O estaleiro espanhol Astondoa anunciou que levará três modelos para o Cannes Yachting Festival no próximo mês, incluindo o mais novo modelo em sua linha flybridge As Cruising, o As5.
O As5 de 17,4 metros (57 pés) fará sua estreia mundial em Cannes. Inspirado no setor automotivo, ele combina luxo e esportividade com design contemporâneo. A lancha está disponível em várias configurações para atender ao gosto do proprietário, incluindo uma versão mais esportiva sem hardtop ou com hardtop se o cliente priorizar elegância e praticidade.
Juntamente com o novo As5, a Astondoa também apresentará um As8 – o pioneiro de 82 pés da gama de cruzadores flybridge As de “vanguarda”. O iate foi apresentado pela primeira vez em outubro do ano passado nas instalações da Astondoa em Santa Pola, Alicante.
Completando a exibição da marca no primeiro desfile de barcos de outono estará o membro mais jovem da família, o 377 Coupe – um barco diurno esportivo, altamente versátil e em constante evolução que agora é personalizável em uma seleção de cores de inspiração mediterrânea.
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Equipe que representa o Brasil na regata de volta ao mundo guarda histórico otimista para conquistar o 1º lugar entre os barcos Sharp e o 3º na classificação geral
Nesta segunda-feira (23), NÁUTICA apresentou mais uma novidade para você: a estreia do Elas no Comando, um programa quinzenal de entrevistas, em formato websérie.
Nesses encontros, traremos sempre o perfil de mulheres de comando, abordando a carreira, a vida nos negócios, navegação e tudo o que envolve o mundo dos barcos. Apresentado por Thalita Vicentini, o primeiro episódio contou com a presença de Roberta Ramalho, CEO do estaleiro paulista Intermarine.
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Conor McGregor, lutador do UFC, tem se recuperado de cirurgia em uma luxuosa hospedagem: sua lancha Prestige 750. McGregor usou as redes sociais para postar vídeo em que mostra detalhes da embarcação de três conveses, que conta com tobogã e piscina interna.
O iate é equipado com sala de jantar e bar no convés exterior; piscina, tobogã e uma parede de escalada entre o primeiro e segundo andares. A embarcação ainda conta com uma jacuzzi e um espaço para treinos de MMA.
O lutador respondeu perguntas dos seguidores sobre o barco e explicou que essa foi sua primeira aquisição no mundo náutico. Além dessa embarcação de 22,58 metros de comprimento, McGregor adquiriu recentemente uma lancha esportiva inspirada na Lamborghini.
McGregor está fora dos octógonos desde que sofreu uma fratura no tornozelo durante confronto com Dustin Poirier. O lutador irlandês teve de passar por cirurgia e só deve retornar às lutas em 2022.
There’s my other one. Triple deck. A lovely super yacht. My first entry into the super yacht game. pic.twitter.com/eTwebSeKwc
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A primeira edição da Copa Brasil de Vela de Praia terminou neste domingo (22), em Fortaleza (CE), com 81 velejadores participantes divididos em 60 barcos das classes Fórmula Kite Foil e a versão tubular, Dingue, Laser Radial, 4.7 e Standard e Hobie Cat 16.
A competição com foco nas novas categorias olímpicas para Paris 2024 já está confirmada no calendário anual da CBVela, que organizou as regatas com apoio da Federação de Vela e Motor do Estado do Ceará e Iate Clube de Fortaleza.
Os velejadores participantes encontraram boas condições de regata desde a estreia da Copa Brasil de Vela, na última terça-feira (17). Um dos destaques foi o representante cearense Philipe Nottingham Filho, na classe Laser Standard, com oito vitórias em nove regatas disputadas.
Na versão 4.7 feminina, a baiana Valentina Cunha foi a melhor da competição. Na disputa masculina, Antônio Roma da Fonte, de Pernambuco, ficou com a primeira colocação. Na Laser Radial, o título ficou com Bruno Greve, que também teve desempenho quase perfeito nas 11 regatas do campeonato em Fortaleza (CE).
Na Kite foil, o campeão foi o cearense Gerlano Torres e na Tubular foi Rafael Tafuri, que veio de Ilhabela (SP) para brilhar. Já Robert Bezerra ao lado de Sculi Ribeiro, ambos do Ceará, venceram a classe Hobie Cat 16.
“Tivemos a presença de praticamente todas as classes aqui no estado. É uma primeira etapa, é um evento muito importante para o crescimento da vela aqui no Ceará e no Brasil. Acredito que o Ceará proporcionou um local com condições de vento, mar, água quente e sol. Vem pra vela. Foi um evento que reuniu as classes olímpicas e pan-americanas, mas que tem a ver com as categorias mais ligadas à praia. Será uma competição fixa no calendário e será realizada anualmente no mês de agosto em Fortaleza (CE). Esperamos que seja um evento motivador. É uma fórmula interessante que já deu muito certo no passado. Queremos estimular o esporte junto ao público”, disse Walter Böddenner, coordenador da vela na Rio 2016.
Para os Jogos de Paris 2024, a World Sailing – entidade que comanda a modalidade no mundo – fez algumas mudanças significativas. As classes Laser Standart, Laser Radial, 49erFx, 49er e Nacra 17 permanecem no programa olímpico. Já as classes Finn, RS:X masculina e feminina e 470 masculina e feminina dão adeus, sendo substituídas por Kite, IQFoils e 470 mista. Desde Helsinque 1952 no programa, a Finn não fará mais parte da competição daqui três anos. Jorge Zarif detém o melhor resultado da categoria nos Jogos com o quarto lugar na Rio 2016, além de campeão mundial em 2013.
No lugar da prancha à vela RS:X, entra os IQFoils. Em Tóquio 2020, a representante foi Patrícia Freitas, 10ª colocada. As pranchas entraram no programa olímpico em Los Angeles 1984 e foram usados os equipamentos como Windglider, Lechner Divisão II, Lechner A-390, Mistral One Design e RS:X pela última vez no Japão. Outra novidade é a entrada do kitesurfe ou IKA Kitefoil nas versões masculino e feminino. Os velejadores vão usar equipamentos que permitem velejar com condições de vento fraco até rajadas de 40 nós.
Outra alteração será classe 470, que passa a ser mista e não separada por gênero. A categoria deu a primeira medalha de ouro em Moscou 1980 com Marcos Soares e Edu Penido. E também fez história com primeiro pódio olímpico feminino na modalidade com Fernanda Oliveira e Isabel Swan em Pequim 2008. A vela em Paris 2024 será disputada na raia de Marselha, cidade que fica a 661 quilômetros de distância da capital francesa. Os fortes ventos chamados mistral podem dar o tom durante o período dos Jogos, que serão disputados de 26 de julho a 11 de agosto de 2024.
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A empresa italiana Mitek, especialista em propulsão elétrica, acaba de lançar o motor de popa Revolve, que, de acordo com informações da fabricante, é o único motor elétrico de unidade de tração de popa capaz de girar em seu próprio eixo para alternar do modo ligado para desligado, tornando sua emissão quase zero.
Revolve apresenta um sistema patenteado, que visa oferecer solução inovadora e elegante. O intuito é eliminar completamente o incômodo de montagem, desmontagem e armazenamento de motores de popa tradicionais.
“Mesmo o marinheiro mais experiente pode achar difícil instalar e desinstalar um motor de popa em condições de vento e correntes fortes”, afirmou a empresa sobre o que a motivou com o novo modelo.
O movimento ocorre graças a uma rotação paralela ao eixo, que permite ao usuário passar do modo ON (hélice imersa na água e pronta para operar) para o modo OFF (hélice fora da água na posição fechada).
Desta forma, o motor estará sempre instalado e pronto para usar, além de ser muito mais fácil guardar o tender a bordo (para navegação longa) ou no compartimento ou garagem apropriados.
O Revolve é feito de alumínio anodizado com óxido duro de 50 mícrons, que promete proteção contra corrosão em qualquer ambiente.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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A RS Sailing divulgou detalhes de seu primeiro RIB elétrico, e ele está pronto para produção. Serão 50 cascos do RS Pulse 63 lançados em 2022 e com início de produção já em janeiro.
Depois de revelar o protótipo original do Pulse 58 no Boot Düsseldorf 2020, a equipe passou dois anos refinando o design para o maior e mais sofisticado Pulse 63.
O casco totalmente novo da embarcação vem do designer Jo Richards, responsável pela maioria dos barcos à vela da RS. O estilo, por outro lado, vem do estúdio de superiates Design Unlimited.
Depois das mudanças, o estaleiro tem algumas novidades para contar: o RS Pulse 63 terá fonte de alimentação Hyperdrive de íon de lítio padrão, com 400 hp e 46 kW, que prometem velocidades máximas (e de explosão curta) de até 23 nós.
Navegando a um cruzeiro rápido de 20 nós, a promessa é de que ele funcione por uma hora e meia, com alcance de 30 milhas náuticas. Pensando nisso, a RS Sailing ainda disponibilizou um pacote de potência adicional de 23 kWh para maior alcance, embora o peso extra tenha impacto sobre sua velocidade.
O diretor do estaleiro, Jon Partridge, disse que existem semelhanças entre veleiros de alto desempenho (a especialidade da construtora) e RIBs, e explicou que: “Ambos precisam de superfícies de corrida ultraeficientes que possam gerenciar a transição entre os modos de deslocamento e planagem sem problemas. Muito deslocamento é ineficiente para altas velocidades e muito pouco deslocamento é ineficiente em baixas velocidades. Nossos mais novos botes e o RS Pulse 63 vão cada vez mais rápido”.
O comprimento do RS Pulse 63 é de 6,3 metros e o layout do convés é modular. Para fortalecer o processo de personalização do proprietário, o pacote padrão foi instaurado para incluir apenas um console central e um único assento dianteiro.
O mais recente carregador rápido para a embarcação, de 25 kW, fornecerá uma carga completa em duas horas. Porém, há uma opção de 75 kW ainda mais rápida, reduzindo esse tempo para apenas 30 minutos. O único obstáculo nesse caso, para os responsáveis pela embarcação, é colocar carregadores em marinas e clubes náuticos.
“Nossa meta inicial é de 50 barcos por ano”, diz Jon Partridge, “mas devemos ser capazes de dobrar isso muito rapidamente — e dobrar novamente conforme a demanda aumenta”.
Ele ainda continua: “Atualmente, a tecnologia limita o quão pequenos os RIBs elétricos podem ser. Por enquanto, 6m ou mais se desenvolverão mais rápido e mais cedo. As grandes compensações são o comprimento e o peso da linha d’água. Infelizmente, dois terços do comprimento não equivalem a dois terços do peso”. Os comprimentos da linha d’água abaixo de 6m não são eficientes o suficiente para suportar o peso da tecnologia de bateria atual.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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O designer de iates Harrison Eidsgaard lançou as primeiras renderizações de seu último conceito, o megaiate de 127 metros REX. O modelo foi originalmente projetado para um cliente que pediu “algo diferente” e o REX certamente satisfaz os requisitos.
O iate de expedição tem algumas características de destaque para um proprietário aventureiro, incluindo um hangar de helicópteros Airbus A160 que se transforma em uma quadra de squash. Outras características importantes incluem uma piscina de 14 metros no convés principal, que pode ser fechada em vidro para criar uma piscina interna para climas mais frios. Isso também conecta diretamente a piscina ao salão principal.
Para a popa, o projetista criou um Aft Pod que possui uma área de espera de 300 metros quadrados. A característica central deste espaço é o Pod Atrium que se conecta a um lounge submerso chamado Neptune Lounge e uma academia e spa de dois andares.
O convés superior é chamado de Panorama Lounge, com vistas de 360 graus. Em termos de acomodações, a suíte principal conta com quatro terraços privados e duas jacuzzis, além de uma academia privativa. Na seção central do iate existem 10 suítes, cada uma com seu próprio terraço.
Além disso, REX possui um amplo cinema, um heliporto adicional na proa, uma sala de observação com jacuzzi ao ar livre, uma série de tendas e brinquedos, bem como um bote de 15 metros situado na proa.
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O estaleiro finlandês Sargo está se preparando para lançar seu maior barco até o momento. O novo Sargo 45 ostenta quase o mesmo estilo robusto que o resto da gama de embarcações, mas em uma escala maior.
O novo carro-chefe da Sargo foi equipado com várias novidades. Os recursos incluem uma ampla plataforma de banho, passagem pela popa, conveses com pavimentos completos, portas laterais em ambos os bordos e um para-brisas inclinado.
Dentro da cabine, foram instalados três assentos de navegadores mais à frente, além de uma segunda dinette (em forma de C), que ocupa a maior parte de um dos bordos.
No convés inferior, os designers afirmaram o aproveitamento máximo do espaço disponível. Na configuração padrão, os hóspedes ficam abrigados nos dois camarotes da embarcação: a suíte máster, à proa, e a suíte dupla, de na popa.
No entanto, uma terceira área, à meia-nau, pode ser configurada em três opções diferentes, de acordo com as preferências do proprietário: como uma lavanderia, um escritório ou um terceiro camarote compacto, com beliche duplo.
A propulsão fica por conta de dois motores Volvo Penta D6, de 440 hp. Há, ainda, a opção de trocar essa motorização por motores IPS600s de 440 hp, ou IPS650s de 480 hp.
Todos os modelos são certificados pela Cat B-Offshore, reforçando a reputação da construtora de construir embarcações resistentes e em condições de navegar com tranquilidade em locais adversos.
O casco foi laminado por infusão e apresenta uma entrada acentuada para cortar as ondas, com seções mais planas na popa, para cruzeiro eficiente. Com as menores unidades de tração de popa, o Sargo 45 terá um peso de cerca de 13 toneladas.
Os primeiros exemplares devem estar prontos para entrega a partir do final de 2021. E, como a versão de 36 pés dessa linha, uma opção com flybridge entrará em linha no próximo ano.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Simbolizando as indústrias náutica, aeronáutica e automotiva, a Centrostiledesign desenvolveu a embarcação Futur-e, que “voa” sobre as ondas. Ela foi projetada com quatro “asas” retráteis, em combinação com motores elétricos. A ideia é usar o mínimo de energia, ao mesmo tempo que proporciona o máximo de conforto.
O conceito inovador de mobilidade sustentável na água utiliza a tecnologia e as tendências mais avançadas de design de automóveis atuais. o equipamento tem dois objetivos principais: melhorar o desempenho e minimizar o atrito na água.
O simbolismo da indústria automotiva está no sistema cinemático integrado do Futur-e, que é semelhante à suspensão encontrada nos carros de Fórmula 1. A cinemática ajuda o movimento e manuseio das folhas, tudo para uma melhor eficiência.
No design, o intuito era único: parecer um “carro voador” na água. Para isso, o casco foi construído com a aparência de um supercarro. Os hidrofólios são acoplados ao casco justamente para limitar o volume, além da possibilidade de serem usadas como “berço” quando a embarcação estiver no convés.
O Futur-e abriga um total de três passageiros — além do capitão —, e tem para-brisas de vidro. Ele foi inteiro construído em fibra de carbono, 100% reciclada e com reforços estruturais de espuma, também reciclada.
O barco foi projetado pensando na sustentabilidade, com zero emissões de CO2 e zero ruídos, graças ao sistema de propulsão elétrica. Existem duas opções de propulsão: motores externos ou internos, acoplados à propulsão de hélice de superfície. A promessa do estaleiro para a velocidade máxima é de 30 nós.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Uma família foi surpreendida por baleias jubarte durante um passeio de lancha em Balneário Piçarras, no Litoral Norte catarinense. O proprietário de uma imobiliária, Roberto Raiser, fez os registros de duas situações que impressionaram quem estava na embarcação. Em uma das imagens, uma baleia é flagrada saltando e, em outro momento, uma delas passa próximo da lancha.
A filha do proprietário Julia Raiser contou ao G1 que a família estava se deslocando para almoçar na Praia do Cascalho em Penha, que fica na mesma região, quando avistaram um grupo de animais nadando. “Eu acho que havia no mínimo dez baleias. Tava cheio. Aí ficamos olhando elas”, disse Julia.
Ela explica que a lancha da família se manteve afastada dos animais. Contudo, um deles se aproximou da embarcação em que estava acompanhada do noivo, pai, irmã e um amigo.
“A gente já tinha visto essa baleia um pouco longe da lancha, então do nada ela subiu e apareceu bem do ladinho, inclusive a gente até gritou. Ela deu um espirro que molhou eu, minha irmã e meu noivo que estávamos no bico da lancha. A gente levou um susto, mas é uma experiência incrível. É única”, afirmou.
Segundo a Diretora de Pesquisa do ProFranca, Karina Groch, a aproximação do animal se deve a curiosidade da espécie. “As jubarte são bem curiosas. E o salto é uma característica das baleias jubarte, são baleias saltadoras. Adoram saltar. Serve para comunicação, ao que tudo indica”, explicou.
A especialista também afirma que a água que molhou a família na verdade faz parte do processo de respiração da baleia. “O ar quente que sai dos pulmões e condensa na superfície fazendo este vapor”, completou.
Orientações para observar baleias
A portaria 117/96 do Instituto do Meio Ambiente (Ibama) define regras relativas à prevenção do molestamento de cetáceos encontrados em áreas brasileiras.
Veja algumas regras abaixo:
Respeite as distâncias de aproximação embarcada (desligar ou colocar os motores em neutro a 100 metros);
nunca avance bruscamente na direção das baleias;
não se aproxime por detrás das baleias, nem intercepte o seu curso, mantenha-se afastado em posição lateral;
não separe grupos de baleias ou mães de filhotes;
nunca religue os motores sem avistar claramente os animais na superfície;
não faça ruídos desnecessários, nem jogue qualquer objeto na água;
não permaneça junto às baleias por mais de 30 minutos.
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O convênio entre o Governo do Pará e a Associação Lar São Francisco de Assis na Providência de Deus completa dois anos possibilitando atendimento médico por meio do Barco Hospital Papa Francisco e São João Paulo II. Assinado em 19 de agosto de 2019, a iniciativa oferece assistência por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) a usuários em regiões do Pará mais remotas e com dificuldades de acesso.
Sob a coordenação do Frei Joel Souza, a embarcação conta uma equipe de 28 profissionais, abriga salas para raio-x, mamógrafo, ecocardiograma, teste ergométrico, sala cirúrgica, laboratório de análises, farmácia, sala de vacinação, consultórios médicos, oftalmológicos, odontológicos e leitos para internação.
“Desde o início estou participando desse projeto, um sonho que se tornou realidade. O Barco Hospital Papa Francisco tem uma missão muito importante na vida das pessoas da região. Na realidade, vejo que ele é um grande impulsionador de juntar pessoas de bem, através do Governo do Estado como parceiro, de voluntários, de cada secretaria de saúde nas cidades que nos acolhem e nos apoiam e juntos realizam conosco cada expedição e cada missão”, pontua o Frei Joel Souza.
No primeiro ano de trabalho, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), a embarcação realizou mais de 50 mil atendimentos em diversas comunidades ribeirinhas da bacia amazônica. Já nos meses de fevereiro a maio de 2021, com a segunda onda de Covid-19, o barco atendeu exclusivamente pessoas com suspeita da doença, além de auxiliar na transferência de casos mais graves. No período, foram contabilizados 21.769 atendimentos de casos suspeitos ou confirmados de contaminação por coronavírus.
Em junho, a unidade retomou seu perfil para atender nas áreas de cirurgia, dermatologia, pediatria, clínica geral, oftalmologia, radiologia e odontologia, registrando 35 454 pessoas atendidas.
Ainda em junho, a equipe da unidade iniciou a ação “Fila Zero Cirurgias” – integrante do projeto do Governo do Estado, por meio da Sespa e em parceria com os municípios, de levar atendimento às cidades que mais necessitam e zerar a fila de cirurgias eletivas de baixa e média complexidade. Os pacientes são os cadastrados a partir da fila de cada município, na faixa etária de 7 a 45 anos, sem comorbidades. A estimativa é realizar em torno de 35 a 40 procedimentos por ação, com duração de cinco dias em cada município e mais dois para deslocamento.
O titular da Sespa, Rômulo Rodovalho, elogia o trabalho da embarcação. “Os serviços do barco hospital Papa Francisco, em parceria com a Sespa, contribuem na missão do Governo do Estado de levar saúde por todo o Pará, especialmente nas localidades onde o acesso é mais difícil. Nesses dois anos de trabalho, milhares de pessoas foram atendidas e, durante a pandemia, o atendimento preventivo salvou muitas vidas diante do risco da Covid-19. Prestamos nossos agradecimentos aos profissionais de saúde e voluntários do barco hospital, bem com ao apoio das prefeituras municipais que os receberam”, salienta.
Uma das comunidades atendidas pelo barco é localizada no município de Aveiro, na região Tapajós, onde mora a paciente Eliam Mota de Oliveira. “A parceria é maravilhosa e de muita importância para a gente que mora distante, que não tem uma certa acessibilidade para ir, então o barco veio. Muitas pessoas fizeram cirurgia e vários outros procedimentos profissionais com as mãos abençoadas, a equipe em geral. Estão de parabéns e esperamos que, em nome de Jesus, possam vir outras vezes para somar cada vez mais com nosso município. Nós só temos a dizer muita gratidão”, afirmou.
Nas próximas semanas o Barco Hospital Papa Francisco e São João Paulo II deve cumprir o seguinte itinerário:
20 a 25/08 – Belterra
03 a 08/09 – Óbidos
23 a 28/09 – Prainha
08 a 13/10 – Monte Alegre
22 a 27/10 – Almeirim
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No final de 2020, após 48 dias de trabalho, uma das maiores expedições de limpeza marinha do mundo conseguiu extrair toneladas de plástico do oceano no que é conhecido como Grande Mancha de Lixo do Pacífico. O Ocean Voyages Institute, uma organização sem fins lucrativos para ajudar a preservar os oceanos, organizou a missão.
A Grande Mancha de Lixo do Pacífico é uma espécie de filme de terror, produzido pela geração atual. Esta área remota do oceano, entre a Califórnia e o Havaí, é um vórtice, onde o lixo gira em pilhas nas águas do oceano. Esse lixo consiste em uma enorme quantidade de plásticos derivados da pesca, assim como plásticos descartáveis, que se acumulam na área, formando ilhas inteiras de itens de descarte.
O site ecosfera.com informa que “a expedição de limpeza do instituto conseguiu extrair impressionantes 103 toneladas de lixo do oceano. Os objetos que mais apareceram na coleção foram equipamentos de pesca comercial e redes fantasmas”.
Estas redes são responsáveis por parte da indecente pesca incidental que assola os oceanos do planeta, entre muitos outros absurdos. Como esperado, diz o site, a equipe da expedição encontrou vários esqueletos de tartarugas emaranhados nos escombros — um sinal de que as toneladas de lixo despejadas no oceano estão causando danos abismais aos ecossistemas marinhos.
Mary Crowley, fundadora e CEO do Ocean Voyages Institute, comentou: “Excedemos nossa meta de capturar 100 toneladas de plásticos de consumo tóxicos e redes fantasmas abandonadas. Nestes tempos difíceis, continuamos ajudando a restaurar a saúde de nosso oceano, o que influencia nossa própria saúde e a do planeta. Os oceanos não podem esperar que essas teias e detritos se decomponham em microplásticos que prejudicam a capacidade do ecossistema de armazenar carbono além de envenenar a frágil teia alimentar”.
Estima-se que 80 mil toneladas de plástico ainda permaneçam na lixeira. A equipe espera organizar a próxima expedição de limpeza com mais três navios, trabalhando por meses para coletar mais lixo, que será levado à terra para reciclagem.
A CEO ainda completou seu relato: “Não tenho dúvidas de que nosso trabalho é tornar os oceanos mais saudáveis para o planeta e mais seguros para a vida selvagem marinha, já que essas redes nunca mais prenderão ou prejudicarão uma baleia, golfinho, tartaruga ou recife”.
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O estaleiro holandês Heesen Yachts acabou de liberar sua maior embarcação no mercado: o megaiate a motor Galactica Super Nova, de 70 metros.
Com arquitetura naval de Van Oossanen Naval Architects, o megaiate foi inteiro construído em alumínio. Promete ser uma das embarcações mais rápidas do mercado, devido ao formato de casco de deslocamento rápido, reduzindo a resistência ao arrasto em até 20%. Essa tecnologia possui uma consequência muito proveitosa: a diminuição de potência necessária para atingir uma determinada velocidade, de acordo com informações da marca.
O interior foi assinado pela Sinot Yacht Architecture & Design, que define seu conceito como clássico e contemporâneo. As linhas externas são resultado da expertise de Espen Øino International.
A ideia no design interno era criar uma estética elegante. Assim, projetou-se um salão principal que consiste em três áreas distintas: uma sala de estar, uma biblioteca semicircular com lareira e uma área de jantar. A mesa é para oito pessoas e é cercada por armários baixos — tudo calculado para criar um ambiente aconchegante.
O pernoite é para o máximo de 12 pessoas, divididas em seis camarotes: uma suíte para o proprietário (com banheiro privativo, box amplo com chuveiro e sala com escritório privado), um camarote VIP (que fica no convés superior e inclui escritório privativo e lounge, o qual pode ser adaptado para um camarote privativo para funcionários), dois camarotes duplos e dois camarotes gêmeos (todos com banheiro privativo).
Os convidados podem desfrutar de várias espreguiçadeiras, um bar, refeições ao ar livre e áreas de estar. Outro aspecto muito trabalhado pelos designers foi a conexão entre interior e exterior, e, para isso, foram instaladas portas de vidro deslizantes entre os ambientes. Desta forma, quem está no convés superior tem plena visão de quem está no terraço, e vice-versa.
O convés de proa do Galactica Super Nova também é diferenciado: ele é multifuncional. O espaço de descanso para banhos de sol pode ser transformado em um heliporto, bem como um cinema ao ar livre nos períodos noturnos.
O convés principal, por sua vez, é marcado por um espaço de lazer com assentos, onde, à noite, a iluminação LED proporciona um ambiente relaxante e uma piscina infinita — outra com fundo de painéis de vidro, os quais permitem a entrada de luz no clube de praia do convés inferior — e jatos de hidromassagem.
A iluminação e o sistema de som à prova d’água podem ser sincronizados com o clube de praia para criar uma zona de festa dupla. No clube, encontra-se outro bar, um lounge elegante, e duas plataformas dobráveis de natação. À noite, esse espaço se transforma em uma boate com iluminação LED.
Por fim, o desempenho se dá através de três motores a diesel MTU, com o total de 16 145 hp.
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Trabalhando em conjunto com a Nexus Fuels, de Atlanta, e Tommy Nobis Enterprises, de Marietta, no estado norte-americano da Geórgia, a Yamaha Rightwaters pretende devolver mais de 4,5 toneladas de polietileno e folhas de plástico de polipropileno aos seus materiais básicos antes do final do ano. A ação servirá como uma prova de conceito para um programa nacional planejado para reduzir o desperdício de plástico nos cursos de água do país.
Funcionários da Yamaha discutiram o projeto em detalhes para uma audiência de conservacionistas, pescadores e legisladores na Kenai Classic Roundtable on Recreational Fishing, em 18 de agosto de 2021.
“O apoio da Yamaha à ação de conservação começou há quase três décadas com a Kenai River Sportfishing Association (KRSA) e seus esforços para conservar o Kenai e outros rios no Alasca”, disse Martin Peters, que lidera as iniciativas de sustentabilidade para a Yamaha US Marine Business Unit. “A tradição de conservação levou à criação do programa de sustentabilidade Yamaha Rightwaters em 2019, e é mais apropriado que anunciemos nossa mais recente iniciativa Yamaha Rightwaters durante a Kenai Classic Roundtable on Recreational Fishing, um evento fundado pela KRSA e Yamaha em 2013 como um fórum nacional para discutir as questões e políticas que afetam a pesca recreativa”.
“A água impulsiona todos os programas da Yamaha Rightwaters”, continuou Peters. “Criamos a Yamaha Rightwaters para resolver problemas que afetam a água limpa da qual todos dependemos. Polietileno e polipropileno constituem grande parte do lixo plástico em nossos oceanos, afetando a vida marinha que ali vive. Vemos esse esforço para manter os plásticos fora de nossos oceanos e aterros sanitários, e um passo para garantir estoques sustentáveis e saudáveis de peixes em nossos rios e oceanos”.
A Yamaha desenvolveu um programa de logística reversa para devolver as capas de proteção de alguns construtores de barcos, revendedores varejistas e duas de suas instalações de produção de barcos, Skeeter Boats, de Kilgore, no Texas, e Yamaha Jet Boat Manufacturing, de Vonore, no Tennessee. Os materiais serão enviados para Tommy Nobis Empresas, que vão separar plásticos recicláveis de outros materiais, como zíperes de plástico, cordões e ilhós. A Tommy Nobis Enterprises enviará então o material – conhecido como matéria-prima na indústria de reciclagem – para a Nexus para processamento em matérias-primas, que variam de gases a ceras. Essas matérias-primas serão utilizadas para outros produtos.
“Os esforços de sustentabilidade da Yamaha Rightwaters estão empurrando a indústria naval para um novo plano de conservação, e a equipe Nexus está otimista e entusiasmada com esta iniciativa de reciclagem de plásticos”, disse Jean Jordan da Nexus Fuels. “Esperamos que juntos possamos validar este programa piloto e expandi-lo em um futuro próximo”.
“Quando vimos o processo de pirólise do Nexus em funcionamento no ano passado, ficamos entusiasmados e sabíamos que esta era a melhor solução possível para esses materiais, alguns dos quais são difíceis de reciclar com outros métodos porque são uma mistura dos dois materiais, ambos polietileno e polipropileno”, disse Peters. “Nexus é a única operação que comprovou de ponta a ponta que pode pegar economicamente os resíduos plásticos da Yamaha Marine e convertê-los em polímero circular virgem com parceiros como Chevron Phillips e Shell Chemical”.
“Claro, há um custo”, disse ele. “Parte do objetivo do piloto é determinar como reduzir o custo da logística reversa para que possamos criar um programa nacional para todo o sistema”, finalizou.
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A Sedna Yachts acaba de entregar mais uma lancha. Trata-se da Sedna 42 HT, da coleção Yachts da marca, que irá navegar pelos mares de Caraguatatuba, no litoral Norte de São Paulo.
Com 13,20 metros de comprimento, o modelo foi pensado para oferecer harmonia e sofisticação em todos os ambientes. O teto solar é um de seus destaques, oferecendo mais conforto, principalmente em intempéries climáticas.
O convés principal traz layout tradicional, com sofá em L e chaise no cockpit, banco duplo para piloto e copiloto no posto de comando, além de espaço para refeições e área gourmet na popa, separada por uma porta de correr, que permite setorizar os espaços ou promover mais convivência entre os passageiros.
Na cabine, o modelo conta com sala de estar, cozinha, suíte e banheiro social. Pode acomodar até 13 convidados, além do piloto, em passeios diurnos, e seis em pernoite. A motorização de centro pode ir de 600 a 760 hp de potência.
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A Flexboat confirmou presença na próxima edição do São Paulo Boat Show, que foi lançada no mês passado, durante coquetel na capital paulista. O maior salão náutico da América Latina acontecerá de 4 a 9 de novembro, no São Paulo Expo, reunindo os principais lançamentos e destaques do setor.
“A expectativa é muito grande porque com a pandemia, salão náutico virtual, a gente tava doido pra voltar o Boat Show… E com a data programada pra novembro, a gente que acredita que grande parte das pessoas estarão vacinadas, o que é uma garantia de sucesso pro evento”, disse Jaime Alves.
A marca levará duas novidades para o salão náutico: Flex 1100 Open com exclusividade e o Flex 680 cabinado, lançado no ano passado. “Eu acho que essas duas unidades vão agregar muito ao estande”, afirmou Phillipe Alves, filho de Jaime.
Assista à entrevista completa que Jaime Alves e Phillipe Cândido Alves concederam à repórter Dani Marcondes durante o coquetel de abertura do evento:
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Desde que a BRP adquiriu a Alumacraft, em 2018, a equipe tem se concentrado em levar às pessoas novas experiências de navegação e aventuras na água. É um compromisso baseado na expertise técnica, habilidade de design e engenhosidade mundialmente renomada da BRP. Reforçando esse compromisso, a empresa apresenta os novos barcos Alumacraft Pro Series 2022.
Projetado para ajudar as pessoas a encontrar sua liberdade de pesca, o Pro Series atualizado apresenta assento ergonômico aprimorado para maior conforto, maior número e tamanho de compartimentos de armazenamento e opções de cores expandidas para uma aparência atraente e única. O novo Alumacraft Pro Series visa atender às exigentes demandas de pescadores em qualquer nível, de iniciantes a profissionais.
Os bassboats Alumacraft Pro Series são conhecidos por seus conveses amplos, estabilidade e espaço de armazenamento para o equipamento necessário para um dia sem complicações na água.
A Alumacraft redesenhou o convés da proa para incluir compartimentos de armazenamento ainda maiores que acomodam varas de até 2,5 metros. Além disso, os compartimentos de armazenamento de bombordo e estibordo são 25% maiores e há duas áreas de armazenamento de equipamento adicionais para as iscas.
“Quer seja uma aventura planejada ou uma viagem repentina, pescar é mais do que a emoção de uma grande pesca, é um modo de vida”, disse Grant Wildgrube, gerente de estratégia de produto da Alumacraft. “E esse estilo de vida não é apenas uma questão de fuga, é uma questão de viver verdadeiramente e encontrar sua liberdade de pesca. Os barcos Alumacraft cumprem essa promessa, e agora com ainda mais conforto”.
Os assentos foram otimizados para 2022, com foco específico na ergonomia. A forma, a densidade e o posicionamento de todos os bancos foram aprimorados para oferecer melhor conforto durante todo o dia para longos dias na água. Isso inclui alterar o formato dos assentos da cabine de comando para fornecer mais apoio para a parte superior das costas e para os passageiros, alterar o formato do assento fundido para eliminar os pontos de pressão.
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O 11º episódio da temporada de Loucos Por Barcos foi ao ar ao vivo nesta quarta-feira, 18 de agosto. Um bate papo descontraído semanal sobre os temas náuticos mais pedidos pelos leitores e seguidores.
NÁUTICA e seletos convidados debateram qual o melhor tipo de lancha para você: CABINADA ou PROA ABERTA?
O bate-papo contou com grande troca de informações sobre barcos, sempre com a interação em tempo real dos telespectadores por meio das redes sociais e o chat do YouTube.
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O estaleiro finlandês Axopar acaba de apresentar seu mais novo conceito: o Axopar 22 Spyder, que, de acordo com os profissionais envolvidos no projeto, foi pensado para diversão e para a exploração do mar de diferentes formas, que vão além da navegação.
Com apenas 7,2 metros de comprimento, a pequena lancha está entre os menores barcos presentes no porto da Milan Yachting Week. Ela foi projetada para ser pequena e fácil de manobrar, ao mesmo tempo que suporta motores de popa de até 200 hp.
Outro foco abordado pelo estaleiro é a facilidade de manobras da embarcação para proprietários menos experientes, e, ainda assim, exceder os 45 nós de velocidades sem problema técnico algum.
O convés da embarcação é modular e, para isso, foram disponibilizados três layouts diferentes, que permitem que o proprietário escolha a área de popa à medida de sua preferência. A versão padrão inclui um banco para duas pessoas, a segunda alternativa é um sofá em U que acomoda até seis pessoas, e a terceira é um compartimento de armazenamento múltiplo, com quatro lugares.
Depois de todo esse avanço, a Axopar, em parceria com a Jobe, decidiu desenvolver ainda mais o design do Axopar 22 Spyder. Foi assim que surgiu o Revolve XXI, totalmente dedicado aos esportes aquáticos — mais uma variação da lancha.
Este barco foi equipado com pacote Jobe Experience, que inclui uma grande variedade de equipamentos para esportes aquáticos, um kit completo Aero Yarra SUP, rede Axopar x Jobe, cabo de reboque e dois coletes salva-vidas Jobe.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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O Projeto Atlas é mais uma novidade do estaleiro Turquoise: com 84,45 metros (276 pés), o megaiate é fruto da colaboração entre o estaleiro e grandes nomes da arquitetura e design naval, como Harrison Eidsgaard.
O designer tinha poucas, mas complexas instruções. Um dos resultados mais impressionantes na embarcação — e fruto da expertise do profissional — foi o avanço da plataforma de 84 metros com elementos adicionais, como “recursos de vida exclusivos e um exterior progressivo, mas atemporal, com um poço de elevador central e garagem à frente”.
O layout interno é marcado por janelas do chão ao teto, que inundam os espaços com luz natural. Ele também é fluido entre as áreas privadas do proprietário e os espaços adicionais para hóspedes e tripulantes. Para isso, os conveses foram projetados em camadas, bem como o clube de praia e a plataforma de natação à popa.
Nesse local, os convidados podem usufruir da piscina central e da zona de convívio, além de ampliar o espaço com as plataformas hidráulicas de ambos os lados — o tamanho máximo, quando as plataformas se expandem, é de 75 metros quadrados. Outra opção, ainda, é converter toda essa área em cinema.
Ao subir as escadas, de ambos os lados, os hóspedes se deparam com uma área de estar elevada e local de refeições central.
O acesso ao convés principal se dá de duas formas: através de uma escada, normalmente, ou através de um elevador na porção interior do megaiate. Nesse andar, encontram-se uma jacuzzi, um bar e uma área de jantar de popa.
As linhas externas, também desenhadas Harrison Eidsgaard, são acentuadas pelas linhas que se curvam da proa para a popa, projetadas para passar a impressão de que o Projeto Atlas impulsiona-se para a frente, mesmo quando ancorado.
O megaiate de 2 300 toneladas tem suposta velocidade máxima de 17 nós, proporcionadas pelo par de motores Caterpillar 3516C. A capacidade de alojamento é para 12 convidados.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Os organizadores da série de corridas E1 revelaram o visual final da aclamada lancha elétrica Racebird. Ela foi projetada pela fundadora da Seabird Technologies, Sophi Horne, em colaboração com o experiente time de arquitetos do estúdio Victory Design — especializado na construção de barcos de corrida e lazer.
Apesar de já ter liberado algumas prévias, o projeto final acabou mudando detalhes. O aspecto extremamente futurista foi levemente atenuado, mas sem remover a imagem moderna por completo. O arco longo, acompanhado de hidrofólios angulares e perfil fazem parte do design Racebird.
Ainda não foi revelado em que pé está a potência no desempenho da embarcação, mas sabe-se que um motor elétrico ligado a uma unidade Mercury Racing já é uma realidade. Mesmo com um perfil longo, a lancha tem 7 metros, ou 22 pés.
A lancha foi construída em fibra de carbono e pesa 750 kg, que, de acordo com o construtor, facilitará a performance da embarcação para alcançar velocidade máxima de até 50 nós.
Embora a nova série de corrida E1 seja a prioridade atual da Seabird, ela também planeja lançar uma versão de lazer maior no futuro, com espaço para seis passageiros e um suposto alcance de 50 milhas náuticas.
A fundadora espera disponibilizá-los tanto como compras privadas quanto como uma rede de clubes de compartilhamento de barcos, onde as pessoas podem contratá-los por hora ou dia, com um capitão, se necessário.
A série de corrida E1 deve ser lançada em 2022, com 10 corridas, em diferentes locais ao redor do mundo. Serão aceitas até 12 equipes para competir em Racebirds idênticos, em cursos apertados perto da costa. Londres, Mônaco, Nápoles e Barcelona foram todos citados como locais em potencial.
Sophie Horn (centro) foi uma das principais designers por trás do Racebird
A competição está sendo promovida por Alejandro Agag, fundador da série de carros elétricos de corrida Fórmula E, em parceria com Rodi Basso, um engenheiro elétrico apaixonado pelo mar e pela inovação, com formação em Fórmula 1 e NASA.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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O vencedor da America’s Cup, Emirates Team New Zealand, se comprometeu a desenvolver chaseboat movido a hidrogênio. Também está pressionando para que isso seja incluído nas regras oficiais para a 37ª America’s Cup, o que significa que todas as equipes e os organizadores terão que usar tecnologia semelhante.
Dado que os AC75 da America’s Cup mais recentes podem atingir velocidades superiores a 50 nós, as metas de desempenho para essas novas embarcações movidas a hidrogênio serão impressionantemente altas.
A Emirates Team New Zealand diz que já está trabalhando em um protótipo de metalização em sua instalação de North Shore, em Auckland, com a assistência da AFCryo, uma especialista em criogenia, com sede em Christchurch, que fabrica sistemas de energia de hidrogênio.
Para fornecer densidade de potência suficiente, o hidrogênio precisa ser armazenado como um líquido sob alta pressão e em temperaturas muito baixas em tanques especialmente isolados chamados criostatos. “Pretendemos realmente conduzir a curva de desenvolvimento de tecnologia nova e limpa”, disse o CEO da Emirates Team New Zealand, Grant Dalton.
“É nossa esperança que possamos fazer uma mudança sísmica para a energia do hidrogênio e uma declaração livre de emissões para a indústria naval.” A notícia chega três meses depois de Grant Dalton revelar que ele é o proprietário do primeiro McConaghy MC63p Foiling Powercat.
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A Marinha do Brasil emitiu um alerta de ventos fortes, de Sudeste a Leste, de até 61 km/h entre o litoral do Rio Grande do Norte e do Maranhão. O alerta é válido até 9h de sexta-feira (20).
A Capitania dos Portos do RN recomenda que as embarcações de pequeno porte “evitem a navegação” e que as demais embarcações “redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores, casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e demais itens de segurança”.
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Alguns dos modelos que estarão presentes no tão aguardado Cannes Yachting Festival deste ano foram anunciadas. O evento, que vai de 7 a 12 de setembro, contará com quase 600 barcos de 430 expositores. Veja, na lista, alguns destaques:
O novo carro-chefe da construtora italiana Azimut deve fazer sua estreia em Cannes. Descrito como “três conveses mais um”, o Azimut 38m Trideck apresenta design exterior de Alberto Mancini e interiores de Achille Salvagni.
Projetado para um “proprietário contemporâneo” com máxima flexibilidade, o interior 300GT do superiate pode ser organizado em várias configurações para incluir o número máximo de seis camarotes de hóspedes.
Motopanfilo
O primeiro casco do modelo de iate Motopanfilo de 37 metros da Benetti, inspirado na década de 1960, está programado para estrear em Cannes depois de ir para a água pela primeira vez em julho.
Apresentando um exterior “clean-cut” por Francesco Struglia, o Motopanfilo conta com um convés de observação acima do hardtop, que é descrito como um “quarto convés, íntimo” para observar as estrelas. O interior contemporâneo, entretanto, foi escrito por Lazzarini Pickering Architetti.
Z72
A quinta unidade do estaleiro holandês Zeelander, carro-chefe da série Z72, também fará sua estreia no evento. Ostentando motores Volvo IPS 1350 triplos, o estaleiro promete velocidade máxima de 40 nós.
A embarcação de 22 metros foi a primeira da série a ser vendida a um proprietário italiano, já que as quatro anteriores foram entregues aos Estados Unidos. O design exterior do Z72 foi escrito por Cor D Rover, em colaboração com a equipe interna de Zeelander, criando um “design exterior atemporal”, de acordo com o estaleiro.
WHY200
O iate de 27 metros da Wally WHY200 está programado para aparecer em Cannes depois de ser revelado pela primeira vez ainda em janeiro de 2021. Ele foi projetado pelo próprio fundador da Wally, Luca Bassani, em colaboração com o departamento de engenharia interno do Grupo Ferretti.
O WHY200 possui 200 metros quadrados de espaço total, incluindo um convés superior de 22 metros quadrados e um de 100 metros quadrados. A arquitetura naval é cortesia de Laurent Giles NA, enquanto o interior foi escrito por A. Vallicelli & C Studio.
Panam
Entregue em 2021, o Panam é um superiate de 40 metros, construído pelo estaleiro italiano Baglietto. Vendido pela primeira vez em 2018, o Panam apresenta um estilo “elegante e agressivo” assinado por Francesco Paszkowski.
O interior 340GT, por sua vez, foi projetado por Margherita Casprini. A acomodação é para o total de 10 pessoas, incluindo uma suíte máster com largura total no convés principal, além de hammam (sala de banho turco) privativo. Outras características incluem um clube de praia que se abre em três lados e uma garagem semi-flutuante.
O superiate Flexplorer Aurelia, do estaleiro Cantiere delle Marche, também é um dos confirmados na lista de Cannes. A embarcação de 39,4 metros foi construída em aço e alumínio, com um projeto da HydroTec.
Ela apresenta baluartes dobráveis no convés traseiro, que se dobram para bombordo e estibordo, com o intuito de criar um “convés infinito”. Ainda no convés de popa, um guindaste A-Frame permite o lançamento de um tender de 8,5 m, pesando até 3 500 kg.
RJ 130
O primeiro superiate explorador RJ 130, de 40 metros, de Cantiere delle Marche RJ, atingiu a água pela primeira vez no início de 2021. O primeiro modelo da linha RJ da CdM foi projetado pelo estúdio Francesco Paszkowski Design.
A arquitetura naval é um desenho da HydroTec. O RJ 130, descrito como um “explorador de luxo”, oferece acomodação para 12 pessoas e uma “silhueta elegantemente austera”.
Solaris 111
Lançado pela Solaris Yachts em 2020, o primeiro iate à vela Solaris 111, de 33,77 m, ganhou o nome de CeFeA, e compareceu ao Les Voiles de Saint-Tropez durante sua primeira temporada.
A arquitetura naval é de Soto Acebal, enquanto o design de interiores é um projeto do estúdio MYT, com sede em Mônaco. O CeFeA é descrito como uma “máquina de corrida com os verdadeiros confortos de um iate premium” pelo construtor.
Mangusta 104 REV
Lançado em junho de 2021, o Mangusta 104 REV, de 31,8 metros, fará sua estreia no Cannes Yachting Festival. O casco é o primeiro dos novos modelos Maxi Open do estaleiro, e é construído com materiais compostos para um “aspecto esportivo e linhas esguias”.
Desenhado por Igor Lobanov, o iate oferece acomodação para 10 pessoas e pode atingir velocidades máximas de 35 nós, de acordo com os construtores.
Drifter Cube
O Nautor’s Swan’s Drifter Cube é o segundo casco da série de iates à vela Swan 98, do estaleiro finlandês Nautor’s Swan. Projetado pelo veterano designer do Swan German Frers, o próprio German Frers, o iate de 30 metros será usado tanto para vela, com foco no lazer, quanto para corrida. O interior do Drifter Cube foi escrito por Misa Poggi.
Numarine 37XP
Depois de seu lançamento em agosto de 2021, o primeiro Numarine 37XP Explorer ganhou o privilégio de estrear mundialmente no Cannes Yachting Festival 2021. Projetado pelo próprio estaleiro em parceria com Can Yalman, o 37XP apresenta arquitetura naval de Umberto Tagliavini, e design de interiores escrito por Hot Lab. Enquanto isso, o interior do 344GT oferece acomodação para um total de 12 pessoas, divididas em seis camarotes.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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A técnica batizada de “berçário de corais”, semelhante ao reflorestamento, foi desenvolvida por um biólogo na Jamaica que procurava por um meio de salvar o mar do Caribe. Ao descobrir que as águas locais só tem 1/6 da cobertura de corais restante, o profissional não pensou duas vezes antes de “arregaçar as mangas”.
A situação alarmante foi comprovada pelos cientistas do Global Coral Reef Monitoring Network. Eles examinaram 90 locais diferentes pelos mares caribenhos, junto com as algas, corais, ouriços, moluscos e, claro, peixes. O resultado foi confirmado: um cenário caótico.
Frente a um problema do tipo e sem quaisquer previsões de iniciativa pública, o biólogo marinho Andrew Ross desenvolveu um projeto de recuperação na Jamaica, exatamente como se estivesse reflorestando o solo marinho. Ele conta que o processo é frequentemente chamado de jardinagem de corais, e é parecido com a silvicultura, ou seja, a restauração de habitats florestais.
A empresa de Ross, a Seascape Caribbean, é uma corporação ativa no trabalho de proteção aos corais, o que facilitou muito a iniciativa do biólogo. A empresa colhe pequenas quantidades de material vivo dos recifes selvagens e os leva para viveiros, onde eles crescem e se propagam, gerando novos corais.
Nos berçários, os corais encontram um ambiente mais seguro e rápido para se propagar, já que estão longe de alguns de seus principais inimigos naturais: algas, sedimentos, lesmas e vermes predadores.
Após este processo (que leva em média de 10 a 12 meses), os corais são replantados no solo do oceano, onde conseguem restaurar o ecossistema. Geralmente os viveiros são montados próximos aos locais onde será feito o replantio dos novos corais.
Essa preocupação com os corais caribenhos é resultado de uma prática que se mantém há décadas, todas fruto da ação humana. Foram anos de pesca predatória sem nenhum tipo de regulamentação, esgoto sendo jogado no oceano, além de dejetos e lixo despejados no mar. Além disso, o Furacão Allen também foi outro grande golpe sofrido pela Jamaica em 1980, o pior a atingir a região nos últimos 100 anos. O fenômeno acabou com os recifes de corais da região.
Como se já não fosse suficiente, a acidificação das águas dos oceanos — proveniente do aquecimento global — é um agravante de peso neste caso. Apesar de prejudicar toda a vida marinha, a destruição dos corais representa uma ameaça ainda maior, já que eles desempenham o papel de ecossistema marinho mais importante. Cerca de 1/4 de todas as espécies de peixes dependem deles para sobreviver.
Com a diminuição dos corais, muitos peixes típicos do local também sumiram das praias jamaicanas. Um grande exemplo é o do peixe papagaio: sem ele, há um crescimento desordenado de algas, que sufocam e matam os corais. É a chamada dinâmica de populações, que, por um desequilíbrio, tem acabado com a vida marinha do Caribe.
Peixe Papagaio
Quase como um reconforto, o mercado turístico já tem percebido que, se não contribuir com a divulgação de um turismo sustentável, ele poderá perder milhões de dólares em um futuro bem próximo. E foi com esse pensamento que o Goldeneye Hotel e Resort, na praia de St. Mary, se tornou um dos maiores investidores dos berçários de corais, em parceria com a Seascape Caribbean.
Uma das atrações criadas pelo hotel foi a visita ao projeto, inclusive, em que os visitantes podem participar da iniciativa, plantar um pedaço de coral e depois acompanhar através de fotos, enviadas por e-mail, o crescimento da nova vida.
Confira abaixo o vídeo da Seascape Caribbean, mostrando o trabalho realizado com os berçários na Jamaica:
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Inspirado na deusa grega da luz, Theia, o estúdio de design britânico D-iD lançou seu mais novo megaiate, batizado com o mesmo nome: Theia. Ele tem impressionantes 77 metros (ou 252 pés).
O conceito principal é perceptível logo de cara: a conexão do mundo interior com o exterior é marcada pelo uso de vidros extensos em todas as janelas e superfícies externas da embarcação, inundando o espaço com luz natural, de acordo com o estúdio.
Ainda nessa percepção, outros pontos muito reiterados pela própria D-iD são uma única linha curva em negrito na parte traseira da superestrutura e as linhas nítidas e limpas que marcam o restante do design.
Com cinco conveses, Theia foi preenchido com vários espaços sociais e de entretenimento — seja pensando na família ou nos amigos a bordo. O convés superior é marcado pela presença de uma jacuzzi, conectada a varias áreas de estar, ao passo que o convés inferior ganhou uma grande varanda traseira, que se transforma em um heliporto.
Um dos conveses foi pensado para atender exclusivamente às necessidades do proprietário: ele conta com com a suíte máster, dois camarins, dois banheiros, um escritório e um salão mais à popa. A porção direcionada ao lazer, ainda neste andar, conta com áreas privativas ao ar livre, um terraço traseiro com bar, área para refeições e mesas também ao ar livre.
O convés principal, onde estão as acomodações, foi projetado para incluir dois camarotes VIP, uma sala de jantar de largura completa — onde se deleitam 14 convidados — e um salão que leva a um bar externo. A piscina também se encontra nesse convés, mais à ré, cercada por espreguiçadeiras e por uma plataforma de natação.
Outros dois camarotes de hóspedes e um de solteiro foram alocados no convés inferior, ao lado da área de spa. É nesse local que os convidados encontrarão mais uma jacuzzi, sauna a vapor (no estilo hammam), sala de massagem, sauna comum e academia.
No total, a embarcação abriga um total de 12 pessoas, além dos 18 tripulantes. Quanto à propulsão, o proprietário poderá escolher entre propulsão à diesel híbrida ou convencional. O estaleiro promete velocidade máxima de 16,5 nós, velocidade de cruzeiro de 12,5 nós e alcance de 5 mil milhas náuticas.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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A Necker Island, localizada nas Ilhas Virgens Britânicas – que fazem parte de um arquipélago vulcânico do Caribe -, é uma das ilhas mais sustentáveis do mundo. Adquirida nos anos 1970 pelo bilionário Richard Branson, fundador da Virgin Galactic (empresa de voos espaciais), a região é onde o empresário mora até hoje.
Nela, Branson promove uma série de atividades de preservação ambiental, com uso de carros elétricos para os hóspedes, programa de reprodução para animais selvagens ameaçados e uso de energia 100% renovável, à base de painéis solares e turbinas eólicas.
Para continuar promovendo a sustentabilidade, Branson, que recentemente se tornou o primeiro bilionário a realizar um voo comercial rumo ao espaço, decidiu inovar nos uniformes de sua equipe, todos feitos com garrafas de plástico pós-consumo e lixo marinho reciclado. A iniciativa é feita em colaboração com os especialistas em roupas ecologicamente corretas da marca Oceanя, que transformam esses resíduos em um tecido usável feito de poliéster reciclado.
O novo uniforme já evitou que quase 20 mil garrafas de plástico fossem parar em aterros sanitários. O processo de reciclagem de tecido requer 86% menos água do que a fabricação normal do poliéster, e a fabricação consome 70% menos energia do que o poliéster comum.
Como resultado, as vestimentas são altamente respiráveis, possuem FPS 50 (fator de proteção solar) e secagem rápida.
As mudanças na ilha tiveram início em 2017, após a passagem do furacão Irma, que devastou a estrutura de Necker. Com a necessidade de recomeçar do zero, o empresário enxergou na região a possibilidade de investir em ações mais ecológicas. Hoje, a meta é que a ilha seja carbono-zero até 2030.
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A Leopard Yachts, uma marca italiana icônica do início dos anos 70, foi relançada pela Seven Stars Marina & Shipyard, perto de Pisa. Andrea Bacigalupo, um dos arquitetos navais originais do Leopard, voltou às origens e projetou o casco aerodinâmico da nova linha.
O interior e as adições em cada iate individual de 36 metros são totalmente personalizáveis, com os corretores de Mônaco, TWW Yachts, supervisionando os contratos e a construção.
Foi a partir dessa estrutura que Davide Mugnaini, CEO da Seven Stars Marina and Shipyard, afirmou: “Estamos muito focados em manter a exclusividade da Leopard Yachts. Estaremos construindo um, dois, talvez três iates todos os anos, e cada barco será feito sob medida, de acordo com as necessidades do proprietário. Estamos trazendo conosco tudo da marca antiga, ao mesmo tempo que mudamos e adaptamos tudo para o futuro. As linhas icônicas, a melhor engenharia, bem como o alto desempenho e velocidade são as principais características de nossa estratégia futura”.
Na sequência, Carlo Pittis, o gerente da marca, ainda completou, explicando que “simplesmente pegar o nome e usá-lo seria fácil. O que planejamos fazer é aprimorar e revigorar os melhores aspectos do Leopard para oferecer ao cliente algo realmente especial”.
A história da Leopard Yachts começou em 1907, com a criação do estaleiro Giuseppe Picchiotti e Figli. Somente em 1973 que a família por trás do estaleiro decidiu trabalhar em colaboração com o arquiteto naval Paolo Caliari, criando o primeiro iate Leopard.
As embarcações eram celebradas por sua velocidade, confiabilidade, conforto e elegância. A partir de 2000, os mais novos modelos da Leopard Yachts foram construídos no Estaleiro Tombolo, localizado no Canale dei Navicelli entre Pisa e Livorno.
Em 2019, a Seven Stars Marina & Shipyard adquiriu o Estaleiro Tombolo — quando o CEO Davide confirmou seu fascínio de longa data pelos iates Leopard. “A Seven Stars é especializada na criação de embarcações feitas sob medida para proprietários exigentes. Com o Leopard, a importância de relançar uma marca italiana de renome tornou o desafio ainda mais interessante”, ele completou.
Mugnaini tem mostrado grande afinco e respeito pela história da marca italiana desde então: ele chegou a viajar para Gênova, com o intuito de conhecer um dos designers do estaleiro desde 2000, e descobriu que os projetos da Leopard Yachts nunca deixaram de ser aperfeiçoados.
“Tínhamos um respeito mútuo pela história do Leopard,” afirmou Mugnaini. “Combinado com o know-how técnico da Seven Stars, a nossa colaboração no relançamento da Leopard Yachts se tornou um ato de amor”.
A gama recentemente revivida será produzida no estaleiro Tombolo, pela Seven Stars, onde foi construída historicamente. Os primeiros 36 metros estarão prontos para atingir a água apenas 24 meses após a assinatura, e diz-se que este modelo possui interiores contemporâneos e mais eficientes que o original.
“Nenhum Leopard construído pela Seven Stars Marina & Shipyard será idêntico. Nossa abordagem é verdadeiramente artesanal e feita sob medida. Os proprietários potenciais recebem uma tela em branco, caso desejem instalar uma banheira de hidromassagem ou redesenhar completamente os espaços interiores do iate”, complementou Carlo Pittis. “A nova gama apresenta dimensões e elementos que não são encontrados em outros iates deste tamanho e tipo. Por exemplo, a grande suíte do proprietário no convés principal, ou o espaçoso clube de praia à ré, que estarão todos no mesmo nível, com apenas um degrau no meio”
Os próximos iates Leopard de 24m e 46m oferecem opções igualmente atraentes para proprietários em potencial. O primeiro será esportivo e compacto, enquanto os espaços do último optarão pelo conforto.
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A Boston Whaler, construtora de barcos de pesca dos Estados Unidos, apresentou uma nova versão de seu carro-chefe 420 Outrage. O lançamento aconteceu em virtude dos 50 anos desde que o original foi lançado pela primeira vez no mercado.
A nova edição oferece os mesmos recursos do modelo original, mas com a tecnologia mais recente, estilo atualizado e uma gama de novas opções. Em homenagem, a embarcação foi batizada de 420 Outrage Anniversary Edition.
“Com base no orgulhoso legado do nome Outrage, a 420 Outrage Anniversary Edition combina conforto e capacidade superiores, com estilo aprimorado e desempenho insuperável”, disse o presidente da Boston Whaler, Nick Stickler. “É um poderoso cruzador offshore de próxima geração que representa o futuro da marca Whaler. Estamos ansiosos para que os velejadores experimentem”.
A nova edição traz motores Mercury FourStroke Verados V12, de 600 hp e pilotagem por joystick. Com uma capacidade de combustível de 700 galões, ele capacita os navegadores a viajarem distâncias significativamente maiores, sem ter que parar e reabastecer.
A estrutura de capota rígida preta dá ao 420 uma aparência elegante e sofisticada, que combina com a nova costura do estofamento — projetada para contrastar com o esquema de cores em cinza marinho. No interior, as cores mais escuras e os acabamentos atualizados, incluindo detalhes metálicos, tornam o espaço maior e mais convidativo.
Os navegadores também podem escolher entre várias cores laterais do casco pintadas e quatro cores de gelcoat abaixo do hardtop. Mecanismos pintados de forma personalizada completam a aparência com cores coordenadas.
Além de seu apelo estético, o Outrage também é uma plataforma de pesca offshore com todos os recursos e opções para dar aos pescadores uma vantagem competitiva.
O centro de preparação de iscas inclinado inclui um livewell isolado de 40 galões, pia de água doce, gavetas de armazenamento de equipamento, bancada de superfície sólida, geladeira e churrasqueira elétrica. Um livewell adicional de 24 galões pode ser encontrado no canto a bombordo da popa.
Para obter mais vantagens de pesca, o flybridge opcional inclui um posto de comando completo, com tela VesselView e acelerador e câmbio DTS. Além disso, ainda foi equipado com um banco para três passageiros, com almofadas retráteis individuais, e uma área de descanso superior à frente do leme.
O 420 Outrage tem comando com estilo reforçado e assentos de fileira acompanhante (a bombordo e estibordo), que giram para a popa. Uma almofada inclinada na parte dianteira da estação de preparação também se converte para formar um banco corrido para três pessoas, fornecendo uma segunda fileira de assentos atrás do posto de comando. Um banco rebatível na popa oferece capacidade extra de assento, se necessário.
Abaixo do convés, grandes janelas laterais se abrem e persianas permitem a entrada de muita luz natural. Uma cama dupla conversível e um sofá-cama conversível proporcionam espaço para quatro pessoas dormirem confortavelmente.
A Boston Whaler planejou uma série de eventos para lançar o novo modelo, com eventos nos mais variados locais ao longo da Costa Leste dos Estados Unidos. O primeiro deles será em agosto, na cidade de Nova York, que incluirá uma reunião especial de volta ao lar em Quincy, Massachusetts. Lá, o modelo Outrage original, de 50 anos, ainda está em uso pelo Laboratório Biológico Marinho.
A jornada terminará em outubro, no Fort Lauderdale International Boat Show. Veja mais detalhes no vídeo abaixo.
Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.
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Com sete anos de mercado e já presente em 10 países, o estaleiro pernambucano NX Boats segue ampliando seu plano de exportações e visa terminar o ano de 2021 com 40 unidades de 25 a 40 pés exportadas. Os principais destinos são Estados Unidos, Suíça, Turquia, Paraguai e Chile. Seguindo o ritmo em 2022, a previsão é aumentar as exportações em, pelo menos, 50%.
A marca mantém, na Turquia, um centro de distribuição e assistência técnica que atende parte da Europa e da Ásia, ampliando sua participação no mercado exterior.
Um dos modelos que já marcam presença fora do Brasil é a NX 340 Sport Coupé, lançada no São Paulo Boat Show 2020. A lancha já está presente na Europa em uma personalização especial Cirrus Gray.
Com total aproveitamento de espaço, a NX 340 Sport Coupé acomoda 16 pessoas em passeios diurnos e quatro em pernoite. Para isso, a cabine tem duas camas de casal, sendo uma de proa e outra à meia-nau, além de um espaço social com mesa ao centro, de uma cozinha completa e de um bom banheiro com box.
Além de desenvolver produtos pensando em inovação, tecnologia, sustentabilidade, design, esportividade, conforto e sofisticação, a NX Boats também busca soluções de design interior e exterior revolucionários em cada uma das suas categorias de lanchas, desde de seu modelo de entrada, a NX250 Sport Design, passando por toda linha NX Séries e chegando na futura Flag Ship NX48 Invictus.
O estaleiro vem crescendo exponencialmente tanto em estrutura quanto em participação de mercado com a ampliação de sua fábrica (sede própria) no país, localizada em Jaboatão de Guararapes, no Recife, de onde sairão os próximos lançamentos.
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