Biólogo desenvolve técnica de reflorestamento de corais no mar do Caribe

Por: Redação -
18/08/2021

A técnica batizada de “berçário de corais”, semelhante ao reflorestamento, foi desenvolvida por um biólogo na Jamaica que procurava por um meio de salvar o mar do Caribe. Ao descobrir que as águas locais só tem 1/6 da cobertura de corais restante, o profissional não pensou duas vezes antes de “arregaçar as mangas”.

A situação alarmante foi comprovada pelos cientistas do Global Coral Reef Monitoring Network. Eles examinaram 90 locais diferentes pelos mares caribenhos, junto com as algas, corais, ouriços, moluscos e, claro, peixes. O resultado foi confirmado: um cenário caótico.

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Frente a um problema do tipo e sem quaisquer previsões de iniciativa pública, o biólogo marinho Andrew Ross desenvolveu um projeto de recuperação na Jamaica, exatamente como se estivesse reflorestando o solo marinho. Ele conta que o processo é frequentemente chamado de jardinagem de corais, e é parecido com a silvicultura, ou seja, a restauração de habitats florestais.

bercario de corais

A empresa de Ross, a Seascape Caribbean, é uma corporação ativa no trabalho de proteção aos corais, o que facilitou muito a iniciativa do biólogo. A empresa colhe pequenas quantidades de material vivo dos recifes selvagens e os leva para viveiros, onde eles crescem e se propagam, gerando novos corais.

Nos berçários, os corais encontram um ambiente mais seguro e rápido para se propagar, já que estão longe de alguns de seus principais inimigos naturais: algas, sedimentos, lesmas e vermes predadores.

Após este processo (que leva em média de 10 a 12 meses), os corais são replantados no solo do oceano, onde conseguem restaurar o ecossistema. Geralmente os viveiros são montados próximos aos locais onde será feito o replantio dos novos corais.

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bercario de corais

Essa preocupação com os corais caribenhos é resultado de uma prática que se mantém há décadas, todas fruto da ação humana. Foram anos de pesca predatória sem nenhum tipo de regulamentação, esgoto sendo jogado no oceano, além de dejetos e lixo despejados no mar. Além disso, o Furacão Allen também foi outro grande golpe sofrido pela Jamaica em 1980, o pior a atingir a região nos últimos 100 anos. O fenômeno acabou com os recifes de corais da região.

Como se já não fosse suficiente, a acidificação das águas dos oceanos — proveniente do aquecimento global — é um agravante de peso neste caso. Apesar de prejudicar toda a vida marinha, a destruição dos corais representa uma ameaça ainda maior, já que eles desempenham o papel de ecossistema marinho mais importante. Cerca de 1/4 de todas as espécies de peixes dependem deles para sobreviver.

Com a diminuição dos corais, muitos peixes típicos do local também sumiram das praias jamaicanas. Um grande exemplo é o do peixe papagaio: sem ele, há um crescimento desordenado de algas, que sufocam e matam os corais. É a chamada dinâmica de populações, que, por um desequilíbrio, tem acabado com a vida marinha do Caribe.

bercario de corais
Peixe Papagaio

Quase como um reconforto, o mercado turístico já tem percebido que, se não contribuir com a divulgação de um turismo sustentável, ele poderá perder milhões de dólares em um futuro bem próximo. E foi com esse pensamento que o Goldeneye Hotel e Resort, na praia de St. Mary, se tornou um dos maiores investidores dos berçários de corais, em parceria com a Seascape Caribbean.

Uma das atrações criadas pelo hotel foi a visita ao projeto, inclusive, em que os visitantes podem participar da iniciativa, plantar um pedaço de coral e depois acompanhar através de fotos, enviadas por e-mail, o crescimento da nova vida.

Confira abaixo o vídeo da Seascape Caribbean, mostrando o trabalho realizado com os berçários na Jamaica:

Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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    Conheça o megaiate de 252 pés Theia, inspirado em deusa grega

    Por: Redação -
    17/08/2021

    Inspirado na deusa grega da luz, Theia, o estúdio de design britânico D-iD lançou seu mais novo megaiate, batizado com o mesmo nome: Theia. Ele tem impressionantes 77 metros (ou 252 pés).

    O conceito principal é perceptível logo de cara: a conexão do mundo interior com o exterior é marcada pelo uso de vidros extensos em todas as janelas e superfícies externas da embarcação, inundando o espaço com luz natural, de acordo com o estúdio.

    theia

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    Ainda nessa percepção, outros pontos muito reiterados pela própria D-iD são uma única linha curva em negrito na parte traseira da superestrutura e as linhas nítidas e limpas que marcam o restante do design.

    Com cinco conveses, Theia foi preenchido com vários espaços sociais e de entretenimento — seja pensando na família ou nos amigos a bordo. O convés superior é marcado pela presença de uma jacuzzi, conectada a varias áreas de estar, ao passo que o convés inferior ganhou uma grande varanda traseira, que se transforma em um heliporto.

    theia

    Um dos conveses foi pensado para atender exclusivamente às necessidades do proprietário: ele conta com com a suíte máster, dois camarins, dois banheiros, um escritório e um salão mais à popa. A porção direcionada ao lazer, ainda neste andar, conta com áreas privativas ao ar livre, um terraço traseiro com bar, área para refeições e mesas também ao ar livre.

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    O convés principal, onde estão as acomodações, foi projetado para incluir dois camarotes VIP, uma sala de jantar de largura completa — onde se deleitam 14 convidados — e um salão que leva a um bar externo. A piscina também se encontra nesse convés, mais à ré, cercada por espreguiçadeiras e por uma plataforma de natação.

    theiatheia

    Outros dois camarotes de hóspedes e um de solteiro foram alocados no convés inferior, ao lado da área de spa. É nesse local que os convidados encontrarão mais uma jacuzzi, sauna a vapor (no estilo hammam), sala de massagem, sauna comum e academia.

    No total, a embarcação abriga um total de 12 pessoas, além dos 18 tripulantes. Quanto à propulsão, o proprietário poderá escolher entre propulsão à diesel híbrida ou convencional. O estaleiro promete velocidade máxima de 16,5 nós, velocidade de cruzeiro de 12,5 nós e alcance de 5 mil milhas náuticas.

    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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      Ilha de arquipélago vulcânico do Caribe é uma das mais sustentáveis do mundo

      Por: Redação -

      A Necker Island, localizada nas Ilhas Virgens Britânicas – que fazem parte de um arquipélago vulcânico do Caribe -, é uma das ilhas mais sustentáveis do mundo. Adquirida nos anos 1970 pelo bilionário Richard Branson, fundador da Virgin Galactic (empresa de voos espaciais), a região é onde o empresário mora até hoje.

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      Nela, Branson promove uma série de atividades de preservação ambiental, com uso de carros elétricos para os hóspedes, programa de reprodução para animais selvagens ameaçados e uso de energia 100% renovável, à base de painéis solares e turbinas eólicas.

      Para continuar promovendo a sustentabilidade, Branson, que recentemente se tornou o primeiro bilionário a realizar um voo comercial rumo ao espaço, decidiu inovar nos uniformes de sua equipe, todos feitos com garrafas de plástico pós-consumo e lixo marinho reciclado. A iniciativa é feita em colaboração com os especialistas em roupas ecologicamente corretas da marca Oceanя, que transformam esses resíduos em um tecido usável feito de poliéster reciclado.

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      O novo uniforme já evitou que quase 20 mil garrafas de plástico fossem parar em aterros sanitários. O processo de reciclagem de tecido requer 86% menos água do que a fabricação normal do poliéster, e a fabricação consome 70% menos energia do que o poliéster comum.

      Como resultado, as vestimentas são altamente respiráveis, possuem FPS 50 (fator de proteção solar) e secagem rápida.

      As mudanças na ilha tiveram início em 2017, após a passagem do furacão Irma, que devastou a estrutura de Necker. Com a necessidade de recomeçar do zero, o empresário enxergou na região a possibilidade de investir em ações mais ecológicas. Hoje, a meta é que a ilha seja carbono-zero até 2030.

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        Marca italiana é relançada por estaleiro que promete grande reestreia

        Por: Redação -

        A Leopard Yachts, uma marca italiana icônica do início dos anos 70, foi relançada pela Seven Stars Marina & Shipyard, perto de Pisa. Andrea Bacigalupo, um dos arquitetos navais originais do Leopard, voltou às origens e projetou o casco aerodinâmico da nova linha.

        O interior e as adições em cada iate individual de 36 metros são totalmente personalizáveis, com os corretores de Mônaco, TWW Yachts, supervisionando os contratos e a construção.

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        Foi a partir dessa estrutura que Davide Mugnaini, CEO da Seven Stars Marina and Shipyard, afirmou: “Estamos muito focados em manter a exclusividade da Leopard Yachts. Estaremos construindo um, dois, talvez três iates todos os anos, e cada barco será feito sob medida, de acordo com as necessidades do proprietário. Estamos trazendo conosco tudo da marca antiga, ao mesmo tempo que mudamos e adaptamos tudo para o futuro. As linhas icônicas, a melhor engenharia, bem como o alto desempenho e velocidade são as principais características de nossa estratégia futura”.

        Na sequência, Carlo Pittis, o gerente da marca, ainda completou, explicando que “simplesmente pegar o nome e usá-lo seria fácil. O que planejamos fazer é aprimorar e revigorar os melhores aspectos do Leopard para oferecer ao cliente algo realmente especial”.

        leopard yachts

        A história da Leopard Yachts começou em 1907, com a criação do estaleiro Giuseppe Picchiotti e Figli. Somente em 1973 que a família por trás do estaleiro decidiu trabalhar em colaboração com o arquiteto naval Paolo Caliari, criando o primeiro iate Leopard.

        As embarcações eram celebradas por sua velocidade, confiabilidade, conforto e elegância. A partir de 2000, os mais novos modelos da Leopard Yachts foram construídos no Estaleiro Tombolo, localizado no Canale dei Navicelli entre Pisa e Livorno.

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        Em 2019, a Seven Stars Marina & Shipyard adquiriu o Estaleiro Tombolo — quando o CEO Davide confirmou seu fascínio de longa data pelos iates Leopard. “A Seven Stars é especializada na criação de embarcações feitas sob medida para proprietários exigentes. Com o Leopard, a importância de relançar uma marca italiana de renome tornou o desafio ainda mais interessante”, ele completou.

        Mugnaini tem mostrado grande afinco e respeito pela história da marca italiana desde então: ele chegou a viajar para Gênova, com o intuito de conhecer um dos designers do estaleiro desde 2000, e descobriu que os projetos da Leopard Yachts nunca deixaram de ser aperfeiçoados.

        “Tínhamos um respeito mútuo pela história do Leopard,” afirmou Mugnaini. “Combinado com o know-how técnico da Seven Stars, a nossa colaboração no relançamento da Leopard Yachts se tornou um ato de amor”.

        A gama recentemente revivida será produzida no estaleiro Tombolo, pela Seven Stars, onde foi construída historicamente. Os primeiros 36 metros estarão prontos para atingir a água apenas 24 meses após a assinatura, e diz-se que este modelo possui interiores contemporâneos e mais eficientes que o original.

        leopard yachts

        “Nenhum Leopard construído pela Seven Stars Marina & Shipyard será idêntico. Nossa abordagem é verdadeiramente artesanal e feita sob medida. Os proprietários potenciais recebem uma tela em branco, caso desejem instalar uma banheira de hidromassagem ou redesenhar completamente os espaços interiores do iate”, complementou Carlo Pittis. “A nova gama apresenta dimensões e elementos que não são encontrados em outros iates deste tamanho e tipo. Por exemplo, a grande suíte do proprietário no convés principal, ou o espaçoso clube de praia à ré, que estarão todos no mesmo nível, com apenas um degrau no meio”

        Os próximos iates Leopard de 24m e 46m oferecem opções igualmente atraentes para proprietários em potencial. O primeiro será esportivo e compacto, enquanto os espaços do último optarão pelo conforto.

        Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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          Lancha norte-americana de pesca completa 50 anos de lançamento e ganha edição especial

          Por: Redação -

          A Boston Whaler, construtora de barcos de pesca dos Estados Unidos, apresentou uma nova versão de seu carro-chefe 420 Outrage. O lançamento aconteceu em virtude dos 50 anos desde que o original foi lançado pela primeira vez no mercado.

          A nova edição oferece os mesmos recursos do modelo original, mas com a tecnologia mais recente, estilo atualizado e uma gama de novas opções. Em homenagem, a embarcação foi batizada de 420 Outrage Anniversary Edition.

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          “Com base no orgulhoso legado do nome Outrage, a 420 Outrage Anniversary Edition combina conforto e capacidade superiores, com estilo aprimorado e desempenho insuperável”, disse o presidente da Boston Whaler, Nick Stickler. “É um poderoso cruzador offshore de próxima geração que representa o futuro da marca Whaler. Estamos ansiosos para que os velejadores experimentem”.

          420 outrage anniversary

          A nova edição traz motores Mercury FourStroke Verados V12, de 600 hp e pilotagem por joystick. Com uma capacidade de combustível de 700 galões, ele capacita os navegadores a viajarem distâncias significativamente maiores, sem ter que parar e reabastecer.

          A estrutura de capota rígida preta dá ao 420 uma aparência elegante e sofisticada, que combina com a nova costura do estofamento — projetada para contrastar com o esquema de cores em cinza marinho. No interior, as cores mais escuras e os acabamentos atualizados, incluindo detalhes metálicos, tornam o espaço maior e mais convidativo.

          Os navegadores também podem escolher entre várias cores laterais do casco pintadas e quatro cores de gelcoat abaixo do hardtop. Mecanismos pintados de forma personalizada completam a aparência com cores coordenadas.

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          Além de seu apelo estético, o Outrage também é uma plataforma de pesca offshore com todos os recursos e opções para dar aos pescadores uma vantagem competitiva.

          O centro de preparação de iscas inclinado inclui um livewell isolado de 40 galões, pia de água doce, gavetas de armazenamento de equipamento, bancada de superfície sólida, geladeira e churrasqueira elétrica. Um livewell adicional de 24 galões pode ser encontrado no canto a bombordo da popa.

          Para obter mais vantagens de pesca, o flybridge opcional inclui um posto de comando completo, com tela VesselView e acelerador e câmbio DTS. Além disso, ainda foi equipado com um banco para três passageiros, com almofadas retráteis individuais, e uma área de descanso superior à frente do leme.

          420 outrage anniversary

          O 420 Outrage tem comando com estilo reforçado e assentos de fileira acompanhante (a bombordo e estibordo), que giram para a popa. Uma almofada inclinada na parte dianteira da estação de preparação também se converte para formar um banco corrido para três pessoas, fornecendo uma segunda fileira de assentos atrás do posto de comando. Um banco rebatível na popa oferece capacidade extra de assento, se necessário.

          420 outrage anniversary

          Abaixo do convés, grandes janelas laterais se abrem e persianas permitem a entrada de muita luz natural. Uma cama dupla conversível e um sofá-cama conversível proporcionam espaço para quatro pessoas dormirem confortavelmente.

          A Boston Whaler planejou uma série de eventos para lançar o novo modelo, com eventos nos mais variados locais ao longo da Costa Leste dos Estados Unidos. O primeiro deles será em agosto, na cidade de Nova York, que incluirá uma reunião especial de volta ao lar em Quincy, Massachusetts. Lá, o modelo Outrage original, de 50 anos, ainda está em uso pelo Laboratório Biológico Marinho.

          A jornada terminará em outubro, no Fort Lauderdale International Boat Show. Veja mais detalhes no vídeo abaixo.

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            NX Boats segue ampliando atuação e visa exportar 40 lanchas até fim do ano

            Por: Redação -
            16/08/2021

            Com sete anos de mercado e já presente em 10 países, o estaleiro pernambucano NX Boats segue ampliando seu plano de exportações e visa terminar o ano de 2021 com 40 unidades de 25 a 40 pés exportadas. Os principais destinos são Estados Unidos, Suíça, Turquia, Paraguai e Chile. Seguindo o ritmo em 2022, a previsão é aumentar as exportações em, pelo menos, 50%.

            A marca mantém, na Turquia, um centro de distribuição e assistência técnica que atende parte da Europa e da Ásia, ampliando sua participação no mercado exterior.

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            Um dos modelos que já marcam presença fora do Brasil é a NX 340 Sport Coupé, lançada no São Paulo Boat Show 2020. A lancha já está presente na Europa em uma personalização especial Cirrus Gray.

            Com total aproveitamento de espaço, a NX 340 Sport Coupé acomoda 16 pessoas em passeios diurnos e quatro em pernoite. Para isso, a cabine tem duas camas de casal, sendo uma de proa e outra à meia-nau, além de um espaço social com mesa ao centro, de uma cozinha completa e de um bom banheiro com box.

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            Além de desenvolver produtos pensando em inovação, tecnologia, sustentabilidade, design, esportividade, conforto e sofisticação, a NX Boats também busca soluções de design interior e exterior revolucionários em cada uma das suas categorias de lanchas, desde de seu modelo de entrada, a NX250 Sport Design, passando por toda linha NX Séries e chegando na futura Flag Ship NX48 Invictus.

            O estaleiro vem crescendo exponencialmente tanto em estrutura quanto em participação de mercado com a ampliação de sua fábrica (sede própria) no país, localizada em Jaboatão de Guararapes, no Recife, de onde sairão os próximos lançamentos.

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              Veleiro britânico é o vencedor da 49ª edição da regata Rolex Fastnet Race. Confira

              Por: Redação -

              A 49ª regata Rolex Fastnet Race tem um vencedor: o JPK 11.80 Sunrise, de Tom Kneen. A competição é bienal, offshore e organizada pelo Royal Ocean Racing Club (RORC), do Reino Unido. Ela também recebe a assistência do Royal Yacht Squadron, em Cowes, e do Royal Western Yacht Club, em Plymouth.

              O competidor britânico ganhou na divisão IRC Two, e nenhum outro barco foi capaz de acompanhar o Sunrise no percurso de 695 milhas náuticas. Tom Kneen é o primeiro vencedor britânico da corrida desde Charles Dunstone e seu maxi Nokia Enigma, em 2003.

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              Ao lado do filho de dois anos, Tom não conseguiu esconder a emoção de ganhar uma corrida dessa estirpe: “Tive 24 horas para refletir sobre a corrida depois que terminamos e, realmente, é tudo sobre as pessoas: a equipe incrível que navegou comigo e minha incrível parceira Francesca, que fez muito para que isso acontecesse”.

              Para alguém que começou a competir em regatas offshore há apenas sete anos, o britânico percorreu um longo caminho em pouco tempo. Ele contou, inclusive que “não sabia o que era IRC. Nunca tinha ouvido falar do RORC, mas já conhecia o Rolex Fastnet Race. Fui criado no sudoeste do meu país, onde o costume era velejar em botes no Royal Western Yacht Club — e foi o que fiz, quando era menino”.

              Como ele mesmo admitiu, a primeira Rolex Fastnet Race que participou aconteceu em 2015 e foi marcada por uma série de erros. Ele competiu a bordo de seu cruiser Elan 350, de segunda mão, também chamado Sunrise, e ele se provou um aprendiz rápido, descobrindo rapidamente o que é necessário para montar uma campanha vencedora de corridas.

              rorc

              “Realmente não importa em que nível da frota você está. Contanto que você tenha uma boa equipe e o suporte certo, você pode ganhar sua classe. E se você pode vencer a classe, você pode vencer no geral — embora isso dependa de coisas como marés, condições do vento, coisas que estão muito mais nas mãos dos deuses, eu acho”, comentou o competidor.

              A inconstância do destino na competição de 2021 foi revelada à Tom ao ver Dawn Treader ser eliminado da corrida pouco depois da largada. Lutando contra as severas condições do Solent, o J/133 Pintia colidiu com o JPK 11.80 Dawn Treader (duas embarcações adversárias), resultando na retirada de ambos os barcos.

              “Tivemos um momento triste por cerca de uma hora depois que isso aconteceu. Temos competido muito com Dawn Treader durante toda a temporada. Eles estão com o barco há muito menos tempo do que nós e estávamos ansiosos para competir com eles em todo o percurso da Fastnet… nós calculamos que, se pudéssemos vencê-los, teríamos uma boa chance de vencer nossa divisão”, completa Tom.

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              Os estágios iniciais da corrida, ao nascer do sol, foram marcados por uma embarcação fora de fase com a maré, enquanto avançava em direção a Land’s End. Mas uma decisão corajosa e contra-intuitiva de navegar pelo lado leste do esquema de separação de tráfego foi a primeira grande chance da equipe vencedora.

              Isso os colocou em uma posição única para ficar bem na frente de uma área de alta pressão, que engoliu o pelotão de perseguição. Kneen complementou o relato, contando que “estava reparando no rastreador na noite anterior e pensando em como é incrível olhar para trás naquela fase da corrida. Foi um momento crítico em que realmente pressionamos o desempenho, e provavelmente foi a diferença entre terminar às 10 horas da manhã na quinta-feira ou terminar na mesma hora no dia seguinte”.

              A partir de então, a vitória estava praticamente garantida. Pouco tempo depois, o Sunrise foi reivindicado como vencedor da Fastnet Race. Kneen prestou homenagem ao RORC e ​​a todos em Cowes e Cherbourg, que ajudaram a fazer a Rolex Fastnet Race acontecer em circunstâncias tão desafiadoras.

              “Acho que quem conseguiu organizar um evento nesta pandemia merece uma medalha. A complexidade para fazer qualquer coisa acontecer está em um nível completamente diferente neste momento. O fato de o RORC ter tomado uma decisão corajosa de mover a linha de chegada e, em seguida, ter conseguido realizar outra corrida surpreendente, demonstra quantas pessoas incríveis participaram da competição”.

              Tom teve apenas uma reclamação: a ausência da mulher, Francesca: “Meu único lamento é que, neste momento especial, Francesca não pôde estar comigo nesta corrida porque voltou para casa cuidando do nosso filho de dois anos. Ela é quem tornou possível para mim fazer esta corrida”, disse.

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              O veterano da Volvo Ocean Race, Dave Swete, foi o único velejador profissional da tripulação do Sunrise. Além de Swete e Kneen, com quase 30 anos, o resto da tripulação está na casa dos 20, alguns dos quais surgiram por meio do programa de corrida juvenil Griffin da RORC. Esse programa visa promover jovens talentos offshore. Suzy Peters e Tom Cheney foram co-navegadores na corrida, acompanhados por Quentin Bes-Green, Angus Gray-Stephens, George Kennedy e Victoria Tomlinson.

              Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                Morsa é flagrada em lancha na Irlanda, a 4 mil km de seu habitat. Veja as imagens

                Por: Redação -

                A morsa Wally foi vista novamente em um flagrante um tanto quanto inusitado. Desta vez, o animal subiu em uma pequena lancha em West Cork, na Irlanda. Há algumas semanas, especialistas tentaram deportar Wally, que pesa 900 kg, do Reino Unido, mas sem sucesso.

                 

                O vídeo mostrou que autoridades terão muita dificuldade para se livrar da morsa, que parecia bem feliz no comando da embarcação, que pertence à Destilaria Clonakilty.

                 

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                “Um membro de nossa equipe recebeu um visitante inesperado do Ártico em seu barco esta noite”, postou o perfil da destilaria, que usa lanchas do tipo para procurar salicórnia, uma erva usada para produzir gim.

                 

                Para sorte dos funcionários da empresa, o barco saiu ileso do encontro, o que não é o normal após a ação de um animal de quase uma tonelada.

                 

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                A história da chegada de Wally à costa inglesa começou muito feliz, em março. Morsas são mamíferos gigantes que vivem nos mares gelados do Ártico e a chegada de um deles ao Reino Unido — após uma viagem de mais de 4 mil km — deixou moradores locais admirados.

                 

                A morsa se estabeleceu nas Ilhas Scilly, na península da Cornualha, a pontinha oeste do país. Foi lá que ela começou a tomar gosto por subir em barcos pequenos, que geralmente afundavam horas depois ou necessitavam de reparos caríssimos. Um time de especialistas pensou em diversas ideias para tirar o animal de lá, mas nenhuma delas deu certo.

                 

                A mais promissora era uma cama tão confortável e tão cheia de mimos que o animal poderia ficar nela tempo o suficiente para um barco puxá-la tão ao norte do Reino Unido, que Wally — um macho de 4 anos — não voltaria mais. Mas duas tentativas depois mostraram que Wally parece gostar da região e não tem planos de ir embora.

                 

                 

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                  Estaleiro europeu completa série de iates com o lançamento de explorador de 24 metros

                  Por: Redação -

                  Completando a série Livingstone de iates, o estaleiro europeu Hartman Yachts acabou de lançar mais um modelo a motor: o Livingstone 24. Ele foi projetado com o estilo clássico de um iate Gentleman dos anos 1930.

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                  A arquitetura naval e o design exterior ficaram sob a responsabilidade do estúdio de design Kroes & Poortinga. O design interior, por outro lado, foi escrito pela própria Hartman Yachts. Eles contam que, se tem um conceito em que todos os profissionais envolvidos concordaram e colaboraram, foi na estética tradicional complementada por tecnologia moderna.

                  iate livingstoneiate livingstone

                  O iate explorador foi definido como uma embarcação de caráter distinto. Atendendo a essa concepção, o interior acabou marcado pelo uso de madeiras quentes e naturais, armários escuros e couro, que apresentam um toque clássico por toda parte.

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                  iate livingstoneiate livingstone

                  Ele pode acomodar até oito hóspedes, dividido em quatro camarotes localizados no convés inferior. No convés superior, os hóspedes podem desfrutar de refeições ou atividades ao ar livre, além de aproveitar uma espaçosa plataforma, repleta de espreguiçadeiras.

                  iate livingstoneiate livingstone

                  Em termos de desempenho, o Livingstone 24 é movido por um único motor à diesel MAN, o que lhe dá uma velocidade máxima de 11 nós, de acordo com o estaleiro, e uma velocidade de cruzeiro de 10 nós. O alcance, por sua vez, é de supostas 3 mil milhas náuticas para viagens longas.

                  Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                    Pesquisadores descobrem navio viking de mais de mil anos enterrado

                    Por: Redação -
                    14/08/2021

                    Os vikings foram grandes navegadores e são responsáveis por um tremendo avanço na engenharia náutica de seu tempo. E, como outros povos navegadores, antes de qualquer tentativa era preciso descobrir um meio seguro, mas avançado, para então se lançar ao mar. E eles descobriram: o Drakkar.

                    O Drakkar é a máquina de navegação mais avançada da época, e surgiu no século 9. Tinha comprimento médio de 28 metros e largura de 3 metros. Estima-se que a velocidade fosse de até 12 nós — excelente para a época e para os tempestuosos mares do Norte em que navegavam.

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                    O achado estava enterrado em um antigo cemitério, perto de uma igreja na ilha de Edoeya, na Noruega. O navio foi descoberto pela primeira vez em setembro de 2019, em uma área que parece ter sido anteriormente um túmulo.

                    A descoberta não é única, mas como apenas três outros navios semelhantes foram encontrados enterrados na Noruega, certamente é rara. Para isso, foi necessário utilizar de muitas tecnologias. A principal delas foi o georadar, que consiste em um método não destrutivo para se investigar o subsolo.

                    Acredita-se que as partes do navio atualmente visíveis eram a quilha e as duas primeiras travessas (pranchas), de cada lado da embarcação. O comprimento da quilha, em combinação com dados obtidos de descobertas anteriores, permitiram que os cientistas fizessem uma estimativa do tamanho do navio.

                    De acordo com os sites locais, os primeiros indícios de que havia algo interessante no subsolo de Edoeya foram encontrados um ano antes, em setembro de 2018. Os pesquisadores envolvidos na descoberta contam que ficaram intrigados com as descobertas, e, em setembro de 2019, eles voltaram ao local e tornaram a usar o equipamento, quando encontraram o navio Viking.

                    O Drakkar  tinha um calado relativamente curto, que permitia que entrasse por rios bem rasos, ou encalhasse facilmente nas praias. Era feito de toras de carvalho e podia levar até 40 tripulantes. Seu nome deriva das cabeças de dragão esculpidas em madeira, colocadas na proa da embarcação para aterrorizar os inimigos.

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                    drakkar
                    Simulação em 3D do navio Drakkar

                    A embarcação de 28 metros não era o único modelo viking, a exemplo dos Knarr, que eram navios de carregamento oceânico e que facilitavam redes comerciais distantes. Além desses, outro papel muito importante para a época e desempenhado pelos Knarr era a colonização de países como Islândia, Groenlândia e América.

                    Os navios de carga eram maiores e mais largos em relação ao comprimento do Drakkar,  e tinha apenas um número limitado de remos para ajudar com manobras em canais estreitos.

                    Apesar desse avanço no conhecimento náutico de outros tempos, a notícia é de que não há planos para desenterrar nenhuma embarcação. Knut Paache, chefe do Departamento de Arqueologia Digital da NIKU’ (um instituto de pesquisas e avaliações de impacto sobre locais e paisagens de patrimônio cultural, comunidades e populações indígenas no Extremo Norte) ainda completou, falando que a descoberta é “excitante e incomum”.

                    Para ele, esse momento não só é historicamente significativo, mas também uma oportunidade de agregar conhecimento à sua base, já que o navio pode ser investigado e reproduzido com tecnologias modernas.

                    Quanto à idade do navio, os pesquisadores explicaram que ainda é cedo para saber uma informação definitiva sobre a idade do navio, apesar de ainda arriscarem um palpite: estima-se que o Drakkar seja da era merovíngia, o que o tornaria uma embarcação de mais de 1 000 anos.

                    Através dos registros históricos, sabe-se que um costume viking muito presente era enterrar seus grandes chefes com os navios. Desta forma, Paache observou que, para quem quer que fosse o navio, eles não foram enterrados isoladamente. O mesmo local também continha evidências de pelo menos oito outros túmulos e de tamanho substancial — em alguns casos, com quase 27 metros de largura.

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                      Você conhece o peixe que pode viver por quase 100 anos? Veja detalhes

                      Por: Redação -

                      Metabolismo lento: esse é o segredo da longevidade do peixe celacanto (Latimeria). A criatura de 1,8 metro habita as profundezas do Oceano Índico e vive por quase 100 anos — 5 vezes mais do que se esperava. Ele era considerado extinto até que um espécime apareceu em uma rede de pesca na África do Sul, em 1938.

                      Depois dessa descoberta, pesquisadores publicaram um novo estudo na revista científica Current Biology. Nele, eles afirmavam que a vida útil do celacanto passou de 20, como se acreditava ser, para quase 100 anos. Isso porque, durante a pesquisa, foi encontrado um exemplar de 84 anos de idade, entre todos os 27 indivíduos.

                      peixe celacanto

                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                      Os estudiosos do Instituto Francês de Pesquisa para a Exploração do Mar (NFREMER) analisaram parte do acervo do Museu Nacional de História Natural da França (MNHN), que apresenta uma das maiores coleções de celacantos no mundo: de embriões a indivíduos adultos. Nesse momento, descobriu-se, inclusive, que o período de gestação deste peixe dura cerca de 5 anos.

                      Para estimar a idade e o crescimento dos peixes, os cientistas usaram microscopia de luz polarizada e uma tecnologia de esclerocronologia, que estuda variações físico-químicas de organismos. Foi aí que a equipe soube que esses animais crescem lentamente, atingindo a maturidade por volta dos 55 anos de idade.

                      “Nossa nova estimativa de idade nos permitiu reavaliar o crescimento corporal do celacanto, que passa a ser um dos mais lentos entre os peixes marinhos de tamanho semelhante”, explica Kélig Mahé, líder da pesquisa do IFREMER, em comunicado. “A história do celacanto é, na verdade, uma das mais lentas de todos os peixes”, acrescenta.

                      peixe celacanto
                      Escamas do peixe celacanto

                      A estimativa do período de gestação também se baseou no tamanho da prole ao nascer, já que o celacanto adulto mede cerca de 1,8 metro e pesa 80 quilos. Com as descobertas, se o pensamento era de que a espécie era a exceção aos peixes de águas profundas (por um suposto crescimento rápido), hoje, os cientistas conseguiram provar que eles não fogem à regra.

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                      A verdade é que os celacantos não fogem à regra: eles possuem metabolismo lento e baixa fecundidade como os seus semelhantes, algo típico de seres com crescimento vagaroso.

                      peixe celacanto

                      Os pesquisadores acreditam que entender que o crescimento lento dos celacantos e seus demais achados podem ajudar na conservação da espécie. O celacanto africano é, inclusive, considerado criticamente ameaçado de extinção na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza).

                      No futuro, os cientistas esperam analisar se o processo de crescimento desses peixes está relacionado ao aumento da temperatura das águas e ao aquecimento global. “Espécies de vida longa caracterizadas por uma história de vida lenta e fecundidade relativamente baixa são conhecidas por serem extremamente vulneráveis ​​a perturbações de origem natural ou antrópica devido à sua taxa de substituição muito baixa”, conta Mahé.

                      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                        Sea-Doo entra no mercado de pontoons e adiciona novos modelos de jet à linha Fish Pro 2022

                        Por: Redação -
                        13/08/2021

                        A Sea-Doo está entrando em uma nova era com o lançamento do Sea-Doo Switch 2022, um pontoon totalmente novo que combina o espírito e a diversão da Sea-Doo com a versatilidade e estabilidade de uma plataforma de pontoon.

                        “Ao longo dos anos, provamos que a BRP é capaz de desestabilizar o setor criando novos segmentos. Nossa equipe fez isso mais uma vez com o Sea-Doo Switch, que vai revolucionar o mercado de pontoons. O Switch está posicionado de forma única para atrair novos participantes e uma geração mais jovem”, mencionou José Boisjoli, presidente e CEO da BRP.

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                        De acordo com a marca, o Switch é diferente de tudo o que já foi lançado e foi construído especificamente para mudar a realidade do que a vida na água pode ser. A plataforma inovadora e adaptável fornece a flexibilidade para atender aos sonhos de todos os tipos de amantes da água recreativa com um design totalmente novo e modular, facilidade de passeio e preço acessível.

                        “É um pontoon dinâmico com o coração de uma Sea-Doo, e seu design de convés de mudança rápida pode ser completamente reconfigurado para se adequar a uma viagem de pesca pela manhã, a um piquenique em família ao meio-dia e uma sessão de wakeboard à noite”, disse Annick Lauzon, diretor de marketing global Sea-Doo e Ski-Doo da BRP.

                        Talvez seu maior diferencial – além do sistema de propulsão a jato Rotax e do sistema de direção do guidão inspirado na Sea-Doo – é que todo o convés é feito de ladrilhos configuráveis. Apenas o comando é estacionário e o resto do layout pode ser alterado em segundos para acomodar qualquer aventura com os ladrilhos de fixação rápida LinQ fáceis de colocar e tirar. Existem quase 100 opções disponíveis, permitindo que as pessoas adicionem ou removam assentos, mudem a localização das mesas e muito mais.

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                        Em sua essência, o Sea-Doo Switch permanece inegavelmente Sea-Doo, tanto acima quanto abaixo da linha d’água. Um casco triplo garante que a diversão esteja no centro da experiência, com estabilidade e agilidade, permitindo que as pessoas se inclinem nas curvas e abram caminho na água. Ele também adiciona aquela onda de empolgação e um comportamento dinâmico, além de apresentar o aclamado Sea-Doo iBR (freio e ré inteligente) – tornando-o o primeiro pontoon com freios – o que lhe confere um dos as experiências de encaixe mais intuitivas do setor.

                        Já disponível para pré-venda, o Sea-Doo Switch começa em US$ 17 999 e também vem em duas opções de pacote de upgrade: o Cruise e o Sport, com comprimentos que variam de 13 a 21 pés. Cada um possui opções de potência ROTAX jet-drive de 100 a 230 hp. Uma visão geral completa da programação pode ser encontrada no site oficial da marca.

                        Além do lançamento do Sea-Doo Switch, a BRP também está adicionando dois novos modelos de motos aquáticas FISH PRO à sua linha, expandindo ainda mais o segmento de rápido crescimento da pesca de motos aquáticas. O FishPro Trophy 170 totalmente carregado baseia-se no popular e comprovado FishPro 170, adicionando um poço vivo de conexão rápida e sistema de lavagem integrado, assento de pesca giratório modular, sistema de ancoragem, sistema de bateria avançado, localizador de peixes com tela de toque Garmin 7 ”e sistema de navegação.

                        Também se juntando à linha Sea-Doo Fish Pro está o FishPro Scout 130. O Scout 130, que é baseado na versátil plataforma Sea-Doo GTI, vai além para criar uma opção acessível para o pescador ocasional ou mulher que busca recreação lúdica e um grande experiência de pesca. Inclui o essencial para a pesca, como um refrigerador de pesca LinQ 51l redesenhado, suportes de haste ajustáveis ​​no refrigerador e nas montagens dianteiras, sistema Garmin de 6 ”e acessórios de armazenamento adicionais.

                        Além de todas as novidades da BRP para 2022, o aplicativo BRP GO! estará disponível para uso na água, aprimorando esta experiência, e em breve será oferecido nas lojas de aplicativos para download. Ele permitirá a visualização e o controle de aplicativos relevantes para smartphones diretamente no medidor usando o teclado de controle montado no guidão enquanto o telefone está guardado. Incluirá um mapeamento interativo na água, e os pilotos poderão criar e compartilhar rotas, convidar amigos para cavalgar e seguir outras pessoas no mapa.

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                          Cientistas expõem os danos dos microplásticos que transportam metais na água. Veja

                          Por: Redação -

                          Apesar de seu tamanho microscópico — que varia entre 1 micrômetro e 5 milímetros de comprimento —, os microplásticos não são nada inofensivos. Pesquisadores descobriram que, além de acumular e transportar poluentes orgânicos, esses resíduos também podem absorver e liberar metais e íons metálicos no mar, com o risco de afetarem a vida aquática e, por meio dela, a cadeia alimentar.

                          As informações são do estudo publicado no Journal of Hazardous Materials Letters, que explica que os resíduos são formados a partir da degradação de plásticos maiores despejados nos oceanos, e já estão sendo chamados de “Cavalo de Troia” do mar.

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                          Também foram realizados experimentos em laboratório, nos quais as partículas do polímero se mostraram capazes de absorver e liberar metais e íons metálicos em condições químicas similares às do trato digestivo.

                          microplasticos

                          Os resultados foram obtidos pelos cientistas do Instituto de Química Ambiental Costeira do Helmholtz-Zentrum Hereon, na Alemanha, que analisaram as interações entre os microplásticos que flutuam nos oceanos e os metais dissolvidos em água.

                          O grupo avaliou o potencial de acúmulo de 55 metais e semimetais diferentes, em partículas de polietileno (PE) e tereftalato de polietileno (PET), que são amplamente utilizadas na confecção de sacolas de compras e garrafas de plástico. Elas mediam de 63 a 250 micrômetros.

                          Durante os testes, os pesquisadores observaram que, quanto menores as partículas, maior era a sua capacidade de acumular metais e semimetais. Eles também notaram que, enquanto íons como cromo (Cr), ferro (Fe), estanho (Sn) e metais de terras rara aderiram quase inteiramente aos microplásticos — e após apenas 1 hora —, outros como cádmio (Cd), zinco (Zn) e cobre (Cu) quase não se acumularam nos resíduos. Além disso, as partículas de PE apresentaram acúmulo significativamente maior do que as de PET.

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                          Na segunda etapa da pesquisa, ao avaliar o comportamento dos metais em uma solução que simulou as condições químicas que prevalecem no trato digestivo, o grupo concluiu ainda que as partículas carregadas com metais e semimetais liberaram quase completamente os respectivos conteúdos metálicos.

                          microplasticos

                          Isso, de acordo com os pesquisadores, indica que os microplásticos podem ser um vetor — ou um “Cavalo de Troia” — de metais, muitos deles considerados tóxicos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

                          “Os microplásticos não são apenas um perigo potencial para a vida aquática e humana, mas também servem como um ‘Cavalo de Troia’ para cátions metálicos dissolvidos”, escrevem os autores no estudo. “E, quanto menores as partículas, maior seu efeito de ‘Cavalo de Troia’. Portanto, pequenos plásticos particulados são de maior relevância para a vida humana e aquática, devido à introdução potencialmente significativa de metais e metaloides na cadeia alimentar”.

                          De acordo com o estudo, devido a uma suposta falta de locais de ligação aniônicos, “os cientistas há muito consideram os microplásticos inertes em relação aos íons metálicos”. A investigação é, portanto, descrita como a primeira a indicar que essas partículas também podem acumular e transportar metais nos oceanos.

                          Ao mesmo tempo, os autores enfatizam que o trabalho “deve ser encarado como uma prova de conceito” — isto é, um modelo prático que tenta provar um conceito teórico, apresentando resultados preliminares. As concentrações de microplásticos e metais também foram “consideravelmente mais altas” do que em uma situação ambiental realista, segundo o estudo.

                          “Nossa configuração de teste em laboratório foi realmente simplificada e sem organismos modelo”, explica, em comunicado, Lars Hildebrandt, um dos autores da pesquisa. “No entanto, os resultados fornecem evidências importantes de que as partículas microplásticas, quando absorvidas pelo corpo, agem como um tipo de ‘Cavalo de Troia’ para os metais, e que esses metais podem ser introduzidos nos organismos em maior medida dessa forma”.

                          “Os efeitos correspondentes na saúde aquática e humana ganharão maior importância no futuro próximo devido aos aumentos previstos de lixo plástico marinho e sorventes (substâncias que podem ser acumuladas) microplásticos”, diz o documento.

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                            Mundial Feminino de Snipe 2021 está confirmado para São Paulo com atletas olímpicas

                            Por: Redação -

                            A cidade de São Paulo sediará o Mundial Feminino de Snipe 2021 de 5 a 9 de outubro. no Yacht Club Paulista, na Represa do Guarapiranga. As regatas devem reunir mais de 30 duplas internacionais, inclusive atletas olímpicas como a bicampeã dos Jogos de Tóquio Kahena Kunze.

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                            A classe Snipe é uma das mais tradicionais da vela brasileira, com participação de medalhistas olímpicos e pan-americanos, como Torben Grael e Lars Grael. Desde 1994, a categoria tem um mundial exclusivo para mulheres, realizado a cada dois anos.

                            O Brasil tem uma dupla campeã na história do Snipe Feminino. As baianas Juliana Duque e Amanda Sento Sè venceram a edição de 2016 em Bracciano, na Itália. Nesta edição, a baiana Juliana Duque se juntará à Kahena Kunze, velejadora que acaba de se tornar bicampeã olímpica em Tóquio 2020.

                            ”Vai ser muito legal. Vou aprender muito com a Kahena, com experiência de duas campanhas olímpicas e dois títulos. Queremos andar muito bem em São Paulo e dar trabalho”, disse Juliana Duque.

                            Desde Toronto 2011, a categoria se transformou em mista nos Jogos Pan-Americanos. Na última edição, em Lima 2019, Juliana Duque foi medalha de bronze ao lado de Rafael Martins.

                            ”A conquista do Mundial de 2016 nos deu o início de quer sonhar mais alto e fazer campanhas olímpicas e pan-americanas. Foi de lá que começou a caminhada para Lima 2019, onde ficamos com o bronze. Agora é pensar também em Paris 2024 na classe 470, que será mista pela primeira vez”, reforçou Juliana Duque.

                            Será a sexta edição de Mundial de Snipe que o Brasil sediará. Os outros cinco eventos foram abertos. O último foi em 2019, em Ilhabela (SP). A organização do Mundial exclusivo para mulheres ficará a cargo de Paola Prada.

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                            ”A World Sailing lançou o Global Women’s Sailing Festival e a CBVela lançou o Festival de Vela Feminina, exatamente em outubro de 2021! Data perfeita e combinando com o Mundial Feminino de Snipe que vai ser um dos eventos mais bacanas da Vela Feminina nacional e internacional!”, explicou Paola Prada, secretária nacional da classe e uma das competidoras.

                            A primeira edição do Mundial de Snipe Feminino foi realizada em 1994, em Yokohama, no Japão, com vitória de Pauline Book e Carine Juliussen (Noruega). A edição mais recente foi realizada em Newport, nos Estados Unidos, com 32 equipes representando 10 países. As vencedora foram Carol Cronin e Kim Couranz (EUA).

                            ”De novembro de 2018 quando recebemos a notícia até hoje a presença feminina na classe Snipe só tem aumentado! Temos várias duplas femininas novas sendo montadas. Esperamos regatas bem parelhas e muito técnicas, como é de praxe na classe”, completou Paola Prada, que é irmã do pentacampeão mundial e duas vezes medalhista olímpico Bruno Prada.

                            O Mundial de Snipe Feminino tem realização do Yacht Club Paulista e Associação Brasileira da Classe Snipe, com apoio da SCIRA – Snipe Class International Racing Association.

                            Campeãs Mundiais:

                            1994 Yokohama, Japão – Pauline Book & Carine Juliussen (NOR)

                            1996 Mar Menor, Espanha – Pauline Book & Carine Juliussen (NOR)

                            1998 Annapolis, EUA –  Ekaterina Skoudina & Tatiana Lartseva (RUS)

                            2000 Trieste, Itália –  Karianne Eikeland & Janett Krefting (NOR)

                            2002 St. Petersburg, EUA –  Carolyn Brown Krebs and Julie Redler (EUA)

                            2004 Oslo, Noruega – Andrea & Mariana Foglia  (URU)

                            2006 Punta del Este, Uruguai – Andrea & Marian Foglia  (URU)

                            2008 Roquetas de Mar, Espanha – Marina Gallego & Marina Sanchez (ESP)

                            2010 St. Petersburg, EUA – Anna Tunnicliffe & Molly Vandermoer (EUA)

                            2012 Malaga,Espanha – Marta & Angela Hernandez (ESP)

                            2014 Cordoba, Argentina – Maria Paula & Mariala Salerno (ARG)

                            2016 Bracciano, Itália –  Juliana Duque & Amanda Sento Sè (BRA)

                            2018 Newport, Rhode Island, EUA –  Carol Cronin & Kim Couranz (USA)

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                              Estudo indica que mar no Triângulo das Bermudas é um verdadeiro berçário de tartarugas

                              Por: Redação -

                              As águas que sempre foram associadas ao desaparecimento de navios ganharam um novo aspecto. Agora, ao invés de representar um local perigoso, o Mar dos Sargaços, no Triângulo das Bermudas, representa um verdadeiro berçário de tartarugas.

                               

                              Ao rastrear tartarugas-verdes no início de suas vidas, os cientistas descobriram que o local é um dos destinos escolhidos pelos animais para amadurecer em segurança.

                              tartarugas

                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                              Os pesquisadores do ciclo de vida das tartarugas marinhas são colaboradores do estudo coordenado pela Universidade da Flórida Central (UCF), nos Estados Unidos.

                               

                              Eles publicaram, no início do ano, toda uma análise sobre os “anos perdidos” — o período entre o primeiro mergulho dos filhotes no oceano e o momento em que atingem a juventude, quando retornam aos habitats costeiros. Eles são chamados de “anos perdidos” justamente pelo pouco conhecimento dos cientistas sobre os locais em que os animais permanecem durante esses anos.

                              localizadores nas tartargas

                              A professora de biologia da UCF, Kate Mansfield, explicou que uma das descobertas foi a respeito da importância de uma ponta do Triângulo das Bermudas no desenvolvimento das tartarugas-verdes e marinhas-comuns — uma surpresa para os especialistas.

                               

                              Até agora, eles acreditavam que, após a eclosão de ovos e o encontro com o oceano, os filhotes dessas espécies de tartaruga viviam passivamente em correntes marítimas até atingir a juventude. “Descobrimos que as tartarugas-verdes se orientam ativamente em direção ao Mar dos Sargaços — e em quantidades ainda maiores do que as tartarugas comuns, conforme constatamos no nosso trabalho anterior”, comenta Mansfield, em comunicado.

                               

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                              Ela também explica que o método utilizado pelo estudo foi baseado no rastreamento das tartarugas através de sensores de localização, que foram adesivados em seus cascos. Com cerca de 2,5 centímetros, os dispositivos movidos à energia solar foram projetados para se desprenderem dos animais após alguns meses, sem causar prejuízos ao comportamento ou crescimento deles

                              mar do sargaço
                              Mar dos Sargaços

                              Na coleta anterior à responsável pelos novos dados, sete das 17 tartarugas-marinhas-comuns foram encontradas na região do Mar dos Sargaços depois de serem deixadas na Corrente do Golfo. Em relação às tartarugas-verdes, o número observado foi percentualmente maior: 14 dos 21 indivíduos com menos de um ano se dirigiram ao mar próximo ao Triângulo das Bermudas.

                               

                              Para Jeanette Wyneken, da Universidade Atlântica da Flórida, os resultados dão pistas sobre onde as tartarugas bebês vão em seus primeiros anos, um período delicado de suas vidas. Esse é um dos passos cruciais para uma preservação sólida das tartarugas marinhas. “Se não soubermos onde estão e quais partes do oceano são importantes para elas, estaremos promovendo uma conservação vendada”, diz a coautora do artigo.

                               

                              Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

                               

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                                Pesquisa divulga expectativa de recuperação do Rio Doce após tragédia em Mariana

                                Por: Redação -

                                Segundo pesquisa divulgada pela Fundação Renova, que realiza ações para reparar o desastre que aconteceu em Mariana, o volume de rejeitos no leito do Rio Doce será reduzido em 61,1% até 2030.

                                O mar de lama que devastou o Rio Doce no final de 2015, durante o rompimento da Barragem do Fundão, na cidade de Mariana (MG), gerou enorme impacto ambiental e humano. Cinco anos depois do desastre que comoveu o país, uma pesquisa evidencia que as porções do curso d’água estão se recuperando.

                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                O estudo, conduzido por Carlos Tucci, professor colaborador do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IPH-UFRGS), foi divulgado pela Fundação Renova, que executa programas e ações de compensação aos danos causados pelo vazamento da barragem de Fundão.

                                A conclusão da pesquisa traz evidências de que o rio tem se recuperado, sobretudo na área da jusante da Usina Hidrelétrica Risoleta Neves, que reteve 10,5 milhões de metros cúbicos de rejeitos no rompimento em Mariana.

                                Para constatar se houve melhora, foi realizada uma simulação via software de quanto o rio foi se recuperando ao longo dos anos, considerando que ele reteve 23,4 hm³ (hectômetros cúbicos) de rejeitos no rompimento de 2015 — considerando que 1 hm³ equivale a 1 milhão de metros cúbicos.

                                O modelo proposto na pesquisa apontou que houve uma redução de 34,6% no volume de resíduos do leito do Rio Doce até 2019, ano no qual esses despejos ocupavam volume de 15,3 hm³.

                                rio doce

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                                A estimativa é que essa redução melhore ainda mais e chegue a 61,1% até 2030. A Fundação Renova afirma, em comunicado, que mesmo após essa data, ainda poderá haver depósitos de rejeito, mas grande parte desse material será retido por ações de reparação, crescimento da vegetação local, e estabilização do fundo de todos os rios afetados.

                                A pesquisa também ressalta a boa notícia de que os valores de descarga de sedimentos já tendem aos valores históricos medidos antes do rompimento da barragem no local, próximo a jusante da Usina Hidrelétrica Risoleta Neves.

                                Por outro lado, o rio Gualaxo do Norte, que também foi contaminado no incidente, não apresentou essa mesma melhora em relação à quantidade histórica de sedimentos que eram depositados em seu leito antes do acontecimento destrutivo.

                                Sem considerar ações e alternativas de manejo, a recuperação total do Gualaxo do Norte ocorrerá totalmente até 2032, estima a pesquisa. Porém, em um cenário mais otimista, isso deve acontecer já em 2024, quando houver apenas 10% de rejeito na calha.

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                                  Fábrica de hélices da Yamaha nos Estados Unidos atinge capacidade de produção total

                                  Por: Redação -
                                  12/08/2021

                                  A nova instalação Yamaha Marine Precision Propeller (YPPI) em Greenfield, nos Estados Unidos, atingiu a capacidade total de produção em julho deste ano. A avançada instalação de fundição usa robótica de última geração para reduzir significativamente os prazos de entrega e aumentar a produção em mais de 67%, permitindo que a YPPI entregue mais de 100 mil hélices aos clientes anualmente.

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                                  “É ótimo finalmente disparar em todos os cilindros na instalação Greenfield”, disse Batuhan Ak, gerente de planta da YPPI Greenfield. “Os hélices fazem parte dos sistemas integrados de que os barcos precisam hoje, e a nova instalação nos dá a oportunidade de alavancar tecnologias de fabricação mais eficientes que aumentam a qualidade enquanto diminuem os custos de fabricação”.

                                  A Yamaha adquiriu a Precision Propellers em 2008. O grupo, que é o único fabricante de hélices de aço inoxidável para motores de popa Yamaha nos Estados Unidos, inaugurou a construção de 55 mil pés quadrados em cinco de 28 acres em julho de 2019. Planos da Yamaha para expandir ainda mais o campus YPPI no futuro.

                                  A instalação de Greenfield YPPI agora abriga toda a operação de fundição do hélice, enquanto a localização da YPPI em Ritter, servirá como instalação de pós-fundição e acabamento do fabricante. A YPPI é uma das duas únicas fundições de hélices marítimas nos Estados Unidos e uma das maiores fundições de fundição de aço inoxidável do mundo.

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                                  Como uma fundição cativa (de propriedade da empresa que fabrica o produto), a YPPI está em uma posição para atender à demanda do mercado rapidamente. Enquanto outros fabricantes que dependem de fontes externas estão atualmente sofrendo com prazos de entrega que dobraram e triplicaram, o investimento da YPPI nas instalações de Greenfield ajuda a empresa a atender a demanda de maneira mais oportuna.

                                  “A Yamaha construiu a instalação Greenfield com capacidade adicional em mente – não apenas para atender à demanda de hoje, mas também de amanhã”, disse Ak. “Como clientes-chave de muitos fornecedores que fornecem produtos originários dos Estados Unidos, estamos na vanguarda no recebimento das matérias-primas de que precisamos para manter o ritmo”.

                                  Para alcançar maiores níveis de eficiência e maior produção, a equipe YPPI trouxe vários novos avanços em equipamentos, incluindo um sistema de vazamento inédito, além de níveis mais altos de automação com espaço eficiente, ou seja, processamento robótico. A robótica criou a necessidade de novas funções técnicas para dar suporte ao equipamento e à tecnologia.

                                  Os funcionários da YPPI têm a vantagem de treinamento em fundição no local de trabalho e desenvolvimento de habilidades especializadas que podem ser diretamente transferidas para outras indústrias de manufatura. A YPPI planeja contratar mais de 30 novos funcionários até o final de 2021, para um total de pouco mais de 200 funcionários entre as duas instalações.

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                                    BRP revela as novidades da linha 2022 em evento global. Confira

                                    Por: Redação -

                                    A BRP lançou oficialmente a linha 2022 de suas marcas, incluindo a Sea-Doo, nesta quarta-feira, 11 de agosto, em evento global realizado virtualmente. As novidades para todos os segmentos trazem novos produtos, cores diferenciadas e inovações tecnológicas.

                                    Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                    No segmento náutico, a Sea-Doo é referência quando se fala em desenvolvimento e introdução de tecnologias pioneiras. Bons exemplos são o iBR, primeiro sistema de freio e ré em embarcações sem tirar as mãos do guidão, que confere aos usuários mais controle e segurança; e o CLCS, sistema de refrigeração em circuito fechado, que amplia a confiabilidade ao evitar que água salgada corrosiva e detritos entrem no motor. No ano passado, mais uma tecnologia inédita foi introduzida à linha de motos aquáticas da marca, o iDF, sistema inteligente livre de detritos, que reverte o giro do motor para expelir algas e detritos presos na admissão, sem precisar tirar as mãos do guidão.

                                    Com a linha 2022 não será diferente. O principal lançamento global é o Sea-Doo Switch, um barco totalmente novo que promete revolucionar o segmento de pontoons, combinando a diversão e dirigibilidade de um Sea-Doo com a versatilidade e espaço a bordo de um barco. A marca também apresenta novos modelos de motos aquáticas voltadas para a pesca esportiva, como FishPro Scout 130, que torna mais acessível a experiência, com recursos incríveis para o pescador ocasional. Além disso, a linha 2022 Sea-Doo apresenta novas cores e a maior variedade de modelos voltados para pesca, prática de esportes a reboque e lazer, como passar o dia na represa ou fazer um passeio mais longo pela costa.

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                                    As novidades da Sea-Doo para o Brasil serão detalhadas assim que desembarcarem no país, a partir de outubro. Até lá é possível ter mais informações da linha 2022 nas mais de 70 concessionárias espalhadas pelo país.

                                    Desempenho reforça resultados financeiros

                                    No fechamento do ano fiscal 2021, encerrado em janeiro último, a companhia superou as expectativas, mesmo no ano mais agudo da pandemia de Covid-19. Os dados positivos reforçaram os pilares da empresa em novos investimentos em tecnologias e inovação, o que vem consagrando as linhas de produtos BRP na era da mobilidade elétrica.

                                    Para 2022, a BRP projeta um novo ciclo de crescimento em sua receita, em torno de 25% a 30% com relação ao período encerrado em janeiro de 2021 e ainda o aumento do lucro diluído normalizado entre 35% e 48%, gerando alta de CA $ 7,25 a CA $ 8 (dólares canadenses) por ação.

                                    As boas perspectivas da BRP estão amparadas também no recentemente plano de eletrificação de veículos on-road, off-road e aquáticos até 2026, com investimento de CA $ 300 milhões (dólares Canadenses), que contempla o desenvolvimento próprio de conjuntos de potência e baterias elétricas Rotax. Para isso, a empresa está ampliando suas equipes de engenharia na Áustria e estruturando um novo Centro de Desenvolvimento em Valcourt, Canadá.

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                                      Copa Brasil de Vela de Praia promove evento visando Paris 2024

                                      Por: Redação -

                                      A primeira edição da Copa Brasil de Vela de Praia será realizada em Fortaleza (CE), entre os dias 17 e 22 de agosto, e reunirá as novas classes olímpicas para o programa de Paris 2024 como IQFoil e Kite, além da Laser, que soma cinco medalhas na história dos jogos para o país.

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                                      A competição terá outras categorias em disputa como Laser Standart e Radial (masculino e feminino), Laser 4.7 (masculino e feminino), Hobie Cat 16 e Dingue. Mais de 80 atletas devem participar do evento no Iate Clube de Fortaleza, que também será válido como seletiva para o Mundial da Juventude de Omã no fim de 2021 para os kites.

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                                      ”A Copa Brasil é mais um passo importante no desenvolvimento da vela nacional. Primeiro que leva nosso esporte para a comunidade, para o povo, na praia, aumentando a visibilidade e a integração com o local, com os moradores, com a população, com os turistas, vai ser um grande avanço para a gente”, disse Marco Aurélio de Sá Ribeiro, presidente da CBVela.

                                      Para os Jogos de Paris 2024, a World Sailing – entidade que comanda a modalidade no mundo –  fez algumas mudanças significativas. As classes Laser Standart, Laser Radial, 49erFx, 49er e Nacra 17 permanecem no programa olímpico. Já as categorias Finn, RS:X masculina e feminina e 470 masculina e feminina dão adeus, sendo substituídas por Kite, IQFoils e 470 mista.

                                      ”O outro ponto é que as novas modalidades olímpicas introduzidas como Kitesurf e IQfoil são esportes de praia, a tendência é aproximar a vela do público e com isso trazer essas modalidades de praia para a vela. Assim como o surfe, um esporte popular, o kite e o IQfoil também seguem essa mesma tendência. É mais um passo importante na preparação para Paris 2024”, completou Marco Aurélio de Sá Ribeiro.

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                                        Por: Redação -

                                        O 10º episódio da temporada de Loucos Por Barcos foi ao ar ao vivo, nesta quarta-feira, 11 de agosto. Um bate papo descontraído semanal sobre os temas náuticos mais pedidos pelos leitores e seguidores.

                                        NÁUTICA e seletos convidados debateram a importância de ter um marinheiro a bordo e como escolher o melhor para o seu barco.

                                        O bate-papo contou com grande troca de informações sobre barcos, sempre com a interação em tempo real dos telespectadores por meio das redes sociais e o chat do YouTube.

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                                        O Loucos Por Barcos vai ao ar às quartas, a partir das 20 horas, na TV NÁUTICA, no YouTube. Se inscreva para não perder!

                                        Se você tem alguma dúvida ou comentário, converse com a gente pelas redes sociais ou envie sua dúvida para [email protected].

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                                          O estaleiro alemão Hanse Yachts acaba de apresentar sua nova marca RYCK de barcos a motor, que une suas linhas Fjord e Sealine, desenvolvida e construída na Alemanha.

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                                          RYCK foi desenvolvida em cooperação com o designer Bill Dixon e é voltada para os segmentos de esportes aquáticos e passeios de barco nos finais de semana. O primeiro modelo – o RYCK 280 – está programado para estrear no Cannes Yachting Festival, que acontece de 7 a 12 de setembro.

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                                            11/08/2021

                                            O estaleiro catarinense Schaefer Yachts, com sede em Florianópolis e unidades em Palhoça e Biguaçu — além de um braço cada vez mais forte nos Estados Unidos —, está prestes a completar 30 anos, o que ocorrerá em 2022. Nesse período, comandado com talento, seriedade e inquestionável competência pelo empresário e projetista Márcio Schaefer, promoveu uma revolução de qualidade na indústria nacional, candidatando-se a um lugar de destaque na construção náutica mundial.

                                            De suas instalações — com departamentos próprios para cuidar de cada parte do projeto, tais como engenharia, modelagem, laminação, marcenaria, montagem, estofaria e elétrica — já saíram mais de 3.500 embarcações, entregues ao redor do mundo, da Phantom 260, de 26 pés, à Schaefer 830, de 83 pés.

                                            Evolução da consagrada Schaefer 510, já com quatro anos de mar e mais de 50 unidades vendidas, a Schaefer 510 GT é uma 51 pés (na verdade, 51,9 pés, ou 15,82 metros) para paladares, digamos, mais apurados. Projetada e construída a partir do feedback que o estaleiro recebeu do mercado norte-americano, personifica a evolução contínua da marca em termos de conforto, design e prazer em pilotar.

                                            Entre outros avanços, a Schaefer 510 GT conta com nada menos que três suítes completas — é a única nessa faixa de tamanho com esse requinte. Além disso, oferece três versáteis opções de motorização (IPS ou eixo); espaço interno e pé-direito acima da média; acabamento de primeira; e espaço surpreendente até na casa de máquinas. Resumindo, a Schaefer 510 GT não é apenas uma versão mais bonita e requintada de sua antecessora. É uma nova lancha!

                                            Com identidade própria, marcada pelas janelas em arcos (ou com desenho sinuoso) na superestrutura do casario, a Schaefer 510 GT é uma lancha para até 16 pessoas passearem juntas, sendo que seis delas podem dormir a bordo. São três suítes completas (ou, opcionalmente, duas e uma cozinha extra no convés inferior), sendo que a máster fica à meia-nau, ocupando a boca máxima do barco, que é de 4,36 metros. Na entrada dessa suíte a altura chega a 2,08 m. A cama mede 2,00 x 1,60 m. Ao lado dela, bem à mão, fica o controle do ar-condicionado, o que, ressalta-se, é a melhor opção.

                                            A bombordo, sob a janela de vidro (retangular, com uma vigia no centro) há um sofá que, além de dar um ar aconchegante ao quarto, ajuda no dia a dia do casal — quando um dos dois ainda está dormindo, o outro não precisa usar a cama como apoio. A boreste, distribuem-se os armários, com muitas gavetas.

                                            A decoração, clean, além de esbanjar estilo tira proveito de alguns truques inteligentes, como a instalação de entradas usb na base das luminárias de leitura. A iluminação, aliás, com o uso de spots, deixa o cômodo convidativo e agradável. No banheiro, destaque para o formato do box, com porta, proporcional ao tamanho do barco, com pé-direito de 1,96 m.

                                            a schaefer yachts está perto de completar
                                            30 anos. nesse período, promoveu uma revolução de qualidade na indústria nacional. e A nova 510 gt é um ótimo exemplo da competência do estaleiro catarinense

                                            A suíte vip, com 1,97 m de altura na entrada e cama de 1,90 m x 1,73 m, fica na proa e, à primeira vista, parece muito maior do que realmente é, por conta do espelho instalado na cabeceira da cama (que surpreende com essa sensação de amplitude, uma ótima sacada do estaleiro). O banheiro tem box fechado circular de acrílico.

                                            Já a suíte dos convidados, a boreste, com 1,98 m de altura na entrada, tem duas camas de solteiro (1,82 x 0,61 m) conversíveis em uma cama de casal. O banheiro dessa suíte também tem um box fechado circular de acrílico, formato mais comum nesse porte de embarcação. No hall de entrada da cabine fica o painel elétrico, claro e bem identificado, como deve ser.

                                            Há ainda um pequeno camarote para um único marinheiro, em que a última seção dobrável da cama (que tem 1,83 m de comprimento) sobrepõe o vaso sanitário elétrico. Essa cama é estreita na extremidade, em razão de seu formato irregular. A altura, junto à pia e às duas portas de inspeção para as partes elétrica e hidráulica, que também ficam ali, é de 1,75 m. A entrada está na praça de popa, assim como o acesso à casa de máquinas.

                                            O salão, com cozinha integrada e todo cercado de janelas em arco com até 80 cm de altura, oferece visão privilegiada do mar e muita luz. A cozinha, na verdade, é uma bela bancada, com dois tampos articulados que, quando levantados, revelam um fogão elétrico e uma pia com cuba de inox e torneira de água quente e fria. Já as portas dessa bancada ocultam uma geladeira e um freezer. E ainda há um forno ao lado e três grandes gavetas. A gaveta sob a pia é outra tirada sagaz do estaleiro, coisa que não se vê sequer em qualquer barco, mesmo nos importados.

                                            A bombordo do salão, há um sofá em L e uma mesa de madeira que além de ser dobrável pode ser rebaixada por acionamento elétrico, com a possibilidade de converter o sofá em uma chase, perfeita para assistir a tv, instalada a boreste. Os estofamentos, altos e largos, são uma garantia adicional de conforto.

                                            O sistema de alto-falantes do home theater se concentra em uma barra de som sem fios. Na antepara de bombordo foram instalados os controles do gerador, do ar-condicionado e da iluminação (que é direta, em led), além de tomadas com saídas usb.

                                            No posto de comando interno, a boreste, o banco do piloto é individual, mas muito largo, transmitindo uma sensação de conforto na navegação. O piloto conta com um bom apoio para os pés e com um volante bem posicionado, assim como todos os comandos. O painel tem uma inclinação excelente, que facilita a leitura dos instrumentos e evita reflexo.

                                            A unidade testada por NÁUTICA estava com um eletrônico Axiom 12, da Raymarine, que é muito bom, mas é possível acrescentar uma segunda unidade, também com monitor de 12 polegadas — o barco merece esse upgrade. A tela dos motores, da Volvo Penta, traz todas as informações integradas, o sistema Glass Cockpit. A posição do controle dos flapes, na mão direita, também é muito boa, mas falta um mostrador indicando a posição dos flapes.

                                            com identidade própria, a schaefer 510 gt foi construída e projetada a partir do feedback que o estaleiro recebeu do mercado norte-americano, para onde a lancha é exportada

                                            Entre os itens de conforto, o piloto usufrui de ambiente climatizado, de porta-copos, de uma saída 12 volts, de uma tomada usb para conectar o celular e de um compartimento (porta-trecos) para acomodá-lo. O para-brisa, de folha única, é enorme e confere ainda mais um ar de modernidade à embarcação. Por sua vez, as janelas nos dois bordos do posto de comando sobem e descem por acionamento elétrico ventilando o ambiente e ajudando na comunicação com quem está do lado de fora. Porém, não permite que o piloto faça as manobras de atracação de fora do posto de comando, desde a passagem lateral, pois o joystick está instalado do lado esquerdo do timão.

                                            Já no posto de comando externo, a bombordo do flybridge, o piloto dispõe de uma poltrona bem larga e confortável, ladeada por três porta-copos de acrílico e por um maior, de inox. Ao lado, há um porta-objetos muito parecido com o do comando interno, perfeito para acomodar o celular. O volante é escamoteável, os comandos estão bem à mão do piloto e o painel, com boa inclinação, não reflete a luz do sol. Tudo isso resulta em uma navegação extremamente agradável.

                                            A área do flybridge é surpreendentemente grande para uma 51 pés (na verdade, 51,9 pés). Ao lado do posto de comando, há um solário para duas pessoas que — protegido por um corta-vento — fica em uma posição reclinável, bem confortável. A boreste, desde a meia-nau até a popa, há um sofá em L com 3,50 metros de extensão.

                                            A mesa, de teca, com pega-mão ao lado, é dobrável. Atrás do banco duplo do piloto, há uma área de apoio com espaço para a instalação de uma pia e de uma churrasqueira, além de uma caixa de som e uma geleira com placa refrigerada. Dias de sol pedem gelo? Sem problema: o projetista instalou um icemaker enorme na área traseira do fly. A capota, do tipo bímini, quando montada fica a 2,08 m de altura, oferecendo lugar à sombra para 10 pessoas.

                                            Ainda na área externa, a plataforma de popa tem 1,71 metro de comprimento por 4,10 m de largura (quase a boca máxima do barco) e se divide em duas partes, sendo de 1,45 m a parte submersível, que conta com duas escadas, uma manual, de quatro degraus, e outro do tipo robô, que se monta automaticamente quando a plataforma desce — porém, nesta, falta um corrimão para quem usa a plataforma, quando submersa.

                                            Destaque também para o espaço gourmet, formado por uma pia com água fria, uma churrasqueira elétrica e uma pequena área de apoio para uma tábua de corte de carne. Dois braços com pistões hidráulicos mantém a tampa aberta com firmeza. Ao lado, há dois pequenos nichos drenantes, que podem ser usados como geleiras.

                                            Sob o móvel gourmet, há dois grandes paióis, além de entrada de água e do acesso da tomada de cais. Os bocais para abastecimento de diesel também ficam na popa, embora o posicionamento ideal seria o início do convés lateral, onde já existem as bacias de contenção com seus respectivos ralos. Por sua vez, os cunhos são do tipo retrátil, que evitam que alguém tropece e se machuque. E ainda há um toldo do tipo Stobag, manual ou, opcionalmente, elétrico.

                                            a 510 GT tem espaço interno e pé-direito acima da média, além de acabamento de primeira e móveis diferenciados, marca registrada do estaleiro Schaefer yachts

                                            O acesso ao cockpit é feito exclusivamente por boreste, o que permite a instalação de um grande sofá em L na praça de popa, à frente de uma ótima mesa dobrável que, quando aberta, pode ser usada nas refeições e, se fechada, nos aperitivos. A altura aqui é de 2,08 m e a largura, de 2,80 m. Para aumentar o espaço de circulação, o estaleiro adicionou, a boreste, uma abertura lateral de 80 cm, que agrega espaço à praça de popa e ajuda na circulação naquele local do barco, sendo, ainda, perfeito para curtir o passeio bem pertinho do mar. Com isso, a largura chega a 3,60 m. Já a bombordo há um paiol com chaves de bateria, corta-corrente, corta-combustível, etc.

                                            Ainda na praça de popa, ao lado da porta de três folhas que dá acesso ao salão, há uma tv fixada no teto que ajudou aproveitar ainda mais o espaço, em especial a noite. A escada de acesso ao flybridge fica a bombordo, enquanto a boreste, na coluna da superestrutura, fica escamoteado o terceiro comando do barco, com joystick, exclusivo para as manobras de atracação.

                                            Acima do joystick localiza-se o comando do guincho de âncora, a buzina, o botão de acionamento (ou corte) dos motores e o sistema de extinção automático de incêndio. Aqui vale um parêntese: a instalação de um completo e sofisticado sistema de segurança é decorrente da Certificação para o mercado norte-americano, no qual a Schaefer Yachts atua.

                                            A passagem lateral de acesso à proa, com 25 cm, é larga e bem protegida por pega-mãos e pelo guarda-mancebo. A proa tem um grande solário (2,23 m de largura x 1,92 m de comprimento), reclinável, com encostos de cabeça, ladeado por pega-mãos e porta-copos de acrílico. O para-brisa inteiriço tem dois limpadores (com braços duplos) e esguicho. Na área operacional, os botões de acionamento do guincho da âncora (com trava) ficam juntos, o que é bom, pois facilita a operação.

                                            Os cunhos estão muito bem fixados e dimensionados, mas não são retráteis (o que é comum, aliás) como os da popa. Falta também um aparador para os cabos de amarra, importante para não machucar o gel. Na caixa de âncora (com espaço para guardar todas as defensas de proa) há um ferro reserva e um chuveirinho de água salgada para a limpeza da corrente.

                                            A casa de máquinas, com entrada pela praça de popa, é bem grande para os padrões brasileiros, com ótimo acesso às cabeças dos IPS, o que facilita os cuidados com os motores. A manutenção é fácil em todos os sentidos, incluindo os geradores e o banco de baterias. Chama atenção a qualidade tanto da parte elétrica, com aterramento, como pela hidráulica, fruto dos investimentos do estaleiro para receber certificação para operar no mercado norte-americano.

                                            A lancha testada estava equipada com Volvo Penta IPS 650, na versão D6 5.5 litros, o menos potente da linha (parelha de 480 hp cada). A outra opção é o D8-IPS 700 (dois motores de 550 hp de 7.7 litros). Há ainda uma terceira opção, com dois motores Cummins QSC 8.3 litros, com eixo, de 600 hp cada. Um opcional oferecido pelo estaleiro que vale a pena instalar é o estabilizador Seakeeper, que reduz o desconforto produzido pelo balanço do mar, tornando a experiência de navegar com a Schaefer 510 GT ainda melhor.

                                            Amplas janelas inundam os ambientes com luz natural, levando a vista do mar para dentro do barco

                                            Navegamos na novíssima Schaefer 510 GT nas águas da Baía Norte de Florianópolis, com ancoragem em uma das praias da Ilha do Francês. A lancha estava equipada com o sistema IPS 650, D6 5.5 litros, com dois motores Volvo Penta de cerca de 480 hp cada — entendemos que a opção IPS 650 com a versão de bloco de 7,7 litros, ao invés da usada, de 5,5 litros, deixaria o barco mais “folgado” de torque o que melhoraria o desempenho sem prejudicar a taxa de consumo de combustível — , embora aceite também motorização com eixo fixo pé-de-galinha (dois Cummins QSC 8.3L, de 600 hp cada) ou IPS 700 (dois Volvo Penta D8 7.7 litros, de 550 hp).

                                            Com quase 17 nós, o casco já está em planeio, sem qualquer dificuldade. Hora de colocar um pouco de flape (em torno de 20%), o que melhora o comportamento do barco navegando contra as vagas, uma vez que, quanto mais baixa, melhor o aproveitamento da linha d’água e do perfil do “V” da proa para cortar ondas. A 3300 rpm, ela alcança 21,4 nós. A 3 500 rpm, a velocidade salta para 24,2 nós (seu cruzeiro rápido).

                                            Fazendo curvas, nessa velocidade, a Schaefer 510 GT permaneceu obediente, confortável e segura, com uma adernada bem suave. O raio de giro foi um pouco mais aberto, característica da propulsão IPS. Mas a lancha foi sempre muito ágil, com respostas suaves e muito agradáveis. Obedeceu aos comandos do timão e respondeu fácil às manobras, mesmo aquelas mais bruscas para sentirmos o momento do casco em relação à rolagem lateral.

                                            O consumo, nessa rotação, ficou na casa de 146 litros/hora, que é muito bom para esse porte e todos os equipamentos embarcados, afinal, são três suítes e muito volume. A velocidade máxima, a 3 950 rpm (rotação um pouco superior ao que estabelecido pela Volvo Penta), com a redução dos flapes a 15%, foi de 28,4 nós, com consumo de 191 litros/hora.

                                            Sem o uso de flapes temos os números da tabela de desempenho abaixo. Nessa velocidade, ela continuou mostrando estabilidade nas curvas fechadas, com a perda de apenas 2,5 nós, apesar das marolas cruzadas. Mérito, sem dúvida, de um bom casco e, também do sistema IPS, que a faz navegar como se fosse uma lancha menor, embora tenha quase 52 pés.

                                            Pontos altos

                                            » Três ótimas suítes
                                            » Navegação suave e obediente
                                            » Pés-direitos bem altos

                                            Pontos baixos

                                            » Falta indicador de flapes no painel
                                            » Cama de marinheiro estreita
                                            » Joystick do comando inferior mal posicionado

                                            Características técnicas

                                            Comprimento máximo: 15,82 m
                                            Boca máxima: 4,36 m
                                            Calado: 1,26 m (IPS)
                                            Deslocamento leve: 18 300 kg
                                            Ângulo V na popa: 17º
                                            Tanque de água doce: 470 litros
                                            Tanque de combustível: 1 300 litros
                                            Capacidade (dia): 16 pessoas
                                            Capacidade (noite): 6+1 pessoas

                                            Quanto custa?

                                            A partir de R$ 6,350 milhões, com dois motores Volvo Penta IPS 650, de 509 hp cada. Preço pesquisado em junho/2021. Para saber mais sobre o modelo testado, acesse o site oficial da Schafer Yachts. 

                                            Reportagem: Guilherme Kodja
                                            Edição de texto:
                                             Gilberto Ungaretti
                                            Edição de vídeo: Luiz Becherini
                                            Fotos: Rogério Pallatta e Victor Oliveira
                                            Realização: Takeboom Produções

                                            Náutica Responde

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                                              Grupo francês expande gama de barcos com versões de cruzeiro e de pesca

                                              Por: Redação -

                                              A francesa Beneteau acabou de divulgar a expansão da gama Antares com o novo Beneteau Antares 8. Descrito como um barco compacto e esportivo para pequenos cruzeiros com a família ou amigos, a lancha de 26 pés também foi pensada para ser versátil o suficiente para atender a todas as necessidades do proprietário.

                                               

                                              Os designers explicaram que o barco foi projetado para quem gosta de estar em contato com a água e, ainda assim, com a compreensão de que nem todos os navegadores são iguais. Pensando nisso, foram desenhadas duas versões diferentes: uma de cruzeiro e uma de pesca.

                                              beneteau antares 8beneteau antares 8

                                              Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                              A versão para cruzeiro se concentra fortemente no conforto e convívio a bordo. O proprietário pode escolher entre o modelo puro cruzeiro dessa versão ou um mais esportivo, com espaço para nove pessoas a bordo. Na popa há, um cockpit modular, que pode ser transformado em um deck ou permanecer uma mesa de jantar.

                                               

                                              Nesse layout, o banco de popa esconde um armário, mas também pode ser movido para permitir que o motor de popa seja levantado. O banco da frente, por outro lado, pode abrigar uma geladeira — muito útil em um cruzeiro. Acima da capota rígida existe um porta-bagagens, ideal para guardar o que não é necessário durante a navegação.

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                                              O comando, por sua vez, proporciona uma visão de 360º do exterior, graças às grandes janelas que também tornam o interior da lancha. As características internas incluem uma cozinha com geladeira e fogão (a gás ou elétrico). É possível instalar um sistema de ar condicionado e acomodar até cinco hóspedes no pernoite.

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                                              beneteau antares 8beneteau antares 8beneteau antares 8

                                              A versão de pesca, por sua vez, concentra tudo o que um entusiasta da pesca precisa. Ele mantém o desenho do casco comum à toda a gama Antares, mas adiciona um controle opcional, de 12 polegadas, no posto de comando. Na popa, um motor de 250 hp promete atingir uma velocidade máxima de 35 nós, de acordo com o estaleiro.

                                               

                                              Nessa configuração, a cabine é aberta, para facilitar a movimentação a bordo. O banco traseiro é substituído por uma estação de pesca equipada com porta-canas, e três armários foram embutidos no piso da cabine.

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                                              A estreia mundial do novo Antares 8 será no Southampton International Boat Show,  de 10 a 19 de setembro. De lá, ele seguirá por Boat Shows pela Europa, em La Rochelle, Barcelona, ​​Paris e Düsseldorf.

                                              A propulsão se dá por um motor Mercury de 200 hp de potência.

                                               

                                               

                                              Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

                                               

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                                                Novo conceito do estúdio de design Vripack, o megaiate Futura foi caracterizado por seus idealizadores como esguio, eficiente e inovador. As configurações dos conveses se afastam dos tradicionais projetos de megaiate e proporcionam um desenho de mezanino dividido em estilo loft, que se entrelaça e se interconecta — tudo através de linhas laterais diagonais.

                                                 

                                                Com a sustentabilidade em primeiro plano, o Futura tem um diferencial facilmente perceptível: ele tem um terço da altura de qualquer megaiate do mesmo tamanho (66 metros/216 pés). Suas linhas curvas e fluidas denotam uma feminilidade elegante, que se baseia nas formas encontradas na natureza, de acordo com a empresa.

                                                futura

                                                Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                Uma superestrutura de vidro, semelhante a um casulo, lembra a silhueta de uma baleia. A moldura em forma de losango é semelhante às escamas de um peixe. E tudo foi projetado para constituir uma embarcação leve.

                                                 

                                                “A peça de referência é um grande palácio de cristal de vidro, que é colocado ordenadamente no topo do casco para que você possa ver tudo no barco. Na prática, isso significa que todos no Futura podem fazer suas próprias coisas, mas você ainda tem essa consciência de onde sua família e amigos estão”, comenta o co-diretor de criação, Bart Bouwhuis.

                                                futura

                                                Para atender a todas essas especificações, móveis modulares foram instalados de forma que denote versatilidade aos espaços. Seguindo esse pensamento, a mesa de jantar escolhida acabou fugindo da sutilidade, já que ela, sozinha, pode acomodar 30 convidados. Ainda com esse pensamento, os designers optaram por montar uma cabine de DJ na área de observação do convés superior.

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                                                O megaiate abriga até 14 pessoas no pernoite e o seu desempenho se dá por 4 motores Caterpillar C32 ACERT. Ele é um híbrido entre propulsão elétrica e à diesel, com a diferença de ter sido projetado para funcionar com biocombustível feito de resíduos de alimentos.

                                                 

                                                Além disso, ele ainda possui baterias de base biológica feitas de sal, areia, água e plantas. O próprio banco de baterias é 100% biodegradável — o necessário para um cruzeiro consciente.

                                                futura

                                                 

                                                Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                                  Por: Redação -

                                                  A Barca do Rei Khufu, o maior e mais velho barco de madeira descoberto no Egito, foi cuidadosamente transferida do Sítio Arqueológico da Pirâmide, perto das pirâmides de Gizé, para o Grande Museu Egípcio, de acordo com as autoridades.

                                                  Também conhecido como barco solar, ele possui 4 600 anos e foi definido como o maior navio real arcaico já encontrado no Egito pelos especialistas. Além disso, ele ainda representa um dos mais antigos navios de tábua do mundo. A embarcação possui 44,6 metros de comprimento e seis metros de largura, sem o uso de pregos.

                                                  khufu

                                                  Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                  A barca foi construída para Khufu (ou Quéops), o segundo faraó da Quarta Dinastia do Antigo Reino do Egito, que governou o Alto e o Baixo Egito, em meados do terceiro milênio aC.

                                                  Para realizar a transferência, foi necessário desenterrar a embarcação de um poço em pedra, esculpido próximo à Grande Pirâmide de Gizé, no Egito. O barco solar tinha um objetivo básico, de acordo com alguns egiptólogos: transportar o falecido rei do Egito, “ressuscitado e flutuando com o Deus-Sol em sua jornada eterna pelo céu”.

                                                  khufu

                                                  Outros profissionais do ramo propuseram uma alternativa para a sua função, e disseram que a barca era de peregrinação. A teoria é de que ela foi usada por Khufu ainda em vida. A única verdade absoluta é que os arqueólogos que investigaram os restos do barco encontraram evidências de marcas de corda, mostrando, claramente, que o barco havia sido usado na água.

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                                                  As evidências também apontam que o poço de pedra não foi construído especificamente para o barco, já que ele não cabia inteiro no local. Assim, foi necessário remontar até 1 224 peças do navio durante um trabalho de reconstrução meticuloso. Ele possui 138 pés (ou 42 metros) de comprimento e 20 toneladas.

                                                  O Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito anunciou que o barco solar será inaugurado no Grande Museu Egípcio em breve, dentro de uma gaiola de metal em um veículo de controle remoto importado da Bélgica.

                                                  khufukhufu

                                                  De acordo com o comunicado de imprensa, “o complexo permanecerá dentro de sua estrutura metálica até a conclusão da construção do Museu do Barco Khufu, onde um rígido sistema de controle ambiental foi colocado dentro da estrutura. Ele irá monitorar as temperaturas e a umidade, certificando-se de manter as proporções adequadas para manter o composto”.

                                                  O Dr. Issa Zidane, diretor executivo de restauração e transferência de arqueologia no Grande Museu Egípcio, indicou que uma vez que o complexo foi instalado, eles enriqueceram e reconstruíram o centro de restauração do museu, garantindo que os trabalhos de exame provassem que o composto está em boa condição.

                                                  O transporte foi facilitado devido ao grande trabalho de conservação e acondicionamento da equipe de restauradores, arqueólogos, medidores e controladores desenvolvidos para ajustar a atmosfera ao redor do composto e absorver as vibrações.

                                                  Por Naíza Ximenes, sob supervisão do jornalista Maristella Pereira

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                                                    Fenômeno foi registrado no último sábado (28) e chamou atenção dos banhistas em Caraguatatuba. Assista!

                                                    Megaiate de co-fundador da Microsoft é vendido a proprietário desconhecido por 235 milhões de euros

                                                    Por: Redação -

                                                    O megaiate de 414 pés (ou 126 metros), do falecido co-fundador da Microsoft Corp., Paul Allen, foi vendido. A embarcação de nome Octopus foi oferecida pela última vez por 235 milhões de euros e o comprador não revelou sua identidade.

                                                    A venda ocorre em meio a um mercado recorde para os maiores barcos de luxo do mundo, além de um interesse mundial crescente no lazer privado (e socialmente distanciado). Essa nova tendência entre os proprietários está impulsionando um número sem precedentes de vendas de superiates e megaiates, novos e usados.

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                                                    octopus
                                                    Paul Allen

                                                    Só no primeiro trimestre deste ano, 219 superiates foram vendidos — quase o dobro do número referente ao mesmo período em 2020, de acordo com o serviço de avaliação de navios Vessels Value. Agora, ao invés de considerarem um aluguel ou fretamento, o costume é já partir para a compra imediata de embarcações.

                                                    Barcos menores, de entrada, já chegam na faixa dos 100 pés (30 metros) e, o que antes era um mercado visto como sonolento, hoje já é caracterizado por uma pulsação repentina. Isso, porque os clientes já não querem esperar alguns anos por uma construção customizada, e procuram por resultados imediatos.

                                                    As embarcações exploradoras, como o Octopus, são uma categoria relativamente popular. Capazes de cruzar 9 mil milhas sem a necessidade de parar para reabastecer, eles minimizam o número de paradas no porto e, portanto, as oportunidades de infiltração de vírus nos passageiros e na tripulação.

                                                    octopus

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                                                    A cotação inicial do Octopus era de 295 milhões de euros. Com um comprimento que supera um campo de futebol em um terço, o megaiate é um dos maiores exploradores do mundo. Ele possui oito conveses e acomoda 26 convidados, divididos entre 13 camarotes — além dos 63 tripulantes.

                                                    A notícia é de que o novo proprietário não quis dar detalhes sobre a aquisição, mas já deixou claro que pretende disponibilizar o explorador para aluguel pela primeira vez, a partir de 2022, através da empresa de iates Camper & Nicholsons.

                                                    octopus

                                                    O megaiate ainda conta com dois elevadores, dois helipontos, garagem para carros, helicópteros e um submarino capaz de transportar 8 pessoas. Paul Allen, o antigo proprietário, chegou a escrever: “Quando estive nele pela primeira vez, me senti como se estivesse em uma nave espacial. Com recursos como piscina, quadra de basquete, cinema, estúdio de gravação com vista para o mar, todas as minhas paixões se unem em um banquete móvel”.

                                                    O co-fundador da Microsoft, em parceria com Bill Gates, saiu da empresa em 1983. Ele transformou sua participação em uma fortuna de 26 bilhões de dólares nas três décadas seguintes, de acordo com o Índice Bloomberg Billionaires.

                                                    Allen tinha uma grande afinidade com o megaiate construído na Alemanha. Quando foi entregue pela primeira vez, em 2003, Allen ficou impressionado com seu tamanho, de acordo com suas memórias de 2011. Na época, era a quarta maior embarcação do mundo, com as três primeiras construídas para chefes de estado.

                                                    Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                                      De olho no potencial de crescimento da demanda por motores a diesel no Norte do país, a divisão de motores marítimos da Mitsubishi está ampliando suas operações na região, com a nomeação de duas novas revendas em Manaus, no Amazonas, a RB Coimbra e a Riomor, que começam a funcionar oficialmente no dia 12 de agosto.

                                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                      O objetivo é fortalecer a área de pós-venda, garantindo atendimento ágil e de qualidade para os clientes da região, que pelas suas características geográficas concentra grande parte dos negócios da marca no país.

                                                      O próprio nome de uma das novas revendas, a Riomor, remete ao Rio Amazonas, como revela um dos seus sócios, José Vital Nogueira, que tem 35 anos de experiência em venda e pós-venda: “A Mitsubishi é uma marca muito conceituada e sua linha de motores marítimos mecânicos, na faixa de 429hp a 3 065hp, é extremamente adequada às necessidades da região”.

                                                      Segundo o empresário, a Riomor está formando uma equipe altamente qualificada para garantir um serviço de nível elevado aos clientes dos estados do Norte brasileiro. Seu sócio na revenda é o engenheiro mecânico Osíres Souza, que atua há 20 anos no setor, dos quais 10 anos trabalhando com a marca Mitsubishi.

                                                      “Os motores mecânicos da Mitsubishi são reconhecidos pela sua robustez, durabilidade e fácil manutenção”, comenta Osíres. “Na nossa área de negócios, que envolve uma venda totalmente técnica, é fundamental a proximidade com o cliente para mostrar a importância das revisões e ter rapidez no atendimento em caso de necessidade de reparos”.

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                                                      Também a RB Coimbra investe com força no pós-venda, como conta um dos seus sócios, Dario Coimbra, que já teve revenda Mitsubishi em Manaus e abre agora novo espaço em consonância com a estratégia da fabricante de reforçar presença no Norte brasileiro. “Já temos 12 anos de trabalho com a marca e mesmo antes da inauguração oficial já estamos prospectando negócios com importantes empresas da região”, conta o empresário.

                                                      A revenda também está contratando uma equipe técnica especializada e já conta com um estoque de peças para o atendimento local. Segundo Coimbra, a grande maioria dos serviços nessa área é feita dentro das embarcações, por isso o pós-venda é fundamental para o sucesso do negócio.

                                                      De acordo com o sócio da RM Coimbra, os motores Mitsubishi são ideais para empurradores, que transportam cargas em geral, principalmente grãos, e também para os ferry boats, responsáveis pelo transporte dos moradores da região.

                                                      “Além da qualidade e da vida longa, os propulsores da marca também são reconhecidos por serem econômicos, o que se reflete em maior rentabilidade para os estaleiros e embarcadores”, destaca Coimbra, lembrando que no Brasil também são oferecidos os motores IMO Tier II, com redução nas emissões.

                                                      As duas novas revendas, assim como a própria Mitsubishi Marine, apostam no crescimento do mercado de motores marítimos na região Norte por causa da conclusão das obras do trecho da rodovia BR-163 que faz a ligação entre os estados de Mato Grosso (Sinop) e Pará (Mirituba).

                                                      Rodrigo Teixeira, líder da divisão marítima da Mitsubishi, destaca ser esse um importante canal de transporte de grãos. “Com o previsto aumento do movimento na BR-163, os portos da região Norte, como o de Santarém, tendem a ganhar competitividade em relação aos do Sul, com tendência de migração dos barcos menores para os maiores, favorecendo os segmentos nos quais atuamos”.

                                                      A mesma avaliação faz o sócio da RB Coimbra, revenda que manterá filiais em Belém, Marituba e Santa Isabel, no Pará. “É um grande e promissor mercado, que traz oportunidades de crescimento para as vendas dos motores Mitsubishi”, destaca o empresário.

                                                      Teixeira, por sua vez, lembra ser grande a experiência dos profissionais que assumiram as novas revendas na região, o que certamente vai favorecer os negócios da marca: “Temos excelente relacionamento com os armadores e estaleiros locais e esse é o momento ideal para consolidarmos a Mitsubishi no Norte do país”.

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                                                        10/08/2021

                                                        Ex-engenheiros da empresa norte-americana SpaceX começaram a explorar um novo mercado à frente da startup Arc. A equipe acaba de apresentar uma lancha elétrica de 475 hp de potência. O primeiro modelo deverá ser comercializado já no fim de 2021 e custará US$ 300 mil, de acordo com informações iniciais da marca.

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                                                        O veículo de, aproximadamente, 7,3 metros, atingirá uma velocidade de mais ou menos 64 km/h, segundo a empresa. Além disso, a bateria de 200 kWh promete de três a cinco horas de autonomia, sendo este o maior diferencial de seu produto.

                                                        Tanto o CEO Mitch Lee quanto Ryan Cook, cofundador que compartilha a paixão de seu colega por sustentabilidade e se dedicou durante sete anos ao setor espacial junto à empresa de Elon Musk, formaram-se em engenharia mecânica pela Universidade Northwestern (EUA).

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                                                        Apesar da mudança de cenário empreendida por grande parte dos colaboradores, Mitch destaca que a migração de um setor para o outro é “surpreendentemente comum”. Investimentos de US$ 4,25 milhões, levantados pela participação da empresa de capital de risco Andreessen Horowitz e do fundo Lowercarbon Capital, possibilitaram a finalização do projeto.

                                                        Mitch Lee, o único das pessoas que trabalham na Arc a não ter passado pela SpaceX, disse, em entrevista ao Bloomberg, que o objetivo da startup é tornar lanchas não poluentes o mais rápido possível pela crença de que a ação é boa para o planeta.

                                                        Quem quiser entrar na lista de espera para adquirir uma lancha elétrica pode fazer um depósito reembolsável de US$ 1 mil.

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                                                          Por: Redação -

                                                          A italiana Cantiere delle Marche lançar Darwin 115, de 35,05 metros. O iate a motor é o maior da classe Darwin do estaleiro e foi construído como um verdadeiro explorador. O casco é de aço robusto, a proa é alta e a tecnologia é avançada — pensada principalmente para a exploração extensiva do oceano.

                                                           

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                                                          A arquitetura naval foi assinada pela Hydro Tec enquanto o interior foi planejado pela Nauta Design. Ambos os designs incluíram bastante o envolvimento do proprietário, que procurava por tendências mais descontraídas.

                                                           

                                                          O dono, que não é nenhum principiante, decidiu alongar e fechar a plataforma de natação, transformando um comprimento de 34 metros em 35,05 metros. O objetivo dele é nada mais que explorar o oceano a bordo de seu próprio iate — e, por isso, o iate Darwin com proa alta, que proporciona grande estabilidade em alto mar.

                                                          darwin 115

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                                                          As principais características do projeto incluem a plataforma de natação dobrável do convés inferior, que funciona como um terraço ao nível do mar, enquanto as janelas do chão ao teto são encontradas na suíte do proprietário e na cozinha do convés principal.

                                                           

                                                          O convés superior contém um guindaste e duas grandes tendas, ao lado da academia. Uma plataforma de 100 metros quadrados está equipada com espreguiçadeiras, área para refeições para 12 pessoas e churrasqueira.

                                                           

                                                          Quanto às acomodações, o iate consegue abrigar oito pessoas, divididas em quatro camarotes: uma suíte máster, no convés principal, uma suíte VIP, de largura total no convés inferior, e dois camarotes duplos.

                                                           

                                                          “Estamos muito contentes que este proprietário experiente tenha decidido nos confiar para construir seu Darwin e orgulhosos pela confiança que ele depositou em nossa equipe”, completou Vasco Buonpensiere, cofundador e diretor de vendas e marketing da Cantiere delle Marche.

                                                           

                                                          A potência vem de dois motores Caterpillar C18.

                                                           

                                                          Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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                                                            A lancha NX 360 Sport Coupé já conta com mais de 80 unidades vendidas, segundo números do estaleiro, e pode ser equipada com um motor de 380 hp a dois de 300 hp de potência cada.

                                                            Não perca nada! Clique aqui para receber notícias do mundo náutico no seu WhatsApp.

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