Teste Onix 290: uma lancha de 29 pés cabinada diferente de tudo!

15/03/2021

O estaleiro catarinense Onix Yachts — de Palhoça, na Grande Florianópolis — tem apenas três anos de vida, mas vem se firmando por construir barcos com bom aproveitamento do espaço, cascos navegadores e ótima relação custo x benefício. Três atributos desejados por dez em cada dez donos de barcos.

 

Até o momento desta reportagem, 20 unidades da Onix 290 navegam em nossas águas, o que mostra a boa aceitação do mercado. Para estrear no concorrido segmento das 29 pés, o estaleiro caprichou na receita. A Onix 290 é uma cabinada de médio porte perfeita para quem procura uma lancha de passeio diurno com pernoites rápidos. Veja no vídeo abaixo:

A proposta da Onix 290 é a de ser uma lancha bonita e confortável para juntar a família inteira a bordo (seu cockpit acomoda até nove pessoas, com certa tranquilidade) ou fazer pequenas travessias nos fins de semana, já que tem duas camas de casal na cabine para pernoite.

A Onix 290 é uma 29 pés que agrada bastante com suas linhas esquias e bonitas. O conforto também chama a atenção. Seu cockpit, espaçoso e desimpedido (o que facilita a circulação, embora haja um pequeno degrau entre a praça de popa e a meia-nau), tem bons sofás e uma pequena, mas agradável, espreguiçadeira a bombordo, ladeando o posto de comando.

O acesso ao cockpit pela popa, a boreste, é largo. Chama atenção o bom acabamento dos estofados, com tecido encorpado (o cliente escolhe a cor), mais agradável ao sentar.

Na parte de trás do cockpit há um sofá em L, com mesinha de centro, seguido de outro sofá, a boreste, posição que ajuda no equilíbrio do barco, graças à boa distribuição de peso. Há também uma geleira bem funda — e, portanto, com grande capacidade de armazenamento —, além de uma peça de madeira teca que serve como porta-copos e porta-aperitivos.

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Na pia, destaque para a ótima pressão da água, o que se repete, aliás, em toda a parte hidráulica a bordo: do banheiro ao chuveirinho de popa. Por sua vez, no modelo testado, o sistema de som se distribuía por seis alto-falantes (acessórios opcionais).

Sob o piso no centro do cockpit da Onix 290 há um enorme paiol, em que cabem todos as defensas e cabos do barco, alguns dos coletes e até o material de limpeza. Já a targa, lançada para trás, tem uma capota móvel do tipo bímini, que protege do sol, tornando o passeio de barco mais agradável nos dias mais quentes.

Completando o pacote de itens de lazer, há ainda, na plataforma de popa, o sempre bem-vindo espaço gourmet, com pia, churrasqueira a carvão (item de série) e banquetas de madeira sobre a plataforma de popa, que, por sua vez, pode ser do tipo submersível, com revestimento eva opcional.

Nessa parte saliente do barco, casco afora, o projetista instalou a chave de entrada de cais e a chave de bateria, além de um chuveirinho de água doce e de uma excelente escada de quatro degraus para o acesso à água.

Tudo muito bem-vindo, porque é nessa área, afinal, que as pessoas gostam de ficar, e, em nenhuma outra parte a bordo é possível estar tão próximo da água.

O posto de comando da Onix 290 tem um painel com formato exclusivo, diferente, mas interessante, com boa inclinação, em que os relógios são distribuídos em um círculo e o eletrônico fica em uma área rebaixada, no centro, o que facilita a leitura.

Na unidade testada por NÁUTICA, foi instalada a tela de um eletrônico multifunção Raymarine Axiom 7, de sete polegadas, à venda na Marine Express (www.marineexpress.com.br). Tanto a bússola quanto o rádio vhf estão bem posicionados. Porém, o volante escamoteável, importante para pessoas de alta estatura, não é item de série, apenas opcional.

Além disso, faltam um nicho para guardar objetos, o famoso porta-trecos, e uma entrada usb para o carregamento do celular. Detalhes que podem facilmente ser aprimorados pelo estaleiro.

O acesso à proa — onde há um bom solário — é feito por uma passagem no centro do para-brisa. Embora a abertura seja grande, exige um pouco de esforço, já que os degraus da escada são altos e um pouco pequenos.

O solário na proa, sobre a cabine, está bem dimensionado para apenas uma pessoa, com folga, ou para duas, com certo aperto. Há ainda um pequeno banco no bico de proa, encaixado no guarda-mancebo, que por sua vez tem linhas esportivas, acompanhando o design do casco, e altura crescente no sentido da proa.

Os seis cunhos de inox (distribuídos entre a proa, a meia-nau e a popa) são adequados para o tamanho do barco. A caixa de âncora tem guincho elétrico, com duplo comando: no local e no painel do piloto.

Dentro da cabine da Onix 290, com 1,70 m de altura, o espaço é relativamente grande, considerando-se o porte do barco. Uma das suas novidades está no banheiro, muito grande, que fica na proa, fugindo da cartilha dos barcos de passeio desenhados no Brasil. Tem uma pequena gaiuta sobre o vaso, quase no bico de proa, além de pia, lixeira, porta-papel higiênico, porta-xampu e sabonete e chuveiro com, repita-se, ótima pressão de água.

Quatro pessoas dormem a bordo, distribuídas por um sofá-cama, a boreste, e por uma cama transversal, à meia-nau, iluminada pelas janelas do costado do barco. A cozinha, a bombordo, tem uma geladeira de 60 litros (ou, opcionalmente, de 80 litros), micro-ondas, armários, pia e frigobar. Enfim, uma cozinha compacta, mas completa. O acabamento não é luxuoso, mas muito esmerado.

Ainda na cabine, está instalado o quadro elétrico, que por sinal está muito bem montado e sinalizado, além da chave de tomada de cais, de tomadas 12 volts e de tomada 110/220 volts para uso com inversor.

Como não há um gerador a bordo, com o barco parado, o ar-condicionado, de até 9.000 BTUs, pode ser alimentado pela tomada de cais. Com isso, é possível passar a noite atracado em uma marina com o ar-condicionado o tempo todo ligado. No nosso teste, apenas com o uso do inversor o equipamento rodou por pouco mais de 40 minutos apenas alimentado pela única bateria de serviço de 150 Ah.

O acesso à casa de máquinas fica na posição tradicional, na praça de popa. As instalações são adequadas, mas faltam proteções para os chicotes elétricos. A possibilidade de usar um só motor de centro-rabeta — no caso da lancha testado, um 6.2 litros, a gasolina, de 300 hp — deixa esta lancha mais leve, econômica e muito ágil, como você confere no teste de navegação.

Como a Onix 290 navega

Para avaliar a performance da Onix 290, saímos para navegar no mar, com acesso pelas águas limpas do Rio Cubatão, já no litoral norte de São Paulo. Em meio à Mata Atlântica, esse rio desce até o encontro com o Rio Una, pouco antes de desembocar no mar, junto à linda Praia de Barra do Una, em São Sebastião.

Acionado o manete, o que se viu foi uma lancha muito solta, ágil e funcional, com um casco muito bem equilibrado. Mérito do casco om ângulo de V na popa de 19 graus, apropriado para um barco de passeio com 2,75 metros de boca. Com o uso dos flapes, entre 30% e 40%,  a proa fica numa posição muito boa.

O motor a gasolina, de 300 hp, centro-rabeta, tem potência de sobra para impulsionar esse casco, que mostrou ser seguro e estável. É bater manete e sair. Pode parecer exagero, mas a Onix 290 faz curvas dignas de um jet, guardadas as devidas proporções, é claro, com bastante facilidade. É impressionante como essa lancha é ágil!

No desempenho, a velocidade máxima foi de 35,7 nós (veja no gráfico abaixo), com 9,1 segundos para chegar aos 20 nós, o que revela o bom fôlego do motor, aliado à boa hidrodinâmica do casco e à eficiência dos hélices contrarrotantes. Tudo isso navegando sem pancadas duras e sem espirrar água no cockpit.

No posto de comando, a posição do encosto do banco é bastante confortável para o piloto, e a visão à proa, muito boa. Uma lancha, enfim, cheia de bons recursos, de uma marca que ainda está sendo desenvolvida, mas que veio para ficar.

Características técnicas

Comprimento total: 8,9 m (29 pés)
Comprimento do casco: 7,6 m (25 pés)
Boca: 2,75 m
Calado com propulsão: 0,6 m
Altura da cabine na entrada: 1,70 m
Ângulo do V na popa: 19 graus
Tanque de combustível: 220 litros
Tanque de água: 120 litros
Capacidade dia: 10 pessoas
Capacidade pernoite: 4 pessoas
Peso com motores: 3 400 kg
Potência: 1x 250 a 350 hp

Pontos altos

» Banheiro bem grande na proa
» Acabamento externo muito bom
» Ágil na navegação
» Posto de pilotagem com ótima visão
» Aceita plataforma submergível

Pontos baixos

» O acesso à proa é um pouco difícil
» Organização da fiação na casa de máquinas pode melhorar
» Faltam braçadeiras duplas em alguns pontos da hidráulica

Quanto custa?

A lancha Onix 290 custa, pronta para navegar, a partir de R$ 329 mil, com um motor de centro-rabeta de 250 hp a gasolina. Preço pesquisado em março/2021. Para saber mais sobre o modelo testado, acesse o site oficial da Onix Yachts, www.onixyachts.com.br ou envie uma mensagem.

Reportagem: Guilherme Kodja
Edição de texto:
 Gilberto Ungaretti
Edição de vídeo: TakeBoom Produções
Fotos: Rogério Pallatta e Victor Oliveira/TakeBoom

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        TV NÁUTICA atinge a marca de 50 mil inscritos no YouTube

        Por: Redação -
        12/03/2021

        Nesta quinta-feira, 11 de março, a TV NÁUTICA, canal de vídeos de Náutica no YouTube, atingiu a marca de 50 mil inscritos — um salto qualificado de audiência, motivado pela apresentação inteligente e com credibilidade das novidades do mundo dos barcos, esses eternos objetos de desejo de todos nós.

        Mais que um número, a confirmação de que a relação com os amantes de náutica está cada vez mais próxima.

        Sempre em evolução e com ampla repercussão nacional e internacional, a TV NÁUTICA vem, desde 2008, enriquecendo o seu conteúdo com vídeos detalhados sobre questões que vão desde como comprar um barco até a apresentação de testes exclusivos, realizados por técnicos experientes e autoridades no assunto. E, claro, sempre com comentários e avaliações lúcidos e rigor na apuração.

        O resultado é esse: 50 mil inscritos, e uma interação cada vez mais próxima com nossos leitores e seguidores. Um motivo de orgulho e um marco na extraordinária evolução do Grupo Náutica, que há quase 40 anos atua no setor.

        Com forte presença nas plataformas digitais, NÁUTICA registra o crescimento do público a cada ano. Em 2020, por exemplo, o portal www.nautica.com.br (pioneiro do segmento náutico, no ar há 21 anos) ultrapassou a marca de 1,3 milhão de usuários.

        Vamos seguir navegando, porque sabemos que a evolução deve ser contínua. Nosso compromisso é com o futuro: o de continuar ajudando a desenvolver e fortalecer a indústria náutica, informando cada vez melhor e com responsabilidade aos leitores de NÁUTICA, referência permanente para quem ama navegar.

        Aproveite, inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações.

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          Nautispecial lança limpador perfumado ecológico multiuso em três fragrâncias

          A Nautispecial acaba de lançar mais um produto para higienização de embarcações. Trata-se do limpador perfumado ideal para limpeza interior.

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          Disponível em três fragrâncias (bem-estar, sensação e fresh) e em embalagens de dois litros, o produto tem formulação à base de plantas, sendo completamente natural e amigo do meio ambiente.

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          A marca, está apresentando, ainda, o bloqueador de odores sanitários Noodor, com fragrância de limão, disponível em frasco de 60 ml.

          A Nautispecial produz, há mais de 20 anos, em São Paulo, itens à base de matérias primas biodegradáveis para limpeza e conservação de barcos de fibra.

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            Megaiate de 141 metros foi projetado com uma proposta: impressionar

            Por: Redação -

            O Nord, de 141 metros (462 pés) é o mais novo megaiate do estaleiro Lürssen. O antigo projeto Opus foi desenhado pelo estúdio de design italiano Nuvolari-Lenard, que conta ter se inspirado em um porta-aviões para projetá-lo. Não à toa, o barco entrou para o ranking dos 10 maiores barcos privados do mundo.

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            O estúdio de design optou por uma proa nunca antes vista num megaiate inspirado em porta-aviões. Dan Lenard, cujo sobrenome foi dado ao estúdio explica:

            “Nord foi desenhado com uma ideia em mente: deve causar fortes emoções em quem o observar, não só por causa do seu tamanho, mas também por causa do próprio design. Ninguém deve ficar indiferente”

            NORD

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            A embarcação, que vinha sendo projetada há quatro anos, foi construída em aço e alumínio, possui seis conveses e 19,5 metros de largura. Hospeda 36 convidados, espalhados pelos 20 camarotes.

            O estaleiro deu pouquíssimos detalhes sobre Nord, a pedido do proprietário, para manter a maior confidencialidade possível. O que foi possível descobrir é que, dentre os luxos do megaiate, também estão um centro de esportes e mergulho, uma grande piscina, dois helipontos (sendo que um deles pode ser coberto por um hangar retrátil), uma garagem com frota de embarcações auxiliares e um mini-submarino.

            nord

            Foi entregue ao proprietário no último dia 19 de fevereiro e embarcou em sua primeira viagem. Peter Lürssen, sócio-gerente da empresa, disse que “na Lürssen, acreditamos que o trabalho em equipe é vital para construir um iate e, para executar um projeto tão abrangente, é necessária uma equipe excelente. No caso do Nord, a equipe era formada por homens e mulheres do estúdio Nuvolari-Lenard, Moran Yacht & Ship – que supervisionou a construção em nome do proprietário – e Lürssen”.

            nord

            Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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              Por: Redação -

              Com a intenção de unir conforto e bem-estar a bordo, além de um design atemporal e habilidade ‘Made in Italy’, a unidade número um do Ferretti Yachts 1000, o primeiro modelo 100% wide-body do estaleiro, foi lançado em Cattolica, na Itália, para um proprietário francês.

              De acordo com informações da marca, o lançamento representa o culminar de um processo de design impulsionado pela busca pela perfeição: investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento, milhares de horas de design naval, prototipagem de molde de longo prazo na fábrica Plug & Mold em Forlì, e o igualmente longo e delicado fase de construção no estaleiro Cattolica.

               

              O resultado é um novo carro-chefe que une talento e tecnologia, a capacidade de inovar e habilidade.

               

              Ferretti Yachts 1000 remodela o espaço e muda toda a abordagem da vida a bordo com soluções de design e um ambiente interior em estilo Classic, com tons de cores suaves e equilibrados e contrastes sutis. No centro do projeto, está a ideia de conforto e bem-estar ​​nas áreas externas e internas, onde prevalece o sabor típico do ‘Made in Italy’.


              O design suavemente sutil, com linhas simples e materiais sofisticados, transmite uma sensação de luxo refinado e é a interpretação ideal dos valores expressos pela afirmação “Just Like Home”: conforto, estilo italiano, design atemporal e habilidade. Ferretti Yachts 1000 já conta com as três primeiras unidades vendidas.

               

              “O novo carro-chefe é um trabalho permeado pelo talento, visão e paixão de tantas pessoas habilidosas e talentosas que representam o fator vencedor para a Ferretti Yachts. Eu gostaria de agradecer a todos por terem concluído um projeto extraordinário como o Ferretti Yachts 1000 em um ano tão complicado”, comentou o CEO do Grupo Ferretti, Alberto Galassi.

               

              Ferretti Yachts 1000 é o resultado da colaboração entre o Comitê de Estratégia de Produto liderado pelo Sr. Piero Ferrari, o Departamento de Engenharia do Grupo Ferretti, o arquiteto Filippo Salvetti para os exteriores e a Ideaeitalia para o novo conceito de interior.

               

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                Yanmar perde Edison Shigueo Yamamoto, gerente comercial de motores marítimos da marca

                Por: Redação -

                A marca de motores Yanmar comunicou nesta quinta-feira, 11, o falecimento de Edison Shigueo Yamamoto, Gerente Comercial das linhas de Construção Civil, Motores Marítimos e Produtos de Forças.

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                “É difícil encontrar palavras que possam expressar esse sentimento de perda, mas não faltam aquelas que exprimem seu caráter e pessoa. Um profissional dedicado, simpático, alegre e, acima de tudo, um amigo que esteve conosco durante vários anos. Um homem que sempre distribuiu motivação e bom ânimo a todos que desfrutaram de sua presença. Sua história será lembrada com muita glória e servirá de inspiração para diversas pessoas”, lamentou a Yanmar Brasil via comunicado em suas redes sociais.

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                O Grupo Náutica se solidariza aos familiares e amigos de Edison neste momento de perda.

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                  Nova Zelândia recebe 36ª edição da America’s Cup e celebra o mar com apresentação de Rod Stewart

                  Por: Redação -

                  Começou neste dia 10 de março, em Auckland, na Nova Zelândia, a 36ª edição da America’s Cup, campeonato mundial de vela. Para enviar uma mensagem de união e demonstrar apoio não só às equipes participantes, mas também aos fãs do esporte que não poderão estar presentes na competição, o cantor Rod Stewart fará uma apresentação no sábado, dia 13.

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                  O cantor interpretará a canção “Sailing”, reforçando a profunda relação do povo neozelandês com o mar e seu espírito manaakitanga – conceito maori que remete a hospitalidade e conexão entre as pessoas. A apresentação será transmitida ao vivo no Auckland’s America’s Cup Village, seguindo todas as restrições por conta da Covid, e também pelo site da Nova Zelândia, às 3h30 de sábado, dia 13, no horário de Brasília.

                  Relação com a vela

                  País formado por duas ilhas, não é de se admirar que o desenvolvimento da Nova Zelândia tenha profunda relação com o mar. Mas essa história de amor, que começou com a chegada dos ancestrais maori a Aotearoa – como eles chamam o país -, persiste até os dias atuais.

                  A navegação celestial, por meio de estrelas e constelações, levou os ancestrais à Nova Zelândia, que continua sendo um convite à prática da vela. Além dos 15 mil quilômetros de litoral e das muitas ilhas, o país está localizado em um dos principais cinturões de vento do planeta e seus mares são bons para todos os tipos de navegação.

                   

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                  A vela competitiva se tornou popular a partir de 1840. No início, as disputas eram entre barcos usados para o trabalho, como de pesca e carga, até que os construtores começaram a projetar embarcações especificamente para competições de velocidade. O Porto Waitemata, também conhecido como Porto de Auckland (Ilha Norte), tornou-se um ímã para o iate e um local em que gerações de marinheiros aprimoraram suas habilidades.

                  Sobre o Turismo Nova Zelândia (TNZ)

                  O Turismo da Nova Zelândia (TNZ) é a organização responsável pela divulgação do país como destino turístico no mundo e conta atualmente com 14 escritórios em 12 países. A principal ferramenta utilizada é a campanha “100% Pure New Zealand”, mensagem que tem evoluído ao longo da última década para fazer do país uma das marcas turísticas mais respeitadas no mundo. Na América do Sul, o time conta com profissionais de trade, marketing e relações públicas, que desenvolvem a estratégia com foco em Brasil e Argentina. As ações incluem parcerias com agentes e operadores de viagem e atividades para o consumidor final, como conteúdo customizado nas mídias sociais, vídeos no YouTube, displays no network do Google e edições do site do destino para Brasil e Argentina.

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                    Você sabe porque o Green Peace está jogando pedras no mar?

                    Por: Redação -
                    11/03/2021

                    O Bottom Trawling é um método de pesca agressivo que não faz distinção entre os espécimes marinhos no momento da atividade. Imensas redes de pesca são jogadas no mar — com a altura de um prédio de três andares e a largura de um campo de futebol — e são arrastadas até varrer uma quantidade considerável (centenas de toneladas) de vida marinha em seu caminho.

                    O problema é que esse procedimento destrói ecossistemas inteiros por onde passa e, os animais que não vêm a falecer instantaneamente, acabam morrendo ao voltar pro mar. Existem, inclusive, os Supertrawlers, que fazem todo esse trabalho com redes ainda maiores, e com aparato pronto para congelar e armazenar os peixes destinados ao consumo humano.

                    greenpeace bottom trawlingInscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                    Tudo isso tem ocorrido de forma exacerbada, principalmente na costa do Reino Unido. E foi aí que o Greenpeace resolveu intervir. A solução? Lançar pedras imensas no oceano.

                    O Greenpeace é uma organização não governamental (ONG) focada, especialmente, em pautas relacionadas ao meio ambiente. Apesar de ter sua sede principal na Holanda, o Greenpeace possui escritórios espalhados em mais de 55 países mundo afora, atuando onde for preciso.

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                    greenpeace bottom trawling

                    A ONG, que é reconhecida mundialmente pelo seu incrível trabalho pró meio ambiente, recorreu a recursos extremos. A esperança é de que, com essas pedras pelo caminho, a prática diminua, devido ao risco de danificar o equipamento de pesca.

                    A indústria pesqueira ainda tentou recorrer, classificando as ações como ilegais e perigosas. Ela alega que, caso alguma embarcação venha a laçar alguma dessas pedras, existe o risco de virar o navio inteiro e colocar toda uma tripulação em risco. O Greenpeace, todavia, já havia se preparado: antes mesmo dessa afirmação, já forneceu a localização exata de cada pedra às autoridades marinhas.

                    A esperança da ONG é de que essa atitude sirva pelo menos para atenuar a atividade. Muitos animais são capturados acidentalmente nessa pesca, como tartarugas e arraias, e acabam sendo vítimas de um destino cruel.

                    O Greenpeace denunciou ainda que, numa carta, datada de 25 de setembro de 2020, o governo do Reino Unido não assumiu nenhum compromisso tangível” para proteger adequadamente o local em que a pesca ocorria, e solicitou formalmente que a ONG “não fizesse mais depósitos” de rochas.

                    greenpeace bottom trawling

                    O Bottom Trawling é um método utilizado por pesqueiros em todo o mundo, principalmente por instituições que visam o lucro máximo e negligenciam as consequências a longo prazo para essa ecodevastação.

                    Em um comunicado, a organização afirma que os blocos são de um tipo de rocha que ocorre naturalmente na região e que elas não causarão nenhum dano ao local. A ação recebeu o apoio de várias celebridades, que assinaram as rochas, como Stephen Fry e Hugh Fearnley-Whittingstall.

                    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                      Dupla olímpica da Nacra 17 realiza últimos treinos em Santa Catarina

                      Por: Redação -

                      A equipe olímpica da classe Nacra 17 Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino realiza os últimos treinos da temporada em Florianópolis. A preparação da dupla para a Olimpíada de Tóquio em águas catarinenses, onde as condições em mar aberto com intensidade de ondas e vento favorecem o trabalho de resistência e tática, será finalizada nesta sexta-feira (12) no Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha em Jurerê.

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                      Após, a dupla vai para o Rio de Janeiro, onde concentrará a preparação, aguardando definições das entidades sobre o calendário internacional diante das restrições impostas aos atletas pela pandemia do novo coronavírus. “Esperamos permanecer com os treinos no Rio até abril, porque há a expectativa de que a Confederação Brasileira de Vela possa trazer nossos barcos do Exterior. Com isso, poderemos convidar outras equipes para treinar com a gente, o que fará um grande diferencial na nossa preparação”, projeta o timoneiro Samuca.

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                      Samuel Albrecht, timoneiro (atleta do Veleiros do Sul/RS) e Gabriela Nicolino (atleta do Iate Clube do Rio de Janeiro), proeira, são velejadores da classe Nacra 17, única classe mista da Vela olímpica. Será a primeira participação nos Jogos para a Gabi e é a terceira Olimpíada para o Samuca.

                      A dupla, além de ser atual campeã brasileira e sul-americana, é medalhista de bronze da classe Nacra 17 dos Jogos Pan-americanos de Lima no Peru em 2019 e conta com o trabalho do treinador Paulo Roberto Ribeiro, técnico medalha de bronze na olimpíada de Pequim em 2008.

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                        Triton Yachts relata aumento de 20% nas vendas de lanchas na faixa dos 30 pés com versão Sport

                        Por: Redação -

                        O estaleiro paranaense Triton Yachts relatou um aumento de 20% nas vendas da categoria de lanchas de 30 pés, em cerca de três meses, com a nova versão Triton 300 Sport, apresentada durante o São Paulo Boat Show 2020.

                        “A Triton 300 Sport já era um sucesso em vendas da marca. Entretanto, com o lançamento do novo layout, com base em pesquisas e opinião dos consumidores, aumentamos ainda mais o nosso percentual de vendas. Tanto que a versão recém lançada, em pouco tempo, cerca de três meses, já contribuiu para aumentarmos em 20% o número de vendas da categoria de 30 pés”, diz o diretor de marketing da Triton Yachts Allan Cechelero.

                        A nova versão conta com linhas modernas, design esportivo e opções de pinturas que podem ser personalizadas com cores vibrantes, diferentes formas e tonalidades. O modelo traz diferenciais no layout, por meio da ampliação da área de popa e modernização do espaço gourmet, que são verdadeiros convites para o lazer, confraternização e agradáveis refeições.

                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                        Com mais de 9 metros de comprimento e capacidade para receber até 10 pessoas em passeios diurnos, a Triton 300 Sport também foi pensada para oferecer bom desempenho, fácil manutenção e design esportivo e arrojado.
                        Em termos de projeto, na nova versão, o solário foi substituído por um amplo sofá que integra perfeitamente com a área gourmet na popa com pia, geleira e churrasqueira. O objetivo é proporcionar conforto ainda maior e ótimas experiências gastronômicas a bordo com família e amigos.

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                        “Sabemos que a popa é um dos lugares preferidos dos brasileiros em seus barcos. A proposta é usufruir do espaço da melhor maneira possível. Com o novo layout, facilitamos ainda mais o aproveitamento dessa área social para momentos de integração e lazer dos usuários. Com o setor náutico aquecido e as pessoas despertando cada vez mais para este tipo de lazer, a Triton 300 Sport é uma ótima opção para começar no mundo náutico. Apesar de ser considerado um barco de pequeno porte, tem espaços muito bem aproveitados resultando em amplitude e conforto em suas áreas externas e internas”, explica Allan Cechelero.

                        O interior da 300 Sport possui cama de casal para pernoite e sofá que se transforma em cama adicional. Banheiro fechado com chuveiro é mais um destaque para barcos dessa categoria, além de vários espaços para armazenamento.

                        A Triton Yachts conta com departamento de personalização com opções de escolha de pintura, tecidos, revestimentos, motorização e equipamentos. O modelo custa a partir de R$ 380 mil.

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                          Quinta unidade da série 52Steel é lançada por estaleiro italiano. Confira

                          Por: Redação -

                          O quinto casco da série 52Steel, do estaleiro Sanlorenzo, foi para a água pela primeira vez na província de La Spezia, na Itália. O primeiro exemplar foi lançado em 2017 e, mesmo com a política da empresa de produzir poucos barcos de cada modelo — proporcionando maior exclusividade —, o 52Steel já está na oitava unidade do modelo em fabricação: cinco deles já entregues, e mais três em construção.

                          Não é surpresa que o superiate de 52 metros (170 pés) chame tanta atenção: o design exterior elaborado pela Officina Italiana Design, em parceria com a Tiziana Vercellesi na porção interior, deixa qualquer um boquiaberto.

                          sanlorenzo 52steel

                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                          A proa do 52 Steel, por exemplo, tem os barcos de apoio guardados na garagem, o que permite que esta área seja dedicada aos convidados, com amplo espaço para relaxar e apreciar a vista de qualquer um dos grandes sofás.

                          No interior, por sua vez, Vercellesi conta que o barco foi projetado a partir de um estilo clássico, com cores quentes e uma elegância discreta.

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                          No salão principal, em especial, a Sanlorenzo atingiu o objetivo de maximizar o tamanho da janela sem comprometer o design e as linhas externas do iate. Isso permite tanto a entrada de muita luz natural, quanto excelentes vistas para o mar, mesmo quando sentado no interior.

                          “Criamos um piso feito sob medida com mármores embutidos de cores diferentes e um design italiano clássico. O mobiliário será reforçado por elementos decorativos e peças de arte feitas especialmente para este barco”, acrescentou.

                          Além disso, o superiate ganhou sauna (seca e a vapor) e área de ginástica completas, situadas à frente do clube de praia. Os hóspedes que procuram um treino sério não ficarão desapontados, com espaço para bicicletas ergométricas, esteiras e muito mais.

                          O iate possui, ainda, uma piscina com fundo transparente na popa do convés principal e ampla personalização. A suíte do proprietário, tradicionalmente localizada na proa do convés principal, foi deslocada para a popa do convés superior, permitindo ao proprietário o uso exclusivo da área da cabine. A garagem possui 8 metros, e pode ser convertida em um beach club.

                          A potência vem de uma parelha de motores 1 900 hp e o modelo pode acomodar 10 pessoas em 5 camarotes. Confira mais alguns detalhes no vídeo abaixo:

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                            Conheça o iate que foi definido como carro-chefe do estaleiro antes do lançamento

                            Por: Redação -

                            A Austin Parker Yachts acaba de lançar seu mais novo iate, já definido como carro-chefe antes da sua estreia: o Austin Parker Ibiza 85, de 27 metros. A proposta do estaleiro é oferecer muitas soluções customizadas, além de design e tecnologia nunca antes utilizadas em uma embarcação desse porte.

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                            Austin Parker é um estaleiro que valoriza muito o passeio de qualidade em cada embarcação. Com design projetado em companhia do estúdio Fulvio De Simoni Yacht Design, o intuito era desenhar um barco “fora do comum”. Nascido a partir da junção entre os requisitos de um proprietário e necessidades do estaleiro, o barco encorpou uma série de novidades.

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                            Dentre elas, a área de 15 metros de comprimento entre o posto de comando e a plataforma de banho. O salão pode ser aberto por completo, na versão “sedan”, simplesmente acionando os comandos elétricos com movimento hidráulico. Desta forma, as duas janelas laterais e a grande porta de vidro na popa abrem e fecham. Dependendo da necessidade, protegem ou liberam o salão, saindo da posição “retrátil”.

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                            No cockpit, encontra-se o hangar e uma área de jantar com mesa central para 10 pessoas. Sob a capota rígida, encontram-se sofás e móveis equipados para servir a sala de jantar, equipados com geladeiras e freezers. O posto de comando conta com dois pares de assentos, todos independentes, para acomodar o piloto, o co-piloto e dois convidados com conforto e segurança.

                            O acesso à proa é feito através de passagens protegidas, em estilo walk-around, mantendo sempre o mesmo piso do salão. Na proa, existe uma grande área equipada com um sofá em forma de U, duas mesas convertíveis e uma série de espreguiçadeiras.

                            austin parker ibiza 85austin parker ibiza 85austin parker ibiza 85

                            No interior, o foco foi proporcionar soluções personalizadas. Partindo da boca (largura) de 7 metros, é possível encontrar 5 camarotes independentes (três suítes duplas e duas suítes gêmeas), uma cozinha espaçosa e acomodações para três membros da tripulação, que ficarão em ambiente totalmente separado, equipado com serviços independentes.

                            Partindo para a propulsão, o Austin Parker Ibiza 85 ganhou dois motores MAN de 2 000 hp. Dentre os outros apetrechos, estão 2 geradores Onan de 27 kw, estabilizador Seakeeper 26, ar condicionado e a mais sofisticada rede eletrônica.

                            Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                              Superiate a motor une luxo e pesquisa científica em um único conceito

                              Por: Redação -
                              10/03/2021

                              Um superiate de 61 metros (200 pés) é a mais nova embarcação de luxo projetada para pesquisas científicas. O Arctic Owl, de Steve Kozlov, é um superiate a motor produzido em estilo explorador com formato único, projetado para alcançar alguns dos lugares mais remotos do mundo.

                              Para atender aos requisitos, além de incluir todo o conforto possível de uma embarcação de luxo, o Arctic Owl também ganhou um submarino U-Boat Worx NEMO, utilizado tanto para as pesquisas quanto para simples explorações das mais variadas profundidades.

                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                              Partindo desse conceito, o superiate também foi equipado com uma garagem inteira dedicada às mais variadas propostas, pensando no proprietário que queira investir nas ideias semelhantes às do submarino. Ainda possui heliponto e hangar de helicópteros, além de dois guindastes traseiros, que foram projetados para implantar e recuperar equipamentos de pesquisa, veículos terrestres e espécimes científicos.

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                              Feito em aço, casco de classe de gelo e superestrutura de alumínio, o superiate acomoda um total de 10 convidados em seis camarotes, além da equipe de seis tripulantes. Dois desses seis camarotes são master, com vista panorâmica.

                              Esses hóspedes podem escolher entre o lazer na grande piscina (situada na proa), na área de estar (equipada com uma capa dura que funciona como um toldo durante o uso), nos dois lounges adicionais (que ficam nos flybridges), no spa e na ponte para desfrutar de uma vista de quase 360 graus.

                              Em relação à propulsão, a embarcação é alimentada por dois motores diesel-elétricos.

                              Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                Superiate de 235 pés colide com doca de iate clube no Caribe. Assista ao vídeo

                                Por: Redação -

                                O acidente aconteceu no dia 24 de fevereiro e deixou aos espectadores um tanto quanto surpresos. O superiate de 77 metros (235 pés) colidiu com o cais de um iate clube de luxo no Caribe, causando danos visíveis a ambos. O cais fica no Sint Maarten Yacht Club, e as imagens mostram a dimensão dos danos causados.

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                                De acordo com a publicação local do The Daily Herald, o motivo da colisão foi o mau funcionamento do computador de bordo. O incidente aconteceu por volta das 10h15 da manhã, e recebeu a assistência da seguradora em pouco tempo.

                                O superiate é o 77Go, do estaleiro Turquoise Yachts, lançado em 2018. Ele oferece heliponto, academia, jacuzzi, clube de praia, sauna e hospital. Acomoda 16 pessoas em 8 camarotes, sendo duas suítes VIP, três camarotes duplos e duas suítes duplas.

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                                A propulsão se dá por motores gêmeos de 2 575 hp, que fornecem velocidade máxima de 17 nós e velocidade de cruzeiro de 15 nós. Não por acaso, a embarcação foi toda projetada em tons de azul turquesa, e o objetivo era proporcionar a sensação de “água em movimento”.

                                O design interior foi pensado por H2 Yacht Design, fundada por Jonny Horsfield. Ele explica que “embora o exterior tenha linhas fluidas modernas, o superiate é uma interpretação moderna de um barco de proporções bastante clássicas. A cor do casco e o detalhamento do exterior em geral, assim como do mobiliário exterior, é rico em detalhes, e isso conecta o exterior com o interior”.

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                                  36ª edição da America’s Cup começa com disputa acirrada entre times da Nova Zelândia e Itália

                                  Por: Redação -

                                  Sediada em Auckland, Nova Zelândia, a America’s Cup 2021 está sendo disputada entre o Emirates Team New Zealand, equipe do país sede que defende o título conquistado há quatro anos, e o desafiante Luna Rossa Prada Pirelli Team, equipe italiana campeã do torneio classificatório.

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                                  O placar ficou em 1 a 1 na competição melhor de 13. A decisão será realizada em uma série de 13 corridas que acontecem entre 9 e 16 de março, e o primeiro a vencer sete etapas será consagrado como vencedor.

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                                  Em 2021, o campeonato chega em sua 36ª edição, sendo a mais antiga competição esportiva do planeta, com 170 anos de tradição — não existe desafio mais caro, chique, famoso e disputado no mundo náutico.

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                                    Por: Redação -

                                    O Capitão-Tenente Taylor Butler, submarinista da Marinha dos Estados Unidos da América, visitou o submarino brasileiro “Tupi”, que esteve em operação de 1º a 5 de março.

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                                    A Marinha do Brasil mantém laços operacionais com a Marinha estadunidense há um bom tempo, e foi uma decisão conjunta promover este evento. Ele faz parte do Plano de engajamento entre as Forças de Submarinos dos dois países, e procura incentivar os investimentos na operabilidade local.

                                    tupi s30

                                    O submarino Tupi – S30 foi o terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao guerreiro e a nação Tupi. Foi batizado e lançado em 28 de abril de 1987, e, desde então, tem sido um grande atuante nos interesses brasileiros.

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                                    É uma criação do estaleiro alemão Howaldtswerke Deutsche Werft, com sede na cidade de Kiel, no próprio país. Ele possui 61,20 metros de comprimento, abriga a 33 pessoas e a propulsão é a diesel-elétrica.

                                    tupi s30

                                    São 4 motores diesel de 800 hp cada, 4 geradores elétricos de 420 kW cada, 1 motor elétrico acoplado a um eixo e um hélice de 5 pás que gera 5 000 shp, e conjuntos de baterias de 489 células cada.

                                    A velocidade máxima é de 11 nós, na superfície, e 21,5 nós, quando imerso. Alcança a uma profundidade máxima de 250 metros.

                                    tupi s30

                                    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                      Morre Erling Lorentzen, patrono da Vela de Oceano do Brasil

                                      Por: Redação -

                                      A Associação Brasileira de Veleiros de Oceano lamentou a morte de Erling Lorentzen, aos 98 anos, na Noruega. Erling foi um patrono da Vela de Oceano no Brasil, um dos comandantes mais destacados do esporte no país, com seus veleiros nomeados “Saga” obtendo grandes conquistas nacionais e internacionais, com destaque para a Regata Fastnet Race, na Inglaterra, em 1973.

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                                      Na vela, ele foi responsável pela implantação da classe Soling em 1970, classe onde o Brasil conquistou uma Prata em Olimpíada de Los Angeles, em 1984, com o Torben Grael, Daniel Adler e Ronaldo Senfft. Erling foi um herói da 2ª Guerra Mundial onde tomou em salto de paraquedas posição inimiga nazista na libertação de seu país, a Noruega.

                                      Adotou o Brasil com amor para empreender, navegar e viver. Casado com a falecida Princesa Ragnhild (irmã do atual Rei Harald), ele deixa três filhos, Haakon (comandante do veleiro Duma), Ingeborg e Rangnhild. Como empresário, Erling empreendeu no setor de celulose e da navegação, dentre outros segmentos. Por duas ocasiões foi eleito o empresário do ano no Brasil.

                                      “Como navegador, foi o símbolo da elegância e da etiqueta náutica. Seus veleiros Saga fizeram história. Todos os seus tripulantes, como seu eterno imediato Roberto Pellicano, possuem orgulho de terem singrado os mares com o Viking Brasileiro por opção, Erling Lorentzen. Seu numeral BL-333 fica imortalizado por ser propositalmente o endereço de seu clube na Av. Pasteur 333, o Iate Clube do Rio de Janeiro. Nossas condolências com os filhos Haakon (comandante do veleiro Duma), Ingeborg, Rangnhild e toda família Lorentzen”, afirmou Lars Grael.

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                                      Mario Martinez, comodoro da ABVO, disse: “Foi o único comandante brasileiro a vencer uma das mais importantes regatas do mundo, a Fastnet na Inglaterra. Foi um super entusiasta da Vela, doou barco para marinha, foi um patrono da Vela de Oceano de Brasil. É uma grande perda para a Vela de Oceano nacional”.

                                      Pré-Braile, Contra Comodoro do Iate Clube do Rio de Janeiro, velejou com Erling por vários anos no famoso Saga de 1966 até 1977 e trouxe suas memórias: “Tínhamos uma convivência de amigos. Eu era tripulante dele. Na época tripulantes eram amigos, não existia o profissionalismo de hoje onde o proprietário paga para seus tripulantes competirem. Ele era um esportista, muito forte, trabalhava muito. Ele disputava competições nos Estados Unidos nos finais de semana e voltava na semana para o Brasil para trabalhar, como se fosse uma Ponte Aérea. Era sempre justo com toda a tripulação e um grande velejador”, conta Pré-Braile que comentou sobre as grandes competições ao lado de Erling.

                                      “Começamos a velejar em 1966 em um veleiro 45 pés, com ele fizemos três Santos-Rio . Em 1971 construiu o famoso Saga, o vermelho, fizemos o Circuito Rio, depois em 1972 fizemos o Newport-Bermuda Race, ganhamos três regatas, terminamos em terceiro no geral. Em 1973 disputamos o Admirals Cup, ganhamos a Fastnet. Lembro que foi uma regata difícil com vento fraco, na região com muita maré alta e baixa, fomos bem, nosso maior concorrente era o americano barco, vencemos eles no finalzinho. Foi um título muito comemorado. Inglês dá muito valor a quem disputa e conquista essa regata, mal comparando é como vencer uma Copa do Mundo de futebol, nós éramos reconhecidos na rua se estivéssemos com a camisa do Saga, recebíamos os parabéns”, seguiu.

                                      O Grupo Náutica lamenta a perda e presta condolências aos familiares e amigos de Erling.

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                                        Por: Redação -

                                        A tripulação do cúter da Guarda Costeira dos EUA (USCGC) Stone (WMSL 758) chegou ao seu porto de origem no norte da cidade de Charleston, Carolina do Sul, na segunda-feira (8), depois de concluir a Operação Cruz do Sul, um patrulhamento no Atlântico Sul, que apoiou o combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INN).

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                                        Utilizando o recentemente admitido cúter em sua cruzada de combate, a tripulação do Stone cobriu mais de 21 mil milhas (18 250 milhas náuticas) durante os mais de 68 dias. Um interesse mútuo no combate às atividades de pesca INN ofereceu uma oportunidade de colaboração à tripulação do Stone. Eles interagiram com parceiros na Guiana, Brasil, Uruguai e Portugal, fortaleceram laços e estabeleceram a base para o aumento de parcerias no combate à atividade marítima ilegal.

                                        “Eu não poderia estar mais orgulhoso dessa tripulação. Não foi uma tarefa fácil, organizar uma tripulação e preparar um cúter para o mar, mas, realizar isso no ambiente da Covid-19, seguido de uma patrulha de dois meses é realmente bastante surpreendente. Enquanto estávamos no mar, completamos todos os objetivos da patrulha e os engajamentos estratégicos com parceiros que compartilham da mesma visão. O treinamento da nossa tripulação foi equilibrado, e ressaltou as práticas de pesca ilegal no Atlântico Sul. Chegamos ao nosso porto de origem na segunda-feira, depois de quase cinco meses longe de nossas famílias, e agora aceitaremos um descanso merecido”, disse o CMG Adam Morrison, capitão do Stone.

                                        “O trabalho conjunto com nossas nações parceiras não apenas fortaleceu nossas relações de trabalho, mas permitiu que a tripulação do Stone realizasse treinamento de evoluções que não podemos realizar frequentemente”, afirmou o CC Jason McCarthey, oficial de operações do Stone.

                                        Enquanto em trânsito, para realização de operações conjuntas ao longo da costa da Guiana, o Stone encontrou e interditou uma embarcação suspeita de tráfico de drogas, ao sul da República Dominicana. Depois de inibir a atividade ilícita, o Stone transferiu o caso para o USCGC Raymond Evans (WPC 1110), um cúter de resposta rápida, de Key West, Flórida, e continuou sua patrulha no sul.

                                        No Brasil, a tripulação treinou comunicações e deslocamento em formação fechada, uma habilidade essencial nas operações conjuntas e combinadas. A equipe do Stone também ministrou palestras para membros da Marinha do Brasil, sobre práticas e táticas de policiamento marítimo.

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                                        “A oportunidade de trabalharmos juntos e compartilharmos ideias auxilia a todos para que nos tornemos mais proficientes na conquista de nossos objetivos compartilhados”, disse McCarthey.

                                        A tripulação do Stone recebeu uma oportunidade única de estabelecer novos laços e fortalecer as bases das alianças existentes, perante uma crise global, realizando isso de forma presencial e por engajamento virtual, consciente dos riscos envolvidos.

                                        “Somos muito sérios não só em relação a negociar acordos internacionais para abordagem da pesca INN, assim como fizemos em relação ao Acordo sobre Estabelecimento de Medidas Portuárias. Também apoiamos fortemente o trabalho que a Guarda Costeira está fazendo para desenvolver relações e fortalecer a eficácia operacional, de todos os países costeiros, no combate à pesca INN”, afirmou David Hogan, diretor interino do Escritório de Conservação Marinha, do Bureau de Oceanos e Assuntos Científicos e Ambientais Internacionais, do Departamento de Estado dos EUA.

                                        A Operação Cruz do Sul tem o compromisso de expandir as relações dos EUA com esses governos parceiros. Além da prontidão da Operação Cruz do Sul, o governo dos EUA objetiva que essas colaborações promovam a estabilidade, a segurança e a prosperidade econômica regional de longo termo.

                                        A tripulação do Stone agora se prepara para seu comissionamento no dia 19 de março.

                                        O nome do cúter homenageia o CF Elmer “Archie” Fowler Stone, que em 1917 se tornou o primeiro aviador da Guarda Costeira e, dois anos mais tarde, foi um dos dois pilotos que fizeram com sucesso o voo de travessia do Atlântico, em uma aeronave da marinha, aterrissando em Portugal.

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                                          Especialista na construção de barcos, Jorge Nasseh publica novo livro sobre Infusão a Vácuo

                                          Por: Redação -
                                          09/03/2021

                                          Especialista na construção em composites (método no qual se incluem as estruturas sanduíche dos cascos dos barcos, por exemplo), o engenheiro Jorge Nasseh, CEO do Grupo Barracuda e respeitado autor de diversos artigos técnicos e livros no ramo da engenharia de materiais compostos, está lançando um novo livro sobre o assunto: Processo de Infusão a Vácuo em Composites” 

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                                          Com mais de 400 páginas, o livro é um reflexo de três décadas de experiência e prática do autor na engenharia dos materiais compostos, com muitos casos de sucesso. Segundo ele, existe uma diferença entre conhecer um assunto e compreendê-lo. “Você pode conhecer física sendo competente em resolver equações matemáticas para solucionar problemas de engenharia e ainda assim não conseguir ter um entendimento profundo das razões de como a natureza dos materiais funcionam”, explica.

                                          Entre outros temas,  Nasseh disserta detalhes de mecânica dos materiais de construção de laminados fabricados com o auxílio de pressão, simulações computacionais e estratégias de infusão além de testes e cálculo de permeabilidade. A primeira edição do livro tem dois prefácios: o primeiro foi escrito pelo Dr. Scott Beckwitt, diretor técnico global SAMPE; o segundo, por Marcio Sandri, presidente global da Owens Corning.

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                                          O Dr. Scott diz: “Jorge Nasseh tem uma longa história de publicações sobre a teoria e prática de grandes estruturas em composites. Desde 2000 tem publicado uma extensa literatura, produzindo um material muito útil e extremamente prático em relação à tecnologia de infusão a vácuo”. 

                                          Marcio Sandri acrescenta: “Este último livro do Jorge é um pedaço de resistência, que consumiu tempo e dedicação para ser uma dissertação detalhada e muito útil sobre a infusão como um processo que domina a fabricação de pás eólicas, estruturas navais e aeroespaciais de alto desempenho e muitos outros equipamentos tipicamente caracterizados por dimensões significativas e responsabilidades críticas de uso”.

                                          Jorge Nasseh também é autor do Manual de Construção de Barcos; de Métodos Avançados de Construção em Composites e de Técnica e Prática da Laminação em Composites. 

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                                            Na corrida pela produção de veículos cada vez mais “limpos”, ou seja, que não emitam monóxido de carbono, chegou a vez da indústria náutica fazer a sua parte. Na Itália, até a Benetti Yachts decidiu entrar nessa corrente. Depois dos impactos da pandemia, uma das prioridades desse tradicional estaleiro tem sido a adoção de medidas sustentáveis.

                                            “Entregamos nossa paixão duradoura pelo mar e pela vela, combinando o artesanato italiano e a inovação em cada embarcação que projetamos e construímos”, diz Peter Mahony, gerente geral da Benetti Yachts Asia. “É tempo, dinheiro e recursos que achamos que valem a pena”.

                                            Na verdade, os primeiros esforços de sustentabilidade da Banetti se iniciaram em 2002, com a introdução do primeiro sistema de propulsão híbrido diesel-elétrico no megaiate Ambrosia, de 65 metros. Desde então, o estaleiro tem enfatizado a utilização de recursos na busca da preservação ambiental.

                                            Ambrosia 65

                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                            “Felizmente, a missão da Benetti é apoiada por uma tendência crescente em toda a Ásia por opções inovadoras e com visão de futuro. Com uma embarcação Benetti, temos um ponto ideal, no qual a tecnologia de consciência verde encontra a máxima qualidade e conforto, o que é possível através da inovação e pesquisa constantes”, explica Mahony.

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                                            A maior aposta do estaleiro é na instalação de motores híbridos, visando um consumo menor de combustíveis prejudiciais ao ecossistema. Para isso, foram utilizados materiais e componentes escolhidos a dedo pelos projetistas. Dois exemplos claros desse investimento são o Luminosity (maior híbrido do mundo), de 107 metros, e o Benetti B.Yond, de 37 metros, que representa a primeira investida da Benetti em iates adequados para cruzeiros de longo alcance

                                            Luminosity 107

                                            É claro que as soluções não poderiam se restringir aos produtos finais: a empresa também implementou recursos ​​nas instalações de Livorno e Viareggio para aumentar a eficiência energética e reduzir a poluição e o desperdício. Entre as novidades estão as novas estações de alta potência para gigayachts, de mais de 100 metros, para reduzir o consumo de combustível, além da substituição de lâmpadas incandescentes por lâmpadas LED; a instalação de usina fotovoltaica e sistema solar térmico para redução dos gases de efeito estufa; e o isolamento dos galpões do estaleiro Livorno com revestimento para aumentar a eficiência energética nos níveis térmico e acústico.

                                            Copa do Milênio da Nova Zelândia

                                            Fora de suas instalações, na mesma pegada ambiental, a Benetti Yachts continua a atuar como patrocinador ouro da regata 2021 da Copa do Milênio da Nova Zelândia: uma regata limpa, certificada, que capacita os velejadores com dicas e recursos para implementar iniciativas de sustentabilidade.

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                                              Inspirado em um caranguejo, o catamarã-anfíbio Pagurus pode andar sobre as praias

                                              Por: Redação -

                                              Da série coisas estranhas que navegam, esse catamarã — idealizado pelo estúdio de design de superiates Lazzarini Design para integrar uma série de sete barcos de inspiração natural —  é um anfíbio, de 25 metros (82 pés), com cascos de aço, movido a energia solar e foi inspirado nos caranguejos. Sim, nos prosaicos crustáceos de andar vagaroso.

                                              Pagurus

                                              Batizado de Pagurus — o nome, em latim, do caranguejo — o catamarã foi inicialmente projetado como um veículo militar. Tem hélices duplos e será equipado com dois motores diesel de 890 hp, com os quais deverá atingir 24 nós de máxima — velocidade admirável para barco inspirado em um crustáceo.

                                               

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                                              O Pagurus é alimentado tanto pela energia solar como pela própria água, além dos motores. Os cilindros de parafuso ficam ao longo da parte inferior dos cascos duplos de aço, que recarregam as baterias durante a navegação. Os painéis solares, no exterior, fornecem um modo de navegação totalmente elétrico com alcance de 6 a 7 horas, a uma velocidade de 5 nós. Quando na terra, é alimentado por dois motores a diesel.

                                              Pagurus

                                              O mais surpreendente é que, por meio de cilindros giratórios, o Pagurus se transforma  em um veículo anfíbio. Ao abaixá-los em 60 cm, o calado aumenta e possibilita a movimentação do catamarã em terrenos de areia ou lama.

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                                              Pagurus

                                              Semelhante às patas de um caranguejo posicionadas de lado, os cascos laterais subdividem-se em espaços residenciais, conectados um ao outro por meio pelo uma ponte convés superior. Na configuração padrão, são três três camarotes, uma cozinha e um pequeno banheiro, com pernoite para oito passageiros e quatro tripulantes.

                                              PagurusPagurus

                                              Ficou interessado? A versão anfíbia, com aço reforçado, custará cerca de € 24 milhões, com entrega em dois anos. Confira outros detalhes no vídeo abaixo.

                                               

                                               

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                                                Por: Redação -
                                                08/03/2021

                                                Foi-se o tempo em que o mercado náutico era dominado apenas por homens. Hoje, as mulheres atuam em diversas áreas no setor e são um público-alvo importante para os fabricantes de embarcações. A presença feminina a cada ano se torna mais forte.

                                                Natasha Secchi, 32 anos é um exemplo claro. Ela trabalha há quase 10 anos no mercado náutico e atua como gerente comercial da Marina Itajaí há pouco mais de três anos. Além de trabalhar no setor, Natasha é amante da náutica e uma navegadora assídua: já chegou a fazer travessias internacionais, de Fernando de Noronha até o Caribe.

                                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                “Acredito que a participação da mulher no mercado de trabalho do segmento náutico é essencial. A cada ano, inclusive, a representatividade feminina aumenta, tanto na área comercial, como no design, na decoração, na técnica e na engenharia”, explica a gerente.

                                                Natasha Secchi, 32 – Crédito Cleópatra Aline Pereira

                                                O setor náutico tem atraído também mulheres que buscam uma forma de lazer mais próximo a natureza ou como modalidade esportiva. “Dentre todas as possibilidades de lazer no esporte, a navegação à vela tem se popularizado cada dia mais no universo feminino. O Brasil, inclusive, tem grande representatividade, como no caso da Martine Grael, a primeira mulher a conquistar ouro olímpico na vela pelo esporte feminino brasileiro. As velejadoras vão desde as que navegam solo às que moram com suas famílias a bordo”, comenta Natasha.

                                                Além de tudo, a expansão da participação feminina no setor náutico também tem sido relevante para o mercado consumidor. A gerente comercial explica que muitas mulheres, quando não adquirem embarcações sozinhas, participam ativamente do processo de decisão de compra, desde o modelo do barco às suas configurações.

                                                Foi o que aconteceu com o casal Gabi e Jessé, que também moram na Marina Itajaí, e acabaram de comprar um veleiro maior. A paixão pelo mar sempre foi muito forte na vida de Gabriela da Silveira Marega, de 24 anos. Filha de surfistas, Gabi nasceu em Florianópolis, mas foi criada em Garopaba.

                                                Há cerca de dois anos, ela decidiu abandonar a tradição e passou a viver em um veleiro. O plano de comprar um barco, ao invés de um apartamento, foi compartilhado com o marido, que logo abraçou a ideia.

                                                Gabriela da Silveira Marega, 24

                                                O primeiro barco do casal, junto de Kiwi, o labrador, foi o Chicama, um veleiro de 26 pés. A fase de adaptação foi a mais difícil, já que Gabi saiu de uma casa de 400 metros quadrados para um barco de pouco mais de 10 metros quadrados.

                                                Para ela, os problemas maiores foram só no início. “A dificuldade foi deixar os luxos de lado, porque para morar num veleiro não pode ter muito luxo. As roupas tem que ser mais leves possíveis”, explica. “A vida simplifica, e os benefícios são muito maiores que as dificuldades. Poder acordar no mar, perto da natureza e ter essa vida minimalista deixa a gente mais leve, é um sonho! Quem nunca sonhou em viver desse jeito?”

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                                                E Gabi não é a única. A pedagoga Liana Bollbuck, de 30 anos, também tem um caso de amor com o mar desde criança. Ela mora em Curitiba e tem um veleiro monocasco, chamado Relax, que fica atracado na Marina Itajaí. Não à toa, ela recebeu uma certificação em yachtmaster, que é um certificado de competência internacional para operar embarcações de até 24 metros ou 200 GT em qualquer parte do mundo.

                                                Liana Bollbuck, 30

                                                Para as mamães, Marina Louise Bittencourt, de 23 anos, só tem boas experiências a compartilhar. A mãe do Kadu, que acabou de completar um ano, acredita que criar uma criança a bordo é muito mais seguro que em uma casa normal. “Os barcos são projetados para a proteção das pessoas durante uma travessia, portanto os móveis são arredondados, as gavetas não abrem com tanta facilidade, não há escadas”, detalha.

                                                Além da segurança, Marina destaca ainda o contato que o filho tem com a natureza como outra grande vantagem. “Desde o início ele vai conhecer o valor das coisas, vai entender que a água acaba se não economizar, que é o Sol que fornece nossa energia, que temos que preservar o meio ambiente porque dependemos dele. Isso, para mim, não é motivo de arrependimento”, conclui.

                                                Por Elaine Mafra

                                                Gostou desse artigo? Clique aqui para receber o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e leia mais conteúdos.

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                                                  Seja em praias, bares, esquinas ou eventos, o músico brasileiro Irlan Joney, 37, canta pela Austrália e mantém seu estilo de vida a bordo do veleiro Gambiarra. Morando no país da Oceania desde 2015, ele agarrou com todas as forças a chance de viver em “um lugar melhor” e, agora, desfruta do mundo náutico em ancoragens belíssimas.

                                                  Mesmo com cinco anos de Austrália, Irlan comprou o veleiro no ano passado, em pleno auge da pandemia. Contudo, para entender a história que o levou até o outro lado do mundo e, depois, à compra do veleiro, é necessário voltar um pouco no tempo.

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                                                  Nascido em Aracaju, Irlan trabalhou com audiovisual durante boa parte da sua vida. Em 2015, era o produtor de um trio de cantoras do Distrito Federal que foi convidado para se apresentar no Brazilian Day, famoso festival em Sydney. Depois disso, nunca mais voltou ao Brasil. “Sabia que era a minha oportunidade de mudar para esse país maravilhoso”, disse Irlan à reportagem de NÁUTICA. 

                                                  Em solo australiano, Irlan rodou até decidir viver da música. Até presidente do BRACCA (uma organização não governamental feita de brasileiros e para brasileiros da Austrália) ele foi. Mas, depois de seis meses nessa função, ele precisava de novos ares. 

                                                  A casa de Irlan antes do Gambiarra, em Jervis Bay, uma baía na Austrália – Imagem: Acervo pessoal

                                                  Para esse fim, em 2018 ele comprou uma van e a transformou em um motorhome. Passou a viver sem endereço fixo e rodou pela costa sul-sudeste da Austrália. Desse modo, percebeu que tocar em locais afastados de Sydney traria um melhor resultado financeiro. Na beira de praias afastadas, ele fazia seu pé de meia e se divertia

                                                  As caixas de som e os instrumentos que o acompanham ecoam uma mistura tipicamente brasileira e australiana — por que não? —, Baião com Blues. A banda Irlan Joney & The Carcará faz sucesso por onde passa, sobretudo em cidades do estado de New South Wales, onde, predominantemente, se apresentam. 

                                                  “Blues e Baião são estilos diferentes, mas que tem uma similaridade. São dois ritmos que contam uma história. Me amarro nisso”. 

                                                  Fazendo um som e ganhando uma grana em Sydney – Imagem: Acervo pessoal

                                                  Com o passar do tempo e das viagens pela costa australiana, Irlan precisou fazer uma pausa nessa rotina itinerante. Apesar da Austrália lidar de maneira excelente com os desdobramentos da pandemia no país, a rotina do brasileiro mudou. Nesse lapso de tempo, Irlan enxergou uma oportunidade de concretizar algo que sempre sonhou.

                                                  “Quando estourou a pandemia e o mundo se assustou, percebi que devia mudar meu estilo de vida. Passei a pescar e de tanto conviver com o mar sabia que tinha que comprar um veleiro”, conta. 

                                                  Embora não tivesse nenhuma experiência com o mundo náutico, não desanimou. Falou com os amigos, com os conhecidos dos amigos e achou um senhor australiano que precisava vender um veleiro o mais rápido possível. 

                                                  Antes de navegar assim, tranquilo, Irlan suou para conseguir o veleiro – Imagem: Acervo pessoal

                                                  Dez dias para fazer 1.200 dólares 

                                                  “Fui ver o veleiro e gostei, mas não tinha o dinheiro na hora. Dei uma entrada de 300 dólares e tive que conseguir 1.200 em dez dias”, disse e conseguiu até antes do prazo. “Fui tocar já pensando nisso: ‘Agora eu tenho que arregaçar’ ”, completa. 

                                                  “Fui tocar já pensando nisso: ‘Agora eu tenho que arregaçar’ ” – Imagem: Acervo pessoal

                                                  No final, Irlan confessou que deu sorte. “Paguei apenas 1.500 dólares no veleiro completo: com quatro velas, motor, tudo”. Comprou o Gambiarra, um Rob Legg 24 pés, em maio de 2020 e logo no primeiro dia já foi morar nele.

                                                  “Eu não tinha nem o bote inflável, usava uma prancha de surf. Era complicado, mas tudo foi engraçado”. 

                                                  Gambiarra à direita e, ao fundo, o pôr do sol em Manly Beach, Sydney – Imagem: Acervo pessoal

                                                  Mesmo sem experiência, a compra do veleiro não teve nenhum empecilho. “No estado em que estou (New South Wales) não precisa de habilitação. A minha embarcação, junto com o motor, não dá mais que 10 nós de velocidade. Foi comprar o veleiro e aprender”, explica.  

                                                  O aracajuense foi criado em beira de praia, mas nem tudo foi fácil para o marinheiro de primeira viagem. “Comprei o veleiro e não consegui sair da poita. Foi muita dedicação para aprender as coisas. E tudo sozinho”.

                                                  Através de muito estudo pela internet, sobretudo vídeos explicativos no YouTube, Irlan conseguiu se adaptar ao mundo da vela. Saindo da teoria, passou a praticar cada vez mais. Como vive da música, não tem uma rotina fixa. Vantagem que o faz passar dias e dias a bordo do Gambiarra.

                                                  Gambiarra entre belos iates na American Bay, em New South Wales – Imagem: Acervo pessoal

                                                  “Cada dia eu durmo em um lugar diferente. Exploro as praias desertas aqui. Sempre de um lugar para outro a bordo do veleiro”. Apesar de sempre estar sempre navegando, Irlan não corre riscos à toa. “Prezo pela minha segurança. Só navego com a luz do sol. Estudo as cartas náuticas e sempre tenho planos B e C, se necessário”, detalha. 

                                                  Novos ares, novos mares e novos desafios

                                                  Irlan durante a travessia Sydney – Jervis Bay – Imagem: Acervo pessoal

                                                  Com a confiança e os preparativos necessários, Irlan partirá rumo ao norte, contra a correnteza, em abril.

                                                  “Dessa vez, eu vou passar menos tempo em cada baía, sempre em direção ao norte. No total, vai dar 1.000 quilômetros. Vai ser a aventura mais louca da minha vida”, confessa.

                                                  “Vou para lugares que nunca fui. Vai ser desafiador, mas com muito cuidado, sempre”. Acompanhando a costa litorânea da Austrália, Irlan trilha e sustenta seus passos como um velejador. O sonho inalcançável se torna cada vez melhor. Abraçado pelo mundo náutico australiano, o brasileiro retribui e abraça os mares desconhecidos.

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                                                    A Numarine, estaleiro europeu de iates a motor de alto desempenho, adicionou mais um superiate à sua frota XP: o 37XP. Diretamente de Istambul, na Turquia, o quinto modelo da série combina uma estética refinada, apesar de facilmente reconhecível, com uma funcionalidade ambiciosamente projetada para oferecer mais uma experiência de primeira classe.

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                                                    Omar Malaz, o fundador e presidente da Numarine, conta que o intuito era “oferecer um modelo maior que o 32XP, já que muitos clientes adoraram seu volume. Ainda assim, ficou clara a necessidade de um iate um pouco maior, pois essas pessoas já possuíam embarcações entre 30 e 32 metros”.

                                                    O superiate tem 121 pés e carrega o mesmo estilo da série XP: enormes janelas angulares, aparência forte e poderosa e muito uso de vidro (ainda mais aplicado, nesse modelo). A produção do projeto, por outro lado, segue intacta — é fruto da parceria entre Umberto Tagliavini, responsável pela arquitetura naval, e Can Yalman, responsável pelo exterior.

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                                                    A eficiência na propulsão também foi trabalhada. O novo modelo, segundo o fabricante, será capaz de atingir velocidade máxima de 14 nós e alcance de 6 000 milhas náuticas. Além de tudo, abrigará 12 pessoas, divididas em 6 camarotes. A suíte master fica na proa principal e há 5 camarotes de hóspedes.

                                                    E não para por aí: a divisão de espaço foi reestruturada. O salão do convés principal e os camarotes se beneficiam de grandes janelas e recebem luz solar. O clube de praia na popa possui uma plataforma de banho e um lounge interno literalmente no nível da água. Só o flybridge tem quase 10 metros de comprimento. Imagine o resto?

                                                    Gostou desse artigo? Clique aqui para receber o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e leia mais conteúdos.

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                                                      Por: Redação -

                                                      Já imaginou jogar uma partida de futebol em um campo flutuante? E se alguém isolar a bola? Como fica? Questões como essas devem ser pensadas antes de qualquer partida no Float Marina Bay, estádio com capacidade para 30 mil torcedores, situado na região central de Cingapura, no Sudeste Asiático.

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                                                      Inaugurado em 2007 e com apenas uma partida amadora no currículo, a plataforma que sustenta a grama sintética é inteiramente de aço, medindo 123 metros de comprimento e 83 de largura.

                                                      Tal estrutura foi usada poucas vezes. Construída para servir como uma alternativa para a realização de eventos esportivos durante a remodelação do Estádio Nacional de Cingapura, o Float de Marina Bay não virou um elefante branco. Pelo contrário, afinal, acontecem diversos shows nesse local. Nesse caso, o campo cede lugar a um palco.

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                                                      Imagem: Reprodução

                                                      O estádio fica em uma região badalada, com diversas marinas e hotéis. Inclusive, fica de frente ao famoso Marina Bay Sands, renomado hotel e um dos principais casinos de Cingapura.

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                                                        06/03/2021

                                                        Faltou pouco. Após a largada na Marina da Glória, sexta-feira, dia 26 de fevereiro, a expedição entre o Rio e Florianópolis protagonizada por 15 amigos — a bordo de, inicialmente, nove jets da Sea-Doo (que a partir da Ilha Grande passaram a ser 11) e dois barcos de apoio,  — fez uma escala em São Francisco do Sul, a última programada por eles antes de completar a missão.

                                                        O objetivo era desembarcar no Iate Clube Veleiros da Ilha na tarde deste sábado, 6 de março, registrando a marca de 621,37 milhas navegadas, ou 1.000 quilômetros! Faltou pouco, repita-se.

                                                        Nesta sexta-feira, por conta do lockdown decretado pelo governo de Santa Catarina, em consequência da necessidade de baixar a curva de contaminação pelo coronavírus, o grupo deu por encerrada a missão ao desembarcar no Porto de Itapoá, que fica na margem direita da entrada da Baía Babitonga, em frente a São Francisco do Sul.

                                                        “Tivemos de abortar a última perna da travessia, porque não conseguimos logística para abastecimento entre São Chico e Floripa. Nós precisaríamos abastecer em Itajaí, Balneário Camboriú ou Porto Belo, mas isso agora não é possível”, conta Leandro Ibagy, um dos líderes do grupo, batizado Rotas e Rodas Marítimo.

                                                        No total, somando as quatro pernas da viagem e os passeios programados para o final de cada etapa — um dia inteiro em Angra dos Reis, outro em Ilhabela —, o grupo navegou exatos 979 quilômetros, como prova o gps de Leandro. Faltou “isso” para os míticos 1000 quilômetros.

                                                        “O importante é que entramos em águas catarinenses, depois de cruzar o Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. Nunca tínhamos ido tão longe assim. Tudo isso sem nenhuma quebra de jet, nenhum incidente”, comemora Gérson Schmitt, outro líder da turma, integrada por 15 fanáticos por jets, com idades entre 21 e 65 anos.

                                                        A última perna, entre Itanhaém e São Francisco do Sul/ Itapoá, foi dividida em duas etapas, tendo como ponto de ligação a cidade de Cananéia, no extremo Sul do litoral de São Paulo. “Foram 165 quilômetros entre Itanhaém a Cananéia, distância que percorremos em cerca de 4 horas e meia, com uma média de 46 km/h. O mar estava deitado, uma piscina”, lembra Leandro.

                                                        “Em seguida, de Cananéia a São Chico, gastamos outras 4 horas e meia para percorrer 190 quilômetros, com uma média de 41,9 km/h. O Canal do Varadouro estava top. Vimos muitos botos pelo caminho. Não poderia haver desfecho de viagem melhor do que esse”, ele resume.

                                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                        Não foi por acaso que todo mundo chegou bem, com seus jets inteiros, e nenhuma queixa para apresentar. Para o sucesso da expedição, o grupo se dedicou a um treinamento intensivo no mês de dezembro, com inúmeras voltas à ilha onde fica Florianópolis. Reservou diversos fins de semana também para a preparação física. Sem contar o atendimento às exigências das Capitanias de Portos dos estados que percorreu.

                                                        No total, foram oito dias de curtição e aprendizado em meio à mais perfeita harmonia com a natureza. Não por acaso, no desembarque, o grupo era só alegria. “Que coisa fantástica poder passar uma semana inteira no mar, desfrutando as benções da natureza ao lado dos amigos. Foram oito dias inesquecíveis. Se organizarem outra expedição como essa, vou fazer o possível para estar junto”, diz Dênisson Freitas, com uma empolgação que reflete o estado de espírito de todo o grupo.

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                                                          Por: Redação -
                                                          05/03/2021

                                                          A mais recente enquete da TV NÁUTICA, no Youtube, perguntou “qual tipo de lancha para passear faz mais o seu estilo?”. E os seguidores votaram em peso! Confira o resultado no link.

                                                          As opções eram variadas. Entre elas, eles deveriam escolher entre 1) “lanchas de proa aberta“, 2) “lanchas de proa aberta e cabine“, 3) “lanchas cabinadas com hard top“, e 4) “lanchas cabinadas com flybridge”.

                                                          Dessa vez, foram 1 500 votos até o momento, divididos entre as possibilidades. Em primeiro lugar, com 52% dos votos, a lancha escolhida como preferida para passeio foi “Lancha cabinada com flybridge”.

                                                          Em segundo lugar, votada por 23% dos participantes, ficou a “Lancha cabinada com hard top“.

                                                          Carregando apenas 17% dos votos, quem ficou em terceiro lugar foi a “Lancha de proa aberta e cabine“. E, por último, escolhido por 9% dos participantes, ficou a “Lancha de proa aberta“.

                                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                          O flybridge é o melhor lugar para curtir a navegação, mas exige alguns cuidados. A principal deles é que a estrutura deve suportar o peso de pelo menos metade das pessoas permitidas a bordo, sem prejudicar a estabilidade do barco.

                                                          Além disso, a escada de acesso deve ter apoio dos dois lados, com boa inclinação e degraus de boa largura, e o guarda-mancebo, altura até os joelhos, no mínimo, especialmente no solário.

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                                                          Por sua vez, o posto de comando deve ser ergonômico, com banco regulável e apoio para os pés. Já os sofás e solários devem ser resistentes ao sol e à chuva, já que ficam expostos ao tempo. Som, pia e geladeira são confortos básicos que precisam estar ao alcance das mãos.

                                                          Fiquem atentos à nossa próxima enquete, que já está no ar! Queremos saber: “Você compraria um barco em sociedade?” Clique aqui e responda. 

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                            Na última enquete promovida pela TV NÁUTICA, os seguidores foram questionados sobre “qual o tipo de lancha preferido para passear”. Com 1 500 votos ao todo, a opção vencedora (“lancha cabinada com flybridge“) foi escolhida por 52% dos participantes.

                                                            Desta vez, NÁUTICA quer saber: você compraria um barco em sociedade? Para responder é simples: basta clicar aqui e votar se “sim, compraria”, ou “não, não compraria”.

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                                                            A votação ficará disponível na seção comunidade, na TV Náutica, no YouTube. A opção mais votada ganhará um artigo especial aqui no portal. Não deixe de participar! O resultado das enquetes será publicado aqui, no nosso portal.

                                                            Gostou desse artigo? Clique aqui para receber o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e leia mais conteúdos.

                                                            Náutica Responde

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