro, em Florianópolis, disputado paralelamente até sexta-feira.

                                O comandante do ganhador da terça-feira, Caballo Loco, Mauro Dottori, também analisou a regata disputada ao norte de Ilhabela. “O Portobello largou muito bem e pulou na frente, mas ficamos sempre próximos dele até conseguirmos a ultrapassagem. Demos o bordo atrás deles e montamos a boia na frente. Içamos a vela balão e sustentamos a dianteira até a linha de chegada, graças à nossa tripulação, que é muito bem entrosada”.

                                Entre os Clássicos, apenas o Kameha Meha completou e segue invicto na Semana de Vela. O Atrevida, barco de 1923, teve problema no eixo e precisou abandonar. O problema já foi reparado e o veleiro, segundo colocado, voltará para a raia nesta quinta-feira. Entre os Multicascos, o Maré XX venceu a terceira de três regatas. Foi o único a completar diante dos problemas do Reforça D4 e do Stress.

                                A Semana de Vela de Ilhabela, evento com chancela da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, vai até o próximo sábado, dia 31, com regatas sempre começando às 12h. A premiação acontece na noite do dia 31.

                                Confira os resultados finais e o geral no site do evento 

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                                  Por: Redação -

                                  Robert Scheidt chega ao último dia da fase de classificação da classe Laser na Olimpíada de Tóquio com “mais de meio barco” à frente dos adversários na briga pelo pódio. O bicampeão olímpico precisa manter a regularidade nas duas últimas regatas programadas para a madrugada desta sexta-feira (30), a partir das 2h35 (horário de Brasília) para garantir vaga da medal race, no domingo (1). Apenas os dez melhores avançam na luta por medalhas e o brasileiro de 48 anos ocupa a 4ª posição.

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                                  Na madrugada desta quinta-feira (29), Scheidt disputou as regatas sete e oito, na raia de Enoshima, onde obteve um 8° e um 12° lugar. Com os resultados, chega a 53 pontos perdidos, passando de 3° para o 4° na classificação geral, já contando o descarte do pior resultado (17° na quinta regata). O bicampeão olímpico está a apenas quatro pontos atrás do norueguês Hermann Tomasgaard (49pp), a nove do cipriota Pavlos Kontides (44pp) e a 24 do líder Matt Wearn, da Austrália, que acumula 29pp.

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                                  Robert fez uma regata de recuperação na abertura da programação desta quinta. Após largar em 21°, ganhou 13 posições para cruzar a linha de chegada em 8° lugar. Na sequência, com ventos na casa dos 15 nós, teve um desempenho mais regular. Iniciou em 11° e terminou em 12°. A vitória nas duas regatas ficou com o australiano Matt Wearn, que assumiu a liderança da classe Laser.

                                  Scheidt entrou na zona de medalhas na classe Laser da Olimpíada do Japão após velejar em top 10 em cinco de oito regatas (11°, 10°, 4°, 3°, 17°, 5°, 8° e 12°). “Faltam duas regatas até a medal race e sigo lutando para a regularidade, com foco para chegar ao domingo com chances de disputar um lugar no pódio. O campeonato está equilibrado e a pontuação entre os principais velejadores está bem próxima”, disse o maior medalhista olímpico do Brasil, que luta pela sexta medalha em sete participação nos Jogos.

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                                    A mineira Ana Sátila fez história ao ir à final feminina do C1 na canoagem slalom, sendo a primeira mulher do país a ir a uma decisão na canoagem slalom. Na disputa pelas medalhas da categoria onde tem apenas uma atleta na canoa, a brasileira de 25 anos ficou na décima e última posição, depois de ficar com a marca de 164s71 na sua descida. A prova aconteceu na madrugada desta quinta-feira no Centro de Canoagem Slalom Kasai.

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                                    Número 3 do ranking mundial, Ana Sátila perdeu 2s numa primeira penalidade na porta 7, e depois perdeu a porta 22, o que aumentou em mais 50s o seu tempo final, que ficou em 164s71. Se não tivesse o desconto da porta que não passou, Ana Sátila seria a quarta colocada na final.

                                    A medalha de ouro ficou com australiana Jessica Fox (105s04), que se tornou a primeira atleta, seja homem ou mulher, a ganhar medalha na canoa e no caiaque. Isso nunca tinha acontecido nem mesmo levando em conta diferentes edições. A britânica Mallory Franklin (108s68) ficou com a prata, e o bronze foi da alemã Andrea Herzog (109s13).

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                                    A expectativa por medalhas não era à toa. Na semifinal, entre 18 atletas que disputavam uma das dez vagas na decisão, Ana Sátila teve o terceiro melhor tempo ao marcar 114s27 na sua descida, que aconteceu sem penalidades. As Olimpíadas de Tóquio marcaram a terceira participação da mineira na competição.

                                    A prova disputada na canoa para uma pessoa consiste em descer um percurso com corredeiras, passando por 25 portas. Caso o atleta perca uma das portas, uma punição de 50s é acrescentada ao tempo final. Já se houver apenas um toque nos postes o acréscimo é de 2s. O atleta fica ajoelhado dentro da canoa, e tem um remo de uma pá apenas.

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                                      Estúdio australiano revela conceito elegante, sustentável e esportivo de iate com 88 pés

                                      Por: Redação -

                                      A Azurite Yacht Design revelou seu mais recente conceito de design, o Infinit-e 88, de 26,8 metros. O estúdio australiano projeta embarcações de última geração desde 2020 e se concentram no uso de materiais ecológicos para reduzir o lixo.

                                      O Infinit-e 88 apresenta linhas exteriores arrojadas e elegantes, e será construído com casco e superestrutura de alumínio. A cor predominante no exterior é o pérola metálico, enquanto sua superestrutura, em preto fosco, apresenta um telhado de vidro e janelas de altura total, que inundam o salão principal com luz natural. As portas deslizantes (também de altura total) para estibordo oferecem um layout de plano aberto e uma entrada adicional para o iate.

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                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                      Na plataforma frontal, há uma área para refeições ao ar livre para até seis pessoas, bem como um local para banhos de sol em sua proa. Além disso, ainda é possível aproveitar o passeio náutico em um bar na própria embarcação, ou em uma área de estar adicional para seis pessoas no convés traseiro — e que pode ser convertida em uma área de jantar para 10 pessoas com mesas deslizantes do convés.

                                      Uma das características mais destacadas do Infinit-e 88 é a plataforma de natação no convés de popa em expansão, que pode dar dois metros adicionais de espaço à popa para que os hóspedes acessem a água. Aqui, ainda é possível encontrar duas garagens, que podem armazenar pranchas de surf, dois submarinos pequenos, roupas e equipamentos de mergulho.

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                                      O design interior de plano aberto do Infinit-e 88 foi finalizado com móveis de alta qualidade para máximo conforto. Ele utilizará materiais de origem sustentável e pode ser personalizado de acordo com o gosto do proprietário.

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                                      A suíte máster de largura total cobrirá uma área de 30 m² e inclui banheiro privativo, closet, área de estar e escritório. Como um adicional ao luxo, o proprietário ainda poderá contemplar uma coleção de arte exclusiva, exposta por toda parte no iate.

                                      Com um forte foc

                                       Portanto, essa porção tem uma combinação equilibrada de cores e texturas para criar uma aparência ousada e brilhante, mas usa apenas materiais naturais e sustentáveis ​​como algodão, linho, madeira, metal, vidro, mármore e lã.

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                                      O Infinit-e 88 também terá a opção de motorização exclusivamente com energia elétrica, podendo navegar a 12 nós nesta configuração, de acordo com o estaleiro. Os motores são IPS Drive Hybrid Volvo Penta, e prometem operar a uma velocidade máxima de 32 nós.

                                      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                        Por: Redação -

                                        A Prestige Yachts está adicionando um novo modelo à sua linha de embarcações X-Line, lançada no início de 2021. A nova lancha X60 será apresentada ao público pela primeira vez no Miami International Boat Show, que acontecerá em fevereiro de 2022.

                                        “Com um conceito de design baseado em espaços volumosos, fluxo de movimento fácil e luz natural, o X60 apresenta uma arquitetura única, layouts inteligentes e acabamentos luxuosos”, explica Erik Stromberg, diretor de marketing de produto da Prestige.

                                        prestige yachts x60

                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                        Ele ainda completa: “Criamos este projeto inspirado em novas formas de viver: com mais espaço, uma ligação mais próxima com a natureza e uma vida também centrada na convivência com a família e amigos”.

                                        Os conceitos básicos para orientar o processo de design do novo X60 incluem espaços volumosos, luz natural e fluxo fácil de movimento a bordo, de acordo com o estaleiro. Por isso, a declaração arquitetônica da embarcação, o espaço redistribuído, as várias áreas para relaxamento e o nível de conforto a bordo tornam o X60 o herdeiro do X70, carro-chefe da linha de produtos.

                                        prestige yachts x60prestige yachts x60

                                        Para complementar, a própria Prestige afirma que a arquitetura da lancha de 60 pés (18,30 metros), desenhada pela Garroni Design, é única.

                                        “Assim como o X70, ela reinventa o espaço a bordo, rompendo Com os códigos estabelecidos com plataformas laterais assimétricas no convés principal”, afirma a empresa em nota. “Nesse modelo, a passagem entre o convés de proa e o posto de comando é feita pelo convés de bombordo. Uma porta lateral para o posto de comando interno também oferece fácil acesso ao exterior. Esta arquitetura permite um real ganho de espaço, tanto no interior como no exterior”.

                                        Com as mudanças, o cockpit do X60 passou a oferecer 40% mais espaço do que um clássico de 60 pés, de acordo com o fabricante. Ele se abre para um salão espaçoso e o casco conserva a herança de sua irmã mais velha, com linhas sinuosas e curvas energéticas. O baixo centro de gravidade confere ao casco do barco uma estabilidade maior, e, consequentemente, mais conforto a bordo.

                                        prestige yachts x60prestige yachts x60

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                                        O designer Camillo Garroni explica: “Nosso desafio foi inventar um novo estilo de lancha, onde, a bordo, pudéssemos nos sentir como se estivéssemos em um loft, como se estivéssemos em uma ilha no mar. O X60 também apresenta um design aberto ao mar e ao ar puro. O cockpit infinito oferece uma vista incrível do oceano, com fácil acesso ao salão através de uma grande porta de vidro deslizante, eletricamente controlada”.

                                        prestige yachts x60prestige yachts x60

                                        Erwin Bamps, gerente geral da Prestige Yachts, acrescentou: “Após os recentes lançamentos do X70 e do Prestige 690, a chegada desta nova lancha, de mais de 18 metros, afirma a posição da Prestige no segmento de mercado de grandes barcos a motor. A bordo do X60, viver na água é natural”.

                                        Quando o assunto é potência, o novo X60 é movido por 2 motores a diesel Cummins QSC 8.3, de 600hp, com V drive ou Zeus pod drive como opções. Ele ainda acomoda o máximo de 7 hóspedes a bordo, divididos em 3 camarotes.

                                        Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                          NÁUTICA preparou uma lista do que não pode faltar a bordo antes da partida. Confira

                                          28/07/2021

                                          Conheça a sua embarcação. Antes da partida, sempre se certifique de que ela esteja em bom funcionamento, em condições e devidamente equipada para emergências. Evite inconveniências e potenciais riscos usando alguns minutos para verificar se está levando a bordo o seguinte:

                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                          • Equipamentos mínimos exigidos pelas normas da marinha (Norman 3)

                                          • Documentação de Registro da Embarcação (TIE)

                                          • Numeração e nomenclatura de casco visíveis nos locais obrigatórios

                                          • Coletes salva-vidas – um para cada pessoa a bordo (mesmo que a capacidade seja maior)

                                          • Boia circular com retinida flutuante e, se for o caso, facho Holmes COM PILHA em bom estado

                                          • Pirotécnicos regulamentares (na validade)

                                          • Extintores de incêndio (totalmente carregados e na validade)

                                          • Supressor de chamas (sempre bom ter um item c0mo este a bordo. Seja uma Colcha antichama ou dispositivo de pó-químico manual)

                                          • Dispositivo sonoro (apito, buzina)

                                          • Luzes de navegação em ordem

                                          • Luz de fundeio em ordem

                                          • Quadros RIPEAM

                                          • Rádio VHF Marítimo (fixo) 25w

                                          • Rádio VHF portátil (HT) 5 ou 6w

                                          • Âncora principal em ordem e fixada ao casco. Âncora reserva menor.

                                          • Carta náutica acessível (se for eletrônica, atualizada)

                                          • Bússola magnética

                                          • Defensas e crock

                                          • Cabos longos para amarração (proa/popa) e spring (bordos)

                                          • Bombas de esgotamento de porão com automático (em ordem)

                                          • Conjunto de ferramentas para itens básicos de motor, filtros, bombas juntas hidráulicas, conexões elétricas e tomadas de água do casco

                                          • Peças sobressalentes (fusíveis, velas, rotores de bom de água salgada, correias etc.)

                                          • Pano de chão

                                          • Itens de limpeza biodegradáveis e ecológicos

                                          • Uma bateria sobressalente (totalmente carregada)

                                          • Óleo de transmissão (rabetas/reversores) extra

                                          • Óleo de motor extra

                                          • Óleo para sistema de direção extra

                                          • Propulsão alternativa (dependendo da embarcação – “get home” em ordem e com fonte de combustível separada

                                          • Lanterna e Pilhas

                                          • Kit de primeiros socorros

                                          • Protetor solar (FPS 30+)

                                          • Espelho

                                          • Refletor de radar

                                          • Bandeira do Brasil

                                          • Comida e água

                                          • Roupa extra

                                          • Toalha

                                          • Máscara de mergulho

                                          • Faca grande com face serrilhada

                                          • Telefone celular

                                          • Fonte extra de carregamento de celulares

                                          • Cabos de carregamento

                                          • Binóculos

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                                          • Rádio marítimo (chamada de voz), fixo e HT

                                          • Luzes de navegação e de ancoragem

                                          • Direção de teste (movimento livre do leme/rabetas)

                                          • Bomba de esgotamento de porão e automáticos

                                          • Verifique se há excesso de água nos porões

                                          • Verifique se há vazamentos no sistema de combustível ou mesmo gases (cheiro)

                                          • Verifique os fluidos do motor e rabetas/reversor

                                          • Verifique o sistema elétrico, carga de baterias, eletrônicos e itens ligados pelo painel do comando

                                          • Verifique os medidores (se houver: baterias, fluídos etc.)

                                          • Verifique a quantidade de combustível (pelo medidor e visual/mecanicamente)

                                          • Certifique-se de que a âncora está pronta para uso, presa e se houver, guincho funcionando)

                                          • Verifique funcionamento dos flapes (se houver)

                                          • Certifique-se de que os passageiros conheçam os procedimentos de emergência e

                                          • localização dos itens de salvatagem

                                          • Faça todos colocaram o colete salva-vidas para verificar o encaixe adequado

                                          • Verifique a previsão do tempo com ais de uma fonte

                                          • Registre um plano de navegação e siga-o, dando seu aviso de saída e chegada.

                                          Náutica Responde

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                                            Barco do Guarujá vence regata desta terça-feira na Semana de Vela de Ilhabela

                                            Por: Redação -

                                            Em um dia de tempo bom, mas pouco vento, os veleiros tiveram que aguardar cerca de duas horas para darem a largada para a segunda regata da 48ª Semana de Vela de Ilhabela, maior evento de Vela de Oceano da América do sul, com sede no Yacht Club de Ilhabela. São 81 barcos na disputa.

                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                            Com cerca de sete nós e ventos que melhoraram chegando aos 10/12 nós, o barco do Pier 27, do Guarujá, Bravo, desbancou os favoritos e venceu no tempo corrigido chegando 34s a frente do capixaba, do Iate Clube do Espírito Santo, +Bravíssimo. Phytoervas-4Z terminou em terceiro, dois segundos atrás. O Fita Azul, ou seja, que cruzou a linha de chegada em primeiro, foi o Phoenix, mas no tempo corrigido ficou na sétima colocação.

                                            Jorge Berdasco, comandante do veleiro Bravo, se surpreendeu com o resultado: “Foi maravilhoso. Andamos bem, vento pro nosso barco, muito feliz, não era esperado. Acho que pegamos 12 nós no máximo, mar liso, pra gente é muito favorável, conseguimos ganhar no geral, o que é muito bom pra gente”, disse Berdasco.

                                            Luciano Secchin ainda não sabia o resultado final, mas o feeling dele estava correto quanto ao bom desempenho do +Bravíssimo: “Vento não firmava, saímos com vento noroeste que não firma, depois sul, esse negócio da frente fria querer entrar, conseguimos firmar com um Leste e fizemos uma regata boa. Não foi genial, mas parece que foi bom, pelo feeling o resultado foi bom sim”, disse o comandante que traz sua equipe pela quarta vez seguida.

                                            Com o resultado, após duas regatas realizadas, o +Bravíssimo empatou na liderança com o barco de Ilhabela, o Xamã, que nesta terça-feira ficou com o quinto lugar. Os dois estão com seis pontos perdidos, apenas dois a frente do barco santista Rudá, do Clube Internacional de Regatas.

                                            Eduardo Souza Ramos, do Phoenix, barco mais moderno do país, um Botin 44, destacou a evolução na competição que marca a estreia do veleiro: “Foi muito bem, regata foi boa, tivemos uma boa largada, vento foi apertando um pouco o que dá vantagem pros barcos que vem mais atrás. Foi ótima regata e bom divertimento. Lentamente estamos nos adaptando, leva tempo e vamos lá”.

                                            Depois dos primeiros dias de sol, a 48ª Semana de Vela de Ilhabela promete desafios maiores nesta quarta-feira com a entrada de uma frente fria que chega já na noite desta terça-feira para Ilhabela.

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                                            “Prova de resistência, vamos velejar em segurança para terminar a regata, é sobrevivência, não tem muito o que fazer, nosso barco é o menor da classe então visamos segurança da tripulação e do equipamento”, disse Berdasco. Eduardo Souza Ramos, seguiu: “Amanhã será água na cabeça, mas vamos lá”.

                                            Secchin aponta os preparativos: “Precisamos comer o que está no prato, se tiver segurança suficiente para fazer a regata. Pessoal da Comissão de Regata é super experiente, se tiver regata não temos que ficar escolhendo. Para esse tipo de condição nós mudamos a regulagem do barco, tensiona mais o estaimento dos cabos de aço que sustentam o mastro, mudamos as velas para vento forte, roupa de frio”.

                                            Barco quase centenário com 95 pés e 90 toneladas segue na disputa pelo título nos Clássicos

                                            Nos Clássicos, o Kameha Meha segue na liderança com duas vitórias nas duas regatas e o Atrevida, barco de 1923 e de Ilhabela, vem em segundo lugar. Átila Bohm destaca as dificuldades em navegar no veleiro de 95 pés e 90 toneladas: “Barco muito diferente dos outros. Quando a gente quer que ele não ande, ele anda muito e do contrário ele não anda (risos). Ele desloca a 90 toneladas, é um barco diferente da maioria da flotilha que tem 15 toneladas no máximo. Sempre é difícil, principalmente nas largadas, mas hoje foi bem interessante, o Cuca Sodré posicionou bem a regata, teve a sorte de pegar uma regata boa do lado esquerdo, fomos rápido”.

                                            Na classe BRA-RGS, a liderança está com o Aloha, que venceu no domingo e, agora, ficou em sexto. O Bravo, vencedor nesta terça, está em segundo apena um ponto perdido atrás e está empatado com o Zeus. A disputa promete nos próximos dias com o Iguinho da Mamãe em quarto com apenas dez pontos perdidos e o +Bakkanna em quinto com 12. 14 barcos estão na disputa na classe.

                                            No Mini Transat, o Jacaré pulou para a liderança com a vitória ultrapassando o Bloody Bones. O Daddy-O é o terceiro colocado. No Bico de Proa, o Super Bakann, do Ubatuba Iate Clube, venceu a regata e pulou para a ponta deixando o BL3 Mangalo em segundo e o Susso em terceiro. São 17 barcos na disputa. Nos Multicascos o Maré XX venceu a segunda regata seguida e lidera com o Reforça D4 em segundo e o Stress em terceiro.

                                            Confira os resultados finais e o geral no site do evento.

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                                              Por: Redação -

                                              A próxima edição do projeto Limpeza dos Mares chega a Bombinhas (SC) neste sábado (31), consolidando uma iniciativa de sucesso que inspirou até mesmo balneários da Itália – fruto das parcerias internacionais da Associação Náutica Brasileira (ACATMAR). Será a 25ª etapa, que infelizmente superará a marca de 106,2 toneladas retiradas do fundo do mar, praias e costões em toda a história do projeto.

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                                              Desta vez, a ação será na praia do Canto Grande, nas proximidades do trapiche da cidade. “Sempre que retornamos ao local, como em outras edições, constatamos uma diminuição na quantidade de resíduos recolhidos. Consideramos um dos resultados de nossa iniciativa, que é despertar nas comunidades a importância da preservação dos nossos mares”, afirma Michele Castilho, diretora da ACATMAR.

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                                              O projeto inclui dezenas de voluntários, entre mergulhadores, empresas e membros da comunidade, entre outros. “É uma satisfação darmos apoio à ideia, que corrobora exatamente com os valores de nossa empresa”, conta Gustavo Custódio, gerente nacional de marketing do Fort Atacadista, patrocinador do Limpeza dos Mares.

                                              Esta etapa irá cumprir as restrições impostas pelas autoridades com relação à pandemia, cumprindo os protocolos exigidos, e a quantidade permitida nas embarcações.

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                                                Sessa Marine confirma presença na próxima edição do São Paulo Boat Show

                                                A Intech Boating, que fabrica as lanchas italianas Sessa Marine no Brasil, confirmou presença na próxima edição do São Paulo Boat Show, que foi lançada no último dia 8, durante coquetel na capital paulista. O maior salão náutico da América Latina acontecerá de 4 a 9 de novembro, no São Paulo Expo, reunindo os principais lançamentos e destaques do setor.

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                                                Marcelo Galvão Bueno, da Regatta Yachts e Sessa Marine, mostrou-se muito contente com a volta do São Paulo Boat Show ao seu formato tradicional. “Dentro do pavilhão eu acho que dá para ter uma concepção mais ampla, dá para levar barcos maiores, e no ano passado foi um pouco restrito. O lado bom é que o mercado está aquecido, e a expectativa é muito boa. Eu acho que será um sucesso!”, afirmou.

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                                                >> Intech Boating e Regatta alinham planos para ampliação da rede de atendimento Sessa Marine

                                                >> Teste Sessa C44: navegamos na nova lancha do estaleiro Intech Boating

                                                Marcelo adiantou que, como é de costume, a marca apresentará novidades no salão náutico paulista, mas não confirmou quais serão elas. “A gente já vem, todo ano, colocando alguma coisa nova em nossos barcos, e a ideia para esse ano é, realmente, trazer um modelo novo”, finalizou.

                                                Náutica Responde

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                                                  Mônaco lança nova atração turística de observação de baleias e golfinhos

                                                  Por: Redação -

                                                  Uma nova experiência turística está disponível no Principado de Mônaco, país situado no coração da Europa: a observação de baleias e golfinhos. O visitante tem a oportunidade de encontrar os mamíferos mais poderosos do mar e, ao mesmo tempo, contribuir para a preservação da vida marinha da região durante o passeio Whale Watching Monaco.

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                                                  Acompanhados por profissionais certificados, o viajante embarca em uma aventura em alto-mar, descobrindo as espécies de baleias e golfinhos que habitam o santuário de Pelagos, área protegida na costa da Riviera Francesa, no Mediterrâneo. A região é regularmente frequentada por um grande número de mamíferos marinhos ao longo do ano, principalmente no verão.

                                                  O passeio é realizado em dois barcos, um com capacidade para 10 pessoas e outro para 12 — sempre com saída do Port Hercule. A excursão pode ser feita das 8h30 às 13h ou das 13h30 às 18h. Também existe a opção de realizar essa excursão com a duração de um dia inteiro, das 08h às 18h.

                                                  monaco whale watching

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                                                  Durante o passeio, a tripulação compartilha curiosidades sobre a vida marinha em águas monegascas. É possível reservar uma das embarcações para a observação em passeios privados.

                                                  Desenvolvido em estreita colaboração com a Fundação Príncipe Albert II, de Mônaco, a nova atividade turística permite ao viajante atuar em favor de um mundo mais sustentável e responsável. Assim, 5% do valor de cada excursão vendida é revertido para a proteção do santuário de Pelagos.

                                                  Veja mais detalhes no vídeo abaixo:

                                                  Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                                    A dupla olímpica da classe Nacra 17, Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino, disputaram na madrugada desta quarta-feira (28), as primeiras três regatas da classe Nacra 17 nos Jogos de Tóquio. Os brasileiros largaram a disputa olímpica na 11º colocação.

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                                                    As disputas ocorreram na raia de Kamakura, onde o vento variou entre 12 a 16 nós. Na primeira regata, Samuca e Gabi fizeram o 10º lugar. A segunda disputa teve como resultado um 14º que entrou como descarte. Já na terceira e última disputa do dia os brasileiros tiveram seu melhor desempenho, conseguindo ficar em 3º lugar por boa parte do percurso, finalizando em 9º.

                                                    O time italiano Ruggero Tita e Caterina Banti largou na liderança, seguidos pelos alemães Paul Kohlhoff e Alica Stuhlemmer e ,em terceiro, estão os australianos Jason Waterhouse e Lisa Darmanin.

                                                    Nesta quinta-feira (29), as regatas da classe Nacra ocorrem na raia de Sagami a partir das 0h05min (horário do Brasil). Ao todo serão realizadas 12 regatas de onde sairão os dez melhores para a disputa da final, a medal race (regata da medalha).

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                                                    A Nacra 17 em Tóquio 2020

                                                    As tripulações da classe Nacra 17 são mistas (um homem e uma mulher). Timoneiro e proeira têm por objetivo trabalhar em sincronia com total e equilíbrio sobre as ondas em um barco de alta performance, muito rápido, que pode alcançar 50km/h. São 20 os países na disputa olímpica: além do Brasil, Argentina, Austrália, Áustria, China, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grã Bretanha, Alemanha, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Porto Rico, Suécia, Tunísia, Uruguai e Estados Unidos.

                                                    Calendário de Regatas da Classe Nacra 17 (horário do Brasil)

                                                    QUI, 29/07 – RAIA DE SAGAMI
                                                    Regatas 4, 5 e 6, a partir das 0h05

                                                    SEX, 30/07 – DIA RESERVA

                                                    SAB, 31/07 – RAIA DE ZUSHI
                                                    Regatas 7, 8 E 9 a partir das 0H05

                                                    DOM, 01/08 – RAIA DE ENOSHIMA
                                                    Regatas 10, 11 E 12 – a partir das 0h05

                                                    SEG, 02/08 – DIA RESERVA

                                                    TER, 03/08 – MEDAL RACE (Final)
                                                    3H33

                                                    O calendário completo da vela nos Jogos está aqui e os resultados parciais da classe Nacra 17 aqui.

                                                    Náutica Responde

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                                                      27/07/2021

                                                      O sonho de viver a bordo se tornou realidade para o casal Ana Mähler e Vitor Pereira. No dia 5 de abril deste ano, os associados do Veleiros do Sul, clube de Porto Alegre (RS), deram início a uma nova jornada com a pretensão de rodar o mundo.

                                                      A bordo do veleiro Papillon, um Jeanneau, Ana e Vitor, na companhia das shih-tzu Linda e Star, saíram do VDS, inicialmente, rumo ao Recife, passando por Rio Grande, Florianópolis, Porto Belo, Itajaí, São Francisco, e subindo a costa brasileira.

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                                                      No início, o planejamento era “depois de Recife, cruzar para Portugal devido à nossa vontade de ficar pelo Mediterrâneo”, afirmou Vitor. Por causa da pandemia e das dificuldades de transitar entre os países. porém, o casal ficou de avaliar a situação. “Outra opção, melhor em questão de rota, é ir para o Caribe, e de lá subir de Saint Martin a Portugal”, completou com relação ao percurso.

                                                      O casal, que planejava os detalhes da partida rumo à vida a bordo há um ano, hoje, vivem a mais esperada aventura de suas vidas. O sonho de morar a bordo se tornou realidade!

                                                      De Porto Alegre a Rio Grande, Florianópolis e Itajaí, foram muitas as experiências e os desafios vividos pelo casal nestes primeiros meses de mudança. Confira o relato de Ana e Vitor, e viva um pouco do início desta jornada de volta ao mundo com eles:

                                                      Zarpamos no dia 8 de abril do Veleiros do Sul rumo a Rio Grande, com muitas expectativas sobre como seria o resto de nossas vidas. Ainda na véspera da partida, um amigo disparou: “Olha, a Ana tem certeza do que irá enfrentar?! Acho que espero vocês lá em Floripa, com uma petição de divórcio”… Já que a passagem do temido e repleto de folclore litoral gaúcho para esposa e dois dogs seria um grande desafio.

                                                      Ledo engano, descemos a Lagoa com vento NE médio de 23 nós, só no pano e com o barco muito bem equilibrado. Fomos recebidos com uma gentil fiscalização da Marinha do Brasil para documentos, salvatagem e informações sobre nosso roteiro. Atracamos no Museu Oceanográfico, uma vez que o trapiche de fora do RGYC estava lotado, com outros veleiros aguardando a frente S que nos levaria a SC.

                                                      Então, no dia 12 de abril, perto das 7 horas da manhã, partimos rumo ao nosso próximo destino. A descida até os Molhes de Rio Grande leva umas 2 horas e são horas de expectativa, então perguntas como “como será que está a ondulação? O vento será o mesmo da previsão?” e tantas outras sobre o barco e o tempo do percurso são comuns.

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                                                      Saímos da Barra com razoável ondulação, já que com Frente S era de se esperar. Seguimos tranquilos, organizados e preparados para o trecho. Aproximadamente 26 horas após o zarpe, nosso motor desligou no través de Tramandaí. Sem sinal de telefone, internet, sem vento e com ondas de 2,5 metros, ficamos um tempo à deriva. Subimos as velas mesmo sem vento e conferimos o equipamento na busca de uma solução.

                                                      Nesse momento, toda a tripulação se manteve serena, equilibrada e com movimentação proativa. A união de todos, cada um a seu modo, foi mágica e trouxe toda energia positiva que era necessária para aquele instante.

                                                      Conseguimos religar o motor em baixa rotação, o que nos ajudou a equilibrar o barco, manter um deslocamento e aguardar o vento, que algumas horas depois encheu as nossas velas e nos levou até Laguna com segurança.

                                                      Conseguimos manter média de 4 nós a 1 300 rpm e decidimos entrar pela Barra Sul de Florianópolis rumo ao Veleiros da Ilha, onde teríamos mais condições de fazer o reparo necessário. A entrada da Barra foi mais um desafio, pois só com o motor e em baixa rotação tivemos que vencer algumas ondas grandes que se formam ali naquelas condições com um grande swell.

                                                      A chegada foi fantástica, emoções à flor da pele, uma gratidão imensa e o sentido de missão cumprida. O veleiro nos leva a lugares distantes, une pessoas, nos entrega grandes emoções e aprendizados para a vida. Um traslado desses nos modifica de dentro para fora e sem dúvida nenhuma nos faz pessoas melhores.

                                                      Nos despedir dos nossos dois tripulantes e amigos Carlos Sombra e Marcus Silva foi difícil, pois formamos uma família que não se deseja separar, porém faz parte da vida e, então, depois de reparado o problema (Entupimento do Pescador do Tanque de Diesel) demos adeus também ao ICSC, que nos recebeu muito bem e seguimos em frente, dando a volta na Ilha rumo Jurerê, Tinguá, Magalhães, Porto Belo e, finalmente, Marina Itajaí, onde aproveitamos para fazer ajustes, descansar um pouco nessa vida de marina, que não é nada mal.

                                                      Estamos todos bem, felizes, convictos de nossas decisões e com olhos no futuro para novos lugares a serem explorados, vividos e sentidos como a vida tem que ser.

                                                      Deixamos Itajaí por bombordo… O que dizer de uma cidade que se modernizou para receber a Volvo Ocean Race? Foi difícil deixá-la para trás. Um belo calçadão, bons restaurantes, uma marina excelente, fora as amizades que ali fizemos.

                                                      Tínhamos uma previsão de parada para ajustes em nosso veleiro, afinal tudo que fizemos e instalamos precisava ser testado e, certamente, ajustes seriam necessários, porém, Itajaí foi algo a mais que uma simples parada técnica, pois a marina é um condomínio com várias famílias morando a bordo.

                                                      A vida de marina tem lá seus encantos, ainda mais em uma cidade charmosa e com tantos recursos, porém a vida que escolhemos é para seguir adiante e, então, foi o que fizemos em 12 de junho.

                                                      Saímos bem cedinho e fizemos um traslado tranquilo para São Francisco do Sul, cidade histórica com sua primeira presença em 1504 por uma frota Francesa que ali esteve.

                                                      Ficamos em uma poita no centro da cidade, visual incrível, quase como uma paisagem européia, pois o conjunto é tombado pelo IPHAN e está em bom estado.

                                                      São Francisco tem muito charme e muita história, além de uma modernidade jovem que desponta por alguns restaurantes e cafés em estilo contemporâneo. Em época de pandemia, tivemos a decepção de não poder visitar o Museu do Mar e todo aquele acervo incrível de barcos que por lá está atrás dos frios portões.

                                                      Após explorarmos os cantos e recantos de SFS, decidimos entrar mais pela Baía de Babitonga e atracamos em Joinville, fantásticas instalações onde fomos recebidos com muito carinho e atenção. Encontrar um clube ou uma boa marina durante um percurso longo é sempre reconfortante, pois são lugares que podemos repor água potável, combustível, fazer supermercado, etc…

                                                      Pouca gente sabe que Joinville é próximo ao mar, deve se cuidar a tábua de marés, que tem um enorme potencial para barcos de esporte e lazer, além de ter um Iate Clube alinhado com suas demandas. Sem dúvida, um belo lugar a ser visitado por nós velejadores do sul do país.

                                                      Após recuperarmos as energias, foi chegada a hora de zarpar mais uma vez, e estamos descobrindo que essa acaba sendo a parte chata da viagem. Deixar amigos que fizemos em cada porto não é tarefa simples e ainda estamos aprendendo a lidar com esse sentimento.

                                                      Novo zarpe, dessa vez com destino à Baía de Paranaguá… Confesso que iria passar reto por aqui, mas um amigo que gosto muito insistiu que deveríamos fazer essa parada, então, ajustamos o rumo e adentramos o Canal da Galheta em meio a grandes navios, com direito a correnteza forte e uma beleza rara de se ver.

                                                      Atracamos no Iate Clube de Paranaguá (ICP), um lugar bem diferente do que estamos acostumados pois aqui, a maré já chega a 2 metros e a correnteza a 3 nós. Deve-se ter alguns truques para colocar os barcos nas vagas, que por si só também são diferentes de tudo que vimos até agora.

                                                      Ah, Paranaguá! O VDS tem um belo convênio com o ICP, que nos dá 15 dias de cortesia com água e energia. Nossa pretensão era de fazer um pit stop de dois ou três dias para depois seguir para Santos, em São Paulo, mas… O que era para ser dois dias já está em 23 e contando…

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                                                        Robert Scheidt já está na zona de medalhas na Olimpíada de Tóquio. Após três regatas disputadas na madrugada desta terça-feira (27), na raia de Enoshima, o velejador brasileiro subiu de 8° para o 3° lugar na classificação geral da classe Laser. O bicampeão olímpico conseguiu um 3°, um 17° (já descartado) e um 5° lugares, resultados que garantem mais um salto na tabela, após terminar o primeiro dia em 11° lugar.

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                                                        Com ventos de 17 nós, Scheidt largou bem, chegou a primeira marca em 7° e faz valer sua reconhecida velocidade no popa para ganhar posições até chegar em 3°. Na segunda prova do dia, as rajadas perderam força e oscilaram, entre 14 e chegando a oito nós. Robert enfrentou dificuldade na primeira perna, no contravento, e iniciou em 16°. Chegou a cair para 18°, recuperou para 14° e acabou cruzando a linha de chegada em 17°.

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                                                        A terceira regata desta terça-feira parecia repetir os problemas na prova anterior. Scheidt largou em 15° e iniciou uma recuperação barco a barco. Chegou a segunda marca em 7°, depois em 6° para, em seguida, conseguir mais uma ultrapassagem até cruzar a linha de chegada em 5° lugar. A disputa contou com ventos mais constantes, na casa dos 12 nós.

                                                        Com o desempenho desta terça-feira, Scheidt está em 3° lugar na competição da classe Laser, com 33 pontos perdidos, já contando o descarte do pior resultado (17° na quinta regata). Robert está seis pontos atrás do segundo colocado, o australiano Matt Wearn, com 27 pontos perdidos, e a 15 pontos do líder, o cipriota Pavlos Kontides, com 18pp.

                                                        Faltam agora quatro regatas para o fim da fase de classificação da classe Laser. Os velejadores terão folga nesta quarta-feira (28). Apenas os dez melhores colocados avançam para a Medal Race, que tem pontuação dobrada, marcada para domingo, dia 1º de agosto.

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                                                          Por: Redação -

                                                          A bordo de seu Sea-Doo, o fotógrafo de natureza Ricardo Martins embarcou em uma jornada de tirar o fôlego e ficou cara a cara com o animal mais icônico do Pantanal. O contato recorrente desde a infância com o Pantanal despertou em Ricardo Martins um enorme desejo: fotografar a onça pintada, o maior felino das Américas e uma das espécies mais emblemáticas da fauna brasileira. O poder do animal permeou os sonhos do menino que cresceu, se tornou fotógrafo profissional e embarcou literalmente rumo à realização do sonho de criança.

                                                          Para viver a aventura pantaneira, e conseguir registrar as mais incríveis imagens do local, foi necessário muita pesquisa e preparação. Mas o maior desafio estava em encontrar uma maneira de se mover de forma ágil pela região, além de poder se aproximar ao máximo de seu objeto de desejo. Martins já sabia que a busca precisaria ser pelos rios, ao longo das margens, para evitar ataques dos animais e manter a segurança.

                                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                          “Precisava de um veículo de baixo calado, bastante ágil e confiável, que pudesse me levar sozinho e em segurança para ficar cara a cara com a onça pintada”, relata o fotógrafo. “Encontrei exatamente o que precisava no jet Sea-Doo, a embarcação perfeita para viver uma experiência única”.

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                                                          Toda a aventura de Ricardo Martins no Pantanal está registrada em um vídeo inédito, que mostra detalhes dos dias que passou na região em busca da foto perfeita da onça pintada. Mas até conseguir realizar seu sonho, ele pôde reunir os melhores cliques da fauna e da paisagem local. Mesmo as situações de tensão inerentes ao desafio a que se propôs, a troca de experiências com ribeirinhos o fez seguir e não desistir: “Fantástico ouvir as pessoas dali e perceber o quanto elas agregaram ao resultado final do trabalho. Toda carga de sentimento com essas trocas está refletida nas imagens que consegui captar. Fotografia pura, sentimento puro… Pantanal”.

                                                          Após alguns dias navegando na região a bordo de seu Sea-Doo, Ricardo Martins visualizou a onça pintada: “Nunca vou esquecer a primeira vez que ela cruzou meus olhos, quando vi os olhos dela dentro dos meus. Sonhei com esse momento e pude ver aqueles olhos amarelos me encarando. A foto ficou simplesmente incrível”.

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                                                            Por: Redação -

                                                            A segunda-feira foi dia de folga de regatas na 48ª Semana de Vela de Ilhabela, mas a organização do evento promoveu a Regata do Amanhã com a presença de 35 crianças e adolescentes de quatro projetos sociais de Ilhabela, São Sebastião, Praia Grande e Paraty (RJ). O evento tem o apoio da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, a ABVO.

                                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                            A garotada foi distribuída em onze veleiros na regata realizada pelo canal de São Sebastião e aproveitou para aprender principalmente a trabalhar em equipe, algo que a Vela de Oceano proporciona com barcos que chegam até doze tripulantes.

                                                            “É o primeiro contato deles com esse mundo oceânico, mas no geral é tudo para eles isso aí. Na nossa escola de vela, temos apenas os monotipos, e eles poderem velejar nesses barcos grandes, iniciando é de extremamente importante. Eles acordaram cedo, ficaram ansiosos para poderem velejar,” revelou Samuel Solano, instrutor náutico da Escola de Vela de Ilhabela Lars Grael desde 2011. Ele que trouxe 19 crianças para a experiência: “Vela em si traz muitos benefícios, parte de sociabilidade, estar em um veleiro grande, você tem que saber trabalhar em equipe , tem toda uma hierarquia a seguir, tem um comandante que passa todos os conhecimentos, é importante a vela oceânica”.

                                                            A escola, que hoje tem 150 crianças e adolescentes, não só desenvolve cidadão, mas prepara os destaques para a competição, caso de Alex Kuhl, o Alemão, que conquistou no começo do mês o título Mundial da classe de iniciação no esporte, a Optmist, realizada na Itália, feito inédito para o esporte no Brasil: “A Prefeitura de Ilhabela leva muito à sério a parte de competição também, tanto é que Alex está desde os 10 anos na Escola e hoje está na flotilha”, disse. “Alex virou uma referência para os demais meninos, ele é fruto desse trabalho social e investimento da Prefeitura”.

                                                            Outro projeto participante foi a Escola de Vela de São Sebastião que nasceu há mais de vinte e cinco anos: “Alguns alunos já tiveram oportunidade de fazerem trabalhos em um veleiro em atividades complementares. Essa experiência na Regata do Amanhã foi extremamente importante pelo aspecto coletivo de entender a dinâmica de equipe com um de auxílio ao outro e questão de saberem lidar com diferença de comportamento, não tem um igual ao outro e aí eles vão saber lidar com a diferença de opiniões e isso agrega muito, principalmente em uma fase da vida onde eles começam a entender a diferença de opiniões. Foi muito bacana”, relatou Rafael Mendes.

                                                            Alex Sandro, Piu Piu, timoneiro do barco Bravo, deixou sua função para duas meninas dos projetos Navega São Paulo, de Praia Grande, e do projeto de Ilhabela: “Foi uma honra ter a molecada no barco Bravo, essa interação é muito importante para o desenvolvimento da vela nacional e movimentar os barcos trazendo os garotos de projetos sociais e de clubes, de outras classes de monotipos. Isso agrega bastante o desenvolvimento da Vela”.

                                                            “As meninas que foram a bordo foram as timoneiras, fiquei só no comando, orientando, mas quem mandou hoje foram as mulheres. Elas se saíram muito bem, dominaram… acho que perdi minha função de timoneiro (risos). Dá um senso de coletividade, elas chegaram à conclusão que todas as manobras era preciso informar e que o trabalho em equipe é de extrema importância no desenvolvimento mental e da vela da garotada”.

                                                            Alex passou por todo o processo que esses meninos e meninas estão iniciando. Ele é oriundo do projeto Grael, em Niterói (RJ), e além de fazer parte do Bravo, tem sua empresa de turismo náutico e hoje vive do esporte. Pela experiência de vida, ele dá um conselho para a criançada: “Manter o foco, não perca o  objetivo.  É difícil se manter na vela ainda mais vindo de projeto social, mas isso está mudando aos poucos e dou muita força para isso. Jorge (Berdasco, comandante) sempre disponibiliza o barco para eu correr com a molecada do Projeto Grael e outros projetos e esse desenvolvimento é muito importante para termos também mais barcos na raia e também viver da vela”.

                                                            ABVO promove Mini Curso de Regulagem de Mastros durante a Semana de Vela

                                                            Nesta segunda-feira pela manhã, a Associação Brasileira de Veleiros de Oceano realizou um mini curso de Regulagem de Mastros no veleiro Beleza Pura, ministrado pelo sul-africano radicado no Brasil, Kenn Venn, um dos promotores da tradicional regata Cape to Rio, e Mário Martinez, comodoro da ABVO e comandante do Rudá. O curso foi destinado a velejadores de barcos das classes RGS, Bico de Proa e demais veleiros.

                                                            “É uma obrigação da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano não só administrar rating, mas promover cursos. Era uma antiga solicitação dos velejadores que queriam dicas de regular mastros. Teremos ainda outras de regulagem de vela, táticas de regata e muito mais que iremos promovendo ao longo do ano”, disse Mario Martinez.

                                                            As regatas válidas pela 48ª Semana de Vela de Ilhabela serão retomadas nesta terça-feira, a partir do meio-dia e seguem até o sábado, dia 31.

                                                            Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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