Alunos da Escola Firjan Senai Sesi São Gonçalo desenvolveram o projeto de uma ecodraga pensada para limpar o lixo flutuante da Baía de Guanabara. O projeto é um dos finalistas da 19ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), que começou nesta segunda-feira (15) pela Plataforma FEBRACE Virtual e vai até o próximo dia 26.
Com o auxílio de um engenheiro, Carlos Eduardo Veras Keller, Daniel Caruso Melo Roquette Couto e Rafaela Pessanha de Freitas desenvolveram um projeto de embarcação, movida a energia solar, que seria usada para recolher o lixo flutuante do mar. A embarcação, com 14 x 7 metros de tamanho, pode navegar por até sete horas em cada operação. Nela ficariam um reservatório para o lixo e uma esteira na parte frontal, capaz de recolher e armazenar mais de 300 garrafas pets grandes por operação.
“Com várias ecodragas em funcionamento, seria possível minimizar o impacto ambiental do descarte de lixo na baía”, acredita Keller. Os estudantes já fizeram o protótipo da embarcação; agora estão atrás de empresas e de autoridades do governo para tentar tirá-lo do papel.
Na Febrace, esse projeto é um dos 345 finalistas, desenvolvidos por 716 estudantes de 295 escolas do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País, com a participação de 482 professores. Os projetos serão julgados e premiados pela criatividade e rigor científico. A cerimônia de premiação será no dia 27 de março com transmissão pelo Youtube.
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O Navio de Assistência Hospitalar “Anna Nery” deve entrar em operação no 2º semestre e poderá realizar 500 atendimentos diários em comunidades ribeirinhas
Esperada para 2027, competição que parte da França rumo a uma jornada em solitário pelo Atlântico teve lançamento oficial nesta terça-feira (28), no Yacht Clube da Bahia
A proposta de um cassino flutuante foi apresentada pelo empresário Santiago Lucenti, em nome da Empresa de Turismo Comercial, ao ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Euclides Acevedo.
O empresário busca atracar o navio na margem paraguaia do rio Paraná, não muito longe da segunda ponte, na região das três fronteiras, em Presidente Franco. Atualmente, o barco está atracado no Rio Iguaçu, na cidade de Puerto Iguazú, Misiones (Argentina), segundo informações do jornal paraguaio La Clave.
A proposta exigirá um investimento de US$ 60 milhões em um período aproximado de sete meses, desde que seja obtida autorização do Governo do Paraguai e das diferentes instâncias que regulamentam esse tipo de projetos no país.
Seria o primeiro cassino do gênero no Paraguai e na América Latina, segundo o La Clave. A princípio, a ideia era realizar o projeto na cidade de Puerto Iguazú, mas a burocracia interna do país fez com que os investidores desistissem dela.
A proposta se arrasta desde 2013, ano em que o navio-museu “Nicolás Mihanovich” chegou à cidade Puerto Iguazú. O navio serviu na rota Buenos Aires-Colônia (Uruguai), depois se tornou um museu flutuante e, finalmente, foi transformado em um hotel em um estaleiro portenho.
Com oito conveses, a embarcação conta com 52 camarotes cinco estrelas, piscina, solário e academia, salas de eventos e teatro, além de quatro salas de jogos, com caça-níqueis de última geração.
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Esperada para 2027, competição que parte da França rumo a uma jornada em solitário pelo Atlântico teve lançamento oficial nesta terça-feira (28), no Yacht Clube da Bahia
Ícone da construção de iates com casco de alumínio no Brasil, a MCP Yachts — que já lapidou uma centena de barcos a motor, de 76 a 142 pés — decidiu dar vida a um veleiro, aproveitando a vocação tanto do seu presidente, Manoel Chaves, como do seu filho e braço direito, Damien. O resultado é esse: o Global Exp 68, todo de alumínio, que acaba de ir para a água, descendo a rampa de acesso do estaleiro, no Complexo Industrial Naval do Guarujá, em São Paulo.
Concebido para ser comandado por uma só pessoa, apesar de seus 68 pés — para isso, a MCP adotou o conceito de raised salon com pilothouse, ou seja, uma sala de comando elevada no centro do barco —, o primeiro veleiro construído pela MCP Yachts busca unir conforto, requinte e tecnologia. Seu casco foi confeccionado com alumínio naval (liga 5083 H116), certificado internacionalmente pelo Lloyd’s Register, de Londres, e revestido de uma liga especial — que dificilmente se rompe em colisões. Mais leve e resistente, esse tipo de alumínio não absorve água. “É o nosso conceito de sustentabilidade”, diz Manuel.
A mastreação (da francesa Craft) é do tipo sloop (um mastro e duas velas), com três enroladores distintos para buja, genoa e gennaker. A área vélica pode ser comparada à de um barco de regatas — daí o Exp (de Explorer) do nome do veleiro. O objetivo é oferecer alto desempenho na hora cruzar os oceanos: a velocidade estimada de cruzeiro é de 10 nós, com ventos soprando na casa dos 15 nós.
Por dentro, além do amplo salão, há quatro camarotes no convés inferior, com espaço e conforto dignos de uma lancha de luxo. Os móveis e anteparas remetem a um conceito que os projetistas chamam de “marcenaria inteligente”, com o uso de material compósito de baixa densidade, o que resulta em maior leveza e melhor desempenho do barco.
Outros diferenciais do veleiro, que tem 1,85 metro de calado: seu leme é duplo, permitindo eficiência e respostas rápidas mesmo quando adernado; e a quilha, pivotante (Swing Keel), amortece o impacto no caso de colisão, protegendo os lemes, o eixo e os hélices.
O resultado é um veleiro que tem tudo para agradar a quem gosta de vela e cruzeiro ao mesmo tempo. “Com ele, procuramos trazer para o mundo da vela o mesmo grau de conforto que nossos clientes encontram em nossos motors yachts”, explica Damien. A julgar pelas primeiras imagens, acertou em cheio na receita.
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O Comando do 1º Distrito Naval e suas Capitanias, Delegacias e Agências subordinadas encerraram, no dia 5 de março, a Operação Verão 2020/2021 – Todos por uma Navegação Segura, nos três estados sob sua jurisdição (Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
A operação, que tem como objetivo principal reduzir ao máximo os riscos de acidentes no mar, rios, lagos e lagoas, iniciou no dia 21 de dezembro de 2020, em complemento à fiscalização que a Marinha já realiza diariamente. Foram inspecionadas 25 820 embarcações de esporte e recreio, e de transporte de passageiros, sendo 1 670 notificadas e 166 apreendidas.
Orientações sobre o uso de equipamentos de segurança e as normas de comportamento no mar, como a proibição de descarte de lixo no mar, foram transmitidas durante as abordagens, de modo a incrementar a qualidade da navegação e a mentalidade marítima dos navegantes.
No dia 13 de fevereiro, as Capitanias, Delegacias e Agências subordinadas ao Com1°DN realizaram, também, ações voltadas ao Dia de Combate ao Lixo no Mar, incluindo a divulgação do Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar.
A Marinha incentiva e considera importante a participação da sociedade, que pode ser feita pelos telefones 185 (número para emergências marítimas e pedidos de auxílio) ou nos seguintes contatos:
Rio de Janeiro – (21) 2104-5480 (diretamente com a CPRJ para atendimento de denúncias) e (21) 97299-8300 (para o envio de imagens, que contribuem para a identificação da infração) ou (22) 2772-1889 (diretamente com a CPM).
Espírito Santo – (027) 2124-6526 (diretamente com a CPES para outros assuntos, inclusive denúncias). Também estão disponíveis o e-mail [email protected] e o aplicativo “Praia Segura”, que pode ser baixado gratuitamente em aparelhos celulares Android e iOS.
Minas Gerais – (31) 3567-0729 e [email protected] (diretamente com a CFMG) ou (35) 3197-9890, (35) 99848-4348 e [email protected] (diretamente com a Delegacia de Furnas).
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O Navio de Assistência Hospitalar “Anna Nery” deve entrar em operação no 2º semestre e poderá realizar 500 atendimentos diários em comunidades ribeirinhas
Esperada para 2027, competição que parte da França rumo a uma jornada em solitário pelo Atlântico teve lançamento oficial nesta terça-feira (28), no Yacht Clube da Bahia
A construção do primeiro túnel exclusivo para embarcações já tem data prevista para acontecer, e logo no ano que vem, em 2022. A construção foi idealizada pela administração costeira norueguesa (Kystverket) e sua inauguração está prevista para 2025. O túnel terá uma extensão de 1,7 quilômetros e, inclusive, será grande o suficiente para permitir a navegação de cargueiros.
Tal obra permitirá que os navios contornem as perigosas águas da península de Stad, uma área exposta do oceano na costa norueguesa. Historicamente, até os Vikings evitavam navegar nessa região.
Os problemas causados nesse ponto do oceano são tão conhecidos que, em 1874, foram apresentadas as primeiras propostas para a construção de um túnel na região, pelo jornal local “Nordre Bergenhus Amtstidende”.
Há anos a região necessita dessa obra para evitar mais acidentes – Imagem: Reprodução
No entanto, mesmo com 45 metros de altura e 36 de largura, alguns navios de cruzeiro serão grandes demais para o túnel, visto que ele terá capacidade para embarcações com calado de até 12 metros. Seu local de construção será debaixo de uma montanha de 640 metros. Agora, não será necessário contornar a temida península de Stad.
Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira
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O Navio de Assistência Hospitalar “Anna Nery” deve entrar em operação no 2º semestre e poderá realizar 500 atendimentos diários em comunidades ribeirinhas
Esperada para 2027, competição que parte da França rumo a uma jornada em solitário pelo Atlântico teve lançamento oficial nesta terça-feira (28), no Yacht Clube da Bahia
Desde 2016, o advogado Paulo Vanzetto (56) tem liderado um projeto inovador: o Velejando pela Cidadania. Depois de 40 anos velejando Brasil a fora, o brasiliense encontrou uma forma de unir a paixão pelo mundo náutico e a democratização do esporte. Ele ensina crianças de 7 a 14 anos a velejar, começando na categoria Optimist, e aplica esses conceitos nas piscinas dos centros olímpicos espalhados pelas cidades satélites de Brasília.
O objetivo é ensinar as crianças a velejarem e, assim que possível, testar os conhecimentos adquiridos pelos pequenos, no Lago Paranoá. Os barcos adequados para a categoria Optimist são pequenos, de fabricação antiga, mas muito seguros e fortes. Assim, Paulo comanda as aulas semanais nas piscinas com maior segurança.
Além de não contar com as ondas e o perigo iminente de um espaço aberto, Paulo ainda explica que aplicar esse projeto em cidades satélites cumpre exatamente com o propósito inicial — o de democratizar um esporte que é visto como de elite.
Ele conta que tudo começou ao participar de dois eventos próximos à orla do Lago Paranoá, em que algumas pessoas aproveitavam uma tarde ensolarada a bordo de várias lanchas e, de outro lado, outras pessoas se acumulavam nos espaços públicos, sentadas ao chão.
Paulo explica que, nesse momento, o primeiro pensamento foi “por que essas pessoas não tem o mesmo acesso?”, e decidiu agir. Como o foco era crianças, ele chegou à conclusão de que, já que era difícil levar a população das cidades satélites ao lago, ele faria o caminho inverso.
“Um projeto social é feito para alcançar um objetivo. Eu vi um problema na região, que é a falta de lazer, E pensei que tenho que levar lazer para eles, Tenho que levar esse mínimo”
Durante os próximos 4 anos, Paulo exerceu essa trabalho com esmero. Ensinava aos alunos a lidar com o vento, a manter o barco estabilizado, a utilizar o vocabulário náutico e o que mais fosse preciso para velejar com segurança. As duas primeiras cidades em que a iniciativa foi aplicada foram as cidades de Riacho Fundo e a Cidade Estrutural, mas o objetivo sempre foi expandir.
Com a chegada da pandemia de Covid-19, não houve escolha senão suspender as aulas presenciais. Desde então, a equipe do Velejando pela Cidadania tem apostado na versão digital do projeto e publicado uma série de aulas de velejo em seu canal no YouTube. Ao todo, já foram postadas 24 aulas.
Além das dificuldades em relação aos aparelhos necessários para a prática do esporte (desde o barco às cordas, ferramentas e vestimentas), Paulo enfrentou algumas adversidades até encontrar professores qualificados para ajudá-lo nas aulas. Depois de driblar todos esses contratempos, o projeto ganhou não só visibilidade, mas o apoio e o patrocínio de várias empresas que acreditam no potencial da iniciativa.
Hoje, o Velejando pela Cidadania conta com cerca de 200 alunos, mas já possui planos para expandir seu alcance e ministrar aulas para 800 crianças. Se os professores puderem utilizar de 3 a 4 barcos em cada piscina ao invés de somente 1, é possível ensinar a pelo menos 100 crianças em cada centro olímpico. A previsão é de que outras regiões também recebam as aulas, como é o caso de Samambaia, de Ceilândia e do Recanto das Emas.
O crescimento não parou com a interrupção devido à pandemia. A própria Marinha do Brasil demonstrou interesse e propôs uma parceria ao idealizador, que continuou nos Fuzileiros Navais de Brasília.
E, se de um lado o interesse é institucional, por outro, os alunos são só elogios. João Matheus Alves de Oliveira, aos 13 anos, já havia dito “eu quero competir depois. Onde falarem, eu vou. Quem sabe nas Olimpíadas… Sei fazer jaibe, sei cambar. Quando se sabe fazer, não é mais difícil”, contou.
Vanzetto também explicou que Brasília é o terceiro maior parque náutico do país e, por isso, a cidade possui uma demanda muito maior de mão de obra qualificada e profissional. Assim, além do lazer, o velejador ainda propõe oportunidade de trabalho, e é por isso que a palavra “cidadania” estampa a imagem do seu projeto: do lazer à profissão, as aulas são para uma vida inteira.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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O Navio de Assistência Hospitalar “Anna Nery” deve entrar em operação no 2º semestre e poderá realizar 500 atendimentos diários em comunidades ribeirinhas
Esperada para 2027, competição que parte da França rumo a uma jornada em solitário pelo Atlântico teve lançamento oficial nesta terça-feira (28), no Yacht Clube da Bahia
O estaleiro catarinense Onix Yachts — de Palhoça, na Grande Florianópolis — tem apenas três anos de vida, mas vem se firmando por construir barcos com bom aproveitamento do espaço, cascos navegadores e ótima relação custo x benefício. Três atributos desejados por dez em cada dez donos de barcos.
Até o momento desta reportagem, 20 unidades da Onix 290 navegam em nossas águas, o que mostra a boa aceitação do mercado. Para estrear no concorrido segmento das 29 pés, o estaleiro caprichou na receita. A Onix 290 é uma cabinada de médio porte perfeita para quem procura uma lancha de passeio diurno com pernoites rápidos. Veja no vídeo abaixo:
A proposta da Onix 290 é a de ser uma lancha bonita e confortável para juntar a família inteira a bordo (seu cockpit acomoda até nove pessoas, com certa tranquilidade) ou fazer pequenas travessias nos fins de semana, já que tem duas camas de casal na cabine para pernoite.
A Onix 290 é uma 29 pés que agrada bastante com suas linhas esquias e bonitas. O conforto também chama a atenção. Seu cockpit, espaçoso e desimpedido (o que facilita a circulação, embora haja um pequeno degrau entre a praça de popa e a meia-nau), tem bons sofás e uma pequena, mas agradável, espreguiçadeira a bombordo, ladeando o posto de comando.
O acesso ao cockpit pela popa, a boreste, é largo. Chama atenção o bom acabamento dos estofados, com tecido encorpado (o cliente escolhe a cor), mais agradável ao sentar.
Na parte de trás do cockpit há um sofá em L, com mesinha de centro, seguido de outro sofá, a boreste, posição que ajuda no equilíbrio do barco, graças à boa distribuição de peso. Há também uma geleira bem funda — e, portanto, com grande capacidade de armazenamento —, além de uma peça de madeira teca que serve como porta-copos e porta-aperitivos.
Na pia, destaque para a ótima pressão da água, o que se repete, aliás, em toda a parte hidráulica a bordo: do banheiro ao chuveirinho de popa. Por sua vez, no modelo testado, o sistema de som se distribuía por seis alto-falantes (acessórios opcionais).
Sob o piso no centro do cockpit da Onix 290 há um enorme paiol, em que cabem todos as defensas e cabos do barco, alguns dos coletes e até o material de limpeza. Já a targa, lançada para trás, tem uma capota móvel do tipo bímini, que protege do sol, tornando o passeio de barco mais agradável nos dias mais quentes.
Completando o pacote de itens de lazer, há ainda, na plataforma de popa, o sempre bem-vindo espaço gourmet, com pia, churrasqueira a carvão (item de série) e banquetas de madeira sobre a plataforma de popa, que, por sua vez, pode ser do tipo submersível, com revestimento eva opcional.
Nessa parte saliente do barco, casco afora, o projetista instalou a chave de entrada de cais e a chave de bateria, além de um chuveirinho de água doce e de uma excelente escada de quatro degraus para o acesso à água.
Tudo muito bem-vindo, porque é nessa área, afinal, que as pessoas gostam de ficar, e, em nenhuma outra parte a bordo é possível estar tão próximo da água.
O posto de comando da Onix 290tem um painel com formato exclusivo, diferente, mas interessante, com boa inclinação, em que os relógios são distribuídos em um círculo e o eletrônico fica em uma área rebaixada, no centro, o que facilita a leitura.
Na unidade testada por NÁUTICA, foi instalada a tela de um eletrônico multifunção Raymarine Axiom 7, de sete polegadas, à venda na Marine Express (www.marineexpress.com.br). Tanto a bússola quanto o rádio vhf estão bem posicionados. Porém, o volante escamoteável, importante para pessoas de alta estatura, não é item de série, apenas opcional.
Além disso, faltam um nicho para guardar objetos, o famoso porta-trecos, e uma entrada usb para o carregamento do celular. Detalhes que podem facilmente ser aprimorados pelo estaleiro.
O acesso à proa — onde há um bom solário — é feito por uma passagem no centro do para-brisa. Embora a abertura seja grande, exige um pouco de esforço, já que os degraus da escada são altos e um pouco pequenos.
O solário na proa, sobre a cabine, está bem dimensionado para apenas uma pessoa, com folga, ou para duas, com certo aperto. Há ainda um pequeno banco no bico de proa, encaixado no guarda-mancebo, que por sua vez tem linhas esportivas, acompanhando o design do casco, e altura crescente no sentido da proa.
Os seis cunhos de inox (distribuídos entre a proa, a meia-nau e a popa) são adequados para o tamanho do barco. A caixa de âncora tem guincho elétrico, com duplo comando: no local e no painel do piloto.
Dentro da cabine da Onix 290, com 1,70 m de altura, o espaço é relativamente grande, considerando-se o porte do barco. Uma das suas novidades está no banheiro, muito grande, que fica na proa, fugindo da cartilha dos barcos de passeio desenhados no Brasil. Tem uma pequena gaiuta sobre o vaso, quase no bico de proa, além de pia, lixeira, porta-papel higiênico, porta-xampu e sabonete e chuveiro com, repita-se, ótima pressão de água.
Quatro pessoas dormem a bordo, distribuídas por um sofá-cama, a boreste, e por uma cama transversal, à meia-nau, iluminada pelas janelas do costado do barco. A cozinha, a bombordo, tem uma geladeira de 60 litros (ou, opcionalmente, de 80 litros), micro-ondas, armários, pia e frigobar. Enfim, uma cozinha compacta, mas completa. O acabamento não é luxuoso, mas muito esmerado.
Ainda na cabine, está instalado o quadro elétrico, que por sinal está muito bem montado e sinalizado, além da chave de tomada de cais, de tomadas 12 volts e de tomada 110/220 volts para uso com inversor.
Como não há um gerador a bordo, com o barco parado, o ar-condicionado, de até 9.000 BTUs, pode ser alimentado pela tomada de cais. Com isso, é possível passar a noite atracado em uma marina com o ar-condicionado o tempo todo ligado. No nosso teste, apenas com o uso do inversor o equipamento rodou por pouco mais de 40 minutos apenas alimentado pela única bateria de serviço de 150 Ah.
O acesso à casa de máquinas fica na posição tradicional, na praça de popa. As instalações são adequadas, mas faltam proteções para os chicotes elétricos. A possibilidade de usar um só motor de centro-rabeta — no caso da lancha testado, um 6.2 litros, a gasolina, de 300 hp — deixa esta lancha mais leve, econômica e muito ágil, como você confere no teste de navegação.
Como a Onix 290 navega
Para avaliar a performance da Onix 290, saímos para navegar no mar, com acesso pelas águas limpas do Rio Cubatão, já no litoral norte de São Paulo. Em meio à Mata Atlântica, esse rio desce até o encontro com o Rio Una, pouco antes de desembocar no mar, junto à linda Praia de Barra do Una, em São Sebastião.
Acionado o manete, o que se viu foi uma lancha muito solta, ágil e funcional, com um casco muito bem equilibrado. Mérito do casco om ângulo de V na popa de 19 graus, apropriado para um barco de passeio com 2,75 metros de boca. Com o uso dos flapes, entre 30% e 40%, a proa fica numa posição muito boa.
O motor a gasolina, de 300 hp, centro-rabeta, tem potência de sobra para impulsionar esse casco, que mostrou ser seguro e estável. É bater manete e sair. Pode parecer exagero, mas a Onix 290 faz curvas dignas de um jet, guardadas as devidas proporções, é claro, com bastante facilidade. É impressionante como essa lancha é ágil!
No desempenho, a velocidade máxima foi de 35,7 nós (veja no gráfico abaixo), com 9,1 segundos para chegar aos 20 nós, o que revela o bom fôlego do motor, aliado à boa hidrodinâmica do casco e à eficiência dos hélices contrarrotantes. Tudo isso navegando sem pancadas duras e sem espirrar água no cockpit.
No posto de comando, a posição do encosto do banco é bastante confortável para o piloto, e a visão à proa, muito boa. Uma lancha, enfim, cheia de bons recursos, de uma marca que ainda está sendo desenvolvida, mas que veio para ficar.
Características técnicas
Comprimento total: 8,9 m (29 pés) Comprimento do casco: 7,6 m (25 pés) Boca: 2,75 m Calado com propulsão: 0,6 m Altura da cabine na entrada: 1,70 m Ângulo do V na popa: 19 graus Tanque de combustível: 220 litros Tanque de água: 120 litros Capacidade dia: 10 pessoas Capacidade pernoite: 4 pessoas Peso com motores: 3 400 kg Potência: 1x 250 a 350 hp
Pontos altos
» Banheiro bem grande na proa
» Acabamento externo muito bom
» Ágil na navegação
» Posto de pilotagem com ótima visão
» Aceita plataforma submergível
Pontos baixos
» O acesso à proa é um pouco difícil
» Organização da fiação na casa de máquinas pode melhorar
» Faltam braçadeiras duplas em alguns pontos da hidráulica
Quanto custa?
A lancha Onix 290 custa, pronta para navegar, a partir de R$ 329 mil, com um motor de centro-rabeta de 250 hp a gasolina. Preço pesquisado em março/2021. Para saber mais sobre o modelo testado, acesse o site oficial da Onix Yachts, www.onixyachts.com.br ou envie uma mensagem.
Reportagem: Guilherme Kodja
Edição de texto: Gilberto Ungaretti Edição de vídeo: TakeBoom Produções Fotos: Rogério Pallatta e Victor Oliveira/TakeBoom
O Navio de Assistência Hospitalar “Anna Nery” deve entrar em operação no 2º semestre e poderá realizar 500 atendimentos diários em comunidades ribeirinhas
Esperada para 2027, competição que parte da França rumo a uma jornada em solitário pelo Atlântico teve lançamento oficial nesta terça-feira (28), no Yacht Clube da Bahia
A empresária limeirense Andreza Catapani Paggiaro Mazon faleceu na última quinta-feira (11), aos 42 anos, após sofrer um acidente de bicicleta em área rural entre o limite de Jaguariúna e Campinas, na região do Carlos Gomes.
Filha de Antônio Carlos Paggiaro, falecido em 2018, Andreza comandava o estaleiro Levefort, especialista em barcos de alumínio, desde a morte do pai. Atualmente, morava em Campinas com a família.
Seu sepultamento ocorreu na manhã da sexta-feira (12), no Cemitério Municipal de Limeira. Andreza deixa esposo, Thiago Albejante Mazon, e filhos, Bruno e Diogo Mazon.
O Grupo Náutica lamenta a morte de Andreza e se solidariza à família, aos amigos e clientes nesse momento de perda e dor.
Na foto, Andreza ao lado do filho Bruno Paggiaro Mazon, do marido Thiago Mazon, e do pai Carlos Paggiaro, em evento da NÁUTICA em 2017
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A Praia do Balbino, em Cascavel, litoral do Ceará, foi palco para uma cena inusitada e impressionante neste domingo (14). Um tubarão apareceu no local e foi morto em seguida. Vídeos mostram o animal sendo puxado por um buggy, amarrado em uma corda.
Em nota, a Prefeitura de Cascavel, através da Secretaria de Agricultura, Pesca, Meio Ambiente e Defesa Civil, manifestou repúdio ao que chamou de “ato de violência contra o tubarão”. “A Secretaria informa que a Polícia Ambiental já está tomando as medidas cabíveis ao caso”, diz a mensagem.
Vídeos também mostram o animal agonizando na areia da praia. Ele aparece, ainda, com pedaços de madeira enfiados na boca. De acordo com informações do portal G1 CE, uma testemunha que prefere não ser identificada disse que o animal foi retirado do local por pescadores para comê-lo.
“O tubarão apareceu bem no rasinho, coisa muito rara. Muitos curiosos correram para olhar e filmar. Nesse mesmo momento, alguns pescadores chegaram e começaram a cercar o animal na intenção de pescar. Eles conseguiram, pescaram com muita dificuldade por ser um animal de grande porte, mataram e, pasmem, os pescadores comeram. Foi dividido para muitos pescadores que não estão com renda pois as barracas estão fechadas”, afirmou uma testemunha.
Nas redes sociais, a Associação Balbino disse que vai apurar os fatos ocorridos. “Nos comprometemos a apurar os fatos ocorridos na Praia do Balbino na manhã deste domingo e a tomar as medidas que julgarmos pertinentes. Não nos furtaremos da responsabilidade que nos cabe, enquanto associação reconhecida pela sua história de luta pelo bem-viver nestas terras”, afirmou a associação em publicação nas redes sociais.
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Nesta quinta-feira, 11 de março, a TV NÁUTICA, canal de vídeos de Náutica no YouTube, atingiu a marca de 50 mil inscritos — um salto qualificado de audiência, motivado pela apresentação inteligente e com credibilidade das novidades do mundo dos barcos, esses eternos objetos de desejo de todos nós.
Mais que um número, a confirmação de que a relação com os amantes de náutica está cada vez mais próxima.
Sempre em evolução e com ampla repercussão nacional e internacional, a TV NÁUTICAvem, desde 2008, enriquecendo o seu conteúdo com vídeos detalhados sobre questões que vão desde como comprar um barco até a apresentação de testes exclusivos, realizados por técnicos experientes e autoridades no assunto. E, claro, sempre com comentários e avaliações lúcidos e rigor na apuração.
O resultado é esse: 50 mil inscritos, e uma interação cada vez mais próxima com nossos leitores e seguidores. Um motivo de orgulho e um marco na extraordinária evolução do Grupo Náutica, que há quase 40 anos atua no setor.
Com forte presença nas plataformas digitais, NÁUTICA registra o crescimento do público a cada ano. Em 2020, por exemplo, o portal www.nautica.com.br (pioneiro do segmento náutico, no ar há 21 anos) ultrapassou a marca de 1,3 milhão de usuários.
Vamos seguir navegando, porque sabemos que a evolução deve ser contínua. Nosso compromisso é com o futuro: o de continuar ajudando a desenvolver e fortalecer a indústria náutica, informando cada vez melhor e com responsabilidade aos leitores de NÁUTICA, referência permanente para quem ama navegar.
O Navio de Assistência Hospitalar “Anna Nery” deve entrar em operação no 2º semestre e poderá realizar 500 atendimentos diários em comunidades ribeirinhas
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Disponível em três fragrâncias (bem-estar, sensação e fresh) e em embalagens de dois litros, o produto tem formulação à base de plantas, sendo completamente natural e amigo do meio ambiente.
O Navio de Assistência Hospitalar “Anna Nery” deve entrar em operação no 2º semestre e poderá realizar 500 atendimentos diários em comunidades ribeirinhas
Esperada para 2027, competição que parte da França rumo a uma jornada em solitário pelo Atlântico teve lançamento oficial nesta terça-feira (28), no Yacht Clube da Bahia
O Nord, de 141 metros (462 pés) é o mais novo megaiate do estaleiro Lürssen. O antigo projeto Opus foi desenhado pelo estúdio de design italiano Nuvolari-Lenard, que conta ter se inspirado em um porta-aviões para projetá-lo. Não à toa, o barco entrou para o ranking dos 10 maiores barcos privados do mundo.
O estúdio de design optou por uma proa nunca antes vista num megaiate inspirado em porta-aviões. Dan Lenard, cujo sobrenome foi dado ao estúdio explica:
“Nord foi desenhado com uma ideia em mente: deve causar fortes emoções em quem o observar, não só por causa do seu tamanho, mas também por causa do próprio design. Ninguém deve ficar indiferente”
A embarcação, que vinha sendo projetada há quatro anos, foi construída em aço e alumínio, possui seis conveses e 19,5 metros de largura. Hospeda 36 convidados, espalhados pelos 20 camarotes.
O estaleiro deu pouquíssimos detalhes sobre Nord, a pedido do proprietário, para manter a maior confidencialidade possível. O que foi possível descobrir é que, dentre os luxos do megaiate, também estão um centro de esportes e mergulho, uma grande piscina, dois helipontos (sendo que um deles pode ser coberto por um hangar retrátil), uma garagem com frota de embarcações auxiliares e um mini-submarino.
Foi entregue ao proprietário no último dia 19 de fevereiro e embarcou em sua primeira viagem. Peter Lürssen, sócio-gerente da empresa, disse que “na Lürssen, acreditamos que o trabalho em equipe é vital para construir um iate e, para executar um projeto tão abrangente, é necessária uma equipe excelente. No caso do Nord, a equipe era formada por homens e mulheres do estúdio Nuvolari-Lenard, Moran Yacht & Ship – que supervisionou a construção em nome do proprietário – e Lürssen”.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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O Navio de Assistência Hospitalar “Anna Nery” deve entrar em operação no 2º semestre e poderá realizar 500 atendimentos diários em comunidades ribeirinhas
Esperada para 2027, competição que parte da França rumo a uma jornada em solitário pelo Atlântico teve lançamento oficial nesta terça-feira (28), no Yacht Clube da Bahia
Com a intenção de unir conforto e bem-estar a bordo, além de um design atemporal e habilidade ‘Made in Italy’, a unidade número um do Ferretti Yachts 1000, o primeiro modelo 100% wide-body do estaleiro, foi lançado em Cattolica, na Itália, para um proprietário francês.
De acordo com informações da marca, o lançamento representa o culminar de um processo de design impulsionado pela busca pela perfeição: investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento, milhares de horas de design naval, prototipagem de molde de longo prazo na fábrica Plug & Mold em Forlì, e o igualmente longo e delicado fase de construção no estaleiro Cattolica.
O resultado é um novo carro-chefe que une talento e tecnologia, a capacidade de inovar e habilidade.
Ferretti Yachts 1000 remodela o espaço e muda toda a abordagem da vida a bordo com soluções de design e um ambiente interior em estilo Classic, com tons de cores suaves e equilibrados e contrastes sutis. No centro do projeto, está a ideia de conforto e bem-estar nas áreas externas e internas, onde prevalece o sabor típico do ‘Made in Italy’.
O design suavemente sutil, com linhas simples e materiais sofisticados, transmite uma sensação de luxo refinado e é a interpretação ideal dos valores expressos pela afirmação “Just Like Home”: conforto, estilo italiano, design atemporal e habilidade. Ferretti Yachts 1000 já conta com as três primeiras unidades vendidas.
“O novo carro-chefe é um trabalho permeado pelo talento, visão e paixão de tantas pessoas habilidosas e talentosas que representam o fator vencedor para a Ferretti Yachts. Eu gostaria de agradecer a todos por terem concluído um projeto extraordinário como o Ferretti Yachts 1000 em um ano tão complicado”, comentou o CEO do Grupo Ferretti, Alberto Galassi.
Ferretti Yachts 1000 é o resultado da colaboração entre o Comitê de Estratégia de Produto liderado pelo Sr. Piero Ferrari, o Departamento de Engenharia do Grupo Ferretti, o arquiteto Filippo Salvetti para os exteriores e a Ideaeitalia para o novo conceito de interior.
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A marca de motores Yanmar comunicou nesta quinta-feira, 11, o falecimento de Edison Shigueo Yamamoto, Gerente Comercial das linhas de Construção Civil, Motores Marítimos e Produtos de Forças.
“É difícil encontrar palavras que possam expressar esse sentimento de perda, mas não faltam aquelas que exprimem seu caráter e pessoa. Um profissional dedicado, simpático, alegre e, acima de tudo, um amigo que esteve conosco durante vários anos. Um homem que sempre distribuiu motivação e bom ânimo a todos que desfrutaram de sua presença. Sua história será lembrada com muita glória e servirá de inspiração para diversas pessoas”, lamentou a Yanmar Brasil via comunicado em suas redes sociais.
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Começou neste dia 10 de março, em Auckland, na Nova Zelândia, a 36ª edição da America’s Cup, campeonato mundial de vela. Para enviar uma mensagem de união e demonstrar apoio não só às equipes participantes, mas também aos fãs do esporte que não poderão estar presentes na competição, o cantor Rod Stewart fará uma apresentação no sábado, dia 13.
O cantor interpretará a canção “Sailing”, reforçando a profunda relação do povo neozelandês com o mar e seu espírito manaakitanga – conceito maori que remete a hospitalidade e conexão entre as pessoas. A apresentação será transmitida ao vivo no Auckland’s America’s Cup Village, seguindo todas as restrições por conta da Covid, e também pelo site da Nova Zelândia, às 3h30 de sábado, dia 13, no horário de Brasília.
Relação com a vela
País formado por duas ilhas, não é de se admirar que o desenvolvimento da Nova Zelândia tenha profunda relação com o mar. Mas essa história de amor, que começou com a chegada dos ancestrais maori a Aotearoa – como eles chamam o país -, persiste até os dias atuais.
A navegação celestial, por meio de estrelas e constelações, levou os ancestrais à Nova Zelândia, que continua sendo um convite à prática da vela. Além dos 15 mil quilômetros de litoral e das muitas ilhas, o país está localizado em um dos principais cinturões de vento do planeta e seus mares são bons para todos os tipos de navegação.
A vela competitiva se tornou popular a partir de 1840. No início, as disputas eram entre barcos usados para o trabalho, como de pesca e carga, até que os construtores começaram a projetar embarcações especificamente para competições de velocidade. O Porto Waitemata, também conhecido como Porto de Auckland (Ilha Norte), tornou-se um ímã para o iate e um local em que gerações de marinheiros aprimoraram suas habilidades.
Sobre o Turismo Nova Zelândia (TNZ)
O Turismo da Nova Zelândia (TNZ) é a organização responsável pela divulgação do país como destino turístico no mundo e conta atualmente com 14 escritórios em 12 países. A principal ferramenta utilizada é a campanha “100% Pure New Zealand”, mensagem que tem evoluído ao longo da última década para fazer do país uma das marcas turísticas mais respeitadas no mundo. Na América do Sul, o time conta com profissionais de trade, marketing e relações públicas, que desenvolvem a estratégia com foco em Brasil e Argentina. As ações incluem parcerias com agentes e operadores de viagem e atividades para o consumidor final, como conteúdo customizado nas mídias sociais, vídeos no YouTube, displays no network do Google e edições do site do destino para Brasil e Argentina.
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O Bottom Trawling é um método de pesca agressivo que não faz distinção entre os espécimes marinhos no momento da atividade. Imensas redes de pesca são jogadas no mar — com a altura de um prédio de três andares e a largura de um campo de futebol — e são arrastadas até varrer uma quantidade considerável (centenas de toneladas) de vida marinha em seu caminho.
O problema é que esse procedimento destrói ecossistemas inteiros por onde passa e, os animais que não vêm a falecer instantaneamente, acabam morrendo ao voltar pro mar. Existem, inclusive, os Supertrawlers, que fazem todo esse trabalho com redes ainda maiores, e com aparato pronto para congelar e armazenar os peixes destinados ao consumo humano.
Tudo isso tem ocorrido de forma exacerbada, principalmente na costa do Reino Unido. E foi aí que o Greenpeace resolveu intervir. A solução? Lançar pedras imensas no oceano.
O Greenpeace é uma organização não governamental (ONG) focada, especialmente, em pautas relacionadas ao meio ambiente. Apesar de ter sua sede principal na Holanda, o Greenpeace possui escritórios espalhados em mais de 55 países mundo afora, atuando onde for preciso.
A ONG, que é reconhecida mundialmente pelo seu incrível trabalho pró meio ambiente, recorreu a recursos extremos. A esperança é de que, com essas pedras pelo caminho, a prática diminua, devido ao risco de danificar o equipamento de pesca.
A indústria pesqueira ainda tentou recorrer, classificando as ações como ilegais e perigosas. Ela alega que, caso alguma embarcação venha a laçar alguma dessas pedras, existe o risco de virar o navio inteiro e colocar toda uma tripulação em risco. O Greenpeace, todavia, já havia se preparado: antes mesmo dessa afirmação, já forneceu a localização exata de cada pedra às autoridades marinhas.
A esperança da ONG é de que essa atitude sirva pelo menos para atenuar a atividade. Muitos animais são capturados acidentalmente nessa pesca, como tartarugas e arraias, e acabam sendo vítimas de um destino cruel.
O Greenpeace denunciou ainda que, numa carta, datada de 25 de setembro de 2020, o governo do Reino Unido “não assumiu nenhum compromisso tangível” para proteger adequadamente o local em que a pesca ocorria, e solicitou formalmente que a ONG “não fizesse mais depósitos” de rochas.
O Bottom Trawling é um método utilizado por pesqueiros em todo o mundo, principalmente por instituições que visam o lucro máximo e negligenciam as consequências a longo prazo para essa ecodevastação.
Em um comunicado, a organização afirma que os blocos são de um tipo de rocha que ocorre naturalmente na região e que elas não causarão nenhum dano ao local. A ação recebeu o apoio de várias celebridades, que assinaram as rochas, como Stephen Fry e Hugh Fearnley-Whittingstall.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Esperada para 2027, competição que parte da França rumo a uma jornada em solitário pelo Atlântico teve lançamento oficial nesta terça-feira (28), no Yacht Clube da Bahia
A equipe olímpica da classe Nacra 17 Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino realiza os últimos treinos da temporada em Florianópolis. A preparação da dupla para a Olimpíada de Tóquio em águas catarinenses, onde as condições em mar aberto com intensidade de ondas e vento favorecem o trabalho de resistência e tática, será finalizada nesta sexta-feira (12) no Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha em Jurerê.
Após, a dupla vai para o Rio de Janeiro, onde concentrará a preparação, aguardando definições das entidades sobre o calendário internacional diante das restrições impostas aos atletas pela pandemia do novo coronavírus. “Esperamos permanecer com os treinos no Rio até abril, porque há a expectativa de que a Confederação Brasileira de Vela possa trazer nossos barcos do Exterior. Com isso, poderemos convidar outras equipes para treinar com a gente, o que fará um grande diferencial na nossa preparação”, projeta o timoneiro Samuca.
Samuel Albrecht, timoneiro (atleta do Veleiros do Sul/RS) e Gabriela Nicolino (atleta do Iate Clube do Rio de Janeiro), proeira, são velejadores da classe Nacra 17, única classe mista da Vela olímpica. Será a primeira participação nos Jogos para a Gabi e é a terceira Olimpíada para o Samuca.
A dupla, além de ser atual campeã brasileira e sul-americana, é medalhista de bronze da classe Nacra 17 dos Jogos Pan-americanos de Lima no Peru em 2019 e conta com o trabalho do treinador Paulo Roberto Ribeiro, técnico medalha de bronze na olimpíada de Pequim em 2008.
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O estaleiro paranaense Triton Yachts relatou um aumento de 20% nas vendas da categoria de lanchas de 30 pés, em cerca de três meses, com a nova versão Triton 300 Sport, apresentada durante o São Paulo Boat Show 2020.
“A Triton 300 Sport já era um sucesso em vendas da marca. Entretanto, com o lançamento do novo layout, com base em pesquisas e opinião dos consumidores, aumentamos ainda mais o nosso percentual de vendas. Tanto que a versão recém lançada, em pouco tempo, cerca de três meses, já contribuiu para aumentarmos em 20% o número de vendas da categoria de 30 pés”, diz o diretor de marketing da Triton Yachts Allan Cechelero.
A nova versão conta com linhas modernas, design esportivo e opções de pinturas que podem ser personalizadas com cores vibrantes, diferentes formas e tonalidades. O modelo traz diferenciais no layout, por meio da ampliação da área de popa e modernização do espaço gourmet, que são verdadeiros convites para o lazer, confraternização e agradáveis refeições.
Com mais de 9 metros de comprimento e capacidade para receber até 10 pessoas em passeios diurnos, a Triton 300 Sport também foi pensada para oferecer bom desempenho, fácil manutenção e design esportivo e arrojado.
Em termos de projeto, na nova versão, o solário foi substituído por um amplo sofá que integra perfeitamente com a área gourmet na popa com pia, geleira e churrasqueira. O objetivo é proporcionar conforto ainda maior e ótimas experiências gastronômicas a bordo com família e amigos.
“Sabemos que a popa é um dos lugares preferidos dos brasileiros em seus barcos. A proposta é usufruir do espaço da melhor maneira possível. Com o novo layout, facilitamos ainda mais o aproveitamento dessa área social para momentos de integração e lazer dos usuários. Com o setor náutico aquecido e as pessoas despertando cada vez mais para este tipo de lazer, a Triton 300 Sport é uma ótima opção para começar no mundo náutico. Apesar de ser considerado um barco de pequeno porte, tem espaços muito bem aproveitados resultando em amplitude e conforto em suas áreas externas e internas”, explica Allan Cechelero.
O interior da 300 Sport possui cama de casal para pernoite e sofá que se transforma em cama adicional. Banheiro fechado com chuveiro é mais um destaque para barcos dessa categoria, além de vários espaços para armazenamento.
A Triton Yachts conta com departamento de personalização com opções de escolha de pintura, tecidos, revestimentos, motorização e equipamentos. O modelo custa a partir de R$ 380 mil.
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O quinto casco da série 52Steel, do estaleiro Sanlorenzo, foi para a água pela primeira vez na província de La Spezia, na Itália. O primeiro exemplar foi lançado em 2017 e, mesmo com a política da empresa de produzir poucos barcos de cada modelo — proporcionando maior exclusividade —, o 52Steel já está na oitava unidade do modelo em fabricação: cinco deles já entregues, e mais três em construção.
Não é surpresa que o superiate de 52 metros (170 pés) chame tanta atenção: o design exterior elaborado pela Officina Italiana Design, em parceria com a Tiziana Vercellesi na porção interior, deixa qualquer um boquiaberto.
A proa do 52 Steel, por exemplo, tem os barcos de apoio guardados na garagem, o que permite que esta área seja dedicada aos convidados, com amplo espaço para relaxar e apreciar a vista de qualquer um dos grandes sofás.
No interior, por sua vez, Vercellesi conta que o barco foi projetado a partir de um estilo clássico, com cores quentes e uma elegância discreta.
No salão principal, em especial, a Sanlorenzo atingiu o objetivo de maximizar o tamanho da janela sem comprometer o design e as linhas externas do iate. Isso permite tanto a entrada de muita luz natural, quanto excelentes vistas para o mar, mesmo quando sentado no interior.
“Criamos um piso feito sob medida com mármores embutidos de cores diferentes e um design italiano clássico. O mobiliário será reforçado por elementos decorativos e peças de arte feitas especialmente para este barco”, acrescentou.
Além disso, o superiate ganhou sauna (seca e a vapor) e área de ginástica completas, situadas à frente do clube de praia. Os hóspedes que procuram um treino sério não ficarão desapontados, com espaço para bicicletas ergométricas, esteiras e muito mais.
O iate possui, ainda, uma piscina com fundo transparente na popa do convés principal e ampla personalização. A suíte do proprietário, tradicionalmente localizada na proa do convés principal, foi deslocada para a popa do convés superior, permitindo ao proprietário o uso exclusivo da área da cabine. A garagem possui 8 metros, e pode ser convertida em um beach club.
A potência vem de uma parelha de motores 1 900 hp e o modelo pode acomodar 10 pessoas em 5 camarotes. Confira mais alguns detalhes no vídeo abaixo:
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A Austin Parker Yachts acaba de lançar seu mais novo iate, já definido como carro-chefe antes da sua estreia: o Austin Parker Ibiza 85, de 27 metros. A proposta do estaleiro é oferecer muitas soluções customizadas, além de design e tecnologia nunca antes utilizadas em uma embarcação desse porte.
Austin Parker é um estaleiro que valoriza muito o passeio de qualidade em cada embarcação. Com design projetado em companhia do estúdio Fulvio De Simoni Yacht Design, o intuito era desenhar um barco “fora do comum”. Nascido a partir da junção entre os requisitos de um proprietário e necessidades do estaleiro, o barco encorpou uma série de novidades.
Layout ExternoLayout Interno
Dentre elas, a área de 15 metros de comprimento entre o posto de comando e a plataforma de banho. O salão pode ser aberto por completo, na versão “sedan”, simplesmente acionando os comandos elétricos com movimento hidráulico. Desta forma, as duas janelas laterais e a grande porta de vidro na popa abrem e fecham. Dependendo da necessidade, protegem ou liberam o salão, saindo da posição “retrátil”.
No cockpit, encontra-se o hangar e uma área de jantar com mesa central para 10 pessoas. Sob a capota rígida, encontram-se sofás e móveis equipados para servir a sala de jantar, equipados com geladeiras e freezers. O posto de comando conta com dois pares de assentos, todos independentes, para acomodar o piloto, o co-piloto e dois convidados com conforto e segurança.
O acesso à proa é feito através de passagens protegidas, em estilo walk-around, mantendo sempre o mesmo piso do salão. Na proa, existe uma grande área equipada com um sofá em forma de U, duas mesas convertíveis e uma série de espreguiçadeiras.
No interior, o foco foi proporcionar soluções personalizadas. Partindo da boca (largura) de 7 metros, é possível encontrar 5 camarotes independentes (três suítes duplas e duas suítes gêmeas), uma cozinha espaçosa e acomodações para três membros da tripulação, que ficarão em ambiente totalmente separado, equipado com serviços independentes.
Partindo para a propulsão, o Austin Parker Ibiza 85 ganhou dois motores MAN de 2 000 hp. Dentre os outros apetrechos, estão 2 geradores Onan de 27 kw, estabilizador Seakeeper 26, ar condicionado e a mais sofisticada rede eletrônica.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Um superiate de 61 metros (200 pés) é a mais nova embarcação de luxo projetada para pesquisas científicas. O Arctic Owl, de Steve Kozlov, é um superiate a motor produzido em estilo explorador com formato único, projetado para alcançar alguns dos lugares mais remotos do mundo.
Para atender aos requisitos, além de incluir todo o conforto possível de uma embarcação de luxo, o Arctic Owl também ganhou um submarino U-Boat Worx NEMO, utilizado tanto para as pesquisas quanto para simples explorações das mais variadas profundidades.
Partindo desse conceito, o superiate também foi equipado com uma garagem inteira dedicada às mais variadas propostas, pensando no proprietário que queira investir nas ideias semelhantes às do submarino. Ainda possui heliponto e hangar de helicópteros, além de dois guindastes traseiros, que foram projetados para implantar e recuperar equipamentos de pesquisa, veículos terrestres e espécimes científicos.
Feito em aço, casco de classe de gelo e superestrutura de alumínio, o superiate acomoda um total de 10 convidados em seis camarotes, além da equipe de seis tripulantes. Dois desses seis camarotes são master, com vista panorâmica.
Esses hóspedes podem escolher entre o lazer na grande piscina (situada na proa), na área de estar (equipada com uma capa dura que funciona como um toldo durante o uso), nos dois lounges adicionais (que ficam nos flybridges), no spa e na ponte para desfrutar de uma vista de quase 360 graus.
Em relação à propulsão, a embarcação é alimentada por dois motores diesel-elétricos.
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O acidente aconteceu no dia 24 de fevereiro e deixou aos espectadores um tanto quanto surpresos. O superiate de 77 metros (235 pés) colidiu com o cais de um iate clube de luxo no Caribe, causando danos visíveis a ambos. O cais fica no Sint Maarten Yacht Club, e as imagens mostram a dimensão dos danos causados.
De acordo com a publicação local do The Daily Herald, o motivo da colisão foi o mau funcionamento do computador de bordo. O incidente aconteceu por volta das 10h15 da manhã, e recebeu a assistência da seguradora em pouco tempo.
O superiate é o 77Go, do estaleiro Turquoise Yachts, lançado em 2018. Ele oferece heliponto, academia, jacuzzi, clube de praia, sauna e hospital. Acomoda 16 pessoas em 8 camarotes, sendo duas suítes VIP, três camarotes duplos e duas suítes duplas.
A propulsão se dá por motores gêmeos de 2 575 hp, que fornecem velocidade máxima de 17 nós e velocidade de cruzeiro de 15 nós. Não por acaso, a embarcação foi toda projetada em tons de azul turquesa, e o objetivo era proporcionar a sensação de “água em movimento”.
77Go Turquoise – Interior
77Go Turquoise – Interior
77Go Turquoise – Interior
77Go Turquoise – Interior
77Go Turquoise – Interior
77Go Turquoise – Interior
77Go Turquoise – Interior
77Go Turquoise – Interior
77Go Turquoise – Interior
77Go Turquoise – Interior
77Go Turquoise – Interior
77Go Turquoise – Interior
77Go Turquoise – Interior
O design interior foi pensado por H2 Yacht Design, fundada por Jonny Horsfield. Ele explica que “embora o exterior tenha linhas fluidas modernas, o superiate é uma interpretação moderna de um barco de proporções bastante clássicas. A cor do casco e o detalhamento do exterior em geral, assim como do mobiliário exterior, é rico em detalhes, e isso conecta o exterior com o interior”.
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Sediada em Auckland, Nova Zelândia, a America’s Cup 2021 está sendo disputada entre o Emirates Team New Zealand, equipe do país sede que defende o título conquistado há quatro anos, e o desafiante Luna Rossa Prada Pirelli Team, equipe italiana campeã do torneio classificatório.
O placar ficou em 1 a 1 na competição melhor de 13. A decisão será realizada em uma série de 13 corridas que acontecem entre 9 e 16 de março, e o primeiro a vencer sete etapas será consagrado como vencedor.
Em 2021, o campeonato chega em sua 36ª edição, sendo a mais antiga competição esportiva do planeta, com 170 anos de tradição — não existe desafio mais caro, chique, famoso e disputado no mundo náutico.
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O Capitão-Tenente Taylor Butler, submarinista da Marinha dos Estados Unidos da América, visitou o submarino brasileiro “Tupi”, que esteve em operação de 1º a 5 de março.
A Marinha do Brasil mantém laços operacionais com a Marinha estadunidense há um bom tempo, e foi uma decisão conjunta promover este evento. Ele faz parte do Plano de engajamento entre as Forças de Submarinos dos dois países, e procura incentivar os investimentos na operabilidade local.
O submarino Tupi – S30 foi o terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao guerreiro e a nação Tupi. Foi batizado e lançado em 28 de abril de 1987, e, desde então, tem sido um grande atuante nos interesses brasileiros.
É uma criação do estaleiro alemão Howaldtswerke Deutsche Werft, com sede na cidade de Kiel, no próprio país. Ele possui 61,20 metros de comprimento, abriga a 33 pessoas e a propulsão é a diesel-elétrica.
São 4 motores diesel de 800 hp cada, 4 geradores elétricos de 420 kW cada, 1 motor elétrico acoplado a um eixo e um hélice de 5 pás que gera 5 000 shp, e conjuntos de baterias de 489 células cada.
A velocidade máxima é de 11 nós, na superfície, e 21,5 nós, quando imerso. Alcança a uma profundidade máxima de 250 metros.
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A Associação Brasileira de Veleiros de Oceano lamentou a morte de Erling Lorentzen, aos 98 anos, na Noruega. Erling foi um patrono da Vela de Oceano no Brasil, um dos comandantes mais destacados do esporte no país, com seus veleiros nomeados “Saga” obtendo grandes conquistas nacionais e internacionais, com destaque para a Regata Fastnet Race, na Inglaterra, em 1973.
Na vela, ele foi responsável pela implantação da classe Soling em 1970, classe onde o Brasil conquistou uma Prata em Olimpíada de Los Angeles, em 1984, com o Torben Grael, Daniel Adler e Ronaldo Senfft. Erling foi um herói da 2ª Guerra Mundial onde tomou em salto de paraquedas posição inimiga nazista na libertação de seu país, a Noruega.
Adotou o Brasil com amor para empreender, navegar e viver. Casado com a falecida Princesa Ragnhild (irmã do atual Rei Harald), ele deixa três filhos, Haakon (comandante do veleiro Duma), Ingeborg e Rangnhild. Como empresário, Erling empreendeu no setor de celulose e da navegação, dentre outros segmentos. Por duas ocasiões foi eleito o empresário do ano no Brasil.
“Como navegador, foi o símbolo da elegância e da etiqueta náutica. Seus veleiros Saga fizeram história. Todos os seus tripulantes, como seu eterno imediato Roberto Pellicano, possuem orgulho de terem singrado os mares com o Viking Brasileiro por opção, Erling Lorentzen. Seu numeral BL-333 fica imortalizado por ser propositalmente o endereço de seu clube na Av. Pasteur 333, o Iate Clube do Rio de Janeiro. Nossas condolências com os filhos Haakon (comandante do veleiro Duma), Ingeborg, Rangnhild e toda família Lorentzen”, afirmou Lars Grael.
Mario Martinez, comodoro da ABVO, disse: “Foi o único comandante brasileiro a vencer uma das mais importantes regatas do mundo, a Fastnet na Inglaterra. Foi um super entusiasta da Vela, doou barco para marinha, foi um patrono da Vela de Oceano de Brasil. É uma grande perda para a Vela de Oceano nacional”.
Pré-Braile, Contra Comodoro do Iate Clube do Rio de Janeiro, velejou com Erling por vários anos no famoso Saga de 1966 até 1977 e trouxe suas memórias: “Tínhamos uma convivência de amigos. Eu era tripulante dele. Na época tripulantes eram amigos, não existia o profissionalismo de hoje onde o proprietário paga para seus tripulantes competirem. Ele era um esportista, muito forte, trabalhava muito. Ele disputava competições nos Estados Unidos nos finais de semana e voltava na semana para o Brasil para trabalhar, como se fosse uma Ponte Aérea. Era sempre justo com toda a tripulação e um grande velejador”, conta Pré-Braile que comentou sobre as grandes competições ao lado de Erling.
“Começamos a velejar em 1966 em um veleiro 45 pés, com ele fizemos três Santos-Rio . Em 1971 construiu o famoso Saga, o vermelho, fizemos o Circuito Rio, depois em 1972 fizemos o Newport-Bermuda Race, ganhamos três regatas, terminamos em terceiro no geral. Em 1973 disputamos o Admirals Cup, ganhamos a Fastnet. Lembro que foi uma regata difícil com vento fraco, na região com muita maré alta e baixa, fomos bem, nosso maior concorrente era o americano barco, vencemos eles no finalzinho. Foi um título muito comemorado. Inglês dá muito valor a quem disputa e conquista essa regata, mal comparando é como vencer uma Copa do Mundo de futebol, nós éramos reconhecidos na rua se estivéssemos com a camisa do Saga, recebíamos os parabéns”, seguiu.
O Grupo Náutica lamenta a perda e presta condolências aos familiares e amigos de Erling.
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A tripulação do cúter da Guarda Costeira dos EUA (USCGC) Stone (WMSL 758) chegou ao seu porto de origem no norte da cidade de Charleston, Carolina do Sul, na segunda-feira (8), depois de concluir a Operação Cruz do Sul, um patrulhamento no Atlântico Sul, que apoiou o combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INN).
Utilizando o recentemente admitido cúter em sua cruzada de combate, a tripulação do Stone cobriu mais de 21 mil milhas (18 250 milhas náuticas) durante os mais de 68 dias. Um interesse mútuo no combate às atividades de pesca INN ofereceu uma oportunidade de colaboração à tripulação do Stone. Eles interagiram com parceiros na Guiana, Brasil, Uruguai e Portugal, fortaleceram laços e estabeleceram a base para o aumento de parcerias no combate à atividade marítima ilegal.
“Eu não poderia estar mais orgulhoso dessa tripulação. Não foi uma tarefa fácil, organizar uma tripulação e preparar um cúter para o mar, mas, realizar isso no ambiente da Covid-19, seguido de uma patrulha de dois meses é realmente bastante surpreendente. Enquanto estávamos no mar, completamos todos os objetivos da patrulha e os engajamentos estratégicos com parceiros que compartilham da mesma visão. O treinamento da nossa tripulação foi equilibrado, e ressaltou as práticas de pesca ilegal no Atlântico Sul. Chegamos ao nosso porto de origem na segunda-feira, depois de quase cinco meses longe de nossas famílias, e agora aceitaremos um descanso merecido”, disse o CMG Adam Morrison, capitão do Stone.
“O trabalho conjunto com nossas nações parceiras não apenas fortaleceu nossas relações de trabalho, mas permitiu que a tripulação do Stone realizasse treinamento de evoluções que não podemos realizar frequentemente”, afirmou o CC Jason McCarthey, oficial de operações do Stone.
Enquanto em trânsito, para realização de operações conjuntas ao longo da costa da Guiana, o Stone encontrou e interditou uma embarcação suspeita de tráfico de drogas, ao sul da República Dominicana. Depois de inibir a atividade ilícita, o Stone transferiu o caso para o USCGC Raymond Evans (WPC 1110), um cúter de resposta rápida, de Key West, Flórida, e continuou sua patrulha no sul.
No Brasil, a tripulação treinou comunicações e deslocamento em formação fechada, uma habilidade essencial nas operações conjuntas e combinadas. A equipe do Stone também ministrou palestras para membros da Marinha do Brasil, sobre práticas e táticas de policiamento marítimo.
“A oportunidade de trabalharmos juntos e compartilharmos ideias auxilia a todos para que nos tornemos mais proficientes na conquista de nossos objetivos compartilhados”, disse McCarthey.
A tripulação do Stone recebeu uma oportunidade única de estabelecer novos laços e fortalecer as bases das alianças existentes, perante uma crise global, realizando isso de forma presencial e por engajamento virtual, consciente dos riscos envolvidos.
“Somos muito sérios não só em relação a negociar acordos internacionais para abordagem da pesca INN, assim como fizemos em relação ao Acordo sobre Estabelecimento de Medidas Portuárias. Também apoiamos fortemente o trabalho que a Guarda Costeira está fazendo para desenvolver relações e fortalecer a eficácia operacional, de todos os países costeiros, no combate à pesca INN”, afirmou David Hogan, diretor interino do Escritório de Conservação Marinha, do Bureau de Oceanos e Assuntos Científicos e Ambientais Internacionais, do Departamento de Estado dos EUA.
A Operação Cruz do Sul tem o compromisso de expandir as relações dos EUA com esses governos parceiros. Além da prontidão da Operação Cruz do Sul, o governo dos EUA objetiva que essas colaborações promovam a estabilidade, a segurança e a prosperidade econômica regional de longo termo.
A tripulação do Stone agora se prepara para seu comissionamento no dia 19 de março.
O nome do cúter homenageia o CF Elmer “Archie” Fowler Stone, que em 1917 se tornou o primeiro aviador da Guarda Costeira e, dois anos mais tarde, foi um dos dois pilotos que fizeram com sucesso o voo de travessia do Atlântico, em uma aeronave da marinha, aterrissando em Portugal.
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Esperada para 2027, competição que parte da França rumo a uma jornada em solitário pelo Atlântico teve lançamento oficial nesta terça-feira (28), no Yacht Clube da Bahia
Especialista na construção em composites (método no qual se incluem as estruturas sanduíche dos cascos dos barcos, por exemplo), o engenheiro Jorge Nasseh, CEO do Grupo Barracuda e respeitado autor de diversos artigos técnicos e livros no ramo da engenharia de materiais compostos, está lançando um novo livro sobre o assunto:“Processo de Infusão a Vácuo em Composites”.
Com mais de 400 páginas, o livro é um reflexo de três décadas de experiência e prática do autor na engenharia dos materiais compostos, com muitos casos de sucesso. Segundo ele, existe uma diferença entre conhecer um assunto e compreendê-lo. “Você pode conhecer física sendo competente em resolver equações matemáticas para solucionar problemas de engenharia e ainda assim não conseguir ter um entendimento profundo das razões de como a natureza dos materiais funcionam”, explica.
Entre outros temas, Nasseh disserta detalhes de mecânica dos materiais de construção de laminados fabricados com o auxílio de pressão, simulações computacionais e estratégias de infusão além de testes e cálculo de permeabilidade. A primeira edição do livro tem dois prefácios: o primeiro foi escrito pelo Dr. Scott Beckwitt, diretor técnico global SAMPE; o segundo, por Marcio Sandri, presidente global da Owens Corning.
O Dr. Scott diz: “Jorge Nasseh tem uma longa história de publicações sobre a teoria e prática de grandes estruturas em composites. Desde 2000 tem publicado uma extensa literatura, produzindo um material muito útil e extremamente prático em relação à tecnologia de infusão a vácuo”.
Marcio Sandri acrescenta: “Este último livro do Jorge é um pedaço de resistência, que consumiu tempo e dedicação para ser uma dissertação detalhada e muito útil sobre a infusão como um processo que domina a fabricação de pás eólicas, estruturas navais e aeroespaciais de alto desempenhoe muitos outros equipamentos tipicamente caracterizados por dimensões significativas e responsabilidades críticas de uso”.
Jorge Nasseh também é autor do Manual de Construção de Barcos; de Métodos Avançados de Construção em Composites e de Técnica e Prática da Laminação em Composites.
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Na corrida pela produção de veículos cada vez mais “limpos”, ou seja, que não emitam monóxido de carbono, chegou a vez da indústria náutica fazer a sua parte. Na Itália, até a Benetti Yachts decidiu entrar nessa corrente. Depois dos impactos da pandemia, uma das prioridades desse tradicional estaleiro tem sido a adoção de medidas sustentáveis.
“Entregamos nossa paixão duradoura pelo mar e pela vela, combinando o artesanato italiano e a inovação em cada embarcação que projetamos e construímos”, diz Peter Mahony, gerente geral da Benetti Yachts Asia. “É tempo, dinheiro e recursos que achamos que valem a pena”.
Na verdade, os primeiros esforços de sustentabilidade da Banetti se iniciaram em 2002, com a introdução do primeiro sistema de propulsão híbrido diesel-elétrico no megaiate Ambrosia, de 65 metros. Desde então, o estaleiro tem enfatizado a utilização de recursos na busca da preservação ambiental.
“Felizmente, a missão da Benetti é apoiada por uma tendência crescente em toda a Ásia por opções inovadoras e com visão de futuro. Com uma embarcação Benetti, temos um ponto ideal, no qual a tecnologia de consciência verde encontra a máxima qualidade e conforto, o que é possível através da inovação e pesquisa constantes”, explica Mahony.
A maior aposta do estaleiro é na instalação de motores híbridos, visando um consumo menor de combustíveis prejudiciais ao ecossistema. Para isso, foram utilizados materiais e componentes escolhidos a dedo pelos projetistas. Dois exemplos claros desse investimento são o Luminosity (maior híbrido do mundo), de 107 metros, e o Benetti B.Yond, de 37 metros, que representa a primeira investida da Benetti em iates adequados para cruzeiros de longo alcance
Luminosity 107
É claro que as soluções não poderiam se restringir aos produtos finais: a empresa também implementou recursos nas instalações de Livorno e Viareggio para aumentar a eficiência energética e reduzir a poluição e o desperdício. Entre as novidades estão as novas estações de alta potência para gigayachts, de mais de 100 metros, para reduzir o consumo de combustível, além da substituição de lâmpadas incandescentes por lâmpadas LED; a instalação de usina fotovoltaica e sistema solar térmico para redução dos gases de efeito estufa; e o isolamento dos galpões do estaleiro Livorno com revestimento para aumentar a eficiência energética nos níveis térmico e acústico.
Copa do Milênio da Nova Zelândia
Fora de suas instalações, na mesma pegada ambiental, a Benetti Yachts continua a atuar como patrocinador ouro da regata 2021 da Copa do Milênio da Nova Zelândia: uma regata limpa, certificada, que capacita os velejadores com dicas e recursos para implementar iniciativas de sustentabilidade.
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Da série coisas estranhas que navegam, esse catamarã — idealizado pelo estúdio de design de superiates Lazzarini Design para integrar uma série de sete barcos de inspiração natural — é um anfíbio, de 25 metros (82 pés), com cascos de aço, movido a energia solar e foi inspirado nos caranguejos. Sim, nos prosaicos crustáceos de andar vagaroso.
Batizado de Pagurus — o nome, em latim, do caranguejo — o catamarã foi inicialmente projetado como um veículo militar. Tem hélices duplos e será equipado com dois motores diesel de 890 hp, com os quais deverá atingir 24 nós de máxima — velocidade admirável para barco inspirado em um crustáceo.
O Pagurus é alimentado tanto pela energia solar como pela própria água, além dos motores. Os cilindros de parafuso ficam ao longo da parte inferior dos cascos duplos de aço, que recarregam as baterias durante a navegação. Os painéis solares, no exterior, fornecem um modo de navegação totalmente elétrico com alcance de 6 a 7 horas, a uma velocidade de 5 nós. Quando na terra, é alimentado por dois motores a diesel.
O mais surpreendente é que, por meio de cilindros giratórios, o Pagurus se transforma em um veículo anfíbio. Ao abaixá-los em 60 cm, o calado aumenta e possibilita a movimentação do catamarã em terrenos de areia ou lama.
Semelhante às patas de um caranguejo posicionadas de lado, os cascos laterais subdividem-se em espaços residenciais, conectados um ao outro por meio pelo uma ponte convés superior. Na configuração padrão, são três três camarotes, uma cozinha e um pequeno banheiro, com pernoite para oito passageiros e quatro tripulantes.
Ficou interessado? A versão anfíbia, com aço reforçado, custará cerca de € 24 milhões, com entrega em dois anos. Confira outros detalhes no vídeo abaixo.
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Foi-se o tempo em que o mercado náutico era dominado apenas por homens. Hoje, as mulheres atuam em diversas áreas no setor e são um público-alvo importante para os fabricantes de embarcações. A presença feminina a cada ano se torna mais forte.
Natasha Secchi, 32 anos é um exemplo claro. Ela trabalha há quase 10 anos no mercado náutico e atua como gerente comercial da Marina Itajaí há pouco mais de três anos. Além de trabalhar no setor, Natasha é amante da náutica e uma navegadora assídua: já chegou a fazer travessias internacionais, de Fernando de Noronha até o Caribe.
“Acredito que a participação da mulher no mercado de trabalho do segmento náutico é essencial. A cada ano, inclusive, a representatividade feminina aumenta, tanto na área comercial, como no design, na decoração, na técnica e na engenharia”, explica a gerente.
O setor náutico tem atraído também mulheres que buscam uma forma de lazer mais próximo a natureza ou como modalidade esportiva. “Dentre todas as possibilidades de lazer no esporte, a navegação à vela tem se popularizado cada dia mais no universo feminino. O Brasil, inclusive, tem grande representatividade, como no caso da Martine Grael, a primeira mulher a conquistar ouro olímpico na vela pelo esporte feminino brasileiro. As velejadoras vão desde as que navegam solo às que moram com suas famílias a bordo”, comenta Natasha.
Além de tudo, a expansão da participação feminina no setor náutico também tem sido relevante para o mercado consumidor. A gerente comercial explica que muitas mulheres, quando não adquirem embarcações sozinhas, participam ativamente do processo de decisão de compra, desde o modelo do barco às suas configurações.
Foi o que aconteceu com o casal Gabi e Jessé, que também moram na Marina Itajaí, e acabaram de comprar um veleiro maior. A paixão pelo mar sempre foi muito forte na vida de Gabriela da Silveira Marega, de 24 anos. Filha de surfistas, Gabi nasceu em Florianópolis, mas foi criada em Garopaba.
Há cerca de dois anos, ela decidiu abandonar a tradição e passou a viver em um veleiro. O plano de comprar um barco, ao invés de um apartamento, foi compartilhado com o marido, que logo abraçou a ideia.
Gabriela da Silveira Marega, 24
O primeiro barco do casal, junto de Kiwi, o labrador, foi o Chicama, um veleiro de 26 pés. A fase de adaptação foi a mais difícil, já que Gabi saiu de uma casa de 400 metros quadrados para um barco de pouco mais de 10 metros quadrados.
Para ela, os problemas maiores foram só no início. “A dificuldade foi deixar os luxos de lado, porque para morar num veleiro não pode ter muito luxo. As roupas tem que ser mais leves possíveis”, explica. “A vida simplifica, e os benefícios são muito maiores que as dificuldades. Poder acordar no mar, perto da natureza e ter essa vida minimalista deixa a gente mais leve, é um sonho! Quem nunca sonhou em viver desse jeito?”
E Gabi não é a única. A pedagoga Liana Bollbuck, de 30 anos, também tem um caso de amor com o mar desde criança. Ela mora em Curitiba e tem um veleiro monocasco, chamado Relax, que fica atracado na Marina Itajaí. Não à toa, ela recebeu uma certificação em yachtmaster, que é um certificado de competência internacional para operar embarcações de até 24 metros ou 200 GT em qualquer parte do mundo.
Liana Bollbuck, 30
Para as mamães, Marina Louise Bittencourt, de 23 anos, só tem boas experiências a compartilhar. A mãe do Kadu, que acabou de completar um ano, acredita que criar uma criança a bordo é muito mais seguro que em uma casa normal. “Os barcos são projetados para a proteção das pessoas durante uma travessia, portanto os móveis são arredondados, as gavetas não abrem com tanta facilidade, não há escadas”, detalha.
Além da segurança, Marina destaca ainda o contato que o filho tem com a natureza como outra grande vantagem. “Desde o início ele vai conhecer o valor das coisas, vai entender que a água acaba se não economizar, que é o Sol que fornece nossa energia, que temos que preservar o meio ambiente porque dependemos dele. Isso, para mim, não é motivo de arrependimento”, conclui.
Por Elaine Mafra
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