Barcos Incríveis: Conheça a nostálgica história do veleiro Cangrejo

Construído na década de 1940, o veleiro Cangrejo é resistente e já participou de diversas competições

Por: Redação -
25/01/2023

Barco clássico e com muitas histórias para contar, o veleiro Cangrejo é um dos veleiros mais antigos que ainda se encontra em uso no Brasil.

 

O veleiro Cangrejo ganhou um vídeo na série Barcos Incríveis, mostrando todos os seus detalhes originais, como a alavanca do leme, a cama para duas pessoa no bico de proa e peças da estrutura feitas em aço, como as três cavernas em volta do mastro.

 

Thiago Marques, o proprietário dessa joia em forma de barco, tem planos para uma reforma, em breve, no veleiro Cangrejo. A embarcação argentina foi construída em 1940.

 

Em seu interior, todo feito de madeira, são encontrados alguns detalhes especiais, como uma pequena placa que traz, em inglês, a mensagem “ninguém é perfeito, exceto o capitão”.

Mais do que ganhar uma regata, a gente está preocupado em fazer uma regata bonita, com as manobras bem feitas e com a tripulação harmônica – Átila Bohm, comandante

Com 41 pés, a embarcação já participou tanto de competições na região de Buenos Aires, carregando uma bandeira da Argentina, quanto no Brasil, ostentando nossa bandeira. Uma das mais recentes regatas foi a Copa Mitsubishi de Vela, em 2022.

 

Conheça mais detalhes dessa famosa embarcação no novo episódio da série Barcos Clássicos. Abaixo, confira o vídeo completo.

 

 

Náutica Responde

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    Diferente do trator normal, o gafanhoto pode parecer uma máquina esquisita, mas é muito útil

    Por: Redação -
    24/01/2023

    O trator gafanhoto é um veículo com altura bem diferente dos tratores comuns que levam embarcações. Embora possa parecer uma máquina esquisita e extremamente alta, o veículo é extremamente útil no dia a dia das marinas.

     

    No entanto, muita gente ainda não sabe como ele funciona e nem qual o motivo de utilizar esse gigante em marinas de praia. Para acabar com essas dúvidas, o novo episódio do Náutica Responde traz o consultor técnico de NÁUTICA Guilherme Kodja para apresentar as principais diferenças do trator gafanhoto.

     

    Explicamos ainda quais as vantagens de se usar esse veículo no transporte entre a garagem náutica e a água do mar. Assista ao episódio completo no vídeo abaixo:

     

     

    Você também tem uma dúvida técnica sobre o mundo náutico? Envie sua pergunta para nossa equipe no formulário do Náutica Responde, que você encontra nesta página, logo abaixo.

     

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      Vem aí o Rio Boat Show 2023, com o melhor do mundo náutico na Marina da Glória

      De 29 de abril a 7 de maio, a 24ª edição do evento reunirá lançamentos, equipamentos e acessórios para barcos

      Por: Redação -

      O belo cenário da Baía de Guanabara vai abrigar mais uma edição de sucesso do Rio Boat Show – o maior salão náutico outdoor da América Latina. Em 2023, o tradicional evento carioca chega à 24ª edição.

      O Rio Boat Show reunirá os principais lançamentos e destaques do mercado náutico, assim como diversas atrações para os visitantes.

      Realizado de 29 de abril a 7 de maio, o Rio Boat Show 2023, sem dúvida, tem o clima perfeito para os apaixonados por náutica.

       

      Os visitantes terão a vantagem de ver os barcos em seu habitat natural, pois o salão será realizado na Marina da Glória, com embarcações na água. Compradores ainda podem ter a chance de fazer o test drive de barcos na Baía de Guanabara.

      Lanchas, iates, veleiros, catamarãs, jets, infláveis, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico estarão reunidos em um só lugar.

       

      Serão nove dias de interação entre clientes e os principais players do setor. Dessa forma, é a chance perfeita para fabricantes, distribuidores e revendedores terem um contato mais próximo com quem ama navegar, exibindo seus barcos, produtos e soluções náuticas.

      Barcos reunidos para exposição no Rio Boat Show

      Um desfile náutico noturno pela Baía de Guanabara encanta os visitantes e é um dos pontos altos da festa, bem como experiências na água, atrações musicais e projetos inclusivos.

      Coquetel de lançamento Rio Boat Show

      O coquetel de abertura do Rio Boat Show 2023 acontece no dia 31 de janeiro, reunindo representantes das principais marcas do setor. Na ocasião, Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica, apresentará a 24ª edição do salão náutico carioca, com o propósito de apresentar as novidades do salão em primeira mão.

       

      Em sua edição mais recente, em 2022, o salão náutico do Rio reuniu mais de 35 mil visitantes. Foram cerca de 180 embarcações comercializadas e R$ 253 milhões em negócios gerados.

       

      Para garantir a sua vaga como expositor em mais uma edição de sucesso do Rio Boat Show, entre em contato com o Boat Show pelo telefone (11) 2186-1068 ou e-mail [email protected].

       

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        Antigo porta-aviões, rejeitado no Brasil e na Turquia, começa a se afastar da costa brasileira

        Grande embarcação que seguia vagando pelo nosso litoral causou até impasse no governo brasileiro

        23/01/2023

        O antigo porta-aviões São Paulo começou a ser retirado do Porto de Suape, em Recife. A grande embarcação estava “vagando” pela região do Nordeste brasileiro, até que a Marinha brasileira reassumiu o controle da situação.

        É no casco da grande embarcação onde se encontra o grande problema, já que ali foram encontrados altos níveis de amianto, uma substância química muito forte, capaz de causar grandes estragos ao meio ambiente.

         

        Assim, o porta-aviões São Paulo foi rejeitado e proibido de atracar em quaisquer portos do Brasil.

        Porta-aviões São Paulo navegando no mar

        Como começou o impasse pelo porta-aviões São Paulo

        A embarcação que serviu a França, foi comprada pela Marinha brasileira em 2000 e atuou até 2004. Depois de um grave acidente em maio daquele ano, o porta-aviões passou por uma série de reformas.

         

        Mas, em 2012, um grande incêndio atingiu a embarcação. Assim, a partir de 2014 o porta-aviões deixou de navegar definitivamente foi atracada na Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro. Depois de algumas tentativas de venda, o São Paulo foi arrematado em um leilão, em 2021, pela empresa turca Sök Denizcilik Tic Sti (Sök).

         

        No final de agosto do ano passado, o porta-aviões, saído do Rio de Janeiro, estava a caminho da Turquia. No momento em que havia chegado próximo do Estreito de Gibraltar, o governo turco proibiu a atracação do porta-aviões, ao saber dos níveis de amianto presente na embarcação. Como resultado, a partir deste impasse começou a saga de navio vagando pelo Atlântico.

         

        Além disso, na cláusula de venda do porta-aviões, o governo francês criou uma lista de estaleiros exclusivos para realizarem o desmonte do porta-aviões e somente eles poderiam escolher, dificultando ainda mais a história.

        O porta-aviões São Paulo, quando esteve atracado no Brasil

        Desse modo, impedido de chegar à Turquia, o porta-aviões São Paulo voltou para as águas brasileiras, com destino a Pernambuco. Neste momento, o governo pernambucano acionou a Justiça Federal para impedir tal ato, visando proteger o litoral do estado.

         

        Multa alta e indecisão de destino

        Na decisão tomada pelo órgão, o porta-aviões estava impedido de se aproximar do litoral brasileiro e haveria uma multa diária de R$ 100 mil tanto ao governo federal quanto à empresa que agencia a embarcação.

        A volta do porta-aviões — que consome cerca de 20 t de combustível diariamente — às águas brasileiras funcionou como um pedido de ajuda, já que os donos turcos afirmavam estar com poucos recursos para cuidar da manutenção da embarcação. Dessa forma, por não ter como sustentar mais o alto nível de gasto, logo depois a empresa internacional renunciou à propriedade do porta-aviões.

         

        Com o propósito de proteger a costa pernambucana, desde o último dia 19, o São Paulo está sendo movimentado para longe. Duas embarcações da Marinha acompanham todo o traslado do porta-aviões.

        Porém, nem a Marinha brasileira, nem Zilan Costa e Silva, o representante da MSK Maritime Services & Trading, responsável pela navegação entre o Brasil e a Europa, informam o destino do porta-aviões. Outro mistério acerca da embarcação é saber quem pagará por mais esse transporte.

         

        Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

         

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          Enjoo no mar: veja mitos e verdades e o que comer se estiver mareado

          Estômago vazio ou tomar refrigerante amenizam ou contribuem para o mal estar a bordo? NÁUTICA te explica!

          Por: Redação -

          Quem costuma ficar sentir enjoo no mar sofre do que os médicos chamam de “cinetose” ou “enjoo do movimento”. Porém, nem todo mundo vai enjoar da mesma maneira em um passeio de barco.

           

          Há os que sentem apenas uma leve zonzeira, enquanto outros desabam logo nos primeiros balanços do barco. Estes, em geral, padecem do mal desde a infância, quando até as curvas de uma estrada sinuosa ou certos brinquedos de ação do parquinho de diversões transformavam-se em pesadelos instantâneos.

          A diferença é que, naqueles casos, bastava parar e descer. Já num barco fica mais difícil e, por isso, é preciso estar preparado para lidar com a própria propensão a enjoar. Antes de mais nada, é preciso saber que dormir pouco, beber muito ou comer exageradamente antes ou durante a saída de barco são um atalho certeiro para ficar mareado.

          Enjoo no mar: o que é mito e o que é verdade?

          Embarcar de estômago vazio evita o enjoo no mar: Mito! O certo é alimentar-se normalmente antes, mas apenas com refeições leves. Fugir de alimentos lácteos também ajuda a evitar o enjoo.

           

          Fechar os olhos diminui o desconforto causado pelo enjoo: Verdade, porque cessa o conflito entre as informações vindas da visão e do labirinto.

           

          Beber refrigerante alivia a náusea, já que provoca arrotos: Mito. As bebidas gasosas aumentam a sensação de estômago cheio e, por isso, fazem o enjoo no mar piorar.

           

          É possível habituar-se ao balanço dos barcos: Verdade, porque com o tempo e as saídas frequentes de barco, o organismo se adapta aos estímulos que provocam o enjoo do movimento.

           

          Os medicamentos são inúteis depois que o enjoo já começou: Verdade. Eles devem ser tomados preventivamente antes dos estímulos conflitantes que desencadeiam o enjoo. Depois, pode ser difícil até reter o medicamento no estômago.

           

          Bebês não sofrem de enjoo causado pelo movimento: Verdade! Crianças recém-nascidas não têm, ainda, o sentido da visão completamente desenvolvido e, por isso, não sofrem com o “equívoco” das informações e não ficam mareados.

           

          Conversar evita enjoar no mar: Mito. Conversar apenas distrai. Mas pode atenuar o desconforto se a pessoa ficar olhando para fora do barco e não para a outra pessoa diretamente.

           

          Pilotar o barco é bom para combater o enjoo: Verdade. O piloto tem o controle parcial da situação e isso ajuda a diminuir o conflito de informações que gera o enjoo.

           

          O que pode e o que não pode comer

          Fique de olho em quais comidinhas e bebidas podem fazer bem — ou bem mal — para os mareados.

          LIBERADO QUANDO HÁ ENJOO NO MAR:

          • pão
          • bolacha água e sal
          • banana
          • melão
          • granola
          • arroz
          • água sem gás
          • suco de fruta
          • água de coco

           

          EVITE QUANDO HÁ ENJOO NO MAR:

          • salgadinhos
          • biscoitos em geral
          • doces em geral
          • carne
          • maionese
          • camarão
          • cerveja
          • refrigerante
          • bebidas destiladas

           

          Consultor técnico: Guilherme Kodja

           

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            Superiate personalizado por empresário tem deque de 160m²

            Entregue em 2020, Severin*S tem DNA italiano, comporta 12 passageiros e está disponível para fretamento

            22/01/2023

            O superiate Severin*S atrai muitos olhares por onde navega. O destaque principal da embarcação, que recebe até 12 convidados, é um deque personalizado com 160 metros quadrados de área, onde há uma luxuosa piscina, um bar completo e um grande espaço para os banhos de sol.

             

            Quando foi entregue ao seu proprietário milionário — um alemão do ramo imobiliário –, há dois anos, o maior objetivo dele era ter uma embarcação para sua diversão. Hoje, o superiate está disponível para fretamento, navegando pelo belo Mar Mediterrâneo.

            Com 55 metros, o Severin*S foi desenhado por Francesco Paszkowski, famoso yacht designer que projeta barcos há mais de 30 anos. A construção ficou a cargo do estaleiro italiano Baglietto, enquanto Margherita Casprini cuidou da criação dos sofisticados interiores.

             

            Ao misturar um tom azul escuro do casco com a estrutura branca, o superiate apresenta um elegante contraste. A embarcação tem mobília refinada, com detalhes de materiais preciosos, em tons terrosos quentes. Há ainda um elegante elevador em mármore, para conectar os deques.

            O barco abriga até 13 tripulantes, cinco camarotes e uma sala que pode ser configurada como uma cabine extra, uma sala de massagem ou ainda uma brinquedoteca, a depender do gosto do freguês.

            Mais dedicado aos passeios familiares, o Severin*S tem velocidade máxima de 14 nós. O valor semanal do fretamento da embarcação (pela Westport Yachts) começa em 320 mil euros, cerca de R$ 1,8 milhão (valores consultados em janeiro de 2023).

             

            Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

             

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              Conheça a frota de embarcações de Sergey Brin, cofundador do Google

              Empresário do ramo tecnológico é amante de embarcações e possui frota bem completa e sofisticada

              21/01/2023

              Além de estar no ranking das pessoas mais ricas do mundo, o cofundador do Google Sergey Brin possui em sua lista de bens um elegante iate sofisticado, conhecido por Butterfly. A embarcação fica atracada em um porto na cidade de Redwood City, na Califórnia.

              Com mais de 130 pés, o Butterfly é um projeto da Danish Yachts e pode acomodar confortavelmente até oito pessoas. Normalmente, seus tripulantes ficam praticando algum esporte aquático na Baía de Redwood.

               

              Entretanto, o cofundador do Google possui não apenas este iate, como também diversas outras propriedades aquáticas.

              Em outras palavras, Sergey de fato possui sua própria frota de embarcações, conhecida como “Fly Fleet”.  Ela é composta por veículos e iates de luxo, totalmente voltados para a prática de esportes aquáticos.

               

              Só para exemplificar, o maior investimento do cofundador do Google se chama “Dragonfly” e é um superiate com cerca de 240 pés de comprimento. Para entreter seus ocupantes, até um cinema foi instalado.

              Em segundo lugar vem a “Butterfly” e, fechando o trio de embarcações, há a “Firefly”, que além de ser mais para o recreio, tem um perfil menor do que suas irmãs.

               

              Além disso, a lista de barcos do cofundador do Google ainda é composta por motoaquáticas, kiteboards e botes menores.

               

              Todos esses brinquedos aquáticos menores foram projetados pela Kai Concepts, uma startup especializada nesse tipo de veículos de alta tecnologia.

               

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                Marinha proíbe jets e outros barcos a motor em praia de Vila Velha

                Medida assinada pela Capitania dos Portos do Espírito Santo foi publicada no último dia 18 e já está em vigor

                20/01/2023

                A Praia da Sereia, em Vila Velha, não permite mais embarcações motorizadas em sua orla. A proibição segue uma nova norma da Capitania dos Portos do Espírito Santo. O documento assinado pelo comandante Alexsander Moreira dos Anjos descreve lanchas, jets e outros tipos de barcos como embarcações proibidas de navegar nesta área.

                No entanto, a região ainda pode ser navegada por barcos movidos a vela ou a remo, desde que mantenham-se a 100 metros da arrebentação das ondas, para a segurança dos banhistas.

                 

                Segundo os fiscais, a norma que torna algumas embarcações proibidas é necessária porque a área da Praia da Sereia é sensível ao tráfego de embarcações motorizadas.

                 

                O setor técnico do estado do Espírito Santo alega que a Enseada da Sereia é um espaço relativamente pequeno e atualmente frequentado por muitos banhistas. Desse modo, a navegação de barcos motorizados diminuiria o nível de segurança da sociedade.

                Fica proibido o tráfego de embarcações motorizadas na Enseada da Sereia. Já o tráfego de embarcações com propulsão tanto a vela quanto a remo, continuam sendo permitidas, desde que respeitem a distância de 100 metros da arrebentação das ondas na praia – Norma do Diário Oficial da União

                Reprodução: Google Earth

                Confira as embarcações proibidas de frequentar a Praia da Sereia:

                • Iate
                • Moto aquática (jets)
                • Lancha com motor
                • Escuna
                • Barco motorizado

                Embarcações permitidas na Praia da Sereia (respeitando o limite sobre a arrebentação):

                • Veleiro
                • Caiaque
                • Canoa
                • Windsurf
                • Stand-Up Paddle
                • Kitesurf

                 

                Quem descumprir a nova norma da Marinha sobre embarcações proibidas na Praia da Sereia está sujeito a multa de até R$ 3.340 e poderá ter sua habilitação suspensa por até 12 meses. Entretanto, caso haja novo descumprimento, a habilitação náutica do navegador pode ser cancelada.

                 

                Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                 

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                  "Gunther: O Cachorro Milionário" estreia dia 1 de fevereiro e mostra bens luxuosos do animal e polêmicas ao redor dele

                  Por: Redação -

                  Iate, mansões e até jatinhos estão na lista de bens do herdeiro de uma condessa. Entretanto, o felizardo, que atende pelo nome de Gunther, tem quatro patas e não sabe falar. A surreal história dele virou uma minissérie da Netflix: “Gunther: O Cachorro Milionário”.

                  Serão quatro episódios que mostram o luxo, excentricidades e toda a polêmica que envolve um pastor alemão que é o cão mais rico do mundo, em uma história cheia de reviravoltas.

                  Cão mais rico do mundo, Gunther aguarda a refeição em mesa de luxo, enquanto chef de cozinha segura seu prato

                  A Netflix divulgou recentemente o trailer de “Gunther: O Cachorro Milionário”. O vídeo (assista abaixo) mostra muitas cenas do cotidiano do cachorro. Uma delas chama a atenção: Gunther e o CEO da sua empresa, o farmacêutico Maurizio Mian, a curtir os luxos de um iate que o estaleiro italiano Cantieri di Pisa construiu.

                   

                  https://youtu.be/uQoP-hu49Mk

                  Conheça o iate do cachorro milionário

                  A embarcação de propriedade canina ficou pronta em 1999. É um dos sete modelos da linha 34S, que, em seguida, ganhou o nome de Spyk. O iate possui cerca de 108 pés e acomoda confortavelmente até oito convidados, mais o ilustre cachorro milionário.

                  Vista aérea do iate de Gunther, o cachorro milionário, mostrada pela netflix

                  Entretanto, o iate do cão mais rico do mundo foi recentemente colocado à venda na Tailândia, ao preço de US$ 2,5 milhões — o equivalente a R$ 13 milhões (valores convertidos em janeiro de 2023).

                  Iate Spyk navegando no mar

                  Gunther já comprou mansão da Madonna

                  Entre outros confortos que o cachorro milionário possui (através de uma empresa em seu nome), estão, por exemplo: um avião particular Bombardier CL-600-2B16 Challenger 601, mansões sofisticadas espalhadas por Itália e Estados Unidos. Uma dessas propriedades, inclusive, o cachorro comprou da cantora Madonna, ao custo de US$ 7,5 milhões, no ano 2000.

                   

                  Em meio às excentricidades que envolvem o cão mais rico do mundo, Gunther tem não só um quarto com vista para as águas de Biscayne Bay, em Miami, como também uma luxuosa cama de veludo vermelho. Da mesma forma, ele ainda foi dono de um grupo musical, montado por Maurizio, e de equipes esportivas de futebol e de natação.

                  Imagem mostra Gunther, o cachorro milionário, deitado no chão. O pastor alemão tem porte grande, está com orelhas levantadas e boca aberta

                  O cachorro milionário na verdade atende pelo nome de Gunther VI. Ele é bisneto de Gunther III, que teria recebido uma bela herança da condessa alemã Karlotta Liebenstein, logo após a morte dela, em 1992.

                   

                  Segundo Maurizio, Karlotta, anteriormente, determinou, em testamento, que todo seu dinheiro seria destinado ao cachorro e descendentes dele, a fim de garantir todas as regalias que pudesse às futuras gerações caninas de seu amigo de quatro patas.

                   

                  A fortuna de Gunther hoje é estimada em US$ 400 milhões — mais de R$ 2 bilhões, na cotação atual.

                   

                  Um dos próximos lançamentos da plataforma de streaming, o documentário sobre Gunther estreia no dia 1º de fevereiro na Netflix.

                   

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                    Feadship faz o lançamento técnico de megaiate próximo de Amsterdã

                    Estaleiro retirou a embarcação de 83 m na região de Marwede na manhã do último dia 17

                    19/01/2023

                    Foi lançado no último dia 17, o novo megaiate do estaleiro holandês Feadship. Com o nome de Projeto 712, a embarcação possui cerca de 83 metros de comprimento e seu lançamento técnico ocorreu nos arredores de Roterdã.

                    Graças ao seu desenho único, projetado pela De Voogt Naval Architects, o Projeto 712 disponibiliza três decks de popa espaçosos ao ar livre. Há também varandas dobráveis no beach club.

                    Como a previsão do estaleiro para entregar a embarcação é somente no ano que vem, agora o megaiate foi transportado para as instalações da empresa em Aalsmeer, próximo de Amsterdã. Lá ele será equipado com seus principais itens dos espaços internos, sob a responsabilidade da Sinot Yacht Architecture & Design.

                    Entre este ano e o próximo, a Feadship irá concluir outros cinco projetos. Grande parte deles é de megaiates com mais de 67 metros de comprimento. Entre eles está o Feadship Van Lent, com cerca de 119 metros.

                     

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                      Maior veleiro do mundo, Silenseas é apresentado pela Orient Express

                      Embarcação de mais 200 metros de comprimento, iniciará suas viagens em 2026

                      A Orient Express anunciou a construção do maior veleiro do mundo: o Silenseas. Com 220 metros de comprimento, há muito luxo e sofisticação no projeto desenvolvido pela rede de hotelaria Accor em parceria com a Chantiers l’Atlantique, empresa do ramo naval.

                      O projeto tem uma forte inspiração na antiga Era de Ouro da Riviera Francesa. Para acomodar confortavelmente seus convidados, o maior veleiro do mundo tem 54 suítes, além da suíte presidencial, com tanto requinte quanto as outras.

                       

                      Já o lazer pode ser encontrado no terraço, nas piscinas — uma delas, olímpica — ou em um dos restaurantes.

                      É  um barco projetado para tornar os sonhos realidade, uma vitrine para o melhor do savoir-faire francês – Sébastien Bazin, presidente e CEO da Accor

                       

                       

                      Há também o Anfiteatro-Cabaret e um estúdio de gravação. Dessa forma, os navegantes do maior veleiro do mundo poderão ter novas experiências ao longo das viagens. Tratamentos de spa, viagens com paradas exploratórias e sessões de meditação estão inclusas.

                       

                       

                      O design é baseado no conceito SolidSail: três velas rígidas instaladas — quando içadas, ocupam 1.500 metros.

                       

                      Os mastros do maior veleiro do mundo são basculantes e podem atingir cerca de 100 metros de altura. Assim, em condições apropriadas, a embarcação conseguirá produzir e usar 100% da sua propulsão.

                      Combinando o sistema de propulsão híbrido movido a gás natural liquefeito, o Silenseas se tornará a embarcação de referência em termos de operação e design ecológicos – Laurent Castaing, diretor administrativo da Chantiers l’Atlantique

                      Além das velas, o Silenseas ainda conta com um sistema de energia eólica combinado com um motor movido a gás natural liquefeito, que pode receber moléculas de hidrogênio. Assim, as viagens marítimas do maior veleiro do mundo serão mais ecológicas.

                       

                      A decoração interior e o layout ficarão a cargo do arquiteto especializado Maxime d’Angeac. Já a Stirling Design International, empresa renomada de design, será responsável por cuidar da parte externa do projeto. O Silenseas teve ainda consultoria da empresa Hetland Maritime.

                       

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                        Barcos hidrofólios elétricos fazem sucesso na maior feira de tecnologia do mundo

                        Vários modelos de embarcações sustentáveis foram lançados na CES 2023, em Las Vegas

                        18/01/2023

                        Maior feira de tecnologia do mundo, a CES 2023 levou recentemente a Las Vegas, nos Estados Unidos, diversas novidades em produtos para o consumidor. Várias opções de barcos hidrofólios elétricos foram apresentados, chamando a atenção do público do evento.

                        O estaleiro sueco Candela levou ao seu estande a linha de barcos hidrofólios elétricos de até 28 pés. Seus barcos possuem diversos sistemas tecnológicos, os quais permitem que a embarcação gaste surpreendentemente 80% menos energia em velocidades mais altas, em comparação aos barcos comuns.

                         

                        Essas embarcações desenvolvidas pela fabricante sueca podem atingir cerca de 20 nós e não só têm emissão zero de poluentes, como também são extremamente silenciosos, privilegiando o conforto dos seus passageiros. Dessa forma, são boas alternativas para o meio ambiente.

                        Anteriormente, a empresa formalizou uma parceria com a fornecedora de baterias e sistemas elétricos Polestar.

                         

                        Do mesmo modo, a startup americana Navier, que tem sede na Califórnia, apresentou ao público o projeto da sua grande novidade: um barco hidrofólio de tamanho maior do que seus rivais. Já a Brunswick Corporation levou à CES seu novo motor de popa elétrico.

                         

                         

                        Para especialistas nesse assunto, o investimento na categoria de barcos hidrofólios elétricos tem como objetivo principal cuidar do meio ambiente, além de, claro, reduzir o gasto com combustível. Outro ponto positivo é que essas embarcações permitem passeios mais suaves e silenciosos.

                         

                        O que pode afastar o consumidor, agora, é o preço destes barcos. Tanto o modelo C-8, da Candela, quanto o N30, da Navier, começam seus valores próximo dos US$ 400 mil (cerca de R$ 2 milhões, conforme valores convertidos em janeiro de 2023).

                         

                         

                        Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                         

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                          Leandro Bonelle, da Kamell, revela novidades da marca no Loucos por Barcos

                          Empresa investiu para aumentar linha de produtos e hoje oferece mais de 1.500 produtos para barcos em seu catálogo

                          Por: Redação -
                          17/01/2023

                          Representando a distribuidora de acessórios para embarcação Kamell, Leandro Bonelle é o convidado da vez do Loucos Por Barcos. Em sua entrevista com Guilherme Kodja, Leandro afirmou ter havido um crescimento nas vendas da loja desde que a pandemia foi declarada. Com isso, sua linha de produtos foi expandida e a marca possui mais de 1.500 itens e acessórios para barcos em seu catálogo.

                           

                          Bonelle ainda revelou, no bate-papo, que o foco da empresa na última edição do São Paulo Boat Show foi apresentar aos estaleiros os inversores e carregadores da Victron Energy. Para conhecer mais detalhes dos próximos planos da empresa, confira a entrevista completa:

                           

                           

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                            Projeto sustentável da Universidade de Illinois traz solução criativa para combater escassez de água

                            Estudantes da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, publicaram recentemente um estudo para combater a escassez de água com uma solução criativa: transformar o vapor oceânico em água potável, com baixo impacto ambiental.

                            Cientistas fizeram a captura do ar saturado proveniente dos oceanos e que se perderia na atmosfera. Após passar por uma série de processos — entre eles: condensar, transportar e armazenar — foi possível fazer a dessalinização desse ar.

                            Temos de encontrar uma solução para termos mais água doce. Com os sistemas já existentes, não conseguiremos dar conta de responder as necessidades da sociedade – Praveen Kumar, professor da Universidade de Illinois

                            De acordo com a publicação, para a captura seria necessária a instalação, nos litorais, de superfícies verticais com 210 metros de largura por 100 metros de altura. Cada uma dessas estruturas seria capaz de extrair e “produzir” a quantidade de água potável necessária para abastecer cerca de 500 mil pessoas.

                            O professor Praveen Kumare a estudante Afeefa Rahman, autores do projeto. Foto: Fred Zwicky

                            As estruturas seriam movidas por placas solares construídas na parte terrestre ou por parques eólicos desenvolvidos em alto-mar.

                            Segundo estudos, as projeções climáticas mostram que, ao longo dos próximos anos, o vapor oceânico tende a aumentar. Dessa forma, mais água potável nós poderemos ter – Afeefa Rahman, coatura do estudo

                            O projeto sustentável pode ser uma ótima alternativa para garantir a segurança hídrica durante eventuais problemas com abastecimento de água, como poluição das águas e escassez de chuvas.

                            Os pesquisadores estimam que este sistema sustentável poderá fornecer cerca de 38 até 78 bilhões de litros de água por ano. Tanto Praveen quanto Afeefa acreditam que todo esse projeto será capaz de fornecer água fresca para as atuais e futuras gerações de forma economicamente viável.

                             

                            Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                             

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                              O evento, que reúne muitas famílias, acontece no mesmo dia em que o clube celebra 67 anos desde a sua fundação

                              16/01/2023

                              A XII Copa Kia Motors – Rally Náutico Yacht Club de Ilhabela 2023 será realizado no próximo dia 28 de janeiro, no litoral norte de São Paulo. Neste ano estarão disputando o prêmio as equipes Geral e Revelação.

                              Essa é considerada uma competição de regularidade e muitas famílias competem unidas, em suas respectivas embarcações. Segundo Alex Costa Pereira, comodoro do YCI, o principal objetivo do evento é a confraternização familiar.

                               

                              O evento acontece no mesmo dia em que YCI comemora mais um aniversário. Em 2023, o clube celebra 67 anos desde a sua fundação.

                              O custo de inscrição para participar da 12ª edição do Rally Náutico é de R$ 400 por embarcação com até quatro tripulantes. A cada tripulante extra serão cobrados R$ 120.

                               

                              Para mais informações sobre o evento, os interessados podem entrar em contato com o Yacht Club de Ilhabela pelo WhatsApp (12) 99641-1764 ou pelo e-mail: [email protected].

                              Esse Rally serve para as pessoas terem a vontade de estar competindo de uma forma bastante bacana e segura – Lourival Roldan, organizador do evento

                               

                               

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                                Eduardo Coelho, diretor comercial da Mercury Marine Brasil, apresenta o potente motor de popa V12 de 600 HP

                                Por: Redação -

                                Eduardo Coelho, diretor comercial da Mercury Marine Brasil, é o entrevistado nesta edição do Loucos por Barcos.

                                 

                                No bate-papo com Guilherme Kodja, ele comentou sobre o mais novo lançamento da marca: o potente motor de popa V12 de 600 HP, que foi o destaque da Mercury durante o São Paulo Boat Show 2022.

                                 

                                Eduardo explica também como funciona a nova tecnologia apresentada pela Mercury Marine: a rabeta direcional, em que a rabeta consegue ser virada de forma independente, enquanto o motor fica parado. Confira abaixo a entrevista completa em vídeo:

                                 

                                 

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                                  Interior do megaiate Wanderlust, da Silver Yachts, é revelado

                                  Confira as imagens de dentro da embarcação de 85 m, que foi entregue em outubro e está disponível para fretamento

                                  15/01/2023

                                  O estaleiro Silver Yachts realizou recentemente a entrega do megaiate Wanderlust, de 85 metros de comprimento. Disponível para fretamento, a embarcação teve as imagens de seu interior  divulgadas.

                                  O estilo do Wanderlust segue a linha da sofisticação, com um desenho moderno e limpo. Os criadores optaram por criar ambientes sociais que usassem bastante luz solar, dando um toque especial na criação.

                                  Esta é a segunda embarcação da linha Silver Loft, com o casco totalmente feito de alumínio. Espen Oino foi quem projetou toda a parte exterior desses modelos, sempre colocando uma aparência militar, com um convés de popa aberto e vidros triangulares no convés inferior.

                                  Reprodução: SYT

                                  Internamente há um jardim e uma área de loft no convés superior. Na frente deste jardim fica o salão principal, onde há uma tela de cinema, que pode ser conectada em uma câmera que fica na proa da embarcação. Na suíte principal há até um pequeno escritório.

                                   

                                  A embarcação conta ainda com churrasqueira e um solário, onde foi instalada uma jacuzzi. Com conforto e aproveitando as diversas áreas de estar, oito convidados e mais de 20 tripulantes viajam na embarcação.

                                  Um dos grandes destaques do modelo é um deck de popa de mais de 400 metros quadrados e que pode tanto armazenar uma embarcação de até 15 metros ou funcionar como um heliponto. Há também espaço suficiente para carregar e-foils, caiaques e brinquedos infláveis.

                                  Reprodução: SYT/ Guillaume Plisson

                                  O barco conta com dois motores MTU 400 IMO Tier II de 16 válvulas, que permitem ao Wanderlust atingir cerca de 23 nós na velocidade máxima.

                                   

                                  Seu alcance pode atingir quase seis mil milhas náuticas e graças às inovações tecnológicas, ele pode ficar longos períodos navegando no mar sem a necessidade urgente de reabastecer.

                                  A empresa Burgess é a responsável pelo fretamento do Wanderlust, que custa cerca de 900 mil euros, aproximadamente R$ 5 milhões (valores convertidos em janeiro de 2023).

                                   

                                  A Silver Yachts já está construindo outra grande embarcação, o Silver Edge de 79,5 metros, também pelas mãos de Espen Oino.

                                   

                                  Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                   

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                                    14/01/2023

                                    Considerado um dos melhores tenistas de todos os tempos, Rafael Nadal é o mais novo proprietário de equipe em uma categoria de barcos elétricos. O próprio tenista revelou que agora irá participar das disputas da categoria E1, composta por barcos 100% elétricos.

                                    O barco utilizado pelas 10 equipes da E1 é o RaceBird e possui a velocidade máxima em 93 km/h. O modelo conta com o sistema de hidrofólio, ou seja, o casco navega acima do nível da água, otimizando o uso da energia.

                                    Estou animado por me envolver em um projeto como o E1, por valorizar a sustentabilidade e ainda terá um impacto positivo na sociedade, especialmente nas comunidades costeiras – Rafael Nadal

                                     


                                    Ele ainda afirma que o espírito de competição abordado pela categoria E1, além de trazer a eficiência na mobilidade marítima é uma boa notícia para todo o oceano. Nadal, também vai participar do programa E1 Blue Action Programme, o qual restaura e cuida dos ecossistemas marinhos ao longo das orlas das cidades onde irão acontecer as oito etapas da competição.

                                     

                                     

                                    Outro esportista famoso que fará parte da E1 é o piloto de Fórmula 1 Sergio Pérez. Ele estará no comando do Team Mexico, um barco pintado nas cores da bandeira de seu país. Fora as equipes de Nadal e de Sergio Pérez, por ora há apenas a confirmação de mais uma equipe, chamada Venice.

                                    Falando com o Nadal, pude entender como a sustentabilidade e o oceano são a paixão dele. A missão principal da E1, além de acelerar a mobilidade sustentável, é também restaurar os ecossistemas marinhos. É isso que o Nadal e sua equipe têm em mente – Alejandro Agag, um dos co-fundadores da E1

                                     

                                     

                                    Segundo a equipe de produção da disputa, a primeira temporada da E1 deverá ocorrer ainda em 2023 e “nos próximos meses” serão revelados os oitos locais onde ocorrerão as etapas, assim como os demais times e os pilotos.

                                     

                                    Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                     

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                                      À frente do estaleiro carioca, que tem 30 anos de mercado, Leonardo Chiavazzoli comenta esforços para atender mercado internacional

                                      Por: Redação -
                                      13/01/2023

                                      Leonardo Chiavazzoli, proprietário da Lanchas Coral, é o convidado da vez no Loucos por Barcos. No bate-papo com Guilherme Kodja, o empresário conta que a empresa tem se dedicado a conquistar a certificação de seus produtos e da fábrica e comemora a segunda leva de barcos exportados para os Estados Unidos.

                                       

                                      O estaleiro carioca, que tem 30 anos de mercado, começou suas exportações em 2022. Leonardo conta que três lanchas de 26 pés e uma de 33 pés já tiveram a Flórida como destino.

                                       

                                      O empresário revela ainda que a Coral já possui uma programação para entregas de mais barcos para o mercado norte-americano. Confira abaixo a entrevista completa em vídeo:

                                       

                                       

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                                        Morador de Ilha Grande, ele sabe todos os segredos de navegação do paraíso náutico fluminense

                                        Por: Redação -

                                        Morador há mais de 20 anos da Ilha Grande — a maior da baía de Angra dos Reis, no Rio —, o mangaratibense Jota Barros conhece como poucos todos os cantinhos e segredos que esse aclamado paraíso náutico fluminense tem para oferecer para os navegadores.

                                        Dos pequenos vilarejos a baías tranquilas; das enseadas escondidinhas a praias de ilhas exuberantes; das pousadas aos restaurantes à beira-mar.

                                        A melhor maneira de conhecer a região é de barco – Jota Barros

                                        Jota — batizado de Jorge — navega pelo menos uma vez por dia por Angra, alternando entre passeios turísticos de barco e passeios com a família  — a mulher, Aline Resende, e o filho, o pequeno Joaquim.

                                        “Angra e Ilha Grande têm lugares mágicos, de águas calmas e cores variando entre o azul e o verde, rodeados pela Mata Atlântica. O único problema é que, quando você acha que encontrou a praia mais bonita, logo surge outra ainda melhor”, brinca Jota Barros, que já perdeu a conta de quantas horas navegadas na ilha tem registrado.

                                         

                                        Por consequência da sua reconhecida atuação de revelar, em fotos e vídeos nas redes sociais, os segredos de navegação das águas de Angra, Jota conquistou respeito e popularidade na Internet, com mais de 150 mil seguidores.

                                        A partir de agora, ao entrar para o time Influenciadores NÁUTICA, Jota Barros compartilhará conhecimento e a paixão náutica, a fim de levar informações e seus melhores momentos por meio das redes sociais de Náutica e das contas @jotabarrosig, @barcomanguesecoig e @lanchasilhagrande. Bem-vindo ao time, Jota!

                                         

                                        Você também quer fazer parte do time de influenciadores NÁUTICA? Envie um e-mail para [email protected] ou um direct para @revistanautica no Instagram.

                                         

                                        Náutica Responde

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                                          Com parada em Itajaí, regata de volta ao mundo The Ocean Race começará no dia 15

                                          Tradicional regata quebrará um recorde de distância na etapa que vem ao Brasil e deve ser finalizada em junho

                                          12/01/2023

                                          Considerada a maior regata transoceânica do mundo, a The Ocean Race vai ter a largada no próximo dia 15 de janeiro, na cidade espanhola de Alicante. A competição de volta ao mundo na vela terá a cidade de Itajaí (SC), cidade referência náutica no Brasil, como uma das paradas.

                                          Esta é a quarta vez que Itajaí recebe os competidores deste evento. Neste ano, a etapa que vem ao Brasil quebrará um recorde de distância: será a mais longa distância percorrida em uma única etapa, considerando os 50 anos do evento. Serão 12.750 milhas náuticas da Cidade do Cabo ao litoral catarinense, cruzando os oceanos Índico e Pacífico, para depois retornar ao Atlântico.

                                           

                                          A estimativa é de que os velejadores levem por volta de um mês navegando entre a Cidade do Cabo e Itajaí.

                                          E pela primeira vez em todos seus anos, a The Ocean Race receberá duas classes diferentes de embarcação. A IMOCA possui barcos de alto rendimento e além de disputarem o grande troféu do evento, farão a volta ao mundo.

                                           

                                          Já os da VO65 navegarão apenas pela Europa, em um trecho mais curto. Contudo, mesmo em um espaço menor, a regata terá uma disputa mais acirrada.

                                          No último sábado (7), a área que recebe os visitantes em Alicante foi aberta. Já no domingo (8), a In-Port Race reuniu os velejadores de cinco barcos da Classe IMOCA – categoria que terá a parada em Itajaí.

                                           

                                          Outros seis barcos da Classe VO65 estarão na competição iniciada em Alicante, mas farão apenas o circuito europeu. No final desta semana, será dada a largada oficial dos velejadores partindo da Espanha até Cabo Verde, no continente africano.

                                          Chegada em Itajaí

                                          Para receber a The Ocean Race, a Marina Itajaí realizou investimentos pesados em infraestrutura e logística não apenas para atender as equipes que participam da corrida — que contarão com uma grande Race Village, com todo o aparato para se prepararem para as próximas etapas da competição — como para receber os turistas e apaixonados em geral por este esporte.

                                           

                                          A movimentação na Marina Itajaí acontecerá entre os dias 29 de março e 23 de abril. A previsão de chegada dos velejadores em Itajaí é 1 de abril. Já no dia 21 do mesmo mês, eles farão a In-Port Race e em 23 de abril as embarcações partem para New Port, nos Estados Unidos.

                                           

                                          Diversas atividades de lazer para todos os públicos, com entrada gratuita serão disponibilizados na Vila da Regata brasileira. Também são esperados atrações culturais, simuladores, brinquedos, e palestras, entre outras atividades no local.

                                           

                                          Para o prefeito Volnei Morastoni, a realização de mais essa etapa da The Ocean Race consolida a cidade como polo náutico do Brasil, fortalecendo a economia do mar e o turismo de toda a região.

                                          É um evento que leva o nome de Santa Catarina e do Brasil para o pódio mundial – Volnei Morastoni, prefeito de Itajaí

                                          Pesaram a favor da escolha de Itajaí  o sucesso das últimas edições, em 2012, 2015 e 2018, além do carinho dos catarinenses com os velejadores e a boa organização daquelas etapas — na edição passada, Itajaí recebeu o título simbólico de a mais receptiva entre todas as etapas da The Ocean Race.

                                          Conheça o percurso da The Ocean Race

                                          O ponto de partida da The Ocean Race é em Alicante, em 15 de janeiro e com previsão de chegar a Cabo Verde no dia 19 de janeiro. Outras paradas serão realizadas em Cidade do Cabo (África), Itajaí, New Port (EUA), Aarhus (Dinamarca), Haia (Holanda), seguindo para Genova (Itália), local da grande final.

                                           

                                          A previsão é que a final da disputa aconteça em 25 de junho. Para conferir mais informações acerca das paradas e de todo o evento, acesse o site oficial da The Ocean Race.

                                           

                                          Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                           

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                                            A empresa russa Baikal Yachts Group apresentou ao público seus novos projetos: dois megaiates de 86 metros. O mais curioso dessa história é que ambos serão entregues para um mesmo cliente.

                                            As duas embarcações tem cerca de 282 pés e algumas pequenas diferenças no quesito conforto.

                                            Os Baikal 86 Explorer e Baikal 86 Expedition são totalmente equipados para suas respectivas funções, ou seja, o modelo Explorer é capaz de navegar com muito conforto pelas águas das latitudes sul do mundo. Já o megaiate Expedition tem sua proposta voltada para a navegação nas latitudes norte.

                                            A estrutura dos dois é toda feita de alumínio e tanto o posto de controle quanto o espaço do proprietário estão em lugares parecidos. Outras similaridades são os desenhos e a estética parecida no salão principal, nos escritórios e até no quinto deck.

                                            Contudo, eles diferem no quesito área de lazer. O Baikal 86 Explorer tem mais espaços para os ocupantes aproveitarem o clima mais quente. Por isso, há uma piscina no deck principal e no deck do proprietário existem duas jacuzzis.

                                             

                                            Já no Expedition, uma piscina coberta e no convés e soluções que servem para uma expedição tanto na água quanto na terra.

                                            Para movimentar as duas embarcações, serão instalados dois sistemas unindo o diesel com eletricidade, gerando cerca de 4 mil hp. Porém, no modelo Expedition, haverá também um modo de condução parecido com um quebra-gelo.

                                            Outra curiosidade é que ambos projetos foram desenhados, disponibilizando ao menos dois helipontos e no Explorer ainda há um terceiro espaço de pouso e decolagem dessas aeronaves.

                                             

                                            A empresa, por enquanto, segue procurando um estaleiro para produzir os dois megaiates e estima que em até cinco anos eles poderão ser concluídos.

                                             

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                                              11/01/2023

                                              Uma empresa de design indiana criou um projeto um tanto inovador: juntou a ideia de casa com um barco e terminou por criar uma mistura dos dois.

                                              Batizada de Fang Song (que, em chinês, significa relaxar), a lancha funciona como uma casa flutuante e possui uma autonomia razoável, de acordo com suas funcionalidades.

                                              Reprodução

                                              O projeto feito sob medida tem 49 pés de comprimento e mais de quatro metros de largura. É indicado para navegação interior, em áreas abrigadas como lagos, lagoas, rios e canais.

                                              Divulgação

                                              Movido a energia solar, tem autonomia para percorrer até 50 km por dia. Os diretores da Fang Song ressaltam que viagens longas e sem paradas não são as ideais para essa embarcação.

                                              Divulgação

                                              Os ocupantes podem desfrutar de várias soluções um tanto criativas como: uma mesa acoplada ao armário e que pode ajudar na hora do apoio, um compartimento escondido sob o chão da sala feito especialmente para bicicletas e até uma lareira, que pode ser ativada por aplicativo.

                                               

                                               

                                              Segundo a Crossboundaries, o dono da embarcação ainda quer instalar sistemas para purificar água e para tratamento biológico do esgoto. Dessa forma, estadias um pouco mais longas seriam possíveis.

                                               

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                                                Navegando por Capitólio, mineira conquistou respeito e popularidade náutica nas redes sociais

                                                Por: Redação -

                                                Um dos melhores lugares para navegar no Brasil, a Represa de Furnas (considerada o mar de Minas) há anos é o quintal da mineira Maria Dias. Foi nessas águas que ela começou a navegar e se apaixonou pela vida náutica.

                                                Desde então, não há um fim de semana sequer em que Maria Dias não está a bordo da sua moto aquática ou navegando em lanchas, desbravando o paraíso mineiro e as águas do Brasil.

                                                Não me vejo longe das águas. Navegar é oxigênio para mim – Maria Dias

                                                Mas o que era apenas diversão virou também profissão. Maria se transformou em influenciadora digital, compartilhando sua paixão e levando informações a milhares de seguidores, especialmente no universo náutico.

                                                 

                                                Com sua atuação navegando nas águas de Capitólio e sempre presente nos eventos náuticos, Maria Dias conquistou respeito e popularidade náutica nas redes sociais, com mais de 140 mil seguidores.

                                                Agora, a “mineira das águas”, como ela se apresenta, se juntará ao time Influenciadores NÁUTICA para compartilhar seus conteúdos náuticos por meio das nossas redes sociais e no seu próprio Instagram @mariadiasneiva. Bem-vinda ao time, Maria!

                                                 

                                                Você também quer fazer parte do time de influenciadores NÁUTICA? Envie um e-mail para [email protected] ou um direct para @revistanautica no Instagram.

                                                 

                                                 

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                                                  Lewis Hamilton freta o superiate Octopus para conhecer a Antárctica

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                                                  10/01/2023

                                                  Para comemorar o Ano Novo em grande estilo, o heptacampeão de Fórmula 1 Lewis Hamilton fretou o superiate Octopus e fez uma viagem até a região da Antárctica.

                                                   

                                                  A embarcação, que já foi um dos maiores iates privados do mundo e pertenceu ao cofundador da Microsoft Paul Allen, é preparada para navegar nessas regiões mais remotas do mundo.

                                                  Antes de seguir para o continente gelado, o Octopus esteve no Brasil e fez uma parada no Rio de Janeiro, no final de novembro de 2022.

                                                   

                                                  Todos os cômodos do superiate seguem um alto padrão de qualidade e de sofisticação.

                                                   

                                                   

                                                  Fã de barcos, Lewis Hamilton também possui um luxuoso iate: um Sunseeker 90.

                                                   

                                                  Junto ao piloto nessa viagem estão alguns amigos, como o medalhista olímpico de snowboard Shaun White, a atriz Nina Dobrev e o ator Jared Leto. A modelo brasileira Juliana Nalu — apontada como atual affair de Hamilton — também estaria entre os passageiros, segundo rumores nas redes sociais.

                                                   

                                                  Vale lembrar que o Octopus foi vendido em 2021 e, desde o começo de 2022, ele está disponível para fretamento.

                                                   

                                                   

                                                  O roteiro de viagem tem pontos turísticos como o Estreito de Gerlache, Ilha Deception, Canal Lemaire, entre outros.

                                                   

                                                  Para o público que quiser fretar a embarcação por uma semana deverá pagar cerca de 2,2 milhões de euros semanais (aproximadamente R$ 12,4 milhões, valores consultados em janeiro de 2023).

                                                  Com capacidade para 12 convidados, o Octopus possui 13 suítes. Outras comodidades oferecidas pelo modelo são: jacuzzi, piscina, cinema, estúdio de gravação e até dois helipontos. Há também espaço para abrigar motos aquáticas e até um submarino.

                                                  Com mais de 400 pés de comprimento, o estaleiro alemão Lurssen entregou a embarcação em 2003.

                                                   

                                                  Graças às inovações instaladas na embarcação, ela já foi emprestada para alguns governos, com o intuito de recuperar os artefatos perdidos da Segunda Guerra Mundial em todo o oceano.

                                                   

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                                                    Por: Redação -

                                                    Sete meses após seu início em Tanger, no Marrocos, a regata de volta ao mundo Globe 40 – La Grande Route agora está a caminho do Brasil. A competição, que reúne veleiros da Classe 40, deu largada à etapa Recife no último domingo (8).

                                                    Após saírem de Ushuaia, na Patagônia argentina — extremo sul da América do Sul –, os velejadores deverão chegar à capital de Pernambuco a partir do dia 25 de janeiro. O público poderá acompanhar toda a movimentação.

                                                    Esta será a única parada no Brasil das embarcações da Globe 40, que vão passar de 10 a 15 dias em nosso país.

                                                    Também estão programadas várias atividades durante o período em que os competidores estiverem no Recife, como visita aos barcos (nos dias 28 e 29 de janeiro), regata in-shore no Marco Zero e apresentações culturais.

                                                    Haverá ainda eventos fechados para convidados, patrocinadores e competidores. A etapa Recife se encerra no dia 5 de fevereiro, com os barcos seguindo rumo a Granada, no Caribe — a sétima e última parada, antes da chegada final em Lorient, na França.

                                                    30 mil milhas náuticas em nove meses

                                                    A Globe 40 é uma regata de volta ao mundo de barcos da Classe 40, que garantem disputas acirradas. A competição tem, ao todo, 30 mil milhas náuticas, percorridas durante nove meses – desses, são 140 dias no mar.

                                                    Esse evento é a porta de entrada para que Pernambuco se torne uma parada de outras regatas internacionais de volta ao mundo, além de uma excelente oportunidade para o turismo náutico para a cidade – Yannick Ollivier, presidente da FPVela

                                                     

                                                    A partida aconteceu em 26 de junho do ano passado, em Tânger, no Marrocos, com a chegada em Lorient (França) prevista para 13 de março de 2023. O percurso inclui paradas em Cabo Verde (África), Ilhas Maurício (Oceano Índico), Auckland (Nova Zelândia), Tahiti (Polinésia Francesa), Ushuaia (Patagônia), Recife (Brasil) e Granada (Caribe).

                                                    A Globe 40 é uma realização da empresa francesa Sirius Events, com suporte na organização da etapa de Recife da Federação Pernambucana de Vela (FPVela), apoio do Cabanga Iate Clube de Pernambuco e Consórcio Porto Novo, com patrocínio da Prefeitura do Recife, Qair Brasil e Marina Recife. Mais informações sobre a competição no site da Globe 40.

                                                     

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                                                      Construído pela Devonport Yachts, o modelo possui cerca de 318 pés de comprimento total. A parte externa foi toda desenhada por Redman Whitely Dixon. Já seu interior, foi projetado por Remi Tessier.

                                                      Com todo esse grande tamanho, a embarcação pode acomodar confortavelmente até 36 convidados e mais 34 tripulantes. Junto de DiCaprio nesta viagem pela ilha francesa do Caribe estão a modelo Victoria Lamas, apontada como namorada do astro, e o ator Tobey Maguire, entre outros amigos.

                                                      Para o lazer dos navegantes, o superiate conta com heliponto, uma piscina e até um beach club, com acesso ao mar. A luxuosa embarcação conta com quatro motores MTU a diesl e sua velocidade máxima é de 19 nós.

                                                      Esta não é a primeira vez que DiCaprio escolhe essa embarcação para curtir as férias. De propriedade do empresário bilionário Ernesto Bertarelli, o superiate Vava II é muito usado por celebridades. Até por esse motivo, não há muitos detalhes acerca do seu interior disponíveis ao público, para preservar a privacidade dos famosos.

                                                      O barco costuma navegar por Saint Barth durante as festas de Natal e de Ano Novo. Durante o verão do hemisfério Norte (de julho a setembro), celebridades aproveitam o superiate em Saint Tropez, na Riviera Francesa.

                                                       

                                                      Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                       

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                                                        Entre os dias 29 de janeiro e 4 de fevereiro de 2023 acontece a Copa da Juventude 2023, organizada pela CBVela (Confederação Brasileira de Vela). O local escolhido para sediar é o Yacht Club Santo Amaro.

                                                         

                                                        A competição, que irá acontecer nas raias da Represa de Guarapiranga, terá competidores em cinco classes diferentes: 420, 29er, ILCA 6, Formula Kite e IQFoil.

                                                        Segundo a CBVela, são esperados mais de 130 concorrentes somente nesta etapa. Para a equipe organizadora, esta será uma chance de novos atletas serem descobertos.

                                                         

                                                        Com uma nova parceria firmada, a CBVela e a YCSA irão disponibilizar diversas programações para os velejadores fora das regatas. Palestras e workshops serão organizados por uma equipe especializada.

                                                         

                                                        Acredito que será uma disputa equilibrada, porque muitos atletas estão saindo do Optimist e vão querer mostrar sua capacidade de velejar – Walter Böddener, gerente de eventos da CBVela

                                                         

                                                        Para fazer a inscrição, basta acessar o site oficial da Confederação. Já o público encontra informações detalhadas sobre a competição no site do Yacht Club.

                                                         

                                                        Estamos esperando um grande número de oponentes participando desta etapa e, por isso, o Yacht Club Santo Amaro está preparando uma grande estrutura, tanto na água para a regata, quanto na terra, para os velejadores e seus convidados – Volnys Bernal, diretor do YCSA

                                                         

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                                                          Todos os anos, a Marinha do Brasil promove a Operação Verão, com ações de fiscalização do tráfego aquaviário, tanto no litoral, quanto em águas interiores.

                                                          A operação acontece em todo o território nacional, por meio dos nove Distritos Navais e das 68 Capitanias, Delegacias e Agências, todos com um único objetivo em comum: conscientizar condutores e passageiros a navegar com segurança.

                                                           

                                                          Na maioria dos Distritos Navais, as ações de fiscalização concentram-se nos meses de dezembro a março, período do verão em que é observado expressivo aumento do tráfego das embarcações de esporte e lazer nas águas brasileiras, devido ao período de férias e às festividades típicas desta época do ano.

                                                           

                                                          Com o objetivo de tornar a navegação mais segura, a campanha de conscientização é feita com base nos “10 mandamentos da Segurança da Navegação” para que, uma vez conscientes de seus deveres, condutores e passageiros escolham sempre navegar com segurança:

                                                           

                                                          1) Conduza sua embarcação com prudência para evitar acidentes;

                                                           

                                                          2) Se beber, passe o timão para alguém habilitado;

                                                           

                                                          3) Mantenha a distância dos banhistas para evitar acidentes;

                                                           

                                                          4) Mantenha os extintores de incêndio dentro da validade;

                                                           

                                                          5) Tenha coletes salva-vidas para todos a bordo;

                                                           

                                                          6) Tenha a bordo o material de salvatagem prescrito pela Capitania;

                                                           

                                                          7) Faça a manutenção correta da sua embarcação;

                                                           

                                                          8) Ao sair, informe o seu plano de navegação ao iate, marina ou condomínio;

                                                           

                                                          9) Respeite a vida, seja solidário, preste socorro;

                                                           

                                                          10) Não polua nossos mares e rios.

                                                           

                                                          Seguindo essas regras simples, você ajuda a garantir a diversão e a segurança de todos a bordo.

                                                           

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                            Por: Redação -
                                                            08/01/2023

                                                            Dividido pelo Canal do Panamá, o país faz fronteira com o Mar do Caribe, Colômbia e Costa Rica. Situado entre o Atlântico e o Pacífico, sua posição geográfica era perfeita para encurtar rotas mercantis que cruzavam o planeta, o que era cobiçado pelas potências mundiais.

                                                             

                                                            No entanto, os Estados Unidos apoiaram a independência da então província do Panamá da Colômbia, em 1903, construíram o Canal em 1914 e receberam os direitos econômicos de sua exploração por 85 anos. Apenas em 1999 o Panamá passou a ter controle absoluto sobre seu Canal e sua importante receita.

                                                            Durante os anos 1930, a Grande Depressão e um golpe militar levaram a vários anos de instabilidade política e econômica. Em 1968, um regime militar tomou o poder e se manteve lá por mais de 10 anos, sucedido por uma turbulência política. Somente em 1994 o Panamá realizou as suas primeiras eleições democráticas.

                                                            Arborizada e contemporânea, a cidade do Panamá tem muito mais do que o típico chapéu e o famoso Canal, que é obra-prima da engenharia e liga o Oceano Pacífico ao Atlântico. É, de fato, a atração mais famosa, considerada uma das 7 Maravilhas do Mundo Moderno — e vale a visita!

                                                             

                                                            Construído para diminuir drasticamente o tempo de viagem dos navios entre o Oceano Pacífico e o Mar do Caribe, tem cerca de 83 quilômetros de comprimento e possui um sistema de eclusas para levantar navios em até 26 metros.

                                                             

                                                            De Miraflores, é possível ver os navios em trânsito a poucos metros de distância e ainda assistir a um documentário sobre a história do Canal. Em Colón, no lado do Atlântico, do Centro de Visitantes de Água Clara, se vê as novas e maiores eclusas.

                                                            Colón, aliás, é uma cidade pequena, mas uma das mais visitadas do país, já que é porta de entrada para regiões caribenhas. Banhada pelo Mar do Caribe, fica a cerca de 80 quilômetros da capital.

                                                             

                                                            O destino é perfeito para curtir praias paradisíacas e também explorar a cultura local, que tem influências africanas e espanholas. Ali vale um mergulho na história, explorando os fortes e a presença de piratas na cidade. Em 1980, a Unesco declarou o Fort San Lorenzo e Portobelo como Patrimônio da Humanidade, descrevendo as fortificações como “magníficos exemplos da arquitetura militar dos séculos 17 e 18”.

                                                             

                                                            Não deixe de pegar o barco para visitar a Ilha Mamey, repleta de palmeiras e praias de águas mornas daquele azul turquesa bem Caribe, com áreas perfeitas para o mergulho e um lado próprio para o surfe.

                                                            Considerada centro econômico, financeiro e cultural do país, a cidade do Panamá é também uma das mais antigas da América. Não tem como não se apaixonar por essa metrópole moderna e, ao mesmo tempo, cheia de história.

                                                             

                                                            Com um centro histórico muito rico, praias de areia branca e águas cristalinas, a cidade do Panamá, capital do país, atrai turistas de todo o mundo.

                                                             

                                                            Aos brasileiros, a vantagem é que não precisam de visto para estadias de até 90 dias. Além disso, o país também tem um sistema de tax-free, ou seja, os turistas podem adquirir produtos e depois serem reembolsados de impostos locais.

                                                             

                                                            Se cair na tentação das compras, prepare o cartão de crédito, pois a cidade do Panamá tem o apelido de “Nova Miami”.

                                                            Depois de se surpreenderem com uma cidade viva, cheia de avenidas largas e edifícios modernos, apreciarem o movimento da cidade pela Cinta Costeira — via moderna com calçadão e ótima vista para a orla — curtirem boas praias, conhecerem as construções milenares de Panamá Viejo (a primeira cidade do Panamá, fundada em 1519), ou explorarem o charmoso Casco Antiguo, bairro com ruelas estreitas de pedra e edifícios da arquitetura colonial espanhola, os visitantes ainda têm a noite pela frente.

                                                             

                                                            Bares, baladas e uma grande variedade de restaurantes proporcionam experiências revigorantes.

                                                             

                                                            Que tal assistir ao pôr do sol do 66º andar, com a bela vista da cidade e os drinques do Panaviera Sky Bar? Depois, seguir para um restaurante a fim de provar a típica gastronomia panamenha, que leva uma série de ingredientes fresquinhos vindos do mar e de plantações locais.

                                                             

                                                            O tradicional El Trapiche, que funciona há mais de 30 anos, segue como referência máxima na gastronomia tradicional panamenha. O Fiesta Panameña é um pot porri das comidas mais típicas. O Azahar, por sua vez, tem peixes e frutos do mar com influências asiáticas.

                                                             

                                                            Além dos limites da capital, também há boas surpresas. Spots como Santa Catalina e Bocas del Toro que, além de exuberante, é uma das principais regiões para a prática de mergulho; paisagens naturais de Veraguas, o território indígena nas belas Ilhas San Blas, os incríveis cenários caribenhos, observação de baleias em Los Santos e visita a projetos de conservação de tartarugas no Oceano Pacífico, são programas que valem a pena.

                                                             

                                                            É terminantemente obrigatório visitar Bocas del Toro, uma cadeia de ilhas no Mar do Caribe. Como toda paisagem caribenha, praias de areia branca, águas cristalinas e um mar azul-esmeralda fazem lembrar o paraíso.

                                                             

                                                             

                                                            O local é bem conhecido entre os praticantes de mergulho, já que a região tem rica vida marinha — 95% das espécies de corais caribenhos são encontrados ali — e oferece boa visibilidade para a prática do esporte, tanto de cilindro como de snorkel ou o deepboard, que é uma espécie de mergulho motorizado.

                                                             

                                                            Nem é preciso sorte para observar uma incrível variedade de criaturas de recifes tropicais, incluindo tubarões-lixa, arraias e muitas espécies de caranguejo e lagosta.

                                                             

                                                            São três ilhas principais em Bocas Del Toro: a Colón, a Bastimentos, que é uma das maiores ilhas do Panamá, e a pequena Carenero. Colón é a ilha mais populosa do arquipélago e onde fica a cidade principal: a Cidade de Bocas.

                                                             

                                                            Ali fica a Playa Estrella, também conhecida como a “Praia das Estrelas-do-mar”, um destino de ecoturismo protegido, onde se pode experimentar a cultura e a comida afro-caribenha da região. A Praia Bluff é ideal para surfe e também aprender sobre os esforços locais para conservar as tartarugas marinhas.

                                                             

                                                             

                                                            A Ilha Bastimentos oferece uma alternativa descontraída às ruas e bares movimentados do centro da Cidade de Bocas. A apenas 10 minutos de táxi aquático da ilha Colón, Bastimentos tem praias maravilhosas, incluindo a paradisíaca Wizard e Polo, com anéis de corais, águas calmas e poucos visitantes. Coral Cay é um dos melhores lugares para mergulhar com snorkel.

                                                             

                                                            A praia Red Frog, batizada em homenagem à população de pequenos sapos vermelhos que habitam a floresta vizinha, abriga um famoso bar onde se pode tomar uma cerveja e passar o dia na praia. Na ponta oeste da ilha, entre a floresta e o mar, encontra-se o Old Bank, lar da comunidade afro-caribenha Guari.

                                                             

                                                            Bocas Del Toro abriga um laboratório natural de estudos evolutivos e de mudanças climáticas, além do primeiro Mission Blue Hope Spot do Panamá, um programa focado na reabilitação e preservação do ecossistema marinho.

                                                             

                                                             

                                                            Coloque Veraguas no roteiro, uma região montanhosa cheia de charme e cenários naturais espetaculares. Suas temperaturas frescas nas montanhas, no norte, facilitam a caminhada até dezenas de cachoeiras, enquanto suas praias ensolaradas e intocadas, no sul, proporcionam vistas incríveis e a oportunidade de mergulhar ou surfar.

                                                             

                                                            Se você gosta de temperaturas mais frias e caminhadas, não deixe de conhecer Santa Fé, uma pequena e autêntica vila panamenha situada nas montanhas, a 450 metros de altitude. A melhor experiência no Parque Nacional das Ilhas de Santa Fé é feita a pé, caminhando pelas montanhas e atravessando o rio Santa María para chegar a uma das 20 cachoeiras.

                                                             

                                                            Localizada na costa do Pacífico da província de Veraguas, Santa Catalina era uma pequena vila de pescadores que tornou-se destino de surfe de renome mundial. É um vilarejo com poucos restaurantes e acomodações, além de uma mercearia e escolas de surfe. As praias de areia negra de Santa Catalina têm fortes ondas que podem ultrapassar nove metros e formar ótimos tubos.

                                                             

                                                             

                                                            Santa Catalina também é o ponto de partida para a maioria dos passeios ao Parque Marinho de Coiba, declarado Patrimônio Mundial da Unesco em 2005. Antigamente uma colônia penal, o acesso à ilha era limitado, o que permitiu que grande parte dos recursos naturais permanecesse intocado.

                                                             

                                                            O parque marinho possui grande diversidade biológica. Mergulhar ali é ter a chance de ver arraias, baleias e tubarões-martelo e, entre dezembro e abril, tubarões-baleia.

                                                             

                                                            Na vizinha Chiriqui, na parte noroeste do país, perto da fronteira com a Costa Rica, se pode explorar quilômetros de praias desertas na costa do Pacífico, regiões montanhosas cênicas e Baru, o único vulcão do Panamá. A região é indicada para quem procura aventuras, rafting, caminhadas, tirolesa, snorkeling, pesca esportiva, escalada.

                                                             

                                                             

                                                            O Golfo de Chiriquí é o tesouro marinho da cidade, com encantadoras ilhas de areias brancas, um dos maiores recifes de coral do Pacífico e uma das florestas de mangue mais densas da América Central, bem como a maior ilha do Panamá, a Coiba.

                                                             

                                                            O Parque Nacional Marinho do Golfo de Chiriquí engloba todas as ilhas do golfo, além dos recifes, manguezais e a vida animal. Esta área protegida do país é um dos maiores campos de pesca esportiva e de caça do mundo, especialmente no Hannibal Bank e na Ilha Montuosa.

                                                             

                                                            As águas protegidas do Parque Nacional Marinho do Golfo de Chiriquí abrigam 25 ilhas e 19 recifes de coral.

                                                             

                                                             

                                                            O fácil acesso pela pequena cidade pesqueira de Boca Chica permite explorar ilhas tropicais repletas de vida selvagem e observar tartarugas, golfinhos e baleias durante a temporada. Seja a pé nas ilhas, passeando de caiaque ao longo das margens ou mergulhando em meio aos recifes, a experiência é inesquecível.

                                                             

                                                            Há, ainda, as encantadoras ilhas Parida, Gamerz e Bolanos, ideais para passar o dia, e a Secas, para quem prefere praia privada e acomodações de luxo.

                                                             

                                                            Kuna Yala, também conhecido como arquipélago de San Blas, é território indígena governado pela tribo nativa Kuna. Composto por uma estreita faixa de terra no lado caribenho do país, além de 365 ilhas, das quais apenas 50 são habitadas pelo povo Kuna, é considerado um dos principais destinos no Panamá graças à sua beleza natural bem preservada.

                                                             

                                                             

                                                            Provavelmente uma viagem a San Blas será diferente de tudo. Ali não há internet e não são aceitos pagamentos com cartão de crédito, apenas com dólar americano. A hospedagem é em cabanas de palha sem água aquecida ou em redes ou colchões infáveis colocados na areia.

                                                             

                                                            Um dos lugares mais procurados para se hospedar é a bordo de um veleiro, que permite navegar de ilha em ilha. Se falta conforto para dormir, sobra sabor na gastronomia local, que inclui frutos do mar frescos preparados com especiarias e ingredientes regionais.

                                                             

                                                            Ao nadar na bela água azul-turquesa cristalina e aprender mais sobre a cultura e as tradições dos Kuna, constata-se que a experiência vale a pena. Visite El Porvenir, a capital de Kuna Yala, e a Ilha Perro, para um mergulho incrível com snorkel na Praia Chichimei.

                                                             

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