Após bloqueio devido à pandemia, mercado náutico argentino busca recuperação
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Desde o dia 29 de outubro, atividades náuticas voltaram a ser permitidas em toda Argentina, após a maior restrição de todos os tempos devido aos protocolos de segurança contra a Covid-19.
O bloqueio no país teve um impacto negativo duplo na indústria náutica. Inicialmente, na produtividade, com o fechamento de estaleiros por vários meses. Agora, gradualmente, as fábricas e oficinas foram autorizadas a reabrir.
Posteriormente, devido ao risco de contrair o vírus no exterior, as autoridades argentinas não permitiram a realização de qualquer atividade náutica de recreio ou desportos aquáticos até ao final de outubro.
Portanto, em uma tendência de estabilidade dos números da Covid e com o verão chegando, a indústria náutica do país está mais otimista quanto ao futuro. A desvalorização do Peso combinada com a perspectiva de uma inflação em alta, tem encorajado quem tem dólares para gastar: comprando barcos e impulsionando este setor do mercado.
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A compra de barcos de 5 a 7 metros é, atualmente, o negócio mais próspero do mercado, segundo o site International Boat Industry (IBI). Tradicionalmente e repetidamente na última década, a demanda por lanchas, pequenas embarcações e canoas representou 80% do mercado, já barcos à vela, por exemplo, representaram apenas 3%.
Desde 2011, os registros de barcos caíram de 9 370 para 4 742, em 2019. Os estaleiros esperam que, a partir deste ponto, o mercado se reinicie e continue a subir, para que assim, o futuro náutico pareça mais azul novamente.
Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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