Antigo porta-aviões, rejeitado no Brasil e na Turquia, começa a se afastar da costa brasileira

23/01/2023

O antigo porta-aviões São Paulo começou a ser retirado do Porto de Suape, em Recife. A grande embarcação estava “vagando” pela região do Nordeste brasileiro, até que a Marinha brasileira reassumiu o controle da situação.

É no casco da grande embarcação onde se encontra o grande problema, já que ali foram encontrados altos níveis de amianto, uma substância química muito forte, capaz de causar grandes estragos ao meio ambiente.

 

Assim, o porta-aviões São Paulo foi rejeitado e proibido de atracar em quaisquer portos do Brasil.

Porta-aviões São Paulo navegando no mar

Como começou o impasse pelo porta-aviões São Paulo

A embarcação que serviu a França, foi comprada pela Marinha brasileira em 2000 e atuou até 2004. Depois de um grave acidente em maio daquele ano, o porta-aviões passou por uma série de reformas.

 

Mas, em 2012, um grande incêndio atingiu a embarcação. Assim, a partir de 2014 o porta-aviões deixou de navegar definitivamente foi atracada na Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro. Depois de algumas tentativas de venda, o São Paulo foi arrematado em um leilão, em 2021, pela empresa turca Sök Denizcilik Tic Sti (Sök).

 

No final de agosto do ano passado, o porta-aviões, saído do Rio de Janeiro, estava a caminho da Turquia. No momento em que havia chegado próximo do Estreito de Gibraltar, o governo turco proibiu a atracação do porta-aviões, ao saber dos níveis de amianto presente na embarcação. Como resultado, a partir deste impasse começou a saga de navio vagando pelo Atlântico.

 

Além disso, na cláusula de venda do porta-aviões, o governo francês criou uma lista de estaleiros exclusivos para realizarem o desmonte do porta-aviões e somente eles poderiam escolher, dificultando ainda mais a história.

O porta-aviões São Paulo, quando esteve atracado no Brasil

Desse modo, impedido de chegar à Turquia, o porta-aviões São Paulo voltou para as águas brasileiras, com destino a Pernambuco. Neste momento, o governo pernambucano acionou a Justiça Federal para impedir tal ato, visando proteger o litoral do estado.

 

Multa alta e indecisão de destino

Na decisão tomada pelo órgão, o porta-aviões estava impedido de se aproximar do litoral brasileiro e haveria uma multa diária de R$ 100 mil tanto ao governo federal quanto à empresa que agencia a embarcação.

A volta do porta-aviões — que consome cerca de 20 t de combustível diariamente — às águas brasileiras funcionou como um pedido de ajuda, já que os donos turcos afirmavam estar com poucos recursos para cuidar da manutenção da embarcação. Dessa forma, por não ter como sustentar mais o alto nível de gasto, logo depois a empresa internacional renunciou à propriedade do porta-aviões.

 

Com o propósito de proteger a costa pernambucana, desde o último dia 19, o São Paulo está sendo movimentado para longe. Duas embarcações da Marinha acompanham todo o traslado do porta-aviões.

Porém, nem a Marinha brasileira, nem Zilan Costa e Silva, o representante da MSK Maritime Services & Trading, responsável pela navegação entre o Brasil e a Europa, informam o destino do porta-aviões. Outro mistério acerca da embarcação é saber quem pagará por mais esse transporte.

 

Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

 

Náutica Responde

Faça uma pergunta para a Náutica

    Relacionadas

    Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

    Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

    Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

    Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

    Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

    De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

    Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

    Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

    Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

    De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

    Enjoo no mar: veja mitos e verdades e o que comer se estiver mareado

    Por: Redação -

    Quem costuma ficar sentir enjoo no mar sofre do que os médicos chamam de “cinetose” ou “enjoo do movimento”. Porém, nem todo mundo vai enjoar da mesma maneira em um passeio de barco.

     

    Há os que sentem apenas uma leve zonzeira, enquanto outros desabam logo nos primeiros balanços do barco. Estes, em geral, padecem do mal desde a infância, quando até as curvas de uma estrada sinuosa ou certos brinquedos de ação do parquinho de diversões transformavam-se em pesadelos instantâneos.

    A diferença é que, naqueles casos, bastava parar e descer. Já num barco fica mais difícil e, por isso, é preciso estar preparado para lidar com a própria propensão a enjoar. Antes de mais nada, é preciso saber que dormir pouco, beber muito ou comer exageradamente antes ou durante a saída de barco são um atalho certeiro para ficar mareado.

    Enjoo no mar: o que é mito e o que é verdade?

    Embarcar de estômago vazio evita o enjoo no mar: Mito! O certo é alimentar-se normalmente antes, mas apenas com refeições leves. Fugir de alimentos lácteos também ajuda a evitar o enjoo.

     

    Fechar os olhos diminui o desconforto causado pelo enjoo: Verdade, porque cessa o conflito entre as informações vindas da visão e do labirinto.

     

    Beber refrigerante alivia a náusea, já que provoca arrotos: Mito. As bebidas gasosas aumentam a sensação de estômago cheio e, por isso, fazem o enjoo no mar piorar.

     

    É possível habituar-se ao balanço dos barcos: Verdade, porque com o tempo e as saídas frequentes de barco, o organismo se adapta aos estímulos que provocam o enjoo do movimento.

     

    Os medicamentos são inúteis depois que o enjoo já começou: Verdade. Eles devem ser tomados preventivamente antes dos estímulos conflitantes que desencadeiam o enjoo. Depois, pode ser difícil até reter o medicamento no estômago.

     

    Bebês não sofrem de enjoo causado pelo movimento: Verdade! Crianças recém-nascidas não têm, ainda, o sentido da visão completamente desenvolvido e, por isso, não sofrem com o “equívoco” das informações e não ficam mareados.

     

    Conversar evita enjoar no mar: Mito. Conversar apenas distrai. Mas pode atenuar o desconforto se a pessoa ficar olhando para fora do barco e não para a outra pessoa diretamente.

     

    Pilotar o barco é bom para combater o enjoo: Verdade. O piloto tem o controle parcial da situação e isso ajuda a diminuir o conflito de informações que gera o enjoo.

     

    O que pode e o que não pode comer

    Fique de olho em quais comidinhas e bebidas podem fazer bem — ou bem mal — para os mareados.

    LIBERADO QUANDO HÁ ENJOO NO MAR:

    • pão
    • bolacha água e sal
    • banana
    • melão
    • granola
    • arroz
    • água sem gás
    • suco de fruta
    • água de coco

     

    EVITE QUANDO HÁ ENJOO NO MAR:

    • salgadinhos
    • biscoitos em geral
    • doces em geral
    • carne
    • maionese
    • camarão
    • cerveja
    • refrigerante
    • bebidas destiladas

     

    Consultor técnico: Guilherme Kodja

     

    Náutica Responde

    Faça uma pergunta para a Náutica

      Relacionadas

      Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

      Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

      Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

      Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

      Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

      De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

      Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

      Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

      Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

      De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

      Superiate personalizado por empresário tem deque de 160m²

      Entregue em 2020, Severin*S tem DNA italiano, comporta 12 passageiros e está disponível para fretamento

      22/01/2023

      O superiate Severin*S atrai muitos olhares por onde navega. O destaque principal da embarcação, que recebe até 12 convidados, é um deque personalizado com 160 metros quadrados de área, onde há uma luxuosa piscina, um bar completo e um grande espaço para os banhos de sol.

       

      Quando foi entregue ao seu proprietário milionário — um alemão do ramo imobiliário –, há dois anos, o maior objetivo dele era ter uma embarcação para sua diversão. Hoje, o superiate está disponível para fretamento, navegando pelo belo Mar Mediterrâneo.

      Com 55 metros, o Severin*S foi desenhado por Francesco Paszkowski, famoso yacht designer que projeta barcos há mais de 30 anos. A construção ficou a cargo do estaleiro italiano Baglietto, enquanto Margherita Casprini cuidou da criação dos sofisticados interiores.

       

      Ao misturar um tom azul escuro do casco com a estrutura branca, o superiate apresenta um elegante contraste. A embarcação tem mobília refinada, com detalhes de materiais preciosos, em tons terrosos quentes. Há ainda um elegante elevador em mármore, para conectar os deques.

      O barco abriga até 13 tripulantes, cinco camarotes e uma sala que pode ser configurada como uma cabine extra, uma sala de massagem ou ainda uma brinquedoteca, a depender do gosto do freguês.

      Mais dedicado aos passeios familiares, o Severin*S tem velocidade máxima de 14 nós. O valor semanal do fretamento da embarcação (pela Westport Yachts) começa em 320 mil euros, cerca de R$ 1,8 milhão (valores consultados em janeiro de 2023).

       

      Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

       

      Náutica Responde

      Faça uma pergunta para a Náutica

        Relacionadas

        Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

        Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

        Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

        Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

        Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

        De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

        Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

        Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

        Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

        De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

        Conheça a frota de embarcações de Sergey Brin, cofundador do Google

        Empresário do ramo tecnológico é amante de embarcações e possui frota bem completa e sofisticada

        21/01/2023

        Além de estar no ranking das pessoas mais ricas do mundo, o cofundador do Google Sergey Brin possui em sua lista de bens um elegante iate sofisticado, conhecido por Butterfly. A embarcação fica atracada em um porto na cidade de Redwood City, na Califórnia.

        Com mais de 130 pés, o Butterfly é um projeto da Danish Yachts e pode acomodar confortavelmente até oito pessoas. Normalmente, seus tripulantes ficam praticando algum esporte aquático na Baía de Redwood.

         

        Entretanto, o cofundador do Google possui não apenas este iate, como também diversas outras propriedades aquáticas.

        Em outras palavras, Sergey de fato possui sua própria frota de embarcações, conhecida como “Fly Fleet”.  Ela é composta por veículos e iates de luxo, totalmente voltados para a prática de esportes aquáticos.

         

        Só para exemplificar, o maior investimento do cofundador do Google se chama “Dragonfly” e é um superiate com cerca de 240 pés de comprimento. Para entreter seus ocupantes, até um cinema foi instalado.

        Em segundo lugar vem a “Butterfly” e, fechando o trio de embarcações, há a “Firefly”, que além de ser mais para o recreio, tem um perfil menor do que suas irmãs.

         

        Além disso, a lista de barcos do cofundador do Google ainda é composta por motoaquáticas, kiteboards e botes menores.

         

        Todos esses brinquedos aquáticos menores foram projetados pela Kai Concepts, uma startup especializada nesse tipo de veículos de alta tecnologia.

         

        Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

         

        Náutica Responde

        Faça uma pergunta para a Náutica

          Relacionadas

          Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

          Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

          Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

          Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

          Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

          De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

          Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

          Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

          Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

          De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

          Marinha proíbe jets e outros barcos a motor em praia de Vila Velha

          20/01/2023

          A Praia da Sereia, em Vila Velha, não permite mais embarcações motorizadas em sua orla. A proibição segue uma nova norma da Capitania dos Portos do Espírito Santo. O documento assinado pelo comandante Alexsander Moreira dos Anjos descreve lanchas, jets e outros tipos de barcos como embarcações proibidas de navegar nesta área.

          No entanto, a região ainda pode ser navegada por barcos movidos a vela ou a remo, desde que mantenham-se a 100 metros da arrebentação das ondas, para a segurança dos banhistas.

           

          Segundo os fiscais, a norma que torna algumas embarcações proibidas é necessária porque a área da Praia da Sereia é sensível ao tráfego de embarcações motorizadas.

           

          O setor técnico do estado do Espírito Santo alega que a Enseada da Sereia é um espaço relativamente pequeno e atualmente frequentado por muitos banhistas. Desse modo, a navegação de barcos motorizados diminuiria o nível de segurança da sociedade.

          Fica proibido o tráfego de embarcações motorizadas na Enseada da Sereia. Já o tráfego de embarcações com propulsão tanto a vela quanto a remo, continuam sendo permitidas, desde que respeitem a distância de 100 metros da arrebentação das ondas na praia – Norma do Diário Oficial da União

          Reprodução: Google Earth

          Confira as embarcações proibidas de frequentar a Praia da Sereia:

          • Iate
          • Moto aquática (jets)
          • Lancha com motor
          • Escuna
          • Barco motorizado

          Embarcações permitidas na Praia da Sereia (respeitando o limite sobre a arrebentação):

          • Veleiro
          • Caiaque
          • Canoa
          • Windsurf
          • Stand-Up Paddle
          • Kitesurf

           

          Quem descumprir a nova norma da Marinha sobre embarcações proibidas na Praia da Sereia está sujeito a multa de até R$ 3.340 e poderá ter sua habilitação suspensa por até 12 meses. Entretanto, caso haja novo descumprimento, a habilitação náutica do navegador pode ser cancelada.

           

          Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

           

          Náutica Responde

          Faça uma pergunta para a Náutica

            Relacionadas

            Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

            Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

            Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

            Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

            Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

            De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

            Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

            Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

            Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

            De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

            Dono de iate, cão mais rico do mundo ganha série sobre sua vida na Netflix

            Por: Redação -

            Iate, mansões e até jatinhos estão na lista de bens do herdeiro de uma condessa. Entretanto, o felizardo, que atende pelo nome de Gunther, tem quatro patas e não sabe falar. A surreal história dele virou uma minissérie da Netflix: “Gunther: O Cachorro Milionário”.

            Serão quatro episódios que mostram o luxo, excentricidades e toda a polêmica que envolve um pastor alemão que é o cão mais rico do mundo, em uma história cheia de reviravoltas.

            Cão mais rico do mundo, Gunther aguarda a refeição em mesa de luxo, enquanto chef de cozinha segura seu prato

            A Netflix divulgou recentemente o trailer de “Gunther: O Cachorro Milionário”. O vídeo (assista abaixo) mostra muitas cenas do cotidiano do cachorro. Uma delas chama a atenção: Gunther e o CEO da sua empresa, o farmacêutico Maurizio Mian, a curtir os luxos de um iate que o estaleiro italiano Cantieri di Pisa construiu.

             

            https://youtu.be/uQoP-hu49Mk

            Conheça o iate do cachorro milionário

            A embarcação de propriedade canina ficou pronta em 1999. É um dos sete modelos da linha 34S, que, em seguida, ganhou o nome de Spyk. O iate possui cerca de 108 pés e acomoda confortavelmente até oito convidados, mais o ilustre cachorro milionário.

            Vista aérea do iate de Gunther, o cachorro milionário, mostrada pela netflix

            Entretanto, o iate do cão mais rico do mundo foi recentemente colocado à venda na Tailândia, ao preço de US$ 2,5 milhões — o equivalente a R$ 13 milhões (valores convertidos em janeiro de 2023).

            Iate Spyk navegando no mar

            Gunther já comprou mansão da Madonna

            Entre outros confortos que o cachorro milionário possui (através de uma empresa em seu nome), estão, por exemplo: um avião particular Bombardier CL-600-2B16 Challenger 601, mansões sofisticadas espalhadas por Itália e Estados Unidos. Uma dessas propriedades, inclusive, o cachorro comprou da cantora Madonna, ao custo de US$ 7,5 milhões, no ano 2000.

             

            Em meio às excentricidades que envolvem o cão mais rico do mundo, Gunther tem não só um quarto com vista para as águas de Biscayne Bay, em Miami, como também uma luxuosa cama de veludo vermelho. Da mesma forma, ele ainda foi dono de um grupo musical, montado por Maurizio, e de equipes esportivas de futebol e de natação.

            Imagem mostra Gunther, o cachorro milionário, deitado no chão. O pastor alemão tem porte grande, está com orelhas levantadas e boca aberta

            O cachorro milionário na verdade atende pelo nome de Gunther VI. Ele é bisneto de Gunther III, que teria recebido uma bela herança da condessa alemã Karlotta Liebenstein, logo após a morte dela, em 1992.

             

            Segundo Maurizio, Karlotta, anteriormente, determinou, em testamento, que todo seu dinheiro seria destinado ao cachorro e descendentes dele, a fim de garantir todas as regalias que pudesse às futuras gerações caninas de seu amigo de quatro patas.

             

            A fortuna de Gunther hoje é estimada em US$ 400 milhões — mais de R$ 2 bilhões, na cotação atual.

             

            Um dos próximos lançamentos da plataforma de streaming, o documentário sobre Gunther estreia no dia 1º de fevereiro na Netflix.

             

            Náutica Responde

            Faça uma pergunta para a Náutica

              Relacionadas

              Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

              Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

              Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

              Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

              Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

              De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

              Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

              Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

              Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

              De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

              Feadship faz o lançamento técnico de megaiate próximo de Amsterdã

              19/01/2023

              Foi lançado no último dia 17, o novo megaiate do estaleiro holandês Feadship. Com o nome de Projeto 712, a embarcação possui cerca de 83 metros de comprimento e seu lançamento técnico ocorreu nos arredores de Roterdã.

              Graças ao seu desenho único, projetado pela De Voogt Naval Architects, o Projeto 712 disponibiliza três decks de popa espaçosos ao ar livre. Há também varandas dobráveis no beach club.

              Como a previsão do estaleiro para entregar a embarcação é somente no ano que vem, agora o megaiate foi transportado para as instalações da empresa em Aalsmeer, próximo de Amsterdã. Lá ele será equipado com seus principais itens dos espaços internos, sob a responsabilidade da Sinot Yacht Architecture & Design.

              Entre este ano e o próximo, a Feadship irá concluir outros cinco projetos. Grande parte deles é de megaiates com mais de 67 metros de comprimento. Entre eles está o Feadship Van Lent, com cerca de 119 metros.

               

              Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

               

              Náutica Responde

              Faça uma pergunta para a Náutica

                Relacionadas

                Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                Maior veleiro do mundo, Silenseas é apresentado pela Orient Express

                A Orient Express anunciou a construção do maior veleiro do mundo: o Silenseas. Com 220 metros de comprimento, há muito luxo e sofisticação no projeto desenvolvido pela rede de hotelaria Accor em parceria com a Chantiers l’Atlantique, empresa do ramo naval.

                O projeto tem uma forte inspiração na antiga Era de Ouro da Riviera Francesa. Para acomodar confortavelmente seus convidados, o maior veleiro do mundo tem 54 suítes, além da suíte presidencial, com tanto requinte quanto as outras.

                 

                Já o lazer pode ser encontrado no terraço, nas piscinas — uma delas, olímpica — ou em um dos restaurantes.

                É  um barco projetado para tornar os sonhos realidade, uma vitrine para o melhor do savoir-faire francês – Sébastien Bazin, presidente e CEO da Accor

                 

                 

                Há também o Anfiteatro-Cabaret e um estúdio de gravação. Dessa forma, os navegantes do maior veleiro do mundo poderão ter novas experiências ao longo das viagens. Tratamentos de spa, viagens com paradas exploratórias e sessões de meditação estão inclusas.

                 

                 

                O design é baseado no conceito SolidSail: três velas rígidas instaladas — quando içadas, ocupam 1.500 metros.

                 

                Os mastros do maior veleiro do mundo são basculantes e podem atingir cerca de 100 metros de altura. Assim, em condições apropriadas, a embarcação conseguirá produzir e usar 100% da sua propulsão.

                Combinando o sistema de propulsão híbrido movido a gás natural liquefeito, o Silenseas se tornará a embarcação de referência em termos de operação e design ecológicos – Laurent Castaing, diretor administrativo da Chantiers l’Atlantique

                Além das velas, o Silenseas ainda conta com um sistema de energia eólica combinado com um motor movido a gás natural liquefeito, que pode receber moléculas de hidrogênio. Assim, as viagens marítimas do maior veleiro do mundo serão mais ecológicas.

                 

                A decoração interior e o layout ficarão a cargo do arquiteto especializado Maxime d’Angeac. Já a Stirling Design International, empresa renomada de design, será responsável por cuidar da parte externa do projeto. O Silenseas teve ainda consultoria da empresa Hetland Maritime.

                 

                Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                 

                Náutica Responde

                Faça uma pergunta para a Náutica

                  Relacionadas

                  Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                  Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                  Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                  Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                  Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                  De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                  Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                  Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                  Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                  De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                  Barcos hidrofólios elétricos fazem sucesso na maior feira de tecnologia do mundo

                  18/01/2023

                  Maior feira de tecnologia do mundo, a CES 2023 levou recentemente a Las Vegas, nos Estados Unidos, diversas novidades em produtos para o consumidor. Várias opções de barcos hidrofólios elétricos foram apresentados, chamando a atenção do público do evento.

                  O estaleiro sueco Candela levou ao seu estande a linha de barcos hidrofólios elétricos de até 28 pés. Seus barcos possuem diversos sistemas tecnológicos, os quais permitem que a embarcação gaste surpreendentemente 80% menos energia em velocidades mais altas, em comparação aos barcos comuns.

                   

                  Essas embarcações desenvolvidas pela fabricante sueca podem atingir cerca de 20 nós e não só têm emissão zero de poluentes, como também são extremamente silenciosos, privilegiando o conforto dos seus passageiros. Dessa forma, são boas alternativas para o meio ambiente.

                  Anteriormente, a empresa formalizou uma parceria com a fornecedora de baterias e sistemas elétricos Polestar.

                   

                  Do mesmo modo, a startup americana Navier, que tem sede na Califórnia, apresentou ao público o projeto da sua grande novidade: um barco hidrofólio de tamanho maior do que seus rivais. Já a Brunswick Corporation levou à CES seu novo motor de popa elétrico.

                   

                   

                  Para especialistas nesse assunto, o investimento na categoria de barcos hidrofólios elétricos tem como objetivo principal cuidar do meio ambiente, além de, claro, reduzir o gasto com combustível. Outro ponto positivo é que essas embarcações permitem passeios mais suaves e silenciosos.

                   

                  O que pode afastar o consumidor, agora, é o preço destes barcos. Tanto o modelo C-8, da Candela, quanto o N30, da Navier, começam seus valores próximo dos US$ 400 mil (cerca de R$ 2 milhões, conforme valores convertidos em janeiro de 2023).

                   

                   

                  Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                   

                  Náutica Responde

                  Faça uma pergunta para a Náutica

                    Relacionadas

                    Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                    Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                    Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                    Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                    Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                    De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                    Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                    Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                    Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                    De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                    Leandro Bonelle, da Kamell, revela novidades da marca no Loucos por Barcos

                    Por: Redação -
                    17/01/2023

                    Representando a distribuidora de acessórios para embarcação Kamell, Leandro Bonelle é o convidado da vez do Loucos Por Barcos. Em sua entrevista com Guilherme Kodja, Leandro afirmou ter havido um crescimento nas vendas da loja desde que a pandemia foi declarada. Com isso, sua linha de produtos foi expandida e a marca possui mais de 1.500 itens e acessórios para barcos em seu catálogo.

                     

                    Bonelle ainda revelou, no bate-papo, que o foco da empresa na última edição do São Paulo Boat Show foi apresentar aos estaleiros os inversores e carregadores da Victron Energy. Para conhecer mais detalhes dos próximos planos da empresa, confira a entrevista completa:

                     

                     

                    Náutica Responde

                    Faça uma pergunta para a Náutica

                      Relacionadas

                      Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                      Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                      Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                      Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                      Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                      De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                      Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                      Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                      Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                      De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                      Vapor do oceano pode virar água potável em larga escala, dizem cientistas

                      Estudantes da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, publicaram recentemente um estudo para combater a escassez de água com uma solução criativa: transformar o vapor oceânico em água potável, com baixo impacto ambiental.

                      Cientistas fizeram a captura do ar saturado proveniente dos oceanos e que se perderia na atmosfera. Após passar por uma série de processos — entre eles: condensar, transportar e armazenar — foi possível fazer a dessalinização desse ar.

                      Temos de encontrar uma solução para termos mais água doce. Com os sistemas já existentes, não conseguiremos dar conta de responder as necessidades da sociedade – Praveen Kumar, professor da Universidade de Illinois

                      De acordo com a publicação, para a captura seria necessária a instalação, nos litorais, de superfícies verticais com 210 metros de largura por 100 metros de altura. Cada uma dessas estruturas seria capaz de extrair e “produzir” a quantidade de água potável necessária para abastecer cerca de 500 mil pessoas.

                      O professor Praveen Kumare a estudante Afeefa Rahman, autores do projeto. Foto: Fred Zwicky

                      As estruturas seriam movidas por placas solares construídas na parte terrestre ou por parques eólicos desenvolvidos em alto-mar.

                      Segundo estudos, as projeções climáticas mostram que, ao longo dos próximos anos, o vapor oceânico tende a aumentar. Dessa forma, mais água potável nós poderemos ter – Afeefa Rahman, coatura do estudo

                      O projeto sustentável pode ser uma ótima alternativa para garantir a segurança hídrica durante eventuais problemas com abastecimento de água, como poluição das águas e escassez de chuvas.

                      Os pesquisadores estimam que este sistema sustentável poderá fornecer cerca de 38 até 78 bilhões de litros de água por ano. Tanto Praveen quanto Afeefa acreditam que todo esse projeto será capaz de fornecer água fresca para as atuais e futuras gerações de forma economicamente viável.

                       

                      Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                       

                      Náutica Responde

                      Faça uma pergunta para a Náutica

                        Relacionadas

                        Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                        Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                        Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                        Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                        Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                        De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                        Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                        Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                        Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                        De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                        Yacht Club de Ilhabela recebe XII Rally Náutico no fim de janeiro

                        16/01/2023

                        A XII Copa Kia Motors – Rally Náutico Yacht Club de Ilhabela 2023 será realizado no próximo dia 28 de janeiro, no litoral norte de São Paulo. Neste ano estarão disputando o prêmio as equipes Geral e Revelação.

                        Essa é considerada uma competição de regularidade e muitas famílias competem unidas, em suas respectivas embarcações. Segundo Alex Costa Pereira, comodoro do YCI, o principal objetivo do evento é a confraternização familiar.

                         

                        O evento acontece no mesmo dia em que YCI comemora mais um aniversário. Em 2023, o clube celebra 67 anos desde a sua fundação.

                        O custo de inscrição para participar da 12ª edição do Rally Náutico é de R$ 400 por embarcação com até quatro tripulantes. A cada tripulante extra serão cobrados R$ 120.

                         

                        Para mais informações sobre o evento, os interessados podem entrar em contato com o Yacht Club de Ilhabela pelo WhatsApp (12) 99641-1764 ou pelo e-mail: [email protected].

                        Esse Rally serve para as pessoas terem a vontade de estar competindo de uma forma bastante bacana e segura – Lourival Roldan, organizador do evento

                         

                         

                        Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                         

                        Náutica Responde

                        Faça uma pergunta para a Náutica

                          Relacionadas

                          Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                          Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                          Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                          Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                          Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                          De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                          Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                          Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                          Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                          De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                          Mercury Marine: conheça lançamento e tendência do mercado no Loucos por Barcos

                          Por: Redação -

                          Eduardo Coelho, diretor comercial da Mercury Marine Brasil, é o entrevistado nesta edição do Loucos por Barcos.

                           

                          No bate-papo com Guilherme Kodja, ele comentou sobre o mais novo lançamento da marca: o potente motor de popa V12 de 600 HP, que foi o destaque da Mercury durante o São Paulo Boat Show 2022.

                           

                          Eduardo explica também como funciona a nova tecnologia apresentada pela Mercury Marine: a rabeta direcional, em que a rabeta consegue ser virada de forma independente, enquanto o motor fica parado. Confira abaixo a entrevista completa em vídeo:

                           

                           

                          Náutica Responde

                          Faça uma pergunta para a Náutica

                            Relacionadas

                            Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                            Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                            Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                            Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                            Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                            De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                            Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                            Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                            Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                            De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                            Interior do megaiate Wanderlust, da Silver Yachts, é revelado

                            15/01/2023

                            O estaleiro Silver Yachts realizou recentemente a entrega do megaiate Wanderlust, de 85 metros de comprimento. Disponível para fretamento, a embarcação teve as imagens de seu interior  divulgadas.

                            O estilo do Wanderlust segue a linha da sofisticação, com um desenho moderno e limpo. Os criadores optaram por criar ambientes sociais que usassem bastante luz solar, dando um toque especial na criação.

                            Esta é a segunda embarcação da linha Silver Loft, com o casco totalmente feito de alumínio. Espen Oino foi quem projetou toda a parte exterior desses modelos, sempre colocando uma aparência militar, com um convés de popa aberto e vidros triangulares no convés inferior.

                            Reprodução: SYT

                            Internamente há um jardim e uma área de loft no convés superior. Na frente deste jardim fica o salão principal, onde há uma tela de cinema, que pode ser conectada em uma câmera que fica na proa da embarcação. Na suíte principal há até um pequeno escritório.

                             

                            A embarcação conta ainda com churrasqueira e um solário, onde foi instalada uma jacuzzi. Com conforto e aproveitando as diversas áreas de estar, oito convidados e mais de 20 tripulantes viajam na embarcação.

                            Um dos grandes destaques do modelo é um deck de popa de mais de 400 metros quadrados e que pode tanto armazenar uma embarcação de até 15 metros ou funcionar como um heliponto. Há também espaço suficiente para carregar e-foils, caiaques e brinquedos infláveis.

                            Reprodução: SYT/ Guillaume Plisson

                            O barco conta com dois motores MTU 400 IMO Tier II de 16 válvulas, que permitem ao Wanderlust atingir cerca de 23 nós na velocidade máxima.

                             

                            Seu alcance pode atingir quase seis mil milhas náuticas e graças às inovações tecnológicas, ele pode ficar longos períodos navegando no mar sem a necessidade urgente de reabastecer.

                            A empresa Burgess é a responsável pelo fretamento do Wanderlust, que custa cerca de 900 mil euros, aproximadamente R$ 5 milhões (valores convertidos em janeiro de 2023).

                             

                            A Silver Yachts já está construindo outra grande embarcação, o Silver Edge de 79,5 metros, também pelas mãos de Espen Oino.

                             

                            Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                             

                            Náutica Responde

                            Faça uma pergunta para a Náutica

                              Relacionadas

                              Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                              Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                              Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                              Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                              Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                              De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                              Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                              Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                              Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                              De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                              Rafael Nadal anuncia entrada em competição de barcos elétricos

                              14/01/2023

                              Considerado um dos melhores tenistas de todos os tempos, Rafael Nadal é o mais novo proprietário de equipe em uma categoria de barcos elétricos. O próprio tenista revelou que agora irá participar das disputas da categoria E1, composta por barcos 100% elétricos.

                              O barco utilizado pelas 10 equipes da E1 é o RaceBird e possui a velocidade máxima em 93 km/h. O modelo conta com o sistema de hidrofólio, ou seja, o casco navega acima do nível da água, otimizando o uso da energia.

                              Estou animado por me envolver em um projeto como o E1, por valorizar a sustentabilidade e ainda terá um impacto positivo na sociedade, especialmente nas comunidades costeiras – Rafael Nadal

                               


                              Ele ainda afirma que o espírito de competição abordado pela categoria E1, além de trazer a eficiência na mobilidade marítima é uma boa notícia para todo o oceano. Nadal, também vai participar do programa E1 Blue Action Programme, o qual restaura e cuida dos ecossistemas marinhos ao longo das orlas das cidades onde irão acontecer as oito etapas da competição.

                               

                               

                              Outro esportista famoso que fará parte da E1 é o piloto de Fórmula 1 Sergio Pérez. Ele estará no comando do Team Mexico, um barco pintado nas cores da bandeira de seu país. Fora as equipes de Nadal e de Sergio Pérez, por ora há apenas a confirmação de mais uma equipe, chamada Venice.

                              Falando com o Nadal, pude entender como a sustentabilidade e o oceano são a paixão dele. A missão principal da E1, além de acelerar a mobilidade sustentável, é também restaurar os ecossistemas marinhos. É isso que o Nadal e sua equipe têm em mente – Alejandro Agag, um dos co-fundadores da E1

                               

                               

                              Segundo a equipe de produção da disputa, a primeira temporada da E1 deverá ocorrer ainda em 2023 e “nos próximos meses” serão revelados os oitos locais onde ocorrerão as etapas, assim como os demais times e os pilotos.

                               

                              Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                               

                              Náutica Responde

                              Faça uma pergunta para a Náutica

                                Relacionadas

                                Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                No Loucos por Barcos, Lanchas Coral vibra com evolução e exportações

                                Por: Redação -
                                13/01/2023

                                Leonardo Chiavazzoli, proprietário da Lanchas Coral, é o convidado da vez no Loucos por Barcos. No bate-papo com Guilherme Kodja, o empresário conta que a empresa tem se dedicado a conquistar a certificação de seus produtos e da fábrica e comemora a segunda leva de barcos exportados para os Estados Unidos.

                                 

                                O estaleiro carioca, que tem 30 anos de mercado, começou suas exportações em 2022. Leonardo conta que três lanchas de 26 pés e uma de 33 pés já tiveram a Flórida como destino.

                                 

                                O empresário revela ainda que a Coral já possui uma programação para entregas de mais barcos para o mercado norte-americano. Confira abaixo a entrevista completa em vídeo:

                                 

                                 

                                Náutica Responde

                                Faça uma pergunta para a Náutica

                                  Relacionadas

                                  Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                  Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                  Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                  Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                  Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                  De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                  Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                  Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                  Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                  De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                  Especialista nas águas de Angra, Jota Barros entra para o time Influenciadores NÁUTICA

                                  Por: Redação -

                                  Morador há mais de 20 anos da Ilha Grande — a maior da baía de Angra dos Reis, no Rio —, o mangaratibense Jota Barros conhece como poucos todos os cantinhos e segredos que esse aclamado paraíso náutico fluminense tem para oferecer para os navegadores.

                                  Dos pequenos vilarejos a baías tranquilas; das enseadas escondidinhas a praias de ilhas exuberantes; das pousadas aos restaurantes à beira-mar.

                                  A melhor maneira de conhecer a região é de barco – Jota Barros

                                  Jota — batizado de Jorge — navega pelo menos uma vez por dia por Angra, alternando entre passeios turísticos de barco e passeios com a família  — a mulher, Aline Resende, e o filho, o pequeno Joaquim.

                                  “Angra e Ilha Grande têm lugares mágicos, de águas calmas e cores variando entre o azul e o verde, rodeados pela Mata Atlântica. O único problema é que, quando você acha que encontrou a praia mais bonita, logo surge outra ainda melhor”, brinca Jota Barros, que já perdeu a conta de quantas horas navegadas na ilha tem registrado.

                                   

                                  Por consequência da sua reconhecida atuação de revelar, em fotos e vídeos nas redes sociais, os segredos de navegação das águas de Angra, Jota conquistou respeito e popularidade na Internet, com mais de 150 mil seguidores.

                                  A partir de agora, ao entrar para o time Influenciadores NÁUTICA, Jota Barros compartilhará conhecimento e a paixão náutica, a fim de levar informações e seus melhores momentos por meio das redes sociais de Náutica e das contas @jotabarrosig, @barcomanguesecoig e @lanchasilhagrande. Bem-vindo ao time, Jota!

                                   

                                  Você também quer fazer parte do time de influenciadores NÁUTICA? Envie um e-mail para [email protected] ou um direct para @revistanautica no Instagram.

                                   

                                  Náutica Responde

                                  Faça uma pergunta para a Náutica

                                    Relacionadas

                                    Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                    Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                    Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                    Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                    Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                    De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                    Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                    Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                    Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                    De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                    Com parada em Itajaí, regata de volta ao mundo The Ocean Race começará no dia 15

                                    12/01/2023

                                    Considerada a maior regata transoceânica do mundo, a The Ocean Race vai ter a largada no próximo dia 15 de janeiro, na cidade espanhola de Alicante. A competição de volta ao mundo na vela terá a cidade de Itajaí (SC), cidade referência náutica no Brasil, como uma das paradas.

                                    Esta é a quarta vez que Itajaí recebe os competidores deste evento. Neste ano, a etapa que vem ao Brasil quebrará um recorde de distância: será a mais longa distância percorrida em uma única etapa, considerando os 50 anos do evento. Serão 12.750 milhas náuticas da Cidade do Cabo ao litoral catarinense, cruzando os oceanos Índico e Pacífico, para depois retornar ao Atlântico.

                                     

                                    A estimativa é de que os velejadores levem por volta de um mês navegando entre a Cidade do Cabo e Itajaí.

                                    E pela primeira vez em todos seus anos, a The Ocean Race receberá duas classes diferentes de embarcação. A IMOCA possui barcos de alto rendimento e além de disputarem o grande troféu do evento, farão a volta ao mundo.

                                     

                                    Já os da VO65 navegarão apenas pela Europa, em um trecho mais curto. Contudo, mesmo em um espaço menor, a regata terá uma disputa mais acirrada.

                                    No último sábado (7), a área que recebe os visitantes em Alicante foi aberta. Já no domingo (8), a In-Port Race reuniu os velejadores de cinco barcos da Classe IMOCA – categoria que terá a parada em Itajaí.

                                     

                                    Outros seis barcos da Classe VO65 estarão na competição iniciada em Alicante, mas farão apenas o circuito europeu. No final desta semana, será dada a largada oficial dos velejadores partindo da Espanha até Cabo Verde, no continente africano.

                                    Chegada em Itajaí

                                    Para receber a The Ocean Race, a Marina Itajaí realizou investimentos pesados em infraestrutura e logística não apenas para atender as equipes que participam da corrida — que contarão com uma grande Race Village, com todo o aparato para se prepararem para as próximas etapas da competição — como para receber os turistas e apaixonados em geral por este esporte.

                                     

                                    A movimentação na Marina Itajaí acontecerá entre os dias 29 de março e 23 de abril. A previsão de chegada dos velejadores em Itajaí é 1 de abril. Já no dia 21 do mesmo mês, eles farão a In-Port Race e em 23 de abril as embarcações partem para New Port, nos Estados Unidos.

                                     

                                    Diversas atividades de lazer para todos os públicos, com entrada gratuita serão disponibilizados na Vila da Regata brasileira. Também são esperados atrações culturais, simuladores, brinquedos, e palestras, entre outras atividades no local.

                                     

                                    Para o prefeito Volnei Morastoni, a realização de mais essa etapa da The Ocean Race consolida a cidade como polo náutico do Brasil, fortalecendo a economia do mar e o turismo de toda a região.

                                    É um evento que leva o nome de Santa Catarina e do Brasil para o pódio mundial – Volnei Morastoni, prefeito de Itajaí

                                    Pesaram a favor da escolha de Itajaí  o sucesso das últimas edições, em 2012, 2015 e 2018, além do carinho dos catarinenses com os velejadores e a boa organização daquelas etapas — na edição passada, Itajaí recebeu o título simbólico de a mais receptiva entre todas as etapas da The Ocean Race.

                                    Conheça o percurso da The Ocean Race

                                    O ponto de partida da The Ocean Race é em Alicante, em 15 de janeiro e com previsão de chegar a Cabo Verde no dia 19 de janeiro. Outras paradas serão realizadas em Cidade do Cabo (África), Itajaí, New Port (EUA), Aarhus (Dinamarca), Haia (Holanda), seguindo para Genova (Itália), local da grande final.

                                     

                                    A previsão é que a final da disputa aconteça em 25 de junho. Para conferir mais informações acerca das paradas e de todo o evento, acesse o site oficial da The Ocean Race.

                                     

                                    Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                     

                                    Náutica Responde

                                    Faça uma pergunta para a Náutica

                                      Relacionadas

                                      Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                      Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                      Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                      Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                      Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                      De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                      Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                      Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                      Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                      De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                      Empresa russa cria projeto de dois megaiates para um único dono

                                      Baikal Yachts Group procura um estaleiro para iniciar a construção de dois modelos muito parecidos

                                      A empresa russa Baikal Yachts Group apresentou ao público seus novos projetos: dois megaiates de 86 metros. O mais curioso dessa história é que ambos serão entregues para um mesmo cliente.

                                      As duas embarcações tem cerca de 282 pés e algumas pequenas diferenças no quesito conforto.

                                      Os Baikal 86 Explorer e Baikal 86 Expedition são totalmente equipados para suas respectivas funções, ou seja, o modelo Explorer é capaz de navegar com muito conforto pelas águas das latitudes sul do mundo. Já o megaiate Expedition tem sua proposta voltada para a navegação nas latitudes norte.

                                      A estrutura dos dois é toda feita de alumínio e tanto o posto de controle quanto o espaço do proprietário estão em lugares parecidos. Outras similaridades são os desenhos e a estética parecida no salão principal, nos escritórios e até no quinto deck.

                                      Contudo, eles diferem no quesito área de lazer. O Baikal 86 Explorer tem mais espaços para os ocupantes aproveitarem o clima mais quente. Por isso, há uma piscina no deck principal e no deck do proprietário existem duas jacuzzis.

                                       

                                      Já no Expedition, uma piscina coberta e no convés e soluções que servem para uma expedição tanto na água quanto na terra.

                                      Para movimentar as duas embarcações, serão instalados dois sistemas unindo o diesel com eletricidade, gerando cerca de 4 mil hp. Porém, no modelo Expedition, haverá também um modo de condução parecido com um quebra-gelo.

                                      Outra curiosidade é que ambos projetos foram desenhados, disponibilizando ao menos dois helipontos e no Explorer ainda há um terceiro espaço de pouso e decolagem dessas aeronaves.

                                       

                                      A empresa, por enquanto, segue procurando um estaleiro para produzir os dois megaiates e estima que em até cinco anos eles poderão ser concluídos.

                                       

                                      Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                       

                                      Náutica Responde

                                      Faça uma pergunta para a Náutica

                                        Relacionadas

                                        Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                        Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                        Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                        Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                        Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                        De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                        Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                        Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                        Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                        De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                        Conheça o projeto inovador de barco-casa feito por uma empresa indiana

                                        11/01/2023

                                        Uma empresa de design indiana criou um projeto um tanto inovador: juntou a ideia de casa com um barco e terminou por criar uma mistura dos dois.

                                        Batizada de Fang Song (que, em chinês, significa relaxar), a lancha funciona como uma casa flutuante e possui uma autonomia razoável, de acordo com suas funcionalidades.

                                        Reprodução

                                        O projeto feito sob medida tem 49 pés de comprimento e mais de quatro metros de largura. É indicado para navegação interior, em áreas abrigadas como lagos, lagoas, rios e canais.

                                        Divulgação

                                        Movido a energia solar, tem autonomia para percorrer até 50 km por dia. Os diretores da Fang Song ressaltam que viagens longas e sem paradas não são as ideais para essa embarcação.

                                        Divulgação

                                        Os ocupantes podem desfrutar de várias soluções um tanto criativas como: uma mesa acoplada ao armário e que pode ajudar na hora do apoio, um compartimento escondido sob o chão da sala feito especialmente para bicicletas e até uma lareira, que pode ser ativada por aplicativo.

                                         

                                         

                                        Segundo a Crossboundaries, o dono da embarcação ainda quer instalar sistemas para purificar água e para tratamento biológico do esgoto. Dessa forma, estadias um pouco mais longas seriam possíveis.

                                         

                                        Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                         

                                        Náutica Responde

                                        Faça uma pergunta para a Náutica

                                          Relacionadas

                                          Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                          Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                          Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                          Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                          Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                          De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                          Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                          Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                          Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                          De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                          Apaixonada por jets, Maria Dias entra para o time Influenciadores NÁUTICA

                                          Navegando por Capitólio, mineira conquistou respeito e popularidade náutica nas redes sociais

                                          Por: Redação -

                                          Um dos melhores lugares para navegar no Brasil, a Represa de Furnas (considerada o mar de Minas) há anos é o quintal da mineira Maria Dias. Foi nessas águas que ela começou a navegar e se apaixonou pela vida náutica.

                                          Desde então, não há um fim de semana sequer em que Maria Dias não está a bordo da sua moto aquática ou navegando em lanchas, desbravando o paraíso mineiro e as águas do Brasil.

                                          Não me vejo longe das águas. Navegar é oxigênio para mim – Maria Dias

                                          Mas o que era apenas diversão virou também profissão. Maria se transformou em influenciadora digital, compartilhando sua paixão e levando informações a milhares de seguidores, especialmente no universo náutico.

                                           

                                          Com sua atuação navegando nas águas de Capitólio e sempre presente nos eventos náuticos, Maria Dias conquistou respeito e popularidade náutica nas redes sociais, com mais de 140 mil seguidores.

                                          Agora, a “mineira das águas”, como ela se apresenta, se juntará ao time Influenciadores NÁUTICA para compartilhar seus conteúdos náuticos por meio das nossas redes sociais e no seu próprio Instagram @mariadiasneiva. Bem-vinda ao time, Maria!

                                           

                                          Você também quer fazer parte do time de influenciadores NÁUTICA? Envie um e-mail para [email protected] ou um direct para @revistanautica no Instagram.

                                           

                                           

                                          Náutica Responde

                                          Faça uma pergunta para a Náutica

                                            Relacionadas

                                            Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                            Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                            Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                            Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                            Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                            De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                            Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                            Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                            Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                            De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                            Lewis Hamilton freta o superiate Octopus para conhecer a Antárctica

                                            10/01/2023

                                            Para comemorar o Ano Novo em grande estilo, o heptacampeão de Fórmula 1 Lewis Hamilton fretou o superiate Octopus e fez uma viagem até a região da Antárctica.

                                             

                                            A embarcação, que já foi um dos maiores iates privados do mundo e pertenceu ao cofundador da Microsoft Paul Allen, é preparada para navegar nessas regiões mais remotas do mundo.

                                            Antes de seguir para o continente gelado, o Octopus esteve no Brasil e fez uma parada no Rio de Janeiro, no final de novembro de 2022.

                                             

                                            Todos os cômodos do superiate seguem um alto padrão de qualidade e de sofisticação.

                                             

                                             

                                            Fã de barcos, Lewis Hamilton também possui um luxuoso iate: um Sunseeker 90.

                                             

                                            Junto ao piloto nessa viagem estão alguns amigos, como o medalhista olímpico de snowboard Shaun White, a atriz Nina Dobrev e o ator Jared Leto. A modelo brasileira Juliana Nalu — apontada como atual affair de Hamilton — também estaria entre os passageiros, segundo rumores nas redes sociais.

                                             

                                            Vale lembrar que o Octopus foi vendido em 2021 e, desde o começo de 2022, ele está disponível para fretamento.

                                             

                                             

                                            O roteiro de viagem tem pontos turísticos como o Estreito de Gerlache, Ilha Deception, Canal Lemaire, entre outros.

                                             

                                            Para o público que quiser fretar a embarcação por uma semana deverá pagar cerca de 2,2 milhões de euros semanais (aproximadamente R$ 12,4 milhões, valores consultados em janeiro de 2023).

                                            Com capacidade para 12 convidados, o Octopus possui 13 suítes. Outras comodidades oferecidas pelo modelo são: jacuzzi, piscina, cinema, estúdio de gravação e até dois helipontos. Há também espaço para abrigar motos aquáticas e até um submarino.

                                            Com mais de 400 pés de comprimento, o estaleiro alemão Lurssen entregou a embarcação em 2003.

                                             

                                            Graças às inovações instaladas na embarcação, ela já foi emprestada para alguns governos, com o intuito de recuperar os artefatos perdidos da Segunda Guerra Mundial em todo o oceano.

                                             

                                            Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                             

                                            Náutica Responde

                                            Faça uma pergunta para a Náutica

                                              Relacionadas

                                              Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                              Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                              Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                              Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                              Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                              De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                              Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                              Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                              Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                              De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                              Após Patagônia, Recife é próxima parada de regata de volta ao mundo

                                              Por: Redação -

                                              Sete meses após seu início em Tanger, no Marrocos, a regata de volta ao mundo Globe 40 – La Grande Route agora está a caminho do Brasil. A competição, que reúne veleiros da Classe 40, deu largada à etapa Recife no último domingo (8).

                                              Após saírem de Ushuaia, na Patagônia argentina — extremo sul da América do Sul –, os velejadores deverão chegar à capital de Pernambuco a partir do dia 25 de janeiro. O público poderá acompanhar toda a movimentação.

                                              Esta será a única parada no Brasil das embarcações da Globe 40, que vão passar de 10 a 15 dias em nosso país.

                                              Também estão programadas várias atividades durante o período em que os competidores estiverem no Recife, como visita aos barcos (nos dias 28 e 29 de janeiro), regata in-shore no Marco Zero e apresentações culturais.

                                              Haverá ainda eventos fechados para convidados, patrocinadores e competidores. A etapa Recife se encerra no dia 5 de fevereiro, com os barcos seguindo rumo a Granada, no Caribe — a sétima e última parada, antes da chegada final em Lorient, na França.

                                              30 mil milhas náuticas em nove meses

                                              A Globe 40 é uma regata de volta ao mundo de barcos da Classe 40, que garantem disputas acirradas. A competição tem, ao todo, 30 mil milhas náuticas, percorridas durante nove meses – desses, são 140 dias no mar.

                                              Esse evento é a porta de entrada para que Pernambuco se torne uma parada de outras regatas internacionais de volta ao mundo, além de uma excelente oportunidade para o turismo náutico para a cidade – Yannick Ollivier, presidente da FPVela

                                               

                                              A partida aconteceu em 26 de junho do ano passado, em Tânger, no Marrocos, com a chegada em Lorient (França) prevista para 13 de março de 2023. O percurso inclui paradas em Cabo Verde (África), Ilhas Maurício (Oceano Índico), Auckland (Nova Zelândia), Tahiti (Polinésia Francesa), Ushuaia (Patagônia), Recife (Brasil) e Granada (Caribe).

                                              A Globe 40 é uma realização da empresa francesa Sirius Events, com suporte na organização da etapa de Recife da Federação Pernambucana de Vela (FPVela), apoio do Cabanga Iate Clube de Pernambuco e Consórcio Porto Novo, com patrocínio da Prefeitura do Recife, Qair Brasil e Marina Recife. Mais informações sobre a competição no site da Globe 40.

                                               

                                              Náutica Responde

                                              Faça uma pergunta para a Náutica

                                                Relacionadas

                                                Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                                Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                                Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                                Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                                Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                Leonardo DiCaprio aproveita férias a bordo de luxuoso iate no Caribe

                                                Um superiate para navegar pelo Caribe foi a aposta do ator Leonardo DiCaprio para curtir as férias neste início de ano. A estrela de Hollywood fretou o superiate Vava II para curtir as belezas de Saint Barth.

                                                Construído pela Devonport Yachts, o modelo possui cerca de 318 pés de comprimento total. A parte externa foi toda desenhada por Redman Whitely Dixon. Já seu interior, foi projetado por Remi Tessier.

                                                Com todo esse grande tamanho, a embarcação pode acomodar confortavelmente até 36 convidados e mais 34 tripulantes. Junto de DiCaprio nesta viagem pela ilha francesa do Caribe estão a modelo Victoria Lamas, apontada como namorada do astro, e o ator Tobey Maguire, entre outros amigos.

                                                Para o lazer dos navegantes, o superiate conta com heliponto, uma piscina e até um beach club, com acesso ao mar. A luxuosa embarcação conta com quatro motores MTU a diesl e sua velocidade máxima é de 19 nós.

                                                Esta não é a primeira vez que DiCaprio escolhe essa embarcação para curtir as férias. De propriedade do empresário bilionário Ernesto Bertarelli, o superiate Vava II é muito usado por celebridades. Até por esse motivo, não há muitos detalhes acerca do seu interior disponíveis ao público, para preservar a privacidade dos famosos.

                                                O barco costuma navegar por Saint Barth durante as festas de Natal e de Ano Novo. Durante o verão do hemisfério Norte (de julho a setembro), celebridades aproveitam o superiate em Saint Tropez, na Riviera Francesa.

                                                 

                                                Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                 

                                                Náutica Responde

                                                Faça uma pergunta para a Náutica

                                                  Relacionadas

                                                  Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                                  Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                                  Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                                  Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                                  Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                  De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                  Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                  Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                  Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                  De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                  Copa da Juventude 2023: YCSA será sede da competição de vela nacional

                                                  09/01/2023

                                                  Entre os dias 29 de janeiro e 4 de fevereiro de 2023 acontece a Copa da Juventude 2023, organizada pela CBVela (Confederação Brasileira de Vela). O local escolhido para sediar é o Yacht Club Santo Amaro.

                                                   

                                                  A competição, que irá acontecer nas raias da Represa de Guarapiranga, terá competidores em cinco classes diferentes: 420, 29er, ILCA 6, Formula Kite e IQFoil.

                                                  Segundo a CBVela, são esperados mais de 130 concorrentes somente nesta etapa. Para a equipe organizadora, esta será uma chance de novos atletas serem descobertos.

                                                   

                                                  Com uma nova parceria firmada, a CBVela e a YCSA irão disponibilizar diversas programações para os velejadores fora das regatas. Palestras e workshops serão organizados por uma equipe especializada.

                                                   

                                                  Acredito que será uma disputa equilibrada, porque muitos atletas estão saindo do Optimist e vão querer mostrar sua capacidade de velejar – Walter Böddener, gerente de eventos da CBVela

                                                   

                                                  Para fazer a inscrição, basta acessar o site oficial da Confederação. Já o público encontra informações detalhadas sobre a competição no site do Yacht Club.

                                                   

                                                  Estamos esperando um grande número de oponentes participando desta etapa e, por isso, o Yacht Club Santo Amaro está preparando uma grande estrutura, tanto na água para a regata, quanto na terra, para os velejadores e seus convidados – Volnys Bernal, diretor do YCSA

                                                   

                                                  Náutica Responde

                                                  Faça uma pergunta para a Náutica

                                                    Relacionadas

                                                    Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                                    Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                                    Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                                    Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                                    Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                    De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                    Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                    Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                    Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                    De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                    Conheça os 10 mandamentos para uma navegação mais segura

                                                    Por: Redação -

                                                    Todos os anos, a Marinha do Brasil promove a Operação Verão, com ações de fiscalização do tráfego aquaviário, tanto no litoral, quanto em águas interiores.

                                                    A operação acontece em todo o território nacional, por meio dos nove Distritos Navais e das 68 Capitanias, Delegacias e Agências, todos com um único objetivo em comum: conscientizar condutores e passageiros a navegar com segurança.

                                                     

                                                    Na maioria dos Distritos Navais, as ações de fiscalização concentram-se nos meses de dezembro a março, período do verão em que é observado expressivo aumento do tráfego das embarcações de esporte e lazer nas águas brasileiras, devido ao período de férias e às festividades típicas desta época do ano.

                                                     

                                                    Com o objetivo de tornar a navegação mais segura, a campanha de conscientização é feita com base nos “10 mandamentos da Segurança da Navegação” para que, uma vez conscientes de seus deveres, condutores e passageiros escolham sempre navegar com segurança:

                                                     

                                                    1) Conduza sua embarcação com prudência para evitar acidentes;

                                                     

                                                    2) Se beber, passe o timão para alguém habilitado;

                                                     

                                                    3) Mantenha a distância dos banhistas para evitar acidentes;

                                                     

                                                    4) Mantenha os extintores de incêndio dentro da validade;

                                                     

                                                    5) Tenha coletes salva-vidas para todos a bordo;

                                                     

                                                    6) Tenha a bordo o material de salvatagem prescrito pela Capitania;

                                                     

                                                    7) Faça a manutenção correta da sua embarcação;

                                                     

                                                    8) Ao sair, informe o seu plano de navegação ao iate, marina ou condomínio;

                                                     

                                                    9) Respeite a vida, seja solidário, preste socorro;

                                                     

                                                    10) Não polua nossos mares e rios.

                                                     

                                                    Seguindo essas regras simples, você ajuda a garantir a diversão e a segurança de todos a bordo.

                                                     

                                                    Náutica Responde

                                                    Faça uma pergunta para a Náutica

                                                      Relacionadas

                                                      Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                                      Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                                      Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                                      Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                                      Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                      De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                      Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                      Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                      Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                      De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                      Com cenários de tirar o fôlego, Panamá tem praias e ilhas paradisíacas

                                                      Por: Redação -
                                                      08/01/2023

                                                      Dividido pelo Canal do Panamá, o país faz fronteira com o Mar do Caribe, Colômbia e Costa Rica. Situado entre o Atlântico e o Pacífico, sua posição geográfica era perfeita para encurtar rotas mercantis que cruzavam o planeta, o que era cobiçado pelas potências mundiais.

                                                       

                                                      No entanto, os Estados Unidos apoiaram a independência da então província do Panamá da Colômbia, em 1903, construíram o Canal em 1914 e receberam os direitos econômicos de sua exploração por 85 anos. Apenas em 1999 o Panamá passou a ter controle absoluto sobre seu Canal e sua importante receita.

                                                      Durante os anos 1930, a Grande Depressão e um golpe militar levaram a vários anos de instabilidade política e econômica. Em 1968, um regime militar tomou o poder e se manteve lá por mais de 10 anos, sucedido por uma turbulência política. Somente em 1994 o Panamá realizou as suas primeiras eleições democráticas.

                                                      Arborizada e contemporânea, a cidade do Panamá tem muito mais do que o típico chapéu e o famoso Canal, que é obra-prima da engenharia e liga o Oceano Pacífico ao Atlântico. É, de fato, a atração mais famosa, considerada uma das 7 Maravilhas do Mundo Moderno — e vale a visita!

                                                       

                                                      Construído para diminuir drasticamente o tempo de viagem dos navios entre o Oceano Pacífico e o Mar do Caribe, tem cerca de 83 quilômetros de comprimento e possui um sistema de eclusas para levantar navios em até 26 metros.

                                                       

                                                      De Miraflores, é possível ver os navios em trânsito a poucos metros de distância e ainda assistir a um documentário sobre a história do Canal. Em Colón, no lado do Atlântico, do Centro de Visitantes de Água Clara, se vê as novas e maiores eclusas.

                                                      Colón, aliás, é uma cidade pequena, mas uma das mais visitadas do país, já que é porta de entrada para regiões caribenhas. Banhada pelo Mar do Caribe, fica a cerca de 80 quilômetros da capital.

                                                       

                                                      O destino é perfeito para curtir praias paradisíacas e também explorar a cultura local, que tem influências africanas e espanholas. Ali vale um mergulho na história, explorando os fortes e a presença de piratas na cidade. Em 1980, a Unesco declarou o Fort San Lorenzo e Portobelo como Patrimônio da Humanidade, descrevendo as fortificações como “magníficos exemplos da arquitetura militar dos séculos 17 e 18”.

                                                       

                                                      Não deixe de pegar o barco para visitar a Ilha Mamey, repleta de palmeiras e praias de águas mornas daquele azul turquesa bem Caribe, com áreas perfeitas para o mergulho e um lado próprio para o surfe.

                                                      Considerada centro econômico, financeiro e cultural do país, a cidade do Panamá é também uma das mais antigas da América. Não tem como não se apaixonar por essa metrópole moderna e, ao mesmo tempo, cheia de história.

                                                       

                                                      Com um centro histórico muito rico, praias de areia branca e águas cristalinas, a cidade do Panamá, capital do país, atrai turistas de todo o mundo.

                                                       

                                                      Aos brasileiros, a vantagem é que não precisam de visto para estadias de até 90 dias. Além disso, o país também tem um sistema de tax-free, ou seja, os turistas podem adquirir produtos e depois serem reembolsados de impostos locais.

                                                       

                                                      Se cair na tentação das compras, prepare o cartão de crédito, pois a cidade do Panamá tem o apelido de “Nova Miami”.

                                                      Depois de se surpreenderem com uma cidade viva, cheia de avenidas largas e edifícios modernos, apreciarem o movimento da cidade pela Cinta Costeira — via moderna com calçadão e ótima vista para a orla — curtirem boas praias, conhecerem as construções milenares de Panamá Viejo (a primeira cidade do Panamá, fundada em 1519), ou explorarem o charmoso Casco Antiguo, bairro com ruelas estreitas de pedra e edifícios da arquitetura colonial espanhola, os visitantes ainda têm a noite pela frente.

                                                       

                                                      Bares, baladas e uma grande variedade de restaurantes proporcionam experiências revigorantes.

                                                       

                                                      Que tal assistir ao pôr do sol do 66º andar, com a bela vista da cidade e os drinques do Panaviera Sky Bar? Depois, seguir para um restaurante a fim de provar a típica gastronomia panamenha, que leva uma série de ingredientes fresquinhos vindos do mar e de plantações locais.

                                                       

                                                      O tradicional El Trapiche, que funciona há mais de 30 anos, segue como referência máxima na gastronomia tradicional panamenha. O Fiesta Panameña é um pot porri das comidas mais típicas. O Azahar, por sua vez, tem peixes e frutos do mar com influências asiáticas.

                                                       

                                                      Além dos limites da capital, também há boas surpresas. Spots como Santa Catalina e Bocas del Toro que, além de exuberante, é uma das principais regiões para a prática de mergulho; paisagens naturais de Veraguas, o território indígena nas belas Ilhas San Blas, os incríveis cenários caribenhos, observação de baleias em Los Santos e visita a projetos de conservação de tartarugas no Oceano Pacífico, são programas que valem a pena.

                                                       

                                                      É terminantemente obrigatório visitar Bocas del Toro, uma cadeia de ilhas no Mar do Caribe. Como toda paisagem caribenha, praias de areia branca, águas cristalinas e um mar azul-esmeralda fazem lembrar o paraíso.

                                                       

                                                       

                                                      O local é bem conhecido entre os praticantes de mergulho, já que a região tem rica vida marinha — 95% das espécies de corais caribenhos são encontrados ali — e oferece boa visibilidade para a prática do esporte, tanto de cilindro como de snorkel ou o deepboard, que é uma espécie de mergulho motorizado.

                                                       

                                                      Nem é preciso sorte para observar uma incrível variedade de criaturas de recifes tropicais, incluindo tubarões-lixa, arraias e muitas espécies de caranguejo e lagosta.

                                                       

                                                      São três ilhas principais em Bocas Del Toro: a Colón, a Bastimentos, que é uma das maiores ilhas do Panamá, e a pequena Carenero. Colón é a ilha mais populosa do arquipélago e onde fica a cidade principal: a Cidade de Bocas.

                                                       

                                                      Ali fica a Playa Estrella, também conhecida como a “Praia das Estrelas-do-mar”, um destino de ecoturismo protegido, onde se pode experimentar a cultura e a comida afro-caribenha da região. A Praia Bluff é ideal para surfe e também aprender sobre os esforços locais para conservar as tartarugas marinhas.

                                                       

                                                       

                                                      A Ilha Bastimentos oferece uma alternativa descontraída às ruas e bares movimentados do centro da Cidade de Bocas. A apenas 10 minutos de táxi aquático da ilha Colón, Bastimentos tem praias maravilhosas, incluindo a paradisíaca Wizard e Polo, com anéis de corais, águas calmas e poucos visitantes. Coral Cay é um dos melhores lugares para mergulhar com snorkel.

                                                       

                                                      A praia Red Frog, batizada em homenagem à população de pequenos sapos vermelhos que habitam a floresta vizinha, abriga um famoso bar onde se pode tomar uma cerveja e passar o dia na praia. Na ponta oeste da ilha, entre a floresta e o mar, encontra-se o Old Bank, lar da comunidade afro-caribenha Guari.

                                                       

                                                      Bocas Del Toro abriga um laboratório natural de estudos evolutivos e de mudanças climáticas, além do primeiro Mission Blue Hope Spot do Panamá, um programa focado na reabilitação e preservação do ecossistema marinho.

                                                       

                                                       

                                                      Coloque Veraguas no roteiro, uma região montanhosa cheia de charme e cenários naturais espetaculares. Suas temperaturas frescas nas montanhas, no norte, facilitam a caminhada até dezenas de cachoeiras, enquanto suas praias ensolaradas e intocadas, no sul, proporcionam vistas incríveis e a oportunidade de mergulhar ou surfar.

                                                       

                                                      Se você gosta de temperaturas mais frias e caminhadas, não deixe de conhecer Santa Fé, uma pequena e autêntica vila panamenha situada nas montanhas, a 450 metros de altitude. A melhor experiência no Parque Nacional das Ilhas de Santa Fé é feita a pé, caminhando pelas montanhas e atravessando o rio Santa María para chegar a uma das 20 cachoeiras.

                                                       

                                                      Localizada na costa do Pacífico da província de Veraguas, Santa Catalina era uma pequena vila de pescadores que tornou-se destino de surfe de renome mundial. É um vilarejo com poucos restaurantes e acomodações, além de uma mercearia e escolas de surfe. As praias de areia negra de Santa Catalina têm fortes ondas que podem ultrapassar nove metros e formar ótimos tubos.

                                                       

                                                       

                                                      Santa Catalina também é o ponto de partida para a maioria dos passeios ao Parque Marinho de Coiba, declarado Patrimônio Mundial da Unesco em 2005. Antigamente uma colônia penal, o acesso à ilha era limitado, o que permitiu que grande parte dos recursos naturais permanecesse intocado.

                                                       

                                                      O parque marinho possui grande diversidade biológica. Mergulhar ali é ter a chance de ver arraias, baleias e tubarões-martelo e, entre dezembro e abril, tubarões-baleia.

                                                       

                                                      Na vizinha Chiriqui, na parte noroeste do país, perto da fronteira com a Costa Rica, se pode explorar quilômetros de praias desertas na costa do Pacífico, regiões montanhosas cênicas e Baru, o único vulcão do Panamá. A região é indicada para quem procura aventuras, rafting, caminhadas, tirolesa, snorkeling, pesca esportiva, escalada.

                                                       

                                                       

                                                      O Golfo de Chiriquí é o tesouro marinho da cidade, com encantadoras ilhas de areias brancas, um dos maiores recifes de coral do Pacífico e uma das florestas de mangue mais densas da América Central, bem como a maior ilha do Panamá, a Coiba.

                                                       

                                                      O Parque Nacional Marinho do Golfo de Chiriquí engloba todas as ilhas do golfo, além dos recifes, manguezais e a vida animal. Esta área protegida do país é um dos maiores campos de pesca esportiva e de caça do mundo, especialmente no Hannibal Bank e na Ilha Montuosa.

                                                       

                                                      As águas protegidas do Parque Nacional Marinho do Golfo de Chiriquí abrigam 25 ilhas e 19 recifes de coral.

                                                       

                                                       

                                                      O fácil acesso pela pequena cidade pesqueira de Boca Chica permite explorar ilhas tropicais repletas de vida selvagem e observar tartarugas, golfinhos e baleias durante a temporada. Seja a pé nas ilhas, passeando de caiaque ao longo das margens ou mergulhando em meio aos recifes, a experiência é inesquecível.

                                                       

                                                      Há, ainda, as encantadoras ilhas Parida, Gamerz e Bolanos, ideais para passar o dia, e a Secas, para quem prefere praia privada e acomodações de luxo.

                                                       

                                                      Kuna Yala, também conhecido como arquipélago de San Blas, é território indígena governado pela tribo nativa Kuna. Composto por uma estreita faixa de terra no lado caribenho do país, além de 365 ilhas, das quais apenas 50 são habitadas pelo povo Kuna, é considerado um dos principais destinos no Panamá graças à sua beleza natural bem preservada.

                                                       

                                                       

                                                      Provavelmente uma viagem a San Blas será diferente de tudo. Ali não há internet e não são aceitos pagamentos com cartão de crédito, apenas com dólar americano. A hospedagem é em cabanas de palha sem água aquecida ou em redes ou colchões infáveis colocados na areia.

                                                       

                                                      Um dos lugares mais procurados para se hospedar é a bordo de um veleiro, que permite navegar de ilha em ilha. Se falta conforto para dormir, sobra sabor na gastronomia local, que inclui frutos do mar frescos preparados com especiarias e ingredientes regionais.

                                                       

                                                      Ao nadar na bela água azul-turquesa cristalina e aprender mais sobre a cultura e as tradições dos Kuna, constata-se que a experiência vale a pena. Visite El Porvenir, a capital de Kuna Yala, e a Ilha Perro, para um mergulho incrível com snorkel na Praia Chichimei.

                                                       

                                                      Náutica Responde

                                                      Faça uma pergunta para a Náutica

                                                        Relacionadas

                                                        Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                                        Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                                        Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                                        Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                                        Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                        De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                        Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                        Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                        Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                        De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                        Cheio de atividades e diversão garantida, Santa Monica Pier merece sua visita

                                                        Por: Redação -
                                                        07/01/2023

                                                        Uma das principais cidades da Califórnia, Santa Monica fica na costa oeste dos Estados Unidos, a apenas 26 quilômetros de Los Angeles e a meia hora de outras praias badaladas, como Malibu e San Diego.

                                                        Além de mais de 5 km de praia com longas faixas de areia, Santa Monica tem um dos mais famosos cartões-postais de Los Angeles: o Santa Monica Pier, inaugurado em 1909, após 16 meses de construção.

                                                        O píer de concreto de 1.600 pés de comprimento era então chamado Píer Municipal de Santa Mônica e, embora originalmente construído para satisfazer as necessidades de saneamento da cidade, logo atraiu a comunidade pesqueira, moradores e turistas.

                                                         

                                                        O famoso fabricante de carrosséis Charles ID Looff construiu o Looff Hippodrome Carousel em 1922, com 44 cavalos esculpidos à mão, reconstruído em 1990. O píer sobreviveu ao longo das décadas, ao contrário de outros píeres famosos ao longo da Gold Coast que desapareceram.

                                                        Em 1973, o destino do Santa Mônica Pier parecia ser o mesmo de seus vizinhos, quando a Câmara Municipal programou sua destruição em favor de uma ilha artificial que abrigaria um hotel resort. Mas os cidadãos se mobilizaram com muito estardalhaço até que os planos foram cancelados.

                                                        Em 1983, a Mãe Natureza estava determinada a realizar o que a Câmara Municipal não conseguiu. Duas violentas tempestades de inverno destruíram mais de um terço da estrutura de concreto.

                                                         

                                                        O píer parecia muito maltratado para sobreviver, mas a população se uniu mais uma vez e formou a Força-Tarefa de Restauração e Desenvolvimento do Píer: em 1990, ele estava reconstruído. Logo se tornaria um destino turístico reconhecido internacionalmente e um símbolo do estilo de vida do sul da Califórnia.

                                                        Em 1996, o Pacific Park foi inaugurado, dando ao píer sua primeira montanha-russa e seu primeiro parque de diversões completo. Em 2009, o Santa Mônica Pier foi consagrado como o terminal oficial da Rota 66, uma das estradas mais famosas do mundo, que começa em Chicago e termina ali, com uma placa da Rota 66 logo na entrada do píer.

                                                        Repleto de atrações, com atmosfera vibrante promovida por artistas de rua e músicos, o Santa Monica Pier — considerado o melhor parque de diversões da Califórnia e o único da Costa Oeste localizado em um píer — tem uma série de atividades que garantem diversão em um dia inteiro.

                                                        Do clássico carrossel à pesca de robalo e corvina, do Santa Monica Pier Aquarium para conhecer alguns dos habitantes da Baía de Santa Monica ao Playland Arcade com  jogos eletrônicos e fliperamas, do Pacific Park onde fica uma das mais icônicas imagens de Los Angeles: a roda-gigante movida a energia solar à beira-mar, ao lugar ideal para assistir ao mais belo — e concorrido — pôr do sol.

                                                        E, claro, para encerrar o passeio, vale uma foto na placa da Rota 66. Tem ainda as lojinhas, galerias e feiras, o festival de cinema e o Twilight on the Pier, o festival de música ao ar livre, que é quase tão icônico quanto o próprio píer, com sua série de concertos.

                                                        Além da praça de alimentação no Pacific Park e dos carrinhos de comida localizados por toda parte, o Santa Monica Pier tem mais de 10 restaurantes, do fast food no Pier Burger aos requintados pratos à base de frutos do mar.

                                                        Um dos principais pontos turísticos da Califórnia e top 10 de cartões-postais dos Estados Unidos, o Santa Monica Pier recebe quase 9 milhões de visitantes por ano, de acordo com Jim Harris, autor de “Santa Monica Pier: A Century on the Last of the Pleasure Pier”.

                                                         

                                                        Náutica Responde

                                                        Faça uma pergunta para a Náutica

                                                          Relacionadas

                                                          Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                                          Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                                          Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                                          Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                                          Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                          De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                          Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                          Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                          Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                          De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                          Vinhos: sugestões de rótulos para agradar ao paladar feminino

                                                          Por: Redação -
                                                          06/01/2023

                                                          De acordo com estudo divulgado pela plataforma CupomValido sobre o consumo de vinho no Brasil e no mundo, o brasileiro nunca bebeu tanto vinho como na pandemia.

                                                          Em média, foram 2,78 litros de vinho per capita, o que representa um aumento de mais de 30%, comparado com 2019. Dos 83 milhões de consumidores de vinho no país, 46% tomam a bebida pelo menos uma vez por semana, e 53% pelo menos uma vez por mês.

                                                           

                                                          Foi-se o tempo em que o vinho e todas as peculiaridades que o envolve, como uvas, tempo de envelhecimento, produtor, região de origem e safra eram de interesse essencialmente masculino.

                                                           

                                                          O mito de que as mulheres preferem bebidas mais leves, o que remete a espumantes, caiu por terra na pesquisa feita pelo economista e sommelier Mauro Salvo e publicada no livro “Visitando o que pensa o consumidor de vinho no Brasil: um olhar pela lente de um economista traduzido em estatísticas e gráficos”.

                                                           

                                                          Com base em mais de 600 entrevistas, o resultado desfaz o mito de que mulheres preferem espumantes ao revelar que cerca de 70% delas optam por vinhos tintos.

                                                           

                                                          Qual consumidora, ao entrar numa loja de vinhos, não ouviu como primeira oferta do vendedor um espumante, quando estava em busca de um tinto? – Mauro Salvo, sommelier

                                                           

                                                          A grande diferença é que as mulheres levam a sério o provérbio de que o melhor vinho é aquele que agrada ao paladar. Além disso, pesquisa da revista Food Quality and Preference sugere que o sexo feminino conta com um paladar mais apurado, a ponto de sentir sabores que os homens não identificam.

                                                           

                                                          Melhor ainda se for verdade o que disse a toda poderosa madame Pompadour, amante do rei Luis 15 da França: “O champanhe é o único vinho que deixa a mulher ainda mais bonita depois de beber”. Então, vamos a ele.

                                                           

                                                          Marina Bufarah de Souza, sommelière da Wine, maior clube de assinatura de vinhos do mundo, sugere rótulos que combinam com mulheres clássicas, artísticas, aventureiras, românticas e gourmands. Abaixo, confira as dicas.

                                                           

                                                          Undurraga T.H. [Terroir Hunter] D.O. Valle del Maipo Cabernet Sauvignon 2019

                                                          “Para as mais clássicas, a rainha das uvas tintas, a cabernet sauvignon, de um dos vales mais tradicionais e renomados para essa variedade, a Denominação de Origem Vale de Maipo”, sugere Marina.

                                                           

                                                          O Undurraga T.H. [Terroir Hunter] D.O. Valle del Maipo Cabernet Sauvignon 2019 traz a melhor expressão dessa uva em terroir chileno, com complexidade, potência e elegância. Seus aromas são expressivos e revelam frutas vermelhas e negras, como cereja e groselha, notas de ervas e especiarias, toques de grafite e cedro. Um clássico que nunca sai de moda!

                                                           

                                                          Costero Reserva D.O. Valle de Leyda Syrah 2019

                                                          “Para a mulher aventureira, que topa tudo e está sempre pronta para uma nova descoberta, indico o Costero Reserva D.O. Valle de Leyda Syrah 2019, que traz um novo perfil para a Syrah, seu cultivo em uma das mais incríveis regiões de clima frio do Novo Mundo, o Vale de Leyda, na costa chilena”, explica a especialista. Banhada pelo Oceano Pacífico, essa Denominação de Origem é acariciada pelas brisas que sopram do oceano em direção ao continente, preservando toda acidez e despertando nuances frutadas que vão aguçar a curiosidade e surpreender.

                                                           

                                                          Carpineto D.O.C. Rosso di Montepulciano

                                                          “Se for daquelas que não perdem a oportunidade de harmonizar o vinho com um de seus pratos favoritos, vai amar o Carpineto D.O.C. Rosso di Montepulciano 2018”, afirma a sommelière.

                                                           

                                                          Segundo ela, este é um vinho gastronômico no qual predomina a sangiovese, uva italiana de muito prestígio e internacionalmente reconhecida por sua versatilidade para acompanhar as mais diversas culinárias, com apreço especial pelas massas com molho vermelho.

                                                           

                                                          Carpineto Dogajolo I.G.T. Toscano Rosato 2020

                                                          Para as mulheres que têm veia artística, criam e transformam em arte os mais simples objetos, a especialista acredita que o Carpineto Dogajolo I.G.T. Toscano Rosato 2020 é a escolha ideal. “Ele começa encantando na beleza do rótulo e desperta toda criatividade com seus aromas de frutas vermelhas frescas, como morango e groselha, associados aos toques florais. O plus final fica por conta da linda garrafa que pode decorar um cantinho da casa”, revela.

                                                           

                                                          Le Rosé de S.I.G.P. Méditerranée Rosé 2019

                                                          “Para as apaixonadas, românticas por natureza, eu indico o Le Rosé de S. I.G.P. Méditerranée Rosé 2019, um vinho apaixonante, perfumado e delicado, perfeito para brindar os momentos mais amorosos e divertidos, construindo novas memórias que vão acompanhar toda sua história”, conta Marina.

                                                           

                                                          Mionetto Prosecco Rosé DOC

                                                          Produzido a partir de uma combinação entre as melhores uvas glera e pinot noir, o Mionetto Prosecco Rosé DOC, do Grupo Henkell Freixenet, possui cor rosa clara, inspirada nas flores de pêssego, e seu sabor tem notas de toranja e frutas vermelhas.

                                                           

                                                          O frescor marcante de Mionetto é intensificado pela longa maturação que dura em torno de 60 dias, proporcionando aroma de mel e crosta de pão. É ideal para acompanhar aperitivos diversos e pratos leves como saladas e frutos do mar preparados à moda mediterrânea, por exemplo.

                                                           

                                                          Champagne Perrier-Jouët Belle Epoque

                                                          A icônica garrafa do Champagne Perrier-Jouët Belle Epoque, com as anêmonas japonesas desenvolvidas em 1902 por Emille Gallé, um dos maiores expoentes da Art Noveau, já agrada em cheio. Mas seu blend complexo e elegante não deixa por menos.

                                                           

                                                          Brunello di Montalcino Vigna del Suolo

                                                          Brunello di Montalcino Vigna del Suolo, primeiro Cru da vinícola italiana Argiano, cujas vinhas estão entre as mais antigas da Toscana, é resultado de cultivo orgânico, sem fertilizantes ou pesticidas, colhido de forma artesanal. Com uvas 100% sangiovese, tem cor vermelho-rubi intenso e brilhante, aroma complexo e sabor denso e estruturado, que harmoniza com massas, risotos com funghi ou trufa, carnes vermelhas e queijos maduros.

                                                           

                                                          Náutica Responde

                                                          Faça uma pergunta para a Náutica

                                                            Relacionadas

                                                            Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                                            Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                                            Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                                            Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                                            Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                            De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                            Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                            Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                            Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                            De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação

                                                            Para entender as mudanças climáticas, grupo passa um ano no Ártico realizando estudos

                                                            Por: Redação -
                                                            04/01/2023

                                                            No extremo norte do mundo, o Ártico é o epicentro das mudanças climáticas. No entanto, pouco se sabe o que realmente acontece por lá, como funciona a interação entre atmosfera e gelo, oceano e vida porque se trata de uma região inóspita e pouco acessível no inverno por causa da espessa camada de gelo no mar.

                                                            Na verdade, pouco se sabia, porque a Mosaic (Multidisciplinary drifting Observatory for the Study of Arctic Climate), maior expedição de pesquisa de todos os tempos no Ártico, passou um ano na região mais fria da terra realizando pesquisas científicas dos processos climáticos que unem a atmosfera, oceano, gelo marinho, biogeoquímica e ecossistema.

                                                             

                                                            A diminuição do gelo marinho é um símbolo do aquecimento global em curso: no Ártico, sua extensão caiu quase pela metade no verão, desde que os registros de satélite começaram na década de 1980. Menos estudadas, mas igualmente relevantes são a espessura e outras propriedades do gelo.

                                                            A questão do que isso significa para o futuro do Ártico e como essas mudanças podem impactar o clima global foram o impulso para a histórica expedição Mosaic.

                                                             

                                                            Seguindo os passos do veleiro de madeira Fram, com o qual o norueguês Fridtjof Nansen se aventurou pela primeira vez no oceano congelado, uma equipe de 500 pessoas de 20 países, incluindo 300 cientistas de diferentes disciplinas sob a liderança de Markus Rex, tendo como gestor o Alfred Wegener Institute da Alemanha (AWI), assumiu o desafio de partir, mais de 125 anos depois, para o Ártico no outono de 2019, a bordo do quebra-gelo de pesquisa Polarstern, carregado de instrumentos científicos, e apoiado por uma frota internacional de embarcações e helicópteros.

                                                            A beleza dessa expedição, que durou 389 dias, navega agora no Museu Marítimo Alemão (DSM) / Instituto Leibniz de História Marítima, com a exposição INTO THE ICE – The MOSAiC Expedition in pictures. Seis fotógrafos renomados e participantes da expedição Mosaic — Esther Horvath, Lianna Nixon, Jan Rohde, Steffen Graupner, Mario Hoppmann e Michael Gutsche exibem cenas capturadas na terra gelada.

                                                             

                                                            Algumas fotos são apresentadas em grandes quadros de luz led, criando a impressão de imersão na noite polar. É possível admirar a imagem de uma mãe urso polar com seu filhote, de Esther Horvath, fotógrafa da AWI, que recebeu o prestigioso prêmio World Press Photo na categoria ambiental em 2020.

                                                             

                                                             

                                                            As fotografias nos apresentam o quebra-gelo Polastern, trazem vislumbres de luz para a noite eterna no norte, documentam a construção da cidade de pesquisa no gelo e deixam claro que a região do Ártico é mais sensível do que se supõe.

                                                             

                                                            A partir de 1º de janeiro de 2023, todos os dados de pesquisa da Mosaic estarão disponíveis gratuitamente para estudantes, ONGs, partidos políticos, corporações, cidadãos comuns e, principalmente para cientistas de todo o mundo.

                                                             

                                                             

                                                            Afinal, essas informações vão fornecer uma base científica mais robusta para decisões políticas sobre mitigação e adaptação às mudanças climáticas e para a criação de uma estrutura para gerenciar o desenvolvimento do Ártico de forma sustentável.

                                                             

                                                            Por enquanto, sabemos que a expedição Mosaic documentou uma perda sem precedentes de ozônio na estratosfera do Ártico. Segundo estudo do Alfred Wegener Institute, Helmholtz Center for Polar and Marine Research (AWI) em conjunto com a Universidade de Maryland e o Instituto Meteorológico Finlandês, a destruição do ozônio no vórtice polar do Ártico pode se intensificar até o final do século, a menos que os gases de efeito estufa globais sejam reduzidos de forma rápida e sistemática.

                                                             

                                                             

                                                            No futuro, isso também pode significar mais exposição à radiação UV na Europa, América do Norte e Ásia, quando partes do vórtice polar se deslocarem para o sul.

                                                            O Quebra-gelo

                                                            Research Vessel Polarstern, carro-chefe do Alfred Wegener Institute e ícone da pesquisa polar alemã e internacional, foi originalmente encomendado em 1982 e até hoje é um dos navios de pesquisa polar mais avançados e versáteis do mundo.

                                                             

                                                            Entre 1999 e 2001, o navio foi completamente reformulado e agora carrega os mais recentes equipamentos e tecnologias disponíveis. É por isso que ele costuma operar 317 dias em média por ano, realizando pesquisas científicas e reabastecendo as estações de pesquisa administradas pelo Alfred Wegener Institute, como a Neumayer Station III, uma base antártica tripulada durante todo o ano.

                                                            O quebra-gelo não é apenas capaz de operar na área de gelo, mas devido ao seu casco duplo de aço e motores de 20 mil cavalos de potência, ele também pode facilmente quebrar gelo de 1,5 metro de espessura e superar gelos mais espessos por abalroamento.

                                                             

                                                            Equipado para operações em temperaturas baixas, como no inverno do Ártico que faz até 50º negativos, o Polarstern não é tão frio em seu interior, onde cerca de 100 pesquisadores, técnicos e tripulantes da expedição Mosaic trabalharam e viveram.

                                                             

                                                             

                                                            Além de vários laboratórios científicos, carregou equipamentos, instrumentos e contêineres de laboratório, e até mesmo um guindaste adicional especial.  Além disso, o Polarstern tinha vários veículos (helicópteros, motos de neve, Pistenbullies, etc.) a bordo, permitindo que os pesquisadores fizessem medições e coletassem dados não apenas no observatório central, no chamado campo de gelo próximo ao barco, mas também nos locais de observação em uma área de até de 50 km de distância do RV Polarstern.

                                                             

                                                            Náutica Responde

                                                            Faça uma pergunta para a Náutica

                                                              Relacionadas

                                                              Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

                                                              Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

                                                              Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

                                                              Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

                                                              Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

                                                              De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

                                                              Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

                                                              Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia

                                                              Cada vez mais potentes: conheça os destaques entre os motores elétricos no mercado náutico

                                                              De 3 hp a 1200 hp, confira mais de 10 modelos que prometem atender aos mais variados tipos de embarcação