Conheça o superiate com DNA militar capaz de cruzar o oceano quatro vezes sem reabastecer

Por: Redação -
27/10/2020

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O Metal Shark M48, batizado como Magnet no seu lançamento, é o primeiro barco de recreio da Metal Shark, uma construtora de barcos militares e comerciais, de aço e alumínio. A embarcação criada pela empresa estadunidense foi anunciada no mês de setembro e possui 48 metros de comprimento. Com configuração de catamarã e deslocamento de 275 toneladas, o superiate de expedição, feito de alumínio, conta com dois motores a diesel MTU IMO Tier III. Esses motores possuem 2 600 hp de potência cada.

Um grande destaque é a capacidade de armazenamento do barco. O tanque, que guarda 110 mil litros de combustível, é suficiente para cruzar o oceano Atlântico quatro vezes sem pausas. O CEO da Metal Shark, Chris Allard, ressalta a capacidade dessa criação: “Você pode viajar de Nova York a Miami em menos de 48 horas, cruzar oceanos a 17 nós e curtir uma circunavegação com longas etapas sem preocupações de reabastecimento”.

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O design exterior do superiate, por sua vez, é inspirado nas patrulhas militares do Metal Shark. Assim, surge o caráter agressivo que caracteriza o jogo geométrico do layout. Por ser um multicasco, proporciona mais espaço nos três conveses, permitindo áreas de lazer, armazenamento de botes, brinquedos aquático e outras arrumações. O M48 oferece uma plataforma submersível e um guindaste de carga e descarga.

metal shark

Já na parte interior dos cascos, foram distribuídos o porão, uma oficina, a casa das máquinas e as cabines da tripulação. O modelo foi configurado com uma suíte do proprietário, uma VIP e três camarotes adicionais para hóspedes, com possibilidade de personalização. A porção restante dos três decks corresponde a  reserva para proprietários e convidados. Os principais e os superiores possuem toda uma decoração de luxo, com poucos detalhes ornamentados, de modo que não ofusque a grandiosidade das janelas. Já o flybridge foi projetado como um grande terraço, para que os tripulantes desfrutem de um churrasco, banho de sol, festas noturnas ou mesmo para tomar o leme do barco de uma posição elevada.

Um dos compradores do superiate destacou, inclusive, a praticidade que o Magnet proporciona. De acordo com George Wallner, que até participou do processo de criação com a Metal Shark, explica que “este não é um iate típico. Com ele, posso viajar rapidamente para lugares distantes e, ao chegar, posso permanecer por um longo período aonde quer que eu esteja, tamanha capacidade de armazenamento. Além de tudo, o formato de catamarã ainda oferece um amplo espaço e uma plataforma excepcionalmente estável”.

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Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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    Volvo Penta participa de projeto que visa mapear todo o fundo do oceano até 2030

    Por: Redação -

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    A comunidade marítima e científica estabeleceu para si mesma uma ambiciosa meta de mapear todo o fundo do oceano até 2030. A Volvo Penta está fazendo sua parte para atingir essa meta, ajudando a fornecer energia para uma nova frota de robôs de superfície não tripulados para exploração submarina.

    As empresas Volvo Penta e Danfoss Edition foram selecionados para fazer parte de um empreendimento verdadeiramente único. Elas foram encomendadas pelo estaleiro Grovfjord Mek Verksted (GMV) para alimentar a primeira frota mundial de embarcações autônomas de exploração de robôs para uso comercial. A empresa de análise do fundo do mar e oceanografia, Ocean Infinity, investiu na frota “armada” de embarcações superavançadas não tripuladas. A frota será composta por navios de dois tamanhos, ambos 100% diesel-elétricos.

    Johan Inden, chefe de segmento marítimo da Volvo Penta alegou ter um imenso prazer em fazer parte de um projeto tão inovador junto com a Danfoss Editron e prometeu entregar juntamente com a mesma, uma solução de energia otimizada projetada para o melhor desempenho ao mesmo modo, que reduz o impacto ambiental, feita  a partir de um protótipo.

    Essas embarcações totalmente híbridas-elétricas serão movidas por grupos geradores Volvo Penta DC e controles de rede Danfoss DC. A Danfoss fornecerá o sistema de gerenciamento de energia e controle de propulsão para cada embarcação, enquanto os motores por trás do gerenciamento de energia serão grupos geradores de velocidade variável fornecidos pela Volvo Penta.

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    O motor Volvo Penta D8 MH de velocidade variável acionará os grupos geradores marítimos a bordo. Este novo motor D8 é uma combinação perfeita para as embarcações autônomas devido ao seu tamanho compacto e alta relação potência / peso. Além disso, o baixo consumo de combustível do motor desempenha um grande papel na redução significativa de CO2.

    Um dos principais objetivos de um projeto como este é entregar um produto confiável e eficiente. Essas embarcações ficarão em mar aberto, longe da terra e de fornecedores de manutenção. A Ocean Infinity precisa saber se seus navios estão atingindo o desempenho máximo.

    Danfoss Editron, Volvo Penta e Grovfjord estão trabalhando em estreita colaboração para permitir que o sistema de controle Danfoss otimize o uso do motor Volvo Penta D8 para obter o desempenho de energia/consumo mais eficiente e, consequentemente, uma pegada ambiental ideal. O motor, o gerador e o sistema de controle funcionam em perfeita harmonia.

    Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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      Jet Surf exibirá pranchas motorizadas no São Paulo Boat Show 2020

      Por: Redação -

      A Jet Surf, empresa criada na República Tcheca, será uma das marcas presentes no próximo São Paulo Boat Show, de 19 a 24 de novembro. Nascida da necessidade de ultrapassar os limites dos esportes aquáticos convencionais, a empresa se dedica ao desenvolvimento e design de pranchas de surf motorizadas.

      Feitas em fibra de carbono e kevlar, as pranchas unem tecnologia e inovação. Pesam menos de 19 kg, são equipadas com motorização hidrojato, e capazes de atingir até 60 km/h, de acordo com informações do fabricante.

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      Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.

      Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.

      Anote aí!

      SÃO PAULO BOAT SHOW 2020
      Quando? De 19 a 24 de novembro
      Dias de semana das 15h às 22h
      Finais de semana das 13h às 22h
      Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo
      Mais informações: [email protected]

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        Tubarão branco ataca gaiola com turistas que faziam mergulho no México

        Por: Redação -
        26/10/2020

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        Um enorme tubarão branco foi flagrado atacando uma gaiola com três turistas que faziam um mergulho na Ilha de Guadalupe, no México. De acordo com o especialista em tubarões Jim Partington, que supervisionava a atração, apesar do perigo aparente, ninguém se machucou.

        Em entrevista ao jornal Daily Mail, Partington contou que o tubarão de duas toneladas é uma fêmea e velha conhecida do especialista. O profissional contou ainda que não foi necessário o uso de isca para atrair o animal. “O animal estava simplesmente curioso”, afirmou.

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        Partington explicou que o tubarão estava interagindo e nadou ao redor do barco por cerca de 30 minutos, ficando cada vez mais interessado no barco e nas gaiolas. “Ela gostou de um dos flutuadores da gaiola que está preso ao lado da gaiola e usou a boca para testar e descobrir por si mesma o que era esse objeto”, explicou.

        Ainda conforme o especialista em tubarões, as mulheres se sentirem relaxadas durante o mergulho e gravaram tudo e que puderam enquanto estavam na companhia do tubarão. “Ao contrário da crença popular, a maioria dos tubarões ignora as gaiolas e apenas em ocasiões muito raras ocorrem momentos como esse. Quando encontros como esse acontecem, nossas gaiolas são projetadas para suportar o desafio”, disse.

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          Saiba como agir ao encontrar grupos de botos-cinza durante a navegação

          Por: Redação -

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          O cuidado com animais marinhos que vivem na área dos portos de Paranaguá e Antonina é o tema de uma nova campanha da Portos do Paraná. A empresa pública, em conjunto com a Cia Ambiental, desenvolveu uma cartilha para orientar embarcações sobre como agir ao encontrar grupos de botos-cinza durante a navegação.

          A ação inclui conversas e web reuniões para alertar sobre o tema. “Identificamos a necessidade de falar e sensibilizar os donos de embarcações menores, como lanchas, iates, voadeiras, entre outros. Isso porque, nas atividades de monitoramento que realizamos de forma regular, nossos biólogos identificaram animais com pequenas cicatrizes de hélices no dorso, nas costas”, explica João Paulo Santana, diretor de Meio Ambiente da Portos do Paraná.

          Segundo ele, as marcas indicam que os ferimentos foram causados por pequenas hélices, não compatíveis com as hélices de navios. “Temos um grande trânsito de embarcações nas baía de Paranaguá e Antonina. São voadeiras, bateiras, canoas caiçaras, lanchas de finais de semana, barcos que dão apoio aos navios e também os barcos da praticagem”, diz.

          “Diante disso, resolvemos fazer uma grande campanha de conscientização, dialogar com todas as marinas da região de Paranaguá, com os práticos, com as comunidades de pescadores, para que quando avistarem grupos de botos diminuam a velocidade das embarcações”.

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          A iniciativa foi bem aceita por quem já foi contatado, como o coordenador-geral da Lunamar Transportes Marítimos, Renato Rocha. “É um trabalho muito importante para o turismo na cidade. Os barcos hoje param para ver os botos, o que não acontecia antes, pois não víamos famílias inteiras de botos. Hoje eles estão em grande quantidade e, muitas vezes, pertinho da costa. Então, é preciso preservar”, diz.

          Para o gestor da empresa Oceânica, Adaury Silva Demétrio, o cuidado deve ser de todos. “Apesar de haver uma conscientização de defesa dos animais, principalmente os que vêm procriar na baía, as vezes os marinheiros desconhecem a importância da preservação. Esse trabalho ajuda eles a entenderem.”, afirma.

          “Sabemos que temos que preservar o boto, a natureza em si. Aqui na marina, vamos distribuir o fôlder explicativo dos cuidados que temos que ter com a espécie, para todos os nossos clientes, para que colaborem na proteção do boto-cinza, que habita o litoral paranaense,” reforça Iranor Norberto Jamnik Filho, da Porto Marina Oceania.

          O material também foi distribuído na Praticagem, no Iate Clube de Paranaguá, na Palangana Serviços Marítimos e nas marinas Marlim Azul, Velho Marujo, Paranaguá e Azul.

          COMO AGIR

          • Embarcações devem manter distância mínima de 300 metros dos animais;

          • Quando a distância for menor que 300 metros, o motor deve ser colocado em neutro ou velocidade mínima;

          • Ao encontrar o boto-cinza deve-se navegar apenas em velocidade inferior a 5 nós (cerca de 10km/h);

          • Evitar mudanças bruscas de direção;

          • Não acompanhar a bordo de embarcações os botos por mais de 30 minutos;

          • Em caso de fêmea com filhotes, não exceder 15 minutos;

          O boto-cinza (Sotalia guianensis) é listado pelo Ministério do Meio Ambiente como espécie ameaçada e tem status de espécie vulnerável na Lista da Fauna Brasileira de Espécies Ameaçadas e Extinção (Portaria MMA nº 444 de 17/12/2014).

          O mamífero pode viver entre 30 e 35 anos e atingir 2,2 metros e 90 quilos. O dorso é cinza, com duas bandas laterais mais claras.

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            Por: Redação -

            A Grow Deck confirmou presença na próxima edição do São Paulo Boat Show, que acontecerá de 19 a 24 de novembro, para apresentar sua linha de pisos em EVA para barcos. Além de trabalhar com projetos e aplicar o piso nas embarcações, a empresa oferece as placas avulsas para que o próprio cliente faça por si mesmo a instalação. São placas frisadas, de 2m X 48,5 cm X 8 ou 10 mm de espessura, que permitem que o proprietário do barco faça o recorte dos moldes com estilete ou tesoura elétrica e tenha o material, agregando o luxo e o conforto do EVA em seu barco, por um custo menor. A marca disponibiliza dois tipos de fita adesiva: uma em PVC, para pisos regulares, sem ondulações; e outra é a fita verde, de massa acrílica, própria para superfícies irregulares.

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              Conheça a lancha que une motor elétrico, hidrofólios e design clássico

              Por: Redação -

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              Conhecido como “Relâmpago” — ou Molniya, em russo —, este barco mistura o clássico de seu design, com a modernidade de sua tecnologia. 100% elétrico e com hidrofólio, o Molniya, enfim, saiu do papel e dos sonhos de seu construtor Artem Markov.

              Formado no Instituto de Automóveis e Construção de Estradas de Moscou, onde integrou uma equipe de corrida de carros elétricos que competia contra universidades de todo o mundo, Markov montou uma equipe na capital russa e os colocou no mapa da náutica mundial.

              Inspirado no trabalho da equipe de Candela, Markov afirma que tudo começou em 2016, quando percebeu que poderia dar vida ao projeto: encontrou um casco clássico de fibra de vidro e alumínio e logo começou a trabalhar na sua conversão.

              A equipe teve que fortalecer e reforçar o casco para lidar com as tensões dos hidrofólios dianteiros. Na popa, projetaram pequenas asas laterais (como “chines” salientes) que ajudam a levantar a popa e alinhar o barco sobre os hidrofólios dianteiros durante a aceleração.

              Para a propulsão, optou-se pelo conjunto de motorização de centro-rabeta. Usando o conhecimento e a experiência de projetos e construção de carros elétricos de corrida, foi encomendado um motor de 80 kW para ser acoplado à rabeta.

              O Molniya tem 8,9 metros de comprimento (29 pés) e, de acordo com seus idealizadores, pode navegar até 135 milhas náuticas, mas em baixa velocidade. Em cruzeiro, a autonomia cai para modestas 20 milhas náuticas.

              O contraste do retrô com a modernidade do barco é o que mais chama a atenção. O painel, por exemplo, parece ter sido tirado de um carro luxuoso da década de 1950. E o russo afirma: “Nunca consegui entender qual é a beleza de andar em barcos a motor com muita vibração e ruído. Então, decidi que queria encontrar uma maneira de transferir o silêncio e o conforto de um iate à vela para uma lancha”.

              A princípio, a propulsão de popa adaptada foi útil para provar o conceito de barco elétrico com hidrofólio, mas designers e engenheiros estão ansiosos para ver a eficiência aprimorada do motor, da propulsão e sistema de bateria que foi projetado do zero para o Molniya.

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              Infelizmente, 2020 não será o ano ideal para apresentar o protótipo em feiras de barcos e despertar o interesse dos consumidores ou investidores. Parece, entretanto, que o Molniya é o tipo de barco que deve agradar a quem procura o mesmo que Artem Markov: uma experiência clássica de barco a motor, mas silenciosa e com uma navegação suave, típica dos veleiros.

              Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                Exclusivo: brasileiro Manoel Chaves, da MCP Yachts, irá à Justiça por direitos sobre hidrofólios dos veleiros da America’s Cup 2021

                24/10/2020

                Respeitado engenheiro naval e construtor de barcos, o brasileiro Manoel Chaves, da MCP Yachts, revela que os hidrofólios que equipam os veleiros da America’s Cup 2021 são patenteados por ele, e que vai à Justiça pleitear os créditos de sua criação

                A próxima edição da America’s Cup, programada para março de 2021, terá uma nova geração de veleiros monocascos, chamados AC75, extremamente sofisticados e com novos conceitos, a começar pelos revolucionários sistemas de hidrofólios pivotados no costado.

                Projetados para gerar sustentação, de forma que, paralelamente, compensam o movimento das velas, e, ao mesmo tempo, diminuem o deslocamento dinâmico do veleiro, esses hidrofólios fazem com que os barcos se elevem da água e literalmente voem. A estimativa é a de que os barcos AC75 cheguem a atingir uma velocidade cinco vezes maior que a do vento verdadeiro.

                Apresentado pelo Emirates Team New Zealand — defensor do troféu após a conquista da America’s Cup 2017 —, esse revolucionário sistema de hidrofólios tem paternidade reconhecida por patentes: o empresário e engenheiro naval brasileiro Manoel Chaves e sua equipe de projetistas da MCP Yachts, um dos maiores construtores de iates de alumínio da América do Sul, há 40 anos no mercado.

                O brasileiro Manoel Chaves (Divulgação)
                Alguns dos projetos de Manoel Chaves, da MCP Yachts, um dos maiores construtores de iates de alumínio da América do Sul

                O problema é que, segundo Manoel Chaves, os advogados da Emirates Team New Zealand (ETNZ) e os diretores da equipe que projetou o AC75 estão evitando reconhecer os direitos de propriedade do brasileiro, que obteve o registro da patente tanto no Brasil — com extensão internacional — quanto na Nova Zelândia. O que deve gerar uma disputa na justiça daquele país.

                “A ação procurará obter os créditos legais pelo sistema de hidrofólios que equipam os veleiros da America’s Cup 2021, assim como reconhecimento específico no escritório de patentes e direitos de propriedade industrial na Nova Zelândia”, explica Manoel Chaves, que antes de recorrer à Justiça tentou, por diversas vezes, pleitear os seus direitos cordialmente, sem sucesso.

                “Há mais de dois anos, os advogados da direção do Emirates Team New Zealand vêm se esquivando dos nossos advogados”, diz o comandante da MCP Yachts. “Inicialmente, eles não respondiam a nossas cartas nem os nossos e-mails. Agora, recusam-se a se reunir com nossos advogados”, lamenta ele. “Possivelmente é o típico caso de um burocrata isolado, que nada entende de barcos e que se julga acima da lei”.

                Se não houver um acordo, tanto a competição principal (o mais famoso e tradicional desafio da vela mundial, com 169 anos tradição) quanto a etapa seletiva para o desafiante (antiga Copa Louis Vuitton, atual Copa Prada) terão na esteira essa mácula e um grande imbróglio judicial.

                Manoel Chaves tem absoluta certeza de que nem governo dos Emirados Árabes nem o da Nova Zelândia têm conhecimento desse conflito, segundo Manoel, escondido pelos advogados e pelos diretores da ETNZ. O brasileiro imagina que, em algum momento, os gerentes e advogados da equipe falharam em assumir que o escritório que projetou o AC75 copiou a ideia sem saber que havia patentes a ser respeitadas. Agora, afirma, insistem em não voltar atrás.

                “Na Nova Zelândia, está em andamento uma investigação de desvio de dinheiro público, que teria sido praticado por alguns burocratas da ETNZ. Talvez por isso, sem fazer nenhum juízo antecipado, esse assunto caia como uma bomba nas mãos de alguns daqueles burocratas, ressalta Manoel.

                “Um provérbio famoso em inglês diz: ‘Imitation is the Sincerest Form of Flattery’. Ou seja, a imitação é a forma mais sincera de lisonja”, lembra o comandante da MCP Yachts, o brasileiro Manoel Chaves.

                Não se trata de simples troca de palavras

                Manoel Chaves tem (e já apresentou) provas concretas de que a primazia da descoberta dos hidrofólios que serão usados nos AC75 pertence a ele e à sua equipe, a começar pelo registro das patentes, concedido, repita-se, tanto no Brasil (PAT. BR 10.2015.028909.9) quanto na Nova Zelândia (PAT. N. 740860) — ou seja, na própria casa do Emirates Team New Zealand, para onde está programada a 36ª edição da America’s Cup, após a disputa entre os três desafiantes: o Luna Rossa Prada Pirelli Team (Itália); o American Magic/New York Yacht Club (EUA); e o Ineos Team UK (Inglaterra).

                Luna Rossa Prada Pirelli Team (Itália)

                Ineos Team UK (Inglaterra)

                Antes de recorrer à Justiça, o brasileiro diz que fez de tudo para resolver o assunto de forma positiva e cordial, por conta de sua vivência no mundo náutico. Mas, ao que parece, não resta a seus advogados (do Brasil e da Nova Zelândia) outra alternativa senão a de entrar com uma ação no país sede da America’s Cup 2021.

                Importante lembrar que uma patente não é um documento comprado ou concedido sob pressão. Antes, é um título de propriedade concedido após um longo e detalhado estudo, sob controle de um corpo técnico governamental dos países envolvidos, e concedido livre e espontaneamente.

                A regra da America’s Cup estabelece que o detentor do título escolhe o local das regatas e o modelo do veleiro para os matchs finais. E os kiwis, como atuais campeões, optaram pelo AC75, com hidrofólio pivotante no costado, com asas quilha e asas lift eletronicamente controladas, exatamente como detalham as patentes de Manoel Chaves e sua equipe.

                O invento do engenheiro naval e sua equipe brasileira já registrava mais de 120 mil visualizações na internet quando a Emirates Team New Zealand revelou seu novo barco — o Te Aihe, nome que significa golfinho, na língua Maori —, que tinha como atrativo principal os foils, cujo emprego — na condição de defensor do título — tornou obrigatório para todos os barcos desafiantes.

                As imagens na imprensa internacional chamaram atenção do brasileiro, que imediatamente identificou nos hidrofólios do AC75 o DNA do sistema patenteado por ele. Ou seja, segundo Manoel, era uma cópia exata do seu dispositivo.

                “Fomos conferir de onde vinham os acessos à nossa página na internet para assistir ao vídeo do nosso sistema operando, e ler as apostilas que mostravam como tudo funcionava, e em um período específico, a maioria dos acessos era de internautas da Nova Zelândia e Itália. Ou seja, eles deixaram rastros”, conta Manoel Chaves.

                Para aumentar a sua desconfiança, em nenhum momento os projetistas do ETNZ revelaram um protótipo desse veleiro navegando, nem apresentaram alguma patente sobre o sistema de hidrofólios.

                Documentos comprovam

                “Será impossível o Team Emirates provar o contrário”, acredita Manoel Chaves. Por que? Simples: porque esta vestimenta tecnológica tem dono. “Tenho documentos que comprovam que desenvolvi essa tecnologia muito antes de os cronogramas de construção dos AC75 terem sido estabelecidos”, afirma Manoel Chaves, que registrou a propriedade intelectual primeiro no Brasil (que é signatário da Convenção de Paris, que estabelece que, num período de dois anos, as patentes registradas em um país são válidas internacionalmente) e depois (reforçando a proteção da propriedade industrial) na Nova Zelândia, garantindo exclusividade em sua exploração por 20 anos, de acordo com os critérios da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Wipo, da sigla em inglês).

                Isso significa que Manoel Chaves tem seu invento protegido por patentes em todo o planeta, cabendo aos responsáveis pela America’s Cup lhe conferir o crédito intelectual pelo uso da tecnologia desenvolvida por ele.

                Para defender seus direitos, o brasileiro contratou um advogado na Nova Zelândia, que fez um alerta ao Emirates Team New Zealand sobre a violação da patente. Aparentemente, o responsável pela área jurídica da equipe dos Emirados Árabes deu de ombros. Os advogados de Manoel Chaves por fim endereçaram uma carta ao Senhor Hon Phil Twyford, Ministro do Comércio, Inovação e Emprego da Nova Zelândia, relatando todos os fatos, com a apresentação das provas de que o mecanismo criado por sua equipe tem patente e é em tudo semelhante ao usado pelas equipes da America’s Cup. Porém, o governo da Nova Zelândia, em processo de recém consolidação de eleições internas, ainda não respondeu.

                Agora os advogados de Manoel Chaves no Brasil (da BEERRE Patentes) e na Oceania (Mr. Jim Piper, da PIPERs New Zealand), grandes especialistas em direito de propriedade intelectual nos dois países, dizem não restar outra opção a não ser o início de um processo contra os organizadores da competição, por violação da patente.

                E o que diz a Emirates Team New Zealand?

                Recentemente, após quase dois anos sem responder aos advogados de Manoel Chaves, a equipe de jurídica da ETNZ (por meio do Dentons Patent Attorneys, um dos maiores escritórios de advogados do mundo) enviou uma mensagem dizendo que, apesar das “coincidências”, o sistema não é “exatamente igual”.

                Na mesma carta, aproveitaram para ameaçar o inventor e projetista brasileiro com ações por danos morais, se ele for à imprensa revelar esses fatos, “uma vez que as empresas envolvidas na competição são de ilibado histórico”.

                Sem dúvida, empresas poderosas (Air Bus, Prada, Pirelli, Fly Emirates, Toyota, Yanmar, Ineos, Parker e Omega, entre outras) patrocinam a America’s Cup, faturando com as imagens que correm pelo mundo mostrando os barcos super velozes e arrojados que participam da competição. Estampam seus nomes nas velas e nos cascos.

                Porém, ressalta Manoel Chaves, provavelmente esses patrocinadores ignoram totalmente a sua contestação, mantida em segredo pelos advogados dos diretores da equipe dos Emirados Árabes.

                Toda esta confusão, afirma Manoel, poderia ter sido resolvida há 32 meses pelos advogados da equipe ETNZ, “se esses se dispusessem a conversar com o inventor do revolucionário sistema de hidriofólios, dando o crédito da invenção a ele e a sua equipe”. Porém, eles deram de ombros ao pedido do brasileiro Manoel Chaves, que detém como provas as patentes, um histórico irrefutável como engenheiro naval e construtor de barcos, fotos do seu protótipo navegando com os hidrofólios originais, testes realizados em tanques de provas, todos documentos, além do vídeo no YouTube com mais de 180 mil visualizações. “Haverá um julgamento nos tribunais que poderá demorar de três a cinco anos. Mas nenhum escritório de advocacia, por maior que seja, poderá tirar isto de nós”, diz Manoel Chaves.

                Segundo Manoel Chaves, o sistema de hidrofólios foi patenteado em 2015, gerando um primeiro projeto para uso em um veleiro de cruzeiro de alta performance (confira aqui). O protótipo foi fabricado no estaleiro do empresário (MCP Yachts), na cidade do Guarujá, no litoral de São Paulo. Ninguém jamais havia visto um sistema como esse.

                Os hidrofólios desenvolvidos no Brasil foram patenteados com o nome de SBS (Sailing Booster System), que se diferencia por apresentar uma asa em cada bordo, ambas que pivotam (giram) no costado. “Quando esse sistema está dentro d’água, a sota-vento, a asa vertical opera como quilha”, explica seu inventor.

                “Além disso, perpendicular e na extremidade baixa da asa-quilha, há uma segunda asa, chamada asa lift, que gera empuxo instantâneo / variável e eletronicamente controlado”, diz, detalhando como superou em performance os outros tipos de hidrofólios para veleiros existentes no mercado.

                Os testes iniciais foram feitos em janeiro de 2016. Para tanto, Manoel Chaves adaptou um antigo veleiro seu, o Labareda, modelo Atoll 23, construído em 1978. A quilha original do Labareda foi cortada em 21 de dezembro de 2015, permitindo a colocação dos SBS nos costados.

                À esquerda, o veleiro Labareda, modelo Atoll 23, construído em 1978, com o SBS nos costados. À direita, o AC 75, da America’s Cup 2021

                Paralelamente às provas de mar do protótipo, foram feitos testes no campo de provas da Universidade de Jaú, no interior de São Paulo, com modelos em diversas velocidades. “Os resultados foram entusiasmantes. Todos os eventos foram registrados, fotografados e filmados”, garante Manoel, inventor do SBS.

                Já patenteado, o sistema foi apresentado ao público pela primeira vez durante o Annapolis USA Sailboat Show, em outubro 2016.

                Manoel Chaves apresentando sua invenção SBS no Annapolis USA Sailboat Show

                O SBS de Manoel Chaves logo chamou atenção, por conta dos ganhos em eficiência, performance, segurança, economia e conforto no mar, além da facilidade de operação. “É um sistema muitas vezes mais eficiente que qualquer outro”, defende seu inventor.

                Fólios não são propriamente uma novidade

                Já existem muitos modelos aplicados em embarcações. A originalidade do SBS está no modo que esses fólios foram agregados aos monocascos, e em como passaram a operar nesses veleiros. “Combinados entre si, eles garantem sustentação lateral, compensando o esforço também lateral das velas. Ao mesmo tempo, oferecem uma resposta instantânea eletrônica de empuxo, anulando ou reduzindo a necessidade da quilha convencional, reduzindo assim o deslocamento dinâmico do casco”, detalha Manoel Chaves.

                Sem contar a facilidade de colocar e tirar da água (basta apertar um botão) e o fato de ser um sistema de resposta instantânea, eletronicamente inteligente. “Se o barco precisa de mais lift a sota-vento, imediatamente o sistema hidráulico gera esse lift, comandado por um conjunto eletrônico alimentado por baterias”, acrescenta.

                O mais interessante é que esse sistema pode ser usado inclusive em veleiros de cruzeiro, e não apenas de competição, como as máquinas de velejar da America’s Cup. A vantagens são enormes: do calado diminuto em veleiros de cruzeiro (no caso extremo, é possível dispensar o uso de uma quilha, como fazem os AC75) à estabilidade (mesmo quando fundeado, com marolas transversais, o barco não balança; fica travado), passando pela leveza e velocidade — num veleiro normal, é possível reduzir em mais de 60% o peso da quilha.

                “Não tem sentido gastar uma fortuna para fazer um barco de fibra de carbono e mastro super leve e depois colocar chumbo na quilha para conseguir melhor estabilidade”, diz o inventor do SBS, sistema que dispensa o acréscimo de peso para a obtenção de estabilidade.

                Pelo contrário: “O deslocamento dinâmico (que consiste no peso do barco quando está navegando) vai diminuindo conforme a velocidade aumenta”, descreve o engenheiro naval brasileiro. Com isso, é claro, o barco navega com mais velocidade.

                “Ficaremos felizes se apresentarem algum barco ou protótipo com a mesma ideia ou patente com data anterior a 18 de novembro de 2015”, diz Manoel Chaves, referindo-se à data de registro de suas patentes. De acordo com a lei, todo o processo de registro de patente fica por um mês de conhecimento público, esperando qualquer contestação. “Mas nada foi apresentado até agora, no Brasil ou na Nova Zelândia”, afirma Manoel, que aguarda os próximos capítulos da história, às vésperas da Copa do Mundo da vela.

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                  Porto Itapoá recebe prêmio como o mais sustentável do país na categoria portos privados

                  Receba as notícias de NÁUTICA direto no seu celular clicando aqui.

                  O Porto Itapoá, localizado no litoral Norte de Santa Catarina, recebeu o Prêmio Via Viva 2020 – na categoria Setor Portuário -, concedido pelo Ministério da Infraestrutura em reconhecimento às ações ambientais desenvolvidas. O novo reconhecimento soma-se a inúmeros outros prêmios de sustentabilidade nacionais e internacionais que o Porto Itapoá vem recebendo em seus nove anos de operação.

                  A escolha do Porto Itapoá pelo Ministério da Infraestrutura como o mais sustentável entre os portos brasileiros teve como base o Índice de Desempenho Ambiental (IDA) desenvolvido pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) que já havia premiado o Porto Itapoá em primeiro lugar entre os terminais portuários privados. Referência no setor, o IDA é composto por 38 indicadores relacionados a conformidades legais vigentes no país e boas práticas em gestão ambiental, saúde e segurança de operações.

                  A premiação ocorreu durante o evento Via Viva 2020, Seminário de Infraestrutura de Transportes, promovido pelo Ministério da Infraestrutura e reconhecido por fomentar discussão sobre temáticas socioambientais relevantes para um setor tão dinâmico e desafiador.  Neste ano, em função da pandemia, as atividades, com foco em três subeixos (financiamento verde, resiliência e baixo carbono), aconteceram de forma virtual. O prêmio foi recebido pelo Diretor do Porto Itapoá, Roberto Pandolfo, que falou do compromisso do Porto Itapoá com a Sustentabilidade, como um dos três pilares de atuação. “Nossa atuação socioambiental faz parte da estratégia do Terminal desde o início de nossas operações e este reconhecimento por parte do Ministério da Infraestrutura tem um fator motivador muito especial, que vai ao encontro do que entendemos ser o modelo de desenvolvimento do setor portuário no País”, disse.

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                  Na premiação estavam Diogo Piloni, Secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Mateus Salomé do Amaral, Subsecretário de Sustentabilidade do Ministério da Infraestrutura e Adalberto Tokarski, Diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ.

                  O Porto Itapoá iniciou suas operações em junho de 2011, sendo considerado um dos terminais mais ágeis, eficientes e sustentáveis da América Latina e um dos maiores e mais importantes do País na movimentação de cargas conteinerizadas, segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). De administração privada, possui uma estrutura capaz de movimentar 1,2 milhão de TEUs por ano e está rumo a fase final de sua expansão que possibilitará a movimentação de 2 milhões de TEUs anualmente.

                  Situado no litoral norte de Santa Catarina, o Porto Itapoá está posicionado entre as regiões mais produtivas do Brasil, contemplando importadores e exportadores de diversos segmentos empresariais. Sua localização privilegiada, na Baía da Babitonga, proporciona condições seguras e facilitadas para a atracação dos navios. Com águas calmas e profundas, a Baía é ideal para receber embarcações de grande porte, uma tendência cada vez mais adotada na navegação mundial.

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                    Na Raia da USP, São Paulo Boat Show chega à 23ª edição entre os dias 19 e 24 de novembro

                    Por: Redação -
                    23/10/2020

                    Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                    O Grupo Náutica anuncia oficialmente a 23ª edição do São Paulo Boat Show, maior evento náutico da América Latina. De forma inédita, em formato presencial e virtual, a feira acontece entre os dias 19 e 24 de novembro, direto da Raia Olímpica da Universidade de São Paulo (USP). Tradicionalmente, o Boat Show é o palco principal para a apresentação das novidades, lançamentos e inovações do mercado náutico para o público, incluindo embarcações como lanchas, jets, veleiros, infláveis, motores, equipamentos e uma série de produtos e acessórios relacionados ao segmento.

                    Ao todo, o evento contará com mais de 20 fabricantes de barcos, que vão disponibilizar mais de 70 embarcações. Diferentemente dos outros anos, pela primeira vez o São Paulo Boat Show exibirá os barcos na água, ao longo da extensão da raia, proporcionando uma experiência exclusiva e inovadora. A iniciativa ainda estará recheada de atrações, incluindo a demonstração, o incentivo e a possibilidade de praticar esportes aquáticos no próprio canal da universidade. Entre os destaques estão canoagem, remo, vela, SUP (stand up paddle) e wakeboard.

                    “Como principal referência do setor e um dos grandes eventos da cidade, entendemos a importância de seguir com a edição desse ano e, com todos os cuidados necessários, pensar uma nova forma de realizá-la. Vamos proteger a saúde de todos e continuar fazendo o nosso papel frente aos mercados náutico e de eventos, gerando empregos e movimentando a economia”, ressalta Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica e idealizador do Boat Show. “A universidade foi, desde o início, muito receptiva nas tratativas, entendendo o projeto, o momento e a relevância de uma feira deste porte para trazer benefícios ao local. Queremos deixar um legado para a sociedade, trazendo ainda mais visibilidade à Raia da USP. Vamos torná-la um cartão postal náutico da cidade”, completa Thalita Vicentini, diretora geral do evento.

                    Os organizadores veem sinergia nessa associação, uma vez que o Grupo Náutica é o idealizador do “Por Uma Cidade Navegável”, projeto que tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da despoluição e os benefícios de recuperar rios urbanos. A Raia Olímpica da USP fica em frente ao Rio Pinheiros, cuja promessa de despoluição está marcada para final de 2022.

                    O Boat Show é a principal iniciativa de fomento ao setor náutico brasileiro, responsável pela geração e manutenção de milhares de empregos por ano, sendo uma importante atividade econômica para o país. A cada nova embarcação vendida, a cadeia emprega 5 pessoas diretamente e 3 indiretamente. Ou seja, a cada mil unidades construídas são 8 mil empregos diretos e indiretos, e 120 mil empregos em todo o Brasil, incluindo marinas, lojas, serviços e assistências técnicas.

                    Com investimento de mais de 10 milhões, o São Paulo Boat Show terá cerca de 40 expositores, além dos estaleiros. São marcas e empresas de diversos segmentos dos mercados náutico e de luxo, as quais vão garantir conteúdo, entretenimento e lazer ao público. À exemplo disso, a parceria pelo segundo ano consecutivo com o Motorgrid Brasil, grupo responsável pelo maior encontro de carros superesportivos de luxo e que estará presente com mais de 400 modelos exclusivos; e também a participação da Artefato, idealizadora da Casa Náutica, um estande flutuante. A feira ainda terá iniciativas solidárias, uma delas em parceria com a CUFA.

                    Em 2019, o Boat Show São Paulo movimentou R$ 220 milhões em negócios, resultado que inclui a comercialização de 250 embarcações. Embora esteja previsto um menor número de pessoas circulando presencialmente em 2020, em respeito aos protocolos de segurança, estima-se que essa edição movimente mais de R$ 260 milhões – um crescimento de 20%, pautado pelo ritmo do mercado. Além de comparecer no local, o público também poderá acompanhar a iniciativa virtualmente, já que os seis dias serão transmitidos em tempo real, por meio do canal www.youtube.com/revistanautica e das demais plataformas digitais do grupo.

                    Impactado pela pandemia do coronavírus, o setor náutico viu as vendas voltarem a aquecer durante a segunda quinzena de maio, quando os consumidores, atentos às necessidades de distanciamento social, buscaram alternativas que os permitissem manter a qualidade de vida e o convívio familiar de forma segura. As atividades náuticas, nesse sentido, se apresentam como uma excelente opção. “O Brasil é composto por mais de 7.500 quilômetros de litoral e 60 mil quilômetros de águas interiores navegáveis. Somos um dos países com maior potencial para o turismo náutico”, finaliza Ernani Paciornik.

                    Protocolos de Segurança
                    Em 2020, diante da pandemia, algumas mudanças significativas foram necessárias para a realização do São Paulo Boat Show. A primeira delas, a postergação da data, anteriormente marcada para setembro. Além disso, a migração do São Paulo Expo para a Raia da USP, possibilitando uma iniciativa outdoor, mais segura e inovadora.

                    O evento acontecerá dentro das normas estipuladas por lei, respeitando também o Plano SP. A feira seguirá recomendações da Vigilância Sanitária e demais órgãos envolvidos, com protocolos de segurança que protejam a saúde e o bem-estar de todos os participantes.

                    Para isso, seguirá quatro pilares de atuação: comunicação, com promotores responsáveis por informar o público sobre as medidas, além de materiais informativos; distanciamento físico monitorado e limite diário de público rotativo; proteção e detecção de risco, com equipamentos de proteção, uso obrigatório de máscaras e aferição de temperatura corporal; e medidas de higiene e segurança, com equipe de limpeza especializada e oferecimento de álcool gel em todos os espaços do evento.

                    https://www.instagram.com/p/CGnrHUHpNjF/

                    Serviço
                    23ª edição do São Paulo Boat Show
                    Raia Olímpica da Universidade de São Paulo – Av. Professor Mello de Morais nº 1382, Butantã – São Paulo
                    19 de novembro (quinta-feira), das 15h às 22h
                    20 de novembro (sexta-feira), das 15h às 22h
                    21 de novembro (sábado), das 13h às 22h
                    22 de novembro (domingo), das 13h às 22h
                    23 de novembro (segunda-feira), das 15h às 22h
                    24 de novembro (terça-feira), das 15h às 22h
                    Ingressos: R$ 70 público geral | R$ 35 pessoas acima de 65 anos | R$ 5 pessoas com deficiência (PCD)
                    Mais informações: www.saopauloboatshow.com.br

                    Sobre o Grupo Náutica
                    Com mais de 40 anos de atuação, o Grupo Náutica é a principal empresa relacionada ao fomento do setor náutico brasileiro, com frentes em comunicação, infraestrutura e eventos. O grupo é detentor da Revista Náutica, pioneira e líder absoluta; do Boat Show, maior evento náutico da América Latina, com edições em São Paulo e no Rio de Janeiro; da Metalu, uma das maiores construtoras de píeres do mundo; e da Ilha dos Coqueiros, espaço de eventos localizado na região da Costa Verde de Angra dos Reis, no RJ. É também iniciativa do Grupo Náutica as ações de responsabilidade social “Só Jogue na Água o que Peixe Pode Comer” e “Por Uma Cidade Navegável”, além dos principais guias de turismo náutico do país.

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                      Por: Redação -

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                      Com um dia lindo de sol e ventos entre 12 e 13 nós, foi dada a largada, neste sexta-feira (23), em torno das 12h30, da 70ª edição da Regata Santos-Rio. Foram 68 veleiros saindo da Baía de Santos com destino ao Rio de Janeiro. O número é o recorde da história da competição superando a marca de 2000 com 55 veleiros. Foram necessárias quatro tentativas de largada (veleiros queimaram as demais) para que a disputa começasse de fato em busca do título da competição.

                      Barcos como o de Torben Grael (Rudá/CBVela, barco santista), bicampeão olímpico em Atenas 2004 e Atlanta 1996, o Avohai, de Lars Grael, dois bronzes olímpicos em Atlanta 1996 e Seul 1988, o barco Crioula 29, do velejador olímpico Samuel Albrecht e baseado no Veleiros do Sul, de Porto Alegre (RS), e Iate Clube do Rio de Janeiro, o Xamã, do Yacht Club de Ilhabela (SP), campeão de 2015, e o Ventaneiro 3, do Iate Clube do Rio de Janeiro fizeram uma boa disputa nos primeiros momentos da regata.

                      “A largada foi bastante complicada, foram necessárias quatro largadas para valer a partida, pessoal estava muito afoito. É uma análise complicada dizer quem está bem na fita, serão 200 milhas náuticas, cerca de 340, 360 quilômetros, muita coisa irá acontecer”, disse Ricardo Baggio, o Kadu, diretor de vela do Iate Clube do Rio de Janeiro e que faz parte da organização do evento junto com o Iate Clube de Santos. “Temos o barco da tripulação do Crioula que é muito experiente e boa, aguenta o tranco o tempo inteiro. O Ventaneiro, que começou na frente, pode vir bem. O Torben, no Rudá/CBVela, e o Xamã são barcos que andam muito bem, mas não conhecemos muito bem. O Xamã está fazendo pela primeira vez uma regata oceânica, barco foi reformado, esperamos que se saíam bem. Mesma coisa o Torben Grael com a tripulação mais jovem com o time da Vela Jovem da CBVela, muita gente ali fazendo pela primeira vez uma regata oceânica. Largaram muito bem eles, mas é uma regata longa e que muita coisa irá acontecer e as tripulações serão colocadas à prova. As tripulações menos experientes podem sofrer mais”.

                      São cerca de 500 velejadores de todos os cantos do Brasil e várias medalhas olímpicas na raia. Martine Grael, Ouro na Rio-2016, está na tripulação do Blue Seal, de Santos (SP), comandada por Mario Martinez, Isabel Swan, bronze em Pequim 2008, está no Boto, de Paraty (RJ), comandado por André Sobral. Além deles, outras feras como Maurício Santa Cruz correndo no Pinguim, do Rio de Janeiro, em barco em dupla. Ele possui cinco títulos mundiais. Campeão Mundial, Samuel Gonçalves compete no barco de Torben assim como Henry Boening, proeiro de Robert Scheidt. Pedro Trouche, campeão da Star Sailors League em 2018, está no veleiro de Lars.

                      O barco Sexta-Feira, com turma do projeto Grael, de Niterói (RJ), acabou abandonando nos primeiros momentos. Eles haviam realizado uma vaquinha virtual em conjunto com o barco paulista Bravo que segue na disputa. São 11 membros no projeto Grael e mais um do projeto Navega São Paulo, de Praia Grande (SP).

                      A previsão é que os velejadores enfrentem um contra-vento forte na região de Ilhabela (SP) que pode superar a casa dos 20 nós e chegar até os 30. A chegada será na ilha da Laje, no Rio de Janeiro. A regata pode ser acompanhada ao vivo pelo programa de rastreamento SPOT.

                      Os barcos disputam o título geral e das classes ORC, IRC, BRA-RGS, Clássicos, Mini 6.5 e Bico de Proa. Os veleiros Clássicos disputam a premiação La Belle Classe oferecida pelo Iate Clube de Santos em parceria com o Yacht Club de Mônaco que organiza a regata de oceano mais antiga do mundo.

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                      Desfile de barcos e presença do Cisne-Branco

                      Antes da largada, em celebração à 70ª edição, foi realizado um desfile dos veleiros com homenagem especial aos 12 barcos presentes campeões da história da regata com presença do Navio-Veleiro Cisne Branco e banda da Polícia Militar agitando o público que passava pelo calçadão do Canal 7, na Ponta da Praia em Santos (SP).

                      Martine Grael prestigiou o evento acompanhado no Píer dos Pescadores junto com o Ministro de Minas e Energia, Bento Costa Lima, Almirante de esquadra. Em seguida, Martine foi ao seu barco assim como Bento Costa Lima que está participando da 70ª Santos-Rio pelo barco Villegagnon, da Escola Naval do Rio de Janeiro.

                      Dos 12 presentes, o mais antigo campeão, o Cangaceiro, campeão de 1954, veio à Santos somente para prestigiar o desfile. O barco mais antigo a competir é o Aventura, de 1957, da Marina Bracuhy, de Angra dos Reis (RJ), reformado recentemente.

                      Após a disputa da 70ª Santos-Rio será realizado o 51º Circuito Rio, na Baía de Guanabara, a partir do dia 30 de outubro até 2 de novembro, que vale como Campeonato Brasileiro da classe ORC.

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                        Primeira balsa elétrica do Reino Unido deverá iniciar operação em 2021

                        Por: Redação -

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                        O “e-Voyager”, primeira balsa elétrica do Reino Unido, saiu da marina de Plymouth, no dia 13 de outubro, a fim de realizar testes para, em abril de 2021, iniciar o transporte de passageiros pelo litoral sul da Inglaterra.

                        Fruto de um projeto inaugural do Voyager Marine, o barco elétrico é cobaia de uma ação da construtora que visa municiar e oferecer um pacote completo de design, instalação e manutenção de embarcações elétricas de alto mar. O barco se idealizou através de uma reforma feita pelo consórcio que inclui a Plymouth Boat Trips e o Voyager Marine, em parceria com a Universidade de Plymouth.

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                        O sistema de propulsão elétrica irá substituir um antigo motor diesel de 60 hp, que foi desenvolvido pela EVParts UK e usa um motor de 400V. Além disso, a balsa terá uma bateria reformulada do Nissan Leaf, que fornece armazenamento de energia.

                        A deputada local, Sheryll Murray, supervisionou a cerimônia de lançamento, e afirmou que a Câmara Municipal de Plymouth deve instalar três carregadores de 22 kWh no porto, permitindo um tempo de carregamento de três horas.

                        O barco será carregado durante a noite ao atracar, para funcionar por um dia inteiro e completar seus requisitos de viagem com uma única carga. Se necessário, o modelo será conectado e recarregado entre as viagens conforme os passageiros embarcam.

                        Agora que o e-Voyager está concluído e operando, a Universidade de Plymouth irá coletar dados sobre o impacto do ar, da água e do ruído do barco para demonstrar os benefícios ambientais que uma troca do combustível pelo elétrico é capaz de proporcionar.

                        Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                          Você sabia que o Pelé teve uma lancha? Essa aqui, uma Carbrasmar Xaréu 22, ano 1969

                          Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                          Fora dos campos, Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, que completa 80 anos nesta sexta-feira, 23 de outubro, também fazia seus gols de placa. Um dos mais belos deles foi marcado em 1969, antes da conquista do tricampeonato mundial, quando o maior jogador de todos os tempos comprou uma lancha Carbrasmar modelo Xaréu 22, que batizou com o nome de sua primeira filha, Kelly Cristina, nascida em 1967.

                          O melhor de tudo é que a lancha que pertenceu ao Rei do Futebol ainda existe, já com 51 anos de mar, resgata pelos irmãos Danilo e Leandro Iakimoff, e será exibida no São Paulo Boat Show 2020, que acontecerá de 19 a 24 de novembro, na Raia Olímpica da USP.

                          Cultuadores de barcos de madeira, Danilo e Leandro garimpavam um casco antigo, mas ainda em boa forma, quando um amigo anunciou ter encontrado em Santos uma Carbrasmar modelo Xaréu 22, ano 1969, do jeito que eles queriam. Confiando na informação, eles fecharam o negócio “às cegas”, ou seja, sem conferir o estado de conservação da mercadoria. Dias depois, quando finalmente viram a lancha, levaram um susto. “O motor estava fundido, o costado, solto, e a madeira, deteriorada. Pouca coisa se salvava”, conta Danilo.

                          Ao conferir os documentos daquela embarcação clássica, porém, os irmãos Iakimoff tiveram uma surpresa que compensou, com juros e correção, o investimento de R$ 10 mil: a Kelly Cristina — o nome estava bem visível no casco da joia — tinha valor histórico. Seu primeiro e famoso dono tinha sido simplesmente o rei Pelé, que comprou a lancha antes do Tricampeonato mundial, no ano de 1969, quando jogava no Santos

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                          Como bons restauradores, Danilo e Leandro encararam, então, o desafio de deixá-la nova novamente, garimpando peças e acessórios originais. Após um anúncio nos classificados da revista NÁUTICA, eles conseguiram o patrocínio das Tintas International, da marina Píer 26 e de um amigo, Ronald Bremberger, o que permitiu que a restauração fosse concluída em apenas três meses — a tempo de a Kelly Cristina ser exibida como uma das atrações do São Paulo Boat Show 2008.

                          “O próprio Pelé visitou o barco, e se emocionou por lembrar seu pai, Dondinho, que na época usava muito a sua lancha”, conta Danilo.

                          A velha Carbrasmar ficou novinha de novo, e linda, tal qual saiu de fábrica. Para o retorno à água, eles escolheram o dia 19 de novembro de 2009, data do 40º aniversário do 1 000º gol do rei, que, por coincidência, foi marcado no mesmo ano em que esta Carbrasmar foi construída. Não foi só nos campos de futebol que Edson Arantes brilhou. Feliz aniversário, Rei!

                           

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                            Por: Redação -

                            A empresa carioca Kelson’s é uma das confirmadas no São Paulo Boat Show 2020, que acontecerá de 19 a 24 de novembro, com sua linha de revestimentos desenvolvidos para estofamento náutico e, também, decoração externa. Por possuírem ação antibacteriana (antifungo), os produtos proporcionam facilidade para limpeza e, também, maior resistência e durabilidade — inclusive quando aplicados em áreas externas.

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                            Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.

                            Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.

                            Anote aí!

                            SÃO PAULO BOAT SHOW 2020
                            Quando? De 19 a 24 de novembro
                            Dias de semana das 15h às 22h
                            Finais de semana das 13h às 22h
                            Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo
                            Mais informações: [email protected]

                            Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                              Por: Redação -

                              Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                              O 10º Macau Yacht Show está confirmado e acontecerá de 29 de outubro a 1º de novembro, no Fisherman’s Wharf, em Macau. A feira será organizada pelo NamKwong Exhibition Co e o Instituto de Promoção do Comércio e Investimento de Macau.

                              O evento deste ano será um dos únicos shows náuticos na China em 2020. Limitado ao grande público, o Macau Yacht Show terá a presença apenas daqueles que vivem na área da “Grande Baía” (Macau, Guangdong, Hong Kong), e ocorrerá simultaneamente com a Exposição de Aviação Executiva e a Exposição Internacional de Importação de Automóveis.

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                              Além disso, a organização proporcionará uma transmissão ao vivo na sexta-feira, dia 30 de outubro. O foco do evento será em explorar o desenvolvimento da navegação na região, na cooperação da indústria de iates e de instituições financeiras e, sobretudo, no crescimento da economia marítima da Grande Baía.

                              Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                Por: Redação -

                                *Por Keity Ciccacio

                                “Qual a melhor opção: comprar um barco novo ou reformar o atual? A resposta a essa pergunta frequente é: depende…

                                Acredito que essa tenha sido a pergunta que mais ouvi durante toda a minha carreira. E não existe uma resposta direta. Antes, é necessário avaliar alguns pontos, algumas variáveis.

                                Aparentemente, o investimento para a reforma de um barco é muito menor que o necessário para a compra de um novo. Sim, isso pode ser verdade. Por exemplo, ao investir R$ 500 mil na reforma de uma lancha de 50 pés você poderá ficar com uma embarcação renovada, com a vantagem de ser um barco que já tem uma história, com o qual mantém um relacionamento afetivo. Já para adquirir um barco zero do mesmo tamanho você gastará algo em torno de R$ 7 milhões (sem considerar seu usado como parte de pagamento).

                                Mas, cuidado: o refit (reforma do barco) pode ser muito atrativo, desde que bem programado. Caso contrário, pode virar uma dor de cabeça. O resultado pode ser desastroso em vários aspectos, a começar pelo financeiro.

                                Não é uma conta muito simples de se fazer. Primeiro, é preciso pegar o preço do barco zero (ou seminovo), já com todos os opcionais que se pretende ter a bordo. Em seguida, comparar o resultado com o valor do barco atual acrescido com todos os custos da reforma. A dificuldade está em avaliar previamente o custo desse refit. Muitas vezes só descobrimos certas necessidades do barco após o início da desmontagem.

                                Em uma reforma com orçamento menor, esse planejamento financeiro é mais fácil. Mas, lembre-se de que mesmo em um barco novo você terá que investir no enxoval completo, na decoração e em algumas adaptações. É importante ter em vista esses investimentos extras para que o comparativo seja feito corretamente, com todos os indicadores na ponta do lápis.

                                No caso de reforma, o primeiro ponto a se avaliar é: qual o pacote de benfeitorias que se encaixa no orçamento tido como ideal? Depois: as alterações contidas no orçamento da reforma serão suficientes para atingir o resultado esperado?

                                Em relação ao barco zero, é preciso definir o pacote de itens extras necessário para você sair navegando, e adicionar o valor ao preço do barco.

                                A opção por uma alternativa ou outra (reformar ou comprar novo?) depende também do tamanho do barco desejado, levando-se em conta variáveis como o prazo de entrega.

                                Quando você pretende usar um barco novo, dependendo da disponibilidade do estaleiro, o uso pode ser praticamente imediato. Já no caso da reforma, conforme o nível das melhorias, você terá que esperar alguns meses para voltar a navegar. O lado bom da história é que os gastos também são feitos aos poucos, na medida do bol­so de cada um, o que é uma ótima vantagem.

                                O mesmo vale para o barco zero construído sob encomenda. Ou seja, você não precisa do dinheiro todo; o fluxo de caixa acompanha o prazo da construção. Sim, nem sempre a entrega do barco novo é imediata. Em alguns casos, a demora é maior até que o prazo previsto para a reforma do barco atual.

                                Só isso? Não. É preciso também avaliar a questão da personalização do projeto. A maioria dos barcos novos tem uma limitação nesse ponto, embora, cada vez mais, os estaleiros ofereçam a opção de customização, principalmente para os barcos de maior porte. Já na reforma, o barco pode ficar do jeitinho que você quer. Se esse é um ponto importante para você, vale a pena pesquisar.

                                Em resumo, a melhor alternativa entre comprar um barco novo ou reformar o usado depende da personalidade do comprador, do dinheiro disponível para o investimento e do prazo que ele está disposto a esperar para poder usar o barco.

                                Há clientes que não abrem mão do barco zero, com garantia de entrega. Há os que priorizam a construção sob encomenda (com a possibilidade de personalizar o barco). Outros preferem investir no barco seminovo. E tem o cliente que busca um bom negócio. Como se vê, cada opção tem seus prós e contras”.

                                * KEITY CICCACIO é Especialista NÁUTICA em projetos para interior de embarcações e tem 20 anos de experiência, com mais de 80 projetos de retrofit executados por meio da sua empresa, a Step On Board Arquitetura.

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                                  Paralímpico radical Andre Cintra realiza expedição inédita de kitesurf no Maranhão

                                  Por: Redação -

                                  Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                  Atleta paralímpico de snowboard percorreu lugares pouco explorados do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses

                                  Em uma expedição inédita de kitesurf, o atleta paralímpico de snowboard Andre Cintra pôde descobrir lugares pouco explorados do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, no Maranhão.

                                  Em uma experiência nova em meio à pandemia, Andre enfrentou condições adversas e desafiadoras, em uma região pouco habitada, selvagem e de difícil acesso, com alimentação restrita ao longo de quatro dias.

                                  “Eu gostaria muito de ir pra neve, realizar meus treinamentos e participar de competições, mas como os países estão fechados, eu tive que me adaptar e escolher um local pra poder praticar um esporte de prancha  no Brasil. E mais uma vez foi surpreendente. Nosso país é lindo e sempre é valioso visitar lugares especiais como esse”, destaca o atleta.

                                  Andre Cintra utiliza uma prótese adaptada para cada um dos esportes radicais que pratica, como o kitesurf. Acompanhado do amigo e filmmaker Andre Penna, ele enfrentou diversos perrengues ao longo da viagem. 

                                  “Saímos de São Paulo e desembarcamos em São Luis. De lá, seguimos até a pequena Santo Amaro, em uma viagem de mais de quatro horas de carro desde a capital do Maranhão. Lá, dormimos em redes, nas casas simples dos locais. Para chegarmos até os locais de velejo com o kite enfrentamos inúmeros desafios para alcançar pontos nada explorados dos Lençóis Maranhenses. Imagina isso tudo com a prótese, não foi nada fácil mesmo, mas adorei a experiência”, explica.

                                  Além de praticar kitesurf nas lindas e cristalinas lagoas da região, Andre Cintra teve que aprender a velejar de outra maneira: sem as quilhas do kite.

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                                  “Aprendi a velejar na areia, com o trenó nas dunas entre os pântanos, em áreas de restinga, com vegetação baixa e em pontos que eles chamam de alagados, com pouca água. Foi uma experiência incrível em meio a uma paisagem simplesmente espetacular. O Maranhão sempre surpreende com sua beleza e preservação”, finaliza o atleta.

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                                    Primeiros velejadores chegam ao Iate Clube de Santos para a 70ª Regata Santos-Rio

                                    Por: Redação -
                                    22/10/2020

                                    Os primeiros velejadores já chegaram entre esta terça e quarta-feira no Iate Clube de Santos para a disputa da 70ª edição da Regata Santos-Rio, que largará nesta sexta, dia 23, após um desfile pela Baía de Santos, às 10h30. Lars Grael chegou na noite de terça-feira, vindo do Rio de Janeiro com seu barco Avohai com o qual irá disputar a classe ORC. No mesmo barco, estará Marco Grael, que tem vaga garantida nos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2021.

                                    Duas vezes medalhista Olímpico em 1988, em Seul, na Coreia do Sul, e 1996, em Atlanta, nos EUA, Lars comentou sobre a previsão de contra-vento para a prova o que deve alongar a duração da prova: “Por enquanto a previsão meteorológica não são muito favoráveis, são ventos leste, vento contra de intensidade médio para forte e podendo ter chuva a partir de sábado. Mas isso é a Santos-Rio, vento que predomina na costa, talvez a importância da regata se dê pelo desafio e dificuldades que se apresentam. Então, a tática será decisiva se os barcos vão navegar mais próximos ou mais afastados da costa, cada um vai tomar sua decisão buscando chegar o quanto antes no Rio em busca da tradicional taça Cidade de Santos”.

                                    E as condições favorecem a quais tipos de barcos? Lars destaca: “Não sabemos as condições que encontraremos na chegada no Rio de Janeiro onde a tendência é o vento diminuir ou morrer. Se as condições forem de vento intenso por todo o trajeto, favorece os barcos maiores. Se chegarmos no Rio com pouco vento e domingo de manhã entrar o vento de novo, daí pode favorecer os pequenos, então é uma previsão difícil de falar, mas normalmente os barcos maiores com vento forte contra-vento são favorecidos”.

                                    O dia também teve o primeiro contato de Torben Grael – hexacampeão da Santos-Rio como comandante – que vai liderar o barco Rudá com membros do projeto Vela Jovem da Confederação Brasileira de Vela, futuros grandes nomes da vela do Brasil, entre eles o filho de Lars Grael, Nicholas, Giovanna Prada, filha do medalhista olímpico Bruno Prada. O veleiro terá presença também de Henry Boening, proeiro de Robert Scheidt, e do campeão mundial, Samuel Gonçalves.

                                    Baianos chegam após saga de 12 dias no mar com barco campeão de 2001. Após 17 dias, gaúchos disputam pela primeira vez com barco campeão de 1980 

                                    Quem chegou no fim da tarde desta quarta-feira foi o veleiro Marujo´s, do baiano Gerald Wicks. Ele foi direto do Aratu Iate Clube, em Salvador, pela primeira vez para a Santos-Rio pela importância da 70ª edição e, também, porque será homenageado.

                                    Gerald, que começou a velejar em Itapuã há mais de 40 anos, saiu da capital baiana no dia 10 de outubro e fez sua viagem por 12 dias até chegar ao Iate Clube de Santos, uma saga com alguns percalços no caminho: “A intenção era vir parando no caminho, mas tivemos muitos problemas com vento forte contra, tivemos avarias importantes, rasgamos vela, monitor estourou, cabo que arrebentou, tivemos que retornar pro porto anterior. Estávamos quase em Abrolhos, retornamos para Ilhéus (BA) para esperar a frente fria passar. Em Vitória (ES) ficamos dois dias parados esperando outra frente passar, depois fomos para Ilhabela (SP) e chegamos aqui. Vamos fazer os devidos reparos necessários nesta quinta-feira para chegar bem na sexta”.

                                    O veleiro estará na raia na classe ORC concorrendo diretamente com fortes veleiros como o Avohai de Lars Grael, o Blue Seal, com Martine Grael, e o Crioula 29, com Samuel Albrecht.

                                    “Acredito que se fizermos tudo certinho na regata conseguiremos chegar em uma posição boa. Sempre competirmos na classe ORC, a mais competitiva. Pro nosso perfil achamos que é a que mais se encaixa. Nosso barco é rápido, não sei se iremos bem no tempo corrigido, mas no real vamos tentar chegar perto dos ponteiros. A previsão de contra-vento não me assusta, só teremos mais horas velejando, se o vento ficar muito forte vai ficar desconfortável, mas estamos prontos. Quem veleja no mar não pode escolher muita coisa, é regular as velas e seguir adiante”.

                                    Outro barco que veio de longe foi o Five Stars, com tripulação de seis pessoas, todos gaúchos, direto do Iate Clube Guaíba, em Porto Alegre (RS). Foram 17 dias de viagem. O veleiro, construído em 1979 para disputar prova na Holanda, foi o campeão em 1980 na Regata Santos-Rio e chega como um dos poucos da história da regata com o status de ser totalmente fabricado e projetado no Brasil.

                                    “Nunca viemos para a Santos-Rio. É o local mais longe para competir que nos deslocamos. Viemos pelo aniversário das 70 edições, homenagem e também porque o barco foi um dos poucos com projeto totalmente brasileiro campeão da Santos-Rio.  Saímos de Porto Alegre, paramos em Rio Grande (RS), depois demos um tiro até Porto Belo (SC), depois decidimos só velejar de dia, paramos em Itajaí (SC), ilha de São Francisco (SC), ilha do Bom Abrigo (PR), quase entrada de São Paulo, e viemos direto para cá  Como mantemos uma média acima de 5 nós, e com vento fraco acionamos o motor, não tivemos avarias”, disseram o comandante Luiz Fernando e o capitão Volney Lima que vão correr com perspectivas de chegar ao Rio de Janeiro com segurança diante das condições adversas previstas: “Ele é bom de contra-vento, mas é um barco de 41 anos, não queremos forçar muito, vamos colocar uma vela adequada, sem forçar a tripulação, vamos com segurança”.

                                    Além dos grandes nomes descritos acima, a 70ª Santos-Rio terá outros medalhistas olímpicos como Kiko Pelicano e Isabel Swan, campeões Mundiais como Maurício Santa Cruz, Samuel Gonçalves, velejadores que estarão na Olimpíada de Tóquio 2021 como Samuel Albrecht. Pedro Trouche, campeão da Star Sailors League em 2018, também marcará presença.

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                                    O evento terá dois barcos, o Bravo e o Sexta-Feira, com doze tripulantes de projetos sociais de Vela, o Grael, de Niterói (RJ), e Navega São Paulo, de Praia Grande (SP), a maioria de comunidades carentes e que arrecadaram dinheiro por uma vaquinha virtual para estarem na competição.

                                    Veleiros Clássicos também serão brindados e vão disputar o troféu La Belle Classe oferecido pelo Iate Clube de Santos em parceria com o Yacht Club de Mônaco que realiza a regata mais antiga do mundo.

                                    O veleiro Aventura, de 1957, é o mais antigo da raia. De madeira e reformado há dois anos, ele é um destaque à parte. Foram 40 anos competindo no Rio Grande do Sul, onde foi construído, e desde 2008 está baseado em Angra dos Reis (RJ).

                                    Os barcos vão disputar as categorias ORC, IRC, BRA-RGS, BRA-RGS Clássicos e Mini-Transat. Lembrando que a vela de oceano estará no programa dos Jogos Olímpicos de 2024, em Paris.

                                    A 70ª Santos-Rio poderá ser acompanhada online em tempo real pelo sistema SPOT Brasil, subsidiária da empresa americana Globalstar Inc, que fará o rastreamento dos veleiros.

                                    Após a disputa da 70ª Santos-Rio, será realizada a 51ª edição do Circuito Rio entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro com organização do Iate Clube do Rio de Janeiro. O Circuito Rio valerá como o Campeonato Brasileiro da classe ORC.

                                    Veleiros Homenageados no Desfile de Sexta-Feira (ano do título e nome do veleiro):

                                    1959 – Cangaceiro

                                    1971 – Buscapé

                                    1978 – Krishna

                                    1980 – Five Stars

                                    1995 – H3+

                                    2001 – Neptunus X – Agora chamado de Majuro´s

                                    2007 – Sorsa III

                                    2011 – Magia

                                    2013 – CBVela/Rudá

                                    2015 – Angela Star – Agora chamado de Xamã

                                    2018 – Felciuno – Agora chamado +Bravíssimo

                                    2019 – CBVela/Rudá

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                                      Por: Redação -

                                      Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                      O secretário de Turismo do Estado de São Paulo, Vinicius Lummertz, anunciou a realização do São Paulo Boat Show 2020, que acontecerá de 19 a 24 de novembro na Raia Olímpica da USP.

                                      https://www.instagram.com/p/CGnrHUHpNjF/

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                                      Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.

                                      Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.

                                      Anote aí!

                                      23ª edição do São Paulo Boat Show
                                      Raia Olímpica da Universidade de São Paulo – Av. Professor Mello de Morais nº 1382, Butantã – São Paulo
                                      19 de novembro (quinta-feira), das 15h às 22h
                                      20 de novembro (sexta-feira), das 15h às 22h
                                      21 de novembro (sábado), das 13h às 22h
                                      22 de novembro (domingo), das 13h às 22h
                                      23 de novembro (segunda-feira), das 15h às 22h
                                      24 de novembro (terça-feira), das 15h às 22h
                                      Ingressos: R$ 70 público geral | R$ 35 pessoas acima de 65 anos | R$ 5 pessoas com deficiência (PCD)

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                                        A italiana Wally Yachts, que faz parte do Ferretti Group desde o início do ano passado, acaba de apresentar seu segundo modelo desde a aquisição da marca pelo grupo. Chamado de Wallytender 43, a nova embarcação é ousada e certificada para levar até 12 passageiros. O modelo conta com um terraço dobrável e oferece diversas opções de uso, seja para a capacidade total, seja para um casal passar um final de semana a bordo.

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                                        Construído em Forli, na Itália, o primeiro Wallytender 43 foi lançado no mês passado, e ainda apresenta outro diferencial: uma área de estar central super protegida, envolvida por vidros altos, que oferece um ponto que ao mesmo tempo é espaçoso e seguro, promovendo uma espécie de walkaround deck. A cor do casco, uma espécie de verde metálico, chama muita atenção e o casco foi confeccionado para promover uma viagem suave e eficiente.

                                        Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                          Por: Redação -

                                          A catarinense Jett Deck, no mercado há 20 anos, apresentará suas soluções em pisos náuticos em EVA no próximo São Paulo Boat Show, que acontecerá de 19 a 24 de novembro, na Raia da USP. Os pisos da marca unem conforto e maciez ao toque, não esquentam sob o sol, têm alta aderência quando molhados – o que significa mais segurança -, têm boa durabilidade, fácil instalação, diversas opções de cores e personalização e não acumulam sujeira.

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                                          Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água.

                                          Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.

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                                          SÃO PAULO BOAT SHOW 2020
                                          Quando? De 19 a 24 de novembro
                                          Dias de semana das 15h às 22h
                                          Finais de semana das 13h às 22h
                                          Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo
                                          Mais informações: [email protected]

                                          Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                                            Por: Redação -

                                            Siga o nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente: @revista_nautica

                                            A maioria dos cães adoram estar a bordo. Pode ser que demorem um pouco para se aclimatarem ao movimento do barco na água – assim como acontece com alguns cães, que precisam de tempo para se acostumarem com o movimento de um carro na rodovia. Mas, depois, a alegria é inconfundível no rosto de um cachorro cujo focinho está apontado para fora da proa, orelhas balançando com a brisa e nariz sentindo o cheiro salgado do mar.

                                            A Náutica listou quatro acessórios muito úteis para cães que navegam:

                                            1. Coletes salva-vidas

                                            Para começar, existem coletes salva-vidas para cães. Felizmente, existem várias marcas diferentes que oferecem esses tipos de acessórios especiais. Cada empresa oferece produtos com diversas variedades.

                                            Muitos coletes salva-vidas para cachorros têm elementos reflexivos para que você possa ver o cão se ele cair na água. Eles também costumam ter uma alça nas costas do colete (que passa ao longo das costas do cão) para que você possa tirá-lo da água com mais facilidade e colocá-lo de volta no barco. Esses coletes salva-vidas são projetados de forma semelhante a arreios, para que o cão se sinta confortável usando-os o dia todo.

                                            2. Tigelas de água

                                            A maioria dos cães gosta de cochilar sob o sol, mas pode se tornar quente demais durante um dia inteiro de barco. É por isso que é importante levar água fresca extra e uma tigela para o cão beber enquanto estiver a bordo.

                                            Mais uma vez, existem várias tigelas para cães no mercado que são perfeitas para um dia no barco. Algumas são feitas de silicone e são dobráveis, tornando-as fáceis de transportar e armazenar. Outras são feitos de aço inoxidável, então são capazes de suportar os solavancos do barco. O aço inoxidável também é resistente à ferrugem – um grande fator a se considerar em ambientes de água doce e salgada.

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                                            3. Brinquedos à prova d’água

                                            Assim como você levaria itens de praia para os humanos se divertirem quando o barco ancora na praia, você pode levar brinquedos para o pet aproveitar também. Muitos brinquedos diferentes são feitos para flutuar depois que você os joga e alguns até são projetados para ficar de pé na água, tornando mais fácil para o cão vê-los e recuperá-los. A cor também é importante – por exemplo, brinquedos vermelhos e brancos geralmente se destacam contra as ondas azuis.

                                            4. Rampas ou escadas para cães

                                            Por último, mas não menos importante, para quando o cão terminar de brincar na água e precisar voltar a bordo, rampas adequadas para barcos e docas, semelhantes às que alguns donos de cães colocam ao lado das camas em casa, são ideais para ajudar os cães a escalar sem se esforçar.

                                            As rampas são móveis, por isso podem ser usadas, digamos, como uma plataforma para o cachorro ir do cais da marina para o barco, e novamente mais tarde no mesmo dia como uma plataforma para ele sair da água e voltar para o barco.

                                            coletes salva-vidas para cães

                                            Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

                                            Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                                              La Bella Verde (LBV), uma desenvolvedora espanhola de catamarãs ecológicos, vai lançar o que descreve como “o barco mais sustentável do mundo” em 2021. O LBV35 é uma colaboração entre La Bella Verde e os especialistas em barcos Norbert Sedlacek e Marion Koch da Innovation Yachts. Tendo anteriormente focado na redução de emissões através da implementação de tecnologia de propulsão elétrica solar, o LBV35 é um barco 100% reciclável, onde até os moldes são feitos de material totalmente reciclável.

                                              A LBV comprará de volta os materiais compostos do seu LBV35 e os reutilizará em construções futuras, demonstrando como uma abordagem de economia de círculo completo pode ser aplicada à indústria náutica.

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                                              O LBV35 será produzido em Les Sables d’Olonne, França, lar do Innovation Yachts de Norbert Sedlacek. A colaboração mostra os mais de 30 anos de experiência de Sedlacek. Isso, por sua vez, visa fornecer ao LBV35 um poderoso desempenho de navegação; rápido e seguro, além de fácil manuseio para navegar.

                                              “Após 11 anos de desenvolvimento contínuo com materiais de construção de iates de alta qualidade, totalmente recicláveis, estamos felizes em nos tornar a casa do novo LBV35”, disse Norbert. O esforço para atingir as especificações ideais de navegação também foi canalizado para o design estético com um convés aberto, design inovador do casco e motores elétricos silenciosos.

                                              Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

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                                                A Zimarine, empresa especializada em confecção de teca natural, estará em mais uma edição do São Paulo Boat Show, que acontecerá entre 19 e 24 de novembro. Com opções em teca tanto para o interior quanto o exterior de embarcações, a empresa conta também com uma linha de acessórios e bancadas gourmet, além de produto especial para limpeza de teca.

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                                                Quando? De 19 a 24 de novembro
                                                Dias de semana das 15h às 22h
                                                Finais de semana das 13h às 22h
                                                Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo
                                                Mais informações: [email protected]

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                                                  Nascido em Capanema, no Pará, José Clauberto de Andrade está nos preparativos finais em busca do bicampeonato da Regata Santos-Rio, que chega em sua 70ª edição em 2020 e contará com campeões olímpicos como Torben Grael e Martine Grael, entre outros medalhistas como Lars Grael, Kiko Pelicano, Isabel Swan e campeões mundiais como Samuel Gonçalves e Maurício Santa Cruz.

                                                  No ano passado, Clauberto comandou o barco BL3 URCA de Ilhabela (SP), local onde reside há 20 anos, ao título na classe BRA-RGS e vai tentar revalidar a conquista nesta edição. “Estamos super ansiosos para a 70ª Santos-Rio, que a previsão seja das melhores para nos levar com segurança ao Rio de Janeiro e rápido que é o sonho dos velejadores seja com vento a favor com intensidade média. Adoro fazer a Santos-Rio, é um desafio, desde a organização, logística, planejamento, passo sempre aos meus alunos e os levo alguns deles para a prática na regata, vivenciando situações, mar alto, navegação noturna. Eu chamo de desafio para todos nós, como se fosse uma formatura. A ideia é nos manter bem focados nessa regata e, quem sabe, obter o bicampeonato na classe”, disse Clauberto que para esta edição levará três tripulantes que foram em 2019.

                                                  Clauberto gosta de usar a Santos-Rio como um teste para seus alunos. Ele trabalha há vinte anos como professor na escola BL3, em Ilhabela, ministrando aulas e cursos de vela oceânica. O paraense começou no esporte na década de 80 na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, passou por várias classes de monotipo e se fixou na vela de oceano, velejando com campeões olímpicos como Eduardo Penido (Ouro em Moscou em 1980) e outros grandes nomes como Sérgio Mirsky.

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                                                  “Ano passado velejamos com vento leste, contra e fraco, foi eu e mais seis alunos, fizemos uma regata super boa, fomos um pouco mais fora da costa, ficamos bem na regata, procuramos economizar pois sabíamos que próximo à terra não tinha muito vento, mas também não ficar muito em alto mar. Esse ano, teremos três da tripulação do ano passado, pessoal está animado, expectativa melhor possível”.

                                                  Clauberto segue com fortes ligações no Pará. Ele faz parte da ANB, Associação Náutica de Belém: “Vela paraense está super bem, lá temos a flotilha da classe Laser grande. Crescendo bem, pessoal se organizando, vela paraense está em crescimento. Estou sempre em contato e buscando seguir o crescimento por lá”.

                                                  A largada da Santos-Rio será na sexta-feira, dia 23, a partir das 12h, na Baía de Santos. A partir das 10h30 haverá um desfile com fechamento do porto de Santos e salva de canhão para todos os vencedores da história da regata dados pelo Navio-Veleiro Cisne-Branco e com presença de uma fragata da Marinha do Brasil.

                                                  A chegada será na ilha da Laje, na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, e a premiação no Iate Clube do Rio de Janeiro. A organização é do Iate Clube de Santos, Iate Clube do Rio de Janeiro com apoios da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, a ABVO, Prefeitura de Santos, e CBVela.

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                                                    Por: Redação -
                                                    21/10/2020

                                                    Siga nosso TWITTER e veja a série Dicas Náuticas diariamente.

                                                    Em uma das principais atrações turísticas internacionais, duas balsas elétricas inauguraram o retorno dos visitantes às águas das três quedas que formam as Cataratas do Niágara, no dia 6 de outubro. E o melhor: sem usar uma única gota de combustível.

                                                    As balsas, do tipo catamarã, 100% elétricas, nominadas em homenagem a Nikola Tesla e James V. Glynn, são perfeitas para a viagem porque seus motores elétricos dispõe de alto torque e entregam a energia instantaneamente. Já no caso da antiga motorização à diesel, era possível sentir a balsa trepidando enquanto os motores geravam o torque necessário ao deslocamento da embarcação para se afastar das Cataratas.

                                                    O Nikola Tesla e o James V. Glynn substituem dois barcos a diesel, o Maid of the Mist VI e o Maid of the Mist VII. O primeiro já foi aposentado, enquanto a empresa manterá o Maid of the Mist VII por um curto prazo, enquanto é feita a transição para o elétrico.

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                                                    Mas agora, por que Nikola Tesla e James V. Glynn?

                                                    Para quem é local, Nikola Tesla soa óbvio, porque ele foi um cientista radicado nos Estados Unidos, e entre suas invenções, materializou a central elétrica das Cataratas do Niágara. Além da nomenclatura da balsa, Tesla tem uma estátua próximo a uma das quedas da Catarata.

                                                    Já James Glynn é um personagem histórico da região. Começou a trabalhar como vendedor de bilhetes em 1950, e comprou a empresa que gerencia os passeios de barcos às Cataratas em 1971. O senhor de 86 anos estava presente na inauguração das balsas, no começo deste mês.

                                                    As novas balsas do Maids of the Mist, o passeio de barco pelas Cataratas, são apenas dois exemplos de como as balsas elétricas estão sendo adotadas em todo o mundo, deixando para trás as embarcações movidas a diesel.

                                                    Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                      A marca de iates ecologicamente correta do Reino Unido, Arksen, que foi lançada no Boot Düsseldorf, em 2019, começou a construção de seu primeiro modelo de 27 metros, o Arksen 85. Embora nenhuma venda tenha sido concluída, as negociações com vários proprietários em potencial estão em andamento, segundo o site Internacional Boat Industry.

                                                      Com o codinome Project Ocean, o modelo é o carro-chefe da série Arksen Explorer, que também inclui os modelos 60 e 75, com iates maiores em desenvolvimento. O Arksen 85 foi projetado para acomodar até 14 passageiros, dependendo do layout interno. Seu flybridge fechado oferece vistas espetaculares dos arredores.

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                                                      O Project Ocean tem um pacote de propulsão totalmente híbrido e sistema de gerenciamento de energia fornecido pela Praxis Automation Technology. A capacidade solar oferece até 7kW de energia elétrica com emissão zero de carbono. Os sistemas de aquecimento e ventilação a bordo usam recuperação térmica para maior eficiência.

                                                      Os iates são construídos em Cowes, na Isle of Wight, no Reino Unido, pela Wight Shipyard, uma empresa associada à Southampton Marine Services e ao estaleiro envolvido na reforma de Shemara.

                                                      Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                        Por: Redação -

                                                        Engajado no momento atual do país, o São Paulo Boat Show 2020 irá ajudar a fazer a diferença para milhares de famílias carentes. Em parceria com a CUFA (Central Única das Favelas), que atende a milhares de famílias em situação de vulnerabilidade social, a Boat Show Eventos criou uma contribuição virtual para que todos possam ajudar a alimentar e possibilitar o acesso aos estudos de diversas famílias. Você também pode ajudar na arrecadação aqui.

                                                        A Central Única das Favelas (CUFA) está em mais de 5 mil favelas em 27 estados e tem como objetivo fomentar a formação de líderes sociais. Com a pandemia, todos os negócios na favela ficaram impactados e os centros de formação foram transformados em centros de distribuição de alimentos com foco nas mães, que são as gestoras das residências, de acordo com o instituto de pesquisa, Data Favela, que contabilizou 13 milhões de habitantes de favelas, dos quais 5,2 milhões são mães.

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                                                        Em sua 23ª edição, o mais importante salão náutico da América Latina terá como palco um lugar inédito, ao ar livre e com barcos no seco e também lado a lado na água, na Raia Olímpica da USP. Assim como os mais importantes salões náuticos do mundo, como Cannes e Miami, a cidade de São Paulo terá seu primeiro evento náutico totalmente na água, de 19 a 24 de novembro.

                                                        Mais do que um importante evento de negócios náuticos, o São Paulo Boat Show 2020, em novembro, pretende ser um passeio gostoso para toda a família e oferecer uma grande variedade de atrações para os visitantes, aproveitando o cenário natural e ao ar-livre da Raia da USP.

                                                        Anote aí!

                                                        SÃO PAULO BOAT SHOW 2020
                                                        Quando? De 19 a 24 de novembro
                                                        Dias de semana das 15h às 22h
                                                        Finais de semana das 13h às 22h
                                                        Onde? Raia Olímpica Universidade de São Paulo
                                                        Mais informações: [email protected]

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                                                          No último sábado, 17 de outubro, em Les Sables d’Olonne, na França, ocorreu a abertura da Vila da Regata, com a chegada dos 33 veleiros inscritos na 9ª edição da mais perigosa e radical prova da vela mundial: a Vendée Globe, cuja largada está prevista para o dia 8 de novembro.

                                                          Considerada o Everest dos mares pelos competidores, a Vendée Globe é uma volta ao mundo em solitário e sem escalas a bordo de veleiros monocascos de 60 pés da classe IMOCA (International Monohull Open Class Association). O conceito da competição é simples e muito claro: um homem ou uma mulher, o mundo e um barco.

                                                          Além de navegarem em solitário, os competidores não têm equipes de apoio no mar nem em terra firme, devendo percorrer no mínimo a distância de 40.075 quilômetros (a circunferência da Terra), ou 21 638 milhas náuticas, embora, na média das oito edições realizadas até hoje, a maioria dos concorrentes (velejando em ziguezagues) tenha navegado mais de 28 mil milhas. O único pit stop permitido a um competidor envolve o retorno a Les Sables d’Olonne, num um prazo de dez dias a partir da largada.

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                                                          A primeira edição da corrida teve início no dia 26 de novembro de 1989, quando 13 velejadores se lançaram ao mar em solitário para contornar a volta ao mundo em pouco mais de três meses. Desde então, somando-se as oito edições, 167 velejadores participaram da corrida, sendo que apenas 89 deles conseguiram cruzar a linha de chegada, o que por si só já mostra a dificuldade enfrentada pelos competidores, que são confrontados com tempestades, ondas gigantescas, ciclones, calmarias e um frio congelante — além de terem de contornar o temível Cabo Horn. Ainda assim, não faltam candidatos a ocupar posição na linha de largada.

                                                          Para se ter uma ideia de sua importância da Vendée Globe no calendário da vela, basta ver a quantidade de embarcações inscritas este ano: 33 (27 homens e seis mulheres), um número recorde — até então, a edição com maior de participantes foi a de 2008, com 30 barcos alinhando na largada.

                                                          O atual vencedor e recordista é o francês Armel le Cléac’h, que completou o percurso em 74 dias, 03 horas, 35 minutos e 46 segundos.

                                                          Histórico de participação:

                                                          1989-1990: 13 barcos
                                                          1992-1993: 15 barcos
                                                          1996-1997: 15 barcos
                                                          2001.2002: 24 barcos
                                                          2004-2005: 20 barcos
                                                          2008-2009: 30 barcos
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                                                          2016-2017: 29 barcos
                                                          2020-2021: 33 barcos

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                                                            Por: Redação -
                                                            20/10/2020

                                                            Atendendo aos apelos dos praticantes de esportes aquáticos como remo, canoagem e stand-up paddle (SUP), a Universidade de São Paulo pretende reabrir a Raia Olímpica nos próximos dias. O anúncio oficial deverá ser publicado na próxima sexta-feira, dia 23 de outubro.

                                                            Inaugurada em 1973, a Raia Olímpica é um conjunto esportivo com 2.200 metros de extensão, 100 metros de largura, 3 metros de profundidade média e 600 mil metros cúbicos de água limpa. Em tempos normais, durante todo ano, o tráfego de caiaques, canoas havaianas e barcos a remo no espaço é intenso.

                                                            Atletas e amadores se exercitam na raia diariamente, fazendo de São Paulo uma verdadeira capital do remo. Porém, por conta da pandemia, eles estavam impedidos de remar. Agora, com a entrada da cidade na Fase Verde, a universidade promete dar autorização para os atletas voltarem à ativa.

                                                            Com isso, atende também à reivindicação da Comissão de Atletas da Confederação Brasileira de Remo, que representa os atletas que defendem o país em competições internacionais e — sem os treinamentos — temiam perder uma vaga nas próximas Olimpíadas.

                                                            Em fevereiro deste ano, durante o Campeonato Brasileiro de Barcos Curtos e o Troféu Brasil, a raia foi palco de um recorde brasileiro: o Sargento Lucas Verthein conquistou o ouro na prova skiff masculino pesado com tempo de 6min49s86. As competições serviram como uma das etapas seletivas da equipe brasileira na busca de vagas para os Jogos de Tóquio 2021.

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