Barco de 2 mil anos é encontrado no mar da Croácia

Embarcação do século 1 está coberta de areia, por isso boa parte dela está em boas condições

09/11/2022

Arqueólogos descobriram, no último sábado (5), um barco com cerca de dois mil anos enterrado a cerca de dois metros de profundidade no mar de Sukošan, na Croácia.

 

Segundo os especialistas que estavam durante o processo de escavação, o navio possui partes em boas condições, pois a areia protegeu a madeira. Porém, algumas áreas foram danificadas pelo tempo.

Os pesquisadores afirmaram que a embarcação tem cerca de três metros de largura. Do seu comprimento, nove metros já foram vistos até o momento.

Reprodução: Zadarski

Toda essa nova descoberta foi divulgada pelas redes sociais do Centro Internacional de Arqueologia Subaquática de Zadar (ICUA Zadar). A escavação da embarcação aconteceu perto do antigo porto de Barbir.

Reprodução: Zadarski

O porto foi descoberto em 1973 e ele teria sido construído em duas fases: no século 1 — a construção da embarcação é vinculada com este período — e no século 4.

Também foram encontrados outros objetos como vasos de cerâmica, lamparinas a óleo e até moedas de bronze do Império Romano, tudo isso datado da mesma época.

 

Por ele estar afundado em uma profundidade muito próxima da superfície, cerca de dois metros, o trabalho da equipe (que não era numerosa), durava em torno de duas horas.

Reprodução: Zadarski

Com esta pesquisa, já chegamos na metade do navio. Cada parte descoberta, além de marcada é fotografada – Mladen Pešić

Pešić ainda afirmou que, se todo o trabalho der certo, a embarcação no futuro poderá ser exposta ao público. Para conhecer mais detalhes acerca do navio, algumas das suas peças foram enviadas para análise na França e os resultados irão confirmar onde foi feita sua produção.

 

Com o intuito de preservar o restante da área onde o barco foi encontrado, todo o entorno está protegido do contato de curiosos.

 

Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

 

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    Ao unir a paixão pela vida marinha com sua experiência no automobilismo, o sul-africano Alastair Gibson fez arte

    Por: Redação -
    08/11/2022

    Alastair Gibson nasceu perto de Johannesburgo, estudou na escola King Edward VII e, durante as férias na casa de praia da família, se apaixonou pelas formas dos animais marinhos e foi fisgado pela dinâmica do peixe rápido que avistou, o que o levou a fazer aulas de escultura — uma característica fundamental no trabalho que produziria anos mais tarde.

    Interessado em automobilismo por influência do pai, Alastair se formou em engenharia e se mandou para a Europa, movido pelo sonho de trabalhar na indústria esportiva do automobilismo. Ele passou 14 anos na Fórmula 1, 4 como mecânico-chefe da equipe Benetton e 10 como chefe da equipe de mecânica do BAR e Honda Grand Prix.

    Feito com peças e materiais de carros do Grand Prix, o Mako Filhote reproduz o tubarão mais rápido dos oceanos

    Por quase uma década, cuidou dos carros de Jenson Button, que é o feliz proprietário de uma das icônicas esculturas de tubarão-martelo de Alastair Gibson. Rubens Barrichello e David Richards também têm peças do artista.

    Nos dias de folga da Fórmula 1, eu comecei a fazer esculturas com pedacinhos de titânio que pegava nas oficinas – Alastair Gibson

    Ao observar semelhanças entre modernos carros de corrida e peixes, Alastair usou suas habilidades para desenvolver uma série de esculturas feitas com fibra de carbono. Teve a ideia de se tornar artista por volta de 1995, quando se juntou à equipe Benetton F1.

     

    “Eu andava pelas oficinas de peças e pegava pedacinhos de titânio. Pensava na precisão e na beleza deles. Então, nos dias de folga, comecei a fazer esculturas. Todo ano eu fazia três ou quatro peças e dava para minhas amigas, ou minhas irmãs”, contou.

    Inspirada no carro BWT Alpine Formula One Grand Prix 2022, a Baby Piranha Alpine é uma versão menor da escultura Racing Piranha 2, encomendada por Rubens Barrichello em 2007

    Usando peças e tecnologia de Fórmula 1, ele conquistou o mundo com seus peixes de formas diferenciadas. Dessa forma, combinou suas paixões: arte, biologia marinha e o mundo do automobilismo.

     

    Desde que se tornou artista profissional, Alastair abraçou todas as suas experiências para criar esculturas verdadeiramente únicas. A ligação entre sua carreira mecânica e a arte é essencial.

    O peixe Hidro Aero 787 reproduz um peixe voador

    Artista em tempo integral há 15 anos, Gibson é reconhecido como precursor na escultura de fibra de carbono, único que fazia esculturas exclusivamente com peças de carros de F1. Os olhos da escultura Hydro Octo, por exemplo, vêm de um rolamento de impulso do Honda Racing F1 Team, com a montagem de uma coluna de direção modificada.

    A Dory de Carbono foi encomenda da Drang Gallery, do Reino Unido

    De seu Studio 45, perto de Oxford, na Inglaterra, desenvolve uma série de projetos — de encomendas particulares e uma coleção de produtos lifestyle a instalações. Ainda utiliza seus conhecimentos de engenharia para reciclar peças e componentes dos carros de Fórmula 1, mas incorporou também o uso de metais, impressão 3D e outros materiais da vanguarda e tecnologia atuais.

    Como um dos principais predadores dos oceanos, para mim a lula é uma peça incrível de design e engenharia – Alastair Gibson

    O Humboldt de Carbono exibe a bela forma hidrodinâmica da lula de Humboldt

    O trabalho de Alastair tem sido exibido em todo o mundo e suas esculturas já fazem parte de colecionadores na América do Norte, Europa, Ásia, Austrália, Oriente Médio e África do Sul. E pode ser conferido em várias galerias no Reino Unido, Estados Unidos, Europa Rússia e Dubai.

     

    A estrela de Gibson está em ascensão no mundo contemporâneo e seu crescimento é merecido. Suas esculturas são visualmente notáveis, com muito cuidado nos detalhes. Embora ele tenha escapado para outros temas, ainda são os peixes o foco do seu trabalho. Você pode conferir mais de seu trabalho no Instagram do artista.

     

     

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      O representante do estaleiro NX Boats Jonas Moura é o convidado da vez do programa Loucos por Barcos. O empresário pernambucano contou que, a partir do ano que vem, suas embarcações  também poderão ser equipadas com motor de popa, para acompanhar o mercado internacional.

       

      “A gente não quer chegar (no mercado internacional) para ser mais um. A gente quer fazer a diferença”, revelou Moura na conversa com Guilherme Kodja. Outra novidade é que no Boat Show de Miami, que acontecerá em fevereiro de 2023, o estaleiro irá expor a NX 400, com motor V12. Para saber mais detalhes, confira o vídeo completo:

       

       

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        A Rudá Asa Alumínio, de 43 pés, foi a embarcação campeã da classe ORC na 72ª Regata Santos-Rio, a regata oceânica mais antiga do país. No tempo corrigido, o barco do Guarujá finalizou a prova à frente do Phoenix (ICS) e do Maestrale 4 (ICRJ).

         

        Já na categoria VPRS, quem venceu foi a equipe do Loyalty 06 (VDS/ ICRJ). Em segundo lugar ficou a embarcação Ventaneiro 3 (ICRJ) e fechando o pódio a equipe do Xamã Matrix (ICS) — barco vencedor da Santos-Rio em 2021, com 37h29m20 no percurso de 200 milhas náuticas (360 km).

        Foto: Balaio de Ideias

        Foi uma regata com muitas mudanças na direção do vento. Não foi uma prova muito pesada em termos de mar, mas exigiu várias decisões e estratégias. Foi uma vitória inesperada – Mario Martinez, comandante do Rudá

        A equipe liderada por Mario tem base na Marina Supmar e no Clube Internacional de Regatas fez toda a prova em exatos 39h28min54s.

         

        A Fita Azul ficou com o barco gaúcho Crioula, de 52 pés. A equipe do velejador olímpico Samuel Albrecht marcou 27h3min11s, mas ficou em quinto lugar.

         

         

        O barco Phoenix teve como timoneiro o bicampeão olímpico Torben Grael. Ele segue invicto como vencedor geral da competição, com seis títulos acumulados. O ganhador de cinco medalhas olímpicas ainda revelou que a estratégia escolhida pelo seu time foi de navegar próximo da costa, pois, assim, seu barco tinha um bom ângulo em relação ao vento.

        Foto: Balaio de Ideias

        Quem também adotou a mesma estratégia foi a embarcação terceira colocada na classe ORC, a Maestrale 4. O almirante Adalberto Casaes pontuou que os companheiros tinham uma difícil decisão: ou se abriam para o mar ou ficavam mais perto da costa.

         

        Alexandre Leal, comandante do Loyalty, contou ter sido ótima a experiência de vencer na categoria VPRS — classe que, segundo ele, dá um equilíbrio maior para os barcos modernos.

        Procurei um projetista para adequar as velas ao regime de ventos da costa brasileira, por isso o Loyalty ganhou mais velocidade – Alexandre Leal, comandante do Loyalty

        Foto: Balaio de Ideias

         

        Confira os vencedores da 72ª Regata Santos-Rio

        ORC: Rudá Asa Alumínio

        VPRS: Loyalty 06

        BRA-RGS: Força Maior

        Fita Azul: Crioula

        Clássicos: OKA

         

        Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

         

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          O National Geographic Islander II faz viagens superexclusivas, que recebem menos de 50 passageiros por vez

          Um antigo superiate foi adaptado para levar pequenos grupos a um destino paradisíaco e de difícil acesso: as Ilhas Galápagos. Batizado de National Geographic Islander II, o barco foi recentemente incorporado à frota da Lindblad Expeditions.

           

          Com excursões ao refúgio de vida selvagem que inspirou Darwin a elaborar sua teoria da evolução, a embarcação tem apenas 26 suítes e recebe até 48 passageiros com muito conforto.

          Ao longo dos seus 280 pés (85 m) de comprimento, o barco que navega até o destino equatoriano abriga um deck espaçoso para observação de fauna e flora, piscina, sauna, opções internas e externas de restaurantes e até um centro científico de estudos com equipamentos de alta tecnologia.

           

          Segundo Sven Lindblad, presidente da Lindblad Expedition, nesse tipo de embarcação de expedição o foco é o destino e o que o navegante encontra do lado de fora da embarcação, diferentemente dos navios de cruzeiro comuns, mais focados no entretenimento dentro do navio.

           

          Tanta exclusividade tem seu preço. Um cruzeiro de sete noites no National Geographic Islander II custa a partir de US$ 9.390 (cerca de R$ 50 mil, em valores convertidos em novembro de 2022).

          O navio é como um acampamento base para a expedição. Estamos em áreas remotas e não dependemos de nenhum tipo de infraestrutura da costa. 
          – Sven Lindblad, presidente da Lindblad Expedition

          Com o intuito de dar uma experiência mais realista aos exploradores que visitam este que é um dos lugares mais fascinantes do mundo, o barco tem staff equatoriano, usa ingredientes locais em seu spa e objetos de decoração produzidos por artistas e artesões do Equador. Por isso, é uma “experiência equatoriana totalmente diferente e imersiva”, nas palavras da equipe da Lindblad.

           

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            Fórum Náutico Paulista se reúne no dia 9 em encontro virtual; saiba como participar

            Evento conta com empresários do setor náutico do Estado de São Paulo, representantes das Secretarias de Estado e palestrante convidado

            Por: Redação -

            O Fórum Náutico Paulista realiza todos meses reuniões virtuais com palestrantes e convidados, abordando diferentes temas, com o intuito de orientar e esclarecer diversos assuntos do setor náutico.

             

            O próximo encontro do Fórum será nesta quarta-feira (9), às 14h30, e abordará o seguinte tema: A importância do ordenamento costeiro e aspectos da Normam-11.

             

            Seguindo os protocolos das sessões anteriores, ela será realizada pela plataforma Zoom e é aberta para o público acompanhar. Para acessar, o ID da reunião é 871 6372 7230 e a senha é 677203.

             

             

            Na primeira parte do encontro será apresentado a ata da reunião de outubro de 2022 e, logo em seguida, falará o palestrante convidado Tenente Thiago Gennari, que cuida da Divisão de Inspeção Naval e Vistorias da Marinha do Brasil. O tenente também é responsável pelo apoio às Prefeituras sobre seus ordenamentos costeiros.

             

            Durante o encontro haverá também representantes das seguintes câmaras temáticas

            • Indústria Náutica
              Coordenada por Marcio Dottori
            • Marinas e Meio Ambiente
              Coordenada por Mario Fontes
            • Navegação e Segurança
              Coordenada por Mario W. Bandeira
            • Turismo Náutico
              Coordenada por Bianca Colepicolo

            O próximo encontro deste grupo acontecerá no dia 7 de dezembro de 2022. Para quem quiser assistir aos encontros anteriores no Facebook do Fórum Náutico Paulista.

             

            O Fórum Náutico Paulista tem, entre suas principais metas, as melhorias das instalações náuticas, formação de mão-de-obra qualificada, criação de um ambiente econômico favorável ao setor e ordenamento das questões ambientais.

             

            Para atingir esses objetivos, o Fórum conta com o apoio de um grande grupo técnico de voluntários, do Sebrae, da Invest São Paulo, da Desenvolve São Paulo, e de várias entidades para fomentar o setor, e com várias Secretarias de Estado, para eliminar os gargalos, como a racionalização tributária e criação de novos marcos regulatórios que ofereçam aos empresários e investidores a segurança institucional e econômica necessária.

             

            *Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

             

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              06/11/2022

              Roberta Ramalho, CEO do estaleiro paulista Intermarine, é a convidada do novo episódio do programa Loucos Por Barcos. Ela contou que a filosofia do estaleiro é focar nos detalhes de cada embarcação, focando na experiência do cliente.

               

              Na conversa com Guilherme Kodja, Roberta contou muitos detalhes sobre a nova linha HDF, aposta ainda mais premium do estaleiro, e sobre a 24M, o maior barco exposto no São Paulo Boat Show 2022. Confira a entrevista completa:

               

               

               

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                Mirante do Rio Pinheiros é boa pedida para curtir São Paulo no final de semana

                Passeio é chance de se contemplar o rio Pinheiros de pertinho, além de proporcionar um novo ponto de vista da megalópole

                05/11/2022

                Aproveitar o final de semana às margens de um dos mais importantes rios da cidade de São Paulo tem sido um passeio que atrai cada vez mais adeptos – algo que parecia bem improvável poucos anos atrás.

                 

                Com o processo de despoluição, o rio Pinheiros virou point para famílias inteiras andarem de bicicleta por sua ciclovia ou mesmo caminharem pelo Parque Bruno Covas Novo Rio Pinheiros.

                Um dos pontos altos do trajeto é um local bastante “instagramável”: o mirante flutuante próximo à Ponte Estaiada, um dos mais importantes cartões-postais da capital paulista.

                Batizado de Mirante Estaiada, o local foi inaugurado em junho deste ano e oferece uma ótima chance de se contemplar o rio Pinheiros de pertinho, além de proporcionar um novo ponto de vista da megalópole e seu skyline imponente.

                Local perfeito tanto para um descanso em meio ao passeio pelo parque linear, o Mirante possibilita tirar uma bela selfie emoldurada pela Ponte Estaiada e as águas do rio e ainda conta com vagas para estacionar sua bike e tomadas USB.

                A alta procura de visitantes pela estrutura flutuante ressalta mais uma vez como trazer a vida de volta ao rio traz benefícios para a natureza, aumenta as possibilidades de lazer da população e escancara a vocação da capital paulista para o mercado náutico.

                A entrada do parque linear onde o mirante está localizado é gratuita. Para mais informações sobre o parque e como chegar, acesse a página do Parque Bruno Covas Novo Rio Pinheiros.

                 

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                  Australianos trocaram casa por vida a bordo e colecionam experiências pelos mares

                  04/11/2022

                  Um casal australiano decidiu pôr em prática um sonho: viver por pelo menos um ano navegando. O detalhe é que David e Erin Carey não possuíam experiência alguma velejando e tinham três filhos pequenos à época, o que torna a aventura um pouco mais desafiadora.

                   

                  Sete anos atrás, os dois deixaram seus empregos no governo australiano, onde recebiam bons salários, e começaram o planejamento para cumprir esse objetivo e conseguir viajar ao mesmo tempo em que cuidam da educação das crianças — hoje com idades entre 8 e 13 anos.

                  O sonho da família Carey surgiu após o casal assistir a um documentário sobre veleiros. A partir daí, a família — que vivia na cidade de Adelaide — decidiu criar um planejamento para um dia poder fazer uma viagem desse porte.

                  Assim, por cerca de dois anos, o casal juntou suas economias até ter dinheiro suficiente para a compra da embarcação. O modelo de veleiro escolhido possui mais de 14 metros de comprimento e foi batizado de Roam. 

                   

                   

                  Com a compra do barco resolvida, o casal ainda precisou recorrer a um empréstimo financeiro, para não passar nenhum sufoco financeiro em alto-mar, já que passariam ao menos 12 meses sem emprego.

                  Reprodução: Autoevolution

                  Em entrevista ao Euronews, Erin contou que ela e seu marido fizeram aulas de vela, com o intuito de terem a completa noção sobre o assunto, assim como aulas de primeiros socorros, para saber agir caso surgisse algum problema entre os navegantes.

                  Um ponto ressaltado pelo casal é que eles dão preferência para navegarem apenas aos finais de semana. Desta forma, a aprendizagem das crianças e o trabalho de Erin não são tão afetados e eles sentiam como se morassem em um apartamento sobre as águas.

                  Reprodução: Autoevolution

                  A família já visitou diversos destinos ao redor do globo, entre eles, as belas águas da região do Caribe, o mar Mediterrâneo e até uma travessia do Atlântico, em direção a Portugal.

                   

                  Na lista de desejos da família ainda está visitar a Turquia e Marrocos, após o inverno europeu — período em que eles vão aproveitar o calor na Austrália.

                   

                  *Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                   

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                    Por: Redação -

                    Prestes a celebrar os 30 anos do estaleiro catarinense Schaefer Yachts, Marcio Schaefer é o convidado do novo episódio do programa Loucos por Barcos. Durante a entrevista a Guilherme Kodja, Marcio Schaefer contou detalhes de sua trajetória, revelando inclusive que a paixão por barcos começou muito cedo em sua vida. Confira a entrevista completa:

                     

                     

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                      Salmon Eye: centro de exposições flutuante explora o futuro da aquacultura

                      Novidade foi inaugurada recentemente na Noruega para discutir sobre formas sustentáveis de pesca

                      Por: Redação -

                      Recém-inaugurado na Noruega, Salmon Eye é um centro de exposições flutuante dedicado ao aprendizado e discussões sobre formas sustentáveis de pesca e o futuro da aquacultura.

                      A novidade fica localizada em Hardangerfjord, quinto maior fiorde do mundo.

                      O projeto, que abriu as portas em setembro, combina um píer e uma estrutura elíptica que só será acessível pela água. O edifício lembra um olho de peixe e seu exterior é revestido com 9.500 escamas de aço inoxidável, que imitam a aparência e a cor da pele do salmão.

                      No interior, para a área de exposição interativa de 650 m², a empresa dinamarquesa Kvorning Design & Communication desenvolveu um conceito de experiência focado em chamar a atenção global para a aquacultura, destacando desafios, soluções e inovações, especialmente questões ambientais e sustentáveis da produção de peixes e frutos do mar, incluindo os impactos no salmão selvagem.

                       

                      As experiências se desenrolam ao longo de um percurso moldado com rampas e escadas sinuosas, enquanto os visitantes interagem com projeções nas paredes e em grandes displays interativos em forma de ovas.



                      O Salmon Eye fica no local de piscicultura da empresa de frutos do mar Eide Fjordbruk. Chamado Hagardsneset, o lugar tem condições naturais que permitem produzir salmão saudável de maneira sustentável. Por isso, há uma maquete interativa de sua unidade de produção: projeção de uma rede suspensa do teto ao chão, na qual nadam milhares de salmão, e uma janela no meio do piso com vista para o mar.

                       

                       

                      De acordo com estudo da Universidade da Califórnia em Santa Barbara, publicado na revista Science, a atividade pesqueira está presente em pelo menos 55% dos nossos oceanos.  O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) garante no seu relatório Planeta vivo de 2018 que, desde 1950, extraímos dos mares quase 6 bilhões de toneladas de peixes e de outros invertebrados.

                       

                      A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) afirma que o aumento da pesca intensiva comprometeu a sobrevivência de 33,1% das espécies comerciais, ao deixá-las sem tempo para se recuperarem após as capturas. Por exemplo, nas águas do Pacífico sudeste e no Atlântico sudoeste, a pesca excessiva afeta mais de 58% das populações de peixes, enquanto no Mediterrâneo e no mar Negro este número passa de 62%.

                       

                      A FAO estima que, em todo mundo, 179 milhões de toneladas de alimentos aquáticos são destinados ao consumo humano, o que corresponde a 20,5 kg de pescados por pessoa por ano. Os números apontam para um cenário no qual 4,5 bilhões de pessoas se alimentam regularmente dos “alimentos azuis”, como são chamados os alimentos que têm origem nos ambientes aquáticos, como rios, mares e lagos. Esses alimentos fornecem 15% da proteína animal consumida em nosso planeta.

                       

                      De acordo com a ONU, em 2050 a população mundial chegará a 10 bilhões de pessoas: “É preciso que haja redução de desperdício de alimentos e que se tome muito cuidado com o uso sustentável para evitar o esgotamento dos recursos naturais”, disse Gustavo Chianca, representante adjunto da FAO no Brasil. Ou seja, é urgente um modelo de pesca sustentável para garantir a sobrevivência das espécies e da atividade pesqueira. A proposta do Salmon Eyes, portanto, chega em boa hora.

                       

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                        Raias manta servem de inspiração para conceito de novo catamarã francês

                        Projeto da VPLP, Aperio é uma embarcação de 150 pés de comprimento com 60 pés de boca

                        Maiores arraias do mundo, as raias manta inspiraram o novo projeto do escritório francês de arquitetura naval VPLP: o superiate Aperio, um catamarã com comprimento de 150 pés (46 metros) e largura de 60 pés (18 metros).

                         

                        Ao apresentar o conceito de seu mais novo projeto ao público, os responsáveis pelo trabalho descreveram a embarcação como um “navio de duas facetas”. Isso por ser um iate inovador enquanto navega e, ao chegar ao destino, tornar-se um refúgio de paz, segundo a empresa francesa.

                        Com suas dimensões superlativas, o design é imponente, além de ser marcado por linhas suaves em todo seu entorno. Quando ancorado, o superiate poderá abrir suas espaçosas plataformas laterais, aumentando a área de convivência e criando uma verdadeira ilha flutuante.

                         

                        A estrutura da embarcação é toda em alumínio e foi pensada para proporcionar o máximo de conforto para seus ocupantes, afirma a VPLP.

                         

                        Com cada barco conceito tentamos ultrapassar os limites, quebrar as barreiras e imaginar o futuro da vela – Yann Prummel, designer da VPLP

                         

                        O Aperio terá capacidade para receber até 10 pessoas em seus quatro camarotes — que se conectam na área central do barco. Este espaçoso salão principal, coberto por vidro — o que permite a entrada de muita luz natural — é inspirado no formato e no movimento das raias manta.

                         

                        Segundo o escritório de arquitetura, as velas do catamarã são totalmente automatizadas e quase duas vezes mais eficientes do que uma embarcação tradicional. Dessa forma, não necessita de uma tripulação com experiência no manejo de veleiros.

                         

                        Outra inovação do projeto é contar com um sistema de propulsão híbrida diesel-elétrico, com isso as viagens serão mais silenciosas.

                         

                        *Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

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                          Superiate alemão Polar Star faz passagem pelas águas do Rio de Janeiro

                          Com mais de 60 metros de comprimento, a autonomia do superiate da Lürssen pode chegar às seis mil milhas náuticas

                          03/11/2022

                          Uma das maiores embarcações do estaleiro alemão Lürssen, o superiate Polar Star está em águas cariocas, com o apoio logístico da BYS International.

                           

                          Até o final desta semana, a embarcação de 63 metros de comprimento estará no Rio de Janeiro.

                          O Polar Star pode receber até 12 passageiros e mais 17 tripulantes, incluindo o capitão. Sua estrutura é toda feita de aço, com dois motores Caterpillar de 12 cilindros.

                          O Polar Star no Rio de Janeiro

                          Projetado para fazer viagens longas, a autonomia do superiate pode chegar às seis mil milhas náuticas, o que permite menos paradas na navegação — a efeito de comparação, uma travessia do Atlântico da Cidade do Cabo à Ilhabela percorre 4 mil milhas náuticas.

                           

                          Entregue em 2005, a embarcação ainda têm sistemas que permitem uma navegação tranquila em regiões muito frias, como os polos.

                          O design interior original, projetado por Pauline Nunns, remetia a uma mistura das casas rústicas com a sofisticação de um iate, mas passou por uma extensa reforma em 2017, para criar um ambiente mais moderno e de inspiração oceânica.

                           

                          Grandes áreas ao ar livre para entretenimento e relaxamento completam os atrativos da embarcação.

                           

                          A BYS International está coordenando toda a logística para o Polar navegar em águas sul-americanas, como burocracia imigratória, aduaneira, autorizações para navegar, abastecimento, troca de tripulação, receptivo em terra, excursões, compra de alimentos, peças e assessoria para contratação de prestadores de serviços locais, compra de combustível e coordenação da base de abastecimento.

                          *Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                           

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                            470 Regina: conheça o barco eleito revelação do ano em Cannes

                            Construído por jovem estaleiro italiano, embarcação aposta em aproveitamento dos espaços ao ar livre

                            02/11/2022

                            Construída pela jovem FIM (Fabrica Italiana Motoscafi), a embarcação 470 Regina conquistou o prêmio de “Revelação do Ano” em Cannes durante o Yachts Trophy Gala Dinner.

                            O barco de 47 pés é o segundo projeto do estaleiro italiano fundado em 2019 e foi apresentado no Cannes Yachting Festival 2022. Abaixo, conheça os destaques da premiada embarcação.

                            Diferenciais do 470 Regina

                            O 470 Regina tem cerca de 15 metros de comprimento, 4,40 metros de boca (largura) e pode receber até 14 passageiros. Toda a elaboração do seu projeto tem como objetivo o máximo aproveitamento dos espaços ao ar livre, afirma o estaleiro, conduzido por Corrado Piccinelli e Manuela Barcella, que possuem mais de 20 anos de experiência na área de construção, reforma e serviços.

                            Acessível pelos dois bordos do barco, a proa abriga o principal diferencial deste barco: um solário  duplo, que pode ser repartido e movido para o lado, criando espaço para abrigar uma pequena piscina de fundo transparente. Outra opção é criar ali uma área de refeições, adicionando-se uma mesa.

                            Ambas as configurações permitem uma maior luminosidade natural para o camarote da proa, localizado logo abaixo, que possui amplas janelas e muito espaço.

                            Na popa, a plataforma submergível permite que o navegante tenha ainda mais contato com o mar — um dos objetivos do fabricante da premiada lancha.

                            O 470 Regina possui ainda varandas laterais retráteis, que ampliam o espaço na praça de popa do barco.

                            O barco possui uma suíte do proprietário e duas suítes master, todas luxuosas e com pé-direito de até 2,15 m de altura. A ideia do estaleiro foi criar, na parte interna, ambientes acolhedores, elegantes e sofisticados — que trazem o melhor do design e qualidade da mobília italiana.

                             

                            Segundo o fabricante, quatro unidades desta embarcação serão construídos na temporada 2022-2023.

                             

                            *Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                             

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                              01/11/2022

                              Apenas 3,6 segundos para chegar de 0 a 60 mph (96,6 km/h). Basta citar o resultado do teste de aceleração para se ter uma ideia do que esperar da última geração do Sea-Doo RXT-X 300. Quer mais? Velocidade máxima de 67 mph (107,8 km/h ou 58,2 nós).

                              Um dos modelos mais badalados da linha de cruzeiro esportiva da BRP, o RXT-X 300 é um jet de desempenho nato, junto com o RXP-X. Seu motor (um Rotax 1630 ACE) não esconde essa característica. São 300 hp de potência, envoltos num pacote de tecnologia e design muito especiais, que empolgam só de olhar ele na carreta.

                               

                               

                              O casco, do tipo ST3, de 3,45 metros, com peso total seco de 376 kg, fruto de uma sofisticada obra de engenharia, é mais largo, tem “V” profundo e o centro de gravidade mais baixo, o que resultou em um navegar estável, facilitando a aceleração, como comprovou o teste, realizado nas águas do Guarujá.

                               

                              Antes do embarque, porém, vale a pena checar o que esse jet oferece em matéria de conforto para o piloto e demais passageiros. Na parte frontal, o porta-trecos (ou compartimento de carga, de 100 litros) é bem fundo, e ainda vem com um cesto, removível, de encaixe, que pode ser facilmente retirado. Para quem gosta de viajar, isso faz muita diferença, porque tem uma capacidade de 14 quilos de carga.

                              Esse compartimento fica sob o capô, que abre todo (até o guidão, com pegada bem esportiva, ajustável e inclinável, sobe junto). Há também um espaço estanque e à prova de choque para o smartphone, e uma porta USB. Sem contar o conhecido sistema de fixação LinQ (exclusivo da Sea-Doo), que permite a instalação rápida na plataforma estendida de acessórios como uma caixa de gelo, entre outros itens.

                               

                              Por sua vez, o sistema de som (sim, você anda ouvindo música) tem 100 watts de potência, conexão por fio ou bluetooth e fica protegido em um compartimento impermeável. As caixas de som, são laterais, voltadas para o piloto, do tipo submersível.

                               

                              No conjunto de assentos de três lugares, a parte traseira pode ser removida, ou girar ou ainda deslizar para trás. Com o jet parado, dá para mudar rapidamente de configuração. Duas pessoas podem ficar uma de frente para outra, por exemplo, facilitando o convívio. Ou o conjunto de três lugares virar uma plataforma de popa, permitindo banhos de sol e facilitando o reembarque. O sistema é bem prático e versátil, já que parte do banco pode ser guardada no bagageiro.

                              Além disso, o piloto ganhou apoio inclinado (mais confortável) para os pés e sustentos acolchoados para os joelhos, o que faz uma enorme diferença na hora das manobras, em se tratando de um jet de alto desempenho.

                               

                              O pacote tecnológico inclui comando elétrico de trim (para o ajuste da proa) e estabilizadores traseiros ajustáveis, que — instalados nos bordos da extensão traseira da plataforma — não prejudicam a estética do barco e melhoram a experiência da pilotagem, especialmente quando se navega com passageiros na garupa.

                               

                              Há ainda, um dos mais novos opcionais da linha, o sistema que expulsa sujeira e detritos capturados pelo rotor, sem que o piloto tenha de deixar sua posição no comando do jet. Sem contar o já consagrado sistema inteligente de freio e reverso, o iBR.

                               

                              Por sua vez, o novo painel de comando é simplesmente incrível, com uma tela digital colorida de 7,8 polegadas que se divide em duas. Em uma delas, você tem acesso rápido ao mapa, aos dados do gps e a todas as informações sobre a embarcação, tais como horímetro, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, além de outras informações importantes para a hora da navegação. Na outra, à direita, consegue fazer o controle do som (volume, seleção das músicas, equalização etc.) e a conexão com o celular (com a leitura do sinal e do nível da carga de bateria), entre outros recursos.

                              Os caracteres e símbolos são de fácil leitura, inclusive sob o sol forte. Há opção de tela com fundo claro ou escuro e brilho ajustável. Por bluetooth ou cabo USB, todas as informações podem ser espelhadas num smartphone através dos aplicativos BRP Connect e BRP GO.

                               

                              A experiência de navegar nesse jet é não menos que excitante. O motor, de 1630 cilindradas, turbinado com intercooler, acelera muito rápido e firme.  Além de veloz, o RXP-X 300 navega bem, é ágil, fácil de manobrar. O casco é muito estável, gostoso, oferecendo uma sensação de segurança e poder. A segurança é reforçada pelo exclusivo sistema de freio e reverso inteligentes iBR.

                               

                              Durante o teste de NÁUTICA, em nenhum momento o comandante teve a sensação de que pudesse cair, mesmo enfrentando, por vezes, ondas de 1,5 metro. Nessas condições, o jet saltou alto, mas a amerissagem (o pouso sobre a água do mar) foi muito boa. O trim controla inclinação do casco no sentido proa-popa e, com isso, melhora a navegação em velocidades mais altas. Para navegar forte, mas não deixar a autonomia à margem, o tanque tem 70 litros de capacidade.

                               

                              Sua prioridade é o desempenho? Então, esse é o seu jet. Não pode haver melhor escolha para quem gosta de sentir emoções fortes. Em tempo: a unidade testada por NÁUTICA foi apresentada pela Casarini, uma das melhores revendas BRP/Sea-Doo no Brasil.

                               

                              Saiba tudo sobre o Sea-Doo RXT-X 300

                              Velocidade: 67 mph (58,2 nós)

                              Capacidade: 376 kg (3 pessoas)

                              Combustível: 70 litros

                              Potência: 300 hp

                              Preço: a partir de R$ 157.990,00 (pesquisado em novembro/2022)

                               

                              Reportagem: Guilherme Kodja
                              Edição de texto:
                              Gilberto Ungaretti
                              Edição de vídeo: Luiz Becherini
                              Fotos: Victor Oliveira e Divulgação

                               

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                                Conhecido por suas criações inusitadas, Pierpaolo Lazzarini mostra embarcação com três versões de motores e dois modos de configuração

                                Especialista em design de embarcações inovadores, o italiano Pierpaolo Lazzarini atualizou recentemente um de seus modelos diferentões. O Jet Capsule, uma espécie de lancha em formato de cápsula, agora ganhou foil, para voar sobre as águas.

                                 

                                Para entrar ainda mais no clima e você realmente se sentir voando, há a opção da embarcação ter um layout interno com cara de jatinho particular.

                                Reprodução: Auto Evolution

                                Batizada de Jet Capsule GT-F, a embarcação foi desenhada pelo estúdio do italiano, o Lazzarini Design Studio. Segundo os executivos da marca, o projeto tem “hidropropulsão de ponta” e pode ser usado tanto de forma privada quanto comercial, como um transporte de luxo.

                                 

                                O casco do Gran Turismo-Foil é feito de fibra de vidro e carbono. Para que os ocupantes tenham uma visão privilegiada, as janelas são fotocromáticas e possuem 70% de carbono moldado por infusão a vácuo.

                                 

                                Com todas essas soluções na parte do casco, e mais um sistema de hidrofólio, o desempenho do projeto é surpreendente, aponta a fabricante.

                                 

                                O projeto possui versões movidas a diesel, gasolina ou 100% elétrica, com a potência girando entre 880 hp e 1200 hp. O Jet GT-F pode subir até um metro acima do mar e atingir a velocidade máxima de 60 nós, ou 111 km/ h.

                                Reprodução: Auto Evolution

                                Com 10 metros de comprimento e 3 metros de largura, o Jet Capsule GT-F tem cerca de 20 m² de área para o conforto do cliente, com possibilidade de dois modos de configuração. Um deles acomoda até 20 ocupantes e se assemelha ao layout interno de um barco. O outro, com cara de jatinho, recebe no máximo 10 pessoas, com direito a um banheiro e uma pequena sala de jantar.

                                Feito sob encomenda, o Jet Capsule pode ser entregue em até um ano e não tem uma faixa de preço pré-definida. Sua primeira versão, apresentada ao público durante o Mônaco Yacht Show, em 2014, custava US$ 250 mil à época, para o modelo básico.

                                 

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                                  Por: Redação -

                                  Depois de perceber, sempre que passava momentos de lazer no mar, quanto lixo balançava na água nas marinas, Nicolas Carlesi teve a ideia de criar um robô capaz de limpar a água.

                                  Marinheiro e mergulhador, Carlesi é CEO da Interactive Autonomous DYnamic Systems (IADYS),  uma startup francesa comprometida com a proteção do meio ambiente marinho, que projeta e desenvolve inovações em inteligência artificial e robótica.

                                   

                                  Ao mergulhar no mar Mediterrâneo, percebi que não tinha escolha a não ser acordar para a urgência da situação. Decidi dar início a um projeto que coloca as minhas competências robóticas a serviço do meio marinho – Nicolas Carlesi.

                                  Assim nasceu o Jellyfishbot, uma solução multifuncional para a coleta de resíduos e hidrocarbonetos na superfície da água.

                                  Elétrico, ele limpa a superfície de qualquer corpo d’água por conta própria, por meio da inteligência artificial, ou pode ser acionado por controle remoto, e suga o lixo para uma rede.

                                   

                                  Com o tamanho aproximado de uma mala e várias hélices que permitem que ande para frente, para trás e vire para os lados, o Jellyfishbot pode entrar nos cantos e espaços estreitos, de difícil acesso, onde o lixo tende a se acumular. “Ele pode ir a qualquer lugar”, afirmou o criador, que é PhD em robótica submarina.

                                   

                                  A rede retém o lixo coletado até que seja esvaziado manualmente. A bateria do robô dura até oito horas quando opera automaticamente e sua rede pode conter até 20 galões de resíduos. Isso significa que o Jellyfishbot pode operar convenientemente durante a noite, enquanto os oceanos estão menos povoados.

                                  Útil em portos, marinas, estruturas de lazer e esportes, hotéis, estaleiros e também institutos de pesquisa, o Jellyfishbot está em operação em cerca de 15 marinas francesas, em Cannes, Marselha, Mônaco e Saint-Tropez, entre outras. Também já foi exportado para países como Singapura, Japão e Noruega.

                                   

                                  Equipado com redes específicas e sondas, o Jellyfishbot pode ser utilizado para amostragem, análise de água, coleta e caracterização de microplásticos e microrganismos e também coleta de organismos.

                                   

                                  Associado a um sonar, pode realizar levantamentos de batimetria, até 10 m de profundidade, e também pode ser equipado com uma sonda para medir a qualidade da água (pH, turbidez, nível de cianobactérias).

                                   

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                                    31/10/2022

                                    Durante a última semana foi disputada nas águas de Ilhabela, litoral norte paulista, a Copa Brasil de Vela 2022.  A tradicional competição foi finalizada na Escola de Vela Lars Grael e reuniu mais de 140 velejadores de diferentes idades, todos divididos em classe de introdução da modalidade.

                                    Reprodução: On Board Sports

                                     

                                    As disputas começaram na última quarta-feira (26), entre as seguintes categorias: IQFoil, Snipe, Dingue, 49er, ILCA 4, ILCA 6, ILCA 7, 420, Optimist, Fórmula Kite e 29er. Todo o evento foi organizado pela CBVela (Confederação Brasileira de Vela) com apoio do CBC (Comitê Brasileiro de Clubes) e da Prefeitura de Ilhabela.

                                     

                                    Para especialistas, a Copa foi importante para que a nova geração de competidores tivesse mais tempo de regata neste nível de competição. A disputa valeu como Copa Brasil de Vela Jovem com as classes do Mundial de Juventude de 2022, Campeonato Brasileiro de Interclubes do Optimist e Sudeste da Classe Finn de 2022.

                                     

                                    Alguns medalhistas olímpicos, como Bruno Prada e Torben Grael, viram de perto o desempenho dos competidores.

                                     

                                    É  prazeroso ver tanta gente participando de um evento taõ importante para o futuro da vela. Pode ser que no futuro eles nos representem, quem sabe, nos jogos olímpicos. Parabéns a todos pelo evento e à CBVela – Torben Grael, líder dos treinadores da Confederação Brasileira de Vela

                                    Reprodução: On Board Sports

                                     

                                    Ainda neste ano, a Confederação Brasileira de Vela ficará responsável por cuidar do Festival de Vela de Búzios (RJ), além de fazer a gestão do Campeonato Brasileiro de Vela na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. No ano que vem, é a vez de São Paulo ser o palco da Copa da Juventude, no Yacht Club Santo Amaro (YCSA).

                                    Reprodução: On Board Sports

                                    Confira os vencedores da Copa Brasil de Vela

                                    IQFoil (Masculino): Matheus Isaac (CBVela)

                                    IQFoil (Feminino): Giovanna Prada (BL3)

                                    IQFoil (SUB-23): Laura Nami (YCSA)

                                    Snipe: Enrico Francavilla e Arwen de Rey (YCSA/ CBC)

                                    Dingue: Matias Sales e André Reis (EVI)

                                    49er: Tiago Quevedo e Breno Kneipp (VDS/ CBC)

                                    ILCA 4: Pedro Rosa (GVI)

                                    ILCA 6: Gustavo Kissling (YCSA)

                                    ILCA 7: Philipp Grotchmann (VDS)

                                    420: Alex Kuhl e Gustavo Henrique (YCI)

                                    Optimist: 

                                    Estreante: Matheus Bombini (EVI)

                                    Veterano: Felipe Friedrich (EVI)

                                    Fórmula Kite:

                                    Feminino: Maria do Socorro Reis (OQP)

                                    Masculino: Bruno Lobo (CBVela)

                                    Kite Tubular:

                                    Feminino: Myrella Peixoto (GD)

                                    Masculino: Rafael Tafurri

                                    29er: João Marcelo e Luc Le Corre (ICSC/ YCSA)

                                    Tempo: Malena Pisccinelli e Iker Colen (EVI)

                                    Finn: Pedro Lodovici (YCI)

                                     

                                    *Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                     

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                                      Por: Redação -

                                      Conhecida como a “Pequena Veneza dos Países Baixos”, Giethoorn é uma vila na Holanda que parece ter saído de um conto de fadas.  As grandes casas com telhados de palha mais parecem de boneca, e são cercadas de jardins bem cuidados. No lugar de ruas, canais.

                                      Para cruzar de um lado para o outro na parte antiga do vilarejo é preciso usar uma das 180 pontes de madeira ou a trilha estreita para pedestres e bicicletas. Nada de carros por lá. O barco é o meio de transporte.

                                       

                                      Para descobrir seus encantos, basta navegar pelos canais — de barco elétrico (sloop) ou, para os mais esportivos, de caiaque, remo ou windsurfe. No momento do aluguel, recebe-se um mapa detalhado e o caminho é bem sinalizado, mas em épocas de alta temporada há congestionamento.

                                       

                                      Nos meses de verão (junho, julho e agosto), a cidade fica lotada de turistas, por isso a primavera (abril/maio) e o finalzinho de agosto e setembro são as melhores épocas para visitar. Se tiver sorte, vai cruzar com o gieterse punter, barco típico da região, ainda usado para transportar lenha. Era assim que se locomovia pelos canais antes de existir o barco elétrico.

                                      Localizada no leste da Holanda, na província de Overijssel, a apenas 120 km de Amsterdã, Giethoorn não foi originalmente construída sobre uma série de canais.

                                       

                                      Os escavadores costumavam tirar a turfa do solo e deixá-la secar nas margens. Ocorreram duas grandes inundações em 1776 e 1825, que arrastaram as margens, causando o aumento dos lagos ao redor de Giethoorn. Os moradores, então, cavaram valas e canais para transportar a turfa pela vila. Naquela época, a turfa era altamente valiosa como combustível.

                                       

                                      É possível fazer um bate-e-volta de Amsterdã ou aproveitar alguns dias nessa cidadezinha pitoresca, que conta com museus, lojas charmosas e simpáticos cafés e restaurantes, onde se pode parar o barco na porta.

                                       

                                      Náutica Responde

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                                        Por: Redação -

                                        Fabricante das lanchas Sessa Marine no Brasil, o estaleiro catarinense Intech Boating marcou presença no Salon Nautico Argentino.

                                        A Sessa Marine expôs dois de seus modelos no espaço da Colboat, parceira da Intech Boating e representante oficial da Sessa na Argentina.

                                         

                                        O evento recebeu o grande público nos dois últimos finais de semana de outubro (dias 21, 22, 23, 28, 29 e 30), no Parque Náutico de San Fernando, um local estratégico na costa do rio Luján, em Buenos Aires.

                                        As estrelas da Sessa mostradas ao público portenho foram as lanchas Sessa F42 e Sessa C40. Conheça os destaques de cada lancha.

                                         

                                        Sessa F42

                                        A Sessa F42 tem dois camarotes (sendo uma suíte, na proa) e dois banheiros, além de recursos que o estaleiro acrescentou para conquistar os brasileiros, como a plataforma de popa maior (e com churrasqueira integrada) e uma mesa grande no cockpit — coisas que a original italiana não tem.

                                        Com um confortável flybridge, a lancha é projetada para levar até 14 pessoas a bordo, sendo que quatro podem dormir na cabine (com bastante conforto, diga-se de passagem). Evolução da premiada F40, tem 13,20 metros de comprimento por 4 metros de boca.

                                         

                                        Sessa C40

                                        Com 12,30 m de comprimento total, a Sessa C40 tem estilo moderno e otimização dos espaços. A embarcação tem proa com solário, comando com banco duplo para piloto e co-piloto, chaise a bombordo, sofá em U com mesa dobrável e espaço gourmet no convés principal.

                                         

                                        Amplas janelas laterais dão um toque de mais sofisticação à embarcação. Na popa há uma plataforma submergível.

                                        Náutica Responde

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                                          Por: Redação -

                                          A regata oceânica mais antiga do país chega a 72ª edição e reserva para o público da Baixada Santista atrações no mar, terra e ar. O desafiador percurso da Regata Santos-Rio,  entre os Iates Clubes de Santos (ICS) e Rio de Janeiro (ICRJ), é de 200 milhas náuticas (cerca de 370 km).

                                          A largada da Santos-Rio 2022 será na próxima sexta-feira (4 de novembro), ao meio-dia, na Baía de Santos. Os fãs dos esportes náuticos ainda poderão assistir a um show de emoções no Pier do Pescador, na Ponta da Praia, às 10h.

                                           

                                          A Regata Santos-Rio de 2022 reúne velejadores das classes oceânicas que tenham seus barcos em conformidade com o Aviso de Regata (AR). Em 2021, mais de 30 tripulações desbravaram o Atlântico Sul na experiência única que a Santos-Rio oferece.

                                          O Xamã Matrix Energia foi o vencedor da 71ª Santos-Rio nas classes ORC e VPRS. O barco do Iate Clube de Santos (ICS) concluiu o percurso na Baía de Guanabara, após 37h29m20 de navegação. A tripulação do comandante Sergio Klepacz foi também a Fita Azul da competição, a primeira a cruzar a linha de chegada.

                                           

                                          As embarcações do ICRJ, Avohai, de Lars Grael, e Maestrale, de Adalberto Casaes, ficaram em segundo e terceiro lugares.

                                           

                                          A afinidade entre os dois organizadores tem sido essencial para o sucesso e a longevidade da regata. “Os Iates Clubes de Santos e do Rio sempre dedicaram carinho especial a essa regata. Contamos com os apoios da CBVela, das prefeituras de Santos e Guarujá, e da Marinha do Brasil, participando com seus veleiros e garantindo a segurança com a escolta da flotilha em todo o percurso”, enaltece o vice-comodoro Financeiro e Administrativo do ICS, Jonas Penteado.

                                          Velejador assíduo nas principais regatas de oceano do país, Penteado competiu em 26 edições da Santos-Rio.

                                           

                                          “A interação entre as cidades de Santos e Guarujá na largada, e com o Rio de Janeiro, na chegada, aumenta a cada ano. Culminou em 2020 com o desfile dos barcos, antecedendo a largada e atraindo muitos espectadores que se encontravam na orla da Ponta da Praia. Repetiremos neste ano”, afirma Penteado.

                                           

                                          O diretor executivo do ICRJ, Ricardo Baggio, destaca uma atração especial da regata de 2022. “Estamos próximos de mais uma edição da Santos-Rio, o que nos deixa empolgados. Neste ano teremos a participação de um barco emblemático para a vela brasileira, o lendário Atrevida, o que nos traz grande satisfação. O Iate Clube do Rio de Janeiro está organizando a melhor recepção possível aos velejadores. Desejo a todos bons ventos”, exclama Kadu, também assessor da Diretoria de Vela do ICRJ.

                                           

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                                            30/10/2022

                                            A Vision Marine Technologies acaba de lançar uma nova embarcação, com projeto inovador: um barco elétrico 100% reciclado e também reciclável. Este é o primeiro barco com esta característica no mundo todo, afirma a marca.

                                            Chamado de Phantom, o novo barco será produzido graças a uma parceria entre a empresa e a Nautical Ventures Group. Esta segunda será responsável por fazer a distribuição dos pedidos. Haverá uma revendedora exclusiva na Flórida e distribuidores não-exclusivos ao redor dos Estados Unidos.

                                             

                                            Segundo um comunicado divulgado pela assessoria da empresa, a Nautical Ventures fez um pedido de 50 barcos deste modelo no primeiro ano — em uma transação estimada em US$ 1,5 milhão de dólares, cerca de R$ 8 milhões de reais (valores convertidos em outubro de 2022).

                                             

                                            A embarcação Phantom tem 16 pés e será construída com plástico rotomoldado, produto muito usado na fabricação de embarcações menores, como caiaques, determinadas canoas e até pedalinhos.

                                             

                                            O barco tem capacidade total de até 10 passageiros, com sistema de propulsão de até 50 hp. O modelo é classificado como insubmergível e com alta resistência a impactos. A fabricante ainda oferece garantia vitalícia para o casco.

                                             

                                            Para agradar a todos os gostos, o barco elétrico 100% reciclado terá cinco opções de cores: laranja, preto, branco, vermelho e azul.

                                             

                                            Os preços do Phantom começam em US$ 20 mil dólares (só o casco), subindo para US$ 30 mil com o sistema de propulsão na faixa de 4 horas e alcançando US$ 35 mil na propulsão de 8 horas de duração.

                                             

                                            *Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                             

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                                              A curitibana desenvolve projetos de decoração náutica para lanchas e iates há mais de 20 anos

                                              Por: Redação -
                                              29/10/2022

                                              As estrelas brasileiras estão atuando cada vez mais no mercado internacional. É o caso da yacht designer Fabianne Domingos, da Design Yacht Division, que assina o interior de alguns dos modelos expostos no Fort Lauderdale International Boat Show 2022, que acontece na Flórida (EUA) até o próximo dia 30.

                                              Muitos modelos expostos no FLIBS levam o toque de Fabianne, que já está há mais de 20 anos desenvolvendo projetos de decoração náutica para lanchas e iates. Fabianne participa pelo sexto ano do evento internacional assinando o interior de barcos.

                                               

                                              Cada vez mais, o barco assume a posição de segundo lar dos navegantes. Então, nada mais natural que investir na decoração para deixá-lo ainda mais aconchegante, prático e confortável.

                                               

                                              Atualizada com todas as novidades e tendências do mercado, a curitibana torna mais simples o processo de decoração de interiores, que nem sempre é tão fácil.

                                               

                                              O intuito é ter aquele toque especial da designer, mas sempre, é claro, levando em conta a opinião dos proprietários. Nesse processo, é comum que eles entrem em ação, trocando informações com o profissional para chegarem juntos ao melhor resultado final.

                                               

                                              Náutica Responde

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                                                28/10/2022

                                                Tom Brady, quarterback do time Tampa Bay Buccaneers, possui em sua lista de bens duas embarcações: uma lancha de 55 pés e outra de 77 pés, ambas do estaleiro holandês Wajer. Agora que ele e a modelo Gisele Bündchen entraram com o processo de divórcio, a divisão do ex-casal afetará esses bens.

                                                Mas como são esses barcos de luxo de Tom Brady e Gisele? NÁUTICA conta os detalhes das embarcações do ex-casal, que adorava navegar pelas águas do Caribe.
                                                Reprodução: Boats.com

                                                A primeira lancha foi comprada em meados de dezembro de 2020 e recebeu o nome de “Viva a Vida”, uma homenagem para o instituto ambiental que Gisele ajuda.

                                                 

                                                Estima-se que a lancha, que acomoda até seis passageiros, custe em torno de US$ 2 milhões — ou R$ 10,6 milhões (valores convertidos em outubro de 2022).

                                                 

                                                O casco, que possui mais de 16 metros de comprimento, foi todo pintado na cor azul metálico. Ela conta com um painel em vidro da Raymarine, deck com design exclusivo, piso móvel e plataforma  de popa submergível.

                                                Divulgação

                                                Já o modelo de 77 pés, adquirido em 2021, tem valor estimado em cerca de US$ 6 milhões de dólares, cerca de R$ 32 milhões de reais (valores convertidos em outubro de 2022).

                                                 

                                                Com 23 metros de comprimento, o barco possui quatro suítes — que podem acomodar até nove convidados em viagens mais longas–, cabine de tripulação para duas pessoas e teto com acionamento automático. Segundo o estaleiro, este é o barco mais silencioso da categoria, graças ao uso de materiais de isolamento acústico em seu interior.

                                                 

                                                O Wajner 77 de Gisele Bundchen e Tom Brady tem um amplo pé-direito alto, variando entre 2,15 m e 2,35  m — espaço perfeito para receber a família, já que a modelo tem 1,80 m de altura, enquanto o jogador ostenta 1,93 m.

                                                 

                                                Assentos circulares, sofás grandes e solário na proa completam as opções de conforto para os navegantes.

                                                Reprodução: Divulgação

                                                “O modelo 77 deve ser mais adequado para nossas necessidades, que são mais viagens de um dia e passeios de fim de semana. Viajamos muito na região das Bahamas, então vamos da Costa Leste da Flórida e paramos nessas ilhas ao redor”, Tom Brady afirmou na época da compra.

                                                Reprodução: Divulgação

                                                 

                                                *Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                 

                                                Náutica Responde

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                                                  Por: Redação -

                                                  Está de volta, pelo segundo ano consecutivo, o XP Sertões Kitesurf, evento de kite em formato de longa distância, que contará com os jets Sea-Doo como embarcações de apoio para a segurança no mar dos 75 velejadores participantes.

                                                  Com início em 1º de novembro em Cumbuco (CE) e término em 6 de novembro em Barra Grande (PI), a competição terá percurso de 440 km em uma das regiões mais propícias do planeta para a prática do esporte: a faixa litorânea de Ceará e Piauí.

                                                   

                                                  A Sea-Doo patrocina mais uma vez o evento, que contará com o apoio de 10 motos aquáticas, utilizadas pela equipe operacional da competição.

                                                   

                                                  Os jets dos modelos GTI SE 130, GTI SE 170 e RXT-X 300 terão a importante missão de acompanhar por água as cinco etapas oficiais da prova, no intuito de manter a segurança dos atletas durante todo o percurso.

                                                   

                                                  Primeiro campeão do Sertões Kitesurf na categoria Pro, Reno Romeu, que nesta edição compete em busca do bi, atesta o trabalho realizado pela Sea-Doo.

                                                   

                                                  A ajuda/escolta das motos aquáticas durante a prova é essencial. Segurança nunca é demais e os jets deixam a gente mais tranquilos para competir em um nível mais alto ainda – Reno Romeu.

                                                  Para Breno Bezinelli, embaixador da Sea-Doo, que competiu no ano passado por aproximadamente 250 quilômetros velejando como amador na categoria Adventure, o Sertões Kitesurf é desafiador.

                                                   

                                                  “Vivi uma sensação incrível no ano passado, ao participar da competição. Foi a primeira vez de um endurance na água e precisei desafiar a mim mesmo. Não sabia nem se eu tinha condições de velejo para encarar a prova, mas foi realmente transformador tudo o que pude agregar na prática desse esporte. E posso afirmar que só tive essa coragem e disposição de me lançar porque sabia que havia ali uma equipe de resgate e segurança na retaguarda a bordo das motos aquáticas da Sea-Doo dando apoio aos atletas. Eu mesmo precisei de ajuda algumas vezes e foi incrível”.

                                                   

                                                  Nesta edição, Bezinelli terá uma participação diferente. Ele comporá a equipe da organização produzindo conteúdo de dentro da água, a bordo do Sea-Doo RXT-X 300, para as redes sociais oficiais do Sertões.

                                                   

                                                  “Além de produzir o conteúdo, também serei o apoio dos profissionais de foto e vídeo que estarão dentro água acompanhando tudo o que estará acontecendo. Com certeza, levaremos ao público o melhor do Sertões Kitesurf, fazendo com que se sintam o mais próximo possível da competição”.

                                                   

                                                  Cinco categorias

                                                  Como no Rally dos Sertões deste ano, a organização não poupou esforços na escolha de lindos cenários ao longo do percurso.

                                                   

                                                  A prova, um misto de competição e aventura por algumas das mais belas praias do Nordeste, conta com novidades em relação a 2021 que vão além do roteiro.

                                                   

                                                  Se o grande atrativo desse pedaço de mar é o downwind (avançar a favor do vento), a organização incluiu também alguns trechos de upwind, em que a grande ajuda passa a ser um adversário.

                                                  Nesta edição, serão cinco as categorias de competição, todas no masculino e no feminino, com dois tipos de percurso: 440km para Pro e Elite, e 290km para Adventure, Master e Grand Master.

                                                   

                                                  A Pro é destinada a atletas profissionais; a Elite para atleta amador de alta performance; a Adventure, com menor distância percorrida, para quem inicia no esporte ou quer um ritmo mais tranquilo; Master (acima de 45 anos) e Grand Master (acima de 55), também na versão reduzida do percurso.

                                                   

                                                  Há ainda a categoria Experience, nas duas últimas etapas do evento (5 e 6/11), para aqueles que não têm disponibilidade de fazer a prova toda.

                                                  Para acompanhar

                                                  1/11 – Check-in Cumbuco (Kite Cabana Lounge)

                                                  2/11 – Cumbuco – Guajiru (Guajiru Kite Center) Elite e Pro -109Km; Adventure/Master/Grand Master – 65Km

                                                  3/11 – Guajiru – Ilha do Guajiru (Pousada Bate Vento) Elite e Pro – 95Km; Adventure/Master/Grand Master – 64Km

                                                  4/11 – Ilha do Guajiru – Preá (Rancho do Kite) Elite e Pro – 75Km; Adventure/Master/Grand Master – 37Km

                                                  5/11 – Preá – Camocim (Bistrô Kite) Elite e Pro – 96Km; Adventure/Master/Grand Master – 54Km

                                                  6/11 – Camocim – Barra Grande (Barra Grande Kite) Elite e Pro – 68Km; Adventure/Master/Grand Master – 54Km

                                                   

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                                                    Com construção iniciada em 2018, o Global Dream está com sua montagem parada, faltando pouco para ser finalizada. Já seu navio-irmão Global Dream II, que começou a ser construído em 2019, teve menos sorte e o processo de desmontagem no ferro-velho já começou.

                                                    Ambos os navios encontram-se na Alemanha, após a empresa responsável pelo projeto original  e o estaleiro que os construíam declararem falência.

                                                     

                                                    Especula-se que o Walt Disney Group queira comprar a primeira embarcação e assim incorporá-lo na sua frota da Disney Cruise Line. Para isso, alguns ajustes deverão ser feitos, já que a embarcação originalmente foi construída pensando no mercado asiático. Vale pontuar que a estrutura do Global Dream está 80% pronta e, ao ser finalizada, poderá ser o maior navio de cruzeiros do mundo.

                                                     

                                                    Nos planos originais, os navios ainda teriam os maiores cinemas já instalados em cruzeiros, além de parques de diversões com montanhas-russas.

                                                     

                                                    O Global Dream tem mais de 340 metros de comprimento, 46 metros de largura e pode receber mais de 2 mil tripulantes. São 20 decks e espaços de entretenimento tanto para adultos quanto crianças.

                                                     

                                                     

                                                    A estimativa do valor de oferta para a compra da embarcação, segundo o site alemão NDR, foi próximo de US$ 1,57 bilhões — o que corresponde a cerca de R$ 8,3 bilhões (valores convertidos em outubro de 2022).

                                                    A Disney Cruise Line, companhia de cruzeiros da Disney, conta com outros navios que incluem Magic, Wonder, Dream e Fantasy.

                                                    *Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                                     

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                                                      27/10/2022

                                                      O canoísta paulista Adelson Rodrigues já chegou na região sul do país rumo a localidade mais meridional do Brasil, no Rio Grande do Sul, onde pretende chegar em dezembro. Nesta semana, o atleta está em São Francisco do Sul, em Santa Catarina.

                                                      Em fevereiro deste ano, aos 60 anos, ele iniciou o desafio de percorrer toda a costa brasileira, entre o extremo norte do país — mas especificamente no Oiapoque, no Amapá — e o Chuí, no Rio Grande do Sul. Com isso, ele será o primeiro brasileiro a remar toda a costa brasileira — cerca de 8 mil quilômetros — com caiaque oceânico.

                                                       

                                                      “A aventura é o que sempre me motivou. Desde criança sou atleta, disputei muitas provas de natação,  triathlon, fiz muitas aventuras de escalada, montanhismo”, conta Adelson.

                                                      Tudo isso faz com que a gente esteja sempre de corpo e alma nessas aventuras que envolvam desafios. Isso tem sido a minha vida – Adelson Rodrigues

                                                      Na rotina da expedição, Adelson rema – conforme condições climáticas – a média de 30 km/dia em cerca de cinco a seis horas. Além de conhecer as cidades litorâneas, também ministra palestras sobre a aventura.

                                                      A expedição, que está chegando ao fim, está sendo contada nas redes sociais e vai se transformar em um livro. Este será a terceira obra de Adelson com narrativas de desafios — os outros dois livros são “Atraído Pela Montanha” e “Meu Norte”.

                                                       

                                                      Adelson é educador físico e já foi campeão de natação em águas abertas — nadou em equipe do Arquipélago de Alcatrazes à São Sebastião (SP) e de Castilho (SP) à Panorama (SP), pelo Rio Paraná.

                                                       

                                                      Ele também já participou de provas de triathlon, correu a Ironman, na Espanha, no Brasil e na África do Sul, além de outras maratonas. Adelson ainda foi campeão nas provas de Aquathlon, ficando entre os cinco top e competiu em cinco provas de corridas de aventura, uma de 80km solo.

                                                       

                                                      E não para por aí, também escalou o Monte Aconcágua, na Argentina, com 6.962m de altitude, além de ser chefe escoteiro e mergulhador.

                                                      Sugestões de pautas

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                                                          Em sua apresentação durante o 7º Congresso Internacional Náutica, Luís Sobrinho, consultor da InvestSP e da Secretaria Estadual de Turismo de São Paulo, ressaltou que não faltam lugares para navegar no Estado.

                                                          São Paulo conta com 4.200 quilômetros de rios navegáveis, 630 quilômetros de costa marítima e mais de 50 lagoas e represas. Essa é uma riqueza que muitos países não tem – Luís Sobrinho

                                                          Para dar o arranque e depois acelerar esse desenvolvimento, foi criada uma cartilha, distribuída para as prefeituras.

                                                           

                                                          “Toda legislação, todo regramento está explicado nessa cartilha, passo a passo, para a cidade se converter em destino náutico”, explicou Luís Sobrinho.

                                                           

                                                          Paralelamente a isso, está em curso o Programa de Implantação de Estruturas Náuticas por Águas Interiores, que já beneficia 13 municípios, com a entrega de projetos completos para a implementação dessas estruturas.

                                                           

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                                                            26/10/2022

                                                            A Triton Yachts está no Fort Lauderdale International Boat Show, um dos maiores salões náuticos do mundo, com duas de suas lanchas. O estaleiro brasileiro atua na América do Norte por meio da marca Hanover, em parceria com a Blueride Marine LLC Group, dealer exclusivo.

                                                            No FLIBS estão dois modelos de grande sucesso aqui no Brasil, na faixa dos 38 pés: a Hanover 375 (no Brasil, Triton 370 HT) e a Hanover 377 (a Triton Flyer 38 T-Top).

                                                            Segundo o diretor de marketing da Triton Yachts, Allan Cechelero, esta é uma ótima oportunidade dos americanos conhecerem a qualidade e a sofisticação dos barcos produzidos.

                                                             

                                                            No salão de Fort Lauderdale, que reúne mais de 50 estaleiros, estão expostos modelos da Triton comercializados no Brasil e que possuem muito conforto e tecnologia embarcados.

                                                            Foto: Hanover 375 (Triton 370 HT)/ Reprodução: Triton Yachts

                                                            Nossa expectativa com a participação no FLIBS é expandir ainda mais nossa atuação no mercado internacional – Allan Cechelero

                                                            Um dos destaques do estaleiro paranaense no salão da Flórida, a Hanover 375 tem hardtop com fechamento lateral e portas de vidro. Seu teto tem o funcionamento parecido com um teto solar conversível, tendo abertura elétrica de 1,95 metros por 1,5 m. Por isso, há um espaço adicional com pé direito de 1,85, quando o cockpit está fechado com a porta de vidro.

                                                            Foto: Hanover 377 (Triton Flyer 38 T-Top)/ Reprodução: Triton Yachts

                                                            Já o modelo Hanover 377 possui uma cobertura elétrica com acionamento elétrico do hardtop. Sendo assim, os navegantes conseguem ter conforto maior nas navegações, principalmente se houver uma chuva mais moderada.

                                                             

                                                            Nos dois barcos, o exterior é completo com churrasqueira e pia no espaço da popa, além de um solário. Na parte interna, os barcos abrigam cozinha completa, dois camarotes (sendo um deles na proa), sofá que pode se transformar em uma cama e outro na meia-nau. As embarcações também contam com um banheiro cada.

                                                             

                                                            Saiba mais sobre o Fort Lauderdale Boat Show

                                                             

                                                            A FLIBS possui mais de 60 anos de história, reunindo as principais novidades dos estaleiros para o mercado.

                                                             

                                                            As principais atrações da exposição serão divididas em sete lugares: Bahia Mar Yachting Center, Las Olas Marina, Hall Of Fame Marina, Broward County Convention Center, Pier 66 Marina, Superyacht Village no Pier 66 Soth e Hilton Fort Lauderdale Marina. A FLIBS recebe visitantes até dia 30. Para mais informações, acesse o site do evento.

                                                             

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                                                              Schaefer 660, Schaefer 510 GT, Schaefer 450 Fly, Schaefer 400 Sport e Schaefer V33 são as embarcações exibidas

                                                              Por: Redação -

                                                              A Schaefer participa de um dos maiores salões náuticos do mundo:  o Fort Lauderdale International Boat Show, que começou nesta quarta-feira (26).

                                                              A Schaefer está expondo cinco embarcações no evento que acontece nos arredores de Miami e que reúne mais de mil barcos ancorados na água.

                                                              Um dos destaques do estaleiro catarinense é a Schaefer 660. A lancha possui duas plataformas laterais acionadas por botão, proporcionando um aumento de 25% no espaço de popa — tendência crescente entre o público brasileiro, e que tem tudo para também agradar quem vive no clima tropical da Flórida.

                                                               

                                                              Na Schaefer 660, o piso do convés principal é todo nivelado. Entre a praça de popa e o salão há um único e grande living, sem degraus nem interrupções, a não ser uma porta de vidro quadripartida que, quando totalmente aberta, integra os dois ambientes. O barco conta ainda com uma suíte master e três suítes de hóspedes.

                                                              Foto: Schaefer 660

                                                              Outro barco na FLIBS é a Schaefer 510 GT, que abriga três suítes completas e espaço interno e pé-direito acima da média. Com identidade própria, marcada pelas janelas em arcos (ou com desenho sinuoso) na superestrutura do casario, essa é uma lancha para até 16 pessoas passearem juntas, sendo que seis delas podem dormir a bordo.

                                                               

                                                              Na Schaefer 450 Fly, por sua vez, o que chama mais atenção é a suíte máster, à meia-nau, apontada como um dos melhores projetos interiores de barcos, por equilibrar estética e design com maestria. Ainda possui duas suítes, ambas com janelas nos dois bordos, na linha d’água, para que, mesmo na hora de descansar, não se perca o contato com o mar.

                                                               

                                                              Ainda estão no salão de Fort Lauderdale a Schaefer 400 Sport, que, dentre seus principais itens, tem deck espaçoso, amplo espaço gourmet e duas suítes; e a Schaefer V33, um walk around contemporâneo, esportivo, versátil e, ao mesmo tempo, clássico, que pode servir tanto para pesca quanto para passeio.

                                                               

                                                               

                                                              Saiba mais sobre o Fort Lauderdale Boat Show

                                                               

                                                              A FLIBS possui mais de 60 anos de história, reunindo as principais novidades dos estaleiros para o mercado.

                                                               

                                                              As principais atrações da exposição serão divididas em sete lugares: Bahia Mar Yachting Center, Las Olas Marina, Hall Of Fame Marina, Broward County Convention Center, Pier 66 Marina, Superyacht Village no Pier 66 Soth e Hilton Fort Lauderdale Marina. A FLIBS recebe visitantes até dia 30. Para mais informações, acesse o site do evento.

                                                               

                                                              Náutica Responde

                                                              Faça uma pergunta para a Náutica

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