Guarda Costeira dos EUA lançou pesquisa que reúne as principais referências de políticas de navegação

Por: Redação -
13/01/2021

A Guarda Costeira dos Estados Unidos, em parceria com a National Recreational Boating Safety Survey (NRBSS), analisou a demografia da participação náutica, tendências, uso do barco, populações náuticas em risco, segurança náutica e muito mais. Os dados foram coletados em 2018 e incluem todo tipo de atividade na água: em canoas, caiaques, jangadas, barcos a remo, veleiros, caveiras, aerobarcos, barcos motorizados e embarcações pessoais.

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O intuito principal dessa pesquisa é moldar a política de segurança local e nacional, um fato reiterado inclusive pelo gerente do governo da BoatUS, David Kennedy. As descobertas notáveis foram, ainda, categorizadas. Em relação às propriedades, por exemplo, estima-se que aproximadamente 25,2 milhões de barcos pertenciam a 14,5 milhões de famílias, no ano de 2018. Para isso, a propriedade pode ser conjunta ou exclusiva, e os estudos sugerem que a opção compartilhada é uma forma cada vez mais popular de garantir acesso aos barcos. Ou seja, nesse caso, uma única embarcação serve como propriedade para mais de uma pessoa: aquele bem não pertence somente a um dono. Em números, enquanto a grande maioria (94,5% ou 23,83 milhões) dos barcos no país pertenciam exclusivamente a alguém que residia na casa em que a embarcação se encontra, quase 1,4 milhão de barcos eram de alguma forma de propriedade conjunta/compartilhada.

Uma outra vertente estudada pela pesquisa foi em relação ao registro das embarcações. Na época dos estudos, havia quase 11,82 milhões de barcos registrados nos 50 estados dos Estados Unidos. Deles, quase 13,4 milhões eram propriedades que não tinham a obrigatoriedade de registro pelas diretrizes dos locais onde eram mantidos e operados. E, dentre esses barcos, a grande maioria continua sendo os barcos a motor e abertos. Enquanto aproximadamente 4,24 milhões de famílias possuíam um ou mais caiaques, cerca de 2,14 milhões de famílias eram proprietárias de canoas.

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A pesquisa chegou a um problema: a quantidade de barcos que permanecem sem registro tem criado uma série de complicações, tanto para a segurança náutica, quanto para agências de aplicação da lei e agências que fornecem e gerenciam o acesso de barcos. Esses proprietários não pagam taxas de registros, e, no caso das embarcações de propulsão humana, os proprietários não contribuem nem com os combustíveis que destinam parte de sua renda para o desenvolvimento e manutenção do acesso e infraestrutura dos barcos como educação de segurança náutica e fiscalização. Assim, os dirigentes desse estudo explicam que vários estados consideram expandir os requisitos de registro para incluir vários tipos e tamanhos de embarcações nessa premissa, principalmente aqueles que forem movidos a energia humana.

Se engana quem pensa que a pesquisa parou por aí. O uso do barco também foi estudado, revelando que as embarcações operadas em 2018 foram retiradas da água por um total de 471,8 milhões de dias. O número médio de dias em que um navio é usado é 19 — 29 dias para barcos motorizados e 12 dias para barcos de propulsão humana, considerando todos os barcos próprios. A média de tripulantes nesses barcos em 2018, na água, é de 2 a 3 pessoas. Quanto ao uso do operador, um total de 10,2 bilhões de horas por pessoa foram empregadas em navegações, sendo 84,1% desse número apenas em barcos motorizados — 8,6 bilhões do total. Nos barcos de propulsão humana, esse valor vai para 1,3 bilhão. Quanto à localização, 31% dessas horas de barco por pessoa se concentraram em 5 estados: Flórida, Michigan, Texas, Carolina do Sul e Nova York. Mais especificamente, são 1,089 bilhão de horas (10,7%) na Flórida, 603,7 milhões em Michigan e 522,3 milhões no Texas.

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Um ponto importante abordado pela Guarda Costeira dos EUA é a segurança. A apuração chegou à conclusão de que cerca de um terço (33,7% ou 220.000) de todos os barcos e 32,8% dos barcos motorizados que operaram ao longo de 3 milhas náuticas da costa estavam equipados com EPIRBs. EPIRB, ou Emergency Position Indicating Radio Beacon, é um equipamento utilizado em caso de acidente, e que transmite sinais de emergência para estações na costa e/ou para satélites relay geoestacionários. Ele informa a posição do acidentado e a ocorrência do fato. Quanto ao interruptor de corte de emergência no motor, foi identificado que 83,2% dos barcos motorizados, operados pelo menos uma vez, o possuíam. Foi possível encontrar rádios VHF-DSC em apenas 13,9% desses barcos. E, por último, mas não menos importante, cerca de dois terços (65,6%) das pessoas que operavam um barco em 2018 não havia feito curso de segurança náutica.

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Focando nos possíveis reboques, cerca de 6 milhões de barcos operados em 2018 foram rebocados ou transportados pelo menos uma vez, com a finalidade de serem lançados na água. Isso representa quase dois terços (65,3%) das embarcações operadas em 2018. Esses transportes aconteceram 167,3 milhões de vezes naquele ano.

Uma das indagações mais relevantes desse estudo foi a situação socioeconômica do velejador. Cerca de 84,54 milhões de velejadores recreativos, de diferentes idades, raças e etnias nos Estados Unidos participavam da navegação, o que representa 26,5% da população estadunidense. As famílias que possuem barcos são majoritariamente brancas, e, reunindo todas as famílias negras ou afro-americanas, esse valor não chega a 1%. Em resumo, a pesquisa aponta que esse pode ser um fator significativo na segregação da atividade náutica, dado que um dos grandes motivos para a falta de integração no setor foi o fato de não conhecerem alguém que sequer possui um barco, de acordo com a NRBBS. Famílias metiças e demais etnias constituíam 16,3% de todas as famílias com barcos.

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O que foi apontado como um apuramento surpreendente é o fato de a maior porcentagem de praticantes da atividade náutica não ser representada por pessoas de renda familiar alta. Quase um quarto (23,1%) das famílias com barcos em 2018 tinham renda inferior a 50 mil dólares, e 41,8% ganhavam menos de 75 mil dólares. De acordo com a Forbes em um estudo feito também no ano de 2018, a população julga como rica a família de renda familiar superior a 100 mil dólares. Para o NRBBS, as famílias com renda familiar entre 75 mil e 150 mil dólares representam 37,5% das famílias com barco.

Por fim, o risco de fatalidades em barcos é de 6 por 100 milhões de pessoas por hora, para todos os tipos de embarcações. Quando considera-se somente os barcos motorizados, esse valor vai para 5 por 100 milhões de pessoas por hora. Essa taxa, considerada baixa, é atribuída às inúmeras práticas de comportamentos de navegação mais seguros, devido à educação, regulamentos e inspeções. Além disso, ainda existem as tecnologias de navegação e os próprios barcos, ambos estruturados de forma mais segura. Por outro lado, o risco de fatalidades em todo o país era duas vezes maior em barcos de propulsão humana (13 por 100 milhões de pessoas por hora).

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A pesquisa foi financiada por doações do Sport Fish Restoration e pelo Boating Trust Fund. Foi realizada pelo instituto de pesquisa sem fins lucrativos RTI International e pelo Departamento de Sustentabilidade da Comunidade da Michigan State University.

Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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    Expedição de canoa havaiana cruza o temido Cabo de São Thomé e chega em Búzios

    Por: Redação -
    12/01/2021

    A 4ª edição da Expedição Anamauê ultrapassou seu ponto talvez mais crítico neste último final de semana. A tripulação conseguiu cruzar o temido Cabo de São Thomé, na região de Campos, no Norte do Rio de Janeiro e, após passar por Macaé, aportou em Búzios, na praia de Manguinhos.

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    Os velejadores/remadores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo tiveram que ficar três dias parados na praia de Grussaí, em Barra de São João, no Rio, por conta de condições adversas de vento e do mar, e no sábado navegaram 140 km e 15 horas cruzando o Cabo de são Thomé e chegando em Macaé, no mais longo trecho até o momento.

    Neste domingo, eles tiveram outro enorme desafio indo até Búzios. Apesar do trecho menor, a canoa havaiana apelidada de Jubarte sofreu avarias e a tripulação vai levar dois dias para reparar e ainda aguarda janela melhor do tempo para seguir viagem, prevista para quinta-feira (14).

    Os remadores/velejadores já percorreram 900 km desde a saída de Arraial D´Ajuda, no dia 24 de dezembro, em um trajeto inédito e maior do país para uma canoa V6 de seis lugares com vela adaptada.

    O próximo destino é Arraial do Cabo, ainda na Região dos Lagos, que deve ser o penúltimo antes da chegada na praia de Jurujuba, em Niterói (RJ).

    “O sábado foi um dia longo, entramos no mar às 5 da manhã, quase não conseguimos entrar, tomamos ondas na cabeça, saímos, entramos de novo, chegamos em Macaé. Cruzamos o Cabo de São Thomé. Quase 140km, 15 horas de mar. Foi muito duro. Virou endurance mesmo. No domingo, mais um dia duro, mar mais casca grossa que enfrentamos até aqui. pegamos ventos muito difíceis de até 30 nós de través, testou limite psicológico e físico da galera depois de um sábado já bem complicado. O domingo foi bem desgastante, mas vencedor para o time. Depois de quatro horas lidando com ondas de mais de dois metros, 30 nós de vento, chegamos em Búzios com vinte minutos de lazer total, fazendo surfe da vida nas ondas. Foi uma batalha de uma vida com um oceano muito complicado.  Previsão de ventos muitos fortes essa semana. Só faltam mais dois dias. Ficaremos nesta terça e quarta buscando sair na quinta-feira bem cedo para chegar em Niterói no final de semana. Tentamos chegar antes, mas a janela de vento está complicada. Passamos dos 900 km, faltam cerca de 160 km, iremos passar dos 1000 km, agora é mais dois dias de viagem e vamos chegar. É a reta final”, disse o niteroiense Douglas Moura.

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    A tripulação sofreu a baixa dos dois tripulantes de Regência (ES), Ranin Thomé e Dayana Gualberto tiveram que desistir e retornaram por terra para resolver problemas pessoais na cidade deles. A equipe foi prontamente substituída pelo bombeiro guarda-vidas niteroiense Guido Serafini e pelo carioca Francisco Viniegra, que rema há 15 anos e é atleta de canoa havaiana. A tripulação agora conta com três remadores de Niterói, dois cariocas e a capixaba Bárbara Guimarães.

    Eles saíram no último dia 24, véspera de Natal, da sede da Canoa Polinésia Pataxó, em Arraial D´Ajuda, no sul da Bahia, com destino a Niterói (RJ), na praia de Jurujuba, na base do Centro de Estudos do Mar – CEM onde devem chegar no começo da próxima semana. O total percorrido será de 650 milhas náuticas, mais de 1 000 km.

    Dos 18 dias de expedição até aqui, eles navegaram e remaram em doze deles. O primeiro destino foi a praia de Corumbau, no município de Prado (BA), depois desembarcaram na praia do Prado (BA). Condições ruins impediram que a tripulação saísse no dia 26. No dia 27, foram para Nova Viçosa navegando e remando por 80km. Na segunda-feira, tiveram que abortar a chegada na divisa com o Espírito Santo por uma tempestade e desembarcaram na praia de Mucuri, a Costa Dourada.

    O último trajeto antes da virada do ano foi até Regência, o maior deles com 100km onde aportaram na base da Canoa Polinésia Pataxó, comandada por Ranin Thomé, um dos líderes da 4ª Expedição Anamauê. No dia 2, rumaram para a capital do Espírito Santo, Vitória. No dia 3, partiram em trajeto mais curto para Anchieta (ES) e, no dia 4, foram para o extremo sul do estado, em Marataízes (ES), até cruzarem a divisa com o RJ, na terça-feira passada, onde foram obrigados a ficarem três dias esperando as condições do mar melhorarem.

    O trajeto é inédito percorrendo o litoral sul da Bahia, todo o litoral do Espírito Santo, Norte, Região dos Lagos no Rio de Janeiro. Os tripulantes estão dias inteiros no mar sem o auxílio de equipamentos eletrônicos, apenas bússola e carta náutica.

    Ela está sendo feita por intermédio de uma canoa havaiana V6 adaptada com duas velas que ficou pronta em parceria com a CORE VA´A. A expedição pode ser acompanhada pelo aplicativo SPOT pelo link e também pelo instagram da equipe @anamauevaa.

    Os atletas estão levando seus mantimentos e equipamentos de dormir para quando não tiverem abrigo poderem dormir nas praias mais remotas pelo litoral.

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      Estaleiro alemão apresenta dois novos catamarãs elétricos. Conheça

      Por: Redação -

      A Alva Yachts, estaleiro alemão que desenvolve barcos exploradores e ecológicos, revelou no final de 2020 dois novos catamarãs elétricos. O Ocean Eco 60 Explorer e o Ocean Eco 90 Explorer serão adicionados a gama de barcos exploradores da marca. Apesar de diferentes, o conceito desses dois lançamentos é o mesmo.

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      Ocean Eco 60 Explorer

      Ocean Eco 60 Explorer – foto © Alva Yachts

      O Ocean Eco 60 Explorer é um cruzador elétrico de longo alcance com assistência solar e inovador que se adapta perfeitamente aos clientes que gostam de fazer um cruzeiro e explorar enquanto navegam. Nele, existem duas cabines de pilotagem ao longo do convés principal, uma na popa e outra no convés de proa. 

      Além disso, o interior desta embarcação é bem espaçoso e tem seus ambientes interligados. De lá, é possível acessar tanto a parte inferior do navio quanto a superior. Na inferior estão os camarotes e o cliente pode escolher dois layouts diferentes: um com três camarotes, com a do proprietário ocupando todo o casco de estibordo e outro para uso fretado, com quatro camarotes.

      Ocean Eco 60 Explorer – foto © Alva Yachts

      Na parte superior, um belo e amplo flybridge pede passagem. Seu acesso pode ser feito pela parte inferior já citada ou por uma segunda, exterior, que liga o cockpit ao balcão superior e aos conveses laterais.

      Com comprimento de 18 metros, o Ocean Eco 60 Explorer possui dois motores elétricos e uma grande bateria. As baterias são alimentadas pelos painéis solares e por um gerador auxiliar, que pode ser substituído por uma célula de combustível de hidrogênio para, assim, se livrar de emissões.

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      Ocean Eco 90 Explorer

      Ocean Eco 90 Explorer – foto © Alva Yachts

      As linhas elegantes e contemporâneas, como no Ocean Eco 60 EX, são projetadas especificamente para propulsão elétrica, de forma que o espaço para painéis solares seja maximizado. Em relação a isso, uma vantagem é que espaço não falta: são 27 metros de comprimento.

      Neste caso, o convés inferior abriga quatro camarotes para os convidados e três para a tripulação. Há, ainda, uma espaçosa cabine integrada dos proprietários no flybridge com espaços de entretenimento internos e externos. Além disso, o nível principal possui um bar (diferencial desse modelo), fora uma grande sala de jantar e de estar.

      Ocean Eco 90 Explorer – foto © Alva Yachts

      Existem muitas vantagens competitivas do Ocean Eco 60 e 90 Explorer, quando comparado com outros modelos. Os mais evidentes são o enorme espaço habitável, a versatilidade dos interiores, a segurança da navegação e a navegação livre de emissões.

      Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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        Estúdio italiano apresenta novo conceito de catamarã anfíbio movido a energia solar

        Por: Redação -

        A italiana Lazzarini Design Studio anunciou o lançamento de um novo conceito, o Pagurus. Alimentado por energia solar e chegando a 25 metros, o “catamarã anfíbio” extrai sua energia do sol e da água.

        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

        Concebido inicialmente como um veículo militar, o nome Pagurus deriva da palavra latina para caranguejo, daí a forma semelhante a um caranguejo do catamarã.

        Para enrijecer e reforçar o corpo principal, uma estrutura de aço conecta um bordo ao outro. Os cascos de aço duplo podem ser configurados com até três camarotes de cada lado. Pagurus pode acomodar até oito passageiros mais quatro membros da tripulação. O iate subdivide os espaços de convivência em dois cascos laterais, conectados entre si pelo convés principal. Na parte submersa do iate, os cascos são projetados com um recesso que hospeda de cada lado dois cilindros de aço de 6,5 metros, cada um com um flange espiral helicoidal.

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        A parte central do iate possui uma plataforma de guindaste, que é conectada por meio de quatro guinchos elétricos que podem carregar e descarregar diversos objetos, incluindo um veículo off-road.

        Com a fricção da água gerada pelos cilindros, a energia é disponibilizada para recarregar as baterias do iate durante a navegação. Os cilindros são movidos a partir de um motor independente, cada um conectado a uma transmissão transfluida são capazes de gerar movimento na água e, simultaneamente, energia.

        A motorização do novo conceito de iate é dupla com propulsão de popa acoplada a dois motores a diesel de 890 hp. Quando o Pagurus atinge a terra, pode aumentar seu calado baixando os cilindros giratórios para transformar o catamarã em um veículo anfíbio, capaz de se mover em terrenos de areia ou lama.

        O Pagurus pode ser construído sob demanda a partir de um preço inicial de € 6 580 000 para uma versão de carbono com propulsão a jato duplo, ou por um preço de até € 24 000 000 para a versão anfíbia ‘Crabmaran’ com aço reforçado.

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          Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino treinam e competem nos Estados Unidos

          Por: Redação -

          Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino desembarcam nesta terça-feira na Flórida onde treinam e competem na Miami OCR, disputa que será para a dupla olímpica brasileira da classe Nacra 17 a retomada do calendário internacional.

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          O evento ocorre no US Sailing Center, em Miami, reunindo seis classes olímpicas e em conjunto com os treinos, vai servir como série preparatória para as equipes norte-americanas que disputarão os Jogos de Tóquio. Devido ao seu retrospecto positivo, a dupla brasileira foi convidada a participar da série.

          “Estávamos há um ano sem treinar ou competir com duplas internacionais. Então surgiu o convite da equipe de Nacra 17 norte-americana, Riley Gibs e Anna Weiss, que são os medalhistas de ouro do Pan de 2019. Eles sugeriram a parceria que inclui os treinos e na sequência participação na Miami Regatta” conta Gabi.

          Os treinos ocorrem de 12 a 20 de janeiro e a Miami OCR será realizada de 21 a 24 de janeiro. Foi nessa mesma raia, na edição 2019 do evento, que a equipe brasileira conquistou uma medalha de prata, época em que a disputa era válida como etapa da Copa do Mundo de Vela.

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          “Mesmo enfrentando as dificuldades com o pouco tempo restante para a competição, o que tornou a organização um pouco mais complicada, optamos por fazer o esforço e aceitar o convite. Inclusive tomamos a decisão de ir aos EUA com recursos próprios para viabilizar esse treinamento, dada a importância que essa iniciativa terá no nosso preparo para a Olimpíada” afirma Samuca.

          Samuel Albrecht, timoneiro (atleta do Veleiros do Sul/RS) e Gabriela Nicolino (atleta do Iate Clube do Rio de Janeiro), proeira, são velejadores da classe Nacra 17, única classe mista da Vela olímpica. Será a primeira participação nos Jogos para a Gabi e é a terceira Olimpíada para o Samuca.

          A dupla, além de ser atual campeã brasileira e sul-americana, é medalhista de bronze da classe Nacra 17 dos Jogos Pan-americanos de Lima no Peru em 2019 e conta com o trabalho do treinador Paulo Roberto Ribeiro, técnico medalha de bronze na olimpíada de Pequim em 2008. 

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            11/01/2021

            27 mil milhas náuticas, sozinho, sem interrupções e com a necessidade de cumprir essa missão em menos de 122 dias para fomentar o novo recorde mundial de navegação solo à Oeste. Parece complicado, não? Esse é o roteiro que Chris Stanmore-Major precisa cumprir para concluir seu objetivo.

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            Nascido na cidade de Lancaster, no norte da Inglaterra, Chris vive na província da Nova Escócia, no Canadá, há sete anos. Lá, o inglês se apaixonou pelo país e, sobretudo, pela cultura náutica do lugar. Fora o desejo e a gana de Chris de ser o mais rápido a concluir a volta ao mundo à Oeste, tal travessia tem um significado simbólico para região.

            Náutica e a Nova Escócia

            Em março de 1921, o Bluenose, lendário navio de corrida e pesca, foi lançado e tornou-se um ícone provinciano para a Nova Escócia e um importante símbolo canadense na década de 1930. À título de curiosidade, essa embarcação é tão famosa que é retratada na moeda canadense de 10 centavos.

            Bluenose, lendário navio canadense

            Portanto, a travessia de Chris é, também, uma maneira de homenagear o centenário do navio e a província que, segundo ele, o acolheu tão bem. Além disso, um dos maiores marinheiros de todos os tempos, Joshua Slocum, também é nascido na província, algo que reafirma o quão náutica é a região.

            “A viagem impossível”

            Imagem: reprodução/ Spartanoceanracing

            Esse é o apelido da rota que Chris fará. Virando a popa de seu veleiro de 60 pés para a Nova Escócia, ele atravessará o Atlântico para iniciar a jornada do Canal da Macha. De lá, o Inglês segue rumo Oeste e “desce” até o Cabo Horn, no Chile.

            Quando cruzar o oceano Pacífico, Chris segue até o Cabo Leeuwin, na Austrália. Quando chegar ao oceano Índico, resta “apenas” contornar o Cabo da Boa esperança e regressar ao canal da mancha.

            É sabido que navegar para o Leste envolve navegar com os ventos e correntes predominantes do planeta. No entanto, a rota de Chris é para Oeste, dificultando e aumentado o tempo total da viagem. Nessa rota, apenas 5 marinheiros completaram com sucesso este desafio.

            Entendendo o “Orgulho da Nova Escócia”

            A bordo do “Pride of New Scotia”, veleiro projetado especificamente para ser navegado por apenas uma pessoa e otimizado para navegar contra o vento, Chris pretende concluir o percurso em menos de 122 dias. O recorde atual, estabelecido em 2004 pelo francês Jean Luc Van Den Heede, é de 122 dias e 14 horas, com uma distância total de 26 900 milhas náuticas.

            Imagem: reprodução/ Spartanoceanracing

            Inspirado pelo Bluenose, mas um tanto mais moderno, o veleiro que Chris usará é capaz de atingir 38 nós (70 km/h). O mastro do Pride of Nova Scotia é da mesma altura acima da água que o mastro de proa do Bluenose: 100 pés (30 metros). Além disso, o histórico barco canadense era construído de pinho e carvalho. Agora, cem anos depois, a construção é toda em fibra de carbono.

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            Imagem: reprodução/ Spartanoceanracing

            A ideia inicial era partir em novembro de 2020, mas a arrecadação de fundos para tornar a viagem viável demorou para acontecer. Se zarpasse agora, Chris não chegaria no Cabo Horn a tempo de pegar um bom clima para travessia. Portanto, a viagem teve que ser adiada em um ano.

            Para Chris, é de extrema importância o clima ser respeitado. Segundo ele, houve uma frustração pelo adiamento, mas o sonho de ser o mais rápido do mundo nessa travessia e a oportunidade de representar a Nova Escócia são maiores que qualquer turbulência. Daqui dez meses, a tendência é que Chris já esteja em alto mar.

            Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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              Os limites da tecnologia se expandiram muito na última década, e na vanguarda dessa expansão estão os recursos da impressora 3D. Essa tecnologia tem sido usada nas indústrias médica, aeroespacial e automotiva. E agora, está entrando em grande estilo na cena náutica. Um grupo da Suécia imprimiu em 3D um barco completo e dão algumas dicas sobre sua primeira viagem.

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              O barco de uma peça foi lançado em Gotemburgo, Suécia, para determinar a viabilidade de um barco a motor impresso em 3D. A equipe, composta por membros das organizações RISE e Cipax, projetou e imprimiu este barco único. O objetivo deste projeto era fazer barcos customizáveis ​​com baixo custo e prazos curtos.

              O modelo, apelidado de Pioner, foi lançada em 16 de dezembro de 2020 no arquipélago da costa oeste da Suécia. Demorou apenas três dias para o barco ser construído, e isso estava acontecendo em um ritmo cauteloso.

              Em primeiro lugar, existe a população civil que anseia por pôr as mãos nestas embarcações fáceis de fazer. Mas com baixa sobrecarga e tempos de produção rápidos, também há uma série de outros grupos que estão interessados ​​nos barcos, como a polícia, o corpo de bombeiros e as forças armadas. Esses grupos procurariam adicionar opções personalizáveis ​​ao Pioner, como suportes de extintores de incêndio e instalações de equipamentos de mergulho.

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              Uma das chaves deste projeto, e para avançar uma das chaves para os grupos municipais e militares interessados ​​nos barcos, é a possibilidade de customizar embarcações. Outro interesse é que os custos de reprodução não vão disparar por esses barcos serem feitos sem moldes.

              O grupo ainda tem um longo caminho a percorrer com seu barco impresso em 3D, mas eles estão fazendo um progresso significativo. Alguns dos obstáculos que eles ainda precisam enfrentar envolvem a capacidade do barco de permanecer flutuando enquanto está cheio de água, o que o Pioner mal consegue fazer.

              Além disso, devido à natureza do plástico usado no processo de impressão 3D, o barco em si é mais denso que a água. Isso significa que antes de entrar no mercado, alguns elementos de flotação devem ser adicionados a ele. Mas esses desafios não irão parar a equipe da RISE, que caminha para estar na vanguarda da indústria de manufatura de aditivos.

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                Conheça alguns dos melhores lugares para mergulhar com os “gigantes” do mar

                Por: Redação -

                É claro que existem mergulhadores que amam ver peixes, aqueles que querem explorar os naufrágios ou entrar em cavernas, mas todos, adoram ver os grandiosos do mar. Por isso, NÁUTICA traz uma lista dos melhores lugares no mundo para se mergulhar com os gigantes do mar. Confira:

                ESTREITO DE BEQA, CORREDOR DE TUBARÕES, ILHAS FIJI

                Aqui foi criado um incrível parque marinho para a proteção dos tubarões-tigre (presentes durante o verão austral) e principalmente dos tubarões-Leuca (presentes no inverno). O mergulho livre, protegido pelos Rangers Marinhos do parque, com tubarões passando por você pacificamente a alguns centímetros de distância, promete ser uma experiência inesquecível.

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                BAHAMAS

                Essas belas ilhas oferecem diferentes possibilidades de escolha para encontrar tubarões, como a famosa Tiger Beach, no extremo oeste de Grand Bahama. Lá, em águas mornas e cristalinas, você pode fazer mergulhos livres de adrenalina com tubarões-tigre, mas também pode ver tubarões de barreira e limão. Dois famosos instrutores italianos moram por lá e ensinam a mergulhar com esses animais em total segurança.

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                GUADALUPE

                É uma ilha vulcânica a 240 km da costa da Baja California (México), uma esplêndida reserva marinha e terrestre onde se pode mergulhar com o grande tubarão branco, numa gaiola ou fora. Cerca de 250 deles vivem nessas águas, por isso não é difícil encontrá-los. Obviamente, conta com bons centros de mergulho.

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                SARDINE RUN, ÁFRICA AUSTRAL

                É um fenômeno surpreendente. Esse é o local da migração de bilhões de sardinhas que ocorre de maio a julho e é seguida por tubarões, golfinhos e outros grandes mamíferos carnívoros caçando presas fáceis. Para se ter uma ideia da dimensão do fenômeno, acredita-se que os golfinhos presentes sejam mais de 18 mil.

                Bookings Open for the 2018 Sardine Run - Dive the Big 5

                 

                NORUEGA

                Único local europeu desta lista, oferece uma possibilidade única. Do final de outubro a meados de dezembro, depois da Segunda Guerra, milhões de arenques chegam à parte central do país nórdico, formando um gigantesco rio de peixes caçados por golfinhos e tubarões, mas também por orcas e cachalotes. É preciso pegar dois aviões e um carro alugado. Além disso, você deve torcer para que o mar não esteja tempestuoso, dada a temporada de outono.

                 

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                AÇORES

                As selvagens ilhas portuguesas, pouco mais do que rochas vulcânicas no meio do Oceano Atlântico, são visitadas por um grande número de tubarões, especialmente tubarões azuis. Estes são atraídos com um pouco de comida pelos proprietários dos centros de mergulho, para que consiga mergulhar entre eles. Além disso, os encontros com cachalotes e baleias são frequentes .

                Saildive - Mergulho Liveaboard - Açores

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                GALÁPAGOS

                Este é o principal território dos tubarões-martelo, que vêm aqui aos milhares em junho. Normalmente mergulham no fundo arenoso que circunda as ilhas de Darwin e Wolf para observar a passagem de centenas desses estranhos predadores de lula, quase inofensivos para os humanos.

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                CANCÚN, MÉXICO

                Na área de Isla Mujeres é fácil encontrar tubarões-baleia inofensivos, que vivem aqui permanentemente junto com raias manta gigantes. Na área próxima de Tulum, no entanto, você pode ver os tubarões Leuca menos tranquilizadores. Pois bem, as praias, as pessoas, a comida e as ruínas arqueológicas serão outros grandes motivos para vir aqui passar as férias.

                Nadar com tubarões-baleia de Cancun 2021 - Cancún

                Cancun and Mexican Caribbean Beach Destinations Reopen for Tourism | TravelPulse

                AS MALDIVAS

                Nas passagens, na entrada dos atóis, sempre há muita vida e, portanto, muitos peixes. Se forem pequenos, com certas correntes, o mar se enche de raias famintas de plâncton, se forem mais encorpados e suculentos o mar fica cheio de tubarões, que o cercam por todos os lados. Depende das estações e das correntes das marés.

                Moofushi diving Maldives | Constance Moofushi, Maldives

                As Maldivas estão agora abertas a todos os turistas globais. Aqui está como eles fazem isso

                NUNAVUT, CANADÁ

                Para quem já viu de tudo na vida, nesta região da América do Norte é possível ter encontros únicos, que parecem ser fruto da nossa imaginação. Na verdade, na parte ártica do Canadá, os mergulhos são organizados para ver narvais, os unicórnios do mar, animais famosos por seus dentes que evoluíram como um longo chifre ou uma espada que se estende além da cabeça. A melhor época para viajar é de maio a junho, quando a terra e as águas aquecem e atingem temperaturas suportáveis.

                See the source image

                Welcome to FIFA.com News - Football helping fight suicide in the Canadian Arctic - FIFA.com

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                  Volvo Penta lança o primeiro sistema de atracação assistida totalmente integrado da indústria

                  Por: Redação -

                  A Volvo Penta anunciou a disponibilidade comercial do primeiro sistema de ancoragem assistida totalmente integrado da indústria no cenário da Consumer Electronics Show (CES). O sistema de ancoragem assistida dá ao capitão melhor controle ao atracar um barco, automatizando suas intenções, compensando algumas variáveis ​​dinâmicas, como vento e corrente, e ajudando a embarcação a permanecer no curso pretendido. A tecnologia estará em exibição no estande virtual da Volvo Penta na CES, de 11 a 14 de janeiro de 2021.

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                  A atracação pode ser um dos aspectos mais estressantes e desafiadores da navegação – mesmo para capitães experientes. As consequências de errar quando você está atracando um barco são caras, na melhor das hipóteses – e quando o tempo está bom. Adicione marinas lotadas, ventos e correntes fortes e o resultado pode ser problemático e até bastante perigoso. Ao contrário de um carro, um barco nunca fica parado sem que sejam necessárias algumas manobras. E mover-se em linha reta, em uma vaga estreita em tempo ruim é muito mais difícil do que dirigir o volante de um carro. Mas a Volvo Penta agora levou sua tecnologia e soluções fáceis de navegação para o próximo nível em seus esforços contínuos para tornar a atracação menos estressante.

                  O sistema Assisted Docking integra uma camada de software desenvolvida internamente com o Sistema de Posicionamento Dinâmico baseado em GPS da empresa e Sistemas de Desempenho Inboard (IPS) proprietários para um pacote completo incluindo HMI (interface homem-máquina) no leme, eletrônicos através do motor, propulsão sistemas e sensores e poder de processamento de navegação avançado para uma experiência de navegação muito mais fácil, mesmo em condições difíceis.

                  “Quando lançamos nossa tecnologia de joystick em 2006, a funcionalidade de manobra e controle que ela trouxe para a navegação de lazer sacudiu a indústria naval – entregar inovação revolucionária está em nosso DNA”, explica Anders Thorin, Gerente de Produtos Eletrônicos da Volvo Penta. “Do nosso sistema de Controle Eletrônico de Embarcação (EVC), que conecta e gerencia as comunicações internas entre o motor e a linha de transmissão, joystick e tela de exibição para que o motorista possa controlar tudo, desde o joystick – ao nosso Sistema de Posicionamento Dinâmico (DPS), que mantém automaticamente o rumo e a posição de um barco, mesmo em condições difíceis – até hoje, com o lançamento do sistema de ancoragem assistida, damos o próximo passo na navegação fácil e continuamos nossa ambição de longa data de tornar a ancoragem de um barco mais fácil para uma experiência de navegação mais agradável”.

                  Como atracar um barco com o sistema de docagem assistida da Volvo Penta

                  O sistema consiste no joystick que controla a direção e na antena do Sistema de Posicionamento Dinâmico baseado em GPS para saber a posição e o rumo exatos. O capitão manobra a embarcação com o joystick – informando assim o sistema em que direção ele deve seguir e em que velocidade. Se você mover o joystick para frente, o sistema traça um caminho direto do barco e o barco começa a seguir uma linha reta com a velocidade indicada. O sistema de ancoragem do barco também leva em consideração certas forças externas (ou seja, vento, correnteza) e o sistema EVC – atualizado com software desenvolvido internamente – compensa para garantir que o barco siga as intenções do capitão. Ele faz isso calculando os ângulos de propulsão e o empuxo e, em seguida, atua na deriva e move o barco de volta ao curso pretendido.

                  As principais características do sistema de ancoragem de barcos são: movimentação em linha reta sem compensação manual, parada, funcionalidade de manobra lenta, rotação em torno de um ponto fixo, micro reposicionamento e alinhamento e impulso lateral para ancoragem lateral.

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                  É um feito técnico dar ao motorista uma experiência de navegação mais fácil com direção e controle mais precisos. O capitão ainda é necessário no leme, mas o sistema de docagem assistida da Volvo Penta está constantemente compensando a entrada do motor e a saída do motor e da direção para ajudar a garantir que o barco se mova conforme ele ou ela pretende. Tudo foi projetado para funcionar em conjunto. É a interação homem-máquina no seu melhor.

                  “O acoplamento assistido é um híbrido entre o acoplamento automatizado e o acoplamento manual”, afirma Ida Sparrefors, diretora de soluções autônomas e novos modelos de negócios da Volvo Penta. “Embora, de certa forma, fosse mais fácil implementar a automação total, a beleza desse sistema é que ele dá ao capitão um controle aprimorado. Com nossa equipe de especialistas – de desenvolvedores de software a drivers de teste – fizemos com que ele se comportasse intuitivamente em todas as situações, para que todos se sentissem como um capitão experiente”.

                  Upgrades facilitados

                  A filosofia ‘Easy Boating’ da Volvo Penta é tornar a navegação mais simples, agradável e acessível a mais pessoas. O sistema de ancoragem assistida estará disponível na primavera de 2021 para instalação em novos modelos de barco, como uma opção atualizável para iates a motor equipados com Volvo Penta IPS de 35 pés a 120 pés de comprimento e como um retrofit – que exigirá uma atualização de software e uma nova antena – para barcos existentes com motor Volvo Penta IPS. O sistema de ancoragem assistida será vendido diretamente aos fabricantes de equipamentos originais.

                  “Nosso objetivo é há muito tempo tornar as coisas mais fáceis para nossos clientes existentes e atrair mais pessoas para aproveitar a experiência de navegação”, diz Thorin. “Os clientes atuais da Volvo Penta poderão desfrutar do sistema de ancoragem assistida com uma atualização relativamente simples, que pode ser realizada por um distribuidor local. Para aqueles que são novos na navegação, será o primeiro passo para o mundo da navegação moderna e, esperamos, a primeira de muitas novas aventuras que virão”.

                  P&D interno

                  Em 2018, a empresa revelou seu protótipo de iate self-docking por meio de um evento de demonstração ao vivo na Volvo Ocean Race em Gotemburgo, Suécia. Desde então, a Volvo Penta tem trabalhado incansavelmente reunindo informações dos principais interessados ​​e clientes, evoluindo e testando o conceito com sua equipe de pesquisa e desenvolvimento para entregar um produto que atenderia melhor às necessidades tanto do navegador experiente quanto daqueles novos no passatempo. Isso levou ao desenvolvimento da doca assistida, a próxima etapa na navegação moderna e fácil.

                  “Estamos realmente em uma posição única na Volvo Penta”, explica Thorin. “A maioria dos especialistas em P&D de tecnologia requer apenas contribuições externas, mas temos uma equipe interna de desenvolvedores de software. Eles conhecem os produtos – na verdade, eles ajudaram a projetar o DPS e muito mais – eles sabem o que os velejadores querem e como integrar o software para fornecer a experiência perfeita”.

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                    O Lady Lee, um dos mais famosos barcos do país, está à venda. Interessa?

                    08/01/2021

                    Para os apaixonados por barcos de madeira, esta notícia deve soar como música (e das boas): o Lady Lee, um dos mais famosos barcos do país, está à venda. E por um preço convidativo para um barco de seu porte (33 metros de comprimento, ou 108 pés) e com a sua história.

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                    Projetado e construído na década de 1980 (foi para a água pela primeira vez em 1989), o veleiro foi por 10 anos a casa do saudoso dentista e velejador William Netto (irmão do artista plástico Wesley Duke Lee), que navegou durante todo esse tempo entre o Brasil e o Caribe, ao lado da mulher e dos filhos.

                    “Construí o Lady Lee para fazer charters, fiquei uns dois anos em passeios na Amazônia e, depois, fui para o Caribe. Os gringos ficavam loucos com ele”, relatou o William Lee à reportagem de NÁUTICA meses antes de morrer, em 2013.

                    Foi um destes estrangeiros que convenceu Lee a vendê-lo, em 2006. Na volta do Caribe, durante uma temporada em Salvador, o arquiteto italiano Umberto Baruzzi ofereceu mais de meio milhão de dólares e ficou com o barco. Que, depois, foi vendido para os atuais proprietários, o alemão Wilfried Josef Cyrillus Huser e a brasileira Nancy Rangel, que agora o colocaram à venda novamente, pelo Atlântico BR.

                    “Estamos colocando um valor bem atrativo para quem conhece e reconhece a embarcação como uma peça de arte. Esperamos encontrar a pessoa certa para ele e não os curiosos palpiteiros que se aproximam com a possibilidade de tirar vantagens”, conta Nancy. Que acrescenta: “Nunca fizemos charter ou qualquer outra forma de locação da embarcação, por não sermos desse segmento, e por essa razão dispensamos riscos desnecessários às nossas vidas”.

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                    Quem frequenta a Marina da Glória, no Rio de Janeiro, já deve ter parado para admirá-lo em algum momento, com seus três mastros e o casco arredondado de madeira ipê, formato típico de uma “lorcha” —como é chamada a curiosa mistura entre uma típica nau portuguesa do século 16 com o velame de pendão das antigas embarcações chi­nesas.

                    O Lady Lee tem três velas confeccionadas em Dacron importado, sendo uma genoa e três chinesas, além de um motor Mercedes MTU de 750 hp. Apesar dos mais de 30 anos de mar, está longe de ser uma relíquia náutica (até porque passou recentemente por mais uma grande reforma).

                    Tudo dentro dele é motivo de admiração, tanto em tecnologia quanto em conforto: a madeira brilhando nas anteparas e nos móveis, o desenho imponente, a decoração impecável e as obras de arte espalhadas pelos cômodos. São sete suítes (mais uma para os marinheiros, com quatro camas e roupeiro) e uma cozinha com nada menos que seis portas de freezer e duas geladeiras, além de algumas mordomias, como banheiras de hidromassagem, ar-condicionado, adega e um bar que salta aos olhos, tanto pela beleza como pela elegância de seu balcão e dos móveis de madeira.

                    “Perto da fama que tem, este veleiro até que está sendo vendido por uma pechincha”, avalia Bill Schepis, broker agente náutico especializado, da Atlântico Brokers.

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                      Submarino Riachuelo realiza teste de imersão em grande profundidade

                      Por: Redação -

                      Em 16 de dezembro, o Submarino “Riachuelo”, primeiro dos quatro submarinos com propulsão diesel-elétrica, cumpriu com êxito o teste de Imersão em Grande Profundidade (IGP), de acordo com a Marinha do Brasil. O resultado alcançado materializa mais um marco para consolidar os avanços consistentes do Programa de Submarinos (PROSUB).

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                      A IGP consiste em atingir por três vezes a cota máxima de operação, garantindo a integridade do casco e demais peças de passagem do casco resistente, como dos lemes horizontais, vertical e eixo propulsor. Para a consecução dessa prova de mar específica, o submarino cumpre uma minuciosa preparação de verificação de todos os seus sistemas, a fim de suportarem a pressão do mar à máxima profundidade de projeto.

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                      A conclusão exitosa dos testes de equipamentos e medições ratifica a segurança da plataforma para a continuidade das provas do programa. No primeiro semestre de 2021, estão previstos os testes finais, envolvendo o emprego do sistema de combate e lançamento de armas. Em consonância com o cronograma do PROSUB, a entrega do “Riachuelo” ao Setor Operativo está programada para ocorrer em setembro de 2021.

                      Ao contribuir para o fortalecimento do Poder Naval brasileiro, o PROSUB estimula o desenvolvimento do parque industrial nacional, favorecendo a geração de empregos e asseverando a elevada capacidade tecnológica absorvida pela Marinha e pela Itaguaí Construções Navais na construção de submarinos de elevada complexidade tecnológica.

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                        Entre ondas de sete metros, líder da Vendée Globe passa o Cabo Horn

                        Por: Redação -

                        O cenário é como o “fim do mundo”: um lugar inóspito e com o horizonte vazio, assim é o Cabo Horn. Situado no Estreito de Drake na Terra do Fogo, em território chileno, o local é o ponto de encontro entre os oceanos Atlântico e Pacífico.

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                        Agora, adicione uma abrupta mudança de profundidade, algo que sempre provoca ondas fortes e que às vezes estão descontroladas por conta das correntes marítimas. Assim foi a travessia de Yannick Bestaven, que ultrapassou o Cabo Horn no último sábado (02/01).

                        O líder da competição foi recebido com ondas de 7 metros de altura, apesar de sua rota mais conservadora, ao sul, para evitar as piores condições dessa tempestade. O francês de 48 anos demorou 55 dias até contornar o Cabo Horn, desde que iniciou a corrida, na França.

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                        Neste momento, resta a Bestaven atravessar o Atlântico de volta a sua terra natal para se consagrar o campeão da 9ª edição da regata mais dura da vela mundial. Sua vantagem sobre o segundo colocado, Charlie Dalin (Apivia), é de 160 milhas náuticas. Nesses moldes é difícil de imaginar um cenário que não seja a vitória de Yannick Bestaven.

                        Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                          Tradicional estaleiro alemão apresenta lancha de 33 pés com motor de popa para passeios diurnos

                          Por: Redação -

                          O estaleiro alemão Bavaria Yachts completou a lacuna que faltava em sua linha da embarcações com uma nova lancha para passeio diurno com motor de popa, a Bavaria Vida 33, nomeada anteriormente Greeline NEO. A antiga proprietária dos direitos de construção chegou à conclusão de que o modelo não estava totalmente alinhado com sua mensagem ecológica e vendeu o projeto para a Bavaria no início de 2020.

                          vida 33

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                          Bavaria Vida 33 está disponível com proa aberta e com motores de popa Mercury de 150 hp de potência. Também conta com uma versão elétrica para quem procura uma alternativa sustentável. Nesse caso, a motorização será atualizada para uma parelha V8 300s. A versão Coupé, totalmente fechada, deixou de ser uma possibilidade nessa nova fase, e agora é possível escolher entre os modelos Open e HT.

                          vida 33

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                          vida 33

                          Um dos diferencias do Bavaria Vida 33 também é a adequação aos dias de sol na água. Seus assentos são flexíveis e se transformam em uma proteção solar em frente a um bar, o qual possui churrasqueira, pia, geladeira e balcão para preparar comidas.

                          vida 33

                          A proa, por sua vez, tem dois layouts: um protetor solar duplo com walkaround ou assentos em forma de C, com uma mesa no meio.

                          vida 33

                          Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                            Por: Redação -
                            07/01/2021

                            O secretário estadual de turismo da Bahia, Fausto Franco, esteve no Estúdio NÁUTICA, em São Paulo, e concedeu uma entrevista exclusiva sobre as intervenções náuticas na Baía de Todos-os-Santos, incluindo a construção de marinas e o afundamento do ferry boat — que visa incentivar a prática de mergulho na região e estimular o turismo náutico. Veja a entrevista na íntegra no vídeo abaixo:

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                            Durante a conversa, o secretário Fausto Franco também detalhou as novas perspectivas sociais nos dezesseis municípios que compõem o Recôncavo Baiano, principalmente em relação a melhora da infraestrutura náutica.

                            Saindo de melhorias na infraestrutura, Fausto Franco, um incentivador do mercado náutico, também detalhou o apoio do Governo do Estado da Bahia à compra de embarcações, através da diminuição de alíquotas. Fora isso, a entrevista navegou até a memória dos quase saudosos saveiros baianos, que segundo o secretário, devem ser mais usados daqui para frente, mas em um cenário diferente do habitual.

                            Construção de marinas na Baía de Todos-os-Santos e aperfeiçoamento da região

                            Logo no começo da conversa, um dos primeiros tópicos abordados foi o investimento de cerca de R$ 400 milhões em recursos para desenvolver a infraestrutura náutica da região. Esse investimento foi executado pela Secretaria de Turismo do Estado — com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

                            Tal investimento visa fomentar o turismo náutico no estado, com a construção de quatro marinas: uma em Salvador, na marina da Penha, na Ribeira, que passa por uma reconstrução; outra em Salinas da Margarida, município do Recôncavo Baiano; Fora duas construções na Ilha de Itaparica, da marina Cacha Prego, além da requalificação na marina de Itaparica.

                            Imagem aérea da marina da Penha, na Ribeira – Imagem: Reprodução/Bahia Notícias

                            A construção dessas marinas faz com que pessoas que tinham barcos em grandes cidades, tirando a capital Salvador, tenham acesso à eles em lugares mais próximos e seguros.

                            Além das marinas em si, outro destino desse investimento é a construção de espaços sociais em volta dessas marinas, como pousadas, restaurantes e postos de combustível. Sem contar o aprimoramento na estrutura de mecânica náutica nessas localidades, segundo o secretário. “Não adianta o estado prover essas marinas se não houver uma estrutura social nessa região”, detalha Fausto Franco.

                            A expectativa é que as obras sejam concluídas no final do primeiro semestre de 2021. “A Baía de Todos-os-Santos é a maior do Brasil, mas tem pouca estrutura de serviços fora da capital baiana”.  Em cima disso, a ideia da Secretaria de Turismo é de fornecer espaços náuticos em lugares que não o tinham. “A BTS — como a chamamos — é um lugar belíssimo, mas que ainda peca na infraestrutura náutica”, diz o secretário.

                            Ferry boat e incentivo ao turismo subaquático

                            No dia 21 de novembro, um ferry-boat e um rebocador foram afundados na Baía de Todos-os-Santos, nas proximidades de Salvador. O ponto de afundamento fica exatamente a 1,5 quilômetro da costa. Durante a entrevista, Fausto Franco enfatizou o quão importante foi o afundamento para o turismo na região. “Nós temos águas mornas e tranquilas o ano inteiro. Não tinha lugar melhor para afundar”, disse.

                            Ferry boat antes do afundamento- Imagem: Divulgação

                            O ferry Agenor Gordilho – com 71 metros de comprimento e 19 de altura – tinha tudo para virar sucata depois de funcionar por quase cinco décadas de navegação, mas foi transformado em um ponto de mergulho. “O ferry boat já estava parado há quatro anos e tinha um custo fixo elevado. A melhor decisão foi o afundamento”, disse o secretário.

                            E mais: Fausto Franco afirmou que o ferry boat Juracy Magalhães será a próxima embarcação a ser afundada intencionalmente na Baía de Todos-os-Santos. Ainda não se sabe a localidade exata porque tal feito ainda está sob estudos da Marinha e do Inema (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos).

                            Em cima disso, o secretário fez questão de sanar algumas dúvidas que surgiram sobre o recente afundamento. “Houve alguns questionamentos dizendo que o governo estava poluindo o mar. Mas, na verdade, a gente fez sob todas as normas de segurança possíveis. Tanto da Marinha quando do Inema”, pontuou.

                            Ponte Salvador-Itaparica: “A maior obra pública do Brasil”

                            Projeto da ponte- Imagem: Reprodução/A Tarde

                            Definida assim pelo secretário Fausto Franco, tal obra será realizada através de uma parceria do Governo do Estado da Bahia com um consórcio chinês formado por diversas empresas privadas. Quando questionado sobre essa construção, o secretário disse que a “ponte será importante para o turismo local e para todo desenvolvimento do estado da Bahia”.

                            A título de curiosidade, segundo a Bolsa de Valores a ponte vai ser a segunda maior da América Latina, com 12,4 km de lâmina d’água. Nesse aspecto, a ponte Salvador-Itaparica poderá ser considerada a maior do Brasil, já que a Rio-Niterói tem 13,2 km, mas contabiliza uma parte por terra.

                            Incentivo fiscal para a compra de embarcações

                            Outro tema abordado durante a conversa foi a prorrogação realizada pelo governo da Bahia em relação ao pagamento do tributo na importação ou aquisição de embarcações por empresas, sobretudo àquelas que visam o turismo.

                            Para o secretário Fausto Franco esse é um investimento do governo que irá gerar retorno para o turismo náutico, visto a baixa qualidade de algumas embarcações que navegam na região. “Temos embarcações muito antigas, barcos que não tem banheiros, motorizações lentas. Precisamos nos modernizar”, enfatiza.

                            Tendo em vista o investimento de R$ 400 milhões no turismo baiano,  seria “incoerente”, segundo o secretário, realizar melhorias de infraestrutura se os barcos que fazem o tráfego dos turistas na região não estiverem em boas condições de uso.

                            “Resgate histórico, artístico e cultural” dos Saveiros baianos

                            No século 20, os saveiros foram fundamentais para a economia da Bahia. Eram responsáveis pelo transporte de mercadorias e cargas pesadas entre as cidades do Recôncavo como Maragojipe, Cachoeira, São Félix e Nazaré da Farinhas.

                            Os Saveiros baianos

                            Atualmente, os saveiros estão em desuso, mas, já na parte final da entrevista, Fausto Franco indicou ser favorável ao retorno dos saveiros ao dia a dia baiano, principalmente na Baía de Todos-os-Santos. No entanto, transportando pessoas e não cargas.

                            “Resolvi investir na adaptação desses saveiros ao turismo, para fazer passeios turísticos ao lado de Salvador, mostrando a cidade de uma outra forma”, disse o secretário, que pretende retomar a identidade que o estado tinha com essas embarcações.

                            Novas marinas, que consequentemente promovem novas localidades náuticas. Iniciativas pensadas no turismo e que oferecem lazer a sociedade. Incentivos a empresas que também promovem o turismo náutico na região. Memória ao passado com a — possível — ressurreição dos saveiros. Ao que parece, o investimento feito pela Secretaria de Turismo da Bahia trará bons resultados a todos.

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                              Por: Redação -

                              De acordo com o Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio), mergulhadores capturaram um peixe-leão em Fernando de Noronha. Por ser venenosa e invasora, a espécie Pterois volitans é considerada perigosa ao ecossistema local e também para os humanos, segundo o ICMBio, que informou, ainda, que a chegada da espécie era esperada pelos pesquisadores e, por isso, houve solicitação de comunicação ao instituto caso o peixe-leão fosse visto.

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                              Foto: Sea Paradise

                              O peixe-leão foi visto por profissionais de uma operadora de mergulho na Laje dos Cabos, em uma profundidade de 28 metros, no dia 20 de dezembro e capturado no dia seguinte, 21 de dezembro, após autorização do órgão ambiental, relatou o mergulhador Fernando Rodrigues.

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                              Diretor do Projeto de Conservação Recifal, o doutor em biologia marinha Pedro Pereira afirmou que é preciso manter ações de fiscalização devido aos riscos da presença da espécie invasora. “O peixe-leão pode atrapalhar o turismo, a pesca, o mergulho e o meio ambiente”, declarou.

                              “Não é preciso ficar em pânico, mas o peixe-leão representa ameaça para a biodiversidade nativa e pode matar os peixes locais e os corais. Ele não tem um predador natural. Temos que saber se foi um registro isolado e aumentar o monitoramento”, disse Pereira.

                              Pereira alertou que, como o peixe-leão é venenoso, a captura não deve ser feita por pessoas despreparadas.

                              Foto: Sea Paradise

                              “Caso alguém encontre [um peixe dessa espécie], o ideal é tirar uma foto e marcar a coordenada e não coletar. Nós solicitamos que seja feito contato com o Projeto Conservação Recifal ou ICMBio. Esse trabalho de coleta deve ser feito pelo pessoal do Chico Mendes ou especialistas”, falou Pedro Pereira.

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                                Duas mulheres que estavam observando baleias em um caiaque na costa de Avila Beach (Califórnia, EUA) foram surpreendidas por uma jubarte. O animal emergiu exatamente onde o caiaque estava, fazendo-o virar. Elas não se machucaram.

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                                Um vídeo postado pela emissora Fox26 News, na terça-feira (3), mostrou a hora do incidente. No registro, parece que a dupla foi engolida pela baleia:

                                “Eu vi a grande piscina de peixes, a grande bola de isca saindo da água. Eu vi a baleia surgindo“, disse Julie McSorley à emissora norte-americana. “Eu pensei: oh, não! Está muito perto.”

                                “De repente, eu levantei e estava na água”, completou McSorley, que estava gravando toda a experiência em seu telefone celular.

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                                Liz Cottriel, dupla de Julie, disse que pensou em empurrar a baleia. “Foi o pensamento mais estranho. Pensei que estava morta! Estava apaixonada pelas baleias, mas nunca esperei que uma estivesse bem aqui na minha cara!”.

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                                  Empresa norte-americana lança submarino que pode levar até seis passageiros a mil metros de profundidade

                                  Por: Redação -

                                  Não importa quantas funções seu barco tenha: se ele não for equipado com um submersível, já não acompanha as últimas tendências de mercado. E foi pensando nisso que a Triton Submarines lançou o primeiro submarino de luxo do mundo, o Triton 3300/6. Ele mergulha a mais de mil metros, pode acomodar 6 pessoas e possui cabine em acrílico.

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                                  Um outro recorde quebrado pelo submarino é o de maior compartimento esférico para passageiros do mundo, além de ser transparente. O volume interno, por sua vez, é de 5 metros cúbicos, acomodando 6 assentos ergonômicos de couro. A esfera tem diâmetro externo de 2,5 metros e é feita de resina acrílica. Esse design ainda oferece uma janela de 360 graus para o oceano, tornando o passeio ainda mais impressionante.

                                  Vale ressaltar que a cor do submarino também pode ser personalizada e, em relação à motorização, a embarcação foi equipada com dois propulsores de 12,5 kW cada. Assim, a velocidade média alcançada fica em torno de 3 nós, de acordo com a marca. Já os conjuntos de lâmpadas de LED são de 20 mil lumens.

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                                  Todo esse projeto levou 2 anos de planejamento, do desenho à construção. John Ramsay, o designer-chefe — que já havia desenhado o Triton 36000/2 (LF), também submersível —, contou que o foco no segundo desenho foi mais o luxo e a experiência do hóspede que a profundidade extrema. “Estou especialmente orgulhoso do nível de conforto e espaço que alcançamos. Minha equipe foi capaz de produzir um submersível leve e compacto, bem como o novo sistema de elevação com guindaste”.

                                  Patrick Lahey, presidente da Triton, também explica que tem presenciado um crescimento da demanda no mercado de submarinos privados. “Enquanto entregamos um submersível de 24 passageiros no início deste ano para uso no setor de turismo, a entrega do Triton 3300/6 representa o primeiro de vários modelos para seis, sete e nove que serão entregues em um futuro próximo”. Até o momento, sua empresa entregou o décimo segundo submersível.

                                  O preço do novo submarino privado gira em torno de 4,5 milhões de euros.

                                  Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                    Azimut-Benetti se mantém em ranking do Global Order Book pelo 21º ano consecutivo

                                    Por: Redação -

                                    O grupo Azimut|Benetti foi eleito como construtor líder mundial de iates pelo 21º ano consecutivo pelo Global Order Book 2021, ranking que apresenta tendências do setor de iates acima dos 24 metros.

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                                    “Dedicamos esta vitória a todos que fazem parte de nossa empresa e aos nossos clientes, cuja confiança nos enche de gratidão e honra. Uma temporada desafiadora nos aguarda, mas começamos firmes com uma carteira de pedidos já considerável (80% Benetti e 60% Azimut Yachts) e um total de 9 produtos em preparação com lançamentos planejados para os próximos 10 meses”, disse Giovanna Vitelli, Vice-Presidente Executiva do Grupo.

                                    Com matriz na Itália, mais de 50 anos de história, operação em 70 países e filial produtiva no Brasil, o grupo possui 100 projetos com mais de 80 pés que totalizam 3 521 metros de comprimento de iates – o equivalente a aproximadamente 29 campos de futebol gramados lado a lado.

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                                    “Saudamos com gratidão esse reconhecimento. É motivo de muito orgulho a confiança depositada em nós para entregar sonhos aos proprietários de iates. Essa premiação adquire um significado ainda mais especial nesse último ano, em meio aos desafios em função da pandemia. Por isso, além do prestígio e de uma bela história mundial de mais de 50 anos, também é um reconhecimento ao planejamento de longo prazo e à rapidez que o grupo respondeu à uma situação complexa, e a sua determinação em continuar investindo em tecnologias, pesquisas e lançamentos”, afirma o diretor da Azimut Yachts Brasil Francesco Caputo.

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                                      Marina Itajaí recebe certificação internacional de proteção ambiental

                                      Por: Redação -

                                      Após rigorosa auditoria, a Marina Itajaí se tornou o primeiro centro náutico turístico de atracação de barcos do Brasil a receber a certificação internacional ISO 14.001/2015 relacionado ao sistema de gestão ambiental. O selo consiste em uma série de processos e práticas para identificar, controlar, administrar e reduzir os impactos ambientais em todas as operações da marina. Também padroniza ações para que estejam em conformidade com a política ambiental da empresa, a prevenção à poluição e o apoio ao desenvolvimento socioeconômico da região.

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                                      “Além do fortalecimento da cultura náutica, como um dos principais complexos náuticos do Brasil, nossa intenção é continuar crescendo, porém de maneira sólida, gradativa e sustentável. Essa certificação também é um reconhecimento à nossa postura, práticas sustentáveis e preocupação ecológica, tanto em relação à empresa como por seus colaboradores, clientes, fornecedores e a comunidade”, explica Carlos Gayoso de Oliveira, diretor da Marina Itajaí.

                                      “A certificação é resultado de quase cinco anos de trabalho com ações e investimentos constantes relacionados à sustentabilidade já realizadas pela empresa. É o caso do sistema de coleta de água da chuva; geração de energia limpa com a instalação de painéis solares; gerenciamento de resíduos; ponto de carregamento de carros elétricos, monitoramento da qualidade da água, e apoio a inúmeros eventos do gênero”, complementa.

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                                      Além de fortalecer as medidas adotadas para controlar e reduzir os impactos ambientais, a padronização proposta pela certificação também promove a melhoria contínua dos processos operacionais. Ainda valida a gestão de política ambiental da marina que é: “Capacitar e comprometer os colaboradores com as questões ambientais, além de envolver fornecedores, prestadores de serviços e clientes. Preservar o meio ambiente, identificar, controlar e monitorar os riscos, e promover a melhoria contínua dos processos e das ações com o objetivo de minimizar os impactos ambientais negativos”.

                                      Desde o início das suas operações, a Marina Itajaí também foi importante aliada de eventos e projetos relacionados à sustentabilidade. É o caso do “Juntos Pelo Rio”, evento organizado pelo Município de Itajaí, por meio do Porto e do Semasa, que somente na última edição reuniu 1200 voluntários e retirou cerca de nove toneladas de resíduos do Rio Itajaí-Açu. Um exemplo de ação importante capaz de sensibilizar a população sobre a preservação do meio ambiente, a valorização da água e a consciência para não jogar lixo nos rios, nas ruas ou calçadas.

                                      Em 2019, a marina também foi base para um projeto internacional que combate o impacto dos plásticos nos oceanos. A ação Corona X Parley teve o apoio de 37 voluntários para a retirada de lixo das águas e margens da foz do Rio Itajaí-Açú. Oito barcos deram suporte na atividade que durou cerca de três horas e recolheu 790 kg de resíduos, sendo 90% classificados como de origem plástica.

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                                        Barco casa com academia e pista de dança chama atenção no Rio Tâmisa, em Londres

                                        Por: Redação -
                                        06/01/2021

                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                        Navegando ou passando pelos arredores do Rio Tâmisa, precisamente no Píer Cadogan, em Chelsea, no oeste de Londres, os 97 pés de comprimento do Savvy são de tirar onda. Cinco quartos, academia ao ar livre, jacuzzi e uma pista de dança são alguns dos requintes do barco casa do empresário inglês Peter de Savary.

                                        O Savvy pode ser dividido em dois ambientes. A proa aberta é destinada ao lazer em dias ensolarados e nela estão alguns equipamentos de musculação e a jacuzzi.

                                        Imagem: reprodução/Daily Mail

                                        Na parte fechada há um grande espaço destinado à salas de estar e jantar. Além disso, existe uma divisória que separa a cozinha da sala de jantar, fazendo uma espécie de “cozinha americana”. Ainda na popa, mas na parte superior, um flybridge pede passagem com um aconchegante espaço social.

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                                        No meio termo entre esses dois ambientes do Savvy tem uma área de refeições ao ar livre cercada por painéis de vidro. Um diferencial desse barco casa, que se deve ao tamanho dele, é que existem diversos espaços para serem usufruídos por quem nela estiver. Já os camarotes estão situados na parte inferior da proa. Um longo corredor dá acesso aos cinco quatros, incluindo duas suítes.

                                        Luxuoso corredor que dá acesso aos quartos- Imagem: reprodução/Daily Mail

                                        Fora isso, o barco é movido por um motor de iate, o que significa que é possível viajar com luxo por toda a Europa. Uma curiosidade é que, em 2005, esse barco ganhou um prêmio no International Superyacht Society Awards, em Mônaco.

                                        Para quem busca uma vida a bordo parece ser uma boa pedida, sobretudo porque o Savvy está a venda. O empresário Peter de Savary, que já foi proprietário do Millwall Football Club (tradicional equipe do futebol inglês), está vendendo o Savvy por 2 milhões de libras.

                                        Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                          A The Ocean Cleanup, uma organização sem fins lucrativos que desenvolve tecnologias avançadas para livrar os oceanos do plástico, anunciou no final de 2020 uma parceria com a Konecranes (empresa finlandesa de engenharia e serviços) para projetar e fabricar o Interceptor em larga escala.

                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                          Trata-se de um “robô” movido a energia solar (com a carcaça parecida com um catamarã) projetado para extrair plásticos dos rios antes que flutuem até o oceano. A necessidade da implantação do Interceptor em larga escala se deve a mentalidade da ação: enfrentar e limpar os rios mais poluídos do mundo.

                                          Imagem: reprodução/NauticExpo

                                          Tecnicamente, o Interceptor possui uma barreira flutuante que leva o lixo para o sistema criado pela Ocean Cleanup. Lá, um dispositivo está posicionado onde a maior quantidade de plástico flui (na superfície dos rios), e um outro dispositivo pode ser colocado mais abaixo para coletar o lixo que escapa dessa primeira barreira.

                                          Segundo a organização em um dia comum, é possível extrair até 50 toneladas de lixo. Dependendo das correntes, das marés e da quantidade de plástico em um determinado rio, a Ocean Cleanup estima que até mil toneladas podem ser coletadas.

                                          Imagem: reprodução/The Ocean Cleanup

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                                          Visando as bases para o aumento da escala global, os Interceptores 005 e 006 estão sendo fabricados simultaneamente nas instalações da Konecranes em Klang, na Malásia, e devem ser concluídos até maio desse ano. Além disso, a Konecranes cuidará da fabricação, instalação e manutenção do Interceptor.

                                          O Ocean Cleanup’s Interceptor foi revelado no final de 2019 e atualmente há três implantados em Klang, na Malásia; Jakarta, na Indonésia; e em Santo Domingo, na República Dominicana. Um quarto Interceptor, no Vietnã, teve sua implantação adiada e deve ser lançado ainda nesse mês, segundo a organização. Aos poucos, mais unidades serão lançadas em todos os continentes.

                                          Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                            Dupla da classe Nacra 17 nos Jogos de Tóquio, Samuca e Gabi projetam passos para 2021

                                            Por: Redação -

                                            A equipe olímpica da classe Nacra 17 Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino planeja os passos para o próximo semestre. A vitória na Copa Brasil de Vela em dezembro trouxe gás para a dupla que, ao dedicar-se ao preparo físico e aos treinos em água no ano da pandemia, obteve um ótimo rendimento mesmo após um ano sem competir.

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                                            “Esse campeonato foi importante para voltarmos ao ritmo de competição. Focamos em rotina de preparação, comunicação da dupla durante as regatas e funcionamento sob pressão. Velejamos com o pé fundo no acelerador o tempo todo, forçando o barco e testando as manobras ao máximo, para ver como nos sairíamos. Foi importante ver que estávamos bastante entrosados, depois de uma longa temporada de treinos no Rio. Ficamos muito felizes em fechar um ano tão difícil com mais um título brasileiro para a conta” pontua Gabi.

                                            A proeira aponta quais as prioridades no tempo restante de preparação. “Para os próximos treinos, vamos na busca de novas condições de mar e vento para seguirmos nos preparando da melhor forma, frente às limitações de viagens, rumo aos Jogos Olímpicos”.

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                                            A dupla ainda projeta as participações nas competições internacionais em 2021 como Troféu Princesa Sofia na Espanha, da Semana de Vela Francesa e Evento Teste no Japão, conforme as medidas sanitárias frente a pandemia permitirem.

                                            Equipe BRA10 | Albrecht Nicolino

                                            Samuel Albrecht, timoneiro (atleta do Veleiros do Sul/RS) e Gabriela Nicolino (atleta do Iate Clube do Rio de Janeiro), proeira, são velejadores da classe Nacra 17, única classe mista da Vela olímpica. Será a primeira participação nos Jogos para a Gabi e é a terceira Olimpíada para o Samuca.

                                            A dupla, além de ser atual campeã brasileira e sul-americana, é medalhista de bronze da classe Nacra 17 dos Jogos Pan-americanos de Lima no Peru em 2019 e conta com o trabalho do treinador Paulo Roberto Ribeiro, técnico medalha de bronze na olimpíada de Pequim em 2008. A equipe conta com patrocínio da ENGIE Brasil, Lojas Renner e Banrisul via Lei de Incentivo ao Esporte.

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                                              Por: Redação -

                                              O mergulhador dinamarquês Stig Severinsen, de 48 anos, quebrou o recorde mundial existente no Guinness de apneia dinâmica (natação submersa) com um mergulho de 202 metros (662,73 pés) no Mar de Cortez, no México.

                                               

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                                              Com o feito, Severinsen acrescenta um comprimento total de piscina de 25 metros (82 pés) ao recorde do venezuelano Carlos Coste de 177 metros (581 pés), que ele estabeleceu há quatro anos, aos 40 anos. O próprio Coste detém o recorde desde 2010.

                                               

                                              Ao contrário dos recordes mundiais de mergulho livre mais tradicionais concluídos em piscinas, o Recorde Mundial do Guinness foi estabelecido em águas abertas na praia de Balandra, no México. O atual recorde de mergulho livre em piscina equivalente é de 300 metros (984 pés).

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                                              “Há muito tempo procuro uma oportunidade para transmitir uma mensagem sobre o nosso planeta e como devemos tratá-lo. O local do mergulho no México pertence a uma das áreas costeiras mais belas do mundo. Como muitos outros lugares, é ameaçado pela poluição humana.

                                               

                                              “Quando o mundo foi atingido pela Covid-19 há quase um ano, eu estava procurando uma maneira de mostrar que a pandemia não era uma desculpa para esquecer nossas prioridades com a natureza ou com as nossas ambições. Pelo contrário. É por isso que passei o tempo treinando e desenvolvendo tanto a mim mesmo quanto a minha mensagem”.

                                               

                                              Para quebrar o recorde, Severinsen iniciou um programa de treinamento intenso, tanto no aspecto físico como mental.

                                               

                                              “Minha mensagem é que o nosso planeta é um lugar incrível, o nosso corpo e a nossa mente podem realizar coisas incríveis. Em vez de nos permitir ficar paralisados ​​pelo medo, devemos continuar nossos esforços humanos. Mas deve ser feito em harmonia com a natureza – não contra ela. Quando esquecemos o medo e escolhemos a ação, nós mesmos somos mestres de nosso destino”.

                                               

                                              O recorde foi aprovado pelo Guinness World Records.

                                               

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                                                Raymarine apresenta novo sistema de controle digital avançado YachtSense

                                                Por: Redação -

                                                O fabricante de eletrônicos marítimos Raymarine revelou e demonstrou um novo sistema de controle integrado – YachtSense ™ – durante o METSTRADE Connect. A empresa é representada no Brasil pela Marine Express.

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                                                Voltado para construtores de barcos e integradores, a marca descreve o YachtSense como um sistema de controle digital avançado que permite a conscientização e o controle dos sistemas elétricos completos de uma embarcação – desde iluminação, bombas, molinetes, plataformas de natação e sistemas de entretenimento até controle de temperatura, geradores e outros mecanismos mecânicos a bordo

                                                “YachtSense é o novo padrão em solução de controle digital premium para os barcos mais sofisticados de hoje”, disse Gregoire Outters, gerente geral da marca Raymarine na empresa controladora FLIR Systems. “Nosso sistema inteligente, modular e expansível dá total liberdade aos construtores de barcos para projetar soluções ultraconfiáveis ​​e altamente personalizadas que melhor atendam às necessidades individuais de seus navios e clientes específicos”.

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                                                O YachtSense apresenta três níveis de redundância elétrica, um teclado integrado para controle manual, um LCD para diagnósticos do sistema, com operação com tela sensível ao toque a partir de qualquer visor multifuncional Axiom. Os Módulos Master são alojados em caixas impermeáveis ​​IPX6, apoiadas por uma garantia de três anos.

                                                O sistema foi pré-instalado em um SACS Rebel 55 na Itália. Matteo Magni, presidente da SACS, comentou: “Ficamos muito satisfeitos em instalar o YachtSense em nosso barco antes do lançamento. Valorizamos a abordagem de desenvolvimento colaborativo com a Raymarine para fornecer aos nossos proprietários a próxima geração de Switching Digital.

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                                                  Por: Redação -
                                                  05/01/2021

                                                  Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                  Ben Stein é um editor de eletrônicos que vive em seu Carver Voyager de 57 pés, com a sua família, desde 2016. Ben, Laura, e as filhas Molly (13) e Madelyn (10) contam que desde que embarcaram nessa viagem, eles têm ficado mais próximos do que nunca. Uma vantagem que todos citam, inclusive, são os aprendizados que nenhum livro poderia ensinar. Eles começaram com um Great Loop, ou seja, uma volta por uma área determinada dos Estados Unidos e, ao terminar, continuaram passando a maior parte do tempo a bordo da embarcação.

                                                  O barco, que chama Have Another Day, tornou-se a moradia dessa família quando a pandemia da Covid-19 deu sinais no país. As meninas tiveram a sorte de já estarem acostumadas com a rotina do ensino doméstico, mas eles contam que a cautela no dia-a-dia foi redobrada. Apesar de terem uma casa em Chicago, os meses que viriam em um clima frio não pareceram tão atraente, de acordo com a família. Assim, mesmo em isolamento, puderam visitar as águas quentes da Flórida e o calor de Fort Myers.

                                                  As crianças, que costumavam encontrar amigos, visitar bibliotecas, lojas e restaurantes, acabaram pausando todas essas atividades. Laura, a mãe, assume que tem sido um pouco difícil mantê-las entretidas, mas ela explica que tem feito de tudo para tornar esse período o mais prazeroso possível. Dessa forma, delega muitas atividades para as filhas, como passear com o cachorro ou até mesmo andar de bicicleta, quando possível. Aplicativos de chamadas de vídeo como o FaceTime e o Zoom têm sidos ótimos aliados.

                                                  carver

                                                  Ben conta, também, que adora o cotidiano da vida a bordo. Para ele, é fácil manter as amizades e o distanciamento social para quem vive em marinas, já que, entre os seus amigos, cada um monta seu deck em seu próprio barco, e eles socializam mesmo com alguns metros de distância.

                                                  “Durante a paralisação, várias vezes levamos o Carver para ancorar durante a noite. Isso nos deu uma sensação de calma. Pegamos as pranchas de remo e o macarrão para nadar, e curtimos o nascer e o pôr do sol sem nos preocupar em lavar as mãos a cada cinco minutos”, disse ele.

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                                                  O barco, até então, não tinha um console central. O relato é de que, desde que adquiriram o console Cobia de 22 pés, a vida a bordo se transformou. “Isso nos dá a opção de fazer um cruzeiro no final da tarde para um lago ou uma corrida até a praia. Não precisamos nos preocupar com a profundidade, ou o vento, ou muito de qualquer coisa. Nada de lidar com cabos de alimentação ou proteger todos os nossos pertences no grande barco. Se o sol está brilhando e a previsão parece boa, lançamos linhas e vamos; tudo o que precisamos fazer é embalar alguns sanduíches e pegar o protetor solar”.

                                                   carver

                                                  Na rotina semanal, um dos exercícios é puxar as garotas em um tubo no caminho para praias que estiverem mais vazias, ou com público mais espalhado. Quanto à rotina para o verão, os planos mudaram um pouco: para uma família que costuma viajar bastante, o objetivo de visitar as Bahamas ficou para um momento pós-pandemia. A alternativa, por enquanto, é manterem-se ocupados na Flórida mesmo, principalmente com as aulas e tutoriais online.

                                                  As compras de abastecimento da despensa são feitas a cada duas semanas. O que começou com o serviço de delivery, tornou-se um martírio, já que eles presenciaram várias entregas erradas ou com itens faltando. “Se uma ida rápida for necessária, um de nós irá, mas as crianças não vão a nenhuma loja. Felizmente, depois de morar em nosso barco por quase quatro anos, temos o armazenamento de alimentos planejado; sabemos como embalar a geladeira e fazer compras a cada duas semanas não tem sido um problema”.

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                                                  Uma dica valiosa que a família deu foi equipar a cozinha ao máximo. Ben explica que essa variedade de utensílios deixa o cotidiano na cozinha tão fácil quanto cozinhar em casa, embora essa rotina fique cansativa com o tempo. Quanto ao seu trabalho de testar e escrever sobre novos eletrônicos, o cenário já muda um pouco. Ele diz que sofreu com os inúmeros cancelamentos de eventos de fabricantes, anúncios de produtos e reuniões, e até o seminário sobre eletrônica marítima se transformou em um webinar de vários dias. Por outro lado, muitas avaliações sobre produtos continuaram normalmente, apesar do atraso no fornecimento de alguns deles, devido à escassez no mercado. A conclusão final de Ben é de que “cada dia que passa, parece que mais empresas estão descobrindo como operar em nosso cenário em mudança, então estou ouvindo mais e mais empresas”.

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                                                  Dentre os locais mais visitados, estão o rio Caloosahatchee, a Gulf Intracoastal Waterway e o Golfo do México, principalmente para os testes desses produtos dentro do Carver. “Tive a sorte de que no sudoeste da Flórida não houve restrições à navegação além da proibição de raftups, limites de capacidade e o fechamento de alguns parques e praias”.

                                                  Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                    Museu subaquático está previsto para abrir oficialmente em junho de 2021, na Grécia

                                                    Por: Redação -

                                                    Imagine um museu, com diversas relíquias emocionantes para ver e tocar, mas… no fundo do mar? Pois a Grécia criou o museu dos naufrágios de Peristera, o primeiro subaquático do mundo. A novidade, prevista para abrir oficialmente em junho de 2021, já mostrou uma prévia ao público, como um período de testes, que terminou no fim de outubro.

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                                                    Nessa primeira abertura, mais de 300 pessoas conheceram o museu subaquático, incluindo 250 mergulhadores visitantes. Mergulhando a uma profundidade de 24 metros, os guias mostraram aos visitantes o naufrágio de Peristera, com 30 metros de comprimento. O navio permanece encalhado onde naufragou, há 2.400 anos, enquanto carregava uma carga de vinho e talheres de barro. Seu nome deriva de uma ilha vizinha, desabitada.

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                                                    A ideia é que mergulhadores experientes possam descer ao museu subaquático acompanhados por um guia. Já os que não mergulham podem ter aulas em centros credenciados.

                                                    Localizado no Parque Nacional Marinho de Alonissos e Espórades do Norte, a primeira Área Marinha Protegida estabelecida na Grécia e a maior da Europa, o museu subaquático permitirá que os visitantes também tenham a chance de observar mais de 300 espécies de peixes, focas-monge do Mediterrâneo e lindos corais.

                                                    Para quem não pretende mergulhar, cinco câmeras subaquáticas irão mostrar aos visitantes o que está ocorrendo debaixo das águas, incluindo uma que funcionará com transmissão ao vivo de 24 horas.

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                                                      04/01/2021

                                                      No dia 24 de junho de 1968, em Rimini, na Itália, um então desconhecido engenheiro de 43 anos, Giorgio Rosa deu uma entrevista coletiva que deixou os poucos jornalistas presentes surpresos. Resumindo, o engenheiro, “presidente” Rosa, informou à Itália, à Europa e a todo o mundo que 500 metros das águas territoriais Italianas acabavam de ser proclamados um estado independente. 

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                                                      Um estado soberano, com todos os anexos e ligações de uma nação de pleno direito: a sua moeda – o Milo -, uma gráfica para a emissão de selos, uma constituição, um sistema jurídico, um ordem democrática completa com um governo regularmente eleito de meia dúzia de ministros, os quais eram incrivelmente toda a população da ilha.

                                                      O novo estado foi denominado Isola delle Rose. Na verdade, “Insulo de la Rozoj”, porque, como qualquer nova nação, esta também teve que ter sua própria língua e o engenheiro e seu governo escolheram o esperanto como língua oficial da população.

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                                                      E foi o presidente que construiu a ilha desconhecida a 12 quilômetros da costa de Rimini. A história incrível da menor e menos duradoura nação do mundo começou toda ali, na vívida imaginação de Giorgio Rosa, que quando criança lera as façanhas de aventureiros que conquistaram impérios e se proclamaram rei.

                                                      A empresa que deu vida à Isola delle Rose começou com a criação de uma empresa de construção naval, cujo presidente era a esposa do engenheiro, Gabriella Chierici, que em julho de 1958 identificou um ponto raso fora das águas italianas. As obras de construção da plataforma continuaram ao longo dos 10 anos seguintes, em meio a dificuldades financeiras, entraves burocráticos e legais com a autoridade portuária e problemas técnicos. Rosa construiu uma embarcação especial para o assentamento dos postes de sustentação com o motor de seu Cinquecento. 

                                                      A ilha ficou oficialmente pronta em 1º de maio de 1968, que é também o dia de sua independência. Independência que não durou muito. O governo italiano pensou inicialmente que a Isola delle Rose, erguendo-se perto de uma costa com elevada vocação turística como a da Romagna, era apenas um estratagema para atrair visitantes e, acima de tudo, para evitar o pagamento de impostos.

                                                      Giorgio Rosa era sério e, se por um lado fazia contatos com os operadores turísticos de Rimini, por outro fazia apelos à ONU e aos demais Estados europeus para que a nova nação que se erguia naquela ilha artificial de 400 metros quadrados! Isola delle Rose logo se tornou um grande negócio para o governo italiano, que inicialmente respondeu apenas intensificando o patrulhamento da área para prevenir o tráfico ou contrabando ilegal.

                                                      A ilha cresceu e continuou destemida em seu caminho rumo àsoberania nacional: dotou-se de um porto que chamou de “Verda Haven” (porto verde em Esperanto) – pouco mais que um cais, para ser sincero, mas ainda assim com as suas próprias regras de atracação e também se preparava para dotar-se de uma estação oficial de rádio que teria a tarefa de sensibilizar a opinião pública sobre a sua própria causa de independência e de se opor às ações repressivas do governo italiano.

                                                      Ilha das Rosas, paraíso artificial pra chamar de seu - Mar Sem Fim

                                                      Em 25 de junho do mesmo ano, às 7 da manhã, uma dezena de pilotos da polícia pousou na ilha e tomou posse dela. Poucos dias depois, foram iniciados os procedimentos de desmontagem total da estrutura da marinha. 

                                                      O sonho de Giorgio Rosa durou apenas 55 dias. As consequências judiciais e políticas que se seguiram à ocupação militar da Ilha de Roses foram muito mais longas. Houve cursos e recursos em todos os tribunais competentes e numerosas questões parlamentares foram apresentadas tanto pela direita como pela esquerda. Também protestaram os operadores hoteleiros de Rimini.

                                                      O agora ex-presidente Rosa recorreu a todos os tribunais de justiça, italianos e europeus, denunciando a injustiça do que para ele havia sido um golpe militar italiano contra um pacífico Estado vizinho.

                                                      O judiciário italiano respondeu que, mesmo que o Insulo de la Rozoj pudesse ser definido como um estado soberano, ele e seus ministros ainda eram cidadãos italianos e, consequentemente, obrigados a respeitar a lei italiana.

                                                      Hoje, apenas alguns vestígios do Insulo de la Rozoj permanecem no coração do Adriático. Alguns mergulhadores já organizaram mergulhos para nós, mas, garantem-me, não há muito o que ver. Resta a história extravagante de um homem que queria criar uma nação soberana em uma ilha que não existia. Uma história que a diretora Sydney Sibilia queria contar em um filme que vai ao ar na Netflix. O título é claro: A incrível história da Ilha de Roses.

                                                      Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                        Conheça Glass, o superiate com cafés, spa e lojas que rendeu o prêmio de Jovem Designer do Ano

                                                        Por: Redação -
                                                        02/01/2021

                                                        Lujac Desautel muda completamente o design de iates com o conceito de “Glass”: o barco rendeu ao criador a indicação de “Jovem Designer do Ano”, da Boat International Media. Glass é um projeto de superiate que mais se parece com uma cidade, já que ele prevê a instalação de lojas, spas, boates e cafés, e uma revolução nos padrões náuticos até então.

                                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                        O primeiro diferencial é o casco, totalmente retangular, e configuração de catamarã. Esse tipo de projeto permite que uma embarcação desse tamanho tenha menor contato com a água, o que propõe maior velocidade nos movimentos. Entre os dois cascos do catamarã, foi instalada uma área de construção de 1 724 m², três decks e uma estrutura no centro do navio que se estende por todos os três níveis. Ela é equipada com elevador, despensas para tripulantes, leito para enfermos, lavanderia e cozinhas — uma proposta de acessibilidade.

                                                        glass

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                                                        Na popa, há uma escada que, além de fornecer acesso para os espaços do modelo, também leva os tripulantes à garagem, servindo de anfiteatro ao mesmo tempo. E, se tem um item de decoração que preenche os ambientes, são os metais semipreciosos, além dos pisos revestidos de tecido e jardins cercados por paredes de vidro móveis. Pensando em todos os públicos, o projeto também conta com lojas de compras, academias, cafés, creches e piscinas.

                                                        glass

                                                        Uma grande preocupação de Lujac Desautel também foi a visibilidade geral dos tripulantes. Assim, o maior dos decks foi ainda mais estendido. É nesse local, inclusive, que se encontram a maioria das instalações principais. O navio é construído sobre um SWATH (casco duplo de pequena área de avião aquático) e é composto por três elementos retangulares, que lembram uma construção em lego.

                                                        glass

                                                        glass

                                                        Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                          01/01/2021

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                                                          Os filantropos Eric e Wendy Schmidt fundaram uma empresa de pesquisa subaquática sem fins lucrativos no ano de 2009 chamada Schimidt Ocean Institute, em Palo Alto, na California. O objetivo dessa instituição é a junção do progresso tecnológico, observação inteligente e compartilhamento aberto de informações, combinando ciência com tecnologia de ponta para atingir bons resultados para a pesquisa oceânica. 

                                                          Suas pesquisas interessaram a vários lugares do mundo e, recentemente, eles perceberam que uma área excepcional para fazer novas descobertas poderia ser a da Austrália, um continente rodeado por três oceanos, que são, em grande, parte inexplorados.

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                                                          As últimas pesquisas, por outro lado, diziam a respeito à exploração das partes mais profundas do Parque Marinho da Grande Barreira de Corais, na região nordeste do continente, em águas decididamente mais quentes e calmas, por meio do uso do remoto submarino SuBastian, que desceu até o profundidade de 1 820 metros para capturar imagens daquelas águas profundas e desconhecidas. A equipe de pesquisa ficou maravilhada com o que encontraram e com a quantidade de vida marinha presente em tais profundidades, incluindo novas espécies de corais negros.

                                                          Veja abaixo um dos vídeos realizados na Austrália pelo Schimidt Ocean Institute:

                                                          Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                            Por: Redação -
                                                            31/12/2020

                                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                            O primeiro campeonato brasileiro da classe HPE25 completou 15 anos em novembro deste ano. Mas, a história da classe começou a ser escrita um pouco antes, há 17 anos.

                                                            Hoje, são mais de 60 barcos construídos e flotilhas em Ilhabela, Guarapiranga, Rio de Janeiro, Salvador e em Porto Alegre. Sendo assim, a classe mantém a sua essência: alta competitividade no mar, alegria de velejar e camaradagem.

                                                            Mas, quais foram os primeiros passos para alcançar tais números?

                                                            A ideia de criar uma nova classe de vela surgiu através do desejo do velejador e empresário Eduardo de Souza. A procura de um barco compacto, seguro e com boa performance, entrou em cena o amigo, e também velejador, Felipe Furquim, que de cara se entusiasmou e lembrou do arquiteto naval Javier Soto Acebal, com quem já havia realizado alguns projetos.

                                                            O sonho começou a sair do papel e, a cada passo, se tornava mais concreto: eles buscavam um veleiro de 25 pés, veloz, fácil de velejar, de modo que não precisasse ser tripulado por atletas; pudesse ser rebocado por carro e que pudesse ser removido da água facilmente. “Quando expus os quesitos do projeto para o Javier, ele adorou, pois era um grande desafio”, disse o Felipe.

                                                            Entusiasmados com o modelo apresentado por Javier, Eduardo e Felipe decidiram fazer o barco. Compraram o projeto e foram fazendo acertos e desenvolvendo no papel. Depois disso, foi tudo muito rápido, e em 2003 o Amarelinho nasceu, feito no estaleiro Marco Landi.

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                                                            Com algumas vendas e testes realizados em Ilha Bela e no Rio de Janeiro, era chegada a hora da produção em série de barcos idênticos. “Pesquisamos, pedimos instruções para muita gente e começamos a fazer os barcos na fábrica da Mitsubishi, 22 unidades”, conta Eduardo.

                                                            Com o tempo, correções sugeridas por diversos velejadores foram implementadas no HPE, de forma que atualizações foram feitas para que, aos poucos, a classe evoluísse cada vez mais.

                                                            O passo definitivo

                                                            Com 11 barcos ativos, era necessário dar firmeza para a classe e reunir todos os velejadores, daí a criação do 1º Campeonato Brasileiro de HPE25, em novembro de 2005, em Angra dos Reis.

                                                            De cara, deu para conferir a competitividade da classe, com disputas acirradas que levaram três tripulações diferentes a vencer cada uma das três regatas da competição. A partir daí, entre 2003 e 2008, a classe se consolidou e fidelizou quem já tinha o barco, além de atrair novos velejadores.

                                                            Depois, outros torneios e eventos movimentaram a classe, promoveram boas regatas e grandes disputas. Montando assim, uma flotilha de sucesso até na represa Guarapiranga. Hoje, a flotilha HPE conta com 62 barcos e pode, quem sabe, conquistar novos territórios. A missão é nobre: manter a classe brasileira no topo da vela nacional.

                                                            Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                              Feriadão na vela: Sudeste Brasileiro da Classe Dingue começa neste sábado (4)

                                                              Evento que ocorrerá no São Paulo Yacht Club, na Represa do Guarapiranga, aceita inscrições até sexta-feira (3). Saiba mais!

                                                              Ferretti Yachts levará linha completa de modelos fabricados no Brasil ao Rio Boat Show 2026

                                                              Estreia do Grupo Okean no salão náutico carioca será marcada ainda pelo maior barco do evento: a Ferretti 1000. Encontro acontece de 11 a 19 de abril, na Marina da Glória

                                                              Vídeo: praia do Litoral Norte de São Paulo é tomada por caranguejos

                                                              Fenômeno foi registrado no último sábado (28) e chamou atenção dos banhistas em Caraguatatuba. Assista!

                                                              Conheça a EDLit, nova lancha blindada da Marinha que patrulha o litoral brasileiro

                                                              Modelo de 10,5 m de comprimento é capaz de navegar em águas rasas, possui artilharia de peso a bordo e alcança até 40 nós. Confira!