Navio invadiu cidade? Foto de cruzeiro misturado a prédios faz sucesso nas redes sociais

Por conta de ilusão de ótica, imagem de fotógrafa amadora mostra embarcação em meio à paisagem de Santos

31/01/2023

Uma embarcação em meio aos prédios de Santos viralizou nas redes sociais. O que à primeira vista parece o registro de um navio que invadiu a cidade, na verdade é um belo truque de ilusão de ótica registrado por Katia Tomimoto.

A fonoaudióloga e fotógrafa amadora explica que esse flagra faz parte do seu cotidiano. A cena foi clicada da janela de Katia, em um edifício de Santos, com vista para o Guarujá.

 

A imagem, que confunde o cérebro de quem a vê, impressionou muita gente pelas redes sociais. Kátia contou, em entrevista ao G1, ter percebido que tanto a luz quanto o tempo, além do horário, favoreciam o clique. E, assim, registrou o surpreendente momento do navio “invadindo” a cidade.

Navio Ilusao de otica

A embarcação estava navegando pelo canal do estuário de Santos, que faz divisa com a cidade do Guarujá. Os prédios e avenidas funcionaram como uma moldura para a foto. O ponto alto do contexto foi a posição do navio, já que, dessa forma, criou-se a ilusão de ótica.

 

O navio que “invadiu” a cidade, registrado na ilusão de ótica, é o MSC Preziosa. Com mais de 330 metros de comprimento e cerca de 38 metros de largura, a embarcação tem capacidade para mais de 4.300 passageiros. Além das 1.700 cabines e 18 deques, há também, bares, restaurantes, spa e teatro dentro do navio.

 

 

Outros navios “invadindo” a cidade

A imagem do MSC Preziosa dentro da cidade não é a única do tipo feita pela fotógrafa amadora. No perfil de Katia nas redes sociais é possível encontrar outras fotos e vídeos dos gigantes cruzeiros em cenas parecidas com a que está circulando na internet.

 

Nos registros abaixo, Katia mostra a passagem por Santos do MSC Seashore. Esse gigante é o maior navio de cruzeiro que já esteve em águas brasileiras — sua capacidade ultrapassa os 5.800 passageiros.

 

 

 

Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

 

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    Por: Redação -

    Representando a NHD Boats, André Maranhão é o convidado da vez no programa Loucos Por Barcos. Durante entrevista com Guilherme Kodja, André contou sobre uma das principais novidades do estaleiro: a NHD 340 GT equipada com motor de popa.

     

    A lancha de 34 pés foi um dos destaques apresentados pela marca durante o São Paulo Boat Show 2022.

     

    Além disso, outra inovação do estaleiro foi a embarcação 370 All Space, com o sistema open deque automático. Assim, por meio de um botão, o navegador pode abrir as laterais e aumentar o espaço de convivência na popa da lancha.

     

    Sócio do estaleiro, André Maranhão comenta ainda os planos futuros da NHD Boats no Loucos Por Barcos. Confira abaixo a entrevista completa.

     

     

    Sucessora da extinta HD Marine (com mais de 1.500 lanchas entregues, a maioria ainda navegando em nossas águas), a NHD Boats é uma marca jovem, mas já com destaque no mercado nacional, em virtude da construção de cascos robustos, de alta qualidade e navegabilidade.

     

    Em apenas quatro anos, de suas instalações em Itajaí, Santa Catarina, já saíram cerca de 200 lanchas, de modelos que variam entre 27 e 37 pés.

     

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      Ao som de muito frevo, veleiros da Globe 40 começam a chegar ao Recife

      Barco Amhas, tripulado por britânico e americano, foi o primeiro a concluir 6ª etapa da regata de volta ao mundo

      Por: Redação -
      30/01/2023

      Foi ao som de muito frevo que a equipe anglo-americana Amhas cruzou em primeiro lugar a linha de chegada no Recife, no fim do último sábado (28), como parte da Globe 40 — La Grande Route. Dessa forma, o veleiro terminou a sexta etapa da regata de volta ao mundo, alcançando a capital pernambucana às 23h48.

      A perna que partiu de Ushuaia foi completada por Craig Horsfield e James Oxenham em 20 dias e 10 horas de travessia, com 3.803 milhas percorridas (7.417 km). A dupla concluiu brilhantemente uma etapa particularmente difícil, que colocou as equipes do Globe 40 à prova.

      Em seguida, o barco ítalo-americano Gryphon Solo II, de Joe Harris e Roger Junet, foi o segundo veleiro a atracar no centro do Recife, na tarde de domingo (29). Logo depois, a embarcação Sec Hayai, comandada pelos holandeses Frans Budel e Ysbrand Endt, foi o terceiro veleiro a cruzar a linha de chegada, na noite de domingo.

       

      A previsão é que a quarta e última embarcação — Whiskey Jack (Mélodie Schaffer/CAN e Tom Pierce/EUA) –, por fim, cruze a linha de chegada no Recife na manhã de terça-feira (31).

       

      Todos os velejadores foram recepcionados com muita festa, em clima de Carnaval, comandada pela Companhia de Danças Frevança.

      Dificuldades na 6ª etapa da Globe 40

      Desde a largada de Ushuaia, no dia 8, as equipes se depararam com uma situação surpreendentemente inusitada na Patagônia: vários dias de calmaria, enquanto, na véspera da largada, quase 50 nós sopravam na área.

       

      Após a partida, rapidamente o veleiro Milai, com Masa Suzuki (Japão) e Estelle Greck (França), conquistou uma vantagem de 100 milhas. Entretanto, dia 12 de janeiro o barco teve um choque violento com um Objeto Flutuante Não Identificado (OFNI).

      O acidente deixou a embarcação seriamente danificada, mas sem feridos a bordo e sem situação de perigo. A tripulação chegou a salvo ao porto argentino de Mar Del Plata no dia 16, para tentar fazer reparos no veleiro, e afirmou seu desejo de retomar as corridas o mais rápido possível.

       

      Para as demais tripulações, por outro lado, iniciou-se uma segunda fase numa zona meteorológica particularmente instável, com sucessão de zonas de calmaria, depressões e rajadas. Os competidores seguiram até a latitude do Rio de Janeiro com mudanças brutais na classificação.

       

      Próximos passos da Globe 40

      A escala na capital pernambucana terminará no domingo (5). Nesse meio tempo, estão programadas várias atividades na cidade, como visita aos barcos, regata in-shore até o Marco Zero e apresentações culturais. Da mesma maneira, eventos fechados para convidados, patrocinadores e competidores estão agendados.

       

      Em 5 de fevereiro, a partida rumo à ilha de Granada, no Caribe, dará início à sétima etapa. Serão duas mil milhas percorridas entre 8 e 10 dias. De lá partirá a última perna da Globe 40, cruzando o Atlântico até Lorient, na França. A previsão é que a linha de chegada final da regata de volta ao mundo seja cruzada por volta de 13 de março.

       

      A competição tem, ao todo, 30 mil milhas náuticas, percorridas durante nove meses – desses, são 140 dias no mar. O início da Globe 40 aconteceu em 26 de junho do ano passado, em Tânger, no Marrocos. O percurso incluiu paradas em Cabo Verde (África), Ilhas Maurício (Oceano Índico), Auckland (Nova Zelândia), Tahiti (Polinésia Francesa), Ushuaia (Patagônia), Recife (Brasil) e Granada (Caribe).

      É possível conferir como está a travessia no site oficial da Globe 40, atualizado constantemente com os status dos veleiros.

       

      A Globe 40 é uma realização da empresa francesa Sirius Events, com suporte na organização da etapa de Recife da Federação Pernambucana de Vela (FPVela), apoio do Cabanga Iate Clube de Pernambuco, Recife Marina e Hotel Novotel Recife Marco Zero, TV Tribuna, All e Ibis Recife Boa Viagem, com patrocínio da Prefeitura do Recife e Qair Brasil.

       

      Programação oficial dos veleiros em Recife

      1º de fevereiro (quarta-feira)
      Jantar de comemoração para convidados
      (velejadores, organizadores, patrocinadores e autoridades)

       

      02 de fevereiro (quinta-feira)
      Premiação Etapa Globe 40 – Ushuaia (Patagônia) – Recife (Brasil)
      Local: Restaurante Cisne Branco (Cabanga Iate Clube de Pernambuco)
      Horário: 19h

       

      03 de fevereiro (sexta-feira)
      Visitação dos barcos aberta ao público
      Local: Recife Marina (Bairro de São José)
      Horário: 9h às 13h

       

      03 de fevereiro (sexta-feira)
      Regatta In-Shore para convidados
      Local: Recife Marina – Marco Zero (Bairro de São José)
      Horário: 15h às 16h

       

      04 de fevereiro (sábado)
      Visitação dos barcos aberta ao público
      Local: Recife Marina (Bairro de São José)
      Horário: 9h às 13h

       

      05 de fevereiro (domingo)
      Partida da Regata 7ª Etapa – Recife (Brasil) e Granada (Caribe)
      Local: Praça do Marco Zero (Recife Antigo)
      Horário: 15h

       

       

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        Conceito de megaiate com hidrofólio é revelado pelo estúdio Lazzarini

        Batizado de Plectrum, embarcação de 74 m de comprimento pode atingir 75 nós e conta com diversas tecnologias

        Quem vê as projeções inovadoras da Lazzarini Design pode se espantar, a princípio, com a sofisticação e originalidade dos projetos. Recentemente, o estúdio italiano anunciou ao público mais uma de suas criações, mostrando as projeções do Plectrum, um megaiate com hidrofólio.

        A inspiração principal para o projeto veio dos veleiros da competição America’s Cup. Dessa maneira, o Plectrum vem com o propósito de ser o mais rápido da sua categoria. No entanto, em vez de usar velas, o megaiate com hidrofólio se eleva acima da água para atingir altas velocidades.


        O sistema de hidrofólio da embarcação se ajusta dependendo da navegação. Sua largura varia de 15 metros, quando ancorado, a até 20 metros, navegando pelas águas em altas velocidades.

        Essa tecnologia permite ao megaiate Plectrum viagens muito mais rápidas do que comparado com embarcações do mesmo tamanho – Pierpaolo Lazzarini

        Saiba mais sobre o megaiate com hidrofólio

        O casco do Plectrum é projetado para usar fibra de carbono, dessa forma, ele conseguirá ser extremamente leve ao mesmo tempo em que é super resistente.

         

        Quando o assunto é lazer, o megaiate com hidrofólio carrega uma série de opções, desde plataforma de popa a piscina. Mas não é só: a proa, por exemplo, se abre para revelar um hangar para helicóptero.

        Entre os destaques, há ainda garagem para dois barcos de apoio, nas laterais do barco, bem como um lugar na popa destinado aos brinquedos aquáticos. Surpreendentemente, há espaço até mesmo para um carro dentro do Plectrum.

         

        Internamente, o projeto do megaiate com hidrofólio oferece seis camarotes para convidados, além de uma suíte do proprietário.

        Três motores movidos a hidrogênio compõem a motorização do megaiate com hidrofólio e cada um deles é capaz de alcançar 5 mil hp de potência. Ou seja: o barco pode chegar a 15 mil hp de potência, enquanto sua velocidade máxima é de até 75 nós.

         

        O Plectrum ainda está em fase de conceito, mas, em um futuro próximo, a expectativa é que a embarcação seja fabricada sob demanda. O preço estimado do megaiate é algo perto de 80 milhões de euros, cerca de R$ 444,5 milhões (valores convertidos em janeiro de 2023).

         

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          Dicas e exercícios para não enjoar no passeio de barco

          Ter aquele mal-estar no mar pode ser perturbador. Confira um guia de NÁUTICA para tentar não enjoar no barco

          Por: Redação -
          28/01/2023

          Só mesmo quem já teve vontade de se atirar na água e voltar nadando em busca de alívio imediato sabe, de fato, o quanto o enjoo no mar pode perturbar — bem mais do que apenas “incomodar”. Quando isso acontece, tudo o que se quer é sair dali. Mas há como não enjoar no barco?

          A resposta é sim! E, se serve de consolo, grandes navegadores também enjoam. Amyr Klink, por exemplo. Mas também é verdade que, com o tempo, o corpo se “acostuma” aos movimentos do barco e a pessoa passa a enjoar cada vez menos ou até não enjoar no barco. Tanto que já existe até um tipo de treinamento para isso, chamado “reabilitação vestibular”.

           

          NÁUTICA reuniu algumas dicas e exercícios para você tentar não enjoar no barco ao passear sobre as águas. Confira abaixo nosso guia!

           

          15 truques para (tentar) não enjoar no barco
          Como é a sensação de enjoo?
          O que causa o enjoo?
          O que fazer se já estou enjoado?

          15 truques para (tentar) não enjoar no barco

          1. Tome o remédio contra enjoo indicado pelo seu médico antes de dormir, na véspera do passeio, e quando acordar, antes de embarcar, já que os medicamentos são preventivos, não corretivos.
          2. Durma bastante e bem no dia anterior e não tome nenhum tipo de bebida alcoólica na véspera para não enjoar no barco. Cansaço e ressaca não combinam com o balanço do mar.
          3. Alimente-se normalmente antes do passeio, mas sem exageros. Estômago cheio provoca enjoo. Vazio demais, também.
          4. A bordo, evite gorduras, temperos, coisas demasiadamente salgadas ou bebidas com cafeína, como, por exemplo, Coca-Cola.
          5. Evite entrar na cabine ou olhar para baixo para não enjoar no barco. Pode dar tontura na hora. Se for sair para pescar, apronte todo o material antes de subir no barco.
          6. Se tiver que entrar na cabine, evite fazê-lo no início do passeio, a fim de permitir que seu organismo, pelo menos, se acostume um pouco com o balanço do corpo.
          7. Nem tente ler, fotografar, cozinhar, olhar pelo binóculo e ficar mandando mensagens pelo celular, porque tudo isso diminui as chances de não enjoar no barco.
          8. Escolha um lugar confortável e bem ventilado do convés para ficar. Mas sempre do lado de fora! É melhor sentir frio do que ficar zonzo dentro do aconchego da cabine.
          9. Mantenha o olhar fixo no horizonte, quando o barco estiver em movimento, sem ficar olhando para a água, e tente não pensar em nada.
          10. Não tente ficar compensando o balanço natural do barco com o seu corpo. Faça como se estivesse montado num cavalo: suba e desça com o movimento dele.
          11. Fique na popa, onde balança menos nos barcos pequenos, mas bem longe de qualquer tipo de fumaça de motor — o que, infelizmente, é frequente nas lanchas.
          12. Só coma alimentos fáceis de digerir e em pequenas porções de cada vez, durante o passeio. E beba bastante água. Ficar sem ingerir nada deixa a pessoa debilitada.
          13. Deitar logo após comer pode provocar náusea intensa. Dê um tempo após cada lanche. Mas, se o enjoo apertar, deite e fique de olhos fechados.
          14. Se enjoar, tente dormir. O sono ajuda a recuperar as forças, faz passar o tempo e permite conviver melhor com o mal-estar.
          15. Se resolver dar um mergulho no mar, evite beber água salgada, porque ela costuma provocar enjoo imediato — apesar de muitas pessoas dizerem o contrário.

          Como é a sensação de enjoo?

          Geralmente, o enjoo começa com um ou outro bocejo, acompanhado de uma leve tontura. Em seguida, o rosto vai ficando pálido e o corpo, pesado, como se estivesse fatigado. Logo depois, vêm as náuseas — que tanto podem ser leves quanto evoluírem para o vômito, dependendo do organismo de cada pessoa.

           

          E o pior é que vomitar nem sempre traz alívio imediato. Muitas vezes, não traz alívio algum e ainda faz com que as outras pessoas também fiquem enjoadas. Ou seja, acaba o passeio de todo mundo e não apenas de quem está mareado. É um transtorno só!

           

          Além disso, surge uma sensação de cansaço tão insuportável que tira a disposição até mesmo para conversar. Por isso, a pessoa enjoada quase sempre fica calada e recolhida num canto do barco (muitas vezes na cabine, o que é pior ainda, porque a falta de ventilação só agrava o mal-estar), na esperança de que o enjoo suma sozinho.

           

          O que causa o enjoo?

          Durante o enjoo no mar, não existe nada de errado com o estômago e sim com o cérebro, porque é ele que está recebendo informações contraditórias, principalmente dos olhos e do labirinto, uma parte do ouvido responsável pelo equilíbrio do corpo.

           

          Assim, enquanto o labirinto informa ao cérebro que a cabeça está se movendo, os olhos mostram que tudo está parado. E é este conflito que embaralha o sistema nervoso central, que tem como uma de suas funções comandar os movimentos e a postura do corpo.

           

          O resultado dessa confusão é uma espécie de pane de comandos e uma série de alterações orgânicas, como contração do estômago, secreção de sucos gástricos, tontura, suor frio, mal-estar, vômitos, fraqueza e palidez — que podem piorar muito se o enjoo for prolongado e o mareado acabar ficando desidratado. Daí a recomendação de, após seguidos vômitos, servir água para a pessoa mareada.

          O que fazer se já estou enjoado?

          Foi impossível não enjoar no barco? Então recomenda-se evitar fumar, comer doces, tomar café ou qualquer outra bebida à base de cafeína, como a Coca-Cola — que, inclusive, erroneamente costuma ser sugerida como antídoto para os desarranjos estomacais. Nada poderia ser mais bombástico para um mareado.

           

          Deve-se, também, ficar sempre fora da cabine e onde o balanço do barco seja menos perceptível, como na popa, e jamais na proa, para não enjoar no barco. Mas é necessário fugir de cheiros fortes, como o de combustível ou comida, e tentar olhar só para o horizonte, evitando movimentar a cabeça.

           

          Outro cuidado importante é sentar-se perto da borda de sotavento (ou seja, por onde o vento “sai” do barco), para, caso precise vomitar, o vento levar tudo para a água — e não para dentro do barco, o que fatalmente fará com que os outros passageiros enjoem e até vomitem também.

           

          Entrar na cabine, ficar olhando para baixo ou tentar ler é tudo o que não se deve fazer. Procedimentos assim funcionam como um gatilho para o enjoo e levam, inevitavelmente, ao mal-estar estomacal.

           

          Consultor técnico: Guilherme Kodja

           

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            Schaefer Yachts participa, simultaneamente, de três salões náuticos internacionais

            Estaleiro catarinense levou seus barcos a Alemanha, EUA e Canadá. Em fevereiro, o destino é Miami

            Por: Redação -
            27/01/2023

            A Schaefer Yachts abriu o ano de 2023 acelerando rumo ao mercado internacional. Ao celebrar 30 anos de história, o estaleiro participou de três importantes salões náuticos internacionais, simultaneamente, levando os barcos de destaque da marca.

            Nos Estados Unidos, as lanchas da Schaefer passaram pela Flórida, no St. Petersburg Power and Sailboat Show. Ainda na América do Norte, a Schaefer está atracada no Toronto International Boat Show, no Canadá. Além disso, em águas europeias, o estaleiro participa do Boot Düsseldorf, na Alemanha. Os salões náuticos de Toronto e Düsseldorf acontecem até o próximo domingo, dia 29.

            “Isto só se tornou possível graças à qualidade e exclusividade das embarcações”, afirma a empresa sobre a agenda nos salões náuticos internacionais. Com design moderno e inovador, mas, antes de mais nada, com o propósito de garantir qualidade e navegação, o estaleiro tem se destacado na construção de iates.

             

            Destaques da Schaefer nos salões náuticos internacionais

            Nos três salões náuticos internacionais, o destaque foi a Schaefer V33. Por sua vez, a Schaefer 400 marcou presença em St. Petersburg.

            Schaefer V33

            A Schaefer V33 é uma lancha estilo walk around — com posto de comando num console central e T top, cuja cabine não impede a circulação na proa –, produzida com foco principal no mercado norte-americano.

            Schaefer 400

            Já a Schaefer 400 tem pé-direito alto nas cabines, bem como duas suítes. Ainda apresenta um hard top exclusivo na categoria, além de uma ampla plataforma com espaço gourmet.

            Mais salões internacionais no calendário

            Em fevereiro, a Schaefer Yachts estará mais uma vez presente no Miami International Boat Show. Neste ano, serão cinco barcos expostos: Schaefer V33, Schaefer 400, Schaefer 450, Schaefer 510 GT Pininfarina e a Schaefer 660.

             

            O estaleiro explica que, atualmente, conta com as mais exigentes certificações internacionais — em resumo, que atestam o nível de segurança máxima dos produtos. E, como resultado, a credibilidade no desempenho dos barcos é reforçada, ajudando a ampliar, a cada ano, o espaço no mercado internacional.

             

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              Marca inglesa lança novo barco com inspiração em lancha de James Bond

              A lancha Superhawk 55 foi apresentada ao público durante o boot Düsseldorf, na Alemanha

              26/01/2023

              Visual elegante, desempenho diferenciado e um toque de emoção. Os adjetivos que descrevem o espião mais famoso dos cinemas servem também para falar da Superhawk 55, nova lancha do estaleiro inglês Sunseeker.

               

              Antes de tudo, a embarcação tem sua inspiração em outro modelo da marca, o popular Superhawk 43. Ela foi usada em um dos filmes da famosa franquia do personagem James Bond: “007 Quantum Of Solace”.

              As diferenças entre a 43 pés e a Superhawk 55 ficam concentradas tanto no espaço exterior quanto no volume interno — ambos maiores na novidade recém-lançada.

               

              Apresentada ao público na boot Düsseldorf, na Alemanha, o projeto desse barco é proporcionar aos navegadores um experiência inovadora em seus passeios, segundo a empresa.

              Conheça a Sunseeker Superhawk 55

              Com 55 pés de comprimento, a Sunseeker Superhawk 55 mantém a identidade do estaleiro, ou seja, é uma embarcação potente, elegante e que proporciona o maior nível de conforto em todas suas navegações.

              O lançamento, aliás, é o primeiro do estaleiro inglês que possui uma plataforma hidráulica de popa na largura total do barco (4,93 m). Ao descer até a água, ela abre escadas em ambos os bordos e libera uma garagem, abaixo do deque, capaz de armazenar uma moto aquática. Outros brinquedos podem ser guardados por baixo das almofadas do solário de popa.

              Ainda na popa, os móveis planejados podem se transformar. Dessa maneira, o sofá pode virar uma espaçosa chaise e a mesa pode até dobrar de tamanho. Conforme o layout da mobília é distribuído, a Superhawk 55 é capaz de receber até oito pessoas para refeições ao ar livre.

              O barco conta ainda com bar molhado, cooktop, geladeira, pia, churrasqueira, muitos armários e até uma TV externa, que pode ser assistida do solário.

               

              Graças ao layout de conceito aberto, a proa transmite a sensação de muito espaço. Muitas almofadas se unem para formar o solário dessa área da Superhawk 55.

              Igualmente, a área interna do barco transmite estilo e elegância. O Superhawk 55 conta com madeiras curvadas e acabamento em laca na cabine, por exemplo, enquanto o deque inferior inclui não só uma cabine VIP a bombordo, como também uma cabine master na popa, com banheiro privativo completo.

               

              Por fim, a motorização da lancha é composta por dois motores Volvo Penta D11-IPS 950. Assim, eles permitem que a grande lancha atinja cerca de 38 nós de velocidade máxima.

               

              Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

               

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                Náutica Responde: Como encarretar embarcação com tranquilidade?

                Saiba a que se atentar e o passo a passo para a manobra de descida e subida do barco sem receios

                Por: Redação -

                A hora de encarretar ou desencarretar a embarcação costuma ser um processo que exige bastante atenção, tanto do navegador quanto do seu ajudante.

                 

                Muitos fatores, como a corrente marítima, o vento e até como a maré se encontra influenciam nesse processo de manobra para descida ou subida do barco nas rampas das marinas.

                 

                Para auxiliar nessa hora tão importante, Guilherme Kodja, consultor técnico de NÁUTICA, explica o passo a passo de como fazer o processo de encarretar embarcação sem receios.

                 

                Esse é o tema do novo episódio de Náutica Responde. Abaixo, confira o vídeo completo, veja dicas essenciais e tire suas dúvidas.

                 

                 

                Você também tem uma dúvida técnica sobre o mundo náutico? Envie sua pergunta para nossa equipe no formulário do Náutica Responde, que você encontra nesta página, logo abaixo.

                 

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                  Barcos Incríveis: Conheça a nostálgica história do veleiro Cangrejo

                  Construído na década de 1940, o veleiro Cangrejo é resistente e já participou de diversas competições

                  Por: Redação -
                  25/01/2023

                  Barco clássico e com muitas histórias para contar, o veleiro Cangrejo é um dos veleiros mais antigos que ainda se encontra em uso no Brasil.

                   

                  O veleiro Cangrejo ganhou um vídeo na série Barcos Incríveis, mostrando todos os seus detalhes originais, como a alavanca do leme, a cama para duas pessoa no bico de proa e peças da estrutura feitas em aço, como as três cavernas em volta do mastro.

                   

                  Thiago Marques, o proprietário dessa joia em forma de barco, tem planos para uma reforma, em breve, no veleiro Cangrejo. A embarcação argentina foi construída em 1940.

                   

                  Em seu interior, todo feito de madeira, são encontrados alguns detalhes especiais, como uma pequena placa que traz, em inglês, a mensagem “ninguém é perfeito, exceto o capitão”.

                  Mais do que ganhar uma regata, a gente está preocupado em fazer uma regata bonita, com as manobras bem feitas e com a tripulação harmônica – Átila Bohm, comandante

                  Com 41 pés, a embarcação já participou tanto de competições na região de Buenos Aires, carregando uma bandeira da Argentina, quanto no Brasil, ostentando nossa bandeira. Uma das mais recentes regatas foi a Copa Mitsubishi de Vela, em 2022.

                   

                  Conheça mais detalhes dessa famosa embarcação no novo episódio da série Barcos Clássicos. Abaixo, confira o vídeo completo.

                   

                   

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                    Náutica Responde: Por que utilizar trator gafanhoto em marinas de praia?

                    Diferente do trator normal, o gafanhoto pode parecer uma máquina esquisita, mas é muito útil

                    Por: Redação -
                    24/01/2023

                    O trator gafanhoto é um veículo com altura bem diferente dos tratores comuns que levam embarcações. Embora possa parecer uma máquina esquisita e extremamente alta, o veículo é extremamente útil no dia a dia das marinas.

                     

                    No entanto, muita gente ainda não sabe como ele funciona e nem qual o motivo de utilizar esse gigante em marinas de praia. Para acabar com essas dúvidas, o novo episódio do Náutica Responde traz o consultor técnico de NÁUTICA Guilherme Kodja para apresentar as principais diferenças do trator gafanhoto.

                     

                    Explicamos ainda quais as vantagens de se usar esse veículo no transporte entre a garagem náutica e a água do mar. Assista ao episódio completo no vídeo abaixo:

                     

                     

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                      Vem aí o Rio Boat Show 2023, com o melhor do mundo náutico na Marina da Glória

                      De 29 de abril a 7 de maio, a 24ª edição do evento reunirá lançamentos, equipamentos e acessórios para barcos

                      Por: Redação -

                      O belo cenário da Baía de Guanabara vai abrigar mais uma edição de sucesso do Rio Boat Show – o maior salão náutico outdoor da América Latina. Em 2023, o tradicional evento carioca chega à 24ª edição.

                      O Rio Boat Show reunirá os principais lançamentos e destaques do mercado náutico, assim como diversas atrações para os visitantes.

                      Realizado de 29 de abril a 7 de maio, o Rio Boat Show 2023, sem dúvida, tem o clima perfeito para os apaixonados por náutica.

                       

                      Os visitantes terão a vantagem de ver os barcos em seu habitat natural, pois o salão será realizado na Marina da Glória, com embarcações na água. Compradores ainda podem ter a chance de fazer o test drive de barcos na Baía de Guanabara.

                      Lanchas, iates, veleiros, catamarãs, jets, infláveis, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico estarão reunidos em um só lugar.

                       

                      Serão nove dias de interação entre clientes e os principais players do setor. Dessa forma, é a chance perfeita para fabricantes, distribuidores e revendedores terem um contato mais próximo com quem ama navegar, exibindo seus barcos, produtos e soluções náuticas.

                      Barcos reunidos para exposição no Rio Boat Show

                      Um desfile náutico noturno pela Baía de Guanabara encanta os visitantes e é um dos pontos altos da festa, bem como experiências na água, atrações musicais e projetos inclusivos.

                      Coquetel de lançamento Rio Boat Show

                      O coquetel de abertura do Rio Boat Show 2023 acontece no dia 31 de janeiro, reunindo representantes das principais marcas do setor. Na ocasião, Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica, apresentará a 24ª edição do salão náutico carioca, com o propósito de apresentar as novidades do salão em primeira mão.

                       

                      Em sua edição mais recente, em 2022, o salão náutico do Rio reuniu mais de 35 mil visitantes. Foram cerca de 180 embarcações comercializadas e R$ 253 milhões em negócios gerados.

                       

                      Para garantir a sua vaga como expositor em mais uma edição de sucesso do Rio Boat Show, entre em contato com o Boat Show pelo telefone (11) 2186-1068 ou e-mail [email protected].

                       

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                        Antigo porta-aviões, rejeitado no Brasil e na Turquia, começa a se afastar da costa brasileira

                        Grande embarcação que seguia vagando pelo nosso litoral causou até impasse no governo brasileiro

                        23/01/2023

                        O antigo porta-aviões São Paulo começou a ser retirado do Porto de Suape, em Recife. A grande embarcação estava “vagando” pela região do Nordeste brasileiro, até que a Marinha brasileira reassumiu o controle da situação.

                        É no casco da grande embarcação onde se encontra o grande problema, já que ali foram encontrados altos níveis de amianto, uma substância química muito forte, capaz de causar grandes estragos ao meio ambiente.

                         

                        Assim, o porta-aviões São Paulo foi rejeitado e proibido de atracar em quaisquer portos do Brasil.

                        Porta-aviões São Paulo navegando no mar

                        Como começou o impasse pelo porta-aviões São Paulo

                        A embarcação que serviu a França, foi comprada pela Marinha brasileira em 2000 e atuou até 2004. Depois de um grave acidente em maio daquele ano, o porta-aviões passou por uma série de reformas.

                         

                        Mas, em 2012, um grande incêndio atingiu a embarcação. Assim, a partir de 2014 o porta-aviões deixou de navegar definitivamente foi atracada na Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro. Depois de algumas tentativas de venda, o São Paulo foi arrematado em um leilão, em 2021, pela empresa turca Sök Denizcilik Tic Sti (Sök).

                         

                        No final de agosto do ano passado, o porta-aviões, saído do Rio de Janeiro, estava a caminho da Turquia. No momento em que havia chegado próximo do Estreito de Gibraltar, o governo turco proibiu a atracação do porta-aviões, ao saber dos níveis de amianto presente na embarcação. Como resultado, a partir deste impasse começou a saga de navio vagando pelo Atlântico.

                         

                        Além disso, na cláusula de venda do porta-aviões, o governo francês criou uma lista de estaleiros exclusivos para realizarem o desmonte do porta-aviões e somente eles poderiam escolher, dificultando ainda mais a história.

                        O porta-aviões São Paulo, quando esteve atracado no Brasil

                        Desse modo, impedido de chegar à Turquia, o porta-aviões São Paulo voltou para as águas brasileiras, com destino a Pernambuco. Neste momento, o governo pernambucano acionou a Justiça Federal para impedir tal ato, visando proteger o litoral do estado.

                         

                        Multa alta e indecisão de destino

                        Na decisão tomada pelo órgão, o porta-aviões estava impedido de se aproximar do litoral brasileiro e haveria uma multa diária de R$ 100 mil tanto ao governo federal quanto à empresa que agencia a embarcação.

                        A volta do porta-aviões — que consome cerca de 20 t de combustível diariamente — às águas brasileiras funcionou como um pedido de ajuda, já que os donos turcos afirmavam estar com poucos recursos para cuidar da manutenção da embarcação. Dessa forma, por não ter como sustentar mais o alto nível de gasto, logo depois a empresa internacional renunciou à propriedade do porta-aviões.

                         

                        Com o propósito de proteger a costa pernambucana, desde o último dia 19, o São Paulo está sendo movimentado para longe. Duas embarcações da Marinha acompanham todo o traslado do porta-aviões.

                        Porém, nem a Marinha brasileira, nem Zilan Costa e Silva, o representante da MSK Maritime Services & Trading, responsável pela navegação entre o Brasil e a Europa, informam o destino do porta-aviões. Outro mistério acerca da embarcação é saber quem pagará por mais esse transporte.

                         

                        Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                         

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                          Estômago vazio ou tomar refrigerante amenizam ou contribuem para o mal estar a bordo? NÁUTICA te explica!

                          Por: Redação -

                          Quem costuma ficar sentir enjoo no mar sofre do que os médicos chamam de “cinetose” ou “enjoo do movimento”. Porém, nem todo mundo vai enjoar da mesma maneira em um passeio de barco.

                           

                          Há os que sentem apenas uma leve zonzeira, enquanto outros desabam logo nos primeiros balanços do barco. Estes, em geral, padecem do mal desde a infância, quando até as curvas de uma estrada sinuosa ou certos brinquedos de ação do parquinho de diversões transformavam-se em pesadelos instantâneos.

                          A diferença é que, naqueles casos, bastava parar e descer. Já num barco fica mais difícil e, por isso, é preciso estar preparado para lidar com a própria propensão a enjoar. Antes de mais nada, é preciso saber que dormir pouco, beber muito ou comer exageradamente antes ou durante a saída de barco são um atalho certeiro para ficar mareado.

                          Enjoo no mar: o que é mito e o que é verdade?

                          Embarcar de estômago vazio evita o enjoo no mar: Mito! O certo é alimentar-se normalmente antes, mas apenas com refeições leves. Fugir de alimentos lácteos também ajuda a evitar o enjoo.

                           

                          Fechar os olhos diminui o desconforto causado pelo enjoo: Verdade, porque cessa o conflito entre as informações vindas da visão e do labirinto.

                           

                          Beber refrigerante alivia a náusea, já que provoca arrotos: Mito. As bebidas gasosas aumentam a sensação de estômago cheio e, por isso, fazem o enjoo no mar piorar.

                           

                          É possível habituar-se ao balanço dos barcos: Verdade, porque com o tempo e as saídas frequentes de barco, o organismo se adapta aos estímulos que provocam o enjoo do movimento.

                           

                          Os medicamentos são inúteis depois que o enjoo já começou: Verdade. Eles devem ser tomados preventivamente antes dos estímulos conflitantes que desencadeiam o enjoo. Depois, pode ser difícil até reter o medicamento no estômago.

                           

                          Bebês não sofrem de enjoo causado pelo movimento: Verdade! Crianças recém-nascidas não têm, ainda, o sentido da visão completamente desenvolvido e, por isso, não sofrem com o “equívoco” das informações e não ficam mareados.

                           

                          Conversar evita enjoar no mar: Mito. Conversar apenas distrai. Mas pode atenuar o desconforto se a pessoa ficar olhando para fora do barco e não para a outra pessoa diretamente.

                           

                          Pilotar o barco é bom para combater o enjoo: Verdade. O piloto tem o controle parcial da situação e isso ajuda a diminuir o conflito de informações que gera o enjoo.

                           

                          O que pode e o que não pode comer

                          Fique de olho em quais comidinhas e bebidas podem fazer bem — ou bem mal — para os mareados.

                          LIBERADO QUANDO HÁ ENJOO NO MAR:

                          • pão
                          • bolacha água e sal
                          • banana
                          • melão
                          • granola
                          • arroz
                          • água sem gás
                          • suco de fruta
                          • água de coco

                           

                          EVITE QUANDO HÁ ENJOO NO MAR:

                          • salgadinhos
                          • biscoitos em geral
                          • doces em geral
                          • carne
                          • maionese
                          • camarão
                          • cerveja
                          • refrigerante
                          • bebidas destiladas

                           

                          Consultor técnico: Guilherme Kodja

                           

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                            Superiate personalizado por empresário tem deque de 160m²

                            Entregue em 2020, Severin*S tem DNA italiano, comporta 12 passageiros e está disponível para fretamento

                            22/01/2023

                            O superiate Severin*S atrai muitos olhares por onde navega. O destaque principal da embarcação, que recebe até 12 convidados, é um deque personalizado com 160 metros quadrados de área, onde há uma luxuosa piscina, um bar completo e um grande espaço para os banhos de sol.

                             

                            Quando foi entregue ao seu proprietário milionário — um alemão do ramo imobiliário –, há dois anos, o maior objetivo dele era ter uma embarcação para sua diversão. Hoje, o superiate está disponível para fretamento, navegando pelo belo Mar Mediterrâneo.

                            Com 55 metros, o Severin*S foi desenhado por Francesco Paszkowski, famoso yacht designer que projeta barcos há mais de 30 anos. A construção ficou a cargo do estaleiro italiano Baglietto, enquanto Margherita Casprini cuidou da criação dos sofisticados interiores.

                             

                            Ao misturar um tom azul escuro do casco com a estrutura branca, o superiate apresenta um elegante contraste. A embarcação tem mobília refinada, com detalhes de materiais preciosos, em tons terrosos quentes. Há ainda um elegante elevador em mármore, para conectar os deques.

                            O barco abriga até 13 tripulantes, cinco camarotes e uma sala que pode ser configurada como uma cabine extra, uma sala de massagem ou ainda uma brinquedoteca, a depender do gosto do freguês.

                            Mais dedicado aos passeios familiares, o Severin*S tem velocidade máxima de 14 nós. O valor semanal do fretamento da embarcação (pela Westport Yachts) começa em 320 mil euros, cerca de R$ 1,8 milhão (valores consultados em janeiro de 2023).

                             

                            Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                             

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                              Conheça a frota de embarcações de Sergey Brin, cofundador do Google

                              Empresário do ramo tecnológico é amante de embarcações e possui frota bem completa e sofisticada

                              21/01/2023

                              Além de estar no ranking das pessoas mais ricas do mundo, o cofundador do Google Sergey Brin possui em sua lista de bens um elegante iate sofisticado, conhecido por Butterfly. A embarcação fica atracada em um porto na cidade de Redwood City, na Califórnia.

                              Com mais de 130 pés, o Butterfly é um projeto da Danish Yachts e pode acomodar confortavelmente até oito pessoas. Normalmente, seus tripulantes ficam praticando algum esporte aquático na Baía de Redwood.

                               

                              Entretanto, o cofundador do Google possui não apenas este iate, como também diversas outras propriedades aquáticas.

                              Em outras palavras, Sergey de fato possui sua própria frota de embarcações, conhecida como “Fly Fleet”.  Ela é composta por veículos e iates de luxo, totalmente voltados para a prática de esportes aquáticos.

                               

                              Só para exemplificar, o maior investimento do cofundador do Google se chama “Dragonfly” e é um superiate com cerca de 240 pés de comprimento. Para entreter seus ocupantes, até um cinema foi instalado.

                              Em segundo lugar vem a “Butterfly” e, fechando o trio de embarcações, há a “Firefly”, que além de ser mais para o recreio, tem um perfil menor do que suas irmãs.

                               

                              Além disso, a lista de barcos do cofundador do Google ainda é composta por motoaquáticas, kiteboards e botes menores.

                               

                              Todos esses brinquedos aquáticos menores foram projetados pela Kai Concepts, uma startup especializada nesse tipo de veículos de alta tecnologia.

                               

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                                Marinha proíbe jets e outros barcos a motor em praia de Vila Velha

                                Medida assinada pela Capitania dos Portos do Espírito Santo foi publicada no último dia 18 e já está em vigor

                                20/01/2023

                                A Praia da Sereia, em Vila Velha, não permite mais embarcações motorizadas em sua orla. A proibição segue uma nova norma da Capitania dos Portos do Espírito Santo. O documento assinado pelo comandante Alexsander Moreira dos Anjos descreve lanchas, jets e outros tipos de barcos como embarcações proibidas de navegar nesta área.

                                No entanto, a região ainda pode ser navegada por barcos movidos a vela ou a remo, desde que mantenham-se a 100 metros da arrebentação das ondas, para a segurança dos banhistas.

                                 

                                Segundo os fiscais, a norma que torna algumas embarcações proibidas é necessária porque a área da Praia da Sereia é sensível ao tráfego de embarcações motorizadas.

                                 

                                O setor técnico do estado do Espírito Santo alega que a Enseada da Sereia é um espaço relativamente pequeno e atualmente frequentado por muitos banhistas. Desse modo, a navegação de barcos motorizados diminuiria o nível de segurança da sociedade.

                                Fica proibido o tráfego de embarcações motorizadas na Enseada da Sereia. Já o tráfego de embarcações com propulsão tanto a vela quanto a remo, continuam sendo permitidas, desde que respeitem a distância de 100 metros da arrebentação das ondas na praia – Norma do Diário Oficial da União

                                Reprodução: Google Earth

                                Confira as embarcações proibidas de frequentar a Praia da Sereia:

                                • Iate
                                • Moto aquática (jets)
                                • Lancha com motor
                                • Escuna
                                • Barco motorizado

                                Embarcações permitidas na Praia da Sereia (respeitando o limite sobre a arrebentação):

                                • Veleiro
                                • Caiaque
                                • Canoa
                                • Windsurf
                                • Stand-Up Paddle
                                • Kitesurf

                                 

                                Quem descumprir a nova norma da Marinha sobre embarcações proibidas na Praia da Sereia está sujeito a multa de até R$ 3.340 e poderá ter sua habilitação suspensa por até 12 meses. Entretanto, caso haja novo descumprimento, a habilitação náutica do navegador pode ser cancelada.

                                 

                                Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                 

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                                  "Gunther: O Cachorro Milionário" estreia dia 1 de fevereiro e mostra bens luxuosos do animal e polêmicas ao redor dele

                                  Por: Redação -

                                  Iate, mansões e até jatinhos estão na lista de bens do herdeiro de uma condessa. Entretanto, o felizardo, que atende pelo nome de Gunther, tem quatro patas e não sabe falar. A surreal história dele virou uma minissérie da Netflix: “Gunther: O Cachorro Milionário”.

                                  Serão quatro episódios que mostram o luxo, excentricidades e toda a polêmica que envolve um pastor alemão que é o cão mais rico do mundo, em uma história cheia de reviravoltas.

                                  Cão mais rico do mundo, Gunther aguarda a refeição em mesa de luxo, enquanto chef de cozinha segura seu prato

                                  A Netflix divulgou recentemente o trailer de “Gunther: O Cachorro Milionário”. O vídeo (assista abaixo) mostra muitas cenas do cotidiano do cachorro. Uma delas chama a atenção: Gunther e o CEO da sua empresa, o farmacêutico Maurizio Mian, a curtir os luxos de um iate que o estaleiro italiano Cantieri di Pisa construiu.

                                   

                                  https://youtu.be/uQoP-hu49Mk

                                  Conheça o iate do cachorro milionário

                                  A embarcação de propriedade canina ficou pronta em 1999. É um dos sete modelos da linha 34S, que, em seguida, ganhou o nome de Spyk. O iate possui cerca de 108 pés e acomoda confortavelmente até oito convidados, mais o ilustre cachorro milionário.

                                  Vista aérea do iate de Gunther, o cachorro milionário, mostrada pela netflix

                                  Entretanto, o iate do cão mais rico do mundo foi recentemente colocado à venda na Tailândia, ao preço de US$ 2,5 milhões — o equivalente a R$ 13 milhões (valores convertidos em janeiro de 2023).

                                  Iate Spyk navegando no mar

                                  Gunther já comprou mansão da Madonna

                                  Entre outros confortos que o cachorro milionário possui (através de uma empresa em seu nome), estão, por exemplo: um avião particular Bombardier CL-600-2B16 Challenger 601, mansões sofisticadas espalhadas por Itália e Estados Unidos. Uma dessas propriedades, inclusive, o cachorro comprou da cantora Madonna, ao custo de US$ 7,5 milhões, no ano 2000.

                                   

                                  Em meio às excentricidades que envolvem o cão mais rico do mundo, Gunther tem não só um quarto com vista para as águas de Biscayne Bay, em Miami, como também uma luxuosa cama de veludo vermelho. Da mesma forma, ele ainda foi dono de um grupo musical, montado por Maurizio, e de equipes esportivas de futebol e de natação.

                                  Imagem mostra Gunther, o cachorro milionário, deitado no chão. O pastor alemão tem porte grande, está com orelhas levantadas e boca aberta

                                  O cachorro milionário na verdade atende pelo nome de Gunther VI. Ele é bisneto de Gunther III, que teria recebido uma bela herança da condessa alemã Karlotta Liebenstein, logo após a morte dela, em 1992.

                                   

                                  Segundo Maurizio, Karlotta, anteriormente, determinou, em testamento, que todo seu dinheiro seria destinado ao cachorro e descendentes dele, a fim de garantir todas as regalias que pudesse às futuras gerações caninas de seu amigo de quatro patas.

                                   

                                  A fortuna de Gunther hoje é estimada em US$ 400 milhões — mais de R$ 2 bilhões, na cotação atual.

                                   

                                  Um dos próximos lançamentos da plataforma de streaming, o documentário sobre Gunther estreia no dia 1º de fevereiro na Netflix.

                                   

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                                    Feadship faz o lançamento técnico de megaiate próximo de Amsterdã

                                    Estaleiro retirou a embarcação de 83 m na região de Marwede na manhã do último dia 17

                                    19/01/2023

                                    Foi lançado no último dia 17, o novo megaiate do estaleiro holandês Feadship. Com o nome de Projeto 712, a embarcação possui cerca de 83 metros de comprimento e seu lançamento técnico ocorreu nos arredores de Roterdã.

                                    Graças ao seu desenho único, projetado pela De Voogt Naval Architects, o Projeto 712 disponibiliza três decks de popa espaçosos ao ar livre. Há também varandas dobráveis no beach club.

                                    Como a previsão do estaleiro para entregar a embarcação é somente no ano que vem, agora o megaiate foi transportado para as instalações da empresa em Aalsmeer, próximo de Amsterdã. Lá ele será equipado com seus principais itens dos espaços internos, sob a responsabilidade da Sinot Yacht Architecture & Design.

                                    Entre este ano e o próximo, a Feadship irá concluir outros cinco projetos. Grande parte deles é de megaiates com mais de 67 metros de comprimento. Entre eles está o Feadship Van Lent, com cerca de 119 metros.

                                     

                                    Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                     

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                                      Maior veleiro do mundo, Silenseas é apresentado pela Orient Express

                                      Embarcação de mais 200 metros de comprimento, iniciará suas viagens em 2026

                                      A Orient Express anunciou a construção do maior veleiro do mundo: o Silenseas. Com 220 metros de comprimento, há muito luxo e sofisticação no projeto desenvolvido pela rede de hotelaria Accor em parceria com a Chantiers l’Atlantique, empresa do ramo naval.

                                      O projeto tem uma forte inspiração na antiga Era de Ouro da Riviera Francesa. Para acomodar confortavelmente seus convidados, o maior veleiro do mundo tem 54 suítes, além da suíte presidencial, com tanto requinte quanto as outras.

                                       

                                      Já o lazer pode ser encontrado no terraço, nas piscinas — uma delas, olímpica — ou em um dos restaurantes.

                                      É  um barco projetado para tornar os sonhos realidade, uma vitrine para o melhor do savoir-faire francês – Sébastien Bazin, presidente e CEO da Accor

                                       

                                       

                                      Há também o Anfiteatro-Cabaret e um estúdio de gravação. Dessa forma, os navegantes do maior veleiro do mundo poderão ter novas experiências ao longo das viagens. Tratamentos de spa, viagens com paradas exploratórias e sessões de meditação estão inclusas.

                                       

                                       

                                      O design é baseado no conceito SolidSail: três velas rígidas instaladas — quando içadas, ocupam 1.500 metros.

                                       

                                      Os mastros do maior veleiro do mundo são basculantes e podem atingir cerca de 100 metros de altura. Assim, em condições apropriadas, a embarcação conseguirá produzir e usar 100% da sua propulsão.

                                      Combinando o sistema de propulsão híbrido movido a gás natural liquefeito, o Silenseas se tornará a embarcação de referência em termos de operação e design ecológicos – Laurent Castaing, diretor administrativo da Chantiers l’Atlantique

                                      Além das velas, o Silenseas ainda conta com um sistema de energia eólica combinado com um motor movido a gás natural liquefeito, que pode receber moléculas de hidrogênio. Assim, as viagens marítimas do maior veleiro do mundo serão mais ecológicas.

                                       

                                      A decoração interior e o layout ficarão a cargo do arquiteto especializado Maxime d’Angeac. Já a Stirling Design International, empresa renomada de design, será responsável por cuidar da parte externa do projeto. O Silenseas teve ainda consultoria da empresa Hetland Maritime.

                                       

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                                        Vários modelos de embarcações sustentáveis foram lançados na CES 2023, em Las Vegas

                                        18/01/2023

                                        Maior feira de tecnologia do mundo, a CES 2023 levou recentemente a Las Vegas, nos Estados Unidos, diversas novidades em produtos para o consumidor. Várias opções de barcos hidrofólios elétricos foram apresentados, chamando a atenção do público do evento.

                                        O estaleiro sueco Candela levou ao seu estande a linha de barcos hidrofólios elétricos de até 28 pés. Seus barcos possuem diversos sistemas tecnológicos, os quais permitem que a embarcação gaste surpreendentemente 80% menos energia em velocidades mais altas, em comparação aos barcos comuns.

                                         

                                        Essas embarcações desenvolvidas pela fabricante sueca podem atingir cerca de 20 nós e não só têm emissão zero de poluentes, como também são extremamente silenciosos, privilegiando o conforto dos seus passageiros. Dessa forma, são boas alternativas para o meio ambiente.

                                        Anteriormente, a empresa formalizou uma parceria com a fornecedora de baterias e sistemas elétricos Polestar.

                                         

                                        Do mesmo modo, a startup americana Navier, que tem sede na Califórnia, apresentou ao público o projeto da sua grande novidade: um barco hidrofólio de tamanho maior do que seus rivais. Já a Brunswick Corporation levou à CES seu novo motor de popa elétrico.

                                         

                                         

                                        Para especialistas nesse assunto, o investimento na categoria de barcos hidrofólios elétricos tem como objetivo principal cuidar do meio ambiente, além de, claro, reduzir o gasto com combustível. Outro ponto positivo é que essas embarcações permitem passeios mais suaves e silenciosos.

                                         

                                        O que pode afastar o consumidor, agora, é o preço destes barcos. Tanto o modelo C-8, da Candela, quanto o N30, da Navier, começam seus valores próximo dos US$ 400 mil (cerca de R$ 2 milhões, conforme valores convertidos em janeiro de 2023).

                                         

                                         

                                        Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                         

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                                          Empresa investiu para aumentar linha de produtos e hoje oferece mais de 1.500 produtos para barcos em seu catálogo

                                          Por: Redação -
                                          17/01/2023

                                          Representando a distribuidora de acessórios para embarcação Kamell, Leandro Bonelle é o convidado da vez do Loucos Por Barcos. Em sua entrevista com Guilherme Kodja, Leandro afirmou ter havido um crescimento nas vendas da loja desde que a pandemia foi declarada. Com isso, sua linha de produtos foi expandida e a marca possui mais de 1.500 itens e acessórios para barcos em seu catálogo.

                                           

                                          Bonelle ainda revelou, no bate-papo, que o foco da empresa na última edição do São Paulo Boat Show foi apresentar aos estaleiros os inversores e carregadores da Victron Energy. Para conhecer mais detalhes dos próximos planos da empresa, confira a entrevista completa:

                                           

                                           

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                                            Estudantes da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, publicaram recentemente um estudo para combater a escassez de água com uma solução criativa: transformar o vapor oceânico em água potável, com baixo impacto ambiental.

                                            Cientistas fizeram a captura do ar saturado proveniente dos oceanos e que se perderia na atmosfera. Após passar por uma série de processos — entre eles: condensar, transportar e armazenar — foi possível fazer a dessalinização desse ar.

                                            Temos de encontrar uma solução para termos mais água doce. Com os sistemas já existentes, não conseguiremos dar conta de responder as necessidades da sociedade – Praveen Kumar, professor da Universidade de Illinois

                                            De acordo com a publicação, para a captura seria necessária a instalação, nos litorais, de superfícies verticais com 210 metros de largura por 100 metros de altura. Cada uma dessas estruturas seria capaz de extrair e “produzir” a quantidade de água potável necessária para abastecer cerca de 500 mil pessoas.

                                            O professor Praveen Kumare a estudante Afeefa Rahman, autores do projeto. Foto: Fred Zwicky

                                            As estruturas seriam movidas por placas solares construídas na parte terrestre ou por parques eólicos desenvolvidos em alto-mar.

                                            Segundo estudos, as projeções climáticas mostram que, ao longo dos próximos anos, o vapor oceânico tende a aumentar. Dessa forma, mais água potável nós poderemos ter – Afeefa Rahman, coatura do estudo

                                            O projeto sustentável pode ser uma ótima alternativa para garantir a segurança hídrica durante eventuais problemas com abastecimento de água, como poluição das águas e escassez de chuvas.

                                            Os pesquisadores estimam que este sistema sustentável poderá fornecer cerca de 38 até 78 bilhões de litros de água por ano. Tanto Praveen quanto Afeefa acreditam que todo esse projeto será capaz de fornecer água fresca para as atuais e futuras gerações de forma economicamente viável.

                                             

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                                              O evento, que reúne muitas famílias, acontece no mesmo dia em que o clube celebra 67 anos desde a sua fundação

                                              16/01/2023

                                              A XII Copa Kia Motors – Rally Náutico Yacht Club de Ilhabela 2023 será realizado no próximo dia 28 de janeiro, no litoral norte de São Paulo. Neste ano estarão disputando o prêmio as equipes Geral e Revelação.

                                              Essa é considerada uma competição de regularidade e muitas famílias competem unidas, em suas respectivas embarcações. Segundo Alex Costa Pereira, comodoro do YCI, o principal objetivo do evento é a confraternização familiar.

                                               

                                              O evento acontece no mesmo dia em que YCI comemora mais um aniversário. Em 2023, o clube celebra 67 anos desde a sua fundação.

                                              O custo de inscrição para participar da 12ª edição do Rally Náutico é de R$ 400 por embarcação com até quatro tripulantes. A cada tripulante extra serão cobrados R$ 120.

                                               

                                              Para mais informações sobre o evento, os interessados podem entrar em contato com o Yacht Club de Ilhabela pelo WhatsApp (12) 99641-1764 ou pelo e-mail: [email protected].

                                              Esse Rally serve para as pessoas terem a vontade de estar competindo de uma forma bastante bacana e segura – Lourival Roldan, organizador do evento

                                               

                                               

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                                                Por: Redação -

                                                Eduardo Coelho, diretor comercial da Mercury Marine Brasil, é o entrevistado nesta edição do Loucos por Barcos.

                                                 

                                                No bate-papo com Guilherme Kodja, ele comentou sobre o mais novo lançamento da marca: o potente motor de popa V12 de 600 HP, que foi o destaque da Mercury durante o São Paulo Boat Show 2022.

                                                 

                                                Eduardo explica também como funciona a nova tecnologia apresentada pela Mercury Marine: a rabeta direcional, em que a rabeta consegue ser virada de forma independente, enquanto o motor fica parado. Confira abaixo a entrevista completa em vídeo:

                                                 

                                                 

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                                                  Interior do megaiate Wanderlust, da Silver Yachts, é revelado

                                                  Confira as imagens de dentro da embarcação de 85 m, que foi entregue em outubro e está disponível para fretamento

                                                  15/01/2023

                                                  O estaleiro Silver Yachts realizou recentemente a entrega do megaiate Wanderlust, de 85 metros de comprimento. Disponível para fretamento, a embarcação teve as imagens de seu interior  divulgadas.

                                                  O estilo do Wanderlust segue a linha da sofisticação, com um desenho moderno e limpo. Os criadores optaram por criar ambientes sociais que usassem bastante luz solar, dando um toque especial na criação.

                                                  Esta é a segunda embarcação da linha Silver Loft, com o casco totalmente feito de alumínio. Espen Oino foi quem projetou toda a parte exterior desses modelos, sempre colocando uma aparência militar, com um convés de popa aberto e vidros triangulares no convés inferior.

                                                  Reprodução: SYT

                                                  Internamente há um jardim e uma área de loft no convés superior. Na frente deste jardim fica o salão principal, onde há uma tela de cinema, que pode ser conectada em uma câmera que fica na proa da embarcação. Na suíte principal há até um pequeno escritório.

                                                   

                                                  A embarcação conta ainda com churrasqueira e um solário, onde foi instalada uma jacuzzi. Com conforto e aproveitando as diversas áreas de estar, oito convidados e mais de 20 tripulantes viajam na embarcação.

                                                  Um dos grandes destaques do modelo é um deck de popa de mais de 400 metros quadrados e que pode tanto armazenar uma embarcação de até 15 metros ou funcionar como um heliponto. Há também espaço suficiente para carregar e-foils, caiaques e brinquedos infláveis.

                                                  Reprodução: SYT/ Guillaume Plisson

                                                  O barco conta com dois motores MTU 400 IMO Tier II de 16 válvulas, que permitem ao Wanderlust atingir cerca de 23 nós na velocidade máxima.

                                                   

                                                  Seu alcance pode atingir quase seis mil milhas náuticas e graças às inovações tecnológicas, ele pode ficar longos períodos navegando no mar sem a necessidade urgente de reabastecer.

                                                  A empresa Burgess é a responsável pelo fretamento do Wanderlust, que custa cerca de 900 mil euros, aproximadamente R$ 5 milhões (valores convertidos em janeiro de 2023).

                                                   

                                                  A Silver Yachts já está construindo outra grande embarcação, o Silver Edge de 79,5 metros, também pelas mãos de Espen Oino.

                                                   

                                                  Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                   

                                                  Náutica Responde

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                                                    14/01/2023

                                                    Considerado um dos melhores tenistas de todos os tempos, Rafael Nadal é o mais novo proprietário de equipe em uma categoria de barcos elétricos. O próprio tenista revelou que agora irá participar das disputas da categoria E1, composta por barcos 100% elétricos.

                                                    O barco utilizado pelas 10 equipes da E1 é o RaceBird e possui a velocidade máxima em 93 km/h. O modelo conta com o sistema de hidrofólio, ou seja, o casco navega acima do nível da água, otimizando o uso da energia.

                                                    Estou animado por me envolver em um projeto como o E1, por valorizar a sustentabilidade e ainda terá um impacto positivo na sociedade, especialmente nas comunidades costeiras – Rafael Nadal

                                                     


                                                    Ele ainda afirma que o espírito de competição abordado pela categoria E1, além de trazer a eficiência na mobilidade marítima é uma boa notícia para todo o oceano. Nadal, também vai participar do programa E1 Blue Action Programme, o qual restaura e cuida dos ecossistemas marinhos ao longo das orlas das cidades onde irão acontecer as oito etapas da competição.

                                                     

                                                     

                                                    Outro esportista famoso que fará parte da E1 é o piloto de Fórmula 1 Sergio Pérez. Ele estará no comando do Team Mexico, um barco pintado nas cores da bandeira de seu país. Fora as equipes de Nadal e de Sergio Pérez, por ora há apenas a confirmação de mais uma equipe, chamada Venice.

                                                    Falando com o Nadal, pude entender como a sustentabilidade e o oceano são a paixão dele. A missão principal da E1, além de acelerar a mobilidade sustentável, é também restaurar os ecossistemas marinhos. É isso que o Nadal e sua equipe têm em mente – Alejandro Agag, um dos co-fundadores da E1

                                                     

                                                     

                                                    Segundo a equipe de produção da disputa, a primeira temporada da E1 deverá ocorrer ainda em 2023 e “nos próximos meses” serão revelados os oitos locais onde ocorrerão as etapas, assim como os demais times e os pilotos.

                                                     

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                                                      Por: Redação -
                                                      13/01/2023

                                                      Leonardo Chiavazzoli, proprietário da Lanchas Coral, é o convidado da vez no Loucos por Barcos. No bate-papo com Guilherme Kodja, o empresário conta que a empresa tem se dedicado a conquistar a certificação de seus produtos e da fábrica e comemora a segunda leva de barcos exportados para os Estados Unidos.

                                                       

                                                      O estaleiro carioca, que tem 30 anos de mercado, começou suas exportações em 2022. Leonardo conta que três lanchas de 26 pés e uma de 33 pés já tiveram a Flórida como destino.

                                                       

                                                      O empresário revela ainda que a Coral já possui uma programação para entregas de mais barcos para o mercado norte-americano. Confira abaixo a entrevista completa em vídeo:

                                                       

                                                       

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                                                        Por: Redação -

                                                        Morador há mais de 20 anos da Ilha Grande — a maior da baía de Angra dos Reis, no Rio —, o mangaratibense Jota Barros conhece como poucos todos os cantinhos e segredos que esse aclamado paraíso náutico fluminense tem para oferecer para os navegadores.

                                                        Dos pequenos vilarejos a baías tranquilas; das enseadas escondidinhas a praias de ilhas exuberantes; das pousadas aos restaurantes à beira-mar.

                                                        A melhor maneira de conhecer a região é de barco – Jota Barros

                                                        Jota — batizado de Jorge — navega pelo menos uma vez por dia por Angra, alternando entre passeios turísticos de barco e passeios com a família  — a mulher, Aline Resende, e o filho, o pequeno Joaquim.

                                                        “Angra e Ilha Grande têm lugares mágicos, de águas calmas e cores variando entre o azul e o verde, rodeados pela Mata Atlântica. O único problema é que, quando você acha que encontrou a praia mais bonita, logo surge outra ainda melhor”, brinca Jota Barros, que já perdeu a conta de quantas horas navegadas na ilha tem registrado.

                                                         

                                                        Por consequência da sua reconhecida atuação de revelar, em fotos e vídeos nas redes sociais, os segredos de navegação das águas de Angra, Jota conquistou respeito e popularidade na Internet, com mais de 150 mil seguidores.

                                                        A partir de agora, ao entrar para o time Influenciadores NÁUTICA, Jota Barros compartilhará conhecimento e a paixão náutica, a fim de levar informações e seus melhores momentos por meio das redes sociais de Náutica e das contas @jotabarrosig, @barcomanguesecoig e @lanchasilhagrande. Bem-vindo ao time, Jota!

                                                         

                                                        Você também quer fazer parte do time de influenciadores NÁUTICA? Envie um e-mail para [email protected] ou um direct para @revistanautica no Instagram.

                                                         

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                                                          12/01/2023

                                                          Considerada a maior regata transoceânica do mundo, a The Ocean Race vai ter a largada no próximo dia 15 de janeiro, na cidade espanhola de Alicante. A competição de volta ao mundo na vela terá a cidade de Itajaí (SC), cidade referência náutica no Brasil, como uma das paradas.

                                                          Esta é a quarta vez que Itajaí recebe os competidores deste evento. Neste ano, a etapa que vem ao Brasil quebrará um recorde de distância: será a mais longa distância percorrida em uma única etapa, considerando os 50 anos do evento. Serão 12.750 milhas náuticas da Cidade do Cabo ao litoral catarinense, cruzando os oceanos Índico e Pacífico, para depois retornar ao Atlântico.

                                                           

                                                          A estimativa é de que os velejadores levem por volta de um mês navegando entre a Cidade do Cabo e Itajaí.

                                                          E pela primeira vez em todos seus anos, a The Ocean Race receberá duas classes diferentes de embarcação. A IMOCA possui barcos de alto rendimento e além de disputarem o grande troféu do evento, farão a volta ao mundo.

                                                           

                                                          Já os da VO65 navegarão apenas pela Europa, em um trecho mais curto. Contudo, mesmo em um espaço menor, a regata terá uma disputa mais acirrada.

                                                          No último sábado (7), a área que recebe os visitantes em Alicante foi aberta. Já no domingo (8), a In-Port Race reuniu os velejadores de cinco barcos da Classe IMOCA – categoria que terá a parada em Itajaí.

                                                           

                                                          Outros seis barcos da Classe VO65 estarão na competição iniciada em Alicante, mas farão apenas o circuito europeu. No final desta semana, será dada a largada oficial dos velejadores partindo da Espanha até Cabo Verde, no continente africano.

                                                          Chegada em Itajaí

                                                          Para receber a The Ocean Race, a Marina Itajaí realizou investimentos pesados em infraestrutura e logística não apenas para atender as equipes que participam da corrida — que contarão com uma grande Race Village, com todo o aparato para se prepararem para as próximas etapas da competição — como para receber os turistas e apaixonados em geral por este esporte.

                                                           

                                                          A movimentação na Marina Itajaí acontecerá entre os dias 29 de março e 23 de abril. A previsão de chegada dos velejadores em Itajaí é 1 de abril. Já no dia 21 do mesmo mês, eles farão a In-Port Race e em 23 de abril as embarcações partem para New Port, nos Estados Unidos.

                                                           

                                                          Diversas atividades de lazer para todos os públicos, com entrada gratuita serão disponibilizados na Vila da Regata brasileira. Também são esperados atrações culturais, simuladores, brinquedos, e palestras, entre outras atividades no local.

                                                           

                                                          Para o prefeito Volnei Morastoni, a realização de mais essa etapa da The Ocean Race consolida a cidade como polo náutico do Brasil, fortalecendo a economia do mar e o turismo de toda a região.

                                                          É um evento que leva o nome de Santa Catarina e do Brasil para o pódio mundial – Volnei Morastoni, prefeito de Itajaí

                                                          Pesaram a favor da escolha de Itajaí  o sucesso das últimas edições, em 2012, 2015 e 2018, além do carinho dos catarinenses com os velejadores e a boa organização daquelas etapas — na edição passada, Itajaí recebeu o título simbólico de a mais receptiva entre todas as etapas da The Ocean Race.

                                                          Conheça o percurso da The Ocean Race

                                                          O ponto de partida da The Ocean Race é em Alicante, em 15 de janeiro e com previsão de chegar a Cabo Verde no dia 19 de janeiro. Outras paradas serão realizadas em Cidade do Cabo (África), Itajaí, New Port (EUA), Aarhus (Dinamarca), Haia (Holanda), seguindo para Genova (Itália), local da grande final.

                                                           

                                                          A previsão é que a final da disputa aconteça em 25 de junho. Para conferir mais informações acerca das paradas e de todo o evento, acesse o site oficial da The Ocean Race.

                                                           

                                                          Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                           

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                                                            As duas embarcações tem cerca de 282 pés e algumas pequenas diferenças no quesito conforto.

                                                            Os Baikal 86 Explorer e Baikal 86 Expedition são totalmente equipados para suas respectivas funções, ou seja, o modelo Explorer é capaz de navegar com muito conforto pelas águas das latitudes sul do mundo. Já o megaiate Expedition tem sua proposta voltada para a navegação nas latitudes norte.

                                                            A estrutura dos dois é toda feita de alumínio e tanto o posto de controle quanto o espaço do proprietário estão em lugares parecidos. Outras similaridades são os desenhos e a estética parecida no salão principal, nos escritórios e até no quinto deck.

                                                            Contudo, eles diferem no quesito área de lazer. O Baikal 86 Explorer tem mais espaços para os ocupantes aproveitarem o clima mais quente. Por isso, há uma piscina no deck principal e no deck do proprietário existem duas jacuzzis.

                                                             

                                                            Já no Expedition, uma piscina coberta e no convés e soluções que servem para uma expedição tanto na água quanto na terra.

                                                            Para movimentar as duas embarcações, serão instalados dois sistemas unindo o diesel com eletricidade, gerando cerca de 4 mil hp. Porém, no modelo Expedition, haverá também um modo de condução parecido com um quebra-gelo.

                                                            Outra curiosidade é que ambos projetos foram desenhados, disponibilizando ao menos dois helipontos e no Explorer ainda há um terceiro espaço de pouso e decolagem dessas aeronaves.

                                                             

                                                            A empresa, por enquanto, segue procurando um estaleiro para produzir os dois megaiates e estima que em até cinco anos eles poderão ser concluídos.

                                                             

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