O canoísta baiano Isaquias Queiroz, de 27 anos, levou a melhor e garantiu o ouro na prova do C1 1000m da canoagem velocidade, na manhã de sábado (7), no Canal Sea Forest, na baía de Tóquio. Com o tempo de 4m04s408, o atual campeão mundial da distância, agora, soma quatro medalhas olímpicas em sua carreira (o ouro de Tóquio e duas pratas e um bronze da Rio 2016).
Nas eliminatórias, na manhã de sexta-feira no Japão (quinta à noite no Brasil), Isaquias já se impôs e marcou o melhor tempo no geral. Na manhã deste sábado, venceu a segunda bateria semifinal e, após sorteio, foi balizado na raia 4 na final.
A medalha de prata ficou com o chinês Hao Liu, com o tempo de 4m05s724. O bronze é de Serghei Tarnovschi, da Moldávia, com 4m06s069.
Isaquias foi o único brasileiro em toda a história a conquistar três metais em uma única edição do megaevento. Ele também ostenta 12 pódios em Campeonatos Mundiais (dos quais seis ouros) e quatro em Jogos Pan-Americanos (três ouros).
Foto: Miriam Jeske/COB
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A italiana Ferretti Group divulgou quais serão seus lançamentos no Cannes Yachting Festival, que acontecerá de 7 a 12 de setembro de 2021. As estreias incluem o novo carro-chefe Riva 68 ‘Diable, que foi lançado há poucos dias no Lago Iseo, no norte da Itália.
O modelotem uma novidade muito marcante no seu projeto, que é o layout aberto ao mesmo tempo que visa justamente beneficiar a habitabilidade. Por isso, foi instalado um teto solar com mecanismo de abertura bidirecional (para a frente e para trás).
Assim, a nova capota rígida também possui um design limpo e linear, que esconde de vista os equipamentos técnicos e tecnológicos, além de proteger e abrigar a parte central da embarcação. Essa proteção também engloba a área de jantar e o posto de comando no convés principal.
As outras embarcações incluem o Pershing 6x, de 62 pés, e os iates Ferretti 500 e 670 flybridge, bem como o Custom Line 106 e o Wallytenderx — na versão com motor de popa, que foi apresentada pela primeira vez na feira de Veneza, em junho.
A gama completa que será apresentada pela Ferretti em Cannes ainda não foi revelada, mas deve incluir uma série de outros modelos das sete marcas da empresa.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Pioneira no Brasil com o modelo de negócio de compartilhamento de propriedade e gestão de embarcações de lazer, a PrimeShare está completando nove anos de mercado em 2021, atuando em Porto Alegre (RS), Florianópolis, Balneário Camboriú e Joinville(SC), na região de Guarujá e Ilhabela (SP), e Paraty (RJ).
A empresa foi fundada em 2012 pelo sócio proprietário Ricardo Ravache, um apaixonado pelo mundo náutico que buscou dentro da administração de propriedade compartilhada criar um negócio que facilitasse a compra e gestão de embarcações. A ideia evoluiu e Andresa Negherbon passou a integrar a sociedade da empresa, principalmente por se identificar com o mesmo universo e pelo know-how em marketing e gestão de empresas.
Atualmente, a companhia administra mais de 60 embarcações compartilhadas. Neste modelo, o cliente tem a propriedade de 1⁄4 da embarcação em seu nome, convenientemente seguro de que o barco está sendo bem cuidado e pronto para ser usado sempre que quiser, de acordo com a empresa. Além de desfrutar do barco, o proprietário sempre tem a possibilidade de vender, se desejar.
Seja marinheiro de primeira viagem ou um lobo do mar, os usuários recebem suporte e treinamento com um exclusivo manual de procedimentos que permite a ele e sua família estarem cientes de tudo o que envolve o compartilhamento e, assim, sintam-se mais seguros.
De acordo com Andresa Negherbon, sócia proprietária CEO da empresa, “o modelo de economia compartilhada veio pra ficar. Você adquire a propriedade de ¼ do barco e pode ter o barco dos sonhos pagando 25% do valor”. Além disso, a PrimeShare cuida de documentação, seguro, manutenção, limpeza e conservação do barco.
“Ninguém gosta de limpar o barco depois do fim de semana ou tratar com o mecânico que mal conhece… O lado maçante pode arruinar a boa experiência de navegar. Mas, não com a PrimeShare! Limpeza, manutenção, marinheiro, documentação e até enxoval e provisões para a viagem são atendidos ao pedido do cliente”, finaliza Andresa.
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A holandesa Linssen acabou de lançar o Linssen 500GS Sedan, o maior modelo de cabine do estaleiro até agora. Embora projetado para cruzeiros nos canais interiores da Europa, o estaleiro diz que “a lancha é mais do que capaz de cruzar o grande Canal da Mancha”.
Os construtores explicam que, apesar de ser o maior Sedan em sua gama, ele é adequado tanto para hidrovias maiores quanto menores. Isso, porque seu calado é raso — de 10 pés (ou 3,3 m), que pode ser reduzido para 9 pés (2,75 m), caso seja a opção do proprietário —, o que favorece o percurso em canais com menos espaço.
Além do calado, a embarcação ainda conta com uma facilidade de controle extra, por conta da proa proporcional, e propulsores de popa que contribuem para essa flexibilização. Ainda foram adicionadas portas de correr em ambos os lados do salão.
Quanto aos canais maiores, a própria Linssen confirma que um dos pré-requisitos do projeto da embarcação era a capacidade de navegar no Canal da Mancha confortavelmente. Dentre os resultados dessas condições, estão o deslocamento leve de 27 toneladas, a construção em aço e a estabilização opcional do RCD categoria B Linssen 500GS Sedan.
O convés principal ganhou um interior bem iluminado, teto solar, portas duplas de quatro partes e um sistema de cobertura do cockpit a um toque, que o esconde nas plataformas laterais do convés. Essa tecnologia permite ampliar a área de estar da embarcação, mesmo com mau tempo.
Já no convés inferior, existem dois camarotes de proporções generosas contando com a suíte máster. A acomodação do proprietário fica mais à proa e tem um box com chuveiro e toalete separados, enquanto os hóspedes ficam com seu próprio banheiro e chuveiro.
Quanto ao desempenho, a lancha foi equipada com dois motores Volvo Penta D3 com 110 hp, capazes de atingir 10 nós de velocidade máxima de acordo com o estaleiro. O telhado da embarcação ainda conta com uma série de painéis solares, suficientes para operar todo o circuito doméstico do Linssen 500GS Sedan.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Versatilidade: esse é o conceito principal da criação do motorhome anfíbio, batizado de Terra Wind. A construção da CAMI (Cool Amphibious Manufacturers International), empresa americana especializada na construção de veículos anfíbios, existe desde os anos 2000 e consiste em um ônibus, anfíbio, com interior de motorhome e capaz de navegar em água doce.
Desde o início, o propósito da criação era unir a praticidade do ônibus ao luxo de um iate. Para isso, a empresa criou um esquema bem simples: basta o motorista se aproximar da água (que não pode ser em mar aberto, apenas água doce), mudar a transmissão terrestre para o ponto morto e colocar a transmissão aquática no drive. A partir daí, a embarcação passa a ser controlada por um joystick, de dentro da cabine.
O que move o Terra Wind, tanto na água quanto nas estradas, é um motor turbodiesel Caterpillar 3126E de 334 hp. A força é passada para as rodas traseiras ou para o par de hélices de bronze, de 19 polegadas.
No tamanho, o automóvel é praticamente igual a um ônibus rodoviário convencional. Tem aproximadamente 13 metros de comprimento, 2,5 m de largura e quase 15 toneladas. Ainda assim, o veículo só consegue navegar em águas mais rasas, suporta ondas de até 1 metro e ventos de até 64 km/h.
O interior tem uma proposta principal: conforto. O piso é de cerâmica, os armários de teca, estofamento de couro e as bancadas, de granito. Quanto às acomodações, o ônibus anfíbio ainda tem cama queen-size no quarto principal e uma jacuzzi.
E, claro, para completar, ele também vem equipado com uma cozinha completa, sistema de som e TV de plasma – que, na época, era o que existia de mais avançado.
Veja mais detalhes no vídeo abaixo:
Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Maristella Pereira
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A australiana McConaghy iniciou a construção de seu primeiro catamarã de 82 pés a motor, o MC82P. A entrega está programada para acontecer em março de 2023, e é o maior modelo da série de multicascos do estaleiro a ser construído até hoje.
Projetado para oferecer uma vida contemporânea na água e com estilo de apartamento, a proposta da embarcação é bem elaborada: o intuito é entregar a eficiência de um cruiser de longo alcance, ao mesmo tempo em que atua como um iate familiar e costeiro.
O MC82P é a segunda embarcação do estaleiro a se beneficiar de um design de interiores do estúdio italiano M2atelier. A parceria começou com o MC75, anunciado no início deste ano. A arquitetura naval, por sua vez, vem da Ker Design.
O iate de 82 pés (ou 24 metros) apresenta um amplo salão principal, com área de jantar e cozinha de plano aberto no convés principal. Além disso, ainda conta com um espaçoso convés de popa, acessado por portas de vidro deslizantes e equipado com sofás e espaço para refeições ao ar livre. Na frente da superestrutura está um aconchegante lounge externo para os hóspedes desfrutarem.
Já no flybridge, há outra área de jantar informal e móveis de sala independentes, que tornam o espaço multifuncional. As espreguiçadeiras foram posicionadas na popa para aproveitar ao máximo as vistas elevadas e panorâmicas.
Quanto aos hóspedes, o arranjo do MC82P permite acomodar até oito convidados, divididos em quatro camarotes duplos e voltados para o mar. Três deles podem ser convertidos em camarotes com beliches duplos, sendo que todos os quartos são privativos — inclusive os dois camarotes extras para a tripulação.
“O arranjo geral de qualquer McConaghy Multicasco pode ser configurado para atender especificamente aos requisitos de cada cliente”, disse o CEO da McConaghy, Mark Evans. “Alguns clientes gostam de ter uma suíte máster no convés principal, enquanto outros solicitam menos suítes, porém maiores, e alguns dão maior ênfase à acomodação da tripulação e versatilidade de layout. Temos orgulho de poder atender a qualquer solicitação do cliente — esta é uma construção de barco de produção com possibilidade totalmente customizada”.
O desempenho fica por conta de dois motores Yanmar, de 250 hp. Desta forma, o estaleiro promete velocidade máxima de 17 nós e cruzeiro de 10 nós. De acordo com informações da empresa, a forma eficiente do casco e a construção leve reduzem a queima de combustível de 30% a 50% em comparação com um iate a motor do mesmo comprimento.
O iate também pode levar um tender de 5,7m em uma plataforma de popa hidráulica — com o tender implantado, essa plataforma pode assumir duas funções diferentes: de natação ou de convés adicional.
Dentre as opções de produção adicionais, estão a geração de energia solar, os decks de teca sintética, várias cores de casco, luzes subaquáticas e um impressionante pacote audiovisual integrado.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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A fabricante japonesa de motores de popa Tohatsu Corporation anunciou que começará a fornecer seus maiores motores — o MFS, de 140 hp — a distribuidores mundiais, a partir de setembro de 2021.
Esses novos motores foram desenvolvidos e projetados com base na filosofia “simpliq technology” da Tohatsu, que visa criar motores de popa simples, fáceis de usar e de alta qualidade.
O presidente da Tohatsu, Isami Hyuga, comentou: “Nós realmente acreditamos que, em certas configurações de barco, o MFS 140 se equipara a motores de popa de 150 hp, e proporcionará uma experiência incrível de navegação”.
“Ele tem torque mais alto, velocidade máxima e aceleração mais rápidas do que nossos motores anteriores. Esse resultado foi possível ao adaptar nosso exclusivo 4-2-1 Performance Tuned Exhaust, que elimina a possibilidade de interferência no escapamento e melhora drasticamente o torque, resultando em um furo de tiro mais rápido e velocidade máxima”, completou.
O sistema de escape 4-2-1 tem esse nome por conta do layout do tubo de escape, basicamente. Os quatro tubos que saem da cabeça do cilindro se transformam em dois e, finalmente, terminam o sistema com apenas um tubo. Esse caminho leva ao conversor catalítico do sistema.
A ideia por trás de qualquer sistema de escape é remover o máximo possível de gases de escapamento dos cilindros, e rapidamente. O termo automotivo para isso é “limpeza”. A eliminação eficaz dos gases de escape aumenta a eficiência geral do motor.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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O superiate Palmer Johnson DB9, de 52,3 metros, tem design um tanto quanto diferenciado. A embarcação, construída em 2010 e reformada em 2020, faz parte da série Palmer Johnson 170 SportYacht e um dos raros modelos nesta faixa de convés superior aberto.
Essa obra é resultado de uma colaboração entre dois grandes estúdios: o da própria Palmer Johnson, na arquitetura naval, e a Nuvolari Lenard, no design exterior e interior da embarcação a motor.
Com casco e superestrutura construídos em alumínio, o Palmer Johnson DB9 possui curvas extensas e linhas elegantes. Além da grande inovação arquitetônica, os projetistas tiveram um propósito principal ao desenhá-lo: o entretenimento.
É por isso que uma das primeiras características perceptíveis do DB9 é o amplo espaço destinado à socialização. Na popa do convés principal, é possível desfrutar de refeições ao ar livre com uma grande área de estar e um bar de serviço completo.
Complementando esse conceito, basta percorrer algumas passagens curvas para aproveitar a piscina de 8 metros no convés de proa. Caso os convidados prefiram uma piscina mais despretensiosa, também é possível aproveitar a jacuzzi de borda infinita e espreguiçadeiras de tamanho generoso na popa, que entregam vistas panorâmicas do oceano.
E não para por aí: o superiate também possui plataforma de natação, de fácil acesso à água, bem como uma ilustre coleção de brinquedos aquáticos. O deck para banhos, por sua vez, conta com uma jacuzzi adicional, área de estar com refeições ao ar livre, e, pasmem: um cinema, também ao ar livre.
As acomodações Palmer Johnson DB9 abrigam o número máximo de 12 convidados, divididos em cinco camarotes luxuosos. A suíte máster de largura total, com closet e banheiro privativo, fica no convés inferior, com acesso somente por uma escada privativa. Os outros camarotes se dividem entre duplos e de casal.
Quanto ao desempenho, o DB9 é movido por dois motores diesel MTU 16V 4000 M93, e pode atingir velocidades máximas de 32,5 nós e velocidade de cruzeiro de 24 nós, de acordo com o estaleiro.
Peter Thompson, o sócio-gerente da Yachting Partners International, fez um comentário acerca dessa embarcação, e contou que “o DB9 foi construído pela Palmer Johnson no Reino Unido e, portanto, é o única Palmer Johnson que não tem que pagar o imposto de importação de 25%, cobrado atualmente sobre os navios construídos nos EUA. É uma experiência única desfrutar desse superiate Palmer Johnson, construído em Chatham, no Reino Unido. Que eu saiba, é o único Palmer Johson a ter sido construído na Europa também”.
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Na última segunda-feira (2), o estaleiro paulista Flexboat inaugurou o segundo turno de produção na fábrica da marca. Com isso, a fábrica passa a produzir em dois expedientes, com uma equipe das 6h às 14h20, e outra equipe das 13h53 às 23h30.
Utilizando a expressão “com manete no fundo”, o diretor comercial Reginaldo Lemes afirmou que tal ação “serve para demonstrar o volume de produção e o momento que a fábrica está vivendo, com um grande volume de vendas para o mercado nacional e internacional”.
Com os recentes contratos celebrados com a Marinha do Brasil, Polícia Federal e Corpo de Bombeiros de várias regiões do país, além de novos dealers que a Flexboat USA acabou de abrir em Nova Iorque e Califórnia, o estaleiro acredita que esse ritmo de produção deverá ultrapassar o ano de 2022.
Toda a estratégia de dar mais “musculatura” para o departamento fabril, que hoje já conta com mais de 100 colaboradores, está corroborada com um plano de expansão em duas etapas, sendo, nesta primeira fase, a construção de um galpão de 1 200 m², uma estação de tratamento de esgoto, castelo d’agua de 56 mil litros, cisterna com capacidade para 18 mil litros, nova cabine de pintura, ampliação das portas em função das manobras internas com os novos barcos que chegam a quase 40 pés, além da pavimentação em uma área do terreno próprio do estaleiro, que será destinada para estacionamento e pouso de helicópteros.
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O Loucos Por Barcoschegou ao nono programa da temporada! Nesta quarta-feira, foi ao ar ao vivo um bate papo sobre “Lancha HT ou FLY: qual o melhor tipo de barco para você?” e, pensando nisso, NÁUTICA trouxe um comparativo entre as três opções de configurações nas lanchas: de comando aberto, com hardtop ou com flybridge. Confira:
Comando aberto
Por ser aberto, o cockpit é exposto ao sol, ao vento e à chuva;
O cockpit é coberto por apenas uma capota baixa;
O piloto fica em contato com a área social, os solários, a plataforma de popa e tem controle de todo o barco;
Tem apenas um posto de pilotagem;
A visão da navegação é ampla e desimpedida;
As áreas mais utilizadas ficam no mesmo convés;
Lanchas de comando aberto têm centro de gravidade baixo e, por isto, maior estabilidade;
Todos a bordo passam a maior parte do tempo no cockpit, mesmo que o barco tenha cabine;
Tem bastante espaço para banhos de sol;
O piloto tem visão de todos dos lados do barco e acessa rapidamente a popa, dispensando ajuda nas manobras de atracação.
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A Secretaria de Turismo e Viagens de São Paulo lançou, nesta quinta-feira (5), uma cartilha virtual de estruturas náuticas para municípios que desejam desenvolver o segmento. O guia traz modelos de rampa e píers, além das recomendações jurídicas para instalação dessas estruturas. O objetivo é fomentar o turismo náutico à beira de rios e represas e aproveitar o potencial do estado.
Produzida em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA), a cartilha está hospedada na plataforma Melhores Práticas. “O turismo náutico é a soma dos ativos e atrativos das águas e terra, e tem grande potencial de geração de empregos no Estado. São mais de 120 municípios com vocação para o setor”, afirma o secretário de Turismo e Viagens, Vinicius Lummertz.
Estima-se que uma instalação de apoio náutico com 300 embarcações tem impacto direto, indireto e induzido de R$ 141 milhões por anona economia local e garante 780 postos de trabalho. Os empregos são gerados de forma direta em instalações como marinas, estaleiros, fabricantes e fornecedores de embarcações, além da cadeia indireta, como hotéis, restaurantes, compras e entretenimento que servem de apoio.
São Paulo tem 630 quilômetros de costa marítima, cerca de 4 200 quilômetros de rios navegáveis e mais de 50 reservatórios (lagos e represas) com grande potencial turístico. O Estado já está desenvolvendo dez circuitos náuticos envolvendo o mar, rios e represas consolidadas, como Circuito Pontal 2030, Circuito Náutico da Hidrovia Tietê, Circuito Náutico do Rio Grande, Circuito Náutico Jurumirim, e seis rotas compostas, como o da costa paulista, que liga o Vale do Ribeira à Baixada Santista e ao Litoral Norte.
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A Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb) encontrou 10 caixas misteriosas pelos mares da Praia do Flamengo e da Praia de Itapuã, em frente à Igreja da Vila Militar, na Bahia. Depois de muita especulação, finalmente surgiu uma explicação: as caixas eram, na verdade, fardos de borracha de um navio nazista, que estavam afundados há 80 anos.
Quem solucionou o mistério foi o pesquisador e oceanógrafo Carlos Teixeira, que trabalha com o Labomar (Instituto de Ciências do Mar), da Universidade Federal do Ceará (UFC). Ele explicou que o material estava dentro do navio alemão SS Rio Grande, uma embarcação afundada pela frota estadunidense em 1944, no fim da Segunda Guerra Mundial. Para tirá-las de lá, foi preciso contar com a ajuda de um guindaste — uma vez que cada caixa pesa, em média, 200kg.
O navio em que as caixas se encontravam está há quase 6 mil metros de profundidade no mar, e o pesquisador explicou que “a ideia dele era ficar transportando cargas entre um lado do Atlântico e o outro. Além dessas caixas de borracha, ele carregava cargas de metais como cobalto, estanho, latão, titânio, vários metais que hoje são até bem valorizados”. A hipótese é de que essa borracha seja, na verdade, folhas de látex dobradas diversas vezes para transporte.
Carlos também contou que só conseguiu identificar a procedência do material devido a um fardo que se perdeu há dois anos e foi encontrado em uma praia do Ceará. Nele, estava escrito “Produzido na Indochina Francesa”, e, na época, a região era dominada pelos japoneses — aliados dos alemães na guerra.
“As correntes estão para o norte e os ventos estão para o norte. Então não teria como estar trazendo uma caixa de Sergipe ou do norte da Bahia para Salvador para a Região Metropolitana de Salvador, como Stella Maris e Flamengo”, comenta o oceanógrafo. “A gente ainda não sabe se existiam caixas enterradas ao sul de Salvador ou se isso está vindo do mar. Como elas chegaram em Salvador é um novo mistério”.
De acordo com a Limpubr, as caixas encontradas nesta semana foram removidas da faixa de areia com o auxílio de um caminhão Munick, por causa do peso, e devem ser encaminhadas para a Capitania dos Portos.
Segundo a empresa de limpeza, a Marinha também coletou uma amostra para avaliar o material junto ao Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia (Ufba). O restante do material será pesado.
Por meio de nota, a Capitania dos Portos da Bahia informou que pacotes sem identificação estão sendo encontrados no litoral do Nordeste desde 2018 e que não foram registrados acidentes náuticos na região que justifiquem o aparecimento dessas caixas.
Disse ainda que um material semelhante foi encontrado no dia 26 de julho, na praia da Costa de Sauípe, em Mata de São João, cidade da região metropolitana de Salvador.
A instituição também detalhou que o material encontrado não apresenta características poluentes, e que será descartado pelas autoridades competentes.
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O Loucos Por Barcos chegou ao nono programa da temporada! Nesta quarta-feira, 4 de agosto, foi ao ar ao vivo um bate papo descontraído semanal sobre os temas náuticos mais pedidos pelos leitores e seguidores.
NÁUTICA e um time seleto de convidados debateram qual o melhor tipo de lancha para você: HT ou FLY?
O bate-papo contou com grande troca de informações sobre barcos, sempre com a interação em tempo real dos telespectadores por meio das redes sociais e o chat do YouTube.
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Após o sucesso da 48ª Semana de Vela de Ilhabela, no Yacht Club de Ilhabela, outro grande evento estar por vir. Será o Campeonato Brasileiro de Vela de Oceano das classes ORC e BRA-RGS em conjunto com a 12ª edição do Ubatuba Sailing Festival.
A competição vai ocorrer entre os dias 4 e 7 de setembro, na cidade do Litoral Norte de São Paulo e será a celebração dos 60 anos do Ubatuba Iate Clube. O evento tem a organização do Ubatuba Iate Clube com o apoio da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano, a ABVO.
“Ubatuba tem se destacado muito positivamente com novos velejadores e a gente vem percebendo um crescimento significativo da vela na região. A posição privilegiada da região propicia isso, estamos perto de Ilhabela que é grande polo de regatas, próximo do Rio de Janeiro, então a escolha de Ubatuba como Brasileiro é muito acertada”, revelou Alex Calabria, do veleiro Áries e diretor-adjunto de Vela do Ubatuba Iate Clube.
A expectativa é de superar a marca de 2020, quando foram 42 barcos, na época Campeonato Paulista de oceano: “Nosso objetivo é ter na casa dos 40 ou mais barcos. Além do Brasileiro de ORC e BRA-RGS, teremos a Bico de Proa e BRA-RGS Clássicos convidadas para o 12º Ubatuba Sailing Festival”.
Calabria também confirmou presença de três grandes nomes da Vela nacional. Torben, bicampeão Olímpico, acompanhou de perto sua filha Martine Grael igualar seu feito com duas medalhas de Ouro nesta semana, enquanto que Lars, duas vezes medalhista de Bronze, comentou o triunfo da sobrinha na TV Globo.
Além deles, Eduardo Souza Ramos e seu novo barco “Phenix” confirmaram presença. “Será uma honra tê-los na disputa”, disse: “somente a vela permite-nos velejar na mesma raia dessas feras e por isso, todo velejador é bem-vindo para essa disputa”.
Alex esteve na disputa da 48ª Semana de Vela de Ilhabela e pretende utilizar os protocolos do local como referência para a disputa do Brasileiro de Vela de Oceano. A definição virá nos próximos dias após reuniões com as autoridades do município.
A divulgação do Aviso de Regata com os detalhes e programação será divulgada nos próximos dias.
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Inspirado em um modelo de sucesso da década de 1960, a Benetti Yachts lançou uma releitura da embarcação Motopanfilo. Com 37 metros de comprimento, o novo iate traz o mesmo nome de sua inspiração de 1960 e foi para a água pela primeira vez ainda no mês de julho, em Viareggio, na Itália. A entrega do modelo está prevista para setembro, após sua estreia internacional no Cannes Yachting Festival.
Inspirado na tradição e estilo de vida do iate dos anos 1960, o Motopanfilo de 2021 é fruto da colaboração entre a própria Benetti e o designer de exteriores Francesco Struglia. A proposta era “reinventar o design e o estilo dos iates Benetti anteriores, criando um ‘design para hoje'”.
O exterior ganhou adjetivos como “corte limpo”, com “formas estreitas” e bastante volume. A popa foi reformada de acordo com os padrões do século 21 e, agora, apresenta um espaçoso clube de praia, além de uma grande plataforma de banho. Além disso, uma plataforma de observação foi colocada acima do hardtop e é descrita como um quarto convés, privado, para observar as estrelas ou o mar.
O interior, por sua vez, foi redesenhado por Claudio Lazzarini e Carl Pickering, do estúdio italiano Lazzarini Pickering Architetti. Eles explicaram que a ideia norteadora por trás da releitura do Motopanfilo foi a busca para recriar os símbolos e memórias do passado e combiná-los com novos elementos. A proposta era se concentrar em uma “reforma contemporânea” às tradições náuticas do passado.
“Os interiores do Motopanfilo não se parecerão com os de uma casa, mas com os de um barco”, completa Claudio Lazzarini.
O salão apresenta madeira clara e aconchegante no piso e tetos curvos, enquanto toques de branco e azul são vistos por toda parte. As paredes da cabine do piloto também seguem a curva suave do casco, abraçando o design do iate.
A acomodação é para um total de 10 convidados, abrigados em cinco camarotes: uma suíte do proprietário na proa do convés principal e mais quatro camarotes de hóspedes no convés inferior. Nesse ponto, os proprietários têm a opção de instalar uma pequena sauna.
O estúdio também se concentrou em maximizar a impressão de espaço e luz no interior, combinando as amplas janelas com o uso de superfícies espelhadas para aumentar a percepção do espaço interior e enfatizar a vista para o mar.
Uma série de opções de motor estão disponíveis para os proprietários, proporcionando uma velocidade máxima entre 16 e 18 nós e um alcance de 3 800 milhas náuticas a 10 nós, de acordo com as especificações fornecidas pela própria Benetti.
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Após o lançamento bem sucedido do catamarã híbrido (elétrico e a diesel) Herley 3400, a neozelandesa Herley Boats acabou de anunciar um novo projeto: o Sunchaser 60. O modelo consiste em um catamarã elétrico, como o anterior, com desempenho também a energia solar; e será o resultado da colaboração entre o próprio estaleiro e o estúdio Roger Hill Yacht Design.
A capacidade de produção de energia solar já foi estabelecida, e será de 18 kW. O intuito, agora, é produzir uma embarcação com vários avanços técnicos e com um foco principal: o de realizar cruzeiros em ilhas e baías, somente através de energia sustentável.
Uma vez que o objetivo seja alcançado, o estaleiro divulgou que o intuito secundário do projeto é obter verdadeira capacidade de navegação oceânica, para atingir velocidades de cruzeiro confortáveis de, no mínimo, 15 nós.
Sem abandonar a premissa mais importante — a geração solar —, o time de design planejou o telhado da forma mais “limpa” possível. Eles desenvolveram um sistema que puxa a energia solar do telhado para o banco de propulsão e, em seguida, para os motores — tudo isso com perdas elétricas mínimas. Desta forma, o que é produzido na cobertura, é transferido para os motores elétricos.
O layout, por sua vez, foi desenhado para longas durações no mar. Por isso, é perceptível a grande preocupação do projeto com a qualidade dos espaços de convivência, a exemplo da cozinha espaçosa no piso principal, bem como as áreas de entretenimento e a garagem volumosa para armazenamento de brinquedos aquáticos.
Ainda não foram liberadas informações a respeito do número máximo de hóspedes permitidos, mas sabe-se que a suíte máster ficará à frente e todos os camarotes terão banheiros privativos. Uma outra preocupação, de acordo com o estaleiro, foi a criação de um design circular no Sunchaser 60, para facilitar o acesso direto da estação do leme aos conveses de proa e laterais.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
O estaleiro alemão Meyer Werft anunciou a construção de um megaiate residencial particular, de 289 metros, batizado de Njord. A entrega está prevista para 2025 e promete usar das tecnologias mais avançadas no mercado atualmente.
O projeto foi revelado pela Ocean Reasidences Development (ORD), e o anúncio deixou claro que a construção acontecerá de acordo com as “mais rígidas” regulamentações ambientais possíveis. Para isso, a embarcação contará com motores de última geração, baterias para operação híbrida, sistemas de recuperação de calor e sistemas avançados de gerenciamento de energia.
Além disso, uma especificação muito reiterada no lançamento foi a adição de motores e tanques de combustível totalmente adequados para futuros combustíveis — mais um requisito ecológico a ser atendido pelo megaiate.
O presidente-executivo da ORD, Kristian Stensby, descreveu o estaleiro como “o líder mundial na construção de embarcações de passageiros inovadoras e complexas com uma reputação estelar de excepcional qualidade, precisão e entregas no prazo” e comentou que “é uma oportunidade e tanto fazer parceria com a Meyer Werft, uma empresa que manteve sua construção naval em curso por 226 anos”.
“Nossa empresa tem o orgulho de embarcar na construção do melhor megaiate ecológico já construído”, acrescentou o presidente.
Anunciado como o “maior megaiate residencial privado do mundo”, o Njord recebeu o nome do deus dos mares e dos ventos da mitologia nórdica. A embarcação de 289 metros (ou impressionantes 948 pés) contém 117 residências particulares e uma marina inflável de 500 metros quadrados na popa da embarcação, que apresenta uma série de plataformas dobráveis.
Distribuído por um total de 12 conveses, o megaiate disponibilizará as residências para compra, bem como as 16 suítes para hóspedes e mordomo. Com 20 configurações diferentes, essas residências variam entre apartamentos de 2 a 6 quartos, que poderão ter de 116 a 800 metros quadrados.
A embarcação foi projetada por uma equipe de engenheiros, arquitetos navais e designers de interiores e exteriores, incluindo o lendário designer de superiates Espen Øino, que escreveu o exterior do projeto. A arquitetura naval ficou por conta da Foreship OY.
O design de interiores, por sua vez, ficará sob a responsabilidade de dois profissionais: Jean-Michel Gathy, do estúdio de design malaio Denniston, em parceria com o estúdio de design italiano, FM Architettura. Eles trabalharão sob a supervisão de Jean Stutzman — o designer-chefe da ORD.
Em comunicado, o grupo de experts explicou que serão ofertadas duas opções de decoração. Gathy descreveu seu projeto de design das residências de luxo como “caseiro, confortável, elegante e contemporâneo” e, dentre as opções de personalização dos proprietários, eles poderão escolher entre adegas, salas de queijos, umidificadores, salas seguras, academias privadas, saunas, e uma variedade de recursos premium.
“Tudo está nos detalhes e, em última análise, quero criar um abrigo, um porto seguro, onde aqueles que escolherem viver a bordo do Njord possam fechar os olhos e deixar que o dia trabalhe, em vez de trabalhar o dia. Os designs serão divertidos, enquanto uma sensação de facilidade e leveza combinará camadas de criatividade para criar aconchego, energia e conforto”, disse Gathy.
A FM Architettura, por sua vez, propôs um design inspirado em “terra, ar, vento e fogo”, de acordo com a co-fundadora do estúdio, Francesca Muzio.
O aspecto terra estará presente em toda a madeira utilizada a bordo, “seja nos móveis à medida, nos pavimentos ou nas divisórias estruturais”, explicou Muzio. O ar estará na leveza dos interiores, nomeadamente nos “tapetes feitos à mão e tecidos à medida, que vão conduzir os olhos pelo espaço”.
Já o fogo estará presente nos “móveis de bronze feitos à medida, no vidro ou na iluminação, que pontuará os quartos”. A água, por sua vez, é o elemento mais importante de acordo com Muzio, com o intuito de “garantir que o fluxo e o equilíbrio do projeto se reúnam em sua totalidade, pois são casas que devem ter um sentido de lugar”.
Apelidado de “a próxima geração de megaiates privados”, o Njord também estará equipado para realizar pesquisas científicas e oceanográficas durante sua navegação anual ao redor do globo. A cada ano, ele viajará para alguns dos lugares mais remotos e “culturalmente únicos” do planeta, de acordo com o estaleiro.
Para completar, a embarcação irá coletar dados ambientais e marinhos de todo o mundo, que serão disponibilizados para laboratórios de pesquisa internacionais — tudo com o intuito de apoiar uma série de missões filantrópicas, instituições de caridade e causas.
Além do laboratório de pesquisa totalmente equipado, o megaiate contará com um telescópio giroscópico (para varreduras noturnas do céu) e uma série de drones, tanto de monitoramento atmosférico quanto subaquáticos. Os apetrechos científicos também incluem dois submersíveis, ecobatímetros de múltiplos feixes e dois helicópteros de 8 lugares.
As amenidades de luxo incluem vários terraços ao ar livre, duas piscinas (também ao ar livre), uma piscina de hidromassagem coberta, extensas instalações de bem-estar e uma casa noturna e lounge de jazz. O salão de observação do telescópio ficará no convés superior.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Fernanda Oliveira e Ana Barbachan velejaram na madrugada desta quarta-feira (4), na Baía de Enoshima, em busca da segunda medalha da vela brasileira nos Jogos de Tóquio, mas não conseguiram um lugar no pódio.
Fernanda e Ana estavam em quinto lugar no dia anterior, mas na Medal Race, regata final e decisiva, tiveram um mal desempenho e terminaram em 10º e último lugar, descendo para nono na classificação geral. Elas acumularam 82 pontos perdidos.
A dupla britânica Hannah Mils e Eilidh McIntyre conquistou o bicampeonato olímpico na classe. Já as polonesas Agnieszka Skrzypulec e Jolanta Ogar colocaram a prata no peito. Camille Lecointre e Aloise Retornaz, da França, levaram o bronze.
Já no masculino, não houve participação do Brasil no 470 na regata por medalha, depois que Henrique Haddad e Bruno Bethlen terminaram em 16º lugar na classificação geral e foram eliminados.
Os campeões foram Mathew Belcher e Will Ryan, da Austrália. Já a prata foi para Anton Dahlberg e Fredrik Bergstrom, da Suécia, e o bronze ficou com o espanhóis Jordi Xammar e Nicolas Rodriguez Garcia-Paz.
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A Tecnomar, um dos estaleiros do The Italian Sea Group, acabou de revelar o interior de uma de suas embarcações de sucesso, a lancha Lamborghini 63. O primeiro casco da série foi entregue ao proprietário há pouco mais de um mês.
“É um momento de profunda emoção”, disse o proprietário, na cerimônia de entrega. “O Italian Sea Group criou uma lancha única, com um desempenho incrível — uma verdadeira joia do mar”.
O diretor de estratégia da Automobili Lamborghini, Stefano Rutigliano, ainda acrescentou: “Estamos orgulhosos de testemunhar a essência do DNA da Lamborghini, agora navegando no mar, com a mesma atitude que nossos carros superesportivos enfrentam o asfalto. Esta lancha representa COMO os valores compartilhados E a sinergia das duas equipes SÃO a chave para a realização de produtos excelentes”.
Com 19,2 metros de comprimento e pesando 24 toneladas, a embarcação representa um verdadeiro cruzamento das duas marcas, projetada para satisfazer os clientes que gostam de super barcos e super carros.
O primeiro casco apresenta uma distinta pintura de casco dourado e detalhes que fazem referência às cores da bandeira italiana, mas todos os modelos são personalizáveis de acordo com os desejos do proprietário.
O design do Lamborghini 63 é inspirado no modelo Siàn FKP 37, da Lamborghini: um carro esportivo híbrido de fibra de carbono que pode atingir velocidades de 220 mp.
Na água, esta lancha pode atingir uma velocidade máxima de 60 nós, de acordo com o estaleiro, com a potência de seus dois motores MAN V12 de 2 000 hp. Assim, o lançamento tornou-se a embarcação mais rápida da frota da Tecnomar.
Usando os mesmos materiais de um supercarro Lamborghini, o barco a motor com acabamento personalizado é construído a partir de uma “pele de carbono” especial e apresenta o botão de partida do motor característico dos carros feitos pelo fabricante italiano.
Outros detalhes incluem um perfil extremamente aerodinâmico, uma capota inspirada nos modelos roadster da Lamborghini e faróis de proa que homenageiam o carro-conceito Terzo Millennio.
Para conferir os detalhes do lançamento da embarcação, basta clicar aqui.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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O estaleiro italiano Extra Yachts, parte da família ISA Yachts, lançou seu mais novo iate a motor, o X96 Triplex Anvilugi. Ele apresenta design externo de Francesco Guida e design de interiores da Hot Lab Studio.
O iate de 24 metros Anvilugi pode acomodar até 10 pessoas, divididas em 5 camarotes. A suíte máster é de largura total, ocupando toda a boca do iate, e fica no convés principal. Os outros 4 camarotes adicionais, de hóspedes — dois VIP com camas centrais e dois com cama de solteiro — ficam no convés inferior.
Quanto ao design, as grandes janelas ininterruptas oferecem a “sensação de estar dentro de uma grande cúpula de cristal”, de acordo com o estaleiro, e destacam o jogo refinado de contrastes entre as superfícies claras e brancas da fibra de vidro, além das elegantes janelas escuras.
Em nota, a própria Extra Yachts explicou que “um dos principais objetivos do Extra 96 é elevar ainda mais os padrões para iates com menos de 30 metros de comprimento, especialmente em termos de espaço útil, conforto, volumes, habitabilidade a bordo, consumo reduzido e cruzeiros de longo alcance. Uma personalidade única com linhas inusitadas, volumes impressionantes, um conceito de uso inovador”.
Durante o projeto, um pré-requisito atendido pela equipe foi o de desenhar uma embarcação que pudesse atender (e facilitar) as necessidades de quem deseja ingressar no mundo náutico, principalmente através da valorização do contato com a natureza e convívio com hóspedes e família.
É por isso, também, que os volumes externos são generosos e foram pensados para proporcionar grande lazer aos convidados.
Quanto ao desempenho, o iate de semi-deslocamento possui motores triplos Volvo Penta IPS de 1 000 hp cada, permitindo que a embarcação atinja velocidades máximas de 16,5 nós e uma velocidade de cruzeiro de 12 nós, de acordo com a Extra Yachts. Além disso, ela ainda conta com 3 geradores Kohler de 33 kw.
O iate a motor Extra X96 Triplex Anvilugi vai estrear no Cannes Yachting Festival deste ano, em setembro. Veja mais detalhes do design externo no vídeo abaixo:
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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O estaleiro turco Alia Yachts acaba de lançar o superiate de 55 metros Al Waab II em seu estaleiro com sede em Antalya. A embarcação é mais uma com estreia programada para o Monaco Yacht Show deste ano, que acontecerá de 22 a 25 de setembro.
O Al Waab II foi totalmente projetado pelo estúdio de design holandês Vripack, com a SF Yachts supervisionando o processo de construção em nome do proprietário. Dentre as características que mais chamam atenção na embarcação estão os conveses em camadas e as linhas externas retas.
No interior, o briefing exigia um design moderno e fresco, resultando em um projeto com paleta de cores neutras e grandes janelas, que fornecem muita luz natural.
A embarcação pode acomodar até 12 passageiros em 6 camarotes, incluindo uma suíte máster dividida em dois conveses. Ela fica no convés superior à frente, enquanto o closet e o banheiro ficam no convés principal.
“Estamos muito orgulhosos do Al Waab II”, disse o presidente da Alia, Gökhan Çelik. Ele ainda acrescentou: “Vimos um interesse crescente neste tipo de barco e, portanto, ser um dos primeiros com um projeto tão impressionante é um marco importante para Alia”.
No convés principal, o Al Waab II também possui um amplo espaço ao ar livre, bem como o espaçoso convés traseiro, que se completa com um bar, lounge e área para banho de sol.
A motorização, por sua vez, conta com dois motores a diesel Caterpillar C18 e o barco é o primeiro a ser lançado a partir do novo travel lift de 2 mil toneladas do estaleiro, parte do investimento da Zona Franca de Antalya.
O projeto foi comprado apenas 24 meses depois que seu contrato foi assinado, um feito particularmente impressionante, dadas as restrições impostas pela pandemia Covid-19.
Partindo dessa premissa, Çelik explicou que “os últimos dois anos foram difíceis, mas tomamos muitas medidas de saúde e segurança e, para compensar os atrasos sofridos pelos nossos fornecedores europeus, contornamos o problema e encontramos maneiras de recriar o tempo perdido. O fato de termos feito isso em pouco mais de dois anos, apesar de tudo, é um crédito à determinação dos homens e mulheres que trabalham aqui”.
O superiate agora passará por testes marítimos, bem como por seu equipamento final, antes de ser entregue ao dono nos próximos meses. Ele foi chamado de “o superiate de aço e alumínio mais longo abaixo de 500 GT do mundo”, pelo próprio Çelik.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram o bicampeonato olímpico da classe 49er FX da vela no início da madrugada desta terça-feira (3), na Marina de Enoshima. A confirmação do ouro na Olimpíada de Tóquio (Japão), com 76 pontos perdidos, veio com a terceira colocação na regata da medalha.
É o terceiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio. Ítalo Ferreira, no surfe, e Rebeca Andrade, na ginástica, conquistaram os outros. O resultado representa o oitavo ouro da vela na história das Olimpíadas para o Brasil, mantendo a modalidade como a mais dourada do país. Além dos oito ouros, são três pratas e oito bronzes, com 19 no total.
Martine Grael é filha do também bicampeão olímpico Torbel Grael e Kahena Kunze é filha de Claudio Kunze, campeão mundial juvenil nos anos 1980. A família Grael, inclusive, conquistou a nona medalha olímpica somando as cinco de Torben e outras duas de Lars.
Com resultado, as duas se tornam as primeiras pessoas, entre homens e mulheres, do Brasil a levar dois ouros olímpicos seguidos na vela. Mais do que isso, Martine e Kahena entraram em um seleto grupo de atletas brasileiros bicampeões olímpicos. Até então, apenas 13 atletas tinham alcançado esse feito. Torben Grael, Marcelo Ferreira e Robert Scheidt (1996 e 2004) na vela, Adhemar Ferreira da Silva (1952 e 1956) no atletismo, Fabi Alvim, Fabiana, Jaqueline, Paula Pequeno, Sheilla e Thaísa (2008 e 2012), Maurício e Giovane (1992 e 2004), e Serginho (2004 e 2016) no vôlei.
A dupla alemã Tina Lutz e Susann Beucke fechou a prova desta terça na quinta colocação e ficou com a medalha de prata, com 83 pontos perdidos. As holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duetz foram a nona melhor dupla na regata decisiva e fecharam o pódio, conquistando o bronze com 88 pontos perdidos.
Antes da prova final, a dupla holandesa liderava com 70 pontos, as brasileiras apareciam em segundo também com 70 e as alemãs vinham logo atrás com 73 pontos. A regata da medalha ofereceu pontuação dobrada em relação às provas tradicionais e teve duração de 20 minutos, dez a menos que as outras 12 disputadas anteriormente. Nessa regata decisiva, a dupla primeira colocada perdeu 2 pontos. Aquelas que ficaram em segundo lugar perderam 4 pontos, e assim por diante.
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A Sedna Yachts confirmou presença na próxima edição do São Paulo Boat Show, que foi lançada no dia 8 de julho, durante coquetel na capital paulista. O maior salão náutico da América Latina acontecerá de 4 a 9 de novembro, no São Paulo Expo, reunindo os principais lançamentos e destaques do setor.
A marca irá apresentar ao público dois novos modelos, sendo um deles o Sedna Cat 370, um catamarã de 37 pés especialmente pensado para pesca e que promete, de acordo com Hemerson Diniz, diretor de marketing do estaleiro, revolucionar o segmento de pesca, que é uma especialidade da Sedna.
A expectativa da marca é alta para a próxima edição do salão náutico, que vem após um período de incertezas devido à pandemia de Covid-18. “O Boat Show é uma marca muito importante porque ela aproxima o nosso cliente do produto final. É o momento onde ele pode comparar um barco com outro, as qualidades empregadas em cada um dos modelos dispostos, então, o Boat Show se firma como um evento necessário pro nosso setor”, disse Hemerson Diniz, que afirmou, ainda, que o Boat Show também é o momento que a empresa faz um planejamento para o ano seguinte.
Assista à entrevista que Hemerson Diniz deu à repórter Dani Marcondes durante o coquetel de abertura do evento:
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A dupla brasileira Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino disputou na manhã desta terça-feira (03) em Enoshima a final da vela na classe Nacra 17. A equipe encerrou a sua participação nos Jogos de Tóquio com o 10º lugar.
Sem chances matemáticas de disputar a medalha, a equipe entrou na raia para concluir a participação olímpica na regata rápida que contou apenas com as 10 melhores equipes da classe. A disputa durou pouco menos de 20 minutos com vento de 10 nós (18km/h). Além da 10º colocação na regata da medalha, Samuca e Gabi finalizaram a Olimpíada em 10º lugar com 117 pontos.
A flotilha velejou de forma parelha e a experiência dos medalhistas de ouro de Rio 2016 Santiago Lange e Cecília Saroli trouxe a vitória para a dupla, que na súmula acabou na sétima posição. Os dinamarqueses Lin Cenholt e Christian Lubeck vieram em segundo e os norte-americanos Riley Gibbs e Anna Weis ficaram em terceiro lugar na regata.
O ouro da classe Nacra 17, que será mantida para a Olimpíada de Paris 2023, não teve surpresas e ficou com os italianos Ruggero Tita e Caterina Banti (35 pontos) enquanto os britânicos John Gimson e Anna Burnet (45 pontos) ficaram com a prata e os alemães Paul Kohlhoff e Alica Stuhlemmer (63 pontos) com o bronze.
A Nacra 17 em Tóquio 2020
As tripulações da classe Nacra 17 são mistas (um homem e uma mulher). Timão e proa têm por objetivo trabalhar em sincronia com total e equilíbrio sobre as ondas em um barco de alta performance, muito rápido, que pode alcançar 50km/h. Foram 20 os países na disputa olímpica: além do Brasil, Argentina, Austrália, Áustria, China, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grã Bretanha, Alemanha, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Porto Rico, Suécia, Tunísia, Uruguai e Estados Unidos. Os resultados finais da classe Nacra 17 aqui.
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Pela primeira vez, o Espírito Santo conquistou o título geral da 48ª Semana de Vela de Ilhabela, maior evento da América do Sul, que contou com 81 barcos. O +Bravíssimo, do Iate Clube do Espírito Santo, faturou o caneco neste sábado, dia 31.
O +Bravíssimo teve um terceiro e um quarto lugares no dia final venceu por um ponto diante do veleiro santista, o Rudá, que conseguiu um primeiro e um segundo. O barco de Ilhabela, o Xamã, vencedor da Regata Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil -, completou o pódio. O novo barco Phoenix, o mais moderno do Brasil que estreou na Semana de Vela de Ilhabela, terminou em quarto no geral.
“Achamos que tínhamos perdido o campeonato por um segundo. A sensação é de alívio! Perder o campeonato por muito é tranquilo, agora por um segundo é complicado, depois refizemos as contas e vimos que tínhamos ganhado”, vibrou Luciano Secchin, comandante do barco que brincou: “Barco com comandante engenheiro, tático engenheiro e tínhamos errado as contas, mas agora deu tudo certo. É um trabalho que está vindo há muito tempo com Regata Buenos Airesc – Punta del Este, Circuito Rio… Há dois anos planejando tudo, velejando junto. As pessoas aqui se conhecem há trinta anos, não tem nem o que falar”.
O +Bravíssimo vinha de bons resultados recentes como o título da Regata Buenos Aires – Punta del Este, no começo de 2020, antes da pandemia, e o título do Circuito Rio, no Rio de Janeiro, no fim do ano passado. Secchin destacou a importância da conquista para o Espírito Santo: “Não temos muita tradição de vela como São Paulo, Rio, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, infelizmente não tem tanta gente velejando”.
Apesar da conquista, Luciano se mantém pés no chão diante da disputa no cenário nacional: “Quando acertarem o barco Phoenix, eles serão imbatíveis, tripulação muito boa, é um Porsche onde estão aprendendo a andar nele. O nosso barco é um carro de família, um Gol, Honda Civic, onde tiramos tudo dele”.
A regularidade foi a chave do veleiro que não venceu nenhuma das sete regatas, mas a pior posição foi um quinto lugar, somando dois segundos: “Não ganhamos nenhuma regata e vencemos o campeonato. É regularidade. O dia que ventou muito aqui no canal conseguimos nos defender, é o dia onde os barcos pequenos não vão bem e ficamos em quinto, foi nossa pior posição e quando ventou pouco fomos bem”.
O +Bravíssimo não quer parar por aqui e planeja correr regatas fora do Brasil: “Pretendíamos ir para a Espanha correr a Copa do Rei, equivalente à Semana de Vela só que do Mediterrâneo. Diante da pandemia, restrições de viagem, deixamos pro ano que vem. Estamos vendo outras regatas nos Estados Unidos, pela Europa. É só o começo. O Eduardo Souza Ramos (comandante Phoenix) tem 70 anos e segue velejando, eu tenho 40, tem tempo”.
A classe ORC estreou na competição os ToTs customizados. Ou seja, agora cada tipo de regata com determinado ângulo de vento usará o TOT adequado para o resultado final da regata, dando assim o resultado preciso de acordo com a medição de cada veleiro. Os ToTs customizados são uma iniciativa da ABVO, a Associação Brasileira de Veleiros de Oceano.
“Os TOTs funcionaram muito bem, corrigiram muito bem as regatas, foi muito parelho, disputado tanto é que o Rudá, nosso barco, perdeu o campeonato por 1 segundo, se o Rudá tivesse ganhado a primeira regata de hoje teria sido primeiro no geral. Todo mundo está satisfeito e esse modelo é o melhor para unificarmos a vela no Brasil. A Semana de Vela foi um total sucesso, retorno bem bacana e um prenúncio de muitas outras regatas que virão a seguir”, disse Mario Martinez, comodoro da ABVO e comandante do Rudá.
O barco Zeus, de Ilhabela, chegou em segundo na regata final, mas levantou o caneco. O comandante Paulo Moura celebrou a conquista e o retorno das disputas na temporada: “A classe RGS foi bem disputada, navegamos muito bem. Depois de um ano sem regata estamos retomando as atividades e que em breve todas possam estar por aqui novamente”
Na classe Mini Transat, o título ficou com o Jacaré que foi o melhor na regata final passando o Bloody Bones. O comandante Paulo Fukui celebrou: “Campeonato foi ótimo, disputadíssimo, teve várias trocas de posição, todo mundo ganhou regata, chegou em segundo, terceiro, foi uma Semana de Vela fantástica, de vento, competição. Quem chegasse na frente levava hoje, todo mundo saiu marcando um ao outro desde a largada e venceu quem errou menos”.
Entre os clássicos, o Kameha Meha levou o troféu a frente do Atrevida, barco de 1923 e mais antigo da disputa e do Baforada 3. no Bico de Proa, o BL3 Mangalo venceu no último dia e ultrapassou o Super Bakanna ficando com o troféu nos critérios de desempate. O Nautilus fechou o pódio. Nos Multicascos o troféu ficou com o Maré XX.
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A ISA Yachts, uma das marcas do estaleiro Palumbo Superyachts, acaba de anunciar o lançamento de seu mais recente megaiate, o Resilience. A embarcação de 65 metros é resultado de grande interação entre proprietária e estaleiro, fortemente envolvidos desde 2017.
Com um casco escuro e linhas clássicas, o interior do modelo foi projetado por Enrico Gobbi, da Team 4 Design, e conta com 6 camarotes, além de um sétimo camarote conversível adicional.
A suíte master do convés principal está situada para frente no convés e abrange toda a boca do navio, oferecendo ao proprietário privacidade e vistas panorâmicas do oceano.
As principais características incluem o próprio perfil clássico e uma inovadora porta de popa que se dobra até o nível do mar. Combinado com duas portas de popa de abertura lateral, o clube de praia se estende em uma área de 180 metros quadrados.
Decorado em tons de azul cobalto em superfícies metálicas e laqueadas, o acesso ao clube de praia é feito tanto por uma escada externa, quanto por uma escada interna e corredor de vidro transparente. Eles também levam ao lobby do convés inferior e aos camarotes de hóspedes.
Giuseppe Palumo, CEO da Palumbo Superyachts afirmou: “Este megaiate vai surpreender pelo gosto italiano que expressa, pelo requinte nos detalhes exteriores e interiores e pelas inovações tecnológicas implementadas”.
No convés, destacam-se duas piscinas, sendo a maior na popa completa e com sistema de natação contra-corrente, além de academia, sala de massagens, banho turco e espaço de cinema ao ar livre. Resilience carrega dois jets e duas tendas, ao lado de uma variedade de brinquedos e amenidades aquáticas.
A estreia oficial está programada para acontecer durante o Monaco Yacht Show, que acontecerá de 22 a 25 de setembro de 2021.
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Sete Olimpíadas. Sete vezes em top dez. Cinco medalhas. Dois ouros. Duas pratas. Um bronze. Quarenta e oito anos. Robert Scheidt encerra sua participação nos Jogos de Tóquio/2020 como recordista de participações entre os brasileiros no maior evento esportivo do mundo. Desde a estreia dourada, em 1996, até hoje, são 25 anos dedicados à competição olímpica.
Scheidt encerrou sua participação na Olimpíada do Japão na madrugada deste domingo (1) na 8ª colocação da classificação geral na classe Laser, com 104 pontos perdidos. Único quarentão na competição, ele é 23 anos mais velho que o australiano Matt Wearn, de 25 anos, que acumulou 53 pontos perdidos. O croata Tonci Stipanovic (82pp) ficou com a prata e o norueguês Hermann Tomasgaard (85pp) levou bronze.
Robert levou seu barco para a raia montada em Enoshima com chances matemáticas de chegar ao sexto pódio. A medal race começou com 12 nós de vento, mas a velocidade foi caindo até os 9 nós. Como precisava de uma combinação de resultados, o brasileiro adotou uma tática mais arriscada, mas cruzou a linha de chegada em 9° lugar. A vitória na prova foi do francês Jean Baptiste Barnez.
“Estou me sentindo um pouco frustrado. Queria ter velejado bem melhor na medal race. Gostaria de ter finalizado com uma medalha. Não deu e isso deixa uma sensação amarga. O esporte é assim. Se você não aproveita as chances que surgem, o resultado não vem. Mas saio de Japão de alma lavada, com a certeza de que fiz tudo o que podia em termos de preparação e dei o meu melhor aqui em Enoshima. É um orgulho representar me País mais uma vez nessa trajetória tão longa”, disse o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios.
Com o encerramento do sétimo ciclo olímpico, Scheidt fez um breve balanço de sua participação no Japão e se despede do Laser em grandes competições. “Tive um início de competição bastante bom e cheguei a estar em terceiro lugar. Porém, cometi alguns erros não forçados nas últimas regatas e isso complicou minha pontuação. É uma longa carreira olímpica e tenho memórias lindas dos feitos conquistados, muitas emoções. Mas é um barco muito físico e não dá para pensar em mais uma Olimpíada nesse barco. Minha história do Laser olímpico termina aqui. Mas vou seguir velejando, porque é isso que eu amo fazer”, completou Scheidt.
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A dupla brasileira da classe Nacra 17 Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino conquistou nesta madrugada de domingo, 1º de agosto, em Enoshima, a vaga para a disputa da medal race. A equipe obteve a vaga após correr as últimas três regatas classificatórias na raia de Enoshima. O vento fraco de até 11 nós propiciou ótimas regatas para a classe.
Na primeira regata do dia, a dupla brasileira largou bem e se manteve entre os primeiros cinco, porém uma quebra comprometeu o desempenho da equipe, que acabou com um 18º que entrou para descarte. Na segunda regata, um 10º lugar foi conquistado com um desempenho linear, o que se repetiu na disputa seguinte, dando à Samuca e Gabi um lugar na regata da medalha.
Embora participem da medal race, com 97 pontos perdidos, a equipe não consegue alcançar um escore que a permita disputar medalhas. A briga fica para os três melhores, os italianos Ruggero Tita e Caterina Banti (23 pontos) com os britânicos John Gimson e Anna Burnet em segundo (35 pontos) e os alemães Paul Kohlhoff e Alica Stuhlemmer (47 pontos), grupo onde há regularidade entre os três primeiros, mostrando o equilíbrio que a classe apresentou nessa Olimpíada.
Nesta segunda-feira, dia 2, a Nacra 17 terá um dia de folga. Na terça-feira, a partir das 3h33min (horário do Brasil) ocorre a medal race.
As tripulações da classe Nacra 17 são mistas (um homem e uma mulher). Timoneiro e proeira têm por objetivo trabalhar em sincronia com total e equilíbrio sobre as ondas em um barco de alta performance, muito rápido, que pode alcançar 50km/h. São 20 os países na disputa olímpica: além do Brasil, Argentina, Austrália, Áustria, China, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grã Bretanha, Alemanha, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Porto Rico, Suécia, Tunísia, Uruguai e Estados Unidos.
Calendário de Regatas da Classe Nacra 17 (horário do Brasil)
DOM, 01/08 – RAIA DE ENOSHIMA
Regatas 10, 11 E 12 – a partir das 0h05
SEG, 02/08 – DIA RESERVA
TER, 03/08 – MEDAL RACE (Final)
RAIA DE ENOSHIMA , 3H33
O calendário completo da vela nos Jogos está aqui e os resultados parciais da classe Nacra 17 aqui.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
O estúdio japonês Sou Fujimoto Architects revelou o projeto vencedor do New City Centre Landmark, uma torre flutuante monumental na baía do distrito de Qianhaiwan, em Shenzhen. A torre proposta tem 268 metros de altura e consiste em 99 elementos individuais, como torres conectadas a um plano horizontal rígido na parte superior, desaparecendo gradualmente à medida que descem. Trata-se, simultanemante, de uma única torre e também um conjunto de diversas torres, simbolizando o futuro das sociedades na era da diversidade.
O convite para a competição foi realizado para o projeto de uma torre emblemática no distrito de Qianhaiwan, uma área que recentemente viu grandes desenvolvimentos urbanos e arquitetônicos. Os juízes do concurso optaram por não conceder o prêmio de primeiro lugar, posicionando o segundo lugar com a classificação máxima, sendo conquistada por Sou Fujimoto Architects.
Para o conceito do projeto, o escritório de arquitetura pensou em questões como “O que uma nova ‘torre’ significa no século XXI? Como uma torre pode evoluir e continuar a atrair atenção, como a Torre Eiffel? E como ela estaria voltada para a baía”.
Com base nas respostas e no tecido urbano atual do distrito, o estúdio propôs uma estrutura tipo pendente que se assemelha a um grupo de ilhas, como uma cidade aérea no futuro, ou mesmo uma fonte de água suspensa no ar.
A torre está equipada com uma plataforma de observação, que funciona também como espaço de exposição tridimensional, restaurante e café. A maioria dos 99 elementos semelhantes a pendentes, têm pontos de contato limitados com a torre principal, fazendo com que pareçam estar flutuando no ar.
A torre será construída principalmente com aço, fibra de carbono, corda Kevlar e concreto, enquanto o equilíbrio do núcleo será mantido por um sistema de treliças de aço, localizadas no perímetro com cabos de tensão Kevlar.
Recentemente, o escritório de arquitetura japonês, ao lado do escritório chinês Donghua Chen Studio, projetou um complexo de exposições em grande escala no coração do distrito de Futian, intitulado de Shenzhen Reform and Opening-up Exhibition Hall.
O projeto adota as características da cidade como pólo empresarial contemporâneo, acolhendo empresas internacionais inovadoras em uma estrutura inspirada em jardins, envolto por fachadas brancas perfuradas.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Pesquisadores descobriram os restos de uma estrada da era romana no fundo da famosa Lagoa de Veneza. A descoberta levantou questões e deu pistas de como a cidade era na antiguidade, antes da data de sua fundação — em 421 d.C.
A Lagoa de Veneza é o corpo de água onde fica Veneza, afastada do Mar Adriático graças a um par de ilhas: Lido e Pellestrina. Ao longo dos séculos, o nível da água na lagoa aumentou e diminuiu, apagando características antigas da paisagem e criando outras totalmente novas.
Isso também significa que o registro arqueológico está incerto, com indícios de habitação – restos de uma torre aqui, um trecho de estrada ali – mas grande parte escondida sob as ondas. A recente análise foi publicada na Scientific Reports.
“Temos que imaginar uma paisagem totalmente diferente naquela época, para entender por que encontramos uma estrada, uma torre e provavelmente muitas outras estruturas ao longo da enseada”, disse a coautora do estudo, Maddalena Bassani, arqueóloga da Università Iuav di Venezia. “É importante tentar representar essa situação diferente para estimular a ideia de proteção desse lugar”.
Tempos RomanosTempos Atuais
A equipe de pesquisa examinou o fundo do Canal Treporti, um curso d’água alguns quilômetros a leste da cidade. Eles encontraram 12 feições retangulares alinhadas ao longo de 1,2 quilômetros, variando de cerca de 6 a 18 metros de largura.
Algumas das estruturas tinham mais de 3 metros de altura, sendo que uma delas era maciça, com uma protuberância quase circular. A equipe suspeita que a formação, que teria ficado na água, com base em pesquisas anteriores sobre a mudança do nível da água na área, pode ter sido uma estrutura de porto, talvez um cais.
“Temos pouca informação sobre os canais, porque a água é muito turva e as correntes são bem fortes. É difícil para os mergulhadores irem lá, então é difícil provar”, disse Fantina Madricardo, principal autora do estudo e física especialista em sistemas acústicos do Instituto de Ciências Marinhas de Veneza. “Coletamos um enorme conjunto de dados. Em algum momento, comecei a analisar os dados com mais cuidado e vi que havia características que eram com certeza antropogênicas”.
A polícia veneziana conduziu mergulhos já em 2020 para investigar as características que a equipe viu e descobriu que algumas das estruturas lineares eram feitas de pedras semelhantes aos basoli romanos — basicamente, pedras de pavimentação, indicando que as características lineares eram pavimentadas.
Nenhum arqueólogo marítimo ainda esteve no local, embora isso ainda possa acontecer. Apesar de a estrada ainda não ter sido totalmente datada, ânforas (vasos) do primeiro século foram encontradas ao lado dela.
Vestígios romanos foram encontrados na lagoa ao longo dos séculos, e muitos desses objetos foram reaproveitados para construção em andamento ou novas decorações, especialmente durante o período medieval e o Renascimento.
Grande parte do trabalho arqueológico no período é baseado no trabalho de Ernesto Canal, que na década de 1960 liderou grande parte das primeiras pesquisas sobre quem habitava a área antes da fundação de Veneza (o Canal até suspeitava que uma estrada romana ficava no fundo do lagoa, segundo Madricardo).
Mas muito do conhecimento da habitação romana na área era “literatura cinzenta”, disse Madricardo – informações incluídas em lugares fora do registro arqueológico publicado. Isso mudou a base de conhecimento com a qual a equipe estava trabalhando.
Desde os tempos do Canal, técnicas arqueológicas como o sensoriamento remoto foram desenvolvidas, permitindo à equipe de Fantina gerar imagens em alta resolução do fundo da lagoa sem se preocupar com a escuridão da água antes de fazer qualquer mergulho.
Embora os restos da estrada fiquem em vários pontos abaixo da água, a física autora do estudo disse que não era necessariamente onde a estrada estava quando em uso. A terra em que Veneza fica está sujeita à subsidência natural, o que pode ser acelerado por mudanças antropogênicas na paisagem. O naufrágio de Veneza é uma preocupação existencial hoje e também afeta a forma como a equipe arqueológica interpreta este local submerso.
Com base em dados de paleoclimatologia – estudo das variações climáticas ao longo da história da Terra – eles sabem que a estrada ficava no que antes era uma praia que se estendia até a lagoa, mas o momento em que a estrutura caiu sob as ondas ainda é motivo de debate. Ser bombardeado por ondas teria acelerado sua submersão, escreveram os pesquisadores, mas provavelmente será necessário mais estudos para descobrir os eventos exatos que levaram ao desaparecimento de habitações romanas perto de Veneza.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Maristella Pereira
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