O superiate O’Natalina parece aos nossos olhos uma nova embarcação, tanto pelo seu estilo ultramoderno, quanto pelas suas instalações internas, todas cheias de requintes. Contudo, ele é quase um quarentão.
Em 1985, o estaleiro italiano Picchiotti, desenvolveu todo o projeto deste grande barco, com 184 pés (56 m). Em 2017, ele foi comprado pelo estaleiro grego Golden Yachts e passou por uma profunda reforma e ganhou este novo nome, uma espécie de marca registrada da empresa grega (outros modelos deles têm os nomes de O’Mega, O’Asis e O’Pari).
Reprodução: Autoevolution
Para acomodar com bastante conforto os 12 convidados, o superiate possui seis camarotes com sistema de entretenimento, como TVs via satélite, wi-fi a bordo e até uma pista de dança. Outros 12 tripulantes também viajam com muita comodidade.
Reprodução: Autoevolution
A embarcação conta com dois motores MTU, com velocidade de cruzeiro de 15 nós. Seu tanque de combustível é de 95 mil litros, e quando cheio, ele pode chegar a mais de 6 mil milhas de autonomia. Todo seu casco é feito de aço, já a estrutura foi produzida em alumínio.
Reprodução: Autoevolution
Atualmente, O’Natalina se encontra disponível para o fretamento na região do Mediterrâneo. Seu valor de aluguel semanal está em torno de 170 mil euros, cerca de R$ 960 mil (valores consultados em novembro de 2022). Por esse valor, já está incluso os brinquedos aquáticos, como um Seabob (scooter subaquática), brinquedos rebocáveis e até os equipamentos de wakeboard.
Reprodução: Autoevolution
Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Para festejar um ano de inauguração em grande estilo, o Museu do Mar Aleixo Belov receberá uma exposição inédita com fotografias do renomado fotógrafo, etnólogo, antropólogo e escritor franco-brasileiro Pierre Verger (1902 – 1996), a partir de 3 de dezembro.
Com o tema “Velas do Mundo”, a mostra – que reúne, com exclusividade, imagens de saveiros e veleiros feitas pelo mestre em suas viagens pelos continentes – estará disponível para a visitação de baianos e turistas a partir deste sábado, 3 de dezembro.
Foto: Adson Almeida/Divulgação
“Será a primeira vez que o público poderá ver juntas, em uma exposição, as imagens de velas registradas por Verger em diversas partes do mundo, como em Porto Saíde (Egito), Pointe-à-Pitre (Guadalupe), Tiquina (Bolívia), Xangai (China), Veneza (Itália), Tahiti (Polinésia Francesa), Hoi An e Da Nang (Vietnã), além fotos feitas no Brasil em destinos como Belém, Olinda, Salvador e Recôncavo baiano”, afirma Alex Baradel, responsável pelo acervo fotográfico da Fundação Pierre Verger.
Museu recebeu convidados nesta quinta-feira (1), para celebrar 1 ano do museu e a nova exposição. Foto: Adson Almeida/Divulgação
Ele ainda acrescenta que, dentro dessa temática, foram escolhidas fotografias que expressam a ideia de viagem e liberdade, que são duas noções importantes tanto na obra e vida de Verger, quanto na do velejador Aleixo Belov, 79 anos.
“A exposição será um complemento à visita ao Museu do Mar. É um conjunto. Quem visitar o local conhecerá a trajetória de Belov, sua paixão pela vela, pelo mar, suas voltas ao redor do mundo. A exposição ‘Velas do Mundo’ se juntará a esse material, trazendo fotos de veleiros e saveiros de uma outra época (1930-1940). São ampliações com qualidades estéticas características da obra fotográfica de Verger, e impregnadas com seu olhar sensível às culturas não ocidentais”, destaca Baradel.
Foto: Adson Almeida/Divulgação
Ao todo, 19 imagens estarão expostas no mezanino 2 do museu. Além disso, o público ainda poderá conferir dois audiovisuais — um deles, também inédito, sobre a viagem ao redor do mundo que Verger fez em 1934, que incluirá outras 120 fotos.
Mariana Belov, diretora do Museu do Mar Aleixo Belov, destaca que abrigar essa exposição é motivo de muita alegria, principalmente por alguns traços que unem Verger e Belov.
Gilberto Sá, presidente da Fundação Pierre Verger, Belov e Ieda Sá. Foto: Adson Almeida/Divulgação
“Ambos têm características em comum: o amor por Salvador e por explorar o mundo, retratando a essência dos povos: Verger, por meio da fotografia e dos relatos etnográficos, e Belov, através de seus livros e das relíquias que pôde trazer e compartilhar no museu como um presente para a capital baiana. Então, comemorar 1 ano do Museu do Mar, com ‘Velas do Mundo’, só torna o momento mais especial”.
Neste primeiro ano de funcionamento, o espaço cultural e educacional se tornou um dos pontos de paradas obrigatórias do Centro Histórico de Salvador para quem deseja conhecer mais sobre o mar e a navegação.
Belov e a filha Mariana. Foto: Adson Almeida/Divulgação
O museu guarda, em seu acervo, relíquias trazidas das seis viagens de volta ao mundo feitas por Belov, incluindo as três que o comandante realizou, em solitário, a bordo do veleiro “Três Marias”.
A embarcação, inclusive, é o pilar central do museu, que ocupa um casarão de três andares que mistura arquitetura clássica com moderna no Largo do Santo Antônio Além do Carmo.
Serviço
Exposição inédita “Velas do Mundo”, com fotos de Pierre Verger.
A partir de sábado, dia 3/12, das 10h às 18h (com acesso permitido até as 17h).
Endereço: Casarão amarelo no Largo do Santo Antônio Além do Carmo, nº3, no Centro Histórico de Salvador
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Criança de até 5 anos não paga. Às quartas, a entrada será gratuita.
Um pedido de casamento contou com um acontecimento inusitado na Flórida. Scott Clyne planejou um passeio de barco com a namorada Suzie Tucker para pedi-la em casamento, no entanto, quando ele puxou a caixa com o anel de compromisso do bolso, o objeto escapou e acabou caindo no mar.
Sem pensar, ele mergulhou para tentar salvar a aliança. Apesar do contratempo, Scott recuperou o anel e completou o pedido de casamento, ao qual Suzie disse sim.
De acordo com o noivo, a joia acabou caindo porque ficou presa no bolso do short. “Eu estava com o anel no bolso de trás e, quando fui pegá-lo, o canto da caixa ficou preso no bolso e escorregou das minhas mãos”, disse Clyne.
“Não hesitei em entrar porque imaginei que iria afundar rapidamente e não queria arriscar. Eu o vi quicar no convés e atingir a água e, felizmente, flutuou por uma fração de segundo, dando-me a chance de agarrá-lo enquanto mergulhava”, continuou.
“Tudo ficou confuso depois disso. Entrei em pânico e reagi correndo para a caixa do anel antes que ela pudesse afundar, sem me importar se eu caísse na água. Felizmente, consegui recuperar o anel”, finalizou.
O casal tem a náutica como um marco de sua história, já que os dois se conheceram por meio de um amigo em comum que sabia que ambos compartilhavam a paixão por passeios de barco.
“Sempre quis propor a Suzie em nosso barco porque é uma paixão nossa e como nos conhecemos”, disse Clyne.
É, Scott, com certeza o passeio de barco eternizou a história de vocês! O momento foi filmado por um amigo e publicado nas redes sociais.
“Deixei cair o anel no golfo durante meu pedido de casamento”, diz o texto no vídeo postado . A publicação viralizou e já tem quase 10 milhões de visualizações.
Se você é apaixonado por velocidade e se liga em competições de jet, certamente já conhece o Yamaha GP1800R SVHO. Isso porque, na história das corridas profissionais de motos aquáticas, nunca um jet dominou as competições em pista fechada da maneira como os modelos da série Yamaha GP de WaveRunners — leia-se GP1800R SVHO e GP1800R HO —, que venceram praticamente todas as grandes corridas de alta velocidade do mundo.
Foi com um GP da Yamaha que o paulista Umberto Brito, por exemplo, conquistou o campeonato mundial de jet na categoria Runabout Turbo Stock, competição disputada em Lake Havasu, no Arizona, nos Estados Unidos, conhecida como capital mundial do jet.
Esportivo, repleto de recursos tecnológicos, o GP1800R é um jet voltado para o público que está em busca de emoção e muita diversão na água, podendo ser utilizado tanto para o lazer como para competição.
Equipado com um motor superalimentado de 1.812 cilindradas e quatro cilindros da Yamaha, alcançou os 72,4 mph (ou 62,9 nós!) de velocidade máxima, marca simplesmente alucinante.
Para sentir na prática o que tudo isso representa, aceleramos um jet da série GP (modelo SVHO, o top da linha esportiva da Yamaha) nas águas do Mar Pequeno, em São Vicente, no litoral de São Paulo.
Depois, no seco, avaliamos detalhadamente todos os seus recursos tecnológicos e de segurança. Aqui, equipamentos e acessórios não faltam.
Já ao embarcar no jet, você percebe que há algo diferente por ali. A posição de pilotagem é confortável e a carenagem, ergonômica.
Acionado o acelerador, logo vem a certeza de se estar a bordo de um verdadeiro puro-sangue esportivo. Passar algum tempo no comando de um GP 1800R SVHO é como estar numa pista de corrida. É pura adrenalina.
Mesmo com as ondulações, o mar bem mexido e o tanque cheio (70 litros), ele navegou na faixa entre 36 e 40 mph (31 e 35 nós).
Já dentro de um dos braços calmos do Mar Pequeno, como uma faca na água, chegou facilmente à incrível marca de 72,4 mph (62,9 nós). Uma estilingada! E olha que a unidade testada por NÁUTICA era zero quilômetro. Nem sequer estava amaciada.
Ágil e radical, a máquina japonesa mostrou também ser muito firme, estável, gostosa de pilotar. Em nenhum momento ameaçou jogar o piloto na água, mesmo cruzando ondas desencontradas e mar mexido.
A pilotagem precisa e segura é sinal de que o casco também foi bem desenvolvido, e não apenas o motor. Você não briga com o jet para andar rápido e a sua grande potência significa mais controle.
O casco e o convés dos jets da Yamaha são confeccionados com um material mais leve que a fibra de vidro tradicional: o NanoXcel 2, marca registrada da Yamaha.
Segundo a empresa, por conta desse material, seus cascos e deques são considerados superfícies de Classe A, termo automotivo para uma superfície lisa e de alta qualidade. Esta superfície Classe A permite que a Yamaha ofereça cores de pintura metálica que as outras marcas não podem.
A tela do GP 1800R, Connext de 4,3 polegadas, traz todos os dados do motor e informações sobre a embarcação (horímetro, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, trim, etc.), mas não é touch: o comando é feito por um touchpad, que permite que o usuário mova o cursor ao toque de botões emborrachados bem na frente do assento, do lado direito do jet.
O guidão, inclinável, com sistema de ajuste, tem visual inspirado em modelos de corrida. Na mão esquerda fica o botão do sistema “No Wake”, que permite ao piloto manter a rotação do motor dentro de uma faixa desejada, como na hora de entrar ou sair de uma marina, por exemplo.
Por sua vez, o Trim automático (Auto Trim), com controle de curvas e de largada, funciona independentemente do Trim elétrico (com acionamento no guidão).
Quando (auto) acionado — durante uma curva mais fechada, por exemplo — muda automaticamente o trim para a posição proa para baixo, permitindo que você faça o ataque com total confiança. Essas funções transmitem melhor sensação de pilotagem.
O tanque de combustível tem capacidade para 70 litros, permitindo ao pilo andar forte, com boa autonomia. Uma pequena corrente evita que a tampa do bocal do tanque caia.
Na lista de recursos de conforto e segurança do Yamaha GP 1800R há também o RIDE (sigla de Reverse with Intuitive Deceleration Electronics), sistema de desaceleração intuitiva com ré.
Tem três funções: desaceleração, ré e o auxílio em manobras. Com este recurso é possível controlar a aceleração na saída, fazer manobras e até mesmo reverter para a ré, tudo de forma fácil, rápida e intuitiva.
Entre os itens de conforto, há dois grandes compartimentos, um na proa com borracha de vedação em torno da tampa, outro sob o assento, o que resulta em uma capacidade de armazenamento total de 107 litros.
Sem contar um nicho exclusivo para o celular, com saída opcional de USB para carregar bateria do aparelho. Essa caixa não é completamente estanque, mas à prova de respingos e de chuva.
Para animar os passeios, nas laterais do guidão, o estaleiro instalou dois encaixes para as caixas de som, sistema original portátil da Yamaha, o que reduz o risco de roubo.
Opcionalmente, é possível instalar um sistema de som fixo. O resultado, tanto no uso (o som é limpo, de qualidade) como esteticamente, ficou muito bom.
Um detalhe interessante é que a água não fica empoçada ao redor do convés, por conta da instalação de um ralo. Já na plataforma estendida, uma escada, ou degrau, facilita o reembarque, o que é providencial em caso de queda ou mergulho no mar.
Há ainda um pega-mão e um encaixe para um suporte para puxar esqui e wakeboard. Resumindo: se navegando ele fez bonito, examinado no seco ele também chama atenção. E ainda atende aos requisitos relacionados à emissão de poluentes, devido ao seu moderno motor 4 tempos, 4 cilindros de 1.812 cilindradas.
Saiba tudo sobre o Yamaha GP 1800R SVHO
Pontos altos
Aceleração fortíssima
Estabilidade nas curvas
Sistemas eletrônicos de manobras e desaceleração
Pontos baixos
Levanta água na proa em mar mexido além do esperado
Tela multifuncional é pequena
Faz falta um acolchoamento para as pernas junto ao casco
Características técnicas
Comprimento: 3,35 m Largura: 1,24 m Altura: 1,20 m Motor: 1.812 cc supercharger, 4 tempos, 4 cilindros Capacidade de combustível: 70 litros Peso: 342 kg Painel: Connext de 4,3” com touchpad Casco e deque: NanoXcel 2® Capacidade de armazenamento: 107,6 litros Passageiros: 3 pessoas
Quanto custa o Yamaha GP 1800R SVHO
O preço sugerido do Yamaha GP 1800R SVHO é a partir de R$ 158.586,00. Valor pesquisado em novembro/2022. Para saber mais sobre o modelo testado, acesse o site oficial da Yamaha.
Consultor técnico: Guilherme Kodja Edição de texto: Gilberto Ungaretti Edição de vídeo: Luiz Becherini Fotos: Victor Oliveira e Divulgação
Anunciado pela primeira vez em 2010, o veleiro Dream Symphony, com 141 metros e totalmente em madeira, foi revelado com uma série de promessas inovadoras.
Com quatro mastros e equipado com uma escuna, o modelo que está em construção no estaleiro Dream Ship Victory, em Bozburun, na Turquia, será um dos maiores veleiros do mundo quando lançado, atrás do Iate A.
O órgão internacional RINA nunca havia certificado nenhuma estrutura de madeira com mais de 30 metros de comprimento, mas ficou satisfeito com o resultado de uma pesquisa científica envolvendo especialistas da área, e a construção começou, de fato, em 2011.
Desde então, o progresso do projeto estagnou e, agora, a empresa Burgess Yachts está procurando um novo proprietário para concluir o iate.
Projetado por Dykstra Naval Architects e Ken Freivokh — que também trabalharam no Black Pearl (de 106 metros) e no Maltese Falcon (de 88 metros) –, o veleiro inclui características como ser renovável e reciclável, segundo a Burgess Yachts.
De acordo com Freivokh, o conceito original previa “uma escuna muito tradicional em termos de mastreação”, mas com o layout do interior menos convencional.
Na verdade, o conceito de interior foi quase totalmente criado em torno de camarotes muito privativos.
Dividido em dois níveis com um átrio e uma escada em espiral, conta com uma área especial com quarto, banheiro e lounge privativo no convés inferior, enquanto um salão adjacente e um escritório ficam acima, no convés principal.
“O proprietário tem quase toda a seção traseira para si”, diz Freivokh. O restante da acomodação fica no convés inferior e acomoda 16 pessoas em oito camarotes, divididos como: dois VIPs, três duplos, um de solteiro e dois conversíveis.
O iate possui um jardim de inverno conversível, localizado entre os aposentos do proprietário e o saguão principal, que pode ser fechado com o “toque de um botão”, de acordo com Freivokh.
Áreas como essa foram fundamentais para o briefing do proprietário de ter “a sensação de estar fora enquanto está dentro”.
O veleiro conta com uma piscina no convés de popa, completa com fundo ascendente que se transforma em pista de dança ou heliporto.
A extensa lista de comodidades também inclui salas de reuniões e um amplo spa, com salões de beleza e manicure, sala de massagens e academia.
Embora a construção esteja paralisada há algum tempo, Freivokh relata que o casco agora está “praticamente completo”.
Também não foi completamente desativado. “Eles estão mantendo em muito bom estado”, acrescenta.
Quando o marinheiro de longa data David Healey começou a projetar seu iate dos sonhos, se inspirou em um modelo de carro esportivo muito famoso da década de 1960: o Austin Healey, veículo criado pelo seu avô.
Medindo mais de 18 metros, a embarcação possui um design inovador e tem muitas tecnologias embarcadas. Entre elas, a possibilidade de elevar os assentos do posto de comando até a abertura do hardtop. Isso mesmo, apenas ao toque de botões você abre o teto da lancha e ergue os bancos, para pilotar a embarcação lá do alto.
A ideia desse projeto parece bem maluca, mas quando você está lá em cima, atrás daquele para-brisa baixo, temos a sensação de estar em um carro esportivo – David Healey
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Desenvolvido pela parceria entre a empresa Vripack e o arquiteto naval holandês Guido de Groot, com a construção a cargo da Mulder Shipyard, o Mulder Healey 1800 é feito de alumínio leve e suas cores remetem ao carro esportivo.
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O barco é equipado com dois motores Volvo D8 turbo diesel, que, juntos, podem atingir os 600 hp de potência. Sua velocidade de cruzeiro é de 20 nós, com velocidade máxima de 24 nós.
Normalmente, a família Healey navega entre as regiões de Cornwall, na Inglaterra, e também no Mediterrâneo.
Para acomodar com conforto os navegantes, há dois camarotes principais: uma suíte master à meia-nau e uma suíte na proa. Há também uma grande cozinha, um salão com bastante espaço e uma área de convivência na popa.
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Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O megaiate Opera, um dos novos projetos do estaleiro alemão Lurssen, foi flagrado realizando testes no Mar do Norte. Quando ficar pronto, ele deverá ocupar a 9ª posição entre os maiores iates do mundo — a previsão de entrega é para os primeiros meses de 2023.
O curioso é que o estaleiro costuma manter todos os seus projetos em segredo, até a hora de fazer a entrega ao cliente.
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A primeira vez que esse modelo foi visto foi em setembro, quando a Lurssen permitiu que tanto o público quanto a imprensa vissem toda a parte externa do barco. Contudo, o interior continua sendo um mistério.
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Com 146,35 metros de comprimento, o Opera possui sete decks espaçosos. Seu valor é estimado em algo próximo dos US$ 450 milhões, cerca de R$ 2,4 bilhões (valores convertidos em novembro de 2022).
O design exterior foi totalmente projetado pela Terence Disdale. Acredita-se que o Opera tenha sido construído com a estrutura do projeto Sassi, um iate que pegou fogo durante um incêndio no estaleiro, em 2018.
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Sua capacidade estimada é de até 40 passageiros, além de 80 tripulantes a bordo. Há rumores que o dono do Opera seja o o bilionário Sheikh Abdullah bin Zayed al Nahyan, atual ministro das Relações Exteriores e da Cooperação Internacional dos Emirados Árabes Unidos.
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Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Os empresários Jonas e Elizabeth Moura eram só felicidade no último sábado (26), durante a festa que marcou os oito anos de sucesso do estaleiro pernambucano Nx Boats.
O NX Summer Day aconteceu no Amura Carneiros, em Tamandaré, litoral Sul de Pernambuco, e reuniu cerca de 300 convidados.
Alguns deles, inclusive, são clientes da Nx e chegaram ao local da festa em suas próprias lanchas para brindar com os donos do estaleiro o novo momento da empresa, que atingiu a marca de 1.400 embarcações na água, todas fabricadas.
Enquanto a festa rolava, animada pelos shows de Rafa Cout, Clara Sobral e a banda Pagode 874, uma bela exposição com mais de 30 barcos, na praia em frente ao Amura, chamava atenção e exibia embarcações dos nove modelos já fabricados pelo estaleiro.
Durante o Summer Day, a marca apresentou também o modelo Nx 50 Invictus Hard Top, que foi lançado no São Paulo Boat Show 2022. A nova lancha fez o estaleiro ampliar sua linha de produção e entrar na divisão Yachts, com a construção de embarcações de maior porte.
Regada a espumantes, whisky e coquetéis exclusivos do Beijupirá, além de saboroso buffet de carnes e grelhados de frutos do mar do Tapa de Cuadril, sob a batuta do restaurateur Paulo Brol, o Summer Day repetiu o sucesso de 2021.
A empresária de eventos e consultoria Roseane Cabral cuidou da organização da festa que começou às 13h e se estendeu até 22h, no melhor estilo open bar.
Está em águas brasileiras o megaiate Octopus, que já foi um dos maiores iates privados do mundo e ostenta um nível incrivelmente alto de luxo.
Construído pelo estaleiro alemão Lurssen, a embarcação chegou recentemente ao Rio de Janeiro, segundo a BYS International publicou em suas redes sociais.
Sua passagem pelas águas brasileiras, no entanto, será rápida: no início de dezembro ela segue viagem até a Antártica, onde passará a temporada de verão 2022/2023.
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Com mais de 126 metros de comprimento, este é o primeiro ano em que a embarcação está disponível para para ser alugada. Vale lembrar que, quando foi finalizado, em 2003, o Octopus foi comprado pelo já falecido cofundador da Microsoft, Paul Allen.
Construído em aço e equipado para realizar missões de reconhecimento e recuperação do oceano profundo, a embarcação já foi inclusive emprestada a governos para missões de recuperação de artefatos da Segunda Guerra Mundial do oceano.
O iate possui sala médica totalmente equipada, centro de mergulho completo com câmara hiperbárica, um submarino e até dois heliportos. Com todas essas inovações, diversas pesquisas sérias podem ser feitas com a embarcação, que é forte o suficiente para superar as condições extremas das viagens polares.
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Seu interior conta com dois elevadores, uma piscina, um cinema, quadra de basquete, um estúdio de gravação com vista para o mar e 13 suítes. Todos os cômodos seguem um alto padrão de qualidade e de sofisticação.
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Quando estive nele pela primeira vez, me senti dentro de uma nave espacial – Paul Allen, antigo dono do Octopus
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De acordo com a Camper & Nicholsons, responsável pelo fretamento do modelo, o aluguel do megaiate custa a partir de 2,2 milhões de euros por semana (aproximadamente R$ 12,2 milhões, em valores convertidos em novembro de 2022).
Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Doha, capital do Catar — sede da Copa do Mundo 2022 –, teve uma de suas praias “pintadas” pelas bandeiras dos países participantes do Mundial. Um desfile levou dezenas de exemplares da embarcação típica da região à praia de Katara, como parte do 12º Festival de Dhow.
O festival, que vai até o dia 18 de dezembro, começou no último dia 20, com uma jornada liderada por Al Sardal Saif Al Sulaiti.
No lugar de suas velas, 32 barcos históricos hastearam bandeiras dos países que disputam a Copa. Eles deixaram Katara Beach para navegar em direção a Doha Corniche e à praia do Parque MIA.
O festival inclui 50 pavilhões para os países participantes, que recebem exposições de patrimônio marinho, artesanato e profissões para apresentar seus países, além de concursos e workshops marinhos.
O diretor geral da Fundação Katara Cultural Village, Dr. Khalid Ibrahim Al Sulaiti, disse que a 12ª edição do festival está sendo excepcional, porque coincide com o lançamento das competições mundiais.
Al Sulaiti acrescentou que o festival pretende oferecer muitos diferenciais através das suas várias seções, para informar aos visitantes sobre a vida antiga nos países do Golfo em geral, além de reviver os esportes náuticos tradicionais.
Jihad Al Jaidah, membro da comissão organizadora do Festival de Dhow Tradicional, disse em declarações à Qatar News Agency (QNA) que a característica mais importante que distingue a 12ª edição do festival é o período de tempo que dura desta vez — um mês, em vez de cinco dias ou uma semana, como era nos anos anteriores, e suas atividades continuam até a 1h da manhã pela primeira vez.
A Copa Mitsubishi – Circuito Ilhabela de Vela, com organização e realização do Yacht Club de Ilhabela e patrocínio da Mitsubishi Motors, iniciou sua 4ª etapa no último fim de semana.
Depois de mais de 15 horas de uma regata difícil, em que a falta de ventos no lado oceânico de Ilhabela representou um teste de paciência e resistência às 27 equipes que encararam o desafio da Volta à Ilhabela, o veleiro Inaê Amstel Ultra, comandado por Bayard Umbuzeiro Neto, cruzou a linha de chegada, por volta das 3h30 deste domingo (27).
Logo após, o Argos, de Jaime Cupertino, também um S40 como o Inaê, foi o segundo a cruzar a linha de chegada.
Foram 31 equipes participando deste primeiro sábado da 4ª etapa da Copa Mitsubishi. Dessas, 27 disputam a volta à Ilhabela e outras 4, uma regata de percurso no Canal de São Sebastião.
As equipes que correm a Volta à Ilha tiveram uma largada em condições perfeitas para começar uma regata de percurso tão longa como esta.
Exatamente às 12h10 partiram da linha de largada em frente ao Yacht Club de Ilhabela com vento sul e correnteza forte a favor.
Uma largada em que logo as equipes subiram os seus balões e “dispararam” sentido norte do Canal, para, posteriormente, encararem uma “outra regata” a partir do norte de Ilhabela, pois o vento rondou muito a noite toda.
“Corremos várias regatas nessa madrugada”, comenta o comandante Bayard Umbuzeiro, do veleiro Inaê.
“Largamos muito bem e, ao norte, decidimos velejar bem próximo à costa, uma estratégia que não deu muito certo, pois os demais competidores acabaram nos ultrapassando. Mas, ao longo da madrugada, tudo mudou novamente, e várias vezes, e nessas a gente retomou a posição, conseguindo cruzar a linha em primeiro”, completa Bayard.
Veleiro Jazz é o vencedor da regata no tempo corrigido
Apesar de ter cruzado em primeiro, o Soto 40 Inaê não conseguiu vencer a regata no tempo corrigido, o que coube ao veleiro Jazz, de John Julio Jensen, um Malbec 36:
“Essa é uma regata muito aguardada. A gente já começa a se preparar para ela muito tempo antes e é sempre desafiadora. Esta foi uma edição particularmente difícil, com a falta de ventos, e para nós a vitória foi muito emocionante, pois estávamos em último quando passamos pela Ponta Grossa. Mas temos um time muito integrado o que nos ajudou nas estratégias durante a madrugada”, comente o comandante John.
“O legal é que também estávamos com alunos da Escola de Vela Lars Grael, que fizeram a sua primeira Volta à Ilha”.
O segundo colocado no corrigido foi o Rudá Blue Seal, de Mario Martinez. Em terceiro, o Lucky/Alforria, de Luiz Villares.
Também completaram a regata, na classe ORC, o Orson, de Carlos Eduardo Souza e Silva e o Montecristo, de Marcelo Belloti.
Zeus vence a RGS, Caiçara na C30 e Conquest na HPE25
Na classe RGS apenas dois veleiros terminaram a regata, o vencedor, Zeus, de Paulo F. Moura e o My Boy, de Lars Muller.
As classe HPE25 e RGS C fizeram uma regata de percurso nos limites do Canal de São Sebastião. Largaram rumo sul, para uma regata de percurso que contornou o farolete 4, no extremo sul do Canal e chegou no través da Laje dos Moleques.
A vitória na HPE25 foi do Conquest, de Daniel Hilsdorf, com o Zoom, de Breno Chvaicer em segundo. Na RGS C, vitória do Brazuca, de José Rubens Bueno, seguido do Triton, de Ricardo Zamboni.
Na Classe C30, apenas o Caiaçara, de Marcos Oliveira Cesar, terminou a regata.
E depois de uma regata cansativa, um café da manhã no Yacht Club de Ilhabela acolheu os velejadores para a premiação da volta à Ilha na manhã de domingo.
Regatas finais acontecem no próximo fim de semana
Os dias 3 e 4 de dezembro vão sediar as regatas finais da etapa e do campeonato 2022.
No sábado, após as regatas, um jantar com rock’n’roll ao vivo vai comemorar o fim da mais uma temporada e, no domingo, após as regatas, as premiações finais.
Já pensou em ficar submerso em mergulho livre por mais de 10 minutos a uma profundidade de 70 metros sem nenhum treinamento para isso?
Os seres humanos em geral não são naturalmente adaptados na permanência prolongada em baixo d’água, com exceção do Povo Bajau, os primeiros conhecidos geneticamente muito adaptados ao mergulho.
Quando prendemos a respiração, o corpo reage automaticamente diminuindo o batimento cardíaco e contraindo os vasos sanguíneos e também o baço. Essa resposta de mergulho é essencial na economia de energia durante a falta de oxigênio.
Depois de alguns poucos minutos submersos, a maioria de nós ficaria sem ar, o que levaria à danificação dos órgãos, principalmente o cérebro. Entretanto, esse não é um problema para os Bajau, que levam o mergulho livre muito a sério.
Nômades do mar
Durante centenas de anos, os Bajau viveram no mar. Desse modo, a seleção natural pode tê-los tornado mergulhadores geneticamente mais fortes, como sugere um estudo na revista Cell, o qual oferece as primeiras pistas de que uma mutação de DNA para baços maiores dá a esse povo uma vantagem genética para a vida nas profundezas das águas.
Prender a respiração embaixo d’água por alguns segundos e até por poucos minutos é possível para a maioria das pessoas. No entanto, esse grupo de pessoas consegue segurar a respiração por 13 minutos.
Esse feito extraordinário é resultado de mais de mil anos de mergulho livre e estilo de vida marítimo – eles mergulham para caçar peixes e buscar por elementos naturais para usar em artesanatos.
Conheça um pouco sobre os Bajau
Conhecidos por viver do mar e da pesca, os Bajau vivem nas águas do Sudeste Asiático. Suas casas, flutuantes e longas, são conhecidas como lepas — cabanas de madeira construídas no mar, próximas da costa.
Frequentemente, os Bajau são chamados de “nômades do mar” ou “ciganos do mar”, pois eles só estão em terra quando precisam negociar ou buscar proteção das tempestades marítimas.
Outros grupos que viveram próximos ao mar certamente já existiram, mas nenhum outro tinha uma relação tão estreita e familiar com as águas do que o Povo Bajau, podendo ser o último povo com costumes marítimos que sobreviveu até os dias atuais.
São especialistas em mergulho livre principalmente porque vivem da pesca, passando mais de 5 horas submersos diariamente, o que significa dizer que eles têm o maior tempo de mergulho sem respirar do que qualquer outro humano.
As habilidades de mergulho e natação são desenvolvidas desde cedo, quando os Bajau ainda são crianças, uma vez que elas começam a pescar e caçar desde os 8 anos de idade. Em seu tempo livre, elas brincam na praia ou ajudam com a rotina da casa.
Como se não bastasse uma vida toda relacionada ao mergulho, alguns Bajau rompem de forma intencional seus próprios tímpanos para adquirir capacidades de mergulho ainda mais eficazes, pois conseguem suportar melhor a pressão do oceano. Por isso, pessoas mais velhas apresentam mais problemas de audição.
Um estudo de Melissa Llardo, do Centro de Geogenética da Universidade de Copenhague, sugere que a seleção natural ajudou o Povo Bajau a desenvolver uma vantagem genética. De acordo com a pesquisa, foram coletados dados de um grupo relacionado de pessoas chamado Saluan, que vive no continente indonésio.
Quando as amostras foram comparadas – exames laboratoriais e de utrassom – a equipe descobriu que o tamanho médio do baço de uma pessoa Bajau era 50% maior do que o mesmo órgão em um indivíduo Saluan.
Além disso, os pesquisadores se depararam com um gene chamado PDE10A, que se acredita controlar um determinado hormônio da tireoide nos Bajau, mas não nos Saluan. Em camundongos, o hormônio foi relacionado ao tamanho do baço.
Uma das novas formas de diversão para os amantes do mundo náutico, e que está ganhando holofote, são os submarinos particulares. Geralmente, os principais compradores são aqueles que já têm seu próprio barco e querem explorar ainda mais as profundezas do oceano.
Atualmente, duas marcas já trabalham com esse mercado. Uma é a U-Boat Worx, que lançou o modelo Nemo 2 em 2020, que alcança até 100 metros de profundidade.
Nemo 2/ Divulgação
O submarino conta com quase três metros de largura e 1,55 de altura, onde duas pessoas podem viajar com conforto. O único porém é o valor da embarcação: 590 mil euros — convertido em reais, chega na casa dos R$ 3,3 milhões (valores consultados em novembro de 2022). Para quem não pode gastar tanto, mas quer ter esse lazer, uma opção é o Nemo 1, que leva apenas um passageiro e custa 545 mil euros — convertidos em reais, atinge cerca de R$ 3 milhões (valores consultados em novembro de 2022).
Bert Houtman, o CEO da marca, já tem uma longa história com submarinos: quando tinha 16 anos, ele pediu para revender o Flying Disk, um submarino muito parecido com o Yellow Submarine dos Beatles, para o famoso oceanógrafo francês Jacques Cousteau.
Desde então, um dos seus objetivos é “popularizar” esse tipo de embarcação entre o público.
A minha fórmula é conseguir unir um preço de custo baixo, sem prejudicar a segurança e o conforto dos clientes – Bert Houtman, fundador da U-Boat Worx
Nemo 2/ Divulgação
Os dois modelos Nemo possuem ar-condicionado, sistema de som e até câmeras para registrar fotos de qualidade. Com o intuito de ser mais atrativo, ele ainda tem reserva de alimento e de combustível, para qualquer tipo de emergência.
A marca ainda presenteia seus compradores com um curso intensivo de aulas teóricas e práticas sobre mergulho, próprios para esse tipo de atividade.
Nemo 2/ Divulgação
Em outra iniciativa, Houtman apresentou ao grande público o projeto do iate-submarino Nautilus, em setembro desse ano, durante o Yacht Show de Mônaco. Seria uma mistura de iate na parte de cima e submarino embaixo.
Conta com um salão, uma sala de jantar e um bar, tudo isso iluminado por uma grande janela frontal. Tem o preço estimado em 130 milhões de reais e o prazo de entrega é para daqui a quatro anos.
Nautilus/ Divulgação
O motor da embarcação terá um sistema híbrido combinando diesel e eletricidade. Com todas as tecnologias, o Nautilus pode ficar parado até quatro dias e, se estiver em movimento, a autonomia é de até seis horas. A velocidade máxima embaixo d’água é de até 7 km/h.
Nautilus/ Divulgação
Outro projeto da mesma marca é o UEWP (Under Water Entertainment Platform), um grande submarino com capacidade para até 120 pessoas. Segundo Bert, ele pode chegar até 200 metros de profundidade.
Como diferencial, há um restaurante subaquático, com 14 grandes janelas ao redor das mesas, voltadas ao oceano. Com seu design diferenciado, na parte de cima ele possui um amplo deck.
UWEP/ Divulgação
Pensando em atingir mais clientes, a U-Boat Worx criou um programa de personalização para cada modelo. Um deles foi o Super Sub, um submarino com uma dinâmica diferente e isso faz com que ele tenha a velocidade máxima de 10 nós. Ele pode receber até três passageiros, incluindo o piloto. Sua profundidade máxima é de 300 metros.
Super Sub/ Reprodução: Autoevolution
Até o momento, a concorrente direta da empresa holandesa é a americana Triton Submarines, que desenvolve submarinos desde 2008.
Ela é tão experiente no assunto que, em 2019, desenvolveu um submarino com casco de titânio — embarcação que levou o aventureiro Victor Vescovo a chegar a incríveis 10.930 metros de profundidade. O recorde aconteceu na região da Fossa das Marianas.
Outro modelo da mesma empresa foi escolhido para ser palco da cerimônia de um casamento em 2017. A festa foi realizada a 1.000 metros de profundidade.
Submarino Triton 36000/ Divulgação
O modelo usado por Victor pode levar o navegante à profundidade total do oceano. Para realizar esse tipo diferenciado de passeio, o submarino tem toda a segurança necessária. Outra inovação instalada é seu recurso completo de filmagem de ultra-definição, para que os exploradores possam ver perfeitamente tudo o que as profundezas escondem de nossos olhos.
Triton 36000/2 /Divulgação
Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
O município de Três Fronteiras, no interior de São Paulo, iniciou recentemente um dos maiores projetos de estruturas náuticas da história do Governo do Estado de São Paulo para a fomentação do turismo.
Juntamente com mais 12 cidades paulistas, Três Fronteiras foi contemplado para receber uma megaestrutura náutica — no caso de Três Fronteira, o valor aproximado do investimento foi de R$ 3 milhões.
O projeto conta, num primeiro momento, com píer de atracação de embarcações, passarelas, mirante, deck e pergolados. Já no segundo momento do projeto será incluída a tão sonhada rampa de embarque e desembarque de barcos e lanchas.
Toda a estrutura estará disponível para população e turistas gratuitamente no Parque Ecoturístico da Areia Branca, em Três Fronteiras. A expectativa é que a empresa entregue a obra para inauguração em dezembro.
Head da Real Powerboats, Paulo Thadeu é o convidado da vez do Loucos Por Barcos. Comemorando a 40ª unidade vendida da lancha Real 40, Paulo revelou que o estaleiro precisou reestruturar a produção do estaleiro, para acompanhar o sucesso da embarcação entre o público.
Paulo também contou detalhes da recente parceria da Real Powerboats com a MWM, resultando no modelo 40 Luxury com motor pé de galinha. A novidade deve ser lançada na edição 2023 do Rio Boat Show. Confira abaixo a entrevista completa.
Entre os atletas escalados para a Copa do Mundo 2022, são vários os jogadores estrangeiros que curtem seus momentos de lazer a bordo de luxuosas embarcações, com amigos ou a família.
Enquanto Cristiano Ronaldo, o CR7, tem seu próprio (e monumental) iate, outros craques escalados para a Copa do Mundo do Catar optam por alugar embarcações durante as férias, para explorar lugares encantadores ao redor do mundo — e postar algumas selfies em suas redes sociais.
Conheça, abaixo, quais jogadores gringos do Mundial do Catar já foram flagrados curtindo a vida navegando,
Cristiano Ronaldo
Cristiano Ronaldo acaba de atingir um feito histórico: é o primeiro jogador a marcar gols em cinco Copas do Mundo de futebol masculino. No seu tempo livre, um dos hobbies de CR7 é navegar em seu belo e impressionante iate de 27 metros de comprimento.
Em junho, durante suas férias, o jogador da Seleção Portuguesa e a família foram aproveitar as belezas de Mallorca, na Espanha.
O iate de Cristiano é uma Azimut Grande 27 Metri, que acomoda até dez pessoas em pernoite. A luxuosa embarcação tem cinco suítes, salão com grandes janelas de vidro — ocupando quase todo o pé-direito, sala de jantar e estar, banheira de hidromassagem e até um beach club na popa, para curtir pertinho do mar.
Com casco feito de fibra de carbono, o barco tem incríveis 350 m² de área, apenas para sentar, relaxar e contemplar o mar.
Divulgação
Uma solução encontrada pelo estaleiro para que a autonomia do barco fosse boa, foi projetar um tanque com capacidade de 9.500 litros de diesel. Quando ele está cheio, a embarcação pode navegar por 13 horas sem precisar de reabastecimento.
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Lionel Messi
Maior vencedor do prêmio Bola de Ouro — com sete troféus –, Lionel Messi está no Catar jogando sua última Copa do Mundo, segundo o próprio atleta revelou recentemente.
Em junho deste ano, para curtir seu aniversário de 35 anos, o atacante da Argentina alugou um iate do estaleiro italiano Pershing. Ele e sua família estavam na companhia do também jogador Cesc Fabregas, e viajaram até Ibiza, na Espanha, para a comemoração.
O iate conta com dois motores MTU 16V e que, juntos, podem alcançar 2.430 hp de potência. Sua velocidade máxima é de 80 quilômetros por hora.
Reprodução: Ocean Independence
Oferecendo muito conforto, a embarcação conta com quatro suítes e acomoda até 12 pessoas de dia – e oito para pernoite. O aluguel do barco pode chegar a 76.200 euros por semana, cerca de R$ 410 mil reais (valores consultados em novembro de 2022).
Com mais de 500 gols em sua carreira, o uruguaio Luis Suarez também é conhecido mundialmente pelas polêmicas mordidas em jogadores adversários.
No ano passado, por exemplo, Suarez aproveitou seus dias de folga curtindo um dia ensolarado na região de Ibiza, na Espanha. O atacante do Uruguai estava acompanhado por sua mulher, Sofia Balbi, e a família de Lionel Messi.
Ponta da Seleção dos Estados Unidos, Christian Pulisic é outro craque da Copa do Catar que já apareceu curtindo momentos de lazer a bordo de uma embarcação.
Publicada pelo jogador, uma foto com a irmã mostrou um passeio de barco na região da Ilha Jupiter, no estado americano da Flórida.
O Projeto Albatroz, que desde 1990 atua na educação ambiental sobre aves marinhas, desenvolveu o Guia de Albatrozes e Petréis para Pescadores para ajudar os trabalhadores de barcos pesqueiros, “principais aliados na conservação” das aves marinhas, a informar dados de avistamentos e capturas, que influenciam pesquisas científicas e políticas públicas.
O guia foi desenvolvido em formato de folheto, para ser carregado a bordo dos navios, ou lido em formato PDF.
O manual é composto por 11 páginas que mostram fotos, localização usual e descrições de tamanho e comportamento de 22 espécies que ocorrem em águas nacionais.
Além de albatrozes e petréis, foco da iniciativa, estão espécies de fragatas e gaivotões, muitas vezes confundidas com as primeiras.
Entre elas, estão a grazina-de-trindade e a pardela-de-asa-larga, que se reproduzem em ilhas brasileiras. E espécies ameaçadas de extinção, como o albatroz-de-tristão, ave do grupo de “albatrozes gigantes” que está no nível máximo de risco – o de criticamente em perigo.
Nosso guia pode ser uma ferramenta útil na hora de identificar esses animais e reportar eventuais avistamentos e mortes por afogamento aos pesquisadores – Caio Azevedo Marques
“Assim como outras aves marinhas, os albatrozes e petréis são companheiros dos pescadores em suas viagens, ajudando-os a encontrar áreas com grandes cardumes e os encantando com sua beleza extraordinária”, explica o biólogo e coordenador científico do Projeto Albatroz.
Acidentes com aves na pesca
A morte de aves marinhas na pesca é um grande risco e motivo de preocupação para ambientalistas. Outro guia lançado pelo projeto foi feito justamente para ajudar os pescadores a evitar esses contratempos – e a salvar as aves, caso eles aconteçam.
O folheto “Como evitar a captura de albatrozes na pesca?” ajuda os pescadores a cumprirem a Instrução Normativa 07/14, dos ministérios da Pesca e do Meio Ambiente, que determina a obrigatoriedade de itens como a linha espanta-aves (também chamada de toriline); a largada noturna de iscas, para evitar que as aves sejam fisgadas; e a adição de pesos que façam as iscas afundarem mais rapidamente, evitando que as aves as alcancem.
Com instruções detalhadas e imagens que auxiliam na adoção dessas medidas pelos barcos pesqueiros e até com instruções para remoção de anzóis de aves eventualmente fisgadas, o guia ajuda a diminuir a mortalidade de aves marinhas em zonas pesqueiras.
A morte acidental das aves, que não têm qualquer valor comercial e não são alvos das pescarias, é um dos principais motivos por trás do grande número de espécies ameaçadas.
Segundo o projeto, as aves marinhas são o grupo de aves mais ameaçado de extinção no planeta, com mais de 40% de suas 359 espécies conhecidas nas classificações “quase ameaçada” ou ameaçada em qualquer nível.
O verão está chegando e, com ele, a animação daqueles que consideram esta a melhor época. É indiscutível que o Brasil é perfeito para aproveitar a estação mais quente do ano, com seu extenso litoral e lugares paradisíacos.
Aproveitando o período, Florianópolis, em Santa Catarina, anunciou uma novidade para quem está pensando em aproveitar o calor na cidade: um passeio de catamarã deve chegar às águas da capital no fim deste mês de novembro.
Inicialmente, os trabalhos da empresa irão começar com uma embarcação menor, com capacidade para transportar 250 pessoas.
A partir de janeiro de 2023, a Ilha da Magia — como é carinhosamente apelidada — receberá o catamarã maior, com capacidade para 400 pessoas, que está em fase de finalização da estrutura.
O passeio será feito pelas baías Norte e Sul da cidade, partindo do trapiche da Beira-mar Norte.
A embarcação menor conta com restaurante à disposição dos passageiros, proporcionando maior conforto durante os trajetos. Já o catamarã oficial, maior, contará com dois restaurantes e um espaço para eventos, em três andares de estrutura.
Cabe lembrar que a empresa credenciada para o serviço, além do valor de R$ 12.000,00 anual, pagará, mensalmente, o valor de R$ 1 por passageiro à prefeitura.
A prefeitura trabalha na implementação do catamarã desde o início deste ano, quando lançou um edital de credenciamento para empresas interessadas assumirem as atividades de turismo náutico.
A iniciativa vem para fomentar o turismo náutico, que vem crescendo cada vez mais no país. Com um amplo litoral, de praias de Florianópolis proporcionam enorme quantidade de vias navegáveis. A capital guarda um potencial enorme para o turismo náutico.
O pescador britânico Andy Hacket tem um motivo e tanto para comemorar: conseguiu pescar um peixe gigante, que pesa mais de 30 quilos e tem, pelo menos, 20 anos de idade. A história de pescador da vida real aconteceu neste mês, em Champagne, na França.
Por seu porte e cor laranja marcante, o peixe leva o nome de Carrot (cenoura, em inglês). A captura dele aconteceu no pesqueiro Bluewater Lakes.
O animal é uma mistura das espécies Carpa de Couro e Koi. O gerente do pesqueiro, Jason Cowler, contou que sua equipe colocou o animal no pesqueiro há duas décadas.
Colocamos o Carrot há mais de 20 anos, para os clientes pescarem algo diferente. E desde então ele só cresceu. Porém ele é arisco, então não sai muito – Jason Cowler
Segundo o site Daily Mail, o pescador demorou cerca de 25 minutos para puxar o peixe da água.
Para se ter ideia da magnitude de Carrot, ele tem mais que o dobro do tamanho de uma carpa Koi capturada pelo italiano Raphael Biagini no sul da França, em 2010.
Sempre soube que o Carrot estava lá, mas nunca imaginei que um dia conseguiria pegá-lo. Essa façanha foi brilhante e pura sorte também – Andy Hacket
Depois de garantir o registro em fotos dessa inusitada captura, o britânico devolveu a espécie para seu ambiente natural.
Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Estar a bordo é sinônimo de alegria e diversão. E, para isso, não pode faltar um bom sistema de som — e, claro, com características especiais exigidas pelo ambiente aquático.
A MS Audio Brazil é especialista nisso! A empresa, que tem assídua participação no Boat Show, conta com uma equipe de engenheiros acústicos qualificada e visa unir potência, qualidade e tranquilidade para o usuário.
Para que isso aconteça, a empresa salienta que não podem faltar uma unidade central marinizada — como o Audio Control — e alto falantes marinizados bem posicionados.
Só é possível um sistema de som com qualidade e proteção se ele for desenvolvido 100% para embarcações – MS Audio
A especialista diz ainda que a falta de cuidado durante a instalação do equipamento, o não uso de sistemas marinizados e a falta de conhecimento do instalador são alguns problemas comuns e precisam ser evitados.
Os equipamentos indicados para barcos fazem parte da Linha Adventure — uma série de aparelhos de som que podem ser instalados em jets, lanchas e quaisquer outros lugares sujeitos a umidade ou água.
Eles consistem, majoritariamente, em caixas de som com conexão bluetooth, sendo que todas elas são eletrônicas à prova de água, de terra e de poeira.
Nas embarcações equipadas com dois motores e comandos eletrônicos, os fabricantes oferecem a opção de sincronizar os comandos em apenas um dos manetes. No episódio do Náutica Responde, Guilherme Kodja explica quando é melhor usar um ou ambos os manetes.
Para entender melhor como funciona o todo este sistema, confira o vídeo:
Head de marketing da Volvo Penta, Arianna Schreiber é a convidada do Loucos Por Barcos. Arianna afirmou que o sistema IPS, desenvolvido pela marca, está ganhando cada vez mais notoriedade no setor náutico.
Durante a entrevista, ela revelou que está nos planos da Volvo Penta fazer a melhoria contínua dos seus atuais produtos, entre eles o joystick, que ganhará uma nova versão. Confira mais informações no vídeo abaixo, com a entrevista completa.
Com seu belíssimo design italiano, a Ventura 400 (V400 para os íntimos) faz parte da linha premium da Ventura Marine, braço náutico do grupo Ventura Experience — que tem ainda uma divisão voltada aos Power Sports, com a fabricação de veículos off road 4×4 dos tipos ATV e UTV.
Há duas versões da V400: a HT e a Crossover — esta última lançada no Rio Boat Show 2022 e testada por NÁUTICA na Baía de Guanabara durante o salão carioca.
O estaleiro Ventura Marine é uma das referências no mercado brasileiro, com milhares de cascos na água, e há dez anos decidiu investir em barcos maiores, com grande sucesso.
Desde então, passou a dividir seu portfólio em duas linhas: a Comfort, com cascos de 18 a 30 pés; e a Premium, com embarcações de 35 a 45 pés. Somando todas as categorias, a empresa, com sede em Capitólio (MG) e um braço em Manaus, produz 16 modelos de lanchas nas versões Sport, Hard Top, Crossover e Flybridge.
O termo Crossover, emprestado do setor de automóveis, significa “cruzamento de estilos”, com o uso de elementos que se fundem e se complementam. No caso da V400 Crossover, a definição cai como uma luva, uma vez que essa 40 pés mescla o conforto interno de uma cabinada com o cockpit de uma lancha open.
Sim, a V400 apresenta todas as características de uma lancha de proa aberta (espaço enorme e uso da área dianteira), embora tenha cabine ampla e confortável.
Tirando proveito de truques inteligentes, seu projetista conseguiu criar espaços onde aparentemente isso não era possível, tanto no interior quanto do lado externo. A começar pela proa com um verdadeiro lounge a céu aberto.
O lançamento da V400 Crossover coincide com as comemorações dos 40 anos de atividades do estaleiro, agora sob o guarda-chuva do Grupo Ventura, comandado por André Felipe e Carlos Renato Motta — herdeiros de José Luiz Valente da Motta, o empresário que comandou a arrancada da Ventura Marine entre os anos de 2002 e 2014, transformando-a em uma das maiores fabricantes de lanchas do país.
Nessas quatro décadas, a Ventura já colocou na água mais de 16 mil barcos. São números e tanto para celebrar.
Apresentada pelo estaleiro como “A legítima proa aberta com cabine”, a Ventura 400 Crossover é uma lancha de 12,31 metros de comprimento (40,3 pés) perfeita para quem deseja fazer pequenos cruzeiros com a família e amigos, o que é a sua principal vocação, com a opção de pernoite a bordo para quatro pessoas.
Mesmo com a área ocupada por sofás na frente do cockpit, que remete a uma embarcação com proa aberta — aquela que fica com sua área social no mesmo nível do convés —, tem dois camarotes na cabine, com decoração elegante e toques refinados, como móveis revestidos de laca e anteparas de tecidos.
No cockpit, homologado para levar até 20 pessoas, contando o piloto, essa 40 pés com HT e teto solar de acionamento elétrico tem três sofás (um reto, outro em C e outro em L, paralelo ao posto de pilotagem), todos com encostos altos, que entregam conforto por mais tempo. Inclui também uma mesa removível, uma pia e uma caixa de gelo.
No posto de comando, com poltrona individual com assento rebatível, o painel acomoda bem os relógios e telas dos motores, o quadro de disjuntores e o rádio VHF, além de um eletrônico multifunção com tela de 12 polegadas. À exceção dos botões de acionamento de flaps, posicionados longe do volante, tudo é bem visível e acessível.
A altura do para-brisa favorece a visibilidade, dispensando movimentos da cabeça do piloto durante as manobras e nos deslocamentos, o que é muito bom. Além disso, nos dois bordos do hard top as janelas do tipo vigia se abrem, favorecendo tanto a ventilação como a comunicação durante as manobras de atracação.
Mas a grande diferença da V400 Crossover em relação às demais cabinadas está mesmo no aproveitamento da proa, na qual o estaleiro, tirando proveito de truques criativos, criou uma espécie de lounge, com uma mesa e dois sofás frente a frente.
Uma área perfeita reunir um grupo de pessoas para relaxar e curtir um coquetel ou petisco — e isso, atenção para o detalhe, mesmo com o barco navegando, dependendo das condições do mar, porque esse espaço é bastante seguro e confortável.
E ainda há o imprescindível solário, para duas ou três pessoas, que se abre e expande, além de oferecer apoio para as costas e regulagem de altura na cabeceira. A passagem para a proa pode ser feita tanto pelos bordos como por uma abertura bem ampla no para-brisa. Um verdadeiro corredor que conecta os ambientes, facilitando o deslocamento pelo barco.
Já na popa, destaque para a acolhedora plataforma submersível. Com bastante espaço. Ela está integrada ao móvel gourmet, que tem uma tampa ergonômica protegendo a churrasqueira, a pia com água pressurizada e a bancada de madeira, além de duas caixas de gelo e um armário. Inclui dois bancos removíveis (do tipo banqueta de bar), porta copos, uma prática lixeira, etc.
Sobre essa área se estende um stobag (toldo opcional, mas muito recomendável), de acionamento elétrico ou manual. A escada de popa, de quatro degraus, é telescópica, com um dispositivo de retração.
Na cabine, o conforto não é menor, embora só haja um camarote (na verdade, uma suíte), à meia-nau, por conta da proa aberta — afinal não se pode ter tudo ao mesmo tempo. Na entrada, que tem porta corrediça com travas e escada com passos alternados, a altura é de 1,82 metros.
Lá dentro, no que seria a sala do barco, a bombordo há um sofá em U com encosto removível, que pode ser convertido em cama de casal, e uma TV. A boreste fica uma bela cozinha, com pia, forno micro-ondas, cooktop e geladeira, além de armários embutidos.
O banheiro completo e fechado tem um box em curva, chuveiro ou ducha de mão, vaso, pia, armários e vigia com abertura para ventilação. Por não ter cabine de proa, o estaleiro poderia criar alguns armários por baixo no lounge, o que é algo sempre bem-vindo.
O visual da V400 Crossover é de uma lancha de passeio moderna, mas com pegada esportiva, apimentada por dois motores a gasolina de 350 a 380 hp cada (ou dois diesel de 270 a 320 hp cada).
Na casa de máquinas, aliás, tudo é acessível, dos motores ao gerador de 5 kVA, aos tanques e demais equipamentos. Enfim, um grande e feliz barco, perfeito para curtir os dias de sol, do jeito que o brasileiro gosta. E também as noites com todo o conforto.
Navegação da Ventura 400 Crossover
Testamos a Ventura 400 Crossover nas águas da Baía de Guanabara, num dia de mar relativamente calmo, com pequenas ondas e vento na casa dos 8 nós. A bordo havia três pessoas, 320 litros de combustível e 100 litros de água. Estava equipada com dois motores V8 Volvo Penta, de 350 hp cada.
Basta sentar no posto de comando, com assento duplo, para notar que se trata de uma lancha agradável de pilotar. Motores acionados, vem a certeza de estar a bordo de um casco navegador. Para começar, a lancha entra em planeio muito rápido, sem levantar a proa.
Depois, é impressionantemente veloz, com uma tremenda arrancada. A aceleração é agressiva, mas segura, sem nunca fugir ao controle do piloto. Nas curvas fechadas, ela aderna um pouco, mas sem assustar os mais desavisados e mantendo o curso firme e a velocidade estável. Essa sensação de controle total é ótima, além de ser divertida de pilotar com emoção.
Navegando na velocidade de cruzeiro, a cerca de 24 nós, o barco mostrou-se macio, mesmo ao cortar ondas médias e picadas. Para compensar o mar pouco agitado, cruzamos as esteiras da nossa lancha e de outras maiores que passavam por lá, e o casco amorteceu suavemente os impactos, não dando nenhuma pancada forte.
Na aceleração, os dois V8 foram da marcha lenta aos 20 nós em 9,2 segundos. A velocidade máxima ficou em ótimos 37,2 nós. Já fora da barra da Baía de Guanabara, havia ondas acima de meio metro de altura, mas desencontradas pelo vento médio, e o barco mostrou a qualidade do projeto consagrado, navegando com elegância e eficiência.
A estabilidade também foi posta à prova, sem que ela adernasse demasiadamente nas curvas fechadas. Enfim, uma grande lancha e outro grande acerto da Ventura Marine.
Saiba tudo sobre a Ventura 400 Crossover
Pontos altos
O desempenho quase esportivo
O lounge na proa aberta
O aproveitamento da cabine
Pontos baixos
Tem apenas um camarote
Botões dos flaps mal posicionados
Faltam mais armários na cabine
Características técnicas
Comprimento: 12,31 m (40,3 pés)
Boca: 3,55 m
Altura na cabine: 1,82 m
Tanque de combustível: 640 L
Passageiros dia/noite: 20/04
Motorização: gasolina: 2x 350 a 2x 380 hp; diesel: 2x 270 a 2x 320 hp
Peso total: 7.100 kg
Quanto custa a Ventura 400 Crossover
O preço da Ventura 400 Crossover é a partir de R$ 1.399.990, com 2 motores Volvo V8 300 MEC. Preço pesquisado em novembro/2022. Para saber mais sobre o modelo testado, acesse o site oficial da Ventura Marine.
Consultor técnico: Guilherme Kodja Edição de texto: Gilberto Ungaretti Edição de vídeo: Luiz Becherini Fotos: Victor Oliveira e Divulgação
Está chegando a Regata Volta à Ilhabela, que acontece no próximo sábado (26), como parte da quarta e última etapa da Copa Mitsubishi – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica, patrocinada pela Mitsubishi Motors.
E quem acha que poderá conquistar a fita azul da regata é bom que reserve um local bem legal na estante para guardar com carinho o belo troféu transitório que fica com a equipe vencedora até a edição do próximo ano.
No ano passado, foi a equipe do Soto 40 Phytoervas 4z quem chegou em primeiro em uma regata bem difícil. Foram mais de 15 horas de navegação, até que a equipe cruzou a linha de chegada às 4h10 do domingo, depois de ter largado às 12h40 de sábado.
Mas que ninguém se desanime, porque em outras edições a gente já teve vencedores com bem menos tempo. Em 2017, por exemplo, o Argos, um S40, cumpriu a regata em 7h13’2″. O gigante Sessentão fez a regata em pouco mais de 6 horas em 2016 e o C30 Caiçara levou 8h54″ para dar a volta em Ilhabela, no ano de 2015.
E vale lembrar que o Montecristo, em 2014, estabeleceu o recorde da competição, que perdura até hoje. A equipe deste Carabelli 54 cumpriu a prova cem 6h5’12” naquele ano.
As últimas regatas do ano acontecerão nos dias 3 e 4 de dezembro, quando os veleiros voltarão à raia. No dia 3, além das regatas para todas as classes, acontecerão as especiais para a Bico de Proa e Duplas, com premiação à noite. E no domingo (4), após as regatas, a premiação da etapa e do campeonato.
Ainda dá tempo de se inscrever
As inscrições seguem abertas no site do evento, e custam R$ 150,00 por tripulante masculino e R$ 75,00 por tripulante feminino. Inscrição com valor especial para Bico de Proa e Duplas: R$ 30,00 (trinta reais) por tripulante. Um tripulante-mirim por barco é isento.
Veleiros que não correram nenhuma etapa da Copa Mitsubishi em 2021 têm 50% de desconto.
A linha 2023 de WaveRunners Yamaha acaba de chegar ao Brasil. Novas cores e novos sistemas foram incorporados aos modelos de jets, lançados mundialmente.
A fabricante apresenta opções tanto para pilotos profissionais quanto amadores, combinando tradição, altos níveis de desempenho, durabilidade e inovação. Abaixo, conheça os principais modelos de WaveRunners.
Linha FX
Um dos destaques da WaveRunner é a linha Sofisticação, composta pelos modelos FX. Agora, o FX Cruiser SVHO tem um sistema de áudio já instalado de fábrica. Com conexão bluetooth, você pode ver notificações das mensagens de texto e até fazer chamadas.
Jet FX Cruiser HO
Outro diferencial é o deck ultraleve NanoXcel, com maior resistência, proporcionando motor com mais aceleração e menor consumo de combustível. Possui ainda tela Connext touchscreen, de LCD, que pode ter 5 ou 7 polegadas e com a possibilidade de integrar Mapa GPS.
Jet FX Cruiser SVHO
O motor é o Super Vortex High Output (SVHO) de 1.8 litros superalimentado no FX Cruiser SVHO. Já no modelo FX Cruiser HO é o motor aspirado, 1.8 litros HO de alta saída. vale lembrar que com todos esses itens, essa linha é indicada para quem já tem prática de pilotagem.
Linha VX
Na linha Recreação, os modelos VX são mais procurados por famílias que buscam ter um passeio de jet com conforto e versatilidade.
Jet VX Cruiser
Por isso, mais opções personalizáveis foram adicionadas. Aliando desempenho, confiabilidade e desempenho, essas embarcações possuem um nível maior de conforto.
Jet VX Cruiser HO
Linha GP
Para quem gosta de adrenalina, os jets esportivos da linha GP carregam motores prontos para a corrida, com ótima potência e desempenho, proporcionando ainda mais emoção com velocidade máxima.
Jet GP 1800R HO
Com o intuito de melhorar a experiência de pilotagem, a Yamaha criou uma ergonomia inspirada em corridas. Assim, o piloto tem um manuseio mais responsivo.
Jet GP 1800R SVHO
SuperJet
Outro integrante da linha esportiva de jets da Yamaha é o SuperJet, com melhor desempenho em stand-up. Seu casco foi projetado para maior estabilidade estática e dinâmica, possibilitando ainda mais o domínio das manobras.
Jet SuperJet
Compacto e leve, o motor TR-1 4 tempos – 4 cilindros proporciona aceleração emocionante, que faz sucesso com os pilotos da categoria estilo livre.
Uma inovação do esportivo é o L-Mode, um sistema que, quando acionado, reduz para 85% o desempenho do motor — dessa forma, iniciantes também podem curtir o modelo com mais tranquilidade.
A Yamaha oferece um ano de garantia para qualquer modelo da linha lazer de WaveRunners, independentemente da embarcação ser usada em água doce ou salgada.
Yamaha terá nova sede administrativa em 2023
Ao longo de 2023, a Yamaha estará fazendo uma importante mudança: toda a parte administrativa da empresa sairá de Guarulhos e será instalada no Edifício Continental Tower, no Complexo Cidade Jardim Corporate Center, no bairro Cidade Jardim, em São Paulo.
No novo local, a marca terá uma estrutura mais moderna, tecnológica e que será adaptada para o modelo híbrido de trabalho. A parte de logística e o de desenvolvimento de produtos irão para Jandira, na Grande São Paulo. Essa nova instalação permitirá uma maior eficiência da operação, e acesso rápido ao embarque e recebimento de equipamentos destinados para a fábrica de Manaus.
A ACATMAR (Associação Náutica Brasileira) comemorou 14 anos de história nesta segunda, 21 de novembro, com ações em prol do mercado da economia do mar, que gera empregos, renda, promove a inclusão social e trabalha para a plena sustentabilidade da atividade.
A associação elenca variadas ações que marcaram suas iniciativas nesse período, como o trabalho junto ao Governo Federal para a retomada gradual durante o auge da pandemia de Covid-19.
“Com agilidade, sugerimos regras de retorno, acatadas, em um primeiro momento, pelo Governo de Santa Catarina, sede do maior polo náutico do Brasil, para, em seguida, servir de modelo para demais estados da Federação, via Ministério do Turismo”, destacou a diretoria.
Essa iniciativa, por si só, fez o setor crescer, colhendo frutos até hoje. Outro trabalho relevante foi para a continuidade do programa Pró Náutica, que estava em fase de finalização. A ACATMAR mostrou a importância de sua sequência, alertando para os ganhos fiscais de Santa Catarina. Com esta garantia, mais empresas se instalaram no estado.
Outros feitos incluem a legalizações de marinas por meio do Projeto Marina Legal — com custos subsidiados, várias delas puderam estar em acordo com a lei, sem correr riscos de serem fechadas do dia para noite.
A associação também foi responsável por ofertar diversos cursos de capacitação para mão de obra do setor, de estaleiros a marinas, bem como o projeto de preservação das águas Limpeza dos Mares — responsável por retirar mais de 128 toneladas do fundo dos mares, rios, praias e costões –, além de outras iniciativas voltadas ao setor.
Nova diretoria
O aniversário deste ano marca também a eleição de uma nova diretoria, que coordenará as ações pelos próximos quatro anos da ACATMAR, destacando o retorno a presidência de Leandro “Mané” Ferrari, eleito por unanimidade.
Mané Ferrari já ocupou cargos públicos como gerente de Infraestrutura Aquaviária do Estado de Santa Catarina, diretor de Planejamento de Turismo do estado e presidente da SANTUR – Agencia de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina.
O Ministério do Turismo (MTur) e a Caixa Econômica Federal (CEF) já disponibilizaram mais de R$ 33 milhões em crédito para investimentos em infraestrutura náutica no país.
O montante, fruto da parceria entre os dois órgãos, poderá ser usado por empresas de turismo na implantação e regularização de rampas, píeres e marinas, além da aquisição e manutenção de equipamentos relacionados ao turismo náutico.
Uma das regiões beneficiadas com a medida compreende os estados da já conhecida “Amazônia Azul”. Com um total de 5,7 milhões de quilômetros quadrados de extensão marítima, a área equivale a aproximadamente metade da massa continental nacional. Além disso, a região é rica em recursos para a prática do turismo náutico no país.
Conjunto de passarela e píer da Metalu, que atua há mais de 40 anos no mercado de soluções náuticas
Desde o segundo semestre deste ano, o MTur vem trabalhando em parceria com a Marinha do Brasil para maximizar o potencial das atividades marítimas, garantir espaço de desenvolvimento, proporcionar transparência e ajudar a manter à saúde do meio marinho, principalmente na região da Amazônia Azul.
O Ministério do Turismo entende que a promoção do mar e das águas interiores são elementos diferenciadores para o desenvolvimento do turismo e para o estímulo da atração de investimentos privados para o segmento no país.
O Brasil tem um grande potencial, com uma extensa faixa litorânea de 8,5 mil km, 35 mil km de vias internas e mais de 9,2 mil km de margens de reservatórios de água doce.
Além disso, o país é banhado por correntes oceânicas favoráveis à navegação, com um clima propício ao esporte e ao lazer náutico e apresenta uma infinidade de paraísos naturais intocáveis, que tornam o Brasil um dos países com maior potencial de desenvolvimento no turismo náutico do mundo.
13 cidades do interior de São Paulo receberam investimento
Em setembro, o governo estadual paulista anunciou um investimento de R$ 18 milhões em estruturas náuticas no interior de São Paulo, para promover o segmento em cidades com vocação para o turismo náutico.
A Metalu, empresa especializada no desenvolvimento, fabricação e instalação de soluções em alumínio para píeres e passarelas há mais de 45 anos, é uma das empresas que assina este projeto.
Instalações flutuantes de alumínio da Metalu Brasil, no meio do Rio Pinheiros, formam o Mirante Flutuante do Parque Bruno Covas
O aporte de R$ 18 milhões engloba 13 municípios paulistas, entre eles, Fartura, Timburi, Avaré, Rosana e Pederneiras.
Com o investimento, o número de turistas – atualmente, em torno de 1,7 milhão por ano – deve alcançar quase 6 milhões em 10 anos, de acordo com estudo do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), ligado à secretaria.
As obras estão previstas para entrega em dezembro, implementando píeres, plataformas, deques e rampas de apoio, além de sistemas de ancoragem.
Com atuação internacional, a Metalu utiliza de tecnologia de ponta em seus projetos, com ênfase na segurança e integração estética ao ambiente. A marca, que segue padrões internacionais, é responsável pela construção de 50% das marinas francesas e por mais de 2 mil metros lineares de píeres implantados no Brasil.
Os projetos gerais incluem passarelas, píeres, painéis solares e flotters. Fazem parte do repertório mais exclusivo da empresa píeres nas Olimpíadas de 2016, mirante flutuante (sobre o rio Pinheiros) no Parque Bruno Covas, plataforma balsas para apoio em Ilhabela e uma passarela móvel durante o Rio Boat Show, entre outras obras.
Nelson Carvalhaes, da Torpedo Marine, é convidado do Loucos Por Barcos. No papo com Guilherme Kodja, Nelson explicou que um dos principais objetivos da Torpedo é não produzir barcos infláveis em série — o foco é que cada embarcação seja única.
A marca, que lançou o o T1100 — seu maior barco, com cabine e banheiro — no São Paulo Boat Show 2022, aposta em materiais franceses de alta qualidade e no design italiano, inclusive toda a parte de cálculos dos projetos é feita na Itália. Confira mais detalhes no vídeo abaixo:
A primeira embarcação que chegou aos Estados Unidos, na região de Miami, é um modelo Triton 370 HT. Com mais de 11 metros de comprimento, a 370 HT pode acomodar até 14 convidados. O valor estimado é de R$ 1,4 milhão.
Além do modelo de 37 pés, um dos mais vendidos pelo estaleiro, acabam de chegar aos EUA outras duas lanchas, do modelo 300 Sport. A previsão do fabricante é que até julho de 2023 outros modelos sejam entregues nos Estados Unidos, entre eles, o lançamento Triton 400 HT.
Nossas embarcações seguem rigorosas certificações internacionais e a entrada no mercado náutico norte-americano, um dos mais maduros e exigentes em termos mundiais, irá contribuir para avançar no cenário mundial – Allan Cechelero, diretor de marketing da Triton Yachts
Hoje, países como Espanha, Holanda e Itália, entre outros, já contam com embarcações da Triton navegando por suas águas.
Para o ano que vem, a ideia da marca é estruturar mais redes de vendas com o suporte necessário, além de dobrar o número de exportações nos próximos três anos.
As exportações de barcos da marca têm crescido de forma gradativa e hoje giram em torno de 20% do volume total produzido, especialmente para países da América do Sul e da Europa – Allan Cechelero, diretor de marketing da Triton Yachts
Nos Estados Unidos, o estaleiro é representado pela marca Hanover, em parceria com o revendedor exclusivo Blue Ride Group.
Lançada há mais de 20 anos no mercado náutico brasileiro, a Triton Yachts é uma linha de barcos construída pelo estaleiro paranaense Way Brasil — que tem 30 anos de atuação.
Segundo o estaleiro, que produz modelos que vão desde 23 até 52 pés, os principais pilares da marca são segurança, customização, qualidade na construção e o suporte necessário aos clientes.
O estaleiro pernambucano NX Boats realiza mais uma edição do Summer Day, para comemorar os oito anos de mercado. A festa acontecerá no dia 26, a partir das 13h, no Amura Carneiros, na famosa praia de Tamandaré, litoral sul de Pernambuco.
O NX Boats Summer Day irá reunir cerca de 300 pessoas, entre convidados e clientes do estaleiro, alguns dos quais chegarão ao local em suas próprias embarcações.
“Contaremos este ano com pelo menos 30 lanchas NX na água, dentre os 9 modelos que já fabricamos, inclusive o nosso grande lançamento de 2022: a NX 50 Invictus”, afirma a empresária Elizabeth Moura.
Entre as atrações do evento estarão os artistas Rafa Cout, Clara Sobral, Keu Dantas, Dj PHT e a banda Pagode 874, que prometem não deixar ninguém parado.
O grupo Tapa de Cuadril é quem assina o buffet do evento. E, para receber tamanha estrutura, o Summer Day criará uma verdadeira arena, para que o renomado restaurante aporte com seu inusitado fogo de chão, servindo assim, um grande churrasco que irá das carnes mais nobres aos frutos do mar.
Já no bar será montada uma estrutura para receber o conceituado Restaurante Beijupirá, que será responsável pelos drinks da festa.
Oito anos de mercado
A marca está presente em quase todo o território nacional e tornou-se um dos maiores do país em fabricação de barcos na categoria de 26 a 50 pés.
Com oito anos de fundação, a empresa encerra 2022 com uma marca histórica: 1.400 embarcações na água — sendo 400 delas fabricadas somente este ano — além de 18 revendas autorizadas no Brasil e algumas no exterior.
A NX realiza exportações desde 2016 e já conta com mais de 80 barcos em países como Turquia, Suíça, Malta e EUA, por exemplo. Recentemente, a marca construiu uma piscina de testes para embarcações de até 65 pés e ampliou a estrutura fabril e a capacidade produtiva.
“A NX nasceu para ser um estaleiro global. Queremos compartilhar todas essas conquistas com nossos clientes e amigos”, explica o empresário e CEO da NX Boats Jonas Moura, que comanda o estaleiro junto com a empresária Elizabeth Moura.
Jonas acrescenta que a NX Boats está preparada para atender a demanda que espera do mercado externo — a meta é destinar 30% de sua produção a outros oceanos.
Para alcançar esse resultado ousado, o estaleiro montou nos Estados Unidos uma nova operação de fábrica para comercialização e assistência técnica de todas as embarcações exportadas, o que proporcionará um atendimento mais próximo do cliente americano.
Além disso, a NX Boats também assinou contrato com a lendária casa de design Italiana Pininfarina, conhecida pelos seus desenhos e linhas esportivas e com trabalhos para algumas marcas famosas, como Ferrari e Maserati.
A Pininfarina promete nos entregar, em breve, um barco de 44 pés com design jamais visto antes no mercado náutico – Jonas Moura
Responsabilidade social
A NX Boats também desenvolve ações de responsabilidade social e o evento Summer Day deste ano abraça a causa: “Plástico, não obrigado!”.
O objetivo é proporcionar a conscientização aos usuários de embarcações, renovando os esforços aos seus convidados, ao não uso do plástico, através da distribuição dos copos reutilizáveis, canudos biodegradáveis e ilhas de lixeiras de coleta seletiva que serão distribuídas por todo ambiente do evento.
A ação está sendo coordenada pela empresária e consultora de eventos Roseane Cabral, que também assina toda a concepção do NX Boats Summer Day.
“Enfocaremos diversas ações sustentáveis que estão sendo desenvolvidas no mundo e as metas que devemos atingir para alcançar um oceano limpo, transparente, saudável e seguro”, ressalta.
Roseane Cabral também chama atenção para outro ponto: o estaleiro NX Boats foi condecorado como Amigo da Marinha do ano 2022 e contará com a presença do alto escalão da corporação nesse evento.
“Teremos um espaço exclusivo, que ficará à disposição dos convidados que queiram tirar qualquer dúvida em relação aos temas de segurança do tráfego aquaviário, salvaguarda da vida humana no mar e poluição hídrica, bem como, documentação, habilitação e outros assuntos ligados ao nosso serviço afim”, finaliza.
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