Teste Sea-Doo RXP-X 300: novo jet faz manobras perfeitas e agrada de iniciantes a competidores

Por: Redação -
26/02/2021

Passeio ou desempenho, qual jet tem mais o seu estilo? Para quem acelera nas águas (por diversão ou em competições), mas não abre mão dos passeios com os amigos (ou vice-versa), a escolha pode parecer uma decisão difícil.

Para facilitá-la, a Sea-Doo criou o RXP-X RS 300, modelo 2021, um jet originalmente de performance (com um potente motor de 300 hp e casco desenhado para disputar corridas), mas que vem com um tanque de combustível de 70 litros (que permite ir mais longe, comparado ao modelo anterior, que tinha 60 litros), sistema de som (imprescindível nos passeios) e banco de um lugar que pode facilmente ser substituído (opcionalmente) por um mais longo, para duas pessoas.

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Uma semana antes da apresentação ao público durante o São Paulo Boat Show 2020, a BRP (Bombardier Recreational Products), em uma ação de marketing criativa, escalou os pilotos Rubens Barrichello e Nelsinho Piquet (na foto abaixo) para serem os primeiros a acelerá-lo na Raia Olímpica da USP. Ao final da experiência, ambos eram só elogios ao desempenho da nova moto aquática.

Em uma ação de marketing genial da Sea-Doo, o São Paulo Boat Show 2020 recebeu com exclusividade, uma semana antes de sua abertura, os pilotos Rubens Barrichello e Nelsinho Piquet, primeiros a acelerar o novo jet RXP-X RS no Brasil

Para checar se o Sea-Doo RXP-X 300 correspondia mesmo à expectativa, NÁUTICA o levou para o mar, nas imediações da Praia da Enseada, no Guarujá. De imediato, quando se assume o comando, chama atenção a ótima ergonomia, por conta de um sistema de apoio lombar chamado Ergolock-R, que é ajustável em até 5 polegadas para frente ou para trás — o piloto se encaixa durante as curvas e na aceleração. A sensação é de estar “vestindo” o jet, o que resulta em uma navegação segura e estável ainda maior do que já se tinha nos modelos anteriores da marca canadense.

O novo RXP-X 300 é a maior prova do compromisso da Sea-Doo em levar as inovações ao limite da excelência

Assim que o motor é ligado, automaticamente o jet fica na posição “neutro”. Se tocar a alavanca esquerda no guidão, você ativa o conhecido Sistema de Freio e Ré Inteligentes (iBR) da Sea-Doo. Para avançar, basta dar um toque no acelerador com a mão direita. Feito isso, em poucos segundos vem a certeza: passar algum tempo no comando do RXP-X RS é uma experiência empolgante.

O casamento do motor de 300 hp (o Rotax 1630 ACE) com um casco leve (354 kg, peso seco) e com V profundo (chamado T3-R) resultou em um jet confortável e que anda muito, facilitando a aceleração de qualquer posição do piloto. Na prova de arranque, o RXP-X 300 precisou de apenas 3,7 segundos para ir de 0 a 50 nós. Na velocidade final, chegamos a 62,4 mph (ou 53,9 nós).

Repleto de tecnologia, o RXP-X 2021 é o jet em série mais veloz da história da Sea-Doo

Em virtude do V frontal mais aprofundado, o casco T3-R corta a água com grande precisão, permitindo curvas em alta velocidade muito bem feitas. Além disso, o centro de gravidade mais baixo permite melhor desempenho em águas agitadas e elevado controle nas manobras. Tudo isso, repita-se, com a segurança do Sistema de Freio e Ré Inteligentes (iBR), que permite frear muito antes do que nas versões antecessoras.

O RXP-X 300 também oferece no guidão o chamado Sistema de Trim Variável (VTS), para ajustes do trim com base na preferência do piloto, nas condições da água e no número de passageiros. Tem ainda um sistema de refrigeração em circuito fechado, que evita que a água salgada corrosiva e os detritos do mar entrem em contato com o motor, aumentando a sua vida útil.

Líder mundial no mercado de jets, todos os anos a Sea-Doo presenteia seus fãs com grandes inovações. O RXP-X 300 é um exemplo: uma máquina esportiva que agrada de competidores a iniciantes

Da mesma forma, para tornar a pilotagem ainda mais agradável, há um sistema de som com 100 watts de potência (você pilota ouvindo música, se quiser), com conectividade bluetooth, totalmente à prova d’água.

Outra novidade bem-vinda: o aumento do espaço para guardar objetos pessoais. A Sea-Doo acrescentou 40 litros no compartimento frontal de seu novo jet, que agora soma 143 litros de capacidade total. Para quem gosta de fazer longos passeios, isso faz muita diferença.

Por sua vez, o porta-luvas ganhou um compartimento estanque e à prova de choque para o smartphone, já disponível em outros modelos da marca, e uma porta USB que, apesar de ser apenas um item opcional, é uma ótima pedida, para manter o celular sempre carregado. Ainda no painel, há uma tela digital de 7,6 polegadas com caracteres e símbolos de fácil leitura, inclusive sob o sol forte.

Mais uma novidade útil e agradável: a plataforma está maior, além de ter sido projetada com o já conhecido sistema de fixação LinQ (exclusivo da Sea-Doo), que permite a instalação rápida de acessórios ao jet, como cooler, bolsas e reservatório extra de combustível, entre outros itens.

E ainda possibilita a armação de um mastro de inox, para puxar esqui e wakeboard, desde que haja duas pessoas a bordo (o piloto e um acompanhante, que deve ficar de frente para quem estiver praticando o esporte).

Só isso? Não. O novo RXP-X RS vem com um bonito guidão de competição, com design arredondado, para maior conforto e aderência. O design baixo e inspirado em competições melhora a alavancagem do piloto para uma dirigibilidade mais arrojada.

Com assento esportivo e casco com quase 30 kg a menos do que a versão anterior, o novo RXP-X 300 corta as águas com grande precisão, permitindo manobras perfeitas em alta velocidade

Para os passeios de fim de semana, o apoio lombar traseiro ajustável pode dar lugar a um segundo assento (vendido como acessório), permitindo o embarque do segundo passageiro. Ou seja, o jet de competição dá vez ao jet de passeio. Na hora de correr, banco simples; na hora de passear, banco duplo. Uma combinação, enfim, tentadora.

Caraterísticas técnicas

SEA-DOO RXP-X 300
Velocidade máxima:
62,4 mph (53,9 nós)
Capacidade: 182 kg (2 pessoas)
Combustível: 70 litros
Potência: Motor Rotax 1630 ACE de 300 hp
Preço: a partir de R$ 129 mil

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Reportagem: Tatiane Guerreiro
Edição de texto:
 Gilberto Ungaretti
Edição de vídeo: TakeBoom Produções
Fotos: Divulgação, Rogério Pallatta e Victor Oliveira/TakeBoom

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    Para o artista Marcus Bove, mais do que um tema, o mar é uma paixão

    Com formação em publicidade e design gráfico, o paulistano Marcus Bove passou anos trabalhando em agências de propaganda, chegando a ter a sua própria empresa no setor. Mas a paixão pela arte falou mais alto e, há dois anos, ele criou um estúdio de arte, o Billy Wonka Studios, cujo slogan não deixa dúvidas sobre sua fonte de inspiração: Leve um pedacinho do mar para a sua casa! “Minha arte entrega um pedacinho do mar a quem quer navegar”, conta Marcus, de 38 anos, feliz com a decisão que tomou.

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    Sua obra constitui-se de quadros e pranchas pintados com uma técnica mista, com o uso de tinta acrílica, resina epóxi (material atóxico), concreto e gesso, além de objetos de decoração e utensílios de cozinha, como tábuas, bandejas, porta-copos etc. “São peças singulares, para quem está cansado de coisas em série, fruto de um trabalho artesanal”, explica Marcus, que pega onda no litoral Norte de São Paulo, como surfista de fim de semana, e alimenta planos de adquirir um veleiro brevemente.

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    Com incrível maestria, o antigo publicitário retrata praias, mares, atóis e corais (cuja inspiração pode vir das Maldivas ou da Polinésia Francesa, por exemplo) em telas, painéis e pranchas de surf, requisitados na França, nos Estados Unidos e até no Japão, além de objetos de uso diário, como mesinhas, bandejas, tábuas para petiscos, tábuas de corte, porta-copos, cestos, relógios e espelhos de parede. Tudo revestido com a alma do mar.

    “Viajo por mares calmos, mares bravos e por praias, sejam de areia preta no Havaí ou de areia quase branca, no Caribe”, diz Marcus, explicando como coloca água em suas telas. Impossível não gostar.

    Para quem ficou curioso, o nome do estúdio, Billy Wonka, é uma referência, claro, ao célebre personagem do filme A Fantástica Fábrica de Chocolate, aproveitando que Billy é o apelido de Marcus desde os tempos da faculdade.

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      O estaleiro holandês Feadship revelou as primeiras imagens do Projeto 817, um megaiate ecológico de 94 metros de comprimento construído sob encomenda. O projeto inovador acaba de deixar o estaleiro Feadship em Kaag pela primeira vez.

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      Equipado com sistema de propulsão híbrido avançado, o modelo terá todas as emissões de escapamento tratadas por meio de conversores catalíticos Tier III e filtros de partículas de diesel. Um grande banco de baterias garantirá a carga ideal do gerador e uma rede elétrica uniforme.

      Outras tecnologias sustentáveis incluem a planta de tratamento de resíduos e sistemas de recuperação de calor. “Muito trabalho foi feito para otimizar a eficiência do ar-condicionado para evitar o consumo excessivo de energia”, disse Feadship em um comunicado.

      “Isso é especialmente importante em um iate com janelas de vidro do chão ao teto, algo que exigia uma abordagem diferente do projeto estrutural a fim de compensar a ausência completa de baluartes”.

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      O design com bastante uso de vidro é uma característica proeminente exterior da Feadship, do Studio De Voogt e Azure. Eles também desempenham um papel fundamental no interior em estilo de casa de praia aberta por Peter Marino Architects.

      A filosofia “menos é mais” do proprietário influenciou todos os aspectos do design por dentro e por fora, com uma abundância de linhas simples. Por exemplo, todas as portas nas laterais da superestrutura, que normalmente seriam articuladas, foram instaladas como portas deslizantes elétricas. Fechando-se nivelado com a superestrutura sem puxadores, dobradiças ou reentrâncias, esta soluçãofoi aplicada a todos os acessos da tripulação, convés e portas de acesso para convidados.

      Com uma pintura especial em branco pérola, o casco foi projetado e construído para ser o mais eficiente possível e reduzir a potência do motor necessária para mover o Projeto 817 pela água.

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        Estaleiro turco lança modelo de expedição com casco de alumínio de 23,9 metros

        Por: Redação -

        A Naval Yachts, localizada na região de Antalya, na Turquia, lançou seu mais recente modelo – o modelo de expedição XPM 78 de 23,9 m com casco de alumínio.

        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

        O iate é movido por motorização a diesel Gardner de 120 hp e conta com interior projetado pelo Naval Studio, e o exterior por Dennis Harjamaa, da Artnautica, na Nova Zelândia.

        A construção do XPM 78 levou mais de dois anos. Dinçer Dinç, cofundador da Naval Yachts, disse que a construção demorou muito devido aos extensos trabalhos de pesquisa e desenvolvimento. O plano é terminar o próximo em 18 meses.

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        O XPM 78 foi projetado com foco na resistência, segurança, economia de combustível e capacidade para um longo alcance. Conta com soluções, como tanques integrais, compartimentos com tampas vendadas, que impedem a entrada de água do mar se o iate for danificado abaixo da linha de água.

        O XPM78 conta com uma rede de sensores Maretron para monitorar e controlar quase todos os aspectos dos sistemas do iate. O XPM78 foi construído para um casal canadense-americano.

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          Mônaco Yacht Show confirma salão náutico em 2021. Veja mais

          Por: Redação -
          25/02/2021

          Depois de muitas especulações, os organizadores do Mônaco Yacht Show definiram a data para o salão náutico deste ano. O evento acontecerá entre os dias 22 e 25 de setembro, e contará com algumas mudanças para aprimorar a sua execução. Dentre elas, estão as novas parcerias, o incentivo à uma conexão maior entre expositor e visitante e melhor identificação daqueles que não são da equipe pré-estabelecida.

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          Começando por aqueles que pretendem visitar o evento, é importante saber que a identificação agora será diferente. Serão entregues três tipos de crachás, separando-os entre clientes de superiates, consultores e visitantes comerciais. Para isso, é necessário que haja uma diferenciação prévia, no momento do cadastro on-line.

          Quanto à divisão no local, alguns visitantes poderão contar com uma “exposição privada” nas docas. De início, a área do cais ficará aberta somente para visitantes de iates que já são clientes, proporcionando um tratamento diferenciado para quem prefere conferir tanto os iates quanto as propostas logo no início. Assim, os compradores, consultores e corretores poderão se reunir em um espaço mais íntimo.

          E, para beneficiar aos visitantes de forma geral, duas novas entradas e áreas de reunião serão instaladas na configuração do local. Foi adicionado um espaço para exposição de parceiros de luxo, um espaço para relaxamento e um espaço para quem sentir a necessidade de um distanciamento social ainda maior.

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          Falando em distanciamento social, um grande cuidado da equipe foi em relação às medidas de prevenção à Covid-19. Eles prometem dobrar o cuidado com distanciamento, rastreamento, triagem e providências do tipo.

          Uma parceria que sempre traz bons resultados, de acordo com a organização, é a da Sapphire Experience. Essa empresa identifica alguns participantes novos na indústria e oferece um programa exclusivo a eles, garantindo tratamento especial aos pré-selecionados. Não é um processo seletivo fácil, sendo que, em 2019, a própria Sapphire afirma ter aprovado somente 17% dos candidatos, para garantir que eles ainda não estão conectados à indústria.

          Além de todas as novidades, os convidados ainda poderão se envolver na proposta do evento. Eles encontrarão atividades, palestras, demonstrações especializadas, explorações, debates com foco em design e sustentabilidade e inúmeras formas de interação, conectando os compradores em potencial com o estaleiros, e mostrando todo o potencial que a vida náutica pode oferecer para quem ainda não entrou nesse universo.

          Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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            Marca japonesa de motores firma parceria com estaleiro italiano

            Por: Redação -

            AYamaha Engine Factory acaba de anunciar um acordo para fornecer todos os motores para os barcos do estaleiro italiano Invictus Yacht, segundo o site espanhol Nauta360. 

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            A Invictus Yacht tornou-se conhecida em todo o mundo pelo seu design de barcos elegantes e vanguardistas, no qual se destaca o design de meia-proa invertida.

            Lancha do estaleiro Invictus Yacht já usando motor Yamaha – Imagem: Reprodução

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            “Estamos animados em iniciar este contrato de longo prazo exclusivo com a Invictus Yacht. Nossa missão é oferecer aos nossos clientes experiências de valor excepcional”, destaca Fabrice Lacoume, diretor da divisão marítima da Yamaha Motor Europe.

            Agora, todas as lanchas da marca estarão equipadas com motores de popa Yamaha.

            Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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              Lancha armada autônoma passa por testes de mar na Turquia. Confira

              Por: Redação -

              O protótipo de embarcação ULAQ AUSV (Armed Unmanned Surface Vehicle) autônomo e controlado remotamente que faz parte do programa AUSV Autóctone iniciado em outubro do ano passado pelo estaleiro ARES e a METEKSAN Defense na Turquia vai passar por testes de mar, de acordo com informações do site Poder Naval.

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              O modelo foi construído a partir de compostos avançados e promete alcance de 400 km, a uma velocidade de 65 km/h, capacidade de visão diurna/noturna e comunicação criptografada. Pode ser operado a partir de veículos móveis e quartéis-generais ou de plataformas marítimas, como porta-aviões ou fragatas.

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              Ele será usado para missões como inteligência, vigilância, reconhecimento, guerra de superfície, guerra assimétrica, missões de escolta e proteção de infraestrutura estratégica. Seguindo este protótipo, outros AUSVs para atividades incluindo busca e salvamento estarão prontos para fabricação.

              Capaz de hospedar inteligência artificial, o ULAQ AUSV será equipado com diferentes variações de sistemas de comunicação e inteligência, como sistemas de interferência e guerra eletrônica, para corresponder às diversas necessidades operacionais. O navio será capaz de realizar operações conjuntas com outras tecnologias.

               

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                Por: Redação -

                A Capitania dos Portos do Paraná focou na prevenção da poluição hídrica em proveito das 55 012 ações de Inspeção Naval no Litoral do Paraná. Durante a campanha de “Combate ao Lixo no Mar”, os navegantes foram alertados sobre o impacto do lixo descartado irregularmente nos diferentes ecossistemas e o prejuízo para as atividades econômicas, como o turismo e a pesca, além da saúde humana.

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                No dia 13 de fevereiro, uma mobilização da CPPR, do Serviço de Sinalização Náutica do Sul-Sudeste (SSN-8) e do Navio-Balizador “Faroleiro Mário Seixas” (NBFMSeixas), com apoio da Prefeitura Municipal de Paranaguá, moradores voluntários e do Instituto Água e Terra do Paraná, recolheu 894 kg de lixo na Ilha do Mel e nas margens do Rio Itiberê, na Ilha dos Valadares e na área do Centro Histórico de Paranaguá.

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                A iniciativa da Marinha no Paraná faz parte de uma ação da Força Naval em todo o país com a campanha “Mar Limpo é Vida”, cujo objetivo é a preservação da Amazônia Azul, a área marítima de 5,7 milhões de quilômetros quadrados em que o Brasil tem jurisdição.

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                  O que aconteceu com veleiro encontrado à deriva em 1872 é mistério até hoje

                  Por: Redação -

                  No ano de 1872, um barco era encontrado à deriva no meio do oceano Atlântico. Um mistério que encontra-se sem solução até os dias atuais. 

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                  O veleiro norte-americano Mary Celeste foi encontrado por uma embarcação canadense que estranhou os movimentos do mesmo.

                  O Mary Celeste não estava apenas sem tripulação, como também apresentava vários detalhes estranhos e que não explicavam exatamente o que tinha acontecido. Apesar do veleiro estar em boas condições para navegar, por exemplo, o bote salva-vidas estava ausente, indicando que seus marinheiros haviam abandonado o Mary Celeste. Se a tripulação tivesse feito uma saída calculada do barco, teria levado comidas e objetos pessoais, porém esses mantimentos ainda permaneciam no interior da embarcação — esses foram deixados, na maioria, intocados.

                  Apenas os documentos e instrumentos de navegação foram levados, sinal de uma saída às pressas, em meio a uma situação de desespero, e não uma ação planejada.

                  A tripulação até poderia estar com medo do veleiro afundar, mas eles não corriam risco. Até foi encontrada água no porão, mas estava longe de apresentar uma ameaça de afundamento para um navio daquele porte. Também não foram encontrados sinais de brigas ou focos de incêndio.

                  Mais tarde, o relatório do procurador-geral responsável pela audiência mencionou manchas de sangue e arranhões no casco do veleiro que teriam sido causados por um machado.

                  A teoria elaborada seria de que ocorrera um ataque dos tripulantes contra o capitão, ou então um encontro com piratas; ignorando a ausência de evidências indicando brigas. Essa especulação foi derrubada definitivamente pela verificação científica de que as manchas não eram de sangue, e os arranhões tinham causas naturais. A carga de álcool desnaturado do Mary Celeste também estaria intacta, o que também não faria sentido dentro dessa explicação.

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                  Outra hipótese levantada foi de que o capitão da embarcação norte-americana teria entrado em pânico em meio a uma tempestade ou tromba d’água, julgando que a água do porão estava enchendo muito mais rapidamente do que de fato estava. Vale dizer aqui também que o capitão Benjamin Briggs seria um marinheiro experiente, o que coloca em questionamento a ideia de que o mesmo teria sido movido por um medo irracional.

                  Resultado de imagem para mary celeste
                  Mary Celeste

                  Por não ter nenhuma conclusão, o mistério recebeu diversas hipóteses, até mesmo sobrenaturais como lulas gigantes e monstros marítimos.

                  O mistério da embarcação encontrada à deriva aparentemente sem explicação ainda inspirou uma história do autor britânico Arthur Conan Doyle, todavia, houveram diversas modificações em relação ao que de fato aconteceu, incluindo a troca do nome do navio para “Marie Celeste”.

                  Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                    Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino se desafiam com Volta à Ilha de Florianópolis de Nacra 17

                    Por: Redação -
                    24/02/2021

                    Nesta quinta-feira (25), a partir das 10h, a equipe olímpica da classe Nacra 17 Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino realizará o desafio Volta à Ilha de Florianópolis de Nacra 17. Além de servir como treino intensivo para a dupla que representará o país nos Jogos de Tóquio, a ação tem por objetivo estabelecer uma marca de navegação de Nacra em torno da Ilha de Santa Catarina, promovendo valores como superação, resistência e persistência, presentes no esporte olímpico. O desafio também mostra o trabalho em dupla mista, onde a força dos atletas se equivale, reforçando a igualdade de gênero, maior característica da classe Nacra 17.

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                    Para criar o desafio, a dupla se inspirou em uma tradição náutica da vela brasileira e catarinense, a Regata Volta à Ilha de SC, realizada há mais de 50 anos em uma regata de 75 milhas náuticas (120 km) que mobiliza velejadores das mais diversas classes da vela. Na regata, o recordista atual é o barco Itajaí Sailing Team, da classe Oceano, que em 2018 completou o trajeto em 7h43min46s.

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                    A largada do desafio ocorre diante da sede de Jurerê do Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha e o trajeto percorre o entorno da Ilha de Santa Catarina em Florianópolis, passando por pontos turísticos como o Forte de Sant’Ana e a Ponte Hercílio Luz.

                    A dupla, que já costuma realizar sua rotina de treinos de mar aberto a partir de Jurerê (navegando uma média de 25 milhas em um dia de treino), projeta contornar a ilha em cerca de 7h, desafio inédito para um barco da classe Nacra 17. “Nosso objetivo, além do treino de resistência, é estabelecer uma marca para quem sabe, no futuro outras equipes possam tentar. É uma forma de divulgar a vela olímpica e promover os valores do esporte trazendo visibilidade aos nossos esforços e objetivos”, pontua o timoneiro Samuel.

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                      Novo megaiate do dono do time inglês Chelsea tem 140 metros e está quase pronto na Alemanha

                      Por: Redação -

                      Encomendado em 2015 por Roman Abramovich ao estaleiro alemão Lloyd Werft, o megaiate “Solaris” está quase pronto e deverá ser entregue até o fim do ano ao dono do time de futebol inglês Chelsea, de acordo com o site internacional The Sun. Solaris teve sua primeira imagem divulgada na última terça-feira (23), no Twitter do Superyachts.com, em uma doca da cidade alemã de Bremerhaven, onde fica a fábrica do Lloyd Werft.

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                      O modelo de 460 pés (140 metros) conta com oito decks, dois motores elétricos e um heliponto. Seu interior também será um dos mais luxuosos, com 48 camarotes capazes para acomodar até 36 passageiros e uma tripulação de 60 pessoas. O preço por tudo isso? Nada menos que £ 430 milhões.

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                      O megaempresário russo Roman Abramovich é conhecido pelos seus gostos caros e por sua paixão pela emoção e pelos lucros vindos do futebol. Frise-se que o bilionário já é dono de um dos maiores megaiates do planeta, o lendário “Eclipse”, que tem 163 metros de comprimento. Já o primeiro iate de Abramovich foi o “Pelarus”, de 115 metros e lançado ao mar em 2001, e vendido em 2011.

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                        MAN e MWM selam parceria para importação de motores alemães para o Brasil

                        A fabricante alemã de motores MAN selou, recentemente, uma parceria com a MWM, empresa de origem alemã instalada no Brasil desde 1953, para importação oficial da marca. A notícia vem para a alegria dos consumidores dos motores alemães, já que com a parceria, o custo das peças tende a cair e também estarão disponíveis para pronta entrega.

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                        Com mais de 250 anos de atuação, a MAN conta com sede em Nuremberg, na Alemanha, e atua, além da fabricação de motores a diesel, na produção de ônibus e caminhões. Desde 1997 até então, a importação dos motores para as Américas do Sul, Central e do Norte era feita pela MAN Engines & Components Inc, na Flórida (EUA).

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                        Há 63 anos no país, a MWM instalou-se no Brasil como MWM Motores Diesel SA e, um ano depois de chegar no país, deu início a um projeto para fabricar motores da série KD12. Na Alemanha, o KD12 era o que havia de mais moderno; no Brasil, o motor era vendido para uso industrial, agrícola e marítimo. Reconhecida mundialmente, a premiada empresa conta com produtos para diversas áreas, incluindo o setor náutico.

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                          Projeto de megaiate holandês de 140 metros traz inspiração na natureza. Conheça

                          Por: Redação -

                          O mais recente conceito de megaiate do designer Van Geest Design, com sede em Amsterdã, é o modelo a motor Pebble, de 140 metros de comprimento.

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                          O novo projeto traz várias piscinas e jacuzzis e foi pensado para oferecer o máximo de privacidade. O acesso exclusivo ao iate é possível por pouso de helicóptero por meio de seu convés superior.

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                          A inspiração para Pebble é, conforme explicado pelo designer, Peter van Geest, “uma pedra foi modelada com o tempo, moldada com água e vento”. Este conceito foi projetado para que se encaixe perfeitamente em seu ambiente que, como uma pedra, foi “esculpido pela natureza ao longo de décadas”.

                          O estilo suave e arredondado pretende diferir dos designs principalmente geométricos e cubistas.

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                            Por: Redação -

                            A Comodoria do Clube Veleiros do Sul informou, nesta terça-feira, o falecimento de Rita Richter, fundadora da Escola de Vela Minuano e primeira capitã de flotilha da Classe Optimist do Clube. Foi ela quem formou a primeira flotilha do VDS e promoveu o primeiro campeonato nacional da Classe, em 1973.

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                            Carinhosamente chamada de “Mãe Rita” pelas crianças desde 1972, ano em que iniciou a flotilha, dedicou muito tempo de sua vida aos atletas de Optimist do VDS, que como diz o apelido, a viam como uma mãe. Foram quase 50 anos sendo parte da história da EVM, fundada logo depois, em 1975.

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                            Em entrevista à NÁUTICA, aos 83 anos, Rita afirmou que a única exigência para aprender a velejar é ter vontade. Ela orientou quem está começando: “no início, enfrentar apenas ventos fracos para não assustar as crianças nem afugentar os alunos”. Sobre a idade, a vovó Optimist descreveu a vela como um esporte democrático, sem restrições de sexo ou peso. Mas, acrescentou que a idade, às vezes, pesava um pouco na agilidade. “Eu, por exemplo, já não consigo desempenhar as mesmas funções a bordo. Mas ainda velejo, sim”, disse na época.

                            Com carinho e dedicação, Rita fez parte da formação de jovens e talentosos velejadores, e com certeza para sempre será lembrada por eles. A cerimônia de despedida está sendo realizada nesta quarta-feira (24), das 7h às 11h, na Av. Porto Alegre, 320. O Grupo Náutica lamenta a perda e se solidariza à família, aos amigos e alunos de Rita neste momento de perda.

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                              Por: Redação -
                              23/02/2021

                              Na enquete anterior, perguntamos para os seguidores da TV NÁUTICA, no YouTube, o que é indispensável em lanchas na faixa dos 40 pés? O resultado final, com mais de 1 000 votos, apontou a “boa navegação, boa velocidade e baixo consumo” como características fundamentais na escolha de um barco dessa categoria.

                              Dessa vez, nossa mais nova enquete quer saber: qual tipo de lancha para passear faz mais o seu estilo? As opções: 1) Lancha de proa aberta; 2) Lancha de proa aberta e cabine; 3) Lancha cabinada com hard top; 4) Lancha cabinada com flybridge. Clique aqui e participe da votação!

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                              A votação ficará disponível no nosso canal do YouTube, e a opção mais votada ganhará um artigo especial. Não deixe de participar! O resultado das enquetes será publicado tanto no YouTube, quanto no nosso portal.

                              Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Otto Aquino

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                                Enquete: veja o que é fundamental para os seguidores de NÁUTICA em lanchas na faixa dos 40 pés

                                Por: Redação -

                                Chegamos ao fim de mais uma enquete, publicada no canal de NÁUTICA no YouTube. Dessa vez, perguntamos: o que é indispensável em uma lancha na faixa dos 40 pés? Confira o resultado no link.

                                Dentre as alternativas, os participantes poderiam escolher entre 1) “Design moderno e linhas esportivas“, 2) “Bons solários e muito espaço para os passeios“, 3) “Plataforma de popa submersível grande com móvel gourmet“, 4) “Boa navegação, boa velocidade e baixo consumo” e 5) “Cabine com cama grande, boa altura e banheiro espaçoso“.

                                Não era uma escolha fácil, mas, com recorde de votação até o momento (mais de 1 000 votos), a opção preferida dos participantes foi “Boa navegação, boa velocidade e baixo consumo“, que recebeu 40% dos votos.

                                Em segundo lugar, escolhida por 29% dos participantes, ficou “Cabine com cama grande, boa altura e banheiro espaçoso“.

                                A opção que ficou em terceiro lugar foi “Plataforma de popa submersível grande com móvel gourmet“, com 14%, e, em quarto, “Bons solários e muito espaço para os passeios“, com 11%.

                                Fechando a enquete, “Design moderno e linhas esportivas” ficou em último lugar, com apenas 6% dos votos.

                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                O investimento em lanchas a partir dos 40 pés precisa ser feito com muita atenção. Ao considerar barcos desse tamanho, alguns requisitos básicos devem ser atendidos, como uma boa popa, cabine com acomodações para quatro pessoas, com pelo menos um camarote fechado, e uma série de outros atributos.

                                Para quem busca um barco dessa categoria com boa navegação, não existe segredo: a chave é investir no conjunto casco, motor e propulsão. E com esse conceito em mente, o comprador deve avaliar alguns itens que podem afetar ao rendimento.

                                A avaliação começa pelo casco: ele deve ser balanceado. O tamanho do barco não pode ser inversamente proporcional ao tamanho da linha d’água, que separa a parte imersa da parte emersa. Pode parecer simples, mas é importante checar o balanceamento entre esses dois itens, já que eles são definidos a partir do estudo comparando peso, volume, deslocamento, velocidade, nível de profundidade, estabilidade e centro de gravidade da embarcação.

                                O próximo item a se considerar é, claramente, a motorização. Muitas vezes, para baratear o valor de compra, são instalados motores que não suprem a necessidade da embarcação por completo. Fique atento.

                                Nessa categoria de embarcação, na faixa de 40 pés, os motores de centro-rabeta ainda são os mais usados. Contudo, já existem modelos, como a Phantom 400 HT, que oferecem três motores de popa.

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                                Phantom 400 HT

                                Ainda no quesito motorização, é muito importante se atentar ao cuidado na escolha do hélice. O modelo correto deve permitir que a rotação do motor fique dentro das especificadas no seu projeto. O ideal é que seja de aço inox. E a quantidade de pás influencia muito no rendimento: é sempre melhor um hélice com passo menor, para não sobrecarregar o motor.

                                Por fim, atente-se ao projeto do barco. Há casos em que um barco projetado para propulsão IPS recebe rabetas para baratear o custo ou reduzir o calado. Importante também é o tipo de laminação. Barcos feitos sob o processo de infusão garantem resultados melhores na navegação.

                                Esses são alguns dos itens a serem checados na escolha de uma embarcação na faixa dos 40 pés especialmente quando o desejo é um barco com boa navegação, boa velocidade e baixo consumo.

                                Fiquem atentos à nossa próxima enquete, que já está no ar! Queremos saber: “Qual tipo de lancha para passear faz mais o seu estilo?” Clique aqui e responda. 

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                                  Por: Redação -

                                  A britânica Jasmine Harrison, de 21 anos, entrou para o Livro dos Recordes depois de remar 4 800 quilômetros sozinha no Oceano Atlântico. Saindo das Ilhas Canárias, na Espanha, ela passou 70 dias no mar até chegar em Antígua, no Caribe, no último sábado (20).

                                  Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                  Harrison foi a mais jovem a completar o Talisker Whiskey Atlantic Challenge, a principal corrida de remo através do oceano Atlântico que acontece a cada dois anos.

                                  Nascida em Thirsk, cidade no norte da Inglaterra e longe do litoral, a professora de natação decidiu se inscrever na competição há três anos, após assistir ao final do evento de 2017.

                                  Questionada sobre seu desafio épico, ela disse que foi uma mistura de “boas e más lembranças”, mas disse que adorou a chance de escapar da rotina, segundo a BBC. “Não há nada igual, realmente ficar longe de tudo — mídia social, más notícias, de literalmente tudo”.

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                                  “Novo recorde mundial” – Imagem: Reprodução

                                  Além disso, ela disse que um dos intuitos para concluir tal desafio era “trazer inspiração aos jovens de que não há problema em fazer as coisas sozinho”. Durante a travessia, Harrison remava por duas horas e dormia por duas horas em rotação.

                                  Apesar de estar isolada do mundo, ela ainda podia falar com sua mãe todos os dias por um telefone via satélite. Agora, os planos da britânica em solo caribenho são de “descansar e comer”, duas coisas que pouco fez ao longo da travessia.

                                  Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                    Luna Rossa vence Ineos por 7 x 1 na final da Prada Cup e agora decide a America’s Cup com os Kiwis

                                    De maneira surpreendente, o barco italiano Luna Rossa Prada Pirelli venceu o britânico Ineos (e de goleada: 7 x 1!) pela Prada Cup e agora — a partir do dia 6 de março —, como desafiante, vai enfrentar o Emirates Team New Zealand na final da 36ª America’s Cup, a mais antiga competição esportiva do planeta, com 170 anos de tradição — não existe desafio mais caro, chique, famoso e disputado no mundo náutico.

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                                    A Prada Cup 2021 — classificatória à America’s Cup — foi disputada por três países (Estados Unidos, Inglaterra e Itália), em Auckland, a maior cidade da Nova Zelândia, país que tem o atual defensor da taça — em 2017, o Emirates Team New Zealand derrotou o ORACLE USA. As regatas são disputadas no sistema de match race: dois barcos iguais correndo um contra o outro; ganha quem chega na frente. Quem fizesse sete vitórias ergueria a taça e, como consequência, se credenciaria a disputar a America’s Cup, como desafiante.

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                                    Comandado pelo campeão olímpico Ben Ainslie, o Ineos Team passou pela fase de grupos da Prada Cup com 100% de aproveitamento, tendo, inclusive, varrido o Luna Rossa Prada Pirelli por 3 x 0. Com isso, avançou direto às finais da competição, enquanto os italianos tiveram que disputar a semifinal com o American Magic, representante dos Estados Unidos. De repente, o vento virou. E o Luna Rossa impôs um humilhante 7 x 1 ao Ineos Team.

                                    “Podemos sentir os italianos torcendo por nós. O suporte que recebemos é incrível. As pessoas pensam que a Itália tem tudo a ver com futebol, mas velejar é uma boa pedida no momento”, disse Francesco Bruni, um dos integrantes do time Prada. Será a terceira participação do Luna Rossa na America’s Cup, como desafiante. No ano 2000, o time italiano tinha o brasileiro Torben Grael como tático. Agora, tem o brasileiro/uruguaio Horácio Carabelli como chefe de equipe.

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                                      Sul-africano está próximo de bater recorde mundial de travessia a remo em Cabo Frio

                                      Por: Redação -

                                      O sul-africano Zirk Botha se aproxima de confirmar o recorde mundial de travessia do Oceano Atlântico a remo nos próximos dias. O ex-oficial da marinha de 59 anos deve concluir o percurso de 7 200 km ou 4 000 milhas náuticas da Cidade do Cabo, na África do Sul, até o Cabo Frio, no Rio de Janeiro, em 71 dias.

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                                      O navegador em solitário deixou o seu país em 19 de dezembro e, de acordo com as previsões, deve cruzar a linha de chegada na sede cabofriense do Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ) no próximo domingo (28).

                                      Na Row2Rio2020, Zirk Botha também estabelecerá o recorde mundial como a primeira pessoa a remar o percurso sozinho e sem o apoio de qualquer embarcação de segurança. A marca anterior pertence à dupla Wayne Robertson e Braam Malherbe, que fez a travessia em 92 dias no ano de 2017.

                                      Com a mensagem de desenvolvimento sustentável, o aventureiro sul-africano já rema pelo litoral brasileiro e está viajando na direção o sudoeste em direção aos campos de petróleo na costa.

                                      ”Eu completei 3 750 milhas náuticas em 65 dias e tenho menos de 240 pela frente. Fui empurrado por fortes ventos de popa, que é como correr com um cavalo selvagem”, disse Zirk Botha.

                                      ”O mar estava muito agitado e os ventos estavam fortes. Pelo menos, agora, a condição está mais calma, mas tudo isso é muito difícil, estou ansioso para concluir!  Tem sido mentalmente desgastante. Não estava preparado para esse tipo de desafio”.

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                                      Veja a localização de Zirk Botha em tempo real.

                                      Zirk Botha adota a estratégia de ficar longe dos barcos de pesca, além de redobrar a atenção a outros navios e campos de petróleo, tradicionais na costa do Rio de Janeiro. As condições do mar tendem a piorar em águas rasas e pode haver embarcações de pesca nas proximidades.

                                      A bordo do barco construído por ele próprio e projetado pelo britânico Phil Morrison, Zirk Botha é patrocinado pela Juwi Renewable Energies.

                                      Como citado acima, sua travessia apoia o desenvolvimento sustentável e promove a energia renovável como uma solução para questões ambientais e mudanças climáticas.

                                      ”Quero usar o #Row2Rio2020 para destacar o impacto dos combustíveis fósseis e do consumismo irresponsável no planeta, que será o lar de nossos filhos e das gerações futuras. As energias renováveis ​​são essenciais para um futuro sustentável”, completou o sul-africano.

                                      Zirk Botha disse estar ansioso para comer alimentos frescos e não processados! Ele perdeu uma quantidade significativa de peso, cerca de 10 kg, e está lutando para consumir comida suficiente para atender às suas necessidades de energia agora.

                                      Enquanto Zirk Botha se aproxima da meta em Cabo Frio, os brasileiros do Iate Clube do Rio de Janeiro se preparam para uma recepção de herói! Ironicamente, nenhum dos amigos e familiares do sul-africano poderão estar na linha de chegada, pois os moradores do país estão atualmente impedidos de entrar no Brasil, devido às restrições de viagem relacionadas à Covid-19.

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                                        Teste Azimut 27 Metri: um dos maiores e mais modernos iates feitos no Brasil

                                        22/02/2021

                                        Feito para mexer com o imaginário de qualquer pessoa que ama barcos, o Azimut 27 Metri é um daqueles iates que nós, brasileiros, até pouco tempo atrás só podíamos ver em filmes. Felizmente, há 11 anos, a Azimut Yachts instalou uma fábrica na cidade de Itajaí, em Santa Catarina.

                                        Com ela, os brasileiros passaram a ter acesso a uma grande variedade de embarcações feitas, digamos, para paladares mais apurados — e que até então só desembarcavam no país com o pagamento de taxas de importação.

                                        Como os iates da linha Grande Collection da empresa, da qual esta Azimut 27 Metri faz parte, e que conta ainda com um modelo de 98 pés (a Azimut 30 Metri) e outro de 115 pés (a Azimut 35 Metri). “Construir iates dessas dimensões no Brasil demonstra o grande potencial do mercado brasileiro”, diz o diretor comercial da Azimut Yachts, Francesco Caputo, explicando a decisão do estaleiro de construir no país alguns de seus barcos maiores e mais tecnológicos. “Mostra ainda que o cliente brasileiro está cada vez mais seleto e busca por produtos exclusivos, cada vez maiores e com tecnologia de ponta.”

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                                        Repleta de inovações e boas soluções, a Azimut 27 Metri tem a receita que o brasileiro ama: a combinação de cômodos espaçosos, bem iluminados e, por isso, confortáveis nas instalações interiores com ambientes para o lazer e banhos de sol, como um autêntico lounge na proa, jacuzzi e bar ao ar livre no flybridge, beach club e espaço gourmet na popa.

                                        São nada menos que cinco suítes, sendo que a maior fica na proa do convés principal, uma bem-vinda novidade, além do grande salão, que chama atenção pelas grandes janelas de vidro que ocupam quase todo o pé-direito. Ao todo, o barco tem incríveis 350 m² de área, apenas para sentar, relaxar e contemplar o mar — e uma série de confortos, além da segurança de um ótimo casco, para travessias mares afora.

                                        Com a 27 Metri, a Azimut Yachts complementa uma série que inclui outros dois iates, de 30 e 35 metros, chamada Grande Collection, que tem como novidade a suíte máster na proa do convés principal — versão para dez passageiros em pernoite, mais quatro tripulantes — e muitos outros atributos.

                                        Não é apenas no tamanho e nas áreas internas espaçosas que a 27 Metri se destaca como um grande barco. O iate de entrada da Azimut também esbanja estilo e elegância. Os projetistas capricharam na receita na hora de preencher os ambientes, a começar pela localização da suíte máster, na proa do convés principal. Tudo é muito bonito e moderno neste barco, para dez passageiros em pernoite, mais quatro tripulantes.

                                        Mais inovador iate da Azimut, o 27 Metri tem a receita que os brasileiros amam: a união de ambientes internos espaçosos com muitas possibilidades de lazer ao ar livre

                                        A área da praça de popa tem um sofá em U gigantesco e uma mesa (removível) para até dez pessoas. O interessante é que a área de serviço pode ser alcançada diretamente pelo lado externo do barco; ou seja, a tripulação não precisa atravessar o espaço social dentro do salão para ter acesso à cozinha e aos armários reservados a pratos, copos, xícaras e talheres.

                                        Por falar na espaçosa cozinha, o fogão de indução, de quatro bocas, faz par com a coifa, responsável por eliminar ou minimizar os odores da preparação da comida, que pode ficar em excesso no ambiente, entre outras funções. O freezer, de duas portas, tem uma geladeira grande ao lado, conjunto suficiente para atender dez pessoas que podem dormir a bordo da Azimut 27 Metri, além dos quatro tripulantes.

                                        A escada de acesso à parte mais alta do iate é grande, com degraus generosos, e tem excelentes apoios. No flybridge, com piso de teca, há uma área ocupada por sofás, na parte a ré, que é muito gostosa. Por sua vez, a capota rígida é bem grande e oferece um também enorme teto solar, de acionamento elétrico. O comando fica a boreste.

                                        Ao seu lado, a bombordo, a 27 Metri vem equipada com um prático bar, com churrasqueira, além de pia, geladeira e área de apoio. A chaise longue que equipa o flybridge desta primeira unidade foi uma opção do proprietário, garantindo um toque extra de conforto e elegância, assim como a banheira de hidromassagem.

                                        Uma das surpresas fica por conta da superestrutura de fibra de carbono, que contempla todo o casario acima do convés principal. O uso desse material nobre na construção resultou em uma série de confortos a bordo, como a instalação de grandes janelas de vidro, sem aumentar o peso, além de melhorar a estabilidade.

                                        O iate Azimut 27 Metri oferece pernoite para até dez passageiros e quatro tripulantes e traz uma novidade entre os iates da categoria: a suíte máster fica isolada na proa do convés principal

                                        O acesso à proa é digno de um barco de mais de 87 pés. Na passagem lateral, bem larga, chama atenção a área envidraçada do salão, tanto pelo formato quanto pelo tamanho, do piso ao teto. A proa é um verdadeiro lounge a céu aberto (pode ser protegido por uma capota, de acionamento elétrico) e um real diferencial deste modelo, mesmo em relação às suas irmãs maiores da linha Grande.

                                        Tem um sofá em U, uma mesa, porta-copos, paióis laterais, sistema de som e um solário que parece uma cama king size. O piso é de teca, madeira que não apodrece e quanto mais molha, mais dura. A área operacional, na ponta da proa, que é sextavada, conta com dois guinchos elétricos (que servem a duas âncoras), o que facilita a operação de ancoragem. E tanto os cunhos de amarração quanto os passadores de cabo estão bem dimensionados.

                                        O salão tem cadeiras, poltronas e sofás para dez pessoas, sem nenhum tipo de aperto para a circulação. A tv, com tela retrátil, fica estrategicamente recolhida em um nicho no teto. Na decoração, todos os elementos “conversam” entre si, criando harmonia entre os ambientes.

                                        A escada de acesso à cabine no convés inferior mistura conforto e refinamento, e assim como a de acesso ao fly, é larga e segura. Neste convés há quatro suítes, sendo duas gêmeas mais a ré, na meia nau, e duas um pouco menores mais a vante (destas, uma com duas camas de solteiro), todas elas refinadas e com o conforto que se espera de um autêntico iate.

                                        As janelas, com ventilação, ficam próximas à linha d’água, para que, mesmo na cabine, não se perca o contato com o mar. O detalhe é que as janelas dos camarotes de meia nau equivalem às de uma suíte máster de barcos um pouco menores.

                                        A decoração tem peças e mobiliário exclusivos italianos e traz uma linguagem inspirada no conforto e funcionalidade para residências de alto luxo, assinada pelo arquiteto Achille Salvagni, um dos mais requisitados do mundo. Para quem preferir, o estaleiro oferece uma versão da 27 Metri com três suítes no convés inferior, além da principal, do proprietário, que fica na proa do convés principal e (sonho de muita gente) tem um bom closet.

                                        De volta ao modelo avaliado, em outro espaço, a tripulação tem à disposição dois camarotes, sendo um com cama de casal, um banheiro com box, sala com mesa e tv e uma lavanderia. A casa de máquinas, com acesso 360 graus aos dois motores, oferece altura suficiente para uma pessoa de estatura mediana ficar em pé. O modelo avaliado ainda estava equipado com dois geradores de 29 Kw, sistema de estabilização e conversão de energia e dessalinizadores que produzem até 180 litros de água por hora.

                                        A Azimut Yachts mantém sua fábrica no Brasil desde 2010 — a única fora da itália — e já entregou mais de 300 grandes embarcações

                                        Na popa, há uma garagem para um bote de apoio do tipo hidrojato, com 4,80 m. A plataforma abre-se em forma de garagem, dando vez a um “beach club”, de 7,5 m2, perfeito para curtir o passeio bem pertinho do mar e acessar os brinquedos náuticos. Segundo a Azimut Yachts, outras três unidades da 27 Metri já foram encomendadas no Brasil, devendo ser entregues no primeiro semestre de 2021.

                                        Na Europa, a embarcação, além de todos os seus atributos, ficou também conhecida como “o iate do Cristiano Ronaldo”, depois que o atacante do clube Juventus da Itália postou uma foto nas redes sociais deitado na espreguiçadeira do flybridge de sua 27 Metri, alcançando a marca de 8 milhões de likes em menos de 24 horas. Certamente, não foi apenas pelos lindos olhos do craque português.

                                        Como navega

                                        Se concluir uma travessia entre o Guarujá e Ilhabela a bordo de um barco de menor porte é uma experiência e tanto, imagina fazer isso em uma Azimut 27 Metri. Foi uma experiência empolgante, mesmo para quem está acostumado a comandar belos barcos.

                                        O teste foi feito com a primeira unidade deste iate construído no Brasil. A bordo, nove pessoas, 85% da capacidade dos tanques de combustível, que é de 9 500 litros, e cerca de 1 400 litros de água doce (70% do tanque). De Ilhabela, a embarcação seguiu para Angra, comandada por um skipper da própria fábrica.

                                        Ao assumir o posto de comando interno, fica a boa impressão de um verdadeiro iate, supercheio de estilo, bem operacional, e com acesso direto ao flybridge (o que é algo excelente) por uma porta de vidro e uma escada. O painel do comando interno tem três telas digitais coloridas. E tudo é muito bonito, confortável e ajustável, como era de se esperar de um barco deste nível. Uma poltrona mais confortável para o comandante deixaria tudo perfeito, e é opcional. No comando superior, a posição é agradável e a visibilidade excelente.

                                        Na navegação entre o Guarujá e Ilhabela, no litoral de São Paulo, a Azimut 27 Metri manteve, a 2 000 rpm, um cruzeiro econômico de 21,9 nós e consumo de 510 litros/hora, oferecendo autonomia de 367 milhas náuticas

                                        Hora de acelerar. Equipado com dois motores MAN V12 de 1 900 hp cada, a 27 Metri poderia atingir, segundo o estaleiro, 28 nós de velocidade máxima, com 24 nós de cruzeiro. Acionados os manetes, rapidamente alcançamos o cruzeiro econômico, sem esforços. Assim, ele manteve, a 2 000 rpm, um cruzeiro econômico de 21,9 nós e consumo de 510 litros/hora, oferecendo autonomia com 90% dos tanques, de 367 milhas náuticas.

                                        Na Europa, além de todos os seus atributos, a Azimut 27 Metri também ficou conhecida como o iate do português Cristiano Ronaldo, astro do futebol mundial

                                        A 24,9 nós, um pouco acima da velocidade de cruzeiro, a 27 Metri navega firme, com ondas de 1,2 metros entrando pela bochecha de boreste em períodos de 8 segundos. A 2 270 rpm, o consumo ficou na casa dos 660 litros/hora. A velocidade máxima, na melhor passagem, foi de 29,1 nós, com ajuste fino em torno de 30% dos flapes, uma marca acima dos números apresentados pelo estaleiro. Nesta velocidade, o consumo foi de 705 litros/hora.

                                        Ao chegar em Ilhabela, a impressão que ficou é a de que a Azimut 27 Metri é um barco absolutamente firme, e que responde muito rápido e com facilidade — acima da expectativa inicial para um deslocamento carregado de 93 toneladas com propulsão V-Drive. Mais que isso, oferece as respostas no ponto que se quer, ainda que enfrentando ondas efetivas e sequenciais com mais de um metro, em velocidade acima do cruzeiro de 24 nós.

                                        A decoração da Azimut 27 Metri tem peças e mobiliário exclusivos italianos e traz uma linguagem inspirada no conforto e funcionalidade para residências de alto luxo

                                        Além disso, o iate praticamente não adernou em curvas fechadas, mesmo com todo o curso do leme empregado. Mérito do casco com “V” equilibrado de 13,6 graus e, sem dúvida, da ótima solução usada no conjunto: o sistema Humphrey eletrônico de controle dos flapes, que ajustou o barco perfeitamente, assim como os estabilizadores, por aletas laterais, que mantiveram a estabilidade da navegação a todo momento.

                                        Enfim, o barco mostrou todo seu potencial e surpreendeu pela rapidez e precisão ao atender às solicitações do comando. Deixou aquela impressão de não ser apenas mais um iate com forte apelo de design, e sim uma embarcação navegadora. A Azimut 27 Metri é um primor de requinte e tecnologia. E, ainda por cima, navega muito bem.

                                        Características técnicas

                                        Comprimento total: 26,78m (87,1 pés)
                                        Comprimento do casco: 22,62 m (74,3 pés)
                                        Boca: 6,59 m
                                        Calado com propulsão: 1,93 m
                                        Borda livre na proa: 2,89 m
                                        Borda livre na popa: 1,97 m
                                        Altura do salão na entrada: 2,00 m
                                        Ângulo do V na popa: 13,6 graus
                                        Combustível: 9 500 litros
                                        Água: 2 000 litros
                                        Capacidade dia: 20 pessoas
                                        Capacidade pernoite: 14 pessoas
                                        Peso com motores: 93 toneladas
                                        Potência: 2 X 1200 hp V12

                                        Pontos Altos

                                        » Navegação firme e bastante ágil
                                        » Cinco suítes com opções de layout
                                        » Desempenho acima do anunciado pelo estaleiro

                                        Pontos Baixos

                                        » Encosto do piloto no comando interno desconfortável
                                        » Posição da tv da sala (embutida no teto) muito alta
                                        » Consumo em cruzeiro econômico acima de 500 l/h

                                         

                                        Quanto custa?

                                        Cerca de US$ 10 milhões, já completa e com motores (versão testada por NÁUTICA). Preço pesquisado em fevereiro/2021. Para saber mais sobre o modelo testado, acesse o site oficial da Azimut Yachts, www.azimutyachts.com.br.

                                        Quem fabrica?

                                        Azimut Yachts é uma marca do grupo italiano Azimut Benetti com matriz na Itália. Além das fábricas na Itália, em 2010, inaugurou unidade de produção em território brasileiro, na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, com mais de 20.000 metros quadrados de área construída e produção de barcos entre 40 e 100 pés.

                                        Com suas coleções Atlantis, Verve, Magellano Flybridge, S e Grande, oferece a barcos de 34 a 120 pés. Está presente em mais de 70 países por meio de uma rede de 128 centros de vendas e assistência, além de agências de representação e assistência direta em Xangai, Hong Kong e Fort Lauderdale (EUA).

                                        Reportagem: Guilherme Kodja
                                        Edição de texto:
                                         Gilberto Ungaretti
                                        Edição de vídeo: TakeBoom Produções
                                        Fotos: Rogério Pallatta e Victor Oliveira/TakeBoom

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                                          Em vez de passar férias em uma bela praia de Santa Catarina, onde moram, e organizar passeios por águas calmas e abrigadas a bordo de seus jets, eles preferem enfrentar expedições mar adentro com uma boa pitada de perigo e emoção. Em 2013, o grupo de amigos, então formado por 11 pessoas, foi de Florianópolis a Angra dos Reis a bordo de nove jets e dois botes. Foram cinco dias de curtição, sufoco e aprendizado. Ao longo das quase 600 milhas que separaram as duas cidades, encararam largos trechos de mar aberto e mexido, chuva, pane seca, ondas de até 4 metros de altura e bancadas traiçoeiras de areia. Chegaram até a ser engolidos por umas ondas enormes. Sofreram um bocado. Mas também se divertiram. E ninguém ficou pelo caminho. Tudo isso pelo simples prazer de realizar uma travessia que poucos ousariam.

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                                          Agora, praticamente, a mesma turma — engrossada pela entrada de quatro novos integrantes — prepara-se para refazer aquela jornada, desta vez cumprindo o roteiro no sentido contrário (de Angra para Florianópolis) e acrescido de 62 milhas, uma vez que a expedição terá início na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, onde os 15 amigos chegam de avião nesta quinta-feira, 25 de fevereiro, sendo que nove deles embarcam em jets da Sea-Doo e seis em dois botes. Tempo estimado de expedição: 9 dias, entre a manhã desta sexta-feira (26 de fevereiro) e o fim de tarde do sábado 6 de março, quando o grupo espera desembarcar no Iate Clube Veleiros da Ilha. Percurso total: 621,37 milhas, ou 1 000 quilômetros!

                                          “A curtição é ir aumentando o desafio, olhando agora a paisagem da direita”, conta Leandro Ibagy, um dos líderes do grupo, formado por 13 empresários, um diretor de cartório e um aposentado, com idades entre 21 e 59 anos. Com exceção de dois novatos, os demais acumulam experiência de mais de 20 anos de navegação com jets.

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                                          Organizar uma aventura desse tipo exige avaliar riscos reais e antecipar problemas. Foi o que fizeram. “Todos os finais de semana desde dezembro foram utilizados na preparação física dos tripulantes. Fizemos inúmeras voltas à ilha de Santa Catarina, em Florianópolis, um percurso que se assemelha ao que iremos percorrer diariamente”, explica Leandro.

                                          “Daí que todas as regras de segurança já estão bem assimiladas pelo grupo. Iremos equipados com GPS e todas as rotas já traçadas e definidas, respeitando os limites de navegação dos equipamentos. Vale o axioma popular: vai ao mar, prepare-se em terra”, acrescenta ele.

                                          O trajeto não poderia ser mais empolgante: das belas paisagens da Ilha Grande e Angra dos Reis ao Litoral Norte de São Paulo, passando por Paraty; de Ilhabela a Florianópolis, passando por portos como São Sebastião, Santos, Paranaguá, Itapoá e São Francisco; e por áreas de preservação como Juréia e Cananéia; e mesmo caminhos inusitados, como os canais de Bertioga e de Varadouro (ilha Comprida).

                                          ROTEIRO & PLANEJAMENTO

                                          25/02 (quinta-feira): desembarque no Rio de Janeiro (de avião);

                                          26/02 (sexta): partida da Marina da Glória, no Rio, rumo a Ilha Grande;

                                          27/02 (sábado): livre navegação pelas ilhas de Angra dos Reis)

                                          28/02 (domingo):  Volta à Ilha Grande;

                                          01/03 (segunda): de Ilha Grande a Ilhabela;

                                          02/03 (terça): Volta em torno da Ilhabela;

                                          03/03 (quarta): de Ilhabela a Itanhaém;

                                          04/03 (quinta): de Itanhaém a Cananeia;

                                          05/03 (sexta): de Cananéia a São Francisco do Sul;

                                          06/03 (sábado): de São Francisco do Sul a Florianópolis, com chegada no fim de tarde no Iate Clube Veleiros da Ilha.

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                                            Sem saber velejar e distante do mar, mineiro realiza sonho de construir o próprio veleiro

                                            Por: Redação -

                                            Fortuna de Minas é uma pequeno município no estado de Minas Gerais que contém pouco mais de 3 500 habitantes, próximo a cidade de Sete Lagoas. Lá, além da típica beleza natural, há um tesouro: a fortuna pessoal de Moacir Fonseca, de 69 anos, que vive com a esposa em um sítio na cidade desde 2012. 

                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                            Antes de se mudar, Moacir tinha um sonho antigo que acumulava poeira dentro de uma gaveta, mas que nunca perdeu o brilho em seu imaginário: um Multichine 23. Quando se mudou, ele enxergou no sítio a oportunidade de, enfim, iniciar a construção do projeto adquirido em um longínquo ano de 1993. 

                                            “Os percalços da vida me impediram de construir o veleiro. Sempre trabalhando ou viajando, não tinha tempo. Além do tempo, o sítio meu deu espaço. Eu não tinha espaço para construir”, conta Moacir que fez de seu quintal uma oficina, carinhosamente chamada de estaleiro. 

                                            No estaleiro de Moacir, aos poucos, o veleiro passou a ganhar forma – Imagem: Acervo pessoal

                                            Sendo assim, 20 anos depois de comprar o projeto do escritório Roberto Barros Yacht Design, a construção pôde ser iniciada. No começo, ela aconteceu apenas aos finais de semana. Apesar da idade, Moacir ainda não estava completamente desligado do trabalho. Entretanto, em 2019, ele se aposentou e focou apenas na produção do veleiro. 

                                            Devido a uma certa experiência, Moacir, que é engenheiro elétrico, realizou toda a construção sozinho, do casco ao guarda mancebo, sendo ajudado apenas na laminação e pintura.

                                            “Cada corte e cada erro que tem no barco é meu. Se der problema, não posso culpar ninguém”, brinca.

                                            A “demora” para consolidar a construção do projeto fez bem ao resultado final. O mineiro nascido em Vespasiano, na grande Belo Horizonte, pensou tanto no seu veleiro que já sabia como otimizar cada detalhe do barco. Por dentro, ele nem parece ter 23 pés.

                                            Além de uma cama de casal na proa, há também duas camas de solteiro na popa: uma a boreste, outra a bombordo. Fora isso, existe até um espaço exclusivo para guardar cerveja, logo na popa, próximo ao cockpit. 

                                            Ao fundo, o camarote de proa – Imagem: Acervo pessoal

                                            Portanto, depois de sete anos de construção e 20 de espera, o veleiro “Bizuka” está quase finalizado, faltando apenas uma revisão no motor — um Volvo Penta 23 hp usado — e a parte elétrica do barco.

                                            “É IGUAL AQUELE DITADO: CASA DE FERREIRO, ESPETO DE PAU. EU SOU ENGENHEIRO ELETRICISTA E O QUE FALTA É A PARTE ELÉTRICA”. 

                                            Esse dia foi o mais emocionante: amigos e familiares ajudaram a virar o casco – Imagem: Acervo pessoal

                                            Ainda assim, mesmo vivendo a 500 quilômetros do litoral mais próximo, não é a distância do mar que preocupa o construtor. “Eu nunca velejei. Só tinha entrado uma vez num veleiro”, disse Moacir e ainda detalha que fez a quilha com um leme mais curto, para navegar como se fosse um barco a motor. 

                                            “Sem uma preparação adequada eu fico receoso. Ainda farei um curso de vela para aproveitar 100% do barco. Mas, por enquanto, o motor que vai me levar”. 

                                            Bizuka quase pronto para cair na água – Imagem: Acervo pessoal

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                                            Além disso, o plano de Moacir é não deixar o Bizuka em um lugar fixo. “Marina é caro e me deixa amarrado em um único lugar”. Como o Multichine 23 pode ser facilmente transportado, a ideia é de velejar onde der vontade.

                                            “A vela em Minas ainda é incipiente. Mas, estou a poucas horas de represas como Três Marias e Furnas. Posso ir a Brasília velejar no Lago Paranoá, para o litoral de São Paulo… Não faltam opções”. 

                                            Paciência e perseverança, duas palavras-chave para o resultado final – Imagem: Acervo pessoal

                                            Desde que adquiriu o projeto do Bizuka, que se chama assim em uma homenagem aos seus pais, que se chamavam carinhosamente por “Bizuka”, Moacir não tinha nada para construir o veleiro. Nem tempo, nem espaço. Do mesmo modo, nunca parou de sonhar. “Nunca saiu da minha cabeça construí-lo, esse sonho tinha que ser realizado. Agora é curtir meu veleiro. Acabando essa pandemia eu quero cair na água”, finaliza Moacir.

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                                              Por: Redação -

                                              É verão, e mais do que nunca estamos todos precisando relaxar em águas calmas. Mas, nesse cenário não existe tranquilidade sem segurança, certo?

                                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                              Tudo começa com atitude responsável, seguindo um passo a passo básico antes de cair na água. Documentação em dia, conhecer o equipamento e atender às orientações da Marinha Brasileira, evitarão transtornos durante os passeios. Além disso, o nível tecnológico que seu equipamento possui também proporciona boa parte dessa segurança na água.

                                              “Portar a carteira de Arrais é obrigatório e antes de sair é sempre importante consultar a norma de navegação vigente na área escolhida. Nela estão determinados os limites para cada tipo de embarcação”, alerta Ana Paula Silva, Instrutora Náutica.

                                              Coletes Sea-Doo: de acordo com a NORMAM 05DPC e homologados na CLASSE V pela Marinha Brasileira, em total conformidade com elevados padrões mundiais de segurança na água (Foto: Divulgação)

                                              No caso dos jets, é preciso ter a habilitação de motonauta, que permite a navegação interior, apenas. A instrutora ainda recomenda ter acesso à carta náutica da região, entendendo as dificuldades que podem aparecer como bancos de areias e grandes profundidades, no caso dos rios. “Além disso, fazer o plano de navegação em que constem a data, horário e destino, é essencial para garantir a localização em caso de imprevistos ou acidentes”, recomenda a capitã.

                                              “Um item importante, embora não obrigatório, é o kit de salvamento. E, claro, os coletes salva-vidas, que atendam à norma e sejam certificados pela Marinha Brasileira”, destaca Ana Paula. A Sea-Doo oferece como acessório, vendido em toda sua rede de concessionárias, um kit composto por um farolete, apito e corda de reboque. A marca também possui uma linha completa de coletes, que estão de acordo com a NORMAM 05/DPC e homologados na CLASSE V pela Marinha Brasileira, em total conformidade com os mais elevados padrões mundiais de segurança na água.

                                              Sea-Doo GTI SE – segurança com iTC, iBR e DESS Key (Foto: Divulgação)

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                                              Tecnologia a serviço da segurança

                                              A escolha do equipamento ideal para cada tipo de atividade é essencial para garantir um passeio agradável. Conhecer os detalhes do funcionamento de cada item pode evitar acidentes e encontrar soluções mais ágeis em caso de emergência.

                                              Ana Paula descreve alguns sistemas que oferecem estabilidade e segurança ao usuário com total confiabilidade. É o caso do iTC, Controle de Aceleração Inteligente, uma tecnologia exclusiva da Sea-Doo que oferece 4 modos de pilotagem do jet, fixando a velocidade para atividades específicas como cruzeiro, rebocamento e navegação em áreas de atracação.

                                              Os momentos de frenagem sempre demandam mais atenção. Em sua terceira geração, a tecnologia iBR, Sistema de Freio e Reverso Inteligente, também da Sea-Doo, permite frear até 48 metros antes na comparação com uma embarcação sem o sistema. Além de proporcionar máximo controle nas manobras em baixas velocidades.

                                              Tecnologia iDF, presente no Sea Fish Pro, remove os detritos da admissão, sem precisar cair na água (Foto: Divulgação)

                                              A capitã ainda ressalta outras facilidades desenvolvidas pela marca canadense, como a DESS Key. “Por meio de um chip, com um código exclusivo, se emparelha com a ECU para a qual foi programado, permitindo o funcionamento do jet. Além disso, o imã embutido na chave, atua como interruptor de segurança para o jet. Se o piloto for lançado na água, a chave se desconecta, desligando o motor automaticamente”, explica.

                                              O próprio entupimento do sistema de admissão com detritos da água é outro fator que envolve segurança. A Sea-Doo lançou recentemente a tecnologia iDF, Sistema de Bombeamento Inteligente Livre de Detritos. Com um toque no botão no guidão, o piloto aciona o sistema e remove os detritos da admissão, sem precisar cair na água.

                                              Fatores mecânicos também podem causar problemas durante a navegação. Com o Sistema de Refrigeração Circuito Fechado (CLCS), padrão em todos os jets da Sea-Doo, o motor utiliza um líquido refrigerante para manter a temperatura ideal. Assim, evita que a água salgada corrosiva e detritos entrem no motor, proporcionando maior confiabilidade e durabilidade do equipamento.

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                                                Por: Redação -

                                                A Prestige Yachts se uniu ao influenciador Charly Phitoussi para projetar o conceito de megaiate de 80 metros Boss. O modelo três decks apresenta linhas exteriores suaves, mas nítidas, que lhe conferem uma aparência esportiva.

                                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                Boss oferece amplo espaço para os hóspedes relaxarem e se divertirem. Um espaçoso beach club localizado em seu convés principal, com uma área adjacente que pode acomodar os brinquedos e acessórios adicionais do iate e, ainda, pode ser convertida em um cinema ao ar livre ou palco de eventos.

                                                Seu convés superior possui um bar completo e área para refeições aberta com áreas para banho de sol na varanda suspensa nas laterais. No interior, encontra-se uma área de refeições e recepção.

                                                 

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                                                Boss conta com uma piscina infinita onde os hóspedes podem aproveitar com a sensação de estar no mar. Ainda neste convés, há espaço para até dois helicópteros.

                                                À proa, uma área de estar e jacuzzi podem ser encontrados para relaxamento adicional e espaços de entretenimento. O conceito de 80 metros foi projetado para navegar pelo Mediterrâneo.

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                                                  Por: Redação -
                                                  19/02/2021

                                                  Faleceu na manhã desta sexta-feira, 19, o empresário Júlio Andre Ruas Tedesco, aos 73 anos, devido a complicações decorrentes da Covid-19. Júlio estava internado no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, e deixa a esposa Vani, as filhas Patricia e Juliana, além de três netos.

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                                                  Nascido em 1948, Júlio assumiu a presidência do Grupo Tedesco aos 29 anos e  fez história como empreendedor em Balneário Camboriú e Santa Catarina. Ele e sua família implantaram o Parque Unipraias, a Marina Tedesco e uma longa lista de empreendimentos, em mais de 50 anos.

                                                  Em 2020, Júlio foi escolhido pela Federação das Indústrias para receber a Ordem do Mérito Industrial de Santa Catarina/2020, a maior honraria concedida pela entidade a quem se destaca no desenvolvimento econômico e social do Estado, pela atuação do empresário na produção de papel e celulose através da Primo Tedesco S.A.

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                                                  Júlio também recebeu, da Associação Comercial e Industrial de Balneário Camboriú, a medalha Baltazar Pinto Corrêa, como forma de reconhecimento pelo pioneirismo e pela sua relação especial com a história de Balneário Camboriú. O empresário também foi honrado com o título de Cidadão Honorário de Balneário Camboriú.

                                                  É mérito de Júlio Tedesco, ainda, a inclusão de Balneário Camboriú no mapa mundial dos cruzeiros marítimos, pois durante anos ele lutou para convencer os armadores a incluírem a cidade em seus roteiros e até construiu uma estrutura para isso, o Atracadouro Barra Sul.

                                                  O Grupo Náutica lamenta a perda e se solidariza à dor da família e dos amigos de Júlio.

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                                                    Por: Redação -

                                                    Depois de 95 dias no mar, Pip Hare, 47, voltou a sua cidade natal na última quinta-feira (18) e foi recebida com festa após completar a Vendée Globe. Neste ano, ela foi a única britânica que conseguiu finalizar a regata mais temida dos sete mares. Ao chegar em Poole, no sul da Inglaterra, foi saudada por simpatizantes e disse que era “ótimo estar em casa”.

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                                                    Nesta edição, a velejadora inglesa se tornou a oitava mulher a completar essa prova, que foi disputada pela primeira vez em 1989. Antes de chegar ao porto da cidade, seu veleiro de 60 pés foi escoltado por um barco patrulha e pequenas embarcações, segundo a BBC News.

                                                    “Havia muitas pessoas acenando, gritando e comemorando. Pedimos para que elas não viessem e ficassem seguras, mas estou incrivelmente tocada que vieram”, disse Hare quando atracou.

                                                    Imagem: Reprodução/BBC

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                                                    A respeito da prova em si, Hare enfatizou que nunca duvidou da sua capacidade. “O mais importante para mim era a competição. Eu tinha o segundo barco mais antigo da frota e, às vezes, estava à frente de barcos quatro gerações mais jovens que o meu”, disse a competidora que terminou no 19º lugar.

                                                    Além disso, Hare disse que um dos momentos mais difíceis durante a corrida foi quando o leme do barco quebrou no meio do Oceano Antártico, onde teve que fazer o reparo em meio a tempestades e a solidão, outro ponto que considerou durante os 95 dias que passou no mar.

                                                    “A principal diferença entre a minha solidão e a solidão que as pessoas estão experimentando no momento é que eu escolhi passar por isso. Sou completamente apaixonada pelo mar”, comentou a competidora em comparação ao isolamento social em terra firme.

                                                    Imagem: Reprodução/Vendée Globe

                                                    Como esportista de elite, ela não precisou entrar em quarentena ao regressar ao Reino Unido. “Meu corpo passou por uma provação e tanto. Preciso ter cuidado, cuidar de mim mesma. Meu sistema imunológico não está tão forte quanto poderia”, disse em fala reportada pela BBC inglesa.

                                                    Depois de percorrer quase 28 mil milhas náuticas, passando pelos pontos mais remotos do mundo, Pip Hare colocou seu nome na história da vela mundial.

                                                    Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                      Na noite de 14 para 15 de abril de 1912, o mundialmente conhecido naufrágio do Titanic acontecia. O navio Titanic chocara-se com um iceberg no oceano Atlantico.

                                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                      Uma das dificuldades enfrentadas pelos vigias e outros funcionários foi a demora na comunicação, o que certamente fez com que a tragédia fosse ainda maior. Contudo, um objeto sobreviveu desse acidente.

                                                      Em meio à tragédia, um  instrumento musical foi eternizado na história do naufrágio: um violino que pertenceu ao líder da pequena orquestra da embarcação, Wallace Hartley. O qual, foi um presente de noivado de Maria Robinson a Hartley.

                                                      Além disso, uma placa de prata foi fixada no arremate do violino para comemorar o noivado do casal, em 1910, dois anos antes do naufrágio. Originalmente, estudos notaram que o violino tinha sido guardado numa mala, presa às costas do líder da banda no naufrágio.

                                                      Contudo, quando o corpo de Hartley foi recuperado pelo navio CS Mackay-Bennett, nenhuma documentação foi encontrada, o que tornou a identificação ainda mais desafiadora.

                                                      O diário de Maria, noiva de Hartley, contava com agradecimentos ao secretário provincial de Halifax por ele ter devolvido a ela o violino, três meses depois do naufrágio, numa anotação do dia 16 de julho de 1912.

                                                      Outra prova que comprovou a autenticidade do diário veio do censo britânico de 1911, em que foi registrado o endereço de Maria. Assim, a localização escrita no diário era a mesma.

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                                                      No ano de 1939, quando Maria Robinson faleceu, sua irmã doou o violino e a mala para o Exército de Salvação. Lá, ele foi dado como presente ao mestre da banda, e depois repassado a um instrutor musical.

                                                      Sem saber a origem conclusiva do instrumento, os donos da casa de leilões consultaram especialistas de diversas áreas. Michael Jones, do Serviço de Ciência Forense do Reino Unido, afirmou que a corrosão do metal se devia à imersão do violino em água salgada.

                                                      Após as avaliações, a família Aldridge levou o instrumento para realizar uma pesquisa computadorizada minuciosa. Com o exame, diversas rachaduras foram reveladas no ‘corpo’ do violino, condizentes com o trauma do naufrágio.

                                                      Outra conclusão foi que a cola utilizada pela fábrica no violino era extremamente forte, capaz de resistir à água fria do mar.

                                                      O historiador escocês Stuart Kelly disse que a mãe de Hartley acreditava no filho morrendo agarrado ao violino, pois “ele era apaixonado por seu instrumento”. Wallace Henry Hartley, que morreu com 33 anos, integrou a tripulação do Titanic como maestro. Antes, ele havia liderado orquestras em pequenas cidades inglesas perto de Dewsbury, onde morava.

                                                      Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                        Diversos aspectos devem ser levados em consideração para que você tenha maior tranquilidade ao contratar esse tipo de serviço. A localização é um fator importante, mas não deve ser decisivo. Vale a pena pesquisar e reservar um tempo para visitar alguns locais antes de decidir a marina ou o clube em que seu barco irá ficar.

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                                                        • Verifique se o local comporta o porte do seu barco, considerando o peso e espaço de manobra. Fique atento ao tamanho da vaga e profundidade;

                                                        • Avalie a logística do local, além dos serviços de transporte, considere o perfil da sua embarcação. Veja se o espaço oferece suporte com guinchos, tratores, travel lift, guindastes e empilhadeiras. Algumas marinas já oferecem o serviço de “prateleiras” para guarda da sua embarcação no seco;

                                                        • Escolha um local que ofereça segurança em todos os aspectos, como controle de entrada e saída de pessoas, equipamentos de prevenção de incêndio e se possui apólice de seguro adequada à operação que realiza;

                                                        • Observe a infraestrutura, se dispõe de estacionamento seguro e facilidades como: posto de abastecimento de combustível, serviços de limpeza da embarcação, bote de resgate e marinheiros de apoio;

                                                        • Estruturas recreativas também são um bom diferencial, alguns locais já possuem área de lazer, loja de conveniências, restaurantes, locais para esportes e vestiários;

                                                        • Referente à Legislação e Meio Ambiente, confirme se o local de seu interesse possui a licença exigida pelo órgão oficial da região e se está de acordo com todas as normas de funcionamento.

                                                        Wilner Forini, Consultor Comercial na Regatta Yachts, destaca também a importância de escolher um local que ofereça uma estrutura adequada para execução de serviços. “É interessante priorizar uma localização que disponibilize uma boa rede de serviços por perto, com mecânicos autorizados ou técnicos independentes que prestam serviço no local, agilizando no caso da necessidade de algum atendimento”.

                                                        Outro fator que deve ser considerado na opinião do Diretor Comercial da MR Boats Marcelo Bezzi são as facilidades do dia-a-dia. “Verifique como é oferecido o serviço de energia elétrica, o acesso para carregamento das baterias, o fornecimento de água doce… A estrutura de subida e descida do barco também deve ser bem avaliada, analise os equipamentos de movimentação que eles possuem e converse com o seu consultor comercial para saber os detalhes e os cuidados que devem ter no manuseio da sua embarcação”.

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                                                          O jamaicano Orville Lyons foi resgatado na última sexta-feira, 12, com a ajuda de um grupo de pescadores próximo a Fort Pierce, cidade da Flórida, Estados Unidos, após passar 36 horas à deriva no Oceano Atlântico.

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                                                          De acordo com informações do UOL, Orville navegava com outras seis pessoas – dois bahamenses, três guianenses e um jamaicano -, até que na noite de quarta-feira, 10, a embarcação virou. Segundo o canal local WPBF, pescadores viram o jamaicano agarrado à única ponta da embarcação que sobrou do naufrágio e logo partiram para o resgate.

                                                          Segundo o capitão, o homem disse que havia partido de Bimini, um dos distritos das Bahamas, e planejava ir aos Estados Unidos. “Sua pele estava realmente queimada. Suas roupas estavam encharcadas de água do mar e de gasolina”, disse Cornell.

                                                          Então, os pescadores ofereceram comida e cobertores para Orville enquanto esperavam a chegada de ajuda. Agora, ele está se recuperando do trauma em um hospital.

                                                          A Guarda Costeira dos Estados Unidos suspendeu, na segunda-feira, 15, as buscas pelas outras vítimas do naufrágio, já que nenhum deles fora encontrado durante o rastreamento de 140 horas.

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                                                            18/02/2021

                                                            Noc, a beluga criada em cativeiro desde os 2 anos de idade, é o primeiro cetáceo que modificou a mecânica vocal para produzir sons semelhantes aos da fala humana.

                                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                            Tudo começou em um programa de treinamento nos Estados Unidos com mamíferos marinhos, nos anos 60, que tinha como objetivo ensinar os animais a recuperar torpedos e detectar minas marinhas em épocas de guerra. A Marinha dos Estados Unidos quis investir em animais com sonares embutidos, para realizar esse trabalho nas águas do Ártico — águas de baixa temperatura e visibilidade reduzida.

                                                            Durante os anos seguintes, seis baleias brancas (ou belugas) foram capturadas para este fim. Entre elas, estava Noc, com apenas 2 anos de idade. Essa baleia passou praticamente a vida toda em cativeiro, acompanhada de treinadores humanos no Navy’s Space and Naval Warfare Systems Center, na California. Além de toda a interação, o escritório de seu treinador ainda ficava próximo ao tanque, fazendo com que as baleias vivessem em contato constante com a voz humana.

                                                            O cientista Sam Ridgway comenta, inclusive, que ele e os colegas sempre ouviam sons similares aos de conversas humanas próximas ao local do tanque, apesar de incompreensíveis, mas nunca consideraram a possibilidade das belugas estarem emitindo-os. Ao longo das seções de treinamento, os mergulhadores sempre conversavam com os superiores através de um aparelho chamado “wet phone”. A percepção de Sam mudou quando dois deles emergiram subitamente, perguntando quem havia dado a ordem para que o trabalho parasse, sem que ninguém falasse nada.

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                                                            Ridgway desconfiou das baleias e passou a gravar as vocalizações, transformando Noc no primeiro animal do gênero a ter sua voz gravada na internet. Essa descoberta desencadeou um estudo, feito por um grupo de cientistas americanos na Fundação Nacional de Mamíferos Marítimos dos Estados Unidos, em San Diego, Califórnia, que confirmou a capacidade das belugas em imitar a voz humana.

                                                            O estudo foi publicado pela revista “Current Biology” há alguns anos, e, nele, os cientistas explicam que a baleia precisa modificar sua mecânica vocal para reproduzir sons parecidos com a fala. De acordo com a publicação, os esforços partem da necessidade do mamífero em estabelecer contato. Em outras palavras, Noc precisou modificar o ritmo de emissão sonora e reproduzir os sons em frequências mais baixas que as típicas das baleias. Esse fenômeno é duplamente surpreendente, porque, além de tudo, as baleias se comunicam com ruídos por meio de seu duto nasal, e não da laringe, como os seres humanos. Ou seja, além de tudo, ainda foi necessário variar a pressão no trato nasal e realizar ajustes musculares — o que não parece ser uma tarefa fácil.

                                                            Noc viveu na fundação durante 30 anos até falecer, mas sua voz ainda pode ser ouvida nas gravações feitas pelos pesquisadores. Confira algumas das gravações no vídeo abaixo.

                                                            Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

                                                            Gostou desse artigo? Clique aqui para receber o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e leia mais conteúdos.

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